rss Assine o RSS de Artigos da Mises.org.br
Quando moradia deixou de ser mercadoria: o desastre soviético
por , quinta-feira, 28 de maio de 2015
mvstang_ussr.jpg
Blocos habitacionais da URSS, provavelmente da metade do século 20. Foto: mvstang @ Flickr
"Moradia não é mercadoria" é uma frase muito repetida entre ativistas em defesa da moradia popular.

A vasta maioria das moradias hoje em dia pode ser considerada mercadoria, dado que é produzida e vendida por incorporadoras e imobiliárias que não moram nos edifícios que produziram. Assim, a proposta por trás dos ativistas que repetem essa frase é a de fazer com que a moradia deixe de ser produzida e vendida pelo mercado imobiliário, passando a ser planejada e distribuída pelo poder público. O objetivo seria torná-la mais acessível dado o atual déficit de moradias, que é uma das causas dos altos preços do mercado imobiliário.

Só que essa proposta não é nova.  Moradia já deixou de ser mercadoria durante um momento muito peculiar da nossa história, e de forma bem documentada, na União Soviética (URSS), abrangendo várias cidades da Europa Central e Oriental durante a maior parte do século passado. Hoje, é possível entender quais foram as principais consequências dessa política.
leia mais...

rss Assine o RSS de Artigos da Mises.org.br
Por que os brasileiros não confiam nos políticos e amam o estado?
por , quarta-feira, 27 de maio de 2015
2015-05-26-1432622422-6961639-11325728_981998648499796_928749085_n.jpgO livro procura analisar o maior paradoxo político do Brasil democrático: os brasileiros desconfiam dos políticos e, sejamos sinceros, têm uma certa repugnância pela espécie. 

Mas, ao mesmo tempo, eles querem mais e mais estado — ou seja, e por outras palavras, querem mais e mais políticos a tomar conta dos interesses públicos. Como explicar essa "dissonância cognitiva"?

Se existe desprezo pelos políticos e amor pelo estado, que tipo de criaturas os brasileiros imaginam que governa esse estado? Seres perfeitos? Angelicais? Extraterrestres vindos de outra galáxia? 

Em seu livro, Bruno, além de mostrar que não fazemos essa conexão, investiga nossas raízes culturais para tentar encontrar uma resposta para essa nossa dissonância cognitiva, traçando um profundo panorama da nossa história: o livro abrange desde o reinado de D. Manuel I até Dilma Rousseff.  De acordo com o autor, "nada é tão ruim que não possa piorar."

Garschagen vai às origens da tradição patrimonialista brasileira para encontrar, claro, a tradição patrimonialista portuguesa. Mas não só: com uma escrita divertida, informada e polêmica, o livro é sobretudo uma história do país — da independência no século XIX aos governos PT do século XXI — e da paixão pelo estado que palpita no coração de governantes e governados. 

A conclusão do autor é simples e fulminante: se você, leitor, acredita que os políticos não são anjos, então não faz sentido acreditar que o estado é um jardim celestial.

leia mais...

Artigos anteriores

veja mais...


Mais acessados








Multimídia   
  Podcast Mises Brasil
        por Bruno Garschagen - 06/01/2016
  Conferência de Escola Austríaca 2014
        por Diversos - 23/10/2014
  Fraude - Explicando a grande recessão
        por Equipe IMB - 31/10/2012
veja mais...



Instituto Ludwig von Mises Brasil



contato@mises.org.br      formulário de contato           Google+
Desenvolvido por Ativata Software