De
2003 a 2018, os funcionários públicos tiveram aumentos salariais reais de 53%.
Ou seja, os salários nominais subiram 53% acima da inflação de preços acumulada
no período. O rendimento médio mensal na iniciativa privada é de R$ 1,96 mil. Já
o do funcionalismo federal chega a R$ 11,84 mil. (Fonte).
Ainda
segundo este estudo do Ministério da Economia:
Houve um crescimento de 34% no
número de funcionários ativos do Poder Executivo de 2003 a 2018, de 532 mil
para 712 mil. Ao mesmo tempo, os servidores tiveram um ganho real (acima da
inflação) de 53%, em média, nos salários no mesmo período, com impacto perverso
nas contas públicas.A média, porém, mascara os
benefícios polpudos recebidos em certas carreiras e cargos. Segundo o estudo, o
aumento real superou os 200% em várias funções e houve um caso em que o salto
alcançou 311% em termos reais.
Mesmo
assim, é recorrente lermos notícias
do tipo “sindicatos de servidores exigem reposições (aumentos) reais nos
vencimentos”. Recentemente, li uma notícia que me chamou muito a atenção: um
sindicato de servidores do executivo pedia um aumento de cerca de 40% de
salário e uma redução da jornada de trabalho de 8 horas diárias para 6 horas
diárias. Embora um tanto quanto exigente demais, pedidos como esses vindos de
sindicatos de funcionários públicos não são nada incomuns. E, em muitas das
vezes, o governo
cede às pressões.
Estabilidade permite pressão
Em
tese, a estabilidade no serviço público existe para proteger os funcionários de
pressões externas no exercício de suas funções. Sendo assim, o funcionário pode
desempenhar seu papel com a garantia de que, caso seus atos desagradem alguém,
esse alguém não conseguirá tirá-lo do serviço ou sofrer ameaças. Seria uma
espécie de separação entre estado e governo; uma garantia de que, com uma
mudança de governo, não haverá mudança de servidores, de modo que o serviço
poderá ser exercido de forma contínua, o que traria benefícios à administração
pública.
Muito
embora nem todos os funcionários públicos desempenhem funções que necessitam
dessa proteção, vamos deixar este assunto para outra oportunidade.
Quanto
à forma de entrada, ela acontece por meio de concursos públicos.
Hely
Lopes Meirelles pontua o seguinte sobre o assunto:
O concurso público é o meio técnico
posto à disposição da Administração Pública para obter-se moralidade,
eficiência e aperfeiçoamento do serviço público e, ao mesmo tempo, propiciar
igual oportunidade a todos os interessados que atendam aos requisitos da lei,
consoante determina o art. 37, II, da CF. Pelo concurso afastam-se, pois, os
ineptos e os apaniguados que costumam abarrotar as repartições, num espetáculo
degradante de protecionismo e falta de escrúpulos de políticos que se alçam e
se mantêm no poder leiloando cargos e empregos públicos.
Mas
o que vem acontecendo nos últimos anos, como comprova a notícia do início deste
artigo, é que os funcionários públicos utilizam dessa própria estabilidade para
pressionar o governo por aumentos em suas remunerações, bem como por maiores
benefícios.
No
mercado de trabalho normal, para um empregado ter
um aumento real em sua remuneração ele tem de produzir
mais valor para seu empregador para justificar esse aumento. É de se
imaginar que a mesma lógica deveria ser aplicada ao serviço público, mas isso é
impossível de ocorrer, pois é impossível
mensurar a produtividade e a criação de valor de um funcionário público.
No
entanto, isso ainda é o de menos. O problema é outro. E bem maior.
Por que pedir aumentos reais atenta
contra a lógica
Em
um arranjo econômico minimamente ético e moral, os servidores não poderiam ter
um aumento real, pois, para começar, entraram voluntariamente via concurso
público — ou seja, aceitaram voluntariamente o valor inicial acordado — e
possuem um privilégio unilateral, que é o da estabilidade no emprego.
Mas,
com as pressões por aumentos salariais reais, na prática o que ocorre é que o estado
se compromete a nunca demitir esse funcionário, mas o funcionário não se
compromete a fornecer seu trabalho pelo valor previamente acordado.
Vamos
imaginar o seguinte cenário: uma empresa oferece dez mil reais de salário para
contratar um bom advogado. Vários profissionais interessados na vaga irão
enviar seus currículos, e a empresa contratará, a princípio, o melhor
funcionário com base em todos os currículos enviados.
Mas
vários profissionais não terão interesse
nesta vaga, pois acreditam que a remuneração oferecida não é interessante,
dentre outros fatores.
Assim,
após a contratação do novo advogado, ele deverá desempenhar um que justifique
essa remuneração; caso contrário, será demitido e a empresa procurará outro
profissional.
Se
acontecer de muitos advogados, com produtividade parecida a este que foi
contratado, continuarem interessados em trabalhar, mas por um salário menor —
de, por exemplo, oito mil reais –, eles farão pressão para ocuparem o lugar do
novo advogado.
O
advogado, tendo ciência disso, sequer tentará pedir por um aumento real.
Já
no serviço público, por outro lado, as coisas funcionam de uma forma um tanto
quanto diferente.
Suponha
que a administração pública queira contratar um novo advogado e abra um
concurso público para o preenchimento de uma vaga. É divulgado o concurso e, em
vez de análises curriculares e processos seletivos, é realizado um concurso com
base em provas e títulos, no qual a intenção é encontrar o melhor candidato ou
o que melhor se saiu na prova.
Vamos
presumir que quem foi aprovado seja de fato o melhor advogado. Ato contínuo,
após a realização do concurso, é feita uma espécie de contrato no qual a
administração compromete-se a pagar a remuneração oferecida no edital de
abertura do concurso e a nunca demiti-lo, a não ser que cometa infração grave
prevista em lei.
Da
mesma forma que no mercado privado, vários
outros advogados não tiveram interesse por esta vaga por acreditarem que,
devido à remuneração ofertada, o concurso público, a preparação e o cargo não
compensavam o esforço.
A
administração pública, portanto, fica obrigada a manter esse advogado para
sempre em seu quadro de servidores e, para isso, ela espera ter feito a melhor
contratação possível com base no salário ofertado e nos interessados (vamos
presumir que as provas de fato escolham o melhor advogado dentre todos os
concorrentes e que o advogado mantenha a sua produtividade).
Tendo
este cenário, o que acontecerá quando esse funcionário público, já estável no
serviço público, obtém um aumento real de seu salário, o qual veio por meio de
uma pressão por parte dos sindicatos?
Acontece
o óbvio: os pagadores de impostos foram prejudicados. Se a remuneração do cargo
subiu de 10 mil reais para 14 mil reais, então, na época do concurso público, a
administração pública saiu no prejuízo, pois contratou um advogado de 10 mil
reais pelo preço de 14 mil reais. Outros advogados melhores, que poderiam ficar
interessados pelo subsídio de 14 mil reais, não prestaram o concurso ou não
assumiram, e, por consequência, não compõem o quadro de servidores.
Poderíamos
pensar também que um mesmo advogado possa ter prestado dois concursos
diferentes, um com uma remuneração de 10 mil reais e outro com a remuneração de
12 mil reais, logrando êxito nos dois certames, tendo então preferido assumir o
cargo que pagaria os doze mil reais. Os pagadores de impostos, neste caso, também
saíram no prejuízo, pois está tendo de bancar um funcionário público que está
hoje recebendo mais do que realmente provou ser capaz de produzir frente aos
outros candidatos na época do concurso público.
Ou
seja, os pagadores de impostos foram prejudicados em qualquer cenário, pois não
têm o mercado de trabalho e a concorrência para lhe protegerem.
A
conclusão é que os funcionários públicos, ao passarem pelo processo de seleção,
adquirem um benefício que não existe de nenhuma outra maneira em nenhum outro
tipo de relação, seja ela trabalhista ou comercial, que é o de ter a garantia
da estabilidade de seu cargo e a remuneração desconectada de sua real produção.
Isso,
obviamente, deixa seu empregador — os pagadores de impostos — em uma posição
desfavorável, refém financeiramente dos próprios funcionários que fazem
pressões contínuas por aumentos reais sem contrapartida produtiva. O governo
cede a essas pressões aumentando benefícios e remunerações que hoje equivalem
a 13% do PIB (em todas as esferas de governo), o que, obviamente, se
reflete na carga tributária.
Conclusão
Mesmo
na mais benéfica e otimista das hipóteses – a saber, que os funcionários
públicos são realmente pessoas trabalhadoras, dedicadas e que se importam com o
bem do povo –, a idéia de exigir aumentos reais não apenas não se sustenta sob
nenhuma lógica, como ainda é anti-ética e imoral.
Já
no mundo real tudo é ainda pior, e temos o seguinte cenário: pouca eficiência
por parte da máquina pública no oferecimento dos serviços públicos, salários
muito acima do real valor de mercado, constantes aumentos, privilégios
nababescos e emprego garantido até o fim da vida para essas pessoas.
E
tudo isso bancado por nós, os pagadores de impostos, que compulsoriamente temos
de arcar com todo esse atual arranjo de receber serviços públicos ruins pagando
cada vez mais caro.
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Leia também:
Como
os funcionários públicos se tornaram uma casta privilegiada e quase intocável
O
duplo ônus da cultura do funcionalismo público
O oásis do funcionalismo público brasileiro na crise
Ótimo insight. Confesso que nunca tinha visto por esse ponto.
Que estatística mentirosa!
Os números confessam qualquer coisa, desde que devidamente torturados.
A Globolixo começou com essa campanha contra os servidores públicos desde a década de 90.
Os servidores do poder executivo estão à míngua por conta disso.
Enquanto isso, os servidores do Judiciário e do Legislativo, realmente, estão etéreos sem qualquer atrito com a realidade da crise econômica atual.
Transformar servidor público em bode expiatório é fazer cortina de fumaça para esconder aquilo que realmente interessa.
Não é factível crer que o déficit nas contas públicas seja impactado pelos coitados dos servidores públicos do poder Executivo em suas três esferas administrativas.
g1.globo.com/economia/noticia/2019/11/21/industria-de-carne-do-brasil-e-consumidor-pagam-mais-com-exportacao-maior-a-china.ghtml
É por causa da inflação brasileira?… como evitar que a carne brasileira seja mandada para China?…o povo está sem carne…
Funcionários públicos! São ótimos! Uma irregularidadezinha num imposto aqui e eles nem tiveram a pachorra de investigar… já faz um ano…se fossem privados, teriam que investigar
Mesmo que funcionasse a contento e que seguisse os mais rigorosos critérios de contratação e de desempenho, ainda assim o funcionalismo público nada mais seria do que um desperdício de mentes e de empreendedorismo custeado pelos verdadeiros trabalhadores brasileiros.
Esse aumento das carnes merecia um post próprio………. mais lúdico não existe………..
Até para o funcionário publico é ruim. Basta ver a média salarial de países desenvolvidos, porque os funcionário públicos tem menos privilégios. Acontece que um funcionário publico em média já receberia mais, pois é melhor formado. O problema é que o trabalhador formal ganha pouco para pagar essa estrutura. Fazendo os salários produtivos serem baixos, o que desestimula a produção. Sem produção é impossível manter bons salários para cargos mais complexos. O que faz o peso aumentar.
Também não faz sentido em nenhuma hipótese ter estabilidade quando se tem concurso. Só faz sentido pra Juiz, promotor, Delegado e alguns cargos que podem punir poderosos.
Pior, os funcionários públicos reclamam que pagam muito imposto, quando na verdade não pagam imposto algum. Se a fonte de seus salários é o recolhimento de imposto, é ilógico dizer que “pagam imposto”.
Saulo Fernandes, vc colocou todos os servidores num balaio só e tenta surfar na crista do momento que é pegar o servidor público para bode expiatório. Senti um certo recalque seu, e até frustração. Se uma categoria exerce atendimento direto com doenças e doentes, fica lógico que deve ter essa exposição reduzida em sua jornada diária de trabalho pois, incorre no risco de adoecer também. Saiba separar o joio do trigo e não generalizar. Ah, se tentar um próximo concurso público, se prepare melhor talvez consiga êxito. Boa sorte!
Excelente artigo e ainda muito bondoso com esse pessoal que esta estrangulando nossa economia. Porém faltou dizer que a culpa é de nossos corruptos e imorais legisladores que criaram um estado de Marajás, de uma casta feudal, de uma dinastia monarquica horizontal …..Não há filho de político que não acabe na política e para fazer e dar continuidade a esse estado de coisas. Escondem-se de imoralidade em imoralidade, voto proporcional, fundo partidário que é uma espécie de apoteoso da indecência pública nacional.
Só faltou 1 etapa no raciocinio. Alguns concursos tem um turnover muito grande, as pessoas entram e ficam pouco tempo e já saem. O poder público perde o treinamento, a contratação, acaba a fila do concurao devido a baixos salarios. Nestes casos se justificam aumentos reais.
O argumento dos caras é que quem não passa em concurso publico e universidades públicas é fracassado pqp.
Sou funcionário público estadual de SP, infelismente ha mais de 20 anos sem aumento.
E hoje quando se fala em funcionalismo público se generaliza.
Regalias é somente para o auto escalão do serviço público Federal.
Isto para os idiotas desavisados.
Sou funça e concordo com as críticas. Mas há de se considerar o cálculo racional da pessoa que procura emprego / salário; se o Estado paga mais e dá mais benefícios, é natural que seja preferível, especialmente por aqueles que não têm espírito ou talento empreendedor, ou que não têm capital para empreender. Dizer que o servidor público é imoral simplesmente por ser pago pelo Estado é exagerado; serviços são prestados, ainda que mal ou que não devessem incumbir ao Estado, e boa parte das pessoas concorda com que serviços sejam prestados pelo Estado. Se uma empresa pagar mais e der mais benefícios, será preferida, e é muito difícil saber se essa empresa é idônea ou se não consegue pagar salários altos exatamente porque tem benefícios do próprio Estado ou outras maracutais; o trabalhador simplesmente aceita prestar os serviços contratados, pensando primeiramente no seu benefício. O que torna o servidor público imoral são atitudes como chorar privilégios; apresentar incompatibilidade entre a prática e o discurso; se corromper ao longo do exercício da função (há várias formas de isso ocorrer e, no meu caso, diria que a cultura institucional o leva exatamente a isso, por vezes também associada ao corporativismo ou ao comportamento de manada). Para mim, é um dilema: ganhar um salário acima da média, ainda que pouco demandado em termos de serviço, em parte porque não compro o discurso estatizante e seus delírios, ou tentar a sorte na selva, onde certamente ganharei menos e trabalharei mais. Se os salários do funcionalismo fossem mais próximos dos da iniciativa privada, isso daria muito mais dinâmica para a economia; os servidores públicos poderiam ter algum aumento na forma de bônus anual, a depender da saúde da economia, convertida em arrecadação; se a economia está ruim, sem bônus e ainda com a possibilidade de demissões e enxugamento.
Faz o seguinte, pegue todo o dinheiro que o Hélio Beltrão pai ganhou como funcionário público e devolva ao Estado.
O problema nem está na pessoa do funcionário público. Todos os seres humanos agem conforme os incentivos que recebem, buscando melhorar sua própria situação. Eu fico realmente impressionado quando vejo histórias de pessoas que estudam 12 horas por dia durante meses para passar em um concurso. E pior, elas fazem esse esforço todo em busca de uma recompensa que nem é garantida. Não tem como alguém dizer que estas pessoas não são esforçadas.
O problema real está nos incentivos criados para que a opção de um concurso público seja tão mais vantajoso do que atuar no setor privado. Somente em um país doente como o nosso passar meses de sua vida estudando para algo que ela tem menos de 1% de chance de conseguir é considerado menos arriscado do que abrir uma empresa, por exemplo.
Uma vez que a pessoa passa no concurso, o seu cargo já estará definido e ela já vai saber exatamente o que ela terá que fazer. Ela só será exonerada se fizer um trabalho excepcionalmente ruim. Tanto faz se ela fizer um trabalho medíocre, regular, aceitável, bom, excelente ou excepcional. O seu cargo e seu salário não sofrerão alterações por conta disso. Ou seja, melhorar seu desempenho como profissional definitivamente não será prioridade para ela. Por outro lado, apoiar o sindicato pode trazer um aumento real de salário, então é até natural que esta será uma ação tomada pela maior parte dos funcionários públicos.
A única maneira de melhorar esta equação é mudando os incentivos. Imagino como o Brasil seria um país melhor se os concurseiros de hoje tivessem incentivos para focar toda esta energia empreendendo. Se uma pessoa pudesse abrir uma empresa em uma garagem e tivesse chances reais de se tornar um bilionário. Se a inciativa privada pagasse muito mais do que as empresas públicas. Infelizmente, do jeito como as coisas estão estruturadas hoje, isto não tem qualquer chance de acontecer.
Façam o seguinte então: convenção a sociedade brasileira a implantar o anarcocapitalismo ou mesmo o “Estado mínimo”, aí sim será o quase fim do servidor público, vocês irão regojizar, mas o povo brasileiro irá penar em um sistema em que nada é público e gratuito e tudo terá que ser feito por meio de pagamento monetário: escola, hospitais, universidades, etc, etc.
Também sou funcionário público estadual e concordo com o texto. Faltou apenas abordar que os maiores salários estão no Legislativo e no Judiciário porque eles tem orçamento próprio e fazem o que querem com o dinheiro, um escárnio. Pondero, todavia, que há muitas categorias que ganham igual ou até menos comparadas às da iniciativa privada e a generalização do texto nesse ponto é incorreta. O que me consola um pouco é que o meu trabalho diário tenta impedir que outros funças consigam ainda mais vantagens através de processos, especialmente professores e policiais aliciados por sindicatos e advogados especializados. Há uma verdadeira indústria de ações judiciais voltadas a saquear ainda mais os pagadores de impostos travestida de direitos e vantagens, é impressionante. Imagina se o Judiciário, na maioria dos casos, julga a favor ou contra o Estado? Há muitas ações inclusive de juízes e funcionários do Judiciário contra o Estado. Já ouviram falar em precatorios que causam rombo nos cofres públicos? Pois é, os maiores beneficiados são os próprios funcionários públicos. A simplificação do regime jurídico dos funças reduziria muito o número de processos e condenações. Sou funça mas no fundo defendo, ainda que indiretamente, o dinheiro dos pagadores de impostos.
Sou professor de uma escola pública municipal.
Dezenas de professores que deveriam esta em sala de aula estão na secretária, conselho e sindicato gerando burocracias pedagógicas.
Centenas de professores que deveriam esta em sala estão em no gereciamento da escola: diretores, vice diretores, coordenadores, supervisores, orientadores… gerando mais burocracias.
E outra centena estão de licença médica porque ficaram doente em decorrência do próprio trabalho doentio que eles mesmo em suma maioria defende estão ganhando sem trabalhar.
E os poucos professores que realmente trabalhar em uma escola pública se tornam criminosos da burocracia tentendo a serem perseguidos e execrados pelos demais colegas passivos.
A maioria dos professores acham que todo orçamento da prefeitura é para pagar seu salário.
E quando eu converso para eles que asfaltar uma rua gera mais PIB na cidade do que contratar professores, eles ficam chocados comigo.
Não vejo futuro, onde o funcionalismo público é visto como o futuro. Por isso o Estado brasileiro, nunca funcionou, e nunca fuincionará. Eu já fiz parte desse sistema, por pouco tempo, mas fiz. E tive a oportunidade de ver o quão amarrado, ineficiente e sem sentido ele é! O Estado deve ser mínimo e não atrapalhar a vida de quem produz e quer crescer. O Estado brasileiro emperra o desenvolvimento do Brasil, e só agora estamos dando conta disso! E milhões ainda defendem que o Estado deve fazer isso, deve oferecer aquilo…, mas estão errados! Digo, o que o Estado poderia fazer, e que seria de grande ajuda nesse momento, era parar de abrir concursos, e extinguir o que é ineficiente. Talvez poderia investir na capacitação da polícia e do Exército para agir contra a violência nesse país, porque isso sim é uma ação urgente! Ah, e mais, rasgar essa Constituição e ao fazer outra, não permitir que virem leis, ideias de comunistas, socialistas, progressistas, seja lá o nome seja dado a essas pessoas. Para mim são todos da mesma ideologia, só muda a estrategias para se alcançar o mesmo objetivo: viver às custas dos impostos dos outros, tal como uma aristrocacia moderna.
O artigo não leva em consideração a situação inversa: quando o servidor é contratado por um valor, mas tem perdas reais por falta de reposição salarial frente à inflacao. Aqui, na Bahia do PT, estamos há mais de uma década sem reposição salarial real. E, pata piorar, o atual governador se nega a dar qualquer aumento desde que entrou. Ou seja: estamos lascados! Muitas prefeituras também têm feito isso.
Funcionario publico nao paga imposto? Uma empresa que vende serviço para um governo , nao paga imposto
Sou servidor de uma empresa de economia mista.
Acredito que o equilíbrio sempre seja a solução. Não há como negar, há fatos e dados provando que funcionários públicos ganham bem acima do valor de mercado, e ainda mais quando colocam-se os benefícios (auxílios…) nesta conta.
A solução também não é nada fácil de ser implementada, pois tem um custo político e administrativo muito grande, pelo simples fato de existir estabilidade e todo um processo administrativo para punir e demitir. Uma das mais comentadas seria o de reduzir os salários de modo coletivo, tendo como motivador principal a baixa arrecadação de impostos, mas não vejo isso como factível também por questões jurídicas.
Para mim a mais viável seria simplesmente congelar os salários do funcionalismo até que eles se equiparassem a mediana do mercado, em relação a todos os salários da profissão que mais se pareça com a do servidor no ano anterior.
Mas, já sabemos o efeito que isso teria e o caos que seria gerado. Os governos, antes disso, deveriam lançar uma ampla campanha de conscientização da opinião pública, mostrando fatos e dados. Mas isso somente teria efeito prático, na mudança da opinião pública, se os próprio políticos reduzissem os seus salários em pelo menos 50% além de acabarem de uma vez por todas com as verbas de gabinete e auxílios sem sentido.
Não adianta demonizar o servidor, dizer que ele é improdutivo, que é isso ou aquilo. A culpa disso estar acontecendo é do “chefe”. A classe política é que deveria ter modernizado a gestão pública para que ele se equiparasse com as do mercado. Assim teriam-se indicadores de desempenho, metas a serem alcançadas etc… e principalmente o reconhecimento dos que mais se dedicaram. Por outro lado, os maus servidores poderiam ser punidos.
Na minha opinião, as soluções para os problemas que vemos no funcionalismo seriam: equiparação do salário com o mercado + redução do custo do político brasileiro (como indutor da mudança de opinião pública a cerca dos problemas financeiros do governo).
Eu realmente acredito que esse é o caminho. Isso diminuiria o meu salário, meu padrão de vida e eu realmente não vou gostar disso, assim como vocês também não gostam de ganhar menos. Mas que futuro esse pais vai ter (e das próximas gerações) se os gastos do governo continuarem aumentando?
O futuro de se tornar uma Venezuela! E isso seria muito pior pra mim e para minha família do que ter o salário igual ao do mercado. E se isso me incomodar que eu mesmo mude de emprego ou empreenda. Caminho fácil e honesto não existe.
Grandes intelectuais como o autor do artigo desta seção de comentários juntamente com o senhores que nos brindaram com seus comentários, tal como os senhores Pablo, Vladimir e o autointitulado “Renegado”, este último que ou mente, ou não pensou nada sobre o assunto ou vive numa espécie de limbo onde só existe ele e o computador que ele utilizou para escrever o seu comentário, nos forneçam, pelo menos, o arcabouço da sociedade sem nenhum funcionário público. Pois, devido a generalização que alguns empregam, sobretudo o autor do artigo, a conclusão que chegamos é que o foco não é o questionamento quanto aos aumentos salariais reais, por mais que o autor tente esporadicamente trazer os argumentos nesta direção, e sim a simples existência de servidores públicos, prova disso, é o ataque a esta classe de modo geral através da imagem que ilustra o topo do texto, já preparando o leitor para o que virá.
Ora, no atual modelo de sociedade em que vivemos, a existência de pessoas trabalhando em áreas onde a iniciativa privada não atuaria é indispensável, isso, devido a padronização de bens usufruídos por todos, como estradas, praças, iluminação artificial, etc. Cada um pode comprar um automóvel no modelo que desejar, porém as vias devem ser um padrão para todos e serem construídas para a utilização de todos. Por exemplo as praias, ao que parece, para esse pessoal, deveriam ser cercadas e cobrada taxa de limpeza para quem as utilizasse, bens públicos só podem existir enquanto existirem órgãos públicos.
É impossível manter o tom temperado, como fez a pessoa dos comentários com o pseudônimo “Funça2”, com cidadãos como o Sr. Vladimir que acusa os outros de estarem desesperados, quando ele nitidamente é quem está. “Funça2” opinou racionalmente quanto aos problemas da administração pública em geral e indicou possíveis amenizadores para os problemas, diferente de outros que só gritam e atacam como eu poderia fazer também da seguinte forma: “Se sugeres aos funcionários públicos insatisfeitos a exoneração do cargo, você, do mesmo modo, pode procurar um país onde tudo seja privado e cargos públicos inexistam”. Será que esse país existe? Vocês baseiam seus argumentos em modelos em vigor ou do passado, ou em sociedades utópicas que só existem em suas imaginações?
Com as mudanças do valor real da moeda, ter reajustes é necessário, do contrario o servidor não continuaria recebendo o mesmo salário com o que foi contratado, e sim um salário com valor menor. Agora, os pedidos de aumento exorbitantes, e o acatamento dos mesmos por parte do governo, é que é o problema. A estabilidade é outro “mal” necessário, é um artifício fundamental para o bom exercício da função, o problema é os que a utilizam de má fé.
Os problemas e as falhas (que no caso do Brasil são gigantescos) dos sistemas públicos é o que devemos atacar e buscar mitigar ao máximo e não os funcionários públicos em si, é como querer solucionar o problema de acidentes de automóveis sugerindo que voltemos todos a andar a pé. Estado mínimo ou enxugamento do estado e corte de regalias da administração pública, principalmente do auto escalão, são conceitos que nós brasileiros precisamos entender e discutir mais para que possamos cobrar os resultados que coletivamente desejamos.
Sou funcionário público a 16 anos e acredito que em alguns setores do funcionalismo público (veja não podemos generalizar pois alguns tem sistematicamente seus proventos achatados) não há necessidade de aumento real, desde que haja um compromisso de não achatamento do salário através apenas de uma reposição inflacionária anual em um índice justo de inflação.
Quanto a comparações sobre salário de dos setores públicos e privados acho desnecessária pois se tratam de trabalhos com naturezas bastante distintas. Talvez não seja o funcionário público que ganhe muito bem, mas o setor privado e suas infinitas variantes que pagam mal seus funcionários.
“Outros advogados melhores, que poderiam ficar interessados pelo subsídio de 14 mil reais, não prestaram o concurso ou não assumiram, e, por consequência, não compõem o quadro de servidores.”
Esses outros advogados melhores consideraram (ou deveriam ter considerado) no seu processo decisório a hipótese disso acontecer, assim como a hipótese de ocorrer o inverso.
* * *
Pessoal, a discussão não é sobre o funcionário ou a categoria dele.
A discussão é sobre o REGIME ESTATUTÁRIO, que permite aberrações como as descritas no artigo.
O REGIME ESTATUTÁRIO, é um dragão de sete cabeças e precisa ser abatido a todo custo.
Na minha modesta opinião, o Ministro Paulo Guedes já começou a sofrer as investidas desse dragão, que até hoje ninguém conseguiu abater.
Ele deu mostras de atacar esse parasitismo e a caça à ele foi iniciada.
Que DEUS dê a ele as forças necessarias pra esse combate extremamente desigual.
ESTATUTÁRIO é coisa de outro mundo.
À nós, que alimentamos esse ser nefasto, cabe torcer e pedir aos céus pra que ele seja derrotado.
É mais difícil que os 12 trabalhos de Hércules, mas não podemos perder a esperança, que é a última que morre.
Espero estarmos juntos no enterro desse dragão.
“Bora acreditar que dá”
Eu sou empregado público (diferente de servidor, mas na prática quase a mesma coisa).
Na empresa onde eu trabalho defendo abertamente o fim da estabilidade, muitas pessoas me odeiam, mas muitas outras concordam. Na última choradeira do sindicato também falei abertamente que por mim só precisavam corrigir o salário, sem aumento real: perdi, foi um aumento de 2,5% real.
O fato de muitas pessoas terem concordado comigo me dá a esperança de que talvez, apenas talvez, essa mentalidade autoritária e imbecilizada dos servidores/empregados esteja mudando, e talvez haja sim alguma força moral motivadora lá dentro que queira fazê-los servir ao povo, e não usá-lo como alimentador de ego.
Vamos supor que uma empresa qualquer contrate um gerente. Imagine agora que este gerente, no fim do mês, comunique ao dono da empresa que mandou reformar sua sala, acrescentar um frigobar, uma TV de 60 polegadas, um banheiro privativo com hidromassagem, e que mandou comprar um automóvel de luxo para seu uso, com manutenção e combustível por conta da empresa.
Certamente este gerente seria demitido no mesmo instante, isso se o dono da empresa não preferir chamar uma ambulância do hospício mais próximo.
Entretanto, no serviço público isso é considerado absolutamente normal. Tente dizer a um funcionário que as regalias e penduricalhos não deveriam existir e ele imediatamente recitará, indignado, uma lista de portarias, normas e jurisprudências (todas criadas por eles mesmos) que dizem que sim, eles tem o direito de gastar quanto quiserem em benefício próprio, enquanto o povo tem apenas o direito de pagar e ficar quieto.
Não costumo comentar textos. Mas esse daí não dá para ficar quieto. O servidor público tem FGTS??? Esta livre de uma avaliação anual???(Eu não, todo ano sou avaliado). Existe todo um regramento e a previsão de punição de mais funcionários públicos. Qual a vantagem que teria a sociedade na troca de tempos em tempos de servidores em suas funções?? A experiência nas funções é o grande diferencial. Vejam agora com essa pandemia, quem está a frente. São os funcionários públicos desde o atendimento ao público e até mesmo na maioria das pesquisas envolvendo a busca de remédio ou vacina para combater a Covid 19. Sem falar nas pesquisas da Embrapa por exemplo. Faz favor. Rasgue esse besteirol que você escreveu.
Em pensar que herdeiros de servidores públicos do alto escalão da escabrosa ditadura que vivemos e que comeu, viajou e estudou do bom e do melhor às custas do povo brasileiro me aparece com esse discurso planfetário.
Agora vem querer dar uma de santinho e “acabar com a mamata”. Agora eu pergunto e o dinheiro que gastamos com ele?
Eu vou explicar pra vcs bem didaticamente como é a vida de um funcionário público (se aplica sobretudo ao executivo)
Um certo funcionário público é responsável por recomendar à diretoria da estatal em que trabalha realizar 5 tipos de investimentos diferentes.
Se em 4 deles o investimento gerar um ganho exorbitante pra estatal, ele vai ganhar um tapinha nas costas e um “muito obrigado, vc cumpriu o seu dever”.
Agora se ainda assim o outro investimento der prejuízo, vai vir tudo que é tipo de órgão de controle (tribunal de contas, controladoria, auditoria etc) cobrar o funcionário pelo suposto “mau desempenho”. Vão pedir ressarcimento ao erário na pessoa física, não importanto que o ganho ao erário considerando os 5 investimentos foi muito grande, se uma das atitudes deu prejuízo, a ação “temerária” ou “irresponsável” do funcionário público tem que ser paga do próprio bolso.
No funcionalismo seu CPF está em risco o tempo inteiro. E não to falando em ilícito, mas sim em algo inerente, risco de mercado das suas atitudes, normal em qualquer ambiente.
Calma! Ainda não acabou! Vc quer o fim da estabilidade? Sabe o que vai acontecer?
O chefe da repartição (indicado politicamente e nao concursado) vai pedir pro funcionário público (concursado pelos seus próprios méritos) assinar um papel dizendo que recomenda e aprova a contratação emergencial da empresa XYZ para fazer um serviço muito importante. Só que a empresa XYZ é laranja e usada pra lavar dinheiro do primo do governador. Sabe o que vai acontecer se o funcionário público não assinar? Rua! E assim seguirá até se encontrar alguém corajoso o suficiente pra chancelar isso.
Já existe corrupção hoje no meio público? Sem concurso e estabilidade piorará cada vezmais! Seria uma vitória de Pirro para sociedade.
O funcionalismo público é a nobreza moderna, até o modus operandi é igual, eles acham que são essenciais a todos, de um barro mais fino que o populacho médio (antigamente era por ter “sangue azul”, agora é por ter diploma e passado em concurso público) e portando são providos do direito de viver as custas do mesmo, e quando confrontados com essa afirmação lógica, os argumentos são sempre os mesmos, inveja (quem é que tem inveja de bandido?), vitimização (tadinhos, sempre choro quando vejo a difícil vida de um funça, também chorei quando vi a Globo contando a triste situação do trans estuprador de criancinhas!), ou o quão importante ele é para a sociedade (queria saber quais os parâmetros que eles usam para chegar a essa conclusão, já que sem um sistema de preços, não consigo imaginar como) como se isso justificasse roubo e outros poderes/privilégios concedidos por eles mesmos. Até quando vamos viver nesse inferno escravista?
Do ano 2000 para cá, verificamos que houve uma intensa qualificação no funcionalismo público federal, quase não se abre mais concursos de nível medio ( pois são utilizados mais em serviços administrativos e com o aumento da digitalização informática, e o abandono do uso do processo físico, não é tão mais necessário servidores de nível médio). Desta a forma a proporção de servidores de nível superior aumentou em muito e eles são muito qualificados a maioria tendo especialização, mestrado ou doutorado. Prestam serviços de alta complexidade, emitindo relatórios e pareceres que ajudaram as autoridades na tomada de decisões. Diante de tamanha qualificação é mais que justo que a remuneração seja na mesma proporção. Do contrário a máquina pública não atrairá talentos e a qualidade do serviço público federal sofrerá uma queda abrupta.
luizberto.com/o-que-o-governo-nao-faz-por-nos/
Eu queria viver nesse mundo da fantasia que a galera daqui acha que o servidor público vive, sou professor, tenho pós graduação e mestrado e ganho a bagatela de 3 salários mínimos líquidos, vocês não conhecem a realidade do serviço público brasileiro, a grande maioria dos servidores não ganha o valor do auxílio moradia de um juiz.
Não é o serviço público que paga bem no Brasil, é a iniciativa privada que paga muito mal, ai a escolha fica entre um salário razoável e um salário baixo,lógico que quase todos vão para o caminho que paga um pouco melhor (ou seria um pouco menos pior?), e vocês acham que quem vai mudar isso? O corporativista Bolsonaro? Isso nunca vai mudar no Brasil.
É uma análise bastante interessante. Agora algo que poderia ter sido explorado na narrativa é o conceito de plano de carreira, que não foi mencionando em nenhum momento e fez com que a ideia de aumento salarial só ocorre via pressão de entidades, o que é sabido que não é verdade. Ao se avaliar o ponto central do artigo da ótica de que no ato do concurso o servidor sabe quanto ganhará e seria imoral qualquer solicitação de progressão salarial faz-se uma avaliação apenas pontual. O espectro do funcionarismo público é muito mais amplo, por exemplo, na carreira de professor há notoriamente estabelecido um plano de carreira que se alicerça na capacitação individual, ou seja, não basta só o tempo passar, há também a necessidade de se atingir o mais alto nível de conhecimento acadêmico para se gozar de aumentos salariais.
Prezado Saulo Fernandes. Vossa Senhoria deve ter sido candidato em inúmeros concursos públicos e deve ter fracassado em todos. Por favor, aceite as suas limitações. Os concursos públicos são para candidatos com condições intelectuais, no mínimo medianas. Não é nada pessoal, apenas uma constatação. Um abraço. P.S. Talvez você não divulgue este humilde comentário, mas você lerá.
O que se paga na iniciativa privada no Brasil são salários de fome,e exigem qualificações homéricas, quem tem idéia e capacidade nesse país faz concursos públicos, não que se ganhe muito bem mas em alguns cargos se consegue receber um salário digno , os liverteens podem chorar o que for, sempre vai ser assim,estou estudando para concursos 24 horas porque ganho muito mal no mercado privado.
Depois que li esse artigo peguei todo o material de estudo para o Senado Federal que eu tinha aqui e joguei no lixo. Vou abrir uma empresa e ajudar meu país. Sei que vou pagar os 30 mil de salário e regalias de alguém que vai passar no meu lugar, mas a sensação boa de que fiz a coisa certa faz toda a diferença. Sugiro mais pessoas que estejam estudando para esse concurso que façam o mesmo. Vocês verão como é libertador!
Se me permite generalizar, como generalizou o servidor público posso generalizar o privado :
a) o serviço privado teve aumento considerável nos últimos anos (sim algumas áreas de tecnologia tivera tanto crescimento que puxou a média pra cima)
b) serviço privado é horrível, te enganam, cobram caeo, te ligam no celular de madrugada sem pedir, agem na ilegalidade porque sabem que poucos clientes o processarao. São os top reclamações do reclame aqui.
Generalizações tosca né? pois é
Há um ponto que deve ser considerado: Se queremos um bom serviço público em determinadas áreas vitais, devemos valorizar os profissionais da área colocando bons salários (bons professores, bons policiais e etc).
Caso contrário, seremos nós mesmos, enquanto sociedade, que teremos um serviço publico bem defasado.
Caramba, o Vladmir tem muita raiva mesmo de funcionário público hein… hahahahaha
Apesar de ser muito favorável ao livre mercado, não adianta, enquanto o homem quiser viver em sociedade, o estado vai existir! Ou preferem voltar ao regime de clãs e tribos? Eliminar o estado é de uma utopia tão absurda quanto a dos socialistas. Pode até ser implantado (o que eu duvido!), mas o que permitiu o progresso e avanços para a humanidade foi justamente o convívio em sociedade o que por fim gerou o estado. Tem um artigo muito interessante aqui mesmo neste site sobre a criação do estado usando a passagem Bíblica do texto de 1 Samuel, quando Deus instrui o povo que se se houvesse um REI, i.e. governo central, “ele tomará seus filhos e os levarão para as guerras, tomarão suas filhas para si…” e mesmo assim os israelitas quiseram um governo central, mas o estado hebreu já existia, ele foi “oficializado quando os hebreus foram LIBERTOS do Egito. Deus estabelece à eles um documento pétreo, a Legislação judaica que tinha mais de 600 itens e incluía impostos. Lá constava tudo, leis trabalhistas, feriados, imigração… tudo E, incluia FUNCIONARIOS PUBLICOS, basta ler sobre o que fora decidido para sobre a tribo de Levi.
Que fique claro aqui, não sou funcionario publico, trabalho na IP. Mas essa briga é inútil. Enquanto houver estado vai ter funcionalismo publico e não há mal nenhum nisso. O problema está em como os recursos são empregados em prol deste funcionalismo.
E mais, as inúmeras pesquisas e avanços que foram obtidos via NASA, inicialmente, não sei como é hoje, foi a IP quem bancou tudo aquilo? A corrida espacial, com testes, e mais testes, pesquisas incontáveis, e centenas quiça milhares de funcionarios publicos, era tudo sustentado pelo estado. A divisão de trabalho por si só já se encontra mesmo entre funcionarios publicos e trabalhadores da iniciativa privada. Mas o que mais que incomoda é as pessoas tratarem os funcionarios publicos como VAGABUNDOS E LADRÕES, e foram diversos os comentários nessa linha. Essas pessoas realmente acreditam que os “concurseiros” pensam assim: “bom, agora eu quero vagabundear, ficar a toa, sem fazer nada, e viver só dos impostos dos cidadãos e da iniciativa privada. Vou espoliar toda riqueza deles e viver disso!” Sério mesmo? É isso que eles pensam? Por que da forma como os comentários foram escritos é isso que essas pessoas acreditam, como se fossem o resquício de moralidade restante na Terra que colocaria até Cristo pra ser envergonhado.
Chamar um homem de vagabundo, para mim é maior ofensa que pode existir. Um vagabundo é um ser humano imprestável que não serve pra absolutamente nada e cuja serventia é tão inexistente que ele faria melhor à sociedade caso ele acabasse com sua propria vida! Isso é um vagabundo pra mim. Você chamar homens que trabalham e tiram o sustento de suas famílias, de outros seres humanos, DENTRO DE UMA ATIVIDADE LEGAL, e chamá-los de vagabundos, na boa, a pessoa que tece um comentário desse é digna de pena.
Seres humanos são falhos, totalmente corruptíveis, depravados que não habita bem algum em nenhum deles!NENHUM SEQUER. Você atacar uma pessoa porque você discorda de como ela ganha a vida, só é válido se for um marginal, que vive à margem da lei, fora das regras que A SOCIEDADE envolvida naquele contexto vive. Se a pessoa trabalha, muito ou pouco, bem ou mal, em determinada atividade, se ela for LEGAL, não há motivo para atacar, ofender, menosprezar, e até mesmo atacar a honra dessa pessoa. Acredito que cabe refletir mais sobre críticas imponderadas e não ficar tecendo opiniões com o fígado.
Somente um imbecil que nunca foi servidor público é capaz de não entender que já fazem anos que não se abre concurso e que os POLITICOS (TODOS OS PARTIDOS JUNTOS) se unem para se apoderar dos serviços públicos, colocando seus cabos eleitorais (cargos em comissão) para facilitarem suas falcatruas junto a toda modalidades de compras em toda esfera de governos seja ela MUNICIPAl, ESTADUAl E FEDERAl, deixando o povo cada vez mais ignorante e cêgo. (VOCÊ QUE É MAIS ESPERTINHO, FAÇA UMA ESTATISTICA DE QUANTOS CARGOS SÃO CRIADOS A CADA GESTÃO E A CADA GOVERNO, verdadeiros trenzinhos de alegria que sucumbem a nação nessa miséria, deixando sempre um rastro de dividas que o próprio cidadão tem que ficar bancando depois).
TE FAÇO UMA PERGUNTA: QUANTAS VEZES TEVE UMA REFORMA POLITICA E VOCÊ COMO CIDADÃO SE MANIFESTOU?
Completamente alheio a verdade, o comentário do engenheiro. Sou funcionário público estadual aposentado desde 1988. Desde a entrada no poder estadual do PSDB, o funcionalismo não tem tido nem a correção da inflação, quanto mais aumento.
Antes de se emitir qualquer comentário a este respeito, deve-se procurar saber da verdade.
Completamente infeliz o comentário do engenheiro.
Acabar com o funcionalismo público enfraquece a democracia e a maioria dos funcionários não ganha nem perto do teto. Além de que a perseguição aos funcionários públicos é um absurdo que ocorre desde a época do governo militar. Além de que se terminar a estabilidade, os funcionários receberão fundo de garantia e multa quando demitidos.
O necessário é acabar com os cargos indicados de confiança, estes recebem muito e não estão preparados para exercer a função.
O MISES BRASIL DEVERIA SER FECHADO E A QUESTAO NAO E SO ECONOMICA.
Tai um titulo de artigo/reportagem que muito funcionario publico gostaria de ler e ver, creio eu.
Resumindo
Outro país vem aqui mata os índios e escraviza o negros de outro país, depois liberta os negros e joga na sarjeta, escraviza os imigrantes, hoje chamamos os invasores de Estado.
Se você for um escravo bem obediente bem submisso você pode participar do roubo e bater nos outros escravos.
Porque existem pobres? Por causa dos capitalistas “malvados”? Jura isso?
Nao são os altos impostos do senhores que caso você não pague vai preso ou morto?
Os impostos de importação e incentivo a exportação manipulando a taxa de juros por expansão monetária, aumentado o preços do mercado interno e os produtos importados?
Não são os altos impostos para ter uma empresa e funcionário?
Não seria a CLT criada por Mussolini Facista e copiada por Vargas Facista, que impede pessoas que querem começar no mercado e não tem qualificação?
Não seria culpa dos grandes empresários que desde a colonização foram protegidos pelos Senhores, com leis e impostos, proibindo o livre mercado e surgimento de novas empresas que geram novos empregos, produtos e serviços, como saúde, educação, justiça, proteção e etc?
Não seria a mídia toda controlada que incentiva a você consumir sem pensar no amanhã, minha casa minha dívida e afins, cartões de créditos, fazer empréstimos subprimes, investir em CDOs lastreados nesses papéis, estuda bastante que você vai ser doutor e ter casa, carro e apartamento?
Desde criança minha família falava para ser funcionário público e virei para ganhar dinheiro e sai pelo mesmo motivo, comecei a produzir sem parar e fui chamado na diretoria para manerar senão eu ia rodar porque minha competência demonstrava a incompetência deles, durei alguns tempo e sai para ganhar dinheiro e ser feliz.
Hoje tenho minha empresa e não consigo contratar ninguém porque ninguém quer produzir só quer um salário, demitir dois graduados porque só fizeram faculdade para concurso e contratei um estagiário que quer aprender e produzir.
Enfim o estado te fode de todos os lados (militar, política, educação, saúde, econômica e mídia) para você fugir para os braços deles como seu salvador
Ser funça é muito bom, paguem seus impostos em dia, porque as coisas sempre serão assim, mesmo nos países mais liberais existe o Estado e seus servidores, que tem mais benefícios que os demais. Beijos no ombro para vocês.
” No mercado de trabalho normal, para um empregado ter um aumento real em sua remuneração ele tem de produzir mais valor para seu empregador para justificar esse aumento. ”
Ah, tá. Eu acredito em papai Noel.
Olha, difícil, viu? De fato… Não deveria ter aumento real (só quando muda de cargo). Mas, a máxima vale aqui: ‘na prática, a teoria é outra’.
Tenho amigos no poder judiciário que recebem reajustes reais recorrentes, além de remunerações esporádicas de critérios bastante turvos que não fazem jus à função desempenhada. Um deles, desembargador, trabalha apenas 8,5 meses no ano, 7-8 horas/dia e, ao fim do ano passado, foi bonificado por ‘acúmulo de cargos’ em algumas centenas de milhares de reais.
Por outro lado, tenho amigos que trabalham na parte mais ‘operacional’ do serviços público (a citar: professores, diretores de escola e servidores administrativos municipais) que, entra ano, sai ano, estão lutando mesmo é só pela reposição da inflação – e nunca conseguem de forma integral, pois o governo consegue driblar leis de reajuste por meio de liminares.
E aí tem o ponto levantado no texto… De fato, entraram voluntariamente por meio de concurso, cujos editais já preveem salário… e preveem fórmulas de reajuste. Em 2017, botei a corretora que me empregava no pau por ela não ter honrado a cláusula contratual para cálculo de bônus. No caso da relação com o Estado, adianta o uso da justiça para meramente honrar o contrato?
O problema de ajustes fiscais por inflação(congelar salários e esperar que a inflação reduza, ou esperar que o pib suba sem aumentos reais nos salarios, reduzindo a proporção divida/pib), é o que leva anos, e são anos de pressão do funcionalismo por reajustes..
Isso é algo que eu digo faz muitos anos. É questão de tempo para começar a ter aumentos reais.
Ou se faz um ajuste fiscal de uma vez, ou ele corre o risco de acabar por pressões; Remédio amargo se toma em um gole só
Com a redemocratização em 1985 foram eleitos presidentes de ideologias diferentes e tudo continua igual com tendência de piorar. Pergunto vale a pena continuar votando?
Com todos os comentários acima de funcionários ganham mais ou menos, não importa a questão é que a mão pesada em cima dos trabalhadores públicos é inegável, pois o funcionalismo em geral trabalha pautado em milhares de decretos, leis etc…, portanto se o funcionário é um exemplo na sua unidade administrativa, não importa o nível, municipal, estadual ou federal, se nas prerrogativas do trabalho designado, o individuo não seguiu a risca as leis ou decretos, ele será punido sim, mais cedo ou mais tarde com certeza.(um adendo, o funcionário não agiu de má fé, mas por não seguir a legislação a risca)Trabalho no sistema prisional paulista, portanto a mão do estado em nosso trabalho é mais rigoroso, tanto quanto as policias militar e civil.
O dolar esse ano passa de 6? Tenho 10 mil para usar como reserva e proteção, devo comprar dolar e bitcoin e depois comprar real quando a eleição passar?
O que esperar das eleições desse ano e de 2022 economicamente?
Feliz ano novo a todos desse instituto MARAVILHOSO!
Argentina esta melhor que o Brasil? Olhem a GLOBO, parece ironia até:
oglobo.globo.com/economia/macroeconomia/enquanto-brasil-entrou-em-recessao-economia-da-argentina-cresceu-41-no-3-trimestre-25322363
Vocês vivem dizendo que não existem falhas de mercado, mas como me explicariam o Bitcoin, que foi idealizado como um solução para um problema inexistente, evoluiu como uma bolha até se transformar no que talvez é um dos maiores desastres ambientais deste século (a coisa já gasta mais energia que a Áustria), e hoje, sem qualquer estabilidade, sem lastro e sem a mais mínima condição de ser usado como moeda ele segue alto e valorizando. Como me explicam isso? Seria o Bitcoin a prova de que não se pode deixar o mercado financeiro desregulado?
Pessoal, porque a Turquia esta tendo alta no PIB? Com taxas de juros altas e todos os problemas, como conseguem liderar?
E porque a Argentina, tem dados melhores em Desemprego e PIB esse ano? O pib é calculado em comparação com o ano anterior, se a Argentina caiu 10% em 2020 mas cresceu 1% em 2021, logo ela cresceu 11% em de 2020 e 2021? Olhei no trending economics não entendi nada.
http://www.poder360.com.br/economia/brasil-e-mais-8-paises-do-g20-devem-recuperar-em-2021-o-pib-pre-pandemia/
Eu sou funcionário público por 7 anos, com uma interrupção de 3 anos em que trabalhei na iniciativa privada e concordo com grande parte do que o artigo disse, mas eu iria além, é necessário uma redução nos salários reais dos servidores públicos, e o motivo é que existe um grande desequilíbrio nos gastos com recursos humanos e outros gastos no serviço público.
Alguns colegas disseram que a causa da baixa produtividade dos servidores públicos é a falta de equipamentos e instalações de qualidade e eu concordo plenamente, porém, eles não veem que os altos salários são a causa desse fenômeno, os gastos com salários são gastos necessários e compromentem grande parte do orçamento público, diminuindo a quantidade de dinheiro que o poder público pode investir.
Qual o resultado disso? Temos mais motoristas que carros, mais soldados que armas, mais pilotos que aviões, mais servidores que computadores, etc. Tudo isso torna a “produtividade” (analogicamente falando, pois não há de fato um produto do serviço público) extremamente baixa. Uma solução óbvia, e que muitos servidores de bem fazem ,é utilizar recursos “próprios” para obter ferramentes, mas isso tem seus limites, apesar de não ser difícil um servidor comprar um computator ou usar o carro particular para trabalhar, eu não imagino como seria possível fazer uma “vaquinha” para comprar fuzis ou carros blindados.
A única solução que vejo é congelar os salários (o que infelizmente pode levar a perda de alguns funcionários mais capacitados) e esperar que a arrecadação de impostos permita a liberação do orçamento para a realização das medidas mais importantes para o Brasil no momento, a redução/extinção de impostos ineficientes e o investimento na modernização do setor público.
Sou servidor público federal concursado. Como me sinto? Estável. Meio doente de receber tanto dinheiro roubado ao final do mês. Idiota por não ter me intelectualizado tanto no passado e ter ficado focado muito em dinheiro. Já me senti um feitor cuidando dos escravos do governo, um capitão do mato caçando escravos do governo, um caçador de celulares, repressor ocasional dos criminosos, alguém com ideais, mas um servidor da burocracia e não da sociedade, uma pessoa reprimida de suas totais capacidades físicas e intelectuais que trabalha muito, mas sem paixão pelo que faz, só para tentar atenuar os danos às pessoas inocentes. “Um pirata da perna de pau” não eu, eles. Uma pessoa que sempre dá o máximo de si em qualquer tarefa, mas também um escravo como todos. Um lutador solitário em um embate diário contra um leviatã e suas sombras. Um patinho negro em meio aos patinhos amarelos. Hoje me sinto outra pessoa porque descobri o valor da minha liberdade, mesmo sobre os grilhões do estado, aliás como todos. A minha liberdade. E não aquela que eles te oferecem como sendo a única possível. A liberdade que eu escolhi. Eu, um cisne negro. Uma sede por justiça, uma fome de retribuir tudo porque passei. Retribuir pela escravidão. Lutar, lutar, lutar…
“Sim, pois sabemos bem que expansão monetária e inflação de preços são problemas que existem apenas lá na Terra-média do Tolkien.”
Quem disse isso? Eu nunca neguei que tais problemas existem, apenas coloquei à mesa o fato (sim, fato) de que criptomoedas estão longe de ser solução pra isso, são altamente instáveis, os custos são demasiadamente altos e mesmo o tal do “não pode ser controlado por governos ou empresas” já caiu por terra faz tempo.
“Fontes, por favor. Ademais, toda a impressão de papel-moeda estes últimos dois anos deve ter sido responsável pela derrubada de uma quantidade absurda de árvores, que convenientemente, nem é lembrada pela imprensa tradicional.”
Uma busca rápida no google revela inúmeros dados sobre os custos absurdos de energia da tecnologia. Quanto à impressão de moeda “derrubar árvores”, faça me um favor, a esmagadora maioria do novo dinheiro criado é digital, apenas uma ínfima fração é impressa no físico, ter que explicar isso pra auto-intitulados “economistas” é foda…
“Sortudo é aquele que possui Bolívares e Pesos em sua carteira.”
Bolívares e Pesos são as únicas moedas nacionais que existem? Por que não mencionou o Euro? Será que é por que ele é superior ao Bitcoin como moeda (fato de novo).
“Por que ficar só no mercado financeiro? Por que não começar pelo sexual? Afinal, há um monte de pessoas por aí transmitindo doenças, gerando filhos sem condição alguma… Além disso, existem aquelas que por variadas razões são rejeitadas afetivamente e ficam sozinhas contra a sua vontade, enquanto outras nadam de braçadas em orgias intermináveis. Sugiro um fiscal do governo embaixo de cada cama para avaliar tudo isso e corrigir essas deficiências mercadológicas.”
Mds, o que tudo isso tem a ver com a minha indagação?
Eu pensei que o nível aqui era mais alto que no Twitter, pelo jeito me enganei…
Eu entendi que o texto fala sobre o aumento real dos salarios dos servidores , fato que ocorre na maioria dos cargos públicos , mas existe exceções , no cargo que eu sou servidor teve perdas reais do poder de compra em relação ao valor do concurso que eu fiz. Eu continuo por que , o meu cargo em geral, na iniciativa privada ganha menos, a não ser que seja um profissional de alto nivel, por causa da estabilidade tambem , do pagamento garantido e, é menos cobrado que na iniciativa privada.
O serviço público ou servidores públicos só existe regalias aqui mesmo no Brasil , lá nos E.U.A ser servidor público ninguém quer. Ótimo Artigo.
E, para “ajudar”, o Bulbassauro liberou a classe executiva para viagens aereas de ministros e servidores.
Viva a nobreza, nada de novo no reino da Dinamarca.
Rouba quem pode e paga quem não quiser ter seus bens pilhados pelo estado.
nao gostei do texto ele desconsidera completamente a situacao de certos funcionario publico. sou professo de uma escola municipal e recebo 1500 por mes. do duro todo dia e o que ganho eh uma merreca q n da pra nada. ja fiquei meses sem receber salario e tive que ter ajuda de parentes. o artigo desconsidera completamente a situacao de certos proficionais e coloca todos os funcionario publico num balaio so. nao eh assim, tem gente que da muito duro mesmo e eh desmerecido. quem nao pode receber aumento sao os politico e os juiz que ganha salarios enormes todo mes. lutem contra quem realmente atrasa o pais.
Pessoas, peço que vejam essa boa thread que exemplifica um dos problemas no ensino superior brasileiro (aqui).
Aqui no Brasil tem que acontecer igual na Grécia: sem banco central, o governo federal vai precisar de socorro. Para receber o socorro, vai ser obrigado a passar alguma PEC ou lei para demitir e reduzir salário do funcionalismo, senão não vai ter o dinheiro, já que não terá como imprimir dinheiro para pagar a máquina. Na Grécia, o governo foi obrigado a cortar salário em 32 % do funcionalismo, fechar várias câmaras municipais e demitir dezenas de milhares de funcionários.
O que acham do MBL?
"Reforma silenciosa" do governo derrubou gastos com pessoal. O que muda com reajuste de 5%
http://www.gazetadopovo.com.br/economia/reforma-silenciosa-do-governo-derrubou-gastos-com-pessoal-o-que-muda-com-reajuste-de-5/
Gasto com funcionalismo federal é o menor em pelo menos 25 anos. Para aqueles que ainda têm dúvida em quem votar…
Culpa do Bolsonaro que resolveu dar aumento só pra ganhar a eleição.
Igual a todos os outros politicos seja de esquerda ou de direita
A Russia fracassou no plano? Quem entende de geopolitca e guerra aqui, pode iluminar?
Afinal, a Ucrania que fez milagre ou a Russia que foi mais uma vez, Superestimada?
E a OTAN, é bunda mole mesmo? E o Trump estava certo aqui sobre a Alemanha e o gás russo: youtu.be/Vpwkdmwui3k
Suécia e Finlandia entrarão na OTAN, depois desse vexame, Putin ainda vai querer problemas com eles?
“A Russia fracassou no plano? Quem entende de geopolitca e guerra aqui, pode iluminar?”
desde o fim da URSS existe um eixo permanente de instabilidade entre o oriente e o ocidente, nao adianta muito pular em conclusoes
foi a imprensa depois que cansou de errar previsoes resolveu chamar “especialistas” , acontece que nao existem especialistas
conflitos do oriente medio e do leste europeu atravessam geraçoes
a “novidade” é que so agora o ocidente resolveu olhar o que acontece naquela regiao, e com aquela parcialidade tratando tudo na base do fla x flu, ai que nao acertam nada mesmo
a unica surpresa pra mim continua sendo a ofensiva direta pois o MO dos russos era financiar e influenciar sem se envolver diretamente, mas é compreensivel ja que o mundo mudou radicalmente com a fraudemia, o ocidente em geral se mostrou amedrontado e irracional ..
se voce ta sentado em cima do maior arsenal da terra com certeza viu uma oportunidade de ouro de botar as asinhas de fora
perceba que durante a fraudemia os russos e os chineses ja estavam invandindo as aguas e o espaço aereo de algumas naçoes da asia, em clara provocaçao ao ocidente, a ucrania é so mais um capitulo dessa epopeia
Se o índice de inflação correspondesse à realidade, tudo bem, poderiam os salários dos servidores serem corrigidos somente pela a inflação. Concordo com o articulista só se for o IGPM. Ano passado deu 17,78 por cento.
Gostaria de comentar também.
Em parte o artigo não está correto pois um concurseiro já sabe os benefícios que serão concedidos ao longo da carreira. Quinquênio, evolução funcional, ou gratificação são assuntos obrigatórios por lei complementar e iniciativa do Poder executivo. A contratação é realizada por estatuto, por isso, o servidor efetivo é estatutário. Outrossim, durante a preparação de um concurso, o estudante já precisa estudar o estatuto matéria obrigatória em quase qualquer certame. Ademais, não é possível conceder os aumentos como foi dito: através de negociações com o sindicato como acontece na iniciativa privada.
Porém a estabilidade pode ser vantagem para o servidor satisfeito ou, também, pode causar transtornos. Já vi casos de ostracismo mas não são todos. E outros de desmotivação. Quando se é estável é muito difícil sair do trabalho “mais garantido”, por isso, muitos não exoneram mesmo totalmente insatisfeito com a função.
Como desvantagem de um servidor público é a falta de possibilidade para ser criativo ou ter iniciativa porque o servidor “só pode fazer o que está na lei”. Isso desmotiva qualquer pessoa com diferencial de atitude. Enquanto na iniciativa privada, a falta estabilidade é compensada com o FGTS ou seguro desemprego os quais não são previstos para quem é concursado.
Portanto, a estabilidade poderia ser retirada e compensada com o FGTS e o seguro desemprego. Enquanto no caso do salário não concordo com o artigo. Pois é um atrativo para pessoas mais competentes serem selecionadas. Um salário maior impacta numa contratação mais qualificada e traz mais benefícios sociais que prejuízos. Deve ser feito um estudo prévio do custo benefício-social.
O senhor Saulo H. E. Fernandes teve esse nome registrado num cartório desde que nasceu, inclusive com as inicias de nomes intermediário entre o prenome e o sobrenome, que os distingue de outros Saulos Fernandes. Quem assina o artigo acima publicado certamente não é aquele bebê (bebês não escrevem textos) nem secundarista, pois registra ter formação universitária em engenharia. Logo, em nome da precisão, ele mesmo nos informa ser um adulto. Se eu não fosse informado desses dados, estaria a conversar com um anônimo. Assim ocorre com os servidores efetivos. Não temos o mesmo nome. Na carreira de que faço parte, todos temos formação universitária e muitos doutorado. Há outras carreiras de perfil asemelhado no órgão de origem: o Ministério da Economia. Embora servidores, cada um exibe sinais distintivos um do outro. Há também os de cargo livre provimento, cuja exigência é respirar e, evidentemente, ter um padrinho. Segundo a lei 8.112, todos somos servidores, concursados ou não. Por força de expressão, somos milhares e milhares de Saulos Fernandes. Considerados em bloco, parece não ser um bom caminho de análise. Além dessas particularidades, servimos sob leis que, embora novas, balizam a nossa prestação ao período anterior a 1967! Segue um exemplo. Qualquer órgão pública que, por exemplo, edite e venda livros, empobrece ao invés de enriquecer. O dinheiro para a edição sai do orçamento do órgão, mas o pagamento é destinado ao Tesouro Nacional. Uma universidade de prestígio tem em gaveta mil livros, mas não os publica por essa razão. São livros de interesse acadêmico, porém não encontraram editores no setor privado. Respeitosamente, iniciei este comentário ainda que de maneira brincalhona. Assim também termino. Não nos considere em bloco. O Procurador-Geral pronunciou-se pela ocupação dos cargos exclusivamente de livre- por servidores de livre-provimento. Pago de previdência social 16,5% da minha remuneração. Não conto com FGTS. As alíquotas de imposto são iguas às suas. Segundo o formidável professor da USP e do e antigo presidente do Banco Central, Affonso Celso Pastore, é mais fácil e barato vir à Brasília do que ter indústria competitiva. Não temos responsabilidade sobre isso. Receba um abraço deste concidadão.
Texto totalmente absurdo. Sou funcionária pública (recebo 10.000 por mês) e invisto no Tesouro Direto. Nós temos sim que receber aumentos, senão como prestaremos nossos serviços? Entendam: o SUS precisa de médicos; as escolas, de professores; os ônibus, de motoristas e assim em diante. Sem nós o país para (imagine se os policiais fizessem greve). Revejam seus conceitos e comecem a valorizar um pouco mais quem trabalha duro todo dia para manter o país funcionando.
Anarcocapitalismo é a maior piada do universos. Não dou um ano disso para uma legião de famintos estarem roendo os ossos de quem hoje defende. Aí veriam o que é esse mundo encantado da liberdade sem Estado.
Sobre o artigo, conduz o leitor por um caminho de dados enviesados. Fala de benefícios de alguns, mas omite que a maior parte de servidores públicos são professores, enfermeiros e administrativos que ganham tão mal quanto se ganha na iniciativa privada nesse país.
Não a toa, a qualidade desses serviços estão em queda livre pelo sucateamento.
Todos os países realmente desenvolvidos como EUA, Japão, Coréia do Sul, Taiwan, Hong Kong, Canadá, Tailândia etc a maioria dos jovens querem ser empreendedores e gerar emprego gerar renda, no Brasil e onde o comunismo tomou conta é ao contrário todos querem ser funcionário público para acabar com a iniciativa privada assim fica todos desempregados e o país fica na miséria, não existe país nenhum do mundo que ficou rico com mais estado e funcionários público Pelo contrário países que são grandes potencias diminui o imposto diminui o estado e dá Liberdade ao mercado privado.
Argentina Alberto Fernandez dá uma canetada proibindo a exportação de carne isso a longo prazo gera inflação hoje Argentinos tem que revirar lixo para poder se alimentar
Outro fator que contribui, mesmo de que forma torta pro aumento do número de funças: A banalização do ensino superior, pois muitos se voltam para bolsas assistencialistas, funcionalismo público ou mesmo imigram para outros países, exatamente porque o ensino superior ficou tão banalizado por conta da social-democracia prematura que o PSDB/PT-dos-primeiros-mandatos impuseram no país, que até mesmo as exigências para cargos menores na iniciativa aumentaram de forma considerável (efeito natural das coisas), os cursos técnicos também tem perdido espaço na procura exatamente por conta disso.
Tarcísio sancionou medida que dá aumento para o funcionalismo.
Vendo os comentários no post dele de gente reclamando que o aumento poderia ser maior (no Instagram), a única coisa que penso é se o governo parasse de ficar reajustando salários do funcionalismo governamental.
O setor produtivo no Brasil está com salários estagnados faz muitos anos (graças ao gigantismo proporcionado pelos governos anteriores) e continua tendo que sustentar toda essa máquina burocrática (e não pode atrasar em pagar os impostos).
Agora há várias instituições de ensino federais fazendo greves. Ainda bem que já me formei. Greve é praticamente atemporal, porque existe registro de greve pelo menos desde os anos 1980.
Tomara que o Lula não dê aumentos. Saudades da dupla Palocci/Meirelles.
PS: Voltem com os hyperlinks nos comentários, por favor. E tem link quebrado de comentários antigos também.