A seguir estão todos os textos que versam sobre a teoria do anarcocapitalismo, ou que são pertinentes ao assunto. Sugere-se que a leitura se dê na ordem indicada.
É ilegítimo o estado possuir propriedades
O que significa ser um anarcocapitalista?
O setor público: desestatizando a segurança, as ruas e as estradas
Serviços de defesa no livre mercado
A possibilidade de uma justiça privada
Leis e justiça numa sociedade libertária (Concurso IMB)
Liberalismo Clássico versus Anarcocapitalismo
Em uma sociedade sem estado, os déspotas não assumiriam o controle?
Por que um estado mínimo inevitavelmente leva a um estado máximo?
Israel e Palestina: uma guerra estatal
Como o livre mercado lidaria com epidemias e quarentenas?
Se você gosta da natureza, privatize-a
Um sistema monetário de livre mercado
Democracia – o deus que falhou
Reflexões sobre a origem e a estabilidade do estado
Os libertários são anarquistas?
A ética e a economia da propriedade privada
Quatro medidas para melhorar o sistema de saúde
A democracia não é a solução; é o problema
sugestão (eu sei que será ignorada): abandonem o rótulo anarco-capitalismo… sei lá, coloquem panarquia, livre mercado, ecletarquia… estragtégicamente mais eficiente!
Parabéns pela seção. Eu tenho gasto uma enorme energia em explicações primárias à amigos e leitores que tem dúvidas sobre o assunto. Muito bom que o Mises Brasil organizou essa seção.
Abraço
Lucas Mendes
Muito obrigado por fazer esta seleção. Facilitou bastante para explicar aos amigos. Fica aqui a dica: falem do Agorismo e de Samuel Edward Konkin III. Expliquem sobre a Contra Economia.
Ágora, Anarquia, Ação!
muito obrigado!
Concordo com Rafael Hotz. Usar o termo anarcocapitalismo é tornar algo que já não é fácil ainda mais difícil. De tão deturpado, capitalsimo não soa bem para muita gente; combinado com anarco então… Vão deitar e rolar ao distorcer os significados.
Gostaria de reforçar o pedido do Oriom Lisboa. Falem de SEK3 e sobre contra-economia (ou quaisquer outros métodos de lidar com a existência do estado. Aliás, contra tal existência).
Acabo de assistir um vídeo interessante sobre comportamento humano, que me fez lembrar do anarco capitalismo.
Espetacular o video “Empathic Civilization”, mcmoraes!
Equipe do IMB, existe a possibilidade de vcs compilarem os artigos desta seção em um livrinho?
Já li todos esses artigos uma vez, mas é sempre bom reler, e ficar esse tempo todo na frente do pc é um tanto cansativo.
Abraços.
Prezada Equipe IMB\r
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Acho muito interessante vocês criarem seções agrupando temas correlatos.\r
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Esta seção é muito boa e deveria ficar sempre muito visível no site porque eu noto que muitos iniciantes no assunto da liberdade (como eu) ficam perdidos sobre como começar a leitura.\r
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Alguns textos do site são muito complexos e um novato que entra no site a primeira vez e dá de cara com um assunto profundo pode não entender.\r
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Claro que isto não vale para os marxistas que nunca entendem nada e nem querem entender.\r
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Eu não gosto muito do termo anarcocapitalismo. Acho uma palavra estranha.\r
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Eu sugiro que seja adotado o termo LIBERAL AUSTRÍACO.\r
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Assim, nós não seremos confundidos com os liberais (que nos EUA são os esquerdistas) e com os liberais clássicos (defensores do estado mínimo).\r
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Me agrada a expressão liberalismo austríaco.\r
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Poderiam ser criadas diversas seções:\r
01-)Introdução a Escola Austríaca, com textos simples sobre os conceitos básicos;\r
02-)História da Escola Austríaca;\r
03-)Estudos avançados da Escola Austríaca, este seção sim com textos de autores consagrados e aprofundamento dos temas;\r
04-) Uma seção comparativa da Escola Austríaca com as outras escolas de pensamento ecônomico que existem;\r
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Bem, fica a sugestão.\r
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Abraços\r
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em primeiro lugar gostaria de agradecer ao pessoal do site por essa seção, que é muito boa por sinal!
agora, entrando no assunto do nome, eu acho que o mais correto é chamar de anarquismo libertário mesmo, como já vi alguns escritores de artigos do IMB falando… ou anarquismo de mercado também…
realmente anarco-capitalismo é um termo que as pessoas deturpam instantaneamente…
Vim até aqui fazer esse comentário com um único propósito:
Obrigado IMB.
Conheci o IMB ao acaso, numa época em que eu estava praticamente abraçando a esquerda socialista, e vendo o capitalismo, que defendia anteriormente, como realmente um sistema que não funcionava corretamente, eu não via como justificar a pobreza que ocorria e rebater todos os argumentos anti-capitalistas que via por aí. Os direitistas, com suas páginas no Facebook e discursos fracos, não me convenciam de nada, pareciam crianças que só zombavam dos socialistas, mas sem apresentar um argumento forte. Eu estava decepcionado porque desde criança eu simpatizava com o capitalismo e o individualismo, eu não conseguia aceitar o coletivismo, a ideia de todos serem iguais, das pessoas não poderem ter seus próprios negócios, mas parecia que era o único jeito de termos uma sociedade próspera e justa.
Um dia recebi um vídeo que basicamente uma “batalha de rap” entre Hayek x Keynes, uma maneira divertida de explica a teoria austríaca e keynesiana de ciclos econômicos, e os argumentos de Hayek me atraíram mais, principalmente porque ele defendia um “capitalismo selvagem”, mas não porque ele era um capitalista malvado e explorador, mas sim porque era o mais eficiente e correto. A parti daí, achei os vídeos do Milton Friedman, e a sua série Free to Choose, que mostravam que o capitalismo não tinha nada de explorador, antiético ou injusto, pelo contrário, ele representa prosperidade, progresso e liberdade.
Depois, querendo entender melhor como funciona o livre mercado, encontrei o Instituto Mises Brasil, que parece ter artigos sobre tudo. Eu entrava no site, clicava em um artigo, lia, e nesse artigo, tinha outros 3 artigos que embasavam o primeiro, e assim sucessivamente, acabei passando dias lendo pelo menos dois artigos do IMB por dia, e eu estava estupefato, eu estava, e ainda estou, muito contente por ter meus ideais e princípios muito bem definidos, adorei ter encontrado o libertarianismo, as justificativas morais do capitalismo e sua superioridade sobre os outros sistemas, porém, algo não entrava na minha cabeça. O anarcocapitalismo.
Um ano antes de encontrar o IMB, eu encontrei um anarcocapitalista, discuti com ele e achei a ideia ridícula, eu nem sequer dei ao trabalho de discutir, eu simplesmente ridicularizei a ideia, “Uma sociedade sem estado? E quem vai prender os criminosos? E os pobres? Mas olhe para a Somália” e todas aqueles argumentos furados que vemos por aí. O cidadão ancap que se deu ao trabalho de discutir comigo não tinha os melhores argumentos e acabou desistindo de me convencer. Hoje eu vejo que ele estava certo.
No início, eu era um minarquista convicto. Depois, a semente da duvida foi plantada: O que difere o estado de uma gangue de ladrões? Dias pensando para chegar á conclusão: Nada. São idênticas. Então seria o estado um mal necessário? Um parasita que é vital para a sobrevivência da sociedade? Nem sequer isso, o estado é injustificável e ineficiente, é criminoso e imoral.
Não precisamos de um órgão centralizador para nada, a liberdade funciona, e obrigado IMB por me mostrar isso.
Estou com uma dúvida em uma sociedade anarcocapitalista nao existiria exploração… digamos que eu vá pegue alguem em estado de rua e a use de escravo ela nao terá dinheiro para pagar por proteção certo?