A
decadência, quando não levada ao extremo, tem lá seu charme arquitetônico. Ruínas são coisas românticas. Tão românticas, aliás, que os cavalheiros
ingleses do século XVIII construíam ruínas em seus jardins para servirem de
lembranças agradavelmente melancólicas da efemeridade da existência terrena.
Fidel
Castro, no entanto, não é nenhum cavalheiro inglês do século XVIII, e Havana
não deveria ser seu imóvel privado para ser usado como um memento mori
pessoal. As ruínas que ele produziu em
Havana são, na realidade, a moradia de mais de 1 milhão de pessoas, cujo desejo
coletivo não tem, como atestam essas
ruínas, o mesmo poder que o desejo de apenas um homem.
“Comandante en jefe“, diz um dos vários outdoors políticos que
substituíram todos os cartazes publicitários, “o senhor dá as ordens”. Desnecessário dizer que a obrigação de todo o
resto da população é obedecer.
Havana
não mudou quase nada desde a última vez em que estive lá em 1990. Os vastos subsídios soviéticos acabaram; a
economia hoje depende do turismo europeu. Para receber melhor os turistas, a maioria em busca de férias baratas
nos trópicos e gostosamente indiferente à política de Cuba, o governo vem
permitindo um pequeno grau de flexibilidade. Pequenos restaurantes privados que funcionam dentro de casas de família,
chamados de paladares, com não mais
do que 12 cadeiras, já são tolerados — muito embora a contratação de
mão-de-obra que não seja da família, algo considerado explorador pelo regime,
não é permitida.
Nestes
locais, apenas determinados pratos são permitidos. Peixe e lagosta são proibidos, pois são
exclusivos dos restaurantes estatais. Os
poucos paladares que se arriscam a driblar
essas regras funcionam como aqueles locais clandestinos que vendiam bebida
alcoólica nos EUA durante a Lei Seca: seus proprietários que servem peixe ou
lagosta estão constantemente nervosos, sempre preocupados com a possibilidade
da presença de informantes (os Comitês
de Defesa da Revolução ainda estão ativos e operantes em todos os cantos.)
O dono de um destes paladares que visitei — o qual não possuía nenhum sinal na rua avisando
de sua existência — preocupadamente olhava através do olho mágico da porta
antes de deixar qualquer pessoa entrar. Comer uma simples refeição em uma das três mesas parecia uma cena de
filme de espionagem.
Pequenos
mercados de pulgas também já são permitidos em Cuba. Neles é possível observar pequenas trocas envolvendo
roupas usadas e itens domésticos. Em
1990, era inimaginável uma pessoa poder comprar ou vender alguma coisa ao ar
livre, pois comprar e vender era um ato visto como sintoma de ‘individualismo
burguês’, algo contrário à visão socialista de Fidel, para quem tudo deve ser
racionado — e de maneira racional, por assim dizer — de acordo com as
necessidades de cada um. (Na prática, é
claro, isso significava racionar de acordo com o que havia, o que nunca era muito).
Períodos
de abertura permitindo um comércio de pequena escala já haviam ocorrido em
outros momentos do reinado de mais de quatro décadas dos irmãos Castro. No entanto, tais aberturas rapidamente eram
revogadas e voltava-se ao período de “retificação”, pois ficava muito aparente
que os cubanos respondiam com muito mais vigor aos incentivos econômicos do que
aos ditames “morais” louvados nas teorias adolescentes de Che Guevara.
Agora,
no entanto, a atividade comercial está mais liberada, pois ela é essencial para
a sobrevivência econômica do regime. Na
última vez em que estive em Havana, mesmo um estrangeiro carregado de dólares não
conseguia encontrar comida fora do seu hotel — um arranjo que dificilmente
estimula o turismo em
massa. Agora, por pura
necessidade, já há um número satisfatório de cafés e bares para atender os
visitantes.
A
economia cubana está hoje amplamente dolarizada, um curioso e irônico desfecho
para décadas de ardente nacionalismo. Quando
perguntei em meu hotel como fazia para trocar dólares por pesos, disseram-me
que eu não precisaria de pesos. E
estavam corretos. As poucas e
empoeiradas lojas que aceitavam vender seus bens em troca de pesos — a moneda nacional — anunciavam este fato
extraordinário em suas janelas, como se estivessem efetuando um milagre, muito
embora os bens à venda fossem poucos e da mais baixa qualidade imaginável.
Na
última vez em que estive em Cuba, a posse de um dólar por um cubano comum era
crime, uma prova de deslealdade e de desafeição. Dependendo do humor de Fidel, o “criminoso”
podia até ser acusado de estar planejando uma sabotagem econômica da
revolução. Dólares eram manuseados como
se fossem nitroglicerina, prestes a explodir na sua cara ao mais mínimo
solavanco. Agora, no entanto, eles são
meramente unidades monetárias, as quais qualquer pessoas pode manusear.
Embora
os lobbies dos hotéis ainda sejam patrulhados por seguranças com walkie-talkies,
que têm a função de garantir que nenhum cubano não-autorizado adentre o
recinto, o crescente número de turistas em Cuba significa que as relações entre
cubanos e estrangeiros estão mais relaxadas e abertas do que antes. Hoje, um cubano falar com um estrangeiro não
é mais visto como um sinal de infidelidade política; conversas não mais têm de
ser feitas às escondidas, em becos escuros ou atrás de paredes, sempre com um
olho nervoso à procura de espiões e bisbilhoteiros pró-regime.
Eu cheguei até mesmo a receber pedidos para
que enviasse remédios da Inglaterra, dado que não havia nenhum disponível nas
farmácias locais — uma confissão, impensável há apenas alguns anos, de que o
tão propalado sistema de
saúde cubano não é aquela oitava maravilha.
As
pessoas frequentemente falam sobre lo bueno
e lo malo da revolução — quase
sempre acrescentando que lo malo foi
muito, muito ruim. Um cidadão, criado na
década de 1970, disse-me que, em sua adolescência, havia sido contagiado pelo
fervor do romantismo revolucionário, tendo Che Guevara e John Lennon como seus
heróis (ele me contou orgulhosamente que Havana era uma das três cidades com
memoriais para John Lennon, sendo as outras Liverpool e Nova York).
Segundo ele, naquela época ele imaginava que
um novo mundo estava sendo construído; mas agora sabia que não mais havia
perspectivas de progresso.
Um
fato curioso em Havana é que as pessoas mais idosas tendem a murmurar jabón (sabão) quando você passa por
elas, na esperança de que você possa ter um pouco desta rara e preciosa
mercadoria para doar. Quando a primeira
senhora se aproximou de mim e murmurou jabón,
pensei que ela fosse louca. Só depois é
que constatei que ela havia sido apenas a primeira de várias.
Por
outro lado, já há sinais de uma pequena abertura intelectual. Em La Moderna Poesía,
uma livraria que fica em uma construção de estilo art déco na Calle Obispo,
encontrei uma tradução em espanhol de A
Sociedade Aberta e Seus Inimigos, de Karl Popper. O preço em dólares, no entanto, dificilmente
atrairia compradores cubanos. Talvez o
livro estivesse ali apenas para enganar turistas quanto à tolerância
intelectual do regime; ou talvez fosse uma armadilha para flagrar insurgentes,
de modo que qualquer cubano que tentasse comprá-lo seria delatado às
autoridades.
Mas mesmo assim, a simples presença
de uma obra tão contrária à filosofia do regime seria algo inimaginável há doze
anos.
Em
contraste, os jornais Granma e Rebelde não mudaram absolutamente nada:
lê-los hoje é o mesmo que tê-los lido há 40 anos e será o mesmo que lê-los
daqui a 10 anos, caso o regime continue de pé. A incessante repetição de que está havendo um amplo progresso social em
Cuba mesmo em face das adversidades e das horrendas desintegrações sociais ocorrendo
em todos os outros países do mundo (especialmente, é claro, nos EUA) é algo que
certamente deve entediar até mesmo o mais ardoroso crente do regime.
Logo, não foi surpresa nenhuma eu não ter
visto absolutamente nenhum cubano lendo um jornal ou sequer dando confiança
para os já idosos vendedores itinerantes, cada um com aproximadamente 5 cópias
para vender.
Quando me aproximei de um
deles e demonstrei interesse em comprar um jornal, o velho aproveitou a
oportunidade para abertamente me pedir dinheiro. Vender jornal era apenas um pretexto para se
aproximar de alguém e mendigar. A
pergunta “quanto custa o jornal?” sempre era respondida com “o valor que o
senhor quiser pagar”.
Quase
meio século de ditadura totalitária deixou a cidade de Havana — uma das mais
belas do mundo — suspensa em uma situação peculiar, indecisa entre a
preservação e a destruição. Para mim,
que considero a ausência de determinados aspectos esteticamente feios do
comercialismo algo agradável, a cidade tem seu charme: logotipos do McDonald’s (e
semelhantes) teriam arruinado o cenário de Havana de forma tão intensa quanto
os Castros o fizeram.
E a relativa
ausência de trânsito em Havana tem seu lado positivo: caso Havana tivesse se
desenvolvido “normalmente”, suas ruas estreitas estariam hoje entupidas de
tráfego e poluição, um inferno sufocante como a cidade da Guatemala ou de San
José, Costa Rica, locais onde respirar é ficar sem ar, onde o nível de poluição
sonora faz seus ouvidos cintilarem e os pensamentos saírem correndo.
Por
causa dessas características quase bucólicas, as ruas de Havana são agradáveis
para uma caminhada. Não há fumaça de veículos
e não há barulho de buzinas. Dos poucos
carros que trafegam, a maioria são relíquias americanas da era Batista,
surrados mas, na medida do possível, restaurados.
Eles trepidam e sacodem ruidosamente como
burros de carga que se impulsionam sob um esforço tremendo. Alguns parecem andar como caranguejos, não
para a frente mas de lado. E com toda a
ferrugem acumulada, estes veículos — que em outros cenários pareceriam
produtos banais descartados por uma sociedade industrializada — adquiriram uma
aura romântica, quase uma personalidade própria. Eles são adorados e estimados como velhos
amigos insubstituíveis; e, quando você olha para eles, é impossível não pensar
em como todos os objetos que hoje tomamos como corriqueiros podem um dia vir a
se tornar relíquias inestimáveis. Isso
ajuda você a encarar o mundo de outra forma.
Em
1958, Cuba tinha uma renda per capita maior do que a de metade dos países da
Europa, a menor taxa de inflação do Ocidente e uma classe média maior do que a
da Suíça, e isso é perfeitamente observável no esplendor de Havana e em como
sua beleza é ampla, um testemunho de quão rica (e sofisticada) a sociedade que
produziu deve ter sido. O esplendor de
Havana, longe de estar confinado a apenas um pequeno bloco da cidade, se
estende por quilômetros.
Não
há palavras que possam fazer justiça à genialidade arquitetônica de Havana, uma
genialidade que se estende desde o classicismo da Renascença do século XVI —
com casas sérias e perfeitamente proporcionadas contendo quintais com colunatas
refrescados e suavizados por arbustos e árvores tropicais — à exuberante art
déco das décadas de 1930 e 1940.
Os
cubanos, ao longo de sucessivos séculos, criaram uma harmoniosa arquitetura
praticamente sem par no mundo. Dificilmente se encontra em Havana uma construção que seja errônea ou
que tenha um detalhe que seja supérfluo ou de mau gosto. A multicoloração ladrilhada do prédio Bacardi,
por exemplo, que poderia ser considerada extravagante em outros locais, é
perfeitamente adaptada — de maneira natural — à luz, ao clima e ao
temperamento de Cuba. Os arquitetos
cubanos certamente entendiam a necessidade de ar e sombra em um clima como o de
Cuba, e eles proporcionaram suas construções e seus espaços de acordo. Eles criaram um ambiente urbano que, com suas
arcadas, colunas, varandas e sacadas, era elegante, sofisticado, conveniente,
jovial e prazeroso.
Atualmente,
todo esse esplendor praticamente já se foi. A cidade parece hoje um grande arranjo de variações de Bach sobre o tema
da decadência urbana. O estuque e o
reboco deram lugar ao mofo. Os telhados
elegantes já não existem mais, tendo sido substituídos por chapas de ferro
corrugadas. Venezianas se esfacelaram e
viraram serragem. As pinturas são um
mero fenômeno do passado. Escadarias
desembocam em
precipícios. Não há
vidros nas janelas. As portas se
soltaram de suas dobradiças. As paredes
nos interiores das casas desabaram. Estacas de madeira sustentam, sem nenhum grau de segurança, todos os
tipos de estruturas. Fios elétricos
antigos são visíveis nas paredes, como vermes em um queijo. As sacadas de ferro forjado estão severamente
oxidadas. O gesso e o reboco se
descascam como uma doença de pele maligna. As pedras de pavimentação das calçadas são arrancadas para outros
propósitos.
Todos
os grandes e belamente proporcionados aposentos das casas — visíveis através
das janelas ou dos buracos nas paredes — foram subdivididos com madeira
compensada em espaços menores, nos quais famílias inteiras hoje moram. Roupas estão penduradas em janelas de casas
que antes eram palácios. À noite, todas
as vias são escuras e as luzes elétricas emitem apenas um brilho fraco e
mortiço. Nenhum escombro ou ruínas são
considerados severos demais a ponto de impossibilitar seu uso como moradia.
Havana
é como uma cidade que foi destruída por um terremoto e cuja população foi
forçada a sobreviver em meio aos escombros enquanto a ajuda não chega.
Após
a revolução, poucos prédios foram construídos em Havana, o que é ótimo dado que
estes poucos foram construídos naquele estilo de modernismo totalitário,
arruinando toda a vizinhança. Na Plaza
Vieja, um grande e antigo prédio colonial foi transformado em apartamentos de
luxo para serem alugados por turistas, e há um excelente restaurante, só para
turistas, no térreo (a própria ideia de um excelente restaurante em Cuba era
impensável há 12 anos).
A burguesia é um
pouco como a natureza: por mais que você tente dizimá-la com uma revolução, no
final ela sempre acaba voltando.
Embora
esteja havendo alguns esforços de restauração no centro da cidade — que foi
declarado pela UNESCO como patrimônio da humanidade –, tais esforços em nada
se comparam ao tamanho da degradação da cidade. Uma das mais magníficas das várias magníficas ruas de Havana é conhecida
como Prado, uma larga avenida que leva até o mar. Algumas da belas e bem proporcionadas mansões
ao longo do Prado praticamente se desmoronaram em ruínas; outras estão com suas
fachadas — tudo o que restou delas — sustentadas por escoras de madeira.
Havana é como Beirute, mas sem ter passado
por uma guerra civil para ser destruída.
No
entanto, não se pode dizer que os habitantes de Havana pareçam infelizes. Crianças animadas jogam beisebol nas ruas com
bolas de trapos comprimidos e tacos de canos de metal (curiosamente, o país da
América Latina com a mais robusta tradição política anti-ianque tem no beisebol
o seu esporte favorito); há muita interação nas ruas, muitos sorrisos e
conversas. E não é raro se deparar com
alguma pequena festa com música e dança.
Quando
você olha para dentro dos lares que as pessoas fizeram em meio às ruínas, é
possível notar aqueles pequenos e comoventes sinais de orgulho próprio e de
dignidade que também vemos nas choupanas da África: flores de plástico
cuidadosamente arrumadas e outros ornamentos baratos. Uma predileção pelo cafona entre os ricos é
um sinal de empobrecimento espiritual; porém, entre os pobres, representa um
esforço pela beleza, uma aspiração sem chances de ser realizada.
São os mais velhos que demonstram maior
abatimento: seus pensamentos naturalmente se voltam para o passado, e o
contraste entre a Havana de sua juventude e a Havana de sua senilidade deve ser
um espetáculo difícil de ser contemplado.
Esse
contentamento de alguns e essa resignação de outros em meio às ruínas não reduzem
a profunda tristeza de ver a destruição de uma obra de arte gerada pelo esforço
humano ao longo dos anos. Como deve ser
viver em meio às ruínas de sua própria cidade, ruínas estas que não foram
causadas por nenhuma guerra ou desastre natural, mas sim pela mera adesão a uma
ideologia?
Não é difícil algum cubano
querer mostrar voluntariamente para você as ruínas decrépitas onde ele mora,
algo aliás que eles fazem com um sorriso; o fato é que viver nestas condições
simplesmente se tornou algo natural para eles. O colapso das paredes e das escadas lhes parece tão natural quanto o
tempo.
Nas
publicações oficiais (e todas as publicações em Cuba são oficiais), os únicos
personagens positivos do passado são os rebeldes e os revolucionários,
representando uma contínua tradição nacionalista da qual Fidel é a
apoteose. Não há nenhum deus, mas apenas
a revolução. E Castro é o profeta. O período entre a independência cubana e o
advento de Castro é chamado de “a pseudo-república”, e a ditadura de Batista,
sua brutalidade e a “pobreza extremada” da época são as únicas coisas que se
deve (ou que se permite) saber sobre a vida imediatamente antes de Castro.
Mas
quem criou Havana e de onde veio toda a sua magnificência se, antes de Fidel,
só havia pobreza, corrupção e brutalidade? Essa é a pergunta que os cubanos atuais não podem fazer.
Os
terríveis estragos feitos por Fidel serão duradouros e irão sobreviver por muito
tempo após o fim do seu regime. Vários
bilhões em capital serão necessários para restaurar a bela Havana. Problemas legais envolvendo direitos de
propriedade e moradias serão custosos, amargos e intermináveis. E a necessidade de se saber equilibrar
considerações comerciais, sociais e estéticas na reconstrução de Cuba irá
requerer enorme sabedoria e bom senso.
Mas,
enquanto o regime não cai, Havana serve como um pavoroso alerta ao mundo — se
algum ainda fosse necessário — contra os perigos de ideologias erradas e de
monomaníacos que genuinamente acreditam conhecer uma teoria capaz de corrigir o
futuro e o mundo.
Artigo originalmente escrito em agosto de 2002
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Leia também:
A desconhecida história do embargo cubano
A principal lição da Revolução Cubana nunca esteve tão atual
Os números de Cuba, divulgados pelo seu próprio governo, comprovam: socialismo é pobreza



Dá lágrimas!
Tudo isso apesar dos bilhões de dólares que a URSS, a Venezuela e outros países deram para Cuba no decorrer dos anos e dela ter liberdade para comercializar com 75% da economia mundial. Cuba realmente é uma proeza!
* * *
Cara velho coitado desse povo.
Venezuela amanhã.
Texto emocionante.
Como foi escrito em 2002, fica um forte desejo de sabermos como é a situação atual, fora do roteiro turístico principalmente…Alguém conhece algum artigo atual para compartilhar?
É isso mesmo, seguir alguém ou algo cegamente será sempre um perigo… Por isso, não sigo nem a Cristo cegamente.
Um conhecido meu,médico otorrino me disse que Havana é desse jeito que está relatado no artigo e parece uma favela,infelizmente o povo oprimido de Cuba é que paga o pato enquanto os Castros vivem no LUXO,acordem comunas o sonho seus é impraticável.E se o embargo é o culpado,então também é mais uma prova de que um país isolado do livre-comércio está fadado a ruína.
Vontade de falar um palavrão mas não vou. No vídeo parece uma cidade do interior do Brasil. Um país obrigado a operar economicamente com o mínimo de serviços públicos ou privados. Para entrar em um ritmo de crescimento precisará de muitos investimentos em infra-estrutura. Será muito custosa e demorada uma recuperação. Claro que eles, OGX, Petrobrás, podem contar com o BNDES e nós brasileiros, não…
Hmff! Artigo manipulado. Cuba é um exemplo de que mesmo sem a influência do capitalismo perverso, ela tem um índice de IDH superior a muitos países, inclusive o Brasil. Não fosse o embargo econômico imposto pelos EUA, responsável por atrasar a economia cubana, a ilha segue em frente gloriosa, como uma lanterna no túnel escuro do capitalismo selvagem.
Viva Che! Viva a revolução!
Uma pena pessoas ainda acharem que isso é uma revolução, lamentável, vo^ce provavelmente nunca conversou com um cubano, ou conversou com os jovens que não sabem como é ter liberdade. País em ruinas IDH manipulado pelo governo, em cuba não se registra nem o numero de mortos recém nascidos, tudo é manipulado pelo governo, pra esse bando de otário pela-saco do Fidel e do Che!!!
“preocupadamente olhava através do olho mágico da porta antes de deixar qualquer pessoa entrar.”
Por aqui é o medo dos arrastões que “limpam” os clientes e ceifam vidas.
O regime politico-economico é o que menos importa, importa sim, a moral de seus condutores.
Pablo ninguém aqui defende governo,mas sim o capitalismo laissez-faire ou seja o livre-comércio.Os governos e estados só atrapalham esse processo e CUBA e CORÉIA DO NORTE são hors-concours em trapalhadas.
Que carro é aquele que aparece em 1:15?
Amargamente triste.
Lindo texto. Em geral, tendemos a nos preocupar demais com o aspecto geral econômico e esquecemos o resto. No texto, me chamou muito a atenção para o cotidiano, os hábitos e os pequenos detalhes que fazem a alma de Cuba. Não é a toa que é mais fácil se emocionar com esse texto do que com dezenas de explicações técnicas sobre a situação econômica da ilha. Aqui vemos os resultados concretos de tudo isso.
Comprem seus vistos – somos os próximos
Este foi um dos textos mais belos que já li neste site. Os fatos eu já os sabia, no entanto a forma que o autor deste texto os expôs foi fantástico.
É muito facil mostrar algumas imagens, e indusir o leitor a achar que elas dizem tudo
Um giro por New York
CRACOLÂNDIA
amigosdaguardacivil.blogspot.com.br/2013/12/nova-york-tambem-teve-sua-cracolandia-e.html
FILAS DE DESEMPREGADOS
democraciapolitica.blogspot.com.br/2013/04/nova-york-quase-metade-da-populacao.html
SENTADO
lounge.obviousmag.org/omnia_novi_sub_sole/2014/02/24/vergara2.jpg
ABRAÇOS
Ter liberdade para ir para outro lugar do mundo não é nada se não tiver dinheiro pra isso, é o que acontece com milhões de pessoas que vivem em Hong Kong, que é o número 1 do mundo em liberdade econômica, na Favela vertical de Kowloon
http://www.engenhariae.com.br/curiosidades/kowloon-na-china-teve-maior-e-mais-caotica-favela-vertical-do-planeta-que-chegou-proximo-de-2-milhoes-de-pessoas-por-km%C2%B2-e-foi-mostrada-em-serie-de-fotos/
Tive uma professora Cubana que simplesmente parou de dar aulas. Pouco tempo depois, descobrimos: fora obrigada a voltar para Cuba, pois estava no Brasil ilegalmente.
Não havia parado para pensar na “lógica” do embargo econômico dos EUA. O capitalismo é o culpado pelas desgraças do mundo; o comunismo é a solução. No entanto, a culpa de Cuba estar atrasada é justamente pela falta de capitalismo! kkkk E o embargo econômico, pelo que alguns falam, parece ser nas transações com o mundo todo!
Coréia do Norte não vive o mesmo embargo. Gostaria de saber qual a razão de seu atraso.
Me lembrou tanto a cidade que meus avós cresceram no interior da Bahia e que cowtumava visitar nas férias. Uma coisa é certa sobre Cuba, as crianças brincam nas ruas, às pessoas conversam entre si, existe uma atmosfera de alegria que vem da valorização das relações humanas, coisa que o capitalismo inevitavelmente vai destruindo aos poucos com o desenvolvimento tecjologico. Tudo bem, Cuba é um exemplo de que o Socialismo não traz progresso tecnológico mas faz com que as pessoas vivam harmonicamente tanto com a sociedade quanto com recursos do planeta, o capitalismo por outro lado é autodestrutivo, uma espécie de câncer que destrói a moral do homem e esgota os recursos do planeta. Talvez precisamos encontrar uma estrada justa, um ponto de equilíbrio entre esses dois modelos econômicos.
Triste!
E é isto que o Judge Napolitano acha do Papa em Havana:
Se vocês quiserem ter a real noção da destruição de Cuba pós revolução, devem assistir este vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=sVSCTxxny5o
Interessante que existam turistas dispostos a visitar essa prisão desprezível chamada Cuba. Países totalitários não devem ser ajudados, para que aprendam que o Capitalismo é o único caminho possível para a raça humana.
Tipo Centro Velho de São Paulo ou periferia ?
Cuba deve adotar estilo econômico do Japão com ajuda dos americanos?
Esta revolução cubana, Havana e a cidade e estado de São Paulo, quantas semelhanças.
Existe no estado de São Paulo uma revolução cultural e social promovida pela migração e com motivos e objetivos idênticos ao de Cuba… Renovação étnica.
Aproveitando a oportunidade deste artigo sobre Cuba, encontrei isso algum tempo atrás:
misescuba.org/
Será real ou apenas uma brincadeira? Tem até um link para o IMB por lá.
Uma cidade com edifícios tão bonitos (alguns com arquitetura neoclássica!), porém tão acabados! A impressão que fica é que a cidade sofreu ataques de uma explosiva guerra.
Apesar de toda a desgraça, uma coisa é “interessante”, dá para notar que algumas pessoas estão até “bem vestidas”, a garota de vestes verdes do vídeo e o garoto da foto com uma roupa da Adidas (deve ser falsa…). Acho que essas poucas peças devem ser provenientes de algumas trocas comerciais com outros países. Se tivesse uma embargo global Cuba estaria na mais abjeta pobreza.
Miséria decadente.
O mais abjeto dessa história é o consentimento. Consentimento com que os poderosos permitem a permanência dessas aberrações.
Cuba era para ter sido invadida no segundo dia depois da queda da URSS, pois o acordo dos EUA era com a URSS. Teria sido poupado à América Latina e Central todo nosso atual sofrimento com o socialismo.
Hoje, aquele velho zumbi decrépito e seu irmão não menos decrépito estão ditando a farra socialista na América Latina e Central (e até mesmo nos EUA e Europa, podem acreditar).
EIS O “PARAÍSO” COMUNISTA DEPOIS DE QUASE 60 ANOS!
ISSO É O DEMONSTRATIVO DO ESTRUME MARXISTA NAS MENTES!
O que se tem certeza absoluta que nenhum país do mundo até ao presente momento conseguiu progredir sob a bandeira do martelo e foice, de cor vermelha representando o sangue dos adversários e “iluminados” pela estrela de 5 pontas que é o pentagrama satânico; muito ao contrario, apenas atraso, miséria, muita opressão e morte, caso Cuba, Coreia do Norte e todos os ex satélites da Cortina de Ferro, a antiga e obsoleta URSS, mesmo a Russia atual!
Esse mesmo tipo de regime obsoleto e prá lá de fracassado é o que os alucinados revolucionários do PT com as mentes recheadas de esterco marxista tentam em vão impor no Brasil, mas os brasileiros não estão dispostos a engolir sapo dos desequilibrados do PT!
Olhem para as fotos com toda atenção do mundo. Os políticos vão colocar as crianças para brincar nas ruas um dia também, é uma promessa. Barriga vazia e bola na rua.
As pessoas de esquerda podem espernear mas a verdade é que: aparece pessoas dizendo que o socialismo é uma bandeira da igualdade e fraternidade e democracia (partidos socialistas). Se o povo acredita e vota, os socialistas são eleitos. Se o povo não aprova partem para a força através da luta armada para a conquista do poder. No poder a primeira coisa que fazem é suprimir a liberdade de imprensa. Nacionalizar os bancos, fazer reforma agraria e desrespeitando o direito a propriedade privada, ai já eliminam o mercado. Para implementar seu programa é necessário convencer as pessoas que elas não mais serão proprietárias de seus bens imoveis e terras. Alguns se revoltarão de tal forma que deverão ser assassinados, pois sendo assim chamados de contra-revolucionários, traidores da revolução, em julgamento “legal” segundo dizem. Assim a vida continua e como sem preços não existem mercado, que é o processo para maior produção de bens e serviços começa a caristía, falta tudo até papel higienico. Também aparece a figura do bode expiatório quando algo dá errado e sempre muitas coisas não dão certo. O bode expiatório é quem leva a culpa de tudo sendo submetido ao expurgo e dai eles criam os campos de trabalho forçados. No dia a dia aparece a palavra racionamento pois o antigo capital um dia acaba. Pra concluir o socialismo é a pior invenção que o mundo já inventou, e seus subprodutos são o sofrimento , a miséria, o abatimento psicológico. É fácil entrar nele o difícil é sair. Por isto que devemos dizer não ao PT. Enquanto Lech Valessa ajudava a Polônia a sair do comunismo, Lula Dilma e o PT tentam implantar o comunismo no Brasil. Ainda ha tempo para não deixar que seja o regime vigente em nosso pais.Em nome do socialismo já foram mortos quase 200.000.000 de pessoas no mundo. Pensem bem e combatam tudo que seja socialismo.
Acho que seria interessante fazer uma viagem até a ilha, afinal países onde o socialismo foi testado estão acabando. Em breve não restará mais nenhum. Quando jovem morei na Alemanha Ocidental mas visitei o lado Oriental também. Em conversa com jovens podia-se ver o entusiasmo com o socialismo, mas quando abriram uma brecha no muro e eles viram como era do lado de cá perceberam o tempo perdido.
Em Cuba vai acontecer a mesma coisa. Quando os malditos yankees começarem a chegar com seus malditos dólares,vão se dar conta que só perderam tempo. Quando o capital e turistas americanos desembarcarem, acordarão de um sono que durou quase 60 anos e voltarão para o ponto de onde partiram, ou seja, viviam do capitalismo americano e para ele retornarão. Tinham um ditador e agora têm dois. Fidel e Raul.
Vejo dois pontos positivos no momento :
1- a arquitetura da cidade ficou preservada graças a miséria que o socialismo proporcionou;
2- os carrões da década de 50 também preservados, irão enriquecer as coleções dos americanos.
Muito pouco para uma revolução que prometia mostrar ao mundo que viver o socialismo, seria viver num paraíso e ao mesmo tempo derrotar o capitalismo.
Gostaria de saber o que de tão especial existe em uma ilha com uma população até menor do que a da cidade de São Paulo. Não entendo essa aproximação do Obama, do Papa Franscisco com o regime de Fidel. A amizado dos companheiros latino-americanos a gente já entende muito bem. Me parece que Cuba e uma rota estratégica, por isso o interesse agora dos EUA, da China. Mas do que?
Cuba perdeu a chance de ser o Haiti 2.
Hoje, enxergamos Cuba destruida e sentimos pena de seu povo, mas devemos nos lembrar que “ELES LUTARAM POR ISSO” ainda com mais afinco e mais adesão que os petistas que hoje no Brasil.
Nós aqui estamos trilhando o mesmo caminho e o desfecho não será diferente.
Portanto, sem coitadismo!
Assisti recentemente uma extensa reportagem em um canal de TV paga sobre a riqueza ambiental de Cuba, um dos países do Caribe com os ecossistemas mais preservados. Segundo a reportagem, o motivo desta preservação foi a ausência de crescimento econômico em Cuba, que manteve o meio ambiente praticamente intocado.
Os ecologistas radicais devem adorar.
Em relação ao vídeo divulgado das “calles cubanas“, não sei em que dia da semana se passou isso, mas observem as pessoas nas ruas – homens, mulheres, crianças, com olhares perdidos, sem ocupação, sem preocupações com trabalho, ociosas em plena luz do dia, esperando alguma coisa que nem sabem o que é.
Muitas vezes reclamamos do nosso cotidiano, da nossa profissão, do nosso patrão, mas imaginemos como deve ser humilhante uma vida sem trabalho, sem preocupações, sem responsabilidades… e o pior, sem dignidade de poder dizer que sustenta sua família com SEU TRABALHO.
Isso lembra muito as periferias de muitas cidades brasileiras. Pessoas trocam sua mão-de-obra, ainda que de baixa qualificação, por incentivos governamentais de permanência na miséria.
Para aqueles que ainda defendem o sistema de saúde cubano, segue um rapido vídeo;
g1.globo.com/mundo/noticia/2012/02/miami-e-apontada-como-a-cidade-mais-miseravel-dos-eua.html
Apesar de todos os problemas da cidade, a mesma tem uma história linda que encantar qualquer que seja, e um a pena se encontrar nesse estado atual que esta.
Um bom filme que retrata a degradação de cuba é “uma noite” que inclusive é filmado em cuba (disponível no netflix).
É possível ver cubanas se prostituindo para ganhar dinheiro, jovens cubanos sonhando em ir para os EUA, enorme pobreza material, presença de mercado negro, e, mais interessante, uma policia repressora com os cubanos mais pobres (sim, cuba tem uma policia "facista").
Uma curiosidade: 2 atores que são cubanos, aproveitaram um convite para um festival de cinema e fugiram para os EUA.
g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/imigracao-cubana-dispara-nos-eua-apos-restabelecimento-de-relacoes.html
Parece que Havana aflorou sua verve poética a respeito da decadência urbana. Aguardo ansiosamente seu post sobre a decadência das favelas cariocas, ou das periferias paulistas. Faça assim, se hospede em alguma pousada perto desses lugares e não esqueça de levar sua maquina fotográfica para registrar o dia-dia dos favelados, tal qual voce fez em Cuba. Espero que saia vivo da experiencia. # PAZ
Vamos torcer para que Cuba consiga se abrir democraticamente e se inserir no mercado mundial.
Não há justificativa para que um regime autoritário ainda seja mantido na Ilha. Os Castros estão no poder desde Janeiro de 1959, mais de 57 anos.
Não há justificativa para tanto atraso econômico.
Cuba sempre foi um país muito lindo, já fui em suas praias em minhas férias do ano passado e me encantei com tamanha beleza natural. Quando criança jogava driver no meu vídeo-game e me perdia pela cidade de Havana todos os dias. Sempre tive o sonho de um dia poder visitar esse país tão lindo naturalmente.
Os problemas com a abertura do comércio sempre foram o grande dilema. Liberdade para o ser-humano é muito básico, todos devemos ser livres para escolher e mal Cuba sabia que se fosse livre desde os primórdios, as pessoas optariam escolher por viver lá de tão linda que é.
Tenho muita vontade de conhecer Cuba, apesar do regime não ajudar em nada, mesmo assim as paisagens são belissimas, e com certeza o povo deve ser muito gente boa.
Pq cuba tem um idh relativamente alto?
Meus caros amigos, vou prestar meu depoimento pessoal. Estou no Sul da Flórida, vivo cercado de cubanos. Vou fazer a suma de alguns relatos de cubanos que nem sequer se envolvem em política. Cuidam de suas vidas. Meu primeiro professor de inglês foi um cubano. Ensinava no Hallandale Adult Comunity Center. Tinha chegado de Cuba há somente oito anos, sem saber inglês, e já era professor da língua. Era um matemático. Há vários anos passou a ensinar matemática. Após as longas aulas (cêrca de seis horas) um senhor peruano e eu costumávamos, ávidos por saber coisas da vida em Cuba, a bater papo com ele. Vou sumarizar as respostas que dava a nossas perguntas: 1) o salário era de cerca de 25 dólares, seu pai ganhava trinta, era engenheiro; 2) quando o jóvem como ele se forma, não vai atrás de trabalho, caso contrário será mandado para o campo criar porcos e cortar cana; 3) continuam morando com a família, amontoados, quando não dividem a casa com outras pessoas não familiares; 4) se casam continuam morando coms pais de um ou de outro, vivendo todo mundo no mesmo aperto; 5) perguntávmos, por exemplo, quando a pessoa, mesmo ganhando pouco, recebia o salário e queria comprar um sapato, uma camisa ou uma calça, como faziam. Ele ria meio desfeito e dizia que não estávemos entendendo como era a vida lá . Não existe a loja que pensávamos existir. Havia depósitos do Estado. Hipoteticamente, você tinha direito a calça, camisa e sapato que constavam de uma libreta, mas nunca havia aquilo a que você hipoteticamente podia obter. Funcionava o mercado negro para tudo. Faltavam itens básicos de toda e qualquer natureza; 6) você se inscrivia para ter uma casa e esperava cerca de 30 anos na fila, até que um dia saia uma casinha bem modesta, que você pagava um aluguel simbólico mas não era sua, continuava a pertencer ao estado; 7) agora que ele sabia da realidade, comparativamente com os USA praticamente havia medicina em Cuba. 8) nascia e morria na meama localidade, pois para mudar você tinha que dizer por que e aguardar eternamente. 9) televisão e rádios locais, uma chatura, só música, balet (comunista tem mania de balet) e propaganda do governo; 10) as notícias locais é que os USA eram um inferno onde os trabalhadores eram explorados por comunistas, embora ninguém acreditasse nisso. Há alguns anos, um amigo meu, filho de cubanos, nascido na califórnia, conseguiu permissão para ir a Cuba para ver uma avó que nunca conhecera e que ia completar 100 anos. Levou malas de presentes pois sabia das necessidades dos familiares que não conseguiram fugir da ilha. Na volta, ainda no aeroporto, deu as calças e o sapato. Veio de uma espíecie de calão, uma alpercata de dedo e uma guaiabeira. Quando chegou no aeroporto de Miami, vindo via México, foi retirado da fila pela segurança em razão do estado antrajoso que estava. Identificou-se como americano e disse à polícia que tinha deixado até a rouba de viagem lá, no aeroporto, pela necessidade dos amigos da família , estava confortado com a certeza de que, quando chegasse a casa, tinha as gavetas cheias de roupas e sapatos. Relatou que um parente que fosse dar suporte a alguém no hospital, tinha que levar uma cadeira, pois não tinha onde sentar, e uma lata para banhar o paciente. Faltava de tudo. Tive uma amiga cubana, minha gerente, que costumava levá-la ao Café Verssailles em Miami ou ao Señor Café, que fica entre Hallandel e Hollywood, duas cidades próximas a Forte Lauderdalle, para comer um prato que era famoso em cuba, antes de Fidel. O prato se chama rabo encendido , a popular rabada. Disse a ela que tinha o projeto de ir a Cuba para ver a realidade de perto e que comeria uma rabada por lá. Ela me disse que era impossível, que não mais havia rabo encendido, eis que não havia mais carne de vaca. Essa é a realidade de Cuba, o resto é conversa de debilóide comunista. Cerca de noventa mil cubanos já morreram tentando fugir desse paraíso.
OUTRO DEPOIMENTO. Poderia passar o dia relatando conversas que tenho com cubanos que por aqui vivem. Mas quero fazer um relato interessante. Há alguns anos, voltei de uma das minhas costumeiras viagens ao Brasil e, ao chegar ao meu condomínio, fui recebido com um novo valet. Tentei falar em inglês com ele, não sabia. Cconversamos em espanhol. Levou minhas malas ao meu apartamento. Dei-lhe uma boa gorjeta ao saber que tinha fugido de Cuba a três meses. Descansei um pouco e desci, curioso, para conversar com ele. Eis o relato. Veio num barco, clandestinamente, com vários outros cubanos. Os cubanos daqui fazem uma fogueira na praia para sinalizar o local de desembarque. A trinta metros da praia todos se jogam ao mar, o mais rápido possível, para evitar a guarda costeira, e nadam até à praia. Quem consegue tocar em solo americano tem o direito de permanecer nos USA. Hà uma lei (acho que se chama Miranda Law), conhecida como lei dos pés secos, que concede asilo a qualquer cubano que toque solo americano. So vale para cubanos. Ganhava cerca de mil e quinhentos dólares como valet, tinha uma segunda atividade, que lhe garantia mais de dois mil dólares por mês. Para quem ganha 25 dólares por mês em Cuba, nada mal. Já tinha um carro usado e comia feito gente. Essa é a verdade encontradiça no dia a dia do Sul da Florida. Essas pessoas não são políticas e ficam maravilhadas com os USA.
CIDADE PÓS HECATOMBE NUCLEAR. Como um cidade inteira, uma comunidade tão promissora, se deixa escravizar assim por um só sujeito ????? o enfrentamento aqui, era plenamente justificável. Mas a cabeça de um ser tão cruel e perverso, não poderia ter caído de podre. Tinha que ser decapitado em praça, pra servir de exemplo. HAVANA pecou ao se curvar ante o medo de enfrentar seu próprio destino. Essas gerações teriam outras oportunidades. QUEM SABE AGORA, HAVANA E TODA A ILHA SE RECUPERE LIVRE E NUNCA MAIS SE DEIXE ESCRAVIZAR E SER TÃO ROUBADA. Parece filme futurologista americano
DEMONIO DO FIDEL CASTRO FOI PASTAR NO INFERNO JUNTO COM TODA SUA RAÇA DE PROCOS COMUNISTAS..
Só gostaria de agradecer por esse texto primoroso, parabéns ao autor e ao site.
Degustei cada linha escrita. Esmero, profundo bom gosto e conhecimento ao falar das vertentes clássicas da arquitetura. Foi muito mais além do que apenas citar a miséria de Cuba e seu povo.
Sensacional, obrigado IMB.
Verter um olhar poético dentro do patético da Cuba comunista é um feito extraordinário. Parabéns ao autor, que soube equilibrar-se humanamente. Li com prazer e tristeza. Cuba poderia ser uma pequena joia caribenha, em vez de testamento do colapso ideológico. Maior tristeza é saber como será custoso financeira, jurídica e humanitariamente reerguer Havana e toda Cuba após (até agora) quase 60 anos de violação do estado de direito.
O que eu acho cômico nesta história do bloqueio americano é que, após o bloqueio Cuba recebeu benefícios da URSS e, por conseguinte, do leste europeu e outros países comunistas. Depois, passou a ter relações comerciais com outros países fora da esfera soviética como Espanha, Brasil, México e recentemente Venezuela e novamente o Brasil, etc. A remessa de dólares dos cubanos refugiados é a segunda receita de Cuba. A ilha recebeu recursos da URSS para exportar a revolução socialista para a África, recebeu recursos para exportar médicos para diversos países. Mesmo assim, continua na pobreza. Países como o Japão e Alemanha que foram destroçados pela guerra, receberam ajuda dos EUA e se tornaram potências econômicas. A Coreia do Sul e Taiwan também. Outras ilhas isoladas do mundo como a Nova Zelândia também tiveram sucesso econômico. Enfim, outros países em situação como a cubana, com ajuda de uma potência, saíram do caos e tiveram sucesso, mas o governo cubano continua culpando os EUA pelo bloqueio, fazendo-se de vítima na velha estratégia marxista do vitimismo. É realmente cômico!
“Pobreza” é um elogio para Cuba.
Poucas coisas me deixam tão enojado quanto ver pessoas como esse Paulo Mota repetindo mentiras do tipo “Fidel libertou o povo que vivia em um prostíbulo dos EUA”.
Um parente meu esteve em Cuba. Vivia cercado de adolescentes pedindo “regalos”. Em certo momento, uma menina se aproximou e disse “quieres uma mamada, señor?” Ele disse que lhe daria um “regalo” e não queria nada em troca, e perguntou sua idade. A resposta: TREZE ANOS.
Para quem não sabe, mamada é uma gíria comum em espanhol para sexo oral.
Sr. Paulo Mota e outros da mesma laia: em países que não estão sob o tacão de monstros como Fidel, dificilmente um prostíbulo aceitará meninas de treze anos. É preciso o comunismo para um povo se rebaixar tanto.
Fui comunista quando era mais novo, nos anos 60/70…Acreditei nessa ideologia marxista, muito bonita, utópica, mas que dá resultados horríveis…O Fidel foi meu ideal, o Che, etc…
Com o tempo fui vendo, (vivi num pais comunista por 6 anos) que a realidade era bem diferente do idealismo esquerdista… agora sou totalmente contra o marxismo, sou da direita liberal democrática, o modo de governo que dá melhores resultados…
Infelizmente há muitos comunistas que não querem reconhecer que estão errados e continuam propalando balelas socialistas e comunistas.. Façam como o grande Gorbatchov que com muita coragem abandonou o socialismo e se passou para o capitalismo… ele que era o presidente da URSS…Não adianta insistir no socialismo, as pessoas não querem isso!!!
Não sabia dessa realidade, vai me agregar muito esse conteúdo! reconquistaroex.net/
Na faculdade tive o prazer de estudar com um professor Cubano (Se interessar à alguém posto o lattes dele aqui), ele muito raramente falava qualquer coisa sobre o país dele e parecia estranhamente neutro politicamente para um professor de humanas (sou de exatas mas tem umas matérias de humanas também), até que um certo dia tivemos que fazer um trabalho em grupo sobre outros países, cada grupo pegava uma país e falava sobre sua cultura e principalmente sobre sues modelos de ensino universitário.
Pois bem, um grupo resolveu pegar Cuba, ao final da apresentação mostraram um vídeo feito por turistas passeando de carro por Havana, e lá se viam construções bonitas, o lugar parecia bem organizado, daí um colega meu perguntou se Cuba inteira era daquele jeito, ele soltou um sorrisinho social e disse “não, o resto tá tudo caindo aos pedaços”.
Enfim, esse é o único professor meu de humanas do qual sinto saudades hoje em dia, adoraria tomar uma com ele qualquer dia desses, já os demais professores de humanas e até alguns de exatas chegavam à me dar nojo.
A redução drástica da capacidade cognitiva é a primeira e mais devastadora consequência produzida pelas ideologias totalitaristas.
Muitos dos comentários que acabamos de ler são provas cabais dessa realidade.
Cuba é o maior exemplo da destruição e das mentiras que só o comunismo proporcionam. Só mesmo esses mentecaptos de cara arreganhada infiltrados na política e nas universidades pra admirarem esse paíseco falido.
E lembrando que essa escumalha quer voltar ao poder ano que vem.
twitter.com/LulaOficial/status/802549507363864577
Em 2022 não tem alternativa. Quem é isentão defende o modelo cubano.
Enquanto isso em Cuba…
http://www.bbc.com/portuguese/internacional-57802941
tercalivre.com.br/cubanos-saem-as-ruas-contra-a-ditadura-comunista/
http://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/31200/povo-cubano-vive-um-dos-piores-momentos-de-sua-historia
http://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/31195/abaixo-a-ditadura-povo-desesperado-sai-as-ruas-contra-o-governo-cubano-veja-o-video
O que será da nossa esquerda ?
alguém me explica a humanidade, por favor!… ditaduras, guerras… a gente é fod@…
Saca só o nível do jornalismo brasileiro:
Crise em Cuba pode ter diminuído diabetes e doenças do coração
População perdeu peso ao comer menos e andar mais a pé.
Dados cubanos corroboram necessidade de hábitos mais saudáveis.
g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/04/crise-em-cuba-pode-ter-diminuido-diabetes-e-doencas-do-coracao.html
Se um navio atracar inadvertidamente em Cuba, ele não poderá atracar nos EUA por 6 meses.
Cuba não tem acesso ao crédito externo, ou seja, todas as suas exportações devem ser feitas à vista.
Empresas, até as que não são americanas, que comercializam com Cuba sem o aval dos EUA ficam sujeitas a boicotes do governo americano caso estejam dentro do mercado americano.
Enfim, são várias e várias penalidades. Como que a “culpa não é do embargo”? Alguém está querendo manipular…
“E continua sendo livre para atracar em absolutamente qualquer país do mundo.”
Que país ou empresa de logística em sã consciência vai querer que os seus navios deixem de atracar nos EUA, talvez o mercado mais importante do mundo?
Os EUA são o centro das relações do capitalismo mundial! Tudo passa pelos EUA e é óbvio que se algum país facilitar demais para Cuba, as relações deste com os ianques será negativamente afetada.
Fontes?
1)Trading with the Enemy Act of 1917, the Foreign Assistance Act of 1961
2)Cuban Assets Control Regulations of 1963
3)Cuban Democracy Act of 1992
4)Helms–Burton Act of 1996
5)Trade Sanctions Reform
6)Export Enhancement Act of 2000.