Seria algum exagero dizer que, desde a Revolução Francesa, a esquerda tem sido a fonte de praticamente todas as perversidades políticas, e continua sendo até hoje?
É verdade que não pode haver dúvidas de que várias crueldades podem ser e foram infligidas com o intuito de se preservar a ordem vigente. Porém, quando comparamos as piores atrocidades do passado mais distante com as revoluções totalitárias de esquerda ocorridas no século XX, aquelas parecem, em geral, um mero distúrbio. Como dizia Joseph Sobran, toda a história da Inquisição mal alcança o nível daquilo que os comunistas faziam em uma tarde normal.
A Revolução Francesa, particularmente em sua fase mais radical, representou a clássica manifestação do esquerdismo moderno, e serviu de modelo para revoluções ainda mais radicais que viriam a ocorrer ao redor do mundo mais de um século depois.
À medida que a Revolução Francesa avançava, seus objetivos iam se tornando mais ambiciosos, com seus mais fervorosos partidários exigindo nada menos que a total transformação da sociedade.
Para substituir os vários costumes e tradições já estabelecidos em uma França que tinha mais de um milênio de história, os revolucionários radicais introduziram uma alternativa “racional” inteiramente criada por suas próprias cabeças, e com um entusiasmo digno de um hospício.
Ruas com nomes de santos receberam novos nomes, e as estátuas de santos foram guilhotinadas (as pessoas que guilhotinavam estátuas eram as racionais). O próprio calendário francês, repleto de festas religiosas, foi substituído por um calendário mais “racional”, com 30 dias por mês divididos em três semanas de 10 dias, desta maneira abolindo o domingo. Os cinco dias restantes do ano eram dedicados a práticas seculares: celebrações do trabalho, da opinião, do talento, da virtude e da recompensa.
As punições ministradas a quaisquer desvios dessa nova revelação já eram tão severas quanto as que viriam a se tornar praxe na esquerda de hoje. Pessoas eram sentenciadas à morte por terem um rosário, por darem abrigos a padres, ou mesmo por se recusarem a abdicar do sacerdócio.
Já estamos bastante familiarizados com a guilhotina, mas os revolucionários inventaram outras formas de execução, como os Afogamentos em Nantes, criados para humilhar e aterrorizar suas vítimas.
Dado que a esquerda sempre quer a completa transformação da sociedade, e dado que essa mudança total tende a enfrentar a resistência dos cidadãos comuns que simplesmente não querem ter suas rotinas e suas vidas radicalmente transformadas, não é de se surpreender que o recurso do terror em massa seja a arma escolhida. O povo tem de ser aterrorizado até sua completa submissão, e tem de ficar tão indefeso, quebrado e desmoralizado, que qualquer ato de resistência irá se tornar impossível.
Da mesma forma, não é de se surpreender que a esquerda defenda um estado gigante. Em lugar de agrupamentos e fidelidades que ocorrem naturalmente, a esquerda exige sua substituição por criações artificiais. Em lugar do concreto e do específico — dos “pequenos pelotões” que surgem organicamente, como dizia Edmund Burke –, a esquerda impõe substitutos remotos e artificiais que surgem da cabeça dos intelectuais.
A esquerda prefere que o comando total seja entregue a um distante governo central em detrimento dos indivíduos e suas vizinhanças locais; às escolas e aos sindicatos dos professores em detrimento do chefe da família.
Por isso, durante a Revolução Francesa, a criação dos departamentos, totalmente subordinados a Paris, foi uma clássica manobra esquerdista — assim como foram os megaestados totalitários do século XX, os quais exigiam que a fidelidade do povo fosse transferida das pequenas associações que até então definiam suas vidas para uma nova autoridade central que havia sido criada do nada.
Enquanto isso, a direita (corretamente entendida), de acordo com o grande liberal clássico Erik
von Kuehnelt-Leddihn, “defende formas de vida livres e surgidas organicamente”.
A direita defende a liberdade e uma maneira de pensar livre e sem preconceitos; uma prontidão em preservar os valores tradicionais (desde que eles sejam valores verdadeiros); uma visão equilibrada da natureza do homem, que o vê nem como uma besta nem como um anjo, insistindo na singularidade dos seres humanos, os quais não podem ser transformados em, e nem tratados como, meros números ou cifras.
Já a esquerda é a defensora dos princípios opostos; ela é a inimiga da diversidade
e a fanática defensora da identidade. A uniformidade é enfatizada em todas as utopias esquerdistas, paraísos nos quais todos são os mesmos, a inveja está morta, e o inimigo ou já foi aniquilado, ou vive fora dos portões, ou já foi completamente humilhado. O esquerdismo abomina as diferenças, as divergências e as estratificações. […] A palavra “única” é o seu símbolo: uma única linguagem, uma única raça, uma única classe, uma única ideologia, um único ritual, um único tipo de escola, uma única lei para todos, uma única bandeira, um único brasão, um único estado mundial centralizado.
Estaria essa descrição de Kuehnelt-Leddihn parcialmente datada? Afinal, ninguém apregoa sua devoção à “diversidade” com mais intensidade do que a esquerda. No entanto, a versão esquerdista de ‘diversidade’ se resume a um tipo especialmente pérfido de uniformidade.
Para a esquerda, ninguém pode ter uma visão discordante a respeito da necessidade de se impor essa “diversidade”; na academia, “diversos” professores universitários são escolhidos não por sua diversidade de pontos de vista, mas precisamente por sua sombria uniformidade: progressistas de esquerda de todos os tipos e formas. Alunos e professores com visões genuinamente diversas são marginalizados, perseguidos e intimidados.
Adicionalmente, ao exigir “diversidade” e representação proporcional em várias instituições, a esquerda tem o objetivo contrário: fazer com que todo o país seja exatamente igual.
A esquerda sempre esteve engajada em criar ciladas. Primeiro, ela afirma que não quer nada mais do que a liberdade para todos. O progressismo supostamente seria neutro em relação a visões de mundo rivais, defendendo apenas um mercado de idéias aberto, em que pessoas racionais pudessem discutir questões importantes. Ele não imporia qualquer visão específica.
Essa alegação, no entanto, rapidamente se comprovou uma farsa quando a importância, para a esquerda, de se ter uma educação controlada centralmente pelo estado se tornou óbvia. Em particular, a educação progressista sempre visou a “libertar” as crianças das superstições dos poderes concorrentes ao estado (pais, família, igreja, vizinhança) e transferir sua lealdade ao governo central.
Como Kuehnelt-Leddihn disse:
As razões são várias. Não apenas há o regozijo do estatismo, como também há a ideia de uniformidade e igualdade: a ideia de que as diferenças sociais na educação devem ser eliminadas e todos os alunos devem adquirir exatamente o mesmo conhecimento, o mesmo tipo de informação, da mesma forma e no mesmo grau, sem espaço para o contraditório ou para outras visões. Isso deverá fazer com que eles pensem da maneira idêntica — ou, no mínimo, similar.
À medida que o tempo passou, os esquerdistas foram ficando cada vez menos preocupados em manter uma aparência de neutralidade em relação a visões sociais distintas. É por isso que aqueles conservadores que acusam a esquerda de relativismo moral estão errados: longe de ser relativista, a esquerda é absolutista em sua exigência para que todos se conformem aos seus códigos morais peculiares.
Por exemplo, quando a esquerda declara que pessoas “transgênero” são a nova classe oprimida, ela espera que todos fiquem de pé e batam continência. A esquerda progressista não argumenta que apoiar pessoas transgênero pode ser uma boa ideia para alguns e uma má ideia para outros; é isso o que ela diria caso fosse moralmente relativista. Mas como ela não é, não é isso o que ela diz.
E não é apenas que a discordância não seja tolerada. A discordância também não pode ser reconhecida. Não é que o “infrator” (aquele que não concorda com as idéias progressistas) seja chamado para um debate até que uma solução satisfatória seja alcançada. Ele é simplesmente expulso da “sociedade culta e iluminada” sem qualquer cerimônia. Não pode haver qualquer opinião diferente daquela que a esquerda estipulou ser a aceitável.
Incidentalmente, qual foi o último palestrante esquerdista que foi calado no grito por libertários em uma universidade? Resposta: isso nunca ocorreu. E, se houvesse ocorrido, pode ter certeza de que ouviríamos lamúrias da esquerda sobre isso até o fim dos tempos.
Por outro lado, esquerdistas que aterrorizam seus oponentes ideológicos estão simplesmente sendo fieis às ordens de Herbert Marcuse, o esquerdista da Escola de Frankfurt que, na década de 1960, argumentou que a liberdade de expressão tinha de ser restringida para os movimentos anti-progressistas. Diz ele:
Dada essa situação, eu sugeri em “Tolerância Repressiva” a prática da tolerância diferenciada em uma direção inversa, como um meio de deslocar o equilíbrio entre a Direita e a Esquerda por meio da contenção da liberdade da Direita, dessa maneira contrariando a desigualdade penetrante da liberdade (oportunidade desigual de acesso aos meios de persuasão democrática) e fortalecendo o oprimido contra o opressor.
A tolerância seria restrita com relação a movimentos de um caráter demonstravelmente agressivo ou destrutivo. […] Tal discriminação também seria aplicada a movimentos que se opõem à extensão da legislação social para os pobres, os fracos, os inválidos.
Em relação às virulentas acusações de que uma política assim anularia o sagrado princípio progressista de igualdade para “o outro lado”, afirmo que há questões em que o “outro lado” ou nada mais é do que uma mera formalidade ou é demonstravelmente “regressivo” e impede a possível melhoria da condição humana. Tolerar a propaganda para a desumanidade vicia não só as metas do progressismo, mas de toda a filosofia política progressiva.
Mesmo boa parte do que se passa por conservadorismo hoje é afetado pelo esquerdismo. Esse é exatamente o caso do neoconservadorismo. Você consegue imaginar Edmund Burke, a fonte do conservadorismo moderno, defendendo a ideia de intervenções militares ao redor do mundo para espalhar a ideia de direitos humanos e democracia? Converse com neoconservadores sobre descentralização e secessão, e você receberá exatamente as mesmas respostas esquerdistas que vê nos veículos da mídia progressista.
No entanto, já até consigo imaginar a seguinte objeção: não obstante qualquer coisa que possa ser dita sobre os crimes e horrores da esquerda, não podemos ignorar o totalitarismo da direita, manifestado mais abertamente na Alemanha nazista.
O problema é que, com efeito, o nazismo era um partido de esquerda. Na plataforma do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães encontramos os seguintes itens:
O Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães não é um partido trabalhista no sentido clássico do termo: ele representa os interesses de todo o trabalho honestamente criativo. Trata-se de um partido que ama a liberdade e é estritamente nacionalista e que, portanto, luta contra todas as tendências reacionárias, contra os privilégios capitalistas, eclesiásticos e aristocráticos, e contra toda a influência estrangeira, mas acima de tudo contra a opressora influência da mentalidade comercial judaica sobre todos os domínios da vida pública….
O partido exige a unificação de todas as regiões da Europa habitadas por alemães, transformando-as em um Reich alemão democrático e com consciência social….
O partido exige plebiscitos para todos as principais leis do Reich, dos estados e das províncias….
O partido exige a eliminação do domínio dos banqueiros judeus sobre o comércio e os negócios, e exige a criação de bancos nacionais do povo, com uma administração democrática.
Este programa, escreveu Kuehnelt-Leddihn, “exalava todo o espírito da igualdade esquerdista: era democrático, era contra os Habsburgos (exigia a destruição da monarquia em prol de um programa pan-germânico), e era contra todas as minorias impopulares, atitude essa que é o magnetismo de todas as
ideologias esquerdistas”.
(Sobre o programa econômico dos nazistas, ainda mais abertamente de esquerda, veja
este artigo.)
A obsessão esquerdista com “igualdade” significa que o estado deve se intrometer em todas as áreas da economia e da vida em sociedade, deve regular o emprego, as finanças, a educação e até mesmo abolir a liberdade de associação em clubes privados — ou seja, o estado deve se fazer presente em praticamente todos os buracos e fendas da sociedade civil. Em nome da diversidade, cada instituição deve ser forçada a ser igual a todas as outras.
A esquerda jamais irá se considerar satisfeita porque seu lema é o da permanente revolução a serviço de objetivos inalcançáveis, como a “igualdade”. Só que, no mundo real, as pessoas são intrinsecamente distintas uma das outras. Algumas pessoas são naturalmente mais inteligentes que outras. Algumas têm mais destrezas do que outras. Algumas têm mais aptidões físicas do que outras. Pessoas de diferentes capacidades, intelectos e dotes auferirão rendas distintas.
Isso, consequentemente, significa que o estado, guiado pela esquerda, terá de estar continuamente intervindo na sociedade civil. No entanto, a igualdade imposta desaparecerá no exato momento em que pessoas voltarem a trocar dinheiro pelos bens que desejam. Ato contínuo, o estado terá de intervir novamente para igualar tudo. E assim será o tempo todo, para todo o sempre.
Adicionalmente, cada nova geração de progressistas destrói e ridiculariza tudo aquilo que a geração anterior ainda aceitava como algo natural. Com isso, a revolução vai só se aprofundando.
O esquerdismo, em suma, é a receita para uma permanente revolução, e de um tipo distintivamente anti-libertário. E não só anti-libertário. É também anti-humano.
E, ainda assim, todo o ódio ainda é direcionado para a direita.
Só para esclarecer, libertários não se sentem em casa nem na esquerda e nem na direita. Porém, a ideia de que ambos os lados são igualmente terríveis, ou representam ameaças idênticas à liberdade, é uma insensatez imprudente e destrutiva.
Ótimo texto, especialmente a conclusão.
Existem muitos defeitos na direita neocon, mas simplesmente não dá para comparar com o nível de destruição e miséria provocada pela esquerda.
É querer comprar Pinochet com Stalin. Ambos são ditadores, ambos mataram inocentes, mas qualquer critério de razoabilidade irá mostrar que era IMENSAMENTE mais saudável e sensato viver sob o regime de Pinochet do que de Stalin.
Na plataforma do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães encontramos os seguintes itens…
————————————–
Eu juro para vocês, isso nunca me foi ensinado na escola.
Excelente texto. Deve ser compartilhado e importante para o debate nas redes sociais. Afinal, temos que “ocupar espaços” no melhor sentido gramsciano do termo!
Nem o pensamento de direita ou de esquerda têm a solução completa para uma vida próspera e feliz em sociedade. O embate dialético das idéias tem o poder de achar a solução que melhor se adequar a cada momento histórico.
É preciso ter em mente que quem não tem responsabilidade não pode decidir.
Fiquei o texto inteiro aguardando a relação entre os jogos eletrônicos e a esquerda.
Já que o texto não tocou no assunto, vamos ser sinceros, jogos têm sido uma má influência para as crianças.
Civilization, SimCity e The Sims, por exemplo, são jogos que incentivam nossos jovens a controlar a vida das pessoas, cidades e até de países inteiros.
Deveriam ser proibidos.
“
O partido exige a unificação de todas as regiões da Europa habitadas por alemães, transformando-as em um Reich alemão democrático e com consciência social….
O partido exige plebiscitos para todos as principais leis do Reich, dos estados e das províncias….
“
Puxa, IGUALZINHO ao que os apoiadores da união européia querem fazer.
É só trocar alemães por europeus.
E outra diferença é que os Europeus não usam violência DIRETA, usam política, ou seja, violência indireta.
“Só para esclarecer, libertários não se sentem em casa nem na esquerda e nem na direita. Porém, a ideia de que ambos os lados são igualmente terríveis, ou representam ameaças idênticas à liberdade, é uma insensatez imprudente e destrutiva.”
É como igualar um ladrão com um serial killer.
Em verdade, esse artigo é o que falta para os socialistas e esquerdistas de embalo, que, em sua essência, tencionam um arranjo social melhor, porém o fazem por vias absurdas e utópicas. Você pode ser neoconservadores e socialistas impõem valores, libertários expões valores.
Só discordo da conclusão que diz que tanto a direita quanto a esquerda são terríveis. Concordo que nenhum é o ideal, mas prefiro 1000x um governo conservador a um governo socialista.
Aos interessados que não querem que essas e outras ameaças aconteçam, me mandem um e-mail que iremos conversar sobre isso. Algumas pessoas já me mandaram e-mails interessadas e estamos dando o ponta-pé inicial no empreendimento.
Caso alguém se interesse pelo negócio aos poucos estamos criando outros meios de contato.
Entrem em contato:
[email protected]
É isso aí. Adorei o texto.
Nós somos os bons e eles (esquerda) são os maus.
Nós somos o certo e eles (esquerda) estão errados.
Viva os libertários !!!
( ?° ?? ?°)
O problema é o que os esquerdistas dominaram a arte da propaganda. Existem aqueles que realmente acreditam que a humanidade vai/deve “evoluir” para o socialismo.
Todas as réplicas socialistas são falaciosas ou mentiras deslavadas mesmo.
Nesta postagem foi misturado maçãs com bananas.
A revolução Francesa não era de esquerda, era libertária e formada pela burguesia ascendente, que tinha NADA de esquerdista. Aliás este conceito nem existia, era uma simples referência ao posicionamento dos assentos no parlamento francês.
Alem disso esta revolução significou muito mais do que uma simples perseguição a religiosos e ridículos monarcas.
É graças a ela que outras inquisições não se repetiram.
ótimo texto.
Redigi um artigo que vai no mesmo sentido, destacando a contínua necessidade da Esquerda em promover “revoluções por minuto”:
https://bordinburke.wordpress.com/2016/05/15/o-que-a-esquerda-he-man-e-dancar-na-rua-tem-em-comum/
O grande problema sempre foi a desigualdade perante as leis.
Os privilégios de reis, rainhas e imperadores, foram os primeiros a serem combatidos.
Depois vieram os combates aos privilégios de presidentes,ministros, juízes, governadores, prefeitos, deputados, vereadores, etc.
Nas últimas décadas, começaram os combates aos privilégios da população, de grupos, classes, etc.
As pessoas não entendem que todos são iguais perante as leis. Nenhum grupo merece receber privilégios. Todos devem pagar a mesma alícota de impostos, tudo que é comercializado deve ter a mesma alícota, ninguém deve receber passagens e meia entrada, privilégios de bolsas, etc.
Quando as pessoas entenderem que os conflitos são gerados por privilégios a grupos especícifos, as coisas podem melhorar. Por exemplo, se o governo fornece educação, que comece de baixo e que seja igual para todos, sem privilégios de faculdade, mestrados e doutorados. Na saúde, enquanto a saúde básica não for boa, ninguém deve ser operado. Não deve haver privilégios em nenhuma área.
O principal é que a liberdade das pessoas são iguais. Ninguém pode ter menos liberdade do que outros.
Chega de privilégios, de áreas vip de governos, de grupos de bolsistas, grupos de atendidos, grupos de isentos de impostos, grupos de subsidiados, etc.
As pessoas são iguais perante as leis. Quando todas as pessoas tiverem sob as mesmas regras, a disputa será mais limpa, com mais ética, com fair play, etc. Esse jogo de privilégios está muito sujo.
Essa notícia mostra que o Brasil não tem mesmo solução:
veja.abril.com.br/noticia/brasil/taxistas-apelam-a-moro-contra-o-uber
Daqui uns 500 anos voltamos a falar sobre o Brasil. Esse país não existe.
Pessoal do site,
Algum material/artigo que vocês possam indicar falando sobre o caso do Ross Ulbricht (Dead Pirate Roberts), a Deep Web (e os ataques que ela sofre por manter a privacidade e a liberdade dos usuários) e o site Silk Road?
Acho que dá pra fazer uma boa análise com viés liberal/libertário sobre o caso…
Abs
Só uma pequena nota: acreditar que a Inquisição era uma instituição perversa e afins também é errado. Ela foi bem menos “impiedosa” do que lhe atribuem e sim benéfica (há vários relatos de como ela acabou com linchamentos públicos e serviu como avanço para o sistema jurídico). Sem contar que ela era apenas para católicos (detalhe que ninguém lembra).
Eu discordo de um ponto do texto que é essa análise purista, ou seja, o autor espera plena coerência do objeto em análise:
“É por isso que aqueles conservadores que acusam a esquerda de relativismo moral estão errados: longe de ser relativista, a esquerda é absolutista em sua exigência para que todos se conformem aos seus códigos morais peculiares.”
A verdade é que esquerdistas – assim como um fenômeno espontâneo da trapaça em debates que vejo com muita frequência quando converso com leigos em política – são relativistas quando nós expressamos valores absolutos, mas não quando é a vez deles. Isso é uma estratégia de desarmar o argumento, já não bastasse a pedagogia do oprimido que é feita para destruir a inteligência.
i2.wp.com/onanico.net/wp-content/uploads/2016/05/pedagogia-reduz.jpg?w=1200
Uma vez preparado o terreno ele pode impor suas verdades absolutas. Como pode alguém que defende diversidade e moral relativa estar tão certo e querer impor sua própria moral através do Estado?
Resposta simples: incoerência, hipocrisia ou falta de inteligência.
Ora, o relativismo refuta a si mesmo. O próprio ato de argumentar a favor do relavismo é contraditório, pois o argumento é um mecanismo que busca uma verdade.
Esquerdistas querem relativismo para você, mas não para eles, sobretudo quando começam a perder o debate. Alguns querem hospitais públicos para os pobres, mas não para eles. A ONU quer socialismo para países de terceiro mundo, mas não para eles.
Grandes capitalistas como George Soros financiam ONGs progressistas, é possível entender o motivo?
Eles querem destruir a família, mas não a deles.
Quem realmente foi muito errado e petulante foi Lew Rockwell neste parágrafo, uma pena, pois gosto bastante dele.
No restante o artigo está ótimo.
Para quem realmente suporta diversas opiniões eis um debate com Olavo de Carvalho onde ele diz a mesma coisa. Não precisa assistir tudo, basta ir para 4:20:
https://www.youtube.com/watch?v=vdGH6Uh1UbY
Aproveito e coloco este artigo muito interessante de Rothbard:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1496
A direita é potencialmente autoritária, a esquerda é intrinsecamente totalitária.
Precisamos sempre comparar o discurso esquerdista com o comportamento esquerdista:
Falam de respeito à diversidade e proteção das “minorias”, mas atreva-se um membro de qualquer minoria a discordar do discurso socialista para ver o que acontece.
Pregam o relativismo moral para induzir as pessoas a abandonar crenças e valores tradicionais, mas assim que as pessoas o fazem eles logo impõem seus dogmas.
* * *
Quero ver agora uma explicação sobre esse efeito benéfico na economia californiana mesmo com aumento de impostos que vocêes tanto reclamam.
http://www.bbc.com/portuguese/internacional-36731177?ocid=socialflow_facebook%3FSThisFB
Não entendi a ultima frase do texto. Porque os libertários não se sentiriam em casa na direita? Ora, ser de direita é JUSTAMENTE ser libertário. Qualquer característica autoritária é uma contaminação de ideias da esquerda.
Grande Rockwell.
Qual a opiniao do mises acerca da total transparencia, por exemplo, quanto a circulacao do dinheiro? Quem nao deve, nao teme, certo?
Dando uma adaptada:
O Partido Socialismo e Liberdade não é um partido trabalhista no sentido clássico do termo: ele representa os interesses de todo o trabalho honestamente criativo. Trata-se de um partido que ama a liberdade e é estritamente nacionalista e que, portanto, luta contra todas as tendências reacionárias, contra os privilégios capitalistas, eclesiásticos e aristocráticos, e contra todo o imperialismo americano, mas acima de tudo contra a opressora influência da mentalidade comercial do patriarcado capitalista sobre todos os domínios da vida pública….
O partido exige a eliminação do domínio dos banqueiros sobre o comércio e os negócios, e exige a criação de bancos nacionais do povo, com uma administração democrática.
Não concordo (ou não entendi) a parte da Direita defender “valores tradicionais”. Fodam-se os valores tradicionais ou não tradicionais. Cada um que seja livre para decidir qual valor quer seguir. Se para uma pessoa algo tradicional é bom, parabéns pra ela. Mas se para outra o não tradicional é melhor, bom pra ela também. O que importa é a liberdade de cada um, contanto que não agrida a liberdade do outro. Se a Direita é contra o uso de maconha, e a esquerda apoia, o fato de eu defender a liberdade individual da pessoa, e que ela tem o direito de ser burra e estragar seu próprio corpo, isso não me faz de esquerda. O pensamento vai muito além de esquerda x direita. Acho que libertarianismo é muito maior que esquerda e direita.
A galera curte uma igreja pelo jeito hahaha.
Detesto tanto quanto estado.
A direita é tão péssima quanta a esquerda.
“Só para esclarecer, libertários não se sentem em casa nem na esquerda e nem na direita. Porém, a ideia de que ambos os lados são igualmente terríveis, ou representam ameaças idênticas à liberdade, é uma insensatez imprudente e destrutiva.”
Certamente a esquerda é muito pior que a direita e representa uma ameaça maior à liberdade, mas acreditar que a direita não ameaça a liberdade (só por ser uma ameaça menor) isso sim é uma insensatez imprudente e destrutiva. Pergunte aos grandes defensores da direita conservadora o que eles acham do libertarianismo, e do anarcocapitalismo. As Olavetes não me deixam mentir.
Mais um excelente artigo do Sr. Rockwell.
A questão é mais simples do que parece. Toda essa briga entre esquerda e direita deve desaparecer, quando o poder de compra das pessoas for satisfatório.
A grande maioria das pessoas só quer consumir, comprar e ter propriedades. Muitas pessoas trabalham e não obtém resultados satisfatórios para atender as suas necessidades. O poder de compra é a solução para a grande maioria dos problemas sociais.
Enquanto as pessoas não perceberem que o livre mercado é essencial, elas mesmas serão punidas com o protecionismo, expropriação e confisco.
O próprio governo usa a pobreza para justificar seus desmandos, enquanto nada faz para aumentar o poder de compra, aumentar a concorrência, aumentar o poder da moeda, aumentar o livre mercado, reduzir burocracia, etc.
Enquanto as pessoas não puderem comprar com seu próprio dinheiro, a tendência é ter mais problemas sociais. Ninguém vai reclamar de saúde, educação e segurança, se essas coisas são acessíveis, porque o poder de compra permite isso.
Isto é esquerda
g1.globo.com/mundo/noticia/venezuela-prende-fabricantes-de-brownie-e-croissant-em-guerra-do-pao.ghtml
e isto é direita
noticias.r7.com/internacional/brexit-reino-unido-fora-da-uniao-europeia
Bem diferentes.
Esquerda é superpoderes ao Estado, socialismo, falta de valores morais, bandidos são vitimas da sociedade.
Direita é estado pequeno, direito de se defender, liberdade econômica, proteção dos valores que constituíram a sociedade.
Comentário a parte: para fazer jus a imagem do post que foi publicada sem referência: Design by Sean Mort https://www.threadless.com/product/1779/The_Gaming_Revolution/tab,guys
Você quer resumir o que é a esquerda?
Basta olhar para a China, onde o mercado recebeu uma boa dose de capitalismo (não é pleno é claro), mas o partido comunista não admite qualquer liberdade de expressão, de pesquisas históricas de eventos como o Massacre da Praça da Paz Celestial, ou ainda qualquer manifestação de rua (imaginem queimar pneus).
A China bloqueia Google, Youtube, Instagram, Snapchat, Facebook, Live Streaming, Twiter, etc. Tudo passa por um firewall ou pela Xinhua (agência do governo), antes de ser disponibilizado como informação. Controlar a informação é premissa máxima do estado comunista.
O texto é excelente, como todos do instituto. Pus minha filha pra ler todos que julgava interessantes ano passado, ulitmo ano dela no ensino médio e debatíamos entre nós pra ela poder ter subsídios para pentelhar o jumento que atendia pela alcunha de professor de história…segundo ela era divertido demais ver o elemento vermelho igual um peru sem poder dar a réplica…a menina virou uma libertária nata e fica pegando no meu pé porque me reconheço como um liberal clássico…rs, mas o importante é que ela está livre da praga do esquerdismo na juventude.
Lew Rockwell sempre manda bem.
De acordo com as últimas pesquisas eleitorais, vamos ter um presidente de esquerda…
Bolsonaro ganha primeiro turno e perde o segundo…
o que esperar de 2019? O que faço para me proteger!?
Perfeito o texto! É exatamente o que penso. Direitas são autoritários também quando acham conveniente, e no Brasil os direitas ainda relutam em abondonar a social-democracia, mas a esquerda consegue ser muito pior, muito mais autoritária, dissimulada e corrupta.
E qual o problema em apoiar as pessoas transgêneras? hein???
E o Brasil pessoal? Quero o palpite de vocês para no futuro checar se vão acertar.
Esquerda volta?
Bolsonaro vai fracassar?
O liberal se tornará mil vezes mais liberal, somente quando conhecer a verdadeira face da Nova Ordem Mundial.
O projeto de poder da esquerda pretende aniquilar com a ordem atual, fruto da filosofia Greco/romana e herança dos princípios espirituais Judaico/cristãos.
Por isso eles querem implantar um caos a fim de legitimar a criação de uma Nova Ordem.
Não por acaso, o lema da Maçonaria é: “A ordem através do caos”.
A liberdade pode ser resumida no direito de escolha.
O homem reage de acordo com as informações que recebe e escolhe de acordo com as convicções advindas dessas informações.
Sabendo disso, a esquerda canalha mundial trabalha com a mentira, a desinformação e a deturpação de toda a história.
Controlando a informação, controla-se a reação das pessoas.
Deus nos deu uma individualidade e uma inteligência, a esquerda política tenta neutralizar a inteligência para anular a individualidade.
O perigo não é o Lula voltar, sua imagem está bem desgastada.
Se bem que Lula é como a Fênix, tem o poder de renascer das cinzas… (mas acho que ele já era)
O perigo do Brasil atual é o Cirão da Massa, este tem muita chance de ganhar em 2022, ou de assustar bastante…
Boa tarde pessoal,
Esse mês pretendo comprar dois ou talvez três livros e tenho alguns títulos em que estou de olho:
– A riqueza das nações, de Adam Smith;
– O livro negro do comunismo, de Stéphane Courtois;
– Pai rico, pai pobre, de Robert Kiyosaki;
– Desestatização do dinheiro, de Hayek;
– O Livre Mercado e Seus Inimigos, do Mises;
– O manifesto libertário, de Rothbard;
Qual desses (ou de outros nessa linha) vocês me recomendariam comprar primeiro?
Obrigado!
Essa análise é exagerada demais e não faz muito sentido no contexto histórico brasileiro, onde quase sempre a direita arrebentou o país. Tirando o gov Dilma e talvez o JK (não sei que diabo era isso na época), quase todas as piores crises foram causadas pela direita ou cento-direita tupiniquim.
Direitista é socialista light ou as vezes não tão light assim.
Não entendi essa afirmação que o nazismo é um “totalitarismo de direita”. Pelo que eu vi, não havia propriedade privada, o Estado era proprietário de tudo, até de empresas… Nem sei o que dizer. Gostaria que alguém explicasse essa colocação melhor, qual o sentido disso, porque contradiz até com outros posts feitos pelo próprio Mises Brasil.
Esse artigo é de 2016, mas continua atual e serve como uma visão interessante na análise da organização social e política. Evidência o expectro liberal como um polo distinto da Direita e Esquerda. Nesse sentido, o Nazismo se figura como uma junção dos extremos da Direita e Esquerda, em oposição aos princípios de liberdade. medium.com/@marcusvfreitas/o-novo-as-muitas-e-a-farm%C3%A1cia-13f3c63d1e90#.e91rvyj2m
http://www.youtube.com/watch?v=_5GCRZF__K0 Eduardo Bolsonaro, que preside a comissão que delibera sobre a implantação da tecnologia 5G no Brasil alega ser “ignorante” na matéria. Se a porra de um policial federal alega ser ignorante neste tipo de matéria o que se dirá do resto do povo? O critério será “técnico” garante a Anatel e o GSI www1.folha.uol.com.br/…/agencia-do-setor-de… Segue o jogo baseado na neutralidade técnica tecnocrática. Em parte o exército e a Abin tem razão….na segunda guerra estávamos quase fechando com os Nazistas….até que a Aliança cobriu a oferta….estamos a venda. O problema é que só a China deu o lance até agora….os EUA não se incomoda nem mesmo em cortejar a noiva. Já sabemos onde isso irá parar….o Brasil simplesmente se aliará ao lado que tem mais chances de ser vencedor.
Para saber mais sobre a formação da democracia liberal, vide o livro 1776, sobre a revolução americana.
VOTAR PRA QUE ?
—–
"O voto é um cheque assinado em branco que o eleitor idiota entrega a um indivíduo sem escrúpulos, permitindo que ele possa roubá-lo 'legalmente'”.
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Ser GOVERNADO significa ser observado, inspecionado, espionado, dirigido, legislado, regulamentado, cercado, doutrinado, admoestado, controlado, avaliado, censurado, comandado; e por criaturas que para isso não têm o direito, nem a sabedoria, nem a virtude para fazê-lo.
Ser GOVERNADO significa que todo movimento, operação ou transação que realizamos é anotada, registrada, catalogado em censos, taxada, selada, avaliada monetariamente, patenteada, licenciada, autorizada, recomendada ou desaconselhada, frustrada, reformada, endireitada, corrigida.
Submeter-se ao governo significa consentir em ser tributado, adestrado, redimido, explorado, monopolizado, extorquido, pressionado, mistificado, roubado; tudo isso em nome da utilidade pública e do bem comum. Então, ao primeiro sinal de resistência, à primeira palavra de protesto, somos reprimidos, multados, desprezados, humilhados, perseguidos, empurrados, espancados, garroteados, aprisionados, fuzilados, metralhados, julgados, sentenciados, deportados, sacrificados, vendidos, traídos e, para completar, ridicularizados, escarnecidos, ultrajados e desonrados.
Isso é o governo, essa é a sua justiça e sua moralidade!
(P.-J. PROUDHON, IDÉE GÉNÉRALE DE LA RÉVOLUTION AU XIXE SIÈCLE)
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“As elites políticas têm três maneiras básicas de manter a população submissa e dócil aos seus mandos e desmandos: subornar, ameaçar e mentir. Absolutamente qualquer coisa que o governo faz é uma variante dessas três ações básicas. O governo está sempre, ou ameaçando alguém, ou comprando o apoio de alguém por meio da distribuição de benesses, ou mentindo”.
(Robert Higgs)
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O estado, pela sua própria natureza, tem que violar as leis morais usualmente aceitas, que a maioria das pessoas respeita. Praticamente todas as pessoas estão de acordo quanto à injustiça e a criminalidade do assassinato e do roubo. Os costumes, as regras e as leis de todas as sociedades condenam estas ações. O que precisa ser feito é esclarecer as pessoas sobre a verdadeira natureza do estado, para que elas possam enxergar que o estado sempre viola as proibições de roubos e assassinatos amplamente aceitas e que o estado é necessariamente um violador das leis criminais e da moral comumente aceita.
(Murray N. Rothbard)
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"Várias pessoas continuam utilizando a retórica da liberdade. Políticos e legisladores aplaudem o termo e juram fidelidade à ideia. Porém, quantos hoje de fato acreditam que a sociedade pode se gerenciar a si própria, sem um planejamento central, com seus éditos e regulações? Muito poucos. Em vez da liberdade, as pessoas acreditam em burocracia, bancos centrais, sanções, guerras, regulamentações, ditames, limitações, ordens, contenção de crise, “medidas macroprudenciais” e, principalmente, no financiamento de tudo isso por meio de impostos, endividamento e criação de dinheiro".
(Lew Rockwell)
http://www.youtube.com/watch?v=JfsPX7l2UnA
Viram essa entrevista do Paulo Guedes?
Opiniões?
O que ninguém para pra entender é que ambos os blocos ideológicos se tornam bons próximos do “equilíbrio ético”, assim como da mesma forma em que estando em seus extremos, eles se tornam ruins. É como se ingerir algo muito doce ou muito salgado, pois os dois vão fazer mal por dentro com a mesma intensidade.
Não há dúvida de que o tradicionalismo, se ignorado e não bem conduzido, congela a razão e impede a aceitação da mudança. Todavia, se o radicalismo não é contido no limite das margens, projetará um erro atrás do outro sem nem ao menos desenvolver (e utilizar) a experiência.
A política de esquerda cresce sem ser controlada por mentes realistas e de pé no chão, por isso falha no que considera ser seu “propósito”. Da mesma forma, a política de direita foi deteriorada por representantes dementes que são ausentes de empatia que não percebem que criam inimigos internos que jamais foram alheios aos equívocos cometidos por tiranos e dirigentes indiferentes.
O radicalismo progressista é o fruto da inércia e indiferença do tradicionalismo conservador, que não pôde prever a insatisfação futura quanto as adversidades que surgem. A verdade é, que nenhum sinal de problema deve ser deixado de lado desde cedo, especialmente se for para não permitir a justificativa e o falso drama de agitadores desinformados.
Excelente artigo. E atemporal.
Todas as forças do país devem-se unir para impedir a chegada novamente do PT à presidência!