O ser humano tem o direito à vida. Isso significa que ele tem o direito de não
ter sua integridade física ameaçada ou violada.
Assumindo que a maldade existe, negar ao indivíduo a
posse de meios de defender a própria vida é violar o direito a ela.
O jurista britânico William Blackstone
afirmou que “o principal objetivo da sociedade é proteger os indivíduos no
usufruto de seus direitos absolutos, que lhes foram investidos pelas leis imutáveis
da natureza.”
Assim sendo, as legislações de controle de armas
impostas pelo governo violam o direito natural das pessoas e pervertem a
natureza das instituições humanas que, num arranjo natural, teriam na preservação
do direito sua principal razão de ser.
Embora o argumento ético seja suficiente para
encerrar o caso, há ainda o fato de que o armamento da população a torna mais
segura.
Os 8 estados americanos com mais restrições à posse
de armas possuem um índice de homicídio com armas de fogo per capita 60% maior do
que os 8 estados americanos menos restritivos (ver aqui
e aqui).
Os 9 países europeus com menos armas de fogo por habitante
apresentam uma taxa de homicídios per capita três vezes maior que os 9 países
europeus com mais armas de fogo por habitante (ver aqui,
paginas 688 e 689).
Poder-se-ia argumentar que o armamento civil é uma
variável irrelevante diante de diferenças históricas, políticas e culturais.
Mas a recorrente e abrupta elevação da criminalidade resultante da promulgação de
legislações de controle de armas prova o contrário.
Os gráficos abaixo (fonte aqui)
mostram a série histórica de assassinatos por 100 mil habitantes da Irlanda e
da Jamaica, respectivamente. A linha vertical indica o ano em que armas de fogo
foram efetivamente abolidas para civis.
Basta que haja imposição de dificuldades para a obtenção
de armas para que este efeito seja observado, ainda que não haja um completo
banimento. Os nove anos seguintes à introdução do Estatuto do Desarmamento no
Brasil, em 2003, apresentam uma taxa de homicídios 1,36% maior que os nove anos
anteriores. A porcentagem de homicídios praticados com armas de fogo aumentou
de 66,23% para 70,83%. (Fonte aqui).
A teoria econômica explica esses dados. Se o governo
impede o comércio e a posse de armas de fogo, as pessoas de bem têm seu acesso
ao armamento dificultado. Colocado na clandestinidade, o setor se torna hostil à
concorrência e é dominado por ofertantes e compradores agressivos e
inescrupulosos.
Em outras palavras, os bandidos monopolizam as
armas. A maior probabilidade de que suas vítimas estejam desarmadas diminui o
risco inerente à prática de ações criminosas.
De fato, uma pesquisa
do Departamento de Justiça dos EUA com criminosos indicou que 74% concordam
que ladrões evitam entrar em residências ocupadas por medo de serem alvejados. E
57% deles concordam que bandidos têm mais medo de enfrentar uma vítima armada do
que de enfrentar a polícia.
As mulheres são as maiores vítimas do desarmamento.
As tentativas de estupro são consumadas 32% das vezes, mas o índice cai para 3%
quando a vítima está armada. A proteção adicional que uma arma de fogo
oferece para uma mulher é enorme, impondo maiores custos às ações criminosas
contra mulheres em geral.
Com efeito, dados criminalísticos indicam que uma
mulher armada adicional aumenta a segurança da população feminina a uma taxa
maior do que um homem a mais armado aumenta a segurança da população masculina
(página
66)
No Reino Unido, um dos países com maiores restrições
ao armamento civil, a taxa de estupros per capita é 125%
maior que nos EUA, país com maior número de armas por habitante do mundo.
As mulheres americanas utilizam armas de fogo 200
mil vezes por ano para se defenderem de crimes sexuais.
Esta vocação defensiva das armas de fogo deve ser
ressaltada. Anualmente, nos EUA, 2,5 milhões de inocentes fazem uso das armas
de fogo para se protegerem de ataques (fonte aqui,
página 184), ao passo que o recorde anual de crimes com armas de fogo foi de
847.952 (fonte
aqui, página 169)
Dentre todos os casos de emprego defensivo das armas
de fogo, em apenas 1 milésimo das vezes utiliza-se força letal (fonte aqui,
página 181). Isso destrói o argumento de que pequenas querelas interpessoais
resultariam em um tiroteio — afinal, nem mesmo a legítima defesa armada contra
criminosos costuma envolver disparos. Como disse o escritor Robert Heilein,
“uma sociedade armada é uma sociedade educada”. E se não for, se torna.
De fato, nos EUA, há 80 vezes mais emprego civil de
armas de fogo para prevenir crimes do que mortes por armas de fogo, incluindo
acidentes e suicídios. Estes, aliás, respondem por 61%
destes óbitos. E se um suicida estiver determinado a morrer, não vai ser o
controle de armas que o impedirá.
Acidentes com armamento, aliás, são muito raros. O
lobby desarmamentista fica feliz quando eles acontecem, fazendo grande alarde,
mas dentre todos os acidentes fatais nos EUA, apenas 0,43% são causados por
armas de fogo, embora haja 0,9 dessas ferramentas por habitante. Ainda que
consideremos apenas as vítimas fatais menores de 14 anos, menos treinadas e
mais propensas a brincar indevidamente com armas de fogo, o índice permanece
baixo: 0,6% (fonte aqui).
Ressalte-se que esses acidentes são causados
principalmente por negligência dos pais em relação à segurança do armamento e
pela ausência de familiarização da criança com tamanho poder de fogo. Por
mitigar esses dois fatores, uma cultura mais armamentista reduz drasticamente a
taxa de acidentes. Nela, os filhos aprendem desde cedo a respeitar esses
poderosos instrumentos e os pais acatam e impõe normas tácitas e formais de
segurança, incentivando o senso de responsabilidade moral das crianças.
Talvez isso explique por que o Brasil tem quase
o dobro de acidentes com armas de fogo per capita do que a Suíça, embora
tenha 5,7
vezes menos armas por habitante. Instrução de tiro infantil é uma tradição suíça.
Ainda assim, entre 2003 e 2012, as armas de fogo nas
mãos da população brasileira (estimadas entre 10 e 16 milhões) causaram apenas
0,7% das mortes acidentais de menores de 12 anos no país. Embora cada uma
dessas 353 mortes seja uma tragédia irreparável (páginas
92 e 93), uma arma tem 18 vezes menos chances de matar uma criança
acidentalmente, no Brasil, do que uma piscina (fonte; o presente artigo utiliza a
estimativa de 2 milhões de piscinas no Brasil, disponível em diversos sites de
empresas do setor).
Mais do que com acidentes, a mídia progressista fica
radiante quando ocorrem assassinatos em massa praticados com armas de fogo (mass shootings). Políticos não perdem a
oportunidade de defender ainda mais o controle de armas após estes trágicos
eventos. A população, comovida e em choque, se agarra a tais discursos demagógicos
sem possuir a fundamentação econômica e estatística para perceber tamanhas falácias.
Assassinos em massa têm como objetivo matar pessoas.
Isto pode ser feito com armas brancas, armas de fogo caseiras, armas de fogo
contrabandeadas, veneno no suprimento de água, sabotagem contra estruturas
prediais, veículos pesados, gases tóxicos nos dutos de ar, seringas
contaminadas, ou atentados com explosivos improvisados, algo muito mais comum
no mundo que os mass shootings.
O desarmamento apenas impedirá que os inocentes
obtenham meios de defesa contra esses facínoras.
A sociedade moderna protege quartéis, corporações,
tribunais, prédios do governo e políticos com armamento pesado. Mas desampara
as crianças com uma placa na porta da escola com os dizeres “proibido o porte
de armas”. Não há registro de assassinos que tenham respeitado tais avisos.
Entre 1977 e 1995, nos EUA, houve 16 mass
shootings em escolas. Apenas um deles aconteceu em um estado que permitia a
posse civil de armas de fogo. Neste episódio, 3 pessoas foram atingidas, uma
fatalmente. Nos outros 15 eventos, dentre mortos e feridos, 118 pessoas foram
alvejadas, o que resulta em uma média de quase 8 baixas por ataque (fonte, página
5).
Em relação a períodos anteriores, estados que
passaram a permitir o armamento civil obtiveram uma redução de 69% no índice de
vítimas fatais de mass shootings per capita. (fonte, página
100).
Civis armados são mais eficientes do que a polícia
em impedir essas tragédias. Mass shootings interrompidos pela polícia
possuem uma média de 14,29 vítimas fatais. Mas quando um civil armado detém o
crime, esta média cai para apenas 2,33. (Fonte).
A superioridade do armamento civil em relação aos
serviços estatais de policiamento é simples de ser explicada. Civis possuem
mais interesse do que a polícia na segurança própria, de seus entes queridos e
de suas comunidades. Além disso, a vítima está, por definição, presente no
local do crime, e poderá atuar imediatamente. Os policiais agirão apenas após
algum tempo, se agirem.
Com
efeito, civis armados em legítima defesa conseguem
capturar, matar, ferir ou afugentar criminosos em 75% dos confrontos. A taxa de
sucesso da polícia é de 61%. Em 1981, na Califórnia, cidadãos armados mataram 126 bandidos em ação, contra 68 mortos pela polícia.
Pode-se concluir que boa parte da eficiência do
armamento civil resulta da divisão de trabalho entre a população geral e
agentes profissionais de segurança.
Se o governo visasse a segurança do povo,
facilitaria ao máximo o armamento civil, inclusive isentando armas de impostos.
Mas o objetivo estatal não é a nossa segurança e sim nosso controle. Controle
de armas não diz respeito a armas, mas sim a pessoas. As armas continuam
existindo nas mãos dos criminosos convencionais e do estado.
Esta assimetria de poder é extremamente desvantajosa
para o homem comum, mas o governo tenta convencê-lo de que ela é necessária
para sua segurança.
Quando defendo o armamento civil, incluo armas de
calibre militar automáticas e com carregadores de alta capacidade. Fuzis e
metralhadoras não podem ser exclusividades do crime organizado. Elas podem ser
a única chance de manutenção da ordem e de sobrevivência de pessoas boas e
honestas durante situações de crise, como os Distúrbios de Los
Angeles, em 1992.
Saques, incêndios, tumultos e confrontos
aterrorizaram a cidade por 6 dias. Diante da ameaça, comerciantes coreanos em
Koreatown armaram-se com
escopetas e fuzis para defender seus negócios contra as turbas ensandecidas.
Enquanto bairros vizinhos ardiam em chamas, Koreatown
manteve-se a salvo.
Foi com armamento pesado que civis combateram e
venceram tropas regulares militarmente superiores em diversos momentos da História,
como nas Batalhas de Lexington e Concord, que iniciaram a Guerra Revolucionária
Americana, e nos levantes da resistência
judaica contra os nazistas.
Justamente a mais importante e estratégica função do
armamento civil é manter o governo com medo do povo. Uma população armada é a última
barreira física que separa uma sociedade do totalitarismo. O processo de expansão
do leviatã estatal inclui propaganda e doutrinação ideológica para moldar o
comportamento de massas, mas somente a consolidação de uma assimetria
armamentista permite que os governos centrais vençam a resistência do indivíduo
e nulifiquem autonomias localistas.
O historiador Carroll Quingley nos mostra como a
dispersão do poder militar manteve a estrutura política do medievo ocidental
relativamente descentralizada entre o Século VIII e meados do Século XI. A
crescente disparidade de forças teria levado à formação
de uma hierarquia política baseada em poderio bélico. A manutenção do senhorialismo feudal, um
sistema coletivista em que os camponeses eram espoliados pelos nobres, era
garantida por um constante esforço de controle de armas que visava a impedir o acesso dos
camponeses a armas como arcos e bestas.
No Japão feudal, civis eram autorizados a carregar
espadas para autodefesa. Mas, nos anos finais do Período Sengoku (1467-1603),
fase marcada por guerras e levantes, os daimyos (senhores feudais) vitoriosos
acumularam um poder político colossal. Para garantir suas posições, esses líderes
ordenaram que suas tropas confiscassem as armas dos civis nas chamadas Caça às Espadas.
O controle de armas como ferramenta de poder também
pode ser observado no Brasil. As Ordenações Filipinas, promulgadas no Século
XVII por Filipe II da Espanha durante a União Ibérica, regulava os tipos de
armas que cada classe de pessoas poderia portar. O objetivo era impedir
emancipação colonial. A fabricação de armas no Brasil colônia era punida
com a morte.
Com efeito, a independência em 1822 foi facilitada
pela ação de milícias autônomas compostas por cidadãos armados.
No Brasil Império, o regente Diogo Antônio Feijó,
que assumiu o cargo em 1835 e que temia o poder da população, buscou a dissolução
dessas milícias e efetivou a Guarda Nacional. Seu objetivo era o fortalecimento
do poder central. O porte de armas era proibido para índios e negros (exceto
capitães-do-mato) (página
30-32), evidenciando que o propósito do desarmamento é a opressão do grupo
vitimado, e não sua segurança.
Durante o Governo Provisório, o ditador Getúlio
Vargas impôs restrições de calibres em reação à Revolução Constitucionalista de
1932, que por pouco não libertou os paulistas do jugo da União (página
37).
A História nos mostra quão temerários são os monopólios
do poder de fogo, principalmente aqueles controlados pelo estado, instituição
que assassinou diretamente
1 em cada 20 seres humanos falecidos no século XX.
(Refiro-me
ao conceito de democídio, termo cunhado pelo cientista político R.J.
Rummel, definido como o assassínio de uma pessoa pelo seu governo. Inclui
genocídios, politicídios e assassinatos em massa, mas exclui mortes em ações
contra alvos militares, execuções penais e surtos de fome resultantes de ingerência
socialista. O presente artigo utilizou a estimação do número de pessoas
falecidas no século XX feita pelo site Necrometrics, disponível em http://necrometrics.com/all20c.htm.)
O desarmamento da população sempre precedeu o genocídio.
O Império Otomano desarmou o povo armênio antes da
limpeza étnica de 1895-1897. Um atroz confisco de armas com minuciosas buscas
dentro dos lares precedeu
o Genocídio Armênio de 1915-1917.
O registro das armas é extremamente perigoso, pois
informa ao governo sua quantidade e localização. Os registros de armas
efetuados na República de Weimar em 1928 foram utilizados por Adolf Hitler para acelerar os
confiscos a partir de 1933. O führer afirmou que “o maior erro que poderia
ter feito seria permitir que raças submissas possuíssem armas”. O resultado foi
o Holocausto.
Os ditadores comunistas Nicolae Ceausescu, da Romênia,
e Fidel Castro, de Cuba, também confiscaram
armas previamente registradas por regimes anteriores.
Há muitos outros fãs notáveis do controle de armas,
como os ditadores Pol Pot, que matou 2 milhões de pessoas no Camboja, e Idi
Amin, que matou 300 mil cristãos em Uganda (fonte).
Mao Tsé-Tung baniu
completamente o armamento civil em 1957, implantando a partir daí o
Grande Salto Para a Frente (1958-1961), uma campanha de coletivização lançada
pelo Partido Comunista da China que envolveu torturas e execuções. Dezenas de
milhões de chineses foram vitimados, inclusive por surtos de fome.
Controle de armas significa monopólio das armas pelo
estado. Como o próprio Mao disse
em um discurso, “todo o poder político emana do cano de uma arma”,
acrescentando que seu princípio era o de que “o Partido Comunista comande a
arma, e a arma jamais poderá comandar o Partido”. Logo depois, afirmou
que as armas dos comunistas russos trouxeram o socialismo.
O caso soviético
é emblemático. Em abril de 1918, o governo bolchevique liderado por Lenin
ordenou o registro das armas civis. Em outubro, teve início o recolhimento. Em
1925, o ditador Joseph Stalin instituiu punições duras contra o porte de armas
não-autorizado, e chegou a proibir facas em 1935.
As consequências foram tenebrosas. Em 1929, teve início
o genocídio dos kulaks
(termo pejorativo soviético para se referir à uma classe de fazendeiros
proprietários de terra) na Ucrânia, causando surtos de fome. Em 1936, Stalin
conduziu o Grande Expurgo, um período de repressão sem precedentes, com execuções
sumárias e perseguição a camponeses e inimigos políticos.
Entre 1929 e 1953, 20 milhões de russos foram
exterminados.
Conclusão
Apesar de todas as evidências a favor do armamento
civil, os governos mentem para o público. Os governantes apregoam que armas
não propiciam segurança, mas não se deslocam sem seguranças fortemente armados. Celebridades progressistas fazem campanha para que famílias
comuns se desarmem, mas não aplicam o mesmo princípio aos seus onerosos seguranças
particulares.
A insistência do establishment em afirmar que o
desarmamento torna uma sociedade mais segura é uma clara aplicação de técnicas
goebbelianas de propaganda: repetir um conceito de forma superficial e vulgar
voltada para as massas. Estas não possuem capacidade de reflexão profunda, um
atributo exclusivo do indivíduo. Eventualmente, as mentiras assim difundidas são
tomadas como verdades inquestionáveis.
A prudência recomenda, assim, que a população não
acredite no que os governantes e seus propagandistas dizem. Prudente é se
armar. Defender a vida própria e de terceiros é um dever moral e um direito natural.
Como demonstrou São Tomás de Aquino, é natural dos seres humanos preservar sua
existência. Consequentemente, impedir o
acesso aos meios de defesa é um atentado à natureza humana.
A liberdade de se armar é intrínseca ao homem.
Governos não podem nos dar algo que já é nosso, mas podem retirar. Isto
significa que armas servem não apenas para defender vida e propriedade, mas
também para defender o direito de continuar possuindo esses efetivos
dispositivos de segurança.

Sensacional!!!!
De longe o melhor artigo sobre o desarmamento…
Parabéns Kogos.
Ontem o Brasil inteiro assistiu no Jornal Nacional a invasão das moradias populares (minha casa minha vida) pelos traficantes desalojados de seus redutos. Isso só é possível por que a populkação não tem como resistir. O raciocínio torpe por trás do desarmamento nos faria proibir a população de ter carros. Há mais mortes em acidentes no Brasil em um ano do que nos dez an os de guerra do Vietna
Texto perfeito, até salvei nos favoritos
Muito bom!
O melhor caminho para paz é pelo comercio e as armas.
Muito bom!
à exceção de armamento militar nas mãos de civis. não carece. uma pistola ou um revólver .38 são suficientes.
a eventual aprovação de uma lei que possibilite a posse e porte de armas de fogo pelo cidadão comum teria um efeito positivo revolucionário na sociedade brasileira. acho que uma mudança estrutural no país poderia se iniciar por essa via.
https://www.youtube.com/watch?v=9OOqFxEuYog
Muito do que foi escrito aqui parece que foi abordado neste vídeo..
O melhor vídeo sobre o desarmamento, com embasamento histórico e político-social
Raramente ou quase nunca os cidadãos são informados sobre isso.
Querem nos tirar o direito sagrado de proteger a nossa vida e de nossos familiares, jamais devemos concordar com o desarmamento, é uma clara armadilha e a população precisa saber disso.
www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=42385
Parabéns Paulo seu artigo é conciso,claro,muito bom mesmo.
Agora outra questão mais fora do artigo,quando e quais foram as suas maiores influências para a virada anarco-capitalista,mais uma vez os meus parabéns e obrigado pelo artigo.
ps.Há possibilidade de nos comunicarmos,tenho muitas questões para colocar sobre o anarco-capitalismo.Obrigado
é para aplaudir de pé!
o armamento civil é um dos pilares para uma nação civilizada!
Esse artigo foi muitooo bom! Mas vocês poderiam ter acrescentado também a questão de “raio de ação” que uma arma proporciona, mesmo pessoas desarmadas em uma sociedade livre para se armar, sofrem benefícios de pessoas ao seu redor por estarem portando armas. Pois mesmo um bandido sabendo que A não está armado, ele não sabe se as pessoas ao seu redor estão ou não armadas.
Tirando isso foi muito bem elaborado o artigo.
Todo cidadão deveria ao menos ter dentro de sua casa uma arma NÃO registrada.
Nunca se sabe o governo de amanhã.
Que grande artigo.
Um dos mais completos em termos de análise e quantidade de informações históricas.
As pessoas observam armas como objetos monstruosos pelo que o próprio governo faz com o uso das mesmas. Como qualquer outro tipo de objeto usado para defesa pessoal, seu porte é um direito do cidadão.
OBS: Paulo, no exemplo e fonte usados para a revolta dos judeus na passagem “Foi com armamento pesado que civis combateram e venceram tropas regulares militarmente superiores em diversos momentos da […] e nos levantes da resistência judaica contra os nazistas.” a página do wikipedia mostra o Levante do Gueto de Varsóvia, onde todos os judeus foram massacrados. Não houve resistência nesse caso específico. Não sei se eu que vi errado.
Abraços!
Desarmamento civil: a única forma de o estado manter o monopólio da violência. “Genocídios acontecem. Mas genocídios não acontecem quando os alvos estão armados.”
oi algumém daqui me poderia recomendar sociólogos sério,sem o besteirol da escola de frankfurt ou outros lixos semelhantes?
Afinal, quem pode ser considerada a direita hoje no Brasil (se é que ainda existe)?
Salve Salve Srs.
Ótimo artigo aqui no Mises,mas fica a minha duvida.
Na atual situação do pais em medidas anti populares pela mídia e diversos meios de comunicação, o confronto entre direita e esquerda, e com massantes palavras de ódio sem ao menos usar a razão, seria apropriado a extinção do “estatuto do desarmamento” e garantias de direito a “defesa pessoal”? Pois penso que isso poderia servir como válvula de escape para uma futura revolta civil (na pior das hipóteses), pois acho que “palavras” ferem mais que “projetos de armas de fogo”.
Em OFF:
Participarei de um auditório sobre esse tema amanha na minha Federal-IFSP(Cubatão)
http://www.federalcubatao.com.br/debate-no-campus-sobre-o-paradigma-cubano-nesta-quinta.html
Apenas como ouvinte e opositor mesmo que todos tem direitos de dizer o que pensam alias até gostaria de ajuda de vocês pra expressar a minha pesquisa com o teor da Escola Austríaca posteriormente pois o meu Professor de HCTA já me pediu uma pesquisa cientifica e escolhi sobre Economia e a tecnologia do Bitcon no meu curso de ADS.
O socialismo (isto é, as violações contínuas e institucionalizadas dos direitos de propriedade praticadas pelos estados) possui relação simbiótica com o desarmamento da população civil (eufemisticamente chamada de “controle de armas”).
Os governos sempre justificaram, justificam e justificarão as suas ações (agora denominadas de “políticas públicas”) com o belo argumento do Bem Comum. Mas o verdadeiro propósito delas é a exploração. O poder político sempre se caracterizou pela sua natureza criminosa/expropriatória. Os intelectuários realizaram e realizam um ótimo trabalho em fazer as pessoas pensarem que os estados são entidades benevolentes, compostas de seres altruístas e iluminados (os políticos e os burocratas).
Nesta postagem do meu blog (eaefl.blogspot.com.br/2015/08/socialismo.html), há imagens que demonstram a semelhança entre o nazismo, o fascismo e o comunismo, os quais devem ser englobados na palavra socialismo. Vocês a acharão interessante. Confiram!
Muitas leis brasileiras são desnecessárias.
Quero ver quem é que invade os EUA! Podem desmontar as suas forças armadas, que ainda assim ninguém consegue tomar o país!
Simplesmente espetacular! Mais um pouco de luz na escuridão!
Off topic –
Existe alguma previsão sobre os livros novos do IMB?
DESARMAR A POPULAÇÃO PELOS comunistas é uma respeitável estratégia para dominarem ainda mais sem resistência!
Basta conferir o 10º mandamento do Decálogo de Lênin, os 10 mandamentos dos comunistas:
“PROCURE CATALOGAR TODOS OS POSSUIDORES DE ARMAS PARA QUE SEJAM CONFISCADAS NO MOMENTO OPORTUNO, TORNANDO IMPOSSÍVEL QUALQUER RESISTENCIA À CAUSA COMUNISTA”
Os comunistas, chantagistas, diabólicos e histéricos e maquiavélicos como são, para seus planos de poder, tudo vale, vale tudo!
Um dos melhores artigos referente ao estatuto da discórdia, estou escrevendo uma monografia sobre esse tema, e com certeza terá uma citação deste grande autor.
está de parabéns.
Vídeo do Hélio no Congresso:
Olá.
Gostaria de comentar um fato em particular,muito batido pela imprensa, nos telejornais e jornais desde décadas:
Há destaque para latrocínio por exemplo em que teria havido suposta reação da vítima,eventualmente colocando a manchete com todo o destaque na palavra “reação”.Por vezes algum parente ou amigo em grande sofrimento vai a tv para fazer uma “defesa” da vítima (vê se pode!) que NÃO teria reagido,baseado no perfil e temperamento.E eventualmente,numa reação em que o resultado tenha sido feliz (resultado negativo para o bandido) algum DELEGADO ou policial amigão vai para a tv dizer que jamais deve-se reagir.Ou esses caras são mancomunados ou burros,lembrando que CRIMINOSO também ASSISTE TV e que muitas reações são instintivas e por puro reflexo.Essa postura da imprensa cria um “código de conduta” informal no qual em caso de reação da vítima, ela será então “PUNIDA” pelo assaltante com a sua vida.
Fantástico artigo. Cada vez mais fã do IMB.
Faltou comentar que os assassinatos em massa (mass shootings) nos EUA geralmente ocorrem em Gun-Free Zones (áreas proibidas de se adentrar com armamentos) como escolas e igrejas.
Leiam mais no artigo:
http://www.foxnews.com/opinion/2015/06/18/gun-free-zones-easy-target-for-killers.html
Um dos melhores artigos sobre desarmamento. Parabéns ao autor.
27/10/2015 – 17h06
Comissão especial aprova texto-base de proposta que revoga o Estatuto do Desarmamento
Novo estatuto reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para a compra de armas no País; estende o porte para deputados e senadores; e acaba com a proibição de que pessoas que respondam a inquérito policial ou a processo criminal solicitem o porte de armas. Destaques ao texto serão votados na semana que vem
Foi aprovado nesta terça-feira (27), por 19 votos a 8, o texto-base do substitutivo apresentado pelo deputado Laudivio Carvalho (PMDB-MG) aos projetos de lei (3722/12 e apensados) que revogam o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03). Os destaques devem ser votados pela comissão especial que analisa a proposta na próxima terça-feira (3), às 14 horas.
Renomeado de Estatuto de Controle de Armas de Fogo, o novo texto assegura a todos os cidadãos que cumprirem os requisitos mínimos exigidos em lei o direito de possuir e portar armas de fogo para legítima defesa ou proteção do próprio patrimônio. Atualmente, o Estatuto do Desarmamento prevê que o interessado declare a efetiva necessidade da arma, o que permite que a licença venha a ser negada ou recusada pelo órgão expedidor.
Entre outras mudanças, o parecer de Carvalho reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para a compra de armas no País; estende o porte para outras autoridades, como deputados e senadores; e autoriza a posse e o porte de armas de fogo para pessoas que respondam a inquérito policial ou a processo criminal.
Segundo o relator, o texto atende à vontade da maioria dos brasileiros, que, segundo ele, teve os direitos tolhidos com a edição do Estatuto do Desarmamento, em 2003. "A proposta devolve ao cidadão de bem o direito de trabalhar pela sua própria segurança. Vamos devolver o direito à vida, que foi retirado pela atual lei", afirmou.
Isenção tributária
Para corrigir “erros e impropriedades” e incorporar sugestões de parlamentares, Carvalho fez alterações no parecer, em complementação de voto divulgada hoje. Uma dessas mudanças acabou com a isenção de tributos para aquisições e importações de armas e munições pelas Forças Armadas e pelos órgãos de segurança pública. No mesmo sentido, o relator também suprimiu a isenção do IPI e do ICMS, existente na versão anterior do substitutivo, para importações de armas e componentes por atiradores desportivos e caçadores.
Carvalho reconheceu que, da maneira como estavam previstos, os benefícios feriam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). De acordo com a norma, é proibido conceder isenção de tributo sem a devida compensação financeira pela perda de receita.
Importação
Outra alteração no substitutivo autoriza a importação de armas, partes e munições desde que o produto fabricado no Brasil não atenda às especificações técnicas e de qualidade pretendida pelo órgão adquirente. O texto anterior permitia a compra de armas no exterior mesmo havendo similares fabricados no País.
Atualmente, uma portaria do Ministério da Defesa (620/MD) determina que a importação de armas de fogo e demais produtos controlados pode ser negada se existirem similares fabricados por indústria brasileira do setor de defesa.
Escolta parlamentar
Por sugestões de parlamentares, Carvalho ainda modificou o texto para conceder aos policiais legislativos da Câmara e do Senado o direito de portar armas em aviões quando realizarem a escolta de parlamentares. Essa situação acontece principalmente quando os congressistas visitam outros estados em missões oficiais.
www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/498921-COMISSAO-ESPECIAL-APROVA-TEXTO-BASE-DE-PROPOSTA-QUE-REVOGA-O-ESTATUTO-DO-DESARMAMENTO.html
É um assunto sensível, as esclarece ver QUEM defende o desarmamento.
* * *
Sobre o massacre do Bataclan, um relato de um dos músicos que estava tocando no local e sobreviveu:
Eagles of Death Metal: todos deveriam ter armas para se defender
Em entrevista a uma TV francesa, Jesse Hughes disse ser favorável às pessoas andarem armadas para se defender. “Seu controle de armas francês conteve alguma morte no Bataclan?” perguntou, de forma contundente. “E se alguém puder explicar que sim, gostaria de ouvir a justificava, pois não é o que parece para mim. Acho que a única coisa capaz de salvar vidas são os bravos sujeitos que encaram a face da morte de igual para igual, com suas armas de fogo“.
Ele continua: “Sei que muitos discordarão, mas assim como Deus fez o homem e a mulher, naquela noite as armas tornariam as pessoas iguais. E eu odeio que seja assim. A única coisa que mudou pra mim é que hoje eu acho que ou ninguém tem armas ou todos tem armas. Vi pessoas morrendo que poderiam ter uma chance se pudessem se defender. Pessoas fantásticas que não estão mais aqui e que eu gostaria que ainda estivessem”.
Fonte: Whiplash
Lembrando que, apesar do nome, a banda não é de “Metal” e sim de “garage rock”, cujo público alvo em geral é composto por esses socialistas mimados, politicamente corretos, ativistas da causa XYZ, melancias e demais correlatos.
Aqui se defende a liberdade de expressão, portanto,
CARÍSSIMOS:
Conclamo a todos que viram a OAB RJ escolher qual ideologia pode ser elogiada no Brasil, que assinem petição pública pedindo a punição por improbidade administrativa e por crime de prevaricação dos advogados do conselho da OAB RJ, no caso do discurso do Bolsonaro. A petição está aqui: “Pela punição por improbidade administrativa e por prevaricação dos subscritores de petições contra Bolsonaro em razão do voto no Impeachment na Câmara” Link da petição aqui: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR90502
Adoraria falar que a nossa na sociedade as pessoas não precisão de armas, entretanto a atual situação do país e do mundo me incapacita de dizer tal coisa. A posse de armas não é mais apenas uma opção, mas uma necessidade. Portanto para que a população possa se defender o armamento cível é absolutamente preciso.
O Iraque, o Paquistão e o Yemen são os países mais liberais com relação às armas…
1) você está pegando exemplo de países que os territórios estão constantemente em guerra, isso é desonestidade intelectual
2) os três não são “os mais liberais”
3) mesmo assim, apenas confirmou o que está no texto, pois mesmo sendo países subdesenvolvidos e constantemente em guerra, possuem uma baixa taxa de homicídio comparado com outros países como o nosso:
Brasil – 25.2 (IDH – 75º)
Iraque – 8.0 (IDH – 121º)
Paquistão – 7.7 (IDH – 147º)
Yemen – 4.8 (IDH – 160º)
Estados Unidos – 3.8 (IDH – 8º) (lembrando que em vários estados dos EUA há muitas leis restringindo armas, mas deve ser apenas uma coincidência que, em média, são os mesmos mais violentos )
https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_intentional_homicide_rate
Grande Paulo Kogos.
1) Como evitar que o número de homicídios aumente com a liberação do porte de armas?
2) Como evitar que depois de liberado o porte de armas, aumente o número de latrocínios? Afinal, se o porte de armas fosse liberado, os bandidos pensariam: “todo o mundo anda armado, então vamos já chegar atirando nas vítimas”… Então, como evitar que depois de liberado o porte de armas, o número de latrocínios aumente?
3) Com reagir depois que um bandido já está com a arma na sua cabeça? Esses dias ví uma notícia em que a vítima foi assassinada ao tentar reagir. O bandido tava apontando a arma pra vítima e quando a vítima foi tentar pegar a arma no bolso, levou um tiro… Então, como reagir quando o bandido já está apontando a arma na sua cabeça?
Dois comentários extraídos de fórum sobre armas:
“Em Honduras o porte de armas é liberado e o país registra a maior taxa de homicídios do mundo (4 vezes maior que no Brasil). No outro extremo, Singapura registra o menor índice de homicídios e a restrição de armas é total… o Antônio Fagundes foi detido pela polícia por portar uma perigosa bengala!”
“Pode-se afirmar, por exemplo, que países entre os mais pacíficos do mundo baniram armas para uso pessoal. É o caso do Japão, onde a taxa de homicídios é de 0,3 por 100 mil habitantes. (No Brasil, há oito armas a cada cem habitantes, e a taxa de homicídios é de 20 por 100 mil).
Mas a afirmação contrária também é possível. Alemanha, Suécia e Áustria têm mais 30 armas de fogo por cem habitantes – e taxas baixíssimas de homicídio. Honduras, o país mais violento do mundo, tem proporcionalmente muito menos armas (seis a cada cem habitantes).
Armar a população resulta em mais violência em um país? O economista Daniel Cerqueira, como mostrou a VEJA desta semana, concluiu que cada ponto percentual de aumento do número de armas de fogo resulta num crescimento de 2% do número de vítimas.”
Parabéns pelo Artigo.
Realmente foi o melhor artigo, jamais publicado em um Site na Web.
Concordo com tudo que foi dito e publicado, em números, gênero e grau, e acrescento mais ainda. “POVO DESARMADO É POVO SUBJUGADO”.
Se os judeus estivessem armados na época da 2ª Grande Guerra Mundial, como estão hoje, o mané do Hitler não meteria a besta com Eles. Assim é a vida real e hoje estamos a mercê da bandidagem, que está subjugando o Cidadão de bem e o nosso Governo não faz nada. Mas o desarmamento no Brasil continua ferrando com todos os brasileiros, fruto da política ditatorial dos Petralhas cujo interesse principal do desarmamento da população é justamente para fazer o que quiserem, ou seja, roubar como nos mostra a mídia brasileira, e não haver uma reação positiva armada da população.
Nosso direitos realmente só existe no papel, pois, não temos nem o direito de defesa e muito mais em pensar em reagir a defender-nos, transformando-nos num bando de bundões sequelados pelo cancro da bandidagem e da política oriunda de Fidel Castro. Em todo governo ditador, a primeira coisa que ele faz é desarmar a população. Isto foi visto agora nos Governos que antecederam o do Temer. E hoje este Estatudo do Desarmamento é o espelho de uma politica radical e nefasta à segurança individual do Cidadão de bem. Bolsonaro neles.
O que falo para os meus alunos sobre isso,
Primeiro, uma pergunta:
Será que todas aquelas pessoas que ainda não tenham nenhum crime registrado pela polícia, são cidadãos de bem?
Como eu posso garantir que, o estado dando o direito a posse de armas a todos(as) conseguirá evitar que,
O “brigão baladeiro” na hora da raiva cometa uma tragédia na saída da balada!
Na briga de trânsito o cidadão estressado não dispare contra o outro!
O colega de turma que, nunca imaginei que ele tivesse esquizofrenia iria disparar contra toda a turma com a arma do pai ou da mãe!
A mulher que, já sofria com as agressões do Marido, agora vive ainda mais a pressão psicológica por ter uma arma na sua cabeceira!
As crianças que sabem onde os pais guardam suas armas, e depois um tem que falar, foi uma brincadeira!
O vizinho que se estressou com som alto durante a madrugada!
Enfim são inúmeras as situações!
Sobre o uso da arma, “modestamente” posso afirmar: mesmo aquela pessoa que nunca frequentou a escola até aquela que teve o mais alto nível de educação acadêmica está suscetível ao stress, e nessa hora, para muitos, será o motivo de cometer um crime passional (o primeiro)!
Campanhas desse tipo me faz refletir que a nossa atenção e forças para cobrar do estado aparatos essenciais para que possamos viver bem, estão focalizados em assuntos que já deveriam estar superados!
Sobre os bandidos, opa! Se eles estão mandando no meu estado, tenho uma parcela de culpa aí! Não será somente com armas que inibiremos a propagação de criminosos, afinal um dos motivos de se propagarem é o fato das armas estarem acessíveis!
Sobre quem fomenta esse tipo de campanha, cuidado! Aquele(a) deputado(a) ou senador(a) pode ter uma “amizade” muito próxima com alguém ligado a indústria que fabrica tais armas! Ou até mesmo o cidadão de bem que compartilhou algo dessa campanha não tá nem ai para o bandido, simplesmente acha bonita armas ou quer de alguma forma usá-la!
E como a democracia é a chave para o entendimento! Respeito quem tem opinião contrária!
E se eu estiver numa turma com crianças ou adolescentes:
Sempre tem aquele que exclama,
– Mas só os bandidos tem o direito de possuir armas, o cidadão de bem, não!
– Então lembram da corrupção? Ela leva desde a falta da merenda na nossa escola até a essa situação! Entregar uma arma pra tu quando estiver “grande”, não vai garantir que terá um bandido a menos no mundo! É o processo educacional e o cuidado do estado que podem garantir a paz e o teu bem estar, as armas o caos! Pode parecer falácia, mas para um CIDADÃO DE BEM, faz sentido!
Deixe que eu me preocupe com isso. quero saber o seguinte: se um meliante invadir a minha casa, o que você sugere que eu faça?
Eles nunca respondem essa pergunta, mas vou responder de acordo com o que a polícia instrue os cidadãos a fazer.
1. Se der tempo, ligue pra policia. Muito possivelmente eles não chegarão a tempo pra impedir o assalto devido a velocidade com o qual os bandidos agem.
2. Faça tudo que ele mandar você fazer. Se ele quer seus bens, dê. Se ele quer estuprar você e sua familia, deixe. NÃO RESISTA DE FORMA ALGUMA.
3. No dia seguinte, faça um boletim de ocorrência e deixe nas mãos do estado. Reze a seu deus(es) para que o seu caso seja um dos 8% que são resolvidos em todo o Brasil.
Conheço um pai que teve seu filho ferido por um colega com uma faca, será que temos que restringir facas?
É abissal os argumentos dos desarmamentistas, eles proferem uma coisa totalmente sem nexo como se todos estivessem armados imediatamente se tornaríamos sociopatas e sairíamos atirando em tudo pela frente. Eles usam o medo(inexistente) para darem sustentação a sua argumentação, igual ao Pirulla do youtube ou qualquer outro youtuber famoso com ideais esquerdistas.
Eu particularmente sou favorável o cidadão obter tudo, desde pistolas até tanques de guerra. Com isso defendo incansavelmente o slogan “Don’t tread on me” com tanques de guerra.
Que artigo falacioso. No Brasil o aumento da taxa de homicídios caiu após o desarmamento.
Fonte: exame.abril.com.br/brasil/o-mapa-dos-assassinatos-no-brasil-nos-ultimos-30-anos/
Vou marcar o trecho para ficar mais claro.
“O estudo revela que, por outro lado, a promulgação do Estatuto do Desarmamento amenizou a escalada do número de homicídios na última década.
Nos primeiros 23 anos da série histórica, a taxa média de crescimento dos assassinatos era de 8,1% ao ano. A partir de 2004 — quando a lei entrou em vigor — até 2014, a taxa de mortes por armas de fogo caiu para 2,2% ao ano, de acordo com o estudo.
A estimativa é de que cerca de 133 mil vidas foram poupadas graças às medidas mais rígidas propostas pelo Estatuto do Desarmamento. ”
Mas, provavelmente não irão postar meu comentário. Afinal, os *mentes abertas* deste instituto aceitam apenas comentários que concordam com o conteúdo apresentado.
Sou 100% a favor do desarmamento da população e da desmilitarização da polícia em países subdesenvolvidos.
Quanto mais pessoas morrerem, mais a propaganda contra progressistas será fácil.
Parabéns Kogos!
Melhor texto sobre armamento que eu já li, com análise objetivista impecável e argumentos utilitaristas muito bons
Acompanho os videos do Kogos. E estão distorcendo o que ele diz. Eu ví um video em que ele discute com uns caras em que ele defende controle de armas. Ele diz que existe uma catedoria de pessoas que deve ser impedida de possuir armas: a categoria dos BANDIDOS. Ele vai mais longe, ele diz na discussão que bandido não pode possuir nem um lápis pois ele é capaz de furar os olhos de uma pessoa com a ponta do lápis.
E qual é a maneira de evitar que bandidos tenham acesso às armas? Apoiando medidas de gun control mínimo, que grupos como Brady Campaign defendem como: background checks, teste psicológico…
Um comerciante de armas não pode vender armas ou até bombas para o Abu Bakr al-Baghdadi (chefe do Estado Islâmico) e ficar impune.
O arizona é o estado americano com a menor proibicao a compra de armas, mas possui um indice de crimes violentos muito maior quando comparado à california (o estado com maior proibições a compra de armas)
http://www.neighborhoodscout.com/az/crime
http://www.neighborhoodscout.com/ca/crime
Sensacional!!!!! Melhor artigo sobre desarmamento que li até agora!!!!
muito bom, estava tentando pensar em argumentos para minha redação,todavia no youtube só encontrava argumentos contra a posse de armas, ainda bem que neste site tinha os melhores argumentos para ser a favor da posse de armas , estou muito feliz e parabens pelo texto está sensacional!!!!
Quase me convenceram os argumentos do artigo. Só vou estar de acordo se ao armamento da polulação for acrescentado dois itens fundamentais para isso não aumentar os homicidios. 1, Tem que haver um severo preparo tecnico e psicológico para se portar uma arma de defesa, e do jeito que está sendo feito não há criterio algum pra isso, ao contrario, até se libera pra quem não tem maturidade pra usar uma arma, além de que estão sendo liberados calibres mais pesados e com 1.000 vezes mais munição, além de importação de armas mais pesadas, e até para incentivar a caça ou maior depredação da fauna, coisas que não tem nada a ver com defesa pessoal somente. Então esse projeto está todo errado. 2, Segurança e defesa nacional compete ao Estado garantir, nesse caso o Estado tería que desenvolver medidas mais efetivas para baixar a criminalidade e isso implicaría até em mudanças de sistemas e ideologias e doutrinas que causam a dita maldade humana mencionada nesse artigo. Porque sabemos que todos os governos tem feito coisas muito equivocadas e até atrozes, de direita e de esquerda. É extremamente necesario um preparo tecnico e psicologico para usar ARMAS DE DEFESA, para caça é só tecnico pelo que entendo de armas e as previsões são de que essa parte irá criar maiores posibilidades de negocios porque é mais facil obter uma arma supostamente para campo, que irão parar nas cidades com certeza, ja que sempre se pode alegar transporte para campo. Além disso, se permite 4 ARMAS POR PESSOA. Como é isso, um sujeito precisa andar com 4 PISTOLAS GLOCK 9 MM pra se defender de assaltantes que, conforme diz o artigo, tem medo de que ele tenha uma arma qualquer? Pra defesa basta um 22, un 38 ou uma 765, não precisa mais. Percebe que a coisa não está realmente sendo feita pra dar posiblidades de defesa para todos? Porque, se vamos usar o argumento do artigo pra fundamentar isso, diz que todos tem direito inalienavel de auto defesa da vida, logo não podería haver restrição alguma para ninguém, nem mesmo pra bandido, porque ele também tem direito a sua auto defesa e é inocente até que seja pego en flagrante. Logo, as lojas não poderiam negar vender qualquer arma para qualquer um que não tenha ocorrencia policial. Então, e aí, como fica se 220 milhões reivindicarem o direito universal de portar arma? Ou será que só tem esse direito quem tenha grana pra isso, que faz do projeto uma medida elitista, dando direito de defesa para uns privilegiados. Tem coisa muito errada nisso tudo que teria que ser melhor pensada.
Olá amigos!
Qual a vossa opinião sobre os Decretos, do Presidente Jair Bolsonaro, que parecem garantir maior acesso da população às armas de fogo?
Gostaria de uma opinião. Como os esquerdistas podem estar acusando o governo Bolsonaro de querer acabar com a democracia, impor uma ditadura com um estado totalitário e etc., sendo que o mesmo é a favor do armamento da população? Não é contraditório? Existiu algum país com um líder totalitário que era a favor de uma população armada que poderia se rebelar contra ele!?
Eu estava lendo sobre a Islandia, tido como o país mais pacifico do mundo e descobrir que também é um dos mais armados do mundo. É um dos países com maior taxa de armas de fogo por habitante, são 90 mil armas para uma população de 300 mil e praticamente todas em mãos de civis, já que não existe exercito e a policia é desarmada.
Quero ver se quem ainda defende o desarmamento vai continuar apoiando isso depois de ler esse texto abaixo. Será que eles apoiam que seus políticos de estimação também andem desarmados ou sem proteção armada?
http://www.jornalhoraextra.com.br/coluna/a-hipocrisia-dos-desarmamentistas-a-seleta-classe-que-pode-desfrutar-sem-qualquer-problema-da-protecao-das-armas/
Darão um jeito de defender, sim!
Talvez aleguem que por serem pessoas públicas iluminadas, correm o risco de serem alvejados por mariconas conservadoras que nada mais fazem na vida senão disparar projéteis a esmo como ócio e claro, porque os odiamos.
Já que um pobre cidadão como a gente não tem direito de portar uma arma de fogo, acho que o negócio é recorrer a meios alternativos de defesa. Eu mesmo tava pensando seriamente em comprar um taco de beisebol ou coisa parecida, ainda mais depois de ter sido assaltado perto de casa semana passada. Agora eu pergunto: será que é uma boa ideia, ou seria maluquice da minha parte? E outra: será que é o tipo de objeto fácil de se achar por aí? Se alguém puder dar uma opinião, fico agradecido. Att
Sobre a relação dos armamento com o cristianismo.
Eu me considero cristão. Ao mesmo tempo, entendo a importância da liberalização de armas, como um direito natural a auto defesa e contra possíveis tiranias de um governo totalitário.
Recebo críticas por ser um cristão armamentista, algo que seria incoerente na visão dos esquerdistas que eu convivo.
Segundo eles, Cristo e seus discípulos nunca andaram armados e mesmo quando atacados, imediatamente, Jesus disse a Pedro: “Guarde sua espada, Pedro, ou você acha que eu não poderia pedir ao Pai para enviar anjos e me livrar?” Além disso, Jesus desfez a agressão de Pedro colocando a orelha do soldado de volta.
Em suma, o argumento apresentado é que o Cristo não apoia nenhum tipo de violência a tal ponto que chega ao “absurdo” de dizer: amem os seus inimigos! Pelos princípios cristãos, me parece que nem em situações de legítima defesa caberia a agressão ao próximo.
Enfim, são questionamentos internos de um cristão libertário que sou. Entendo a importância do direito a armas mas me parece que isso poderia ir contra a mensagem do Deus que acredito.
Queria saber a visão de vocês.
Aqui no Quora os dados dizem que a Inglaterra é bem mais segura que os Estados Unidos
http://www.quora.com/Why-is-the-US-so-much-safer-than-the-UK
Vc está falando do tal “Global Peace Index”? Isso é uma piada criada por uma ONG bancada por um milionário australiano. Mistura números de criminalidade com exército e armas nucleares. Para dar uma idéia, Sri Lanka, Congo, Moçambique e El Salvador estão à frente dos Estados Unidos.
Esqueça essa palhaçada. Aliás, por princípio, esqueça qualquer coisa que venha de ONGs bancadas por “personalidades”.