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Por que Cuba é pobre
por , sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

hav02.jpgAntes de 1959, o problema de Cuba era a presença de relações econômicas com os Estados Unidos. Depois o problema se tornou a ausência de relações econômicas com os Estados Unidos.

O embargo americano é obsceno, mas não é a raiz da pobreza cubana.  Os cubanos podem comprar produtos americanos pelo México.  Podem comprar carros do Japão, eletrodomésticos da Alemanha, brinquedos da China ou até cosméticos do Brasil.

Por que não compram?  Porque não têm com o que comprar.  Não é um problema contábil ou monetário — o governo cubano emite moeda sem lastro nem vergonha.  O que falta é oferta.  Cuba oferece poucas coisas de valor para o resto do mundo.  Cuba é pobre porque o trabalho dos cubanos não é produtivo.

A má notícia para os comunistas é que produtividade é coisa de empresário capitalista.  Literalmente.  É o capital que deixa o trabalho mais produtivo.  E é pelo empreendedorismo que uma sociedade descobre e realiza o melhor emprego para o capital e o trabalho.

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“Os fundamentos contra o antitruste” - novo lançamento apoiado pelo IMB
por , quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
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Foi com o intuito de fazer a defesa da concorrência e dos consumidores que o professor André Luiz Santa Cruz Ramos — que tinha um viés liberal — foi, com a melhor das intenções, trabalhar no órgão antitruste brasileiro, o CADE.

Porém, logo no início de suas atividades, ao deparar com uma tentativa de se aplicar uma das várias teorias absurdas que nos atormentam — a teoria do "preço predatório" —, o professor André percebeu que havia algo de muito errado com as leis e os órgãos antitruste: ele percebeu na prática que suas ações estavam contrárias a tudo que ele defendia, pois prejudicavam, em vez de proteger, os consumidores e a concorrência.

Tal foi o caso contra a rede de farmácias Drogaria São Paulo, a qual, quando resolveu entrar no mercado nordestino, abriu diversos pontos e praticou altos descontos. Para proteger os consumidores dessa "situação calamitosa", as farmácias concorrentes se uniram e usaram a lei antitruste para atacar a Drogaria São Paulo. A acusação foi aquela que está entre as teorias mais absurdas da pseudoeconomia que domina o direito antitruste: a prática de precificação predatória.

Segundo essa "teoria", uma empresa grande pode cobrar preços abaixo do custo por certo período de tempo, fazendo todos os seus concorrentes falirem; depois disso, já com seus concorrentes aniquilados, ela pode aumentar os preços o quanto quiser, prejudicando os consumidores, que agora não teriam outra opção.

Obviamente, uma situação dessas jamais ocorreu.

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