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Como a agenda ambientalista e a imposição do ESG causaram uma crise energética global

Nota do Editor

O artigo a seguir foi originalmente publicado em outubro de 2021. À época, bem antes de qualquer ameaça da Rússia à Ucrânia, a situação energética global já era assustadora. Hoje, tornou-se desoladora.

Os gráficos foram atualizados para mostrar a situação atual. Já o texto original, com exceção dos trechos que descrevem os gráficos, não precisou ser atualizado em nada. Infelizmente.

Com efeito, passagens do texto que relatam as chantagens feitas por Moscou à Europa ainda em 2021 foram mantidas intactas exatamente para mostrar quão bizarro foi o masoquismo energético da Europa. No fim, os ambientalistas se revelaram os melhores aliados de Vladimir Putin.

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Eletricidade racionada na China. Desabastecimento de carvão na Índia. Preço da eletricidade disparando em toda a Europa. Uma busca desesperada por postos que ainda têm gasolina no Reino Unido. Apagões e explosões no Líbano. 

A revista The Economist, em uma ótima reportagem, relatou os eventos acima e mostra que os sintomas de uma profunda disrupção nos mercados de energia são globais.

Segundo a reportagem, na Ásia, os apagões são diários, em vários países. E o inverno, que gera um aumento na demanda por energia, ainda está para chegar no hemisfério norte.

Alguns anos atrás, os produtores de combustíveis fósseis teriam respondido a estes sinais enviados pelo sistema de preços aumentando o investimento e a produção. Em 2014, com o barril de petróleo em torno de US$ 100, a petrolífera europeia Royal Dutch Shell fez um investimento de US$ 30 bilhões em projetos de exploração e produção de petróleo e gás. Em seguida, gastou US$ 70 bilhões para adquirir a BG Group, uma rival britânica, para se tornar a maior produtora mundial de gás natural liquefeito.

Mas não desta vez.

Seu investimento em exploração, no ano de 2021, caiu para irrisórios US$ 8 bilhões. Ainda em setembro, a petrolífera vendeu todos os seus ativos de xisto na Bacia do Permiano, no Texas, para uma rival americana, a ConocoPhillips, por US$ 9,5 bilhões. 

A Shell também está se retirando da Nigéria, país em que ela estava desde 1936. 

Mais ainda: avisou que irá reduzir sua produção de petróleo de 1 a 2% ao ano até 2030.

Mas, o que já era ruim, tornou-se péssimo após a invasão da Rússia à Ucrânia.

Os preços do petróleo — que chegaram a cair para US$ 20 em abril de 2020, no auge das incertezas quanto aos efeitos da Covid-19 — fecharam 2021 em US$ 75 e agora superaram os US$ 110, o valor mais alto desde 2010. 

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Figura 1: evolução do barril de petróleo

Já o preços do gás natural na Europa, que já haviam triplicado em 2021, chegaram ao auge.

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Figura 2: evolução do preço do gás natural na Europa

A demanda por carvão, uma commodity que todos davam como morta, disparou. Seu preço mais do que sextuplicou desde o ano passado.

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Figura 3: evolução do preço da tonelada do carvão

Perguntado sobre o que a explosão nos preços significará em termos de investimento, o diretor de produção de óleo e gás da Shell respondeu francamente: “Da minha perspectiva, nada”.

O que houve?

Sinalização de virtude e suas consequências

Preços mais altos não levarão a mais investimentos por um motivo simples: o ativismo dos ambientalistas e a agenda ESG obrigaram as empresas a se afastarem dos combustíveis fosseis.

Ao longo da última década, ativistas climáticos foram bem sucedidos em pressionar governos, bancos e grandes corporações a reduzirem investimentos em empresas de petróleo e gás natural. No início, tais esforços pareciam estritamente simbólicos. Mas, nos últimos anos, esses ativistas foram exitosos e conseguiram retirar investimentos públicos e privados da exploração de petróleo e gás e redirecioná-los para energias renováveis. 

O resultado está sendo a pior crise energética em 50 anos.

Sim, a redução de investimentos na exploração de petróleo e gás não é a única causa da crise energética atual. A recuperação pós-pandemia, guiada por uma maciça expansão monetária, gerou uma explosão na demanda. Está havendo uma escassez de vento (sério) na Europa, o que tornou inúteis as turbinas eólicas e aumentou a demanda por gás natural e carvão. E uma seca no Brasil obrigou o país a importar gás natural.

Mas a principal causa da atual escassez de energia é a redução de investimentos em petróleo e gás nos últimos cinco anos, guiada por preocupações climáticas.

“As considerações da agenda ESG [environmental, social, and governance — ambiental, social e governança] explicam a maior parte do declínio nos investimentos das petrolíferas nos últimos anos”, relata o The Financial Times, “bem como o êxodo dos investidores dos mercados de petróleo e gás natural”.

A Bloomberg concorda, e acrescenta que “o mercado está hoje obcecado com mudanças climáticas, o que levou a uma redução do apetite para se investir em combustíveis fosseis”.

Além do lobby ambientalista, organismos multilaterais e governos de países desenvolvidos têm forçado as empresas e os bancos a reduzirem financiamentos para exploração de petróleo e gás, e a implementarem uma transição rápida para o mundo verde. Tudo isso é falado abertamente.

Investimentos para a exploração de petróleo e gás caíram à metade entre 2011 e 2021, observa o Financial Times. As descobertas de novos campos de petróleo caíram para as mínimas históricas entre 2016 e 2020. E não por uma escassez de petróleo, mas sim por escassez de investimentos em exploração. Hoje, as petrolíferas estão gastando 25% menos do que precisam para manter a produção de petróleo constante.

Como resultado da pressão dos ativistas, governos e investidores passaram a punir petrolíferas e empresas de gás natural. Quando uma despesas empresas, a EOG Resources, anunciou, ainda em fevereiro, que tinha a intenção de expandir sua produção, o preço de suas ações caiu mais do que o de todas as outras empresas do S&P 500. Naturalmente, petrolíferas e empresas de gás americanas, desde então, se recusaram a aumentar sua produção, mesmo com o aumento dos preços destas commodities.

A ideia de responsabilidade social nos investimentos é antiga, mas a agenda ESG foi adotada ao longo da última década por empresas que fazem doações para universidades, bancos de investimento, como o BlackRock, governos, pela Agência Internacional de Energia, pela ONU e, agora, pelas próprias petrolíferas, incluindo-se Shell, Total e várias outras. 

Em maio, um tribunal na Holanda ordenou que a Shell reduzisse suas emissões, uma sentença que tornou outras petrolíferas relutantes em investir em novas explorações de petróleo e gás.

Não é que os executivos das petrolíferas não soubessem que uma redução nos investimentos levaria aos atuais choques de preços. É que eles foram ignorados. Quando perguntaram ao ex-CEO da Exxon, Lee Raymond, o que lhe causava insônia, ele simplesmente respondeu: “estoques em baixa”. Os acionistas da empresa haviam exigido que ele parasse de investir. Em 2020, sob a pressão de ativistas climáticos, o JPMorgan Chase, o maior banco de investimentos dos EUA, removeu Raymond de sua função de diretor do conselho da empresa.

“Hoje, o investimento em combustíveis fosseis passou a ser criminalizado, e o financiamento está cada vez mais esparso, com os grandes bancos ocidentais se retirando da atividade”, relata o Financial Times. “Devido ao grande período de tempo entre o investimento e o surgimento da oferta, ainda estamos para vivenciar o verdadeiro impacto desta redução na produção  convencional de petróleo e gás. Em outras palavras, a oferta continuará aquém da demanda pelos próximos anos”.

Saindo espetacularmente pela culatra

O resultado deste bem-sucedido ativismo climático foi, paradoxalmente, o aumento no uso do carvão e das emissões de carbono (a eletricidade produzida pelo gás natural gera metade das emissões da produzida por carvão).

China, Índia, EUA, Leste Asiático e Europa — todos estão minerando e queimando mais carvão para suprir a escassez de gás natural (vide a evolução dos preços do carvão na figura 3). 

O governo da China recentemente revogou todas as considerações ambientais para a exploração de carvão, ordenou que a produção fosse acelerada ao máximo possível, e impôs blecautes rotineiros devido à escassez de energia.

Especialistas sempre alertaram que o ativismo climático contra o gás natural geraria o efeito contrário. Oito anos atrás, o ativista Michael Shellenberger defendeu o fracking, argumentando que isso faria com que o gás natural se tornasse mais barato que o carvão. E foi realmente o que ocorreu nos anos seguintes. Porém, com o tempo, fracking voltou a ser criminalizado. Essa redução da exploração, ao tornar o gás mais caro, diminuiu a possibilidade se abandonar o carvão.

Ambientalistas também argumentam que petróleo barato aumenta seu uso. Só que o uso de petróleo é extremamente inelástico, dado que automóveis, caminhões e aviões dependem dele. Por outro lado, pouco óleo é utilizado para a produção de eletricidade, de modo que o gás natural é necessário para compensar a intermitência de luz solar e vento.

A prova está nos dados. A fatia dos combustíveis fosseis na produção de energia global se mantém inalterada em 84% desde 1980. Considerando que as emissões na Europa e nos EUA declinaram neste período, isso deve majoritariamente à transição do carvão para o gás natural.

O masoquismo ocidental

Se as coisas estão ruins na Ásia, na Europa, a situação beira o masoquismo.

Com o inverno se aproximando, sem carvão e sem energia éolica (como dito acima, não ventou no continente), o continente está totalmente dependente da Rússia. Mais especificamente, de Vladimir Putin. 

A Rússia oferta metade do gás natural consumido pelo continente, o qual aquece casas e é a força-motriz da indústria. Embora Moscou esteja cumprindo seus contratos de longo prazo, o The Wall Street Journal relata que Putin está se recusando a vender gás pelo preço vigente no mercado spot, cobrando mais caro.

Ainda segundo o jornal, outros oficiais do Kremlin fazem chantagem explícita: se os governos europeu aprovarem o marco regulatório do gasoduto Nord Stream 2, que vai da Rússia à Europa, a oferta de gás será mais abundante. Moscou tem duplo interesse no gasoduto: de um lado, ele irá aprofundar a dependência energética da Europa em relação à Rússia; de outro, o gasoduto irá privar a Ucrânia (cujo governo é inimigo de Moscou) de continuar coletando tarifas sobre o gás que circula nos atuais gasodutos.

O Reino Unido e a União Europeia prometeram zerar suas emissões até 2050. Para isso, fecharam todas as suas minas de carvão e despejaram bilhões em projetos de energia solar e éolica. A Alemanha e vários outros países europeus praticamente baniram o fracking.

Isso transformou os líderes europeus no equivalente a exploradores navais do século XVI, rezando por ventos e clima favoráveis, uma vez que, no continente, os preços da energia dependem inteiramente da quantidade de nuvens e das condições do vento. 

A Alemanha também se deu mal quando a chanceler Angela Merkel decidiu abolir toda a energia nuclear do país em uma reação exagerada ao acidente de Fukushima, em 2011. A última estação nuclear do país será desativada ano que vem. A Comissão Europeia está agora debatendo se deve ou não classificar a energia nuclear como energia sustentável, o que poderia reduzir os custos de financiamento para projetos nucleares. Mas a Alemanha é contra. 

Essa propensão da Europa a se auto-imolar em nome de metas climáticas inalcançáveis — e, consequentemente, ficar totalmente à mercê de Vladimir Putin — é um dos maiores atos de auto-sabotagem da história. E, ainda assim, os líderes europeus irão se encontrar na Conferência Climática de Glasgow, em novembro, para aumentar seu masoquismo energético.

Já o presidente americano Joe Biden parece ansioso para não ficar atrás dos seus congêneres europeus. Seguindo pressões dos ambientalistas, Biden já revogou a licença para a construção do Gasoduto Keystone, que seria construído entre Alberta, no Canadá, e as refinarias do estado americano de Nebraska (de onde ele seria conectado à rede já existente de oleodutos nos EUA, chegando às refinarias do sul do Texas) e também vetou novos projetos de fracking no Alasca e em todas as terras federais do país.

Como resultado, os EUA voltaram a ficar dependentes energeticamente de outros país.

“O presidente Biden efetivamente aceitou a ideia de que os EUA passarão a depender mais de petróleo estrangeiro”, observa o The New York Times. “Sua administração vem pedindo à OPEC para aumentar a produção para ajudar a diminuir os preços do petróleo e da gasolina no país, ao mesmo tempo em que busca limitar o crescimento da produção de petróleo e gás no país”.

Aumentar a dependência dos EUA em relação ao petróleo dos estrangeiros é uma medida que deixa até mesmo o The New York Times — que sempre defendeu a redução de investimentos em petróleo e gás — nervoso. O jornal recentemente alertou que “EUA e Europa podem se tornar mais vulneráveis às turbulências políticas daqueles países e aos caprichos de seus governantes”.

Para concluir

O masoquismo energético do Ocidente beira o inacreditável. Um movimento ambientalista radicalizado em conluio com políticos sem visão fez com que investir em prospecção e refino de petróleo se tornasse uma atividade extremamente arriscada do ponto de vista financeiro. Nenhuma empresa fará investimento de longo prazo — imobilizado capital e recursos escassos — em um atividade que está cada vez mais criminalizada e que, dependendo do governo, pode até vir a ser proibida.

Sendo assim, a realidade será de cada vez menos oferta de combustíveis fosseis e preços cada vez maiores.

Trata-se de um desastre auto-induzido, que foi gestado cuidadosamente. Putin deve estar maravilhado com sua sorte estratégica.

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203 comentários em “Como a agenda ambientalista e a imposição do ESG causaram uma crise energética global”

  1. Exemplo ilustrativo e cristalino de como uma ideologia insana e minoritária, porém poderosa e com boas conexões políticas leva a decisões imbecis e consequentemente afeta o padrão de vida de bilhões de pessoas.

  2. Gás natural é uma das mais eficientes fontes de energia do planeta. Fornalhas e sistemas de aquecimento que usam gás natural têm uma eficiência de 90% (descontando-se a energia necessária para conduzir tudo pelo encanamento desde a fonte até os imóveis).

    Nunca entendi ambientalistas serem contra o gás natural. A exploração de gás natural deveria ser a prioridade não só de bancos de investimento como também de grupos ativistas ambientais. A própria disponibilidade de energia solar e éolica depende de gás natural. E nenhuma quantidade de dinheiro estatal pode mudar isso.

    Em suma, estupidez total.

  3. A agenda ambientalista tem uma poderosa capacidade de injetar culpa nas pessoas. Isso tem que ser estudado.

    Você come um churrasco com a sua família, e está destruindo a Amazônia. Se for bovino então, pior ainda, já que as vacas estão também manipulando o clima global. Tudo ao seu redor perde sentido. Para que viver, se daqui 10 anos tudo irá se acabar? Para que investir, poupar e ter baixa preferência temporal? E depois de estar nesse estado de vulnerabilidade, os políticos e burocratas (os mesmos que não sabem nem fazer uma calçada). Você não pode agora ter filho, porque está contribuindo para superpopulação e para as mudanças climáticas.

    Você vive o tempo todo com remorso, ansiedade e medo. Basicamente todo o seu modo de vida está destruindo o seu próprio futuro, que será apocalíptico. Googlem “climate change anxiety” e vocês verão como crianças e pré-adolescentes estão sendo manipulados.

  4. É difícil pensar num programa político mais claramente elitista, higienista e anti-pobre do que essa tese de “aquecimento global”. Em nome de se estar combatendo algo que nem existe, os pobres tanto do primeiro mundo quanto do terceiro mundo devem ser esbulhados via preços maiores e ser proibidos de qualquer chance de melhorar de vida, pois qualquer industrialização será proibida.

    E a esquerda ainda diz que a direita é que é contra os pobres.

  5. Não conseguiram abolir o capitalismo via comunismo, agora irão tentar via ambientalismo. E esse tem enormes chances de funcionar, pois é abraçado por quase todos os políticos do primeiro mundo.

  6. E pensar que esta insanidade ganhou força em 2019, por conta de uma adolescente histérica de 16 anos que lançava sdeus ataques coordenados por comunoglobalistas contra governos como o do Brasil atual, mas mantém-se silente quanto à terra da COVID-19, que é o maior poluidor da Terra, mas bem protegido de críticas por saber comprar o agrado da mídia mainstream, nativa de um dos países mais progressistas do planeta…

  7. Eu não entendo qual o real o interesse de quem está por trás dessa agenda ambientalista. O que eles têm a ganhar com isso? Será pura cegueira ideológica e sinalização de virtude? A Europa e EUA estão pagando muito caro por essa ideologia.

  8. Dado o fato de que a União Europeia e os Estados Unidos até hoje estão com as sanções impostas contra a Rússia, até que ponto isso será usado com relação ao gás natural que os russos exportam para o resto da Europa?

    Do ponto de vista ambiental, o carro usar álcool da cana causa menos impactos ao meio ambiente do que gasolina?

    Essa histeria ambientalista é nada mais do que uma metamorfose do comunismo original. Como eles sabem que uma economia comunista iria matar quase todo mundo de fome, então é melhor impor várias regulações.

    Agora dos impactos ambientais causados para obter as matérias-primas de baterias (para carros elétricos) e peças para painéis solares e turbinas de usinas eólicas ninguém fala…

  9. Pegando a deixa da foto, vale ressaltar que a agenda ambientalista ganhou adeptos entre os jovens exatamante por causa da Greta.

    Eis como criar um movimento político:

    * Encontre uma criança com alguma instabilidade psíquica ou emocional

    * Conte a ela várias estórias de horror

    * Adestre a criança a aprender a repetir essas histórias de horror

    * Grite, chore e faça estardalhaços até conseguir atenção e fazer com que políticos se encontrem com a criança

    * Dê aos políticos a chance de posar para fotos com a criança

    * Xingue, calunie e difame qualquer pessoa que ousar questionar os “ensinamentos da criança”.

    Reconheçamos: os ambientalistas deram uma aula de estratégia.

  10. Tecnocratas ricaços chegando a Glasgow em jatinhos privados, hospedando-se em luxuosíssimos hotéis 5 estrelas, e andando de limusines com chauffeurs em amplas comitivas irão passar as próximas duas semanas nos dando sermões sobre como devemos reduzir nosso padrão de vida.

    E com todo o apoio da esquerda.

  11. imperion turbo nuclear quantico com equio

    Agora é tudo passado, pois estamos no pé do reator de fusão. Energia limpa, mas conhecendo os ambientaloides eles vão inventar também alguma restrição até pra esses reatores. O importante é manipular as mentes da opinião pública contra o setor produtivo, já que é daí que eles tiram o financiamento para seus movimentos.

    Ambientalista nenhum faria barulho sem financiamento. Não são uns pobretões lutando contra o demônio capitalista. Não se compra um navio de milhões pra jogar contra outras embarcações sem ter milhões pra comprar esse navio. Ambientalismo é um negócio lucrativo.

  12. Tabajara tecnologies

    “Esta havendo uma escassez de vento” Isso porque eles não chamaram nossa famosa estocadora de ventos.

    Mas, seria possível criar lagos artificiais de hidreletricas com a água bombeada pela energia das eólicas e solar assim o fornecimento ficaria menos intermitente. E os custos seriam menores que baterias quimicas.

  13. Grande e oportuno artigo!

    Eu lembro nos anos 80 a “turma” reclamando das usinas nucleares que seriam construídas na região de Peruíbe, litoral sul de SP. Essa palhaçada de evitar “danos ambientais” já começava a pipocar no mundo, no Brasil. Eu, muito jovem, caí naquela época no conto que o “meio ambiente” tem que ser preservado. Felizmente, nunca fui de sair às ruas em passeatas imbecis, aliás, nenhuma delas, mas defendia o discurso mentiroso que as esquerdas à época, pregavam.

    Felizmente, percebi que energia tem que ser usada, extraída de todas as formas possíveis, pois vimos o que aconteceu no Texas no último inverno, devido ao maldito discurso da esquerda.

    Como foi lembrado aqui, o “ambientalismo” é a nova bandeira da esquerda ( todas as formas de esquerda…), no mundo. Os esquerdistas perceberam que o velho chavão da defesa do pobre contra o malvadão capitalismo, não colava mais.

    Essa jovem, controlada pela turma do Soros & outros, é ouvida por líderes mundiais justamente por defender o que eles querem fazer com o mundo, claro, exceto eles, que continuarão usando e abusando das energias nucleares e de fósseis.

    A Terra, o planeta, é igual a qualquer outro ser vivo: nasce, cresce e morre. Ora está bem, ora está doente ( até por depender muito das condições solares, em termos de variação da temperatura….), então, não é o bicho humano, culpado pelas variações climáticas, que, segundo estudo mais sério, demonstra que o planeta está esfriando, não aquecendo, algo normal dentro dos ciclos de vida da Terra.

    Difícil é convencer o grande número de imbecis ( que vivem a “realidade” das redes sociais, via smartphones…), que tudo que a esquerda prega é mentira.

    Parabéns a esse importante Instituto por publicar artigos como esse, além de outros vários que demonstram aos leitores ser o Estado um grande câncer que mata cada vez mais. Vida? apenas sem o Estado atrapalhando.

    Nota-se também, como altamente negativo, o fato de muitos capitalistas aderirem ao socialismo, além de promovê-lo constantemente.

    Capitalista-socialista é uma tragédia só! A China está aí para confirmar essa regra de ouro.

    Abs.

  14. Amigos, sobre a Suécia, ela não fez lockdown mas sua queda economica foi igual ou parecida com os escandinavos que fizeram. Eai como explicar isso?

    João amoedo ta espalhando isso, que a retração dos nordicos foi igual e que logo lockdown n faz diferença

  15. Merania Aparecida de Oliveira

    Há muito tempo, eu não lia algo tão esclarecedor sobre o que está acontecendo na economia principalmente no setor energético. É sabido que precisamos fazer alguma coisa por causa do aquecimento global.

    Estas intemperes climáticas provam isso. Mas dessa forma xiita que está sendo feita, só vai aumentar o preço do petróleo, do gás, etc, irá dificultar tudo. Tomará que não aconteça uma crise energética mundial.

    É verdadeiro e monstruoso tiro no pé, ou pela culatra, como citou o articulista!!

    E como sair desse imbróglio, será algo muito difícil!!

  16. E aí, acharam ruim as restrições do Covid?

    Então se preparem oara as restrições ambientais e climáticas. Essas serão totalmente desumanas e farão o Nazismo parecer uma brincadeira de criança!

    1- Restrição no consumo de água e luz;

    2- Proibição de consumo de carne (segundo o eugenista Bill Gates, a carne é a responsável pelo aquecimento global);

    3- Teremos créditos de carbono, uma especie de passaporte que vai controlar tudo o que consumimos e a quantidade de carbono que despejamos na atmosfera. Com base nisso, seremos restringidos em muita coisa;

    4- Falência de empresas e cooperativas agrícolas;

    5- Teremos de pagar imposto pro oxigênio (tipo pagar pra respirar).

    6- Plantar e colher será limitado (em alguns locais será totalmente proibido). Teremos que comprar todos alimentos do “Mercado Global”.

    7- Fim da propriedade privada (Lembram do Klaus Schwab: Em 2030 você nao terá nada e será feliz?).

    É isso aí, bem vindos ao novo normal, de George Orwell 1984. Onde não poderemos mais pensar, nem nos expressar e nem fazer nada que os ditadores globalistas não autorizem. Afinal de contas, eles estao querendo apenas “Salvar o Planeta e o Meio Ambiente”.

  17. Estava pensando em como essa disparada de preços, juntamente com menores gastos globais em extração tem impactado os resultados das petrolíferas ?

    Usar esse slogan ESG deve estar sendo muito bom para criar e manter um desbalanceamento da oferta e demanda, e lucrar com isso.

    Sei lá estava só pensando

  18. Quem aqui já tomou a Black Pill? Ta ai, imposto global, ESG, agenda ambientalista e tudo bem depois de uma pandemia (há quem diga que a pandemia foi fabricada pra levar a tudo isso, ou foi uma oportunidade ocasional daqueles que esperavam por isso).

    Enfim, quem tem esperança no mundo moderno? Sinceramente, vendo tudo, transfiro pra ouro ou bitcoin? Por onde pego minha riqueza e pra onde vou? O que vão fazer?

  19. Soluções simples só resolvem problemas simples. Quanto mais complexo um problema, maior a complexidade da solução requerida. Mesmo que eu aceite totalmente o argumento dos ambientalistas de que o aquecimento global existe e é, na maior parte, culpa do ser humano, quem garante que o plano que eles estão propondo é realmente o melhor dentre todos os outros possíveis? Literalmente estão pedindo para dar uma montanha de dinheiro para eles, abrir mão das nossas liberdades e de nosso conforto, para por em ação um plano que nunca foi testado. Se não der certo (ou se eles estiverem errados), vão devolver o que nós demos, ou vão propor um plano ainda mais maluco? The answer, my friend, is blowin’ in the wind…

  20. Eu acho interessante como esses caras com viés esquerdista, se infiltram numa instituição, e querem definir como o mundo deve fazer e definir suas politicas, e impor suas agendas globalistas e todos tem aceitar essa pressão que se faz contra países como o Brasil por exemplo.

  21. A doutrinação foi tão fortemente implantada, especialmente nos países ricos, que nem mesmo a realidade é capaz de mudar isso. Quando o preço dos combustíveis chegar a patamares absurdos (calma, vai subir mais), creio que nem isso será capaz de mudar políticas. Virão novas leis para adaptar sua mente a um mundo de racionamentos ( menos é mais, lema que aparece na globo) , e vc irá viver em um mundo com poucas coisas e tudo caro e díficil, e as empresas nada poderão para suprir a oferta.

  22. O comentarista Alexandre Silva já entendeu que seus pacientes de origem rural tem melhor saúde devido à sua constituição genética? A vida no campo é extremamente desgastante e elimina os indivíduos mais fracos em primeiro lugar. Tal como acontecia antes das descobertas sobre doenças infecciosas que a urbanização permitiu. Daí vieram a água encanada, o esgoto tratado, a comida bem conservada, a vacinação e demais procedimentos que garantiram a sobrevivência dos menos resistentes. Lembram-se da mortalidade infantil nos tempos antigos? Por outro lado esses avanços resultaram em crescimento das populações, incluindo um número considerável de elementos sujeitos a doenças degenerativas (cardiovasculares, pulmonares, diabete, neoplasias etc).

  23. Honestamente, eu sou libertário apenas por mim mesmo, já tomei a blackpil faz tempo, a realidade é que o populacho nunca irá se rebelar contra o estado, não importa quão explorado ela seja, pois tudo que importa é o poder da narrativa e manipulação, não da verdade e razão, e mesmo quando alguma sociedade chega ao fundo do poço, o primeiro a fazer qualquer revolução séria e geralmente algum politico, ou alguém apoiado por políticos, que geralmente apenas substituem os políticos antigos para formar um novo regime no fim, geralmente muito mais pior que o anterior, o populacho nunca se rebela contra o estado por conta própria, e isso e algo claríssimo quando analisamos as rebeliões que ocorreram durante a historia da humanidade.

    Do meu ponto de vista, há mais chance de conseguirmos formar um ancapistão por meio de uma união popular pró-anarcocapitalista com o objetivo de declarar secessão em uma região de determinado pais, do que a população naturalmente ignorante se rebelar contra seus arrebatadores. Mas eu duvido que até mesmo isso ocorra, já que dificilmente alguém conseguiria formar um grupo assim, então nem perco tempo me iludindo.

  24. “Em maio, um tribunal na Holanda ordenou que a Shell reduzisse suas emissões, uma sentença que tornou outras petrolíferas relutantes em investir em novas explorações de petróleo e gás.”

    Explicado.

    Governos e tribunais em modo ativismo ecossocialista, afastando investimentos em energia e provocando pane no setor.

    Sem novidades no front.

    Depois o ”malvado” nos telejornais da imprensa ”imparssial” é o Brasil.

  25. Hoje a Rússia fechou um gasoduto que vai da Sibéria até a Alemanha. Corte no fornecimento. Preço do gás está disparando por causa da demanda no inverno europeu.

    Winter is coming para a Europa.

  26. Dmitry Medvedev zombando e sambando na cara da Alemanha. Eis aí as consequências de se dar ouvidos a ambientalistas:

    twitter.com/MedvedevRussiaE/status/1496112456858574849

    “German Chancellor Olaf Scholz has issued an order to halt the process of certifying the Nord Stream 2 gas pipeline. Well. Welcome to the brave new world where Europeans are very soon going to pay €2.000 for 1.000 cubic meters of natural gas!”

  27. Europa flexibiliza regras ambientais e agrícolas.

    Alemanha intensifica termoelétricas fósseis.

    EUA aumentam produção de petróleo no Alaska.

    Putin acordou o Ocidente.

  28. A Europa está considerando reabrir minas de carvão e usinas nucleares para substituir imediatamente o gás da Rússia.

    Isto foi afirmado por Thierry Breton, Comissário da UE para a Indústria e Mercado Interno.

  29. Depois dos carros, dos aviões, do bitcoin e sei lá mais o quê, agora os novos “vilões” do meio ambiente são os idosos:

    —–

    Pessoas acima de 60 anos emitem mais gases poluentes, aponta estudo

    Um novo estudo sobre pegada de carbono aponta que, quando o assunto são gerações, os baby boomers são os maiores vilões na emissão de gases poluentes. Só em 2005, pessoas com mais de 60 anos foram responsáveis por emitir 25% dos gases de efeito estufa. Dez anos depois, em 2015, o número chegou a 33%.

    “Os mais velhos costumavam ser econômicos. A geração que experimentou a Segunda Guerra Mundial foi cuidadosa com o consumo, mas os ‘novos idosos' são diferentes”, diz Edgar Hertwich, professor de Ecologia Industrial, em comunicado.

    Segundo a pesquisa da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, publicada em 9 de março no periódico Nature Climate Change, em 2005 pessoas acima de 60 anos tinham uma pegada de carbono menor do que as faixas etárias de 30 a 44 e de 45 a 59 anos. Dez anos depois, em 2015, os idosos alcançaram o mesmo nível da faixa de 45-59 anos, ultrapassando as anteriores.

    "Os baby boomers têm padrões de consumo diferentes da ‘geração quieta’ que nasceu no período 1928-1945. Os idosos de hoje gastam mais dinheiro em imóveis e consomem mais energia e alimentos", explica Hertwich.

    A pesquisa mapeou as emissões de gases de efeito estufa por idade, durante os anos de 2005, 2010 e 2015, na Noruega, Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Japão e 27 países da União Europeia. Os resultados mostraram que os idosos são responsáveis por uma parcela crescente das emissões de gases de efeito estufa nos 32 países; principalmente no Japão, onde o grupo foi culpado de mais da metade das emissões.

    Para o pesquisador Heran Zheng, o grupo de pessoas com mais de 60 anos já deve ter ultrapassado a faixa de 45-59 anos desde 2015, chegando no topo da escala de emissões. "Os hábitos de consumo dos idosos são mais rígidos. Um exemplo de melhoria seria que as pessoas se mudassem para casas menores assim que seus filhos saíssem de casa", diz.

    Continua: revistagalileu.globo.com/Um-So-Planeta/noticia/2022/03/pessoas-acima-de-60-anos-emitem-mais-gases-poluentes-aponta-estudo.html

  30. Nessas horas vemos o duplipensar canhoto:

    Consideram a garota sueca de 16 anos (á época) uma sumidade intelectual quando ao meio-ambiente, mas hesitam em punir de verdade um adolescente da mesma idade que comete crimes, alegando que este “não sabe o que faz”.

    Qual critério racional usamos para considerar alguém que “debuta” (no hemisfério norte a debutância ocorre por meio do “Sweet 16”) plenamente capaz para tudo na vida civil, sem relativizações, como os nossos 21 anos de idade, por exemplo?

    Obviamente que não há.

    Tentei encontrar via Goggle um texto, em forma de “carta aberta” em que os pais de uma garota fictícia, defensora e compradora do discurso de Greta, a ajudam a pôr em prática a proteção ao meio-ambiente, fazendo que esta passe a levar uma vida similar ao do começo do século XX, mas sem sucesso.

    Se o encontrasse, compartilharia no ato, pois sua leitura é de ótima valida ao tema.

  31. Pessoal, me expliquem, como chegamos a esse ponto que vivemos?

    Me refiro a:

    -Pronome neutro sendo amplamente aceito e propagado por jornalistas, escolas, professores e sociedade burguesa.

    – ATLETA TRANS COMPETINDO CONTRA MULHER CARA!!! ESSE É O PIOR!!

    E ta ai, MULHERES SENDO HUMILHADAS, um ABSURDO e ninguém FALA NADA cara, fica por isso mesmo. Um homem vestido de mulher ganhando tudo contra as mulheres. Cara isso não vai acaba não? Como vocês enxergam isso, só eu fico estarrecido com isso?

    – Uma porrada de empresa no cadastro colocando a opção alem de masculino e feminino como ”não binário”.

    Se eles são uma minoria barulhenta do twitter, porque conseguem o que conseguiram? Como as coisas que eu falei acima.

    Cara e essas manchetes nojentas e bizarras tipo:

    http://www.bbc.com/portuguese/geral-61102041

    Se for ver na UOL então, todo dia é uma degeneração.

    Cara a midia a uns 15 anos atrás não era essa nojeira não, o que aconteceu?

  32. Fica Bolsonaro!!!

    Ele Sim!

    oglobo.globo.com/economia/macroeconomia/governo-preve-novo-reajuste-para-servidores-publicos-em-2023-1-25478623?versao=amp

    Triste Brasil

  33. Olha só que “lindo”:

    Degrowth: Movimento defende retração da economia para salvar o planeta

    (…) [Um] movimento (…) quer rivalizar com o atual paradigma econômico global: o degrowth.

    O termo —que em português significa decrescimento— é quase autoexplicativo. Para os adeptos, é preciso abandonar a expansão da economia como um objetivo político e aceitar que a retração é a única forma de salvar o planeta de uma catástrofe climática.

    O modelo guarda certa proximidade com o ecossocialismo e, embora seja uma tendência relativamente marginal, vem ganhando espaço no debate ambiental.

    (…)

    Atualmente, um dos principais pensadores desse movimento é o antropólogo Jason Hickel, autor do livro “Less Is More: How Degrowth Will Save the World” (menos é mais: como o decrescimento vai salvar o mundo, em tradução livre).

    Segundo ele, não é possível conciliar expansão econômica e o fim das mudanças climáticas. Nem mesmo uma rápida guinada verde —com empresas e governos adotando princípios ambientais e sociais rigorosos— seria capaz de impedir um destino trágico para a humanidade.

    (…)

    Hickel define o degrowth como uma redução planejada do uso de energia e de recursos em países de alta renda, como estratégia para rebalancear a economia e reduzir desigualdades.

    “Trata-se de reduzir as formas de produção menos necessárias e concentrar a economia em atender às necessidades humanas e ao bem-estar, em vez da acumulação de capital”, afirma.

    (…)

    Na prática, o antropólogo defende diminuir as indústrias que considera ecologicamente destrutivas e socialmente menos necessárias, como combustíveis fósseis, fast fashion e até os SUV's. A obsolescência programada deveria ser proibida e a publicidade, limitada.

    Em contrapartida, o degrowth é a favor da expansão de setores como energias renováveis, saúde pública, agricultura regenerativa e serviços essenciais.

    (…)

    www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/06/movimento-defende-retracao-da-economia-para-salvar-o-planeta.shtml

  34. É impressionante o SILÊNCIO da grande mídia em relação à reativação das minas de carvão na Alemanha e Holanda.

    Se eles divulgam isto, tirariam força dos ataques da União Europeia à nossa soberania – Amazônia.

    Hipocrisia deste império de mentiras sendo ESCANCARADA.

  35. Entre 2019 e 2020 ocorreram incêndios na Califórnia, Rússia e Austrália e ninguém condenou o que ocorreu nesses países à época.

    Não houve sequer um melancia clamando para que a Sibéria ou o deserto ocidental da terra dos cangurus pudessem ser protegidos como “patrimônios da humanidade”.

    Aparentemente não é tão bacana irritar um certo Vladimir Putin, como sempre o é fazendo com Jair Bolsonaro.

    Quanto ao estado estadunidense, obviamente ninguém chiou (embora sejam frequentes queimadas similares lá) por tratar-se talvez do mais democrata daqueles estados. A ira melancia talvez se manifestasse, fosse o Texas pegando fogo.

    E não menos importante, Rússia, Austrália e Califórnia não contêm girafas a serem preservadas.

  36. Depois de 9 anos (sim a Dilma tentou também), o governo planeja fazer licitação em julho de fraturamento hidráulico (o fracking), no Programa Poço Transparente, do Programa de Parcerias e Investimentos.

    Como vocês sabem, a oposição não aceitou a derrota eleitoral em 2018 e irá fazer de tudo para sabotar isso. Sabendo que a legislação ambiental no Brasil é pior do que em muitos locais do mundo, fico algo pessimista.

    Até abriram consulta pública nesse ano, para ninguém depois falar que a “sociedade civil” não foi ouvida.

    Conforme dito, a YPFB lá na Bolívia está perfurando um monte de poço para explorar hidrocarbonetos. Ainda pode ser bom para o governo boliviano e o banco central, que está precisando de reservas internacionais.

  37. A fraqueza do homem europeu entregou sua soberania energética para Rússia e China, e seu território para os islâmicos.

    Como diriam os modernistas, foi uma AULE completa!

  38. Apenas em 2022 é que o mundo começou a descobrir que:

    – carvão é energia renovável;

    – sem o agro ninguém come;

    – pum da vaca não é tão ruim;

    – o euro não é tão bom;

    – se insistirem no Globalismo o presidente do mundo será chinês ou russo.

  39. Com as ondas extremas de calor na Europa, é certeza que as medidas para combate às mudanças climáticas serão intensificadas e com forte apoio popular. Veremos uma verdadeira corrida pela descarbonização logo após o fim da guerra da Ucrânia, mesmo com a reativação de algumas usinas elétricas a carvão.

  40. estado da california passou uma lei pra abolir a comercializaçao de motores a combustao

    mal se passou duas semanas e estao pedindo pras pessoas nao recarregarem carros eletricos em certos horarios porque nao tem eletricidade pra atender a demanda

    dizem que seres humanos sao racionais, mas nunca vi um animal irracional cortar as proprias pernas pra economizar sola de sapato

    nem holocausto nuclear, nem meteoro, nem supervulcao, se eu fosse votar no que eu acho que vai exterminar a humanidade é a cegueira ideologica

  41. estado da california passou uma lei pra abolir a comercializaçao de motores a combustao

    mal se passou duas semanas e estao pedindo pras pessoas nao recarregarem carros eletricos em certos horarios porque nao tem eletricidade pra atender a demanda

    ====Vi o Peter no Ancapsu comentando a façanha dos californianos. Quem fará a festa são os vendedores de veículos convencionais dos estados vizinhos, como Oregon, Arizona e Nevada.

    dizem que seres humanos sao racionais, mas nunca vi um animal irracional cortar as proprias pernas pra economizar sola de sapato

    =====Estão no mesmo time dos boçais que demonizam o agronegócio, sendo que até a comida saudável que consomem vem do mesmo. Os mesmos mentecaptos ignoram que agricultura “orgânica” só é funcional no micro, porém jamais no macro, o que causaria uma fome em proporções bíblicas. É uma categoria de humanóides, cujo habitat é apenas o Ocidente. Vê, se porventura na Rússia ou China (ou mesmo nos países islâmicos) se criam? Ativistas verdes, no país eslavo, inclusive enfrentam prisão.

    nem holocausto nuclear, nem meteoro, nem supervulcao, se eu fosse votar no que eu acho que vai exterminar a humanidade é a cegueira ideologica

    ======De novo, basta qualquer país com população mais briosa declarar guerra contra qualquer nação ocidental e esta sucumbe em muito pouco tempo. Usando o exemplo da ficção, se os aliens de Independence Day invadissem nosso planeta para dominá-lo, nem precisaria muito esforço, bastaria destruir Washington. Nova York, Chicago e Los Angeles cairiam sem o canhão de fogo das naves destruí-las, pois suas populações wokes se renderiam cantando “Imagine” ou soltando pombas brancas para comover os ETs. (risos)

  42. enquanto isso, na europa, os brilhantes politicos e burocratas determinaram um teto de lucro nas empresas de energia

    segundo os responsaveis pela crise atual, as empresas estao lucrando demais com a subida de preços

    mas fica melhor (ou pior, sei la)

    alem de impedir que as empresas possam reinvestir e ajustar a oferta, querem usar esse confisco pra financiar o consumo das familias “que estao sofrendo pra pagar a energia mais cara”

    ou seja, estrangular o lado da oferta e colocar o consumo em modo turbo

    se antes se achava que a europa ia sofrer blecaute e familias iriam congelar no inverno, agora é certeza

    oglobo.globo.com/economia/noticia/2022/09/europa-vai-limitar-lucro-das-empresas-de-energia-e-lanca-banco-com-euro-3-bi-para-hidrogenio-verde.ghtml

    e quando escrevo isso fora daqui tem militante tupiniquim que fica bravo, chega pra ofender e tudo mais haha, depois eu que sou colonialista ..

  43. É só olharem sobre a questão do Sri Lanka por exemplo, onde a ativista Vandana Shiva esteve ativa para impor as politicas ESG e conseguiram com que o governo implementasse o defensivo orgânico no pretexto de reduzir os efeitos do agente químico nas plantações. O resultado foi catastrófico, as safras foram totalmente perdidas pois o avanço das pragas não diminuíram e consequentemente não teve o retorno esperado pela demanda. A economia colapsou e o governo fugiu, a mídia mainstream no geral fala de fatores externos para maquiar o verdadeiro motivo, e notem, Vandana já participou de inúmeras palestras junto ao MST no Brasil, o que esperar disso? O resultado vocês já sabem…

  44. Tem um ditado que diz que tudo tem solução. Em 40 anos pesquisei varias alternativas na busca de um novo modelo de matriz energética que parecia funcionar porém não funcionava.

    Graças a anos de pesquisa encontrei a fórmula do novo modelo de matriz energética que não depende das questões climáticas e nem dos recursos naturais. O projeto abaixo citado poderá resolver a crise econômica mundial que foi gerada pela Covid-19 e a guerra da Rússia contra a Ucrânia já que, de acordo com os economistas, estamos entrando em uma recessão profunda.

    Fortaleza 30/12/22.

    O novo modelo de matriz energética não depende das questões climáticas e nem dos recursos naturais. De acordo com as leis da física a água de um reservatório tem a forma de subir na vertical, sem depender de bombas injetoras, dessa forma, em um espaço de 1000 metros de frente por 1000 metros de fundo, haveria um potencial energético de 10 hidrelétricas de Itaipu. Nesse caso, o custo da água retornar de onde foi injetada é praticamente zero.

    Antes da guerra da Rússia, enviei pinq para o departamento de energia dos EUA, porém eles responderam que não recebem projetos que não foram solicitados. Se eles tivessem analizado este projeto, a Europa não estaria sendo afetada pela crise energética atual, por isso preciso contatar o departamento de energia europeu, pois assim, poderia apresentar a proposta de um incentivo de 0,5%, que a Europa pode gastar na Tubulação de gás. Dessa forma, a Europa também poderia economizar 100 milhões de euros ao dia sem precisar do gás da Rússia.

    Inovação

    Tenho a patente de uma ferramenta para colocar mangueiras de polietileno na rede elétrica por controle remoto (ver vídeo em anexo), este projeto de 1342 start ups se posicionou entre as 6 melhores. Tenho o projeto de um novo modelo para a locomoção (levantamento) de deficientes sem a necessidade de levantar manualmente o deficiente da cadeira para retirar o cesto como ocorre com os modelos convencionais, este projeto já passou na primeira fase do projeto centelha do governo do Ceará.

    Atenciosamente,

    José Jue Ferreira de Almeida

    Aguardo a sua resposta.

    E-mail: Josué[email protected] Técnico de automação industrial.

    Telefone: +55 85 98799 4851.

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