Você está procurando um emprego? Quer
ganhar um salário várias vezes maior do que aquilo que você realmente vale? Quer ter a liberdade de chegar e sair quando
quiser, trabalhar somente quando estiver a fim, esticar a seu bel-prazer o
horário de almoço, ter todos os seus feriados remunerados e até doze semanas de
férias, também remuneradas, por ano? Há
somente uma alternativa: trabalhar para o governo federal.
Suponho que poucos brasileiros tenham alguma ideia de como a coisa
funciona. Se tivessem, certamente haveria
um terremoto político. Como membro da
Classe Parasítica há 15 anos, testemunhei de tudo e participei em primeira mão
desse corrupto e grotescamente injusto sistema.
Não apenas estou qualificado, como também sou moralmente obrigado a
expô-lo.
Você poderia, obviamente, me chamar de hipócrita. Financeiramente, prosperei muito além dos
meus sonhos mais extravagantes. Considerando-se
meus talentos, meu trabalho e minha produtividade, meu padrão de vida é muito
maior do que aquele que eu poderia ter atingido trabalhando duro no setor
privado.
Porém, por ter lido os livros certos, e por ter tido conversas demoradas e
detalhadas com minha esposa (uma empregada do setor privado) e com nossos
amigos, também da iniciativa privada, finalmente passei a ver esse repugnante
sistema como ele realmente é.
O que leva as pessoas a trabalharem para o governo? O que as mantém lá por toda a vida? É simples: compensações excessivas, enormes
benefícios e ótimas condições de trabalho.
É atraente para entrar e praticamente impossível de se querer sair. Isso porque o governo, de modo geral,
remunera habilidades e experiências que não seriam comercializáveis no setor
privado, pelo menos não no mesmo nível salarial.
Peguemos a mim como exemplo. Sou
formado em ciência política. Escrevo,
faço editoração e pesquisa. Os pagadores
de impostos me garantem um salário (contando o 13º) de R$ 117.000 por ano, além
de benefícios como plano de saúde gratuito e aposentadoria integral. Eu não poderia ganhar isso legitimamente no
setor privado. Se você não acredita em
mim, dê uma pesquisada nos anúncios de classificados. Salários para “escritor/editor” e “analista”
começam em, no máximo, R$ 35.000 por ano, sem contar o que será descontado pelo
INSS.
Mas digamos que eu consiga um emprego no setor privado (supondo que alguém
iria contratar uma pessoa com a produtividade de quem passou toda a sua vida
adulta trabalhando para o governo). E
vamos também supor que eu consiga ganhar os mesmos R$ 117.000 do setor público.
O que eu perderia se saísse do governo?
Pra começar, uma semana de trabalho curta já estaria fora de qualquer
perspectiva. Eu poderia até me aventurar
a adotar uma rotina de trabalho menor, mas isso seria prejudicial para a minha
renda. Eu também teria de cumprir prazos
e exigências – coisas com as quais não estou acostumado -, pois os consumidores
querem o serviço feito sempre em tempo hábil.
Eu também teria de esquecer qualquer chance de conseguir folgar em todos os
feriados – e, pior ainda, ter folgas remuneradas em todos eles. Os trabalhadores do setor privado
dificilmente conseguem uma folga remunerada na Semana Santa ou no
Carnaval. Meus amigos do setor privado se
contorcem todos naquele misto de raiva e inveja quando lhes digo que não
trabalho mas sou remunerado em feriados espúrios como Tiradentes, Dia da Consciência
Negra e Finados.
E quanto às férias? Atualmente, posso
gastar 17,4% do meu horário de trabalho em férias. São doze semanas por ano, eternamente. O tempo médio de férias no setor privado é de
duas semanas, e, para alguns, isso não é um direito.
Eu também poderia dar adeus aos “benefícios” extraoficiais: por exemplo,
todos os dias faço uma corridinha leve de uma hora, seguida de um banho
prolongado e um almoço calmo e tranquilo.
Isso me mantém em ótima forma para usufruir minhas constantes
férias. E visitas a algum shopping
durante minha hora de trabalho são sempre possíveis (pois ninguém é de
ferro). Stress? Não tem como.
Se relaxamento prolongasse a longevidade, burocratas viveriam até os 150
anos de idade.
Todos os anos, nossos valorosos sindicatos choramingam sobre a disparidade
entre o trabalho do setor público e o do setor privado. Eles invariavelmente concluem que os
burocratas precisam de maiores salários e de mais benefícios, exigindo portanto
que o governo confisque mais dinheiro daqueles que trabalham genuinamente. Como sempre sou beneficiado – dado que o governo
não se atreve a peitar o sindicalismo, sua base de apoio -, gosto muito. Mas é claro que o argumento sindicalista é
uma enorme besteira. Se os burocratas
fossem pagos de acordo com seu real valor para a sociedade, o resultado seria
um êxodo em massa do setor público, e o governo federal teria de encerrar suas
atividades.
Para quem é versado em economia de livre mercado, as razões para todo esse
abuso sobre aqueles que trabalham duro e são obrigados a pagar impostos para
sustentar essa classe superior e parasitária são óbvias. Ao contrário do setor privado, o governo não
está sujeito aos rigores do sistema de lucros e prejuízos. O governo pode tributar, imprimir dinheiro e
pegar empréstimos privilegiados junto ao setor bancário – que está sob seu restrito
controle – para cumprir com suas obrigações.
Ele pode pagar a milhões de pessoas um salário absurdamente fora de
proporção, e não ser superado por nenhum concorrente que tenha uma gestão mais
eficiente.
Sem ter de se submeter à disciplina imposta pelo mercado, o governo é
naturalmente uma máquina ineficiente pelos padrões do setor privado. Ele jamais irá abolir ou mesmo reduzir por
conta própria funções desnecessárias. Na
hierarquia do funcionalismo público, quanto mais alta a função, menos falta ela
faz. Porém são exatamente esses lá de
cima que têm poder de decisão sobre a máquina.
E eles jamais irão tomar decisões que atentem contra si próprios.
Enquanto o resto da população continuar sendo enganada pela propaganda e
levada a crer que os funcionários do governo são pessoas que se sacrificam pelo
bem público, os políticos não irão sentir qualquer pressão para reduzir essa
máquina de espoliação em massa.
Já comecei a procurar a sério um emprego no setor privado. Terei de me submeter a um enorme corte
salarial e abrir mão dessas generosas “benesses” que você pagador de imposto me
concede. Porém, ao agir assim, estarei
finalmente contribuindo com algo positivo para a sociedade. E só assim poderei ser capaz de viver bem
comigo mesmo, sem o sentimento de culpa que carrego por estar parasiticamente
vivendo bem à custa daqueles que se sacrificam diariamente para me sustentar.
Maravilha hein!!!\n\nPetrobras, aqui vou eu!!
deveria incluir também os funcionários das prefeituras municipais, onde o clientelismo, as mordomias e as folgas são bem maiores do que os funcionários do governo federal.
Puxa… Poucas vezes vi tanta sinceridade num texto… Esse AsPoNe é uma raridade: um alto burocrata criticando a baita hipocrisia que é a máquina estatal! E o artigo está muito bem escrito. Os verdadeiros soberanos, nos dias atuais, como Hoppe falou, são os funcionários públicos. Basta estudar (decorar) um monte para passar num concurso, e consegue-se um passaporte ao Paraíso. Eis o Bem Comum: uns poucos vivendo luxuosamente às expensas DE TODOS OS OUTROS.
As coisas não são bem assim. Há muitos setores que as coisas não funcionam assim e há diferenças, bem como o funcionalismo não está parado. Tem muita gente no setor público que trabalha sério e produz bem. Há é talvez remunerações incorretas, ou seja, muitos para alguns e pouco para muitos.
As coisas não são bem assim. Existem servidores sérios e não são poucos. O artigo coloca como se os funcinários públicos fossem todos iguais e imprestáveis. Há gente muito séria. A generalização é perigosa e infeliz.
Defesas são sempre válidas, embora o próprio artigo tenha deixado claro que “Na hierarquia do funcionalismo público, quanto mais alta a função, menos falta ela faz”. De fato, um policial que impede um assalto na rua é muito mais valoroso do que qualquer burocrata de alto escalão.
Gostaria de parabenizar o autor. Muito bom esse texto. Engraçado. É claro que há uma certa dose de exagero, como em toda ironia inteligente… É diferente ouvir alguém “de dentro” desse sistema corrompido e fadado ao insucesso que é o serviço público. E coragem para assinar. Parabéns, mesmo!
Apesar de ter que informar aos colegas que o acrônimo é Assessor de Porra Nenhuma – ASPONE – o texto traz uma certa validade.\n\nO salário ganho pelo dito assessor não se refere a valores que normalmente são pagos. O salário médio do funcionalismo público é de R$ 1788,00 e do setor privado de R$ 1.444,00.\n\nhttp://qualidadeonline.files.wordpress.com/2009/12/tabela-21.jpg
Arion,
De acordo com essas próprias informações que você gentilmente forneceu, o salário médio do setor público para aqueles que possuem ensino superior completo é de R$ 3.086. Porém, qualquer professor universitário (de qualquer curso) com mais de 15 anos de serviço já ganha fácil mais de R$ 7 mil líquido. E isso para os adjuntos. Professor Associado e Titular passam dos R$ 9 mil. Auditores da Receita Federal começam com R$ 12 mil.
No Judiciário, um analista pode, atualmente, ganhar até R$ 10.436,12. E já há projetos para elevar os vencimentos para até R$ 18.802,40, o que beneficiaria cerca de 100 mil servidores. Já um Procurador da República começa com R$ 21.505.
Comparado a isso, o salário desse tal AsPoNe, de R$ 9.000, é até humilde.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/10/08/servidores-do-judiciario-poderao-ter-aumento-de-salario-gratificacao-de-ate-80-767972117.asp
Uma pequena comparação de salários nos EUA
Lamentável. Não é funcionário público, não estudou até queimar as pestanas. Eu não sou, mas eu vejo muitos trabalhando. Há sim alguns que não merecem, mas são cada vez menos.
“Há sim alguns que não merecem, mas são cada vez menos.” Está falando de onde? Hong Kong? Suíça? Liechtenstein?
“Merecer”?\nQuem e como é definido quem merece algo?\nNão é pq uma pessoa estudou e decorou milhões de informações, ou porque é esforçada na função que lhe foi designada, que a faz merecer usufruir da riqueza que eu conquistei com meu trabalho e que me é roubada a força.\nNada que saia do âmbito das trocas voluntárias merece ser descrito com a palavra “merecimento”.
Quanto ao cargo de professor universitário:
1. Para ser Adjunto não basta tem ensino superior. Vc tem que ter mestrado e doutorado. Não é assim “qualquer professor ganha 7 ou 9 mil”. O cargo mais baixo de professor universitário é o de substituto, que ganha na faixa de 1.400 reais…
Raros são os concursos para titular. Geralmente há um titular para cada cadeira e ele lá permanece até sua compulsória.
Marco, releia meu post e veja que ele em nada difere do que você disse. Eu falei que qualquer professor universitário adjunto, que dê aulas para qualquer curso (ou seja, de engenharia, medicina, direito, etc.), com mais de 15 anos de serviço já ganha fácil mais de R$ 7 mil líquido. Eu falo porque conheço.
Isso tem que virar documentário, mini-série, etc..
Melhor definição de merecimento escrita por Fernando
Nada que saia do âmbito das trocas voluntárias merece ser descrito com a palavra “merecimento”.
Desculpe a contundência, mas sua franca exposição reflete a mediocridade que assola o país, chegando às raias científicas. É admirável que alguém, se sujeite a estudar vinte anos para se apresentar de empregado. Mais ainda se cientista. E no seu caso, político, bem pago, mas que nada produz. Não importa quem lhe pague. Importa sua produção! Cadê ela? Porque não a usa para ensinar esses energúmenos que lhe requisitaram seus préstimos? Porque não lhes demonstra que eles própriosserão vítimas, mais cedo ou mais tarde, de suas torpes e irresponsáveis ações? Use a história para demonstrar onde foram parar os discípulos de Maquiavel! Necessitamos urgentemente de novas formulações políticas, e não serão semialfabetizados ou meros votantes os capazes a tão urgente tarefa. E se não lhe dão espaço, trate de abri-lo, já que está no ninho. Mostre-lhes que a ciência mudou muito desde o século XIX, mas a política, a economia, o direito, a sociologia, a filosofia, continuam serenas no mar das ilusões, justamente por falta de despertador. \nMas por favor, não receba esta crítica como condenação, uma vez que sequer lhe conheço, mas sim como uma contribuição à sua consciência, em prol de nosso bem. Somos nós e nossas circunstâncias. Se não as salvarmos, não nos salvamos. Podes crer.\nAbraço, e sucesso.
diante de tudo que voce escreveu, se vc trocar o emprego publico que tens por um na iniciativa privada, nao serás corajoso… serás burro!!!
trabalho ha 15 anos ininterruptos na iniciativa privada e gostaria muito de todas essas benesses ai!
Acredita quem quiser nessa história.\nPra mim, uma pessoa quem tem tudo e quer jogar fora por pensar q é um parasita, tá apenas querendo ser polêmico.\n\nJá que se acha errado em fazer isso, doa as sobras. Ou então aproveita o tempo livre numa fundação assistencialista ou numa ONG. \n\nNo mínimo devia usar suas benesses e trabalhar para o serviço público de forma EFICIENTE produzindo resultados proveitosos para o INTERESSE PÚBLICO.\n\nVamos pensar assim e deixar de hipocrisia? \n(desculpe a sinceridade)
Faço das palavras da vizinha acima as minhas 🙂
“INTERESSE PÚBLICO” é indeterminado, não existe. Só agentes (indivíduos e instituições) podem fazer escolhas. Só quem pode escolher pode ter interesse em algo. Um coletivo abstrato não faz escolhas. Essa estória de “interesse público” é a desculpa preferida do Estado para justificar seus crimes. “Nós podemos te arrancar dinheiro à força porque visamos o interesse público, ninguém mais pode fazê-lo porque aí já é interesse privado.”. Tá bom, conta a do vigário agora…\n
\nE sobre eficiência, nem que munido das melhores intenções, um agente que externaliza seus custos não tem parâmetro de eficiência. Ele pode estar destruindo riquezas num ritmo acelerado, achando que tudo vai bem.
\nUm agente é eficiente quando consegue criar riquezas com seu trabalho (lucro => resultado do trabalho tem maior valor para sociedade do que o que foi consumido para a realização desse trabalho), mas isso só acontece se ele pagar, com o próprio trabalho, por todos os insumos que consumir no processo. O governo não internaliza custo nenhum, pois quem paga por todos os seus insumos são as vítimas dos impostos.
\nNão é à toa que a busca aos lucros sempre traz melhores resultados à sociedade do que a busca aos votos.
Ninguém entendeu o que a Rafaella escreveu, e o pior, alguns não querem entender.\n\nO INTERESSE PÚBLICO não necessariamente quer dizer a nação inteira. Se você trabalha numa fundação assistencial como voluntário, se não é interesse público, tampouco é privado.
Isso foi uma pegadinha. Com certeza.
Então é justo roubar desde que seja para dar aos pobres. Roubo é “subjetivo”, né?
Se você trabalha numa fundação assistencial como voluntário, se não é interesse público, tampouco é privado.
\n
\nClaro que é privado. Você trabalha para essa fundação. Os “interesses” da fundação que vão guiar suas ações. Instituições podem tomar decisões, já que possuem regras internas que conduzem a tomada de cada decisão a seres humanos, que estão lá voluntariamente (se não estiverem, é uma instituição criminosa).
Rafaella B.
A pessoa não “pensa” que ela é parasita, ela de fato é.
Em uma troca voluntária, ambas as partes saem ganhando. Isto é o livre-mercado.
Já uma troca coercitiva, a parte que usa a violencia ou ameaça de violência física ganha e a parte coagida perde. Isso é o que chamamos de relação parasitária. É daí que vem o salário e as benésses dos funcionários do estado.
E pode acreditar, nem todas as pessoas se sentem confortáveis com esta situação. Assim como, por exemplo, existem pessoas que jamais comprariam algo roubado, mesmo sendo 10 vezes mais barato.
E os parasitas tampouco têm a possibilidade que você recomenda, de trabalhar EFICIENTEMENTE para o INTERESSE PÚBLICO, já que por estarem fora do mercado, i.e., não contarem com o sistema de lucros e prejuízos para orientar suas ações, padecem do problema da desinformação e não tem como saber qual é o INTERESSE PÚBLICO.
Lhe faltam conhecimentos básicos de economia (desculpe a sinceridade)
O Fábio Barbieri é um parasita? E o Ron Paul? E quanto a todos os estudantes e demais professores de universidades públicas do país, muitos dos quais presentes nesses meios libertários da internet? E quem usa transporte coletivo público? E quem chama a polícia e os bombeiros para combater crime e incêndios? E quem usa o SUS? E, mais adiante, todas as pessoas donas de empresas privadas no país, na medida em que o estado, apesar de impor-lhes tributos, protege-as da concorrência de um livre mercado genuíno com o monte de regulamentos a que as empresas privadas são submetidas neste país?
A rigor, a resposta é sim. Todos parasitas. É claro que não estou sugerindo que todos estão em igualdade. Mas não há como negar que todos são “parasitas” em maior ou menor grau. Alguns mais parasitados do que parasitantes; outros, vice-versa. Mas todos “parasitam” de alguma forma.
Perguntemo-nos, pois, qual a utilidade de um termo que abrange essencialmente todo mundo. É esta expressão a mais adequada para descrever quem usufrui ou já usufruiu do estado de alguma forma – ou seja, todos?
Eu realmente acho que não. Não porque pessoas que usufruam do estado sejam produtivas de alguma forma, mas porque não há como negar que o estado é tão onipresente e impessoal que o ato de usufruir da riqeuza dos demais fica totalmente oculto, a ponto de não caber a acusação de “ladrão” ou “parasita” a quem dele usufrui; qualquer acusação de “roubo” ou “parasitismo” é, assim, mais um instrumento de retórica e de inflamação do que uma descrição da realidade. Quem discorda, apenas faça a si mesmo a pergunta: se funcionários públicos e todas as pessoas que usufruem do estado são parasitas e o parasitismo é, inegavelmente, um crime, não segue daí que todos que comprovadamente usufruem do estado de alguma forma devem ser presos? Não acho que qualquer pessoa sana irá responder afirmativamente, embora o silogismo leve a esta conclusão.
E é aí que reside o grande mal do estado: esconder, por meio da impessoalidade e da onipresença, a imoralidade de um ato que, de outra forma, seria considerado imoral – qual seja, usufruir da riqueza alheia sem o consentimento alheio. “Esconder” nem é o termo mais adequado. Acho até que “moralizar” seria melhor. O estado moraliza condutas imorais por meio da impessoalidade de suas ações e de sua onipresença.
A única forma de escapar dessa rede de parasitismos mútuos é fazer como os heróis randianos de Atlas Shrugged: isolar-se em uma comunidade paralela, um paraíso libertário e objetivista.
Rodrigo xips, essa definição de parasita não abrange todo mundo não. Como J.C. Calhoun já nos ensinou a muito tempo, a sociedade está dividida entre taxpayers e tax-consumers, e ne poderia deixar de ser diferente:
Few, comparatively, as they are, the agents and employees of the government constitute that portion of the community who are the exclusive recipients of the proceeds of the taxes. Whatever amount is taken from the community in the form of taxes, if not lost, goes to them in the shape of expenditures or disbursements. The two-disbursement and taxation-constitute the fiscal action of the government. They are correlatives. What the one takes from the community under the name of taxes is transferred to the portion of the community who are the recipients under that of disbursements. But as the recipients constitute only a portion of the community, it follows, taking the two parts of the fiscal process together, that its action must be unequal between the payers of the taxes and the recipients of their proceeds. Nor can it be otherwise; unless what is collected from each individual in the shape of taxes shall be returned to him in that of disbursements, which would make the process nugatory and absurd. . . .
Such being the case, it must necessarily follow that some one portion of the community must pay in taxes more than it receives back in disbursements, while another receives in disbursements more than it pays in taxes. It is, then, manifest, taking the whole process together, that taxes must be, in effect, bounties to that portion of the community which receives more in disbursements than it pays in taxes, while to the other which pays in taxes more than it receives in disbursements they are taxes in reality-burdens instead of bounties. This consequence is unavoidable. It results from the nature of the process, be the taxes ever so equally laid. . . .
The necessary result, then, of the unequal fiscal action of the government is to divide the community into two great classes: one consisting of those who, in reality, pay the taxes and, of course, bear exclusively the burden of supporting the government; and the other, of those who are the recipients of their proceeds through disbursements, and who are, in fact, supported by the government; or, in fewer words, to divide it into tax-payers and tax-consumers.
But the effect of this is to place them in antagonistic relations in reference to the fiscal action of the government and the entire course of policy therewith connected. For the greater the taxes and disbursements, the greater the gain of the one and the loss of the other, and vice versa. . .
Lido com funcionários públicos praticamente todos os dias, e sei quem trabalha e quem não trabalha.\n\nJuízes federais chegando para trabalhar as 14 e 30 horas e indo embora as 18 horas , não falta na JF de São Paulo. Quero ver se essa idéia de acabar com 60 dias de férias dos juízes irá passar… duvido muito.\n\nNo forum onde mais frequento, vejo muita gente na parte administrativa fazendo o que quer. O pior é saber que tudo é permitido pelo chefe, que adora ter funcionários assim, pois nenhum desses poderá pegar o cargo dele.
Sou servidor público federal e escrevei um texto em meu blog a um tempo atrás sobre o tema.
A quem interessar.
blogj11.wordpress.com/2010/01/27/funcionario-publico-e-vagabundo/
Não vou entrar na discussão sobre o assunto do tópico, MAS…\r
\r
Esse texto é muito fake. O autor deve ser um jovenzinho que nem terminou ainda o curso de Letras de alguma faculdadezinha pelo Brasil. Só pelo jeito de escrever, dá pra perceber. Acordem. \r
\r
O site da Mises tem artigos absolutamente brilhantes, e esse texto é uma mancha na reputação do site.\r
\r
Sugiro formular algo mais racional e embasado, e deletar esse lixo.\r
\r
[]s
Funça irritado detected. Essa gente se acha tão superior, tão acostumada está a tratar o povo como servo, que não tolera uma crítica realista. “Como ousam nos criticar?” Pior ainda é quando a crítica vem de dentro, quando um deles próprios tem a coragem de fazer um desabafo.
Aí esses seres amáveis sobem nas tamancas e, com afetações de superioridade, pedem até para “deletar” tais verdades incômodas.
Patético.
Sou uma espécie de semi-funcionário público, ou semi-parasita público, como preferirem. Como tal, vou proferir a minha opinião sobre o assunto. O grande diferencial do parasitismo público é a segurança (por segurança entenda-se carta branca pra fazer um monte de coisas em detrimento da produtividade). Ou seja, o melhor motivo para deixar de trabalhar para se tornar um parasita público é o conjunto de garantias que se obtém a partir do momento que você passa no concurso público. Essas garantias, porém, não são pagas pelos parasitas, mas por outros. O parasita não precisa abrir mão de nada em troca das garantias. Mas, como nada é de graça nesse mundo, incluindo as garantias obtidas, essas precisam ser pagas por alguém outro. Em outras palavras, é roubo de acordo com os ditames da lei, sem riscos para o ladrão. Mas não é qualquer tipo de roubo, não. É o roubo do tipo mais limpo que existe. O ladrão não precisa fazer nada para espoliar a vítima, além de passar no concurso e não se esforçar muito para ser despedido e, voilá!, muitas pessoas são roubadas legalmente para sustentar o parasita.
\r
Sou funcionario publico tb, porem o que vejo dia-a-dia que os funcionarios que entram no periodo pré aposentadoria (+ou-5 anos que antecedem)já começam realmente a fazer corpo mole, ja não estão nem ai pro paraiso! logico tem uns que nao querem trabalhar mesmo novo de emprego, mas ai na avaliação anual a coisa pode pegar para o lado deste, sendo possivel coloca-lo a disposição ou processo adminisstrativo causando sua exoneração. \r
Atualmente os concursos dos quais tb participo são mais elaborados com nível de exigencia muito maior que antigamente,mais profissional, é a iniciativa publica buscando profissionais com um nivel de conhecimento bem mais elevado é só atentar para o nível de provas que são aplicadas, não é qualquer um que entra, ta se tornando uma peneira.\r
Tirando os cargos comissionados que entram por pressao politica o resto não esta tão facil assim, o complicado que esse pessoal comissionado as vezes não sabem nem porque estão ali isso que é complicadíssimo, para quem quer trabalhar.\r
Relativo ao texto Astolfo Pontes Negreira, é obvio que o mesmo quis ser polêmico, afinal ninguem em sã conciencia deixa uma remuneração de R$ 9000,00 mensais e todos esses benesses que sempre são benvindos, afinal é normal do ser humano quanto mais se tem mais se quer ter, salvo os que prestam serviços voluntarios.\r
O que não é aceitavel é a desvalorização do profissional que é explorado pela iniciativa privada, exigindo-se ingles, frances, etc etc por uma miséria e ainda quando se aposenta mal conseguem comprar os remedios para curar os danos causados por tanto stress de cobranças e exigencias para aumentar o lucro do patrão.
Parabéns pela honestidade, Astolfo!
Sou concursada já faz um ano. Entrei para o Serviço Público praticamente por uma questão ideológica: acredito (?) num Estado Forte, eficiente, regulador.
Decepção, total decepção. Tudo que aprendi até agora confirma o que muitos já me diziam e eu não conseguia acreditar: que o Estado simplesmente NÂO FUNCIONA.
Pra vc ter idéia do nível, onde eu trabalho apenas 30% são concursados e o restante é terceirizado. nem os concursados e tampouco os terceirizados trabalham efetivamente (com algumas exceções). Os que tentam fazer um bom trabalho se atolam tendo que fazer o que ninguém faz.
Minha chefe chega 15 hs e sai ás 18. Meu outro colega que entrou no concurso comigo, um senhor de uns 50 anos, sai 2 da tarde sem fazer absolutamente nada o dia todo. O que eu estou aprendendo: desde que alguém faça o trabalho que minha chefe repassa, tudo bem; não interessa se é uma pessoa apenas fazendo o trabalhgo de duas.
Reclamei com a chefe: ‘todas essas tarefas para o dia tal e fulano não vai fazer nenhuma delas’? resposta: ‘nao adianta , ele nao faz’. Claro, tem sempre um otário pra se montar em cima….
Reclamei com o segundo homem abaixo do Presidente, mas ele está mais preocupado com as suspeitas de superfaturação na obra que tivemos (parada há 2 meses).
Ou seja: se vc é o ‘otário’ do serviço público, vc não tem sequer como reclamar. Ninguém liga.
por isso, apesar de ser funcionária pública, me coloco amplamente a favor do fim do regime estatutário. É um absurdo que sustentemos tanto parasitismo sem sequer ter um bom serviço em troca.
Você encontrou muitos defeitos no setor público, mas se esquece que no setor privado as coisas são muito duras também. No setor público você trabalha para um estado, um município, uma nação, e no setor privado, você trabalha para enriquecer meia dúzia, que explora a mais valia dos seus funcionários e vive na mordomia e luxúria que a maioria sonha em chegar. Será que trabalhar em setor privado, onde se tem cobranças constantes de desempenho, busca de aumento de lucros desenfreada, concorrência muitas vezes desleal e salários cada vez mais apertados, é algo melhor que trabalhar em setor público? Você vê mais ética nisso? Com certeza não há ética em nenhum dos dois.
Quem procura desenvolvimento profissional para crescimento de poder aquisitivo, deve procurar o setor privado, pois este precisa de pessoas extremamente dedicadas e dispostas a dar o seu sangue pelo trabalho, ganhando mais dinheiro e deixando seus patrões ainda mais ricos.
Quem procura desenvolvimento profissional para crescimento sem priorizar poder aquisitivo e ter melhor qualidade de vida, o setor público com certeza oferece as melhores condições. Não é porque uma parte não faz nada que você também não vai fazer a sua. O importante é cada um fazer o que gosta, sem ser explorado, ter saúde e qualidade de vida, e dormir tranquilamente com a certeza do dever cumprido.
-\r
pois por exemplo esta ENFERMAGEM MULHER MÃE AVÓ BRASILEIRA abaixo, HÁ 08 ANOS ATRÁS, RECEBIA QUASE-03-SM-FEDERAL-BASE-LIQUIDO- -\r
-\r
E HOJE RECEBE MENOS DE-1,5-SM-FEDERAL-BASE-LIQUID0.etc.e para menos de 01 sm falta pouco\r
-\r
então conforme o tempo vai passando como não permitir que a mesma tenha OUTROS-MIL-BI COS E BICOS POR FORA,\r
-\r
pois localmente procuram dificultar para a enfermagem LOCAL não ter OUTROS MIL BICOS POR FORA.etc.\r
-\r
mesmo pagando SALÁRIOS PÍFIOS, SALÁRIOS ABAIXO DA MISÉRIA EXTREMA, ABAIXO DA POBREZA EXTREMA.etc.ás tais e tais ENFERMAGENS LOCAIS.etc.\r
-\r
isto é, mesmo podendo, não pagam um salários digno, e do outro lado dificultam ao máximo para a enfermagem local não terem outros MIL BICOS POR FORA.etc.para complementar o tal SALÁRIO PÍFIO.etc.\r
-\r
pois por exemplo na REGIÃO ALTO TIETE/SP existem PREFEITURAS TRILIONÁRIAS que procuram pagar o minimo do minimo á todas ás suas ENFERMAGENS LOCAIS,\r
-\r
ou ás obrigam á trabalharem quase de graça e mesmo que tendo que trabalhar 30, 32, 36 horas semanais por DIREITOS ADQUIRIDOS/CONCURSOS/SELEÇÃO.etc.,\r
-\r
ás obrigam á trabalharem mais muito mais de 44 horas semanais e PROCURAM DIFICULTAR das mesmas terem outros MIL BICOS POR FORA, e procuram PERSEGUIR, PREJUDICAR.etc.de todas as formas possíveis as tais e tais ENFERMAGENS LOCAIS\r
-\r
cnes.datasus.gov.br/Mod_Profissional.asp?VCo_Unidade=3523102079526\r
-\r
e por isso geralmente a enfermagem está meia boca num serviço e como meia boca nos outros-MIL BICOS POR FORA,\r
-\r
pois nenhum ser humano consegue dar 100% de si mesmos em MIL BICOS POR FORA.impossível,\r
-\r
quer dizer deve e ou deveria ter ao máximo de por EXEMPLO-60-HORAS SEMANAIS EM DUPLA VINCULAÇÃO,\r
-\r
MAIS QUE ISTO É UM ABSURDO PARA UM SER HUMANO.etc.-DÉFICIT-DE-ATENÇÃO-CONCENTRAÇÃO-MEMÓRIA-FALHA-FADIGA-STRESS-\r
-\r
UM ABSURDO..etc.o que fazem com a ENFERMAGEM MULHER MÃE AVÓ.etc.BRASILEIRA, ás quais tem JORNADAS DUPLAS TRIPLAS QUADRÚPLAS.etc.etc..um absurdo.\r
-\r
pois depois ainda tem que cuidar do seu LAR, FILHOS, MARIDO.etc.mas geralmente esquece de si mesmas.\r
-\r
tudo para COMPLEMENTAR O SEU GANHO NO SERVIÇO OFICIAL.MIL BICOS POR FORA.ABSURDO.,\r
-\r
quer dizer SALÁRIOS, BENEFÍCIOS.etc.da MULHER MÃE AVÓ.etc.ENFERMAGEM BRASILEIRA deveriam ser SAGRADOS.etc.,\r
-\r
pois 95% da enfermagem brasileira são mulheres mães avós..etc.\r
-\r
não PODERIAM de jeito nenhum DESVIAR, EXTRAVIAR, FLEXIBILIZAR,-DRU-.etc., e muito menos-DESATUALIZAR–.etc.etc.\r
-\r
senão daqui há pouco tudo e todos ENFERMAGENS CURSOS TÉCNICOS/SUPERIORES.etc.estarão ganhando MENOS DE 01 SM FEDERAL–LIQUIDO–.absurdamente.\r
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e não importa se tem 05,10,15, 20,25, 30, 35, 40 anos de SERVIÇO DE DEDICAÇÃO.ETC.NÃO INTERESSA TUDO E TODAS ENFERMANGES ESTARÃO GANHAN DO MENOS DE 01 SM FEDERAL-LIQUIDO.ETC..SE NADA E NINGUÉM FIZER ALGUMA COISA…::::\r
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lh4.ggpht.com/_8OUDF2WC7Y0/TSx6BIAHxAI/AAAAAAAAAFE/JNe38AD7pUk/s400/sal%C3%A1rio%20enfermagem%20ITAQUASP%3D%20%20%20%20httplh4.ggpht.com_8OUDF2WC7Y0TSmyeeNVokIAAAAAAAAAEs9wRad_DigPgs400sal%25C3%25A1rio%2520enfermagem%2520ITAQUASP%253D%2520%2520%2520%2520httplh5.ggpht.com_8OUDF2WC7Y0TSiPwHT0iLIAAAAAAAAAEUH5LRz.jpg\r
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Vá com Deus amigo! Espero que encontre o seu cargo no setor privado…deixe o que ocupa agora para aqueles que querem trabalhar…digo, trabalhar e ter a sua mão-de-obra recompensada.\r
Não é o setor público que tem muitas “vantagens” e sim o setor privado que não possui nenhuma! Vejamos, quem ganha mais na iniciativa privada? Quem? Os patrões…esses quase não fazem esforço, vivem uma vida de rei…enquanto o pobre funcionário tem que ralar muito e está sob constante pressão, ameaças de demissão e pra quÊ? Pra ganhar uma merreca, não ter o seu esforço reconhecido e ainda ver os “lambe-botas” conseguirem cargos melhores que o seu não por meritocracia e sim por “puxasaquismo” ou “QI”!\r
Então repito: Vá com Deus! O setor público não precisa de você que já demonstrou que não anda fazendo por onde paara ganhar seus R$117.000,00 anuais!
As idéias veiculadas no artigo procedem, de modo geral. A produtividade no serviço público é baixa. O servidor, em geral, não tem muito compromisso com o trabalho e trata o público com desprezo. Entretanto, há muitos servidores que trabalham sério. Arrisco a seguinte avaliação: 10% leva a máquina pública nas costas, 30% faz apenas o necessário e 60% errola. Verifiquem o número de faltas ao serviço, fundado em atestados médicos graciosos. Além do mais, o servidor público tem o privilégio, gritantemente inconstitucional, de sair de licença remunerada para fazer campanha política. Então, muitos são candidatos apenas para gozar essas férias de 90 dias. A licença deveria ser concedida, mas sem remuneração. Pois, no setor privado não temos esse privilégio. Esse quadro poderia mudar um pouco com a quebra da estabilidade e controle rigoroso da produtividade. Esses privilégios são ainsa maiores com juizes e promotores, cuja penalidade máxima é a aposentadoria compulsória ou a disponibilidade, sempre remunerada (prémio aos heróis que violam a lei). Ademais, têm férias de 75 dias, mais 15 de recesso, dias enforcados, fins de semana prolongados, licenças prêmios e especiais,, para estudar, fazer mestrado (tudo uma grande embromação). Certo desembargador da Bhia calculou, em sessão do Tribunal, que um juiz não chega a trabalhar mais de 10o dias no ano. Esse é o quadro predominante.
Ah sim, o bom é ser escravo-assalariado de um chefe do setor privado, que num dia de mal-humor, te manda pra rua “procurar seus direitos”…
Bom é literalmente entregar sua vida na mão de um gerente, que reporta a um diretor, que reporta a um presidente que reporta aos acionistas… que nem sabem que vc existe…
12hrs/dias, tendo que brigar por horas-extras, nenhum benefício, se vc falta ou chega atrasado (por razões A, B ou C), ninguém quer saber o porquê (dane-se se vc é o sujeito mais preparado do prédio, vc é só uma peça [escravo] substituível a qualquer tempo).
Se não agradar todo o dia o tempo todo, pode tirar seu diplominha de mestrado da parede e dar área…
Isso é que é bom né?
Se hipocrisia for sinônimo de sinceridade, então esse é, de fato, um texto muito sincero.
O velho discurso parcial, acerca das disfunções da burocracia, e da necessidade de reduzir o tamanho do Estado.\r
Estão certos ao diagnosticar o problema (ineficiência evidente do servidor público), mas errados ao propor a solução (não termos servidores públicos e impostos).\r
Os teóricos das Finanças Públicas mostram claramente a necessidade que tivemos, em nosso processo de industrialização, de uma presença mais forte do Estado, sem a qual o Brasil seria como um desses países africanos, que não tem nem funcionalismo, nem economia forte, nem previdência social, nem nada.\r
A solução do problema da ineficiência do governo é o controle social, utilizando os mecanismos que existem pra denunciar os abusos (lembrando que os servidores podem ser demitidos). Ninguém quer ter o trabalho também de denunciar, preferem ficar nos barzinhos da vida, reclamando. O esporte nacional não é o futebol, e sim reclamar.\r
Na fila do banco todo mundo reclama até ser atendido; depois pega seu comprovante e se manda, esquecendo os outros que continuam lá.\r
Realmente existem os servidores parasitas (principalmente os antigos, que nem sabem usar o computador, e ganham salários enormes pra não fazer nada, muitas vezes entraram até sem concurso). Dentre os novos já vemos uma mudança, com visão de empresa privada; mas como quem manda são os antigos, os novos concursados ainda não puderam mudar as coisas.\r
Enfim, pra não alongar muito, a burocracia foi criada para conter os abusos dos monarcas, coronéis etc. Não se trata de excluí-la, mas de aperfeiçoá-la, fiscalizando. \r
Primeiro, a máquina pública, para funcionar bem, precisa de bons profissionais. Aí você inclui os auditores fiscais, os analistas do Bacen, equipe de fiscalização da CGU e do TCU, enfim, o servidores pensantes, que fazem a análise e transmitem as informações para que o governo tome as providências, faça os investimentos, por exemplo. Ora, se o país está conseguindo destacar-se no cenário econômico internacional é sinônimo que estamos no caminho certo, vale dizer, estamos adotando as melhores medidas, principalmente na economia. E não me diga que essas medidas são discutidas e decididas pelo presidente e seus ministros, somente. Tais decisões, parte da análise feita por vários agentes públicos, principalmente servidores públicos.
Segundo, é claro que há funcionário públicos, no sentido amplo, que não fazem jus à sua remuneração. Acontece que também é assim na iniciativa privada, em uma escala menor. Por outro lado, existem poucos que fazem por muitos, acabando que as coisas equilibrem-se. Como já disse acima, o país é destaque no cenário mundial, sobretudo quanto ao nosso setor econômico, ainda que com todas as arestas que precisam ser lapidadas.
Terceiro, nossa carga tributária é uma das maiores, senão a maior. Porém, todos esses recursos carreados aos cofres públicos não estão voltando em forma de benefícios à população devido, principalmente, à corrupção. E não estou falando do servidor público, e sim dos políticos corruptos.
Quarto, o comércio e indústria brasileiro é sim muito atrativo para a iniciativa privada. Pegue, por exemplo, o mercado de automóveis, em que, com praticamente a mesma tributação existente no México, consegue vender carros, aqui fabricados, duas ou até três vezes mais caro que naquele país. Agora, se não está pagando bem o empregado aí é outra história.
Quinto, e por último, defendo a boa remuneração dos servidores públicos, que trabalham para sustentar a máquina pública brasileira. Dessa forma, o governa capta os melhores profissionais.
Acho que não devemos culpar o servidor público, concursado, pela ineficiência com que muito empresários e industriários conduzem seus negócios. Afinal, é notório que o capital privado, inclusive no Brasil, tem muito mais dinheiro para investir do que o governo, como diz o PSDB. Mas o governo não tem como assegurar o sucesso desses investimentos, que muitas das vezes não encontram sucesso. Talvez se comparássemos o perfil dos empresários brasileiros com o de países desenvolvidos, da Alemanha, por exemplo, encontraríamos algumas boas respostas.
Não tiro sua razão caso você esteja referindo-se aos funcionários públicos comissionados, de livre nomeação e exoneração, aí sim, a maioria não faz jus aos gordos salários que recebem para chefiar, dirigir e assessorar. Além do que esses cargos são, geralmente, ocupados por “companheiros”.
Caro Leandro, convido você a refletir sobre esse tema à luz do direito administrativo, bem como da macroeconomia, pois me assuta você utilizar o argumento “Diga-me: como um funça faz com que chegue comida à minha boca?”. Você consegue imaginar um Estado sem funcionários públicos para fazer funcionar a máquina estatal? Posso afirmar a você que não é possível, ainda que seja somente nas funções típicas de Estado.
Já trabalhei (quase como escravo) na iniciativa privada. Estudei muito, pois sempre fui pobre, passei no vestibular de uma universidade federal, formei-me em ciências contábeis, estudei (novamente como um escravo) até passar num concurso – o primeiro foi em sociedade de economia mista, o segundo para um cargo municipal, os outros seguintes foram para o executivo federal, inclusive é nesse quadro de servidores que estou atualmente.
Então, após estar dos dois lados, e conhecendo um pouco sobre o funcionamento tanto de um quanto do outro setor, inclusive o terceiro setor, posso dizer que os servidores públicos são essenciais. Os bons servidores, nada de dizer que é tudo igual.
Convido vocês, que odeiam servidores públicos, a estudar para um concurso público. Verão como é difícil e também gratificante ser aprovado, ser o melhor, mas não pensem que será fácil desempenhar as atribuições de seus cargos. Dependendo do cargo, você se deparará com uma investigação, envolvendo desvio de milhões de reais para o bolso de políticos safados e empresários imorais, contendo milhares de páginas. Ou então, estará diante de um projeto onde o governo está emprestando também milhões de reais, e depende de você a análise para saber se aquele tomador do empréstimo terá capacidade de pagar. Pensem nisso.
Acabei de ler sobre este Instituo. Relmente jamais chegaremos a um consenso. Mas tenham em mente que: Estado nenhum sobrevive sem a atuação do Estado. Também tenha em mente que existem inúmeros servidores públicos que trabalham muito mais que você. E servidor público não é somente o “tiozinho” arrogante, que nada conhece de informática, e que trabalha na repartição de um Município, Estado ou da União, há mais de 30 anos. Obs.: talvez quando você tiver a idade dele esteja ganhando o mesmo salário dele.
Agora, cobrar tributos você chamar de “Redistribuição subsidiada da riqueza alheia” e´inaceitável. Nesse mundo que você vive, quem forneceria saúde e asistência social aos desempregados? Quem daria segurança para você ir trabalhar todos os dias? Não me venha dizer que não há segurança, pois você mesmo defende que acabem os servidores públicos. E também não venha dizer que são todos corruptos, afinal, são pessoas como eu e você, sujeitas a falharem, caso tenhamos o poder nas mãos.
Quem educaria os seus filhos? Bom, tudo bem que você possa pagar uma escola particular, mas eu não posso, e dependo da escola do governo, pública, cheia de servidores públicos, que com um salário muito menor que o seu, fornecem educação para nosso filhos, que muitas vezes não dão valor e vão em busca das drogas, geralmente porque eu falhei como pai.
Até pouquíssimo tempo atrás eu achava que o Estado era a solução. Que era necessário um estado forte, garantidor de “direitos”. Achava que tinha que se cobrar impostos sobres os mais ricos, sobre os lucros dos bancos e das grandes empresas. Pensava que a legislação trabalhista brasileira era injusta pq garantia poucos “direitos” aos trabalhadores. Hoje vejo a coisa de outra forma. Sempre gostei de finanças, invisto na bolsa desde os 20 anos, que foi quando passei no meu primeiro concurso público. Hoje trabalho em outro órgão. Sou Servidor Federal e com toda propriedade posso falar: o estado é o problema. Poucos Servidores aqui ganham menos de 10 mil por mês, os mais antigos ganham mais de 20 mil. Logo quando entrei na faculdade arranjei um estágio no setor de qualidade de um hospital privado, outro mundo. Eficiência, metas, produtividade, controle de custos, melhoria de processos, tudo isso fazia parte do dia a dia. Sair do estágio por que passei num concurso. Pense na felicidade de alguém com 20 anos passar num concurso. Pois é. Na primeira semana de trabalho levei um choque, foi como descer do céu ao inferno sem escalas. Passei a ganhar mais e “trabalhar” menos. Fui chamado pq o governo havia sido criadas novas vagas para substituir terceirizados. Eu substitui 3 terceirizados. Em 8 horas diárias de expediente, trabalhava no máximo duas. Minha namorada quando me ligava nem acreditava que estava no trabalho, parecia mais um feira. O pessoal batendo papo, fofocando, fazendo brincadeiras. O expediente era pra ser de 08:00 às 18:00, ninguém chegava antes das 09:00 e saia depois das 17:00. Fiz outros concursos, passei em outro e fui chamado. Você acha que a realidade mudou? Tirando o barulho a conversaria do outro órgão, mudou pouca coisa. Dos mais de 100 servidores que são empregados aqui, conto uns 10 que levam a sério. Muitos ainda reclamam: pq nem tem impressora na mesa, tem que se levantar para pegar a impressão, reclamam pq falta recursos pra viagens. Acham q mereciam ganhar mais, que precisa mais servidores, etc, etc, etc.
É como no feudalismo exitiam os reis, os políticos, e os senhores feudais, donos da terra, agora servidores públicos. Os servos viraram povo, com direito a voto, mas só isso. Continuam trabalhando e nos entregando parte de sua produção.
“Todo funcionário público é arrogante: eles genuinamente acham que sem eles o mundo pára, o eixo da terra se desloca e o sol desaparece do sistema solar.”\r
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Bem sou “funça” e concordo completamente com o Leandro, a nao ser no ponto do “todo”.\r
Aqui no Mises e também em outros locais (website) de bons diálogos, é possível nutrir de informações muito bem válidas e argumentadas que provam como 2 + 2 são 4 que o Estado é o maior vilão da história.\r
Guilherme, vamos ser francos o que nós funças produzimos é apenas burocracia, subsidiado por dinheiro alheio, que de uma forma indireta ou direta afetará o rendimento de outro, para negativo, e não positivo.\r
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http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1144\r
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Confesso que sou “funça” por sobrevivência, devido as condições do nosso mercado cada vez mais sufocado pelo Governo.
“Já trabalhei (quase como escravo) na iniciativa privada”\r
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Se um funcionário do setor privado trabalha muito mais que um do setor público é por que, primeiramente, o primeiro deve sustentar o funcionamento do segundo. 40% de toda a dedicação e talento dos trabalhadores privados são esbulhados pelos funcionários públicos. \r
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Outro fator é que o setor privado trabalha com poupança e investimentos. Já o segundo funciona à base de tributação e impressão de dinheiro. O primeiro lida com riscos de mercado. Já o segundo tem a garantia de um monopólio. Todo esse risco é convertido em muito trabalho. Trabalho duro!\r
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O setor privado é o que verdadeiramente serve a população, portanto os funcionários privados devem trabalhar arduamente para garantir a preferência dos consumidores. Já o segundo é indiferente a isso.\r
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Qualquer pessoa ética ao saber de tudo isso deve repudiar o funcionalismo público. Assim com deve valorizar ao máximo o trabalho que produz riqueza e não simplesmente transfere uma parte de capital e destrói a outra. \r
Chega a ser ridículo que o argumento padrão dos funcionários públicos por aqui sobre a superioridade do funcionalismo público seja que o emprego público é mais seguro e menos estressante que o emprego no setor privado…
É CLARO QUE É. Mas essa segurança e esses altos salários são fruto de dinheiro roubado da iniciativa privada, já que o governo não produz riqueza.
O funcionalismo público é seguro e paga bem às custas de empregos com capital privado pagarem mal.
É como justificar que é melhor comer no lado A da mesa que não produziu comida mas que confisca 70% da comida do lado B, porque o lado B tem pouca comida disponível apesar de produzir 100% dela.
A única justificativa pra comer em A é que “A é melhor”, só.
Justificar comer em A porque “B é pior” é ridículo dadas as razões de B ser pior.
Se funcionalismo público é tão melhor que iniciativa privada, por quê não acabam com os empregos privados e empregam todo mundo no setor público ganhando esses maravilhosos salários com toda essa segurança?
Porque todos no fundo sabem que eles não poderiam ganhar tudo isso apenas com seu trabalho e produtividade, e não conseguiriam manter o padrão de emprego caso não houvesse mais setores privados pra espoliar.
Outro argumento padrão é que quem critica o funcionalismo público “está com inveja porque não passou num concurso público”. Ai, ai…
Quando entrei no serviço público um colega falou “No serviço público você ganha mais, mas em compensação trabalha menos”. Deboche a parte, é a mais pura verdade e já passei por vários cargos públicos concursados, sempre com o objetivo somente de ganhar mais, e a conclusão que percebi é que quanto mais ganho menos trabalho. Hoje passo 30 horas por semana no trabalho, mas daí a dizer que trabalho 30h por semana é outros 500. Juntando férias, recesso, abono, banco de horas e outras cositas mais, dá para tirar 90 dias de férias por ano.
Minha rotina diaria é basicamente: Na primeira hora fico lendo os jornais (em papel mesmo), que o orgao fornece para a gente. Na segunda hora vou discutir com os colegas as noticias que li, e principalmente reclamar do governo, na copa onde tem cafe, chocolate quente, capuccino e cha a vontade. Na terceira hora vou ler os meus emails pessoais e atualizar as noticias pela internet, já que as dos jornais estão velhas. Faço tambem ginastica laboral com umas estagiarias gatas de educacao fisica que o orgao disponbiliza para gente, afinal ninguem é de ferro. Na quarta hora me dedico às matérias da pós que estou fazendo a distancia que vai me garantir um adicional de qualificacão (uma graninha extra não faz mal). Na quinta hora abro o email corporativo e primeiro vou ler as correntes, videos e piadas. Depois vou ler os email de trabalho. Dou a resposta basica para as cobranças do meu chefe, dizendo “já está quase pronto”. Caso seja uma segunda cobrança dele, respondo “Sem falta amanhã está pronto”. Na sexta hora, eu… sabe de uma coisa, hoje vou sair mais cedo para queimar umas horas que tenho no banco de horas, senao vou perde-las. Tchau.
O negocio é o seguinte: Farinha é pouca meu pirão primeiro.
Então a moral é o seguinte: parasita por parasita, que seja eu então.
Agora dá licença que eu tenho que ir gastar os meus dezoito conto por mês nos states que lá tá precisando e eu quero ajudar eles.
independende de ser “funça” ou empregado da iniciativa privada, o serviço tem de ser feito, e bem feito.
Não entendo o porquê dessa raiva toda com os empregados/servidores públicos. Porque existem tantos servidores e empregados públicos, além dos comissionados, aqui no Brasil? Ora, é o modelo adotado no Brasil. Está correto? Não sei. Na minha humilde opinião o Estado está sim muito inchado; deveria atuar somente na saúde, educação, segurança pública, que são áreas sensíveis, e que seria um risco aos menos favorecidos se elas fosse entregues à iniciativa privada, que trabalha em função do lucro. Já imaginou uma empresa ser responsável pela segurança pública no Brasil?
Agora, colocar a culpa nos servidores… a mesma tributação que o empregado da iniciativa privada está sujeito eu, como servidor público, também estou! pago IRRF, INSS, e os demais tributos existentes hoje no Brasil. Se meu salário é proporcional ao da iniciativa privada, não sei, quando lá trabalhei não tinha as qualificações que tenho hoje. Mas creio que seria muito difícil o setor privado pagar o que ganho hoje, apesar de não ser muita coisa.
E outra, estou aqui no meu cargo público porque foram abertas vagas, inclusive você, se quisesse, poderia ter concorrido. E quem abriu as vagas? Não foi a decisão de um servidor público. Foi do Presidente, por meio de seus Ministros de Estado. E quem os colocou lá? Eu e você, por meio de nossos votos! então porque colocar a culpa no servidor público, cumpridor de ordem dos agentes políticos? Ganhamos para desempenhar um função específica na Administração Pública. Uns trabalham mais que os outros, isso é fato. Geralmente, um trabalha para três! digo isso por experiência própria. Mas quando você critica os quatro, está atingindo aquele que realmente trabalha. Acreditem, existem os que trabalham.
Vc bebeu? Tá doido? Quem disse que o setor privado é exemplo de alguma coisa? Trabalhar excessivamente, ganhar pouco e sofrer assédio moral têm que ser padrões normais de uma sociedade? Definitivamente não concordo com suas opiniões.
Existem injustiças tanto provocados pelo setor privado como no setor público. O problema mesmo é que, realmente, temos um achatamento nos salários oferecidos na iniciativa privada, justamente porque a quantidade de encargos trabalhistas aliada a alta carga tributária acaba onerado a produção e, conseqüentemente, quem paga por isso é o assalariado que faz parte do lado da economia ativa que produz ao invés do servidor público que sempre tem seus direito garantidos além de conseguirem reajustes acima do que ocorre no setor privado. Para sustentar a enorme máquina burocrática do Estado é necessário que o setor privado que gera o PIB sempre maximize o lucro, é por isso que vemos casos de assédio moral, humilhações crescentes no lado da iniciativa privada justamente porque o Estado pressiona com a imposição da alta carga tributária que ela seja eficiente e eficaz na geração de impostos.
Outro malefício causado pelos parasitas do setor público, principalmente, aqueles que nem sequer prestaram concurso, no caso, os cargos de livre nomeação e exoneração (cargos comissionados) é o fato de usarem o dinheiro fácil pago pelo contribuinte para aumentar a inflação, ou seja, com o poder aquisitivo maior, são os vilões da Economia, pois gastam o suado dinheiro dos impostos em produtos superfluos nos supermercados, acabam aumentando o preço dos imóveis, justamente porque possuem poder aquisitivo para tal, compram automóveis que são 3X mais caros daqueles que são vendidos nos EUA e EUROPA, e provocam e provocarão futuramente um colapso no regime econômico atual. A conta é bem simples, quem não gera PIB com seu suor, e só gera despesas pro ESTADO (indiretamente para a sociedade) acaba sendo um vírus da inflação, além de não produzir nenhum bem ou serviço, ou pelo menos, trabalhar em prol da sociedade. O Estado tem um importante papel na regulação da Economia, além de ser o principal provedor de serviços essenciais como Saúde, Educação e Segurança Pública desde que consiga ser EFICIENTE E EFICAZ (EFETIVIDADE), porém isso está muito longe de acontecer devido a corrupção e a cabide de parasitas que aumenta a cada dia mais. O equacionamento e o balanço devem ser feitos antes do colapso que poderá acontecer assim como na EUROPA e nos EUA. Com certeza, alguém vai sair prejudicado na história, e é óbvio que quem faz parte do lado mais fraco vai pagar a conta dos BUROCRATAS PARASITAS: o setor produtivo em que está inserido a população economicamente ativa.
Discordo de um ponto, que não prejudica o argumento contra a falta de maiores exigências sobre o servidor público; é apenas um detalhe: O servidor público paga impostos sim. Se fosse verdade a afirmação de que o servidor público não paga impostos, então também seria verdade, por exemplo, a afirmação de que o atendente da padaria não paga pão se o comprasse onde trabalha; de que o caixa não paga as compras do supermercado se as fizesse onde trabalha; de que o vendendor de automóveis não paga carro se o comprar onde trabalha etc.
Ué..se vc acha tão ruim, pq não senta a bunda na cadeira e trabalha? Sou funcionário público, Auditor Fiscal, tem gente antiga, burocrata, que não sabe o que é excel. Nem por isso faço igual. Ou você foi pego pela inércia?\r
Saia do funcionalismo público porque você envergonha a classe! Seja covarde e não queira mudar o país em que vive. Eu ganho bem, os contribuintes pagam meu salário (uma parte, porque o que tem gente que sonega!) e minha cobrança vem de dentro. Tenho que fazer jus ao que recebo, trabalhando sim por essa mais dúzia que só pendura o paletó. Se você fosse homem, faria o mesmo!!!!
O pior não é isso, já está mais que provado e existem milhares de provas de que o funcionário público em todos os âmbitos (municipal, estadual e federal) possui milhares de regalias, salários acima do que são pagos na iniciativa prviada e, para piorar, fazendo o serviço público de forma ineficiente, desperdiçando o dinheiro público e na maioria das vezes para atender a interesses próprios e escusos. Não haveria problema algum em ter um ESTADO que controle e regule a ECONOMIA e forneça serviços essenciais, desde que ela tenha um embasamento voltado para a gestão administrativa por resultados, pois não podemos, simplesmente, achar que sem um ESTADO, as atividades essencias como Saúde, Educação e Segurança Pública iriam ser providas de maneira justa no mercado livre. O ser humano é ganancioso, sem ter alguma contraparte para equilibrar esta ganância, não haveria equilíbrio algum na ECONOMIA. É mais que evidente que o sistema atual corrompe totalmente os princípios morais e éticos que deveriam embasar a administração publica, de longe temos uma verdadeira representação política dos anseios da população, a desigualdade social é ainda um mal a ser combatido com políticas públicas efetivas, porém nada disso acontece por causa da total ineficiência do ESTADO, e principalmente, pela corrupção.
Leiam abaixo no link os futuros fiscais e os que já estão la para verem que a finaliadde principal em aumentar a arrecadação é para atender apenas aos interesses escusos dos políticos que usam a máquina pública para se enriquecerem sem oferecer em contrapartida serviços públicos de qualidade nos setores essencias para a sociedade.
VEJAM OS COMENTARIOS REFERENTE AO PROPOSITO EXPLICITO DO PORQUÊ AUMENTAR A ARRECADAÇÃO. PARA AUMENTAR O VRT DOS FISCAIS, COMO SE ELES REALIZASSEM UM TRABALHO NOBRE PRA SOCIEDADE, SENDO QUE 40% DO DINHEIRO ARRECADADO É DESVIADO PARA ATENDER A FINALIDADES PESSOAiS DE POLITICOS CORRUPTOS E O DELES. O TRABALHO É IMPORTANTE PARA COMBATER A SONEGAÇÃO, PORÉM EXISTE UM OUTRO LADO A SER COMBATIDO : O DESVIO DE VERBAS E A NECESSIDADE CRESCENTE DA ARRECADAÇÃO PARA PROMOVER AINDA MAIS A CORRUPÇÃO. VEJAM O CASO DA CONTROLAR E TIREM SUAS CONCLUSÕES, DE COMO NASCEU ESTA EMPRESA…COM DINHEIRO DE QUEM???E QUEM PAGA NO FINAL AS TARIFAS ABSURDAS???
…
http://www.forumconcurseiros.com/forum/showthread.php?t=303863
http://www.forumconcurseiros.com/forum/showthread.php?t=299098&page=9
Sat, 24/12/11, 01:37 AM
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Padrão Re: Publicada a Lei 15.510/11
Citação:
Postado Originalmente por Daniel Nihil Ver Post
Ola, Jr
Gostaria de saber sua opiniao geral sobre o cargo AJAA. Pretendo prestar esse concurso e nao conheco ninguem da area. Como e trabalhar no TRE-SP….
Grato
Daniel,
Sou do TRE-RN. Estou estudando apenas para AFT. Entrei nesse tópico só por curiosidade.
Com relação ao cargo de AJAA, tomei posse faz 04 meses (antes eu era TJAA do TRF, por 03 anos).
Por enquanto que ainda não chegou a época de eleição, o serviço é super tranquilo. Nós temos banco de horas (todos TREs têm), o que nos dá uma média de 03 ou 04 dias de folga por mês. Geralmente o pessoal acumula e folga uns 15 dias de vz.
O serviço de técnico e analista não difere não (assim como é em todos tribunais). Geralmente, o chefe de cartório (que, no interior, ganha uma FC01, no valor líquido de uns R$ 750,00) é o servidor com mais tempo no cartório.
No cartório que trabalho (12.000 eleitores), tem dia que não faço quase nada, só estudar e “jogar conversa fora”. Aliás, desde que entrei no TRE, acho que não trabalhei o equivalente a 01 mês no TRF, rsrs.
Nos cartórios de maior porte tem muito trabalho e pouco servidor.
No ano de eleição dizem que o trabalho é cansativo, mas rola umas horas-extras pra compensar.
O serviço é tranquilo para aprender. O Tribunal oferece alguns cursos. No dia-a-dia o serviço que aparece é fazer alistamento, transferência, etc. Processos são poucos.
Caso eu não passe para AFT, já me sinto realizado no TRE.
Agora, pra quem tem formação em direito, deve ser um pouco frustrante, pois uns 80% do serviço aqui realizado é administrativo, salvo se trabalhar na sede.
Por enquanto estou gostando.
Boa sorte!!!
FONTE: http://www.forumconcurseiros.com/forum/showthread.php?t=304229&page=3
CONFIRMA-SE MAIS UM EXEMPLO DA SUBUTILIZAÇÃO DE SERVIDORES FAZENDO O MESMO SERVIÇO DE TÉCNICOS QUE GANHAM SALÀRIOS MENORES, PORÉM FAZENDO MENOS SERVIÇO. QUEREM MAIS REGALIAS QUE ISSO? VENHAM TRABALHAR NO SERVIÇO PÚBLICO, UM PARAÍSO SEM FIM.
Mais um que admite que quase não faz nada no serviço público. vejam abaixo e tirem as suas conclusões sobre como é baseada a contratação de novos servidores públicos na gestão administrativa pública. Contratam-se analistas com salário em dobro para fazer trabalho de técnico, e vice-versa. Mas lembrem-se, não sejam injustos, não é culpa do servidor o fato de não fazer nada, é porque a principal finalidade do ESTADO parece ser inchar os quadros do funcionalismo público para amplificar cada vez mais o seu poder de cobrar mais e mais impostos para sustentar esta imensa máquina burocrática ineficiente que tem servidores bons e qualificados fazendo trabalhos de OFFICE-BOY, pois a alocação deles é feita sem nenhum critério.
Antigo Sat, 24/12/11, 01:37 AM
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Padrão Re: Publicada a Lei 15.510/11
Citação:
Postado Originalmente por Daniel Nihil Ver Post
Ola, Jr
Gostaria de saber sua opiniao geral sobre o cargo AJAA. Pretendo prestar esse concurso e nao conheco ninguem da area. Como e trabalhar no TRE-SP….
Grato
Daniel,
Sou do TRE-RN. Estou estudando apenas para AFT. Entrei nesse tópico só por curiosidade.
Com relação ao cargo de AJAA, tomei posse faz 04 meses (antes eu era TJAA do TRF, por 03 anos).
Por enquanto que ainda não chegou a época de eleição, o serviço é super tranquilo. Nós temos banco de horas (todos TREs têm), o que nos dá uma média de 03 ou 04 dias de folga por mês. Geralmente o pessoal acumula e folga uns 15 dias de vz.
O serviço de técnico e analista não difere não (assim como é em todos tribunais). Geralmente, o chefe de cartório (que, no interior, ganha uma FC01, no valor líquido de uns R$ 750,00) é o servidor com mais tempo no cartório.
No cartório que trabalho (12.000 eleitores), tem dia que não faço quase nada, só estudar e “jogar conversa fora”. Aliás, desde que entrei no TRE, acho que não trabalhei o equivalente a 01 mês no TRF, rsrs.
Nos cartórios de maior porte tem muito trabalho e pouco servidor.
No ano de eleição dizem que o trabalho é cansativo, mas rola umas horas-extras pra compensar.
O serviço é tranquilo para aprender. O Tribunal oferece alguns cursos. No dia-a-dia o serviço que aparece é fazer alistamento, transferência, etc. Processos são poucos.
Caso eu não passe para AFT, já me sinto realizado no TRE.
Agora, pra quem tem formação em direito, deve ser um pouco frustrante, pois uns 80% do serviço aqui realizado é administrativo, salvo se trabalhar na sede.
Por enquanto estou gostando.
Boa sorte!!!
FONTE: http://www.forumconcurseiros.com/forum/showthread.php?t=304229&page=3
Amigo, não adianta reclamar, pois serviço tem, você que não quer fazer o que é pago pra fazer. As pessoas acham que vão para o serviço público para realizar as mesmas coisas que se faz em um empresa, e depois se gabarem das horas extras e noites sem dormir. E também esquecem que na iniciativa privada as pessoas trabalham para sustentar os donos de empresa, que faturam bilhões, sustentam seus milionários estilos de vida às custas dos trabalhadores. Pois bem, pense bem, você tem a chance de fazer algo para mudar seu país, ou pode fazer algo pra enriquecer empresários – muitos que só pensam serem os servidores públicos parasitas, mas a empresa que gasta milhões com confusões patrimoniais e não paga salários dignos, é correta.
Em vez de dizer que não faz nada no serviço publico, por que não começa a fazer valer a remuneraçao que recebe? ? ?
se você esta insatisfeito saia do serviço público e tente mudar o mundo, não fale muito, comece a agir ao invés de ficar falando besteira.
Resumindo: tem gente que não tem capacidade nem de passar num concurso público bom, nem em enriquecer na iniciativa privada.\r
Que resta a uma pessoa assim? Reclamar, reclamar, reclamar: “o problema são os servidores públicos”, ou “o problema são os EUA”, ou “o problema são meus pais”.\r
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Quando dirá “o problema sou eu”?
É uma pena que a pessoa que redigiu este artigo, aparentemente bem articulada e esclarecida, adote uma posição tão generalista e radical quanto aos servidores públicos.\r
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Passei bons anos como empregado da iniciativa privada, sendo pisoteado, assediado moralmente, ameaçado de demissão por qualquer besteira, explorado de 10 a 12 horas por dia e, ao final do mês, recebendo recebendo 3 salários mínimos, apesar de atuar como um profissional de nível superior.\r
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Depois de tanto apanhar, resolvi estudar para concursos. Passei 3 anos em dedicação total (apesar de trabalho simultaneamente aos estudos) e hoje sou Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil.\r
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Posso lhe dizer (sr. autor) que esta realidade que o senhor se deparou em sua vida, marcada por uma vida de marajás, pessoas pouco produtivas e, principalmente um excelente ambiente de trabalho é absolutamente do ambiente que eu me deparei.\r
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Pra começar, a realidade do serviço público federal é de PÉSSIMAS condições de trabalho. Falta verba para tudo, faltam equipamentos, falta até água e copos descartáveis, a ponto de nós, servidores termos que trazer de casa alguns instrumentos necessários ao dia a dia.\r
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Além disso, a realidade que encontrei, ao menos na RFB, é de acompanhamento de metas, controle de procedimentos e avaliações de desempenho. Essa, inclusive, é uma tendência do governo federal, adotando e incorporando boas técnicas de gestão encontradas na iniciativa privada.\r
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O salário? Realmente, é bom, mas pelo menos aqui, é muito merecido. É certo que não sou mais explorado como era na iniciativa privada, mas cumpro minhas 8 horas diárias de trabalho sem folga, e assumo uma enorme responsabilidade, devendo observar uma série de leis e normas. \r
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Por fim, a mim me resta concluir, das duas uma. Ou o senhor é um falso funcionário público, querendo se passar por “funcionário do alto escalão”, ou, infelizmente, teve péssimas experiências ao longo de sua jornada de servidor, experiências estas que, ao menos para mim, se revelam como exceção.\r
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Grande Abraço.
“Quem ganha isso na iniciativa privada?”
Esse é o X da questão. Conheço muita gente super competente que larga tudo pra fazer concurso público pelo simples fato de que a grande maioria das empresas do Brasil (mesmo empresas com dinheiro sobrando) prefere ficar sem funcionários que pagar um salário decente.
Já vi empresa perder funcionário pro governo por questão de 10% do salário, não fazer contra-proposta, e depois ter que contratar 2 caras pelo mesmo salário pra cobrir aquele que saiu.
E depois ficam chorando pra todo mundo que falta mão-de-obra qualificada.
Sou servidor público federal e vejo várias impropriedades no texto. Primeiro, nenhum cargo federal tem 12 semanas de férias. O servidor comum tem 30 dias por ano, dividíveis em até 3 períodos. Se ele for juiz federal, então ele tem 60 dias por ano e acaba por aí. Segundo, ele diz que tem plano de saúde gratuito. Mentira, o que recebemos é um auxílio-saúde, que não passa de 100 reais por mês.
Funcionário público não é vagabundo mas sim vocês que os chamam assim,ora onde já se viu chamar quem trabalha muito para um patrão generoso igual o governo ser qualificado de vagabundo.
O texto fala a verdade. Tenho experiência no serviço público e na iniciativa privada e consigo perceber claramente o abismo entre ambos.\r
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No entanto, gostaria de comentar sobre alguns detalhes:\r
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1 As pessos não ganham o que merecem. Essa idéia de merecimento é um erro típico do serviço público (ah, nós servidores “merecemos” tanto porque somos qualificados). Em uma economia livre as pessoas ganham conforme o mercado, não é questão apenas de merecer algo (embora o mérito seja parte fundamental do processo) mas de um conjunto de vários outros fatores. \r
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2 Pelo texto ficou parecendo que nenhum servidor trabalha de verdade. Não é bem assim. Algumas funções precisam ser executadas (cobrar impostos ou serviços diretos aos governantes, por exemplo) Nesse caso há regras específicas. Em geral há carreiras hierarquicamente superiores e posições de chefia que aproveitam de suas posições para não trabalhar nunca e empurrar toda a sua cota de trabalho para os subalternos (muitas vezes terceirizados), que as vezes trabalham tanto ou mais do que na iniciativa privada. Pode parecer surpreendente para alguns, mas no serviço público vi mais situações aviltates aos trabalhadores do que na iniciativa privada. É claro que esse sistema não funciona bem, e as falhas se acumulam. \r
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Agora, quando a questão é atender ao cidadão podem contar que não vai funcionar. O desprezo por quem paga os impostos chega a ser assustador.\r
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Finalmente, deixo registrado que apesar de ser mais trabalhoso, o trabalho na iniciativa privada traz muito mais motivação. Você sente que faz algo útil e eficiente. Além disso, seu trabalho duro é compensado. No serviço público, se você trabalha muito sua “recompensa” será os outros te empurrarem mais trabalho sem o mínimo reconhecimento.\r
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Apesar de concordar com o texto, acho ele contra-producente. Imaginem esse texto sendo o primeiro contato de alguem com o IMB? O caminho para conquistar mais adeptos é mostrar que o arranjo é imoral e nao dizer que todos sao vagabundos. Ou seja, é muito mais útil explicar como o mercado poderia fornecer serviços que hoje sao estatais, do que simplesmente chamar quem os provê de vagabundos. Ou mostrar quando um serviço simplesmente nao precisaria existir. Os funcionários honestos poderiam entender as críticas e talvez fazer parte da mudança, seja de dentro do governo ou de fora. Também é bom lembrar que nem todos, especialmente os mais humildes, entram pro serviço público com senso crítico para saber como funciona de fato.
A propósito, e sem ataques ad hominem por isso, sou um funça considerado pela opinião pública de alto escalão e de quadro altamente capaz e importante. Ironicamente, somente com a enorme quantidade de tempo livre que passei a ter como funça, pude conhecer o IMB e a EA. A realidade é a do artigo, ou até pior:
1) para fazer o que fazemos o quadro poderia ser de 1/5 do que é hoje
2) uns 90% do que se faz é complemente inutil e sem sentido
3) erros absurdos passam impunes, ou porque nao sao detectados, ou pq nao se pune um colega
4) TODOS sao promovidos todo ano
No mais, a transicao para uma sociedade sem governo, se um dia vier, será gradativa e lenta. Então, não se pode fechar as portas. Um funça que ajude a diminuir o estado é útil para o processo.
Perfeito. Desculpe-me, leia-se comentários onde disse texto. Li todos após o texto e fiquei com a idéia de alguns deles na cabeça.
Texto excelente. Um dia já tive a ilusão de trabalhar para o leviatã, porém durante os estudos pude me aprofundar na mentalidade dos funças e saí fora antes de me corromper.
O triste é ver os comentários de funças choramingando e fazendo propaganda de seus tão honoráveis e necessários “serviços”, pagos à força por nós.
Aliás o termo “contribuinte” é uma piada. Contribuição é algo feito de forma voluntária, bem diferente da realidade. O termo correto é “expropriados”.
Gente, quem trabalha no serviço público, como eu, sabe.. A eficiência é zero. Não há e nem tem como haver eficiencia. O monopólio garante a ineficiencia. Não há como você deixar de ser pago porque seu produto ou serviço não está vendendo. O seu produto ou serviço será pago via impostos, então, faça-o ou não, você recebe de todo jeito. Agora, adivinha só: Você prefere trabalhar muito ou pouco? Você prefere ganhar muito ou pouco?
Impossível o serviço público funcionar. Todos que entram, o fazem justamente para trabalhar pouco e ganhar muito. Não há um, entre os milhões de concurseiros, que esteja visando passar num concurso para exercer algum “bem público”. Claro, pega bem falar o contrário, mas para qualquer pessoa, os interesses individuais vem a frente dos supostos interesses públicos.
A meta é, portanto, virar servidor do senado. E, se por acaso aparecer algum outro órgão público com mais mamatas que o senado, automaticamente será a nova meta do servidor público. Maior salário, menor carga horária, maiores benefícios. Levando ao extremo, a meta é ganhar tudo e não fazer nada.
“A ambição universal do homem é colher o que nunca plantou.”
Adam Smith
“Nossa única proteção contra a burocracia é sua ineficiência.” – Macarthy.
Ou os subornos! Daí o singelo nível de corrupção em nosso país…
Viva os funcionários públicos, esses heróis que alem de bem remunerados tem de aguentar esses chatos do IMB criticando-os sem fundamento.
Vergonhoso o seu depoimento, envergonha, incrimina e generaliza todos os funcionarios publicos e os igualiza a você. Você escolhe ser parasita. Em todos os ramos há parasitas, publico ou privado, semrpe tem um FDP espertinho. Felizmente há alguns que escolhem cumprir o proprio nome do cargo, ou seja, servir. Não vou nem me dar ao trabalho de tentar lhe convencer de nada nem mudar sua opniao.Espero realmente que curta ganhar mais de 100 mil anuais e achar isso o máximo e viva nessa ilusão, vou rezar para que alguem do seu orgão veja esse texto ridiculo e represente, ai você responda a um processo administrativo e seja demitido, pois o seu texto inclui vários crimes de sua parte que se forem investigados…nossa…e não diga que aqui no Brasil é o pais da putaria e isso não acontece, porque aconteçe, basta ler o DOU por uma semana.
O exigir um direito é um eufemismo para exigir obrigações dos outros.
Esse argumento da meritocracia no setor publico, que é o preferido dos funças, é uma piada, por vários motivos:
Primeiro porque o teor das provas de concursos públicos é arbitrado por burocratas que não tem o poder mágico de decretar a eficiência dos aprovados por toda a eternidade naquele cargo, o que parece ser o objetivo, já que; uma vez aprovados, jamais os funças passarão pelo escrutínio que possa auferir a sua eficiência na função desempenhada.
Na verdade, o monopólio institucionalizado pelo serviço público é uma garantia de ineficiencia, como já citado.
Em geral a prova acaba sendo apenas um filtro ideológico, pra saber se você tem talento pra lamber saco de estatista.
Além disso a premissa de merecimento é fatalmente equivocada e arbitrária. Quando há o mínimo de responsabilidade com recursos escassos, sabe-se que só a produtividade pode regular o valor da função desempenhada e mais do que isso, saber se aquela função precisa existir. Os sábios e bondosos burocratas podem até decretar que você mereça rios de dinheiro pela sua função estéril, mas só o fazem porque a incomensuravel ineficiencia do estado é sustentada pelo coitado do pagador de impostos.
No fim, a questão é bem simples: Se a função não é produtiva o suficiente(e geralmente não é), nenhuma prova; nem mesmo os 12 trabalhos de Hércules justificaram a alocação de recursos naquele fim, já que acarretaria invariavelmente a destruição de recursos que seriam melhor utilizados se permanecessem nas mãos de quem de fato os produziu.
Meu Deus!!!
Tomei um susto ao ler este artigo, como uma pessoa pode achar bom trabalhar no setor privado, ter que se submeter a trabalhar 12, 13 as vezes 14 horas por dia e receber somente por 08 horas pois o restante vai para o famigerado “banco de horas”. O Trabalho na iniciativa privada é a forma de escravidão da modernidade e pós-modernidade e somente sendo um alienado na concepção marxista mesmo para achar isso bom.
Um Abraço!
‘somente sendo um alienado na concepção marxista mesmo para achar isso bom.’
Diga aí se pela sua ‘concepção marxista’ se cabe todo mundo no governo.Ou mais importante ainda, o que é que acontece com a sociedade onde todo mundo quer ser funça.
Sou AFRFB. Tenho 33 anos de serviço público. Sempre produzi muito mais do que a média das pessoas com quem trabalhei e sempre procurei fazer o meu trabalho com a maior qualidade possível.
Não vou entrar no mérito da moralidade do serviço público. Quero apenas dizer que uma instituição na qual o mérito não pode ser premiado, o demérito punido e todos têm que ganhar a mesma coisa, independente de sua produtividade, não vai funcionar, nunca. É da natureza humana.
Se alguém duvida de minha afirmação, saiba que menos de 3% de todo o credito tributário lançado pelos Auditores Fiscai (auto de infração) é recebido pela Receita Federal, e isso depois de 5, 10 ou mais anos de trâmites administrativos e judiciais ( sei que os liberais e libertários vão vão dizer que é muito hehe).
Então, dá para levar a sério um serviço (o serviço público) que emprega milhares de servidores (fiscalização, julgamento, arrecadação…) regiamente pagos para obter uma eficiência de 3%? E olha que, em termo de eficiência, a RFB é um orgão diferenciado no serviço público. E quem fala isso já foi servidor civil, militar, estadual e federal, sempre em cargos de nível superior, e sabe o que está falando. Ou eu posso dizer que meu salário é merecido, porque eu passei em um concurso difícil?
Ainda que governo fosse útil, nececessário, bom, enfim, a melhor coisa do mundo, simplesmente não funciona.
Poderia escrever sem parar, mas termino reafirmado enfaticamente: Uma instituição na qual o mérito não pode ser premiado, o demérito punido e todos tem que ganhar a mesma coisa, independente de sua produtividade, não pode funcionar.
Abraço a todos
Vocês tão se esquecendo de uma coisa: se pegar fogo em sua residência, quem apagará o incéndio serão os bombeiros, que são FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS.
Na adm pública não poderia haver um regime de metas que faça com que o servidor público tenha incentivos?
Sou estatutário federal, trabalho oficialmente 7h por dia, sou um dos ‘otários’ que tenta fazer jus ao servir e não raro fico entre 1h e 2h a mais, mesmo sem ser remunerado, para dar conta do serviço. Tenho cerca de três semanas a mais de folga que os demais “trabalhadores”, to quase na faixa do fake do Astolfo, mas trabalho muuuuito, me cobro em fazer jus ao salário que recebo e tenho crescido com funções comissionadas por isso.
Tenho contato com diversas áreas da instituição e constato que cerca de 2/3 se empenham sim. Sou “novo” no funcionalismo, tenho “só” 5 anos, na privada tinha um salário melhor, mas a estabilidade falou mais alto. A máquina possui uma gestão ineficiente, mas vejo cada vez mais pessoas “novas” como eu, chegando ou próximo dos 30, todas dos últimos concursos subindo em cargos que os antigos não querem e sendo chefes deles. Da minha equipe somos 5 estatutários e 1 estagiário, só um servidor é desse tipo e não é descarado, é por falta de conhecimento técnico e não adianta passar serviço que faz com muita ineficiência se for muito técnico, até o estagiário do setor tem mais habilidade na área.
Tenho absoluta certeza que poderia voltar para a privada, mesmo sendo de uma área técnica, que conseguiria uma boa colocação, provavelmente ganhando menos inicialmente, mas sei também que teria que abrir mão da qualidade de vida que hj tenho.
Não quero abusar e justificar hipocritamente olhando para os lados, mas realmente tem hora que enche.., prefiro sair a ficar acomodado, mas isso é pessoal e vejo que depende muito mais de uma postura pessoal/profissional/ética.
Não se esqueçam que também somos contribuintes, no meu caso quase 40% do salário bruto é retido, fazendo as contas eu custeio 75% do meu salário, o contribuinte paga os outros 25%.
Acho engracado como todos os funcas que comentam aqui sao “otários” trabalhadores que levam seus setores nas costas…
Têm que trabalhar dobrado, coitadinhos. Esquecem que o dobro de nada continua sendo nada. Se estao realmente sobrecarregados assim, a iniciativa privada sempre está de portas abertas.
E nao me venham falar de estabilidade, pois é sim possível conseguir estabilidade na iniciativa privada. O que acontece é que a quantidade de trabalho para isso é muito maior que a que estao realmente dispostos a realizar.
Ou talvez a razao para nao procurarem um trabalho de verdade seja que nao sabem fazer nada de útil mesmo. Afinal, nao importa se você cavou e tapou 50 buracos enquanto seu coleguinha ainda nem pegou a pá. O seu trabalho continua sem sentido, do tipo que só pode ser provido pelo estado.
Entao, caros funcas “conscientes”, sem mais racionalizacoes! Vao fazer algo que preste das suas vidas, bando de parasitas! Pelo menos aqui, posso xingá-los sem medo de ser preso, ou de nao conseguir algum documento necessário.
Prefiro ter um filho traficante a um filho funcionário público!
*Desculpem se exagerei no desabafo, mas acabei de perder uma viagem porque um desgracado de um funca demorou 2 horas para terminar um procedimento que nao deveria demorar mais que 20 min.
nao eh bem assim nao amigo
existem cargos do serviço publico que pagam uma esmola, tipo professor, bombeiros, policia,todos ganham uma merreca!
td bem q existem muitos funcionarios publicos coçando o saco…
mas na iniciativa “privadasanitaria” eh impossivel se manter motivado por muito tempo
Dizer que servidor público é vagabundo. Sou servidor público e trabalho muito, com frequencia tendo que sair dos horarios convencionados para terminar casos… O quanto de plantão noturno eu tenho que fazer… eu pelo menos tenho posso dizer que justifico o meu salario!
O texto é muito bom mas, mesmo sendo um libertário, não recomendo a ninguém sair do serviço público para a iniciativa privada, salvo se a remuneração for bem superior e a atividade satisfizer. Defendo sim que cada funcionário público continue em seu devido lugar até que venha a privatização de sua empresa ou mesmo extinção de seu serviço, pois dessa forma essa pessoa poderá se movimentar para a iniciativa privada sem algum sentimento de ter feito a escolha errada.
Não tem não. Já temos vários nerds de computadores no órgão em que trabalho.
Se bem que é sempre bom mais gente pra não deixar o “serviço” acumular né?
Sou funcionário público federal há exatos 11 anos (Policial Rodoviário Federal). E não me venham com papinho de propina, extras, etc, pois nesses 11 anos nunca peguei 1 centavo e trabalho sério.
Meu salário é bom, cerca de 9000 bruto 7000 líquido. Isso por que estou quase no topo da carreira. Por sinal, eu me pago, não faço “indústria de multa”, não tenho “meta de multa”, mas se eu ver infração que põe em risco a segurança dos outros eu multo, e nisso o valor das multas que tiro ultrapassa facilmente meu salário. Azar de quem quer correr feito louco ou ultrapassar onde não deve. Vai pagar. Fora veículos roubados que recupero esporadicamente, apreensões de drogas, contrabando de cigarro, etc…
Ah, meu trabalho é dedicação exclusiva não posso fazer nada além de ser policial. Um policial formado em direito, por exemplo, não pode advogar. E sou policial 24h por dia 7 dias por semana. Se me chamarem a qualquer hora do dia ou da noite tenho que estar pronto, portanto, nem beber umas geladas a mais não posso. E acontece com frequência. Te ligam e lá vai vc ficar uma semana ou mais longe de casa.
Tenho 2 faculdades e uma pós-graduação na área de segurança pública. Pra efeito de comparação, um conhecido meu que fez um segundo grau porco e fumou maconha a vida toda trabalha numa usina de biodiesel e ganha 3000. Outro do mesmo naipe é caminhoneiro e ganha seus 3000 também. Logo, não ganho taannto assim, pois estudei e me esforcei muito, mas muito mais que eles.
Quanto ao trabalho, trabalho em escala, o que é muito bom (tirando que fode o metabolismo/sono), mas não é contado feriado, trabalhamos 40h semanais não importa se tem um feriado ou não. Não temos 3 meses de férias, temos 30 dias, sendo que nas melhores épocas (dezembro, janeiro, fevereiro e julho) podemos tirar só 10 dias, e nem todos conseguem pois só pode um por vez na equipe. Os outros 20 dias tem que tirar em maio, agosto, etc….
Serviço perigoso (sim, é o emprego mais arriscado do serviço público federal, a profissão onde proporcionalmente mais morrem funcionários). Já fui atropelado por bandidos, já troquei tiros várias vezes, já me acidentei com viatura (que não tem seguro, bateu, vão fazer de tudo pra você pagar). Da turma de 150 que se formaram comigo na academia, uns 10 já estão mortos. Trabalho com sol, chuva, dia, noite, vejo gente morta direto (inclusive crianças o que é muito foda).
A polícia me deve mais de 300 horas que fiz a mais em operações. Tem colegas com mais horas ainda. Não existe pagamento de hora-extra e se você pede folga não consegue porque faltam policiais e tirando folga o teu colega fica desamparado.
Materiais de uso no serviço como lanternas uniformes, capas de chuva, coturnos, coldres, capas de colete ou são escassos ou lixo, você acaba tendo que comprar do teu bolso para ter conforto e qualidade. Gasto de 2 a 3 mil por ano com isso.
O que posso dizer que é vantagem mesmo é a estabilidade, você sendo honesto e trabalhando direitinho não será demitido. Trabalhei alguns anos no setor privado e é feroz o manginismo e o puxa-saquismo.
Além disso, eu adoro o meu trabalho. Posso ajudar os outros nas dificuldades, socorrer vítimas, e mesmo multando um cidadão, procuro educá-lo e não simplesmente multar e mandar embora.
Não sei como é em outros órgãos públicos mas essa é minha realidade. Não é tão barbada como o autor deste artigo falou. Inclusive um colega que entrou ano passado e era corretor de imóveis, não aguentou o rojão ao atender os acidentes e pediu exoneração.
Como o Leandro comentou, funcionários públicos de escalões mais baixos fazem trabalhos úteis e recebem salários pequenos. Também é claro que, quanto maior a liberdade econômica e menor o intervencionismo estatal, menor a necessidade de funcionários públicos.
* * *
Olá,
Sr. Astolfo Pontes Negreira, li sobre a sua descrição sobre e quanto funcionário público.
E gostaria de dizer que sou funcionaria pública municipal e concordo com sua questão.
O setor publico tem suas vantagem,para que busca uma estabilidade financeira e não corre o risco de ser mandado embora a qualquer momento, ao contrario do privado que ainda quando você desenvolve bem, ganha bem, você se torna alvo de todos ao seu redor.
Sou funcionária pública há 20 anos e posso dizer, Sr. Astolfo, que existem pessoas ineficientes e diversas injustiças sim, mas o servidor público só não trabalha se realmente isto for de sua índole, porque o que não falta são atividades a serem realizadas no Serviço Público
Acho que não trabalhamos pro mesmo governo então. Porque no meu trabalho, além de termos que produzir muito, ainda somos “infernizados” além da conta. Acho que pra compensar o salário razoável, eles tornam a nossa vida o pior que puderem. Não se tem um momento de paz. Quero sair, mas qual a alternativa? Passar fome nesse país das incertezas?
Eu tenho orgulho do meu parasitismo. E o fato de que nem estou quebrando nenhuma lei é como a cereja em cima do bolo.
Esse povo apatico e corrupto merece o governo que tem.
A verdade é que nunca parei para pensar nessa questão da legitimidade de receber um salário pago pelos contribuintes até conhecer as teorias libertárias através desse site. Porém quando você começa a ler a argumentação anti-estado, sobre a ilegitimidade da arrecadação coercitiva de recursos, sobre o PNA, etc… não dá para discordar, mesmo sendo eu um desses aspones.
É como tomar a pílula vermelha em Matrix. Quando você é exposto a isso tem dois caminhos: ou você começa a ver toda a farsa na qual você está metido, ou você vira um cara bitolado pró PT, pró “social”, que acha que está contribuindo para o futuro da nação. Essa última seria a alternativa da pílula azul (do Matrix, não de viagra). E na minha experiência, aqueles que seguem essa mentalidade, ironicamente, trabalham muito menos seriamente que aqueles que são cínicos, desiludidos serviço público.
Ao mesmo tempo, é foda sair da zona de conforto e ir de um bom salário para o desemprego, principalmente em um momento de crise quando vejo colegas da minha área de formação , que considero mais competentes e mais dedicados que eu, tentando concursos fora da área para ganhar menos da metade do que ganho. Vejo estagiários do meu trabalho, estudantes de engenharia, cujo objetivo não é se tornar engenheiro e fazer projetos e sim passar em concurso para se tornarem burocratas que analisam projetos. A impressão que tenho é que em pouco tempo os únicos empregos bons, salvo talentos especiais, serão em áreas governamentais.
Mas concluindo, está tudo certo o que o Aspone disse: é uma tremenda bagunça, trabalha só quem quer, e quem trabalha continua sendo inútil, pois parece sempre que você trabalha só para justificar a existência de seu emprego.
Me desculpem pelo momento psicanálise.
Concurso Público não é a única e nem a melhor forma de ganhar a vida. Esta não é uma verdade absoluta, mas é bem lucrativa para muitos que dependem dela para manutenção dos ganhos com um mercado pautado na esperança, mistério e ilusão – não muito diferente de uma utopia ou das táticas da Igreja Universal do Reino de Deus – para os melhores fins, óbvio.
Se a Verdade é o único tapa que tira o brasileiro do sono, que seja grande e que doa! TOMA!!!!
O Consumo é a maior fonte que alimenta a Economia Brasileira no Estado totalitário de Legislação vermelha?
Não há lugar nem para metade do público para este espetáculo chamado concurso público e muito menos para a sua liberdade individual. O Diploma não é mais a carteirinha de entrada nesta festa!
O concurso público é o único meio de vida? Senão quais os outros e como se organizam? Pergunto-me como o Brasil funcionava durante as décadas de 10 – 80 e como funcionará a partir da próxima década.
O que farão com os mais de 7 milhões de estudantes universitários saindo das faculdades para o mercado?
O que farão com os postos de trabalho que as máquinas substituem facilmente sem necessidade de compra de voto?
O que faremos quando estivermos sozinhos e sem papais, mamães ou padrinhos para nos sustentar a esperança através de um ofício aqui e ali, de uma bolsa, compensação, ajuda ou piedade?
A maioria do povo serão concursados com altos salários e toda esta felicidade prometida pelas propagandas de milhares de escolas preparatórias, universidades a curta-média e longa distância?
Todos serão médicos, advogados, professores, funcionários públicos, psicólogos e ocuparão cargos que não existem nos variados órgãos públicos?
Vão empreender? Empresas? MEIs? Autônomos? Informalidade?
Existe mercado de trabalho para metade destes jovens?
Não?
Como vão gerar renda, riqueza, sobreviver e de onde o Estado vai tirar os impostos? Uma economia baseada tão somente no consumo dos funcionários públicos colaborando muitas vezes sem querer para matar o empresariado ou o futuro de nossos filhos com dívidas que não contraíram e impostos que nunca lhes chegarão… De quem arrecadará esta aberração burocrática totalitária ao estilo Orwelliano, Kafkaniano e que faria Hobbes trocar de Leviatã, para Satã sua magnus opus?
Foram preparados para a Realidade Brasileira?
Não?
Então de que lhes servirá o tempo gasto nos bancos preparatórios, as horas de estudo investidas e as especializações?
Como estas lhes servirão para dar manutenção às suas necessidades básicas e a mínima sobrevivência, com o mínimo de dignidade, saúde e que faça jus a tanto esforço desmedido durante o período de “preparo da Profissão”?
Não há mercados, postos, vagas…?
Voltar para a casa dos Pais?
Contentar-se com um salário mínimo ou nem isto?
Você formou… E agora?
Então preparam-se para uma Ilusão que logo que saírem das universidades será desmontada lentamente com golpes cruéis da realidade das ruas, das agências de emprego, dos bancos de cursinhos e de tentativas em vão nos concursos que prometem ser a panaceia dos males brasileiros.
Esta parte os cursinhos preparatórios, as escolas ou nos berços universitários não é lembrada, mas antes que aconteça o que é previsível por que não dar a chance de que o curso possa ser mudado por alguns?
No fim o Indivíduo buscará o Indivíduo – este servirá àquele e no valor subjetivo de cada ação sobreviverão no mínimo do “amar ao próximo” ou se matarão no mínimo do “todos contra todos”, cooperarão em confiança direta ou competirão em astúcia mórbida. Assim as palavras de Cristo se cumprem dentro das sistemáticas de Tomás de Aquino, Peyreffite e Mises. Não vejo outra Economia, Direito e Política no futuro que saía da esfera da luta natural pela Sobrevivência e manutenção destas necessidades – para além de autômatos biológicos e prisioneiros de Skinner, Pavlov ou da pirâmide de Maslow.
E então… A Economia do Brasil já não aguenta e nem suportará tentativas de implantar um Estado de Bem Estar Social aqui – uma cópia fajuta do que não colou nem nos países escandinavos com uma cultura, demografia e economia bem mais sólida que esta aqui em relação aos parceiros, compromissos e contratos.
Quem sustentará o salário dos funcionários públicos se a União não arrecadar implacavelmente de quem Produz Riqueza? Já que os funcionários públicos não produzem serviços ou produtos em todas as esferas, mas custos, despesas, encargos, ônus… O Estado vai arrecadar o quê e pagar como? De si mesmo?
Do Estado saí e para ele volta em espiral crescente e o círculo se amplia à medida que impostos cruéis torturam os planos e atividades dos trabalhadores que pagam por que precisam consumir para sobreviver e se não o fazem são penalizados por não declararem suas atividades de sobrevivência “estranhas às normas”. Isto é liberdade? Isto é cidadania? Isto é Democracia? Isto é justiça social? Não.
Com esforço e dedicação todos terão seu lugar ao sol? Só em sonho! Se não são os escolhidos dos deuses são os premiados pela seleção natural de Darwin. A Liberdade humana não me parece sobreviver diante do menor dos abalos em suas necessidades básicas, estas mantidas fixas num ideal segurança – inalcançável e insaciável.
Isto é um $tatu$ Demoniôcrático de Dinheiros.
“Os seres humanos? Apenas um triste detalhe… Um empecilho facilmente resolvido pelas engrenagens burocráticas e estruturas sistemáticas a qual podemos puxar daqui e ali e logo estas pragas desaparecem ou saem da frente” Um burocrata sincero.
O Emprego do seu Esforço, Energia, Criatividade, Talento e tantas outras coisas que fogem às metodologias da Psicometria e Econometria.
Diretamente da terra onde o Estado é Deus, o Empregador Supremo – Tocantins.
Pessoal, também sou servidor público federal, estudioso do anarcocapitalismo, libertarianismo, etc., e infelizmente muitas coisas no texto não são verdadeiras e outras, tampouco, aceitas.
Para resumir, as únicas coisas verdadeiras são a questão salarial, a proteção do cargo, as férias e os feriados.
Esse tipo de servidor retratado no texto deve existir sim, mas acredito que em extinção; os novos, atualmente ingressando dia após dia no Estado, não são assim, eles realmente querem/sonham em fazer um bom trabalho.
É ÓBVIO que não são todos. Em todo lugar tem os preguiçosos, em todo lugar tem os injustiçados (que não recebem apoio da chefia e por isso passam a também pouco se lixar para o trabalho).
Como exemplo, cito um amigo que me confidenciou que um colega de trabalho está respondendo um processo administrativo por ter registrado o ponto de entrada e saído da unidade.
Existe muita lenda sobre essa história de não trabalhar. Isso existe, mas não corresponde a, chuto, 80% dos servidores.
Precisamos ter a clara visão de que o lixo mesmo que temos é o sistema político: cargos eletivos e pessoas que entram sem concurso são os piores pontos do nosso estatismo; lógico, temos a abordagem de sua natural ineficiência, mas focando no tema do texto, o problema maior é, diria, de 3 ordens:
1 – cargos eletivos
2 – cargos/funções sem concurso
3 – certas carreiras e níveis de comodismo: pessoal antigão de “repartições” escondidas.
Mas, um testemunho como nada é absoluto: minha mãe chegou a ter um cargo sem concurso, foi nomeada para uma chefia. Eu, pré-adolescente, acompanhei o quanto ela se dedicava. O quanto ela dava seu sangue… Projetos, tentava organizar os arquivos, tornar as rotinas de acordo com as ideias administrativas…
E vi, centenas de vezes, ela comentando sobre pessoas que diziam pra ela não atrapalhar o “sistema”. Inclusive quando eu entrei para o Estado ela me conta as histórias de quando trabalhava no setor de patrimônio de um órgão público e ao ver que, p.ex., o ar condicionado não estava na unidade, sua chefe mandava a ela “você não viu nada!” É complicado, ela precisava me sustentar, etc. Se calou. Mas quem é honesto logo é descoberto: logo ela foi tirada. As pessoas corruptas não gostam de um honesto por perto, com seus olhares.
É muito triste. Minha mãe não conhece anarcocapitalismo, ineficiência natural do estatismo. Ela realmente acreditava que poderia ser útil, dar sua contribuição…
Essas pequenas histórias são complicadas. É isso.
Tinha esquecido de mostrar este triste acontecimento:
http://www.jornaisnoticias.com.br/index.php/40936/mais-de-900-empresas-fecharam-as-portas-este-ano-no-tocantins-noticias-em-tocantins/
Amigos meus não recebiam e nem receberão pelos serviços ou produtos que o Estado comprou,
Houve também os negócios que dependiam tão somente do poder de compra dos funcionários públicos e que não suportou por calotes, baixo consumo e por uma carga tributária insana tanto do município como do Estado. Isto não é Socialismo?
Outros decidiram ir embora do País por que não aguentavam mais tantos impostos,
Alguns voltaram para a casa dos pais, frustrados e sem saber o que vão fazer,
Poucos continuam tentando sobreviver na informalidade, comércio direto e negócio quase de porta em porta(antes que o governo veja e coloque uma coleira eletrônica nestes e comece a cobrar por quilômetro andado).
Até quem tinha prédio e levou cano pelo Estado alegar não ter dinheiro para pagar durante o ano inteiro que as instalações foram usadas.
São pessoas que EU conheço e converso DIARIAMENTE.
São pessoas que SABEM como as coisas funcionam por aqui.
São pessoas que EMPREENDERAM E ESTAVAM dependendo dos Funças e seus diretores…
Agora vão brigar na justiça, contra os advogados que o Estado possuí. O prejuízo é incalculável para estas pessoas e para seus colaboradores.
Isto é algo sério para um Estado de 1,5 milhões de habitantes cujo principal empregador, empresa e gerador de “renda” é o GOVERNO? Nem precisa ser Economista para se chegar a conclusões arrasadoras sobre o que virá.
Obs: Estou escrevendo um livro sobre Economia do Tocantins e acho que não dará nem 100 páginas, pois aqui não é muito difícil de compreender e logo disponibilizo gratuitamente e vou oferecer uma cópia ao pessoal do Mises Brasil, se estes se interessarem.
Sou servidor público há 11 anos. Dois causos:
1) Todos os computadores do setor começaram a reinicializar, um a um, sem que fizéssemos coisa alguma. Em 5 minutos descobriram que um jovem terceirizado resolveu executar uma “prova de conceito” de que um certo script seria capaz de fazer aquilo. Foi chamado à sala da chefia e nunca mais foi visto. Se tivesse cargo público, estaria amparado pela “ampla defesa” até hoje.
2) Servidor concursado, anos e anos de casa, foi deslocado de um setor para outro. Protestou o quanto pôde, sem resultado. Ficou duas semanas no novo setor, mas xingando. Tirou licença psiquátrica por uma semana e, na volta, foi deslocado para um setor bem mais folgado. Se fosse terceirizado etc. etc.
O que produz um servidor público, órgão público que não seja prejuízo e arrecadação de impostos atualmente no Brasil?
* Sobre eficácia, eficiência, economia, zelo, cuidado da coisa pública como é que grande parte dos servidores se comportam quanto à gestão e manutenção do seu local de trabalho?
* Como estes funcionários tratam as pessoas ou o serviço que em tese deveria ser o melhor já que oferece salários altíssimos?
* O que o Estado produz que justifique seu tamanho e o dinheiro que é destinado à sua própria estrutura que tem gastos absurdos e retornos quase nulos para a população de quem ele tira mais de 6 meses de Trabalho árduo?
* Quem é que sustenta a atividade produtiva e portanto a Economia Brasileira? Estes são tratados pela Lei e Justiça da mesma forma que os Servidores Públicos?
Os comércios, mercados, empreendedores, a iniciativa privada vive perfeitamente bem sem o Setor Público e os órgãos e empregados do Estado. O contrário é verdadeiro e possível? Não. O Estado não vive sem o Mercado e a Livre Iniciativa.
Infelizmente, o que muita gente não sabe é que os maiores parasitas públicos são os que detêm um cargo comissionado de livre nomeação e exoneração, porque esses cargos criados por lei são usados para os mais diversos motivos que, muitas vezes, são escusos e ilegais. Não existe nenhum tipo de pré-requisito para um indivíduo que nunca leu seque a Constituição Federal trabalhar no setor público, porque não existem mecanismos reais de avaliação de desempenho e nem resultados que deveriam ser mostrados à população referente a um determinado cargo comissionado criado para uma finalidade.
Imagine que temos, somente, nos Ministérios de “FAZ DE CONTA”em Brasília, mais de 3000 cargos comissionados e, muitas vezes, não vemos nenhum resultado efetivo das políticas públicas desenvolvidas pelas mesmas, nem mesmo sabemos do verdadeiro valor de trabalho entregue a população visando o desenvolvimento social, econômico e político. Não existe, no BRASIL, uma cultura voltada para buscar a EXCELÊNCIA NOS SERVIÇOS PÚBLICOS, e sim, uma cultura da MEDIOCRIDADE que impera em quase todos os setores públicos. Existe uma eficiência enorme no sentido de arrecadar impostos que batem recordes a todo ano, porém do lado contrário, não conseguimos ter uma avaliação real de como é aplicado todos esses impostos em prol da sociedade que sustenta uma máquina pública gigante e totalmente ineficiente.
Precisamos separar o joio do trigo, pois existem órgãos públicos essenciais à sociedade, e dentro dos mesmos, funcionários públicos exemplares que trabalham porque se sentem na obrigação de fornecer o melhor serviço à população. Porém, em todos os setores, tanto público como privado, existem os indivíduos que não dão exemplo algum, e são os famosos “FALSOS MORALISTAS” que julgam o trabalho do próximo, mas em si mesmo não fazem nada exemplar. Tem um exemplo, assim num órgão público estadual, em que o CHEFE (COORDENADOR DE SERVIÇO) passa o dia inteiro no FACEBOOK, só assinando digitalmente os processos, porque arranjou um IDIOTA SUBORDINADO que faz tudo pra ele, um oportunista de plantão, que compra os subalternos com oferecimento de favores, tipo liberar mais cedo num dia, um jogo de favores, para que um suporte o outro, e ele mesmo em si não faz absolutamente nada no serviço, porque deveria ao menos focar em tornar o serviço mais eficiente na parte operacional, mas não faz absolutamente nada. Essa é uma realidade, por isso não existe um gerenciamento que busca a eficiência no serviço público, porque ainda persiste a CULTURA DA MEDIOCRIDADE.
A sorte é que existem os funcionários que realmente trabalham, infelizmente, muitos fazendo o trabalho dos VAGABUNDOS PARASITAS e, estes são servidores efetivos que ao adquirirem estabilidade deixam de exercer sua função de forma a buscar a eficiência e propagam a cultura da MEDIOCRIDADE.
Portanto, não é inteligente e nem justo, GENERALIZAR, colocando todos num mesmo saco, até porque se o SERVIÇO PÚBLICO ainda funciona, é porque existem funcionários comprometidos com a sociedade que faz parte da ECONOMIA ATIVA, por que ela é que paga para sustentá-los. O problema em si está nos CARGOS COMISSIONADOS com indivíduos que nem mesmo sequer tem formação mínima para exercer um determinado cargo, ao contrário dos concursos públicos que servem para contratar pessoas com conhecimento para exercer um determinado tipo de cargo. O problema do BRASIL está na IGNORÂNCIA do POVO, muitos nem sequer leram a CONSTITUIÇÃO FEDERAL, sendo assim, dificilmente poderiam exercer de forma efetiva seu direito como CIDADÃO.
Professor de instituição pública? Não mais, obrigado
‘"Dá tuas aulas e faz tuas coisas sem se envolver e toca teus projetos". Não, não quero isso. Quando se faz isso, quem perde são os alunos’
https://medium.com/@efremfilho/professor-de-institui%C3%A7%C3%A3o-p%C3%BAblica-n%C3%A3o-mais-obrigado-63bec995c55b#.je1xpmkl7
Se o Brasil se restringisse ao Tocantins saibam… Todos deveriam ser avisados em cadeia nacional, preparados para se virarem depois de um tempo e contarem apenas consigo mesmos, amigos, família e tocarem o barco, aprenderem a desenvolver comércio, mercado direto – indireto. Mais Estado? Mais Regulação? Mais Leis? Fica claro que não é só desespero, há intelecto por trás desta perversidade e este serve a muitos(Ninguém está falando da polarização infantil oprimidos X opressores.. Posto que há oprimidos piores que os que oprimem e opressores mais vítimas que os tais oprimidos).
Desde a Década de 40 o Brasil não ia tão mal nas finanças. A culpa? Não se restringe a um setor, grupo, motivo… Trata-se de uma verdadeira Cultura, Crise em vários aspectos e Psicoses Fiscais, Trabalhistas, Tributárias em nome de Loucuras Econômicas, Financeiras que “salvariam” as pessoas através de ” Cargos, estabilidades, programas assistenciais”…
Há vagas – como se promete – para os milhões de jovens que sairão em 2016-2017 das Universidades? No Mercado… No Estado…. No ambiente de seleção “natural” para a sobrevivência de um negócio, empreendimento?
Há cada ano as Universidades, Cursinhos, Concursos Públicos prometem emprego, trabalho, renda e um sonho maravilhoso pelas vias do Estado, já que o mercado – tem sofrido golpes de Thor! e ficado numa situação arrasadora. Desde milhões de alunos quantos utilizarão seus conhecimentos devidamente na área Pública? Privada? Autônoma? Empreender? Estas opções ainda assim estão ligadas ao Estado de alguma forma e isto é extremamente danoso para qualquer profissional que ainda jovem pense em carreira, crescer e não sentir-se aposentado aos 23-24 anos de idade. Com muita energia, motivação, disposição, ânimo, iniciativa, inteligência para produzir, criar, inovar, inventar… Estatizaremos as nossas crianças? Os jovens? As Ideias de Solução?
Hoje no Brasil, salvo engano, temos uma média de 10 milhões de Servidores Públicos? Sustentados por estes podemos colocar mais 3 ou 4 pessoas e então temos menos de 1/4 da população economicamente “ativa” e que consome, é taxada e gera “arrecadação” aos cofres públicos. Há um grande problema na lógica anterior e é justamente este que levou a Grécia ao fundo do poço.
Como sobrevive o restante da População que não está no círculo de proteção e parcerias do Estado? Chutando de maneira otimista 100 milhões de Habitantes. Certo? Arrecadará o Estado delas? Fará o que Piketty pede em relação aos ricos?
0.Quantos postos de trabalho fecharam no Brasil só este ano?
1.Quantas leis para dificultar o livre mercado foram editadas e aprovadas?
2.O número de desempregados reflete como termômetro dos mercados? +/- de 2 a 3 milhões de desempregados?
Hipotecamos 2016 e 2017 quando delegamos o risco ao Estado, as Políticos e aos Agentes de Plantão que se dizem servir, mas que na verdade legislam em causa própria, servem ao próprio umbigo e sua atividade, ética é grupal e nada tem a ver conosco. O que temos de agora é Deus, nosso princípios e as pessoas ao nosso lado que decidirem se vão continuar ou se podem juntamente conosco formar uma Nova Economia Local antes de exportar jegues aos moldes do “mercantilismo-desesperado” português… Não estamos em 1494 e os recursos naturais podem ser utilizados de forma tão inteligente quanto mostrou-nos Crusoé…. Ou não? Que cada um fale por si antes de representar outros. No meu ponto de vista tudo está muito claro.
É fácil, porque ainda não pediu demissão? Está com medo de trabalhar 5 vezes mais e ganhar 10 vezes menos na iniciativa privada? Pede demissão e dê vaga a outro que está sonhando em ser servidor publico.
Você quer trabalhar lidando com o público todos os dias, nos três turnos, viver à beira de um ataque de nervos, correr o risco de apanhar dessa público e não poder fazer nada, levar trabalho pra casa, receber uma merreca todo mês e ainda ser chamado de ladrão e vagabundo no Mises.org.br? É simples: Estude bastante, passe em um concurso público e seja um professor da rede municipal de ensino!
pois por toda a categoria profissional enfermagem brasileira por nunca jamais ainda de não terem o seu próprio particular-minimo-do-minimo-pisosalarialnacional-o seu próprio particu-lar=smfederal
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pois por exemplo vemos na mesma região alto tiete sp=uma iniciante técnica enfermagem no seu primeiro dia de serviço em mogidascruzes sp ganhando em torno maisoumenos de=r$3.500,00 =e a auxiliar enfermagem ganhando quase=R$3.000,00=e tem lugares brasil afora que paga ás técncias enfermagens mensalmente quase=R$5.000,00=salárioliquido=e as auxiliares enfermagens quase=R$4.000,00=salárioliquido
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porém na mesma região alto tiete sp é aonde vemos municípios mindingos quintos mundos aonde vemos veteraníssimas dedicadíssimas paramédicas uma quase médica curso superior enfermagem 03ºgrau ganhando igual á isto=R$3.500,00=e geralmente até mesmo-bem-menos que isto entre=R$1.800,00=R$2.600,00=salárioliquido=etc=tudo é em razão das mesmas não terem o seu próprio e específico particular=mínimo-do-minimo-pisosalarialnacional=o seu próprio-smfederal-etc
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mas obs que nestes municípios mindingos quintos mundos etc ali se pagam verdadeiras fortunas á todos os médicos, aonde cada plantão local de 12 horas de um médico é praticamente quase um-salário-liquido-mensal-mas-de uma paramédica da região alto tiete sp-municipais-filantrópicas-oss-os-quinteirizadas-terceirizadas-etc-que ali trabalham atuam e aos seus locais vereadores fora os tais por fora etc
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pois ninguém nunca jamais questionou debateu mas á nível nacional o que é necessário etc para ser um-analfabeto-vereador-local e uma local paramédica local quinteirizadas filantró-picas oss os etc???e nem mesmo indagaram questionaram debateram á nível nacional o que é mais importante-porém-daqui prá frente???um analfabeto vereador ou uma profissional professora ou uma paramédica brasileria???
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porém mas o que sempre aconteceu acontece e em pleno 03ºmilneio século xxi ainda acontece mas com toda a categoria profissional enfermagem brasileira acontecia mas mil vezes pior com todos os profissionais acs aces bolsas isto áquilo frentes disto dáquilo etc, os quais trabalhavam o mês todo nos municipios estados quintos mundos mindingos corruptos subornos propinas para lá para cá, mas aonde a maioria absoluta não recebiam quase nada e outros não recebiam nada e tinham que ficar caladinhos quietinhos senão não trabalhariam na próxima contratação etc
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pois pensando-agindo=sendo=gigantescos=grandiosos=águias-leoninos-phoenix-etc-em menos de=05anos=todos os profissionais-acs-aces-juntos com todas as suas instituições entidades conselhos federações sindicatos etc sendo ou não sendo das suas alçadas das mesmas-etc-foram conquistando vários amigos congressistas brasileiros incansavelmente destemidamente determinadamente 24hs dia noite 365 dias do ano lutarem mas até conquistarem o seu próprio particular piso salarial nacional com vários vários benefício=14º=e agora estão em vias de conquistar vários outras reinvindicações aposentadoria especial-25anos-30horas-insalubridade-periculosidade-plano de cargos carreiras-etc-etc
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obs que sem as paramédicas brasileiras perceberem o que elas ganham nos tais municípios estados etc mindingos quintos mundos a distancia está ficando um abismo mas em referencia ás próprias técnicas auxiliares enfermagens e outras profissões que atuam trabalham nos municipios estados primeirissimos mundos como no municipio de mogidascruzes sp são josé dos campos sp etc ás quais são excepcionais mas que não precisam nem ao menos saber ler escrever fazer cursos técnicos superiores estágios longínquos exaustivos extenuanates mas por quase 02 05 anos como ás técnicas as paramédicas brasileiras
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pois em certos municípios mindingos quintos mundos as veteraníssimas dedicadíssimas paramédicas já ganham bem menos que qualquer tipo de profis-são=merendeiras=arrumadeiras=passadeiras=coveiros=diaristas=empregadasdomésticas=cobradordeonibus=cuidadoras-de-idosos-agente-operacional-cptm-metro-sp-instalador-de-gás-da-comgás-sp-acs-aces-etc-etc-aonde estas profissionais acima ganham mensalmente entre R$3.000,00 e quase R$5.000,00 e inclusive já tem diaristas que ganham por dia mais de R$250,00 e as cuidadoras de idosos mais que R$150,00 por dia-mas-que trabalha nos municípios primeiríssimos mundos no brasil como em mogidascruzes sp são josé dos campos sp e tudo isto acontece mas contra as paramédicas brasileiras as quase médicas mas nos muncipios dentro do estado mais rico e poderoso do brasil e do mundo o estado de são sp pior ainda em referencia ás técnicas auxiliares enfermagens
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agora imagine o que acontece mas contra as paramédicas brasileiras porém nos outros estados brasileiros mindingos quintos mundos etc e o pior de tudo é tudo e todas elas-procrastinadamente-passivadamente-submissidamente-etc-acharem isto tudo=normal=e elas não tem que ser contra os outros ganharem mais que elas e sim elas tem que sim se mobilizar não se conformarem mas é sim pela complexidade responsabilidade dificuldade o tempo exigido distancia etc em ser uma paramédica brasileira ás quais localmente são responsáveis por tudo dentro da unidade serviço hospital etc
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agora do outro lado-há séculos e séculos cada uma das profissionais sindicatos conselhos federações etc da enfermagem brasileira sempre viveram e vivem ainda dando milhões de desculpas absurdas e pensando agindo minimo do minimo entre elas próprias-profissionais-x-entidades-conselhos-etc-como isto não é da minha alçada e não posso fazer isto etc cada uma das profissionais sindicatos etc sempre se esquivando se escondendo etc e então sempre vimos vemos a anciã gigantesca titânica categoria profissional enfermagem brasileira e todas as suas instituições etc sempre vendo e vê várias outras categorias profissionais conquistando várias reinvindicações
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aonde a enfermagem brasileira foi a primeira no universo á reinvindicar desde=1944=52=55=2009=30horas= pisosalarialnacio-nal=descansodaenfermagem=condições-humanas-dignas-decentes-de-trabalhar-etc-pois cada centavinho que entrava entra nos bolsos de cada acs aces bolsas isto áquilo frentes disto dáquilo etc dos municipios brasileios vinham vem direto indiretamente quase tudo do cofre público federal estadual e uma minima parte vem do próprio cofre público municipal etc mas nestes municipios álém de não contribuirem com os seus minimos dos minimos ainda sumiam com o que vinha do cofre público federal estadual mas por nada ali ser ter transparencia visibilidade tudo ás claras democracia participa-tiva mas por parte de todos ali mas sem nenhum tipo de intermediários etc
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obs que o governo federal manda á cada município brasileiros uns 10 ou 20 ambulancias samu mas com dinheiro para ter todas as suas profissionais materiais samu psf etc mas localmente somem com as-07-17-ambulancias-e ali só circula trabalha só umas-03-13-etc???mentira pesquisem auditorialmente antigamente e hoje em dia???mas tudo isto é tudo culpa mas do próprio povo local municipal estadual federal não exigir reinvindicar localmente=1000%transparencia=1000%visibilidade=1000%democracia-participativa-mas por parte de todos os cidadões municipais estadual federal sem exce-ção mas sem nenhum tipo de=intermediários=como os tais-conselhospopulares-associações-etc-os quais podem serem aparelhados comprados mas pelos locais políticos poderes executivos-etc
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=1000%disque denuncia anonima sobre corrupçoes municipais estaduais federal pois tem disque denuncia anônima sobre tudo mas menos sobre corrupções mas por quê???=aqui obs que até nos locais botequins pudins de pingas de quintas categorias tudo e todos localmente sabem quem são os verdadeiros ocultos donos de tais e tais locais imóveis comércios propriedades aonde ali como donos está os tais laranjas mas ninguém tem aonde fazer nenhuma das tais denúncias anônimadamente etc
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e ainda por cima para enriqueceram lucrarem e ou no mínimo do mínimo economizaram mas tudo nas costas da categoria profissional enfermagem brasileira e fazerem as mesmas irem pro fundo do poço totalmente em todos os sentidos direções então fizeram os políticos pegarem dinheiro público federal estadual municipal e implodir o mercado de profissionais dando lhes á tudo e á todos as chamadas bolsas totais ou parciais de cursos técnicos superiores de enfermagens etc tudo pago com dinheiro mas do bolso mas de cada cidadão brasileiro=impostômetros=riquezas recursos naturias etc
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e depois espalhou para todos os cantos que a mesmas ganham salários mindingos mérrecas trocos gorjetas de pudins de pingas mas é em razão de ter bilhões de profissionais se uma sair tem um milhão querendo entrar etc mas tudo isto orquestrado pelos exploradores da saúde brasileira bilionários milionários filantropias políticos etc e ainda por cima sempre fizeram fazem com que nada de nada da enfermagem brasileira vá prá frente lá no congresso nacional etc senão não financiarão as campanhas políticas dos mesmos etc é tudo na base do tomá lá dá cá etc
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obs que todos os políticos federal estadual municipal odeiam as locais-concursadas-pois sempre artificialmente=171=procuravam procuram criarem meios artificiais mas para terceirizar quinteirizar tudo e ou colocar tudo nas mãos das tais filantropias oss os ong's-etc-aonde tem=direto=indiretamente=mas nem que seja úm único centavinho público impostometros riquezas recursos naturais etc aonde ali mesmo eles-antigos-atuais-vivos-mortos-políticos-se tornaram tornam direto indiretamente donos como as tais empresas quinteirizadas terceirizadas de=limpeza=segurança=etc
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e ou através dos seus laranjas familiares parentes amigas amantes funcionários fantasmas cargos de confiança amigos do rei do poder financiadores de campanhas etc obs que tem municípios brasilei-ros mindingos quintos mundos corruptos etc que até mesmo os seus políticos mesmo ganhando verdadeiras fortunas fora os tais por fora-mensalmente-mas mesmo assim ainda são os donos de ponto de táxi até mesmo nos supermercados locais hospitais locais etc eles políticos municipais dos municípios mindingos quintos mundos corruptos querem=direto=indiretamente=ser dono de tudo tudo localmente etc
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pois no brasil quem é trabalhador ativo inativo e ganha menos que=01smfederal=foi vendo os seus ganhos sendo atualizados mas bem acima da inflação e os que ganha um pouquizizinho á mais que=01smfederal=fai vendo sendo desatualizados mas bem abaixo da inflação anual então tanto faz você contribuir com o-teto-máximo-minimo-da-previdenciasocual-inss-etc-que depois de alguns poucos anos tudo e todos ganharão menos que=01smfederal
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então no brasil quem sempre confiou confia nos políticos nas autoridades políticas brasileiras e então sempre confiou no governo federal=previdenciasocial=inss=seguridadesocial=etc=se prejudicou mas do outro lado quem desde o primeiro dia mas ao mesmo tempo que trabalhando para os outros mas foi criando á parte mas vários e vários portfólios então futuramente quando não mais pode mais trabalhar foi vendo os seus ganhos sendo igual ou muito mais de quando estava na ativa etc
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pois por exemplo os médicos ganham mensalmente mais ou menos=R$40.000,00=mas se caso não poderem mais trabalhar mas por várias razões então ficam com o teto máximo da=previdenciasocial=e depois em poucos anos acabam este teto máximo acaba se tornando menos que=01smfederal=se caso confiar cegamente plenamente nos políticos governo federal previdência social inss etc
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então elas sim tem que ganhar mais que qualquer outra profissão ás quais não precisam ler escrever fazer cursos técnicos superiores estágios por quase 02 05anos etc obs que para nada mudar radi-calmente neste sentido ái todas elas profissionais e as suas instituições etc vão querer se comparar mas com os jogadores de futebol-artistas-etc-analfabetos etc
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pois enquanto em mogidascruzes sp tudo vai sendo atualizados até mesmo acima da inflação anual os proventos das mesmas técnicas enfermagens e de outras profissões etc mas do outro lado na mesma região alto tiete sp nos mesmos locais municípios quintos mundos mindingos além de não darem nada e tirarem tudo mas ainda por cima vão até mesmo desatualizando-dia á dia os salários líquidos base das paramédicas locais então cada dia que passa qualquer um-técnica- auxiliar-enfermagem-arrumadeiras-passadeiras-coveiros-cobradoresdeonibus-etc-mas de mogidascruzes sp vão pro-infinito-enquanto isto do outro lado até mesmo as paramédicas locais dos outros locais municipos mindingos quintos mundos vão pro fundo do poço mas sem elas perceberem
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pois por exemplo é para todas as profissionais enfermagens municipios estaduais federais sus universal cnes todas sem exceção mesmas ás dos municípios estados mindingos quintos mundos corruptos receberem mas os mesmississimos valores=liquidos=bases=que-mensalmente
vem integralmente=1000%=mas para todas elas sem exceção vindo direto indiretamente dos cofres públicos federal estadual e como do próprio município sus universal cnes etc aonde os municípios pagam ás tais locais servidoras só uma pequeníssima parte o resto vem do cofre público federal estadual e como para os que trabalham nas filantropias oss os quinteirizadas terceirizadas ong's etc pois tudo ali sem exceção ou mais de=99%=tudo ali vem direto indiretamente tudo dos trilhões anuais impostômetros riquezas recursos naturais etc
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pois estes valores sempre vieram vem para todos municípios estados vindo do cofre público federal estadual municipal sus universal cnes etc mas para serem simplesmente só repassados mas integral-mente como veio da fonte primária original mas para todas ás tais e tais locais profissionais enfermagens municipais estaduais federal filantropias oss os ong's quinteirizadas terceirizadas contratadas concursadas etc igualzinho mas em todos os municípios estados brasileiros pois por toda a categoria profissional enfermagem brasileira não terem o seu próprio particu-lar-minimo-do-minimo-pisosalarialnacional-o seu próprio particular=smfederal=o problema é chegar ás mesmas mas integralmente 1000% do jeito que saiu da fonte primária original inicial=cofres público federal estadual municipal impostômetros riquezas recursos naturais etc???
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pois tudo vai integralmente 1000% mas como veio da fonte primária inicial original etc tudo que tem ir para os médicos para os profissionais-acs-aces-para os políticos para os seus financiadores de campanhas política para os seus amigos do rei do poder para os seus laranjas familiares parentes amigas amantes funcionários fantasmas cargos de confiança etc mesmo nos tais municípios estados mindingos quintos mundo corrupto etc nestes tais municípios pesquise o que vai para os políticos os médicos acs aces-etc-x-o que vai para a enfermagem local???cadê a=ISONOMIA=CONSTITUICIONAL=1988???eis aqui uma oportunidade para todas as instituições entidades conselhos federações etc da enfermagem brasileira entrar com recursos judicial e exigir ISO-NOMIA etc
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pois no brasil quem é trabalhador ativo inativo e ganha menos que=01smfederal=foi vendo os seus ganhos sendo atualizados mas bem acima da inflação e os que ganha um pouquizizinho á mais que=01smfederal=pior ainda quem sempre contribuiu contribui com o teto-máximo-inss-previdenciasocial-etc-sempre foi e vai vendo sendo desatualizados tudo mas bem abaixo da inflação anual então tanto faz você contribuir com o-teto-máximo-minimo-da-previdenciasocual-inss-etc-que depois de alguns poucos anos tudo e todos ganharão menos que=01smfederal=
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então no brasil quem sempre confiou confia cegamente plenamente só nos políticos nas autoridades políticas brasileiras e então sempre confiou no governo federal=previdenciasocial=inss=seguridadesocial=etc=acabou acaba se prejudicando de todos os lados mas do outro lado quem desde o primeiro dia mas ao mesmo tempo que trabalhando para os outros mas foi criando á parte vários e vários portfólios futuras rendas passivas alavancagens etc então futuramente quando não mais poder mais trabalhar vai vendo os seus ganhos sendo igual ou muito mais de de quando estava na ativa etc
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pois por exemplo os médicos ganham mensalmente mais ou menos=R$40.000,00=mas se caso não poderem mais trabalhar mas por várias razões então ficam com o teto máximo da=previdenciasocial=que hoje é de=R$5.100,00=e depois em poucos anos acabam este teto máximo acaba se tornando menos que=01smfederal=R$880,00=se caso confiar cegamente plenamente nos políticos governo federal previdência social inss etc
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Vejam essa história:
Ex-borracheiro estuda com 200 kg de resumos por 4 anos e vira juiz no DF
Pela lógica dos liberais que comentam aqui, esse cara é encostado.
Essa falta de compromisso, de petulância e arrogância não é exclusividade do setor público. Tá cheio de engravatado do setor privado que só faz coisas inúteis. Vive e sobrevive graças a resultados produzidos pelo “chão de fábrica”. Manter-se em determinada posição (social e salarial), na maioria das vezes, é resultado de puxar o saco, fazer um “social”, “envolver-se” (em todos os sentidos) com a pessoa “certa”, e por aí vai. Esse país é o que é por causa da improdutividade (em todos os setores e em todas as esferas).
A principal diferença entre uma empresa pública e uma privada está na gerência. Na empresa pública, praticamente, toda gerência é indicação política, sendo assim, toda vez que muda alguma coisa no governo, toda gerência muda, tudo fica na base do imediatismo. Quem mantém o serviço público funcionando é o funcionário público concursado, que tem estabilidade, até porque, ser esse não tivesse estabilidade, seria trocado também conforme as conveniências políticas e o serviço público que já funciona capenga iria parar de vez.
E o tal do RODRIGO PEREIRA HERRMANN? Funcionário do Banco Central que fica aqui arrotando presepadas?
Site da Transparencia do Governo Federal.
“(…)Em suma, na burocracia estatal, não há apreço pela realidade.”
Nem pela realidade da necessidade do público-clientes-alvo,
Nem pela realidade de como deve funcionar uma organização,
Nem pela realidade quanto a tempo, espaço, prazos e organização,
Nem pela realidade quanto à gestão de recursos, despesas, economia, desperdício.
Pelo meu período de observação do Funcionário Público, ou melhor, da Cultura do Funcionalismo Público – já que existem ótimos funcionários e que realmente ralam e fazem jus ao que recebem… A conclusão é estarrecedora: Não há qualquer lei ou parâmetro sadio que organize as relações e as ações dentro do Serviço Público e que tenha como objetivo tornar produtivo, eficaz e rápido os resultados de qualquer iniciativa séria de usar estes parâmetros para melhorar… A coisa é largada, e cada um faz o que quer tendo como ajuda sindicatos, leis e o jeitinho brasileiro. Infelizmente quem paga são os bons e poucos que trabalham para sustentar fantasmas, malandros e gente inútil que não tem outra finalidade senão ir no local consumir serviços, produtos, prejudicar o andamento das coisas, perturbar o juízo alheio e receber por 8 pessoas que não só fariam o serviço deste sozinhas, como tocariam os trabalhos desenvolvidos numa repartição inteira.
Eu vejo isto na Saúde, Educação, Segurança Pública e demais órgãos do Tocantins. A coisa aqui está feia e a Folha de Pagamento chega a ser absurda. Pela cidade máfias, cartéis, monopólios e corporativismo para tudo quanto é lado. O Governo e as verbas “giram” a “”””Economia””””. Não há como não dar razão a Mises. A realidade está distante do que é vivido dentro dos órgãos públicos e não se passa uma cultura de autonomia, trabalho, trabalho em equipe, desenvolvimento, criatividade, aperfeiçoamento, produção… Os resultados são péssimos para saúde do corpo e da mente e para alguém jovem, a longo prazo… Meu Deus. A prova disto está aí nos resultados dos Estados Brasileiros e sua PÉSSIMA administração dos recursos que lhe chegam sem que deem praticamente nada em contrapartida. Como que vai para frente?
Sou funcionário público e estudo outra forma de viver, não tem orgulho de onde trabalho(Saúde) e não me sinto útil para a sociedade(como servidor público, pessoa, cidadão)e mesmo que o salário fosse maior acredito que minha opinião não mudaria, pois há muito potencial para ser desenvolvido em todo aquele que está lá sentado preenchendo relatórios e tabelas no Excel que não servirão para Nada posteriormente…. Motivação? Não. Você se acostuma ao não funcionamento e a um ambiente que sua mente demonstra cabalmente que não é REAL e não se SUSTENTA por muito tempo. Tenho 28 anos e sinto que eu poderia ter trilhado outro caminho e estaria em melhor situação pessoal, econômica e profissional. Estou sendo franco e direto. Eis a realidade de muitos jovens aqui que não tendo mercado, livre-iniciativa e ambiente propício tem como única meta passar num concurso público ou viver infeliz e “escravizado” pelo “Empresário maldito”! Quanto absurdo!
Trabalho numa empresa privada, a cobrança é muito grande a ponto de estagnar minha saúde, por isso vou prestar concurso, afinal é melhor eu trabalhar para o setor público e preservar minha integridade que se aposentar. Eu vejo que há descaso nesse setor que paga supersalários por parte de quem trabalha lá. Mas é melhor um cidadão como eu entrar no setor público do que um apadrinhado político incompetente que só está lá para roubar. Se eu tiver a oportunidade nada mais justo do que tentar, pois a vaga vai ter que ser preenchida mesmo. Depende muito do seu ponto de vista, você se alicerçou na carreira pública, agora quando ela não mais lhe é útil, quer largar. Eu quero ter estabilidade para dar continuidade a outros planos meus, como me manter na faculdade, não posso fazer faculdade desempregado ou com uma renda pífia. O concurso para o qual quero prestar não paga bem, mais em compensação é uma ótima estratégia para priorizar coisas mais importantes e largar um emprego que mina minha saúde e impossibilita de cursar o curso que eu quero. Vou até ganhar menos, mais vou ter condições de fazer os meus objetivos.
Hoje minha consciência pesa por ser servidor público.
Tento evitar causar dano em meu cargo, mas meu cargo em si já é um dano.
O pior é que ao tentar se dedicar ao trabalho o servidor não garante que trará benefícios aos pagadores de impostos. No geral, aliás, é o oposto. Quanto mais esforço fazemos, quanto mais tentamos ser eficientes, mais cooperamos com uma máquina que esmaga o povo brasileiro sob seus pés.
Ainda tenho a pena de ver um artigo jocos superar minha tese de doutorado sobre o cotidiano da burocracia. Não estou brincando. repositorio.unb.br/bitstream/10482/18548/1/2009_NelsondoValeOliveira.pdf
O incrível é ver funcionário público que chegou a um cargo de alto nivel não por meritocracia e competência, e sim, através de um jogo de indicações, muitos deles usam seu poder de influência para escolher um funcionário público de nível médio para executar serviços complexos de nível superior dando algumas gratificações que o técnico (nível médio) jamais teria para se equiparar a um analista. mas jamais chega a ser, realmente, equiparado. Usam-se estas estratégias para ele explorar o serviço dele no grau máximo, e assim, ele e outros (ANALISTAS) não precisa fazer absolutamente nada, apenas comandar o coitado e assim, ele receber todas as bonificações e promoções. Ou seja, no serviço público, a realidade é que apenas poucos trabalham efetivamente e outros só se aproveitam para ganhar um super salário, através de um “IDIOTA” que aceita ser explorado ganhando uma gratificação por ter um cargo de nível médio. Não existe distinção de serviços quanto a sua complexidade, todos fogem deste trabalho e quando sobra, vai para o COITADO com cargo de nível médio que aceitou a proposta para ganhar uma gratificação que nem se equipara para quem está num cargo de nível superior. Estou apenas no SERVIÇO PÚBLICO para juntar $$$ e planejar, futuramente, abrir um negócio próprio, pois é a maneira que eu vejo de realmente contribuir de forma positiva com o PAÍS, pois estou apenas na situação atual no serviço público por questão de sobrevivência. Mas a ideologia do serviço público é baseada mesmo no PATRIMONIALISMO e BURROCRACIA e não GERENCIAL, dá nojo ver funcionário achando que merece ganhar todos os benefícios que nem existem na INICIATIVA PRIVADA, como licença-prêmio (na esfera estadual), ABONO PERMANÊNCIA (Permanecer como parasita) e outras regalias que fogem do escopo de uma administração, verdadeiramente, gerencial. Pior ainda é ver a quantidade enorme de cargos comissionados, de gente sem nenhum tipo de formação e requisitos mínimos para exercer um determinado cargo. É por isso e muito mais que o SERVIÇO PÙBLICO no BRASIL é medíocre em todos os sentidos e nunca evoluirá enquanto existir o parasitismo de gente que não tem comprometimento nenhum com seu trabalho e com a sociedade. Parabéns ao artigo mais uma vez, porque descreve bem exatamente a realidade no serviço público.
OK Seung: o serviço público no Brasil não é “medíocre”, pois isso implicaria que o mundo laboral tivesse uma média de resultados verificável e o setor público estivesse dentro dessa média – mas, é claro, apresenta uma BRUTAL deficiência de resultados em relação ao custo. Porém, o argumento “um bando de incompetentes com suporte político joga tudo nas costas de técnicos” é só uma facção da corporação menosprezando outra. Primeiro, os incompetentes não-concursados podem levar um pé no traseiro com alguma facilidade: basta que percam o suporte político. Era assim nos EUA, desde a Independência até a implantação do mantra meritocrático que só os grandes impérios conheciam – começou na China, foi imitado no Reino Unido. Segundo, o esquema funcional denunciado na mensagem sugere que, se os técnicos fazem o que os analistas fazem, a efetivação de numerosos analistas resulta desnecessária, onerosa e injusta. Servidor público deve receber pelo trabalho desempenhado. Se um técnico cobra menos que um analista, por que pagar a um analista para fazer o mesmo? A exigência de curso superior, nesse caso, constituiria um pedágio à corporação universitária, uma supervalorização de determinados diplomas e uma discriminação aos candidatos menos capacitados para enfrentar o mercado de trabalho.
O artigo aqui escrito, que cria um funcionário público imaginário “padrão”, que não faz nada de útil e ainda por cima “mama” nas “tetas” do Estado, lesando o pobre contribuinte, usa a mesma (falta de) lógica e espúrio raciocínio falacioso dos intelectuais de esquerda, tão combatida neste site liberal e por pensadores de direita: em vez de respeitar a multiplicidade e complexidade dos fatos e das pessoas, cria-se um tipo ideal de inimigo, que talvez até exista de fato na pele de alguns indivíduos, mas que de forma nenhuma corresponde à totalidade da classe que procura representar, e prega-se o combate a ele como forma de expurgar da sociedade o mal. Não é isso que os comunistas fazem com os malditos burgueses (afinal, não são todos eles os malignos exploradores do trabalho alheio, se apropriando de sua força, de seu tempo, de toda uma vida, para oferecer um salário de fome em troca, enquanto vivem de forma nababesca)? Não, dizem os liberais, o empresário é um ser altruísta que gera emprego e riqueza para toda a sociedade, proporciona a todos um sustento digno enquanto arrisca a sua pele e seu patrimônio! A esquerda cria um inimigo imaginário – o pobre burguês – como bode expiatório cuja eliminação acabará com a desigualdade trará o paraíso na Terra! Da mesma forma, os sapientíssimos liberais aqui criam um bode expiatório de todos os males da sociedade – o Estado personificado no funcionário público – cuja eliminação removerá a corrupação e a miséria da vida social.
O texto é pobre de argumentação e se vale de uma fantasia para querer fazer valer seu ponto de vista através de uma generalização grosseira.
Lamentável este instituto de direito utilizar a mesma falácia, tão condenada quando usada pela esquerda, para atacar seus “inimigos”.
Espero ao menos que, por defender a liberdade do indivíduo, o moderador seja coerente e faça publicar meu comentário.
Olha o drama do Rio de Janeiro ai !
Tem auxílio-moradia, mas tem também 60 dias de férias e recesso, por Bruno Carazza.
Muito injusta essa generalização, não se pode nivelar por baixo servidores que não se comportam como o declarante acima, sou servidor do Estado, tenho hora para entrar e hora para sair, sou cobrado seguidamente, recebo um mísero salário. Não recebo nada além do salario e ainda tenho que ler comentários idiotas de invejosos incapazes de passar em um concurso público.
Eu trabalho no IBGE e ganho 1700 por mês para passar o dia sentado no ar condicionado e quanto mais eu leio os artigos e estudo mais me sinto culpado!!! Aqui é tanta gastança que tem uns 30 roteadores, 3 computadores, 2 notebooks, 2 impressoras que foram compradas para o censo agropecuário e nunca foram usadas. Mas eu estudo a noite e no setor privado para mim seria impossível encontrar um emprego que me deixasse sair no horário de estudo, além do mais, o setor privado está muito ruim, sem empregos disponíveis e com salários baixos ( o governo toma tudo). Mas prometo que depois de me formar vou me juntar aos irmãos que lutam pela liberdade!!
Sou servidor público seguindo o destino e concelhos de vários parentes e amigos, que trabalham nos mais variados setores do governos. Em conversas com meus parentes e amigos que trabalham em variadas estatais, a anos já notei que o servidor que diz trabalhar muito e ganhar pouco, no mínimo é uma exceção rara, mas na melhor das hipóteses está mentido e quando acha que fala a verdade, perdeu a noção do que é trabalho pesado e salário pequeno; por tanto, se acostumou a reclamar dos problemas bestas do mundinho dele. De dentro da caixa pública, as coisas podem ter uma realidade bem diferente do mundo selvagem lá fora. Por fim, concordo plenamente com o texto deste artigo, uma vez que tenho algumas décadas no serviço público, bem como se assemelham às opiniões de amigos, familiares (até meus filhos) que são servidores públicos, pela infeliz casualidade de serem afastados do setor privado nada atrativo.
Realmente em alguns pontos concordo com seu texto. Existem servidores público parasitas , que se aproveitam da mordomias, das regalias oferecidas para seu bem-estar na instituição pública. Mas veja, existem casos e casos. Assim como existem instituições públicas que só fazem gerar parasitas como esses, há instituições públicas que produzem verdadeiros profissionais altamente capacitados. Isso vai muito da gestão. A gestão é quem pode ter o poder de produzir parasitas ou super-profissionais. Se a dona Maria, funcionária pública de carreira, com mais de 20 anos de casa, está lá todo dia, fazendo a mesmíssima coisa, robóticamente, você vai culpar a dona Maria por seu trabalho ou o gestor dela, que não cuidou da dona Maria para um trabalho mais eficiente? Uma instituição deve cuidar de seus funcionários, assim como cuida de seu patrimônio, pois um funcionário público é seu principal patrimônio. Um gestor público pode tornar uma instituição uma pedra no sapato no governo, assim como um empresário pode dar prejuízo ou até fechar uma empresa. Não generalize. Sou servidor público, amo o que eu faço. Me sinto muito bem pois estou servindo a sociedade, não estou servindo a interesses particulares. Cada um escolhe a vida que quer. Já vi servidores públicos se cansarem de estar no Estado e foram para a iniciativa privada assim como já vi gente migrar da instabilidade do setor privado e se tornar um grande funcionário no setor público.
Será que identificar cadáveres e presos para evitar fraudes e injustiças através das impressões digitais é uma atribuição que possa ser exercida pela iniciativa privada? O controle da segurança pública nesse quesito ficaria como, do ponto de vista libertário? Quero aprender.
Só fico triste com o modo desrespeitoso que vejo os comentários dirigidos aos servidores públicos: partindo do pressuposto libertário, ser servidor é ser parasita. Para que o servidor seja parasita, ele teria primeiro de pensar fora da Matrix e isso implica raciocinar e ser convencido disso. Lembrem-se de que há muitos servidores pessoas de bem trabalhando e suando a camisa.
Na intenção de aprender, faço mais uma pergunta: não existe Estado mínimo no pensamento libertário? Como funciona isso?
Nótorio,sem estabilidade,controle gastos,salários equiparados ao teto médio,privado…….
Auditoria mensal,aponsentadoria unica para todos,incluindo Militares.
O nobre colega esqueceu de mencionar que para que servidores como ele se sustentem no serviço público existem vários outros que trabalham igual a uns condenados.
Sinceramente, hoje sou servidora pública, mas em anos e anos na iniciativa privada eu vivenciei exatamente a mesma coisa…funcionários trabalhando exaustivamente sobrecarregados em razão de meia dúzia de preguiçosos e folgados…e pior, com a anuência da chefia.
Não discordo totalmente do colega, mas acho que ele não deveria falar em nome de toda a classe. Deveria falar apenas em nome da parte da classe a qual ele representa.
Acho que isso tem muito mais a ver com caráter do que em que seguimento a pessoa exerce suas funções.
a) Considerando dados do site da Auditoria Cidadã da Dívida: 1) mais de 40% do Orçamento Federal Pago é amortização e juros da dívida pública paga aos Bancos; 2) previdência custa 24%; 3) saúde 4%, educação 4%, judiciário 1,3%, administração 1%, legislativo 0,3%, segurança pública 0,3%; e conforme a ONU, corrupção de 2,3% do PIB. Por que só a previdência é questionada e espremida em vez do governo explicar o gasto com amortização e juros de dívida a Bancos, permitindo acesso a dados para auditoria da Dívida, com participação social?
b) Dívida legal e legitima deve ser paga. Há suspeitas de ilegalidades, ilegitimidades e fraudes na operação da Dívida Pública? Recusam a dar informações alegando o tal sigilo? Sigilo sobre gasto do dinheiro público? Irregularidades fizeram crescer insustentáveis dívidas sem contrapartida, de 96 Bi 1995 a 4 Tri 2015, nomeada de Sistema da Dívida? Povo desinformado do processo de endividamento público nunca será capaz de questionar o poder financeiro exercido pela chamada dívida com Bancos?
c) Por q juízes, políticos, militares e mitos, já aposentados ou seus pensionistas, com altas aposentadorias, ex. acima de 20mil, não participam do ajuste? d) Por q IGF imposto sobre grandes fortunas que existe na CF não é regulamentado para ajudar na crise? Os já aposentados com altas aposentadorias vão continuar mordendo grande nesse bolo em crise? Também devem ajudar? É razoável citar direito adquirido e segurança jurídica pra manter salários acima de 20mil numa situação de crise? Reforma é para continuar a garantir as altas aposentadorias e pensões já pagas?
Para verificação das informações, sugiro o site da auditoria cidadã da dívida: “auditoriacidada”, tudo junto. Coordenada pela Auditora Fattorelli. Farta documentação com dados oficiais, conforme site mencionado. Dúvidas, também minhas, sobre tal dívida pública poderiam ser esclarecidas também por uma das quase 100 organizações de apoio, citadas no site, como OAB, associação de juízes, auditores, procuradores… contadores?
Para privilegiar ainda mais o pagamento da questionável dívida pública, que nunca foi auditada com participação social, como manda a constituição, os direitos sociais estão sob ameaça? Reforma da previdência; Securitização de créditos públicos (PLP 459/2017); Remuneração da sobra de caixa dos bancos (PL 9.248/2017); Privatizações? Chega de mentiras e de privilégio para Bancos? Exigimos auditoria da dívida com participação popular, para que os recursos se destinem aos investimentos sociais?
Há grandes reservas, financeiras e naturais, porém a subserviência do Brasil aos interesses financeiros impõe q todo esse dinheiro sirva ao Sistema da Dívida (chamada assim a dívida pública gasta com amortizações e juros pagos ao sistema financeiro)? Esse privilégio financeiro ficou escancarado na EC95, que estabeleceu teto para todos os investimentos sociais e gastos com a manutenção do Estado por 20 anos, deixando fora do teto os gastos com a dívida pública e com as novas empresas estatais criadas para operar o esquema da Securitização de Créditos Públicos (site auditoriacidada)?
Um sistema financeiro que absorve quase 50% do orçamento de um país e leis que exigem sigilo sobre certos gastos públicos? Pode gerar dificuldades para auditoria com participação popular e conhecimento transparente sobre o funcionamento desse sistema?
O problema não está na maioria do funcionalismo público. Alguns cargos, principalmente políticos, que legislam em causa própria são os maiores beneficiários. A previdência gasta 24% do orçamento. Há distorções. Altas aposentadorias de aposentados e pensionistas, exemplo acima de 20 mil. Certo militar da gestão do país, foi pra
reforma aos 33 anos e soma-se essa à aposentadoria ganha após 8 anos como parlamentar.
Ainda assim, apesar de necessitar de ajuste na previdência. Esta é 24% do orçamento, repito. No entanto, o que dizer de quase 50% pago ao sistema financeiro por uma dívida em que o cidadão comum não pode ter acesso a certos dados para ele fiscalizar se a dívida paga tem uma contrapartida para a população?
Única solução para o Brasil:
1º) Aponta-se, em tese, a causa essencial das mazelas do Brasil: o Desvio de Dinheiro Público em quantidades astronômicas mediante Corrupção Sistêmica administrada por Organizações Político-Criminosas; e
2º) Indica-se os mecanismos que possibilitam essa corrupção e a usurpação do poder público para manipulação do orçamento do Estado, quais sejam:
a) Dívida Pública sem contrapartida, com informações sigilosas e sem auditoria com participação da sociedade;
b) Reeleição; e
c) Cargo de Livre Nomeação Política.
Nessas condições hipotéticas, pode-se admitir ser provável de o sistema de organização político-criminosa financiar de modo massivo as campanhas dos candidatos de seu interesse.
Em vez de ir pra rua pedindo os produtos e serviços finais, ou seja, mais do mesmo:
a) saúde;
b) segurança;
c) educação; e
d) emprego;
Única solução real para erradicar o parasitismo Estatal que resta ao Brasil:
O povo deve exigir nas redes sociais a erradicação das causas que geram a falta desses serviços. Para isso, deve-se exigir:
1) Auditoria Cidadã da Dívida — auditoria da dívida pública, com participação da sociedade, sem informações sigilosas;
2) Fim da Reeleição; e
3) Fim do Cargo de Livre Nomeação Política.
Pelo exposto, solicito o apoio na divulgação dos textos acima, evidenciando o pedido: "Chega de mentiras e privilégio p/ Bancos? Exigimos auditoria da dívida, com participação social, sem sigilos e com transparência, para que recursos se destinem aos investimentos sociais!". Favor ajudar a divulgar os textos acima. Agradeço a colaboração.