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O estado proibir o porte de armas é, acima de tudo, um problema de ordem moral

Comecemos com um experimento mental. Suponha que eu
empurre você em uma piscina profunda como parte de uma aula de natação. Mas você
não sabe nadar. Você tenta desesperadamente se manter flutuante, com a cabeça acima
da água. Mas não consegue.

Agora, suponha que eu não faço nada para socorrer você.
Fico apenas olhando. Como consequência, você morre afogado.

Minhas ações, neste cenário, equivalem a um
assassinato. Eu intencionalmente coloquei você em uma situação de grande
vulnerabilidade e, em seguida, recusei-me a lhe ajudar. Seus direitos foram flagrantemente
violados por minha recusa em não fazer nada.

O princípio moral por trás deste experimento mental
é este: se eu conscientemente coloco você em um estado de grande necessidade ou
vulnerabilidade, então eu sou responsável por lhe ajudar ou socorrer. Se eu não
fizer isso, estarei sendo negligente. Se minha negligência leva à sua morte, então
eu sou culpado de assassinato.

Este princípio está consagrado no sistema legal como
parte da doutrina chamada Perigo
Criado pelo Estado
. Se o governo faz algo que coloca alguém em uma situação de
perigo, ele tem a responsabilidade especial de garantir a segurança deste indivíduo.
Se falhar, ele pode ser considerado responsável por qualquer dano físico ou prejuízo
que venha a ocorrer.

O
que isso tem a ver com o porte de armas?

Esse princípio possui relevância direta no caso da segurança
pública, em especial no caso da criminalidade urbana. O porte de armas é
proibido pelo estado. Isso significa que as ruas das cidades, bem como os
estabelecimentos comerciais nelas localizados, são locais em que o governo
declarou — usando a ameaça de punição e violência para quem não cumprir sua
ordem — que portar uma arma de fogo é proibido.

Ao coercivamente exigir que os cidadãos cumpridores
da lei se desarmem, o governo está intencionalmente abolindo a capacidade destes
cidadãos de efetivamente se protegerem contra agressores armados — os quais,
exatamente por serem foras-da-lei, não cumprem as leis.

O governo, em outras palavras, colocou estes cidadãos
em uma posição de enorme vulnerabilidade em relação à proteção de sua
integridade física e de suas posses.

Isso, entretanto, não seria problema caso o governo
fosse capaz de garantir a segurança e a integridade física de cada um dos indivíduos do país. Na prática,
isso significa que cada indivíduo deste país teria de andar acompanhado de um
policial que garantisse sua integridade e segurança.

Se o governo não for capaz de fazer isso, ou seja,
se ele nada fizer para compensar o déficit de proteção que ele criou ao
desarmar os cidadãos cumpridores da lei e deixá-los à própria sorte contra a agressão
de criminosos descumpridores da lei — os quais podem, inclusive, estar armados
apenas com facas –, então, por definição, o governo violou o direito mais básico
do indivíduo, que é o seu direito de defender a própria vida.

Consequentemente, se um cidadão cumpridor da lei foi
machucado ou morto como resultado desta política do governo, então o governo é o
culpado pela violação do direito à vida deste cidadão.

Embora haja numerosas estatísticas comprovando que
armas são extremamente
efetivas
em produzir resultados exitosos
quando usadas em uma situação
de defesa própria
, a questão empírica ainda é o de menos. A questão ética e
moral se sobrepõe. E seria assim ainda que as estatísticas mostrassem o
contrário.

A questão é que há um robusto argumento moral em
prol de permitir cidadãos cumpridores da lei portarem armas: afinal, nosso
direito à vida (mais especificamente, o direito de não termos nossa vida ameaçada
ou mesmo retirada de nós) é indelével
e é válido onde quer que estejamos. Sendo
assim, o direito de defendermos nossa integridade física e nossas posses deve
nos acompanhar sempre e em qualquer lugar. Seja em casa, seja na rua, seja no
campo. Ele não pode ser suprimido, a depender do local em que estejamos.

Se o governo suprime esse direito e nos diz que não podemos
portar armas em determinadas localidades (como nas ruas de uma cidade e em seus
estabelecimentos comerciais, ou mesmo em nossas propriedades urbanas ou rurais),
então ele tem de assumir a responsabilidade especial de compensar por esse déficit
de auto-proteção que ele criou. Ele tem, em outras palavras, de fornecer alguma
alternativa que efetue a mesma função que minha arma de fogo efetuaria caso eu pudesse portá-la.

Em alguns locais muito específicos, esse déficit chega
a ser compensado, como em aeroportos e tribunais, e em algumas ruas muito bem
policiadas. No entanto, na esmagadora maioria das ruas e localidades do país,
especialmente em horários específicos, o governo claramente não cumpre sua
auto-declarada (e especial) obrigação de fornecer aos cidadãos cumpridores da
lei um alto padrão de proteção. Com efeito, na maioria dos locais, ele não oferece
proteção alguma.

Mesmo nas cidades com um alto efetivo policial, esse
efetivo não basta, pois é fisicamente impossível
haver um policial em cada esquina garantindo a proteção de todos os transeuntes
e motoristas em todos os horários do dia. No caso de um assalto, na melhor das hipóteses,
a resposta policial leva minutos. No caso de um assassinato, a polícia, por definição,
sempre chega após o crime ter sido
cometido.

As
objeções mais racionais

Alguns podem se opor argumentando que, apesar de
tudo, as chances de um indivíduo ser vítima de um crime é pequena, de modo que
a liberação do porte de armas não se sustenta. Igualmente, pode-se argumentar
que ainda há várias cidades pacíficas, de modo que o governo não está errado em
não oferecer altos padrões de proteção.

No entanto, esses argumentos passam longe da questão.
O exato motivo para se portar uma arma é precisamente
para aquelas raras situações em que ela se torna necessária. Assim como um
seguro de carro, é preferível portar uma arma e nunca ter de usá-la a ter de
usá-la e não possuí-la.

O direito do indivíduo de se defender a si próprio não
varia de acordo com probabilidades. Não depende de estatísticas. Não é uma função
do risco (alto ou baixo) de ele se tornar uma vítima. Em nada importa se ele
vive em uma cidade violenta ou em uma cidade extremamente pacífica. Seu direito
à auto-defesa não pode ser suprimido e não é função de probabilidades. Trata-se
de um direito baseado na dignidade do indivíduo, e não em médias estatísticas.

O direito à defesa própria é uma liberdade que
qualquer indivíduo possui pela simples virtude de ele ser um ser humano. Ninguém pode me tirar esse
direito baseando-se em estatísticas e probabilidades. Eu não perco esse direito
só porque as circunstâncias em que precisarei de uma arma são estatisticamente
raras. Se fosse assim, esse mesmo argumento poderia também ser usado para se
proibir qualquer outro tipo de auto-defesa, como aulas de artes marciais e
defesa própria.

E há também outra objeção, esta de cunho mais irônico, que diz que, se é para liberar o porte de armas de fogo, então por que não liberar também
lança-chamas, bazucas, metralhadoras, mísseis e armas nucleares? Afinal, o
governo proibir esses itens também afeta nossa capacidade de auto-defesa. Mas
tal ironia, obviamente, não se sustenta, e por uma razão simples: lança-chamas,
bazucas, metralhadoras, mísseis e armas nucleares não são métodos proporcionais
para um indivíduo se defender contra ameaças que ele possa realisticamente
encontrar. Revólveres, pistolas e carabinas são.

Por último, há o inevitável argumento de que armas não
podem ser liberadas porque seriam mal utilizadas por terceiros. Outro argumento
insensato. O governo coercivamente proibir o porte de armas para todos simplesmente
porque alguns supostamente não serão mentalmente capazes de usá-las significa
penalizar o direito à auto-defesa dos inocentes por coisas que terceiros podem vir a fazer. De novo, cai-se no
problema das probabilidades. E o direito à auto-defesa, como já argumentado, não
é algo que pode ser suprimido por probabilidades. Isso, além de imoral, é
injusto.

Abdicar
de sua segurança é imoral

Como ficamos?

O governo proibir o porte de armas é imoral, pois se
trata de uma medida que clara e diretamente viola nosso direito à auto-defesa. E
é assim porque o governo claramente não cumpre — e nem tem como cumprir, pois
é fisicamente impossível — sua auto-declarada obrigação de garantir a segurança
de todo e qualquer indivíduo em todo e qualquer canto do país.

Sendo assim, por definição, nós, na condição de indivíduos
detentores do direito de defender nosso corpo e nossas posses contra agressores
(estejam eles armados com armas de fogo, facas ou mesmo punhos cerrados), não podemos
ter suprimido o nosso direito de portar armas em locais públicos.

Por fim, uma palavra sobre a atitude de delegar à
polícia (o aparato estatal de proteção) a sua segurança e a de sua família. Se você
é incapaz de se proteger e é desejoso de ser protegido por terceiros, isso é um
direito seu. Entretanto, tal postura é também imoral. Pois, se você próprio não
quer defender a sua família, como você pode esperar que outro indivíduo arrisque a
vida dele para defender a sua família em vez da dele?

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159 comentários em “O estado proibir o porte de armas é, acima de tudo, um problema de ordem moral”

  1. Ainda que o estado fosse extremamente eficiente em fornecer segurança, ainda assim político nenhum tem o direito de me proibir de ter uma arma, que nada mais é do que um objeto inerte. Esse é o ponto.

  2. O que eu realmente não entendo é libertário obedecer governo. Eu literalmente defeco para as ordens do governo. Tenho três armas compradas no mercado paralelo (e não foi de traficantes, mas de pessoas conhecidas) e sempre saio com ao menos uma delas às ruas. Faço isso já tem uns 10 anos. Nunca precisei, mas não quero estar sem ela caso eu venha a precisar.

    Jamais passou pela minha cabeça me submeter à humilhação de ficar pedindo permissão a burocratas para comprar uma arma. Jamais me passou pela cabeça ficar dando minhas informações pessoas pra Polícia Federal ou pro Exército.

    Sugiro que vocês façam o mesmo. Parem de mendigar a permissão de políticos. Isso é coisa de covarde. Consigam vocês próprios suas armas. E dado que o futuro cenário econômico é de grandes dificuldades, ter uma arma será imprescindível para manter a sua vida e a de sua família.

  3. O grande problema é que é exatamente a polícia quem garante o sossego dos bandidos armados. Bandido porta arma e cidadão de bem não, pois tem medo de arrumar problema com a PM. A coisa é tão bizarra que, se a PM não existisse, eu poderia andar armado igual bandido.

    Se pudesse optar entre ser atendido pela PM, mas andar desarmado, ou andar armado, mas não ser atendido pela PM, qual opção escolheria? Para mim a escolha é bem fácil. Infelizmente, é esse o estado de coisas no país.

    Obs: Já precisei da PM algumas vezes, em nenhuma delas ajudou. Minha casa de praia foi roubada e a PM não fez nada, sendo que os bandidos continuaram rondando a casa dias depois, se eu tivesse arma teria resolvido o problema sozinho. Já fui assaltado, reagi e passou um carro da PM para o qual corri… adivinha o que aconteceu com os bandidos? Nada. Nem presos foram, pois como eu reagi e eles não roubaram nada, “não havia provas”. Amigos e familiares tem histórias parecidas. PM e nada para mim é a mesma coisa. Falo isso por experiência de vida, e não porque apanhei de um PM porque fumava um baseado na USP ou qualquer coisa do tipo.

  4. O que o golpe fez com o futuro de Bruno?

    Bruno era um jovem cheio de sonhos e potencialidades, que foi com o tempo sendo corrompido pelo capitalismo. Ele sonhava com um Brasil socialista,e estava estudando diariamente para passar no concurso público, sua noiva também se preparava para entrar na universidade do povo, gratuita e de qualidade.

    O Brasil de Lula seria maravilhoso, seria um Brasil de pessoas saudáveis e educadas, onde todos seriam ricos e ninguém passaria fome. Mas por obra do destino, fomos atacados por ideias do estrangeiro (neoliberalismo), que aos poucos foi corrompendo o paraíso na terra.

    O Brasil sofreu um duro golpe ideológico e mais da metade dos brasileiros sofreu com a corrupção da alma promovida pelo livre mercado; entre eles, Bruno.

    Bruno abandonou o concurso público, terminou com sua noiva, e decidiu que seria militante na internet a favor do capitalismo. Criou uma conta em uma rede social obscura (GAB) e ficou fazendo videos no Youtube; seu canal foi um fracasso. Bruno logo aprendeu que o livre mercado não é o paraíso que prometeram, que entre o sonho e a realidade, existe um abismo intransponível pelo homem comum. Mas não se preocupe, se por um lado o capitalismo deixa impossível que você atravesse a ponte; por outro, o capitalismo te oferece vícios e liberdades para te deixar preso dentro de suas potencialidades. Bruno conheceu o Xvideos, a maconha e a bebida alcoólica. Tudo servia como um consolo diante do peso da realidade.

    Um abismo leva a outro.

    E Bruno, deitado em uma calçada qualquer, como um mendigo, ficou a pensar:

    Os dias passam com seu peso insuportável, sonolento, que tudo consome e tudo distrai. Sim! é preciso distrair-se nos jogos e vícios. Afasta-te de mim homem materialista, seu porco, homem do consumo e sonhos não realizáveis, como uma miragem. Tudo é falsidade, tudo é enganação. Eles sabem trabalhar com nossas fraquezas e emoções. óh, como te odeio capitalismo. O que te fiz para você me escravizar através de meus vícios? Eu só queria ser feliz e você me prende, me escraviza, com minha própria liberdade.

    Tragam-me a ordem que perdi.

    Tragam-me o positivismo que perdi.

    Estou jogado em um mundo que não para de se mover. Parem! Parem! por favor. Parem de mover o lápis, parem de pensar, estejam em meu estado de contemplação.

    Pensei em meu pai: Como eu queria que ele me segurasse com suas mãos fortes, imponentes, que me protege das maldades deste mundo. Tragam-me a ordem que perdi. Como eu queria que ele pudesse dizer pela eternidade: eu irei te proteger meu filho. Poderá viver até os 90 anos como meu bebê. Tragam-me o positivismo que perdi. Eu quero a proteção eterna, aqui e agora.

    óh, Deus Estado, seja meu pai e me proteja deste mundo perverso.

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.

  5. Boa tarde,

    moro no rio de janeiro,(capital) mas precisamente em uma favela.

    uma vez conversando com um vizinho disse ele e um parente meu confirmou toda a historia, que o trafico de drogas que manda na favela teria ordenado a morte de um morador por ele ter em casa uma arma(revolver cal.38) .

    Mas oque tem isso com o artigo ?

    Bem sempre gostei de armas, mas percebi muito cedo, antes de conhecer o mises brasil, que praticamente todas as pessoas que quando eu tocava neste assunto de porte de armas elas ficava com medo só de pensar em ver uma arma que dirá pensar da ideia de andar com uma.

    Não posso falar pelo Brasil mas sera que os brasileiros são passivo a violência, Hora oque se ouve em todos os lugares e que se for assaltado não reaja, de maneira que se você não reagir o bandido, só te rouba, mas não te mata.

    esse e o pior se uma mulher for abordada por um estuprador ela não deve esboçar reação deve aceitar o ato isso fara com que seja menos doloroso e pode ser que ela ainda sai com vida.

    Eu serei criticado pelo que vou escrever mas faz parte, descordo de ambas, ando com minha faca de cinto tenho consciência de nada posso fazer contra armas de fogo, nunca fui assaltado mas me incomoda entrega meus pertence e minha vida nas mão de um assaltante ou apoiar que minha filha, esposa, mãe ou irmã não faça nada diante da segunda hipótese.

    Para min ser passivo a um ato de violação do pacto de não agressão uma ausência de coragem . Tal pessoa assume total imcompetencia diante da existencia isso e repulsivo,

    Acredito que o Brasileiro perdeu a vergonha de errar, vacilar, de ser feio, ser imoral. e pior perdeu a vergonha de ser frouxo, ate a bíblia critica este comportamento.

    ate.

  6. Os bandidos levam vantagem sobre pessoas desarmadas. A arma de fogo é o equalizador de forças. População armada é população + segura. O direito a autodefesa é um direito natural dos humanos. Já dissemos não ao desarmamento pois o estado não nos pode dar segurança, só desculpas a posteriori.

  7. Alguns pontos sobre esse assunto que gostaria de comentar:

    1- Tenho um amigo que envolveu-se numa briga de trânsito, o outro motorista parou o carro, pegou uma barra de aço e partiu para cima. Meu amigo apenas mostrou a arma de fogo no coldre e o ofensor virou um cordeirinho e foi embora. Daqui tiro 2 conclusões, a primeira é que o porte de arma para fins defensivos até pode levar a um tiroteio ou morte, mas suponho que a larga maioria dos casos em que a arma é usada defensivamente, não é necessário nem mesmo sacá-la ou dispará-la. Em segundo, todos esses casos em que a situação foi resolvida sem alarde não geram estatística a favor das armas. Ainda, não fosse o porte de arma de meu amigo, ele poderia ter saído ferido ou até talvez morto, e essa estatística seria excluída de uma comparação de taxa de homicídio por armas de fogo. Fica a crítica às comparações estatísticas que escondem o uso da arma sem disparo ou sem empunhá-la e que descartam a violência sem arma de fogo envolvida.

    2- Um outro amigo que eventualmente porta arma e é esquentado me disse numa oportunidade que, quando está portando, fica muito mais “na dele”, portanto menos propenso a entrar numa briga por besteira. Suponho que o porte traz consigo um senso de responsabilidade que também é beneficial ao convívio social. Este é um argumento que não lembro de ter visto em lugar algum, mas entendo que ele possa ser contraditório.

  8. Oi, tudo bem?

    Assim como vocês, sou contra o desarmamento civil. Só que, ao mesmo tempo, acredito que não é todo mundo que pode ter uma arma. Desequilibrados mentais e pessoas com ficha criminal, por exemplo, não devem ter armas, pois estas, na mão dessas pessoas, podem levar vários inocentes à morte.

    Sendo assim, algum controle tem que existir (claro, não como o que temos no Brasil, onde é quase impossível ter arma legalmente): exigir exame psicológico e atestado de bons antecedentes já seria suficiente.

  9. Na realidade, o estado de necessidade é apenas uma excludente de ilicitude penal. Se o indivíduo comete um crime, estando em “estado de necessidade”, não será punido.

    Ex.: em um naufrágio, uma pessoa mata outra para pegar o último lugar no bote salva vidas…

  10. José M. de Souza

    O direito à autodefesa é sagrado. Vem desde o princípio dos tempos. Proibi-lo dá chances a que sejamos dominados por um governo autoritário como ocorre em Cuba.

  11. Dalton Catunda Rocha

    Leis de desarmamento só servem para três coisas: 1- Desarmar os honestos. 2- Enganar os tolos. 3- Dar segurança aos bandidos.

    O restante sobre assunto, não vale um tiro…

  12. Cristiane de Lira Silva

    Ué? Imoral por quê? O policial não é obrigado a ser policial. Escolheu essa função porque quis e sabendo quais seriam as atribuições. Se ambas as partes concordam com isso não há nada imoral.

    Não tenho opinião definida sobre esta questão do porte de armas. Me inclino a ser favorável porque se uma pessoas quer ter uma arma é direito dela. Só não levo muito a sério esses estudos empíricos. Uma pessoa conseguiria mesmo se defender de um assaltante usando uma arma ou o assaltante, sabendo que sua vítima está armada, não pensaria duas vezes em atirar para matar antes que ela pudesse se defender? Não sei se seria efetivo para a defesa pessoal e se reduziria os crimes.

    Só acho engraçada essa história de andar com armas pelas ruas, kkkkkkkkk Vai ficar parecendo o sertão antigo da época de Lampião com brigas e assassinatos nas feiras livres, nas ruas, na vegetação fechada. Todo mundo armado com peixeiras e bacamartes!

    E os bolsominions? vão adorar! Vão pensar que entraram num túnel do tempo ou num vídeo game de guerra! kkkkkkkkkkkk

  13. Refugiado do esquerdismo

    Nossa Cristiane,voce so entra aqui para escrever baboseira. So para voce saber. No Eua em boa parte das cidades,maioria com baixissimos indices de criminalidade muitas pessoas andam armada,e tem cidade que voce pode andar com arma a mostra,EUA,nao sertao. Na Suica entao,nem se fala.

  14. Inimigo do estado

    O estado socialista brasileiro sempre irá fazer de tudo para barrar o porte de armas pelo cidadão de bem. Obviamente tal medida, garante uma não ocorrência de uma possível revolta social, causando uma guerra civil contra o establishment. É puramente por questão de controle social. Para eles, pouco importa a sua segurança.

    Como todos aqui já devem saber, todos governos de esquerda ao assumir o poder, desarmou sua população. Isto garante a eles a perpetuação no poder, sem nenhuma resistência, por parte da sociedade.

    Fora que o sistema jurídico está todo montado para favorecer a criminalidade, instaurando o caos social, assim facilitando a revolução social. Esta conjuntura, se sustenta em três pilares, marxismo cultural, positivismo jurídico e garantismo penal.

    “Ordem através do caos”.

  15. 1 – Uma sociedade armada é uma sociedade civilizada.

    2 – Polícia, na minha cidade, não existe. Existe um grande número de ladinos fardados.

    3 – Não adianta de M**** nenhuma falar de “estado de necessidade”, “legítima defesa”, citar o criminalista do momento, a tese jurídica que está em voga ou artigos do código penal. A interpretação da lei, na minha experiência de mais de 15 anos chafurdando no excremento jurídico é a de que ela é dada, com desalentadora frequência, pela ótica ideológica do aplicador, via de regra um esquerdopata de carteirinha. Enquanto permanecerem com a fantástica troca do ** pelo cérebro, e a aplicação da lei continuar a fazer jus à uma fossa sanitária, não há nem porque mencionar os perdigotos nauseabundos com a forma de “lei”. Para quê lei, se o jirimum a interpretá-la sempre usará de uma cama de procrusto para que a realidade por elas descrita se enquadre no molde que ele quer ver? Nem menciono os casos em que a própria “lei” é digna do cadafalso, pois estas existem aos milhões nesse Brasil…

  16. Bom, li alguns “libertários” que defendem que não devemos ter controle nenhum do estado, como se isso melhorasse a vida, já pensaram voltarmos ao tempo da barbárie, onde cada um pode pegar oque bem entender e o estado opressor não pode intervir na liberdade individual. O direito á legítima defesa deve ser respeitado sim, assim como algumas regras que são necessárias para uma convivência em sociedade. Fico me perguntando como será essa liberdade para apenas oque eu acho certo, qual o limite que nos faz entender que isso não pode e aquilo pode? Enfim não defendo a liberação geral, mas o respeito a escolha individual, quem quer compra e não obriga ninguém a comprar, quem não quer não compra e não proíbe quem quiser de comprar.

  17. Lembro-me vagamente de já ter visto notícia de alguém que processou o Estado com a argumentação dessse artigo: o Estado assumiu a responsabilidade e não cumpriu.

    Surpreendentemente, foi indeferido!

    Alguns estatistas (como a Marina Silva) dizem que o governo não pode ser negligente transferindo ao próprio cidadão a responsabilidade de protegê-lo.

    É exatamente o contrário: o Estado não pode usurpar o direito do indivíduo de proteger-se.

    Detalhe: a arma não serve apenas para autoproteção, mas também para proteger terceiros.

    Com o desarmamento, o criminoso tem certeza de que quase todas as pessoas estão desarmadas; sem o desarmamento, ele quase nunca tem certeza de que uma determinada pessoa está desarmada, nem que não há ninguém armado por perto.

    E com a cultura de “vitimismo social” e de proteção dos “direitos dos desumanos”, o criminoso tem certeza absoluta que sairá praticamente impune. Não é mesmo, Maria do Ossário e Champinha?

    * * *

  18. Por que depois que o estado de Missouri, EUA, facilitou o porte de armas, abolindo a exigência de obter licença para comprar uma arma, o número de homicídios aumentou exponencialmente naquele estado?

  19. A taxa de homicídios de Missouri em 2016 foi de “8.8”, mais alto que “8.1”, há 20 anos atrás.

    Até 2007, o número de homicídios estava diminuindo em Missouri. Depois que Missouri revogou permit-to-purchase (PTP) em agosto de 2007, o número de homicídios só aumentou naquele estado.

    http://www.nytimes.com/2015/12/22/health/in-missouri-fewer-gun-restrictions-and-more-gun-killings.html

    http://www.disastercenter.com/crime/mocrimn.htm

  20. Esses políticos são todos corruptos. Comando vermelho, como o PCC, são guerrilhas da esquerda, ninguém percebe isso?! Vou te contar, deveriam estudar historia. Pois, hoje em dia, só tem pessoas ignorantes, não é por acaso que maior parte da população são analfabetos intelectuais e funcionais. Oras! Acorde capitalismo! Cheio de esquerdistas e pessoas corruptas infiltradas na policia, politica, e outras instituições, até no exercito e na policia federal. Por isso que o exercito sempre esta investigando um ao outro, pois não pode abaixar a guarda para o inimigo. Por que eles não dizem sobre a cura do câncer, pois dois iluminados da vida descobrirão sobre a cura, mas foram mortos pela oposição. Isso foi aproximadamente antes, durante ou depois da primeira guerra mundial. Foi na época de criações de armas bélicas e armas químicas, mas interessante para desenvolvimento tecnológico dos países. Segunda guerra mundial mesma coisa, mas com armas biológicas, bactérias e desenvolvimento de tecnologias de alto avanço. EX: navios capaz de usar camuflagens. Apensar que não funcionou em algumas tentativas, pois a tripulação morreu, eles foram encontrados de um jeito complicado. Que saber vou para ilha de Fênix, depois que acabar a guerra e a radiação, eu volto. Vai acabar em um milênio ou décadas. kkkk

  21. O direito à posse de arma de fogo é essencial seguindo a premissa de que, não é possível (ao menos em países que não vivem sob regime ditatorial) que haja polícia ostensiva em cada quarteirão, pensando também nos momentos de urgência, como por exemplo: surge um elemento ameaçando a integridade de sua esposa ou filhos, é necessário impedi-lo naquele exato momento.

    Claro, as forças policiais ainda são e sempre serão necessárias, o porte de arma de fogo é para situações extremas. Cabe a policia investigar, conceder suporte técnico/tático e ostensivo para impedir o crime e capturar os criminosos, essa função não cabe ao cidadão comum, pois se assim o fosse o que ocorreria seria justiçamento, não justiça. Pois tornaria o combate ao crime algo relativizado (resposta emocional, conflito de interesses subjetivo).

  22. Bolso deu entrevista e deu a entender que a única flexibilização na posse será determinar um critério objetivo para necessidade do armamento que precisa ser declarada para a PF.

    Aguardo posicionamento do MisesBR (elogiar quando acertar e criticar quando errar) quando sair este decreto, e se essa pífia flexibilização for a única.

  23. Tenho más notícias. Acho que a liberdade dos americanos de comprar e portar armas está com os dias contados…

    O presidente americano assinou uma Ordem Executiva proibiu bump-stocks.

    Mas o pior está por vir.

    Em dezembro de 2018, o presidente americano assinou uma lei chamada First Step Act que vai soltar criminosos (esta lei foi rotulada por conservadores de Jailbreak Act). Ao contrário do que a grande mídia diz, a lei vai soltar criminosos violentos. O que vai acontecer? A violência que estava em baixa nos EUA em 2018, vai voltar a aumentar. O número de crimes violentos (homicides, robberies, rapes) vai aumentar, pois vão soltar criminosos violentos e eles vão cometer crimes lá fora (como sempre acontece). Então vai aumentar a pressão dos Democratas (que tomaram o controle da Câmara) e de grupos desarmamentistas patrocinados por magnatas como Bloomberg, George Soros e Rockefellers — grupos como Brady Campaign, Giffords, Everytown for Gun Safety — para restaurar Assault Weapons Ban que proibe armas como AR-15, AK-47, pistolas semiautomáticas como TEC-9…Mas esta lei que eles querem aprovar é muito mais desarmamentista do a lei anterior de 1994 (que vigorou até setembro de 2004), pois inclui muito mais armas a serem proibidas, e o pior: acho que essa lei que eles querem aprovar não tem prazo, é “para sempre” isto se significa que se for aprovada, para revogar a lei, os Republicanos armamentistas terão de retomar as casas legislativas e os grupos armamentistas como NRA e GOA terão de fazer um lobby poderoso para derrubar a lei)…

  24. Estatísticas mostram que nos estados dos EUA em que leis de armas de fogo são mais flexíveis há maior morte de crianças por arma de fogo (homicídio, ou suicídio intencional ou não). É sobre estados de um mesmo país, então é mais confiável do que tentar comparar dois países bem diferentes entre si.

    O fato é que fazer o Estado parar de controlar os direitos das pessoas acaba tirando o direito de outras, a questão é então achar um equilíbrio de forma que garanta o máximo de direitos para o máximo de pessoas.

    http://www.bbc.com/portuguese/internacional-46068545

  25. “Pois, se você próprio não quer defender a sua família, como você pode esperar que outro indivíduo arrisque a vida dele para defender a sua família em vez da dele?”

    A pessoa iria responder: “Mas ele é pago para isso, para me defender ( O policial, no caso).

  26. Eu sempre fico espantado como essa new left é frouxa e incoerente. É surreal um sujeito marxista, revolucionário ser a favor do desarmamento. O cara passa a vida dizendo que a polícia é fascista e que o estado é burguês e só serve aos interesses do grande Capital, e ainda assim defende que só essa elite exploradora tenha armas?

    Pelo menos a galera da Causa Operária, como o Rui Costa Pimenta, é mais coerente: defende o armamento pro proletariado fazer a revolução armada.

  27. Estive pesquisando: estados onde não ocorreram mass shootings nos últimos cinco anos como Wyoming, Idaho e New Hampshire são estados onde o porte de armas é mais liberado. Já estados como California, Connecticutt e Illinois, onde tem gun control, ocorreram vários mass shootings nos últimos anos (e de acordo com a Mother Jones, California lidera o número de mass shootings). Por incrível que pareça, ninguém da grande mídia (tanto brasileira como americana) fez esta observação. Mas aqueles números de gun deaths, eles adoram divulgar…É que aqueles números incluem homicídos + suicídios…

  28. Deve-se ter em mente que a polícia é eficiente, necessária e que, dentre as instituições do Estado, ela se faz eficaz para a sociedade, do contrário estaríamos abrindo portas para a anarquia, onde qualquer um faria justiçamento irresponsável e nada nem ninguém o impediria. Porém, a única possibilidade do cidadão não ter a necessidade de portar uma arma para se proteger seria se houvesse um esquadrão policial em cada quarteirão, em cada esquina, o que sabemos que é impossível. Tendo em mente isso, pode-se dizer que o único modo do cidadão que volta tarde para casa ou para a mulher que volta sem companhia ter algum tipo de recurso para a própria segurança é, no mínimo, tendo a sua disposição uma arma.

    Outras observações que podem ser feitas é que o criminoso que ameaça a vida de um cidadão pelo bem material coloca, nessa situação, a própria vida humana ao nível de um bem material, sendo assim, o erro primordial é e sempre será do criminoso que ameaçou e reduziu a vida humana a um objeto. A vida de um inocente não pode ser negociada deste modo, pois este ato em si mesmo seria declarar a vacuidade do que é dignidade humana.

    O único modo de impedir um criminoso é tendo recursos para impedi-lo de cometer tal ato. Uma arma serve para isso.

  29. Qual a vantagem da posse de arma de fogo e que males elas podem evitar?

    A segurança de uma residência está subordinada a posse e a guarda de arma de fogo, a fim de reprimir o agressor pelo temor que inspira. As tribos americanas expulsas dos seus territórios ou mortas nas aldeias vivenciaram a monstruosa experiência da falta de armamento equivalente. O branco só exterminou os índios e escravizou os negros, em razão deles não possuírem armas similares. Os pacifistas saudáveis e justos que duvidem!

    A vantagem com certeza é a sensação de segurança que ela proporciona, mesmo para aqueles que são novatos no uso dela. Em um confronto armado com um marginal, o cidadão de bem estará sempre em desvantagem pois o marginal é que toma a iniciativa e por isso o fator surpresa só existe contra o cidadão de bem.

    Além de que vc se sentira mais autoconfiante, pois possuindo uma arma, o medo diminui consideravelmente, diante dos perigos que nos rodeiam,- Ocorre que esta vantagem tem seu preço. As vezes esta autoconfiança e dose extra de coragem, nos levam a situações que poderia ser resolvidas de outras maneiras, e isto pode ser tarde demais.

    Se existir crianças em casa, o perigo triplica, se beber então nem se fala… pois os supostos males a serem evitados acabam, em sua maioria, em tragédia para quem as porta. Lembre-se de que os bandidos sabem a hora certa de lhe abordar, você desconhece quando será surpreendido, além do mais, poderá ser morto justamente por portar arma.

    É o mesmo que vc ter um rotwailer, ou pittubul, – ele esta lá, agora nunca saber quando ira virar contra você.

  30. Porque será todos aqueles que são contra a população armada, pronta para se proteger, são os mesmos que:

    – Defendem bandidos

    – Defendem as armas nas mãos do MST

    – Defendem que só quem pode ter armas, são quem eles querem que tenham, menos o cidadão de bem

    – Defendem o socialismo / comunismo

    E sempre são os mesmos que vem dizendo “e as crianças” , “e os disparos acidentais”. Mas são os mesmos que não reclamam:

    – De uma mulher sendo estuprada por muitos armados

    – Da morte de uma criança feita por bandidos

    – Do assassinato de idosos

    – De assassinos que saem pelos 04 cantos do país, matando quem quer que seja

    E o mais engraçado:

    – São os mesmos que não dão uma palha, um piu, quando se fala em desarmar bandidos e governos ditatorias.

    – Os mesmos que quando se fala em genocídios por governos tirano, não dão um esclarecimento, nem nada, sendo totalmente coniventes.

    – Quando fala em Venezuela, Nicarágua, Cuba, são os primeiros à fugirem do debate, ou pelo contrário, defendem ferozmente essas ditaduras tiranas e imorais.

    Então aos que são tudo isso: Vocês são doidos. Calem a boca. Ninguém liga para a vossa opinião insana totalmente desprovida de falta de caráter e moralidade. Não passam de bandidos.

    Pronto, talkei!

  31. Vinicius Cristiano Richter

    Eu discordo no ponto em que “metralhadoras” não deveriam ser permitidas por não atenderem proporcionalmente os propósitos de autodefesa. No Brasil (e em qualquer país), onde os maiores criminosos (sendo traficantes, comandantes do crime, o Estado e o exército, que pode ser utilizado contra o povo) estão fortemente munidos de armas pesadas com calibres altíssimos, portanto, se a exigência fosse “proporção”, não faltaria para possuirmos até mesmo canhões em nossa residência!

    Ademais, discordo que trata-se de proporção, pois não é algo que deve ser medido e delineado por alguma autoridade, isso nos leva a “declaração de necessidade”, que é requisito obrigatório nos dias de hoje para possuir uma arma. O ponto principal deveria ser a liberdade. O indivíduo pode possuir quantas armas ele quiser, de qualquer arma que ele quiser, contanto que não ofereça riscos à propriedade de outros indivíduos (o que impediria uma pessoa de ter uma arma nuclear pelo iminente risco à propriedade que este armamento causaria).

  32. Tem neguinho que ainda não entendeu que a questão das armas é sobre um DIREITO DE DEFESA.

    Se os homicídios vão aumentar ou diminuir é simplesmente irrelevante.

    Mas lógico que um país culturalmente podre como o Brasil nunca irá entender isso.

  33. Curioso mesmo é a estatística em que mostra o Uruguai como o País do mundo que possui maior quantidade de arma por habitante e ser dos menores índices em morte por arma de fogo do mundo! Explica isso aí,

  34. WADI ANTÔNIO VIDRIH FARATH

    Concordo com o artigo, em gênero e grau. Infelizmente nosso estado e, se não a maioria absoluta, dos grandes estados com suas mega estruturas arcaicas, lentas, burocráticas e ineficientes, dão conta do que se propõe. Quando o estado trata o cidadão como se fosse um bebê, não só dizendo o que pode e não pode fazer ( leis), mas os trata como crianças proibindo diversas coisas ( como porte de armas), obrigando-os a votar, está tirando um direito que deveria ser amplo (de liberdade, livre escolha, livre arbítrio).

  35. Landalu-babalu da quinta do Pepeu da rua de trás, onde Maria toca berimbau bêbada e desafinada :)

    Eu vejo como uma questão de segurança pública a posse e porte de armas pelo cidadão, bem como a quantidade de armas em circulação, uma vez que tais questões acabam afetando direta/indiretamente a todos, goste ou odeie armas. Não acho que deva ser tratado como um direito inalienável do cidadão, até porque não existe isso. O que determina o direito é o contrato social que a sociedade estabelecesse por meio de suas instituições e representantes políticos.

    Peço aos colegas de direita que tenham bom senso e pragmatismo e não tornem uma questão de honra ou afirmartiva de grupo defender direito a armas, como se o sujeito que não defendesse isso não pudesse ser de direita. Há muitos bons argumentos para ir contra. É preciso ponderar.

  36. Um ponto que você se contradiz.

    “E há também outra objeção, esta de cunho mais irônico, que diz que, se é para liberar o porte de armas de fogo, então por que não liberar também lança-chamas, bazucas, metralhadoras, mísseis e armas nucleares? Afinal, o governo proibir esses itens também afeta nossa capacidade de auto-defesa. Mas tal ironia, obviamente, não se sustenta, e por uma razão simples: lança-chamas, bazucas, metralhadoras, mísseis e armas nucleares não são métodos proporcionais para um indivíduo se defender contra ameaças que ele possa realisticamente encontrar. Revólveres, pistolas e carabinas são.”

    Eu, realisticamente, posso ser ameaçado por um terrorista com bombas. Apesar da probabilidade ser quase zero, voce diz que a probabilidade nada importa quando estamos falando do meu direito de segurança própria, certo?

    Então te pergunto, sob qual criterio governos podem proibir esse tipo de armamento mais pesado?

    Mas otimo texto, só isso que eu fiquei intrigado…

  37. Eu não confio em ninguém, confio nas armas. Sou um individualista. O ser humano não é digno de confiança. Esquerdista é quem se submete a grupos.

  38. Quanto raciocínio em tão poucas palavras. Se o convencimento dependesse da lógica dos argumentos, hoje em dia, esse assunto já estaria resolvido. No entanto, a apelação emocional e a guerra de narrativas está invadindo a mente dos menos esclarecidos, que representa um grupo com número de indivíduos em ascensão, alimentado com as (des)informações que a mídia propaga.

  39. Tive de passar aqui soh para postar esse comentario que achei fantastico:

    There are few minority schools of economic thought that have been so ridiculed, so made fun of, as well as passed over too often for hiring or promotion in the economics profession.

    We have been accused of not being "real" social scientists. Of being blind and ignorant apologists for free market capitalism. Of being conceptual illiterates who don't do (and worse, don't have the brains to do) mathematical economics. We have been publicly declared to be embarrassments to the rest of the economics profession.

    Our self-esteem has been hurt; we have been treated as and made to feel "inferior," and not the equal to mainstream economists.

    Austrian Economics Pride Month should emphasize our need for "safe spaces" in which mainstream, neoclassical economists should keep out. And if they try to enter those safe spaces the campus police should be instructed to evict them — and by force if necessary.

    I inquired in the comments whether we would get to trash monuments to Keynes like Central Bank Buildings, then I realised I was confused, that would be the Austrian Lives Matter movement.

  40. Pessoal quem aqui minera bitcoin? Quero comprar uma RTX 3090 pra jogar pra minerar, queria saber o que eu preciso depois de um hardware bom. Precisa de Pool? conta em corretora? o que?

  41. Comecemos com um experimento mental. Suponha que eu retire de você o apoio financeiro (um programa de transferência de renda, por exemplo) como parte de um programa de reformas. Mas então você não consegue trabalho. Você tenta desesperadamente encontrat um ocupação remunerada. Mas não consegue.

    Agora, suponha que eu não faço nada para socorrer você. Fico apenas olhando. Como consequência, você morre de fome.

    Minhas ações, neste cenário, equivalem a um assassinato. Eu intencionalmente coloquei você em uma situação de grande vulnerabilidade e, em seguida, recusei-me a lhe ajudar. Seus direitos foram flagrantemente violados por minha recusa em não fazer nada.

    O princípio moral por trás deste experimento mental é este: se eu conscientemente coloco você em um estado de grande necessidade ou vulnerabilidade, então eu sou responsável por lhe ajudar ou socorrer. Se eu não fizer isso, estarei sendo negligente. Se minha negligência leva à sua morte, então eu sou culpado de assassinato.

    Ps.: Parte da Bio do autor: “I am certified as a firearms instructor through multiple organizations.”, ou seja, este artigo vale tanto quanto o de um traficante que defende o uso de drogas ilícitas.

  42. Off-topic;

    Caros conterrâneos,

    Estava a ler sobre os países nórdicos e outros países como Canadá e vi que são países que recorrentemente estão entre os melhores para se viver, no geral.

    Porém, eis a questão, quando pegamos exemplos de países que possuem esse histórico, como exemplo da nova Zelândia, as causas de uma melhor economia e política parece que não só foi fruto do “livre mercado”, a Nova Zelândia, Canadá e Austrália eram as colônias que tiveram atenção especial do Reino Unido. E interferindo diretamente, parece que não foi o livre mercado que sozinho fez com que esses países ficassem excelentes e sim uma mescla entre estado e mercado. Que houve uma intervenção isso é fato.

    E o que vocês pensam sobre isso, podem me ajudar com o raciocínio?

  43. O último parágrafo no meu entendimento contém um juízo de valor sobre a moralidade de se delegar a sua defesa e da família a outros. Primeiro que se alguém faz essa escolha e é uma escolha livre, não cabe avaliação terceira. Ao contratar segurança, seja estatal ou privada assume-se o risco por conta própria. Ao final, não é isso uma transação voluntária? E do ponto de vista do agente de segurança também não é uma escolha se colocar em risco por aquele preço?

  44. Reportagem da Band mostra que armas nas mãos dos produtores rurais reduziram a criminalidade do campo. Faz dois anos que as ocorrências de invasões a propriedades rurais só fazem despencar.

    É isso mesmo, vagabundo é covarde e não mexe com quem tem os meios para se defender.

    twitter.com/PauloMartins10/status/1397925609326534657

    Um eventual volta de Lula vai simplesmente reverter tudo isso.

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