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A diferença salarial entre homens e mulheres no Brasil

Nota do editor: o artigo a seguir foi originalmente publicado em maio de 2015. Como o assunto voltou à tona e está sendo debatido muito mais com emoção do que com razão e lógica, vale a pena revisitá-lo.

Por um motivo simples, sempre desconfiei da estatística da diferença
salarial.

Se as mulheres de fato ganhassem menos que os homens para realizar as mesmas
tarefas, empresas que buscam o lucro
contratariam mulheres
. Diante de dois candidatos com o mesmo potencial, o
patrão, é claro, contrataria o mais barato.

Mas o que ocorre é o contrário: os homens ainda são maioria dos empregados
do Brasil.

Portanto, ou os donos de empresas são tolos, e colocam o machismo acima do
lucro, ou a estatística é furada.

Um novo
estudo da Fundação de Economia e Estatística
, do governo do Rio Grande do
Sul, confirmou essa suspeita. Os economistas Guilherme Stein e Vanessa Sulzbach
analisaram 100 mil salários e concluíram que as mulheres brasileiras ganham 20%
menos que os homens — mas só 7% não
podem ser explicados pela diferença de produtividade.

A pesquisa enfureceu
feministas gaúchas, que escreveram artigos e “textões” no Facebook acusando os
autores de machismo e pediram a demissão dos diretores da Fundação.

Em resposta, dezenas de economistas assinaram um manifesto
defendendo os pesquisadores. “Ficamos surpresos com uma reação tão forte a um
estudo que já foi replicado tantas vezes”, me disse o economista Guilherme
Stein.

A conclusão do estudo converge com os dados
da economista Claudia Goldin, de Harvard, a grande especialista em diferença
salarial. Para os Estados Unidos, Goldin encontrou uma porcentagem um pouco
menor (5%) que não é explicada pela produtividade.

De acordo com os pesquisadores gaúchos, há principalmente dois fatores puxam
o salário das mulheres para cima, mas há outros três que o empurram para baixo. Veja a tabela.

20150429tabela_recortehem1.png

As mulheres têm em média mais anos de estudo e começam a trabalhar mais
tarde. No entanto, interrompem a carreira com mais frequência, têm uma jornada
um pouco menor que a dos homens e tendem a se concentrar em ocupações que
remuneram menos.

Dos 20% de diferença salarial, 13 são explicados por essas razões. Ou seja:
se homens e mulheres trabalhassem as mesmas horas e tivessem o mesmo perfil,
ainda assim as mulheres ganhariam 7% menos. Como explicar essa diferença?

Pode ser preconceito e discriminação por parte dos patrões, ou algum
outro fator ainda não revelado. O que se pode dizer é que o machismo dos
empregadores diminui o salário das mulheres em no máximo 7%.

A pesquisa não contraria bandeiras feministas, pelo contrário. “Os dados
sugerem que a diferença salarial diminuiria se os homens dividissem os afazeres
domésticos com as mulheres”, diz Stein.

Complemento do IMB

Em um mercado de trabalho com liberdade de contratação e demissão, é
impossível haver divergências salariais entre homens e mulheres em decorrência
unicamente de discriminação. 

E isto por um motivo puramente econômico: se houvesse tal discriminação,
qualquer empregador iria obter lucros fáceis contratando mulheres e dispensando
homens, uma vez que as mulheres poderiam receber um salário menor para fazer
exatamente o mesmo trabalho.  A concorrência entre os empregadores iria,
então, elevar os salários das mulheres e, assim, abolir qualquer diferença
salarial que porventura exista.

Logo, sempre e em qualquer ocasião que houver qualquer tipo de discriminação
salarial — e isto vale não apenas para gêneros, mas também para cor de pele,
religiões, etnias etc. –, o capitalismo irá abolir tal situação, e não
aprofundá-la.  E o motivo essencial é que um empregador que permite que
seus preconceitos turvem seu juízo de valor estará assim criando uma
oportunidade de lucro para seus concorrentes. 

Uma mulher que produz $75.000 por ano em receitas para seu patrão, mas que
recebe, digamos, $20.000 a menos que um empregado masculino igualmente
produtivo, poderá ser contratada por um concorrente por, digamos, $10.000 a
mais do que recebe hoje e ainda assim permitir que este novo empregador embolse
os $10.000 de diferença. 

À medida que este processo concorrencial for se aprofundando ele irá, ao fim
e ao cabo, elevar os salários femininos ao ponto de paridade com os salários
masculinos caso a concorrência salarial seja vigorosa o bastante.

Mas há outros fatores indeléveis nessa questão da divergência salarial entre
homens e mulheres. Por exemplo, como já dito, em
termos gerais, a probabilidade de as mulheres saírem da força de trabalho por
um período de tempo — por causa de gravidez, criação e educação de filhos e
outras tarefas (das quais a maioria dos homens se esquiva) — é maior que a dos
homens. As mulheres são muito mais propensas que os homens a se ausentar
do mercado de trabalho por um período de tempo (anos) para se dedicar à
família. E mesmo que não façam isso, elas tendem a gastar muito mais
tempo que os homens cuidando das crianças e das tarefas domésticas. Consequentemente, elas ficam atrás de seus colegas homens em termos de
acumulação de capital, produtividade e salários.

No
entanto, explicações muito mais explosivas sobre diferenças salariais podem ser
encontradas no livro do professor James T. Bennett, do departamento de economia
da George Mason University, intitulado The
Politics of American Feminism: Gender Conflict in Contemporary Society
.
 

Neste
livro, o professor Bennett enumera mais de vinte motivos por que os homens
ganham mais que as mulheres. Cumulativamente, tais explicações respondem
por completo a existência de qualquer “disparidade salarial”, embora
o próprio Bennett acredite que a discriminação salarial por gênero não seja
algo inexistente. 

Os
motivos, baseados em generalizações respaldadas por volumosas estatísticas,
são:

  • Homens têm mais interesse
    por tecnologia e ciências naturais do que as mulheres.
  • Homens são mais propensos a
    aceitar trabalhos perigosos, e tais empregos pagam mais do que empregos
    mais confortáveis e seguros.
  • Homens são mais dispostos a
    se expor a climas inclementes em seu trabalho, e são compensados por isso
    (“diferenças compensatórias” no linguajar econômico).
  • Homens tendem a aceitar
    empregos mais estressantes que não sigam a típica rotina de oito horas de
    trabalho em horários convencionais.
  • Muitas mulheres preferem a
    satisfação pessoal no emprego (profissões voltadas para a assistência a
    crianças e idosos, por exemplo) a salários mais altos.
  • Homens, em geral, gostam de
    correr mais riscos que mulheres.  Maiores riscos levam a recompensas
    mais altas.
  • Horários de trabalho mais
    atípicos pagam mais, e homens são mais propensos que as mulheres a aceitar
    trabalhar em tais horários.
  • Empregos perigosos
    (carvoaria) pagam mais e são dominados por homens.
  • Homens tendem a
    “atualizar” suas qualificações de trabalho mais frequentemente
    do que mulheres.
  • Homens são mais propensos a
    trabalhar em jornadas mais longas, o que aumenta a divergência salarial.
  • Mulheres tendem a ter mais
    “interrupções” em suas carreiras, principalmente por causa da
    gravidez, da criação e da educação de seus filhos.  E menos
    experiência significa salários menores.
  • Mulheres apresentam uma
    probabilidade nove vezes maior do que os homens de sair do trabalho por “razões
    familiares”.  Menos tempo de serviço leva a menores salários.
  • Homens trabalham mais
    semanas por ano do que mulheres.
  • Homens apresentam a metade
    da taxa de absenteísmo das mulheres.  
  • Homens são mais dispostos a
    aturar longas viagens diárias para o local de trabalho.
  • Homens são mais propensos a
    se transferir para locais indesejáveis em troca de empregos que pagam
    mais.
  • Homens são mais propensos a
    aceitar empregos que exigem viagens constantes.
  • No mundo corporativo,
    homens são mais propensos a escolher áreas de salários mais altos, como
    finanças e vendas, ao passo que as mulheres são mais predominantes em
    áreas que pagam menos, como recursos humanos e relações públicas.
  • Quando homens e mulheres
    possuem o mesmo cargo, as responsabilidades masculinas tendem a ser
    maiores.
  • Homens são mais propensos a
    trabalhar por comissão; mulheres são mais propensas a procurar empregos
    que deem mais estabilidade.  O primeiro apresenta maiores potenciais
    de ganho.
  • Mulheres atribuem maior
    valor à flexibilidade, a um ambiente de trabalho mais humano e a ter mais
    tempo para os filhos e para a família.

Portanto,
movimentos feministas genuinamente interessados em entender a questão salarial deveriam prestar mais atenção a
estes determinantes e se concentrar menos em cruzadas quixotescas como
legislações sobre “diversidade e igualdade” que demonizam empregados
e patrões homens.

A
sugestão de que atributos sexuais são utilizados na escolha de um empregado, ou
que eles são determinantes para o contra-cheque, nada diz a respeito dos gostos
sexuais do empregador. Diz apenas sobre escassez. Por quê? Empregadores não
têm como saber qual a produtividade de um empregado antes de sua
contratação. A produtividade deste empregado pode não ser
prontamente perceptível após sua contratação. Adicionalmente,
o período de teste e adaptação é custoso; ele também consome recursos da
empresa na forma de monitoramento, supervisão e materiais. E empregadores
têm um incentivo para economizar todos estes custos.  

Logo, uma
contratação não pode ser algo guiado unicamente pelo sexo do indivíduo. Vários outros possíveis atributos e possíveis ocorrências futuras têm de ser
considerados pelo empregador.

Porém,
a lógica econômica é normalmente suprimida por grupos politicamente corretos
que julgam ser muito mais fácil e produtivo simplesmente difamar aqueles que
tentam explicar que há motivos economicamente racionais para a existência de
eventuais divergências salariais entre homens e mulheres.

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204 comentários em “A diferença salarial entre homens e mulheres no Brasil”

  1. Excelente texto, há muito tempo a justiça a mídia e as faculdades têm sido influenciadas pela falácia de igualdade de gêneros das feministas. Artigos que contam a verdade como este tem que ser sempre feitos para acabarmos para as benesses que o governo tem dado a determinados gêneros por causa dos seus ativistas.

  2. Eu sempre me uso como exemplo: trabalhava em um setor com 6 mulheres (só eu de homem, minha chefa era mulher, meu salário era menor que o delas (e acumulava mais funções que todas), e no fim das contas ainda fui demitido por não aceitar ser rebaixado kkkk. Enfim…

  3. Excelente e esclarecedor..

    O salário de um trabalhador se dará sempre pela sua produtividade!

    Dessa forma, se a mulher for mais produtiva (produzindo mais, dará mais lucro para a empresa) do que um homem, ela terá maior salário.

    Estou certo?

  4. Só quem nunca trabalhou de verdade ou adora se fazer de vítima ainda leva a sério esse assunto.

    Em toda minha carreia as mulheres foram a ampla maioria em cargos de gestão inferior (Coordenação e gerência), só foram minoria em cargos de gestão superior (gerência executiva e diretoria).

    Já trabalhei com mulheres que faziam a mesma função que eu e ganhavam mais, e nunca reclamei por isso.

    Também já vi muitas mulheres sendo promovidos ao invés de homens, acho que até a maioria das vezes as promoções foram para mulheres.

    A única coisa que tenho a reclamar é que ter chefe mulher é a pior coisa.

  5. Marcus Henrique Paiva

    Uma norte-americana amiga minha achou absurdo a tal da “licença maternidade” e perguntou: “como é que a empresa vai ficar 6 meses ou até 3 anos sem um funcionário?!!”

    Pois é, essa é a lógica! Os americanos são bem mais realistas que os brasileiros.

  6. O que as mulheres não percebem é que a legislação trabalhista que as “protege” é quem assegura sua baixa empregabilidade. Não apenas eu, mas conheço também diversos colegas empresários, que não se arriscam a contratar qualquer mulher que suspeite querer engravidar. Caí nesta história uma vez, tive de aguentar por quase 1 ano uma recém contratada (algo caríssimo para uma pequena empresa com poucos funcionários) antes de conseguir mandar embora. A partir disso, nunca mais contratei mulheres recém-casadas ou com filhos pequenos. Pode chamar de discriminação ou o que seja, mas não irei colocar a empresa em risco…

    Não são poucas as mulheres que querem se aproveitar desta situação com empresas no Brasil.

  7. Nunca dei ouvidos para esse choro femimiminista de diferença salarial.
    Mulheres geralmente escolhem profissões que pagam menos. Vou dar um exemplo: eu estudei Publicidade, e dentro de uma agência, existem 4 funções principais: Atendimento, Planejamento, Mídia e Criação. A função que geralmente paga os maiores salários é o de Criação (porém, tem que ralar). Durante os 4 anos de faculdade eu perguntava para as colegas de sala sobre em qual área dentro de agência elas queriam trabalhar, e a maioria respondia que era no Atendimento, porque “gostavam mais e enxergavam que aquela função fazia mais o perfil delas, pois gostavam de falar com as pessoas”. Nunca vi nenhuma colega de sala falar que gostaria de trabalhar com Criação, até nos trabalhos elas deixavam essa parte sob minha responsabilidade.

    Ou seja, faça suas escolhas e não reclame depois.

  8. “A diferença salarial entre homens e mulheres no Brasil”.

    Esse artigo se aplica também ao resto do mundo.
    Afinal de contas, os adoradores da igualdade forçada estão espalhados por todo o planeta.

  9. João Victor Gelio

    Acho importantíssimo colocar essas discussões em pauta. Muito se fala sobre igualdade dos gêneros no trabalho, mas é importante colocar as opiniões de fora quando se vai analisar estatísticas.

  10. Uma pequena contribuição sobre o tema (dois videos, um de Ayn Rand e um de Thomas Sowell).

    alanternanapopa.blogspot.com.br/2015/05/um-pouco-de-ayn-rand-e-thomas-sowell.html

  11. Na esperança de gerar alguma discussão em detrimento do cenário atual, de aceitação geral, gostaria de questionar algumas informações do artigo e até mesmo alguns comentários que acho preconceituosos e desinformados.1. A pesquisa informa que o estudo foi realizado com 100 mil salários, mas não explica o critério de seleção. Sendo uma amostra aleatória, a comparação se torna inválida, uma vez que toda discussão é baseada na diferença de salários em uma mesma função. Se não há premissas, o resultado pode ser invalidado por si.2. Gostaria de discutir o tema diante de fontes e premissas concretas, uma vez que a principal fonte do artigo, James T Bennet, parece estar isolado em seu posicionamento – além de ter, entre suas publicações, livros de extrema direita, com teor conspiratório. Logo, esta fonte parece ser uma escolha bastante esquisita, já que ignora publicações do Banco Interamericano de Desenvolvimento, PNAD, SEADE, DIEESE e afins. Parece, então, ter sido escolhida por conveniência.3. As premissas listadas no artigo são subjetivas e com teor machista (Homens, em geral, gostam de correr mais riscos que mulheres. Maiores riscos levam a recompensas mais altas). E ainda revela uma falha conceitual da pesquisa: não foram comparados pessoas em uma mesma função (Homens são mais propensos a trabalhar por comissão; mulheres são mais propensas a procurar empregos que deem mais estabilidade. O primeiro apresenta maiores potenciais de ganho.) – ninguém questiona o analista junior ganhar menos que o analista senior.4. A artigo possui uma premissa oculta de que a diferença salarial entre homens e mulheres parte de uma diretriz explícita onde o empresário decidi pagar $ 500,00 a menos para uma mulher por ela ser mulher. Quando, na verdade, a disparidade salarial é fruto de um preconceito velado que prejudica as mulheres em processos seletivos, avaliações de performance que levam à promoções e méritos.5. Os comentários que, teoricamente deveriam contribuir para elucidação do conteúdo, são formados em sua maioria por uma argumentação justificada por meio do machismo:Felipe disse: “A única coisa que tenho a reclamar é que ter chefe mulher é a pior coisa”.Resposta: Seriam a liderança e outras competências fatores secundários? Ter um chefe homem incompetente é melhor que uma chefe mulher competente?André disse: “Ela até que é uma boa patroa com ele, porém, as outras funcionárias deitam e rolam (procrastinam, falam muito, fofocam, chegam atrasadas, não fazem banco de horas) e a patroa releva, dá de ombros.”Resposta: O fato de outras funcionárias desrespeitarem a chefia se deve ao fato de ela ser mulher, mas não ao fato de ela ser, talvez, inadequada para a função? O julgamento diz que por ser mulher as pessoas “deitam e rolam”, mas não liga o comportamento à competência (que não discrimina gênero)Eduardo disse:”O que as mulheres não percebem é que a legislação trabalhista que as “protege” é quem assegura sua baixa empregabilidade. Não apenas eu, mas conheço também diversos colegas empresários, que não se arriscam a contratar qualquer mulher que suspeite querer engravidar.”Resposta: E claro que o plano pessoal de uma pessoa precisa depender da sua aprovação. Além disso, seu comentário é tão retrógrado que ele é posto em um momento onde as empresas mais inovadoras do mundo passam a estender a licença por ocasião do nascimento dos filhos para o pai, em mesmo período que o das mulheres.Fico no aguardo de uma discussão construtiva. Machistas não passarão.

  12. Inteira verdade, principalmente em relação a disponibilidade de fazer horas-extras. Faço as escalas de sobreaviso na empresa onde trabalho e o pessoal (homens) sempre se prontificam a fazerem, pois dá um belo incremento no salário no final do mês.

  13. Há ainda um agravante no Brasil: por lei, homens se aposentam aos 35 anos de trabalho. Mulheres aos 30 anos. A massa salarial acumulada em 35 anos de trabalho sobre outra acumulada em 30 anos, por si só, já explica 16% de diferença.

  14. No mercado de trabalho, o homem é a “marca” reconhecida, testada e aprovada. Já a mulher na maioria da profissões é a “marca” nova, aquela que chegou ao mercado depois, e por consequência sofre mais desconfianças fazendo com que os “consumidores” se disponham a pagar menos pelo seu produto.

    É assim com refrigerantes, biscoitos, automóveis e também com a mão de obra…

  15. Mas vcs percebem como para o homem chegar no topo de uma carreira é bem mais fácil? para todos estes casos de que os homens sempre se dão bem numa área há sempre uma mulher que está cuidado da família dele, se ausentando do serviço por estar com licença maternidade ou pq tem que cuidar da família. Queria mesmo uma comparação entre os sexos em que nenhum tivessem filhos.

  16. Mário Ferrari Filho

    Na indústria gráfica, onde atuo, o salário é, por convenção, o mesmo para quem ocupa a mesma função, sendo mulher, homem, negro ou branco.

  17. Aceitem, a natureza é desigual. Existem seres fortes e fracos, a desigualdade está por todos os lados. Os fortes vivem, os fracos morrem.

  18. Amarílio Adolfo da Silva de Souza

    O feminismo é uma das maiores tragédias que uma sociedade pode enfrentar. A função da mulher é unicamente servir ao homem. Nada mais.

  19. “Portanto, caso as mulheres queiram salários maiores, elas deveriam prestar mais atenção a estes determinantes e se concentrar menos em cruzadas quixotescas como legislações sobre “diversidade e igualdade” que demonizam empregados e patrões homens.”

    O ponto principal é esse.
    Quanto todos os outros fatores forem equalizados, quando as mulheres tiverem o mesmo interesse e dedicação que os homens ao estudo de ciências exatas e tecnologia(que costumam remunerar melhor), a mesma disposição para viagens, trabalhos perigosos, horas extras, a mesma propensão a correr riscos, a mesma resiliência diante de situações estressantes e desgastantes, somente aí será possível fazer qualquer tipo de análise sobre uma suposta disparidade injusta e preconceituosa de salários – antes disso é como comparar água e óleo e dizer que é injusto que os dois sejam diferentes.
    Entretanto, é evidente que essa equalização de fatores nunca vai acontecer, porque isso é um reflexo da natureza de cada gênero, o que é maravilhoso – a inteligência emocional das mulheres, a sua habilidade e sensibilidade pra lidar com idosos, com crianças, a capacidade única de ser o coração e a alma de um lar, o fundamento de uma família, tudo isso é infinitamente mais belo e precioso do que qualquer cargo, salário ou promoção.
    O problema é que as mulheres estão sendo doutrinadas há 40 anos por psicopatas raivosas que esvaziaram toda graciosidade da natureza feminina e dos dons verdadeiramente divinos de ser mãe, de ser o sustentáculo emocional da estrutura mais importante da civilização que é a família e substituíram tudo isso por uma busca insensata de igualdade que atenta contra a própria estrutura da realidade – o resultado é que as mulheres nunca estiveram tão infelizes, nunca consumiram tantos antidepressivos, nunca se sentiram tão solitárias, deslocadas e angustiadas.

    Responder

  • Um ponto interessante é que no Brasil quando uma mulher recebe exatamente o mesmo que um homem na mesma função, mesma carga horária e mesma produtividade, a CLT faz com que a mulher na verdade custe mais aos cofres da empresa do que o funcionário homem. É um custo trabalhista imposto pela CLT.

    Então, na prática, devido as várias benecesses com chapéu alheio que a CLT proporciona, salários iguais na verdade resultaria em forte desigualdade de custo entre generos no ponto de vista das empresas.

    Não seria de estranhar que uma lei adicional que obrigue e tabele salarios iguais entre os generos resultaria em demissões em massa da mão de obra feminina.

  • A premissa “mesmo trabalho, mesmo salário” está totalmente equivocada. O mercado trabalha com “maior produção, maior lucro”. Insistir em confundir trabalho com produção é fatal. Só produz conceitos e idéias completamente deslocados.

  • Anomalus,

    concordo com você, aqui em casa somos assim também. homens e mulheres tem suas particularidades, nós mulheres somos mas delicadas. no meu ponto de vista deveriamos viver mais para o cuidado da familia, educacao dos filhos….os homens para garantir o sustento da familia, zelar pela segurança da familia. acho que se assim o fosse, muitas coisas que hoje acontece como filhos distantes dos pais, pais sem conhecer realmente seus filhos e suas necessidades ( de atenção e carinho e nao de bens materiais) deixaria os laços familiares mais fortes, os pais e os filhos mais proximos. não somos inferiores pq recebemos menos, nao somos inferiores pq nao temos cargos de destaque, somos especiais para sermos maes e mulheres.

  • Postei alguns trechos deste artigo nos comments do site abaixo (cuidado tóxico), e até alguns comentários daqui por lá, pra fomentar o debate, e acho que deu certo: escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2015/05/guest-post-relatorio-machista-tenta.html o ultimo comentário da Priscila arrematou!

  • Mario Ferrari Filho

    Se está se tratando de relações formais de trabalho, exemplifico: o operador de telemarketing ativo corresponde ao código 4223-05 da Classificação Brasileira de Ocupações-CBO (www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/home.jsf). Alguém explique como uma empresa contratante consegue pagar salários diferentes para homens e mulheres classificados no mesmo código. Se for burlando a legislação não vale pois aí trata-se de uma questão de fiscalização.

  • Leandro, uma coisa que nunca entendi do ponto de vista econômico é a seguinte: aceitando que algo tem valor somente na medida em que preenche alguma utilidade e não em si mesma, como dizer que diferenças de valor são “injustiças”?. Parece-me que essas inferências de “X e Y fazem o mesmo trabalho e tem salários diferentes; logo, há uma injustiça” partem de um princípio de que existe um valor “certo” para cada trabalho/função. Errei?

  • Um aspecto relevante é a diferença entre o tempo necessário para aposentadoria, de 35 anos de trabalho para homens e 30 anos para mulheres. Recentemente o Congresso Nacional modificou a legislação do fator previdenciário, mas manteve sem qualquer discussão esta distinção entre sexos. Ou seja, as mulheres reclamam que são discriminadas por ganharem menos ou ocuparem menos postos de comando, mas defendem acirradamente que sejam discriminadas para aposentarem-se mais cedo.
    A expectativa de vida das mulheres é superior à dos homens em todo o mundo ocidental, inclusive no Brasil, e a aposentadoria precoce das mulheres torna-se um imenso fardo ao sistema previdenciário, principalmente no sistema do INSS e dos servidores públicos, onde as aposentadorias e pensões acabam por ser pagas por toda a sociedade, que cobre com impostos os gigantescos déficits previdenciários. Entre os servidores públicos, não há qualquer distinção de salário entre homens e mulheres, mas elas se aposentam 5 anos antes. Quando esta distinção foi originalmente estabelecida na CLT, as mulheres representavam uma parcela ínfima da força de trabalho e tinham muitos mais filhos do que hoje.
    Alguns “bens intencionados” vão argumentar: mas as mulheres têm a jornada dupla de trabalho, com os cuidados com o lar e a família. Mas e as mulheres que não têm filhos, por que mantém este “direito”? E os homens que assumem a guarda dos filhos, por viuvez ou decisão judicial (hoje em dia cada vez mais comum), por que não fazem juz a este “direito”? E como a sociedade pode defender que homens e mulheres dividam igualmente a responsabilidade pelos encargos familiares, se a própria sociedade utiliza uma legislação que assume que esta responsabilidade é predominantemente, como justificativa desta aposentadoria precoce?
    Enfim, esta discussão, como várias outras no Brasil, não tem nada de racional, é sempre eivada de sentimentalismos e manipulações, na maioria das vezes com o objetivo de garimpar votos em eleições e justificar mais intervenções do Estado na vida dos cidadãos.

  • 1) mulheres interrompem a carreira com mais frequencia (aka licença maternidade)
    -por isso eh importante lutar pelo aumento da licenca paternidade, e idealmente para que a licenca maternidade-paternidade seja uma soh, dividida pelo casal como quiserem. dessa forma, a responsabilidade pela crianca nao recairia 100% na mulher, e homem e mulher teriam a mesma frequencia de ~interrupcoes~ na carreira.

    2) tem uma jornada um pouco menor que os homens (dividindo a porcentagem acima pelos 5 dias uteis, mulheres trabalham em media 7,46 horas por dia, enquanto homens trabalham 8,36 horas – o que da uma diferenca de pouco menos de uma hora por dia)
    -aqui entra um outro dado interessante. mulheres gastam aprox. 25,9 horas semanais com trabalhos domesticos enquanto homens gastam 15,5. Se ignorassemos os fins de semana, e dividissemos esse numero pelos 5 dias uteis, pra igualar a conta, isso quer dizer que as mulheres trabalham 5,18 horas por dia em atividades domesticas, enquanto homens trabalham 3,1 horas nessas funcoes. Ou seja, eh quase obvio que o fato das mulheres trabalharem uma hora a menos no escritorio esta intrinsecamente ligado ao fato de trabalharem 2 horas a mais em casa. Veja, que nessa conta, quem acaba trabalhando mais no total eh a mulher. Mas sabemos que lavar a louca enquanto o marido ve TV nao eh algo remunerado. Portanto, as mulheres estao ganhando menos dinheiro que os homens, mesmo trabalhando 1 hora a mais por dia, simplesmente pq nossa cultura diz que trabalho domestico eh coisa de mulher, e temos uma horda de homens que acham que lavar um prato uma vez por semana ja quer dizer que estao ajudando muito. ou mesmo homens que acham que a mulher tem que ficar de boinha com essa uma hora a mais de servico e menos dinheiro na conta. socorro.

    3) mulheres geralmente exercem funções que pagam pior
    – hahaha gente, essa eh osso. alguem realmente acha que as mulheres voluntariamente escolhem essas funcoes??? e sera que esse ~interesse~ por areas de ciencias e tecnologia nao eh nada projetado em cima dos meninos logo na infancia, enquanto meninas ganham fogoezinhos cor de rosa pra brincar?? considere que quem criou o mercado de trabalho como ele eh hoje foram homens, e que existe uma divisao de aptidoes por gênero feita pela sociedade -com pouca ou nenhuma base comprovada – (que deixam aptidoes como servidao, cuidado com outros, organizacao, delicadeza e capricho para mulheres, e aptidoes como lideranca, tecnologia, raciocinio logico, determinacao e pragmatismo para homens). apenas considere, e pense se realmente esse sistema nao foi feito para colocar as mulheres nessas posicoes mal-remuneradas….

    e ai, pra finalizar, ainda tem os 7%! Sim, mesmo descontando todas essas ~razoes~ nada machistas para se ganhar menos, as mulheres ainda ganhariam 7% a menos, por razão absolutamente nenhuma!!

    Agora palmas pra quem acha que a igualdade ja chegou e que eh soh trabalhar duro que a mulher chega onde qqr homem chega. Chega mesmo.

    Se nao tiver filhos, se aceitar trabalhar duas horas a mais por dia (ao inves de ~soh~ uma, como eh hoje), e se tiver um psicologico inabalavel para conseguir passar por cima de todo abuso psicologico que uma mulher sofre sem perceber durante sua vida, que lhe leva a pensar que eh inferior e que nao eh apta para os trabalhos melhor remunerados. Desse jeito – abrindo mao de vida pessoal e trabalhando duas horas a mais por sia que um homem, vc chega la sim! Mas ainda vai ganhar 7% a menos, ta?

    Agora quero saber que homem esta preparado para ter uma esposa que nao quer filhos, que nao vai querer transar nunca (pq ficar duas horas em casa fazendo trabalho domestico enquanto seu marido olha pro teto pode ser beeeem broxante), e que vai ter um psicológico tao inabalavel que sera tao ~chefe~ no relacionamento quanto vc?
    Eh, queridos homens, sugiro que se juntem as mulheres na luta por mudar esse cenario, pq do jeito que esta nao vai ficar nao. Acho que a nova geracao ja esta passando esse recado.

  • Leandro Menezes

    Finalmente… Argumentos concisos contra esse mimi feminista. Mas na mídia televisiva eles com certeza não serão veiculados. Não a favor de subjugação de qualquer ser divino, porém há divergências de gênero não podem ser esquecidas. hoje a mulher só está no mercado de trabalho graças ao machismo tão criticado, que construiu as condições nas quais elas podem atuar. Sou a favor sim da mulher no mercado de trabalho, mas o feminazismo está destruindo nossa sociedade, com ideias diabólicas e estão fazendo um lavagem cerebral na juventude, corrompendo valores.

  • Quando alguém repete que “as mulheres recebem menos pelo mesmo salário”, às vezes eu desafio a pessoa a me apresentar UM caso específico de uma mulher que faça exatamente o mesmo trabalho e sob as mesmas condições que um homem e receba menos APENAS por ser mulher.

    Mas não basta dizer que “sabe de um caso” ou que “ouviu falar de um caso”; tem que ser um caso especificado: nome completo da pessoa e da empresa (com CPF, CNPJ e endereços) e as provas materiais. Daí o caso poderia ser analisado para ver se é realmente assim.

    Já cheguei a desafiar apostando $1000. Mas, bravatas à parte, nunca comprovaram.

    E supondo que comprovassem, por que não denunciaram o caso, visto que discriminação é proibida?

    * * *

  • Feminismo é um Lixo.

    O que conquistou alguma coisa para mulheres foi o Sufragismo, não o Feminismo.

    Feminismo apareceu com toda a autoridade moral divina igualitária quando homens e mulheres já tinham quase todos os mesmos direitos iguais.

    “Machismo” não existe. O que existe, existiu e sempre existirá chama-se Sexismo. E Sexismo sempre existirá, pois machos e fêmeas são diferentes, se tratam de forma diferente e possuem desejos e objetivos diferentes.

  • Esses 7% não explicados tem explicações simples.

    Pesquisas levam em conta os anos de escolaridade, graduações, pós-graduações. Mas não levam em conta as escolas. Mas as empresas levam. Setores de RH das grandes empresas fazem um pré-seleção de currículos por escola, e excluem de cara os profissionais oriundos das que tem fama de serem muito ruins. E colocam no topo os profissionais oriundos daquelas escolas que tem fama de serem muito boas.
    Ora, em muitas áreas, há predominância de homens nos cursos, e a predominância se acentua nas melhores escolas.
    Seria interessante um estudo que ordenasse as porcentagens de homens e mulheres nas faculdades, separando-as em classes (desde faculdades ruins até faculdades excelentes).
    Creio que isso explica muita coisa. Nas pesquisas atuais, uma pessoa com graduação e pós-graduação na Uniban é considerada mais qualificada que uma pessoa com graduação no ITA. Evidentemente que nenhuma empresa considerará assim.

  • Não sou machista, juro que não antes das críticas. Contudo historicamente, as empresas buscam sempre o melhor retorno e não estou dizendo que as mulheres devam ficar em casa e não trabalhar, mas até entrada da mulher no mercado de trabalho, onde só o homem trabalhava. um pai de família conseguia sustentar sua família. com a entrada da mulher no mercado de trabalho, mesmo com duas pessoas trabalhando a família continua com o mesmo poder de compra, ou seja, quando a mulher entrou no mercado de trabalho, o homem passou a receber menos. Não estou dizendo que as mulheres deveriam sair do mercado mesmo pq antes as mulheres eram todas quase escravas de seus maridos. Mas a igualdade salarial não deve ser pedida em relação do salário do homem, e sim um salário pra uma pessoa poder sustentar uma família, simplesmente igualar salários o que vai haver novamente e a diminuição do salário do homem. A mulher não vai ter um aumento de salário e sim vai haver uma diminuição do salário masculino

  • Felipe Witt não sei se você lerá este comentário, mas te parabenizo pela paciência, lucidez e grau de aprofundamento no assunto. Homens como você fortalecem o movimento! Gratidão.
    Aos demais, sugiro que estudem mais, leiam outras pesquisas, se aprofundem mais e sejam humildes para reconhecer os privilégios sociais que possuem.
    Gêneros são categoriais socialmente engendradas, toda a discussão pautada em blá,blá,blá mulheres são assim, homens são assado são completamente infrutíferas.
    Mudam-se as contingências sociais, mudam-se os papéis, tudo muda!
    Se homens compartilhassem as responsabilidades do lar e da família com a mulher, só isso já mudaria boa parte do cenário.
    Na verdade, quando lendo estes comentários tenho a impressão de que tudo isto se trata de uma simples disputa de poder de uma autodeterminação do mais capaz.
    A verdade é que nenhum é mais ou menos capaz do que o outro são os papéis que determinam as posições, nada além disso.

  • Vale mencionar a diferença no raciocínio de homens e mulheres. O homem se concentra em uma só tarefa ao passo que a mulher mantém a concentração em diversos acontecimentos simultaneamente. Isso faz com que uma mulher média desempenhe melhor e mais rapidamente tarefas de dificuldade fácil e média, mas também a deixa desconcentrada para realizar tarefas de alta complexidade. Já um homem médio pode ser ineficiente nas suas tarefas mais fáceis, porém, pode se tornar altamente eficiente naquilo em que se especializou. Outra distinção: a mulher busca compreender e manipular as pessoas do meio social próximo em que vive (família, amigos, vizinhos). Ela vive no mundo das relações humanas. O homem procura dominar os objetos à sua volta. Ele vive no espaço geográfico. Por isso o melhor desempenho dos homens nas profissões e a falta de entendimento sobre as questões familiares. E vice-versa.

  • Durante todo o texto você menciona que “homens tendem a isso e aquilo”. Mas será que eles não são influenciados e reforçados desde cedo a seguir tal carreira(principalmente na área de exatas)?
    Homens desde criança são permitidos a se arriscar mais do que as mulheres. Estas devem brincar com bonecas e se comportar; aqueles podem brincar à vontade de luta, skate, brincar na rua. Afinal, qual o problema, não é mesmo? Esses fatores de criação não influenciariam os homens a correrem mais riscos? Aliás, quem cria/cuida/alimenta/limpa esses homens na infância? Cadê a responsabilidade dos pais no cuidado dos filhos, ou seu papel social é somente de provedor?
    Ficam as perguntas.

  • Bom,eu achava que o homo sapiência era ligeiramente diferente dos outros famíferos superiores…não entendo como essa comparação pode ser válida.

  • Quer dizer que começaremos a ver mulheres trabalhando (em grande escala) de:

    Caminhoneiro;
    Motorista particular (com jornada “flexível”);
    Auxiliar de carga de descarga (o famoso “chapa”);
    Portaria do prédio;
    Pedreiro;
    Servente de pedreiro;
    Carpinteiro;
    Engraxate;
    Limpeza de granjas, currais, abates;
    Podas de árvores;
    Denotação de explosivos e artefatos de uso em pedreiras;
    Frentista de postos de combustíveis (trabalhando pela madrugada);
    Motorista de trator (sem ar condicionado e direção “queixo-duro“;
    Motoboy/girl entregando pizza/lanche/dog/um monte de coisas na madrugada de São Paulo;
    Manobrista de estacionamento;
    Carvoaria;
    Trabalhador de minas (lá dentro da mina);
    Na produção de aço e ferro, na “boca da fornalha” de sabe-se lá quantos graus Celsius;
    Limpador de vidro de prédio (de 30 andares e do lado de fora);
    Manutenção de elevadores;
    Eletricista de manutenção em redes de alta tensão (em cima dos postes e linhas de transmissão);
    Eletricista em geral;
    Bombeiro hidráulico;
    Guarda de trânsito (sabendo e orientando sobre todas as ruas da cidade);
    Salva-vidas em praias (principalmente as perigosas);
    Segurança particular;
    Vigilante de carro forte;
    Piloto de avião e demais aeronaves;
    Pilotando caças aéreos da FAB;
    Soldado do exército em conflitos (na linha de frente) no Oriente Médio ou outros lugares;
    Grupo de ações especiais/choque da PM (enfrentando protestos, bombas,rojões, garrafadas);
    Operador/corretor da Bolsa de Valores;
    Bombeiro Militar (pulando em rios, apagando incêndios, salvando vidas em penhascos);
    Professor de Física Quântica e outros cálculos extramente complexos;
    Operando com energia nuclear (nas bases reatoras);
    E todos os serviços instáveis, pesados, insalubres e periculosos existentes.

    E isso tudo tendo:

    Trabalhar 35 anos para aposentar(!);
    Licença-maternidade igual aos homens (3 a 8 dias, dependendo do trabalho);
    Entender que direitos iguais = deveres iguais.

    Quanto aos homens, deveriam começar a:

    Arrumar a casa;
    Cuidar das crianças;
    Não aguentam mais nada!!!

    Há, também, uma infinidade de atribuições nas quais as mulheres superam os homens. E de longe. E esses fatos evidenciam que ambos se completam, tanto na vida afetiva, relações sociais, na vida profissional, acadêmica, bem como em toda a economia.

  • Aqui, ainda podemos desconfiar da estatística, porém, vi com meus próprios olhos umas descriminações. Uma menina do meu departamento na empresa coreana pediu aumento, não deram com a desculpa de falta de dinheiro da empresa, ela saiu para poder pegar uma vaga em outra empresa que pagava mais. Ela ganhava 4 mil, e logo em seguida contratarma um rapaz para fazer o mesmo serviço que ela e o salário dele era 6 mil. Ou seja, por que não deram um aumento de mil reais e depois contrataram um homem pagando 2 mil a mais, sendo que “não podiam”… Pra mim foi machismo de uma empresa coreana, que tem as mulheres como cidadãs de segunda classe. No Japão o salário é discrepante e é na cara dura. Homens ganham 1100 ienes por hora e as mulheres ganham 900 ienes por hora para fazer o mesmo trabalho. Os homens e mulheres pagam o mesmo imposto e encargos que homem lá e aqui, então um salário diferente não tem realmente explicação. E a mulher nunca tem nada, o homem pode ter filhos e continuar no emprego, mas a mulher é obrigada a NÃO ter família para seguir carreira. Não parece justo. E ela ganhando menos não tem como contratar uma babá pra pode voltar logo ao emprego. Os empresarários demonizam a licença maternidade sendo que todo empresãrio sabe que tem que guardar uma grana pra isso. O machismo também impede os homens de terem o privilégio como pai, eles não podem ajudar suas esposas a cuidar de seus bebês. A mulher pode até escolher empregos inferiores e por isso ganhar menos, mas existem SIM empresas machistas que fazem questão de não pagar. E isso no mundo todo. Não podemos pensar que é totalmente mentira. O fato de empresários acharem que a mulher engravidou de propósito só pra dar calote é uma visão machista sim. A Lei diz que elas têm direito. Se não houvesse essa lei, existiria mais aborto. E aí, vcs são a favor do aborto? De nossas mulheres parerem de ter filhos pra seguir carreira e pior estão dispostos a ralar mais pra cuidar de suas famílias? Lá no Japão já está acontecendo isso, o homem não consegue mais prover e a mulher para de ter filhos. Logo Japão acaba.

  • Outro fator de significativo, é a diferenças é ter filhos. Thomas Sowell já chegou a citar isto e, como vemos na pesquisa, há diferenças entre casais com filhos.

  • Sou pediatra e por alguns anos coordenei a escala de plantão de pronto-socorro de um hospital, isso foi na era antes do zap, quando o sms pro grupo era a melhor forma de comunicação rápida e em massa.

    Quando faltava médico, e obviamente eram os plantões noturnos os que mais frequentemente ficavam descobertos, eu perguntava pro grupo, a maioria de mulheres, quem poderia cobrir o horário.

    Todas as mulheres casadas e com filhos pequenos diziam que não podiam ajudar na escala por conta dos filhos.

    Mas, certa vez, a resposta mais insólita veio de uma colega que com frequência colaborava com esses furos, pois de certo modo estava precisando de dinheiro e cujos filhos tinham 3 e 5 anos de idade, mas ‘naquela noite a babá não ia poder ficar com as crianças’. Perguntei se o pai não ficava e ela me disse que ‘não tinha confiança em deixar os filhos sozinhos com o pai, sem a babá para ajudar, pois ele não tinha jeito de cuidar dos meninos’, mesmo sabendo que crianças de 3 e 5 anos simplesmente dormem a noite toda.

    Ora, se uma médica, pediatra, no topo da pirâmide social tem esse tipo de postura intrafamiliar, imagino as mulheres em geral.

  • Realmente o texto é excelente, porém agressivo. Desenvolvo atividades junto com homens, uso o mesmo tipo de uniforme e carrego o mesmo calibre de arma. O que me diferencia dos meus colegas e companheiro é na hora do banho. Não existe privilegio e nem mordomia alguma. Agora se existe uma coisa que não podemos ignorar e nem tirar de ninguém é o sonho e realização da maternidade, assim como existem homens louco por ser pai. O fato de existir deslocamento ´para desenvolvimento das atividades laborais menos insalubre e com baixo teor de periculosidade é excelente. Por isso não julgue a colega e não se veja prejudicado

  • 5 minutos de ira!!!

    E ai, galera!?

    O que acharam desse assunto sendo tratado na Globo, na entrevista com Bolsonaro!?

    O apelo emocional da entrevistadora isentona…

    O Bolsonaro achando a resposta errada…

    Isso vai custar caro……………………….

    Pra mim, a resposta certa seria, primeiramente, ele apontar estudos que mostram que a mulher produz menos e os motivos disso (como fez o artigo acima). Segundo, ele dizer que, para um microempresário, esses meses de afastamento remunerado podem ser a diferença entre o lucro e a falência e que não há como enfiar goela abaixo desse pequeno empreendedor que ele tem que pagar o mesmo pra mulher, mesmo que ela tenha a mesma qualificação, pois isso seria obrigá-lo a ter, muitas vezes, prejuízo. Então, a solução para haver emprego para as mulheres incorre em oferecer um salário menor que compensaria a provável queda de produtividade. Isso porque acho que o brasileiro pensa no patrão como grande capitalista do mal. Quando você relativiza esse rótulo e expõe a realidade do pequeno empresário, o cidadão se sensibiliza.

    Minha opinião: não há como ser igual sendo diferente. Ou você elimina licença maternidade e estabilidade pós maternidade, ou você transforma a licença maternidade em licença parental e dá estabilidade para o homem também. Isso gera igualdade de condições.

    Lembrando que quem gerou a maior desigualdade, pra começo de conversa, foi a própria lei ao proteger a maternidade mais que a paternidade. E segundo, o poder de mudar o restante das diferenças está nas mãos das mulheres. O dia que os homens tiverem que dividir o trabalho doméstico para poder casar com qualquer mulher do Brasil, a desigualdade acaba. Basta elas se unirem e exigirem isso. Isso não acontece porque nem toda mulher defende essa igualdade. A maior divisão está entre as mulheres e não entre homem e mulher.

    Ass: marido que faz serviço de casa, leva as crianças pra escola, vai ao mercado, cozinha e trabalha onde homens e mulheres tem o mesmíssimo salário.

  • Eu sou Engenheira e nunca ganhei menos do que um homem, porque há tempos aprendi isso, quer crescer profissionalmente não tenha filhos e não case. Tomará que todas as mulheres aprendam isso logo, e também não tenham filhos e não casem, pois nunca haverá compartilhamento de tarefas nos lares e muito menos na criação dos filhos.

  • É inquestionável o quanto as mulheres tem que abrir mão em prol do lar e da familia. Por isso a sociedade está mudando e muitas mulheres estão escolhendo ficar solteiras e não ter filhos. Isso está acontecendo de forma mais rápida que a evolução da consciência dos homens em se tornarem parceiros de suas mulheres.

    Eu sou engenheira tenho mestrado e outras 3 Pós graduações, todos em escolas de alto nível. Desde cedo eu aprendi que para crescer profissionalmente, eu não deveria casar e jamais ter filhos. O resultado dessas escolhas foram muito sucesso profissional, alto salário e qualidade de vida.

  • A resposta pra por que os empresários contratam homens, mesmo mulheres sendo mais baratas: homens produzem mais, já que não param tanto e etc (o próprio texto lista essas razões…)

  • O “X” da questão na entrevista do Bolsonaro é que a Renata perguntou o que ele faria para “consertar” as diferenças salariais na iniciativa privada, uma vez sabido que na esfera pública não há “diferença salarial de gênero” (bla bla bla). Quando o Bolsonaro redireciona a pergunta para ela e o Bonner, ela, toda desconcertada, diz que, na iniciativa privada não se revela os salários pagos. Ora, não é possível se exigir igualdade salarial se os salários não podem ser revelados; será que queremos isso: revelar todos os salários e contratos a todos? ou somente ao “órgão fiscalizador”? O Bolsonaro ainda foi mais incisivo, lembrando que a Globo, assim como inúmeras grandes empresas no Brasil, recebe boa parte de sua verba do Estado, então o salariozinho da Renata de 200 mil mensais não é tão “puro” quanto ela julga ser, ou mesmo “justo”, a se ver pela capacidade jornalística que ela demonstra. Ela tem um rostinho bonito, mas é antipática e burrinha.

  • Refugiado do esquerdismo

    Uma conclusao interessante que estou chegando e que a maioria dos jornalistas da grande imprensa defende o esquerdismo porque ele ganha bem para isso,e com a internet hoje em dia as pessoas tem o poder de escolha de qual informacao consumir,e eles morrem de medo de perder privilegios,e o governo juntamente com ongs ajudam essas pessoas a propagar isso. E como disse uma pessoa acima,a guerra ja comecou,e a guerra da informacao.

  • Jennifer Rodrigues

    Falta muito bom senso ainda!

    Vi várias opiniões, relatos, experiências descritas nos comentários deste texto, que por elas só justificam situações específicas, isoladas, não tão comuns, quando comparadas com um cenário mais amplo. Existe uma infinidades de situações, o problema é quando generalizam tudo!

    É claro que um homem que cresceu em uma realidade (família, empregos, amigos) onde existe igualdade entre homens e mulheres, como vi muitos relatos de homens declarando que sempre trabalham com mulheres nos cargos superiores aos deles, irão obviamente achar injusto a atitude de uma mulher dizer que recebe menos que um homem ou que tem menos direitos que um homem. Mas é aí que deveria entrar a empatia.

    Um exemplo é o sistema de cotas. Não sou negra, não sei o que é estar na pele de uma pessoa negra ou sofrer preconceito por ser negra, nem vi isso na minha família, pois cresci sabendo que somos todos iguais, e por muito tempo achava que cotas eram injustas. Porque eles merecem cotas se temos as mesmas oportunidades? Aí é que falta o “se colocar no lugar do próximo”. O que não falta é relatos de pessoas que foram descriminadas, julgadas, que tiveram sua auto estima jogadas no lixo, que ouviram não milhares de vezes sem um motivo plausível, ou pior quando o motivo era sua aparência mesmo. O mesmo sentimento deveria se encaixar em vários outros aspectos, e um deles é sobre o feminismo. Mesmo não tendo vivenciado um ambiente onde uma mulher foi descriminada e impedida de realizar uma função apenas por ser mulher, os homens podem se colocar no lugar delas, entender mais profundamente de onde vem essa indignação.

    A mulher tem uma bagagem gigante nas costas, uma bagagem invisível se observada superficialmente, mas se começar a vasculhar nos acontecimentos históricos, vai encontrar todas as respostas para estas questões.

    Sei que fugi um pouco do tema proposto pelo texto, mas infelizmente não tem como abordar um tema destes sem envolver outros assuntos relacionados os direitos das mulheres.

  • Li em algumas artigos,que na Alemanha,muitas mulheres optam em adiar ou até mesmo em não ter filhos nunca.Tudo isso pensando em priorizar a carreira,já que não tem como priorizar tudo.

    Aqui no Brasil,a mulherada quer ter filhos,e ao mesmo tempo reclama quando são excluídas de processos seletivos,ou quando os homens são priorizados em certos cargos.

    Eu optei em não ter filhos,e em focar em mim,no meu sucesso,na minha felicidade.

    São escolhas.

  • Mudando de assunto, mas dentro dos temas do Instituto, parece que há uma nova possibilidade de greve de caminhoneiros, diga-se, tabelamento de frete, seja cumprida na marra. E o mais engraçado é que tem corporativistas que estão reclamando do tabelamento (como a CNI) porque “fere a livre concorrência”. Pior foi ver gente se dizendo liberal e afins apoiando a versão Euro Truck Simulator dos MST, a última greve.

    O Temer tinha que deixar de ser frouxo e mandar essa cambada de corporativistas ir à merda. Eu responderia caso fosse ditador do Brasil:

    “Continuem ameaçando, hoje mesmo já assino um decreto liberando a entrada de transportadoras e caminhoneiros estrangeiros a fazer transporte de cargas e afins, e se vocês relarem em algum deles e tentar impedir passagem, a PRF e o Exército estarão autorizados a prendê-los.”

    Quero só ver como o próximo presidente irá fazer se ficar com essas ameaças de novo.

    Três dias depois de uma possível greve, aí começa a acontecer falta de produtos e afins e os caminhoneiros que não fazem fotossíntese depois ficam na cara de pau de pedir doação de mantimentos. Piada.

  • Interessante.

    Eu resumo de uma forma mais simples: se a pessoa trabalha menos do que o esperado, tanto em termos de qualidade ou quantidade, realoque para outra função ou demita. Seja homem ou mulher. Agora, se trabalha como o esperado ou mais que o esperado, a gratificação deverá vir como promoção ou prêmios. Se possível gravidez da mulher preocupa, não contrate.

    Nenhum desses motivos justificam o salário inferior (mesmo sendo quase ínfimo) em cargos iguais e com mesmo tempo de serviço. Mas servem como fatos para fins de conhecimento.

    Na verdade, os dados apresentados me indicam que os chefes (homens e mulheres) acabam sendo mais tolerantes com mulheres.

  • LUIZ FERNANDO MORAN FILHO

    Lacradores dirão:

    radical

    reacionário

    burguesinho

    agente da CIA

    bolsominion

    olavete

    trumpista

    retrógado

    homofóbico

    islamofóbico

    xenófobo

    sexista

    ultradireitista

    imperialista

    golpista

    coxinha

    machista

    supremacista

    racista

    fascista

    nazista

    nazifacista

    misógino

    opressor

    extremista religioso

  • Olha, esse é um assunto que não passa por um simples teste de lógica.

    Se as mulheres realmente ganhassem menos pelo mesmo trabalho , não haveria nenhum homem empregado.

    Por experiência própria, eu fui auditor e já passei por dezenas de empresas: NENHUMA tinha uma diferença salarial por gênero. Haviam, sim, por experiência, tempo de casa, méritos e por aí vai. E sim, com mulheres ganhando mais do que homens em várias ocasiões por estes motivos.

    Hoje eu estou em uma multinacional, já contratei diversas pessoas na minha área, e o processo é o mesmo: abro a vaga com o RH, eles analisam a remuneração, procuramos candidatos e fazemos a oferta dentro do estabelecido para o cargo. Nunca sequer foi cogitado algo do tipo “bom, se o candidato for homem, vamos pagar 5mil; se for mulher, 4mil”. Isso simplesmente não existe.

    O que posso dizer é que, sim, é mais caro manter uma mulher como funcionária. Não falo nem das possíveis “saídas para cuidar da família”, falo do que a empresa paga mesmo. Aqui, as funcionárias têm direito a cerca de R$600 por mês como auxílio-creche para cada filho de até 5 anos. Eu tenho filhos, o meu auxílio-creche é ZERO. Duas vezes por ano todas as mulheres da empresa saem e vão para um lugar fazer treinamentos e conferências sobre “mulher no ambiente empresarial”, “a força das mulheres” ou coisa do tipo. Isso significa que a empresa está pagando o lugar, o transporte, as refeições, a consultoria do treinamento, ao mesmo tempo em que perde dias de trabalho destas funcionárias. Dia da mulher? A empresa distribui brindes que vão de flores a tablets para as funcionárias. Com todos esses benefícios, alguma mulher aceita um salário menor do que um homem?

    Essa “igualdade” tão pedida acaba levando ao efeito contrário. Ao invés de entender e aceitar que homens e mulheres são diferentes, fazem escolhas diferentes de profissão e carreira (cazzo, cada pessoa é diferente da outra) e que isso tem consequências, fazem um barulho enorme sobre algo que não existe na prática.

    O que existe, e é facilmente notado, são os gastos maiores que homens têm por (em teoria) serviços/produtos iguais. Alguém já cotou o seguro do mesmo carro com um homem como motorista e com uma mulher? Alguém já foi em um restaurante com preços maiores para homens?

    Se a resposta for “ah, mas homens correm mais riscos dirigindo, e também comem mais num restaurante, não dá pra comparar pq homens e mulheres são diferentes”, vc está concordando com a tal diferença salarial. Se a resposta for “é, não deveria haver diferença”, vc está aumentando o custo destas coisas para as mulheres.

  • Estas pautas apocalípticas de esquerda já me encheram o saco há muito tempo. Quando vc começa a ouvir que todo homem branco obrigatoriamente é: opressor, racista, machista, misógino, homofóbico, carnista…. Acabou. Virou uma loucura, não há nenhuma razoabilidade em diálogo.

    A esquerda é à favor da liberação do aborto pois é a favor da liberdade da mulher. Mas ignora a liberdade do feto.

    É contra a liberação das armas por temer que o mundo viraria um faroeste já que as pessoas não tem bom senso para usá-las. Ao mesmo tempo que é a favor da liberação drogas, pq para usar drogas o ser humano tem bom senso. Entre outras infinitas pautas nonsense. O esquerdista precisa de um guia de bolso pra se declarar contra/a favor, pois não há coerência nenhuma nos discursos absurdos deles.

    Não estou comentando a respeito das opiniões em si, principalmente na questão do aborto que de fato, não existe consenso no meio libertário, e acho que nunca vai existir. Mas pela incoerência TOTAL e estapafúrdia e ridícula desses defensores da “justiça social”.

    Não é nenhuma novidade pra ninguém que a esquerda é o tipo mais hipócrita que existe, mas as vezes é bom desabafar.

    Quero café, isso é uma porcaria, desculpe.

  • Ótimo artigo, porém o tema tem vindo à tona novamente e surge-se a necessidade de uma pesquisa atualizada para dar maior segurança à população, que no momento, carece de uma manchete de confiança como essa, um artigo atualizado cairia bem para nos deixar seguros sobre a veracidade dessas atuais notícias do crescimento da desigualdade salarial entre gêneros.

  • Sempre achei balela esse papo, trabalho em orgão publico, as pessoas ganham o mesmo

    Tirando ums ou outros que obtem titulos e acabam elevando seus sálarios.

    Onde é que uma mulher ganha menos que um homem? Devem estar comparando uma professora com um engenheiro.

  • Andries Viljoen

    A verdadeira questão não é por ser homem ou mulher. Ser profissional é estar a disposição do mercado. O retorno é consequência dessa relação. Essa questão de que “as mulheres ganham menos ” é mais slogan do que uma realidade.

    Por exemplo, o futebol feminino não tem a mesma visibilidade que o futebol masculino, não é questão de machismo e sim de mérito não tem como as mulheres recebe o mesmo se o “produto” não gera o mesmo lucro.

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