Dedico este artigo ao povo sul-africano, especialmente às
vítimas do apartheid, do terrorismo comunista, da barbárie de Mandela, do
regime do CNA e dos genocídios. Descansem em paz.
PRÓLOGO
Para o historiador John
Dalberg-Acton, o 1º barão Acton, o guia da História não é Clio, uma das musas
gregas inspiradoras das ciências, literatura e arte. Este papel caberia a
Radamanto, um dos juízes do mundo dos mortos, carrasco dos injustos e vingador
dos inocentes.
Nunca este espírito foi
tão necessário quanto hoje, em um mundo onde a mídia de massa distorce os fatos
a serviço das mais infames agendas políticas.
Nelson Mandela, assim
como muitos falecidos, goza de uma injusta reputação de herói e
libertador perante a opinião pública. Seus métodos, motivação e legado, porém,
são nefastos.
A finalidade deste
artigo é expor a verdadeira face do mais querido assassino e terrorista da
História.
INTRODUÇÃO À TRAGÉDIA SUL-AFRICANA
“O racismo é a forma mais baixa e mais cruelmente
primitiva de coletivismo. É a noção de atribuir significado moral, social ou
político à linhagem genética de um homem – é a noção de que os traços
caracterizadores e intelectuais de um homem são produzidos e transmitidos por
sua química corporal interna. O que quer dizer, na prática, que um homem deve
ser julgado, não por sua índole ou ações, mas pelas índoles e ações de um
coletivo de antepassados.” — Ayn Rand
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| África do Sul, dias atuais |
O inimigo do meu inimigo
não é necessariamente meu amigo. Os infames bolcheviques de Lenin lutaram
contra a cruel tirania czarista dos Romanov. Seus métodos eram horrendos,
vitimando inclusive as crianças inocentes da família real. Ao assumir o poder
Lenin e seus sucessores perpetraram horrores inauditos contra seu povo.
Analogamente, Nelson
Mandela lutou contra o Partido Nacionalista da África do Sul, que impunha o
grotesco sistema de políticas racistas conhecido como Apartheid. Seus métodos
foram diabólicos. Uma vez no poder, ele e seus sucessores espalharam o terror
pelo país. E seu objetivo? O mesmo que o de Lenin.
Mandela foi um
terrorista. Seu modus operandi incluía uso de minas e explosivos contra civis
inocentes, assassinato de negros não alinhados à sua causa, incêndios contra
negócios cujo proprietário era negro, greves e boicotes incitados através de
coerção e tortura. Aterrorizava as mesmas pessoas que dizia estar libertando
da tirania do Apartheid.
Uma luta armada contra
os membros criminosos de um Estado, e que não ceife vidas inocentes, é legítima
defesa. Santo Agostinho de Hipona dizia que uma guerra justa é aquela que
castiga uma injustiça; mas a doutrina de “guerra justa”, derivada do pensamento
de Hugo Grotius, estabelece importantes limites éticos a respeito do jus in
bello (justiça na conduta da guerra). O princípio da distinção veda o emprego da
violência contra não-combatentes.
Mandela não observou
princípio ético algum. Como disse Aida Parker, compaixão e sentimento pela
condição humana não tinham papel em suas ações.
Oficialmente membro do
Congresso Nacional Africano (CNA), Mandela também fazia parte do Partido
Comunista da África do Sul (PCAS), embora tenha mentido sobre o fato. Era
inclusive um de seus líderes. O PCAS, cujas diretivas estratégicas vinham do
Kremlin, controlava o CNA.
Explorava o triste
quadro de segregação e opressão racial não para ajudar os negros, mas para
levar adiante uma revolução comunista.
Até o fim da Guerra
Fria, o continente africano foi palco de inúmeras “guerras por procuração”
comandadas pela URSS. Nos países onde o socialismo marxista triunfou, tais como
Angola, Congo, Etiópia, Moçambique, Zimbábue e Zâmbia, o resultado foi
morticínio, miséria extrema e tragédias humanitárias.
Para usar um termo do
cientista político R.J. Rummel, as guerras de libertação nacional promovidas
pela URSS nos países subdesenvolvidos foram um “democídio” em massa. Este tenebroso
quadro tem sido concretizado na África do Sul desde que Mandela assumiu o poder
e vem piorando sob o governo de seus sucessores do CNA.
Mandela transformou a
África do Sul em uma ditadura sem oposição comandada pela cleptocracia da
aliança CNA/PCAS, que está levando o país à extrema pobreza, ao caos social e
até mesmo ao genocídio.
Ironicamente, a
ideologia defendida por Mandela é a grande responsável por aquilo que o mundo
acredita que ele combateu. O apartheid é filho do casamento profano entre a
mentalidade anti-capitalista e os interesses dos grandes players políticos e
corporativos.
Ricas reservas de
diamantes e metais preciosos foram descobertas na África do Sul entre as
décadas de 1860 e 1880. O atual território do país era dividido em províncias
britânicas, estados africâneres (etnia sul-africana descendente de colonos
europeus, principalmente holandeses) e territórios nativos.
A disputa pelo controle
das jazidas resultou em diversos conflitos, incluindo a Primeira Guerra dos
Bôeres (1880 -1881), uma luta pela independência da República do Transvaal,
estado bôer (subgrupo africâner que fala holandês) rico em ouro e que havia
sido anexado pelo Império Britânico. A vitória dos bôeres não durou muito. A
disputa pelo ouro de Witwatersrand levou à eclosão da Segunda Guerra dos Bôeres
(1899 — 1902).
A decisiva vitória
britânica resultou na hegemonia imperial sobre Transvaal e Orange. Em 1910 a
unificação destas e de outras duas colônias britânicas formou a União da África
do Sul (1910 — 1961). O território passou do status de colônia para
domínio.
Leis de segregação
racial tão antigas quanto 1893 foram outorgadas para garantir o domínio de
sindicatos britânicos brancos sobre essas imensas reservas.
O apartheid foi
institucionalizado em 1910 pelo governo do bôer Louis Botha. Conforme demonstra o economista Herry Valentine,
essa política tinha como objetivo criar uma reserva de mercado para os brancos.
O apartheid introduziu políticas de discriminação salarial que decretavam a
obrigatoriedade de um salário maior para os brancos. Era acompanhada de restrições ocupacionais aos negros.
O maior crime do Apartheid
talvez tenha sido o Ato da Terra de 1913, que reservava 87% da terra do país
para posse dos brancos e segregava etnias negras em territórios etnicamente
homogêneos e administrativamente autônomos conhecidos como Bantustões. Havia 10
deles. O resultado foi um roubo massivo da terra legítima dos negros, que
ficaram também impedidos de adquirir terras.
De acordo com o
economista William Hutt em seu livro “The
Economics of the Colour Bar”, um apartheid industrial foi imposto em
1922 por sindicatos brancos britânicos
liderados por William H. Andrews, um dos chefes do PCAS (sim, o mesmo do
Mandela). Seu slogan era “Brancos uni-vos
e lutem por um mundo trabalhista“.
Muitos negros
abandonaram o país, incluindo profissionais altamente qualificados. Quando o Partido
Nacional assumiu o poder, em 1948, as políticas do Apartheid foram arrochadas,
levando a uma emigração ainda maior da população negra. Foi somente por volta
da década de 1970 que os mecanismos de mercado conseguiram ajustar parcialmente
a situação.
O acúmulo de capital que
ocorre naturalmente a despeito do estado aumentou a oferta de empregos. Os
empreendedores passaram a burlar as regulações trabalhistas do apartheid para
contratar mão-de-obra negra. Some-se a isso o fato de que muitos negros entravam
no país para fugir da opressão de regimes comunistas em países vizinhos, que
era pior que o apartheid.
No final da década de
1980 o governo havia afrouxado a fiscalização das políticas segregacionistas e
uma classe média negra com alto nível de instrução havia se formado. Havia
negros empreendedores e negros milionários. Entre 1971 e 1980 a renda real da
população negra havia crescido 40%. Leis como o controle de fluxo interno e as
restrições ocupacionais haviam sido abolidas.
A geração de riqueza e qualidade
de vida eram prejudicadas principalmente pelas políticas intervencionistas,
pelos ditames estatais no setor bancário e de mineração, e pelo excesso de
gastos do governo.
Os fatos corroboram a
frase do economista Murray Rothbard:
O capitalismo de livre-mercado é um maravilhoso antídoto
para o racismo. Num livre mercado, empregadores que se recusarem a contratar
trabalhadores negros produtivos estão ferindo os seus próprios lucros e posição
competitiva da própria empresa. É apenas quando o estado se intromete que o
governo consegue socializar os custos do racismo e estabelecer um sistema de
apartheid
Mandela, ao se tornar
estadista, insistiu nos mesmos erros do apartheid. É impressionante o
paralelismo entre seu discurso em 1997 e o discurso de 1958 do racista
pró-apartheid Hendrick Verwoed, então primeiro-ministro da África do Sul.
Verwoed disse:
Há pessoas (que argumentam) que tudo deve ser submetido às
chamadas leis econômicas. Felizmente, sob um governo nacionalista, estes
adoradores das leis econômicas nunca acharam seu caminho, mas um ideal mais
alto e mais nobre se reforçou: a manutenção da civilização branca.
Mandela em 1997 disse:
A evolução do sistema capitalista no nosso país coloca no
mais alto pedestal a promoção dos interesses materiais de uma minoria branca
Embora com cores
invertidas, a injusta acusação contra o capitalismo se manteve e o racismo e a
pobreza se perpetuam.
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| Selo soviético em homenagem a Mandela |
PRÊMIO NOBEL DO HORROR
“O povo da África do Sul, liderado pelo PCAS, destruirá a
sociedade capitalista e construirá no seu lugar o socialismo.” — Nelson Mandela
Mandela entrou para o
CNA em 1943 (aos 25 anos), encorajado por Walter Sisulu, habilidoso articulador
político e membro do PCAS. Em 1944 ambos se uniram ao ativista Oliver Tambo
para formar a Liga da Juventude do CNA. Até então o partido se opunha à luta
armada. Tendo atingido certa proeminência no partido, Mandela passou a pressionar
o CNA para adotar métodos mais violentos.
Esta pressão encontrou
eco após o massacre de Sharpeville, em março de 1960. O governo de Hendrik
Verwoerd arrochou as leis de segregação racial, o que levou milhares de negros
a protestar nos arredores de um posto policial.
A polícia abriu fogo
contra a multidão, matando 69 pessoas, alimentando o radicalismo da oposição, e
corroborando o fato de que a maior parte do terrorismo é incitada pela própria
barbárie estatal.
Conforme explica o
historiador Stephen Ellis, muitos grupos estavam dispostos a pegar em armas
contra o regime após Sharpeville, mas era o PCAS que possuía maiores conexões
internacionais.
O membro do PCAS Joe
Slovo havia sido colega de Mandela na Universidade de Witwatersrand. Coronel da
KGB, sua ligação com Moscou se dava através da Zâmbia.
Seguindo diretivas do
Kremlin, Mandela e Slovo fundaram, em 1961, o Umkhonto we Sizwe (MK), traduzido
como “Lança da Nação”, o braço armado do CNA, cujo objetivo era uma revolução
comunista, como preconizava a agenda soviética para o continente.
Foi o ano em que a
África do Sul separou-se da Commonwealth para se tornar uma república, como
resultado de um referendo no qual apenas brancos votaram. Ao mesmo tempo
tensões étnicas se acirravam em torno das questões relativas à representatividade
política no novo regime. A MK planejava
se aproveitar daquela situação delicada para lançar uma campanha de terror e
tingir o país de vermelho com sangue inocente. Conforme Mandela mesmo disse:
O movimento comunista ainda enfrenta inimigos poderosos que
devem ser completamente esmagados e varridos da face da Terra antes que o mundo
comunista possa se concretizar.
Slovo escreveu em 1986,
no seu artigo “A Campanha de Sabotagem”,
que ele havia sido apontado para constituir o alto comando do MK pelo PCAS,
enquanto o CNA havia indicado Mandela.
Mas sendo este último
também um alto membro do Comitê Central do Partido Comunista e sendo a própria
fundação do braço armado uma instrução de Moscou, fica fácil concluir que o
PCAS controlava, de fato, o MK; e que Mandela era uma peça-chave da estratégia
de terror soviética na África.
Segundo Igor Glagolev,
que intermediava o suporte soviético ao MK, o comitê executivo do Partido
Comunista da União Soviética havia decidido tomar a África do Sul no fim da
década de 1950. O país, contudo, já estava nos planos comunistas desde 1928,
quando a Internacional Comunista havia instruído o PCAS para converter o CNA em
instrumento revolucionário.
Em 1962 Mandela recebeu
treinamento militar na Argélia, um dos países onde os membros do CNA recebiam
instrução em táticas de guerrilha, terrorismo e tortura. Outras localidades
incluíam Cuba, Egito, Etiópia, Coréia do Norte, Rússia, China, Alemanha
Oriental e Tchecoslováquia.
Mandela teve experts
como tutores. Com o FLN, partido socialista e terrorista argelino, aprendeu a
decepar o nariz de seus desafetos. O manejo de explosivos lhe foi ministrado
pelo IRA, cuja ligação com o CNA se dava através de Gerry Adams, político
socialista irlandês.
As técnicas de
espionagem e interrogatório lhe foram ensinadas pela STASI, a polícia política
da Alemanha Oriental. De acordo com as instruções, os interrogatórios deveriam
ser brutais, contra qualquer um que fosse minimamente suspeito de trair os
dogmas do partido.
Mandela foi um bom aluno
e aprendeu bem as lições. A maior parte das técnicas brutais foi aplicada
contra negros suspeitos de traição. O CNA mantinha um centro de detenção
conhecido como QUATRO em Angola, onde milhares de negros, muitos deles
adolescentes, foram torturados e mortos.
Ainda em 1962, Mandela
foi capturado em uma fazenda nos arredores de Johanesburgo, de posse de
granadas-de-mão, minas terrestres antipessoais e detonadores. Muitos dos
explosivos estavam disfarçados de objetos corriqueiros como caixas de fruta e
potes de alimentos.
Os planos terroristas de
Mandela, expostos mais tarde, incluíam a colocação destes artefatos em locais
movimentados de forma a maximizar os danos.
Em julho do ano seguinte
a polícia efetuou novas buscas e detenções, e teve início o famoso Julgamento
de Rivonia, onde dez líderes do CNA foram julgados por 221 atos de sabotagem.
Embora a ONU diga que Mandela era um prisioneiro político, a Anistia Internacional
afirmou claramente que ele foi condenado por seus atos de violência, tais como
terrorismo, e até por contrabando de minas terrestres.
Durante as
investigações, foi apreendido um documento conhecido como Operação
Mayibuye, cujo comando supremo seria composto por Mandela, Slovo e Joe
Modise.
O documento continha um
plano detalhado de guerra revolucionária que teria sido traçado, provavelmente,
com consultoria soviética ou maoísta.
Consistia em dividir o
país em 4 regiões que seriam invadidas por pequenos grupos guerrilheiros de 10
homens cada, cuja missão era causar levantes nas comunidades e tribos através
de dissimulação e intimidação, conseguindo adeptos.
Enquanto estes commandos
“trabalhariam” os vilarejos, uma força convencional de 7000 homens invadiria o
país com o apoio dos sindicatos. Em outro documento que veio à tona em Rivonia,
Mandela declarou que “traidores e informantes devem ser brutalmente eliminados.”
Ao ser condenado,
Mandela proferiu o discurso “Estou
Preparado para Morrer“, no qual negava a influência socialista sobre suas
ações e dizia lutar pelos direitos dos negros.
O discurso foi escrito a
várias mãos e editado por um jornalista profissional. Tratava-se de propaganda
enganosa conduzida por diversos canais de esquerda para angariar simpatia.
Apesar de tais
afirmações soarem como teoria conspiratória de extremistas da direita, elas
foram confirmadas por diversos membros não marxistas do CNA, que acusaram
Mandela de ter sequestrado a causa antiapartheid, submetendo-a a agenda de
Moscou. Cabe ressaltar que todos os integrantes do PCAS também faziam parte do
CNA.
De acordo com Rowley
Arenstein, proeminente membro do PCAS, Mandela era o principal instrumento dos
comunistas para “sequestrar” o CNA e marginalizar seu antigo líder, Albert
Luthuli, um ativista legitimamente antiapartheid, e que se opunha à luta armada
e aos planos marxistas.
Sabotar e marginalizar
os membros moderados e pacíficos do CNA era um de seus papéis. Mandela enganava
seus colegas de CNA conforme novas diretivas do PCAS eram emitidas. Explorava
os anseios legítimos dos verdadeiros ativistas antiapartheid, de derrotar o
racismo institucionalizado, para implantar um regime totalitário de
extrema-esquerda. No documento “Como Ser
um Bom Comunista”, Mandela escreveu que o estudo do marxismo é necessário
para controlar melhor as massas. E ele controlou.
Em 1965, o MK se aliou ao
ZIPRA, o braço armado de um partido marxista-leninista do Zimbábue (Rodésia na
época), e que tem no seu currículo o emprego de mísseis antiaéreos contra
aviões comerciais.
Após uma desastrada
invasão conjunta ao país, na qual as forças revolucionárias foram derrotadas
pelo Exército da Rodésia, a MK entrou em uma crise militar. Durante a década de
1970 o movimento foi duramente combatido pelo governo sul-africano.
Em junho de 1976, um
protesto de estudantes negros acabou em uma infame tragédia conhecida como
Levante de Soweto. A polícia sul-africana abriu fogo contra adolescentes que
jogavam pedras. Houve uma escalada de violência que resultou em centenas de
mortes, incluindo crianças. Mais uma vez o MK aproveitou o momento para
reconstruir seu exército e conquistar apoio.
Enquanto Mandela estava
preso na Ilha de Robben, sua mulher Winnie Mandela estava em pleno processo de
glorificação como parte de uma campanha de culto à personalidade, a nova
estratégia da MK.
A mídia local e
internacional, distorcendo os fatos a serviço das esquerdas mundiais, a elevavam
à condição de “mama wetu” (mãe da nação), “rainha guerreira” e “Evita negra”
(sendo a própria Evita Perón uma falsa heroína). Não demorou a que as atenções
do PCAS se voltassem para a recuperação da imagem do marido dela e a pressão
internacional se fizesse sentir.
Em 1982, Mandela foi
transferido para a prisão de Pollsmor, na Cidade do Cabo. Não só passou a ter
diversas regalias como também obteve acesso a várias amenidades de comunicação
com o exterior. Chris Hani, um líder da MK famoso por sua brutal repressão
contra membros não marxistas do CNA, alegou que possuía total acesso à Mandela
e que bastava um telefonema para marcar uma reunião com ele.
Nesta época, a MK passou
a adotar a estratégia de propaganda pelo ato, ou seja, ações de grande visibilidade
embora de pouco valor tático. Mandela
passou a comandar este tipo de atividade de dentro da prisão (tal qual os
criminosos organizados brasileiros), e esta foi justamente a fase mais
sangrenta e desumana do MK.
Entre 1980 e 1994,
dezenas de milhares de civis inocentes foram mortos em ataques do CNA, sendo
que boa parte destes crimes foi ordenada ou autorizada por Nelson Mandela. Em
cerca de 80% das vezes o alvo dos ataques era a população civil.
Um dos mais conhecidos e
infames atos terroristas deste período foi o Atentando de Church Street, em
1983. Mandela o ordenou em conjunto com Tambo.
Embora o alvo fosse uma
instalação da Força Aérea Sul-Africana, os explosivos foram programados para
detonar na hora do rush, com o objetivo de causar o máximo de baixas entre os
civis. Foram 19 mortos e 217 feridos, incluindo mulheres e crianças de várias
etnias. Havia pedaços de corpos humanos espalhados por uma enorme área.
No seu livro “Um Longo Caminho para a Liberdade”,
Mandela confessa que autorizou pessoalmente diversos
atentados. O ataque ao Shopping Amanzimtoti, por exemplo, matou 2 mulheres
e 3 crianças.
Além de atentados à
bomba, houve também uma campanha de minagem, pilhagem e vandalismo.
Somente entre 1985 e
1987, as minas terrestres colocadas nas estradas rurais pelo CNA custaram 125
vidas inocentes. Entre 1984 e 1989 cerca de 7200 casas de negros não-membros do
CNA foram destruídas, além de 1770 escolas, 10318 ônibus, cerca de 50 templos e
milhares de carros e estabelecimentos comerciais.
Destaque-se que o CNA
foi classificado como grupo terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA e
por muitas outras agências de inteligência.
Testemunhas das
atrocidades que tentaram alertar o mundo foram assassinadas.
Bartholomew Hlapane,
dissidente do PCAS, depôs diante do Comitê do Senado Americano para Segurança e
Terrorismo, em 1982. Hlapane revelou a verdade sobre a Carta da Liberdade,
documento oficial contendo os princípios básicos do CNA, escrito com a
participação de Mandela, e que se tornou símbolo da causa antiapartheid.
O documento havia sido
esboçado por Joe Slovo a pedido do Comitê Central do Partido Comunista da URSS.
O dissidente revelou também as ligações entre o CNA e o PCAS. Pouco tempo após
seu testemunho, foi executado a tiros de fuzil AK-47 por um membro do CNA.
Por mais monstruosos que
sejam os relatos lidos até aqui, nada disso se compara à natureza diabólica do
que relatarei agora.
Necklacing (colar
bárbaro). Este termo foi cunhado por Winnie Mandela. Trata-se de um método de
execução que consiste em colocar pneus de borracha embebidos em gasolina em
torno do corpo da vítima, que por sua vez era forçada a beber o combustível.
Ateia-se fogo aos pneus. A borracha derretida carcome a pele enquanto as chamas
consomem a pessoa. A morte só chega após cerca de 20 minutos de sofrimento
agonizante.
Estima-se que 3.000
pessoas tenham sido mortas assim pelo CNA. O método era aprovado e incentivado
por Winnie, que disse em um discurso: “Com nossas caixas de fósforos e nossos necklaces, libertaremos esse
país“.
As vítimas eram
praticamente todas negras, acusadas de traição e colaboração com o regime.
Incluíam funcionários públicos negros, adolescentes sem engajamento político e
trabalhadores que não participavam de greves. Mineiros estrangeiros e lojistas
também foram vitimados.
Os “julgamentos”
aconteciam na rua, aos gritos da turba. Winnie usou o necklace como arma de
guerra psicológica.
Hordas do CNA em
conjunto com a UDF (Frente Democrática Unida, um dos grupos guerrilheiros
antiapartheid) promoveram uma verdadeira guerra civil negra, invadindo comunidades
pacíficas e queimando casas. Cerca de 200 mil negros ficaram desabrigados.
Algumas comunidades negras chegaram a montar milícias para se defender dos
guerrilheiros de Mandela.
Em 1989 formou-se uma
aliança entre o COSATU (Congresso Sul-Africano de Sindicatos), PCAS e UDF. Este
bloco pouco coeso na época ficou conhecido como Movimento Democrático de Massa,
e viria a formar a base do novo apartheid corporativista que vigora hoje no
país.
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| Winnie, Nelson Mandela e Joe Slovo |
UM CURTO CAMINHO PARA A TIRANIA
“Sob regime comunista a África do Sul será uma terra de
leite e mel” — Nelson
Mandela
Em 1985, P.W. Botha,
então presidente da África do Sul, ofereceu a liberdade a Nelson Mandela desde
que ele renunciasse à violência. A proposta não foi aceita, e ele só saiu da
prisão mediante ordem incondicional de soltura emitida pelo presidente De Klerk
em 1990.
A pressão internacional
pela sua libertação contou com grande participação do Conselho Mundial da Paz,
uma organização fundada no âmago do politburo soviético e dirigida pela KGB.
Até 1991, quando a URSS foi dissolvida, militantes do CNA ainda recebiam
treinamento militar em quartéis russos. O socialismo ocidental também teve
grande influência na campanha “Free Mandela”.
Cinco anos antes da
soltura, o vice-diretor do Comitê de Direitos Humanos do Parlamento Europeu
Nicholas Bethell disse que defendia a luta armada, afinal ele também era
socialista. Lideranças da esquerda britânica, americana e escandinava ajudaram
a trabalhar a imagem de Mandela e financiaram o terrorismo da MK.
De Klerk, cuja agenda
estava subordinada a interesses globalistas, tratou de esconder do país os
planos e atividades do CNA. Os serviços de inteligência sul-africanos foram
instruídos a não investigar o partido para não comprometer a imagem moderada
que a mídia passava ao mundo.
Jornalistas que
dissessem a verdade, tais como Aida
Parker, eram censurados. A Aida Parker’s Newsletter divulgou detalhes dos
horrores dos campos de detenção do CNA e de como a mídia colaborou para a
falsificação da imagem de Mandela.
Se Mandela era um perigo
para as pessoas dentro da prisão, ao sair ele se tornou o flagelo do país. Tão
logo se viu livre, o futuro ganhador do Nobel da Paz clamou por uma
intensificação da luta armada.
Uma onda de terror
varreu a África do Sul logo após sua liberação. Nos primeiros 20 dias 84
pessoas foram assassinadas pelo CNA, 19 delas através do necklace. Houve
inclusive execução de mulheres acusadas de bruxaria.
As sombrias previsões do
jornal de inteligência britânico Special Office Brief foram confirmadas: “A África do Sul está à beira de um banho de
sangue de negros contra negros. O terrorista Mandela não é um líder majoritário
e não será aceito pelos zulus.”
De fato, os zulus eram
majoritariamente anticomunistas e ferrenhos opositores do CNA. Iniciou-se uma
guerra entre este e o Partido da Liberdade Inkatha, organização conservadora
nacionalista zulu, com o CNA iniciando as agressões e culpando o Inkatha.
A violência incitada por
Mandela atingiu pesadamente a população branca. O canto de “Matem o bôer! Matem o Fazendeiro” ecoava
nas fileiras do CNA.
Em 1992, houve 369 ataques
contra fazendas. No auge dos massacres, em 1993, 55 pessoas eram assassinadas
por dia, a maioria africâneres vítimas da campanha de vingança racial de
Mandela.
Neste vídeo ele canta uma música sobre matar brancos:
A brutalidade do
processo político que levou o CNA ao poder faria inveja a Oliver Cromwell.
O partido organizou uma
unidade de 3150 homens chamada National Peacekeeping Force (NPKF), traduzido
como Força Nacional de Paz. Sua função era assegurar o poder do CNA e de
Mandela.
A oposição foi esmagada
através de golpes políticos contra os bantustões. Estes territórios já gozavam
de certa autonomia e muitos de seus líderes recusavam a incorporação à África
do Sul.
Mas para uma democracia,
o número de pessoas espoliadas importa e separatismo é um mau negócio. Em um
documento chamado “Prepare a Foice para o
Martelo Vindouro”, preparado pelo PCAS, lê-se:
Esforços devem ser feitos para persuadir os servidores públicos de que
sua estabilidade trabalhista e suas pensões só podem ser garantidas por um
governo popular e não por líderes tribais.
De fato, apenas governos
voltados para as massas podem garantir tamanho nível de espoliação e
parasitismo.
O pior conflito
aconteceu no Bantustão de Bophuthatswana, o mais rico deles. Seu líder, Lucas
Mangope, queria a autonomia do território e se opunha ao CNA, que por sua vez
iniciou uma invasão de 1 semana contra Bophuthatswana.
Houve pilhagens,
incêndios, saques e estupros. A NPKF depôs Mangope. O mesmo aconteceu no
Bantustão de Ciskei, com a deposição de Oupa Gqoso. Após Ciskei, Joe Slovo disse: “dois já foram, falta um“, referindo-se
ao KwaZulu, território outrora autônomo da etnia zulu.
Março de 1994. Cerca de
20 mil membros do Partido da Liberdade Intakha, que defendia a autonomia do
KwaZulu, protestaram pacificamente contra as eleições até Shell House, o
quartel general do CNA.
Sob ordens de Mandela,
homens armados do CNA abriram fogo contra a multidão matando 53 zulus. O
incidente ficou conhecido como Massacre de Shell House. Dissidentes políticos
capturados foram torturados, inclusive uma criança.
A imprensa internacional
reagiu com doentia condescendência. Um artigo no Los Angeles Times dizia:
Os sul-africanos e a comunidade internacional devem encarar o fato de
que muitos chefes do Intakha não irão cooperar. Forçá-los a aceitar a realidade
de uma África do Sul democrática será um longo e talvez violento processo.
Qualquer semelhança com
os ataques dos revolucionários franceses aos alsacianos com a desculpa de que
eles não falavam a “linguagem da república” não é mera coincidência. Mas os
livros franceses que glorificam as barbáries da Revolução Francesa afirmam: “O Terror é terrível, mas grandioso”.
No período entre sua
soltura e a subida ao poder, Mandela fez um giro pelo mundo, como parte da
campanha para promover sua imagem.
Ao longo da turnê
manifestou seu apoio aos mais sanguinários ditadores do mundo, como Fidel
Castro, Saddam Hussein, Ali Khamenei e Hafez al-Assad.
Muito amigo do genocida
líbio Muammar al-Gaddafi, disse que ele possuía compromisso com a paz e com os
direitos humanos.
Mandela era simpatizante
de Idi Amin Dada, o brutal ditador de Uganda que foi cúmplice do sequestro de
um avião comercial por terroristas palestinos. Na ocasião, em 1976, commandos
israelenses resgataram os reféns no Aeroporto de Entebbe.
Mandela era antissemita.
Em um encontro com o também terrorista Yasser Arafat, classificou o resgate de
Entebbe como “ato de barbárie.” Em
uma cerimônia em Teerã, Mandela disse:
O povo da África fará da revolução islâmica do Irã um modelo para seus
movimentos revolucionários.
Em meio à festa da mídia
mundial em torno de Mandela, um homem, em um ato de bravura, expôs
a verdade sobre o terrorista no American Opinion Speakers Bureau da
Sociedade John Birch.
Trata-se de Tomsanqa
Linda, ex-prefeito de Ibhayi, uma cidade com 400 mil habitantes negros. Linda
quase foi assassinado pelo CNA em 1985. Sua casa e seus negócios foram
incendiados, bem como a casa de seus parentes e amigos.
A despeito das ameaças
de morte, Linda contou ao mundo os crimes de Mandela. Mais importante que isso,
revelou o fato de que a população negra sempre havia desprezado o CNA e a UDF.
Enquanto Mandela
pressionava os governos do mundo para aumentar as sanções e boicotes contra a
África do Sul, Linda alertou para o fato de que as sanções afetariam
principalmente as famílias negras mais pobres. Estas, ao contrário de Mandela,
pediam o fim das sanções. Como disse Don Fotheringham, a maior ameaça à
população negra era Mandela e seu partido comunista.
A eleição que colocou
Mandela no poder foi fraudulenta. Enquanto a mídia internacional preparava a
opinião pública ocidental para uma possível intervenção militar da ONU, a NPKF
intimidava o eleitorado de oposição. Homens do CNA pululavam nos locais de
votação.
Crianças receberam
documentos falsos para votar em
Mandela. A chamada Comissão Eleitoral Independente era
liderada pelo esquerdista Johann Kriegler, simpatizante do CNA.
E assim o terrorista
agraciado com o Nobel da Paz assumiu a presidência da África do Sul em maio de
1994. Estima-se que a guerra civil promovida pelo CNA de Mandela tenha tido o
sanguinolento saldo de 300 mil mortos desde então.
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| Mandela e Fidel Castro |
COMO SER UM BOM GENOCIDA
“Para a maioria dos negros, as promessas utópicas de Mandela
se transformaram em
um Pesadelo Orwelliano.” — Aida Parker
Pior que Mandela
revolucionário foi Mandela no poder.
Em 1995 foi formada a
Comissão da Verdade e Reconciliação (CVR), uma corte constituída após o fim do
Apartheid e controlada por membros do CNA e do PCAS. Dedicava-se ao
revisionismo histórico e à absolvição de criminosos, bem como à promoção
cultural do revanchismo étnico.
No mesmo ano, o
tenente-coronel Willem Ratte, veterano das guerras de fronteira na Angola,
acusou Mandela de homicídio devido ao Massacre de Shell House. A CVR o
absolveu.
No mesmo ano a Rádio
Donkerhoek, de Hatte, foi fechada por Mandela que, já no poder, cerceou a
liberdade de imprensa buscando esconder a verdade.
Winnie Mandela foi
condenada pela CVR pela tortura e necklacing de Stompie Moeketsi, uma menina de
14 anos que havia sido acusada de colaborar com a polícia em 1988.
Sua sentença de 6 anos
de prisão foi reduzida pela comissão para uma simples multa e ela continuou
sendo membro do CNA.
Mandela foi o mentor de
um novo apartheid, piorado, desta vez contra brancos e zulus.
O objetivo é o mesmo do
apartheid original: garantir o domínio da aliança entre governo e grandes
corporações sobre as reservas minerais através do controle do mercado, da
cizânia entre as etnias, da expulsão da população africâner e da segregação do
povo zulu.
Os bôeres passaram a ser
assassinados em suas fazendas, em seus negócios e em suas casas. Charles
Nqakula, membro do PCAS e Ministro da Segurança, disse que se os brancos não
gostam dos ataques, que se retirem da África do Sul.
Houve total repressão ao
direito de autodeterminação de etnias negras minoritárias.
A primeira parte do
plano de Mandela foi a disseminação do caos e a formação de uma base política
que o apoiasse.
Assassinos e
estupradores foram soltos dos presídios.
O então presidente
sul-africano ordenou também que escolas dos brancos fossem queimadas e proibiu
a fala do idioma africâner, embora ele próprio fosse fluente no idioma.
Lembremos que Pol Pot
falava francês fluentemente mas executava quem falasse o idioma no Cambodja.
Seu gabinete era quase inteiramente composto por comunistas, alçados a posições
proeminentes de acordo com seu ódio contra brancos.
Um deles era Peter
Mokaba, um dos responsáveis por popularizar o lema “Matem o fazendeiro, matem o bôer“.
Com Mandela no poder a
taxa de criminalidade disparou, o padrão de vida caiu e houve degradação
ambiental.
Sua política econômica
foi caracterizada por leis trabalhistas altamente restritivas, impostos
escorchantes, ações afirmativas altamente discriminatórias e inflacionismo.
Um grande número de
brancos deixou a África do Sul num primeiro momento e hoje um número ainda
maior de pessoas de todas as etnias está abandonando o país. A maior parte dos
emigrantes são pessoas com alto grau de instrução.
Os sucessores de Mandela
perpetuaram suas ingerências e o CNA está até hoje no poder. O país é governado
por uma elite política. Os tiranos brancos foram substituídos por tiranos
negros. Enquanto o CNA se autoglorifica com monumentos e mansões para seus
membros, o povo sofre com doenças, miséria e violência, como de costume em
regimes socialistas.
Em 2002 a taxa de
desemprego chegou a alarmantes 48%. Os negros são os principais afetados, uma
vez que na década de 1980 o CNA proibiu negros de estudar como parte da
campanha “revolução antes da educação”.
Os efeitos disso no
mercado de trabalho são sentidos com força atualmente. Entre 1994 e 2011 houve
uma desvalorização de 70% do rand, a moeda do país, o que agravou os efeitos da
pobreza.
O estado de bem-estar
social promovido por Mandela conseguiu aquilo que o apartheid nunca alcançou: a
destruição dos negros.
Em apenas uma década de
regime democrático do CNA o número de pessoas vivendo com menos de 1 dólar por
dia passou de 2 milhões para 4 milhões, e o número de favelados aumentou
50%.
Apenas 5000 dos 35
milhões de negros sul-africanos ganhavam mais de 60 mil dólares por ano em
2004. Naquele ano os registros apontaram para 60% dos habitantes vivendo sem
saneamento adequado e 40% vivendo sem telefone, enquanto o índice de infecção
por HIV chegava a intoleráveis 20%.
Entre 1994 e 2010 quase
meio milhão de pessoas morreram de AIDS. A expectativa de vida havia caiu 13
anos em apenas 10 anos de governo do CNA.
Nunca houve tanta
violência na África do Sul quanto agora. Desde que o CNA de Mandela assumiu o
país, quase 1 milhão mulheres foram estupradas e quase 300 mil sul-africanos
foram assassinados.
O Ato de Controle de
Armas de Fogo de 2000 fez com que a criminalidade e o número de gangs
disparassem e abriu caminho para uma escalada sem precedentes do genocídio
branco.
A África do Sul se
transformou na capital mundial do crime organizado. Há 600 sindicatos do crime
operando no país, incluindo mafiosos russos e sicilianos e traficantes
nigerianos. As palavras do historiador Paul Johnson, proferidas em 1995, nunca
foram tão verdadeiras:
A África do Sul é um país afetado pelo crime e pela corrupção, com
padrões declinantes e uma população acometida pela pobreza e pela existência
carnal.
O legado mais nefasto de
Mandela é o genocídio perpetrado pela CNA e seus aliados contra a população
branca.
Esta abjeta campanha de
terror ocorre com a anuência do atual presidente sul-africano, Jacob Zuma, que
tem em seu currículo uma acusação de estupro. Zuma forjou uma aliança entre
CNA, PCAS e COSATU, formando uma frente comunista responsável pela
desapropriação violenta das terras bôeres.
Embora o número de
fazendeiros mortos na última década ultrapasse 4000, e o número de africâneres
brancos assassinados em crimes de ódio no mesmo período chegue próximo de 70
mil, e apesar do fato de que 50 africâneres são assassinados por dia, o
genocídio ainda não atingiu seu auge.
Gregory Stanton,
presidente da Genocide Watch, é um
dos maiores especialistas em estudos sobre genocídio do mundo.
O autor identificou oito
estágios que caracterizam o processo de genocídio, sendo o último deles a
negação de que tenha acontecido. O extermínio é o penúltimo. O quinto estágio é
a polarização, que no caso da África do Sul é uma polarização racial. Há uma
campanha cultural para incutir na população a ideia de que os brancos não são
sul-africanos.
De acordo com Stanton o
país encontra-se no sexto estágio, chamado preparação. Nesta fase as vítimas
são identificadas e separadas segundo critérios étnicos ou religiosos e sua
propriedade é expropriada.
O ataque à propriedade
privada é, segundo Stanton, uma maneira de consolidar o poder do estado: “propriedade privada te dá o poder econômico
de se opor ao governo, sem propriedade privada não há base de poder econômico
para tal oposição.” A ideia é minar a capacidade de resistência da
população oprimida.
De fato, entre 1994 e
2013 o número de fazendas comerciais caiu de 120 mil para 37 mil. Somente no
setor agrícola 400 mil empregos foram perdidos.
Outra estratégia é minar
sua capacidade de defesa. O regime do CNA baniu as milícias rurais bôeres que
protegiam as fazendas e confiscou suas armas.
A verdadeira razão por
trás da matança transparece nas palavras do supremacista negro Julius Malema,
ex-presidente da Liga Jovem do CNA e atual comandante do Lutadores da Liberdade
Econômica, um partido marxista-leninista, ao requerer a nacionalização das
minas: “Eles (brancos) exploraram nossos
minerais por muito tempo. Queremos as minas, é a nossa vez.”
O verdadeiro motivo é o
roubo, tal qual aquele perpetrado pelo III Reich contra os judeus. O que Malema
quer fazer com as minas já está sendo feito com a terra. O CNA as distribuiu
para membros do partido através de reforma agrária política e racialmente
motivada. 90% dessa terra é improdutiva.
Julius Malema segue
conclamando uma guerra contra a população branca, que ele acusa de ser
inteiramente criminosa. Promete roubar a terra dos africâner através de uma
brutal violência que já está acontecendo.
Mulheres e crianças
brancas estão sendo executadas em suas próprias casas. Algumas vítimas são
mortas enquanto dormem. Aqueles que tiverem o coração forte podem ver os
assustadores e tocantes relatos destas barbáries aqui. Algumas
imagens podem ser chocantes demais.
Peter Mokaba, falecido
comparsa de Mandela ameaçava os brancos: “When
Mandela dies we will kill you like flies.” (Quando Mandela morrer mataremos
vocês como moscas). Algumas pessoas nascem e morrem apenas para causar tristeza
e sofrimento. A situação tende a piorar.
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| Mandela com o banqueiro David Rockefeller |
A QUEM INTERESSA A FARSA MANDELA?
“O primeiro campo de batalha é a reescrita da História” — Karl Marx
A pergunta “a quem
interessa?” deveria ser feita mais vezes. Por que terroristas como Mandela
recebem o Nobel da Paz, a Medalha Presidencial da Liberdade e o Prêmio da Paz
de Lenin? (embora este último, como disse meu amigo David Lage, soe algo como
“Prêmio Mengele de Boas Práticas Médicas”).
A quem interessa
glorificar Nelson Mandela? Por que as pessoas se comovem com um falso preso
político, mas sequer ouvem falar em presos políticos reais como Ignatius Kung
Pin-Mei, Óscar Biscet e Saeed Abedini?
Por que tão poucos
lembram aqueles que realmente lutaram contra os horrores do Apartheid, movidos
por um genuíno senso antirracista e pró-liberdade?
Refiro-me a pessoas como
Mangosuthu Bethelezi, líder do Inthaka Freedom Party; e o bispo Isaac Mokoena,
líder da Associação da Igreja Reformada Independente, que lutou contra a lei
que impedia casamentos entre etnias e contra as sanções econômicas ocidentais.
Ressalte-se que a Igreja
Católica e muitas outras denominações cristãs tiverem um importante papel na
luta antiapartheid, mas hoje sofrem não só com a ingratidão, mas também com
injustiças.
Jacob Zuma acusa o
Cristianismo de ser o culpado pelos problemas do país.
Por que não se ouve
falar dos outros casos de apartheid no continente africano, como a expulsão de milhares
de negros mauritanos de suas terras (e tortura e morte de muitos outros),
promovida por Ould Taya?
Por que as escolas
ensinam que Mandela foi um herói? Por que o mundo inteiro se comove com a
África do Sul, mas não com Serra Leoa, Sudão, Uganda, ou com os curdos?
É ingenuidade pensar que
as lideranças políticas e geopolíticas — os mesmos indivíduos que mentem,
falsificam, roubam, matam, e declaram guerras injustificáveis — seriam tomados
por um espírito de luz que os encheria de terna compaixão pelos povos
oprimidos.
O real motivo da cruzada
mundial contra o Apartheid e pró-Mandela se resume a uma palavra: minérios.
A África do Sul é rica
em ouro e diamantes, além de abrigar um dos 19 pontos de estrangulamento do
comércio marítimo internacional. A área de influência de sua Marinha de Guerra
abrange outros 7 pontos de estrangulamento no Oceano Índico.
O país possui também uma
das maiores reservas de minérios estratégicos do mundo. Utilizados em ligas de
alta resistência e alta tecnologia eletrônica, estes recursos são de grande
interesse militar.
Até 1989, 40% de todo o
ouro minerado na História era proveniente da África do Sul. Ainda hoje, o país
é o maior produtor de cromo e possui 95% das reservas mundiais de metais do
grupo da platina (platina, paládio, ródio, rutênio, irídio e ósmio).
Durante a guerra fria, a
importância de se controlar essas jazidas atingiu novos patamares.
Após a independência em
1961, o status da África do Sul como potência regional e o crescente poderio do
Partido Nacional passaram a representar uma grande ameaça aos interesses
soviéticos, o suficiente para que estes tomassem providências imperialistas.
Relatórios dos serviços
de inteligência sul-africanos revelaram que o objetivo do apoio soviético ao
PCAS e ao CNA era de fato o controle das reservas minerais. Em 1973 o então
presidente da URSS Leonid Brejnev afirmou:
Nossa meta é ganhar o controle dos dois grandes tesouros dos quais o
Ocidente depende — o tesouro energético do Golfo Pérsico e o tesouro mineral
da África do Sul.
A estratégia adotada era
a desestabilização do regime africâner através do suporte e financiamento de
movimentos comunistas revolucionários internos e externos.
Tanto o crescimento do
poderio africâner quanto da influência soviética na África do Sul eram
intoleráveis para os líderes corporativistas anglo-americanos que controlavam
as minas desde os tempos coloniais.
A resposta dos
banqueiros ocidentais foi garantir sua posição valendo-se do método soviético,
já testado em campo.
Relatórios policiais
indicam que em 1984, Gavin Reddy, CEO da Anglo-American Mining Corporation, já
estava em plena negociação com líderes do CNA exilados na Zâmbia.
A empresa foi fundada na
África do Sul pelo banco J.P. Morgan e por Ernst Oppenheimer, empresário do
ramo de ouro e diamantes que também controlava o cartel de mineradoras De
Beers.
O lobby dos governos
ocidentais, grandes corporações, grandes bancos e instituições midiáticas havia
se organizado para assumir o patrocínio da CNA, organização oficialmente
amparada pela diplomacia americana na época.
Um artigo de 1983
publicado por Thomas G. Karis, colaborador da ONU, declara que seria vantajoso
para os EUA ver pessoas como Mandela no poder.
A partir de 1986 o
presidente americano Ronald Reagan impôs sanções ao governo sul-africano,
pressão para boicote internacional, retirada da CNA da lista de organizações
terroristas e a ordem de soltura de prisioneiros, incluindo Mandela.
O motivo não era as
atrocidades racistas do regime, mas a aliança com o CNA, que uma vez no poder,
favoreceria a agenda dos cartéis anglo-americanos.
O senador americano
Jesse Helms, que se opôs às sanções, notou que esta medida não estava ligada
aos problemas de segregação racial, mas sim à transferência de poder para as
elites comunistas do movimento antiapartheid. As lideranças negras não
comunistas foram completamente esquecidas.
Na mesma época a mídia
iniciou um amplo trabalho de marketing pessoal para construir a imagem de
Mandela como herói e libertador.
A manipulação da opinião
pública no Ocidente legitimou politicamente não apenas as sanções como também
os planos de transferência de poder.
Ao assumir o poder, o
CNA cumpriu sua parte do acordo. O partido de Mandela não adotou medidas
marxistas-leninistas, mas sim medidas corporativistas keynesianas, oferecendo
concessões a grandes corporações ocidentais para exploração de minérios e
outros ativos estratégicos.
Em 1994 o CNA submeteu
seu plano econômico a Harry Oppenheimer, filho de Ernst, e que havia financiado
movimentos revolucionários entre as décadas de 1970 e 1980.
Mandela era seu amigo
pessoal e disse que “suas contribuições para construir uma parceria entre
grandes corporações e o novo governo democrático neste primeiro período de
regime democrático merecem todo o apreço”.
Mandela também afirmou,
em 1996, que a privatização das “paraestatais” herdadas da era do apartheid é a
política fundamental do CNA.
O que ele chama de
“privatização” são na realidade concessões a grandes corporações em detrimento
da livre competição de mercado.
Diversas agências do
governo americano, incluindo o Departamento de Defesa supervisionam programas
de cooperação comercial. Bilhões de dólares de ajuda externa arrancados dos
americanos pobres são enviados aos sul-africanos ricos e politicamente bem
relacionados.
Os negócios entre África
do Sul e o eixo Washington-Londres decolam. Mas a vida do cidadão comum
sul-africano está cada vez pior devido à ausência do autêntico capitalismo.
Talvez o fato mais
triste de todo esse jogo de interesses sejam os diamantes de sangue, cuja
mineração utiliza trabalho escravo e cujas receitas fomentem batalhas entre
senhores da guerra africanos.
Trata-se de uma
indústria monopolística chefiada pela DeBeers Consolidated Mines, esta
controlada pelo Rothschild Bank de Londres.
A mineradora persuadiu
governos do mundo todo, através de lobby, a negociar toda a produção de
diamantes através da DeBeer’s Central Selling Organization (CSO).
O mercado de diamantes
não é livre. As determinações regulatórias impostas pelas agências da ONU e
pelos estados servem aos interesses do cartel, perseguindo produtores
independentes. Ao mesmo tempo a DeBeers
consegue qualquer certificação que necessite, independentemente de seus métodos
de exploração, trabalhando em conjunto com governos africanos e membros da
comunidade internacional.
A África do Sul produz
mais de 1 bilhão de dólares anuais em diamantes.
Em 2006 o cineasta
Edward Zwick viajou à África para filmar “Diamantes
de Sangue“, um filme a respeito da Guerra Civil de Serra Leoa (1991-2002).
O longa-metragem mostra
a tragédia causada pelo monopólio da DeBeers, incluindo o sequestro de civis
pela Frente Revolucionária Unida (um grupo guerrilheiro de Serra Leoa) para
trabalhar nas minas. Na ocasião Mandela enviou a Zwick uma carta de
advertência:
Seria profundamente lamentável se a produção do filme inadvertidamente
obscurecesse a verdade, e como resultado, levasse o mundo a acreditar que a
resposta apropriada seria parar de comprar diamantes produzidos na África.
A verdade é que Mandela,
a serviço da URSS quando guerrilheiro, passou a servir aos banqueiros de
Londres quando estadista.
Mentiroso contumaz,
fingiu defender os direitos individuais enquanto endossava o genocídio. Fingiu
defender a união entre os povos enquanto protegeu apenas a união de cartéis e
de esquemas políticos. Fingiu defender a paz enquanto lucrava com a guerra.
Acenou para as nossas
crianças com a mão encharcada de sangue inocente. Seu legado de horror ainda
assombrará a África do Sul por muitos anos.
Agradecimentos
Tatiana Villas Boas
Gabbi, por sua colaboração inestimável ao adequar minhas referências bibliográficas
às normas vigentes; Ariel Barja e Fernando Fiori Chiocca pelas excelentes
sugestões de sites e artigos
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Acessado em 6. Dez. 2013.


![ANC MANDELA COUPLE JOE SLOVO MY FAVOURITE PIC TELLS WHOLE STORY_thumb[4].jpg](/arquivo/4018/6c92df0bae264d038a4746a0966f288d.jpg)


Absolutamente desconcertante.
@Rafael,
De fato, não tem outra palavra. Desconsertante.
Vivemos em uma Matrix.
Confuso, uma página que não gosta do Mandela porque matou inocentes, mas ao mesmo tempo defende o Alende porque defendeu a propriedade privada?
“Uma luta armada contra os membros criminosos de um Estado, e que não ceife vidas inocentes, é legítima defesa.”
Onde está a lógica disso? Acho que os inimigos são seletivos para a página.
Tenho a impressão que os autores destes comentários estão de mal com a vida.Só vêem
o lado lixo das pessoas e das causas.Só vcs são perfeitos? A única pessoa que não cometeu pecado foi Jesus Cristo(se vcs creem nele) filho de Deus.Procurem arejar suas mentes.Todos nós temos defeitos.Mas tbém qualidades.Estes homens com seus defeitos,mas
inúmeras qualidades marcaram momentos históricos.E vcs serão marcados por que momentos?
Nesse caso, é previsível que a esquerda vai falar que ele era violento em resposta à violência que os negros já sofriam na época.
Pelo que eu entendi, é um erro tentando justificar outro. De quê maneira um povo oprimido faz para se alavancar contra os opressores? Agindo de mesma forma? Realmente nem tudo é o que parece e sim, há sempre algo nefasto por trás dessa história toda. Confesso que até antes de ler esse artigo, considerava Mandela um líder exemplar,posso culpar talvez a educação que tenho recebido. Nunca li tantos detalhes sobre a CNA como li neste artigo, e faço minhas palavras as dos que comentaram aqui também, estou extremamente desconcertado, chocado.
Por sinal, pra quem quer endenter as bases econômicas do apartheid, recomendo esse artigo.
O mais interessante é descobrir que o apartheid tinha como base movimentos sindicais brancos.
Eu sabia que o passado dele era obscuro mas não esperava tanta brutalidade.
Perfeito texto. Destaque para:
(…) a Medalha Presidencial da Liberdade e o Prêmio da Paz de Lenin? (embora este último, como disse meu amigo David Lage, soe algo como “Prêmio Mengele de Boas Práticas Médicas”).
Sensacional.
A quantidade de pessoas compartilhando frases e homenagens à esse terrorista, como se ele fosse um grande herói, serve para mostrar o quanto as pessoas são alienadas hoje em dia.
O problema nem é ser alienado, o problema é ser idiota.
Antes de emitir uma opinião positiva ou negativa sobre alguém é preciso saber mais sobre a pessoa. Mas os idiotas simplesmente veem que a imprensa, esquerdista, glorifica o Mandela e toma isso como verdade absoluta. Se você criticar o Mandela é até capaz de ficarem com raiva.
Mas qualquer não idiota que procure os podres do Mandela no Google antes de tecer elogios descobriria em questão de poucos minutos que era só mais um comunista psicopata.
Acho que o sonho do Mandela era implantar o comunismo na África INTEIRA e matar o maior número possível de pessoas. Mas como a África era muito pobre ele não conseguiu.
Pois para se implantar o comunismo é preciso ter alguma riqueza inicial, para que se possa fabricar armas em quantidade suficiente para sair matando geral. Como os comunistas gostam.
Paulo Kogos, esse seu artigo foi realmente surpreendente.
Acho que a grande maioria das pessoas que consideram Mandela um símbolo da paz e da causa humanitária não conhecem bem o que você usou como base para seu artigo: a história da África do Sul.
Cara…realmente fiquei chocado com esse artigo e as referências nele contidas.
Na minha opinião esse foi um dos melhores artigos do Paulo kogos.
Ola Paulo Kogos
Olha, compartilhei seu artigo no facebook com o seguinte trecho encabeçando:
“O movimento comunista ainda enfrenta inimigos poderosos que devem ser completamente esmagados e varridos da face da Terra antes que o mundo comunista possa se concretizar.” (Nelson Mandela – o “santo”)
No entanto um amigo duvidou que pertença ao Mandela, pois está sem a indicação da fonte e a página em que se encontra.
Poderia por gentileza passar essa informação?
Vi que as referências se encontram no fim do artigo, mas de qual deles exatamente é essa citação?
Não é possível que alguém que coloque “Guia politicamente incorreto da história do mundo” como referência bibliográfica não possa ter a mínima esperança de ser levado a sério, em nem uma linha que seja.
Me poupe, vai ler história de verdade – sabe, aquela feita por historiadores sérios, com metodologia de pesquisa, acesso a documentos, e não uma merda feita por uns jornalistas sensacionalistas de merda que querem encher o bolso de grana com ignorantes -em vez de ficar perdendo seu tempo escrevendo merda na internet.
Só não sei se o pior é você, ignorante de merda, ou os babacas que falam que o texto é “revelador”
Excelente artigo, busquemos a verdade, doa ela a quem doer e incomodar
!
Kogos,
Sensacional artigo, impactante.
Se até as revistas Época e Veja, amigas do terrível capitalismo liberal, falam bem do grande Mandela, quem são vocês pra dizer algo contra o maior mito da África?
Excelente! Simplesmente, excelente!
Prezado Paulo,bela reportagem quase completa diria eu somente por um se não:na Africa não nascem brancos,este é o invasor ,ladrão,explorador,desde ha muito.Portanto pra mim os meios justificam o fim.Mandela não deixará saudades assim como Cristo,Buda,Sócrates,Platão, deixará o exemplo.A desgraça africana ainda não acabou o pior virá da subsaariana já prevista pelos analistas internacionais.
Saudações
Ovidio
O Ronald Reagan é conhecido pelo seu liberalismo e combate ao comunismo, ele se aliou à CNA por interesses puramente econômicos?
O artigo conta com parágrafos muito curtos, em que são citados fatos e não feitas as devidas considerações e aprofundamentos.
As referências deveriam ser colocadas no texto, e não apenas ao final.
Também não parece seguir uma linha do tempo cronológica, tem muito vai e vem, parecendo ter trechos de colagem de fatos.
Parece também estar desatualizado uma década, pois o PIB deles praticamente só aumenta. O per cápita foi de U$2439,99 em 2002 para U$4695,04 em 2004 e em 2012 atingiu U$7507,67, ultrapassando Botswana. (https://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_pcap_cd&hl=pt&dl=pt&idim=country:ZAF:CHN:BWA#!ctype=l&strail=false&bcs=d&nselm=h&met_y=ny_gdp_pcap_cd&scale_y=lin&ind_y=false&rdim=region&idim=country:ZAF:BWA:ZWE:MOZ:NAM&ifdim=region&tstart=723866400000&tend=1355018400000&hl=pt&dl=pt&ind=false)
Faltou citar a inclusão deles no BRIC, que passou a ser BRICS e as negociações de acordos de livre mercado.
Paulo Kogos é difícil acreditar nesta crítica.Mas como sabemos que o jogo político é sujo,aético,antiético e por ai vai,eu gostaria de saber porque a imprensa golpista,vendida e alienante compra essa imagem e repassa com tanta naturalidade essas mentiras de herói,pacificador e tal sabendo que o passado dele condena e o presente também,afinal essa imprensa é tão cretina assim ou a troco de acordos políticos de nossos governantes daí não falarem nada por medo de contraria-los e com isso perder suas gordas verbas publicitárias,é isso ou vocês do IMB estão forçando a barra na crítica só porque Mandela era estatista dai ser hostilizado por vós,desde já agradeço a resposta. Vida longa ao IMB.
Excelente. É sempre muito bom ler a parte histórica dos artigos do Paulo Kogos.
Parabéns.
Tem uma parte especial que eu desejo confirmar:
“Chris Hani, um líder da MK famoso por sua brutal repressão contra membros não marxistas do CNA, alegou que possuía total acesso à Mandela e que bastava um telefonema para marcar uma reunião com ele.”
Dado que o autor colocou as referências lá embaixo na bibliografia, gostaria de saber mais especificamente em qual delas isso pode ser encontrado.
Mandela foi um herói da liberdade. Mas como todo herói, tem seus difamadores.
Vou escrever em inglés pois sou peruano e consigo ler o portugués mas escrevo melhor em espanhol e inglés e não sei se vcs foram me entender em espanhol:
I understand that there may be X number of versions to every story, nonetheless it is irresponsible for an author to begin with an opinion even before said author has exposed the facts which will eventually lead the audience to the logical conclusions which he intended them to arrive eventually. What am I talking about? I’m referring to this sentence:
“[Mandela] Explorava o triste quadro de segregação e opressão racial não para ajudar os negros, mas para levar adiante uma revolução comunista.”
That’s an opinion not supported for anything else I’ve read on this article, even if this was true only Mandela would ‘ve known what he intended to do back then and all the rest of us can do is guess.
Further in the article I read and quote: “Para usar um termo do cientista político R.J. Rummel, as guerras de libertação nacional promovidas pela URSS nos países subdesenvolvidos foram um “democídio” em massa”. I do not justify the actions of the URSS but if one’s to be impartial as one should also take into consideration that during the Cold War the URSS was not the only genocide or pro-dictatorships power in the world, the United States led a great deal of monstruocities here in our very continent keeping in mind not our interests nor the Human Rights but their owns as the URSS, neither sides was a band full of saints.
Also, it’s worthnoty that Mandela is recognized not for being perfect but for not extending a war that had begun long before he was even born.
In Peru we’ve also had a civil war and a CVR (Comisión de la Verdad y Reconciliación) and I may tell you that in a civil war where racism is involved -on which case Peru and South Africa are alike, remember we lost 70 thousand people in the war as far as we know and had millions relocated- horrendous acts occur and while I don’t justify them I’m telling you they do happen because everyone must survive not only the enemy but the loyalty, stability and continuity of one’s side as well.
I also noted that you quote your references but don’t mark which argument is supported by which as one should neither do you mention the quality of the authors you use to support your thesis.
Regardless you political view one should try to be impartial and not to re-write history through one’s words.
Greetings from a fellow economist from Peru.
Prezados,
Sendo branco e cristão digo tranquilamente não gostaria de ter nascido a África do Sul em qualquer tempo, em qualquer pele. A situação dos irmãos negros que lá nascerem e viveram era deveras ultrajante. Homenageio Nelson Mandela por ter se revoltado e agido contra essa terrível chaga do racismo. Porém, por outro lado, agradeço à todos os comentaristas acima, pois ao lê-los pude me lembrar de Mohandas Karamchand Gandhi – o Mahatma que levou a India à independência sem “pegar” em armas. De todo modo quem sou eu prá condenar o Madiba. Com certeza, hoje a África do Sul vive novos e melhores tempos e Mandela colaborou de algum modo para isso. Como agora ele está do lado de “lá”, irá prestar ele mesmo contas ao Pai Celestial, Senhor da Justiça.
Cordiais Saudações!
Notícia um tantinho off, mas bem gozada (para não dizer trágica):
O Reino Unido doou 19 milhões de libras para a África do Sul. O presidente sul-africano (um protegido de Mandela) gasta 17,5 milhões na reforma de seu palácio presidencial.
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2238017/UK-gives-19million-aid-South-Africa–president-spends-17-5million-palace.html
Mandela foi aliado de comunistas, e teve ideias comunistas em uma época de sua vida? Sim, e daí? O que importa é o que ele fez uma vez no governo.que de comunista não teve nada.
Fora isso, na situação dele, não tinha muita opção, já que as democracias ocidentais vergonhosamente se omitiram de combater o Aprtheid como deveriam. Isso quando não eram coniventes ou até aliados do governo afrikaner.
Se alguém acha que o que ele fez, como fez, está errado, façam a seguinte comparação: Imagine que lá por 1945 você fosse um judeu, cigano, ou qualquer outro membro de minorias na Europa Oriental e estivesse preso num campo de concentração. Aparece o Exército Vermelho e põe os nazistas pra correr. Você vai falar pra eles: “vocês são comunistas, não quero sua ajuda, prefiro continuar no campo de concentração”?
A moral de alguém que defende uma doutrina económica que gera prosperidade a meio mundo à custa da miséria da outra metade!! Palmas para ti, amigo!!!
Tudo o que escreves se resume a uma intelectualmente desonesta cruzada anticomunista baseada em sensacionalismo primário e com pouca sustentação de contexto.
Não é novidade que Mandela recorreu, nos seus tempos de juventude, à violência algo que ele próprio admitiu como um erro, ou pelo menos como algo que não teria repetido. Mas os erros são uma caracteristica do ser humano.
Mais do que os seus erros, Mandela tem a responsabilidade de ter evitado um genocidio contra os brancos, descendentes dos colonialistas. Mandela, poderá ter muitos defeitos, mas foi o principal responsável por ter evitado uma campanha de vingança contra os brancos, graças à sua liderança e carisma, e o respeito de que era alvo pela quase totalidade da comunidade negra sul africana, comunidade esta que facilmente poderia, face ao contexto pós-apartheid, ter feito uma limpeza étnica “ruanda style”.
De resto, é absolutamente anedótica a teoria da conspiração esquerdista mundial em favor de Mandela ou de qualquer outro interesse “socialista”. Quem escreve isto não tem a minima noção da heterogeneidade e complexidade do movimento das esquerdas mundial. Mais rapidamente o capitalismo se transforma em fascismo, assim que os “liberais” vejam os seus interesses ameaçados, do que um comunista, um socialista e um anarquista se unam para construir seja o que fôr!!
eu acho estranho, mas não digo também que o texto é mentiroso. achei tendencioso e exagerado, acusando o cara de ser socialista como se ser socialista fosse um crime. não gostei do tom do texto, parece que quer fazer de tudo pra fazer o cara parecer um monstro, com frases tipo “Outras localidades incluíam Cuba, Egito, Etiópia, Coréia do Norte, Rússia, China, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia.”, falando do treinamento que ele supostamente recebeu em torturar pessoas em interrogatórios. Ok, só países socialistas torturam os seus prisioneiros e ensinam táticas de guerrilha? Porque não tem nenhum país capitalista na lista? Quer dizer que em Guantanamo, por exemplo, os EUA não torturavam os prisioneiros? Mas daí são os EUA, capitalistas, eles podem…. Ou tipo “As técnicas de espionagem e interrogatório lhe foram ensinadas pela STASI, a polícia política da Alemanha Oriental.”. De novo um país socialista citado como fonte da crueldade e da brutalidade de Mandela. Outro “Ao ser condenado, Mandela proferiu o discurso “Estou Preparado para Morrer”, no qual negava a influência socialista sobre suas ações e dizia lutar pelos direitos dos negros.O discurso foi escrito a várias mãos e editado por um jornalista profissional.” Qual o problema com a influência socialista? O cara ganhou um Nobel da paz por ‘lutar pelos direitos dos negros’, e eu imagino que o comitê do Nobel não dê o prêmio assim, pra qualquer louco que surge explodindo pessoas e dizendo que luta pelos direitos dos negros. Outra coisa, algum político realmente escreve de próprio punho e sozinho os seus discursos? Por favor, né, sejamos realistas, não é à toa que todos eles têm assessores de imprensa, secretários e o diabo de asa.
É tipo aquele discurso ‘comunista comedor de criancinha’. Não curti, tem coisas que soam muito estranhas e até falaciosas (tipo ‘comunistas comem criancinha -> Mandela era comunista -> Mandela come criancinhas’).
Não tô dizendo também que o cara foi um santo. só acho que as pessoas deveriam ler as coisas em mais de um lugar, procurar opiniões diferentes sobre o mesmo assunto, pra então formar a sua, e não sair acreditando cegamente em qualquer texto que surge, mesmo que tenha, supostamente, um monte de fontes.
“No final da década de 1980 o governo havia afrouxado a fiscalização das políticas segregacionistas e uma classe média negra com alto nível de instrução havia se formado. Havia negros empreendedores e negros milionários.”
Interessante. O autor poderia citar os nomes de alguns negros que prosperaram neste período?
O artigo é realmente desconcertante. Gostaria que o artigo fosse traduzido para o Inglês e publicado para comentários de historiadores Sul Africanos de todas as etnias, raças e credos.
Só não entendi uma coisa do artigo, talvez alguém possa me explicar.
De acordo com o artigo, Mandela era um comunista umbilicalmente ligado à URSS, que o apoiava para se apoderar das riquezas minerais da África do Sul. Mandela não era popular, pelo que pude extrair do artigo, nem entre os brancos(obviamente), nem entre os negros.
No entanto, o artigo diz que o Mandela só chegou ao poder graças a campanhas promovidas pelas nações ocidentais, que queria Mandela no poder para que fosse possível se tomar conta das riquezas minerais da África do Sul (exatamente o mesmo plano da URSS).
Isso não me parece ter muita lógica: porque o Ocidente iria apoiar justamente o Mandela, que já tinha demonstrado, ao longo de sua vida inteira, ser comunista? Por que não apoiar outra pessoa (menos ligada a URSS) e promovê-la nos meios internacionais?
Se Mandela fosse uma liderança inconteste e realmente popular na AS, eu até entenderia o risco. Mas, se conforme expõe o artigo, a popularidade de Mandela foi obra exclusiva do Ocidente, não faz sentido a operação inteira….
Assustador uma história como essa ser “”””ignorada”””” pela grande mídia…..
Desconcertante, a empatia pelas vitimas estaa custando minha paz de espirito objetivista.
Quando você vê toda a esquerda unida em prantos pela morte de alguém, desconfie, a informação que você imagina ter a respeito pode não ser a mais acurada.
Cabe aqui um questionamento pertinente, isto é, partindo da conotação “nefasta” e “diabólica” que o articulista propõe aos bolcheviques e à esquerda, então o mote propulsor de Mandela, isto é, a luta pelo fim da desigualdade racial e pelo apartheid seriam igualmente nefastas? Já que todo momento o articulista as compara… Ou, neste caso, a luta pelo fim das desigualdades sociais é que seriam positivas? Ou, quem sabe, a carga pejorativa que o autor pretende atribuir vai recair sobre as atividades de um e de outro no poder consideradas por este como negativas? Bem, é sempre esta a “desculpa”, não é? Julgar o todo pelas partes, ou o essencial pelo provisório. A mesma desculpa, é claro, não cola se o protagonista for o Capitalismo, mas aí já é outra história, né? Mas, sim, vamos tentar engolir a desculpa e seguir em frente…
O autor continua em diversas linhas acusando o Mandela de terrorista, ainda que saibamos que os EUA condena pessoas todos os anos à cadeira elétrica, dentre elas pessoas comprovadamente INOCENTES. Nas mais variadas guerras que os EUA já promoveram, jazeram milhares de vítimas. E então, mas ninguém no Mises vai começar a chamar os EUA de Terrorista, né? Por suposto que não! Quando quiserem fazer uma criticazinha de coleguinhas, darão alguns nomes menos gratos, uns Obaminhas, uns presidentezinhos democratas.
"ainda que saibamos que os EUA condena pessoas todos os anos à cadeira elétrica, dentre elas pessoas comprovadamente INOCENTES. Nas mais variadas guerras que os EUA já promoveram, jazeram milhares de vítimas. E então, mas ninguém no Mises vai começar a chamar os EUA de Terrorista, né? Por suposto que não! Quando quiserem fazer uma criticazinha de coleguinhas, darão alguns nomes menos gratos, uns Obaminhas, uns presidentezinhos democratas."
É hilário como amadores caem aqui de pára-quedas e, ao tentarem dar uma de espertos, quebram dolorosamente a cara. Esta donzela de nome Andrea foi apenas mais uma. Certamente ela não sabe que este site é radicalmente anti-intervencionista em todos os aspectos, inclusive e principalmente em questões militares.
Minha querida Andrea, gentileza se informar minimamente a respeito de uma instituição antes de criticá-la. Questão de decência. Este instituto, justamente por defender a não-intervenção governamental, é crítico severo de toda a política externa norte-americana, seja ela manifestada em Guantánamo ou nas invasões a outros países.
Logo, este seu espantalho é inócuo. Este site é tão anti-intervencionista que critica até Churchill.
Artigos básicos:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=351
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=933
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1215
Faça um bem à humanidade, volte do esgoto de onde saiu e só retorne aqui quando já estiver minimamente educada.
Ótimo texto, parabéns.
A maior parte do que foi descrito eu não conhecia. Comecei a desconfiar dessa pureza do Mandela quando foi publicado que ele teria proibido o filme “Diamante de Sangue” e alegado que era tudo mentira. Se fosse, então as “imagens reais” do excelente documentário do History Channel com o mesmo título seriam todas falsas? Aliás, recomendo assistir esse documentário: http://www.youtube.com/watch?v=rWZ6Prjybng
Mas o motivo da minha colaboração é apenas para informar que criei uma imagem para compartilhamento com base nas informações que aqui li:
https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/1471292_225196284319864_418462692_n.jpg
Paulo parabéns pelo excelente artigo, por me fazer relembrar de fatos que já tinha ido ao porão da memória. O texto causou estranheza em muita gente, seja por terem informação superficial acerca dos fatos, seja por aceitarem uma campanha midiática que foi executada com vistas a mudar a imagem do guerrilheiro e terrorista Mandela para se atingir fins mais obscuro. E quando essa outra face (desconhecida por aqueles mais novos) é apresentada, há todo este burburinho de indignação e revolta contra o texto. Contudo, quem é um pouco mais velho, que viveu aqueles tempos (meu caso), sabe que o texto diz sobre fatos que ocorreram e que os mesmos eram noticiados todos os dias pelos canais de televisão do mundo inteiro. Quantas vezes assisti reportagens noticiadas na extinta TV Tupi, informando as execuções de "inimigos" mediante os famigerados "colares da Winnie Mandela"… Ao se apresentar esta face menos conhecida do Mandela ao público atual, não se está a endossar ou minimizar as barbaridades que o regime do appartheide implantado na África do Sul perpetrava.
O grande problema do ser humano é a idolatria. Por meio deste comportamento abre-se mão da criticidade, necessária a um proceder mais justo, equilibrado. Finalizando, a reação de vários comentaristas deste artigo me fizeram lembrar a dupla "Sá & Guarabyra", na canção "Verdades e Mentiras" em que transcrevo a primeira estrofe:
“Responda depressa quem se acha esperto
Quem sabe de tudo que é certo na vida
Porque que a cara feroz da mentira nos pode trazer
tanta felicidade
Porque que na hora da grande verdade às vezes o povo
se esconde se esquece …"
Conheço a biografia de Nelson Mandela, e considero deplorável o terrorismo, atentado contra civis e métodos violentos para a promoção de transformações sociais, e eu detesto o comunismo, marxismo como solução para os problemas sociais… Creio que poucos chefes de Estado resistiriam a uma análise tipo “pente fino” de sua trajetória. Isto reforça em minha opinião a perspectiva reformada da doutrina da depravação total de todos os homens. Contudo o Mandela “pós-prisão” 27 anos depois de todos os fatos mencionados no artigo, merece atenção sim, por duas razões: 1- Descobriu que métodos violentos deveriam ser dispensados para se atingir objetivos elevados; 2- Descobriu que o caminho da reconciliação e da anistia bilateral e do perdão podem auxiliar efetivamente a reconstrução de uma Nação. Neste sentido, ele é um símbolo, como tantos outros da história. Aliás De Clerk juntamente com ele foram premiados com Nobel da paz em 1993.
Grande abraço e Deus abençoe!
Reflexão: Discutir postumamente “as cores” ideológicas do Mandela e dos seus apreciadores contemporâneos parece ir contra sua luta pela igualdade e em favor da dignidade humana; Julgar o seu passado antes da prisão, ou depreciar o passado dos seus opositores significa desconsiderar o “espírito de reconciliação” que aconteceu na África do Sul ou o significado simbólico do que a luta de Mandela representou após a sua saída da prisão; Tentar desconstruir Nelson Mandela em nome do seu passado, ou monopolizar a admiração do mesmo a apenas um segmento político-ideológico é demonstrar em termos práticos, a total ignorância do que o mesmo representa hoje para muitos de nós: A superação de diferenças, ressentimentos e a perspectiva de que pertencemos ao gênero humano e que temos dignidade intrínseca apesar do tipo de pessoas nós sejamos, da opinião que adotamos , ou da cor que está estampada em nossa pele.
# Seria importante que as atuais políticas públicas caminhassem mais na direção da reconciliação e da superação das diferenças, do que no viés de acentuá-las ainda mais, em nome da defesa das ações afirmativas. Políticas que aliás, caminham no sentido de aumentar as polarizações, e de reacender ódios e ressentimentos do passado, como nas nossas comissões de verdade, que não propõem toda verdade (não serão analisados as violações dos direitos humanos do outro lado do espectro social) e nem a reconciliação. Neste sentido a contribuição de Mandela é bem vinda a discussão social do Brasil.
Estarrecedor!! Mas é muito bom saber disto!!
O artigo tem como análise os fatos, ou seja, os meios empregados para se chegar ao poder e fim da separação e discriminação social da maioria negra.
O próprio artigo ressalta a crueldade dos Romanovs com Lenin e depois a crueldade deste ultimo quando no poder. Mas se Lenin tivesse transformado a Rússia em um pais melhor talvez os meios que Lenin empregou teriam caído no esquecimento dado ao beneficio a longo prazo pró-social.
Mandela queira ou não transformou a África do Sul em um pais infinitamente melhor do que era.
E sabe-se que como dirigente de seu partido CNA, não decidia sozinho uma vez que ficou preso por 27 anos.
Admitamos que seus partido errou em seus meios empregados a custa da morte de crianças e como poucos com o tempo mudou sua forma de agir e pensar, o resultado é que como disse anteriormente mudou a África, não se eternizou no poder como a maioria do revolucionários citados no Artigo fizeram.
Entregou o poder findo o seu mandato, então temos uma saída realmente triunfal.
A África hoje se distingue da maioria de países africanos com rixas tribais onde
rebeldes e ou situação incluindo “crianças guerrilheiras” matam tanto crianças como adultos em barbárie sem paralelo.
É duro analisar Mandela sob esse prisma esquecendo o resultado e suas ações como governo da Africa do Sul e o fim das hostilidades.
Tá difícil ficar respondendo a quem nem se dá ao trabalho de ler e compreender textos…
Por favor veja a resposta dada ao pastor acima, se encaixa a você também.
Pessoal, em primeiro lugar, obrigado pelas palavras elogiosas, fico feliz que tantos tenham gostado.
Agora, vou divulgar aqui mais algumas fontes interessantes sobre o terrorista Nelson Mandela.
Vídeo do Stefan Molyneux, praticamente corroborando este artigo
http://www.youtube.com/watch?v=T7HyuLPWF9I
Um acadêmico contando sobre seu encontro com Mandela, vários dados tristes e interessantes.
crossmap.christianpost.com/news/nelson-mandela-a-terrorist-inconvenient-truths-from-a-christian-scholar-7338
NOTA PESSOAL: este homem critica também o fato de Mandela ter liberado prostituição, pornografia e união homossexual, mas estas são algumas das poucas coisas decentes que Mandela fez na vida (quanto ao aborto, também sou contra).
Neste artigo, há uma explicação detalhada sobre uma pergunta que fizeram sobre por que as potências ocidentais apoiaram o Mandela se ele era comunista:
http://www.thenewamerican.com/world-news/africa/item/13281-south-african-communists-friends-in-high-places
Aqui a parte mais relevante do artigo:
Aside from the openly communist powers, key to the ANC takeover were the United Nations, the World Council of Churches, the NAACP, and the Congressional Black Caucus. The international media and Hollywood, of course, helped immensely as well. Even more important, though, was the support provided by the highest echelons of the Western establishment — think David Rockefeller and Henry Kissinger. Both men played a key role in bringing the South African government to its knees in the face of Marxist terror so the communist takeover could proceed.
In 1993, for example, banker and Council on Foreign Relations boss David Rockefeller hosted a dinner to honor Nelson Mandela and raise money for the ANC’s election. Then-ANC “Foreign Secretary” Thabo Mbeki, another communist who would later become president of South Africa, celebrated Rockefeller as a longtime friend who had “backed the ANC financially for more than a decade.”
Just before the elections that brought the ANC-SACP alliance to power, former Secretary of State Henry Kissinger and a team of “mediators” arrived in South Africa to “confer the Insiders’ benediction on Mandela and the ANC,” Jasper noted in his article. Prior to helping crush South Africa, Kissinger, one of the most fervent advocates of a “New World Order,” also helped destroy the anti-communist Rhodesian government by, among other tactics, isolating it from allies like the South African government. His work in Rhodesia paved the way for Marxist despot Robert Mugabe to enslave what became known as Zimbabwe. The nation is now starving to death.
From at least the 1950s onward, the U.S. government and other Western powers were frantically shoveling taxpayer money into communist groups in South Africa to install the ANC — again, applying pressure from below by fomenting unrest and empowering Marxist terrorists. The violent ANC offshoot known as the Pan Africanist Congress, for example, was actually organ¬ized at the Johannesburg office of the U.S. Information Service in 1959.
According to a study by the Rand Afrikaans University’s Institute for American Studies, the Reagan State Department alone showered hundreds of millions of taxpayer dollars on pro-Soviet and pro-ANC groups in South Africa. The U.S. government directly contributed millions to specific Marxist terrorist groups in the region, many of which, like the ANC, had been formally designated as terror organizations. The South West Africa People’s Organization (SWAPO), for example, received about $4 million from American taxpayers between 1975 and 1978, according to a report by the South African Foreign Ministry. Western governments together provided some $80 million during that period.
The “pressure from above,” meanwhile, came from the international banking and corporate elite in the West, as well as its political front groups and governments. Among other sources, the Council on Foreign Relations and its international affiliates helped lead the charge, with the CFR proudly publicizing its 1990 visit by Mandela. Numerous other top figures in the ANC and the SACP were similarly honored and promoted by the CFR and its allies around the world.
Among the CFR operatives who put the cabal’s agenda for South Africa into effect were, of course, Kissinger, as well as numerous other top U.S. government officials. Multiple administrations from Carter to Clinton were also involved. President Reagan, despite vetoing a sanctions bill over disagreement with the “means,” declared a “national emergency” to “deal with” the alleged “extraordinary threat” posed by the pro-U.S. South African government.
At the same time, other Western governments were piling on the pressure as well, imposing brutal sanctions and painting the South African government — which likely had the best human-rights record on the continent despite oppressive race-based laws that were being reformed — as a demon to be eliminated. Communist regimes were doing the same thing. The time-tested “pincers” strategy ultimately prevailed.
In the face of a full-fledged assault by both the “Free World” and the world’s communist tyrants, the South African government capitulated. The ANC and the communists — virtually inseparable from each other, as even top ANC leaders admit — took power. Just as unbiased analysts warned, South Africa — once one of the most prosperous nations in the world for people of all colors — began marching full-speed down the bloody road to slavery and genocide.
Finalmente, eis um artigo que relata como Mandela traiu seus próprios companheiros de luta:
http://www.thenewamerican.com/world-news/africa/item/15836-mandela-s-messianic-image-the-rest-of-the-story
Paulo,
Meus sincero: MUITO OBRIGADO! por divulgar o outro lado da moeda!
Abçs!
Não duvido que muitos fatos relatados aqui sejam verdade. Todavia, penso que o texto foi escrito de uma forma um tanto tendenciosa, chamando atenção só para o que era de interesse do autor, como, por exemplo, para ligações de Mandela com o comunismo/socialismo (como se esse fato por si só fosse um grande problema).
Uma frase me chamou atenção: “Some-se a isso o fato de que muitos negros entravam no país para fugir da opressão de regimes comunistas em países vizinhos, que era pior que o apartheid.” Nela, mescla-se um fato histórico (a entrada de negros que vinham de países vizinhos na África do Sul) com uma interpretação do autor (estavam fugindo de um regime comunista que era pior do que o apartheid), o que reforça a tendência do texto. Mas nem foi isso o que mais me incomodou durante a leitura.
O que mais me incomodou – e me incomoda – é uma questão mais profunda e conceitual por trás do que aqui está escrito. Em certo momento foi mencionada uma frase do economista Murray Rothbard:
“O capitalismo de livre-mercado é um maravilhoso antídoto para o racismo. Num livre mercado, empregadores que se recusarem a contratar trabalhadores negros produtivos estão ferindo os seus próprios lucros e posição competitiva da própria empresa. É apenas quando o estado se intromete que o governo consegue socializar os custos do racismo e estabelecer um sistema de apartheid.”
É triste pensar que exista alguém que defenda como “antídoto” para o racismo a competição do mercado. Triste pois nesse ponto de vista o negro só se torna “importante”, só deixa de ser “desprezível” no momento em que é útil ao sistema e tem poder produção.
Mas todos somos importantes, todos temos valor, independente da nossa cor, credo, ou mesmo produtividade! Mesmo o negro mais “improdutivo” de todos deve ser respeitado.
Deixar o mercado e a livre competição “resolver tudo” é o mesmo que aceitar a podridão humana como algo natural e irremediável, apenas tirando proveito dessa podridão para que um erro minimize outro.
Pois há um visível erro moral, um egoísmo exagerado, no momento em que o dono de uma empresa decide contratar um negro e respeitá-lo apenas para que o seu próprio lucro não diminua. O dono da empresa não está pensando no outro, não está respeitando o outro, mas sim pensando em si mesmo e “aturando” o outro por um objetivo egoísta.
O livre mercado pode, assim, mascarar um pouco o racismo, mas nunca servirá de antídoto para ele.
Para que não exista de fato mais racismo no mundo é necessária uma evolução interna de cada indivíduo. É necessário que cada um olhe menos para si e mais para os outros. É necessário que entendamos que apenas com união e respeito mútuo o mundo pode evoluir. É necessário reconciliação, arrependimento, perdão, consciência dos próprios erros por todas as partes, enfim, é necessário que o ser humano evolua. E foi justamente isso que Mandela defendeu no fim de sua vida, justificando assim sua importância.
Detalhe: a garota que deu chilique por causa do Narloch entre as referências bibliográficas em questão o fez por causa da referenciação de uma única página de todo livro. UMA-ÚNICA-PÁGINA.
Aliás,
Alguém conhece alguma site/blog que ao menos tente refutar os argumentos do Narloch ao longo dos seus livros?
Senhores, vcs não estão entendendo!! Creio que a liberdade cega o entendimento de vcs! Mandela era um assassino? Sim! Era um terrorista? Sim! Era um comunista, portanto contra a propriedade privada? Sim! Matou inocentes e foi preso justamente? Sim!! Mas isso tudo não importa, o que nos importa é aquela figura abstrata, aquele em quem as pessoas ainda podem olhar e manter a esperança! O que precisamos é de símbolos da paz e nada melhor que pessoas como Mandela, Che Guevara, entre outros! São pessoas más? sim! Foram desonestos, mataram crianças inocentes, acabaram com a vida de muitas famílias e implantaram um regime rigoroso? Sim! Mas como eu disse, nada disso importa! Afinal, tais crimes até os americanos cometem e são tidos como símbolo de paz e liberdade! O que nos importa, ao final, é a esperança na humanidade, a preservação das florestas, o casamento gay e a participação comum em relação aos bens existentes!
Aí entra o ditado: “Diga-me com andas e te direi quem és”.
Ouvi dizer a personalidade da Winnie Mandela era tal que o casamento deles só durou 30 anos porque ele passou 27 na cadeia. Mas antes das denúncias, essa pessoa era chamada de exemplo de grande mulher pelas feministas.
* * *
Interessante parte de texto de uma das referencias, é a participação do Governo Sueco na época. Pelo que entendi uma espécie de PT.
Ficaram cerca de 20 anos no poder, que estrago, talvez pela época sem internet…
Alguém tem algum link interessante sobre a participação deste pessoal em porcarias da época?
Também tem citação a políticos de esquerdas do resto da Europa livre, se alguém tiver na manga links sobre o assunto, agradeço.
Eu apenas anexei uma “opinião geral” sobre o que eu vi no seu artigo e na blogsfera de maneira geral sobre o assunto.
Por um lado temos artigos na linha “desconstrucionista” de Mandela e do seu significado e imagem pública. Do outro lado, temos esquerdistas escrevendo artigos na linha “O Mandela é nosso!” e criticando um pretenso oportunismo de direitistas que admiram a figura de Mandela.
O meu ponto é simples e objetivo: No caso do Apartheid ,da anistia e da reconciliação Mandela e De Klerk são bons exemplos sim de reconciliação, razão pela qual foram premiados com o Nobel de 93.
Apenas para fortalecer o meu ponto gostaria de citar novamente a minha fala:
“[…Conheço a biografia de Nelson Mandela, e considero deplorável o terrorismo, atentado contra civis e métodos violentos para a promoção de transformações sociais, e eu detesto o comunismo, marxismo como solução para os problemas sociais… Creio que poucos chefes de Estado resistiriam a uma análise tipo “pente fino” de sua trajetória…]”
Está vendo não discordo em termos políticos ideológicos da maioria dos que até agora postaram… Só não concordo com a análise demasiado romântica da natureza humana, e da análise dos estadistas… Pois a história dos estadistas mundiais de direita, centro ou esquerda está repleta de “fatos” desabonadores de suas biografias… Não é verdade?
Com relação a Igreja ela está sim de portas abertas para pecadores arrependidos e arrependimento significa mudança de vida.
Paulo, é a primeira vez que leio um artigo seu. Independente de ideologias e opiniões: excelente texto, espero que no futuro continue escrevendo outros trabalhos dessa qualidade e, principalmente, ajudando a quebrar o discurso uníssono de nossa mídia e intelectualidade. Abraços.
Nossa fera, que legal essa teoria conspiratória. Os pontos estão quase sem nó. Eu disse quase porque só faltou esclarecer um detalhe: porque diabos Mandela se recusaria a sair da prisão em 85?
Pela versão oficial o motivo é bem claro: porque o apartheid ainda não havia cessado. Porém por essa versão underground simplesmente não faz sentido isso. Não haveria motivo pra Mandela se recusar a sair e mofar na cadeia por mais 5 anos. Coincidentemente (será? rs) você não tirou mais do que duas linhas do artigo pra falar sobre esse fato. Quase deixou passar batido.
E aí, qual vai ser teu malabarismo desta vez pra explicar isso? Será que tem algum artifício argumentativo? Será que era estratégia da KGB e da CNA pra parecer ser real que realmente Mandela era militante anti-apartheid? kkk’
Um texto polêmico e comentado desses ainda não teve a visita do Típico Filósofo?
http://www.metaconhecimento.com/2013/04/por-que-as-pessoas-acreditam-em-teorias.html
Bom o artigo, é altamente informativo, muitas fontes, e livros, de autores que, podem ser ou não previamente instruídos… A questão do terrorismo e genocídio, eu me refuto a creditar esses ao tal Nelson Mandela, a questão da simpatia com o socialismo/comunismo. Todo líder político anti-capitalista teve/tem/tinha até o “LULA” teve agora porque o “Anarquismo” instaurado por esse “partido” que é intitulado aqui por varias das suas fontes, e não vejo nenhum escritor “negro” dentre elas. Me faz pensar, o que realmente de fato você deseja aqui estabelecer, que o Mandela era responsável pelas mortes, antes dele o genocídio nos guetos de SOWETO eram tão fortes ou iguais, pasme, você aqui dizer que ele era um terrorista aos olhos de escritores Europeus com certeza suas fontes não foram tendenciosas, a mídia muitas vezes falha sim, mais te pergunto? Se N. Mandela realmente era um terrorista, aos olhos dos suas fontes, porque o povo de SOWETO não o odeia? Estranho porque se há tantas ligações quanto você aqui cita, não vejo motivos para uma nação ainda chorar/festejar por ele, caso fosse algo assim seria igual ao Sadan Hussain, o próprio povo derrubaria sua estátua. Então não entendo realmente aonde o post quis chegar, a não ser o fato da simpatia aos regimes sociais. Nada do que vem estampado aqui me sugere reflexão. Apenas escritores brancos EUROPEUS falando de alguém que simplesmente marcou o séc XX. E talvez a frente agressiva do governo que você disse que como Stálin/Lennin o fizeram talvez naquele contexto fosse necessário. Diferenciar terrorismo de lutas de classes. Mata-se mais no Brasil com mortes em transito de pessoas alcoolizadas fosse assim o que você aqui posta todo dono de cervejaria também é terrorista? Todo dono de empresas de produção de Cigarro também são terroristas?
Depois de ler o texto, vi as fontes e rí. Por isso que algumas vezes é dificil lever o pessoal aqui à serio. Qualquer artigo sobre alguem asociado ao Marxismo, é a mesma palhaçada: conta a história de um lado só, e não há hesitação de basear os argumentos em documentos ideológicamente cargados e com uma historiografia dubiosa. É o mesmo olha-quanto-escreví que esperaria encontrar em um blog de extrema esquerda.
Excelente trabalho!!!! O mundo precisa saber o “lado B” da moeda e não precisa exaltar e nem forjar falsos heróis enquanto muitos inocentes padecem.
Devido à enorme quantidade de agressões, xingamentos e calúnias (e zero de contra-argumentações) que está sendo enviada ao autor do artigo, a publicação de novos comentários para este artigo está doravante suspensa.
Quem tiver alguma dúvida/crítica, gentileza ler antes todos os comentários aqui postados para se certificar de que sua dúvida/crítica já não foi respondida. O próprio autor do artigo participou dos comentários fornecendo novos links, inclusive postando trechos escritos pelo próprio Mandela.
Àqueles que se sentiram afetados pelo artigo, mas que não foram capazes de contra-argumentar, poupem suas energias ofensivas. A regra para o envio de comentários é explícita: o comentário tem de ser inteligente e educado. Enquanto vocês perdem preciosos minutos de suas vidas escrevendo agressões figadais ao autor do artigo, eu gasto menos de um segundo para clicar no botão “excluir comentário”.
Um dia o autor deste texto há de chorar por Madiba. Esse dia não está longe, e nós aqui em Angola sabemos disso. Esse dia, será o dia em que os negroa sul-africanos vingarão o que os brancos lhes fizeram na suas próprias terras. Zimbabwe já começou a mostrar o caminho e esse caminho será trilhado não tarda, pelos negros sul-africanos donos da terra. África não é América meu caro. Em América os brancos europeus dizimaram os Índios e tomaram conta da terra deles tal como na Autrália e outros cantos deste planeta, mas em África isso só não aconteceu porque o Africano é resistente. Os Sul-africanos esperaram muito por esse dia- o Dia da vingaça. E quando chegar o sr. saberá dar valpr ao Nelson Mandela. Alguém consegue pôr na balança e pesar os crimes do Apartheid e os crimes do ANC?
O erro da direita, por pragmatismo, é não lutar por mais liberdade! Contentam-se muito com o status quo. Negociam. As esquerdas instrumentalizam (e armam) o povo pela luta por causas aparentemente justas com o objetivos totalmente injustos. Por isso o espaço dado a Mandela é, também, de responsabilidade da direita. No final das contas, Mandela foi menos pior do que seus parceiros em outras repúblicas africanas.
“Paulo Kogos é um anarcocapitalista anti-político. Estuda administração no Insper e escreve para o blog Livre & Liberdade” está tudo dito.
O teu artigo confunde ideologia com factos, alias é uma mistela da ideologia defendia por ti com factos históricos. Espero que tenhas noção que o teu artigo está bem mais perto de ser propaganda ideológica do que propriamente realidade e verdade. Tentas de tal forma distanciares de um comunismo, que acabas por cometer erros idênticos a ele.
Nelson Mandela foi um revolucionário contra o regime racista que vivenciou, ele como tantos outros questionou-se se será legitimo atacar um estado opressivo com as mesmas armas que este?Será suficiente sermos um activista pacífico quando o estado que nos oprime não o é? Numa guerra civil não basta sermos activistas pacíficos, se queremos proteger os nossos familiares e a nossa vida muitas vezes teremos de ter acções que não teríamos numa situação de paz, acções de sobrevivência.”Nós adotamos a atitude de não violência só até o ponto em que as condições o permitiram. Quando as condições foram contrárias, abandonamos imediatamente a não violência e usamos os métodos ditados pelas condições.” – Nelson Mandela
Acredito que Mandela tenha tido alguns actos mais reprováveis na sua liderança do CNA, mas tal como o regime da África do Sul. Tenho grande respeito por Mandela,porque soube reconciliar e unir ambos os povos de raça branca e negra quando podia ter saído da prisão com intenções de vingança. Na guerra soube lutar e soube parar e reconhecer no momento certo que a paz seria possível, a sua luta pelos direitos humanos e pela paz após a saída da prisão são de tal forma evidentes que esmagam as tuas acusações ideológicas sobre um homem que lutou pela liberdade, a mesma liberdade defendida por ti, mas que felizmente graças a pessoas como Mandela, tu e eu não temos a necessidade de lutar por ela como ele lutou.
A tua arrogância para com o comunismo é brutesca, como liberal devias respeitar mais as restantes ideologias da maneira que esperes que as mesmas te respeitem. O comunismo tinha como objectivo final uma sociedade totalmente livre não podes criticar Nelson Mandela simplesmente porque era comunista e pertenceu ao PCAS, as suas acções mesmo que as consideres erradas tinham como intenção a libertação de uma sociedade oprimida.
Como conclusão, acusas Mandela de ter sido um homicida (em tempo de guerra),quase que chegas ao ponto de defenderes um Estado de Apharteid, então eu coloco-te a seguinte questão: Se fosses tu no lugar de Mandela que farias? Não lutarias por uma sociedade livre? Irias deixar o Estado ilegítimo oprimir-te? Eu não.
Prezado Paulo Kogos,
Gostei de ler o seu artigo sobre Nelson Mandela, até porque preencheu várias lacunas de memória! Não vou estender-me sobre o assunto, por achar que já foi motivo de muita polêmica, mas permita-me acrescentar um simples comentário de alguém que nasceu em África (Angola), estudou na União Sul Africana e trabalhou no Congo ex-Belga e que teve a felicidade de conhecer o mais belo continente do mundo! No antebraço esquerdo,exibo uma tatuagem que exprime tudo o que sinto pela minha terra: é um mapa de África, com as seguintes palavras: ‘BEAUTIFUL’ ‘BELOVED’ ‘BETRAYED’ – ÁFRICA -. Isto é exatamente o que sinto! Que pena!
Com um abraço
Vamos considerar aqui.
Até para quem já estava estudando um pouco e pesquisando sobre movimento revolucionário, comunismo e globalismo, até para quem já tinha lido sobre o assunto nos sites midia sem mascara e no mises-Br e afins…
o assunto é realmente meio descorcetante como disse um comentário. Agora imaginem para quem é idota útil de carteirinha, para uma Jessica da vida que comentou aqui histericamente que deve ser estudante de filosofia, fefeleche da usp, para quem tem é afiliado a CUT, MST e PT, para quem é bicho-grillo e anda com a camisa do che-guevara, fuma a tarde toda e a noite vai para a praça quebrar vidraça dos bancos, aqui entre nós,
deve ser difícil..
para essas pessoas é como o chão caísse, como se perdesse pai e mãe no mesmo dia ou até mesmo que os seus país não fossem seus país mas pais adotivos.
Imaginem o baque ao ler um texto desses,
para cabeças ocas que não conseguem enxergar um palmo a frente..
pessoal, já não passou da hora de acordar?
Paulo Kogos, parabéns pela pesquisa e organização do artigo revelando o “Lado B” de Mandiba.
Concordo que até pouco tempo atrás eu achava que Mandela era “paz e amor” e que buscava a harmonia entre os povos de diferentes etnias.
Ledo engano meu… Não passou de mais um picareta comunista que se utilizou da força e do terror para implantar seu regime. Hoje a África do Sul é um lugar onde o rancor ainda reina devido ao incentivo desse “falso líder” que, na verdade, estimulou a vingança.
Para mim, aquela foto do Mandela ao lado de Winnie e Joe Slovo com o punho cerrado diz tudo… Não restam dúvidas do aspecto tendencioso de esquerda que a mídia atual se utiliza para apoiar Mandela, Maduro, etc, etc, etc.
O que a mídia divulgou ao longo dos anos nada se parece com o conteúdo desse artigo. A imagem que tenho de Mandela é de um salvador, libertador, um revolucionário da paz, alguém que sempre lutou pela igualdade e justiça. Lamentavel saber que ele trabalhou por uma ideologia seletiva, priorizando uma política terrorista, em detrimento de milhares de vidas inocentes.Chocado.
Este artigo poderia ter como título:Mandela – a desconstrução de um mito.Para uma massa de admiradores de Nelson Mandela é desconcertante saber de fatos tão terríveis a seu respeito.Tudo isso é aterrador, mas faz sentido. Decepcionada.
Gostei do artigo que é uma resenha histórica da áfrica do sul e do percurso de vida de Nelson Mandela.
Quanto ao meu comentário sobre Mandela, o que se me oferece dizer é que foi um terrorista como muitos outros “lutadores” pela “libertação” de África do jugo opressôr dos “colonialistas” europeus. Sendo moçambicano, tendo acompanhado de perto as lutas de “libertação” da Zâmbia, Rodésia, Angola, Moçambique, e África do Sul, países que conheço razoavelmente bem (excepção feita a Moçambique, pois que sendo natural, conheço de norte a sul) o que posso testemunhar é que, após as “independências” destes territórios, o que aconteceu foi que os habitantes passaram a ser escravizados e explorados, agora por negros.
Veja-se os largos milhares que fugiram do Zimbábué, da Zâmbia e de Moçambique, para a África do Sul. Territórios há, em África, que embora também “colonizados” por europeus, na transição para países independentes, nunca houve qualquer guerra de guerrilha, qualquer perseguição aos então colonizadores, e que me conste não houve qualquer fuga de europeus desses países. Para que conste: Maláui, Suazilândia, Botsuana, Lesoto e Namíbia.
Sinceramente, não tenho como avaliar Mandela. Teria que saber muito mais sobre a história da África do Sul, do que apenas o artigo acima. O autor tem visão muito negativista de Mandela e de suas convicções. O que o povo sofreu é do conhecimento geral. A atitude dos europeus(ingleses e holandeses) foi de total desprezo ao ser humano, apenas por sua cor negra. Eram tratados como animais e a reação dos líderes negros foi bem violenta(isto é fato). Devemos ver como os seus sucessores(Mandela) vão se comportar e como o mundo vai ver a África do Sul de agora em diante.
“Portanto, você deixou claro que realmente acredita na teoria marxista de que maximizar o estado gera a sua abolição e, consequentemente, sua liberdade. Aliás, qualquer um que acredite que Marx defendia a abolição do estado está na realidade acreditando na teoria acima.” ahaha onde é que eu disse isso? Já no comentário anterior disse que não acreditava no comunismo nem na teoria Marxista.
Eu apenas transcrevi o que Marx pensa e continuo a dizer-te que estás errado quando dizes que o objectivo do comunismo não era uma sociedade livre, vai ler o manifesto comunista e obras de Marx. Agora os meios para se chegar a essa sociedade eram fantasiosos como se comprovou ninguém que chegue ao poder abandona-o por livre vontade e isso Marx não previu. O Problema da maioria das pessoas é que associa sociedade comunistas à China,Cuba, Rússia mas nenhuma delas chegou propriamente à fase comunista descrita por Marx.
André, sua resposta ao Matheus foi sensacional!!
Agora falando do que o Paulo disse:
“Conforme explicado no artigo, o lobby formado pelas potências ocidentais, banqueiros como Rothschild e Oppenheimer, e a mídia assumiram o patrocínio do CNA e do PCAS em troca da defesa de seus interesses tão logo estes partidos assumissem o poder. ”
Ok, realmente pode ser. Mas tem uma coisa que eu ainda não consigo explicar (ou entender). Qual a razão do Mandela ser tão idolatrado no país onde ele fez tantas coisas negativas? Será que ninguém na Africa do Sul consegue ver claramente o que Mandela realmente fez? Ele é uma unanimidade por lá?
E.. seguindo esta dinâmica estratégica ditatorial e de “caos social”.. este governo PT está aprovando as leis de cotas raciais em concursos públicos (20% para negros durante 10 ou 20 anos) e ainda, um congresso “paralelo” formado por cotas para parlamentares negros… ISSO SIM É SEGREGAÇÃO!!!! E a Mídia silencia. É certo que nos EUA, na Africa do Sul e na ìndia foram editadas leis de cotas raciais, na década de 1970, ocasionando grande caos social e decadência nos serviços públicos… em 1979, após muita revolução, a Suprema Corte dos EUA considerou inconstitucional qualquer lei que imponha direitos em razão da etnia ou cor da pele. E no Brasil.. ao contrário.. o STF sinaliza pela aprovação, uma vez que, no caso de cotas raciais em universidades entendeu pela constitucionalidade por 10 votos dos ministros do STF e uma abstinência.
Em breve teremos uma incitação ao caos social e a efetiva segregação social! TEREMOS QUE LUTAR CONTRA ISSO!!! ISSO SIM É SEGREGAÇÃO RACIAL!!!
Bom, não dá pra fazer um bolo sem quebrar alguns ovos. E é como se diz: todo santo tem um passado. Sempre pisaram no tomate. Sempre fizeram coisas que são bem vergonhosas.
Fazer o quê senão dar de ombros quem sabe?
Impressionante o artigo. Bem estruturado e cheio de referências bibliográficas.
Se é relevante? Sim.
Se reflete a verdade? Não sei. Talvez nem o autor tenha certeza ou mesmo possa garantir a veracidade – e não o culpo por isso.
Nessas horas, quase todo mundo é dicotômico ou bipolar: Ou ama, ou odeia.
Só tenho certeza de umas poucas coisas:
– De que a história é uma versão registrada e narrada dos fatos, e não necessariamente os “fatos” per se;
– A história está para os historiadores assim com as leis estão para os legisladores;
– Ninguém (e estou certo disso: ninguém, mesmo) é o que parece quando visto bem de perto e por tempo suficiente.
– Rei morto, rei posto: Chutar cachorro morto é fácil;
– A sociedade humana é necrófila: Só dão atenção e eventual valor a quem já morreu.
– Esse artigo balanceia as opiniões sobre Mandela (umas e outras são inegavelmente maniqueístas e dicotômicas), e agita o caldo ao mesmo tempo.
Seja como for, parabéns pela disposição de redigi-lo. É, no mínimo, interessante.
A Verdade não se discute.
Um ser humano que aprova a lei do aborto e casamento homossexual, não entende nada de Amor fraternal e consequentemente não entende nada de Paz e nem de perdão.
Precisa discutir mais alguma coisa?
Aírton Barros
Dolorido é ver este socialista desonesto falar logo ao início da entrevista que o que ficará lembrado do ano de 2013 é a morte de Nelson Mandela pois ele teve uma vida exemplar e os outros assuntos tendem a ser comidos pelo tempo… Durma com um barulho desses…
http://www.youtube.com/watch?v=7OHNWC-ITmM
Meus parabéns. Trabalho primoroso de resgate dos fatos históricos traçando um paralelo político-econômico-social por trás do terrorista.
Cairia bem um artigo sobre a “verdadeira face do MUJICA”… o novo santo-salvador esquerdista.
Qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidência.
“Mandela era um terrorista”.
Aqui também temos nossos terroristas no poder que professam da mesma ideologia de Mandela.
“Comissão da Verdade e Reconciliação (CVR)”.
Aqui também temos a Comissão da Verdade com os mesmos propósitos.
“O Ato de Controle de Armas de Fogo de 2000 fez com que a criminalidade e o número de gangs disparassem e abriu caminho para uma escalada sem precedentes do genocídio branco.”
No Brasil temos a campanha do desarmamento (sim, ela ainda existe), iniciada em 2003.
http://www.entreguesuaarma.gov.br/desarmamento/noticias/campanha-nacional-do-desarmamento-um-pais-unido-pela-paz/
“O país possui também uma das maiores reservas de minérios estratégicos do mundo. Utilizados em ligas de alta resistência e alta tecnologia eletrônica, estes recursos são de grande interesse militar.”
O Brasil tem mais reservas de minérios, de um modo geral, que a África do Sul.
“Mandela também afirmou, em 1996, que a privatização das “paraestatais” herdadas da era do apartheid é a política fundamental do CNA.
O que ele chama de “privatização” são na realidade concessões a grandes corporações em detrimento da livre competição de mercado.”
Aqui também tivemos as nossas “privatizações” no governo Fernando Henrique, que é da mesma ideologia.
“De acordo com Stanton o país encontra-se no sexto estágio, chamado preparação. Nesta fase as vítimas são identificadas e separadas segundo critérios étnicos ou religiosos e sua propriedade é expropriada.”
Esse é um pensamento assustador, mas ao ler isso daí em cima não pude deixar de lembrar das nossas cotas para negros, da crescente criação de leis para as “minorias”, da promoção do governo jogando os homossexuais contra os cristãos e das expropriações de terras “indígenas” no Mato Grosso do Sul e em Goiás.
Quero crer que não seja verdade, que isto seja coisa da minha cabeça.
Um adendo: a praga do bolsa família se espalhou pelo mundo, inclusive na África do Sul:
ultimosegundo.ig.com.br/bolsa-familia/2013-10-16/bolsa-familia-e-modelo-para-programa-que-atende-cinco-mil-familias-em-nova-york.html
Deveriam fazer a outra face do Lulu e da Dilma.
genial paulo kogos , um dos melhores textos do IMB , esclarecedor e libertador frente ao mundo que vende uma ideia falaciosa sobre esse genocida , uma pessoa que diante dos fatos apresentados ainda permanecer fiel as “lutas libertadoras ” desse criminoso , é no mínimo mau-caráter , sem ética .
Nobre companheiro, gostaria de colocar algumas observações sobre seu artigo:
As fontes de tal página são verídicas, mas você não pôs as devidas citações no seu artigo, dando a impressão que você expôs a sua opinião e jogou um bocado de bibliografia que, alguns, não possuem evidências científicas.
Websites, por mais que sejam de universidades e de pessoas renomadas, que entendem do assunto, não são consideradas como fontes bibliográficas. Somente livros, artigos e periódicos conceituados e trabalhos de conclusão de curso devidamente aprovados são válidos. Se você colocou essas fontes, você deveria citar os fragmentos das bibliografias, com autor e página do fragmento, ao longo do seu artigo (Ex.: De acordo com Mandela(2012, p.32)ocorreu uma revolução…).
Portanto, na minha tese, e pela falta desses detalhes, seu artigo está com tendência pessoal, e não científica. Não adianta colocar um horror de fontes se você não menciona de onde você tirou, isto é, o autor, a página e, se possível, o fragmento que embasa a sua opinião ou a sua conclusão. Acredito que você já deve saber muito bem desses detalhes, que deveriam estar naturalmente na cultura de cada um. Tudo isso você encontra na ABNT.
Em contrapartida, a questão de diferenças raciais prevalece, não só na África, mas em todo o planeta, e, pelo que vi, é um problema social que deve ser solucionada pela própria humanidade, independente de política. São esses e outros problemas tão bestas que destroem o mundo aos poucos. Se Mandela foi um mestre ou um monstro o problema é dele. Mas problemas sociais na Africa, com certeza, não foi culpa dele, assim como não é culpa dos políticos brasileiros alguns problemas sociais que ocorrem no nosso cotidiano.
Esse seu artigo, por mais que tenha essas inobservâncias, é, de fato, interessante, pois estimula a quem concorda ou discorda de você a procurar realmente a veracidade dos fatos nas fontes bibliográficas mencionadas. Não leve a mal as minhas críticas, pois eu já passei por isso e sei que não é nada bom críticas negativas de um trabalho árduo, mas ajuda a sempre melhorar nos próximos trabalhos que você possa fazer, coisa que você tem potencial. Só assim as pessoas acreditarão em você e, quem sabe, você possa mudar a forma de pensar das pessoas para um bem em comum. Eu estudo ciência da computação, mas compreendi o que você quis dizer. Só falta consertar pra ficar formidável.
Nossa, eu estou perplexa, desconhecia tudo isso em relação a Nelson Mandela, sempre tido como heroí!!! Estou chocada!!!
Sobre as atitudes de Nelson Mandela posso dizer o seguinte:
Apesar de Nelson Mandela precisar fazer coisas que não agradaram a todos e se unir com pessoas que não agradaram a todos ele fez tudo isso na dosagem certa, e esse é o ponto chave do mérito de sua popularidade e aceitação da maioria das pessoas. Certa vez, Mandela, em uma entrevista na universidade de NY respondeu a um analista político quando foi questionado da sua ligação com Yasser Arafat:
“Um dos erros que os analistas políticos cometem é achar que os seus inimigos deveriam ser nossos inimigos”
Se unir com Arafat não quer dizer que concorda que lançar misseis em nossas cabeças é certo, mas que dentre os assuntos em que ambos se identificam agirão juntos.
Mandela é um exemplo de liderança de nações, por suas atitudes, sejam elas bem vistas por analistas políticos ou não.
É difícil acreditar, e é compreensivo, devido a algumas de suas escolhas em outros assuntos que não a África, mas Fidel Castro e Yasser Arafat ajudaram Nelson Mandela no fim e a aniquilação da segregação racial que existia na Africa do Sul. Isso é fato.
Os verdadeiros percussores das mortes durante a guerra contra o Apartheid na Africa do Sul são todos aqueles que olhavam para o negro e enxergavam um ser inferior e submisso, isto é, um escravo. Caso contrário a ira e o ódio que infelizmente existiram nos corações das pessoas e que levaram-nas a matar e a morrer jamais seriam expostos.
Termino meu ponto de vista com o complemento para se pensar criado por Santo Agostinho que diz:
Dois homens olharam através das grades da prisão;
um deles viu a lama, mas o outro as estrelas.
Vitor Lauro Souza da Silva
Não entendi um ponto: como que um agente tão ligado às ideologias comunistas e às suas praticas deploráveis, passa, da noite para o dia, para o “outro lado”
Maravilhoso texto, meus parabéns. Mas pra ser sincero gostaria que não fosse verdade por crescer admirando Mandela.
comunismo=fascismo=nazismo=racismo
Um dos melhores textos do IMB.
Eu sabia que Mandela era um monstro. Mas não imaginei que fosse um Mefistófeles! Estou chocado e estarrecido com este artigo! Maldito Marx e sua ideologia genocída! Malditos sejam todos os comunistas e esquerdistas! Como disse o personagem de Charlton Heston: Malditos sejam até o inferno!
Escrevi sobre isto quando da morte deste "Santo".
Engraçado que utilizei exatamente a mesma foto.
http://www.ricardoorlandini.net/colunistas/ver/47/45769/Mandela._Santo_ou_Demonio
Eu realmente tento ler os “diversos lados da história” e procuro entender algumas questões.
Nesse caso, no período do Apartheid, qual seria a “solução” para o fim da segregação?
É que tudo fica mais fácil quando “não vivemos aquele período”. Realmente é preciso desmistificar muitas coisas, mas o texto foca na questão de Mandela “ter conexões com a União Soviética”
Se o cara recebe apoio integral de um lado e vê o silêncio integral ou silêncio parcial de uma parte dos países do ocidente, num sistema segregacionista e totalmente desumano, o que fazer?
Não acho um assunto tão fácil como vocês propões: “Mandela é terrorista e pronto e só lutou por interesses. ”
Enfim, é complexo, mas as indagações são válidas.
trabalho em escola pública e também não concordo com o título de herói para esse Mandela, assim como Che, Paulo Freire…
Recomendo a todos a leitura do livro “DEUS NÃO É CRISTÃO e outras provocações” do arcebispo Desmond Tutu.Aliás, estranhei o fato de o mesmo não ter sido citado no artigo.Fica a “dica” e os elogios pela matéria.
Que texto sensacional, é o melhor texto sobre o Mandela que já li.
Eu compartilhei este artigo com todos os meus amigos, colegas e familiares.
Façam o mesmo !
Esses assassinos que a esquerda mundial transforma em heróis e mitos precisam ser desmacarados.
Como vocês explicam a miséria e o sofrimento de países como o Mali e o Chade, que nunca tiveram uma experiência Socialista em suas histórias? Sempre foram capitalistas e são os países mais pobres do mundo!
Está absolutamente dentro dos fatos reais ocorridos na RSA. Como professor já fui altamente combatido por dizer estas mesmas coisas. A lavagem cerebral da esquerda e sua desonestidade intelectual é monstruosa.
Como pode um terrorista _ Mandela _ e um incitador da violência – Desmond Tutu – receberem prêmio nobel da paz….
Achei muito interessante essa desconstrução de mais um “mito” da esquerda. Olhando as fontes, no entanto, achei curioso o Olavo de Carvalho e a Mídia sem Máscara sendo citados como referência. Acompanho o site porque compartilho de uma visão anarcocapitalista. Mas acho temerário essa relação com a direita conservadora, a qual também almeja fazer uso do Estado para privar liberdades civis que vão contra suas crenças.
Mitos são apenas mitos.Pesquisem sobre a verdadeira face de Madre Teresa.Dizem que a mulher era o cão encarnado.
Parabéns pelo artigo, espero que possam desmascarar mais figuras nefastas como o Mandela que a mídia vermelha adora enfeitar.
Não há como refutar este artigo diante de tão farto material comprobatório:
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Livros
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Artigo excelente, instrutivo, indispensável.
Mandela foi a mais recente grande fraude informativa socialista sempre às voltas com atividades anticivilizacionais. Como as demais anteriores, engendrada para o acobertamento de saques, genocídios, roubos e crimes de oportunidade.
O mesmo modus operanti utilizado na AL pela esquerda!
Olá à todos,
Olha não quero defender as atrocidades cometidas pelo Mandela e seus seguidores, mas como um povo deve se livrar de um regime opressor, quer seja pelo governo local ou por uma nação estrangeira? É fato de que muitos povos conquistaram sua independência e liberdade pacificamente, porém a história está muito mais recheada de povos que tiveram que derramar sangue para ter sua liberdade, já que nenhum regime opressor passa a mão na cabeça de revoltosos. Vocês acham mesmo que o regime ditatorial da Venezuela cairia por que o povo estava entregando flores e soltando pombas brancas como protesto contra o governo?
Fiquei chocada com essas informações…sinceramente, até o momento dessa leitura eu pensava em Mandela como herói! Estou estupefata…Precisarei reler com atenção esse texto já que entendo que a repetição é a mãe da sabedoria. Vivendo e
aprendendo… Obrigada, obrigada, obrigada…
Depois de ver esse vídeo percebi que Mandela não é assim um cara tão mal.
Ele é apenas um cara normal, comparado às outras pessoas que vivem naquele continente.
Tenho muito respeito pela Internet e sua diversidade de opiniões mas sugiro às pessoas que leiam livros, sobretudo quando se fala de história, existem muitos bons historiadores sobre a história da África do Sul e sobre a biografia de Nelson Mandela.
Facilmente se percebe que o autor deste artigo deixou-se levar pela velha lógica que: “todas as pessoas de esquerda devem ser horríveis”. Eu não me considero uma pessoa de esquerda e sei bem o que é o socialismo porque cresci num país comunista, os custos de anos de comunismo para uma nação são enormes e qualquer ser lúcido que conheça o mínimo de história nos nossos dias deveria olhar-se ao espelho antes de defender o comunismo. Contudo, tentar pintar Nelson Mandela como um terrorista frio e até falar em genocida é desonestidade intelectual.
O artigo chega a dizer que Mandela transformou a África do Sul numa ditadura, quando ele foi eleito democraticamente e governou apenas um mandato! O país vive numa democracia sem limitações por raça desde a década de 1990 onde, diria que naturalmente pelo peso do Apartheid, um partido como o ANC vem gozando de um certo domínio da cena política da África do Sul e que, naturalmente, por falhas sucessivas em particular no consulado de Jacob Zuma tem visto o seu “crédito” ir para chão.
Nelson Mandela foi sobretudo um líder que lutou por uma nação mais justa e sem “segregação natural” que evitou precisamente o cenário que descreve neste artigo. Como um político de esquerda criou vários programas assistencialistas e defendeu “affirmative action” (que não deve ser totalmente disparatado numa nação com a triste história da África do Sul) e cometeu erros políticos assim como teve acertos, mas chamar Mandela de assassino, genocida e ditador é vergonhoso.
Bastaria ler o discurso de Mandela proferido no tribunal (“I am prepared to die”) antes de ser condenado onde expõe de forma transparente as suas acções, incluindo as violentas, e explica as suas razões. Fazer uma colecção tendenciosa de factóides para supostamente apresentar o “verdadeiro Nelson Mandela” para alguns incautos é um crime que lesa a integridade intelectual de qualquer pessoa minimamente séria.
Este texto é muito revelador em vários aspectos. Só não entendi uma coisa, se um dos planos da Ex-União Soviética era retirar das elites ocidentais o domínio de recursos energéticos e minerais pertencentes a outros países, como no caso da África do Sul. Então quer dizer que Mandela descumpriu com a agenda comunista fazendo acordos e concessões as elites globalistas, tais como os Rockefeller?
Artigo muito importante e muitas referências de qualidade! Show de bola!
É um bom momento pra republicar esse artigo, não?
A verdade é que por trás de qualquer libertador, tem algo escondido que é chegar ao poder, sem está pensando realmente no bem do país e do povo em si. Aqui no Brasil nós temos um grande exemplo que é o Lula. Ele sempre dizia defender os pobres e quando no poder nós vimos que não era nada disso e que o maior sonho dele era chegar ao poder e se perpetuar para transformar o Brasil num país comunista. Ele quase que consegue, por pouco não conseguiu. Mas dentre os inúmeros erros que ele cometeu, o mais grave foi quando ele zombou de Deus, na campanha da reeleição da ex-presidente Dilma os dois falaram na internet para todo o Brasil ouvi, que ele não acreditava em Deus e que Deus não existia para ele e a ex-presidente Dilma falou a mesma coisa. Como Deus não admite que zombe dele, ele deu a resposta para os dois imediatamente. Ela perdeu o seu mandato e hoje ele está preso.
Mandela lutou contra a opressão do seu povo. O que há de errado nisso? Ja sei,”Herois” tem que ser europeus né?Só esses podem lutar pelos interesses de seus povos. Porque se o cara for de alguma etnia que não seja europeia ocidental, automaticamente é um subversor criminoso e esquerdista. Como esses neocons são desonestos, meu pai amado.
Esperar o que de um sujeito esquizofrênico como esse Kogos? O Conde mandou lembranças..Rsrs…lembra que você foi pulverizado por ele no debate.
Excelente texto! E assim que pensam a grande maioria dos africanos do Sul! Mandela, comandou uma carnificina de dentro do presidio, terrorismo , e com a participação de sua filha! A única forma de parar esta carnificina, foi coloca -ló em liberdade! Tenho a impressão, que este premio Nobel, foi um engano! Uma vergonha! A verdadeira história de Nelson Mandela, está contida, neste texto!
Só faltam reverenciar Hitler!
Muito boa matéria! Fui enganado minha vida inteira. Achava o cara muito boa gente. BANDIDO!! Obrigado pelas informações
tirei nota 5 em geografia por causa desta versao do mandela
Qual o interesse do instituto em desconstruir a imagem de Mandela?
Frente ao regime do Apartheid, qual era a alternativa, chamar para conversar, tomar um café? “Olha, somos negros mas somos limpinhos podemos dividir a mesma calçada, que tal?”
Quando o oprimido ataca o opressor e, nessa ação acaba por matar inocentes, devemos condenar essa atitude terrorista. Vendo por este lado, Moisés foi um terrorista, pois matou os primogênitos do povo que não compartilhava da mesma fé. Confere?
Excelente texto! Parabéns! Mandela é mais um “ídolo” construído à base da mentira.
O Politicamente Correto é cumplice do que ocorre na África do Sul atualmente.
Quantos comentam sobre o genocídio contra os boers que falam afrikaner? Falamos de estupros seguidos de homicídios. Aquele é o país aonde mais ocorrem estupros no mundo, inclusive.
Mas… como trata-se dum país de maioria negra, não soa bem denunciar tal calamidade. Exceção feita pela canadense Lauren Southern em seu documentário no YouTube.
Você sabia que os EUA consideram Mandela terrorista?
O Congresso Nacional Africano (CNA), da África do Sul agiu como organização terrorista na época do Apartheid.
Todos os integrantes desse grupo de ex-terroristas são considerados como terroristas, inclusive Mandela, que não era terrorista ainda que pertencesse ao grupo.
Como ele viaja pouco aos EUA essa restrição foi desconsiderada até agora. Foi então que a Condoleezza Rice estava intercedendo para que essas restrições sejam removidas
Nelson Mandela só conseguiu entrar nos Estados Unidos com autorização especial. É que ele é considerado "terrorista" pela lei daquele país. Por causa disso, a secretária de estado na época -Condoleezza Rice-, pediu que restrições “embaraçosas” que impedem sua entrada e de outros líderes sul-africanos nos Estados Unidos sejam suspensas.
O problema não é somente esse. Nelson Mandela continuava acusando Israel de genocídio contra os palestinos e isso irrita o ‘lobby’ judaico nos Estados Unidos. Esse ‘lobby’ é tão poderoso que antigo presidente Bush não faz nada sem consultar seus dirigentes.
O perdão a Mandela poderá vir através do Congresso, onde o ‘lobby’ judaico também é poderoso, agora dificilmente conseguirá impor sua vontade contra o "perdão" ao ex-presidente sul-africano.
Mandela, de ‘terrorista’ a pai da nação sul-africana. Descubra a Verdade em br.noticias.yahoo.com/mandela-39-terrorista-39-pai-nação-sul-africana-234719267.html
se eu fosse o dono desse blog, ou site sei lá, deixava uma pagina unica e exclusivamente só para os comentários.
Texto fantástico! Fiquei um tanto chocada com a quantidade de informações.
Desconfiava dessa idolatria à Mandela. Meio forçado.
Agora entendo porque de Lula da Silva se comparar à Mandela, quase de sua prisão. Nada mais justo.
Aos sentadinhos nas cadeiras, em 85, a trabaIho, fiquei 6 meses em AngoIa e essa história do MandeIa comunista, traidor dos negros, já era contada há muito. Exceiente artigo mas, muito atrasado
”Uma luta armada contra os membros criminosos de um Estado, e que não ceife vidas inocentes, é legítima defesa. ”
Esse pensamento reflete exatamente o que os guerrilheiros da extrema esquerda defendem, mas dá pra entender o autor ter citado essa frase em seu artigo. O tal é um ”anarcocapitalista”. Não sei se ele sabe, mas o anarquismo não tem nada a ver com a direita, que prega a existência de um Estado mínimo e não sua total ausência. Quem prega sua total supressão é justamente o comunismo em sua fase final. Resumindo: anarquismo é extrema esquerda e não ”extrema direita”.
Anarcocapitalismo é outra patifaria utópica (parida pela geração millenial) tanto quanto o comunismo.
Segue como contribuição á questão africana e como a guerra-fria influiu na manutenção da crises internas em vários países mesmo após independentes das potências europeias.
COMO A URSS CAIU DE AMORES PELA ÁFRICA
“Durante mais de uma crise em Angola, transportávamos armas para lá em aviões e navios. Havia toneladas delas…”, disse um especialista militar russo ao descrever a assistência que a URSS prestou ao governo socialista de Angola durante a guerra civil dos anos 1970.
De acordo com Serguêi Kolômnin, ex-intérprete militar que serviu em Luanda entre 1975 e 1991, estiveram presentes em Angola como conselheiros militares 105 generais e almirantes e 7.211 oficiais da URSS.
Mas Angola não foi o único país africano que atraiu a União Soviética. A partir dos anos 1960, até o final dos anos 1980, Moscou enviou militares, engenheiros e especialistas técnicos para ajudar os africanos a construir e reconstruir suas infraestruturas, recebeu estudantes africanos nas universidades soviéticas e gastou bilhões de dólares em assistência financeira.
Mas nem todos os empréstimos se tornaram rentáveis, como observou o atual presidente russo Vladimir Putin em outubro deste ano, quando a Rússia perdoou aos países africanos uma dívida soviética de mais de vinte bilhões de dólares.
[…]
“A África começou a interessar ao Império Russo ainda no século 19 e durante Segunda Guerra Boer”, explicou a historiadora Irina Filátova ao jornal econômico russo Kommersant.
“Mais tarde, quando surgiu a Internacional Comunista [conhecida também como Comintern, uma união internacional dos partidos comunistas liderada pela URSS, ativa entre 1919 e 1943], a organização apoiou o movimento comunista na África do Sul e insistiu na criação de uma ‘república aborígene independente’, sem explicar exatamente seria ela", diz.
Em todos os conflitos entre países aliados dos soviéticos e países não-alinhados, os primeiros prevaleceram, a que preço.
Mais informação no link: br.rbth.com/historia/83097-urss-caiu-de-amores-africa
Não é fonte libertária, ou conservadora, mas um think-thank apoiador do governo russo.
Daí se tem uma ideia do quanto do quadro atual precaríssimo da maioria dos países africanos tem muito menos relação com o fato de terem sido colônias e muito mais com a disputa pelo poder após a independência em vários daqueles países.
Esse artigo é a prova do poder do dinheiro nesse mundo secular, sendo capaz de transformar um monstro num herói mundial, isso com a ajuda de uma boa maquiagem midiática.
A esquerda e mestre em transformar bandidos em herois, difundem pelo mundo afora, imprensa e pessoas influentes, que um politico corrupto foi injustamente condenado por desviar bilhoes do erario publico e propinas. O responsavel por instituir a corrupçao oficialmente no momento que assumiu o poder. Politico simpatizante de regimes ditadoriais, como de Cuba por exemplo.
Mandela um assassino transformado em heroi, que absurdo. O mundo nao e para amadores, tem ate musica em homenagem a esse terrorista, deviam na realidade se envergonhar, mas nao nos enganemos existem varios que defedem e apoiam essa escoria da humanidade. Onde o comunismo passa deixa um rastro de miseria e sofrimento e esses malditos sempre teem algum tipo de ligaçao com esse regime nefasto.
Excelente artigo por se tratar de um contexto histórico e cultural de uma das figuras públicas mundialmente conhecidas por combater o racismo e lutar pelos valores humanos, mas que bem tratou e expôs a realidade dos fatos mostrando a verdadeira face de Mandela.
Que tal um artigo sobre a verdadeira face dos Bolsonaros também?
Isso ai já foi resolvido, foi um dos maiores erros dos EUA que considerou o CNA (Congresso nacional Africano) bem como seus integrantes como terroristas. O CNA foi um movimento e partido sul-africano, o maior partido da Africa do Sul, fundado em 1912 para advocar os direitos da população negra no país. Contudo a CNA tinha apoio do Congresso dos Sindicatos Sul-africanos e o Partido Comunista Sul-Africano. Aqui já vemos algo que os EUA odeia e persegue, comunistas. Durante anos eles pintaram a CNA e seus integrantes como comunistas, principalmente seu membro mais proeminente, Mandela. Os EUA, usou a NSA e a CIA para pintar um verdadeiro retrato terrorista dos membros do CNA. Mandela foi e é um dos homens mais amados do planeta, ganhou um Nobel da Paz por causa dos seus atos, a sua luta pelo bem de seu povo e o convívio pacífico entre brancos e negros. Felizmente, os EUA, durante o governo de Barack Obama concertou esse erro, essa perseguição descabida e fictícia ao CNA e ao Mandela que estava a causar problemas diplomáticos até pouco tempo.
Isso não é de se estranhar, os EUA, com a CIA e a NSA e toda sua influência, é capaz de transformar pessoas e/ou países em monstros para depois caçá-los e destruí-los.
Não será fácil a partir do dia 01 aguentar novamente toda aquela cambada. Algo precisa ser feito!
Eu, em companhia de parentes conservadores, estamos é consternados em ver esse circo de horrores! Fico a pensar quem terá estômago em passar a faixa presidencial ao Nine, em instantes! E isto acompanhando pela Jovem Pan, dado que ompovo aqui não agüentou mais assistir à Globo News.
Absolutamente chocante. O sentimento é de que fui enganado e traído. Que absurdo monumental