O
principal trabalho teórico de Marx é sua grande obra em três volumes, sobre o
capital. Os fundamentos de sua teoria da exploração estão expostos no primeiro
destes volumes, o único a ser publicado em vida do autor em 1867. O segundo, editado postumamente por Engels, em
1885, está em total harmonia com o primeiro, quanto ao conteúdo. Menos
harmônico é sabidamente o terceiro volume, publicado novamente após um intervalo
de vários anos, em 1894. Muitas pessoas, entre elas o autor destas linhas,
acreditam que o conteúdo do terceiro volume seja incompatível com o do
primeiro, e vice-versa. Mas, como o próprio Marx não admitiu isso e, ao contrário,
também no terceiro volume exigiu que se considerassem totalmente válidas as
doutrinas do primeiro, a crítica deve considerar as teses expostas nesse
primeiro livro expressão da verdadeira e permanente opinião de Marx. Mas é
igualmente válido — e necessário — abordar no momento adequado as doutrinas
do terceiro volume, como ilustração e crítica.
A
teoria de Marx sobre o valor
Marx
parte do principio de que o valor de toda mercadoria depende unicamente da
quantidade de trabalho empregada em sua produção. Marx coloca este princípio no ápice de sua
teoria, dedicando-lhe uma explicação extensa e fundamentada.
O
campo de pesquisa que Marx se propõe a examinar para entender a origem do valor
dos bens fica limitado originalmente às mercadorias, o que, para Marx, não
significa todos os bens econômicos, mas apenas os produtos de trabalho criados
para o mercado. Ele começa
com uma análise da mercadoria. A
mercadoria é, por um lado, uma coisa útil cujas qualidades satisfazem algum
tipo de necessidade humana, um valor de uso; por outro, constitui o suporte
material do valor de troca. A análise
passa agora para este último.
O valor de troca aparece de imediato como a relação
quantitativa, a proporção na qual valores de uso de um tipo se trocam com
valores de uso de outro tipo, relação essa que muda constantemente, conforme
tempo e lugar.
Portanto,
parece ser algo casual. Mas nessa troca deveria haver algo de permanente, que
Marx trata de pesquisar. E faz isso na sua conhecida maneira dialética:
Tomemos duas mercadorias, por exemplo, trigo e ferro. Seja
qual for a sua relação de troca, pode-se representá-la sempre numa equação
segundo a qual uma quantidade dada de trigo é igualada a uma quantidade de
ferro, p. ex., um moio de trigo x quintais de ferro. O que significa essa
equação? Que existe algo de comum, do mesmo tamanho, em duas coisas diferentes,
ou seja, em um moio de trigo e x quintais de ferro. Portanto, as duas coisas se
equiparam a uma terceira, que em si não é nem uma nem outra. Cada uma das duas,
portanto, na medida em que tem valor de troca, deve ser reduzível a essa
terceira.
Dialética
do valor em Marx
Esse elemento comum não pode ser uma característica
métrica, física, química, ou outra característica natural das mercadorias. Suas
características corporais, aliás, só entram em consideração na medida em que as
tornam úteis, e são, portanto, valores de uso. Mas, por outro lado, a relação
de troca das mercadorias aparentemente se caracteriza por se abstrair dos
valores de uso dessas mercadorias. Segundo ela, o valor de uso vale tanto
quanto qualquer outro, desde que apareça na proporção adequada. Ou, como diz o
velho Barbon: “… Um tipo de mercadoria é tão bom quanto outro, quando seu
valor de troca for igual. Não existe distinção entre coisas do mesmo valor de
troca.’ Como valores de uso, as mercadorias são principalmente de qualidades
diferentes, como valores de troca só podem ser de quantidades diferentes e,
portanto, não contêm um átomo sequer de valor de uso.Abstraindo o valor de uso das mercadorias, elas guardam
ainda uma característica, a de serem produtos de trabalho. No entanto, também o
produto de trabalho já se transformou em nossas mãos. Se abstrairmos o seu
valor de uso, também estaremos abstraindo os elementos e formas corporais que o
tornam valor de uso. Não se trata mais de mesa, ou casa, ou fio, ou outra coisa
útil. Todas as suas características sensoriais estão apagadas. Ele também já
não é o produto da marcenaria, ou da construção, ou da tecelagem, ou de
qualquer trabalho produtivo. Com o caráter utilitário dos produtos de trabalho,
desaparece o caráter utilitário dos trabalhos neles efetuados, e somem também
as diversas formas concretas desses trabalhos. Eles já não se distinguem entre
si [p.283]: reduziram-se todos ao mesmo trabalho humano, trabalho humano
abstrato.Consideremos agora o que restou dos produtos de trabalho.
Nada resta deles senão aquela mesma objetualidade espectral, mera gelatina de
trabalho humano indistinto, ou seja, o gasto de forças de trabalho humanas sem
consideração pela forma desse dispêndio. Essas coisas apenas nos dizem que na
sua produção se gastou força de trabalho humano, se acumulou trabalho humano.
Como cristais dessa substancia social comum, eles são valores.
Assim
se define e se determine o conceito de valor. Segundo a teoria dialética, ele não é idêntico
ao valor de troca, mas relaciona-se com ele de maneira íntima e inseparável:
ele é uma espécie de destilado conceitual do valor de troca. Para usar as
palavras do próprio Marx, ele é “a parte comum que aparece na relação de
troca ou valor de troca das mercadorias”. O reverso é igualmente válido: “o valor
de troca é a expressão necessária ou a manifestação do valor”.
O
“tempo de trabalho socialmente necessário” de Marx
Marx
passa da determinação do conceito de valor para a exposição de sua medida e
grandeza. Como o trabalho é a substância
do valor, consequentemente a grandeza do valor de todos os bens se mede pela
quantidade de trabalho neles contido, ou seja, pelo tempo de trabalho. Mas não aquele tempo de trabalho individual,
que aquele indivíduos que produziu o bem casualmente precisou gastar, mas o
“tempo de trabalho necessário para produzir um valor de uso, nas condições
sociais normais de produção disponíveis, e com o grau de habilidade e intensidade
do trabalho possíveis nessa sociedade”.
Só a quantidade de trabalho socialmente necessário ou o
tempo de trabalho socialmente necessário para produzir um valor de uso é que
determina o seu valor. A mercadoria isolada vale aqui como exemplo médio da sua
espécie. Mercadorias contendo igual quantidade de trabalho, ou que podem ser
produzidas no mesmo tempo de trabalho, têm por isso o mesmo valor. O valor de
uma mercadoria relaciona-se com o valor de outra mercadoria, da mesma forma que
o tempo de trabalho necessário para a produção de uma delas se relaciona com o
tempo de trabalho necessário para a produção da outra. Como valores, todas as
mercadorias são apenas medidas de tempo de trabalho cristalizado.
A
“lei do valor” de Marx
De
tudo isso, deduz-se o conteúdo da grande “lei de valor”, que é
“imanente à troca de mercadorias” e que domina as condições de troca.
Essa lei significa — e só pode
significar — que as mercadorias se trocam entre si segundo as condições de
trabalho médio, socialmente necessário, incorporado nelas. Há outras formas de expressão da mesma lei: nas
palavras de Marx, as mercadorias “se trocam entre si conforme seus
valores” ou “equivalente se troca com equivalente”.
É
verdade que, em casos isolados, segundo oscilações momentâneas de oferta e
procura, também aparecem preços que estão acima ou abaixo do valor. Só que essas “constantes oscilações dos
preços de mercado (…) se compensam, se equilibram mutuamente e se reduzem ao
preço médio, que é sua regra interna”.
Porém, no longo prazo, “nas relações de troca casuais e sempre
variáveis”, “o tempo de trabalho socialmente necessário acaba sempre
se impondo à força, como lei natural imperante”.
Marx
considera essa lei como sendo a “eterna lei de troca de mercadorias”,
como “racional”, como “a lei natural do equilíbrio”. Os casos eventuais em que mercadorias são
trocadas a preços que se desviam do seu valor são considerados
“casuais” em relação à regra, e os próprios desvios devem ser vistos
como “infração da lei de troca de mercadorias”.
A
“mais-valia” de Marx
Sobre
essa base da teoria do valor, Marx ergue a segunda parte de sua doutrina, a sua
famosa doutrina da mais-valia. Ele
examina a origem dos ganhos extraídos pelos capitalistas dos seus capitais. Os capitalistas tomam determinada soma em
dinheiro, transformam-na em mercadorias, e, por meio da venda, transformam as
mercadorias em mais dinheiro — com ou sem um processo intermediário de
produção. De onde vem esse incremento,
esse excedente da soma de dinheiro obtida em relação à soma originalmente
aplicada, ou, como diz Marx, essa mais-valia”?
Marx
começa limitando as condições do problema, na sua peculiar maneira de exclusão
dialética. Primeiro, ele explica que a
mais-valia não pode vir do fato de que o capitalista, como comprador, compra as
mercadorias regularmente abaixo do seu valor e, como vendedor, regularmente as
vende acima do seu valor. Portanto, o
problema é o seguinte: “Nosso ( … ) dono do dinheiro tem de comprar as
mercadorias pelo seu valor, e vendê-las pelo seu valor, mas, mesmo assim, no
fim do processo, tem de extrair delas um valor mais alto do que o que nelas
aplicou. . . Essas são as condições do
problema. Hic Rhodus, hic salta!“ [Aqui é
Rodes, então salte aqui!” (N. do T.)]
Marx
encontra a solução dizendo que existe uma mercadoria cujo valor de uso tem a
singular faculdade de ser uma fonte de valor de troca. Essa mercadoria é a ‘capacidade de trabalho’,
ou seja, a força de trabalho. Ela é
posta à venda no mercado sob dupla condição: a primeira, de que o trabalhador
seja pessoalmente livre — caso contrário não seria a força de trabalho o que
ele estaria vendendo, mas ele próprio, sua pessoa, como escravo; e a segunda,
de que o trabalhador seja destituído “de todas as coisas necessárias para
a realização de sua força de trabalho”, pois, se delas dispusesse, ele
preferiria produzir por conta própria, pondo à venda seus produtos, em vez de
sua força de trabalho.
Pela
negociação com essa mercadoria, o capitalista obtém a mais-valia. O processo se
dá da seguinte forma:
O
valor da mercadoria “força de trabalho” depende, como o de qualquer
outra mercadoria, do tempo de trabalho necessário para sua produção, o que,
nesse caso, significa que depende do tempo de trabalho necessário para produzir
todos os alimentos que são indispensáveis à subsistência do trabalhador. Se, por exemplo, para os alimentos necessários
para um dia for preciso um tempo de trabalho de seis horas, e se esse tempo de
trabalho corporificar três moedas de ouro, a força de trabalho de um dia poderia
ser comprada por três moedas de ouro. Caso o capitalista tenha efetuado essa compra,
o valor de uso da força de trabalho lhe pertence, e ele a concretiza fazendo o
trabalhador trabalhar para ele. Se o
fizesse trabalhar apenas as horas diárias corporificadas na força de trabalho
pelas quais ele teve de pagar quando comprou essa força de trabalho (seis
horas), não existiria a mais-valia.
Ou
seja, as seis horas de trabalho não podem atribuir ao produto em que elas se
corporificam mais do que três moedas, uma vez que foi isso que o capitalista
pagou como salário. Contudo, os
capitalistas não agem dessa maneira. Mesmo
que tenham comprado a força de trabalho por um preço que corresponde só a seis
horas de trabalho, fazem o trabalhador trabalhar o dia todo. Então, no produto criado durante esse dia, se
corporificam mais horas de trabalho do que as que o capitalista pagou, o que
faz o produto ter valor mais elevado do que o salário pago. A diferença é a
“mais-valia”, que fica para o capitalista.
Tomemos
um exemplo: suponhamos que um trabalhador possa tecer em seis horas cinco
quilos de algodão em fio, com o valor de três moedas. Suponhamos, também, que esse algodão tenha
custado vinte horas de trabalho para ser produzido e que, por isso, tem um
valor de dez moedas; suponhamos, ainda, que o capitalista tenha despendido, por
meio de sua máquina de tecer utilizada para estas seis horas de tecelagem, o
correspondente a quatro horas de trabalho, que representam um valor de duas moedas.
Assim, o valor total dos meios de produção consumidos na tecelagem (algodão +
máquina de tecer) equivalerá a doze moedas, correspondentes a vinte e quatro
horas de trabalho. Se acrescentarmos a
isso as seis horas do trabalho de tecelagem, o tecido pronto será pois, no
total, produto de trinta horas de trabalho, e terá, por isso, valor de quinze moedas.
Se o capitalista deixar o trabalhador
trabalhar apenas seis horas por dia, a produção do fio vai custar-lhe 15 moedas:
10 pelo algodão, 2 pelo gasto dos instrumentos, 3 em salário. Não existe mais-valia.
Muito
diferente seriam as circunstâncias se este mesmo capitalista fizesse o
trabalhador cumprir 12 horas diárias. Nestas 12 horas, o trabalhador
processaria 10 quilos de algodão, nos quais já teriam sido corporificadas,
anteriormente, 40 horas de trabalho, com um valor de 20 moedas. Os instrumentos teriam consumido o produto de
8 horas de trabalho, no valor de 4 moedas, mas o trabalhador acrescentaria ao
material bruto um dia de 12 horas de trabalho, ou seja, faria surgir um valor
adicional de 6 moedas. As despesas do
capitalista — 20 moedas pelo algodão, 4 moedas pelo gasto dos instrumentos, e
3 pelo salário — somariam apenas 27 moedas. Iria, então, sobrar uma “mais-valia”
de 3 moedas.
Portanto,
para Marx, a mais-valia é uma consequência do fato de o capitalista fazer o
trabalhador trabalhar para ele sem pagamento durante uma parte do dia. O dia de trabalho se divide, assim, em duas
partes: na primeira, o “tempo de trabalho necessário”, o trabalhador
produz seu próprio sustento, ou o valor deste; por essa parte do trabalho, ele
recebe o equivalente em forma de salário. Durante a segunda parte, o “superávit em
tempo de trabalho”, ele é “explorado”, e produz a
“mais-valia”, sem receber qualquer equivalente por ela.
Portanto, o capital não é apenas controle sobre o trabalho,
como diz Adam Smith. É essencialmente
controle sobre o trabalho não-pago. Toda
a mais-valia, seja qual for a forma em que vá se cristalizar mais tarde —
lucro, juro, renda etc. — é, substancialmente, materialização de trabalho não pago.
O segredo da autovalorização do capital
reside no controle que exerce sobre determinada quantidade de trabalho alheio
não pago.
Marx
escolheu um método de análise defeituoso
Alguém
que busque uma verdadeira fundamentação da tese em questão poderá encontrá-la por
meio de dois caminhos naturais: o empírico e o psicológico. O primeiro caminho nos leva a simplesmente
examinar as condições de troca entre mercadorias, procurando ver se nelas se
espelha uma harmonia empírica entre valor de troca e gasto de trabalho. O outro — com uma mistura de indução e
dedução muito usada em nossa ciência — nos leva a analisar os motivos
psicológicos que norteiam as pessoas nas trocas e na determinação de preços, ou
em sua participação na produção. Da
natureza dessas condições de troca poderíamos tirar conclusões sobre o
comportamento típico das pessoas. Assim,
descobriríamos, também, uma relação entre preços regularmente pedidos e
aceitos, de um lado, e a quantidade de trabalho necessária para produzir
mercadorias de outro. Mas Marx não
adotou nenhum desses dois métodos naturais de investigação. É muito interessante constatar, em seu
terceiro volume, que ele próprio sabia muito bem que nem a comprovação dos
fatos nem a análise dos impulsos psicológicos que agem na
“concorrência” teriam bom resultado para a comprovação de sua tese.
Marx
opta por um terceiro caminho de comprovação, aliás, um caminho bastante
singular para esse tipo de assunto: a prova puramente lógica, uma dedução
dialética tirada da essência da troca.
Marx
já havia encontrado no velho Aristóteles que “a troca não pode existir sem
igualdade, e a igualdade não pode existir sem a comensurabilidade”. Marx adota esse pensamento. Ele imagina a troca de duas mercadorias na
forma de uma equação, deduz que nas duas coisas trocadas — portanto igualadas
— tem de existir “algo comum da mesma grandeza”, e conclui
propondo-se a descobrir o que é essa coisa em comum, à qual as coisas
equiparadas podem ser reduzidas como valores de troca.
Fatos
que antecedem uma troca devem evidenciar antes desigualdade do que igualdade
Gostaria
de intercalar aqui um comentário. Mesmo
a primeira pressuposição — a de que na troca de duas coisas existe uma
“igualdade” das duas, igualdade essa que se manifesta, o que, afinal,
não significa grande coisa — me parece um pensamento muito pouco moderno e
também muito irrealista, ou, para ser bem claro, muito precário. Onde reinam igualdade e equilíbrio perfeitos
não costuma surgir qualquer mudança em relação ao estado anterior. Por isso, quando no caso da troca tudo termina
com as mercadorias trocando de dono, é sinal de que esteve em jogo alguma
desigualdade ou preponderância que forçou a alteração.
Exatamente
como as novas ligações químicas que surgem a partir da aproximação entre
elementos de corpos: muitas vezes o “parentesco” químico entre os
elementos do corpo estranho aproximado não é forte, mas é mais forte do que o
“parentesco” existente entre os elementos da composição anterior. De fato, a moderna ciência econômica é unânime
em dizer que a antiga visão escolástico-teológica
da “equivalência” de valores que se trocam é incorreta. Mas não darei maior importância a esse
assunto, e volto-me agora ao exame crítico daquelas operações lógicas e
metódicas através das quais o trabalho termina por surgir como aquela coisa em
“comum” à qual as coisas equiparadas se poderiam reduzir.
Método
intelectual errôneo de Marx
Para
a sua busca desse algo em “comum” que caracteriza o valor de troca,
Marx procede da seguinte maneira: coteja as várias características dos objetos
equiparados na troca e, depois, pelo método de eliminação das diferenças,
exclui todas as que não passam nessa prova, até restar, por fim, uma única
característica, a de ser produto de trabalho.
Conclui, então, que seja esta a característica comum procurada.
É
um procedimento estranho, mas não condenável. É estranho que, em vez de testar a
característica de modo positivo — o que teria levado a um dos dois métodos
antes comentados, coisa que Marx evitava –, ele procure convencer-se, pelo
processo negativo, de que a qualidade buscada é exatamente aquela, pois nenhuma
outra é a que ele procura, e a que ele procura tem de existir. Esse método pode levar à meta desejada quando
é empregado com a necessária cautela e integridade, ou seja, quando se tem,
escrupulosamente, o cuidado necessário para que entre realmente, nessa peneira
lógica, tudo o que nela deve entrar para que depois não se cometa engano em
relação a qualquer elemento que porventura fique excluído da peneira.
Mas
como procede Marx?
Desde
o começo, ele só coloca na peneira aquelas coisas trocáveis que têm a
característica que ele finalmente deseja extrair como sendo a
“característica em comum”, deixando de fora todas as outras que não a
têm. Faz isso como alguém que, desejando
ardentemente tirar da urna uma bola branca, por precaução coloca na urna apenas
bolas brancas. Ele limita o campo da sua
busca da substância do valor de troca às “mercadorias”. Esse conceito, sem ser cuidadosamente
definido, é tomado como mais limitado do que o de “bens” e se limita
a produtos de trabalho, em oposição a bens naturais. Consequentemente, fica
óbvio que, se a troca realmente significa uma equiparação que pressupõe a
existência de algo “comum da mesma grandeza”, esse “algo
comum” deve ser procurado e encontrado em todas as espécies de bens
trocáveis: não só nos produtos de trabalho, mas também nos dons da natureza,
como terra, madeira no tronco, energia hidráulica, minas de carvão, pedreiras,
jazidas de petróleo, águas minerais, minas de ouro etc.[1]
Excluir,
na busca do algo “comum” que há na base do valor de troca, aqueles
bens trocáveis que não sejam bens de trabalho é, nessas circunstâncias, um pecado
mortal metodológico. É como se um físico
que quisesse pesquisar o motivo de todos os corpos terem uma característica
comum, como o peso, por exemplo, selecionasse um só grupo de corpos, talvez o
dos corpos transparentes, e, a seguir, cotejasse todas as características
comuns aos corpos transparentes, terminando por demonstrar que nenhuma das
características — a não ser a transparência — pode ser causa de peso, e
proclamasse, por fim, que, portanto, a transparência tem de ser a causa do
peso.
A
exclusão dos dons da natureza (que certamente jamais teria ocorrido a
Aristóteles, pai da ideia da equiparação na troca) não pode ser justificada,
principalmente porque muitos dons naturais, como o solo, são dos mais
importantes objetos de fortuna e comércio. Por outro lado, não se pode aceitar
a afirmação de que, em relação aos dons naturais, os valores de troca são
sempre casuais e arbitrários: não só existem preços eventuais para produtos de
trabalho, como também, muitas vezes, os preços de bens naturais revelam
relações nítidas com critérios ou motivos palpáveis. É conhecido que o preço de compra de terras
constitui um múltiplo da sua renda segundo a porcentagem de juro vigente. É também certo que, se a madeira no tronco ou
o carvão na mina obtêm um preço diferente, isso decorre da variação de
localização ou de problemas de transporte e não do mero acaso.
Marx
se exime de justificar expressamente o fato de haver excluído do exame anterior
parte dos bens trocáveis. Como tantas
vezes, também aqui sabe deslizar sobre partes espinhosas de seu raciocínio com
uma escorregadia habilidade dialética: ele evita que seus leitores percebam que
seu conceito de “mercadoria” é mais estreito do que o de “coisa
trocável”. Para a futura limitação
no exame das mercadorias, ele prepara com incrível habilidade um ponto de
contato natural, através de uma frase comum, aparentemente inofensiva, posta no
começo do seu livro: “A riqueza das sociedades em que reina a produção
capitalista aparece como uma monstruosa coleção de mercadorias.” Essa afirmação é totalmente falsa se
entendermos o termo “mercadoria” no sentido de produto de trabalho, que o
próprio Marx lhe confere mais tarde. Pois
os bens da natureza, incluindo a terra, são parte importante e em nada
diferente da riqueza nacional. Mas o
leitor desprevenido facilmente passa por essas inexatidões, porque não sabe que
mais tarde Marx usará a expressão “mercadoria” num sentido muito mais
restrito.
Aliás,
esse sentido também não fica claro no que se segue a essa frase. Ao contrário, nos primeiros parágrafos do
primeiro capitulo fala-se alternadamente de “coisa”, de “valor
de uso”, de “bem” e de “mercadoria”, sem que seja
traçada uma distinção nítida entre estes termos. ”
A
utilidade de uma coisa”, escreve ele na p. 10, “faz dela um valor de
uso”. “A mercadoria. . . é um valor de uso ou bem”. Na p. 11,
lemos: “o valor de troca aparece… como relação quantitativa… na qual
valores de uso de uma espécie se trocam por valorem de uso de outra.”
Note-se
que aqui se considera primordialmente no fenômeno do valor de troca também a
equação ‘valor de uso = bem’. E com a
frase “examinemos a coisa mais de perto”, naturalmente inadequada
para anunciar o salto para outro terreno, mais estreito, de análise, Marx
prossegue: “Uma só mercadoria, um
‘moio’ de trigo, troca-se nas mais diversas proporções por outros
artigos.” E ainda: “tomemos
mais duas mercadorias” etc. Aliás,
nesse mesmo parágrafo ele volta até com a expressão “coisas”, e logo
num trecho muito importante, em que diz que “algo comum da mesma grandeza
existe em duas coisas diferentes” (que são equiparadas na troca).
A
falácia de Marx consiste em uma seleção tendenciosa de evidências
No
entanto, na p. 12, Marx prossegue na sua busca do “algo comum” já
agora apenas para o “valor de troca das mercadorias”, sem chamar a
atenção, com uma palavra que seja, para o fato de que isso estreitará o campo
de pesquisa, direcionando-o para apenas uma parcela das coisas trocáveis.
Logo
na página seguinte (p. 13), ele abandona de novo essa limitação, e a conclusão,
a que há pouco havia chegado para o campo mais restrito das mercadorias, passa
a ser aplicada ao círculo mais amplo dos valores de uso dos bens. “Um
valor de uso ou bem, portanto, só tem um valor, na medida em que o trabalho humano
abstrato se materializa ou se objetiva nele!”
Se,
no trecho decisivo, Marx não houvesse limitado sua pesquisa aos produtos de
trabalho, mas tivesse também procurado o “algo comum” entre os bens
naturais trocáveis, ficaria patente que o trabalho não pode ser o elemento
comum. Se Marx houvesse estabelecido
essa limitação de maneira clara e expressa, tanto ele quanto seus leitores
infalivelmente teriam tropeçado nesse grosseiro erro metodológico. Teriam sorrido desse ingênuo artifício,
através do qual se “destila”, como característica comum, o fato de
“ser produto de trabalho”, pesquisando num campo do qual antes foram
indevidamente retiradas outras coisas trocáveis que, embora comuns, não são
“produto do trabalho”.
Só
seria possível lançar mão deste artifício da maneira como o fez — ou seja,
sub-repticiamente — com uma dialética ríspida, passando bem depressa pelo
ponto espinhoso da questão. Expresso
minha admiração sincera pela habilidade com que Marx apresentou de maneira
aceitável um processo tão errado, o que, sem dúvida, não o exime de ter sido
inteiramente falso.
Continuemos.
Por
meio do artifício acima descrito, Marx conseguiu colocar o trabalho no
jogo. Através da limitação artificial do
campo de pesquisa, o trabalho se tomou a característica “comum”. No entanto, além dele, há outras
características que deveriam ser levadas em conta, por serem comuns. Como afastar essas concorrentes?
Marx
faz isso por meio de dois raciocínios, ambos muito breves, e ambos contendo um
gravíssimo erro de lógica
No
primeiro, Marx exclui todas as “características geométricas, físicas,
químicas ou quaisquer outras características naturais das mercadorias”. Isso porque “suas características físicas
só serão levadas em conta na medida em que as tornam úteis, portanto as
transformam em valores de uso. Mas por
outro lado, a relação de troca das mercadorias aparentemente se caracteriza
pela abstração de seus valores de uso”. Pois “dentro dela (da relação de troca)
um valor de uso cabe tanto quanto outro qualquer, desde que exista aí em
proporção adequada”.
O
que diria Marx do argumento que segue? Em um palco de ópera, três cantores, todos
excelentes — um tenor, um baixo e um barítono –, recebem, cada um, um salário
de 20.000 moedas por ano. Se alguém
perguntar qual é a circunstância comum que resulta na equiparação de seus
salários, respondo que, quando se trata de salário, uma boa voz vale tanto
quanto outra: uma boa voz de tenor vale tanto quanto uma boa voz de baixo, ou
de barítono, o que importa é que a proporção seja adequada. Assim, por poder ser,
“aparentemente”, afastada da questão salarial, a boa voz não pode ser
a causa comum do salário alto.
É
claro que tal argumentação é falsa. É
igualmente claro também que é incorreta a conclusão a que Marx chegou, e que foi
por mim aqui transcrita. As duas sofrem
do mesmo erro. Confundem a abstração de
uma circunstância em geral com a abstração das modalidades específicas nas
quais essa circunstância aparece. Em
nosso exemplo, o que é indiferente para a questão salarial é apenas a
modalidade específica da boa voz, ou seja, se se trata de voz de tenor, baixo
ou barítono. Mas não a boa voz em si.
Da
mesma forma, para a relação de troca das mercadorias, abstrai-se da modalidade
específica sob a qual pode aparecer o valor de uso das mercadorias, quer sirvam
para alimentação, quer sirvam para moradia ou para roupa. Mas não se pode abstrair do valor de uso em si. Marx deveria ter deduzido
que não se pode fazer abstração desse último, pelo fato de que não existe valor
de troca onde não há valor de uso. Fato
que o próprio Marx é forçado a reconhecer repetidamente.[2]
Mas
coisa pior acontece com o passo seguinte dessa cadeia de argumentação. “Se abstrairmos do valor de uso das
mercadorias”, diz Marx textualmente, “resta-lhes só mais uma
característica: a de serem produtos de trabalho”. Será mesmo? Só mais uma característica? Acaso bens com valor de troca não têm, por
exemplo, outra característica comum, qual seja, a de serem raros em relação à
sua oferta? Ou de serem objetos de
cobiça e de procura? Ou de serem ou
propriedade privada ou produtos da natureza?
E
ninguém diz melhor nem mais claramente do que o próprio Marx que as mercadorias
são produtos tanto da natureza quanto do trabalho: Marx afirma que “as
mercadorias são combinação de dois elementos, matéria-prima e trabalho”, e
conclui dizendo que “o trabalho é o pai (da riqueza) e a terra é sua
mãe”.
Por
que, pergunto eu, o princípio do valor não poderia estar em qualquer uma dessas
características comuns, tendo de estar só na de ser produto de trabalho? Acresce que, a favor dessa última hipótese,
Marx não apresenta qualquer tipo de fundamentação positiva. A única razão que apresenta é negativa, pois
diz que o valor de uso, abstraído, não é princípio de valor de troca. Mas essa argumentação negativa não se aplica,
com igual força, a todas as outras características comuns, que Marx ignorou?
E
há mais ainda! Na mesma p. 12, em que Marx abstraiu da
influência do valor de uso no valor de troca, argumentando que um valor de uso
é tão importante quanto qualquer outro, desde que exista em proporção adequada,
ele nos diz o seguinte sobre o produto de trabalho:
Mas também o produto de trabalho já se transformou em
nossas mãos. Se abstrairmos do seu valor
de uso, abstrairemos também dos elementos materiais e das formas que o tornam
valor de uso. Ele já não será mesa, casa
ou fio, ou outra coisa útil. Todas as
suas características sensoriais serão eliminadas. Ele não será produto de trabalho em
marcenaria, construção ou tecelagem, ou outro trabalho produtivo. O caráter utilitário dos trabalhos
corporificados nos produtos de trabalho desaparece se desaparecer o caráter
utilitário destes produtos de trabalho, da mesma forma que desaparecem as
diversas formas concretas desse trabalho: elas já não se distinguem; são
reduzidas a trabalho humano igual, a trabalho humano abstrato.
Será
que se pode dizer, de modo mais claro e explícito, que, para a relação de
troca, não apenas um valor de uso, mas uma espécie de trabalho, ou produto de
trabalho, “vale tanto quanto qualquer outro, desde que exista na proporção
adequada”? E que se pode aplicar ao
trabalho exatamente o mesmo critério em relação ao qual Marx antes pronunciou
seu veredito de exclusão contra o valor de uso? Trabalho e valor de uso têm, ambos, um aspecto
quantitativo e outro qualitativo. Assim
como o valor de uso é qualitativamente diverso em relação a mesa, casa ou fio,
assim também são qualitativamente diferentes os trabalhos de marcenaria, de
construção ou de tecelagem. Por outro
lado, trabalhos de diferentes tipos podem ser diferenciados em função de sua
quantidade, enquanto é possível comparar valores de uso de diferentes tipos
segundo a magnitude do valor de uso. É
absolutamente inconcebível que circunstâncias idênticas levem, ao mesmo tempo,
à exclusão de alguns elementos e à aceitação de outros!
Se,
por acaso, Marx houvesse alterado a sequência de sua pesquisa, teria excluído o
trabalho com o mesmo raciocínio com que exclui o valor de uso. Com o mesmo raciocínio com que premiou o
trabalho, proclamaria, então, que o valor de uso, por ser a única
característica que restou, é aquela característica comum tão procurada. A partir daí poderia explicar o valor como uma
“cristalização do valor de uso”.
Creio
que se pode afirmar, não em tom de piada, mas a sério, que nos dois parágrafos
da p. 12 onde se abstrai, no primeiro, a influência do valor de uso e se
demonstra, no segundo, que o trabalho é o “algo comum” que se
buscava, esses dois elementos poderiam ser trocados entre si sem alterar a
correção lógica externa. E que, sem
mudar a estrutura da sentença do primeiro parágrafo, se poderia substituir
“valor de uso” por “trabalho e produtos de trabalho”, e na
estrutura da segunda colocar, em lugar de “trabalho”, o “valor
de uso”!
Assim
é a lógica e o método com que Marx introduz em seu sistema o princípio
fundamental de que o trabalho é a única base do valor. Julgo totalmente impossível que essa ginástica
dialética fosse a fonte e a real justificativa da convicção de Marx. Um
pensador da sua categoria — e considero-o um pensador de primeiríssima ordem –,
caso desejasse chegar a uma convicção própria, procurando com olhar imparcial a
verdadeira relação das coisas, jamais teria partido por caminhos tão tortuosos
e antinaturais. Seria impossível que ele
tivesse, por mero e infeliz acaso, caído em todos os erros lógicos e
metodológicos acima descritos, obtendo, como resultado não conhecido nem
desejado, essa tese do trabalho como única fonte de valor.
Creio
que a situação real foi outra. Não
duvido de que Marx estivesse sinceramente convencido de sua tese. Mas os motivos de sua convicção não são
aqueles que estão apresentados em seus sistemas. Ele acreditava na sua tese como um fanático
acredita num dogma. Sem dúvida, foi dominado
por ela por causa das mesmas impressões vagas, eventuais, não bem controladas
pelo intelecto, que antes dele já tinham desencaminhado Adam Smith e David Ricardo,
e sob influência dessas mesmas autoridades. E ele, certamente, jamais alimentou a menor
dúvida quanto à correção dessa tese. Seu
princípio tinha, para ele próprio, a solidez de um axioma. No entanto, ele teria de prová-lo aos
leitores, o que não conseguiria fazer nem empiricamente nem segundo a
psicologia que embasa a vida econômica.
Voltou-se,
então, para essa especulação lógico-dialética que estava de acordo com sua
orientação intelectual. E trabalhou, e
revolveu os pacientes concertos e premissas, com uma espécie de admirável destreza,
até obter realmente o resultado que desejava e que já de antemão conhecia, na
forma de uma conclusão externamente honesta.
Conforme
vimos acima, Marx teve pleno sucesso nessa tentativa de fundamentar
convincentemente sua tese, enveredando pelos caminhos da dialética. Mas será
que teria obtido algum amparo se tivesse seguido aqueles caminhos específicos
que evitou, ou seja, o empírico e o psicológico?
Leia também: A teoria marxista da exploração e a realidade
[1] Karl Knies
objeta com muito acerto contra Marx: “Na exposição de Marx não há nenhum motivo
pelo qual a equação 1 “moio” de trigo = x quintais de madeira
produzida na floresta não permita uma segunda equação, também válida, que diga:
1 “moio” de trigo = w quintais de madeira virgem = y acres de terra
virgem = z acres de terra cultivada com prados naturais.” (Das Geld, Iª
ed. p. 121;1 2ª ed p. 157).
[2] Por
exemplo, na p. 15, final: “Por fim, nenhuma coisa pode ter valor sem ser
objeto de uso. Se for inútil, o trabalho nela contido será inútil, não valerá
como trabalho (sic!), e por isso não constituirá valor.”
Já Karl Knies chamara atenção para o erro lógico do
texto. Veja-se Das Geld, Berlim, 1873, p. 123 ss. (2ª ed. p. 160 ss).
Estranhamente, Adler (Grundlagen der Karl Marxschen Kritik, Tübingen, 1887, p.
211 ss) entendeu mal meu argumento, quando me censura dizendo que “boas
vozes” não são mercadorias no sentido marxista. Para mim, não se tratava
de considerar “boas vozes” como bens econômicos, segundo a lei
marxista de valor, mas sim de dar o exemplo de um silogismo que revela o mesmo
erro de Marx. Eu poderia muito bem escolher outro exemplo, que não tivesse
nenhuma relação com o terreno econômico. Por exemplo, poderia ter demonstrado
que, segundo a lógica marxista, o “algo comum” está em haver colorido
em sabe-Deus-o-quê, mas não em haver uma mistura de várias cores. Pois uma
mistura de cores — por exemplo, branco, azul, amarelo, preto, violeta — vale
para a qualificação “colorido” o mesmo que a mistura de verde,
vermelho, laranja, azul etc., desde que as cores apareçam em proporção adequada.
Portanto, vamo-nos abstrair, no momento, das cores e das misturas de cor!
É interessante ver como Böhm-Bawerk é generoso com Marx. Ele poderia ter afirmado que o modo de proceder do autor do Capital revela desonestidade intelectual diante de sofismas tão evidentes. Certamente é impossível que Marx acreditasse em pressupostos tão precários, mas Böhm-Bawerk prefere atribuir isso a força das errôneas conclusões que fazem com que até grandes pensadores se valham de argumentos falaciosos. Não sei se estou de acordo com isso; não conheço nenhum outro reconhecido grande pensador que tenha se valido de tantos sofismas (só nesses trechos citados por Böhm-Bawerk temos figurae dictionis, petitio principii, post hoc e generalização apressada). Em todo caso, essa deferência de Böhm-Bawerk só engrandece ainda mais o trabalho definitivo que escreveu sobre a teoria do valor-trabalho.
Eu diria que é uma grande ação educativa do IMB publicar esses textos, mas acho que os marxistas de hoje não tem capacidade nem vontade para ler Marx; muito menos probidade intelectual para se render à boa lógica. Mas, se não vale para eles, para nós como um fantástico exercício intelectual.
O autor e seus seguidores são filhos do socialismo real cujas existências e pensamentos já foram por Engels previstos. Representais a morte do sonho de um mundo melhor e vosso radicalismo contra-revolucionário, em outras gerações, manifestar-se-ia na defesa convicta dos ideais igualitários; entretanto, a corrupção e a deturpação do experimento soviético por parte do maquinário ideológico midiático capitalista e pela burocracia socialista já lhes servira como névoa escura, abraçando-a em sua mais conservadora essência.
Sois os filhos perfeitos do pós-modernismo. Forma carnal de uma sociedade sem esperança, manifestação desavergonhada e respeitavelmente legítima do pensamento burguês. Não por mais incontáveis décadas os jovens da elite unir-se-ão às fileiras da causa social; agora retornarão a representar os ideais de sua classe. A era dos pioneiros exaustos da reprodução capitalista morre em cada cientista reacionário que ronda as redes sociais. A elite dominadora dos meios de produção há de sair das sombras em breve, exacerbando a fartura de argumentos individualistas a protegê-los. Não mais se prometerá o futuro, os jovens abraçarão perdidamente o passado e condenarão o progresso social.
E a história há de prosseguir. Jamais haverá revolução quando o alicerce intelectual da vanguarda nascera pintado de vermelho. Espero ainda ver em minha humilde vida a grandeza de vossa ascensão individualista bawerkiana e a eventual catástrofe que sofrerá o proletariado após a abolição repentina das esmolas burguesas em prol da absoluta e predatória mais-valia. E assim veremos, sobre as pilhas de ódio acumulado, inveja justa, rancor, destruição e ira classista, a revolução por todos aguardada; o socialismo surreal, a originalíssima ordem do povo, inconcebível às castas hoje formadas.
Formar-se-á um mundo lindo. Porém, para tanto, sigamos a assistir à dialética hegeliana tomando forma com a ascensão do pensamento classista no Brasil e a justificativa burguesa da miséria que ainda assombra inúmeros.
Não obstante, a revolução há de acontecer e a história como prevista por Hegel está a se repetir. Vossa ascensão e renascimento foram preconizadas por todos os historiadores marxistas.
Em breve, o ódio, a ira, a fome, a morte, a inveja justificada, a destruição, o medo e a doença de uma era de revoluções levará à formação de um mundo sem classes, como já profetizado pela teoria histórica marxista.
caro catedratico, a primeira coisa que acaba quando o socialismo toma conta é o papel higienico… rs rs rs
Quando encontro alguém que defende Marx me vejo tratando-o com a mesma surpresa que trataria alguém que defende que a Terra é quadrada.
São argumentações como a do autor que evidenciam que o sucesso do marxismo se deu pela atuação política de Marx. As inconsistências filosóficas da obra mostra que o marxismo não é uma ciência, mas um culto à personalidade.
Marx deixa claro que ele era um intelectual desonesto, seu vocabulário, seus escritos, que deveriam se comunicar justamente com seu público-alvo, o proletariado, torna-se inacessível a este, cabendo, portanto, aos socialistas de cobertura de triplex desvendar o que era o socialismo.
No fim, ninguém entendeu, e quando deu errado, disseram que aquilo não era marxismo, mas deixa mais do que evidente que marxismo é fundamentado em inveja, no sonho de tomar dos outros aquilo que conquistaram por suas próprias competências, num ambiente onde a criatividade, e consequentemente as diferenças, puderam agregar valor e avanço à humanidade, algo que Marx foi incapaz de fazer, não fosse o tesão por revolucionar e isso ter sido um mantra no manifesto comunista, suas ideias a muito já teriam recebido o total descrédito.
“O mais importante dentre os professores de Schumpeter foi outro ex-aluno de Menger: Eugen Von Bohm-Bawerk, que foi ministro das finanças da Áustria Imperial em três ocasiões antes de entrar para a faculdade em Viena. Voz impressionante em qualquer polêmica, Bohm-Bawerk brandia, segundo Schumpeter, um “bisturi afiado”. Tendo sido ele próprio marcado por suas incisões.
Schumpeter via nele “um temível debatedor, ao qual muitos adversários faziam o maior cumprimento que um homem pode receber: se eximir de enfrentá-lo.”
“O profeta da Inovação” – Thomas K. McCraw (biografia de Joseph Schumpeter)
[OFF] Gente, sou aluno de economia da UFRGS e todo mês recebo email da biblioteca do meu curso listando todos os novos livros do acervo. É uma tragédia! Quando não é um título keynesiano, é marxista. Só sobre como o estado deve resolver os problemas da população, ou os países desenvolvidos exploram os sub. Quanto aos livros libertários, procurei e só achei exemplares dos anos 1980 doados pelo Instituto Liberal, e já estão podres, comidos por cupim. Hayek, Mises, Bastiat, todos em deterioração. Vim aqui pra ver se o IMB não pode doar uma leva de livros novinhos em folha para equilibrar a situação acadêmica da faculdade. Desde já, grato.
Por favor, disponibilizem este texto o mais rápido possível para: Forças Armadas, militares em geral, canais de notícias, redes sociais, para emails de todos se puderem, inclusive deixem nas ver que estão em cópia (canais de tv’s, jornais, etc). Façam cartazer, imprimam, entreguem até onde puderem. E se preparem para proteger a vossas famílias, pois TODOS nós somos responsáveis pelo nosso lar.
No dia de 1964, o povo brasileiro gritou, e foi atendido. Que façamos o mesmo, pois pelo que é visto, não “existe” nação no MUNDO, que não queira nosso Brasil. Prisão aos socialistas e comunistas já.
Assunto: Farça – Não existem 6 mil médicos em Cuba! Quem virá para o Brasil?
Fontes: Várias
Que Deus ti abençoe, nos abençoe, e proteja.
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Não existem 6 mil médicos em Cuba! Quem virá para o Brasil?
Segurança Nacional em perigo
(Aos militares, Forças Armadas, e ao querido povo brasileiro)
Atenção ao número. Cuba é um país muito pequeno.
Existem apenas DUAS Universidades de Medicina em Cuba. La Habana: Forma em média 200 médicos por ano. Elam – Escuela Latino Americana de Medicina: Forma em média 100 médicos por ano
Para ajuntar 6 mil médicos, seriam necessários todos os médicos formados nos últimos 20 anos, que teriam de estar disponíveis para vir trabalhar no Brasil. 6 mil diplomas estão sendo disponibilizados para agentes da ditadura da família Castro para formar células revolucionárias no Brasil
Abusando da desculpa de que o Brasil precisa de pelo menos seis mil profissionais de saúde para atender a população em áreas e regiões carentes, o governo Dilma-Lula vai promover o seu "maior assalto" a soberania brasileira.
Esta decisão foi tomada pelo Foro de São Paulo, na reunião realizada em Havana. A cúpula da esquerda na América Latina e Caribe resolveu que é hora de o Brasil acelerar o tal "salto ao socialismo", pela via da propaganda.
O "comercial" televisivo do PT, nas inserções eleitoreiras da televisão, a ofensiva da mentirosa Comissão da Verdade (para intimidar os militares como guardiões da soberania) e os ataques diretos ao Poder Judiciário e agora a promessa de contratar "médicos" cubanos fazem parte do pacote "ideocrático".
Já ficou definido que a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) – um dos órgãos multilaterais da Nova Ordem Mundial – vai gerenciar a contratação dos médicos cubanos para o Brasil.
O Ministério da Educação e o Ministério da Saúde já têm um esquema montado para validar os diplomas dos médicos cubanos. De imediato, os cubanos que vierem para cá numa primeira leva ganham uma "validação provisória". Um acordo neste sentido já foi selado entre o chanceler brasileiro Antônio Patriota e seu "companheiro" cubano Bruno Rodriguez.
O Brasil não precisaria importar médicos. Nossas 197 escolas de medicina (Cuba somente tem 02, não existem 6.000 médicos em um país tão pequeno) formam, anualmente, uma média de 16 mil médicos.
Qual a melhor maneira de infiltrar guerrilheiros cubanos em nosso território sem combate, sem defesa, e em locais onde a ação do Estado brasileiro é deficiente, ou mesmo ausente? Qual a melhor maneira para doutrinar grupos como o MST, por exemplo, do que infiltrar instrutores de guerrilha em seu meio, disfarçados de médicos?
Sabe-se que por via de combate, os mesmos não conseguiriam. Tentaram fazer em 1964, e tentarão mais uma vez.
O Partido dos Trabalhadores (PT), esta se preparando para a cubanização do Brasil – Colonização
Assim como fizeram na Venezuela, está em processo meio-fim na Colômbia, e no Chile, e estão preparando o Brasil para ser o próximo.
Com a Comissão da "Verdade", estão demonizando quem salvou o Brasil em 1964, da ditadura comunista + socialista.
Os únicos presidentes que tiveram voz ativa na condução de seus mandatos, e cuidaram do país, foram os militares eleitos pelo povo Sr. Eurico Gaspar Dutra e outros não citados aqui. Os demais tentam desde sempre, entregar nossa soberania através da conduta diplomática, já que através da guerra sabem que as Forças Armadas brasileira tem a competência necessária para proteger o vasto território brasileiro.
O próximo passo do PT é aprovar as PEC's, que se aprovadas, destruirá a constituição brasileira. Que faça valer a moral, dignidade, honra e patriotismo nestas horas.
À FAMÍLIA MILITAR BRASILEIRA.
Por Dra. Marli Nogueira
Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das Forças Armadas e sobre a relutância dos governos de FHC e de Lula em reajustar dignamente os salários dos militares.
O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a incidência em negar os reajustes salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem comprometer a dignidade de sua existência.
Mas, depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita seriedade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade.
A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os milhões (ou bilhões?) de reais que se desviaram dos cofres públicos para os ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas CPIs em andamento no Congresso Nacional.
O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissíveis entre a PM e as Forças Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte pagadora – a União – visa criar uma situação constrangedora para os que integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar todas as Polícias.
Militares do país, consideradas forças auxiliares e reserva do Exército (art. 144, §6º, da Constituição Federal).
Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você, leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças Armadas e os militares, a ponto de o presidente da República sequer receber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucederam. Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo:
1) Porque esses políticos (assim como os formadores de opinião), que falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o Brasil – suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para os seus problemas – e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades. Já os políticos profissionais – salvo exceções cada vez mais raras – passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor idéia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por completo suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pretendem governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o assunto. Sua única preocupação é ficar rico o mais rápido possível e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstrações de luxo e ostentação.
2) Porque eles sabem que durante a ditadura militar havia projetos para o país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que, aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.
3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas existentes. Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.
4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego, índice de pobreza, etc.
5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no trabalho, mesmo entre seus pares. E esses políticos por certo não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio desperdício e a sua própria incompetência.
6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras difíceis o de conceitos abstratos para enganá-lo.
7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo sabendo que não jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto, jamais lhes passou pela cabeça pleitear.
8) Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.
9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que nababescamente com o dinheiro público.
10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem que deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.
11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a guerra, onde ordens emanadas se cumpridas de forma equivocada podem significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota na batalha.
12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.
13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira pela janela ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio.
14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outros a suportar as agruras de locais desconhecidos – e muitas vezes inóspitos -, além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua cidade natal.
15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma e o conteúdo.
16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que, com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de campanha.
17) Porque eles sabem que para os militares, o dinheiro é um meio, e não um fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil – e não de atos meritórios – o seu instrumento de convencimento a uma população em grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à corrupção.
18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos governos militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo por inteiro.
19) Porque eles sabem que os militares passam a vida estudando e praticando, no seu dia-a-dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado.
20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas.
21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida) acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a democracia, e que por dá cá aquela palha estão sempre dispostos a perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país.
22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de Estado espertamente camuflado de democracia (o que vem enfim revelar e legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo povo brasileiro.
Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.
23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutavam pela democracia, quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos sempre foi – e continua sendo – o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquela que eles afirmam ter combatido.
24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre enxergou a inegável competência dos governos da ditadura, graças aos quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim, com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos.
25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus pendores nada democráticos.
26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem tendências para golpes, só interferem – como em 1964 – quando o povo assim o exige.
27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas são um estorvo para quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.
28) Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de nossos problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de nossos governantes e políticos profissionais.
29) Porque sabendo que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.
30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e às Forças Armadas – por maiores que sejam seus defeitos e limitações – não tem respaldo na verdade histórica que um dia há de aflorar.
Juíza Dra. Marli Nogueira, Juíza do Trabalho em Brasília.
Abraços a todos da família militar.
PT para não perder seu intento, está trazendo 6 mil guerrilheiros cubanos, mas antes, é necessário destruir as forças armadas. Somente assim, eles conseguiriam implantar a ditadura que tanto sonharam.
Reação militar leva governo a descartar, ao menos na promessa, que não deseja rever Lei de Anistia
O brado retumbante dos militares da ativa e da reserva, nos bastidores e nas redes sociais, levou a turma da ex-guerrilheira Dilma Rousseff a negar que pretenda revogar a Lei de Anistia de 1979. Pelo menos na retórica das pretensas boas intenções. Ontem, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, deu uma conveniente parada no discurso revanchista da Comissão da (Meia) Verdade para assegurar que o governo não pretende enviar projeto de lei ao Congresso para rever a anistia.
Integrantes da CV sempre disseram o contrário do ministro. O presidente da comissão, sociólogo Paulo Sérgio Pinheiro, sempre defendeu que a Lei de Anistia deveria ser derrubada, para que o Brasil se adequasse ao poder legislador de organismos multilaterais da Nova Ordem Mundial – como a Comissão de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos). No fundo, a verdadeira intenção tática do revanchismo é sempre desmoralizar os militares para enfraquecê-los como guardiões da soberania nacional que o globalitarismo sempre combate.
A chamada esquerda revolucionária fracassou na luta armada para implantar o comunismo no Brasil. Mas foi bem sucedida na batalha política e psicossocial que manchou a imagem democrática dos militares. A intenção esquerdista sempre foi atacar as Forças Armadas. Basta lembrar a declaração do guerrilheiro Carlos Mariguella, em 1966: "O Exército Brasileiro terá de ser derrotado e destruído por ser o poder armado da classe dominante".
Ontem, o José Eduardo Cardozo voltou a lembrar que a CV está cumprindo muito bem o seu papel. Segundo o ministro, a comissão não tem competências legais punitivas. Cardozo até reiterou que o Supremo Tribunal Federal já decidiu em 2010, por 7 votos a 2, que não cabe rever a Lei de Anistia – conforme deseja a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Cardozo até fez média: "Uma vez fixada pelo Supremo, a questão, do ponto de vista jurídico, está sacramentada e decidida".
Mesmo assim, a CV continua na balada revanchista de desconstruir a imagem das Forças Armadas. A nova tese fantasiosa (porém desmoralizante) é que a tortura é uma "política sistemática e orgânica" dos militares que se agravou após 1964. O ex-ministro da Justiça de FHC e membro bem remunerado da CV, José Gregori, prega que a tortura foi incorporada como método de interrogatório de toda pessoa que, para os militares, fosse suspeita de ameaçar o governo".
Os números (oficiais ou não) derrubam facilmente a "tese" da turma da CV. Eles apontam 437 mortos e desaparecidos pelo "Regime Militar". A CV só não deixa claro que, desse total, só se comprovam 293 vítimas. Além disso, a CV ignora, solenemente, as 119 pessoas assassinadas pelo terror revolucionário. Deste total, 59 foram inocentes civis – que nada tinham com o confronto da luta armada contra os militares. Também ignoram que, antes do AI-5 de 13 de dezembro de 1968, os que tentaram implantar o comunismo no Brasil já tinham assassinado 29 pessoas.
Em um exercício cínico e totalitário, a turma da CV quer execrar publicamente apenas os militares e demais agentes do Estado. Em nenhum momento falam em pedir punição ou processos civis de reconhecimento contra os assassinatos cometidos pelos terroristas da Luta Armada que queria implantar o socialismo ou coisa totalitariamente parecida no Brasil, nos anos 60-70.
O atual recuo tático do governo Dilma só mostra que a recente reação dos militares – a partir do depoimento dado pelo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra no palco da CV – deixou os revanchistas e revisionistas da História com o rabinho em pé. Agora, a CV até mudou o procedimento de interrogatórios.
Não fará mais audiências abertas. Apenas fechadas – como a que foi sovieticamente submetido ontem o General Valmir Fonseca de Azevedo Pereira, presidente do Ternuma (terrorismo Nunca Mais), em Brasília, enquanto a CV comemorava seu primeiro ano de atividades.
Mais uma vez, fica evidente que o trabalho principal da CV é desmoralizar os militares. E não definir procedimentos legais para impedir que o Estado Brasileiro, em qualquer circunstância, desrespeite os Direitos Humanos – que são valores essenciais para qualquer sociedade civilizada (o que não é o caso da brasileira, onde o Governo do Crime Organizado dita as regras).
Que Deus nos guarde e proteja!
Não sei se já viram esse vídeo, é de um ex-KGB chamado Yuri Besmenov. Achei incrível como dá para ver o Brasil caminhando na direção que ele fala: conflitos de classes, de sindicatos, judicialização, disputas precisam de intermediário para resolução, perda de valores e violência.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=UdHABH90VYQ
uma das pessoas que melhor explicou a questão das desigualdades foi allan kardec, uma explicação simples porém bastante objetiva:
Desigualdade das Riquezas
8 – A desigualdade das riquezas é um dos problemas que em vão se procuram resolver, quando se considera apenas a vida atual. A primeira questão que se apresenta é a seguinte. Por que todos os homens não são igualmente ricos? Por uma razão muito simples: é que não são igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar. Aliás, é uma questão matematicamente demonstrada que, supondo-se feita essa repartição, o equilíbrio seria rompido em pouco tempo, em virtude da diversidade de caracteres e aptidões; que, supondo-a possível e durável, tendo cada um somente o necessário para viver, isso equivaleria ao aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e o bem-estar da humanidade; que, portanto, supondo-se que ela desse a cada um o necessário, desapareceria o estímulo que impulsiona as grandes descobertas e os empreendimentos úteis. Se Deus a concentra em alguns lugares, é para que dos mesmos ela se expanda, em quantidades suficientes, segundo as necessidades. Admitindo-se isto, pergunta-se por que Deus a concede a pessoas incapazes de fazê-la frutificar para o bem de todos. Essa é ainda uma prova da sabedoria e da bondade de Deus. Ao dar ao homem o livre arbítrio, quis que ele chegasse, pela sua própria experiência, a discernir o bem e o mal, de maneira que a prática do bem fosse o resultado dos seus esforços, da sua própria vontade. Ele não deve ser fatalmente levado a um nem ao outro, pois então seria um instrumento passivo e irresponsável como os animais. A fortuna é um meio de prová-lo moralmente; mas como, ao mesmo tempo, é um poderoso meio de ação para o progresso, Deus não quer que permaneça improdutiva, e é por isso que incessantemente a transfere. Cada qual deve possuí-la, para exercitar-se no seu uso e provar a maneira por que o sabe fazer. Como há a impossibilidade material de que todos a possuam ao mesmo tempo, e como, se todos a possuíssem, ninguém trabalharia, e o melhoramento do globo sofreria com isso: cada qual a possui por sua vez. Dessa maneira, o que hoje não a tem, já a teve no passado ou a terá no futuro, numa outra existência, e o que hoje a possui poderá não tê-la mais amanhã. Há ricos e pobres porque, Deus sendo justo, cada qual deve trabalhar por sua vez. A pobreza é para uns a prova da paciência e da resignação; a riqueza é para outros a prova da caridade e da abnegação. Lamenta-se, com razão, o triste uso que algumas pessoas fazem da sua fortuna, as ignóbeis paixões que a cobiça desperta, e pergunta-se se Deus é justo, ao dar a riqueza a tais pessoas. É claro que, se o homem só tivesse uma existência, nada justificaria semelhante repartição dos bens terrenos; mas, se em lugar de limitar sua vida ao presente, considerar-se o conjunto das existências, vê-se que tudo se equilibra com justiça. O pobre não tem, portanto, motivo para acusar a Providência, nem para invejar os ricos, e estes não o têm para se vangloriarem do que possuem. Se, por outro lado, estes abusam da fortuna, não será através de decretos, nem de leis suntuárias, que se poderá remediar o mal. As leis podem modificar momentaneamente o exterior, mas não podem modificar o coração: eis porque têm um efeito temporário e provocam sempre uma reação mais desenfreada. A fonte do mal está no egoísmo e no orgulho. Os abusos de toda espécie cessarão por si mesmos, quando os homens se dirigem pela lei da caridade.
Carlos Marcelo , isso não é previlégio da UFRGs, a UFRJ também me parece um antro de marxistas. É até difícil aguentar as aulas até o final pois é tanta besteira vinda da boca de professores. O mais triste é que muitos alunos compram os argumentos estúpidos que os professores cospem. Eu reamente gostaria que um liberal com capacidade de argumentação se inscrevesse num curso da UFRJ (tem um centro de estudos marxistas lá) e lá reduziria o professor a pó em plena sala de aula. Pena que não tenho essa capacidade intelectual e acabo ficando calado na minha e apenas acho graça das “piadas” contadas em sala de aula.
Abs
Se o trabalhador nunca ganha o mesmo que a sua produtividade marginal, se, por exemplo, um trabalhador que produz R$ 700 e ganha apenas R$ 500, não poderiamos dizer que esses R$ 200 extraídos são uma espécie de “mais valia”?
Perdão pelo off topic, mas gostaria de saber se alguém conhece a refutação de Reinaldo Carcanholo a Bohm-Bawerk, que por sua vez refutava a teoria marxista.
Sou um leigo admirador da Escola Austríaca, mas gostaria de saber se esse trabalho abaixo tem algum valor:
http://www.coptec.org.br/biblioteca/Outros/Artigos/Valor%20e%20Pre%E7o%20de%20Produ%E7%E3o%20-%20Reinaldo%20Carcanholo.pdf
gente, no livroA Teoria da Exploração do Socialismo-Comunismo, capitulo III, no corpo do texto tem 41 indicaçoes de notas de fim de capitulo, mas so tem 35 delas no final do capitulo.
so avisando. abraçao cordial.
“No primeiro, Marx exclui todas as “características geométricas, físicas, químicas ou quaisquer outras características naturais das mercadorias”. Isso porque “suas características físicas só serão levadas em conta na medida em que as tomam úteis, portanto as transformam em valores de uso. Mas por outro lado, a relação de troca das mercadorias aparentemente se caracteriza pela abstração de seus valores de uso”. Pois “dentro dela (da relação de troca) um valor de uso cabe tanto quanto outro qualquer, desde que exista aí em proporção adequada” (I, p. 12). “
O que Marx quer dizer com “proporção adequada”?
Queria realmente entender do que se trata estes “bens naturais” do que o autor fala, assim como o conceito de “escassez” quando sabemos que, dentro da teoria do valor trabalho há pleno espaço conceitual para ambos na medida em que uma “terra” não vale nada se não for produtiva (assim como não poderia ter valor se não contivesse previsão de produtividade), uma mina de carvão não tem valor se o carvão não for extraído, uma árvore nada vale se não for cortada e o ouro não pode ter valor se não for buscado. Também me pergunto como, num mercado aberto e complexo, poderiam todos os vendedores enganar uns aos outros quanto ao preço, ao trocarem suas úteis mercadorias. Não estariam eles ao final nivelando seus preços e, por fim, não obtendo vantagem alguma no nível do mercado (como diz Marx). Realmente, esta refutação não faz qualquer sentido.
O “valor de uso” como determinante do valor de troca não faz sentido pois existem coisas que, embora tenham valor de uso, não possuem valor de troca uma vez que não necessitam de trabalho para serem usufruídas. Por exemplo: embora o ar que respiremos seja muito útil, ninguém nunca poderá cobrar por ele já que respirar não é um esforço.O mesmo vale para a água, caso a tenhamos à mão, e para outros bens naturais, os quais não dispomos nos meios urbanos (e pagamos sua extração e transporte, portanto). Escassez, nesse sentido, nada mais é que uma maior quantidade de trabalho empenhada para a confecção/extração de um bem (e não tem a ver com o valor de uso da coisa). Ex: o ouro. Uma terra não seria produtiva nunca se, por exemplo, fosse um barranco infértil no qual não se pudesse construir nada e nem extrair nada. Que trabalho se aplicaria a um terreno desse? Esse é o motivo pelo qual ele não vale nada e também nenhuma outra terra onde não se possa aplicar trabalho (a terra não vale nada em si, portanto). Quanto aos “desejos/motivos/etc”, uma coisa pode muito bem ser produzida sem que corresponda a desejo nenhum, bastando que os mesmos sejam inculcados nas mentes por outra frente de trabalho (publicidade, etc). Nossa sociedade é lotada de coisas supérfluas e sem valor de uso (pelo menos para alguém de outro século sem dúvida já que nós mesmos passamos a acreditar que se tratam de mercadorias com valor de uso). O valor de troca e o preço, em Marx, podem ter discrepâncias graças a essas artificialidades de mercado.
Não é questão de acreditar ou não, apenas acho que essa teoria é mais eficaz em explicar a realidade. Vamos lá:
1 o iphone 6 não vale mais que o motorola, os dois tem praticamente o mesmo tempo social de trabalho empregado (acredito..). Há ainda uma parte “fetichizada” deste tipo de mercadoria de luxo, que é fabricada por todo o arsenal de marketing (também uma esfera de trabalho) que faz com que coisas que tem absolutamente o mesmo valor pareçam não ter. Há também uma discrepância com relação ao mercado pois não há vários iphones no mercado, mas somente uma empresa produzindo iphones . De resto, a massa das outras empresas que produz celulares ficam obrigadas a basear o preço no valor real do produto (tempo social de produção).
2 um buraco cavado no chão só não pode ir pro mercado porque ninguém ainda inventou um meio de glamourizar buracos feitos no chão. Ainda assim, se investíssemos nosso esforço nisso, em poucos anos conseguiríamos vendê-lo a preço de ouro. Mesmo assim, isso teria de seguir uma regra de mercado pois a teoria de marx diz respeito ao trabalho socialmente necessário e não às horas que um sujeito gastou para fazer uma coisa qualquer. Por esse mesmo motivo que posso ficar minha vida inteira construindo um carro gol que ainda assim ele valerá não uma fortuna, mas apenas o tempo socialmente necessário para produzi-lo (alguns milhares de reais).
3 o copo de água vale o mesmo para os dois. O preço não vai mudar porque você bebeu muito ou não. Aquele ditado “deus dá nozes a quem não tem dentes” vale para o mercado: o mercado fornece suas mercadorias sem distinguir a quem.
4 (vou incluir aqui): qual o valor de uso do ouro senão servir como valor de troca?
Que fique claro que apenas quero fomentar a discussão. Gosto das idéias liberais, mas para tratar a teoria do valor trabalho como uma coisa ridícula é preciso tê-la estudado primeiro.
Infelizmente o sonho da máquina do tempo, para voltar ao passado e matar Marx, Engels, Bakunin, Proudhon, Hitler e alguns outros lixos humanos que pregavam diferentes tipos de reengenharias sociais baseadas em genocídios, jamais será realizado. Esses crápulas ainda farão escola por muito tempo, graças a ignorância, inveja, sociopatia e psicopatia alheias. Malditas sejam todas as doutrinas de caráter socialista.
Boa noite…Salve a Escola Austríaca!
“O sucesso do socialismo não está em seus filósofos, mas na inveja do ser humano.”