Nota do Editor
O Ministro da Economia Paulo Guedes, em um evento, disse corretamente que:
Nós
somos 200 milhões de trouxas explorados por duas empreiteiras, quatro bancos,
uma produtora de petróleo, e seis distribuidoras de gás. Não há surpresa em por
que o povo brasileiro segue empobrecido. São poucos produtores, mercados
cartelizados, preços caros, e, ainda por cima, uma chuva de impostos. Sobra o
quê? Sobra pouco. Então, despertar as forças competitivas é o que nós estamos
fazendo desde o início.
E prosseguiu:
Nós
não despertamos, ainda, as forças de mercado. Jamais despertamos as forças de
mercado. O Brasil é um gigante acorrentado. O Brasil é um país amarrado por
todos os lados.
E então ele citou seus dois livros favoritos sobre o
assunto: O caminho da servidão e Prosperidade por meio da competição.
Em “O
Caminho da Servidão“, Friedrich Hayek explica em detalhes como a expansão
de políticas estatizantes destrói a capacidade produtiva e a capacidade de
iniciativa de um povo. Trata-se de uma explicação simples, porém detalhada, de
como o estatismo degenera os regimes políticos, cria corrupção e destrói os
sistemas econômicos.
Tal fenômeno, lamentavelmente, já ocorreu diversas
vezes na história. O mais recente exemplo prático é o da
Venezuela, cujos cidadãos estão sofrendo exatamente esta degeneração
completa do regime político e econômico, com hiperinflação, destruição de
riqueza e milhões de pessoas fugindo do próprio país.
Já “Prosperidade
por meio da Competição“, de Ludwig Wilhelm Erhard, o homem responsável pela
reconstrução da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial, é um livro que pode
ser visto como um complemento ao de Hayek.
Neste livro, Erhard — que foi discípulo de Wilhelm Roepke,
que, por sua vez, havia sido discípulo de Ludwig von Mises — narra o que
efetivamente foi feito para reconstruir a economia alemã do pós-guerra.
Trata-se, portanto, de um livro que explica e ilustra na prática o que efetivamente
deve ser feito para se reconstruir um país devastado por políticas
estatizantes.
Ao passo que Hayek explica como os povos degeneram
seus sistemas políticos e econômicos por meio do estatismo, Erhard mostra como,
por meio do desenvolvimento dos mercados e do estímulo à competição, os povos
conseguem produtividade e enriquecimento.
Paulo Guedes, ao citar o livro de Erhard, demonstra
ao menos estar familiarizado com o que é necessário ser feito. E muita coisa boa de fato já foi feita. Que continue.
A seguir, um artigo sobre este essencial livro de
Erhard.
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A Alemanha, imediatamente após a Segunda Guerra
Mundial, era um desastre econômico. Além de um abrangente programa de controle
de preços imposto pelos Aliados, o principal problema vivenciado pelo país era
a cartelização das empresas (veja todos os detalhes aqui).
Antes da guerra, o governo nazista havia
monopolizado a economia doméstica, incentivando a criação de mega-cartéis e
oligopólios protegidos pelo estado, e blindando os produtores nacionais contra
a concorrência estrangeira. Os nazistas eram partidários confessos do planejamento econômico
centralizado.
Durante a guerra, a este arranjo foram acrescidos
controles de preços, o que simplesmente piorou a situação, ampliando as já
enormes ineficiências econômicas.
Terminada a guerra, com a economia totalmente
inoperante, a Alemanha ficou sob o controle militar dos Aliados, que mantiveram
os controles de preços ao passo que os cartéis e oligopólios seguiam intactos.
Este arranjo jamais permitiria uma recuperação
econômica. Logo, a prioridade número um era restaurar a concorrência na
economia.
E esta tarefa recaiu sobre o novo ministro das
finanças Ludwig Erhard.
Coube a ele liderar o caminho. E como ele deixou claro em sem livro de 1958, Prosperity
Through Competition (A prosperidade
por meio da competição), os principais inimigos do livre mercado era as
próprias indústrias cartelizadas e protegidas pelo governo.
Em 1945, como escreveu Erhard em seu livro, a
capacidade produtiva alemã era de apenas 60% da de 1936, e a produção vigente
era de apenas 39% da de 1936. E a economia continuou definhando ao longo de
1946 e 1947, incapaz de começar a apresentar qualquer sinal de
recuperação. E nem tinha como ser diferente: os Aliados haviam mantido
praticamente todo o sistema de controle econômico dos nazistas.
Logo, eram necessárias medidas radicais e urgentes.
Erhard atacou em dois flancos. De um lado, aboliu os
controles de preços e trocou a moeda, que estava hiperinflacionada (veja os
detalhes aqui);
de outro, introduziu a concorrência entre as empresas alemãs.
A substituição de uma moeda desvalorizada e que
ninguém queria portar por uma moeda forte e conversível fez com que, literalmente da noite para
o dia, o racionamento e os desabastecimentos fossem abolidos, e as pessoas
abandonassem o mercado negro e voltassem a produzir normalmente.
Esta foi a parte mais fácil. Abolir as demais regulamentações
estatais sobre a economia seria mais trabalhoso. Como bem escreveu Erhard em
seu livro:
O
estado não deve decidir quem deve ser o vitorioso no mercado. Tampouco um
cartel industrial deveria ter este poder. Apenas o consumidor pode ter este
poder.A
qualidade e o preço determinam a forma e a direção da produção, e é apenas com
base nestes critérios que a escolha dos vencedores tem de ser feita.Neste
sentido, a liberdade é o direito de cada cidadão, e ela jamais pode ser abolida
por ninguém.
E prosseguiu:
Meus
esforços, portanto, estão direcionados a estabelecer firmemente a competição
como a força-motriz da economia, e os preços livres como os reguladores. Aquele
que quiser ir contra estes princípios estará solapando a economia de mercado e
destruindo os pilares que sustentam nossa ordem econômica e social.
O livro de Erhard é uma defesa passional da
competição, da primeira à última página. Sua audiência não eram os políticos.
Não eram os consumidores. Não eram os burocratas do estado. A audiência era a
própria comunidade empresarial, que era o setor que necessitava de ser
convencido. Os empresários alemães teriam de enfrentar as águas frias da
concorrência global caso a Alemanha quisesse novamente ter prosperidade.
O
que é a competição?
Abordemos agora um pouco desta idéia de concorrência
econômica, pois o termo pode ser enganoso. Quando se fala em competição,
costumamos pensar em esportes coletivos (envolvendo times) ou mesmo individuais
(tipo atletismo). Mas essa não é toda a ideia de competição. A competição não é
um jogo para ser gerenciado; é um processo espontâneo de
inovação empreendedorial.
É verdade que os produtores são jogados uns contra
os outros na atividade de ofertar bens e serviços para os consumidores. Mas o
que eles estão buscando? Pelo que estão competindo? Seu objetivo é um só:
atender as demandas dos consumidores.
E eles fazem isso não por benevolência e caridade,
mas simplesmente porque os consumidores possuem aquilo que todos os produtores
querem: dinheiro.
O dinheiro é a mercadoria de mais fácil
comercialização em uma economia. Por isso, todos estão atrás do dinheiro. Quem
tem dinheiro consegue trocá-lo pelos bens e serviços que quiser. Quem tem
dinheiro sempre será servido. Quem tem dinheiro está no assento do motorista em
uma economia capitalista. E quem tem o grosso do dinheiro em uma economia de
mercado? A massa dos consumidores.
Produtores, portanto, estão em busca do dinheiro dos
consumidores. Consequentemente, eles têm de tentar vender seus bens e serviços
aos consumidores para conseguir dinheiro. Os produtores não podem simplesmente ir
ao mercado e tentar trocar, como num escambo, seus bens e serviços por outros
bens e serviços. Para conseguir o que querem, eles têm de ter dinheiro. E, para
conseguir dinheiro, eles têm de vender para muitos consumidores.
E como conseguem isso? Com melhores produtos,
melhores preços, e melhor satisfação dos desejos das pessoas.
Em busca do dinheiro, cada produtor é incentivado a
se tornar cada vez mais excelente em seu atendimento a terceiros. O sistema de
lucros e prejuízos está lá para servir como um sinal e um comprovante de um
trabalho bem feito.
Quando um único produtor se torna dominante em uma
indústria, e como consequência se torna desleixado em sua principal função, que
é servir aos consumidores, o arcabouço legal tem de permitir a livre entrada
neste setor de outros produtores munidos de outras idéias para alcançar o
objetivo.
Se houver barreiras legais à entrada de concorrentes,
então há um grave problema. Um produtor está auferindo um privilégio, e esse
privilégio será explorado à custa do público consumidor.
Por outro lado, se houver livre entrada, então
várias instituições irão surgir para servir como sistemas sinalizadores. A principal
é o sistema de preços. Os preços irão refletir os lances (como em um leilão)
feitos pelos consumidores de acordo com sua demanda e com seus recursos
disponíveis. Os sinais de preços emitidos pelo mercado comandam as decisões. Esses
preços serão então colocados
em planilhas e balancetes para calcular a viabilidade do empreendimento,
bem como se há lucros ou prejuízos. O sistema de lucros e prejuízos mostra como
os recursos escassos estão sendo empregados. Se corretamente, os
consumidores recompensam as empresas propiciando-lhes grandes lucros; se
erroneamente, os consumidores punem as empresas impondo-lhes prejuízos.
Não interessa se a empresa é grande ou micro: ela
estará sempre em busca da lucratividade (pois quer dinheiro). E, em um
ambiente de competição entre os produtores, a lucratividade de uma empresa
sempre será, em última instância, determinada pela decisão voluntária dos
consumidores.
Esta idéia de genuína competição de mercado — sem
privilégios, sem protecionismos, sem imposições, sem limitações — consumiu
toda uma geração de economistas do pós-guerra por um motivo. A guerra havia
cartelizado não apenas a Alemanha, mas também as economias dos Estados Unidos e
do Reino Unido. A Rússia já havia se tornado totalmente socialista há muito
tempo, mas um novo modelo de arranjos corporativistas (fascistas)
não-competitivos havia se tornado dominante no mundo não-socialista. A prioridade
mais urgente era restaurar a competição.
Como disse Erhard, se você não tem competição, não há
qualquer esperança de prosperidade.
O
livre comércio também é competição
Outro enorme problema que Erhard herdou da economia
nazista era o próprio protecionismo. O governo havia instituído uma política nacionalista
de auto-suficiência.
A propaganda política nazista da década de 1930 rotulava
as nações estrangeiras como inimigas e afirmava que os bancos estrangeiros eram
tidos como “controlados por judeus”. Os estrangeiros eram retratados como
espoliadores e o livre comércio era tido como contrário aos “interesses
nacionais”. A ambição de Hitler era criar uma economia autárquica que
permitisse que seus planos superiores suplantassem a competição internacional.
É por isso que Erhard fez da restauração do livre
comércio sua máxima prioridade. Acima de tudo, isso significava derrubar as
muralhas erguidas pelas tarifas de importação. Não havia sentido em elaborar “acordos
comerciais”, ou buscar negociações para conseguir “arranjos vantajosos para o
país” ou exigir que outros países atendessem aos desejos da Alemanha de também
reduzirem suas tarifas sobre produtos alemães. O objetivo era apenas se
certificar de que o setor empresarial da Alemanha era competitivo no front
global.
A
necessidade de remover todos os obstáculos ao comércio deve naturalmente ser
expressa por meio de uma política tarifária. Sobre este quesito, eu sempre
defendi o princípio — como nas discussões sobre liberalização — de que aquilo
que é certo não tem de esperar por uma equivalente contribuição de um parceiro
comercial para ser implantado.Sendo
assim, desde 1955, quando a posição doméstica da República Federal mostrou ser
sensato reforçar a competição, busquei trazer a concorrência externa para
dentro das fronteiras da Alemanha reduzindo as tarifas de importação. Uma redução
unilateral e autônoma de tarifas foi implantada em várias etapas, embora, em
minha opinião, poderia e deveria ter sido feito muito mais do que o que foi
permitido pelo governo e pelo parlamento.
O ponto principal é que as tarifas são um imposto sobre os
consumidores domésticos. Mas eis o crucial: se a tarifa recai sobre
matérias-primas ou bens de capital comprados por empresas nacionais, então ela
também é um imposto
sobre os produtores. Uma tarifa funciona como uma transferência coerciva de
riqueza: dos agentes privados para os burocratas do governo. Trata-se de uma
forma de assistencialismo que distorce dramaticamente os mecanismos
sinalizadores emitidos pelo livre mercado.
Não há absolutamente nada que
os cidadãos de um país possam ganhar com o protecionismo. Se tarifa incide
sobre bens de consumo estrangeiros, uma determinada indústria doméstica pode
temporariamente ser protegida da concorrência estrangeira, mas a que custo? Trata-se
de um subsídio à ineficiência
e às más práticas
empresariais. Funciona por um tempo, mas não é sustentável. Em um algum
momento, o longo prazo chegará e, a menos que você esteja disposto a retroagir
a economia para um maior empobrecimento, as empresas terão de se adaptar ao
livre comércio, queiram
elas ou não.
Por isso, foi presciente a decisão de Erhard de
desconsiderar as contas nacionais envolvendo o comércio entre duas nações, isto
é, a noção de superávit
ou déficit comercial. Ele não negava que os dados sobre déficits comerciais
eram interessantes. Mas, segundo ele próprio, tais dados “muito facilmente se
tornavam não somente uma peça de informação, mas a própria base de cálculo para
novos tipos de planejamento econômico”.
Conclusão
Erhard conclui seu livro com uma firme condenação do
dirigismo, que significa uma economia
dirigida pelo estado, mas que permite que a maior parte do capital fique em
mãos privadas. Políticos decidem quem ganha e quem perde, o que é produzido,
onde e em que quantidade. Isso não tem como ser o caminho para a prosperidade. O
estado não pode controlar a produção, muito menos gerenciar diretamente o setor
empresarial.
A completa desnazificação da economia, argumentou
ele, exigia um novo e fiel compromisso: o fim da proteção dada pelo governo aos
cartéis e monopólios, a permissão da competição real em todos os setores da
economia, e o fim das barreiras comerciais.
Isto, de fato, foi o que produziu o milagre econômico
alemão.
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Leia também:
Como se deu o milagre econômico alemão do pós-guerra
Concordo que a "permissão da concorrência" é crucial para o progresso. E até acho que em termos de Brasil a MP da liberdade econômica fará muito neste sentido, assim como a quebra do monopólio do mercado de gás (que permitirá energia menos cara). Ainda falta abolir as agências reguladoras e as tarifas de importação, mas pelo menos o caminho já começou a ser trilhado.
Dito isso, vale tambem ressaltar a importancia de uma política monetária que leve a uma moeda forte. Sem moeda forte nada mais se sustenta.
O que vocês estavam fazendo em termos profissionais antes da grande recessão brasileira, 2014 e o que estão fazendo agora?
Comparação assimétrica Brasil x Alemanha.
Na Alemanha tem alemães disciplinados, cultos, respeitadores, na maior parte do tempo é um povo pacato e muito poupador enquanto no Brasil tem brasileiros baderneiros, ignorantes, de moral questionável, violentos e perdulários.
spotniks.com/ha-realmente-motivos-para-ter-orgulho-de-ser-brasileiro/
O Brasil é um imenso fracasso, nunca atingiu sequer o IDH e PIB per capita da Argentina, um país que faz absolutamente tudo errado há 90 anos.
O que me surpreende até hoje foi o Bolsonaro ter chegado ao Paulo Guedes, visto que o Jair sempre foi um positivista coletivista.
O artigo é excelente, mas gostaria só de acrescentar que a concorrência real não é estritamente necessária para um livre mercado funcionar. Basta que a concorrência potencial seja possível. Mesmo se houver apenas uma empresa em um determinado setor, a simples possibilidade de que um concorrente possa surgir e oferecer produtos melhores e mais baratos já basta para manter essa empresa ocupada tentando inovar e descobrir novas maneiras de satisfazer os clientes.
Obviamente, a única entidade que pode bloquear o surgimento de um eventual concorrente e garantir uma reserva de mercado é o estado.
Prosperidade nada. Competição é querer sobrepujar o concorrente a qualquer custo, não importa que meios empregar. E disso resulta no que o Papa Pio XI chamou de “despotismo econômico” de uma minoria de banqueiros e mega-empresários. Trecho da Encíclica Quadragesimo Anno :
“É coisa manifesta, como nos nossos tempos não só se amontoam riquezas, mas acumula-se um poder imenso e um verdadeiro despotismo económico nas mãos de poucos, que as mais das vezes não são senhores, mas simples depositários e administradores de capitais alheios, com que negoceiam a seu talante. Este despotismo torna-se intolerável naqueles que, tendo nas suas mãos o dinheiro, são também senhores absolutos do crédito e por isso dispõem do sangue de que vive toda a economia, e manipulam de tal maneira a alma da mesma, que não pode respirar sem sua licença. Este acumular de poderio e recursos, nota característica da economia actual, é consequência lógica da concorrência desenfreada, à qual só podem sobreviver os mais fortes, isto é, ordinariamente os mais violentos competidores e que menos sofrem de escrúpulos de consciência.“
Olá, pessoal.
Alguém poderia me explicar melhor como funcionava o rentenmark, por gentileza?
A moeda era mesmo lastreada em hipotecas?
Os alemães poderiam converter seus rentenmarks nesses financiamentos imobiliários a qualquer momento?
O Rentenbank obrigou os agricultores e industriais alemães a participarem disso?
Para expandir e contrair a base monetária bastava que o Rentenbank comprasse e vendesse essas hipotecas (como se fossem títulos públicos)?
Porque tem gente que diz que o RM era lastreado em ouro? O que terrenos hipotecados têm a ver com ouro?
Ahhhhh eu tô muito confuso!! Como é que alguém pode lastrear dinheiro em terra meu Deus??!!! Que estranho!
Desde já, agradeço a paciência.
Sabe o que a China do século XX, Correia do Sul da década de 80, EUA depois do anos 30 e Japão depois do pós-guerra tem comum? Sonho de grandeza. O brasileiro não tem isso . Muitas gente só pensa em ganhar o dinheiro para poder comprar o bife pro fim de semana e tomar uma cerveja. Não sei se isso é algo cultural ou consequência de nossa politica. Precisamos mudar, precisamos ser mais ambicioso. Devemos buscar nos espelhar em pessoas que realmente fazem a diferença na sociedade e no mundo.
ótimo artigo
Já viram este vídeo? Vale muito a pena.
A esquerda vai voltar ao poder,e tudo que o Guedes fez,será revogado.É a nossa realidade.Não sei como alguém acredita que esse país ainda tem jeito.
Eis o roteiro detalhado:
dez 2019 – Na última sessão legislativa para votar o orçamento é revelada a incômoda realidade de que o o governo precisará ampliar o déficit primário;
fev 2020 – Com o imenso aperto nos gastos públicos federais, os estados fora da reforma da previdência começam a falhar de vez seus serviços e a população não engajada começa a tirar apoio do atual governo;
abr 2020 – Pensando na campanha eleitoral nos municípios e com a economia sem engrenar os deputados começam a retirar apoio político do ministro Guedes;
jul 2020 – Com geração de empregos pífia, PIB rodando a 1,5% e a boca grande de Bolsonaro melindrando o ministro Guedes, a imprensa começa a especular sua saída.
set 2020 – A economia americana entra oficialmente em terreno recessivo e arrasta o mundo com ela;
nov 2020 – Brasil de volta a recessão, o ministro Guedes sofrendo pressão absurda se demite do cargo e o Bolsonaro chama o Meirelles;
2021 – Nebuloso demais para prever, provavelmente um ano muito difícil graças a depressão econômica mundial;
abr 2022 – Com a economia em pandarecos e desemprego de 16% o Brasil começa a discutir a campanha eleitoral com a esquerda liderando em todos os cenários;
out 2022- Esquerda eleita no Brasil, investidores fogem em massa;
jan 2023 – Com desemprego de 19%, inflação de 25%, PIB nos níveis de 2004, dólar a R$5,75 e intensos conflitos nas ruas o novo governo de esquerda inicia seu mandato.
Nossa Andre,quanto pessimismo. Tudo bem que nao devemos acreditar em tudo,mais colocar o Brasil como o lixo do mundo tambem ja é demais. Vamos tentar manter o otimismo. No mundo inteiro tem pessoas pro esquerda e o liberalismo avancou muito no Brasil. O nosso pais tem problemas sim,mais o povao ama liberdade e indiretamente odeia o estado,por isso tem o negocio de essa lei pegou essa nao pegou. O Brasileiro esta muito mais avancado que muito gringo por ai em eleicoes pois ja apanhou muito. A tendencia do Brasil é so para cima,vai a passos de tartaruga mais sempre para cima. O Brasil,apesar do pt cresceu bastante,APESAR DO PT,imagine agora sem o PT.
Do mesmo modo que o sistema liberal separou a Igreja do Estado, pela Liberdade de Religião, assim também se separou a Economia da Moral: desde que se obtivesse lucro, pouco importava, para o Capitalismo, triunfante com a Revolução Francesa, que meios eram usados. Dai, nasceu a tendência a reduzir, o quanto possível, o salário dos que trabalhavam, e a fazer produção de objetos em série, pouco importando a decadência de sua qualidade. Importava só o lucro, e o quanto antes. Dai a velocidade das coisas modernas: velocidade de produção (Taylorismo), velocidade de consumo, velocidade de uso. Disto resultando a velocidade da vida atual, e a idéia dela decorrente de que tudo tem que mudar sempre. Assim nasceu a Moda.
Um segundo ponto negativo do Capitalismo — que a Igreja sempre condenou também — foi a Livre Concorrência Absoluta na Economia. Assim como na Democracia Liberal, nascida da Revolução Francesa, se deu a liberdade religiosa completa, acabando-se com a distinção entre verdade e mentira, assim como se deu livre concorrência ao erro e à verdade, assim também, na Economia, se dava a livre concorrência absoluta, com o falso raciocínio de que sempre venceria o melhor produto.
Ora, a livre concorrência entre a verdade e a mentira só pode favorecer a mentira, porque a mentira não traz obrigações, enquanto a verdade traz duros deveres.
Assim também, a livre concorrência absoluta vai favorecer o produto que dá mais lucro ao fabricante, isto é, o de pior qualidade. Prova é a difusão de bebidas de certo refrigerante americano, e de alimentos fast food, bebida e comidas tipicamente capitalistas, de produção em massa, e de baixo valor. Até na Itália, hoje, desgraçadamente, há quem misture refrigerantes ao vinho, e soja com azeite…
A livre concorrência absoluta vai fazer triunfar não o melhor produtor, mas sim aquele que tem mais dinheiro, aquele que tiver supremacia no número, na propaganda, na quantidade. A livre concorrência absoluta, junto com o amoralismo do Capitalismo, vão fazer triunfar o grande produtor, o grande comerciante, que vai eliminando todos os concorrentes menores. O Super Mercado devora o empório do seu Manoel da esquina. A livre concorrência absoluta, separada da Moral, a longo prazo, extingue toda a concorrência e cria os grandes trusts e os grandes monopólios. A Livre Concorrência Absoluta concentra todo o poder econômico nas mãos de alguns apenas, e assim prepara o socialismo, que concentra tudo nas mãos do Estado.
O Papa Pio XI estava certo ao dizer que o despotismo econômico de banqueiros e grandes empresários foi consequencia da livre concorrência.
E a maioria de nós aprendeu que a Alemanha se recuperou graças ao Plano Marshall…
Pergunta: No livro Seis Lições, Mises disse (se entendi direito) que intervencionismo NÃO é uma forma de socialismo. É isso mesmo? Por que?
* * *
E o papel da “Instituição de Poupança Pública”, livro do Luís Fernando Azevedo Lopes, para a prosperidade? ampliar a distribuição dos ganhos de capital com a sociedade parece fundamental.
Melhor que este artigo só o que aqui no MISES foi publicado, sobre a troca da moeda por “papel de governo”,o governo da França cuidaria da segurança e da garantia das riquezas , ouro, prata etc. na FRANÇA quebrada ,por um esperto jogador.
Muito bom o artigo, mas para mim ficou esquisita a explicação de que
-” todo mundo quer O DINHEIRO,
– o consumidor tem O DINHEIRO, etc
, e é verdade que
-TODO MUNDO QUER O DINHEIRO,
-o consumidor TEM O DINHEIRO
E assim colocado pode-se entender erroneamente como se o dinheiro fosse uma mercadoria , uma riqueza m si mesmo.
. O dinheiro é um
” VALE RIQUEZA”,
-“” UM EQUIVALENTE DE RIQUEZA,
-“UMA FERRAMENTA ESPECIAL DE TROCA DE RIQUEZAS”,
mas não é RIQUEZA EM SI MESMO, é uma ferramenta de troca de riquezas, mercadorias, serviços e bens desejados por consumidores.
O consumidor quer o dinheiro porque ele dinheiro é um EQUIVALENTE DE RIQUEZAS, funciona como um CORINGA num jogo de canastra, falta uma carta, um cinco,um rei,um oito, mas tem CARTA CORINGA que substitui a faltante, uma ferramenta do jogo.
Quem está com o dinheiro esta com ferramenta de troca de riquezas e pode trocar o seu dinheiro por qualquer riqueza que desejar, respeitando valores e equivalências.
Daí dá para se entender então que se for “fabricado dinheiro FALSO” que não tem equivalente em riquezas dá problema por nós conhecido,desorganização e esculhambação.
Muito dinheiro, (muito ” equivalente de riquezas , sem que estas riquezas existam, o dinheiro vai virando “MICO”, ninguém quer,todo mundo procura assegurar sua riqueza conquistada de outro modo.
MOEDA é o nome, o tipo de DINHEIRO de cada economia do mundo.quanto mais organizada é uma economia ,mais verdadeiro os dados desta economia, ou se assim for PERCEBIDO, mais forte e confiável e aceita é a sua é a sua moeda.
O PAIS BRASIL,GASTA ENERGIA ,DESPERDIÇA, DISCUTINDO PICUINHAS, ENERGIA QUE PODERIA SER UTILIZADA PARA PRODUZIR RIQUEZAS COM
-MAIS QUALIDADE,
-MAIOR QUANTIDADE
-MENOR PREÇO
PERDEMOS TEMPO “ABOBRINHANDO”, (FALANDO ABOBRINHAS) QUE NÃO CONTRIBUEM PARA COMPETIR NA “GINCANA DA VIDA!
É como consigo perceber.
Eu vou fazer umas duas perguntas:
1) Se vocês não querem que o governo interfira na economia, ou seja, se vocês querem que haja apenas o “mercado in natura”, então qual é a utilidade da ciência econômica?
Os ambientalistas radicais clamam
Paulo do Gogó Guedes cita Hayek e age como Keynes. Ministro fraquíssimo (como praticamente todos os outros)
Economia é produção. Sempre foi e sempre será. Se todos produzissem, ninguém seria pobre.
Porém, produzir é trabalhar. E nem todo mundo é chegado ao trabalho. Trabalha-se meses pra chegar a um resultado. E na hora de colher é que vem o pulo do gato. O que não gosta de trabalhar aponta uma arma na sua cara e em cinco minutos leva a produção de meses. Ou seu pagamento mensal.
É muito mais fácil e rápido roubar dos outros. E tem aquele que vem com a falácia de que roubar é bom pra economia.
Na verdade, a civilização se formou somente com leis contra o roubo, de empecilhos contra o roubo, dificultar ao máximo para tornar o roubo inviável, arriscado, de modo a diminuir ao máximo as intenções de quem não tem mentalidade produtiva, só destrutiva.
Ao se proteger os produtores, criou-se a regra de produzir e evoluir os processos de produtividade. Com isso a tecnologia e economia deram saltos.
Aí chegamos no século XXI e toda evolução humana vai para o ralo, porque tornaram o roubo legal. A sociedade involui e quando tá no bagaço, “vamos exportar a revolução”. Roubar dos outros.
Convenientemente, quem recebe o dinheiro roubado fala bem. E vota nos políticos que prometem distribuição.
“UM MAL MENOR NECESSARIO”
==========================
Sim se todos produzissem ninguem seria pobre.
O somatorio de riquezas seria maior,muito maior se todos produzissem,até os parasitas que diminuem o resultado do todo no qual uns produzem e outros sá usufruem sem produzir;
Ums história qua as primeiras formações de estado se deu por causa do roubo,contadas qui no mises:
TRIBOS DE HUMANOS ESPECIALIZADOS EM PRODUZIR ALIMENTOS, TODOS OS ANOS ERAM SAQUEADOS , SUAS ALDEIAS ERAM DEVASTADAS POR LADRÕES
.
BONS LADRÕES vinham, roubavam alimentos produzidos, e deixavam as aldeias sem destruir, para terem no ano seguinte alimento novamente
MAUS LADRÕES: vinham após a safra roubavam a produção e destruiam tudo, instalações,matavam um horror.
PERDIAM OS PRODUTORES QUE NADA SABIAM DE LUTA,DEFESA, TINHAM TUDO DESTRUIDO ,E
PERDIAM TAMBÉM OS “BONS LADRÕES” QUE DEIXAVAM SEM DESTRUIÇÃO AS ALDEIAS PARA TEREM NO OUTRO ANO O QUE SAQUEAR E COMER..Os bons ladrões chegavam E NADA MAIS HAVIA.
NUMA DESSAS SENTARAM-SE A BEIRA DO FOGO, OS LIDERES DAS ALDEIAS E O LIDER DOS “BONS LADRÕES”, CONCLUIRAM QUE TODOS PERDIAM, ENTÃO PODERIAM SE JUNTAR OS PRODUTORES PRODUZINDO ALIMENOS TAMBÉM PARA OS “BONS LADRÕES”,DESDE QUE ESTES GARANTISSEM A SEGURANÇA DA ALDEIA,.
SÓ FARIAM ISSO, -DEFESA- EQUIPAMENTOS ESTRATEGICOS E TUDO O MAIS QUE FOSSE NECESSARIO PARA AFASTAR OS MAUS LADRÕES QUE CAUSAVAM PREJUIZOS E DESTRUIÇÃO. A TODOS.
FEITO! FUNCIONOU, ENTÃO O” GOVERNO”, O” ESTADO” COMEÇÕU POR CAUSA DE LADRÕES
Maus ladrões e nem tão maus, mas ladrões garantindo a segurança.
Algumas conclusões:
-RADICAIS PERDERAM,
-SOBREVIVERAM OS QUE SE ASSOCIARAM , LADRÕES RUINS, MAS LADRÕES , COM LADRÕES NEM TÃO RUINS
-LADRÕES DE “CENTRO” PRODUZIAM SERVIÇO DE PROTEÇÃO EM TROCA DE COMIDA
– INTELIGÊNCIA E FLEXIBILIDADE ,HUMILDADE,CADA UM NO SEU QUADRADO, ATRIBUTOS QUE PERMITIRAM PRODUTORES PERDEREM MENOS, POIS SÓ PRODUZIAM SEM SE PREOCUPAR EM SE DEFENDER, “ESTAVAM PAGANDO” PARA ISSO.
“FOI EM FUNÇÃO DE INTERESSES COMUNS QUE SURGIRAM OS SERVIÇOS PUBLICOS VISANDO O BEM COMUM;
UMA MISTURA DE GENTE BOA, PRODUTORA , E DE OUTRA GENTE NEM TANTO,PERMITIU A SOBREVIVÊNCIA”
Qualquer semelhança com a atualidade de BRASILIA
pode não ser mera coincidência,os ladrões menos ruins UM MAL MENOR NECESSARIO.
O que vocês acham desse tipo de estudo?
http://www.google.com/amp/s/www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/01/160118_riqueza_estudo_oxfam_fn.amp
fed mantém juros
criptonizando.com/federal-reserve-informa-maior-expectativa-de-inflacao-e-politica-de-estimulos/?fbclid=IwAR2BAFpp5uJ_egY0pFSGozBE_hO6vVKHBZ30mUn7ae4NV0LtSbnncUgbAts
como esperado, o Copom sobe a Selic pra 4.25
não aceleraram o aumento bem continuamos com juros negativos.
E agora, Leandro?
O choque de juros não rolou,
Lula está na frente. Já ganhou.
Quanto dinheiro se imprimiu?
A inflação bombou.
E agora, Mises?
E agora, Rothbarth?
Você que não tem representação,
que zomba da Argentina,
Você que produz,
que trabalha, sonega,
E agora, Hayek?
Está sem Bitcoins,
está sem Juros,
Está sem Dólares,
Já não pode investir,
Já não pode Arriscar,
Viajar já não pode,
A fronteira fechou,
A vacina não veio,
A CPI veio,
O liberalismo não veio,
Não veio a liberdade,
E tudo acabou,
A lava-jato acabou,
O PT voltou,
E agora, Galera?
Bom dia. Um assunto fora do tópico, mas o Ouro está caindo… vocês chutam que desce até quanto?
propriedades
ideiasradicais.com.br/uma-abordagem-libertaria-para-titulos-de-propriedade-em-disputa/?fbclid=IwAR3pQZ_Q3g5jdW1nlBmdYwpwhOabSUiJkvxZXIST_OHtC4uiF8JvOaqWXpE
“Senado aprova MP que viabiliza privatização da Eletrobras; texto volta à Câmara”
O que vocês acham? Será que vão melhorar mais?
Bolsonaro evidentemente deveria desregular o setor. Que pelo menos provoque mais valorização na nossa moeda.
Existe hoje algum país do mundo onde o setor elétrico fique mais perto do que é defendido pelos austríacos?
fed.mantem.juros
os cara fingindo surpresa que deu inflacao nos EUA é pandego. tem gente que ainda cai nessa.
http://www.istoedinheiro.com.br/fed-mantem-taxa-dos-fed-funds-entre-00-e-025-ao-ano-em-decisao-unanime/?fbclid=IwAR002wmU9EhPTOhCUSHZFWL-An7i_WM5vu4vdqPhPCY5GbqTYx9UhbwY6jg
fim do monopolio ?
istoe.com.br/o-fim-do-monopolio-do-combustivel/?fbclid=IwAR16TpG05524kbhFN02O_lvSNEIC-i6Qlsx3kQRwyFGylTR_93lZ2DR7vSU
“Saiba como cada partido e cada deputado votou na MP da Eletrobras”
A pseudo privatização é realmente muito ruim, mas então por que o Novo votou contra junto com PSOL, PT, PCdoB, PV e Rede Sustentabilidade? Qual a lógica?
Li essa notícia discutindo sobre. Os argumentos apresentados por eles até que são bons. Agora, fica a questão: o projeto original provavelmente não seria passado pelo Congresso. Essa geringonça atual me causa ainda dúvidas se irá melhorar ou piorar a situação atual das coisas.
Lembrem-se do principal culpado por isso: o STF. E depois o Supremo julgou e autorizou a venda das subsidiárias sem aval do Congresso (imagine o absurdo que seria se precisasse do parlamento para até isso?).
“Venezuela's Maduro Pleads for Foreign Capital, Biden Deal in Caracas Interview”
Vejam essa entrevista do Maduro, pessoas. Venezuela está no colapso. Maduro, além de ter permitido alguma dolarização na economia, eliminou subsídios e controle no câmbio, acabou com controle de preços e restrições em importações e incentivou algum investimento privado. Por milagre, as gôndolas dos supermercados voltaram a ficar cheias.
Agora o dólar está por volta de R$ 4,93. A MP do Ambiente de Negócios pode ser outro fator para a valorização da nossa moeda. Ela sendo aprovada no Senado e sancionada e não sendo muito estragada (ou mesmo sendo melhorada), deve deixar a moeda menos doente.
Continuando assim a valorização cambial, o IPCA deve cair daqui algum tempo.
Roberto Campos Neto, o novo Henrique Meirelles?
Num currency board,1 real valeria 1 euro,uma libra e um franco suíço ao mesmo tempo,seria assim?
Os trouxas privatizam tudo daqui pra estatais gringas.
A última é a estatal petroleira de Dubai vindo ao Brasil.
Já tem estatal chinesa, norueguesa, indonesia, espanhola, alema e até americana.
Mas os trouxas aqui acham isso bom. Os outros países crescendo e atuando de maneira estratégica para se desenvolver e proteger suas economias e a nosss abrindo às pernas, e vendendo tudo pra qualquer gringo por aí.
Quer saber? São uns trouxas mesmos!
Mas não é trouxa esses ministros e ex secretários do tesouro que usam carreira pública de trampolim ou pra ajudar seus parças dos bancos e financistas brasileiros.
Trouxa é quem defende gratuitamente isso e só tem que conviver com gasolina a 8 reais.
Se a Ucrania fosse ANCAP, queria ver como iriam se defender de Moscou, sociedade ANCAP n teria bomba atomica…
E o dollynho indo a 4.63
“CAE finaliza sabatina de Guillen e Renato Dias para o BC”
Serão os dois novos integrantes do BCB nesse ano.
Diogo Guillen fez este discurso, falando sobre as importâncias de uma inflação baixa e estável, que é o que propicia uma redução na taxa de juros, dizendo sobre a importância de monitoramento constante e uma clara comunicação. Deve ter a sabatina dele já na Internet, mas meu computador é ruim e não carrega direito. Mas pelo menos é melhor do que gente pavorosa que tivemos na equipe econômica da Dilma, que achava ok termos uma inflação alta, desde que incentivasse o PIB.
Renato Dias também fez discurso, falando sobre regulações estatais em “falhas de mercado”, tais como o tabelamento dos juros sobre o cheque especial.
Adriano Pires ia assumir a presidência da Petrobras, mas acabou desistindo (provavelmente por causa da lei de 2016 sobre estatais).