Nota do editor
Embora trabalhe com números econômicos ainda de 2019, o artigo a seguir, publicado naquele ano, readquire nova e crucial importância em decorrência do atual debate sobre reforma tributária.
A reforma que está sendo proposta é tão ruim que, desde que foi apresentada, importantes variáveis macroeconômicas que vinham melhorando — principalmente câmbio, juros longos e Ibovespa— subitamente apresentaram um grande revés (veja a seta indicando a data na figura do câmbio).
Mercados precificam hoje possíveis eventos futuros. Uma reforma tributária que termine por elevar ainda mais os impostos será obviamente ruim para a economia, e é por isso que essa piora já se reflete naquelas variáveis macroeconômicas.
Ainda dá tempo de reverter o estrago e melhorar, mas o tempo está ficando escasso.
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Em meu trabalho como analista financeiro, lido com
números de empresas de todos os tipos e setores.
Ao longo da rotina de trabalho e das muitas
planilhas e relatórios, os valores absolutos dos números quase chegam a se
perder. Passamos muito tempo avaliando a rentabilidade dos ativos, a
produtividade da operação, a gestão de capital de giro etc.
Já os impostos, aqueles números grandes nas cabeças
e rodapés de todas as demonstrações financeiras, recebem atenção reduzida, pois
são um “dado da realidade”, de modo que muito pouco se pode fazer para alterar
seu valor e consequente efeito sobre o restante das contas.
Contudo, na última semana, uma demonstração
financeira me deixou perplexo.
Eu estava avaliando as contas de um cliente. Sua
empresa é uma indústria de beneficiamento de aço que está passando por maus
bocados devido à situação econômica do país. Verifiquei que a firma havia faturado
cerca de R$ 13 milhões no mês anterior. Deste total, algo em torno de R$ 3,7
milhões (28%) foram pagos apenas em impostos sobre vendas por meio das
alíquotas de PIS, COFINS, IPI e ICMS.
Fiquei perplexo ao notar a quantidade de dinheiro
que o estado levava antes mesmo de a
empresa receber pelas vendas efetuadas.
Continuando a análise das contas, vi que, após o
pagamento aos fornecedores, funcionários, prestadores de serviço e credores
financeiros, sobrava muito pouco para o empresário em termos percentuais. Para
ser mais específico, após o pagamento de todas as contas operacionais e de mais
um esbulho estatal (IRPJ e CSLL), sobrava para o empresário algo em torno de R$
400 mil.
O leitor pode pensar: “ah, mas R$ 400 mil por mês
não é nada mal!”
Contudo, qualquer impressão de altos lucros cai por
terra após se verificar que o montante equivale a apenas 3% de todo o faturamento da empresa.
Social(ismo)-democracia
Passei o resto daquele dia pensando no escândalo que
aqueles números representavam.
Como é possível o estado levar, de boa, sem resistência,
quase 30% do que a empresa produz, e sem que ele tenha tido qualquer participação
nos riscos do empreendimento?
Eis a realidade: a social-democracia conseguiu um
feito jamais realizado pelos socialistas originais: a tomada, ainda que furtiva,
dos meios de produção.
Marx acreditava que, se o estado (no caso o
estado-proletário) tomasse os meios de produção, o caminho para o comunismo
paradisíaco estaria aberto. O que ele não previu é que a planificação
econômica seria o prenúncio do colapso de recursos, o qual resultaria em desabastecimento
generalizado, inanição, gastos irracionais, morte etc.
Mises previu, muito antes da queda do
muro de Berlim, que nem o socialismo soviético nem qualquer outro modelo
socialista poderiam prosperar em função de um único fator: a ausência do cálculo
econômico sob o socialismo. Não há como existir cálculo econômico sem a
propriedade privada dos meios de produção. E isso leva a uma alocação totalmente irracional dos
recursos.
Cientes da impossibilidade da apropriação física dos
meios de produção, os socialistas modernos (agora social-democratas)
tiveram uma ideia brilhante: por que, em vez de tomar os meios de produção, não
tomar apenas o resultado da produção?
Não poderia haver ideia mais genial. Se, em um
estado socialista, alguém obtém renda por meio do aluguel de imóveis, os
imóveis seriam confiscados e passariam a ser propriedade do governo. Já em um
estado social-democrata, o governo permite que a propriedade continue a ser
nominalmente de seu dono original, sendo confiscada apenas a riqueza produzida
(o aluguel).
Este segundo arranjo é bem mais duradouro: tal
modelo de confisco evita o risco de colapso que aflige o socialismo
tradicional, já que, sendo os bens de capital privados, seus donos se
esforçarão para maximizar os retornos e ainda se valerão de um sistema de
preços relativamente livre para tomar suas decisões. Desta forma, o esbulho governamental é incomparavelmente mais eficiente e sustentável.
Não é desarrazoado dizer que o governo sempre atua
para maximizar seu confisco, deixando para o produtor apenas o suficiente para
que ele não desista da atividade, e assim continue gerando riqueza para ser
confiscada pelo estado. Este era o caso do meu cliente.
Sim, um empresário que receba R$ 30, 40, 50 mil por
mês está em condição muito superior ao restante da população em termos
absolutos; porém, quando se compara o total efetivamente recebido com o volume
de riqueza produzido, é possível sentir até pena do sujeito. No caso do meu
cliente, o total levado pelo estado equivalia a 9,3 vezes o montante embolsado
pelo empresário.
No entanto, ainda que o estado fique com a maior
parte da produção, permanecer na atividade é melhor do que se tornar um
assalariado.
O esbulho em números
Como dito, o total levado pelo estado na empresa do
meu cliente equivalia a mais de 9 vezes o lucro dos sócios. Sendo assim, irei
agora relatar o mesmo processo observado em algumas das empresas mais bem
administradas do país.
Elas foram escolhidas para este exemplo por serem
líderes em seus respectivos mercados e por possuírem em seus quadros alguns dos
melhores profissionais disponíveis. As empresas escolhidas foram Ambev, Magazine Luiza e WEG. Todas elas são empresas com
capital aberto em bolsa e seus balanços são divulgados na central de
relacionamento com o investidor em seus respectivos sites.
Todos os dados são relativos apenas ao 1º trimestre
de 2019, ou seja, não correspondem ao exercício completo (1 ano), mas apenas ao
período compreendido entre 01/jan e 31/mar de 2019.
Ambev
A Ambev apresentou receita bruta de R$ 18,77 bilhões
no 1º trimestre de 2019. Deste total, R$ 4,097 bilhões foram levados pelo estado
na forma de impostos diretos sobre receitas.
Subtraídos os descontos sobre vendas (como
devoluções e cancelamentos), a receita líquida da empresa passou a R$ 12,64
bilhões no trimestre.
No Brasil, assim como em boa parte dos países ditos
“capitalistas”, o capital de terceiros é isento de tributação, ou seja, é
possível deduzir do imposto de renda de pessoas jurídicas os valores gastos com
juros pagos a terceiros (como bancos, fundos etc.). Apesar de não haver
impostos sobre o capital em si, há cobrança de tributos sobre as transações. Na
prática, a empresa não paga imposto sobre a utilização do recurso de terceiros,
mas todas as vezes em que há transações deste tipo, o estado fica com um
pedaço. A maior parte deste tributo é oriunda do chamado IOF.
No caso da Ambev, o estado levou R$ 53,9 milhões por
meio deste imposto apenas no 1º Tri de 2019.
Após pagos os impostos sobre vendas e sobre
operações financeiras, a empresa usará os valores restantes para pagar seus
fornecedores, funcionários, prestadores de serviço etc.
Porém, após executados todos os pagamentos ainda
haverá o IRPJ (imposto de renda sobre pessoas jurídicas) e a CSLL (contribuição
social sobre o lucro líquido). Só após pagos estes impostos é que os lucros
líquidos serão contabilizados e poderão, então, ser distribuídos aos acionistas
ou reinvestidos na operação da firma.
No caso da Ambev, o total gasto com IRPJ e CSLL no
1º trimestre de 2019 foi de R$ 632,4 milhões.
Somando-se todos os impostos pagos, temos:
Quando projetamos a demonstração de resultados
da Ambev, vemos que, após o pagamento de todos os custos, despesas e impostos,
a companhia obtém um lucro líquido de R$
2.749,10 bilhões no trimestre. O montante pode parecer muito em termos absolutos;
contudo, em termos relativos, ele corresponde a 14,65% da receita total auferida. São aproximadamente 15% de lucro
contra 25% de espoliação estatal.
Deve-se ainda ressaltar que, no fechamento do
trimestre, a Ambev possuía em ativos um total de R$ 96,9 bilhões. Ou seja, em
termos comparativos, o retorno aos acionistas e credores no 1º trimestre de
2019 foi de 2,84%, ao passo que o retorno ao governo foi infinito, já que o estado
não possui nenhuma ação da companhia e, como sabemos, a divisão por 0 (zero) é
impossível, mas o limite de uma função cujo denominador tende a zero é o
infinito.
Magazine Luiza
No caso da empresa Magazine Luiza, a receita bruta
foi de R$ 5,3 bilhões no trimestre.
Em suas demonstrações, a empresa informou apenas o
total de deduções da receita bruta, não fazendo distinção entre impostos e
cancelamentos. Contudo, a estimativa do setor é de que 2% das vendas sofram
cancelamentos ou devoluções. Sendo assim, estima-se que de, um total de R$ 984
milhões em deduções, R$ 877 milhões sejam relativos a impostos sobre vendas.
Temos também que após a apuração dos resultados, a
empresa entregou ao governo R$ 63,7 milhões via IRJP e CSLL, totalizando R$ 941,6
milhões em impostos pagos no 1º trimestre.
Por meio da DRE da empresa, é possível verificar
ainda que o resultado líquido, após o pagamento de todas as despesas e do esbulho
estatal, os acionistas ficaram com R$ 138,6 milhões, algo em torno de 3,2% da
Receita Líquida ou 2,61% da receita bruta.
Verifica-se ainda que a companhia Magazine Luiza
possuía, no fechamento do trimestre, ativos totais de R$ 9,74 bilhões. Ou seja,
o retorno ao acionista no trimestre foi de 1,42%, ao passo que, para o estado,
o mesmo foi infinito, assim como no caso da Ambev.
WEG
No caso da WEG, a análise precisa levar em
consideração que a empresa é um grande exportador, tendo mais de 50% da sua
receita fora do Brasil.
Neste caso, é preciso enfatizar que a tributação de
bens exportados é diferente, possuindo alíquotas bem menores que aquelas
aplicadas aos bens consumidos no país. Mas, mesmo dentro de um regime
tributário bem menos hostil (em relação às demais empresas), a WEG teve 10,4%
de suas receitas confiscadas pelo estado já na 2ª linha da DRE.
Após contabilizados os resultados, a empresa ainda
pagou R$ 24,2 milhões em IR e CSLL ao governo, tendo arcado com um total de R$ 371,5
milhões em tributos no 1º trimestre, o que equivale a 11,13% de suas receitas.
Em sua DRE, a WEG demonstra que foram realizados R$ 306,8
milhões em lucros durante o 1º trimestre. O montante equivale a 9,20% da
receita bruta. A empresa apresentou ainda ativos totais de R$ 15,23 bilhões,
fazendo o retorno ao acionista ser de 2,02% no trimestre contra, novamente um
retorno infinito para o estado.
Em resumo
O total de tributos medidos por esta rasa análise
capta apenas aquilo que é abatido das receitas e dos resultados contábeis das
empresas. A realidade é bem pior, já que há também impostos indiretos sobre
folha de pagamento, fundos específicos pagos ao governo, contribuição patronal
e infinitas siglas que não caberiam aqui. No caso destes tributos, as empresas
simplesmente os englobam nas contas de despesas e os compilam nas demonstrações
sintéticas.
Sendo assim, para obter o valor real pago em
tributos de todos os tipos, teríamos de analisar as demonstrações analíticas de
cada empresa, o que exigiria muitas horas de trabalho.
Contudo, apenas para fins elucidativos, é possível
ver que o estado supera (e muito) os empresários no que tange aos resultados
das firmas. Em termos proporcionais, nos três casos avaliados, a WEG é a menos
espoliada (já que possui tributação menor por ser exportadora) e a Magazine
Luiza é a que mais entrega riqueza ao governo, já que este leva quase 7 vezes o
volume de recursos destinado aos acionistas.
Cabe ressaltar ainda que os lucros não são
completamente embolsados pelos sócios das empresas, já que, para se sustentar,
a empresa precisa realizar constantemente novos investimentos em expansão. Na
prática, é como se o governo tivesse direito à maior parte do leite sem ser o
dono da vaca.
Logo, não é verdade que estejamos a caminho do
socialismo. Não. Nós já estamos nele. A propriedade privada se tornou algo
totalmente relativo, pois é o estado quem efetivamente fica com a maior parte
dos retornos gerados por ela.
Se tal realidade — o estado ser detentor de grande
parte dos retornos dos meios de produção — ainda não representa o socialismo, então
dificilmente algo mais pode ser.











Escrevi um artigo sobre a Licença Maternidade e como ela aumenta o desemprego feminino.
Gostaria muito da opinião dos leitores do site sobre o artigo assim como se há algum erro na minha avaliação sobre o problema, etc.
Link para o artigo.
O estado brasileiro, desde Vargas, escolheu se sustentar pelo pior tipo de imposto que é o imposto jurídico (sobre empresas).
O imposto abusivo sobre empresas, não apenas inibe totalmente o desenvolvimento, como ainda transforma o país num gigantesco curral corporativista.
E pra piorar tudo, o estado brasileiro ainda não modernizou sua burocracia colonialista. Muito menos as relações de trabalho, de antes da 2° Guerra.
Como contador de uma filial de multinacional americana, deixo meus parabéns ao Mateus pelo excelente artigo, e digo mais: a situação pode ser bem pior do que os exemplos demonstrados. Não por acaso, toda vez que temos que explicar algo do caos tributário do Brasil para algum gringo, eles brincam e já falam o famoso “I see a mess” quando se referem ao nosso ICMS.
Magistral artigo! Quem lê imediatamente entende por que o país vive de crise em crise. Com tanta espoliação não há como o país enriquecer e prosperar. Ninguém enriquece sendo assaltado.
“Na prática, é como se o governo tivesse direito à maior parte do leite sem ser o dono da vaca.”
O governo é o dono da grama que a vaca pasta… é ele(governo) quem fornece a água que a vaca bebe. O governo cuida da saúde,transporte e segurança pública das pessoas que trabalham com a vaca.
O governo fornece pesquisa a longo prazo(tipo a Embrapa) que ajuda o dono da vaca.
O artigo aborda como se só existisse a vaca e o dono avarento dela e nada mais ao redor… tudo pra ele(o dono avarento) e nada pra ninguém e pro resto.
Obviamente uma visão tacanha e mesquinha como tudo que é propagado neste site.
MAIS um Artigo REFUTADO com sucesso.
Por favor, alguém me dê uma luz:
No que o capitalismo de estado se difere do socialismo? Tem gente que diz que durante a Alemanha nazista não houve socialismo, mas sim capitalismo de estado. Não são a mesma coisa? No socialismo há confisco de bens e no capitalismo de estado há controle dos preços, além de decidir o que pode ser produzido ou não?
Seria certo dizer que essa fortuna que é roubada, no final das contas é roubada dos consumidores, e não da empresa? Pergunto isso pois no caso dos impostos sobre os produtos vendidos, isso é obviamente repassado ao cliente, ou seja, seria certo dizer que o cliente que está pagando o imposto?
Assim sendo, podemos afirmar que o estado rouba da pessoa quando ela recebe e quando ela gasta (ou não?).
O Estado em si é a verdadeira personificação de satanás. Não produzem nada e ainda detém parte na riqueza alheia;É impressionante como boa parte dos brasileiros ainda conservam a mentalidade estatista.
O empreendedor pode contra-atacar o estado ao investir em títulos públicos para recuperar o dinheiro espoliado na forma de juros.
#paz
Ótima síntese do nosso manicômio tributário. E, como o próprio autor bem ressaltou, a realidade é bem pior.
O artigo não só apresenta o problema muito bem, como ainda faz uma importante ressalva que, por estar sintetizada em um único parágrafo, talvez não tenha o merecido destaque:
“A realidade é bem pior, já que há também impostos indiretos sobre folha de pagamento, fundos específicos pagos ao governo, contribuição patronal e infinitas siglas que não caberiam aqui. No caso destes tributos, as empresas simplesmente os englobam nas contas de despesas e os compilam nas demonstrações sintéticas.”
Vale lembrar ainda que que dependendo do setor, como é o caso do varejo, que costuma ter margens reduzidíssimas (1% a 2% do faturamento), uma apropriação de 10% do faturamento é uma violência gigantesca.
Por isso mesmo que, no texto, Magazine Luiza parece ser a empresa menos espoliada na comparação entre os tributos como proporção da receita mas, ao mesmo tempo, é, disparado, a mais aviltada na comparação entre tributos como proporção do lucro.
E para quem acha que nada pode piorar, volta e meia a discussão sobre a tributação de dividendos volta à pauta. O reduzido lucro que resta ao empreendedor corre o risco de sofrer uma mordida adicional.
P.S. uma forma mais simples e direta de se apurar o tamanho da espoliação estatal das empresas de capital aberto é analisar a Demonstração de Valor Adicionado, que já apresenta o somatório dos impostos pagos.
E depois vem um animal de pena e diz que temos que tributar o lucro…
Mas as empresas continuam funcionando, né?
Resumindo o artigo: o governo é o sócio majoritário involuntário de toda empresa. Sócio este que não arrisca nem um centavo de capital no empreendimento, mas que abocanha a maior parte dos lucros.
Nem precisa ser dono da vaca. Vejamos o produtor se tentar vender o capital, isto é, encerrar as atividades, teria esse capital corroido. Entao quando vendesse a vaca, ficaria so com um pedaco dela. Nesse regime entao , o empresario tem que continuar vendebdo o leite. O capital, a vaca nao pode ser considerado dele. Ele tem a propriedade da vaca, mas nao seu valor.
Com um lucro tao baixo, demora anos pra ele pagar o capital e no arranjo brasileiro o empredario ainda fica preso a ele. Porisso o brsil não e um bom lugsr pra investir.
Só esqueceram de dizer uma coisa. Se com toda essa estupenda fortuna arrecadada de impostos, O governo está com as contas tremendamente abaladas. Imagine se reduzisse os impostos seriamente. O escritor do Artigo falou uma verdade,mas esqueceu de outra. O PROBLEMA do brasileiro gostar de receber tudo do governo. O Estado provedor de tudo. O Estado-deus. Este ‘deus’ exige muitas oferendas. E as oferendas são o dinheiro dos adoradores. Se não acabar com essa IDOLATRIA. Jamais teremos impostos baixos. Me parece que a Reforma da Previdência vai passar no Congresso. Uma aprovação já passou. Pretendem economizar um trilhão de reais em 10 anos. O caminho é esse . O Governo economizar Um Trilhão aqui. Mais 500 bilhões ali. Mais 200 bi mais ali, Uns 150 bi noutras coisas, uns 20 nas pequenas coisa e vai por ali. Economizando,economizando……. O Socialismo não sobrevivi com pouco dinheiro. Só assim teremos impostos baixos. Co o fim do Estado-deus ou deus-Estado.
Perfeito, este texto do Mateus Vieira, que também estuda Filosofia e Teologia, excelentes temas que nos faz entender melhor o mundo em que vivemos e porquê vivemos nele, sob a ótica dos grandes filósofos, como, Platão, Sócrates e Aristóteles e teólogos como, Tomas de Aquino, Agostinho, Paulo. Sobre economia: muito importante também, pois nos faz entender os motivos de sermos tão espoliados pelos sucessivos governos de esquerda neste pobre país.
A sua explicação sobre os lucros que o governo tem, mesmo sem por um centavo nas empresas, é um grande alerta sobre o que é roubado não apenas das empresas, mas de todos nós, já que este roubo com o nome de impostos, tira empregos, salários melhores, etc., de toda a população, inclusive atrapalhando os jovens que querem entrar no mercado de trabalho ou empreender, como também os mais idosos que têm saúde para trabalhar.
Depois tem gente que não entende a razão de tantas empresas saírem do país.
Felizmente a reforma da Previdência passou, aguardaremos com ansiedade as privatizações de todas as estatais e a reforma tributária, além da diminuição de impostos às mercadorias do exterior e incentivos para empresas de fora se instalarem no país. Abraços.
A título de comparação como seria um demonstrativo de uma empresa americana?
Fiquei perplexo ao notar a quantidade de dinheiro que o estado levava antes mesmo de a empresa receber pelas vendas efetuadas.
A MESMA CONSTATAÇÃO ACIMA DO AUTOR, HAVIA PERCEBIDO COM OUTROS COLEGAS NO 4º SEMESTRE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. PIOR QUANDO FALAM QUE O PROBLEMA É SONEGAR IMPOSTOS FICO PENSANDO NA REALIDADE É A CARGA TRIBUTARIA QUE É INCOMPATÍVEL PRA NOSSA REALIDADE DE NAÇÃO. CHAMA A ATENÇÃO QUE UMA VEZ SEGUIDA A REGRA É POSSÍVEL QUE ACONTEÇA O SEGUINTE: AUMENTAR O FATURAMENTO EM VALORES RELEVANTES E, AINDA ASSIM, OBTER O MESMO OU QUASE MESMO LUCRO. DESTA FORMA VC TRABALHA MAIS PELO MESMO. INCRÍVEL.
Não sei pensar, terceirizo
Ao Estado o pensamento.
Realizo o prejuízo
Deste meu investimento
(III, Quadras Piadas)
Mais?
twitter.com/dapodridao
Chocante
Espoliante
Angustiante
Deprimente
Totalmente indecente
E incoerente
E ainda pedem mais estado!
“Só sei cagar restrição,
Criar dinheiro pr’o gado,
Só cobrança e punição.
Prazer, meu nome é Estado”
(LXXV, Quadras Piadas)
Os dados mostram que o Brasil esta muito atrasado economicamente devido a um governo Socialista que comandou o pais por muitos anos.
Sobre a legitimidade do Estado na interferência em alguns aspectos da vida privada, leiam Críton, de Platão, e, por favor, me digam suas conclusões e reflexões.
(eu sei que não tem nada a ver com o artigo em si).
Pessoal, reforma tributária que apenas simplifica os tributos, mas que mantém a mesma carga tributária, como a que vai ser votada, pode realmente ser benéfica para a economia?
Mateus, excelente seu texto. Também trabalho com análise de demonstrativos financeiros e sempre tive vontade de escrever sobre isso.
Só uma ideia de incremento na sua análise: Seria possível colocar na conta os impostos sobre a folha de pagamento e os impostos indiretos pagos na aquisição de ativos e aos fornecedores?
No mais parabéns por abrir os olhos das pessoas acerca dos melindres estatais para espoliar-nos!
A verdade é que grande parte do dinheiro “espoliado” pelo Estado, volta de novo para o empreendedor, pois os servidores públicos e que são pagos pelo “espólio” são também consumidores ( de cerveja da AmBev, de roupas do Magazine Luiza, etc).
Prezado,
esqueceu de mencionar que todos os custos diretos e indiretos são repassados ao consumidor final, portanto, os empresários recebem os tributos e repassam ao governo. No fim, quem paga o pato é o consumidor final. Aqui no Brasil, tem muito empresário que não repassa, e depois entra no Refis. Fala sério.
O pior é que estes impostos não são revertidos para a população. Se fossem seriamos uma “Escandinávia”. Mas não vemos retorno na saúde, educação, transportes. São utilizados para manter a estrutura do Governo em Brasilia. Por isso se diminuirem o tamanho do Estado via privatização os mais afetados serão os funcionários publicos e não a população mais pobre.
Além da carga tributaria extremante alta, existem também os chamados impostos ocultos. Que é essa forma burocrática, arcaica e burra de apuração dos impostos. Uma quantidade de obrigação acessória de municípios, estados e união.
Um ao outro refutando,
E não sentem no cangote
O bafo estatal fungando,
E fungando muito forte.
twitter.com/dapodridao
Faz tempo que somos socialistas. A única coisa que falta, como cereja do bolo, é terminar com o direito de sair do país, ir de um lugar a outro. De resto, aos socialistas de plantão por aqui, que abram sua empresa e façam sua experiência ao invés de sair falando que todo empresário é criminoso até que se prove ao contrário.
O Mises.org poderia publicar um livro com a coletânea dos artigos aqui apresentados, seria ótimo.
Apenas um comentário pontual.
To achando esses cálculos percentuais aí subestimados.
Se fizer pelo dados do DVA, o valor Ambev, pr exemplo, chega a 34% (6,69 bi de impostos dividido pela receita total de 19,73 bi).
“O liberalismo preparou o caminho ao comunismo” (Papa Pio XI, Divinis Redemptoris)
Sem estado para regularizar, como fica a questão dos remédios de valores absurdos para pessoas nescessitadas e sobre a pirataria… Como iria funcionar no Ancapistão?
Desde já, agradeço.
O autor poderia ter aprofundado a discussão sobre os impactos sobre a criminalidade também , já que muitos sabendo dos fatos, optam pela sonegação e contrabando. Quanto maior é a pressão tributária sobre um setor ,maior é o mercado paralelo. O Brasil tem o dobro do tamanho no mínimo. Uma pena ver tanta gente vivendo de desvios do sistema quando podiam estar inclusos e contribuindo. Uma pena. Nosso sistema tributário incentiva o crime , a corrupção e todo o mal que vem junto.
O homem sempre vai encontrar meios de desviar um sistema incompatível com a verdade.
O que o onera menos, sempre será sua escolha , dentro ou fora de uma lei.
Por isso, aqui nestas terras, muitos pensam que o crime compensa .
Gostei do comentário do
Luis Alfredo 12/07/2019 16:32
Faz tempo que somos socialistas. A única coisa que falta, como cereja do bolo, é terminar com o direito de sair do país, ir de um lugar a outro. De resto, aos socialistas de plantão por aqui, que abram sua empresa e façam sua experiência ao invés de sair falando que todo empresário é criminoso até que se prove ao contrário.
Nenhuma novidade hoje a indústria corresponde a 11% do PIB e caindo.
Faltou colocar na conta os impostos pagos pelos socios e funcionarios (Imposto de renda, icms de agua luz feira etc.) e fornecedores (incluindo impostos de seus respectivos funcionários). Não fiz as contas mas no fim o estado “come” quase a totalidade do montante.
Faltou dizer que todas as empresas apresentadas ganham dinheiro é no mercado financeiro.
Praticamente as 3 empresas dobraram e triplicaram de valor de mercado graças aos investidores.
A Magazine Luiza vai desdobrar as ações por 8 é assim vai ser acessível as pessoas físicas.
Parabéns pelo artigo
Faltou exemplicar como fica a situação das empresas pequenas, que empregam a grande maioria
Pra esses 3% justificar o risco, assumindo aqui que um empresário precisa de certa instrução e ganharia razoavelmente bem como funcionário, consideremos R$10.000,00, precisaria faturar então R$333.333,33
Fora os custos relativamente muito maiores para cumprir com a burocracia estatal, que eleva e muito o risco do negócio
Toda a situação descrita tem causado um fenômeno de desindustrialização no Brasil.
Agora minha pergunta a quem puder responder:
A carga tributária para pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional pode ser considerada “baixa”? Sei que há faixas progressivas, mas digo de modo geral.
Falo porque no plano de negócios de uma Microempresa de varejo que li (faturamento ano R$ 360 mil/ano) a alíquota efetiva que constava era 5,65%, achei baixo. Existem outros impostos indiretos além do SIMPLES?
Concordo que a quantidade e o valor de cada imposto é uma crueldade contra todos( empresas e cidadãos). Está mais que na hora deles diminuírem em quantidade e em valor e talvez a reforma tributária do giverno possa ajudar.
Por outro lado nosso estado é elefante de muletas. Muito pesado em termos de custos da maquina publica e isso não é novidade alguma.por exemplo, gastar com 513 deputados e 81 senadores o equivalente a us$ 7 milhões dólares( em 2018) por cada um deles, o que equivale a 4,158 bilhões de dólares por ano, sem falar no funcionalismo associado com altíssimos salários. Para sustentar estes faraós eleitos não há outro jeito a ser impostos como os que estamos acostumados.
A verdadeira refirma tributária está em SE GASTAR MENOS, BEM MENOS DO QUE SE ARRECADA. Na minha opinião popular e de leigo, eles deveriam ganhar no máximo o teto do inss. Pra mim a verdadeira reforma e justiça fiscal e essa: reduzir os salários e aposentadorias de políticos e funcionários públicos ao mesmo nível da iniciativa privada além de privatizar as estatais dependentes do tesouro e com essa diferença diminuir os impostos.
Mateus, parabéns!!!!
É por artigos assim que eu volto todo dia ao portal do Mises.
Por favor, faça uma análise comparativa com empresas do mesmo porte nos Estados Unidos, para termos uma noção da diferença da fatia estatal e da realização final dos sócios nos lucros.
Considero fundamental!!!
Muito obrigado!!!
Juro que ainda não sei como o Plano Real foi abolido e não voltaram a imprimir dinheiro como faziam antes dos anos 90.
Então seria o Canadá um país socialista devido aos altos impostos? Kkkkk
Piada esse matéria
Pergunta: No livro Seis Lições, se compreendi corretamente, Mises disse que intervencionismo NÃO é uma forma de socialismo. É isso mesmo? Alguém pode explicar?
* * *
Simplesmente magnífico a página de vocês, de um grau de clareza único agradecido por ter conhecido seus conteúdos.
No fim, tudo se resume a um algoritmo que define o quanto pode ser confiscado antes que se desista de empreender.
Isso me lembra a história da decifração da máquina Enigma alemã. Poder-se-ia, com isso, prevenir ataques a comboios mercantes por submarinos alemães (u-boats). Após esse êxito, no entanto, o governo britânico teve que usar as informações obtidas de forma que se interceptassem o máximo de ataques sem que os alemães percebessem que seu código fora quebrado, sob risco de que os nazistas mudassem seu sistema de codificação.
O segredo para a sobrevivência da social-democracia é exatamente esse.
Sendo a mente humana tão subjetiva, a esquerda usa de vários métodos não matemáticos para maximizar essa capacidade:
Demonizar os empresários, para que a população aceite o seu esbulho;
Criar reservas de mercados para que as empresas nunca quebrem, mesmo com tamanha carga, em detrimento do consumidor, que acaba recebendo um serviço barato e de terceira;
Coloca a distribuição de renda no mesmo patamar do combate à pobreza;
Chama conservadores de nazistas para desviar a atenção de sua prática fascista totalitária;
Faz com que o máximo de pessoas dependam de benefícios do Estado, para legitimar o recolhimento de mais impostos;
etc, etc…
Concordo com os argumentos do artigo. Especialmente pelo fato de o (des)governo do PT ter inchado a máquina pública. Acredito que uma possibilidade de reverter o problema passa, necessariamente, pela redução do número de empresas estatais.
Algumas estatais serão privatizadas, como os Correios e Eletrobras. Outras permanecerão estatais, mas passarão por reformas ou reestruturações profundas (universidades federais, por exemplo). Outras, por fim, serão extintas (estatal do trem-bala?)
Resta saber qual será o critério para escolher as estatais que serão privatizadas, reestruturadas ou fechadas.
Ótimo artigo. Parabéns!
O artigo explica de maneira clara e objetiva que social-democracia ainda é socialismo, ou seja, a velha e podre esquerda e que só na cabeça dos esquerdopatas tal ideologia seria algo vindo da direita.
Um exemplo clássico de investimento privados (além do Ford citado acima), foi o desenvolvimento do mainframe pela IBM, onde investiram 5 bilhões de dólares na época (em 1961, imagine quanto dinheiro isso representa hoje!!), apostando um valor 2x o faturamento da empresa na época:
computerworld.com.br/2014/04/07/o-mainframe-aos-50-como-system-360-da-ibm-revolucionou-a-ti-corporativa/
E graças a essa aposta capitalista foi criado uma das tecnologias que mais revolucionou a história da humanidade.
Essa é a beleza do capitalismo.
E enquanto isso, em bananópolis, nós estávamos preocupados em construir a fabulosa Brasilia:
http://www.poder360.com.br/brasilia-60-anos/construcao-de-brasilia-custou-uss-1-5-bilhao-em-valor-de-1960/
Obrigado JK!
Ótimo artigo, Mateus!. Eu também trabalho na área financeira, e sempre fiquei revoltado toda vez que tinha que agendar o pagamento de uma Darf ou guia de recolhimento. O mais chocante é apresentar essa realidade a pessoas que não enxergam isso como maléfico ou prejudicial à cadeia produtiva. Eu já até perdi o ânimo para responder quando algum progressista argumenta afirmando que “os bancos não pagam imposto”, ou que “as empresas lucram demais” e nada vem para o estado.
O que nos resta é apoiar esse movimento de educação financeira e política que tem surgido para tentarmos alterar essa realidade, para quem sabe um dia nos livrarmos desse socialismo desfarçado.
Então feudalismo era socialismo também pq tinha imposto
Prezados:
Sou administrador e, por dever de ofício, acabo tendo que entender o que foi dito no artigo.
Concordo plenamente com o relatado e há, ainda, que se considerar o que é tributado, para sustento do Estado, das pessoas.
Mas, o objetivo de minha participação é um pouco diferente!
Como disse, tenho compreensão do assunto em função da minha formação, algo que não é generalizado. Outras pessoas não tem a afinidade suficiente para alcançarem entendimento do quão draconiano é o sistema tributário nacional, seja sobre empresas ou pessoa física.
Deixo como sugestão, novo artigo que faça um termo comparativo entre a tributação brasileira com a de outros países, podendo ser USA e Índia.
Por que motivo sugiro estes dois países?
Simples, o primeiro é um país de primeiro mundo e tem um sistema tributário bem amplo, baseado em alíquotas pequenas. O segundo está dentro do rol dos “emergentes” (seja lá isto hoje o que seja) e é paralelo comparativo ao Brasil.
Fica a sugestão!
Abs
doleta a 5.19 reecas. é. não durou. se os juros não subirem bem mais que 6.75 até o fim do ano, não se segura as verdinhas
http://www.google.com.br/amp/s/www.infomoney.com.br/mercados/ibovespa-tem-nova-queda-e-dolar-vai-a-r-513-com-noticiario-politico-no-radar-dis-avancam/amp/?espv=1
O estado deveria ser para trabalhar em prol do povo.
Mas aqui o povo trabalha em prol do governo.
Sustentamos o estado que não traz benefício algum.
Como sempre, somos reféns do sistema.
Como sempre me ensinaram na minha vida, o ser humano aprende por exemplos e que exemplos. Parabéns.
A imagem do artigo me lembrou de uma coisa:” No socialismo as obras públicas rodoviárias são finalizadas sempre em 99%. Que maravilha. O 1% que falta é a ponte na metade do trajeto. O planejamento da ponte não vingou”.
Todo estado no mundo é um câncer.
Tudo é uma questão de tempo para a ruína da sociedade.
A melhor forma de lidar com o câncer é destruindo o mesmo. Senão você será destruído.
seja informal ::::::::::::::> BTC, Sonegação e Freelance
Esconder dinheiro é a coisa mais fácil que existe hoje.
galera …comecei a estudar assuntos de economia ….quero que vcs indiquem os artigos e textos mais os livros pra iniciante….quero saber tudo que puder sobre economia e escola austriaca…inflacao, casa da moeda ,banco central…..do mais basico ate ao avancado.
Quaisquer reformas políticas ou fiscais que vierem dessa turma de políticos, com toda certeza será extremamente ruim para a população e principalmente para o indivíduo, que sofrerá e será cada vez mais assaltado para bancar as benesses dessa turma que vive em uma realidade paralela.
Se tá ruim atualmente , imagina quando essa turma, esse bando de socialistas por as suas asinhas pra fora nessa reforma , além de não simplificar nada de significativo , ainda vão dar um jeito de aumentar os impostos para bancar as regalias do STF , congresso e afins.
O estado e os políticos NUNCA vão ir contra seus próprios interesses, é utopia pensar que em algum universo isso pode dar certo
A solução é uma só camaradas: Adotar o socialismo de mercado. Aplicamos o conceito na China e hoje somos a maior potência econômica e comercial do mundo.
O M1 disparou nesta pandemia. O M2 também. Ambos dispararam acima de 75%. Por que a inflação não disparou acima de 75%?
Li algum (ótimo) comentário por aqui falando sobre os benefícios de se deixar as cidades grandes, e morar no interior.
Hoje tenho meus principais rendimentos em moeda forte e posso trabalhar remoto de qualquer lugar, em qualquer fuso horário, alguém de vocês tem uma sugestão de lugar para morar (pode ser outro país ou não)?
Obrigado!
E o Capital Imoral? Por onde anda? Esta com medo de pegar Covid ao entrar no site do IMB?
Ótimo texto, mas eu entendo que tenha uma correção muito importante a ser feita:
No caso de impostos como ICMS, ISS, Pis, COFINS, etc, esse não é um imposto do empreendedor, e sim dos consumidores, já que este imposto será refletido no custo final dos produtos, mercadorias, etc.
Os concorrentes desse empreendedor também terão estes impostos e igualmente refletirão no custo de seus produtos.
No final, quem paga o preço do governo é toda a população!
Amigos,
Surgiu uma oportunidade de ir embora para os EUA. No entanto, uma conhecida minha que já vive lá há uns 4 anos disse que é um erro ir agora porque irão entrar numa recessão em breve. Isso me deixou receoso. O que poderiam me dizer?