Sim, é fato: você ama o capitalismo e a livre concorrência.
E sim, também é fato: você odeia o governo e seus serviços.
Provar isso será bem fácil. Acompanhe.
Criações
capitalistas
Você utiliza um
iPhone? Um Android? Um Macbook? Um notebook da Dell, da
Sony, da HP?
Você lê no Kindle ou em algum outro tablet?
Você assiste a filmes e seriados no Netflix? Assiste
a vídeos no YouTube?
Você faz compras pela Amazon?
Você ouve músicas no Spotify?
Você faz procuras no Google?
Você se locomove pelo Uber ou pelo Cabify?
Você dirige utilizando o Waze?
Ao viajar, você recorre ao Airbnb?
Você está no
Facebook? Ou no Instagram? Ou no Snapchat?
Sim, você provavelmente utiliza várias das — se não
todas as — ferramentas acima. E, se você é como eu, você as adora. No mundo de
hoje, elas já se tornaram uma necessidade prática.
E de onde você imagina que elas vieram? Exato: de
empreendedores que tiveram grandes idéias e, principalmente, a liberdade de
testá-las no mercado. Elas vieram de pessoas que investiram seu capital (ou
tomaram emprestado o capital alheio) em uma ideia com a esperança de que esta
sua ideia iria satisfazer os consumidores.
Isto é o que chamamos de capitalismo.
Será um capitalista bem-sucedido aquele que não
apenas souber como atender aos desejos da massa, como também estiver sempre
tentando aumentar a satisfação dela.
E a lógica é simples: os consumidores possuem exatamente
aquilo que os produtores querem: dinheiro.
Produtores e empreendedores estão no mercado para ganhar acesso ao dinheiro dos
consumidores. E, para conseguir este dinheiro, terão de estar sempre fornecendo
produtos melhores e de mais fácil acesso. Eles ganharão dinheiro no volume e na qualidade, e
não em preços altos.
Por isso, é um grande equívoco imaginar que o
capitalismo funciona primordialmente para beneficiar os produtores. O
capitalismo genuíno opera em benefício do consumidor,
pois o consumidor possui aquilo que os produtores querem: dinheiro. E, para adquirem esse dinheiro, os produtores terão de satisfazer os consumidores.
Criações
do governo
Agora, considere algumas outras coisas que você provavelmente
também utiliza.
Você já esteve em uma repartição pública?
Você já foi ao DETRAN?
Já utilizou um hospital público?
Já foi a uma escola pública?
Como você foi tratado na alfândega e nos serviços de
segurança aeroportuária?
O que você acha dos serviços dos Correios?
Como a Receita Federal trata você?
Como é o serviço de saneamento básico? Ele é universal?
Qual é, afinal, a diferença entre estatal e privado?
Por que ir a uma loja da Apple, almoçar em uma
churrascaria rodízio ou jantar no Outback é tão divertido, mas ir ao DETRAN, a
uma repartição pública qualquer ou aos Correios é tão doloroso? Em tese, todos estão vendendo serviços a você; logo, todos deveriam tentar lhe agradar. Mas não é o que ocorre.
E a resposta é
simples: porque as três primeiras não têm nada a ver com o governo, ao passo
que as três últimas são o governo. As três primeiras têm de satisfazer seus clientes
caso queiram sobreviver e prosperar. Já as três últimas vivem da extração forçada
do dinheiro de toda a população (via impostos) e independem da qualidade de
seus serviços para continuar existindo.
O propósito do governo não é criar produtos e nem
oferecer serviços de qualidade. Com efeito, ninguém realmente espera isso do
governo. Mais ainda: se você pensar um pouco mais detidamente, e deixar a
ideologia de lado, concluirá que não quer o governo envolvido em absolutamente nenhum
serviço que empresas privadas possam fazer. E você pensa assim porque sabe que indivíduos
em busca do lucro têm de se esforçar e trabalhar bem para satisfazer seus
consumidores — no caso, você.
Já as agências do governo e seus funcionários não têm
de agradar a absolutamente ninguém. Seus salários são garantidos pelos seus
impostos, independentemente da qualidade do serviço.
Vá a uma repartição pública caso não esteja
convencido.
No
livre mercado, você é o rei
Você consegue imaginar como seria o mundo hoje se
Steve Jobs tivesse de obter aprovação do governo para cada novo design do
iPhone? Nem sequer teríamos o iPhone 3G.
Mais: veja a Uber. Há apenas alguns anos, ter um
motorista particular à sua disposição, o qual chega apenas alguns minutos após você
clicar em um aplicativo no seu celular e que leva você para onde quiser, era um
serviço disponível apenas para os milionários. Mas hoje, graças ao capitalismo,
serviços de transporte privados já se tornaram uma alternativa barata para
pessoas de todas as classes sociais ao redor do mundo.
Antes da Uber, se você estivesse na rua de uma
grande cidade e começasse a chover, sua única opção era tentar achar um táxi
(um serviço monopolista protegido pelo estado). E você raramente conseguia um. Havia
muitas pessoas ensopadas e muitos poucos taxis disponíveis. Já a Uber teve uma
ideia melhor. Quando chove, a demanda por serviços de transporte aumenta. Consequentemente,
os preços sobem temporariamente, e isso incentiva mais motoristas da Uber a
fornecerem seus serviços naquela localidade. Problema da falta de transporte
resolvido. E, se você não estiver satisfeito com os preços da Uber, pode tentar
a Cabify.
Os aplicativos de carona fizeram com que até mesmo
os mais pobres tivessem o luxo de um motorista particular (e barato) disponível
a apenas um clique de celular. Aquele serviço que, há apenas alguns anos, era disponível
apenas para o 1% mais rico da população, hoje, graças a empreendedores e ao livre
mercado, já se tornou uma alternativa acessível para os 99%.
O Airbnb é outro exemplo. Há apenas alguns anos, se você
estivesse viajando de férias com sua família ou com seus amigos, hotéis seriam
sua única opção. Mas hotéis são caros (pois a entrada no mercado é regulada
pelo governo, o que restringe a oferta) e dificilmente fornecem muito em termos
de espaço, amenidades ou localização interessante. Se você quisesse, digamos,
encontrar um indivíduo que porventura estivesse disponibilizando um quarto em
seu apartamento por algumas noites, teria de fazer uma busca às cegas pela
internet.
Mas então surgiu o Airbnb, que deu a cada indivíduo munido
de um computador ou de um smartphone acesso a mais de 2 milhões de imóveis em
190 países ao redor do mundo. Você pode se hospedar em imóveis com banheira de
hidromassagem e piscina, ou pode ficar em um quarto de uma casa, ou mesmo
apenas em um sofá. Você escolhe de acordo com seu orçamento.
De novo: no capitalismo, você consumidor é o rei. Os
ofertantes querem o seu dinheiro e, para consegui-lo, terão de se esforçar e
ser criativos. Eles ganharão seu dinheiro no volume de ofertas e na qualidade
dos serviços, e não apenas cobrando preços altos.
Com
o governo, você é o servo
O governo jamais poderia ter criado nada disso. Que motivação
ele teria? A existência do governo, assim como o salário de seus funcionários,
independe da criação de serviços. E muito menos da qualidade destes. A receita
é extraída à força dos cidadãos. O dinheiro vem de qualquer maneira.
Em termos empreendedoriais, como o governo sequer
saberia que os consumidores querem serviços como Uber e Airbnb? Nós mesmos nem sabíamos
que isso era possível, até que empreendedores dispostos a assumir riscos
fizeram com tudo realmente acontecesse. Graças ao capitalismo.
E tudo apesar
do governo, que apenas quer atrapalhar. A grande constante do universo é o
impulso natural do governo em querer regular e controlar tudo aquilo que ele
pode regular e controlar. O lema do governo parece ser: “Funciona bem e agrada aos
consumidores? Vamos regular ou proibir!”. Faz sentido. Afinal, qual mais seria
a função das várias agências governamentais e de todos os burocratas que as
infestam?
Várias cidades ao redor do mundo estão erigindo
barreiras para conter ou mesmo abolir serviços como Uber e Airbnb. Criar empecilhos
aos produtores e atrapalhar a vida dos consumidores é a única área em que o
governo possui criatividade. Por isso, o crescimento econômico só tem chance de
ocorrer na ausência de regulamentações estatais.
É exatamente por isso que a internet, apenas para
citar um exemplo importante, só se desenvolveu e prosperou porque surgiu em um
ambiente regulatório de “inovação sem pedido de permissão”. Os burocratas,
inerentemente lentos, não conseguiram imaginar em que a internet se
transformaria. Quando perceberam o fenômeno, já era irreversível.
Quando empreendedores podem satisfazer as demandas
de seus consumidores sem antes terem de pedir aprovação ao governo, o bem-estar
de todos aumenta.
Conclusão
Praticamente tudo o que você utiliza e adora é
produto do capitalismo. E praticamente tudo o que você não tolera, mas acaba
tendo de usar, é produto do governo.
Você ama o capitalismo e a livre concorrência? É claro
que sim. Você recorre ao mercado diariamente. É hora de defendê-lo.
Perfeito! Uma ilustração exata de como é a antítese Estado X Iniciativa Privada, ou seja, Servidão X Liberdade.
Se ocorre um assalto na lojinha da Apple, ela vai ser a primeira a acionar a polícia.
E se a polícia encontra os responsáveis e os pune, é uma maravilha não é ?
AH e se a lojinha da Apple pegar fogo hein ?? Bombeiros ??? Sim…
AH… e tem também aquelas situações em que você recebe seu Iphone com defeito, a loja não quer trocar, você aciona a justiça, ganha um Iphone novo e uma indenização gorda. Ah… Como é bom quando o sistema funciona.
Texto simples, direto, fácil de compreender, divulguem o máximo possível, obrigado ao site e ao Instituto por nós trazer esse conteúdos, parabéns pelo trabalho, continuem assim, abraços!
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_Internet sobre a origem militar da internet, portanto estatal.
Ja o www : https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_World_Wide_Web.
Eu concordo com o argumento, que nao esta neste artigo, que um governo que nao atrapalha arrecada mais, portanto permite invetimentos estatais monumentais como o CERN, corrida espacial ou os experimetos militares.
Fica a cargo da imaginacao como seriam investimentos privados em telecomunicoes, transportes, pesquisa espacial ou cietifica na ausencia completa do Estado.
https://youtu.be/SY0V8XVsX1U
Hoje assistindo o jornal de esportes vi uma notícia de um rapaz do RJ que recebeu uma medula óssea que veio de uma pessoa do Nordeste. Era no jornal de esportes porque eles se reencontram num jogo do Fla-Flu. Mas enfim… O governo faz a coleta e administra esses “produtos”, além de distribuir aos hospitais, através dos Hemocentros.
As pessoas que doam, não recebem nada em troca, assim o sistema só pode contar com a boa vontade dos doadores.
Fiquei pensando… imagina se sangue e seus hemoderivados pudessem ser vendidos…imagina isso num arranjo anarco -capetalista.
Pessoas com sangue e medula raras ficariam milionárias da noite pro dia( seus “produtos” seriam valiosíssimos, teriam preços astronômicos no mercado) e muitas pessoas doentes, que precisam disso ficariam sem, pois não teriam o dinheiro para comprar.
Uma pessoa desse site diria que isso seria bom, as pessoas venderiam literalmente seu sangue. É verdade… algumas venderiam até a metade do corpo se pudessem rsrs
Mercado de corpos, de órgãos, de sangue e seus derivados…pessoas com dinheiro se aproveitariam do sistema e teriam os melhores “produtos”.
Mary Shelley talvez tinha razão…
Fiquei com dó do Poeta Coleridge, vocês precisam de mais Marx no coração
(Menos Marx, Mais Mísseis!!!)
Você utiliza um iPhone? Um Android? Um Macbook? Um notebook da Dell, da Sony, da HP?
Não. Não. Não. Não. Apenas um PC que eu mesmo montei.
Você lê no Kindle ou em algum outro tablet?
Não. Não.
Você assiste a filmes e seriados no Netflix? Assiste a vídeos no YouTube?
Não. No YouTube só com adblock.
Você faz compras pela Amazon?
Não.
Você ouve músicas no Spotify?
Não.
Você faz procuras no Google?
Só com adblock e JavaScript bloqueado.
Você se locomove pelo Uber ou pelo Cabify?
Não. Não.
Você dirige utilizando o Waze?
Não. Não.
Ao viajar, você recorre ao Airbnb?
Não.
Você está no Facebook? Ou no Instagram? Ou no Snapchat?
Não. Não. Não.
“Ainda está livre, para as grandes almas, uma vida livre. Na verdade, quem pouco possui, tanto menos pode tornar-se possuído: louvada seja a pequena pobreza!” – NIETZSCHE, Friedrich W.
Na verdade, amo quem controla o capitalismo ganancioso a fim de garantir o bem comum.
Câmara aprova imposto sobre netflix: https://tecnoblog.net/184941/camara-imposto-netflix-iss/
exame.abril.com.br/economia/governo-prepara-novo-imposto-sobre-netflix-e-spotify-diz-blog/
Vejam como eles reagem, como são gananciosos, não querendo partilhar de sua riqueza para com o bem-estar social: zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2017/06/netflix-aumenta-valor-das-mensalidades-veja-os-novos-precos-9817200.html
Eu ñ discordo das coisas e idéias q ele expôs no artigo, mas eu queria expor uma questão pessoal minha, e q tenho já faz um tempo, pq o capitalismo e a libertade Coréia do Sul chega a ser “exemplar” e existem pesquisas q mostram q mais da metade da população acha o pais um inferno pra se morar, q mostram q 1 em cada 2 jovens(pricipalmente estudante) já pensaram em suicídio, e cerca de 15000 pessoas se suicidam por ano lá, sla as vezes eu penso q capitalismo d+ faz com q as pessoas evoluam mais individualmente e financeiramente e esqueça d evoluir tbm sua parte humana e social; ñ q eu seja contra ( eu gosto d meu celular e tals ), mas eu tenho medo d onde isso vai parar, será q daqui a pouco ñ estaremos trabalhando 24hra por dia 7 dias por semana sla ??
Olá,desculpem se postei no lugar errado mas surgiram-me umas dúvidas e gostaria que o pessoal daqui as tirasse:
A primeira é quanto ao modelo econômico adotado por Hitler,por ser um modelo altamente intervencionista fui buscar no site onde ele deu errado,no entanto o que achei sobre o assunto não entendi bem,provavelmente pelo meu entendimento deficitário de economia,apenas a parte que a economia era totalmente dependente do Fuhrer,mas e se eu estivesse discutindo com alguém socialista?Ele não se importaria que a economia fosse controlada pelo Fuhrer e ainda diria que é uma forma de socialismo que deu certo,afinal levantou uma Alemanha devastada pelo tratado de Versales. Gostaria então que me apontassem as falhas do sistema ou se de fato há uma forma da nação ser auto-sustentável através de tamanho intervencionismo.
A segunda é referente a um comentário que li aqui,que dizia que a Rússia Czarista era mais livre economicamente falando que o governo de Lenin-Stálin,mas se era mais livre por que não era mais rica?Talvez eu esteja desconsiderando os prejuízos que ela sofreu na invasão de Napoleão ou o fato da maior parte ser agrária,mas gostaria que essa questão ficasse esclarecida.
Keynesiano: come o bolo todo antes de começar a festa.
Heterodoxo: come o bolo todo antes do parabéns e acusa outra pessoa.
Ortodoxo: come o bolo durante a festa, diz que não gostou e ensina a sua própria receita.
Liberal: não vai a festa.
Socialistas\Comunistas são mesmo patéticos e sempre com tem esta afetação de que ama os pobres mais do que todo mundo,mas na hora de agir só sabem querer coagir todo mundo a colaborar com seus planos e se alguém não colaborar satanizam,demonizam,perseguem,mutilam e eliminam os mesmos,enfim são uns insanos que se acham os salvadores da pátria,o modus operandi é sempre o mesmo forçar todo mundo a pensar e agir igual a eles,bando de inúteis,conheci um na faculdade que me chamou para ajudá-lo a recolher assinaturas contra a privatização da Vale e em todas as salas em que entravamos eu repetia que respeitava as opiniões contrárias e percebia a cara de incomodado com minha atitude e opinião,enfim nunca mais ele me chamou para ajudá-lo e olha que eu era simpatizante do PT e do socialismo e nem conhecia a filosofia libertária…Mas esses inúteis só sabem semear confusão na cabeça dos estudantes e graças a Deus e ao IMB estou vacinado contra essa porcaria de teoria anti-liberdade e anti-prosperidade que é o Socialismo\Comunismo…
Socialistas continuem soltando pérolas por aqui,pois é um prazer destroça-las e quanto aos serviços monopolizados pelo estado,nós enquanto usuários somos obrigados a usa-los,mas nunca seremos obrigados a gostar do fornecedor(estado) dos mesmos,enfim somos anti-estados por princípio e por sermos consumidores vítimas deste fornecedor monopólista,pois o dia que tiver concorrência nestes serviços saberemos escolher o melhor para nós,nossos filhos e respeitar o mau gosto de quem quiser continuar (masoquista)sendo extorquido por este lixo de fornecedor(estado) criminoso de serviços.
Quem disse que o Uber é eficiente?
“Você utiliza um iPhone? Um Android? Um Macbook? Um notebook da Dell, da Sony, da HP?”.
As pessoas usam tudo isso e muito mais.
Só não usam o cérebro.
Apenas uma observação. Assim como as empresas privadas citadas funcionam existem inúmeras outras que prestam serviços que deixam a desejar. Exemplo da maioria dos planos de saúde privados, bancos então nem se fala, ficar meia hora na fila é normal. Como é a qualidade da nossa internet fornecida por empresas privadas? E se eu ligar para minha operadora de telefonia para questionar uma cobrança indevida quanto tempo eu fico no telefone? Meia hora ou mais? A JBS é privada, assim como uma tal de Odebrech. E quanto ao estado não funcionar concordo que no Brasil boa parte não funciona. Mas como é a qualidade do ensino publico na Alemanha? Ou Suíça? E os hospitais públicos no Japão? Podemos também citar as enormes estradas norte americanas, como é a qualidade das mesmas? E a segurança publica na maioria dos países desenvolvidos. Se formos olhar privado versus público tem os dois lado, não podemos olhar somente o Brasil como referencia. O ideal é um convívio entre as duas partes, simplesmente tornar tudo privado não funcionaria em uma democracia, lógico tem muitas coisas que o estado não deve se meter. Em nota, existem alguns colégios públicos no Brasil que dão um olé nas escolas privadas, tem muito colégio particular que não é tudo aquilo em termos de qualidade.
Tudo o que está no artigo é pura verdade.
“…se você pensar um pouco mais detidamente, e deixar a ideologia de lado…”
* * *
Então quer dizer que ser livre é não ter ajuda dos outros? wtf
E a crise capitalista neoliberal do subprime americana de 2018 que refletiu no mundo? Sei que crises são normais na livre concorrência mas na hora “H” ninguém quer falir, não é mesmo? Pressionam o Estado em busca de socorro. Exemplo do que ocorreu com o Brasil: Empresas via FIESP pressionando intensamente o governo. Resultado: aumento de subsídios, etc e tal. cadê os liberais nessa hora?Veremos daqui pra frente depois das reformas trabalhistas, qual será a desculpa. Na hora do discurso é tudo muito perfeito tanto proa um lado quanto pra outro.