Um dos mais ardilosos truques criados pelos
defensores de políticas socialistas e intervencionistas foi o de recorrer a expressões
aparentemente nobres utilizadas para conferir uma aura de legitimidade moral a
atos essencialmente maléficos.
Assim, confiscar a propriedade alheia e espoliar o
dinheiro de terceiros passou a ser chamado de “espalhar a riqueza”,
“redistribuir a renda”, “cuidar dos menos afortunados”, e
“atender aos desejos da maioria”.
Façamos um experimento mental para ver se você
aprova um ato essencialmente criminoso.
Imagine que haja várias viúvas já idosas em sua
vizinhança. Elas não têm a aptidão física para fazer faxina em suas casas,
limpar suas janelas, cozinhar e efetuar outras tarefas domésticas. Tampouco
têm elas meios financeiros para contratar alguém para ajudá-las.
Eis uma pergunta que tenho até receio de fazer: você
defenderia um decreto governamental que obrigasse algum dos seus vizinhos a
efetuar essas tarefas para as viúvas?
Vou ainda mais adiante: se a pessoa escolhida para
obedecer a esse decreto governamental se recusasse a fazê-lo, você apoiaria
algum tipo de sanção a ela, como multa, confisco de propriedade ou até mesmo
encarceramento?
Tenho a esperança de que a maioria das pessoas iria condenar
este decreto estatal. Elas concordariam que se trata de uma espécie de
escravidão — mais especificamente, do uso forçoso de uma pessoa para servir
aos propósitos de outra.
Agora, será que haveria essa mesma condenação se, em
vez de forçar seu vizinho a realmente efetuar as tarefas domésticas para as
viúvas, o governo apenas o obrigasse a dar a elas uma determinada quantia
monetária mensal? Desta maneira, as viúvas poderiam utilizar esse dinheiro
para contratar alguém para efetuar as tarefas domésticas. Por acaso este
decreto governamental se difere daquele que obriga alguém a realmente efetuar
as tarefas domésticas?
Eu diria que há muito pouca diferença entre os dois
decretos. Mudou apenas o mecanismo da servidão. Em ambos
os casos, uma pessoa está sendo coercivamente usada para servir aos propósitos
de outra pessoa.
Tenho quase certeza de que a maioria dos vizinhos
iria querer voluntariamente ajudar essas
necessitadas viúvas. Mas também desconfio fortemente de que eles
considerariam qualquer arranjo que colocasse uma pessoa em uma posição
semelhante à servidão algo profundamente ofensivo.
Por outro lado, caso todos os moradores dessa
vizinhança fossem igualmente obrigados a dar esse dinheiro para o governo, que
então o repassaria às viúvas, a consciência deles poderia ficar mais
amenizada. Este arranjo coletivo faz com que aquela vítima de escravidão
se torne agora invisível, mas não altera o fato de que há uma pessoa sendo
forçosamente usada para servir aos propósitos de outra.
Ser obrigado a dar dinheiro para o governo
simplesmente oculta um ato que, caso fosse praticado de maneira mais explícita,
seria considerado profundamente imoral e depravado.
É por isso que o estado é, por definição, um arranjo
maléfico. Ele recorre a meios perversos — confisco e intimidação — para
alcançar objetivos que frequentemente são vistos como nobres. Você ajudar
uma pessoa necessitada utilizando o seu próprio dinheiro e os seus próprios bens
é uma atitude extremamente admirável e digna de louvor. Por outro lado, ajudar
uma pessoa necessitada utilizando coerção e espoliando a propriedade alheia é
algo perverso, imoral e digno de condenação.
Sejamos claros: tanto você quanto eu temos a
responsabilidade pessoal de ajudar um
destituído. Mas eu não tenho o direito de roubar de você só porque há pessoas
precisando da sua ajuda. Você tem a obrigação moral de ajudá-las com seus próprios
meios; mas eu não tenho o direito de interferir nos seus direitos, confiscar
sua propriedade e entregar o esbulho para alguém, mesmo que esse alguém esteja
em sérias privações.
A “obrigação” de garantir o mínimo para a existência
digna de quem quer que seja é algo que tem de partir do indivíduo, e não de um
aparato institucionalizado de coerção.
Maioria
não cria moralidade – em nenhuma área
Tragicamente, grande parte dos ensinamentos em voga,
propugnados desde as igrejas até as salas de aula, defendem que o governo use
uma pessoa para servir aos propósitos de outra. E isso não se limita
apenas a políticas assistencialistas, não. Com efeito, vale para tudo: grandes
empresas, sindicatos, artistas, funcionários públicos — todos defendem
receberem seu quinhão esbulhado da população.
Os defensores deste arranjo não têm a honra e a
coragem de chamá-lo pelo nome correto, e preferem apenas dizer que ser trata de:
‘caridade’, ‘função social’, ‘política industrial’, ‘estímulo à cultura’, ‘valorização
do servidor’ etc.
Alguns argumentam que vivemos em uma democracia, e
que, na democracia, a maioria decide. Mas será que o mero consenso da
maioria faz com que atos que em outras circunstâncias seriam considerados
imorais passem a ser morais e perfeitamente aceitáveis?
Conclusão
O governo confiscar dinheiro de uns para entregar
para outros — independentemente de quem sejam estes “outros” — é um ato que
produz o mesmo resultado de um roubo. Com efeito, é exatamente isso que um ladrão
faz: redistribuir renda. A diferença entre governo e ladroagem é apenas uma questão
de legalidade.
Se o confisco da renda para “fins sociais” pode ser
demonstrado como imoral, o mesmo confisco voltado para quaisquer outros fins é
ainda mais abjeto.
Por isso, voltemos ao ponto central: se os membros
de uma vizinhança fizessem uma votação e a maioria decidisse que um determinado
membro desta vizinhança — sob ameaça de punição — deveria efetuar as tarefas
domésticas das viúvas, tal votação tornaria todo este arranjo moral?
Chega a ser inacreditável a quantidade de pessoas
que ainda aceita o argumento de que, se a vida é injusta ou se a economia está
ruim, a solução é confiscar a propriedade das pessoas e dar mais dinheiro e
mais poder a políticos. É muita sensatez!
Hoppe já resumiu o argumento: “Não é possível haver socialismo sem estado; e, enquanto houver um estado, haverá socialismo”.
Conhecimento é poder e ter dinheiro também. Diminuir o poder aquisitivo das pessoas e dar a ela uma educação controlada pelo estado (a qual não liberta) é aprisioná-la duas vezes.
A caridade por pessoas realmente necessitadas deveria ser espontânea e ser feito em primeiro lugar pelos familiares e amigos e em segundo lugar por instituições filantrópicas autônomas.
Porém, a pesada carga de impostos limita a ajuda que as pessoas podem dar a indivíduos e instituições filantrópicas, além de dessensibilizar a muitos (“Já pago tanto imposto para o governo ajudar os necessitados, vou dar ainda mais?”). Se o governo não cobrasse tantos impostos para financiar seu assistencialismo, as pessoas poderiam ajudar mais umas às outras e esses programas nem seriam necessários. É um círculo vicioso.
Imagine que haja várias viúvas já idosas em sua vizinhança. Elas não têm a aptidão física para fazer faxina em suas casas, limpar suas janelas, cozinhar e efetuar outras tarefas domésticas. Tampouco têm elas meios financeiros para contratar alguém para ajudá-las.
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ta mas e ai, vamos imaginar que ninguem ajude…vão passar fome? a casa vai ficar suja, vai ter doença, porque ninguem quis ajudar?
vamos aprofundar um pouco mais essa idéia. imagine que há varias crianças com cancer, e elas não tem meios financeiros para pagar um tratamento. eu sei que é pouco privavel que ninguem vá ajudar voluntariamente, mas para o bem da idéa, vamos supor que ninguem quis ajudar. elas vão morrer? é isso?
o ponto é, eu sei que é imoral roubar, mas não seria imoral deixar alguem morrer, porque ninguem quis ajudar?
E para piorar… A política de distribuição de renda, faz com que o indivíduo que o recebe fique cada vez mais dependente do Estado. Se uma pessoa é demitida, ela não procura por um emprego até que seu auxílio desemprego se esgote, afinal de contas, porque trabalhar? Se sem o esforço o indivíduo terá praticamente a mesma renda!?
Amenizar perversidades recorrendo a figuras de linguagem é uma especialidade do estado. Ele não pode viver sem isto. É essencial para perpetuar o ciclo vicioso de modo acrítico. As pessoas simplesmente tomam aquilo como normal e repetem na maior naturalidade.
O caso dos impostos ilustra bem isto. Imposto é algo que é… imposto! Não é algo que se paga voluntariamente. Mas o pagante do imposto é chamado, inclusive no Código Tributário Nacional, de contribuinte, nome que remete à ideia de alguém que está fazendo o pagamento voluntariamente. Na verdade, o contribuinte é o expropriado. Mas é óbvio que o direito criado pelo estado não iria dizer “o expropriado isto”, “o expropriado aquilo”… Ele tem que embalar o produto de modo a torná-lo palatável ao “cliente”. E aí as pessoas simplesmente passam a usar o nome “contribuinte” com a maior naturalidade.
Até a palavra “contribuição” foi incorporada pelo direito. Quando o destinatário dos pagamentos que são IMPOSTOS aos cidadãos é a Previdência Social, aí o tributo recebe o doce nome de “contribuição social”. É imprescindível, para o estado, fazer com que você acredite, para citar Raul Seixas (Ouro de Tolo), “(…) que é um doutor, padre ou policial que está contribuindo com sua parte para o nosso belo quadro social”.
Imagine as velhinhas indefesas, que deram duro na vida, e estão na pior. Imagine, por outro lado, uma criança que nasce no meio de uma fortuna gigantesca, cresce, vira adulto e velho sem precisar nunca produzir nada. É esse o mundo aceitável pelos austríacos?
Pois bem, pra aqueles que defendem a LIBERDADE em primeiro lugar (liberais) e não a propriedade (libertários), a solução de uma renda mínima é quase perfeita. Dado o alto grau de riqueza já produzida, garantir um mínimo, ou seja, dignidade, cidadania, a todos não custa quase nada, mesmo que seja via ‘espoliação’.
Esse mínimo teria de ser pequeno o bastante para não estimular a vagabundagem e grande o bastante para não permitir nenhum miserável. Não existe liberdade na miséria. Como valor, por exemplo, chuto R$300,00 reais hoje por mês. O ideal, já pensei sobre isso, seria também que o valor variasse conforme varia os planos de saúde, ou seja, quem é mais vulnerável receberia mais dessa renda mínima.
Todos os programas sociais do governo poderiam acabar, deixando apenas esse renda mínima. Saúde e educação? Tudo privado. Igual pra todos.
Não custa lembrar que o Grande Milton Friedman defendia o imposto de renda regressivo, o que parece uma ótima solução também. Ou seja, transferência direta de renda é uma idéia liberal.
Vamos todos viver em uma van
Ultimamente tenho andado muito triste por culpa dos retrocessos que vêm acontecendo no Brasil e no Mundo. Quando isso acontece, eu gosto de visitar meu amigo que é dono de um bar vegan na Vila madalena. Entre uma conversa e outra, meu amigo afirma: Capital, você precisa conhecer este canal no youtube. Neste momento ele retirou do bolso o novo Iphone X vermelho e me mostrou um canal maravilhoso que fez eu ter esperança novamente no mundo. Minhas energias estão renovadas.
Trata-se do canal Jinti Fell no qual uma família relata como é viver em uma van, levando uma vida minimalista, e se alimentando apenas de comida vegana. – tanto os pais como o bebê se alimentam apenas de comida vegana. Conhecer esse canal foi como estar diante do ápice da evolução humana. Ver aquele lindo casal estilo cult no qual cada momento fosse como um filme gravado por Hollywood, mostrou-me como eu ainda preciso melhorar na minha teologia da cultura evoluída. – É tudo tão perfeito que às vezes tenho a impressão que tem um fotógrafo profissional escondido atrás daquela van.
Este canal revelou como sou fraco em minhas convicções. Eu me vi fazendo perguntas conservadoras como: E se alguém peidar naquela van? o cheiro vai ficar impregnado, ainda bem que o peido de vegano tem cheiro de perfume. E Como vai ficar a questão da privacidade? Quando o menino crescer ele vai querer se masturbar. Como vai fazer? às vezes é bom ficar sozinho. E se o menino não gostar de toda aquela gororoba verde? Ele pode comer um bifão? Entre outros pensamentos que sinto vergonha de relatar.
Sim, eu sou fraco na teologia da mente evoluída. Preciso aprender muito. Sinto uma certa vergonha por não ser tão evoluído quanto aquela família. Ainda estou apegado ao meu apartamento próximo à Paulista. Ainda estou apegado às minhas coisas, e de fato, eu tenho um excesso de coisas. Ainda estou apegado a uma comida industrializada pelo maldito capitalismo. Aquela família ofereceu uma verdadeira aula sobre como viver corretamente.
Eles possuem quase nada material, mas possuem o principal: o amor. Eu preciso aprender a viver somente do amor limpinho.
Vamos todos morar em uma van ou na árvore
Viver em uma van tornou-se não somente um exemplo social mas também uma ferramenta de guerra contra o capitalismo e a indústria da carne. Mas eu gostaria de oferecer uma humilde recomendação: Poderíamos todos morar em uma árvore. Porque embora morar em uma van consuma menos energia que morar em uma casa convencional, ainda sim, o capitalismo continua a ter lucro, e nossa mãe terra continua a ser atacada no processo de produção da van. Toda família morar em uma árvore seria o ideal.
Imagine se todas famílias levassem uma vida minimalista morando em uma van ou na árvore e comendo somente comida vegana para todo sempre? Seria a perfeição da humanidade. O socialismo nem precisaria ser implementado na base da força diante deste cenário. A indústria do consumismo iria acabar, iria sobrar comida e moradia para todo mundo. Você já imaginou como o mundo seria perfeito se todos seguissem o exemplo desta família? Sou muito grato a meu amigo da Vila madalena por ter me recomendado este canal. Até parei por alguns segundos de chorar pelo Lula.
Capital Imoral é filósofo, escritor, e já refutou Mises.
“Tenho quase certeza de que a maioria dos vizinhos iria querer voluntariamente ajudar essas necessitadas viúvas. “
Acho que você ta enganado, amigo.
Se fosse, não ia precisar de um “Estado” confiscando e fazendo os vizinhos contribuirem na marra rsrs
O problema dos libertários é que eles acham que as pessoas são boas e o Estado é o vilão da história.
(Mas esquecem que o Estado também é feito de pessoas rsrs)
E eu nem estou defendendo o Estado mas é meio estranho ver o artigo falar de “moral”,”imoral” porque a Economia não tem nenhuma preocupação moral.
Isso já foi afirmado até mesmo por esse site aqui. O mercado não está preocupado se as viúvas não tem dinheiro, não se faz capitalismo com “caridade”. Que base o IMB tem de discutir moral se sua preocupação é exclusivamente com o individualismo e a frieza da “racionalidade” econômica ?
A ditadura do politicamente correto, o uso do eufemismo e a retórica sofista, são as ferramentas mais eficazes para se administrar uma sociedade de fantoches.
Já que o tema do artigo é sobre corrupção, gostaria de deixar minha opnião. O que mas me chateia sobre corrupção no Brasil, é que pelos números da própria lava-jato, o que foi desviado pelos casos de corrupção foi 3%. Repetindo 3%. O outros 97%virou coisas… A pretexto de se punir esses 3%, se quebrou empreiteiras, se quebrou os polos navais, se proibiu a Petrobrás de seguir os investimentos, se privatizou uma porrada de coisas superavitárias, e na esteira disso, mais de 1 MILHÃO de empregos…. Se roubar 10 pila, TEM que prender, mas acaba ai…. O tal sr. juiz Sergio Moro, vai entrar pra história com o maior crime de lesa patria da história do Brasil… Ele é uma vergonha… Peço gentilmente que olhem os videos listados abaixo
Entrevista com Mark Weisbrot. Diretor do Center of Economy and Policy Research, Washington USA, sobre envolvimento de interesses americanos nos julgamentos da lava-jato. http://www.youtube.com/watch?v=FSueKV32u-0?
Após afastamento da presidente Dilma no dia 12 de Maio de 2016, ministro das Relações Exteriores José Serra e Secretário de Estado John Kerry, celebram nova etapa de cooperação entre Brasil e Estados Unidos. http://www.youtube.com/watch?v=H-vnssay2tc&t=165s?
Vice procurador geral do Departamento de Justiça americano, Kenneth Blanco, comemora cooperação sem precedentes entre Departamento de Justiça americano e Judiciário Brasileiro, que inclui inclusive troca de informações e evidências que não passam por tramites oficiais. http://www.youtube.com/watch?v=L6dVJJ5Rx-s&t=553s?
Entrevista de 2013 com diplomata brasileiro, Samuel Pinheiro, sobre política externa brasileira. Chamo atenção ao minuto 15:15 da entrevista, onde ele fala sobre golpes de Estado institucionais que estavam acontecendo na América Latina, e que se encaixaria como uma luva no então futuro caso da Lava-Jato. http://www.youtube.com/watch?v=DHix7izBv_c&t=1043s?
Pronunciamento do Senador Roberto Requião do PMDB sobre os impactos da Lava-Jato na economia do Brasil, e da inversão de valores do que é ou deixa de ser tratado como corrupção. http://www.youtube.com/watch?v=fW9f9TxbNgE&t=1067s?
Imagine que haja várias viúvas já idosas em sua vizinhança. Elas não têm a aptidão física para fazer faxina em suas casas, limpar suas janelas, cozinhar e efetuar outras tarefas domésticas. Tampouco têm elas meios financeiros para contratar alguém para ajudá-las
Ai pra não passarem fome elas começam a praticar roubos, e assim que gera criminalidade depois e a esquerda que defende bandido
Pois é
A “novilingua” deixou as páginas de 1984 e se tornou real.
E pelo visto, o “duplipensar” também . Mas imposto É ROUBO. Legalizado pelo Estado, mas roubo da mesma forma.
Seria muito desejável que a fonte do texto (do site inteiro) fosse alterada p/ permitir melhor leitura.
Pessoal, meu TCC será sobre desregulação no setor da telefonia e como a ANATEL e outras regulações prejudicam e não ajudam
Faço direito e vou apresentar um TCC com professores estatistas.
Eu preciso de links academicos que possam ser usados no TCC, trabalhos cientificos e afins.
Falando sobre as atuais regulações, historia da privatização, como era sendo estatal e etc….
Gostaria da ajuda de vocês pra me indicar artigos do Mises e de outros lugares que PODEM ser usados em um TCC, de preferência que esteja disponível no google academico
Muito obrigado pela base intelectual que vocês proporcionam, muita das coisas do meu TCC será baseada em artigos do mises e da escola austríaca.
Forte abraço a todos!!!
sem contar o “buscar seus direitos” = “obrigar os outros a dar o que eu quero”
Pessoas são doutrinadas a acreditar que imposto representa algum tipo de “obrigação social” e esses termos lhes causam uma sensação psicológica de responsabilidade e maturidade. O que ninguém para pra perceber, é que, a única obrigação social que cada um possui é não violar a propriedade alheia, ou obstruir a liberdade voluntária. Qualquer coisa fora disso é simplesmente crime, a começar pelo crime do próprio estado.
brasil.estadao.com.br/noticias/geral,apos-criticas-aplicativo-simsimi-e-suspenso-no-brasil,70002279550
Faltou essa no texto: “combate ao discurso de ódio” é a mesma coisa que Censura. Mas precisa mudar o nome pra não passar má impressão o que os progressistas estão fazendo.
Vou dar uma de objetivista…
Por que eu tenho uma obrigação moral com os outros?
Os telejornais usam a expressão: ” O ex-presidente Lula está detido ….”, não estaria errado usar a expressão “presidiário”, no lugar de “ex-presidente”.
Os telejornais usam a expressão: ” O ex-presidente Lula está detido ….”, não estaria errado usar a expressão “presidiário”, no lugar de “ex-presidente”.