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Quanto mais o keynesianismo fracassa, mais ele é ressuscitado sob novas promessas de prosperidade
por , quinta-feira, 25 de agosto de 2016

min-guido-mantega_fotor_collage_0.jpgEsse curioso fenômeno de inflação em alta ocorrendo simultaneamente a uma aguda recessão simplesmente não poderia ocorrer, de acordo com a visão keynesiana do mundo.

Os economistas keynesianos afirmavam que ou a economia deveria apresentar uma expansão, sendo que nesse caso os preços estariam subindo, ou a economia deveria apresentar uma recessão com grande desemprego, sendo que nesse caso os preços estariam caindo.  Durante o período da expansão econômica, o governo keynesiano deveria "enxugar o excessivo poder de compra", elevando impostos — de acordo com a teoria keynesiana, isso reduziria os gastos da economia.  Por outro lado, durante uma recessão, o governo deveria aumentar seus gastos e seu déficit orçamentário, com o intuito de estimular o nível de gastos da economia. 

Mas e se a economia apresentasse ao mesmo tempo inflação e recessão com alto desemprego, o que o governo deveria fazer?  Se o governo deve pisar no acelerador dos gastos durante as recessões e no freio durante as expansões, o que ele deve fazer se houver uma aguda recessão (com desemprego e falências) e uma vigorosa inflação ao mesmo tempo?  Como poderia ele pisar no acelerador e no freio da economia ao mesmo tempo?

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Questão de lógica: aumento salarial imposto por governo e sindicatos não pode estimular a economia
por , quarta-feira, 24 de agosto de 2016
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Se trabalhadores receberem salários maiores, dizem, irá haver mais dinheiro para gastar, e o aumento do gasto irá turbinar todo o comércio e indústria do país, gerando mais emprego e mais renda para todos, como se fosse um moto-perpétuo.

Por sua vez, a imprensa hilariamente diz que um aumento do salário mínimo "irá injetar mais dinheiro" na economia — como se empresas e empregadores fossem um Banco Central com capacidade de criar dinheiro do nada e colocar esse dinheiro para circular na economia.

Sindicalistas e sociólogos defensores de aumentos salariais forçados são praticamente unânimes em dizer que "Quando há mais dinheiro nas mãos do povo, isso estimula todos os setores da economia".

Faz sentido?

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