Artigo originalmente publicado em dezembro de 2017. Com a proximidade das eleições presidenciais — em que começa a haver a ingênua crença de que “haverá mudanças” — sua mensagem se torna ainda mais necessária
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Há
duas semanas, a queda
do ditador do Zimbábue, Robert Mugabe, ganhou as manchetes dos jornais do mundo
inteiro, e foi recebida com grande alívio e esperança tanto pelos comentaristas
internacionais quanto pelos zimbabuenses.
Como
um todo, a sensação geral era a de um novo começo, algo extremamente necessário
e desejado para um país afundado há quatro décadas em hiperinflação, corrupção
e governo opressivo. Levando-se em conta a maneira como a notícia foi dada, parecia
haver poucas dúvidas de se tratar de uma transformação crucial, definitiva e decisiva
para esta nação africana.
E,
no entanto, se formos olhar mais atentamente, há sinais de que, apesar de toda
a sensação de esperança no Zimbábue, a remoção de Mugabe não trará a grande mudança
esperada. Mugabe “aposentou-se”
com imunidade, embolsou uma indenização de US$
10 milhões, e receberá um salário pelo resto de sua vida.
Ele
foi sucedido pelo seu vice-presidente, Emmerson Mnangagwa,
que liderou o suposto “golpe de estado” e faturou em cima dos protestos
públicos que já vinham ocorrendo há mais de um ano contra Mugabe. Com o novo
presidente, o domínio do partido União
Nacional Africana do Zimbabwe – Frente
Patriótica continuará intocado, assim como sua ideologia
marxista-leninista e seu politburo.
Como
é possível saber que as coisas não irão mudar?
É só olhar os padrões
Há
muitas similaridades entre a recente história do Zimbábue e a não tão distante
história das repúblicas socialistas, como a da minha terra natal, Romênia: de décadas
de opressão e pobreza à enorme esperança de um novo começo após a revolução que
derrubou o comunismo.
Um
importante aspecto em comum entre os dois regimes — o de Ceausescu e o de Mugabe
— é que nenhum dos dois era uma genuína autocracia, isto é, um estado “personalista”.
Um regime totalitário que dura quarenta anos não é uma façanha feita por um homem
apenas; trata-se de algo necessariamente apoiado e protegido por todo um enorme
aparato estatal, do qual o próprio ditador normalmente nada mais é do que um mero
porta-voz.
Este
aparato estatal normalmente acaba se degenerando em vários conflitos internos e
em pequenos grupos de interesse competindo entre si pela captura do poder. Em algumas
ocasiões, isso é alcançado por meio de mecanismos internos de “expurgos e purificações”;
em outras, uma revolução popular é necessária para mudar a figura do chefe de
governo. Ato contínuo, após a “revolução popular”, o aparato estatal se
reinventa e até mesmo troca seu rótulo e sua aparência externa, normalmente
adotando uma postura mais democrática e mais tolerante do que antes. No entanto,
sua composição interna em quase nada muda.
Para
os cidadãos oprimidos, a queda do ditador pode parecer o fim da ditadura ao
qual ele sempre esteve associado. Porém, embora ditadores caiam, o estado
sempre permanece. A corrupta e opressiva rede de interesses políticos,
extremamente habilidosa na arte da pilhagem, mantém seus tentáculos firmemente
agarrados na economia, no sistema jurídico e, é claro, na própria máquina pública.
Assim,
na prática, o aparato estatal é como um polvo que, ao ter uma cabeça derrubada,
simplesmente cresce outra em seu lugar.
Na
Romênia, a sangrenta revolução de 1989 foi sucedida por anos de transição e
reformas econômicas que simplesmente culminaram no partido social-democrata —
majoritariamente formado por ex-comunistas — capturando o poder e servindo aos
seus próprios interesses. Em si, a morte do autocrata trouxe apenas pequenas alterações
para o povo no front político e econômico. Embora tenha sido uma mudança, não foi
nenhuma mudança profunda. Ela não alterou o sistema, o qual continuou — com a
mesma ideologia e com os mesmos políticos de antes — afetando e destruindo a
economia, e restringindo as liberdades da população.
Como
sempre alertou Mises
nesse contexto, “todo socialista é um ditador disfarçado”.
Também nas democracias
É
importante ressaltar que esse mecanismo de auto-proteção do estado não ocorre
apenas nas ditaduras. Ele ocorre igualmente nas democracias. Só que, nestas, há
todo um aspecto de legitimidade.
Frequentemente,
as pessoas rejeitam a elite política — também chamada de “o establishment” —
que as está espoliando. Ato contínuo, exigem sua derrubada. No entanto, mesmo
que esta elite política seja retirada da linha de frente, o poder estatal e a
máquina pública continuam intactos. O que normalmente acontece é que apenas a
linha de frente (a face visível) da elite política é alterada; todo o resto continua
impávido. Toda a gigantesca máquina de exploração legalizada, toda a burocracia,
todas as leis criadas por políticos, todas as regulamentações, todos os jogos
de bastidores e todos os demais poderes estatais continuam intactos.
No
final, simplesmente houve uma troca da linha de frente da elite governante.
Esse
novo establishment pode ser igual, pior ou ligeiramente melhor do que aquele do
qual as pessoas acreditam ter se livrado. Por isso, na prática, tanto em uma
ditadura quanto em uma democracia, o máximo a que você pode aspirar é trocar
uma elite política ruim por outra que seja mais aceitável. E só. Todo o cerne
do problema continua inatacado: o aparato estatal.
Como
exemplos, o Leste Europeu derrubou seus establishments em 1989,
mas manteve seus estados, dando origem a economias mistas e
social-democratas. A Rússia se livrou dos bolcheviques em 1990 e colocou
em seu lugar uma oligarquia autoritária. Em ambos esses casos, os regimes
subsequentes eram melhores do que os anteriores. Por outro lado, na
primeira metade do século XX, México, Rússia, Espanha, Alemanha, Itália e
Argentina, e na segunda metade, Cuba e Venezuela derrubaram seus establishments
e os substituíram por outros ainda piores.
Logo,
a simples troca (ou derrubada) de um establishment ruim não é garantia de nada.
Conclusão
Quem
de fato comanda o estado, quem estipula as leis e as impinge, não são os políticos,
mas o estamento burocrático: isto é, a permanente estrutura burocrática formada
por pessoas imunes a eleições ou a troca de regimes. São estes que compõem o
verdadeiro aparato controlador do governo.
O
estamento burocrático é uma máquina estável que sempre procura fazer o sistema
funcionar em benefício próprio. Ele resiste a qualquer arroubo (revolucionário
ou reacionário) que possa causar desconforto.
Considerando
as perspectivas atuais, o Zimbábue pode até se auto-rotular agora como um país
livre ou mesmo uma democracia; porém, seus problemas — inflação, corrupção,
pobreza e falta de liberdade — continuarão normalmente. Acima de tudo, a mesma
elite política continua no poder. A diferença entre o passado e o futuro do
Zimbábue será visível, talvez, apenas no grau da opressão efetuada por seus
governantes.
Uma
genuína liberdade política e econômica requer ares completamente diferentes.
Nunca será possível respirar enquanto políticos estiverem determinando como e
quando as janelas podem ser abertas. É o ato de fazer este ar circular, e não o
ato de mudar o rosto dos opressores, que faz com que revoluções populares
possam ter um papel decisivo. A Revolução Americana continua sendo o melhor
exemplo.
Para fugir do sistema, você não tem de fazer uma revolução; você tem de fazer uma secessão. Você tem de retirar todo o seu apoio ao sistema vigente. Você tem de revogar a legitimidade que você conferiu a essas organizações. Você tem de fazer isso, e todas as outras pessoas também têm de fazer isso.
E isso não é uma coisa que pode ser organizada antecipadamente. Escândalo após escândalo, já deveria estar evidente que o estamento burocrático é incorrigível e que o sistema é irreparável. Ele não pode ser reformado. Ele não pode ser “capturado desde dentro”. Ele tem de deixar de ser financiado. O segredo da liberdade não é a revolução; o segredo da liberdade é a deixar de financiar a ordem centralizada existente.
Por exemplo, o segredo da estabilidade monetária e de uma moeda forte não é capturar o Banco Central e colocar lá “um dos nossos”, ou conceder a ela uma suposta independência. O segredo é a soberania monetária. Qualquer um utiliza a moeda que quiser sob uma ordem social de livre mercado. E isso só se consegue via secessão.
O segredo de uma melhor educação não é capturar e controlar o sistema público de ensino. O segredo de uma educação melhor é utilizar a internet (o que reduz sobremaneira os custos da educação), descentralizar todo o processo, e colocar os pais no controle do programa educacional de suas famílias.
O problema é que os conservadores e vários libertários são de lento aprendizado. Eles ainda insistem em dizer que o melhor a ser feito é capturar e controlar o sistema progressista, pois acreditam que têm um plano melhor para fazê-lo funcionar. Isso foi o que os bolcheviques fizeram com a burocracia do Czar. Isso foi o que os revolucionários franceses fizeram com a burocracia de Luís XVI. Isso foi o que os revolucionários americanos fizeram com a burocracia de George III. Isso é o que o sul dos EUA teria feito caso tivesse vencido.
A revolução tecnológica, a revolução “open source”, vai descentralizar o mundo de maneira mais intensa. A descentralização não vai levar a uma revolução. A descentralização vai levar à secessão. Refiro-me a uma secessão ao estilo de Gandhi. Refiro-me à retirada do apoio.
Você não tem de pegar em armas contra o estado; você simplesmente tem de se recusar a cooperar com ele. Agindo assim, você faz com que seja mais difícil e mais custoso para o estado tentar tiranizar você.
O estado, infelizmente, sempre será necessário para defender a propriedade privada. Afinal sem estado quem irá garantir que a sua casa é sua, e que ninguém mais forte irá tomar. Não vejo nenhuma solução além do estado para este problema.
derrubam o ditador, mas o bitcoin continua proibido por lá
Excelente texto. É muito interessante ver o comportamento do estamento burocrático atualmente no Brasil. Todo esse estamento beneficiou-se incrivelmente com os governos petistas. No entanto, com a mera ameaça do regime ruir, praticamente todos se transformaram do dia para a noite em anti-petistas e críticos do intervencionismo. A burocracia é bastante ágil quando o assunto é a manutenção do seu poder de influência.
O establishment já está um tanto perdido por causa das inovações tecnológicas. A elite governante está gradualmente perdendo o controle das comunicações, da educação, do desenvolvimento industrial, do planejamento civil, do consumo e de quase todo o resto. Os modelos antigos se tornaram antiquados e desacreditados, e os novos os estão substituindo, organicamente, de maneira duradoura.
Por isso, eleger um autocrata personalista, seja de esquerda (Lula) ou de direita (Bolsonaro, ainda que em menor intensidade), pode colocar tudo isso em risco. Um movimento político impulsionado pelo ressentimento pode conferir poder a uma nova forma de controle oligárquico, resultando em uma calamidade ainda maior, uma que ninguém poderá controlar.
Caro Mises,
Num cenário em que todo o aparato burocrático (ministérios, agências reguladores, bancos) fossem supostamente extintos, e esse pessoal que não faz nada não tivesse mais o nosso dinheiro e as benesses do governo, de que forma seria o impacto no mercado e na economia?
Att,
A maioria das pessoas é medíocre, vivendo apenas para garantir estarem vivas no dia seguinte. Não têm e nem se dão um propósito às próprias vidas. Por isso é tão fácil o establishment se manter: Ninguém está nem aí em levar uma vida de semi-escravidão.
"Se queremos que tudo permaneça como está, tudo deve mudar" – Giuseppe Tomasi di Lampedusa
Podemos dizer que, ao final da década de 80, o Brasil trocou seu establishment por outro pior?
OFF
Já houve aquele debate entre os austríacos e o Ciro Gomes? Se sim, alguém poderia me enviar uns links?
Se eu não tivesse família por aqui, eu daria risada.
O estamento burocrático tupiniquim se tornou tão sem vergonha que isso ficou óbvio para toda a população.
Interessante que a função básica do estado seria manter a paz, proteger o povo contra invasão de forças que o desdenhem, não permitir a escravidão e a pilhagem de seus cidadãos. Enfim, proteger o país de um monte de coisas que o estado brasileiro vem praticando contra seu povo.
O estado brasileiro ultrapassou todos os limites da ética e do respeito.
O governo troca leitos de hospitais por shows artísticos, jogos de futebol, olimpíadas, etc.
Parques, praças e museus são sustentados pelo estado, enquanto o povo toma tiro na rua por falta de segurança.
Funcionários públicos ganham auxílio moradia, pago com o dinheiro dos sem teto.
Enfim, o estado foi dominado por criminosos.
Ótimo artigo, apesar das constatações nada animadoras.
Um ponto que eu considero positivo nas democracias atuais é que elas têm sido bem-sucedidas em impedir justamente revoluções e, consequentemente, ditaduras. O bem-estar social deixou todo mundo muito acomodado para isso. Não é grande coisa, mas essa aparente tranquilidade é parada obrigatória para se lançar as bases para um “novo nível”.
Parafraseando Mises, se somente ideias não são suficientes para iluminar a escuridão, então só nos resta voltar a pensar em fazer revolução.
Duas palavras: desobediência civil.
Mas para isso é preciso gente corajosa, coisa que anda em falta aqui no Pindorama.
Tudo é bem simples de resolver na verdade.
Quer se livrar das titânicas taxas e burocracias? Bitcoin. Não quer depender do Estado para te proteger? Compre uma arma. Quer atrapalhar o avanço do Estado? Não pague impostos.
Simples.
Mas, ninguém aqui tem coragem de tomar nem essas simples iniciativas.
Já ouvi muito: “arma? Tenho medinho!”, “bitcoin? Cruzes!!”, “não pagar impostos? Que horror!”
Bananeiros sempre colocam impedimentos: “não, veja bem, não é assim, o povo não vai entender, vai virar anarquia, vamos dialogar, etc, etc, etc”.
Não basta ser bananeiro, tem que ser cagão.
Vim do mato e lá gostava de assustar as galinhas com um pisão do lado delas, algumas até aprendiam a voar, heheheh.
Pois bem, esse é o brasileiro: dê um pisão que ele sai se cagando feito galinha.
Povo de merda.
Povo inferior.
Merece cada imposto no lombo, cada político fungando no cangote e cada cusparada que leva na cara.
Att,
Anti-Estado
Há quem afirme que Maduro é apenas o fantoche do comitê que realmente controla a Venezuela: se der errado (ou seja, se ele cair), quem vai ser preso ou morto será ele.
Faz sentido.
Além disso, uma teoria para explicar como um ditador consegue controlar uma nação:
O ditador controla pessoalmente seis pessoas;
Cada uma dessas 6 pessoas controla mais seis pessoas;
Cada uma dessas 36 pessoas controla mais seis pessoas;
Cada uma dessas 216 pessoas controla mais seis pessoas;
Cada uma dessas 1296 pessoas controla mais seis pessoas;
E assim por diante, até abranger toda a população.
Logo, não há apenas um único ditador, mas sim toda uma hierarquia de ditadores.
* * *
Acredito que esse comentário seja apropriado para este artigo: O que voces acham de ”O Teatro das Tesouras”? Muitas pessoas ja me recomendaram e falaram bem dessa serie.
No caso brasileiro, tem um candidato que está pondo medo nas elites socialistas, mídias que dependem da grana pública e todo o setor público que não quer de jeito nenhum baixar impostos e liberar a economia.
Quando um cara assim causa esse desconforto é porque eles sabem que o cidadão quer acabar com essa sujidade.
Como não tenho opção, vou votar nele. Pelas reformas já.
Em que ponto chegamos hein?
Ou se vota num presidiário ou se vota num sugador de teta.
Mas veja que um consegue ser ainda pior que o outro.
Que desgraça! Que desgraça!
É necessário obrigar o estado a se comportar como uma empresa, prestar conta aos donos e nao obrigar quem nao pertencer ao clube a contribuir. Em suma, as oessoa vao se associar a quem lhe da o melhor resultado. O e stado comum se sustenta pela guerra contraoutros estados e de espoliar quem ta dentro.
Eu estou lamentando que alguns liberais não tenham percebido ainda a oportunidade que o Bolsonaro trouxe ao liberalismo econômico no Brasil.
Ele não precisa cumprir todo o plano de governo, basta resgatar o emprego e o crescimento econômico e os méritos vão ir para um economista liberal-chicaguista.
A boa notícia é que existe muitas áreas para reformar no Brasil, o que significa que efeitos positivos podem ser vistos no curto prazo.
A notícia ruim é que temos uma previdência rumando para quebrar. Com sorte, uma reforma é aprovada no fim do ano, antes do bolsonaro assumir, caso ele ganhe.
Ficando a impopularidade para o Temer
Este instituto aqui não tem apelo na sociedade, se quisessem algo sério ja tinham se manifestado mais na mídia, no linkedin, canais de tv, entre outros meios, nem vejo o tal do Leandro falando numa rádio, no linkedin, numa FGV, escrevendo artigos nos jornais e universidades, nada, nunca se dispôs a chegar na política e tentar mudar isso aí, esse povo do mises aí não quer saber de nada, só ficam falando falando falando. Falei ok.
LOS POLÍTICOS SON COMO UNA TORTUGA EN UN POSTE:
– NO ENTENDERÁS CÓMO LLEGÓ AHI.
– NO PODRÁS CREER QUE ESTÉ AHÍ.
– SABRÁS QUE NO PUDO HABER SUBIDO SOLITA AHÍ.
– ESTARÁS SEGURO QUE NO DEBERIA ESTAR AHÍ.
– SERÁS CONSCIENTE QUE NO VA A HACER NADA ÚTIL MIENTRAS ESTE AHÍ.
LO ÚNICO SENSATO SERÍA AYUDARLA A BAJAR.
POR LO TANTO, HAGAMOS LO MEJOR, NO PERMITAMOS QUE LAS TORTUGAS ESTÉN EN UN POSTE.
Como sempre o artigos do Instituto Von mises abrindo os olhos de quem não consegue enxergar sozinho. Obrigado.
Ronald Reagan: "La libertad nunca está a más de una generación de la extinción. No se la pasamos a nuestros hijos en el torrente sanguíneo. Se debe luchar por ella, protegerla, y transmitirsela a ellos para que hagan lo mismo".
Javier Milei – Argentina:
http://www.youtube.com/watch?v=TIpFVdfXASY
http://www.youtube.com/watch?v=hAQg0kdqf9I
http://www.youtube.com/watch?v=9jg0Rb8Gj8M
http://www.youtube.com/watch?v=9jg0Rb8Gj8M
http://www.youtube.com/watch?v=Ri2sr2SzeDI
http://www.youtube.com/watch?v=5GCObzusITo
Javier Milei:
"Estar dolarizado lo único que te asegura es que los políticos no te afanen".
Algún día la población comprenderá lo que el liberalismo propuso ya hace tiempo y lamentarán por el tiempo perdido.
En todo lugar donde hay un político chorro siempre hay un “economista” keynesiano para darle “sustento teórico” al mecanismo del afano.
Oi, Algum moderador pode me responder?
Isso é mais um clone do Instituto?
imb17.azurewebsites.net/Article.aspx?id=2190
O que vocês acham do Partido Novo?
Uma dúvida sobre economia, a lei da utilidade marginal é suficiente para colocar a propriedade intelectual em cheque?
Excelente artigo, como de se esperar aqui no Mises.
Tenho tido dificuldades de acessar diversos artigos pelo celular, já há bastante tempo. Não é generalizado, são alguns especificamente que não abrem de jeito nenhum. Isso acontece com mais alguém?
Quando escrevemos no gerúndio, o pronome vem sempre depois do verbo:
Este aparato estatal normalmente acaba (se degenerando) = errado
Este aparato estatal normalmente acaba (degenerando-se) = correto
Excelente texto!
http://www.youtube.com/watch?v=XP3D1sUSuzg
Pessoal, ficou pior ainda a situação do país. Em junho desse ano, a besta quadrada que sucedeu à ele tornou o dólar americano ilegal e voltou com o dólar zimbabuense.
Vejam como a inflação disparou depois de 2018 (embora os dados deles não sejam muito confiáveis).
Falando de Zimbábue:
– Apenas no acumulado de 2022, os juros no Zimbábue subiram em 140 pontos percentuais (os juros nominais no país são os maiores do mundo, 200 %);
– Apesar da alta nos juros, o M1 teve um crescimento explosivo de 2022 em diante (o país já voltou a ter hiperinflação);
Na última reunião, eles anunciaram a introdução de moedas de ouro que, segundo eles, poderão ser usadas como reserva de valor ante inflação.
O motivo de o M1 estar explodindo mesmo com a alta dos juros é um grande mistério.
Olavo falou algo consonante ao tema desse artigo em 24/12/2021.
Notem que os inquéritos começaram depois de o Bolsonaro ter assumido. Em 2018, o Alexandre de Moraes estava defendendo a liberdade de expressão em seu voto numa ação sobre biografias não-autorizadas. Houve alguns atropelos, mas fora do que vemos hoje. Há uns dez anos, houve vídeos de pessoas criticando as urnas e isso não era um problema.