Um esquema
Ponzi ou piramidal é uma operação fraudulenta, que seduz
e atrai aplicadores mediante a promessa de pagar-lhes retornos muito altos,
retornos esses obtidos com o dinheiro pago por novos aplicadores que
sucessivamente aceitam entrar no esquema, sem qualquer base em lucros
verdadeiros das aplicações.
Evidentemente,
esse tipo de fraude oferece ganhos de curto prazo altos para iludir e atrair
novos investidores, mas quem se apropria das elevadas remunerações são sempre
os primeiros a entrarem no esquema, tal como em uma pirâmide: o primeiro deles
— o seu criador — ganha mais do que todos os demais, depois os segundos, os
terceiros, e assim sucessivamente.
É
lógico que, para continuar a pagar retornos elevados, é necessário que o fluxo
de pessoas que entram no esquema e o fluxo de dinheiro sejam crescentes.
Obviamente, por não existirem retornos reais, já que o dinheiro é meramente
repassado dos últimos entrantes para os primeiros, o sistema acaba mais cedo ou
mais tarde ruindo e, dado que os membros mais antigos são pagos pelos novos
membros, estes últimos, então, assumem o prejuízo.
Em
outras palavras, como se pode ler nesta interessante
matéria, no topo da pirâmide estão o criador ou os criadores do esquema,
que atraem novos “investidores” com a promessa de dinheiro fácil e rendimentos
elevados (inclusive oferecem comissões elevadas para recrutar novos
“investidores”). Os “investidores” interessados em participar entregam o
dinheiro aos que estão no topo e estes pagam o retorno prometido, usando o
dinheiro captado pelas entradas e o dinheiro de outros “investidores” que
entram depois.
Este
tipo de esquemas de investimento é fraudulento, punível por lei e só
continuará a funcionar enquanto o número de novos “investidores” for suficiente
para sustentar os “investidores” antigos na pirâmide.
Esse
tipo de fraude financeira surgiu nos Estados Unidos em 1919, quando Carlo Ponzi, um emigrante
italiano, convenceu várias pessoas a investirem dinheiro na sua ideia, com a
promessa de um retorno exagerado (50% em prazo curtíssimo), pago mensalmente e
utilizando dinheiro de novos membros que entravam. Tratava-se da venda de notas
promissórias que, em sete meses, já exigia um número de novos investidores da
ordem de 20.000, praticamente impossível de manter-se em crescimento, o que
levou as autoridades a investigarem.
Logicamente,
o sistema começou a ruir por falta de novas adesões em número suficiente para
mantê-lo. Logo depois, veio o colapso e Ponzi foi condenado a cinco anos de
cadeia. Anos mais tarde, tentou um novo esquema semelhante na Flórida e foi
novamente condenado. Em seguida, foi deportado para a Itália, de onde emigrou
novamente, desta vez para o Brasil (o homem achava que era mesmo esperto), onde
terminou seus dias, no ano de 1949, em um hospital para indigentes na cidade do
Rio de Janeiro.
Um
dos casos recentes mais conhecidos desse esquema foi o de Bernard Madoff, ex-chairman da
Nasdaq, descoberto em 2008, que enganou bancos, empresas especializadas em
aplicações financeiras e muitos milionários. Esta famosa fraude teria alcançado
os 65 bilhões de dólares, o maior golpe financeiro conduzido por somente um
indivíduo. Em 2009, Madoff foi condenado a 130 anos de prisão por um
tribunal de Nova York.
No Brasil,
os três casos mais famosos foram: Fazendas Reunidas Boi Gordo (1998), Avestruz
Master (2004)
e TelexFree (2013).
Pois
bem. O leitor já parou por uns instantes
para perceber que o estado é um caso explícito de esquema Ponzi, com o
agravante de ser compulsório? Os que estão
no poder, ou seja, no alto da pirâmide, vivem à custa dos que se situam nas
camadas inferiores, em proporções crescentes, ou seja, quanto mais inferior a
posição na pirâmide, maior o sacrifício exigido e também maiores as perdas.
Somos
forçados a enriquecer o estado — que utiliza argumentos semelhantes aos de
Ponzi, Madoff e outros picaretas,
argumentos esses disfarçados de “serviços públicos” — de quatro formas
distintas, que nos levam inexoravelmente a perder no longo prazo: para
sustentar a realeza piramidal e os que lhe estão próximos, nós — os súditos —
temos de “financiá-los” com impostos, dívida interna, dívida externa e emissões
de moeda e expansões de crédito sem lastro em poupança.
Tal
como no esquema Ponzi, durante algum tempo a coisa se sustenta, e até mesmo as
camadas inferiores eventualmente obtêm ganhos, mas, como o sistema exige a
entrada permanente de recursos a taxas crescentes, mais cedo ou mais tarde o
esquema desmorona como um castelo de cartas. Basta um breve exame da Teoria Austríaca dos Ciclos
Econômicos, ou a leitura de O Caminho da Servidão,
de Hayek, ou da maioria das obras dos economistas austríacos, ou mesmo do
famoso The
Calculus of Consent, de Buchanan e Tullock, para entender por que um
belo dia (belo?) o sistema desmorona.
Para
manter-se no alto da pirâmide de Ponzi, tornam-se necessários mais e mais
impostos, mais e mais dívidas do estado e mais e mais moeda. O estado, no longo
prazo, se torna contabilmente falido, a carga tributária torna-se insuportável
e o desemprego surge como consequência da inflação plantada no passado.
A
diferença é que Carlo Ponzi, um estelionatário, nunca obrigou ninguém a ser
vítima de sua excessiva esperteza, enquanto o estado é um estelionatário
“legalizado” que, além de nunca ser condenado, ainda é idolatrado por milhões
de analfabetos em economia.
O
mundo de hoje, depois do crescimento exponencial do estado que vem se
verificando desde os anos 1930, é um claro exemplo, com raríssimas exceções, de
um esquema Ponzi estourado. O longo prazo chegou e muitos teimam em não
perceber a verdade de que a fraude do estado-babá chegou ao fim. Que o digam —
e apenas para citarmos alguns casos — a Grécia, Portugal, Itália e Europa em geral,
Japão, Estados Unidos, China, Brasil e toda a América Latina.
Obviamente,
os que estão no alto da pirâmide tentam fazer de tudo para lá manter-se, como,
por exemplo, o governo grego. Pois vejam que a Grécia está na bancarrota (confira a impressionante lista de suas inacreditáveis políticas)
e mesmo assim seu primeiro-ministro
socialista Alexis Tsipras “criticou os credores do país por insistirem
naquilo que descreve como reformas absurdas que só têm servido para impedir o
progresso das negociações para um acordo que evite que o país entre na
bancarrota”.
O
povo, por sua vez, que nada entende de economia, geralmente, em qualquer país
do mundo — e sempre levantando a bandeira rota do “progressismo”, sem o saber
e achando que está defendendo os seus “direitos” –, sempre se manifesta contra
as reformas do estado, essenciais para desmontarem o esquema Ponzi de que são
as próprias vítimas, inocentes úteis — e patriotas inúteis.
No
Brasil de 2015, assiste-se a uma hilariante — para não dizer revoltante —
discussão sobre a chamada “reforma fiscal”, com muitas vozes desmioladas (no
dizer do Professor José Manuel Moreira) jurando de pés juntos que a aludida
reforma não é necessária. Claro, estão no alto da pirâmide e não querem perder
seus ganhos, sejam materiais ou políticos. Mas não perceberam que o esquema
Ponzi estatal já ruiu há muito tempo e que nada, absolutamente nada, em termos
de populismo, será capaz de salvá-lo.
Ajustes fiscais não resolvem; é necessário
mudar o regime fiscal
É
consensual — salvo entre economistas de esquerda, que acreditam que gastos
públicos possuem o pretenso poder mágico de melhorar as vidas das pessoas — a
necessidade de um forte ajustamento nas contas do estado, para corrigir os descalabros praticados pela
equipe econômica do governo desde 2010 (a rigor, desde 2008).
Não
gosto da expressão “ajuste fiscal” porque ela dá a impressão de que bastam
alguns esforços de curto prazo — tarefa para cerca de um ano — nas áreas
da despesa e da receita (especialmente na última) para que as coisas sejam
recolocadas em ordem.
Prefiro a expressão mudança de regime fiscal, pois
esta indica a real profundidade do problema e, assim, aponta para o caminho
correto a ser tomado.
Para
esclarecer melhor, assinalo que uma alteração de regime é um conjunto de
medidas de longo alcance, que não se restringem ao curto prazo, mas representam
mudanças estruturais nas contas ditas “públicas”.
No
intuito de explicar minha preferência semântica, vou dar um exemplo simples, o
de uma família que durante muitos anos, mês após mês, gasta mais do que seus
membros ganham. (Em uma situação desse tipo, podemos dizer que o regime de
gastos e receitas dessa família é deficitário).
Suponhamos,
por exemplo, que a renda mensal dessa
família seja de R$ 5.000,00 e os gastos de R$ 6.000,00, o que gera um déficit anual de R$ 12.000,00. Admitamos, agora,
que, ao longo dos meses de janeiro a abril, os gastos caiam para R$ 5.000,00
(ou que a receita mensal aumente temporariamente nesse período para R$
6.000,00), ou seja, que a referida família faça um “ajuste fiscal” e assim
equilibre seu orçamento mensal.
Assim,
o déficit anual cai em R$ 4.000,00, passando de R$ 12.000,00 para R$ 8.000,00.
Mas
é imperioso não nos esquecermos de que o problema continua, ou seja, de que a
família continua endividada, com todos os problemas que tal situação acarreta.
Já
uma mudança no regime exigiria que em todos os meses — e não
apenas de janeiro a abril — os gastos não ultrapassassem a renda familiar, até
que a dívida desaparecesse integralmente.
Passemos
agora da semântica para a economia, enfatizando dois pontos.
O
primeiro é que o estado brasileiro precisa urgentemente de realizar uma
drástica alteração em seu regime fiscal. Quando um indivíduo que vive
permanentemente endividado decide mudar sua situação, ele tem as seguintes
possibilidades, que não são mutuamente excludentes: cortar seus gastos (mesmo
que tenha que tomar empréstimos para renegociar em bases melhores sua dívida
com o cheque especial, o cartão de crédito etc.) e aumentar sua renda. O mesmo acontece com uma empresa.
Com
o estado, porém, é diferente, pois, além dessas alternativas, ele pode — como
sempre faz — valer-se da dita dívida pública, do aumento de impostos e da emissão de moeda para
cobrir suas necessidades de financiamento.
Nossa
economia precisa, como condição necessária — embora não suficiente — de uma
forte e vigorosa — e posso até afirmar categoricamente: radical — mudança no
regime fiscal, porém conduzida nos seguintes termos: reforma tributária para
valer, com eliminação de nosso manicômio tributário, extinção da maioria dos
tributos e expressiva redução de alíquotas; e cortes profundíssimos nos gastos
do setor público, especialmente nos destinados ao custeio.
É
evidente que tais condições pressupõem reformas pesadas no estado, como a
administrativa, a previdenciária, uma desregulamentação severa, privatizações
abrangentes e conduzidas sem espalhafato e sem leilões, mas com a simples venda
em bolsa de ações das empresas estatais ao setor privado, e outras reformas que
apontem no mesmo sentido e que sejam respaldadas na convicção — infelizmente,
inexistente entre nós — de que o estado não é nosso patrão e muito menos nosso
pai, mas sim nosso criado e que, quanto menor seu tamanho, maior será o dos
indivíduos e empresas.
Medidas
nessa linha ainda se encaixam no plano dos sonhos e quimeras, mas somente elas
podem mudar de fato o regime fiscal, com a garantia de que no longo prazo,
primeiro, o estado será o menor possível, e segundo, que o equilíbrio de suas
contas estará garantido.
(Um
lembrete aos libertários radicais: não estou cá a defender filosoficamente
nenhum “estado mínimo”, pois também tenho a convicção de que o ideal seria seu
encolhimento e sua sujeição à competição; o que estou a tentar argumentar é
que, entre um estado gigantesco, um estado mínimo e um estado nulo, dado que o
último é — pelo menos nos dias que correm — inviável, temos que ficar com o
segundo, que é infinitamente superior ao primeiro em termos de proporcionar o
bem estar individual.)
O
segundo ponto que me propus a esclarecer decorre do primeiro. Por mais que se tente fazer o propalado “ajuste fiscal” e
considerando com otimismo (e ingenuidade) que tal êxito seja logrado, mesmo que
conduzindo o ajuste em aumento de receitas (e não em cortes de despesas), os
problemas de nossa economia, com muita sorte, poderão apenas ser
reduzidos, e mesmo assim de modo muito efêmero, pois suas causas — das quais a
principal são o tamanho gigantesco do estado, a centralização que manda às
favas o federalismo e o princípio da subsidiariedade, a intromissão
do governo na vida das pessoas e o desincentivo ao trabalho e à atividade
empreendedora — permanecerão,
na melhor das hipóteses, intocadas e, serão, na mais realista, agravadas.
Ou
seja, o “ajuste fiscal” — que não irá acontecer nem mesmo em 2017 — simplesmente não vai resolver os graves
problemas de nossa economia. Tudo leva a crer que esse ajuste será calcado em
aumentos de tributos. Sendo assim, a
natureza do ajuste que está em curso nos induz a denominá-lo de “ajuste
tributário” e não de “ajuste fiscal”, pois o último deveria incluir severos
cortes de despesas.
Portanto,
parece bem realista supor que, se as contas públicas fores equilibradas em, digamos, dois
anos, é praticamente certo que os gastos voltarão a crescer
por motivos políticos (e, neste governo, ideológicos) e os problemas econômicos
ressurgirão mais à frente, lançando fora todo o sacrifício que já está e
continuará a ser exigido da população durante o período do ajuste.
“Ajustes
fiscais” possuem natureza keynesiana porque trazem embutida a falsa
ideia de que as chamadas políticas de “sintonia fina” devem ser seguidas à
risca, o que contraria a teoria austríaca e — mais do que isso — agride a
realidade. A história dos ciclos econômicos está aí mesmo para comprovar minha
afirmativa, bem como a leitura de qualquer manual de Macroeconomia, para
demonstrar a crença no argumento da necessidade do fine tuning.
Sublata
causa, tollitur effectus, diziam com sabedoria nossos
bisavós romanos. “Ajustes fiscais” não atacam as causas do gravíssimo problema
do estado brasileiro, inflado, ineficiente, explorador, corrupto, insaciável,
perdulário, estroina, rufião, de índole ditatorial e, acima de tudo, Ponzi.
Restringem-se tais “ajustes” a remediar temporariamente efeitos, mantendo as
causas dos problemas intocadas. Logo, não são capazes de proporcionar qualquer
solução, são apenas paliativos. Amargos, sim, mas sempre meros paliativos,
simples protelatórios, reles postergatórios, grosseiros procrastinatórios.
Mudar
o regime fiscal é condição necessária para a verdadeira solução. Exige, sem
dúvida, sacrifícios temporários, mas que resolvem definitivamente e são
sentidos de uma só vez; já os ajustes, embora exigindo também sacrifícios da
população, apenas empurram para adiante os problemas, que vão se agravando cada
vez mais, além de exigirem periodicamente mais apertos.
Penso
ser obrigação de todo liberal/libertário enfatizar, dentre tantos outros
pleitos, que nosso regime fiscal tem de ser drasticamente alterado. Sei que no
momento isto é impossível, mas minha convicção é a de que todos os liberais/libertários
devem se unir e bater nesta tecla, especialmente entre os jovens e mesmo
sabendo que não podemos contar com o apoio da chamada “grande mídia”, que está
quase que completamente contaminada pelos vícios da idolatria ao estado.
Os
padrões da teoria econômica e política que vêm sendo ensinados nas universidades
e papagueados sem qualquer reflexão pela mídia precisam mudar com urgência. O
fracasso da mainstream economics é, a esta altura, claramente
patente. É tempo de se estudar nas universidades e é nosso dever procurar
popularizar em linguagem acessível os ensinamentos da Escola Austríaca e da
Escola da Escolha Pública.
Atualmente, o maior ralo de dinheiro parece ser a previdência social, este sim um esquema Ponzi clássico. Mais cedo ou mais tarde, a Previdência vai ser destruída.
O problema é a democracia.
Democracia e capitalismo não combinam a longo prazo, pois a primeira irá dominar o segundo.
“Um lembrete aos libertários radicais: não estou cá a defender filosoficamente nenhum “estado mínimo”, pois também tenho a convicção de que o ideal seria seu encolhimento e sua sujeição à competição; o que estou a tentar argumentar é que, entre um estado gigantesco, um estado mínimo e um estado nulo, dado que o último é — pelo menos nos dias que correm — inviável, temos que ficar com o segundo, que é infinitamente superior ao primeiro em termos de proporcionar o bem estar individual”
Prevejo libertários chamando o Professor Ubiratan de esquerdista. E a mim também.
Genial essa analogia,
somente os tolos acreditam que o estado fornece benefícios através de impostos, eles querem é arrecadar cada dia mais para manter esse esquema sanguessuga.
Parabéns Ubiratan por este artigo reflexivo.
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Precisamos fazer pressão no governo para que um João “Sem Terra” assine uma Carta Magna libertando os brasileiros dessa classe aristocrática reinante desde a época das capitanias hereditárias.
O estado é em sua essência tudo o que ele mais condena e proíbe. Um anacrônico e contraditório arranjo que tem como resultado da sua expansão a falência dos meios de produção e o endividamento dos indivíduos.
Estou pensando seriamente que o modelo Anarcocapitalista/AnarcoLibertatio/Anarquista de Mercado, está correto em defender que os poderes do Estado devem concorrer com o livre mercado diretamente pela preferência do consumidor(e ex-pagador de impostos compulsórios). Não quero dizer que esse sistema pode realmente funcionar como dizem os seus defensores, mas eu realmente não encontro hoje grandes motivos para defender uma sociedade sem nenhuma alternativa ao Estado democrático liberal. Mas continuo defendendo o Estado minimo laissez-faire como único caminho para se alcançar uma sociedade sem Estado algum dia.
Muito bom artigo.
Os que são sustentados não podem ter mais poder do que os que sustentam a não ser num sistema de escravidão.
Caberia aqui uma proposta de reforma tributária, reforma trabalhista, reforma monetária, reforma administrativa (reforma do estado). Algo assim:
1. Três níveis de governo: três impostos
1.1. Municipal: IPT – Imposto sobre Propriedade Territorial (somente) – 1% (max) do valor de venda do imóvel/terreno
1.2. Estadual: ICMS – Imposto sobre Mercadorias e Serviços (somente) – 10% (max) sobre o valor do bem ou do serviço
1.3. Federal: II – Imposto sobre importações – 30% (max) sobre bens importados (qualquer), tarifa flat.
(Aqui significa que não mexemos em quase nada dos estados e municípios, mas fundamentalmente na esfera federal)
2. A prefeitura arrecada todos os impostos e repassa para as respectivas esferas. Nada das empresas recolherem para Brasília e daí redistribuir para
3. Liberdade para os estados e prefeituras definirem a alíquota (oficialização da “guerra fiscal”)
4. Nova moeda (Real-dólar RD$) – é o real ancorado no dólar uma taxa definida segundo as reservas e a base monetárias atuais. Transformação do BACEN em um Curency Board com a única função de trocar RD$ por dólares. Aumento da base monetária em 2% ao ano com dinheiro indo diretamente para a previdência.
5. Divisão das contas da previdência: uma para aposentadorias (a previdência propriamente falando) e a outra a segurança social (essa necessariamente deficitária, seria bancada pelos impostos federais e por um eventual superavit da previdência)
6. 100% das contas bancárias para saque lastreada 100% em RD$. Contas poupança e demais aplicações a prazo voltam a ter a característica de prazo: poupança: 30 dias, outras aplicações, conforme o caso.
7. Na folha de pagamento, somente desconto pra previdência (para aposentadoria – o trabalhador deve fazer um contrato que permita o governo fazer esta retirada no banco de recebimento do salário), vale transporte (pelo empregador) e FGTS – o qual vai para um conta poupança normal (com rendimentos iguais a da poupança) e retirada em caso de financiamentos (pode servir como hoje para compra da casa própria, mas pode servir como colateral para outros tipos de financiamentos). Os sindicatos ficam livres para negociar com os patrões o pagamento do 13º todos os meses, em alguns meses do ano ou no final do ano.
8.Liberação de importação de qualquer produto (pra não mexer demais) exceto drogas e armas.
9. Liberação de produção e exportação de qualquer produto (pra não mexer demais) exceto drogas e armas.
10. Venda em bolsa de todas as estatais (incluindo a Petrobrás).
11. Fim de novos empréstimos do BNDES – ele só vai existir pra receber os valores devidos pelas empresas que já pegaram empréstimos.
12. Privatização da caixa e do BB.
13. Privatização das agências reguladoras, que passam a ter funções normativas (definição dos padrões), assim como a ABNT.
14. Redução drástica da quantidade de ministérios. Fim da “política industrial”.
15. Leis severas contra a corrupção.
16. E, principalmente, calote em toda a dívida pública.
Se precisar mesmo (até se completar as reformas) pode-se recorrer ao IR (imposto sobre a renda), pagos anualmente (nunca em folha) e com uma tarifa flat, tipo 15%. Para financiar diretamente a educação, transformar o P&D da lei de informática em algo genérico e fazer as empresas investirem diretamente nas escolas públicas e fundações educacionais sem fim lucrativos 5% do valor devido do IR.
Já falaram, mas não custa repetir: previdência social, social security e afins sào os esquemas Ponzi mais claros. E por serem os mais óbvios, devem ser os primeiros a serem atacados, de forma a começar o processo de devolução da renda que pertence legitimamente ao trabalhador.
O problema do estado brasileiro é que ele é gigante e ineficiente. Para mim, basta que ele se ocupe das funções de Saúde, Segurança, Previdência Social, Direitos Trabalhistas e Justiça(“gratuitos”, é claro). Diminuir os impostos também. Um único imposto e baixo para todos.
Grande texto. É o tipo de coisa que deveria estar sendo publicada em todos os jornais de grande circulação. infelizmente, está longe de ser a realidade.
Qualquer modificação no regime fiscal deveria atacar com mais intensidade os impostos federais, como forma de refazer o equilíbrio federativo, que já foi perdido faz tempo. Provavelmente a parte mais sensível é o corte de gastos, pois mexe com interesses e “direitos”. Deve haver um time muito bem preparado em termos de estratégia política, senão certamente o governo é derrubado sem conseguir realizar a tarefa.
A maior manifestação do esquema Ponzi patrocinado pelo Estado são suas gigantescas dívidas públicas. Os Estados modernos (e não só o Brasil) têm gerado imensas dívidas públicas, que serão pagas penosamente pelas futuras gerações, ou não serão pagas, em calotes gigantescos que podem desestruturar o sistema financeiro mundial.
As dívidas públicas per capita são simplesmente absurdas: cada brasileiro já nasce devendo mais de R$ 11 mil, a juros que atualmente estão acima de 13% ao ano.
Ao ler a frase:
“Anos mais tarde, tentou um novo esquema semelhante na Flórida e foi novamente condenado. Em seguida, foi deportado para a Itália, de onde emigrou novamente, desta vez para o Brasil”
não pude conter um certo sarcasmo em saber que, se ele tivesse nascido mais recentemente e emigrado para cá por agora, teria grandes oportunidades de ter tido sucesso.
Mas não concordo que o Estado é um esquema Ponzi, pois neste você tem a escolha de cair fora. Já com o Estado…
Aliás, já falando em Estado, ouvi de fontes duvidosas que a rainha do Brasil anda tramando com seu bobo da corte em reeditar um velho imposto, disfarçado de contribuição, que por muito tempo assolou nossas transações bancárias. Um certo imposto que era originalmente destinado à ‘saúde’, mas que todos nós sabíamos ser a ‘saúde dos políticos’.
Eu SEMPRE leio qualquer coisa que escreve o Prof. Ubiratan e o Leandro Roque.
Se o senhor Levy acredita que a solução é aumentar os impostos,
por que ele não os eleva para 100% de vez?
* * *
Completando o texto: "A herança de Dilma Rousseff: OS 4 GRAVES ERROS DE LULA" (que posto abaixo) eu acrescentaria um QUINTO grave erro de Lula que também foi gravíssimo e nos empurrou ainda mais rápido para o buraco:
ERRO 5- INCHOU A MÁQUINA PUBLICA "como nunca antes na história do Brasil":
– criou milhares de "cargos de confiança"para apadrinhados (com ótima remuneração e sem concurso público);
– aumentou o número de ministérios, embaixadas e consulados em países sem importância na política nacional, para acomodar aliados;
– emprestou a fundo perdido bilhões de dólares do BNDES a países que considerava aliados (de mesma ideologia política);
– perdoou dívidas de outros países sem autorização do Congresso Nacional que representa a população que era dona do dinheiro;
– investiu em obras irrelevantes e super faturadas para garantir visibilidade externa em eventos que se revelaram péssimos investimentos como a Copa do Mundo e Olimpíadas, e ainda expôs a má administração e a corrupção interna brasileira;
– aumentou enormemente os gastos do governo com mordomias e Cartões Corporativos sem controle algum e sem transparência, que para se sustentarem inventou-se os "gastos secretos de segurança nacional";
A herança de Dilma Rousseff: OS 4 GRAVES ERROS DE LULA
QUATRO ERROS MAIS GRAVES COMETIDOS por Lula enquanto presidente que resultaram na grave crise que enfrentamos hoje:
ERRO 1- ESTRATÉGIA POLÍTICA:
Lula sempre achou que um tapinha nas costas, uma conversa ao pé do ouvido resolviam conflitos. Ele odiava mediar conflitos, tentava evitá-los e agradar a todos;
Por esta razão muitos parlamentares passaram de SIMPLES INTERESSEIROS a CHANTAGISTAS que colocavam o governo contra a parede.
Daí surgiu a brilhante idéia: pagar um Mensalão para comprar a fidelidade dos ALIADOS!!!
A partir daí tudo piorou.
A cúpula petista foi desmascarada e presa, não sobrou ninguém para substituir Lula, que "inventou" Dilma.
Os políticos que foram mimados por Lula, perceberam que tinham espaço e passaram a fazer muito mais pressão por cargos, muito dinheiro para suas emendas e o governo foi loteado e dividido entre os mais influentes.
E assim a corrupção foi generalizada em todos os órgãos, empresas e instituições: nada se fazia sem "um por fora" cujo valor foi crescendo até quase destruir empresas gigantes como a Petrobras e Eletrobrás, além de destruir a percepção de ética no Brasil.
E a população que nunca primou pelo excesso de honestidade, passou a se pautar pelos exemplos que viam todos os dias;
ERRO 2- POLÍTICA ECONÔMICA:
Lula que nunca entendeu nada de economia, bolou um "grande plano de crescimento" para o Brasil.
Dizia ele: "Companheiros, é muito fácil agradar pobre…".
Pensou que liberando crédito fácil para o povo e diminuindo impostos (IPI,CIDE,) este povo iria torrar tudo em compras e fazer girar a roda da economia.
Os empresários ficariam felizes vendendo como água e o povo se encheria de tudo que quisessem comprar, até carros e imóveis.
Esqueceu um detalhe: sem incentivo e com alta carga tributária, salários em alta, o conhecido CUSTO BRASIL, as empresas não puderam investir no aumento da produção.
Os produtos ficaram escassos e caros devido à alta demanda e o povo foi se endividando;
O tal crescimento não era sustentável e foi pago com o suor dos mais pobres que pagam dívidas com um dos juros mais altos do mundo;
E para provar que não tinha capacidade para gerir uma economia complexa como a brasileira, Lula e o PT não souberam aproveitar o bom momento com o aumento dos preços internacionais de commodities, uma grande vantagem que teve seu governo para aumentar o superávit e melhorar as contas internas.
As commodities se valorizaram devido à demanda do planeta China por produtos agrícolas e minérios e não à "competência" administrativa de Lula.
O Brasil perdeu tempo precioso porque não investiu na produção nacional, pelo contrário passou importar muito mais destruindo a concorrência dos produtos nacionais.
A farra continuou enquanto o mundo se manteve comprando commodities e mandando dólares para o Brasil. O que não ocorre mais devido a inúmeras crises que se espalham pelo mundo desde climáticas, sociais, econômicas, políticas, até religiosas.
ERRO 3- POLÍTICA EXTERIOR
A "estratégia brilhante" de Lula foi desprezar os grandes mercados que sempre compraram do Brasil, Europa e EUA principalmente, e passou a tentar vender para países da África, Oriente Médio, China e Rússia.
Ele achava que os chineses eram "parceiros" do Brasil e compravam mais.
A tática funcionou por um tempo enquanto a China crescia mais que o resto do mundo e comprava do Brasil principalmente minérios entre outras commodities.
Um grave erro.
Além de nos fazer voltar ao tempo em que vendíamos apenas produtos primários a preços depreciados e importávamos manufaturados de maior valor agregado, voltamos a ser o celeiro do mundo, como há décadas atrás, e ficamos muito dependentes do crescimento da China que, quando desacelerou, diminuiu suas importações do Brasil fazendo despencar o valor dos produtos.
Além do que, a China NUNCA foi parceira de ninguém porque só olha os próprios interesses e está destruindo as indústrias de todos os países com seus produtos baratos e mão de obra semi-escrava.
ERRO 4- MULTIPLICOU INJUSTIÇAS
Sacrifica alguns para beneficiar outros, sem exigir retribuição.
Os programas de "transferência" de renda já tem seu equívoco no nome.
Ao invés de INCENTIVAR A CRIAÇÃO DE RENDA ele faz uma simples TRANSFERÊNCIA DA RENDA de uns COITADOS que, por alguns centavos, ficam na LINHA DE EXCLUSÃO dos programas, dando tudo para outros que passam a ganhar tudo de graça.
Alguns ganham tudo e outros pagam por tudo. Paga inclusive para seu vizinho de semelhante nível social que ganha de graça com a tal "transferência" de renda.
O programa conhecido como "Luz para Tolos" tem altíssimos custos espalhando pelo Brasil postes caros ao lado de taperas e barracos e terminou deixando a todos na TOTAL DEPENDÊNCIA DO FORNECIMENTO ESTATAL de energia.
Em oposição a este absurdo, países pobres da África e Ásia tem programas muito mais eficientes de energia solar de graça, e muitos recebem remuneração por devolverem à rede a energia que captaram e não precisaram usar.
O programa Minha Casa Minha Vida é outra excrescência. Também a começar pelo nome ofensivo, como se uma simples casa fosse a vida de uma pessoa.
Empreiteiras corrompidas por políticos desonestos superfaturam obras e entregam subprodutos. E muitos daqueles que são obrigados a pagar a roubalheira, não conseguem ter suas casas.
O PROUNI privatizou o ensino superior.
O governo paga donos de escolas, cuja qualidade de ensino é péssima, para que eles aceitem estudantes que não podem, ou dizem, que não podem pagar.
Enquanto que uma família que ganhe 1 real acima da faixa de corte terá que pagar por tudo, desde matrículas, mensalidades, refeições, transportes, etc.
O estrago causado por estas fraudes e falta de noção de realidade do governo vai muito além e custará muito em tempo, dinheiro e sacrifícios para as imprescindíveis correções.
E como se todo este retrocesso não fosse o bastante, ainda temos que suportar URNAS ELETRÔNICAS BRASILEIRAS que, sem ter como comprovar o voto, são a maior fraude já vista e tolerada por qualquer democracia no mundo.
Vejam essa pérola da mídia mortadela diferenciando direita x esquerda.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/redes-sociais-mostram-que-brasileiros-nao-sabem-o-que-e-ser-de-direita-e-esquerda-por-patrycia-monteiro/
"Chamar o PT de comunista revela desconhecimento sobre o real significado do termo. Faz parte do jogo político rasteiro de desqualificar o adversário e amedrontar os incautos. Essa retórica foi usada no Estado Novo, na ditadura militar e está sendo usada novamente agora. De comunista o PT não tem absolutamente nada. A experiência do partido no governo mostrou seu apego pela economia de mercado e pela conciliação dos interesses das classes sociais", afirma o sociólogo Wagner Iglecias, professor da Universidade de São Paulo (USP), explicando que o comunismo é um sistema político e econômico que faz parte da utopia de esquerda, sendo uma etapa posterior ao Socialismo, no qual os meios de produção seriam coletivizados, existindo somente uma classe social (a classe trabalhadora) e o Estado deixaria de ser necessário.
Para Iglecias, as principais características do pensamento de esquerda são a defesa da igualdade social e a crítica radical e profunda ao sistema capitalista. "As esquerdas, em geral, baseiam sua visão de mundo e sua atuação política tendo como princípio a igualdade entre os indivíduos. Esse é um objetivo impossível de ser atingido, em seus variados aspectos, em um regime capitalista, onde a mola mestra é a distribuição desigual e progressivamente concentrada dos frutos do trabalho humano. Não garantida a igualdade, para as esquerdas a própria concepção de liberdade fica seriamente ameaçada. Segundo esta perspectiva, não é possível ser livre num sistema onde não se garante sequer as mínimas condições de igualdade", afirma.
Roseli Coelho explica que o nazismo foi um movimento político da ultradireita alemã que propunha o nacionalismo exacerbado, a perseguição aos judeus e outros grupos sociais, fazendo uso generalizado da violência contra seus opositores. Ou seja, um regime totalitário. "Na forma como usamos atualmente, nazismo e fascismo são sinônimos para definir propostas ou formas de atuação baseadas nas práticas adotadas por aqueles regimes. Particularmente, as práticas da propaganda nazifascista, que era baseada sobretudo na mentira repetida milhões de vezes e na demonização do inimigo", reflete.
Ricci reforça que o nazismo e fascismo foram lógicas totalitárias de direita, de perseguição de todas as forças de esquerda, incluindo homossexuais e migrantes. "São práticas mobilizadoras que cerceiam a divergência política. Pregam a intolerância e geram forte sobreposição da noção de nação, Estado e governo. Quase sempre a orientação geral de comportamento vem de uma liderança carismática, que desenvolve um forte discurso emocional e moralista e de perseguição aos que consideram inimigos da pureza e da moral nacional.
Por que o texto tem data de hoje e os comentários têm data de 2015?
Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.
Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.
Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.
Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:
Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.
Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.
Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.
Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política…e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.
Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.
Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.
Trabalharíamos como se fossemos “fantasmas”. O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.
É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.
Para os interessados meu email NOVO é [email protected]
Nazismo de ultradireita? Típico de gente que não sabe nem o básico. O nazismo era o PT da Alemanha!
Por gentileza, os colegas sabem se aqui no sítio do Mises tem um tópico ou artigos sobre a Teoria da Escola da Escolha Pública a qual o autor cita na última linha?
Obrigado.
Hoje abri o site carta capital, às vezes o acesso pra ver as merdas que eles escrevem por lá, e vi uma foto do Mises na homepage. Abri o texto e li ao cabo o seguinte trecho que vou postar só pra descontrair:
“Por aqui, a moda Mises está começando a pegar. O libera-geral das terceirizações é só o prólogo do filme de terror que aguarda os trabalhadores brasileiros. No afã de se cacifar perante o mercado para o cargo de presidente, o ainda vice Michel Temer já acena com uma pesada reforma trabalhista. Nessa toada, os brasileiros da base da pirâmide social já podem preparar a camiseta: "Mais Mises, menos direitos".”
kkk
Cartacapital conhece Mises,muitos congressistas conhecem Mises,todo mundo conhece Jesus Cristo mas poucos o seguem,portanto esses esquerdistas de coração duro são semelhantes aos anti-cristãos e ateus que não aceitam as doutrinas cristãs,portanto conhecer não basta é preciso proclamar as boas-novas da TACE e aplicar suas teorias no dia-a-dia.
Cartacapital nunca irá reconhecer que Mises tinha razão,os esquerdistas são uns asnos ambulantes e não reconhecem que o socialismo é um fracasso na prática e viva o IMB esse site que é uma luz na escuridão e obscurantismo estatal nos dias em que vivemos e no futuro também,enfim o socialismo é uma bela idéia no papel,mas uma merda na prática para não dizer outras coisas impublicáveis.
Um abraço a todos e abaixo esse estado Ponzi.
No artigo da Carta Capital eles falam dos “trinta gloriosos” fruto do walfare state. O que propiciou os trinta gloriosos e porque não devemos imitar?
http://www.cartacapital.com.br/politica/mais-mises-menos-direitos
A situação brasileira é pré-falimentar. Se não forem revistos programas sociais, se não houver reforma na previdência social, se o salário mínimo não for desvinculado das aposentadorias, se a DRU não for flexibilizada, etc..etc..o Brasil quebrará nos próximos 24 meses.
Dr. Ubiratan, não consigo vislumbrar o Estado como uma pirâmide. Há sim alguns setores públicos que podem ser caracterizados desta forma, o mais conhecido é o sistema previdenciário, que, de fato, só está falido por conta da ingerência de décadas de políticas usurpadoras, mas o Estado em si, e seu sistema de arrecadação por “contribuição compulsória”, me parece mais como um sistema ineficiente de prestação de serviços, levando-se em conta a realidade brasileira, é claro.
Me parece claro que o nosso problema não é um sistema de investimento em pirâmide, o nosso problema está diretamente relacionado ao vazamento de recursos por corrupção e emparelhamento estatal, pois existem muitos países cujo sistema financeiro estatal é eficiente, e já funciona por décadas e por mais de 5 gerações, o que comprova que não é pirâmide. No Brasil, o esquema de governo por meio de favorecimento a deputados e senadores, que negociam aprovações e reprovações de leis e regimentos, é um sistema corrupto, mesmo que não envolva diretamente a circulação de moeda. Parece que todos toam esta forma de governo como normal, mas não é, a aprovação e reprovação de leis e regimentos precisa ser feita com base em conhecimento técnico, não em negociatas para aprovações e reprovações. O propagandeado “governo de coalisão” não passa de corrupção ativa legalizada, e isso deveria ser combatido veementemente.
Independentemente de termos sistemas de governo de direita ou de esquerda, deveríamos ter o GOVERNO PARA TODOS, onde o trabalhador não é usurpado em seu trabalho por meio de impostos sobre trabalho, onde empresas precisam ter seu cunho social e, principalmente, onde o fomento ao conhecimento por meio do desenvolvimento científico e artístico seja o foco principal. A riqueza e o crescimento precisa vir do trabalho e da produção, não do governo, que deveria existir só para organizar e regular isso tudo. Mas o governo não quer só organizar e regular, quer ser sócio de tudo e de todos, e isso sim é o principal problema, pois é um sócio que não investe, só tira.