Voltar

A defesa moral do capitalismo

Uma
das razões de nossa moral estar hoje tão deturpada é porque, vários anos atrás,
nossos pais, avós e bisavós fizeram várias concessões aos inimigos da liberdade
justamente em termos morais.  Para ser
mais específico, eles permitiram que os inimigos da liberdade pudessem se
arvorar os únicos detentores da superioridade moral.

Aqueles
que defendiam o socialismo, o comunismo e o fascismo ganharam credibilidade
perante o nascente movimento progressista, e o movimento progressista ganhou
credibilidade perante todas as gerações de lá pra cá.

Essas
ideias, cujo centro irradiador foi a Alemanha do século XIX, afirmavam defender
a compaixão e o esclarecimento.  O objetivo,
obviamente, era transformar a estrutura do mundo, o que levou àquele pensamento
mais moderno e progressista de que poderes totais deveriam ser dados ao governo
para que este — desde que, obviamente, sob o comando destes progressistas
iluminados — controlasse, direcionasse e alterasse as pessoas, tudo para
torná-las seres humanos melhores.

Obviamente,
o que eles fizeram foi substituir o mais benevolente e radical sistema que o
mundo já viu pelo mais diabólico e destrutivo dos ideais — a ser implementado
pela mais antiga das ferramentas: a força bruta.

Se
quisermos recuperar a superioridade política na batalha pela liberdade, temos
também de resgatar, de maneira clara e inequívoca, a superioridade moral.  Eis a seguir, portanto, parte do que vejo
como a defesa moral do capitalismo e daqueles princípios de livre mercado que
permitem que as forças produtivas e criativas do capitalismo floresçam e
prosperem em sua totalidade.

1) O capitalismo cria valor

Toda
a função e finalidade do capitalismo é facilitar a criação e produção de valor
— bens e serviços que contribuem para a vida de uma pessoa e para seu
bem-estar.  O capitalismo estimula que os
esforços criativos e produtivos sejam direcionados para a satisfação dos
desejos e das necessidades dos outros.

Costumamos
aceitar como natural, como um presente da natureza, o formidável processo de criação
de valor — algo que nos foi legado por gerações anteriores — que ocorre por
meio da livre troca de bens e serviços. 
Nós nos acostumamos de tal modo às nossas atuais condições de vida, que
a maioria das pessoas jamais parou para considerar como tudo seria caso não
houvesse capitalismo.

Se
o fizessem, constatariam o óbvio: ainda estaríamos vivendo e manuseando uma
única ferramenta de pedra, a mesma que os ancestrais da humanidade utilizaram
por milhões de anos.  E o nosso único
modo de adquirir riqueza seria por meio de guerras, as quais seriam mais brutais
do que a maioria de nós poderia imaginar.

2) O capitalismo estimula o planejamento de
longo prazo, desestimula a impulsividade e não permite que os indivíduos se
entreguem ao deleite excessivo de suas tentações e desejos.  Isso facilita o desenvolvimento da
civilização, da paz e da prosperidade

Se
você quer criar algo de valor, você tem de pensar, tem de utilizar suas
faculdades mentais.  Você tem de estar
disposto a dedicar muito tempo para aprender novas habilidades e saber como
praticá-las; tem de saber conectar longas relações de causa e efeito a fim de
trazer ao mundo algo que não existia antes. 
E esse algo de tem de ser proveitoso ou desejável para outras pessoas.

Como
você tem de considerar as necessidades e desejos de terceiros, isso significa
que você tem de criar empatia.  Você tem
de se tornar capaz de perceber e entender o que vai dentro das outras pessoas, o que significa que você tem de desenvolver habilidades que lhe permitam
entrever o que outras pessoas pensam, sentem e desejam.

Você
tem ser capaz de estabelecer contato com outras pessoas de maneira pacífica, o
que significa que você deve saber ter bons modos e desenvolver outras
habilidades sociais.  O capitalismo
estimula um comportamento mais extrovertido, uma maior cautela quanto aos seus modos e mais
atenção a como seu comportamento afeta os outros.

O
capitalismo também estimula a transmissão de habilidades intelectuais,
emocionais e sociais que foram duramente conquistadas ao longo de gerações.  O que você aprendeu, você quer repassar aos
seus filhos e netos, alunos, amigos e colegas, de modo que eles continuem a
desenvolver no futuro tudo o que você aprendeu.

É
sobre esses fundamentos que se constrói a civilização, e esta é exatamente
a definição de cultura.  A humanidade
possui uma característica singular em todo o mundo: ela possui cultura.  Lobos, uma manada de búfalos e um conjunto de
golfinhos também são organizações sociais; mas somente nós humanos transferimos
conhecimento e expressões tangíveis desse conhecimento ao longo de gerações.

Fazemos
isso porque temos a capacidade mental para fazê-lo.  Porém, é o capitalismo que nos estimula a
utilizar essa capacidade mental, e a utilizá-la de tal maneira que sabemos como
aperfeiçoar tudo o que já foi criado anteriormente.

3) O capitalismo facilita o incremento da
satisfação pessoal de longo prazo, bem como a capacidade de se ter felicidade
na vida.  Isso, por sua vez, estimula as
pessoas a se empenharem na excelência pessoal — que é a virtude da
felicidade. 

Temos
dentro de nós os impulsos e os desejos que podem nos levar a prazeres de curto
prazo e a ações que podem causar grandes danos para nós mesmos e para
outros.  Podemos ser violentos, podemos
ser insultuosos, podemos ser absortos, e podemos ser totalmente desatentos para
com os efeitos que temos sobre os outros.

Ceder
a estes impulsos e desejos regularmente significa criar uma vida destrutiva,
perigosa, dolorosa e curta.  Estimular
tal estilo de vida como cultura é
criar um autêntico inferno na terra.

O
capitalismo faz com que seja supremamente recompensador e lucrativo fazermos
algo completamente diferente.  Afinal, também
temos dentro de nós a capacidade de pensar, de planejar, de antever as
potenciais consequências de nossas ações, de aprender com nossos erros e com as
respostas de terceiros.

Quanto
mais utilizamos essa capacidade, mais desenvolvemos uma apreciação pela grande
felicidade e satisfação pessoal que pode advir do fato de sermos muito atentos
ao que fazemos; e aprendemos, com uma profundidade continuamente maior, como
aquilo que nós fazemos afeta a nós mesmos e aos outros.

O
capitalismo cria as circunstâncias externas que faz com que utilizar essa
capacidade seja um benefício.  São essas
qualidades empáticas, recíprocas, de longo prazo e voltadas para o nosso exterior  que
tornam possível uma grande diversidade de virtudes — gratidão, coragem,
empatia, produtividade, criatividade, perdão, bondade, integridade, compaixão e
perseverança, para citar apenas algumas.

4) O capitalismo nos estimula a cooperar

A
noção da “competição selvagem”, em que impera a “lei do mais forte”, é uma
antiga, duradoura e permanente imagem criada pelos inimigos do
capitalismo.  No entanto, é justamente o
tipo de força bruta empregada pelo estado e pelos defensores do estatismo que
estimula tal comportamento violento.

A
competição dentro do capitalismo pode ser intensa e difícil, e insucessos (como
falências) são parte integrante deste sistema. 
Porém, para ser bem sucedido em qualquer empreendimento, você tem de
aprender a cooperar com outras pessoas, saber trabalhar em conjunto com elas e
aprender com seus próprios erros e fracassos. 
Quanto melhor você se tornar nisso, maior será o potencial que você
criará para o futuro.

São
os seus concorrentes que lhe obrigarão a aprimorar suas habilidade, a preservar
suas melhores práticas e a fornecer os melhores produtos e serviços para os
seus consumidores.  Neste sentido, seus
concorrentes são seus aliados — eles não estão no ramo para destruir você
pessoalmente; eles estão concorrendo com você, envolvidos em uma relação ativa
que irá manter cada um de vocês dentro de suas margens de crescimento.

Nossos
antepassados cometeram o erro de aceitar as reivindicações morais do
socialismo.  Eles aceitaram as virtuosas
reivindicações de compaixão feitas pelos progressistas, e foram seduzidos pela
visão que lhes foi apresentada de um mundo melhor, com pessoas melhores.  Mas podemos perdoá-los por isso, uma vez que
eles não tiveram — ao contrário de nós — o benefício de poder olhar para os
últimos cem anos e testemunhar os resultados de tais visões idealistas.

Recordo-me
vivamente de minha (conservadora) avó dizendo que “o socialismo pode ser uma
boa ideia na teoria, mas ele
simplesmente não funciona.”  O que ela —
e milhões de outras pessoas — não entenderam é que a teoria é também igualmente péssima e nojenta.

O
que eles não entenderam é que os progressistas, os socialistas, os comunistas,
os fascistas… os estatistas de todas as matizes — aqueles que defendem o uso
da força do governo para moldar e construir os seres humanos à imagem e
semelhança daqueles que detêm o poder — não tinham absolutamente nada que
pudesse ser comparado ao poder benevolente das trocas voluntárias.

O
contraste entre o capitalismo e todas as formas de estatismo é tão nítido
quanto a diferença entre o que acontece quando uma madeireira é dona de sua
própria terra vis-à-vis quando ela faz uma locação de curto prazo para explorar
uma terra cujo dono é o estado.

Quando
uma empresa é dona de sua própria terra, ela possui vários incentivos para
cuidar muito bem daquela terra.  Sua
preocupação é com a produtividade de longo prazo.  Assim, ela vai ceifar apenas um número
limitado de árvores, pois não apenas terá de replantar todas as que ceifou,
como também terá de deixar um número suficiente para a colheita do próximo ano.


quando a madeireira possui um arrendamento de curto prazo, seu incentivo é
ceifar o máximo de árvores o mais rápido possível antes que o período de locação
expire.

O
capitalismo leva à civilização, ao planejamento de longo prazo, à empatia e à
contínua e crescente criação de valores.

O
estatismo gera em termos pessoais e culturais algo comparável a uma devastação
florestal.

O
capitalismo estimula o homem ambicioso a pensar: “O que eu posso criar ou
produzir que viria a ser de grande valor e benefício para as outras pessoas, de
modo que elas iriam voluntariamente e com prazer abrir mão de seu dinheiro
arduamente ganho em troca desta minha criação? 
Como eu poderia me comunicar com elas e persuadi-las de que minha
criação possui esse valor?  Como elas
poderiam fazer o melhor uso possível desta minha criação?”


o estatismo estimula o homem ambicioso a pensar: “Como eu posso adquirir mais
poder para satisfazer minhas vontades, para utilizar a força para impor meus
ideais — bem intencionados ou perversos — sobre as outras pessoas?”

Em
uma disputa honesta para se determinar qual arranjo possui uma superioridade
moral incontestável — o capitalismo ou qualquer outra forma de estatismo –,
simplesmente não haveria disputa.  Foi o
capitalismo o que nos tornou humanos.

É
o capitalismo que nos estimula a apresentarmos nossas melhores qualidades, a
utilizar o que há de melhor em nossa natureza humana, a considerar e respeitar
toda a experiência de terceiros e a trabalhar conjuntamente, e de maneira
pacífica, para fazer com que as boas coisas aconteçam.

A
defesa moral do capitalismo não é ambígua. 
Muito menos se trata de uma questão de opinião.  Ela é tão clara e nítida quanto a diferença
entre guerra e paz, liberdade e escravidão, sacrifício humano e empatia e amor.

Aprendamos
com os erros de nossos antepassados e corajosamente passemos a afirmar a
benevolência desta que é a maior força social que transforma para o bem: as relações
de troca possibilitadas pelo capitalismo.

Últimos Artigos

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

99 comentários em “A defesa moral do capitalismo”

  1. Um problema grave é a união do capitalismo e o estatismo, porém é impossível unir os dois. O capitlismo automaticamente exclui o Estado. O que vivemos hoje é um sistema capitalista duramente cerceado pelo governo, o que causa grande confusão e danos.\r
    Os inimigos do capitalismo não sabem que os problemas ambientais, o império dos monópolios e o grande índice de desemprego e miséria são decorrentes do Estado. Em outras palavras, como disse o grande economista Murray Rothbard: O capitalismo é a maior expressão do anarquismo e o anarquismo é a maior expressão do capitalismo.

  2. Se o mercado é o reflexo do que somos, dos nossos desejos e planos, penso que o mercado incorporou o estado. Um pequeno exemplo é o recente aumento do IPI dos carros importados: Isso é possível por causa do lobby, patrocinado pelos próprios consumidores das montadoras nacionais. Veja que é o mercado entrando em ação, de acordo com os desejos da maioria. Não é livre por simplesmente por causa da massa patrocinadora de tudo isso.

  3. Que bom encontrar um colega psicólogo falando sobre moralidade e capitalismo.

    Vocês não tem idéia do lixo ideológico nas faculdades de psicologia; da pseudo-economia às pseudo-discussões éticas, pelas quais invariavelmente se atingem as conclusões de que [1] as pessoas não sabem o que é melhor para elas mesmas, e portanto devem ser tuteladas por um aparato coercivo segundo alguma regra discutida por algum grupo de pesquisa acadêmico; e [2] que o capitalismo gera psicoses, prejuízos psíquicos, neuroses, desvios de conduta e problemas psiquiátricos os mais diversos.

    E era uma profissão que tinha tudo para ser séria (suspiro)!!!!!!!

  4. Erik Frederico Alves Cenaqui

    Prezada equipe IMB\r
    \r
    O texto toca no ponto fundamental para os libertários: a questão cultural.\r
    \r
    Os socialistas, comunistas, progressistas e fascistas perceberam a superioridade moral do capitalismo e por isso adotaram a estratégia de fazer doutrinação nas pessoas.\r
    \r
    Isto vem ocorrendo há mais de 200 anos!\r
    \r
    Os fins do estatismo são políticos e econômicos mas os meios são culturais e educacionais.\r
    \r
    O texto do IMB denominado a “A anatomia do estado”, também aborda este tema da questão cultural porque é pela ideologia que o estatismo se eterniza.\r
    \r
    Nós temos que aprender a sermos libertários e isso exige um esforço individual de estudo que a maioria das pessoas não tem interesse em fazer.\r
    \r
    No momento estou no início do livro “A Revolta de Atlas”.\r
    \r
    Estou aproveitando meu desemprego para pôr minha leitura em dia.\r
    \r
    As idéias deste texto são muito parecidas com as idéias que o Olavo de Carvalho defende nos 4 textos denominados “A Tradição Revolucionária” do site Midia Sem Mascara.\r
    \r
    Para mim os 4 textos do Olavo de Carvalho denominados a “A Tradição Revolucionária” estão entre as melhores produções da internet. Vale a pena conferir.\r
    \r
    Infelizmente as vitórias culturais do estatismo são muito extensas e profundas.\r
    \r
    Vai levar tempo até que o mundo volte a ser livre.\r
    \r
    Mas se sobrevivemos até agora não há motivo para pessimismo.\r
    \r
    Abraços

  5. Esse artigo me fez lembrar de uma frase inspirada em Thomas Edison: “O Capitalismo fará a verdade tão barata que só os desonestos repetirão mentiras.”

  6. Por mais que se deseje, o capitalismo só perdura em sociedades onde haja liberdade, moral, respeito, e esses preceitos é que estão sendo destruídos. Na URSS talvez pessoas individualmente até praticassem uma livre troca, considerada clandestina pelo Estado, porém esse modo jamais poderia vir a público sob pena de prisão por acusação de inimigo do Estado – e não prosperaram financeiramente com essa troca, apenas sobreviveram. Hoje o dito capitalismo russo é controlado por mafiosos, antigos altos escalões do Partido Comunista, já em segunda geração. Hoje, já mais modernizados, os destruidores da liberdade têm métodos mais eficientes e menos visíveis de manter sob cabresto as tendências de liberdade do capitalismo. Capitalismo nasce das condições fornecidas pelas sociedades, não o contrário. Podem fazer cara de nojinho para religião, cultura e linguagem, porém são exatamente estes três preceitos que estão sob mira dos destruidores da civilização como a conhecemos. Não dá pra ignorar que o capitalismo floresceu mais duradouramente no mundo ocidental e judaico-cristão; no Oriente é fato recente e isolado: Japão, Coreia do Sul, Singapura, e outros menos notáveis. Derrubando os três pilares, derruba-se as condições de existência plena do capitalismo evoluído. Seremos, no máximo, artesãos caseiros, consumidores de algumas empresas aprovadas pelo Sistema. Controlam tudo o que fizemos, pensamos e falamos. Não existe mais lugares abertos para debates livres. Até os críticos do Sistema são selecionados pelo próprio Sistema, parecendo imbecis quando falam, fazendo-nos mais favoráveis ao sistema. Agendas ecológicas, da sustentabilidade, da camada de ozônio. Nada vem sozinho, é tudo junto ao mesmo tempo, para onde quer se olhe vem chumbo grosso. Querem capitalismo franco? Então ajudem a reforçar as suas bases que estão ruindo. E não venham me dizer: Ah, até agora nunca houve capitalismo de verdade. Alguns defensores do Libertarianismo parecem-se com enólogos afetados, que julgam todos os vinhos como lixo, achando-se tão supremos que o vinho que lhes agrada ainda nenhum ser humano teve a capacidade de produzir.

  7. Estou tentando abrir a cabeça de algumas pessoas, através de foruns, sobre o capitalismo e o estado. Mas caramba, eu tenho que concordar com o Olavo. Está cada vez mais difícil escrever para brasileiros. A cada linha que você escreve, tem que escrever mais dez para explicar o que se quis dizer.

    Olhem isso:

    Eu disse: “Pra que eu vou discutir por exemplo, se a intervenção X é boa ou não, se eu parto do princípio de que toda intervenção estatal é ruim?

    Se eu fizer isto, não vou sair do lugar. Vou dar importância às miudezas, e o relevante vai ficar de lado.

    Já vi gente discutindo se o ladrão que “doou” o material furtado para um grupo de pessoas carêntes devia ou não ser punido. Ou seja, não estavam discutindo o ato de roubar, e sim a destinação final do furto. Se ele roubar pra si mesmo, é crime, se der os objetos furtados pra outrém, não. Non sense total!”

    O cara: “Bem, qualquer pessoa minimamente versada em direito penal não vai achar nada “non sense”, porque sabe que “a destinação final” do furto lhe é estruturalmente integrante. Qualquer pessoa que tenha lido o art. 155 do Código Penal veria que “a destinação final do furto” não é, pelo menos a princípio, irrelevante como você supôs. O “ato de roubar” (furtar) não é autônomo em relação à finalidade.

    O ponto de partida para a crítica é inválido. Quer dizer, quem ficou no “non sense” foi você, não quem deu a opinião a favor do projeto de Robin Hood, por mais que a posição dele seja errada. “

    Eu: “Acho que não expuz direito o que as pessoas estavam debatendo.

    Eu quis dizer que, eles não estavam analisando a ação do indivíduo.

    Eles estavam discutindo se era certo ou errado o roubo (algo que é obviamente errado).

    A = B
    C e D = A
    então C e D = B.

    Eles estavam discutindo se C e D são ou não são B. Algo sem sentido já que se C e D são A e A é B, logo C e D são B também.

    Eles podem muito bem tentar convencer um ao outro, mas se a base da discussão parte de um ação inerentemente imoral (e errada), pra que discutir?

    Foi o que eu disse em “Se eu fizer isto, não vou sair do lugar. Vou dar importância às miudezas, e o relevante vai ficar de lado.”

    Acho que agora eu fui mais claro.”

    Que dureza…

  8. ‘2)O capitalismo estimula o planejamento de longo prazo, desestimula a impulsividade e não permite que os indivíduos se entreguem ao deleite excessivo de suas tentações e desejos. Isso facilita o desenvolvimento da civilização, da paz e da prosperidade’\r
    \r
    \r
    Gostaria de saber qual capitalista esta em paz e prosperidade? Como o capitalismo desestimula a impulsividade se toda a estrutura capitalista eh baseado na satisfacao imediata e no lucro imediato. ie: a questao da poluicao, dos peixes no oceano, aquecimento global, milhoes de remedio. Relembrando que todos os dados cientificos nao foram ainda levados em consideracao pela maioria do setor empresarial nacional e internacional. \r
    \r
    Qual civilizacao? Gostaria de um pais e dados! Paz e prosperidade? Quais sao os maiores produtores e exportadores de armas? Nao vale citar apenas Russia, por que ela eh uma e nao eh a mais querida e mais eficiente na producao e exportacao de armamentos belicos.\r
    \r
    Atenciosamente\r
    \r
    Michele \r

  9. É com imenso pesar que acordo às 11 horas da madrugada de hoje para uma longa jornada exaustiva e intensa como proletariado explorado de meio período e vejo esse texto. Eu não sabia se ria ou se chorava diante de tanta alienação reacionária!

    Permitam-me dizer que acreditar na moralidade do capitalismo é acreditar que as pessoas podem ser boas sem coerção. Meus caros, isso é impossível, não dá para imaginar um capitalista bonzinho! É cômico pensar num burguês defensor do meio ambiente, dos pobre e do oprimido. A busca pelo lucro faz com que o empresário passe por cima de tudo e de todos! Não é o estado que contamina o capitalismo, mas o capitalismo que contamina o estado!

    Da alegação de que se as pessoas não seriam boas para viver em liberdade, também não serviriam para estar no comando do estado: ora, é sabido que o estado funciona com pesos e contrapesos que asseguram total moralidade e eficiência! Quando há estado só existem 2 grupos de pessoas: aquelas a favor da lei e aquelas contra! Sem estado, não há padrão de moralidade!

    Preciso dizer que não á liberdade sob o capitalismo!

    E o que dizer do capitalismo e corrupção: ambos andam de mãos dadas?! A crise no congresso nacional expõe as regras do jogo da democracia burguesa, na verdade uma democracia para os ricos e corruptos e uma ditadura para os trabalhadores. Nesse regime, as eleições são controladas pelo capital, por isso os candidatos da grande burguesia sempre vencem. Nesse jogo de cartas marcadas, os capitalistas impulsionam os grandes partidos e financiam suas eleições milionárias. Empresas e bancos como Odebrecht, CSN, Itaú, Bradesco, entre outros, elegem suas “bancadas”, que negociam os direitos dos trabalhadores, aprovam leis em favor dos ricos na base da compra de votos e dos lobbies, e ainda faturam contratos milionários do Estado!

  10. Achei esse artigo excelente para os “iniciados”, que entendem o que está por trás de cada argumento dele, mas infelizmente não me parece um artigo muito bom pra quem realmente precisaria ler uma defesa moral do capitalismo: os “não iniciados”, que ainda não conseguiram se livrar da lavagem cerebral feita pelo estado, e pensam exatamente como o anarcofóbico tenta exemplificar. Pois há várias lacunas de explicações a serem preenchidas por outros artigos, detalhando os porquês do capitalismo estimular certos comportamentos e desestimular outros.

  11. O anarcofóbico não entende nada de capitalismo, mas pratica através do trabalho. Uma contradição sem sentido para aqueles que acreditam estarem praticando socialismo.

  12. Uma questão fundamental é o “framework” necessário para se desenvolver uma consciência voluntária (libertária) na sociedade. Eu até consegui convencer que o ideal libertário é melhor, mas as pessoas sempre dizem:

    “Seria ótimo se as pessoas tivessem educação o suficiente para saber aproveitar a sua liberdade. No Brasil, por exemplo, isso não daria certo. Pais não levariam os filhos à escola. Quem não tem educação financeira vai consumir todo o seu salário, ao invés de pensar em poupar para sua velhice.” e outras coisas do tipo.

    E parece certo. Não estou dizendo que sob o atual sistema isso não ocorre, só que parece que para certos conjuntos de indivíduos, atribuir-lhes responsabilidade individual plena é como um pai expulsar de casa um filho de 12 anos de idade.

    O que acham desse argumento?

  13. Rodrigo Polo Pires

    Meus irmãos, colocar o capitalismo como fonte geradora de felicidade e virtude è demais. Onde andaria neste mundo a virtude de São Francisco? Acredito que o capitalismo pode prometer prosperidade, riqueza e satisfação imediata de muito dos nossos desejos, mas não pode prometer felicidade. Talvez esse tipo de raciocinio auxilie muito os defensores do estado, pois o que prometem è satisfação dos bens materiais, não podem, tampouco o capitalismo pode satisfazer o desejo de todos, quando muito, dos mais capazes. Li um comentàrio que fala que Olavo de Carvalho seria uma terceira via, um ponto deslocado, o que não è verdade. Ele inventou um conceito novo, o metacapitalismo, que è a perpetuação de grupos econômicos no topo da escala, pela tomada do poder politico. Diz ainda que, o socialismo sempre precisou do capitalismo e quem provou isso foi Mises, atravès da teoria do càlculo econômico, sem preços não hà ecônomia. Isso significa simplesmente a eliminação da concorrência atravès do poder polìtico ou militar ou somente força, fazendo uso do poder econômico. Eliminação do pobre, pois esse não serve para nada. Serà?

  14. O capitalismo funciona a longo prazo. Essa é a dificuldade que as pessoas encontra para aceitar ele. Medidas de curto prazo que são tomadas pelo estado são ovacionadas na internet, nas ruas. Por exemplo leis trabalhistas, como a PEC das domesticas, 10% do PIB para educação, credito fácil (Minha casa minha vida), etc. Mas as pessoas esquecem, ou não sabem, das dificuldade que serão enfrentadas no futuro. Dificuldades essas que serão, inteligentemente (ou não), culpadas pelo estado, por excesso de capitalismo. Situação delicada.

  15. Rodrigo Polo Pires

    Tenho me deparado ultimamente com pèssimos exemplos, como esse das madeireiras. Um individuo sò serà levado a cuidar da terra se o valor dessa terra superar em muito o valor da madeira. È simples, o sujeito vai atè o estado do Parà e compra là milhares de hectares à preço de banana, sem registro, e tira o que houver da madeira que possuir valor. Ele faz o càlculo e conclui que replantar ou mesmo cuidar daquela àrea custarà muito mais caro do que vende-la à um pecuarista ou sojicultor e comprar outra que ainda possui madeira nativa. Nesses casos, os capitalistas exatamente como os socialistas, podem matar quem atravessar seu caminho. Os seres humanos não estão tão interessados assim em trocas voluntàrias, isso pode ocorrer enquanto estiverem vencendo. Quando perdem são capazes de quaisquer meios para vencer.

  16. Rodrigo Polo Pires

    Outro dia vi o Luiz Pondè lamentando-se, dizendo que chegaria o dia que proibiriam as mulheres bonitas de serem bonitas em nome da dignidade das feias e os homens bem suceditos de terem carrões em nome da dignidade do metro e do ônibus. Ora, eu nunca vi nenhum protesto da pobreza na entrada do São Paulo faschion week ou em exposições de carrões de luxo. Agora, prostitutas querendo trepar em altar de igreja, jà vi. Um protesto contra a santidade em nome da dignidade das putas. Isso è que è o socialismo. È sò um exemplo de como o dinheiro pode ser utilizado para subtrair a liberdade alheia e è minha opinião que o capitalismo não possui nenhuma resposta moral para isso.

  17. “Outro dia vi o Luiz Pondè lamentando-se, dizendo que chegaria o dia que proibiriam as mulheres bonitas de serem bonitas em nome da dignidade das feias e os homens bem suceditos de terem carrões em nome da dignidade do metro e do ônibus. Ora, eu nunca vi nenhum protesto da pobreza na entrada do São Paulo faschion week ou em exposições de carrões de luxo.”

    Hein?! Por que haveria protesto contra a pobreza em um desfile de moda?! E o que é que isso tem a ver com o que o Pondé disse? Você está comparando alhos com bugalhos.

    E não entendi absolutamente nada de onde entra o fato de haver prostitutas querendo trepar na igreja. O que isso tem a ver com capitalismo?!

    Sua participação neste tópico (3 vezes até agora) está confusa e sem foco.

  18. O último artigo do Pondé está fantástico, um grande complemento a qualquer artigo em defesa do capitalismo aqui no Mises.
    É sempre ótimo termos referências em favor do capitalismo que não sejam economistas.
    Diferentes formações nos proporcionam outras maneiras de enchergar a mesma realidade.

    www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/1270200-prato-de-farinha-para-jecas.shtml

  19. “O estatismo gera em termos pessoais e culturais algo comparável a uma devastação florestal.”

    Gostei dessa frase. Sem querer, mostrou um tipo implícito de ambientalismo “natural.”
    i hope you know i am kidding.

  20. Li muitos comentários justificando o desmatamento pelo fato de que se a terra fosse privada o dono cuidaria.
    No meu entendimento ficou claro uma coisa, se não for meu que se dane, preciso lucrar o máximo permitido.
    E a globalização da forma que é a disputa entre as empresas, não são nada saudáveis e amigáveis.

  21. “O capitalismo estimula o homem ambicioso a pensar: “O que eu posso criar ou produzir que viria a ser de grande valor e benefício para as outras pessoas, de modo que elas iriam voluntariamente e com prazer abrir mão de seu dinheiro arduamente ganho em troca desta minha criação? Como eu poderia me comunicar com elas e persuadi-las de que minha criação possui esse valor? Como elas poderiam fazer o melhor uso possível desta minha criação?”

    Vamos e convenhamos que esse pensamento é antigo, o lucro é e tende a ser o ÚNICO objetivo das criações, não que as criações sejam ruins, pelo contrário, mas quem terá acesso a essas criações? Um celular de última geração, ou o carro do ano, são coisas maravilhosas de se ter, mas quem pode ter? Quem vai ter dinheiro pra comprar? Não é uma política exclusiva?

  22. Excelente esta ideia de se resgatar os valores da sociedade ocidental. Temos que de antemão separar o sistema econômico que aqui denominaremos capitalismo, do sistema ideológico que está sendo esquecido denominado Liberalismo. O capitalismo enquanto sistema econômico não tem um criador específico, milhões de pessoas e vários países contribuíram para o seu surgimento ao longo de milhares de anos. A sociedade praticava aquilo que ficou conhecido como escambo, desde as mais remotas eras e precisava de um padrão de trocas de mercadorias que satisfizesse as necessidades de todos. Um homem que tivesse um boi vivo não teria como trocar um pão por uma fração de seu animal, encontrando dificuldade para fazer a troca, por outro lado aquele que tinha apenas carne para trocar por tecido não conseguiria efetuar a troca se o vendedor de tecidos já tivesse um estoque grande de carnes. Surgiram então unidades padrão de troca como conchinhas, o couro, o sal, o cobre, a prata, o ouro, etc., e finalmente as moedas e cédulas para facilitar a troca de mercadorias. O dinheiro surgiu também por um processo natural segundo os livros de economia, da evolução dos títulos de créditos. Um homem que tivesse que pagar uma dívida, por exemplo, de 15 quilos de ouro em outra cidade correria o risco de ser assaltado no caminho. Surgem então as casas de câmbios, onde o sujeito deposita em sua cidade os 15 quilos de ouro e recebe um título de crédito para ser resgatado na sua cidade de destino em outra unidade da casa de câmbio. O rei, gostando da ideia passa a recolher o ouro do país e emitir um título correspondente a várias quantidades padrões de outro. Nasce o dinheiro lastreado na quantidade de ouro. Esta parte da história não foi criada por ninguém, por nenhum filósofo. Teria acontecido ainda que até hoje vivêssemos na Idade Média.
    O que de fato mudou a história da humanidade foi o surgimento do Liberalismo. Este tem início no século XV com a Reforma Protestante. A Reforma Protestante abre caminho para que todos os valores da Idade Média pudessem ser contestados sem a condenação automática por parte da Igreja Romana. Na Idade Média prevalecia o Absolutismo do Monarca e o Obscurantismo imposto pela Igreja Católica Romana. Não se podia pensar livremente e o poder era concentrado nas mãos de poucos, o monarca, os senhores feudais, e o Clero. O poder e a propriedade eram privados, privativos do Monarca. O homem não era livre e se submetia à escravidão e ao servilismo. Surgem então os iluministas que criaram as ideias básicas do Liberalismo: República, Democracia, Leis escritas e Estado. O Poder deixa de ser uma coisa privada e para se tornar uma "res pública". A Democracia é o instrumento que torna o poder uma coisa pública. A tripartição do poder põe fim ao absolutismo. O Estado na concepção de Rousseau é a soma das vontades de cada indivíduo, o Estado somos nós, o povo. Dizer que algo pertence ao Estado, significa dizer que pertence ao povo, especialmente o poder. A Soberania sai das mãos do monarca e se transfere para o povo. O povo é o novo soberano, não mais o monarca. A liberdade é regulada pela lei escrita e não mais pela vontade do rei. Da liberdade de pensar livremente nasce a Revolução Industrial que põe fim à escravidão e dá início ao contrato de trabalho assalariado. O trabalhador torna-se livre para escolher onde trabalhar, ou ter sua própria empresa. É o fim do estamentismo social, onde quem nascia numa classe social, nela morria. Surge com o liberalismo a mobilidade social, ninguém está preso à classe social em que nasceu, se for competente pode ascender, se for um inútil pode cair.
    Esta ideologia pôs fim ao absolutismo, ao feudalismo, ao obscurantismo e à escravidão, por que alguém teria algo a opor a este sistema. Quem criaria uma ideologia para se opor ao Liberalismo senão os Tiranos Medievais que foram prejudicados por ela? Surge o Socialismo para se opor ao Liberalismo. E um de seus criadores e o mais famoso é Karl Marx. Karl Marx era casado com a baronesa Johanna Bertha Julie Jenny von Westphalen, descendente direta de várias casas reais na Europa. Basta saber que os nobres daquela época não se casavam com plebeus para termos a convicção de que Karl Marx era um nobre falido, ressentido com o Liberalismo que ceifou dos nobres o poder tirânico que possuíam. Seu livro o Capital foi objeto de críticas por autores contemporâneos de Marx, pois nada trazia de novo. Todos os temas tratados por Marx foram profundamente estudados por Adam Smith cem anos antes da publicação de o Capital. Karl Marx utilizou os argumentos usados por Adam Smith para descrever que o valor da mercadoria está no trabalho. Marx usou também as concepções utópicas retratadas em a República de Platão e também na obra Utopia de Thomas More para criar seus apelos por uma igualdade inatingível, ou seja, sequer criou uma obra original. O termo socialismo nem mesmo foi criado por Marx, mas por outros que vieram depois dele para dar continuidade a esta perseguição ao Liberalismo e à restauração dos valores da idade média. O socialismo basicamente prega a extinção do Estado, das leis, da democracia e da República criados pelos iluministas. Em substituição à República e à democracia, um grupo comunista propõe a coletivização da propriedade e do poder; outro propõe a privatização do poder e das riquezas.
    Lamentavelmente, mesmo aqueles que defendem o "capitalismo" se esqueceram de suas raízes ideológicas e resumem tudo a um simples sistema econômico que não foi criado por ninguém.
    O que temos que ter em mente são os valores liberais, a ideologia liberal é que precisa ser restaurada na memória das pessoas.

  23. "Vivemos em um mundo capitalista!". Certamente, esta frase foi dita ou ouvida pela maioria das pessoas, porém muitos ainda não sabem o que significa viver em um mundo capitalista. Capitalismo é o sistema sócio-econômico em que os meios de produção (terras, fábricas, máquinas, edifícios) e o capital (dinheiro) são propriedade privada, ou seja, tem um dono. Antes do capitalismo, o sistema predominante era o Feudalismo, cuja riqueza vinha da exploração de terras e também do trabalho dos servos. O progresso e as importantes mudanças na sociedade (novas técnicas agrícolas, urbanização, etc) fizeram com que este sistema se rompesse. Estas mesmas mudanças que contribuíram para a decadência do Feudalismo, cooperaram para o surgimento do capitalismo.

    Os proprietários dos meios de produção (burgueses ou capitalistas) são a minoria da população e os não-proprietários (proletários ou trabalhadores – maioria) vivem dos salários pagos em troca de sua força de trabalho.

  24. Essa é discussão mais sem propósito do mundo. Defesa ou ataque do ‘capitalismo’, ‘comunismo’, ‘socialismo’ e todos os demais ‘ismos’ não tem sentido algum. O problema está no homem, e não no sistema. Qualquer sistema funciona bem quando há homens íntegros, de boa formação ética e moral.

  25. Anderson Ribeiro Andrade

    O meu ponto de vista sobre o capitalismo é que embora seja muito criticado como um meio de exploração, é único meio de adquirir a economia do estado, pense em uma sociedade que não evolui economicamente, que não cresce que não tem recursos e meios de sustentação.

    O capitalismo faz com que os bens e serviços contribuem para a vida de uma pessoa e para seu bem-estar além de fornece os meio de produção aumentando os bens adquiridos e faz com que a sociedade evolua.

    Mas como nem tudo é perfeito, ainda existe desigualdades e muitas vezes o capital fica retido nas classes mais altas.

  26. O capitalismo faz a economia girar, este é o propósito dele. A meritocracia é empregada, para os bem sucedidos de forma boa, porém, esquecem que a meritocracia também está empregada em quem não cresceu economicamente.

    Em alguns casos a pessoa pode se esforçar ao máximo e não conseguir o mesmo rendimento ou rentabilidade que um outro empreendedor. As questões de mérito, estão empregadas na sociedade, porém, não podemos esquecer os malefícios que o capitalismo também nos trás. A crise de 1929 é um dos maiores exemplos de uma grande fragilidade do capitalismo e com ela devemos aprender que meritocracia, também se aplica ao capitalismo. Porém, houve uma nova grande crise econômica mundial em 2008, onde o estatismo teve de intervir, para que a calamidade mundial não fosse pior. É impossível hoje, termos um capitalismo totalmente desligado do estado, a mão invisível do estado sempre estará por trás do capitalismo.

    Nada é tão perfeito que não precise de melhorias e essas melhorias, são benéficas e necessárias. Para que países com desigualdade social grande, sem pensamento socialista ou comunista, possam tentar igualar as oportunidades de todos, desde o início.

  27. Dirceu Francisco De Nadal

    Sou fã de Mises e seus seguidores, mas temos que fazer melhor.

    Algo está errado com a democracia e o capitalismo. Sempre fui um democrata e capitalista convicto. Na democracia exijo verdade e transparência e vejo somente o contrário, mentiras enriquecimento estratosférico de políticos. No capitalismo gostaria de ver responsabilidade e equilíbrio com a natureza, mas o único objetivo é o lucro sempre maior, até onde podemos crescer com os lucros? O ser humano está enfatizando e incentivando o crescimento da população em todo o mundo, o resultado é o estresse nas populações, oceanos, florestas e migrações colossais nunca vistas antes. A população mundial no nível demasiado atual estressa toda a vida na Terra e vai piorar se não incentivarmos um controle de nascimentos o quanto antes possível, quanto mais demorarmos, mais forte será a reação da natureza que se defende como pode com furacões, tsunami, terremotos etc. Precisamos encontrar um equilíbrio entre o homem e nosso planeta ou deixemos que a própria natureza o faça, esta com certeza não se omitirá como o ser humano.

  28. Felipe Ruskowski suriz

    Muitos pensadores sabem que o capitalimo da certo. mas temos outras politicas jogando contra esse sistema. Isso porquê as pessoas não puscam expandir seus conhecimentos e outros sabendo disso os usam como fantochis e manipulam as massas não intelectuais.

    Ao ver as guerras por trás desse fantástico sistemas

    Notamos suas caras. Caras que vem do contra o capitalismo e geralmente estão gordos de tanto mamar na maquina publica .

  29. 1- Falam que o capitalismo é responsável pelos avanços tecnológicos pois somos incentivados a nos reinventar pensando no lucro. Mas será? No sistema capitalista o importante é lucrar. Isso inevitavelmente transforma certas profissões em chamarizes para o dinheiro.

    Será que o cara que tem aptidão para ser professor, não seria mais feliz ensinando do que como engenheiro, pro que ele estudou unicamente para ter dinheiro e prestígio social?

    Afinal o que você gosta de fazer, você faz melhor, não é?

    Um cientista apaixonado invente cura para doenças, um cientista que não gosta, só faz o mínimo.

    E para sair do campo da teoria e ir para algo mais paulpável, vamos falar do avanço de Cuba nos esportes como medalhistas olímpicos, na criação de tratamentos para o vitiligo e o Corona Vírus, da corrida espacial a onde a Russia foram os pioneiros com satélites e foguetes.

    Segundo a teoria que o capitalismo é que gera valor, isso tudo nem seria possível.

    Tãopouco Estados Unidos precisaria impor embargo econômico a Cuba, pois se o socialismo fosse tão ruim eles afundariam sozinhos.

    Como estaria Cuba sem décadas de embargo econômico?

  30. Sou físico e vejo o socialismo de maneira natural. pois para toda ação uma reação.

    Existe loucuras e exageros dos dois lados. vou continuar estudando.

Rolar para cima