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Qual o caminho para consertar o Rio de Janeiro?

As intervenções recentes nos aeroportos do Rio de Janeiro escancaram um problema que, infelizmente, já há muito prejudica o povo carioca: a cidade está sucateada.

Claro que a realidade brasileira, de maneira geral, encontra inúmeros problemas, mas eles parecem tomar uma proporção maior na cidade do Rio. Crise de segurança pública, moradia de baixa qualidade, mobilidade urbana limitada e, para completar, corrupção e populismo na política.

Mas tudo isso tem solução!

No episódio do Transportar é Preciso! desta semana, Adriano Paranaiba recebe Paulo Ganime, deputado federal entre 2019 e 2023 e candidato ao Governo do Rio de Janeiro nas eleições de 2022. Assista ao TEP!

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17 comentários em “Qual o caminho para consertar o Rio de Janeiro?”

  1. Não ví o video. Mas no início dos anos 90, a cidade de Nova York era tão violenta quanto o Rio e hoje tem uma taxa de homicídios mais baixa. Tem que aplicar a política das janelas quebradas como foi aplicada em Nova York por Rudy Giuliani e Bill Bratton nos anos 90. A carreira no mundo do crime começa com pequenos delitos (o bandido da luz vermelha começou a carreira no crime praticando pequenos furtos). Revogar o princípio da insignificância (furtou? Vai preso, não importa se furtou 1 centavo). Urinou na rua? Vai preso também. Mapear os locais mais violentos e enviar a PM para estes locais. Isso aliado a uma política econômica e social que reduza as desigualdades, pois o Brasil é um dos países mais desiguais do mundo.

  2. No ano de 2017,o estado do Rio de Janeiro teve uma enorme crise financeira,aonde centenas de servidores públicos do RJ enfrentam fila para receber comida,por causa do atraso no pagamento dos salários pelo estado.

    No fim,o governo não demitiu os servidores e nem militares para resolver o problema,nem a reforma da previdencia do RJ foi aprovado(do qual os filhos do Bolsonaro foram contra para não prejudicar os PM que são sua base eleitoral).Então o governo federal imprimiu 400 milhoes e deu ao estado.

    O cancer do Brasil virou os servidores e militares.Temos uma “Ideologia Concurseira” no qual tem feitos pessoas perderem natal com a familia para ficar estudando para algum concurso.O que não falta é video de professores de cursinho ridicularizando quem ganha 2 mil reais no setor privado e falando que o estado é uma mae.

    Os proprios concursos têm perdido a sua principal finalidade,como muitos acabaram fazendo direito para ajudar a passar em concursos como INSS que tem toda a questão de direito,as provas começaram a inventar materias para dificultar o processo de eleminação.

    E pode esquecer que essa situação irá mudar.Brasil cravou a propria cova com isso e quando viramos a grecia,ninguem vai querer perder o empregos publico e vão rejeitar qualquer medida de austeridade.

  3. Claro que o japao é igualitario . Eles nao aceitam em sua sociedade que vc seja vagabundo, vivendo as custas alheias e são altamente produtivos, podendo ficar com sua renda do trabalho. Todo mundo é igual lá nesse sentido.
    É o que é pregado pelo mises: capitalismo, liberdade, propriedade economia de mercado.
    O próprio brasil , com seus supostos 50 milhões de pobres , se os colocasse pra ser prudutivos e eles conseguissem produzir o equivalente a mil reais por mes, vc ja teria acrescentado 500 bilhões de reais ao pib. E vc teria 50 milhoes a menos de pessoas pobres no pais.
    Os pobres o são porque são improdutivos. E no brasil eles esperam ” ajuda do gov”, do mesmo gov que impede quem empreende gerar empregos e renda, que toma o que ganham na forma das maiores taxas tributarias do mundo e que torna emprender e ser produtivo , uma missão para poucos.
    O japao é igualitario, mas pra cima. Já o brasil é igualitario pra baixo. Se as politicas equalizantes do brasil fossem realmente colocadas em pratica em grande escala, todos estariam igualmente miseraveis , exceto os politicos marajas.

  4. Quanto ao RJ, apesar de todos os seus defeitos, Cladio Castro é a melhor alternativa. O Witzel estava fazendo uma boa política de segurança pública, e a esquerda (que já tinha bronca com o Witzel) e os bolsonaristas derrubaram ele. Agora, o que resta de melhor é Claudio Castro (mesmo com todos os seus defeitos).

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