Nota do Editor
Na mesma semana em que o STF julgou inconstitucional uma lei do Tocantins que reconhecia a necessidade do porte de armas para vigilantes de empresas privadas, o mesmo STF abriu milionária licitação para contratar segurança privada armada.
Não é de se surpreender a incoerência e hipocrisia do estado, que, de um lado, se esforça enormemente para manter e intensificar o desarmamento da população e, de outro, protege aos seus com armas pagas pelos cidadãos (desarmados).
Confira o artigo de Marko Kloos, que defende que o porte de armas de fogo fundamenta a sociedade na medida em que representa a proteção contra a tirania.
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Os seres humanos têm apenas duas maneiras de lidar uns com os outros: por meio da razão e por meio da força.
Se você quer que eu faça algo por você, há duas opções: ou você me convence por meio de um argumento racional ou você recorre à ameaça de violência.
Toda e qualquer interação humana necessariamente recai em uma dessas duas categorias. Sem exceção. Razão ou força. E só.
Em uma sociedade genuinamente moral e civilizada, as pessoas interagem exclusivamente por meio da persuasão. A força não é um método válido de interação social.
Sendo assim, e por mais paradoxal que isso possa parecer para alguns, a única ferramenta que pode remover a força dessa lista de opções é uma arma de fogo pessoal.
E o motivo é simples: quando estou portando uma arma de fogo, você não pode lidar comigo por meio da força. Você terá de utilizar apenas a sua razão e a sua inteligência para tentar me persuadir. Portando uma arma de fogo, eu tenho uma maneira de neutralizar a sua ameaça ou o seu uso da força.
A arma de fogo é o único objeto de uso pessoal capaz de fazer com que uma mulher de 50 kg esteja em pé de igualdade com um agressor de 100 kg; com que um octogenário esteja em pé de igualdade com um marginal de 20 anos; e com que um cidadão sozinho esteja em pé de igualdade com 5 homens carregando porretes.
A arma de fogo é o único objeto físico que pode anular a disparidade de força, de tamanho e de quantidade entre um potencial agressor e sua potencial vítima.
Há muitas pessoas que consideram a arma de fogo como sendo o lado ruim da equação, a fonte de todas as coisas repreensíveis que acontecem em uma sociedade. Tais pessoas acreditam que seríamos mais civilizados caso todas as armas fossem proibidas: segundo elas, uma arma de fogo facilita o “trabalho” de um agressor.
Mas esse raciocínio só é válido, obviamente, se as potenciais vítimas desse agressor estiverem desarmadas, seja por opção ou por decreto estatal. Tal raciocínio, porém, perde sua validade quando as potenciais vítimas também estão armadas.
Pessoas que defendem a proibição das armas estão, na prática, clamando para que os mais fortes, os mais agressivos e os mais fisicamente capacitados se tornem os seres dominantes em uma sociedade — e isso é exatamente o oposto de como funciona uma sociedade civilizada.
Um criminoso só terá uma vida bem-sucedida caso viva em uma sociedade na qual o estado, ao desarmar os cidadãos pacíficos, concedeu a ele o monopólio da força. Quando as armas são restringidas por lei, não há nenhum motivo para se acreditar que criminosos irão obedecer a esta lei. Pessoas que utilizam armas para infringir a lei também infringirão a lei para obter armas. A máxima segue irrefutável: se as armas forem criminalizadas, apenas os criminosos terão armas.
E há também o argumento de que uma arma faz com que aquelas brigas mais corriqueiras, as quais em outras circunstâncias resultariam apenas em pessoas superficialmente machucadas, se tornem letais. Mas esse argumento é multiplamente falacioso.
Em primeiro lugar, se não houver armas envolvidas, todos os confrontos serão sempre vencidos pelo lado fisicamente superior, o qual irá infligir lesões e ferimentos avassaladores ao mais fraco. Sempre.
Ademais, pessoas que acreditam que punhos cerrados, porretes, pedras, garrafas e cacos de vidro não constituem força letal provavelmente são do tipo que acreditam naquelas cenas fantasiosas que vêem nos filmes, em que pessoas tomam variados socos, pauladas e garrafadas na cabeça e ainda continuam brigando impavidamente, no máximo com um pouco de sangue nos lábios.
O fato de que uma arma de fogo facilita o uso de força letal é algo que funciona unicamente em prol da vítima mais fraca, e não em prol do agressor mais forte. O agressor mais forte não precisa de uma arma de fogo para aniquilar sua vítima mais fraca. Já a vítima mais fraca precisa de uma arma de fogo para sobrepujar seu agressor mais forte. Se ambos estiverem armados, então estão em pé de igualdade.
A arma de fogo é o único objeto que é tão letal nas mãos de um cadeirante quanto nas mãos de um halterofilista. Se ela não fosse nem letal e nem de fácil manipulação, então ela simplesmente não funcionaria como instrumento equalizador de forças, que é a sua principal função.
Quando estou portando uma arma, eu não o faço porque estou procurando confusão, mas sim porque quero ser deixado em paz. A arma em minha cintura significa que não posso ser coagido e nem violentado; posso apenas ser persuadido por meio de argumentos racionais.
Eu porto uma arma não porque tenho medo, mas sim porque ela me permite não ter medo. A arma não limita em nada as ações daqueles que querem interagir comigo por meio de argumentos; ela limita apenas as ações daqueles que querem interagir comigo por meio da força.
A arma remove a força da equação. E é por isso que portar uma arma é um ato civilizado.
Uma grande civilização é aquela em que todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos via argumentos racionais, jamais coagidos.
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Este artigo foi originalmente publicado em 14 de janeiro de 2019
Texto sensacional, acho que foi o melhor sobre armamento.
Incrível é que não precisou utilizar um único dado empírico para demonstrar os benefícios das armas, apenas utilizando a boa lógica.
Acrescento algumas observações.
– É bem Curioso que a arma de fogo, que pode trazer de fato uma igualdade entre seres humanos, no que tange a força física, seja tão odiada por aqueles que dizem sonhar com uma sociedade igualitária.
– Armas de fogo não são objetos para matar, são objetos de defesa pessoal. Matar ou não é consequência do seu uso.
– Uma sociedade armada tem menos probabilidade de recorrer a violência em pequenos atritos do que uma sociedade desarmada.
– Outra curiosidade, se Feministas tivessem coerência, elas deveriam ser a maiores defensoras do porte de arma.
– Chacinas em ambiente públicos só são possíveis em ambientes em que as pessoas estão desarmadas, como igreja, escola e cinema.
O estado brasileiro seguiu com o estatuto do desarmamento, mesmo com o povo maciçamente votando pelo não. Antes era possível ter arminhas fuleiras, como pistolinhas 7,65, revólveres .38, etc… Daqui uns dias nem espingardas de chumbinho serão permitidas.
Os seja, o estado não respeitou o ‘não’ do povo.
Simples e direto. Ótimo artigo.
Excelente artigo.
“Quem preza pela paz esteja pronto para guerra”.
Se o cara ‘do bem’ não estiver pronto para defender sua ‘paz’ ficará a mercê do outro; se o outro não quiser paz e o sujeito do ‘bem’ não tiver como defendê-la, o cara violento, covarde ou da ‘lei do mais forte’ vai conseguir lhe agredir, constranger, oprimir, submeter…
Estando preparado, sabendo utilizar e sendo do bem a arma não é problema, pode ser a solução.
Quem é do bem e não comete crimes, não será uma arma que o fará cometer crimes. Já o criminoso, mesmo sabendo que sua potencial vítima está armada e mesmo assim ataca, para este será maravilhoso se a vítima não tiver o mínimo para se defender. E com a maior certeza deste mundo, afirmo que o marginal faria os mesmos estragos na vítima desarmada.
https://www.youtube.com/watch?v=MfAwDnfJOTo
Otimo video sobre a mentira do desarmamneto
Tem esquerdista que defende o seguinte aranjo: desarmamento civil + fim da PM.
o que seria de nós num cenário desse?
Deus criou os homens, Sam Colt os fez iguais.
Excelente texto Major L. Caudill!
Eu acredito que cada um é sempre o principal responsável pela própria defesa.
Justamente por isso, o desarmamento é uma agressão e é um dos grandes responsáveis pela crescente violência principalmente nas grandes capitais.
Sou totalmente contra as armas, mais sou a favor de testes, seria interessante o governo liberar as armas durante uma década,pegar estatísticas antes e depois,so assim saberemos o que é melhor. O que é bom para países desenvolvidos pode ser péssimo para países com mentalidades de esquerdas.
Chega desse mito de confundir ‘paz’ com subserviência. Para que eu tenha paz sem ter de me submeter aos caprichos alheios, devo ter os meio de me defender das imposições e agressões injustas. Ser ‘da paz’ não deveria significar ser covarde e nem capacho, e nem impor sua covardia aos demais que não o são.
Quando os Estados Unidos eram o único país que possuía a bomba atômica, não hesitou em usá-la contra o Japão na Segunda Guerra. Quando outros países passaram a dominar o armamento atômico, as armas atômicas nunca mais foram utilizadas. Isto se chama dissuasão.
Não sou a favor de armas, muito menos de violência e agressão, sou a favor da liberdade e do respeito ao próximo, mas não tenho como negar que vivemos em uma época violenta, sem respeito, não falo como crítica ou julgamento, pois não tenho moral para julgar ninguém, então porque compartilho um texto como este? Porque tem lógica nos argumentos, se é válida esta lógica ou não, cada um deve decidir por si e ponderar sobre o real valor de uma vida, e se tem lógica merece ser debatido. Eu ainda prefiro que todos tenhamos consciência do real significado de uma vida e que não precisamos de armas para nos sentirmos seguros, mas a realidade esta ai e me pergunto, quem está feliz com esta realidade?
Essa argumentação é convincente porque justifica com propriedade o uso da arma de fogo.
Ilusão.
Sou a favor da arma de fogo, pois deixaria todos igualitários e não mais a mercê desta bandidagem que cada dia mais cresce.
Os bandidos levam vantagem sobre pessoas desarmadas. A arma de fogo é o equalizador de forças. População armada é população + segura. O direito a autodefesas é um direito natural dos humanos. Já dissemos não ao desarmamento pois o estado não nos pode dar segurança, só desculpas a posteriori.
Só os idiotas incapazes andam armados.
O dia em que todos andarem armados ninguém leva desaforo pra casa e as cidades vão virar o velho oeste americano.
Ridículo. Vocês deviam arrumar um trabalho em vez de ficarem idolatrando as baboseiras americanas.
Liberdade
Pode até ser…
Mas eu não tenho a mínima vontade de ter uma arma: não sei usar e não sei se tenho psicológico para isso. Para mim, ter uma arma é ter a capacidade de usar. Essa de ter uma bomba atômica e não usar, não funciona (os norte-americanos que o digam!). Uma ora ou outra vai precisar usar. Aí deixa de ser apenas um “equalizador” de forças, passa a ser uma medida de força. Deixa de ser persuação e passa a ser ação. Não sei se gostaria de viver com a consciência de ter matado uma pessoa, mesmo que seja um bandido. Tudo bem, tem um racionalismo por detrás que ajuda: “foi por legítima defesa”. Mas, para um Cristão, a regra de ouro diz: “fazei aos outros o que gostaria que os outros te fizessem!” Com certeza matar não é algo que gostaria que alguém fizesse a mim! E o mandamento diz: Não matarás! E é assim mesmo, sem condicionantes.
Mas, com certeza, seria o primeiro a defender a quem tem a capacidade de portar uma arma, o direito de o fazer… Até porque se ninguém “de bem” o fizer somente os “do mal” vão reinar.
Até +
“E há também o argumento de que uma arma faz com que aquelas brigas mais corriqueiras, as quais em outras circunstâncias resultariam apenas em pessoas superficialmente machucadas, se tornem letais. Mas esse argumento é multiplamente falacioso. “
A principal falácia reside no fato de que, sabendo que o outro está armado, o esquentadinho tem muito mais incentivos para NÃO entrar num confronto do que para entrar.
Os casos que os desarmamentistas costumam citar são na verdade contra-exemplos (como o caso do policial a paisana que recentemente sacou a arma e matou outro rapaz) – afinal, se deram justamente no Brasil, justamente num país de pessoas DESARMADAS. O cara só sacou a arma pois tinha certeza que o outro não poderia fazer o mesmo.
Parece que nesta “equação” faltaram as variáveis representando a situação em que tanto o agressor mais forte quanto a vítima mais fraca portam armas de fogo.
Eu não quero uma arma, tampouco andar armado.
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Quero sim, respeito ao meu livre-arbítrio e o poder de decidir se adquiro ou não uma arma de fogo.
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Quero o respeito ao direito natural de auto-defesa se necessário, pois sem ele ainda
seríamos bárbaros.
Uma arma na cintura, uma barra de ouro no cofre.
Liberdade à moda austríaca.
A polícia brasileira é somente uma caríssima emissora de boletins de ocorrência, pois sua incompetência em quaisquer outras atividades é absoluta. Segundo o Avante Brasil, somente 8% dos homicídios são devidamente apurados; o Brasil é um dos países mais perigosos do mundo e se não bastasse, ainda possui uma legislação restritiva à posse de armas ao cidadão de bem (criminosos desrespeitariam uma lei de controle de armas tanto quanto desrespeitam qualquer outra lei. Somente o cidadão de bem entregaria seu armamento).
Dê ao seu cartório local o direito de emitir documentos para que você mostre à sua seguradora – pois é o único serviço provido pelas polícias que tenta justificar seu custo. Ao menos as chances de abuso policial – recorrente no Brasil – seriam menores.
Lembrar-vos-ei: os guardiões da paz das nossas cidades foram justamente os cidadãos criados pelo estado da creche até o vestir da farda. A incapacidade de negociar, a neurose por autoridade através da força, a completa indiferença à satisfação do consumidor – somada à completa irrelevância da satisfação do consumidor em qualquer serviço público (o serviço continuará a receber fundos mesmo se for incompetente. Sua incompetência é remunerada à força. Como exigir – ou determinar – a qualidade de um serviço pelo qual o cidadão foi obrigado a pagar?); todos esses comportamentos são produto primo da família brasileira, da crença nos serviços providos pelo estado brasileiro e pelo sistema educacional brasileiro que eventualmente passou mais tempo “educando” estas pessoas que seus próprios pais.
Existe um erro no texto: seres humanos não lidam uns com os outros somente por razão e força. A palavra razão não abrange todo o contexto de interações civilizadas entre seres humanos (sensibilidade, por exemplo, não está contemplada em uma argumentação lógica, e influencia comportamentos).
Talvez a melhor forma de referir-se a esse assunto seria “Comunicação civilizada”, ou até “Diplomacia Social”.
No entanto, isso não invalida a tese interessante do texto.
Toda unanimidade é burra, vejo que a grande maioria dos comentários assim como o artigo expôs somente um lado o que impedido de se realizar aqui um debate confrontando os argumentos de cada um a favor ou contra o desarmamento, assim poderíamos entender melhor quem está com a razão, Na minha opinião concordo que o ser humano de bem deveria ter o direito de se defender porém a liberação da arma abre um precedente para que os bandidos justifiquem seus portes impedindo assim que pudessem ser detidos em batidas policiais, pode observar que todo bandido alega defesa pessoal ao ser pego com uma arma ninguém ali é inocente, existem muitos casos em que uma simples briga acaba em morte e neste caso é onde o artigo peca ao comparar a lesão corporal por briga com uma briga de um ou dois indivíduos armados onde sempre acabará em morte, acabo de ver hoje no noticiário um exemplo onde uma briga acabou em morte onde um cara derramou cerveja no outro e a discussão acabou em morte pois um dos indivíduos tinha uma arma e acabou atirando no rapaz indefeso, porém o agressor era um PM e por isso tinha porte e já havia sido excluído da corporação por já ter ferido outra pessoa em um caso similar, neste caso o PM entrou para polícia apenas para adquirir o porte e assim poder impor sua força Se o cidadão morte tivesse uma arma isso não anularia esta fatalidade pelo contrário um tiroteio iria ferir e matar muito mais pessoas dentro da boate, o grande problema é que aqui não é o texas, vivemos em um país miserável cheio de corrupção onde esse grande mal que muitas vezes é chamado de “jeitinho brasileiro” já está no nosso sangue, e dar o poder da arma a qualquer cidadão poderá transformar pessoas de bem em criminosos se todos se sentirem no direito de ameaçar o próximo com uma arma para impor sua opinião muitas vezes indo contra as leis desse país que deverão ser revistas se não puderem mais ser aplicadas pela força policial, pronto apesar de expressar toda essa opinião não posso afirmar que concordo plenente com a proibição estou apenas sendo racional e expondo o outro lado para que possamos refletir, porém meu desejo pessoal é ter uma arma apenas para poder pipocar qualquer vagabundo que ousar roubar o frudo de muito trabalho duro mais para isso as leis deveriam ser mudadas para possibilitar que a legítima defesa não desse cadeia ao cidadão de bem porém mesmo com a liberação existe uma lacuna até se provar isso onde poderia ocorrer erros, já fui assaltado e a patir desse dia repensei sobre estas questões, essa semana um indivíduo com uma moto parou ao lado do meu carro no sinal e colocou a mão na cintura eu logo fiquei assustado e confesso se tivesse uma arma teria disparado contra o suspeito porém como não tinha vi que ele apenas tirou o celular do bolso, mesmo tomando uma atitude de vacilo este cidadão de bem poderia ter morrido se eu estivesse armado, então por isso precisamos rever nossos conceitos, penso que no futuro haverá a figura do justiceiros armados fazendo valer a lei estes sim receberão o apoio da população, porém entendam que arma não são para todos concordo que o porte deveria ser menos restritivo porém somente terá direito ao porte o indivíduo que tem plena convicção do seus direitos respeito das leis e se poder provar psicologicamente que somente utilizaram a arma para se defender da violência contra o seu patrimônio ou sua vida, existe uma Querência tudo que foi dito porém esqueceu que vivemos no Brasil e aqui meoirmao a coisa é bem diferente…
Aparece cada asinino aqui.
O argumento é sempre o mesmo: se todo mundo andar armado vai virar um caos! Onde vamos parar?
Você vive no país COM O MAIOR NÚMERO DE HOMICÍDIOS DO MUNDO. Já virou um caos faz tempo, e a culpa é de progressistas tapados como você, que chama bandido de vítima e que acha um absurdo o cidadão ter direito de se defender.
Qualquer pessoa a favor do desarmamento é cúmplice moral de 60 mil homicídios por ano.
Quanto à arma de fogo ser a civilização, que tal informar o índice de porte de armas de fogo (e não estou falando do direito de portar em casa, mas de transportar) nos países mais civilizados do mundo – Nova Zelândia, Austrália, Japão, Inglaterra, Holanda, Dinamarca etc.?
É como eu sempre digo: O bom liberal tem duas armas nesse país: a pistola e o advogado.
A pistola te defende dos marginais de baixo.
E o advogado te defende dos marginais de cima.
Olá… Só um heads up:
Vocês sabem que o tal Major L. Caudill não existe né? O autor do texto é Marko Kloos e seu original pode ser lido aqui. O autor discute com alguns comentaristas sobre o plágio na própria seção de comentários do artigo.
Achei muito interessante o raciocínio do autor do texto, porém não seria tão simples assim uma arma na mão de qualquer um. Existem pessoas que podem não ser criminosas, mas são emocionalmente descontroladas e se irritam com facilidade, nada a impediria de sair ai arrumando confusão e atirar em qualquer um. O autor pode ter o emocional tranquilo, mas nem todos são assim. Pra algum dia isso acontecer no Brasil, acredito eu que seria necessário uma espécie de pesquise e acompanhamento da pessoa interessada no porte de arma de fogo, quanto ao seu dia a dia, natureza psicológica e vários outros fatores, afim de não entregar armas a qualquer louco.
Deus fez os homens diferentes, uns fortes e outros fracos, Samuel Colt os igualou.
Com prazer elogio este comentário com o melhor que já vir. Concordo plenamente com tudo que esta explanado.
Gostaria de agregar ou associar do excelente escrito, os seguintes pensamentos:
Acredito que a forma da exposição de uma arma uma vez permitida sobre a vigilância das autoridades, estas jamais poderiam ser exposta as vistas, nem sequer o volume do porte. Por outro lado, caso venha ser permitido o porte, que a arma seja de pequena e pouca munição, talvez dois projeteis com capacidade de atingir um alvo em até no máximo 12 metros à neutraliza-lo.
Na historia do mundo e atualmente as nações mais fortes sempre tiveram os maiores exercitos, portando maior poderio em armamento, desta maneira impondo mais respeito, com resultado favorecidos em todos os sentidos. Então o mundo certamente é regido pelo poder imposto, derivando as maneiras de respeito, prudência, liberdade de se estabelecerem.
Então a pergunta é, porque os homens podem ser postos uns contra os outros de maneira desigual, causadora de humilhações de todas os tipos perversos, sem a capacidade legitima de se defenderem? Simplesmente devem engolir as humilhações mais absurdas, se calarem, se entregarem, serem despedaçados em seu meio e deixados com sua feridas incuráveis ao tempo/?????
Olá,
Descobri recentemente esse site e adorei os textos e compartilho da maioria dos pensamentos.
Porém, confesso que ainda não tenho opinião formada em relação ao desarmamento, acho um assunto bastante complicado e nunca procurei pesquisar profundamente.
Apesar de ser leiga no assunto, tenho uma dúvida (pode parecer idiota), mas eu gostaria muito de saber a opinião das pessoas que são contra o desarmamento, o que elas acham da política dos EUA em relação as armas já que lá é fácil para qualquer um adquirir uma. O ponto que eu gostaria mesmo de saber é se dessa forma que acontece nos EUA está certa ou se tem algo que tem que ser melhorado. A primeiro momento, penso que não deveria ser totalmente liberado do jeito que é, mas também não concordo com a proibição, enfim… dúvidas de principiante que não conhece muito o assunto rsrs
Na Venezuela houve desarmamento, não houve?
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Toda vez que entro em discussão com algum desarmamentista “saco” logo os argumentos utilizados nesse texto.
O meu estado (Espírito Santo) está sendo, em tempo real, a prova mais visível de que o desarmamento da população civil – ao contrário do senso comum – não evita a barbárie, apenas a fomenta.
“O fato de que uma arma de fogo facilita o uso de força letal é algo que funciona unicamente em prol da vítima mais fraca, e não em prol do agressor mais forte. O agressor mais forte não precisa de uma arma de fogo para aniquilar sua vítima mais fraca. Já a vítima mais fraca precisa de uma arma de fogo para sobrepujar seu agressor mais forte. Se ambos estiverem armados, então estão em pé de igualdade.
Desarmamentistas, na prática, querem que os mais fortes, os mais agressivos e os mais fisicamente capacitados se tornem os seres dominantes em uma sociedade — e isso é exatamente o oposto de como funciona uma sociedade civilizada. Um bandido, mesmo um bandido armado, só terá uma vida bem-sucedida caso viva em uma sociedade na qual o estado, ao desarmar os cidadãos pacíficos, concedeu a ele o monopólio da força.”
Colocação fantástica. Eu nunca tinha pensado dessa maneira.
“Armas não trazem segurança. Quando invadirem sua casa, tenha em mãos um livro de sociologia”.
Vi esse meme e achei sensacional.
Bom texto!
O texto não fala sobre a corrupção das pessoas, mas só a partir da ótica do cidadão de bem. O que me garante que um portador de arma (por mais frágil que seja fisicamente) não usará isso para ameaçar os outros? Pode até ter análise psicológica mas isso não garante algo deste tipo aconteça pois sendo assim não teríamos policiais corruptos.
Há também a questão do treinamento pois se até os policiais que tem preparação matam inocentes involuntariamente, imagina cidadãos comuns? O que a sociedade menos precisa é que todo mundo saia dando tiros imprudentemente por aí.
O texto falou também sobre equilíbrio de conflito entre a vítima e o agressor que é até interessante eu admito, no entanto a parte da letalidade me deixou em dúvida. Quando rebateu o argumento contra o porte de armas de que brigas que resultariam em alguns machucados passariam a ter mortes, falou que o mais fraco sempre perderá e sobre outras meios de provocar a letalidade.
Sobre o primeiro argumento, se o mais fraco for agressor, não há problema algum dele sair ferido. Já se o mais fraco for a vítima, então seria preferível o agressor morto do que a vítima ferida? Fiquei imaginando um corno furioso querendo meter a porrada no amante de sua esposa tomar um tiro e morrer. Ou seja, morreu só porque se descontrolou emocionalmente. O ideal é que isso vire caso de polícia porque numa sociedade minarquista situações como essas seriam bastante incomuns já que o estado deixaria de oferecer outros serviços públicos e se concentraria mais em manter a segurança tornando assim o policiamento mais eficiente, dispensando o uso de arma da vítima.
Sobre o segundo argumento, por mais que tenha outros meios letais existe o fator grau de letalidade. Uma pistola causa mais danos que uma faca (porque ainda dá pra se defender da facada se uma pessoa por exemplo usar uma mochila para se escapar do golpe), assim como uma bomba e uma bazuca causam mais danos que a pistola. Agora vão sugerir que as pessoas andem com granadas para se defender de um grupo de agressores que se aproximam?
Mas não vou bancar o esquerdista em só criticar e não apresentar soluções, que no caso seria o melhoramento do policiamento. Por mais que os polícias se corrompam e sejam despreparados, ainda sim as armas nas mãos deles é menos pior do que nas mãos de qualquer um que passou por uma “análise psicológica”.
Se o cidadão não pode ter armas para se proteger mas, se tiver dinheiro, pode contratar seguranças armados para protegê-lo, a conseqüência mais óbvia e inevitável é que SÓ OS RICOS TÊM DIREITO À PROTEÇÃO ARMADA.
Desarmamento civil é isso e nada mais.
Sou favorável ao ctrl de armas.
ps: por isso que sempre as empunho c/ ambas as mãos !
Se fossemos um país com uma ótima distribuição de renda e educação Ok.
Mas com quase 14 milhões de desempregados e quase 60 mil vítimas fatais por ano, sem mencionar os feridos.
É mais provável que isto vire a África.
Gostei muito do artigo, mas com relação à afirmação” A arma não limita em nada as ações daqueles que querem interagir comigo por meio de argumentos”, tenho minhas dúvidas. Talvez se as duas partes estiverem armadas isso seja possível, entretanto se uma delas estiver desarmada poderá ficar com medo de apresentar seus argumentos, mesmo que eles estejam certos. Sou favorável a que todo cidadão possa ter uma arma para se defender, mas na prática imagino que uma sociedade em que todos tenham uma arma na cintura seja uma situação um tanto quanto surreal.
vcs so podem estar de brincadeira. Permitir arma na mao do cidadao brasileiro é a receita pra trajedias rotineiras. O sujeito só é a favor do armamento até alguem da familia dele ser morto em uma discussão de transito banal.
Alguns pontos sobre esse assunto que gostaria de comentar:
1- Tenho um amigo que envolveu-se numa briga de trânsito, o outro motorista parou o carro, pegou uma barra de aço e partiu para cima. Meu amigo apenas mostrou a arma de fogo no coldre e o ofensor virou um cordeirinho e foi embora. Daqui tiro 2 conclusões, a primeira é que o porte de arma para fins defensivos até pode levar a um tiroteio ou morte, mas suponho que a larga maioria dos casos em que a arma é usada defensivamente, não é necessário nem mesmo sacá-la ou dispará-la. Em segundo, todos esses casos em que a situação foi resolvida sem alarde não geram estatística a favor das armas. Ainda, não fosse o porte de arma de meu amigo, ele poderia ter saído ferido ou até talvez morto, e essa estatística seria excluída de uma comparação de taxa de homicídio por armas de fogo. Fica a crítica às comparações estatísticas que escondem o uso da arma sem disparo ou sem empunhá-la e que descartam a violência sem arma de fogo envolvida.
2- Um outro amigo que eventualmente porta arma e é esquentado me disse numa oportunidade que, quando está portando, fica muito mais “na dele”, portanto menos propenso a entrar numa briga por besteira. Suponho que o porte traz consigo um senso de responsabilidade que também é beneficial ao convívio social. Este é um argumento que não lembro de ter visto em lugar algum, mas entendo que ele possa ser contraditório.
3- Uma questão filosófica, um indivíduo que tenha cumprido pena por assalto a mão armada, uma vez solto, poderia comprar uma arma? Conservadores certamente dirão que ele não tem esse direito, mas o que os liberais dizem?
Sds
Plágio horrível. Falta total de civilidade roubar a ideia alheia. Anula qualquer posição tomada pelo autor.
theconservativetreehouse.com/2011/05/21/the-gun-is-civilization-by-maj-l-caudill-usmc-ret/
– Por que você quer carregar uma arma?
– Porque eu não posso carregar um policial.
Sou 100% favorável ao porte de armas de fogo, mas por outro lado, a população tem de estar preparada para tal, e não sei exatamente se é o caso do Brasil. Em países ditos civilizados, tais como a Alemanha, país de origem do autor, seus argumentos são totalmente válidos, pois o nível de cultura, até mesmo em relação às armas, e a educação, são muito superiores à do Brasil.
No caso brasileiro, creio eu que o fator humano na equação tem um peso diferente daquele adotado em outros países. Infelizmente, a maioria dos nascidos aqui têm desde criança uma educação na qual impera a Lei de Gérson, e neste tipo de educação, o respeito à propriedade alheia e às própria pessoas não é exatamente uma prioridade…
Veja uma lista de DESARMAMENTISTAS famosos e diga você mesmo o que eles tem em comum:
– Lênin
– Stalin
– Hitler
– Mussolini
– Getúlio Vargas
– Mao Tse Tung
– Pol Pot
– Fidel Castro
– Putin
– Erdogan
– Ahmadinejad
– Hugo Chavez
– Maduro
– Hussein Obama
– Xi Jinping
– FHC
– Lula
– Dilma
– Gordinho coreano.
MINHA OPINIÃO NO PRIMEIRO TEXTO
A arma de fogo torna o mais fraco fisicamente mais forte que o seu agressor, fato. Porém desde que o mais fraco fisicamente tenha habilidade para usar tal arma antes de ser dominado e agredido. Desde que o mais fraco tenha a inteligência e auto domínio para usar a arma apenas diante de uma injusta agressão.
Por fim a arma não inibe quem está disposto a agredir, sabendo o criminoso que pessoas não criminosas estão armadas, não irão simplesmente render essas pessoas usarão o fator surpresa e já chegarão atirando para anunciar depois.
As armas só torna o mais fraco mais forte se o outro também não estiver armado. Em uma briga de trânsito, se os dois cidadão estiverem armados? Numa briga feia de casal, se os dois estiverem armados? Uma briga em família com pessoas alcoolizadas?
Segurança de carros fortes, vigias de banco e empresas estão sendo rendidos e tendo suas armas roubadas, casas de policiais são furtadas em busca de armas. imagine o cidadão comum.
Por fim o instrumento que mais simboliza a barbárie desde a espada até a evolução à pólvora não pode ser considerada retrato de civilização, afinal não é o Faroeste mais civilizado que o Texas atual, a Líbia e Síria é menos civilizada agora que está guerra civil, o mundo é menos civilizado quando está em guerra. SER CIVILIZADO NÃO É SE IMPOR COM ARMAS, MAS COM ARGUMENTOS, e a arma não força ninguém a conversar, pelo contrário força ao confronto direto.
Continuamos como patinhos na lagoa.
Só vejo um militante solitário que chama atenção nesse assunto, o Bene Barbosa.
Não temos mesmo nenhuma perspectiva para reverter esse estatuto?
Às vezes, o uso da força não necessariamente vem da ideia de querer algo em troca- as brigas estão ai para mostrar isso. Quando há uma briga, por exemplo, ela, normalmente, ocorreu pois alguém não suportou algo e resolveu descontar com a agressão, “o sangue da pessoa subiu”, ela não pensou “vou dar somente socos, pois será menos letal”, ela só quer agredir- e é ai que está o problema. Já pensou se o uso da arma de fogo é liberado e “o sangue de alguém sobe”? Ela não vai nem pensar em bater no outro, já que ela quer, de qualquer maneira, causar dano à outrem, causará direito. Portanto, as brigas corriqueiras podem sim se transformar em tiroteios facilmente.
Ótimo!parabéns
Duas razões pelas quais americanos são mais educados (gentis) entre si do que os brasileiros:
(1) O americano acredita que o outro é livre e tem os mesmos direitos fundamentais que ele, tendo assim que ser persuadido e não coagido.
Já o brasileiro (em geral) sempre se considera intrinsecamente superior ou inferior ao outro como ser humano;
(2) O americano nunca tem certeza de que o outro está desarmado, então é melhor ser diplomático.
Já o brasileiro quase sempre tem certeza de que o outro está desarmado…
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Por que o povo tinha tanto medo do Lampião?
Porque Getúlio Vargas desarmou a população.
Algumas pessoas podem usar mal as armas? Se é assim, então você também não pode ter carro.
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Oi, tudo bem?
Assim como vocês, sou contra o desarmamento civil. Só que, ao mesmo tempo, acredito que não é todo mundo que pode ter uma arma. Desequilibrados mentais, como aqueles que promovem chacinas em escolas nos EUA, e pessoas com ficha criminal, por exemplo, não devem ter armas, pois estas, na mão dessas pessoas, podem levar vários inocentes à morte.
Sendo assim, algum controle tem que existir (claro, não como o que temos no Brasil, onde é quase impossível ter arma legalmente): exigir exame psicológico e atestado de bons antecedentes já seria suficiente.
O que vejo é! São pessoas contraditórias ao seu próprio argumento. Pessoa que se denomina ser algo, mas não é. Sim, como as coisas estão no Brasil, eu apoio o porte de arma, ainda, temos leis sobre porte de arma. Não pode ter problemas psicológicos, tem que ter pelo menos 21 anos de idade, morar em locais perigosos, ser ameaçado de morte, não possuir ficha na policia por ilegalidades, em si parece o suficiente, né?! Mas, vemos traficantes e bandidos com fuzis, lança foguetes, metralhadoras, granadas e entre outros. Vocês acham que não devíamos nos proteger?! Isso é certo? Fala serio! Oras! Por isso que Estados Unidos é um pais bom, lá os cidadãos tem direito de defesa. Lá não possui um índice de violência alto, só nas cidades que não possui armas ou Estados. Pois, cada Estado no EUA possui leis diferentes uma das outras, só a lei Federal que é para todo EUA (Estados Unidos da America). EUA é muita prática em relação a leis, já o Brasil é uma vergonha!
A questão não é tão simples quanto relatada no texto. Nao é apenas um caso de igualar as forças entre mocinho e bandido. Armar o “cidadão de bem” mostra a incompetência e a falência do Estado em impedir que as armas cheguem até os bandidos. E essa deveria ser a discussão: como impedir que bandidos estejam armados até os dentes.
Armando a população, o Estado está automaticamente assinando um atestado de incompetência. Ele está dizendo: cidadão de bem, eu não sou capaz de impedir que armas cheguem até os bandidos. Ele está nos passando a responsabilidade de nos defender, mesmo pagando altos impostos que vão para a segurança.
A prova disso é que vc não vê nenhum político a favor do porte de armas falar da incapacidade do Estado de impedir que as armas cheguem até o bandido, e nem o cidadão o cobra pois sabe o quanto os políticos brasileiros são incompetentes.
Além disso, muitos políticos da bancada da bala são financiados pela Taurus, empresa Brasileira que tem o monopólio na venda de armas de pequeno calibre no Brasil. Então, essa lei do porte de armas TB passa por interesses econômicos de fabricantes, mesmo que a população se mate tentando se defender.
Mas é natural que muitos queiram se armar. Não está fácil se defender de tantos bandidos.
Geralmente as pessoas argumentam “quando liberar as armas, um monte de gente irá morrer no trânsito”, eu já digo que se um agressor enfurecido por causa de um acidente de transito querer matar uma outra pessoa, ele vai ter que lidar com outras pessoas igualmente armadas, que poderão “persuadir” o agressor a abaixar sua arma ou em caso extremo ser eliminado.
Ponto para o Bolsonaro, mas não fez o trabalho completo. As exigências para ter uma arma ainda continuam muito “absurdas”.
A mais absurda, ou seja, autorização de um burocrata da Polícia, foi retirada, mas ainda não é o suficiente. Ele precisa entender que um cara com a fama dele não pode fazer reformas tímidas, precisa meter o pé na porta e mergulhar de cabeça no que seus seguidores acreditam.
Deturparam completamente o que era previsto no projeto de lei do Peninha, é simplesmente triste. Pagaremos um preço caro se a criminalidade não diminuir em 4 anos, é capaz do desarmamento voltar ainda mais severo.
Ontem mesmo, almoçando com parentes, tive o (des)prazer de vê-los dando piti pela notícia…
Sabem as pessoas que pertencem à Esquerda-caviar, que amam o socialismo nos luxos que o capitalismo pode oferecer? Eis o perfil do povo em questão. Considerando que o Jornal Hoje de ontem dedicou meia-hora da edição para falar sobre a assinatura do Bolsonaro em relação ao decreto das armas, acabei ouvindo lamentações dos desinformados pela mídia, crentes de que agora teremos um Wild West por todo o Brasil. Cheguei mesmo a argumentar com eles de que era favorável ao decreto, dado que era o cumprimento prático do referendo de 2005.
Detalhe: vivem em uma villa romana com cerca eletrificada ao redor. Em termos de segurança, estão melhores que sei lá… 80% da população comum.
Faria apenas um pequeno retoque à argumentação: “Toda e qualquer interação humana necessariamente recai em uma dessas duas categorias. Sem exceção. Razão ou força. E só.”
Há estudos que indicam que as pessoas são mais movidas pela emoção do que pela razão.
Considerando isso, eu diria que há três categorias sobre as quais toda e qualquer interação humana necessariamente recai: Emoção, Razão ou força.
Parabéns pelo texto.
Fez o que dava via decreto. A questão é se não foi uma estratégia errada e se isso não pode atrapalhar a aprovação de uma lei.
Uma pergunta aos defensores do porte e da posse de arma.
Por que os EUA, país tido como um dos mais flexíveis no porte de arma, tem a pior relação de taxa de homicidio intercional dos países desenvolvidos.
No estudo de 2012, os EUA chegava a ter 4,88 homicidios por 100 mil habitantes. Reino Unido (país com porte restrito) tem 0,92 homicios por 100 mil habitantes.
Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_taxa_de_homic%C3%ADdio_intencional
Artigo espetacular do Bene:
http://www.ilisp.org/artigos/como-o-paraguai-destroi-toda-a-argumentacao-desarmamentista-usada-no-brasil/
Nos EUA, para cada 1 bandido morto em legítima defesa, 34 inocentes são assassinados por arma de fogo, segundo dados do FBI..
Em 2012, ocorreram 8.855 homicídios por arma de fogo, de acordo com o banco de dados de homicídios do FBI, mas apenas 258 foram considerados justificáveis, o que o FBI define como “a morte de um criminoso durante a prática de um crime por um cidadão.”
http://www.washingtonpost.com/news/wonk/wp/2015/06/19/guns-in-america-for-every-criminal-killed-in-self-defense-34-innocent-people-die/?utm_term=.ed52e7a9fa8a
O que vou dizer não é possível provar.
Tenho sérias suspeitas de que a queda abrupta da taxa de homicídios em 2003 tenha sido forjada por alguma mudança de metodologia na contagem.
Lula assumiu em 2003, ou seja, suas políticas (que não foram radicais) não teriam tempo suficiente de provocarem mudanças profundas na sociedade para em apenas 1 ano a taxa cair da forma que caiu. E fica pior, o Estatuto do Desarmamento somente entrou em vigor em 23/12/2003, ou seja, em 2004. Mas apenas foi vigorosamente cumprido em 2005, quando teve o Referendo.
E mesmo se isso fosse alguma suspeita furada, por que a taxa de homicídios voltou a aumentar de forma explosiva a partir de 2007?
Não necessariamente a arma de fogo torna tudo igual.
Na verdade, quem supreende e aponta a arma primeiro está com a vantagem.
O bandido tem “fator supresa” que o favorece.
Como vcs desmascaram essa objeção?
Vamos supor, open carry é liberado, como em alguns estado americanos. E vc tá andando com a arma visível a todos. Vc tá andando traquilamente numa rua pública. Tem como vc prevenir? Tem como saber quem é o bandido que vai te assaltar? Aí vc tá andando tranquilamente numa rua, e de repente, um bandido te supreende, aponta a arma na sua cabeça e diz: “pássa a tua arma pra cá”. Acabou. Vc perdeu a sua arma. Isso aconteceu até com o proprio Bolsonaro em 1995. Ele foi assaltado, e os bandidos levaram a arma dele.
Ao menos que vc seja um cavaleiro medieval ou um profissional treinado, como aquela policial que matou o bandido mesmo ele apontando a arma pra ela…
Mas uma coisa vcs tem que concordar: antes das armas de fogo existirem, havia menos mortes…
Pronto, refutado…
Engraçado que os EUA,com uma população quase o dobro do Brasil,conseguem ter bem menos homicídios.
Outro dia estava discutindo sobre o porte de armas com meu irmão,ele falando que morar nos EUA é tão perigoso quanto morar no Brasil(detalhe,ele é funça,e é totalmente de esquerda,apesar de negar isso).Não sei da onde ele tirou essa estatística.Nunca morei nos EUA,mas duvido que lá seja tão violento quanto no Brasil.E usar o argumento do cidadão que invade escolas para matar inocentes para permitir ao estado o controle de armas,me soa tão ditatorial.
Discordo, a arma não só vai por também em pé de igualdade as pessoas, como vai lhes dar mais desigualdade, pois o agressor (mais forte) também terá uma arma, então o que vai acontecer é que se tornaram mais letais sim, as brigas de transito, discussões de transito, e outros embates fúteis. “O fato de que uma arma de fogo facilita o uso de força letal é algo que funciona unicamente em prol da vítima mais fraca, e não em prol do agressor mais forte.” Geralmente para agredir vai querer uma arma!
Mas economicamente parece uma boa.
Nessa frase “Razão ou força. E só” trocaria por “convencimento ou força”. Nem sempre por haver um acordo entre as partes se tem algo “racional”(que faça sentido lógico). Se tem um entendimento entre as partes, normalmente algo com sentido, mas dependendo das pessoas envolvidas uma engana a outra, mas a outra aceita…fazer o que, né? Mas não há conflito. Um cara pode querer trocar um carro por uma maçã e se ambos aceitam…rs
Por isso seria melhor colocar que as duas possibilidades são: entendimento entre as partes por bem (pacífica, com diálogo) ou à força (coerção, ameaça, etc)
a) EFEITO SURPRESA: O bandido escolhe o momento.
b) RISCO ZERO: O bandido não tem (praticamente) nada a perder. E você? Vida (sua e da família)
c) AÇÃO E REAÇÃO: Só o fato de você está armado fará com que a abordagem do bandido seja MUITO mais agressiva e potencialmente fatal.
d) COMPARSA: Já imaginou que o bandido pode ter um comparsa? Você matou um só que tem outro só esperando uma oportunidade pra se vingar.
e) REGRA – PATRIMÔNIO. Em regra, o bandido só quer levar patrimônio.
f) INÓCUO : Na maioria das vezes, ter arma é inócuo. Pior, o bandido acaba LEVANDO a sua arma.
Muito interessante a perspectiva enredada no texto.
A parte que articula o porte de arma de fogo com a retirada da força da equação que descreve as relações sociais lança luz sobre um aspecto da isonomia que eu ainda não havia observado. Realmente, o porte de arma de fogo, na medida em que institui a equiparação de forças, torna-se instrumento a serviço da isonomia nas relações.
O desafio parece ser o método de implantação dessa realidade em países como o Brasil, recém saído de um modelo progressista, que resultou na concentração da força nas mãos do Estado, constrangimento legal, e do crime organizado, constrangimento ilegal.
Entendo, smj, que deveriam ser difundidos os clubes de tiro, a fim de estimular a prática de tiro. Dessa forma o porte de arma poderia ser normalizado antes mesmo da liberação. A meu sentir, a ideia de portar armas de fogo não deve representar apenas uma mudança de procedimento, mas sim mudança de cultura.
Boa tarde ! Recebi este artigo de um amigo e resolvi lê-lo.
Bem, talvez para um cidadão socializado sob regras de civilidade, respeito e limites bem antigos nas relaçoes entre as pessoas, a lógica usada neste artigo tenha razoabilidade e aplicabilidade imediata.
Em nossa sociedade, onde a imensa maioria das pessoas não respeita limites básicos como regras de trânsito, linguajar adequado para contra-argumentar opinioes diversas, dentre outros, como dar direito de que todos tenham acesso à algo que pede exatamente a maior racionalidade possível ?
Sou policial, e já vi centenas de casos de más decisoes acerca do uso de um recurso que deveria ser o último. Respeito opinioes em contrário, mas sinceramente há pessoas que não deveriam ter o direito sequer de de ter uma arma, e muito menos portá-la.
O desejo de ter uma arma é o desejo de possuir um micropoder. Legalizada ou não, apenas os criminoso terão armas. Pois aqueles que querem minimizar o poder do estado (poder do estado, entende-se pelo domínio da aplicação da violência), que possuir o micropoder da violência (aparelho do estado) em suas mãos. A arma não é a fonte dos problemas como aponta o texto. As armas não são a fonte de todos os males como o texto aponta. Mas é uma tentativa de remediar conflitos sociais muito mais complexos, através da aquisição do poder por parte daqueles que podem comprá-lo — Afinal, quem pode comprar uma arma?? Não é qualquer cidadão. Inclusive os cidadãos mais expostos a violência, devido as condições materiais dos locais ondem mora, são os que estão mais distantes de sua aquisição — ou seja, a arma não é um equiparador de forças, é uma forma de sobreposição de forças por parte daqueles que podem comprá-la. Digo sobreposição, pois é claro, que tanto o criminoso quanto aquele que possui poder aquisitivo detêm poderes em uma sociedade desigual. A limitação do pensamento quanto as formas de resolução é o problema do movimento armamentista. acreditar que o ser humano possui apenas “duas formas’ de resolver conflitos é levar o debate a uma esfera muito rasa, dados os inúmeros problemas geradores da violência na sociedade, pois descarta o pensamento sensível e a subjetividade dos sujeitos que compõe a sociedade, dado que a violência também é proveniente da esfera cultural onde os indivíduos estão envolvidos. A transformação do indivíduo e da sociedade se dá através da sua visão de mundo, ou seja, através de suas referências culturais, que em nada tem a ver com força ou razão e sim, com seus processos subjetivos e com suas influências e percepções de mundo. Quem não acredita nas armas como solução da violência pública (pois é um problema público, não privado), está a apontando para os problemas basilares da violência. Quem está adere as armas como solução, além de estar defendendo a segurança privada do “cada um por si” (privilegiando aqueles que podem comprar uma arma), está apontando para os problemas na tentativa de remediá-los, de apostar no derramamento de sangue como solução dos problemas sociais. Dentre as duas opções ainda prefiro olhar para a origem do que para o caos como solução. Afinal, nenhuma das práticas levam a fins simples. Pois a violência gera violência, e assim segue em corolário. Ou seja, a introdução das armas no debate da segurança é mais um elemento para tornar o problema mais complexo.
Vc fez todo esse textão aí pra falar que só “rico” poderá ter arma de fogo? Em país onde o Estado não fica se metendo na economia, qualquer duas ou três notas de 100 compra uma arma. Aqui é que chega na casa dos milhares.
Derramamento de sangue é o que já acontece, justamente por só os fora da lei estarem armados.
“Pois a violência gera violência”
Armas de fogo não geram violência, elas (se ambos os lados tiverem ela) faz o contrario, evita a violência, exatamente por colocar medo no lado que quer usá-la para agredir o próximo.
Tres puntos:
1) Andar armado es actuar sobre las consecuencias y no sobre las causas que generan la violencia.
2) Se trata de dos visiones distintas del contrato social, la de John Locke basada en la vision de Thomas Hobbes (Homo homini lupus) y la de Rousseau.
El arma es un instrumento de poder, que como en todas las relaciones de poder será abusada por algunos individuos. Si no fuera así, no necesitaramos ni leyes, ni jueces ni cárceles.
3) EL texto presupone que cualquiera está capacitado y dispuesto a herir o quitarle la vida a otro ser. Mi abuelo, que andaba armado y mató a un ladrón que entró a su negocio, nunca se recuperó del trauma. Muchos soldados regresan acabados por haber matado otros seres humanos. El dicho callejero dice: “Si andas armado y no estás dispuesto a disparar es mejor que limes la mira de tu pistola. Para que cuando te la inserten por detrás no te duela tanto”.
Andar armado no es suficiente, tienes que estar dispuesto a matar al otro y a que cualquier disputa termine en una tragedia.
” (…)a organização espontânea da população em armas se tornou impossível desde que a sociedade se dividiu em classes”
Lênin – O Estado e A Revolução.
A liberação do porte de armas levaria a sociedade a degladiar-se numa guerra sem fim. Por isso existe um sistema de Estatal de Segurança pública com todo seu aparato jurídico coercitivo.
Prezados,
Concordo com os argumentos do autor, e vou mais longe: talvez o cidadão de bem tivesse o DEVER, a obrigação, de passar por um curso de tiro. Da mesma forma que poupamos dinheiro para a velhice, fazemos curso para tirar carteira de motorista e etc. , a defesa pessoal, de nossas famílias e de nossos bens é importante demais para ser deixada nas mãos de um Estado incompetente.
Entretanto, sem o devido treinamento, a simples POSSE da arma de fogo não resolverá o problema.
Parabéns por mais um artigo excelente.
Melhor texto que já li sobre a legitimidade do porte de arma.
O argumento definitivo contra o desarmamento é que, se a sociedade não se arma, depende inteiramente da polícia para se defender. E se a polícia entrar em greve, a quem recorrer? Recentemente tivemos casos de paralisação de policiais em vários estados brasileiros com o caos social instaurado. A população ficou na mão de bandidos.
nenhum político desarmamentista de esquerda dispensa a segurança pública e privada (armada até os dentes) que faz a proteção pessoal deles.
Não vejo contradição nisso. Seguranças são profissionais muito bem treinados, com muito mais preparo para utilizar uma arma de fogo e com menos propensão a fazer besteira do que um cidadão comum.
Reconheço que as pessoas têm o direito de contar com uma arma de fogo para se protegerem, mas, em vez delas mesmas se armarem, melhor delegarem essa tarefa para seguranças profissionais especializados, que vão saber agir muito melhor em situações de emergência.
Eu tenho uma arma mais não tenho porte porque a lei não permite, sou a favor do porte , porque me traz mais segurança. Não é liberar só para mim mais sim para todos que queiram e que comprove através de um psicólogo
profissional ser normal de suade mental e equilibrado.
Índices de violência despencam para mínima histórica no Brasil, com facilitação de compra de armas
Aproveite
Não sou desarmementista, mas um controle básico de armas tem que existir. Verificação de antecedentes, teste psicológico, proibição de armamento pesado (como armas automáticas e fuzis de assalto), não permitir que menores tenham acesso a arma..Enfim, não se pode polarizar nem no excesso de controle (como no Brasil), nem no “liberar geral”. Nos EUA, os estados que polarizam, são os que apresentam as maiores taxas de homicídios.
putz tem certeza se tratar de um artigo mesmo me pareceu um enredo sobre poder e não pode, e pena viu me pareceu bem inigmatíco pelo texto que representa uma parte do planeta.