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O futuro da indústria - por que a participação da indústria no PIB sempre será declinante
por , segunda-feira, 15 de setembro de 2014

ponta.jpgO cerne da riqueza não é o setor industrial; o cerne da riqueza é o conhecimento.  Mais especificamente, o conhecimento que é aplicado com o intuito de reduzir o percentual total da indústria na economia e de aumentar a riqueza das massas por meio dos serviços.  Esses serviços podem ser digitais ou podem ser pessoais.  Mas não são baseados na manufatura.

A indústria será, cada vez mais, equipada por máquinas totalmente controladas por programas computacionais.  Utilizar mão-de-obra humana para fazer esforços repetitivos e puramente mecânicos é um completo desperdício de recurso e de dinheiro.  O uso de máquinas e de inteligência artificial permite que a humanidade seja libertada do fardo do trabalho maçante e exaustivo.  É incrível que economistas, em pleno século XXI, ainda condenem as máquinas e desejem que seres humanos façam um serviço totalmente mecânico, tedioso e, em relação às máquinas, bem menos produtivo.

Ao longo de milênios, os pais sempre se esforçaram para colocar seus filhos dentro de alguma guilda, de modo que eles nunca mais teriam de fazer trabalho físico extenuante.  Ironicamente, o que praticamente todos os pais querem para seus filhos é exatamente aquilo que o livre mercado já vem propiciando ao redor do mundo.  Ainda assim, há pessoas que reclamam do declínio percentual da participação da indústria na economia.  Esse declínio tem sido uma das maiores bênçãos do mundo moderno, mas ainda há pessoas que honestamente acreditam que a economia de seu país está ruim simplesmente porque a porcentagem da economia que é ocupada pela indústria está em constante declínio.

Uma pessoa que quer que seu filho nunca tenha de fazer um trabalho manual pesado, mas que em seguida reclama do declínio no número de empregos que exigem trabalho manual pesado, é alguém que sofre de dissonância cognitiva.

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Uma maneira efetiva de evitar os conflitos culturais e sociais inerentes à democracia atual
por , sábado, 13 de setembro de 2014

tmp946.tmp_tcm10-1005573.jpgA questão é que, assim como a intervenção estatal na economia faz com que capital e outros recursos escassos sejam investidos de forma errônea e insustentável, a intervenção estatal em outros aspectos sociais de nossas vidas também gera fissuras políticas e cria relações antagonistas entre vários grupos distintos, uma vez que cada grupo almeja objetivos diferentes e muitas vezes contraditórios. 

As subdivisões dentro da sociedade só fazem aumentar.  Além do eterno conflito entre pagadores de impostos e consumidores de impostos, há agora também o novo conflito entre os "cidadãos opressores" e os vários grupos vitimistas, que se autodenominam 'minorias oprimidas'.  Não importa o que um cidadão faça ou como ele aja: suas características étnicas e raciais, bem como suas preferências sexuais e ideológicas irão automaticamente classificá-lo em um destes dois grupos.  No final, tudo se resume ao mesmo objetivo: um grupo querendo viver à custa do outro; um grupo querendo confiscar a renda do outro; um grupo querendo tolher a liberdade do outro em prol de seus "direitos".

É evidente que até mesmo o mais justo, imparcial e ponderado indivíduo irá inevitavelmente se tornar intolerante se você colocá-lo em uma situação na qual ele possui apenas duas opções desagradáveis: devorar ou ser devorado.  Como fazer com que volte a ser possível que um indivíduo mantenha suas convicções e ainda assim seja completamente tolerante a tudo o que seu vizinho diz ou faz?  E como fazer com que este seu vizinho tenha o mesmo comportamento?

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