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As consequências não-premeditadas de uma política de tributação de grandes fortunas

Muita gente gostaria de viver em um mundo no qual cada um contribui de acordo com sua capacidade, e recebe de acordo com a sua necessidade. 

Essa frase foi criada e popularizada por Karl Marx, e o desejo de redistribuição de renda nela contido continua sendo defendido por pessoas que não conhecem sua origem e nem mesmo se consideram marxistas.

Nesse mundo, todas as pessoas teriam acesso irrestrito a educação, saúde, transporte, segurança e outros serviços, todos produzidos e ofertados “gratuitamente” pelo estado. E caberia aos ricos, que têm maior capacidade contributiva, fornecer os recursos para bancar tudo: construir as escolas, os hospitais, os ônibus, as viaturas policiais, os salários desses profissionais e tudo o mais que fosse necessário para a prestação destes serviços.

Esse mundo nunca existiu e nunca existirá em lugar algum. Por quê?

Existem dois motivos principais. 

O primeiro, que é um motivo político (e que não será desenvolvido neste artigo), é que os políticos, como quaisquer outros seres humanos, agem por interesse próprio. A partir do momento em que cabe a eles tirarem de alguns e dar para outros, eles utilizarão esse poder para ajudar quem melhor puder lhe retribuir: os mais ricos. O pobre nunca terá o mesmo poder de persuasão política que tem o rico.

No entanto, para esse artigo, vamos desenvolver o segundo motivo, o motivo econômico por que não é possível criar um mundo baseado na redistribuição de renda dos ricos para os pobres através de serviços públicos.

O motivo econômico

As pessoas frequentemente confundem “fazer o pagamento de um imposto” com “sofrer o ônus do imposto. 

Quando alguém diz que quer que os ricos financiem o estado, o que essa pessoa quer na verdade é que os ricos deixem de consumir algo em benefício próprio para que os recursos poupados nesta renúncia possam ser gastos na prestação de serviços para os pobres. 

Já que o pobre não abriu mão de qualquer consumo, e ainda recebeu serviços públicos, ele claramente saiu ganhando. Essa é a teoria.

Mas o pagamento e o ônus do imposto não são a mesma coisa. Normalmente, quem paga o imposto não é quem sofre a perda. E não é possível limitar o ônus do imposto somente sobre quem ele incide (veja também aqui).

Eis um exemplo hipotético para ilustrar. 

Suponhamos que o governo federal comece a cobrar o Imposto sobre Grandes Fortunas, previsto na Constituição (no momento, há nada menos que quatro projetos de lei sobre isso no Senado). Somente os ricos terão de pagar este imposto. 

Uma vez implantado esse imposto, José, um homem muito rico, terá agora de pagar R$ 1 milhão a mais em impostos já no primeiro ano da vigência desse novo imposto. Seu patrimônio declarado à Receita Federal fez com que, segundo os auditores, ele tenha de pagar essa quantia adicional de R$ 1 milhão em decorrência desta sua riqueza declarada.

E aí começam as consequências não-premeditadas.

José, o empresário

No mundo real, o patrimônio dos milionários não está majoritariamente na forma de dinheiro parado no banco, mas sim na posse de imóveis, fábricas, instalações industriais, bens de capital, caminhões, tratores, maquinários em geral e ações. 

Obviamente, é impossível confiscar uma fatia desses bens e repassá-los para os mais necessitados. 

Portanto, um imposto sobre grandes fortunas (que incide sobre o patrimônio declarado) terá necessariamente de ser pago com a redução do consumo presente destes milionários. Esta, aliás, sempre foi a intenção declarada dos defensores deste imposto: os ricos devem gastar menos com supérfluos e bens de luxo e pagar mais impostos.

Dado que o imposto está incidindo sobre um estoque (seu patrimônio), José terá de reduzir o seu consumo, presente ou futuro, para pagar o imposto. 

Mas apenas isso não basta. O segredo da análise econômica está em entender o que José precisará fazer para pagar esse novo imposto.

Suporemos inicialmente que José seja um rico empresário, e a maior parte de seu patrimônio está investido em sua empresa. Assim, ele precisará tirar R$ 1 milhão de sua empresa para entregar esse dinheiro ao governo federal. Como alguém tira dinheiro de sua empresa?

Ele tem basicamente três escolhas: ele pode conseguir esse dinheiro (a) reduzindo sua folha de pagamento ao longo do ano, (b) reduzindo os investimentos (compras de matéria-prima, de bens de capital ou ampliação da capacidade produtiva), ou (c) vendendo equipamentos e bens de capital em geral. 

Todas essas três ações, e somente elas, farão com que ele consiga transformar parte de sua empresa em um milhão de reais em dinheiro para entregar ao governo.

No entanto, perceba o óbvio: 

a) reduzir folha de pagamento significa reduzir salários ou demitir trabalhadores;

b) reduzir investimentos (compras de matéria prima, de bens de capital ou ampliação da capacidade produtiva) acarreta na redução das receitas e da produção de seus fornecedores, que por isso terão de demitir funcionários que se tornarão ociosos; 

c) vender equipamentos e bens de capital também não apenas  afeta a capacidade produtiva da empresa de José (e consequentemente sua capacidade de auferir mais receitas), como também diminui a produção das empresas que produzem esses materiais, causando ainda mais demissões. (Ao colocar maquinário à venda no mercado, ele está criando concorrência para o produtor desse capital. Alguns compradores comprarão de José, reduzindo as vendas do produtor.)

José provavelmente optará por levantar dinheiro usando um pouco de cada uma dessas três saídas. Mas é importante perceber como, independentemente do que ele decida fazer, ele está causando desemprego ou redução de salários na economia para conseguir pagar o imposto.

Essa é uma das consequências não-premeditadas de uma intervenção estatal na economia. Ao gerar atitudes que não ocorreriam voluntariamente em um livre mercado, toda a cadeia de produção econômica sofre uma perturbação.

Mas não é só isso. 

Se agora há menos trabalhadores produzindo com menos capital a partir de menos matéria-prima, há também menos produto final dessa empresa no mercado. Ou seja, há uma redução na oferta do produto que essa empresa produz. Sempre que a oferta cai, o preço sobe. Preço mais alto retira o produto do alcance de quem? Dos mais pobres.

E, no ano seguinte, tem mais imposto para pagar, reiniciando todo esse processo. 

É claro que o José do nosso exemplo é apenas uma representação de todos os ricos empresários do país. As escolhas que ele tem são as mesmas de qualquer outro rico empresário que precisará pagar o imposto. 

É fácil, portanto, antever o que acontecerá com os pobres dessa economia em decorrência do novo imposto pago pelos ricos empresários para uma redistribuição de renda na economia.

Mas e se José não for empresário?

José, o investidor

José talvez não tenha empresa alguma. Ele talvez seja rico porque deixa muito dinheiro rendendo no banco (ele é aquilo que se convencionou rotular de “rentista”). 

Sendo assim, tudo o que ele precisa fazer é sacar R$ 1 milhão de suas aplicações e entregar ao governo. Fazendo isso, ele conseguirá pagar o imposto sem afetar os mais pobres da economia. 

Certo?

Errado.

Mais uma vez, é necessário entender onde estava o dinheiro. O banco não remunera a aplicação de José por bondade, mas porque empresta o dinheiro que recebe de José para outra pessoa que quer tomar dinheiro emprestado a juros. 

Ao passo que pequenos volumes de dinheiro podem ser emprestados para realizar a viagem dos sonhos, adiantar a compra do carro novo, a compra de eletrodomésticos ou coisa parecida, grandes volumes de empréstimos só são tomados pelos bancos para serem investidos em empreendimentos lucrativos: emprestar para empreendedores que irão adquirir máquinas e outros bens de capital, contratar mão-de-obra, comprar matéria prima e produzir alguma coisa que será vendida aos consumidores com lucro. 

Quando José resgata R$ 1 milhão de suas aplicações, o banco só consegue pagá-lo se diminuir a sua carteira de empréstimos no mesmo valor.

Então, da mesma forma que vimos acima, esse R$ 1 milhão sairá de empresas que precisarão reduzir o seu tamanho, causando desemprego e queda na produção. Só assim o banco consegue devolver a José o seu investimento, e só assim José consegue pagar o imposto ao governo.

Esse caso é muito parecido com o anterior. A maior diferença é que José não é empresário por meio de sua própria empresa, mas sim por meio do banco, que encontra empreendedores e empresas nos quais investir o dinheiro de José. Mas quando José precisa do dinheiro para entregar ao governo, o efeito na economia é exatamente o mesmo.

(O mesmíssimo efeito acima ocorreria de José tivesse de sacar dinheiro de fundos de investimento.)

Existe ainda a hipótese de José ter seus investimentos, através de uma instituição financeira ou não, aplicados em títulos públicos. Se ele resgatar este investimento, não provocará o efeito que vimos no setor privado. Mas o Tesouro está pagando o resgate do investimento de um lado (devolvendo o dinheiro emprestado por José), e recebendo o imposto de igual valor do outro. No final, o Tesouro não recebeu nada e portanto não terá dinheiro para prestar os serviços públicos que motivaram a criação do imposto. Por esse motivo (e para simplificar a nossa análise), ignoremos essa hipótese para qualquer efeito de redistribuição de renda.

Efeitos da redistribuição de renda

Então, no fim das contas, ao retirar esse dinheiro do setor privado, estamos necessariamente, de uma forma ou de outra, criando ônus não somente para a pessoa que faz o pagamento do imposto, mas para todas as pessoas empregadas com esse dinheiro ou que consomem seu produto final. 

E isso vale para qualquer imposto, já que todos eles são uma transferência de recursos do setor produtivo para o setor estatal.

Com uma economia tão interligada como a nossa, e com uma carga tributária de mais de 30% do PIB há anos, e sendo o quarto país que mais tributa empresas no mundo, importa muito pouco quais são os impostos e quem está sendo cobrado. Todos estamos abrindo mão de consumo. 

Os mais ricos ainda conseguem viver sua vida com conforto, afinal têm mais recursos desde o início. Mas o cobertor do pobre é muito curto, e qualquer redução em seu consumo tira comida da sua mesa.

Além de tudo, a fuga

O fato de que não é possível limitar o ônus do imposto a quem realiza o seu pagamento já deveria ser contundente o suficiente para causar reflexão até mesmo no mais árduo defensor de políticas de redistribuição de renda. 

Mas ainda há uma segunda carta econômica na manga para os que ainda não se convenceram: os ricos não são tolos; eles não irão sustentar os pesados gastos públicos da sociedade.

Na prática, eles contratarão advogados para ajudá-los a ocultar sua riqueza do governo. Se isso não der certo, eles se mudarão para outro país. Se forem proibidos de sair do país, então, já que é para viver como pobres, preferirão trabalhar em empregos de baixa qualificação e responsabilidade sem gerar riqueza tributável. E se forem obrigados a permanecer em trabalhos de alta qualificação e geração de riqueza, serão improdutivos como escravos.

Em qualquer um destes cenários, estamos matando a galinha dos ovos de ouro. Em nenhum deles a renda dos ricos será capaz de financiar os serviços públicos. 

De acordo com o Banco Mundial, a renda dos 10% mais ricos no Brasil representa 41,9% da renda total. Pode parecer muito, mas mesmo que trocássemos todos os tributos atuais por um imposto de 75% sobre essa renda, esse imposto não seria nem mesmo capaz de recompor a nossa carga tributária atual de 32,43%.

E tudo isso sob a hipótese bastante questionável de que os 10% ricos continuariam gerando a mesma renda que geram hoje, mesmo que só ficassem com 25% dela para si. E isso — reforçando — para manter a carga tributária atual, e portanto o nível de gastos públicos atuais. 

O volume de dinheiro necessário para que os serviços públicos sejam prestados com qualidade (que era todo o objetivo dessa mudança) é muito superior — é até difícil imaginar quanto dinheiro seria necessário para isso.

Então tributar os ricos não tem como gerar recursos suficientes para bancar os gastos de saúde, educação, e segurança para toda a população.

(Confira aqui a fracassada tentativa do governo francês de elevar impostos sobre os mais, o que gerou uma grande debandada do país, e obrigou o governo a revogar o aumento dois anos após implantado).

Conclusão

Em nenhum país ocidental os ricos arcam exclusivamente com os impostos. Não há, em nenhuma sociedade, um número grande o bastante de ricos que possam custear sozinhos os gigantescos gastos efetuados pelos estados assistencialistas ocidentais. E é ingenuidade crer que as pessoas mais ricas irão simplesmente quedar inertes e aceitar pagar alíquotas mais altas.

E, mesmo que fosse possível extrair um volume de recursos dos ricos suficiente para bancar todos os serviços sociais, os pobres também seriam atingidos via desemprego e redução no consumo.  

Vale repetir o que já foi dito: uma intervenção estatal na economia gera atitudes que não ocorreriam voluntariamente em um livre mercado. Assim, toda a cadeia de produção econômica sofre uma perturbação, o que gera várias consequências não-premeditadas.

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Leia também:

A maneira correta e mais eficaz de espoliar os ricos

Quatro consequências inesperadas de se aumentar os impostos sobre os mais ricos

 

*Este artigo foi originalmente publicado em 30 de março de 2022.

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Nota: as visões expressas no artigo não são necessariamente aquelas do Instituto Mises Brasil.

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127 comentários em “As consequências não-premeditadas de uma política de tributação de grandes fortunas”

  1. Estes artigos são um melhor que o outro, parabéns aos editores.

    Devia imprimir cada um e enviar por correio para cada deputado, senador e funcionário publico, quem sabe eles humildemente se solidarizam e evoluem.

  2. O Banco Mundial diz que a renda de 10% é 41,9 da total. Porém não paga 1 ano de imposto. Obviamente o governo não tributa renda ou lucro faz tempo, ele tira de onde não tem. Ou seja do pobre.

  3. Outra babaquice inominável é tributar herança.

    Eu trabalho duro a vida inteira, junto dinheiro, poupo e me esforço para dar uma vida digna para meus filhos apenas para que um vagabundo chegue, tome meu dinheiro e o repasse para Renan Calheiros, Lula, Dilma, Collor, FHC, Rodrigo Maia, Alcolumbre, Gleisi Hoffman, Marcelo Freixo, Jandira Feghali, Maria do Rosario, Paulo Pimento, Paulo Paim e canalhas afins. E, segundo a esquerda, isso é “justiça social”.

    Durante todo o meu processo de acúmulo de riqueza por meio de trabalho duro e honesto já pago vários impostos. E aí eu morro e vem um burocrata estipular que devo pagar ainda mais além de tudo o que já paguei?

    Você paga impostos diretamente e indiretamente durante toda sua vida e realiza um planejamento no qual beneficiará seus herdeiros. E então vem o governo dá mais uma mordida. Seus filhos pagarão impostos durante toda a vida até que passem o patrimônio aos seus netos, e mais uma vez, a herança é tributada.

    Siga este ciclo por algumas gerações e seus descendentes precisarão de bolsa-família.

    Nós acumulamos riqueza com o objetivo de não corrermos atrás delas. Quando poupamos e investimos, temos o objetivo de algum dia (talvez apenas na velhice) vivermos dos lucros desse dinheiro. Essa é a meta. A outra opção seria não economizar nada e confiar no INSS para sustentá-lo na velhice (e isto não seria nada prudente).

    Aí, após uma vida inteira juntando patrimônio, você é “recompensado” com mais um imposto sobre sua fortuna, pois você foi muito egoísta ao tentar se precaver na velhice.

    Negar o direito de herdar o seu patrimônio é o mesmo que proibir a caridade. As pessoas são livres para presentear e doar o que quiserem de seus bens (o governo já faz o contrário, toma tudo por meio de achaque).

    Alguém defender isto, sendo pobre ou rico é uma estupidez incalculável. Por coerência, tal pessoa tem de estar desde já fazendo um testamento legando tudo para Lula e deputados do PT e PSDB.

  4. “Novo Peugeot 208 terá versões 1,2 e turbo para a Argentina”

    A situação automotiva do Brasil está tão ruim que até na Argentina (país no buraco desde quase sempre) eles possuem mais opções de carros do que aqui. Aqui teremos só com motor aspirado 1,6, lá serão mais motores e mais combinações.

    O Onix exportado do Brasil para lá sempre vai com motor 1,4. Nem a versão básica do Onix exportada, a Joy, vem com o motor 1,0-litro aspirado (ou seja, Onix 1,0 aspirado é só aqui mesmo). Como a tributação de 1000 cm³ (11 a 13%) é diferente da de 999 cm³ (7%), então aqui acabam empurrando mais carros com motor 1,0-litro (e a tributação de um Peugeot 1,2 e 1,6 é a mesma, ao passo que um 208 1,0 aspirado seria provavelmente inviável), sendo que nem todos os carros vão bem com o motor de menor cilindrada aspirado. Some ao fato de que a gasolina lá é vendida com menos etanol e conclua sobre o que ganhamos com isso aqui.

    Essa distorção na reforma tributária irão corrigir também?

    Será que é tão difícil copiarem o sistema tributário estoniano para ser aplicado aqui?

  5. Só uma dúvida,os esquerdalhas podem alegar que todas estas perdas no setor privado será compensada com o aumento dos gastos públicos e dos investimentos públicos,ou seja há perda de um lado e ganho do outro,apesar da corrupção e do rente-seeking.

  6. Excelente explicação, bem simples pra leigos entenderem. Mas piora. As fábricas vão tentar vender seus bens de capital pra pagar, mas como todos estão se livrando dos seus, não vão achar comprador.

    É inevitável mandar seus empregados embora. Cortar folha.

    E como a pessoa continua rica, outro ano tem novo desconto na fortuna. E cumulativa. Um imposto de 40 (quase metade) por cento na fortuna, em três anos reduziria o patrimônio a menos de 10 por cento. Afinal, os 60 por cento restantes posteriormente retirados mais 40 por cento sobra só 20 por cento do patrimônio inicial logo no segundo ano.

    Em dois anos, a empresa ja encolheu 80 por cento pra pagar.

    Isso é mero confisco de propriedade a prazo. Já sabendo disso, vai ter corrida pra vender tudo e mitigar os prejuízos.

    Na outra ponta, os pobres apoiam porque acham que vão levar algum. Se levarem, se fosse possível, vai ser só no primeiro ano. Nem vai ter muito arrecadado pra pagar o sessentão. Depois, com as empresas demitindo, o número de recebedores iria aumentar muito mais (menos produtivos, mais parasitas, mais gente pra ratear o butim).

    O governo vai ter que se endividar. Mas como o governo não tem dinheiro, só o tomado dos pagadores de impostos, ele não se endivida. Ele endivida "você”.

    Logo, vc trabalhador que se salvar da demissão vai ter seus impostos aumentados e é vc quem vai à falência a posteriori.

    E os que recebem mesada do governo vão deixar de receber. O butim foi gasto e agora na economia não tem bens de capital pra produzir. Desabastecimento.

    Num cenário assim, quem que vai querer produzir, pra ser roubado? A intenção é boa, ser generoso com os pobres. Mas a verdadeira generosidade é permitir que eles empreendam também, produzam também, ganhem renda com isso, prosperem e sejam independentes. Sem deixar transformar o estado no agente do roubo e da divisão do butim.

    Não há diferença apontar uma arma na cabeça de outrem ou deixar ou ajudar a fazer pra levar algum. A pessoa se condena junto. E isso não é generosidade. De boa intenção…

  7. Primeiramente, o Governo tem que tomar medidas internas antes de entrar no assunto da seara: “novos impostos”. Dito isso, concordo plenamente em taxar as maiores fortunas de forma progressiva. O que fica a alheia a esta discussão toda é a questão do pagamento da dívida pública brasileira. Chega de pagar pela irresponsabilidade do Governo aos banqueiros, ou vamos para o mesmo caminho da Grécia. Uns míseros 1 trilhão de reais investidos na área social deste país transformariam o Brasil em país de primeiro mundo em uma década. Paralelamente, não entendo o choro dos detentores das grandes fortunas do Brasil. O pobre pode pagar e eles não podem?

  8. Sobre a questão da França, aconteceu outra coisa devido a essas medidas.

    Os pequenos produtores rurais tiveram suas propriedades extremamente valorizadas em algumas regiões, e muitos que se tornaram milionários “no papel” sofreram com o governo socialista de François Hollande. Muitos agricultores aposentados que recebem pensões de cerca de € 600 mensais receberam contas de até € 5 mil sobre suas propriedades avaliadas em cerca de 1 milhão de euros.

    Isso equivalia a cerca de 70% de toda a renda deles!

    Agora veja só, na França esse imposto é chamado de L’impôt de solidarité sur la fortune (ISF). Em português, “imposto de solidariedade sobre a riqueza”. Bela solidariedade tomar mais da metade da renda do cidadão!

    Ainda existe um imposto sobre propriedade na França que é de 0,5% ao ano que valem € 1 milhão. Viu o estrago?

    http://www.investidorinternacional.com/2017/04/23/imposto-heranca-grandes-fortunas/

    http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/france/11187602/The-wealth-tax-a-tax-on-the-rich-that-cripples-the-poor.html

    Além de Gerard Depardieu, que fugiu para a Rússia, outro bastante famoso que teve a mesma atitude que o ator foi o bilionário Bernard Arnault.

    http://www.jornalopcao.com.br/colunas/imprensa/louis-vuitton-foge-dos-impostos-de-francois-hollande

  9. Para 207 milhoes de brazucas receberem 3200 reecas ao mes, como querem os que falam de salario universal a cada cidadão condizente com custo de vida, seriam necessrios 7,94 trilhoes anuais. Mais que nosso pib.

    E como se pagaria? Quem trabalharia depois recebeu o salario do gov? Ninguem. Entao nao teria pib nem dinheiro pra pagar a ninguem.

    Vai obrigar a trabalhar , igual na urss, china, trabalhos forçados?

    Se pode porque entao nao começa agora obrigar quem nao quer trabalhar entao? Pra que esperar a economia ir pras cucuias?

  10. Bom dia!

    seguinte, ninguém paga nada de impostos, acabemos com as estruturas democráticas (judic, legis, execut) e vamos pro verdadeiro vale tudo e quem ganha leva tudo sozinho. Anarquia já , sem regras, sem leis, sem nada pra atrapalhar o capitalismo puro e dadivoso. Até na sua casa tem regra pra conviver e distribuir a renda e ficam aqui se debatendo sobre essa distribuição e tributação. Brasil já era, aliás nunca quis ser grande, estruturas sugadoras e entranhadas no seio da sociedade cada vez mais perversa.

  11. [OFF-TOPIC]

    Eu estava pesquisando a respeito da Geórgia, que é um país com bastante liberdade econômica e com economia em plena expansão. A Geórgia é o 7º melhor país do mundo para fazer negócios (Doing Business) e o 12º com maior liberdade econômica do mundo (Heritage). No entanto, os salários por lá são baixos e a regulação trabalhista é flexível (ou seja, a mão de obra por lá é muito barata) ao mesmo tempo que o índice de desemprego não é baixo: cerca de 14%.

    O que está faltando para as grandes empresas considerarem uma mudança de suas bases da China para esse país, com muita liberdade econômica e facilidade para empreender, ao mesmo tempo que a mão de obra é barata? Certamente se a Geórgia recebesse mais investimentos privados, o país seria muito mais próspero do que já é.

    Queria entender isso. Porque ainda tem empresas que insistem na China, sendo que existem alternativas muito boas como a Geórgia?

  12. Leandro certa vez disse que uma das razões de o desemprego ter ficado maior em 1998 se deu pelo fato de que o poder de compra do salário mínimo ficou maior (podia comprar mais gramas de ouro e dólares). Eu acho que pode contribuir (o desemprego no Brasil quase sempre foi alto, talvez fosse baixo só antes da criação da CLT), mas isso é um problema muito menor do que os encargos trabalhistas e toda aquela burocracia da CLT. Nos EUA o maior problema do desemprego é o salário mínimo; aqui o negócio é muito mais profundo e sofisticado.

    Dito isso, com esse cenário agora de desvalorização cambial, o desemprego poderia cair mais rápido, caso nenhuma medida de lockdown tivesse sido feita, copiando a Suécia ou a Bielorrússia? Ou não teria fundamento, já que o câmbio desvalorizado também aumenta os custos para os empregadores?

  13. Qual é o pior defeito do Brasil?

    Regulamentação insensata? (trabalhistas e afins)

    Protecionismo?

    Burocracia gargalante?

    Taxação excessiva?

    Insegurança jurídica?

    Moeda fraca?

    Expectativa de caos econômico?

    Instabilidade econômica (excetuando moeda fraca)?

    Logística?

    Instabilidade política?

    Governo desenvolvimentista? (o governo absorve os bens e serviços que poderiam estar sendo usados pela iniciativa privada, algo que torna tudo mais caro para iniciativa privada)

  14. Gostaria de saber se na visão de vocês, essa concentração exacerbada de patrimônio nas mão de poucas pessoas (em face dos habitantes do globo) um dia não ocasionará o total controle destes sobre os modos de produção, mídia, política, leis, etc… não ocasionará por exemplo, monopólios gigantescos que iram ditar os preços, não mais com base na demanda, não irão estes exercer tamanho poder sobrepujando o próprio Estado (em seu papel mais puro de mediador e legislador)? E se isso não é ruim para o próprio ser humano? tamanha concentração gera ódio e revolta e esperar que apenas o crescimento econômico distribua riqueza pode levar gerações para acontecer sendo que os menos favorecidos precisariam de medidas compensatórias hoje?

  15. Um problema sério do Brasileiro é insistir em olhar apenas para o próprio umbigo: “Nossa, o projeto é só pra quem tem patrimônio de 5 milhões ou mais, ninguém tá falando em roubar seu Iphone 7 parcelado em 10x seu pobre de direita”.

    Vou contar uma história pessoal. Não sou rico. Não tenho salário astronômico. Juntei dinheiro por 5 anos. Consegui comprar um apartamento de 100.000 reais em 2007, em um bairro novo. Em 2013 ele foi vendido por 400.000. Sim, teve um boom absurdo o mercado imobiliário.

    Virou um terreno, construi uma casa colocando mais 400.000 muito bem guardados ao longo do tempo.

    Hoje o valor dessa casa é por volta de 1.500.000,00 reais. Continuo sem um salário astronômico. Garanto, não sou empresário, não tive uma super herança, apenas trabalho, e hoje, nos meus 50 anos de vida, me assusta um pouco a taxação de patrimônio.

    Já é bem complicado pagar as taxas municipais: O município já come um IPTU bem gordo. Imagino, do nada, mais uma cobrança “pequena” ou ridícula do governo, tipo 2% do patrimonio: 30.000 reais por ano. Garanto: Não conseguiria pagar, a menos que colocasse meus filhos em escolas públicas, vendesse meu carro, e trabalhasse apenas para manter o patrimônio.

    Além do IPTU gordo para o município, tem para o Governo Federal 27,5% do meu salário, impostos a rodo em todos os produtos e serviços. Aí vem um cidadão sem objetivo de vida, que não tem sonhos, que acha que é obrigação de todos viverem numa igualdade em pobreza, e quer dar lição de moral dando risada “viu, ninguém vai roubar seu iphone”. Vai por mim, a preocupação de muita gente não é o iphone, nem o apartamento de 100.000. É aquele patrimônio que você suou pra guardar por décadas, abrindo mão de muita coisa, é uma cabeça infantil revolucionária achar que é obrigação dar ao governo (em nome dos mais pobres, claro).

    Hoje o afortunado é acima de 5 milhões.

    E se amanhã for o de 2 milhões? O mercado imobiliário quebra.

    Fico imaginando, numa situação dessa, se conseguir vender o imóvel, aí o governo te colocou onde vc merece, num apartamento pequeno de classe média padrão. “Chora mais classe média burguesa”, né?

    Pra piorar, esse mesmo cara que se acha genial defendendo a taxação, é aquele que, viaja para os EUA e Canadá e fala “noooossa, lá a classe média do subúrbio toda mora em casas enormes de 2 andares, que inveja deles, como eu queria que meu país fosse assim”.

  16. Certa vez vi um comentario assim:

    Mas Ué o empresario nao conseguiu lucro na empresa suficiente para pagar essa nova tributação?

    O que dizem sobre isso?

  17. "Um novo tipo de superstição conquistou a mente das pessoas: a adoração do estado. As pessoas exigem o exercício dos métodos de coerção e compulsão, de violência e ameaça. Ai de quem não dobrar o joelho para os ídolos da moda!"

    Mises

    * * *

  18. Milton Friedman Cover's

    Artigo excelente, como sempre vejo por aqui.

    Gostaria muito que a internet existisse desde os anos 1950 ( oras, quanto antes, melhor!), e esse Instituto também, aberto para todos, igual hoje. Assim evitaria que muitos bocós, como diriam os meus pais, apoiassem qq. coisa que esteja à esquerda.

    Me lembro quando li sobre a família de Eduardo Saverin, sócio do Zuck, pro censura de hoje. Saverin financiou o Zuck em Harvard, na fundação da rede social, Facebook.

    Bem, a família dele, radicada em SP, vendeu tudo que tinha aqui, em 1993, e mudou-se para Miami. Isso aconteceu porque eles preferiam o sol de Miami, ao invés do sol do litoral paulista ou carioca? Não!

    A família mudou-se para Miami por causa do Plano Collor, sim, aquele que, entre outros erros gigantescos, confiscou tudo que estava em bancos no Brasil.

    Claro, uma atitude típica dos comunas ( dizem as más línguas que Fidel Castro disse que nem ele pensou em fazer isso. Bem, acredito que em Cuba, o povo não tinha ( nem tem agora….), dinheiro em banco para ser confiscado, mas tudo bem, publica-se a lenda e esqueça o resto…).

    Logo, quem defende tributação das grandes fortunas, quer que todos os ricos repetiam o que a família Saverin fez em 1993.

    Só para lembrar que, evidentemente, essa família quando se viu obrigada a sair do país, causou grande desemprego nas empresas que fecharam ou venderam por um preço extremamente baixo.

    Comunista ( ou seja, todo defensor de partidos, da social-democracia até os mais extremistas de esquerda..), deveriam ser mandados para Marte, numa viagem só de dia.

    PS: Fidel, Marx, Stalin, Mao, Hitler, Pol Pot, Prestes e muitos outros, já ardem no inferno, agora.

    Abs.

  19. Ciro Gomes foi no Flow Podcast, o cara ta muito malandro e to com medo dele em 2022. Este instituto precisa abordar todas as suas falacias de cada entrevista e aniquila esse lula de gravata.

  20. Um assunto complexo e importante necessita referências acadêmicas atualizadas e não simplesmente achismos e lugares comuns. Falar sobre distribuição de renda, grandes fortunas e não mencionar Thomas Piketty é como abordar o futebol atual e não mencionar Messi ou Cristiano Ronaldo. Tributar ricos funciona muito bem, vide os exemplos e indicadores de igualdade dos países escandinavos, Alemanha, França e tantos outros, sem contar que tributar grandes fortunas é uma forma de colocar os competidores em igualdade de condições, grandes herdeiros não contribuem para a livre iniciativa e só alimentam a falácia da meritocracia, que é cientificamente comprovada como uma fantasia. Vale a pena pesquisar Daniel Markovitz de Yale e Robert Frank de Cornell que falam sobre a meritocracia e sorte das pessoas bem sucedidas.

  21. “Um assunto complexo e importante necessita referências acadêmicas atualizadas e não simplesmente achismos e lugares comuns.”

    Que baita argumento, refutou o artigo.

    “Falar sobre distribuição de renda, grandes fortunas e não mencionar Thomas Piketty é como abordar o futebol atual e não mencionar Messi ou Cristiano Ronaldo”

    Ah, claro, esse Thomas Piketty deve ser á reincarnação de Jesus Cristo, todos os seus argumentos são irrefutaveis… Nem irei perder meu tempo colando links sobre esse assunto, porque o Túlio já fez isso.

    “Tributar ricos funciona muito bem, vide os exemplos e indicadores de igualdade dos países escandinavos, Alemanha, França e tantos outros”

    Veja só, o cara estava há um momento atrás falando sobre “referências acadêmicas atualizadas”, mas não colou um link sequer que prova que foi á social-democracia que enriqueceu esses países.

    Mas irei fazer isso por você, só que com o objetivo de provar o oposto:

    http://www.mises.org.br/article/632/o-mito-do-assistencialismo-escandinavo-reexaminado

    http://www.mises.org.br/article/1419/como-se-deu-o-milagre-economico-alemao-do-pos-guerra

    http://www.mises.org.br/article/2211/todos-os-socialistas-querem-ser-a-dinamarca–sera-mesmo

    Se ainda não achar o suficiente, irei utilizar diversos argumentos teóricos e empíricos contra você, e irei colar outros links.

    Quanto á frança, chega á ser curioso você cita-lá, já que é um dos países que mais estão sendo prejudicados pela social-democracia excessiva, e pelo multiculturalismo.

    “sem contar que tributar grandes fortunas é uma forma de colocar os competidores em igualdade de condições”

    Ah claro, todos são esbulhados igualmente, com certeza tirar dinheiro dos produtivos, para então assim investir em estatais, políticos, processos burocrático inúteis e demorados, e em funcionários públicos incompetentes, sindicalizados, e não-produtivos é uma baita de uma escolha.

    E isso não fazendo muitos comentários sobre o lobbysmo, um sistema de subsídios, na qual os amigos do rei recebem o dinheiro esbulhado, ou até direitos de monopólio.

    “grandes herdeiros não contribuem para a livre iniciativa e só alimentam a falácia da meritocracia,”

    Ah, a clássica falácia do problema dás heranças, algo que ignora totalmente á realidade. Qual realmente é o problema de haver heranças? Nunca entendi essa lógica esquerdista, se um herdeiro for incompetente, ele obviamente, ou irá falir, ou irá perder grande quantidade de dinheiro em sua vida. Se ele for competente e produtivo, ele conseguirá aumentar esse dinheiro por meio do atendimento aos consumidores, não importa se ele fará isso por meio de investimentos ou por aluguéis, ele ainda estará fazendo o dinheiro circular, e assim criando riquezas, ele não estará roubando nada.

    Por meio de falácias assim, parece que vocês, esquerdistas, gostam é dá pobreza, não dos pobres, querem ver todos na merda igualmente.

    Dizer que á herança deve ser esbulhada, apenas porque o herdeiro não começou do zero, é uma falácia clássica dos esquerdistas, o pai desse herdeiro ficou rico pois criou toda essa riqueza por meio da satisfação de seus consumidores, ele tem todo o direito de fazer o que bem entender com tudo isso, ou será que você acha que seria melhor tudo isso ir para o bolso de políticos parasitas?

    Mesmo se o herdeiro não produzir ou investir nada, ele ainda estará consumindo, o que fará seu dinheiro parado volte á circular, e é bem provável que ele perderá quase toda á sua fortuna durante sua vida dessa maneira, já que não estará criando ou produzindo nada.

    Deixe o mercado eliminar os improdutivos e recompensar os produtivos, não queira distorcer esse processo.

    “Vale a pena pesquisar Daniel Markovitz de Yale e Robert Frank de Cornell que falam sobre a meritocracia e sorte das pessoas bem sucedidas.”

    Sorte das pessoas bem sucedidas? Ao que eu saiba ninguém gera produtos magicamente, ou muito menos consegue roubar á todos se não por meio do poder estatal, ou você está dizendo que todos os ricos ficaram apenas ricos porque foram para o cassino e saíram de lá com 20 bilhões de dólares? Ou será que os empresários enriquecem sortudamente achando notinhas de 5 reais caídas pela rua? Qum sabe, na verdade eles enriquecem trocando copos d’água por maletas de dinheiro pertencentes á outros milionários desafortunados passando sede em desertos ensolarados!

    É foda “debater” com quem não sabe nem o básico.

  22. O Brasil é o país das possibilidades, onde for possível sugar dinheiro, lá estarão os adoradores do estado grande, Aqui a liberdade economica, não é bem vista, nem os capitalistas, só há lugar para hipócritas que impõem suas ideologias e vivem de outro modo, Afinal um relógio de 84 mil não é pra qualquer um.

  23. E o Milagre do Nazismo? Dizem que a Economia Nazista era ótima e apresentou milagres dobrando a renda média em 10 anos. Isso ocorreu só na alemanha ou no japão também?

  24. Alguém pode me explicar o que acontece com a moeda brasileira,que quando os preços dos produtos são reajustados é sempre pra cima,e nunca para baixo?

  25. Dolar 4,667, será que chega a 4,00 ate a eleição?

    Tarcisio sai pra São Paulo, moro desiste pra PR, o que acham?

    Eu quero Tarcisio gomes de freitas presidente!! O problema é que o Skaff que vai ser vice do tarcisio em SP

  26. Dois detalhes.

    Primeiro, um valor ponderado para o Real em torno de uns 6,50 US-dollar.

    Em função da diferença entre as inflações monetárias nos Eua e Brasil desde o início do BRL (1994-2018).

    Segundo, que mesmo tomando como referência o período (1994-2021) esse valor não muda muito.

  27. Diego Nogueira Rocco

    O Ciro Gomes disse que, caso taxe as grandes fortunas, é só colocar o IOF na mesma proporção, que não ocorrerá fuga de capitais (exemplo: imposto sobre grandes fortunas de 2,5% e IOF de 2,5%). O que a tropa acha a respeito?

  28. Fica nítido o desserviço que esse tipo de tributação presta para a sociedade.

    O problema é que quem não investe e/ou não entendem de princípios básicos de lógico não enxergam os efeitos em cascata descrito pelo autor.

  29. NÃO EXISTE RICOS,EXISTEM PARASITAS QUE VIVEM DO ESTADO DO DINHEIRO GRATIS VIA BANCOS PUBLICOS

    Entção o governo vai taxar os memso que estão vivendo pelo governo.A cois mais sem sentido que os socialista fazem

     

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