À luz dos recentes eventos envolvendo Israel e a Palestina, parece-me apropriado apresentar uma sugestão sobre como esse aparentemente interminável conflito poderia ser resolvido. Para por um fim na contínua violência na região, muitos defensores da Palestina estão exigindo a completa abolição do estado israelense. Isso seria atacar apenas parte do problema. A única solução definitiva seria abolir ambos os estados — o israelense e o palestino –, pois, enquanto esses governos existirem, não tem como haver paz e liberdade na região.
De fato, de um ponto de vista estatista, esse conflito é um impasse constante; ambos os governos palestinos e israelenses, e muitos de “seus” respectivos cidadãos, reivindicam o mesmo pedaço de terra. E ambos os lados também sustentam essas reivindicações com base em diferentes argumentos históricos e religiosos, em uma batalha verbal impossível de ser arbitrada objetivamente.
A violência, é claro, é a marca característica do conflito. De um lado, os nacionalistas islâmicos da Palestina lançam mísseis, granadas e cometem atentados suicidas contra vários alvos em Israel, já que consideram que o governo israelense está ocupando ilegalmente a terra “palestina”. Do outro lado, o governo israelense bombardeia as áreas palestinas que ele supõe estarem servindo de abrigo para terroristas, frequentemente atingindo e matando civis. Todos esses ataques violentos incitam contra-ataques do lado oposto do conflito, criando assim uma incessante espiral de violência.
O problema, entretanto, não é qual o lado que está certo, isto é, qual dos dois governos tem o direito de controlar todas as partes do território israelo-palestino. O problema, pra começar, é a própria existência desses dois governos — e o fato de eles reivindicarem qualquer que seja o pedaço de terra.
Examinemos as duas principais propostas que são tipicamente apresentadas por estatistas como sendo a maneira correta de resolver esse conflito que já dura seis décadas.
A primeira é a solução popular dos “dois estados”, sendo a idéia geral a de que ambos os governos deveriam coexistir lado a lado e buscar um acordo de paz que colocaria um fim na violência. Uma condição vital para esse acordo seria, obviamente, que os dois governos — um “israelense” e um “palestino” — cheguem a uma conclusão final sobre qual pedaço de terra deveria pertencer a qual país.
Atualmente, o “Estado da Palestina” está dividido em duas áreas diferentes: a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Ambas estão separadas por
Também é difícil imaginar o governo israelense entregando voluntariamente o controle da Cisjordânia ao governo palestino, principalmente quando se leva em conta que a Cisjordânia circunda a maior parte da cidade de Jerusalém, que não apenas é a verdadeira capital de Israel como também é considerada uma cidade sagrada tanto pelos judeus quanto pelos muçulmanos. Outro problema é que os governos têm a incontrolável tendência de tentar expandir suas jurisdições. Esse certamente é o caso do governo de Israel, principalmente no que tange sua presença na Cisjordânia. Tudo isso significa que os dois governos iriam discutir eternamente (ou pior, brigar) sobre qual pedaço de terra pertence a quem, uma vez que ambos consideram que tudo ou quase tudo lhes pertence por direito.
Mas mesmo se essa questão específica fosse acordada entre os governos, eles ainda continuariam enfrentando os mesmos problemas de violência. Afinal, a principal rixa que a maioria dos nacionalistas palestinos radicais tem com Israel não está relacionada aos tão debatidos assentamentos israelenses na Cisjordânia, mas sim à existência de todo o estado israelense
Um complicador adicional é a batalha interna travada entre o Hamas e o Fatah pelo poder da Palestina. Os objetivos de cada partido são muito diferentes. O Fatah, cuja atual base é a Cisjordânia, mostrou interesse em trabalhar junto ao governo de Israel em busca de uma solução que envolve o reconhecimento mútuo de ambos os estados. Em nítido contraste, o objetivo primário do Hamas, partido baseado em Gaza, é acabar com todo o estado israelense. Considerando-se a popularidade do Hamas e seu ativismo militante, as perspectivas de cooperação entre os dois partidos não são muito animadoras.
Também é ingenuidade pensar que um mágico acordo de paz será repentinamente alcançado e solucionará todas as disputas entre as duas nações e entre todos os partidos envolvidos, principalmente quando se considera todos os acordos de paz anteriores que já foram tentados. O último ocorreu em Annapolis — capital do estado de Maryland –, em novembro de 2007 (e o Hamas boicotou), onde o objetivo era atingir uma resolução definitiva até o fim de 2008. A ironia macabra é que, exatamente durante a última semana de 2008, mais de 400 pessoas foram mortas em novos confrontos entre palestinos e o governo israelense.
É por isso que é necessário relembrar o cerne da razão do conflito, a saber: a existência do estado israelense jamais será tolerada por todos os palestinos, e sempre será recebida com violência. Trata-se também de uma batalha entre dois estados rivais, cada qual competindo pelo controle político e militar sobre os mesmos territórios.
O que nos leva à segunda e menos popular solução para o conflito: fundir as duas nações antagônicas em um único estado. Isso até poderia eliminar as disputas territoriais, mas não resolveria muitos outros problemas que tornariam essa alternativa uma impossibilidade.
Um dos mais óbvios desses problemas seria o processo de criação de leis dentro deste novo e unificado país. Imagine o caos que resultaria se, por exemplo, o Kadima, o atual partido governante israelense, e o Hamas estivessem tentando chegar a um acordo legislativo, quando bem se sabe que o Kadima (bem como o Likud) considera o Hamas uma organização terrorista — e vice versa, de certo modo. Os principais partidos políticos de ambos os países têm opiniões amplamente divergentes sobre tudo, desde questões internas até política externa. Os políticos israelenses, além de pautarem grande parte de sua ética na fé judaica, tendem a ser mais ocidentalizados, ao passo que a maioria dos políticos palestinos tende a ser mais de esquerda e fortemente influenciada pelo islã. Nesse cenário, o que prevaleceria? Deveriam as atuais leis israelenses ser adotadas, ou o novo governo deveria tentar criar um “estado islâmico”, do tipo que o Hamas quer construir? (Não se está dizendo aqui que todos os israelenses e palestinos têm visões diametralmente opostas sobre ética e política, mas o problema é suficientemente grande para causar um conflito interno em larga escala).
Outro problema com a solução do estado único está relacionado ao equilíbrio de poder dentro do governo. Os israelenses são bem mais numerosos que os palestinos naquela área, o que significa que os políticos palestinos provavelmente iriam constituir uma minoria dentro do parlamento, e talvez até mesmo seriam reduzidos ao papel de eterna oposição. Isso dificilmente agradaria aos palestinos que estão tentando diminuir o poder político de Israel na região. Com efeito, é bem possível que esse sistema pudesse acabar reduzindo o poder político que os palestinos possuem hoje. Se o jogo virasse e os palestinos e outros árabes ganhassem a liderança do Parlamento, em conseqüência de uma diáspora palestina, por exemplo, muitos israelenses certamente se mostrariam em feroz desacordo com o novo governo. Isso indubitavelmente geraria protestos agressivos e desordem civil entre os israelenses.
Desta forma, uma preocupação muito real em ambos os cenários seria a eclosão de uma guerra civil entre “palestinos” e “israelenses”; ou que grandes grupos de pessoas se amotinassem em algumas regiões, seja em Gaza, na Cisjordânia ou em partes do atual Israel, e tentassem se livrar do estado nacional para formar miniestados autônomos, usando de violência se necessário.
As diferenças de ética e fé entre o judaísmo e o islã geralmente não são nenhum problema para duas famílias, uma judia e a outra muçulmana, que são vizinhas (uma vez que ambas são donas de suas respectivas vidas e propriedades). Mas se tornam um enorme perigo e um obstáculo para a paz quando manipuladas para fins políticos. Afinal, judeus e muçulmanos viveram lado a lado durante 13 séculos no mundo árabe, até que a criação do Estado de Israel estimulou o ódio e o conflito entre os dois grupos da região. Trata-se, portanto, não de um conflito predominantemente religioso, mas sim de um conflito político.
O líder do Hamas, Khaled Meshaal, escreveu o seguinte em um editorial do jornal britânico The Guardian:
“Nossa mensagem aos israelenses é essa: não lutamos contra vocês porque pertencem a uma determinada fé ou cultura…. Não temos problema algum com judeus que não nos atacaram — nosso problema é com aqueles que vieram à nossa terra, impuseram-se através da força, destruíram nossa sociedade e baniram nossa gente.”
De fato, quando a ONU decidiu dividir a Palestina, em 1947, para criar o estado israelense, 70 por cento da população da área era palestina, ao passo que a população judaica consistia de pioneiros sionistas que eram donos de aproximadamente 8 por cento da terra. Em qualquer parte do mundo, não importa qual grupo étnico ou religioso esteja envolvido, dar a um grupo minoritário o poder político sobre a terra de outras pessoas é estar procurando encrenca das grossas.
É preciso lembrar que, nesse conflito, não são apenas os palestinos que estão pagando um alto preço em vidas humanas. Pelo simples fato de existir, o governo de Israel põe em risco a segurança e o bem-estar dos israelenses, dos judeus e de outros civis em todo o mundo. Incontáveis seqüestros e ataques terroristas foram cometidos ao longo de décadas por grupos pró-Palestina como forma de protesto contra Israel. Num dos exemplos mais recentes, dois vendedores israelenses foram assassinados na Dinamarca, nas vésperas do Ano-Novo, por um palestino. Acredita-se que foi simplesmente um ato de vingança contra os recentes bombardeios praticados pelo governo de Israel na Faixa de Gaza. Assim como muitos inocentes americanos foram automaticamente associados aos atos cruéis de George W. Bush, muitos israelenses inocentes são associados aos delitos do governo de Israel.
Israel é frequentemente aclamado por defensores ocidentais como sendo um farol da democracia em uma região repleta de governos antidemocráticos. Esse “triunfo” democrático, entretanto, é na verdade um dos maiores obstáculos para a paz nesse conflito. Como Hans-Hermann Hoppe mostrou em seu livro, Democracia – o deus que falhou, governos democráticos não temem ir à guerra contra outros países e desperdiçar enormes quantidades de recursos nesse processo.
Existem várias razões econômicas para isso. Uma é o fato de que os políticos israelenses não são os donos do governo de Israel, mas apenas administradores. Sendo assim, eles têm pouco interesse econômico em manter uma rédea curta nos gastos governamentais, já que estão gastando o dinheiro de outras pessoas e somente por um período de tempo limitado. Isso também significa que o governo não está lá muito preocupado com o valor de mercado das áreas que invade ou ocupa, uma vez que os políticos, na condição de não-proprietários do governo, não têm que se preocupar com o valor futuro das terras ocupadas e devastada pela guerra. Assim, utilizar bombas e o poderio militar para combater qualquer ameaça estrangeira imaginável é a saída mais “fácil”.
Governos democráticos sempre obtêm êxito em fazer com que a maior parte da população apóie essas aventuras militares. O segredo é retratá-las como respostas naturais e necessárias aos ataques estrangeiros desferidos sobre “nós” e sobre “a nossa nação”, apelando assim para o sentimento patriótico mais básico.
Ademais, considerando-se que a principal fonte de receita do governo é a taxação — isto é, a extração forçosa do dinheiro dos “clientes” — não há qualquer mecanismo de cálculo de lucros e prejuízos baseado na venda de produtos. Não há como se fazer qualquer consideração acerca da “eficiência” do empreendimento. O fato de a maioria dos governos gastar mais do arrecada é uma regra que dificilmente encontra exceção. Com efeito, a dívida “nacional” de Israel já se encaminha celeremente para a marca de 100% do PIB, ficando acima de 80% no final de 2007.
Os governos também não têm concorrentes com quem se preocupar, no sentido de que ninguém mais tem como seduzir seus “clientes” oferecendo-lhes uma melhor oferta de proteção policial ou de outros serviços atualmente monopolizados pelo governo. “Otimização de recursos” é uma frase de efeito que não provoca efeito algum nos governantes.
Agora compare tudo isso com uma “terceira” solução: abolir ambos os estados israelenses e palestinos. Primeiro, isso iria sem dúvida alguma acabar com uma boa quantidade dos conflitos que hoje assolam a região. Afinal, o objetivo de todos os grupos militantes palestinos — livrar-se do estado israelense — estaria agora realizado. Assim, não mais haveria “necessidade” de atacar qualquer parte da antiga Israel, uma vez que não mais existiria um governo israelense contra o qual lutar. Em troca, não mais haveria qualquer “necessidade” de as antigas tropas israelenses bombardearem as áreas palestinas sob a alegação de estarem lutando uma guerra contra o terrorismo.
Segundo, as agências de proteção privada agora incumbidas da tarefa de oferecer proteção policial e militar iriam operar de uma forma radicalmente diferente dos agora abolidos governos. Diferentemente dos políticos, os proprietários dessas agências teriam sempre de levar em consideração os gastos. Eles teriam de ponderar se gastar enormes quantias de dinheiro em guerras seria uma boa maneira de se resolver contendas. Essa decisão seria facilitada pelo fato de essas agências terem orçamentos muito limitados, dado que seu fluxo de renda advém apenas de clientes voluntários. Guerras são muito custosas e gerariam um rombo enorme no orçamento de qualquer agência de proteção, rombo esse que não poderia ser remediado via aumento de impostos, impressão de dinheiro ou endividamento pesado através da venda de papéis equivalentes aos títulos do governo.
Além disso, as agências de proteção teriam de concorrer entre si para conquistar clientes, o que significa que elas teriam de se virar para oferecer a “otimização de custos” que os governos tão arrogantemente desprezam. Isso significa bons serviços a custos baixos, o que também não deixa muita margem de lucro para se gastar
Mas não seria a Palestina atualmente uma sociedade em grande parte anarquista? A resposta curta é não. Embora algumas partes da Cisjordânia estejam de fato em uma situação que poderia ser descrita como “anárquica”, há ao menos dois governos competindo pelo controle dessas áreas. Grande parte da Somália também ficou “sem estado” durante vários anos, mas durante todo esse tempo havia ao menos três governos intervindo e tentando desestabilizar para assumir o controle do país. Só porque há um controle limitado do governo não significa que não há controle governamental.
Mas e quanto aos governos do Irã, da Síria ou dos outros países vizinhos? Eles não aproveitariam essa oportunidade para invadir a área agora desestatizada de Israel/Palestina? Pra começar, é difícil imaginar qual seria o alvo do ataque. Com o agressivo governo israelense abolido, e com os israelenses e palestinos vivendo lado a lado sem qualquer capacidade de se oprimirem mutuamente via meios políticos, não haveria nada para esses estados bandidos atacarem.
Se o governo iraniano ou qualquer outro enxergasse a desestatizada região israelo-palestina como uma oportunidade para novas conquistas e resolvesse invadi-la para estabelecer um estado islâmico (o que obviamente iria exigir o uso da força, assim como acontece durante a criação de qualquer governo), ele antes de teria de lutar contra as agências de proteção. À primeira vista, pode parecer moleza para as forças armadas iranianas derrotar um grupo de agências de proteção privada e independentes entre si, cujos “exércitos” são muito menores. Mas as aparências podem enganar. Há basicamente duas maneiras de se derrotar qualquer grande exército governamental: uma, é tendo um exército ainda maior e mais avançado; a outra, é utilizando pequenas milícias e grupos de insurgência. Há inúmeros exemplos históricos dessa última: os vietcongues contra as forças armadas americanas; o Talibã contra a União Soviética no Afeganistão; os americanos contra o governo britânico durante a Revolução Americana; e, no atual exemplo, os militantes dos grupos palestinos que vêm mantendo o exército israelense ocupado por meio século.
É muito mais difícil combater um inimigo que não “existe” ou que não é claramente reconhecível e definível do que combater um exército governamental. Isso foi algo que o governo dos EUA acabou aprendendo durante a guerra no Iraque. Logo de início as forças armadas americanas derrotaram facilmente o exaurido exército governamental iraquiano. Mas desde então o governo americano já gastou mais de $500 bilhões lutando contra insurgentes iraquianos que surgem do nada e se camuflam facilmente entre os nativos.
Ademais, a maioria dos israelenses hoje é bem armada e bem treinada para combate, graças ao passado tormentoso de Israel. Isso muito provavelmente continuaria sendo a regra caso o governo de Israel fosse abolido, particularmente entre os judeus, dada a alta concentração de estados islâmicos perigosos na vizinhança.
Concluindo, é vital que o movimento sionista entenda que a idéia de uma terra de Israel não é igual a — e nem requer um — estado israelense. Também é vital entender que jamais poderá haver paz e estabilidade na região enquanto houver um governo israelense; da mesma forma, jamais poderá haver uma “Palestina livre” enquanto houver um governo palestino. A única maneira de se ter prosperidade é através da paz e do comércio, e isso só virá através de uma sociedade sem estado.
O autor do texto carece de informações vitais para o entendimento da questão e arrisco atribuir isso à falta de visão política, religiosa e social que é característico de liberais. A lógica do mundo não é, nunca foi e nunca será o capital. Antes de tudo, entenda que o muçulmano não quer a terra de Israel, o muçulmano quer dominar o mundo e transformá-lo em um grande califado no qual a constituição seria o Corão. Israel é o lar indivisível do povo judeu, e sim, REQUER UM ESTADO JUDEU. Nossa fé é baseada em D’us, na Torá e na terra de Israel – Não há dinheiro e nem riqueza que irá apagar e sobrepujar isso, é uma chama que arde há milênios e não será agora que irá se apagar. Se houver algum povo ou interesse contrário ao nosso Estado, deveremos combate-lo até que seja totalmente extirpado e assim promovermos nossa fé em nossa casa.
Esqueça do capital. Onde que na fé judaica diz que judeus devem agredir outros judeus?
Não roubarás, não é um mandamento do Judaísmo também? E ainda vem dizer que judaísmo requer estadoo!? Lhe carece informações religiosas básicas também né..
Não é na Torá que diz que é proibido aos judeus constituir um estado enquanto o Messias não chega?
Tem um grupo judeu ortodoxo, Neturei Karta (posso estar enganado mas acho que é esse o nome) que prega isso. São contra o estado de Israel e ferrenho opositor do Sionismo. Coincidência que constantemente suas manifestações são reprimidas fortemente pela polícia…
Meu caro, eu sou judeu e estudei em colégio judaico. Eis o que está contido na Torá, a nossa lei:\r
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“E D’us revelou-se a Avraham, dizendo: “Darei esta terra a teus descendentes.” (Gênesis 13:15)” “\r
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“Habita nela [i.e., na terra], e serei contigo e te abençoarei; porque a ti e a tua descendência darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a Abraão, teu pai(…) lhe darei todas estas terras.” (Gênesis 26.3-4)\r
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“porque Abraão obedeceu à minha palavra e guardou os meus mandamentos, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis” (Gênesis 26.5)\r
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“Anda de tua terra e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que te mostrarei. E farei de ti uma grande nação, e abençoar-te-ei” (Gênesis 12:1-2). \r
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“Assim diz o Senhor Deus: Hei de ajuntá-los no meio dos povos, e os recolherei das terras para onde foram lançados, e lhes darei a terra de Israel” (Ezequiel 11.17)\r
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“Então confirmarei o trono de teu reino sobre Israel para sempre; como falei acerca de teu pai Davi, dizendo: Não te faltará sucessor sobre o trono de Israel” \r
(1 Reis 9:5)\r
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“Então subireis após ele, e virá e se assentará no meu trono, e ele reinará em meu lugar; porque tenho ordenado que ele seja guia sobre Israel e sobre Judá.” \r
(1 Reis 1:35)\r
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“Porém escolhi a Jerusalém para que ali estivesse o meu nome; e escolhi a Davi, para que estivesse sobre o meu povo Israel.” (2 Crônicas 6:6)\r
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Pesquise antes de sair escrevendo qualquer coisa.
Esse papo de não iniciação de agressão e de respeito à propriedade privada e ao livre comércio é muito lindo na Suécia, onde a guerra contra Israel só chega via mídia. Reduzir tudo a uma questão meramente estatal versus privado fica tão pobre, tão raso, desmerece completamente a seriedade do assunto. Mostra-se cego, proposital ou inocentemente o autor, com quais intenções não sei bem. Tudo o mercado resolverá. Fala sério, pelo amor de Deus. Se fosse simples a questão Israel versus Mundo Islâmico, teria-se resolvido há anos por conta própria. Está na mente dos inimigos de Israel varrer os judeus do mapa. A Palestina é só o inimigo visível da hora. Retirando-a do conflito, logo virão outros, simplesmente. A paz como meta todos temos, mas quem a manterá? Quem será o juiz? Claro que não é um cidadão muçulmano que quer matar um outro cidadão judeu, e em muitos casos um trabalha para outro, de parte a parte. No caso pessoal e privado muitas vezes não há conflito algum entre judeus e muçulmanos na região. Só que este contágio de pacificidade não ocorre de baixo para cima. E se não for simplesmente o interesse financeiro o de eliminar Israel do mapa? Dinheiro realmente resolve tudo?
Até os conservadores do MSM devem concordar que o problema é político.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/11449-isla-270-milhoes-de-cadaveres-em-1400-anos.html
Duas perguntinhas:caso o fim do Estado não seja uma opção viável qual vocês acham que seria a segunda melhor opção para o conflito Israel-palestino?
E sobre o Irã ter bombas nucleares, vocês acham que é injusto os EUA tentarem impedir isso?
Obrigado.
Mas qual sinal indica que os Estados estão diminuindo, ou que venham a desaparecer? Pelo que vejo, o crescimento-inchaço dos Estados é praticamente regra hoje em dia.
É tão ridículo a criação do estado de Israel. É incrível o que a religião causa nas pessoas. Na canetada resolve-se dar parte de um território alheio a outra pessoa ! É como se minha família morasse num terreno a 200 anos, e o governo decidisse dar uma parte desse terreno a uma outra família. Não querer que isso causa guerra e descontentamento é ignorar o direito dos que já estavam lá a muito tempo ! Palhaçada completa, enfim, religião.
Pra quem fala que Israel está só se defendendo:
bermudaradical.files.wordpress.com/2012/11/israeli-apartheid-growth.png
Uma guerra estatal sim, do governo americano
Lew Rockwell: vamos parar de fingir que os EUA não estão envolvidos no ataque de Israel em Gaza
lewrockwell.com/spl4/us-helping-assault-gaza.html
Gosto de essa parte que fala do contrato assinado por Deus no que se entregam umas terras aos judeus. Mas esse contrato. Já foi assimado no cartório e aprovado por um tabeliao con licença???? As terras essas eram mesmo de Deus??? Ele é que mostrou seus documentos de propriedade??? Eu nom entendo nada.
O texto é interessante, mas é utopia pura, e sempre que temos um problema complexo, a solução simples, normalmente está errada;
^ Não é não!!!
Olha, depois de 2 mil anos sendo perseguidos por romanos, árabes, nazistas, e em alguns casos até mesmo católicos, os judeus, pela primeira vez tendo poder de fogo, não seriam burros de abdicar disso. Do jeito que grupos de esquerda, radicais islâmicos e países como o Irã e Rússia financiam o Hamas, e justamente devido a “alta concentração de estados islâmicos perigosos na vizinhança”, no momento que o estado de Israel fosse desfeito, não dava mais que alguns meses pro Hamas aparecer com tanques, helicópteros de ataque e até mesmo mísseis contra os judeus, e pronto, outro holocausto.
Seria muito positivo se começar a entender que o chamado antissionismo não tem nenhuma vinculação necessária com a estupidez do antissemitismo e do antijudaísmo.
Vejam o início deste vídeo:
Até este assassino diferencia a oposição à existência do estado de Israel da oposição à existência do judaísmo ou dos israelenses.
Quanto mais as boas pessoas deveriam ter essa percepção. O estado de Israel tem em si o sangue de muitos israelenses.
Como sempre, o estado trazendo desgraça aos indivíduos.
” … é vital que o movimento sionista entenda que a idéia de uma terra de Israel não é igual a – e nem requer um – estado israelense.”
Aretz Israel, shalom.
Dai a Deus o que é de Deus e o que é de Cezar a Cezar.
E a Cezar não são os indivíduos que lhe pertencem, antes Cezar pertence aos indivíduos.
E que seja Cezar a paz e prosperidade de todas as famílias, israelenses e palestinas, judias, muçulmanas, drusas, cristãs, …
Ouça, oh Israel, as palavras desse artigo e grave em seu coração para hoje e para todo o sempre, pois ao final vencerás todas as outras nações que contra ti se levantarão, não como uma nação, estado, mas sim como uma não-nação, um não-estado.
Sim Israel, seu Messias já veio e não o ouviste quando Este pregou,com autoridade,que não veio destruir nem a Lei e os Profetas mas testificar de Seu Reino que não é deste mundo cheio de estados que guerreiam entre si a derramar sangue de inocentes em nome do Altíssimo, louvado seja.
Só assim habitarás a Nova Jerusalém que desce dos Céus, não do céu que cobre as nações e sim o que cobre os corações dos remidos pelas bem-aventuranças do sermão da montanha; e de dentro para fora.
Shalom.
Eliel,gostei de sua interpretação de versiculos biblicos,só faltou colocar o capitulo e versiculo da biblia que eles estão.
O conflito explicado.
Dizer que os dois lados são iguais é inexato, no mínimo. Os israelenses evitam ao máximo atingir civis palestinos; os terroristas palestinos não apenas buscam atingir o máximo possível de civis israelenses como ainda utilizam os seus próprios civis como escudos humanos para fazer Israel ter uma má imagem internacional.
Se o Estado de Israel fosse abolido, não seria para estabelecer um sistema anarcocapitalista, mas sim para satisfazer a fome de poder dos líderes palestinos e dos países ao redor. Para funcionar, todos os países da região deveriam abolir os seus respectivos Estados.
Se os palestinos estão divididos em dois territórios, porque não instituem duas comunidades independentes, sejam dois Estados ou dois anarcocapitalismos?
* * *
Muito interessante demonstrar que esse conflito na realidade é estatal.
Observação: os israelenses buscam atingir apenas criminosos e evitam ao máximo prejudicar inocentes do outro lado.
Em contraste, os terroristas islâmicos buscam atingir o máximo de civis do outro lado e utilizam os seus próprios inocentes como escudos humanos.
* * *
Leandro:
Você parte de premissas falsas para desenvolver seu texto. A disputa não é por terra, é por sobrevivência.
Alguns textos de Ali Kamel de 2004 sobre a irmandade muçulmana (aquele mesmo da Globo, que tem um noticiário pra lá de tendencioso!) podem te esclarecer melhor.
O que eu acho que aconteceria se:
1) Apenas todos os judeus se tornassem anarcocapitalistas:
Os palestinos continuariam tentando exterminar os judeus e eles continuariam revidando militarmente.
Via exércitos privados.
2) Apenas todos os palestinos se tornassem anarcocapitalistas:
Os palestinos continuariam tentando exterminar os judeus e eles continuariam revidando militarmente.
Via exércitos estatais.
3) Todos os palestinos e judeus se tornassem anarcocapitalistas:
Os palestinos continuariam tentando exterminar os judeus e eles continuariam revidando militarmente.
Via exércitos privados.
Sei que é estranho afirmar que continuaria havendo agressão por parte de pessoas que se tornaram anarcocapitalistas.
Mas é preciso lembrar que não é o estado que faz muçulmanos quererem exterminar todos os não muçulmanos, é a religião.
Basta ver na imprensa mundial o quanto muçulmanos matam pessoas apenas por que elas não são muçulmanas.
Exemplo, não rode o vídeo no site se não tiver estômago para ver uma pessoa tendo a cabeça decepada:
“Christian Forced To Convert To Islam, Then Beheaded Anyway”
patdollard.com/2014/03/warning-horrendously-graphic-syrian-christian-forced-to-convert-to-islam-then-beheaded-anyway/
Não achei nenhuma notícia de judeus matando alguém apenas por não ser judeu.
E garanto que se isso tivesse ocorrido seria notícia mundial, afinal de contas, os esquerdistas não perderiam essa oportunidade.
Muito interessante o ponto: se não existisse estado de nenhum tipo na região, ou seja anarcocapitalismo não haveria mais massacres devido aos custos com as guerras. Seria muito bom isso mas, o problema é que continuariam existindo grupos terroristas (majoritariamente do lado palestino tais como o Hamas) sabe por que? Haveria financiamento de governos estrangeiros tais como Arábia Saudita, Síria, Irã e toda a turma desejosa de ver os Judeus fora do local. Pela lógica não há problemas de grupos dentro do território anarcocapitalista receber fundos de estados, com dinheiro de sobra para bancar qualquer excentricidade. E iria acontecer com certeza. Infelizmente a paz na região é praticamente impossível, há pessoas excessivamente doutrinadas (majoritariamente pertencentes ao lado palestino) a odiar o outro lado…
‘No: Libertarians must come to realize that parroting ultimate principles is not enough for coping with the real world. Just because all sides share in the ultimate state-guilt does not mean that all sides are equally guilty. On the contrary, in virtually every war, one side is far more guilty than the other, and on one side must be pinned the basic responsibility for aggression, for a drive for conquest, etc. But in order to find out which side to any war is the more guilty, we have to inform ourselves in depth about the history of that conflict, and that takes time and thought – and it also takes the ultimate willingness to become relevant by taking sides through pinning a greater degree of guilt on one side or the other.’
http://www.lewrockwell.com/2014/07/murray-n-rothbard/war-guilt-in-the-middle-east/
Neocons inventam as desculpas mais ridículas pra chamar todo mundo anti israel de nazista…bom, o próprio Rothbard era judeu, e agora? Não duvido nada que eles chamem de judeu nazista.
Considero meio ingênuo resumir o conflito a uma suposta disputa territorial. O que não falta naquela região é terra árabe. Trata-se sim de uma guerra de extermínio, do Islã contra os judeus. A Faixa de Gaza é a ponta de lança atualmente, mas Israel sofre ataques de todo lado – no momento, principalmente do Hezbollah, via Líbano. E a Guerra do Yom Kipur? E a Guerra dos Seis Dias? Onde entra a “Palestina” nesses casos? O Islã é sim antissemita e globalista. O estatuto do Hamas afirma: "Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer todos aqueles que existiram anteriormente a ele". Nem tudo na vida se explica em aspectos econômicos.
“Nada do que se vê hoje na Palestina tem a ver com o assassinato de três adolescentes israelenses ou de um adolescente palestino.
OK, só nessa tarde, o escore de dois dias de mortes é 40 mortos palestinos e nenhum morto israelense. Passemos agora à história de Gaza de que ninguém falará nas próximas horas. É terra. A questão é terra. Os israelenses de Sderot estão recebendo tiros de rojões dos palestinos de Gaza, e agora os palestinos estão sendo bombardeados com bombas de fósforo e bombas de fragmentação pelos israelenses. É. Mas e como e por que, para início de conversa, há hoje 1 milhão e meio de palestinos apertados naquela estreita Faixa de Gaza?
SAIBA MAIS: Entenda o novo genocídio de Israel contra Gaza
As famílias deles, sim, viveram ali, não eles, no que agora é chamado Israel. E foram expulsas – e tiveram de fugir para salvar suas vidas – quando foi criado o estado de Israel. E – aqui, talvez, melhor respirar fundo antes de ler – o povo que vivia em Sederot no início de 1948 não eram israelenses, mas árabes palestinos. A vila palestina chamava-se Huj. Nunca foram inimigos de Israel. Dois anos antes de 1948, os árabes de Huj até deram abrigo e esconderam ali terroristas judeus do Haganah, perseguidos pelo exército britânico. Mas quando o exército israelense voltou a Huj, dia 31/5/1948, expulsaram todos os árabes das vilas… para a Faixa de Gaza! Tornaram-se refugiados. David Ben Gurion (primeiro primeiro-ministro de Israel) chamou a expulsão de "ação injusta e injustificada"). Pior, impossível. Os palestinos de Huj, hoje Sderot, nunca mais puderam voltar à terra deles.E hoje, bem mais de 6 mil descendentes dos palestinos de Huj – atual Sderot – vivem na miséria de Gaza, entre os "terroristas" que Israel mente que estaria caçando, e os quais continuam a atirar contra o que foi Huj.
A história do direito de autodefesa de Israel é a história de sempre. Hoje, foi repetida e a ouvimos mais uma vez. E se a população de Londres estivesse sendo atacada como o povo de Israel? Não responderia? Ora bolas, sim. Mas não há mais de um milhão de ex-moradores de Londres expulsos de suas casas e metidos em campos de refugiados, logo ali, numas poucas milhas quadradas cercadas, perto de Hastings! A última vez em que se usou esse falso argumento foi em 2008, quando Israel invadiu Gaza e assassinou pelo menos 1.100 palestinos (escore: 1.100 mortos palestinos, a 13 mortos israelenses). E se Dublin fosse atacada por foguetes – perguntou então o embaixador israelense? Mas nos anos 1970s, a cidade britânica de Crossmaglen no norte da Irlanda estava sendo atacada por foguetes da República da Irlanda – nem por isso a Real Força Aérea britânica pôs-se a bombardear Dublin, em retaliação, matando mulheres e crianças irlandesas. No Canadá em 2008, apoiadores de Israel repetiram esse argumento fraudulento: e se o povo de Vancouver ou Toronto ou Montreal fosse atacado com foguetes lançados dos subúrbios de suas próprias cidades? Como se sentiriam? Não. Os canadenses nunca expulsaram para campos de refugiados os habitantes originais dos bairros onde hoje vivem. Passemos então para a Cisjordânia. Primeiro, Benjamin Netanyahu disse que não negociaria com o 'presidente' palestino Mahmoud Abbas, porque Abbas não representava também o Hamás. Depois, quando Abbas formou um governo de unidade, Netanyahu disse que não negociaria com Abbas, porque 'unificara' seu governo com o "terrorista" Hamas. Agora, está dizendo que só falará com Abbas se romper com o Hamas – quando, então, rompido, Abbas não representará o Hamas…Enquanto isto, o grande filósofo da esquerda israelense, Uri Avnery – 90 anos e, felizmente, cheio de energia – ataca a mais recente obsessão de seu país: a ameaça de que o ISIS mova-se para oeste, lá do seu 'califado' iraquiano-sírio, e aporte à margem leste do rio Jordão.
"E Netanyahu disse", segundo Avnery, que "se não forem detidos por uma guarnição permanente de Israel no local (no rio Jordão), logo mostrarão a cara nos portões de Telavive". A verdade, claro, é que a força aérea de Israel esmagaria qualquer 'ISIS', no momento em que começasse a cruzar a fronteira da Jordânia, vindo do Iraque ou da Síria. A importância da "guarnição permanente", contudo, é que se Israel mantém seu exército na Jordânia (para proteger Israel contra o ISIS), um futuro estado "palestino" não terá fronteiras e ficará como enclave dentro de Israel, cercado por território israelense por todos os lados. "Em tudo semelhante aos bantustões sul-africanos" – diz Avnery.Em outras palavras: nenhum estado "viável" da Palestina jamais existirá. Afinal, o ISIS não é a mesma coisa que o Hamas? É claro que não é. Mas Mark Regev, porta-voz de Netanyahu, diz que é! Regev disse à Al Jazeera que o Hamas seria "organização terrorista extremista não muito diferente do ISIS no Iraque, do Hezbollah no Líbano, do Boko Haram…" Sandices. O Hezbollah é exército xiita que está lutando dentro da Síria contra os terroristas do ISIS. E Boko Haram – a milhares de quilômetros de Israel – não ameaça Telavive. Vocês entenderam o 'espírito' da fala de Regev. Os palestinos de Gaza – e esqueçam as 6 mil famílias palestinas cujas famílias foram expulsas pelos sionistas das terras onde hoje está Sederot – são aliados das dezenas de milhares de islamistas que ameaçam Maliki de Bagdá, Assad de Damasco ou o presidente Goodluck Jonathan em Abuja. Sim, mas… Se o ISIS está a caminho para tomar a Cisjordânia, por que o governo sionista de Israel continua a construir colônias ali?! Colônias ilegais, em terra árabe, para civis israelenses… na trilha do ISIS?! Como assim?! Nada do que se vê hoje na Palestina tem a ver com o assassinato de três israelenses na Cisjordânia ocupada, nem com o assassinato de um palestino na Jerusalém Oriental ocupada. Tampouco tem algo a ver com a prisão de militantes e políticos do Hamas na Cisjordânia. E nem o que se vê hoje na Palestina tem algo a ver com foguetes. Tudo, ali, sempre, é disputa por terra dos árabes.”
Robert Fisk é um premiado jornalista inglês, correspondente no Oriente Médio do jornal britânico The Independent. Fisk vive em Beirute há mais de 25 anos
O artigo erra feio, o problema não tem nada a ver com estado, pra ter paz na região é fácil, basta estuprar as mulheres palestinas!
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=754372&tm=7&layout=121&visual=49
A esquerda tem a chamada mente revolucionária renega o passado, desconstruindo-o ou simplesmente omitindo-o, e tem uma fé religiosa num futuro que é o que essa esquerda entende que ele deve ser e será; para a esquerda, o futuro é uma certeza e o passado é uma incerteza ? exatamente o contrário do que uma mente normal.
Dito isso,as esquerdas tem em mente a história recente e a partir da formação do Estado moderno de Israel em 1948/49, afinal como dito antes, a esquerda renega o passado.
Existem documentos históricos ? para além da própria Bíblia ? que provam que os israelitas viveram em Israel a partir de / cerca do ano 1900 antes de Cristo.
O nome "Palestina" não é de origem árabe, mas sim de origem hebraica.
O Islam surgiu em 632 d.c., as tropas dos descendentes de Maomé, invadiram e anexaram a Palestina, e os judeus tiveram que passar a pagar um imposto para poderem praticar a sua religião. Iniciou então uma emigração em massa dos judeus da sua terra de origem ? a Palestina ? para todo o mundo então conhecido, desde a Europa até ao Extremo-oriente. O templo judeu de Jerusalém foi destruído pelos islamitas árabes e, no mesmo lugar, foi construída a atual mesquita de Jerusalém. Se estabeleceu o Califado "Grande Síria" de Damasco até à fronteira egípcia. Apesar do controle Islãmico, uma minoria judia se manteve ao longo do tempo pagando o imposto religioso ao califa.
Qdo as esquerdas espalham que a Palestina foi roubada dos Árabes, é uma desonestidade intelectual, qdo o que aconteceu foi o contrário.
‘Com tudo isso exposto, fica patente que a Palestina e os palestinos NÃO são ficções politicamente convenientes criadas pelos muçulmanos endinheirados do Cairo, de Beirute ou de Damasco. Que o público de Olavo questione-o a respeito.’
libertoprometheo.blogspot.pt/2014/07/cego-guia-de-cegos.html
Bom, mostra que você leu e não entendeu nada, o texto que coloquei mostra que os Judeus estão lá desde sempre,e não que voltaram qdo criou o Estado de Israel.
Ignorância e desonestidade tem aqueles que não tem vontade, de estudar um pouco dos fatos históricos, para concluir o que acontece hoje.
E já li mais de uma vez, se for assim vamos devolver o Brasil para os Índios, 500 mil indios tem 14% do território Nacional, e que eu saiba nós não fazemos atentado terrorista nas reservas, nem jogamos milhares de foguetes nas tribos.
Terminando, vejam essa: Egito apóia Israel."Egípcios esperam que Israel destrua o Hamas", escreve Halid Abú Toamehed no Gatestone Institute. Alguns extratos: Azza Sami, Al-Ahram: "Obrigado, Netanyahu e que Alá nos envie muitos como tu para destruir o Hamas". Amr Mustafá, intérprete, dirigindo-se aos palestinos na Faixa de Gaza.
‘You know how sometimes a cop will turn off his dash cam (often "mistakenly," or it "malfunctions") right before he brutalizes or executes a victim? That's what Israel did yesterday, when it knocked out Gaza's only power plant, killing the power for most of the population. This, besides its economic/humanitarian impacts, will make it much harder for Gazans to convey their plight to the rest of the world. As smartphone and computer batteries run out, powerful, sympathy-inducing voices from Gaza, like that of the 16-year old Twitter-user Farah Baker (@Farah_Gazan)( rt.com/news/176704-teen-tweets-gaza-violence/), and the 10-year-old girl in this viral video, ( http://www.liveleak.com/view?i=e4a_1405331536&comments=1 )will be silenced. ‘
http://www.lewrockwell.com/2014/08/dan-sanchez/back-to-the-stone-age/
Ron Paul: ‘Do you believe Palestinians have a right to defend themselves in the Gaza conflict? Post your response in the comments below.
Here’s my take: “While I agree that Israel has a right to defend herself, never once have I heard that the Palestinians have a right to defend themselves. They must feel oppressed. They can't go anywhere. They can't ship things in and out of the Mediterranean. They can't go to Egypt. Nobody is talking about how the Palestinians have a right to defend themselves for being imprisoned in this area.” –> bit.ly/1ARiyoo’
https://www.youtube.com/watch?v=KAyo1BfO0TE
‘For Zumwalt. "those similarly motivated" is an expansive category, which includes not only "al-Qaeda, Hamas, Hezbollah, the Taliban, the mullahs of Iran, Somalia's Shababb, [and the] Khorasan group," but also their Muslim victims. On the basis of murkily sourced atrocity accounts and propaganda videos of dubious provenance, Zumwalt concludes that the victims of ISIS exhibit a "Muslim death wish" by supposedly allowing themselves to be killed without seeking "to overpower their captors."’
http://www.lewrockwell.com/2014/10/william-norman-grigg/the-final-solution-to-the-muslim-problem/
Me admiro muito que o Felipe Moura Brasil, como caricatura tosca que é do mestre dele, ainda não esteja defendendo essas coisas.
A causa palestina é uma fraude socialista.
Muito boa entrevista. O surgimento de movimentos liberais no Brasil, neste inicio do século 21, alimenta a esperança de que o país supere as confabulações mercantilistas e os paradigmas populistas. O movimento social que deu origem ao PT representava grupos de interese especial contrarios aos interesses da maioria da população, uma velha tradição brasileira institucionalizada por Getulio. Estes novos movimentos sociais constituem una novidade na política nacional. Parabéns.
Somente uma pergunta.
Porque as ações da Vale não é mais lembrada após as privatizações?
Prezado Lucas Danneskjöld,
Em uma passada rápida nos comentários, percebi que seu artigo despertou paixões. O debate, entretanto, não abordou minha dúvida:
O conceito de Estado surgiu das lutas de unificação italiana que empregavam exércitos mercenários (contratados). Segundo Clausewitz, Napoleão revolucionou a guerra quando desenvolveu seu exército nacional, cujo ideal orienta a maioria dos Estados atuais.
Qual seria a diferença entre essas “agências de proteção” e os exércitos mercenários de outrora?
Como um novo entrante, nesse mercado de proteção, provaria que seu produto é de melhor qualidade ou que tem a mesma qualidade com preço melhor?
E eu achando q instituto mises fosse de direita ou pelo menos entendesse algo de geopolitica, mas não. o negócio deles mesmo é só economia…
falou muita besteira sobre o conflito defendendo pautas globalistas e genericas sem entender nenhum particularidade do conflito. Somente entendimento generico…e descambando pra narrativa de esquerda. Pareceu mto pallywood.
“Afinal, judeus e muçulmanos viveram lado a lado durante 13 séculos no mundo árabe, até que a criação do Estado de Israel estimulou o ódio e o conflito entre os dois grupos da região”
Falou pouco mas falou bosta.
Nunca ouviu falar do massacre de hebron 1929? Ou dos Judeus sendo tratados como Dhimmis no mundo arabe durante esses seculos, tendo que pagar impostos extras por serem… judeus? Ou do conflito de Allepo 1850’s?
O autor estudou algo do assunto antes de colocar a culpa de tudo na reconstrução de Israel?
Alguns pontos:
1 – O texto diz que a existência de Israel coloca em perigo os israelenses, e que se fosse abolido “com os israelenses e palestinos vivendo lado a lado sem qualquer capacidade de se oprimirem mutuamente via meios políticos, não haveria nada para esses estados bandidos atacarem”, mas não menciona que antes da fundação do estado, judeus eram violentamente perseguidos e massacrados, sem ter como se defender. Massacres em Hebron e a revolta árabe são bem conhecidos, assim como leis discriminatórias religiosas impostas desde o califado Omíada, algumas das quais são a base do islã e precisam ser impostas por todos os fiés (caso da Jizya). Como todos os países com maioria islamica no Oriente Médio provam, a situação voltaria a ser de submimissão e violência contra as minorias caso Israel deixasse de existir.
2 – Fala que 70% da população era “árabe” em 47, mas omite que vieram em massa ilegalmente do do Cáucaso, Egito, Síria e Arábia durante o século XIX, no domínio dos otomanos, e durante o século XX, com a conivência dos britanicos que controlavam o local — e que impediram a imigração judaica durante o mesmo período.
Considerando como critério apenas a propriedade particular comprovada, de todos os 26,320 km2 da Palestina sob o Mandato Britânico, apenas 3,840 km2 tinham donos legais, sendo 1,514 km2 de judeus e 2,326 km2 de árabes, os judeus eram donos de apenas 5,7%, e os árabes de apenas 8,8%.
3 – Aceita acriticamente a afirmação (não sei nem de onde foi tirada, pois não traz fonte) de um membro do Hamas, mas ignora a história e a própria carta de fundação do grupo, que provam o contrário — que judeus (e cristãos) são inimigos apenas por serem… judeus e cristãos:
“Não há solução para o problema palestino a não ser pela jihad (guerra santa).”
“Os judeus nunca ficarão contentes, tampouco os cristãos, ao menos que se siga a religião deles. Dizei: ‘A orientação de Alá é a orientação certa.’ Mas se seguirdes os desejos deles, depois de saberdes quem foi que veio até vós, então não tereis a proteção e a guarda de Alá.”
“O Movimento de Resistência Islâmica aspira concretizar a promessa de Alá, não importando quanto tempo levará. O Profeta, que as bênçãos e a paz de Alá recaiam sobre ele, disse: "A hora do julgamento não chegará até que os muçulmanos combatam os judeus e terminem por mata-los e mesmo que os judeus se abriguem atrás de árvores e pedras, cada árvore e cada pedra gritará: "Oh, muçulmanos! Oh, servos de Alá, há um judeu atrás de mim, venha e mate-o”.”
Poderia contestar quase tudo o que vai no texto, mas o fato inegável é que o artigo é péssimo.
Kataguiri falando de liberdade é o mesmo que o Lula falando de honestidade.