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Porte de armas nos EUA cresce 178% em sete anos; criminalidade despenca
por , domingo, 30 de agosto de 2015
FLORIDA-GUNS.jpgDe 2007 até o presente momento, o número de americanos com licença para portar armas cresceu 178% (fonte, página 9).

Só no ano passado, foram emitidas mais de 1,7 milhão de novas licenças, um crescimento de 15,4% num único ano — o maior já registrado —, totalizando 12,8 milhões de autorizações de porte de armas (fonte, página 6).

Essa estatística despertou a preocupação de diversas organizações desarmamentistas, que temiam que as armas elevassem as taxas de homicídio no país.Mas o que os dados recentes revelaram foi justamente o contrário: ao mesmo tempo em que o número de cidadãos armados cresceu, a taxa de crimes violentos despencou no país inteiro.

Segundo estatísticas oficiais do governo, citadas neste estudo do Centro de Pesquisa para a Prevenção de Crimes, a taxa de crimes violentos caiu 25% no período e a taxa de homicídios por 100 mil habitantes saiu dos 5,6 para os 4,2, apesar do crescimento massivo do porte de armas. Os números são os mais baixos desde 1957, quando a taxa de homicídios atingiu 4,0 por 100 mil habitantes.

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O trágico legado da "Nova Matriz Econômica" - um resumo cronológico (com dados atualizados)
por , sexta-feira, 28 de agosto de 2015
23e6ea_f6c7f9e709b743ecbf953855f0bf0eec.jpgO dólar, que estava em R$ 1,65 no início do governo Dilma, chega a R$ 3,60 em meados de agosto de 2015.  A moeda brasileira derrete.

Com a carestia em alta, a renda real em queda e o endividamento recorde da população, as vendas no varejo despencam, as vendas de automóveis desabam, a indústria encolhe (e já vem encolhendo há 4 anos, não obstante todo o protecionismo) e o desemprego aumenta.  As famílias endividadas — consequência inevitável de uma política de estímulo ao consumo — têm dificuldade para quitar as parcelas de suas dívidas.  A inadimplência bate recorde.

Com renda em queda e custo de vida em alta, a classe média vai atrás de bicos para tentar fechar as contas.  E pode encolher este ano. Empresários se dizem pessimistas e sem intenção de investir.  Os investimentos apresentam a pior contração trimestral desde 1996.  Já a confiança do consumidor é a pior em 13 anos.

Com previsões de que a economia encolherá mais de 2% em 2015 e 0,3% em 2016, e de que a inflação de preços fechará o ano perto de 9,3%, o cenário econômico é pior do que uma estagflação: temos desemprego em alta, preços em alta, e renda em queda. E tudo isso aditivado pela desvalorização cambial.

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