Como
ocorre em todos os regimes totalitários, a Rússia bolchevista temia toda e
qualquer manifestação de sentimento nacionalista entre aqueles povos que eram
reféns do regime. A propaganda
bolchevique relativa aos direitos das várias nacionalidades dentro da esfera de
influência da Rússia mascarava o temor do regime em relação ao poder do
nacionalismo.
No
início de 1918, o líder russo Vladimir Ilitch Lênin tentou impor um governo
soviético sobre o povo da Ucrânia, o qual, apenas um mês antes, em janeiro,
havia declarado sua independência. De
início, o objetivo de Lênin havia sido aparentemente alcançado. Esse governo soviético imposto à Ucrânia
tentou de imediato suprimir as instituições educacionais e sociais ucranianas; há
até relatos sobre a Cheka,
uma precursora da KGB, matando pessoas pelo crime de falar ucraniano nas ruas.
Embora
o povo ucraniano tenha, ao final de 1918, conseguido restabelecer sua
república, essa vitória foi efêmera.
Lênin, sem dúvida, iria querer incorporar a Ucrânia ao sistema soviético
de qualquer jeito, porém seu real desejo de assegurar o controle da Ucrânia era
por causa de seus grandes recursos naturais.
Em particular, a Ucrânia ostentava o solo mais fértil da Europa — daí o
seu apelido de “o manancial da Europa”.
Já
no início de 1919, um governo soviético havia novamente sido estabelecido na
Ucrânia. Porém, esse novo governo
soviético acabou se tornando mais um fracasso.
Todos esses eventos estavam ocorrendo durante a Guerra Civil Russa,
e a ajuda de facções rivais contribui para um segundo triunfo da independência
ucraniana.
Com
esses dois fracassos, o regime de Lênin aprendeu uma valiosa lição. De acordo com Robert Conquest, autor do livro
The
Harvest of Sorrow (A colheita do
sofrimento), “Concluiu-se que a nacionalidade e a língua ucraniana eram
de fato um elemento de grande peso, e que o regime que ignorasse isso de
maneira ostentosa estaria fadado a ser considerado pela população como uma mera
imposição usurpadora.”
Quando os soviéticos adquiriram
o controle da Ucrânia pela terceira e última vez em 1920, eles constataram que
iriam enfrentar uma contínua resistência e incessantes insurreições a menos que
fizessem grandes concessões à autonomia cultural ucraniana. E assim, pela década seguinte, os ucranianos
basicamente não foram incomodados em seu idioma e em sua cultura.
Porém, uma facção dos comunistas
russos se mostrou incomodada com isso, e seguidamente alertava que o nacionalismo
ucraniano era uma fonte de intolerável divisão dentro do quadro militar
soviético, e que, mais cedo ou mais tarde, a situação teria de ser confrontada
de alguma maneira.
A coletivização e a chacina
Avancemos agora oito anos no
tempo. Em 1928, com Josef Stalin
firmemente no poder, a União Soviética decidiu implantar uma política de requisição
compulsória de cereais — uma maneira polida de dizer que o governo iria tomar
à força todo o cereal cultivado pelos camponeses, pagando em troca um preço
fixado arbitrariamente pelo governo, muito abaixo dos custos de produção.
A liderança soviética, em decorrência tanto
de informações equivocadas quanto de sua típica ignorância dos princípios de
mercado, havia se convencido de que o país estava no limiar de uma crise de
escassez de cereais. A requisição
compulsória funcionou, mas apenas no limitado sentido de que forneceu ao regime
todo o volume de cereais que ele julgava ser necessário.
Porém, tal política solapou fatalmente a
confiança futura dos camponeses no sistema. Durante a Guerra Civil Russa, em 1919, para tentar combater a fome da
população urbana, Lênin havia confiscado em escala maciça os cereais de vários
camponeses, que foram chamados de especuladores e sabotadores. Agora em 1928, a possibilidade de novos
confiscos, algo que os camponeses imaginavam ser apenas uma aberração bárbara
da época da Guerra Civil, passaria a ser uma constante ameaça no horizonte.
Os camponeses, naturalmente,
passaram a ter menos incentivos para produzir, pois sabiam perfeitamente bem
que, dali em diante, os frutos de seu trabalho árduo poderiam ser facilmente
confiscados por um regime sem lei — o mesmo regime que havia prometido aos
camponeses, quando da promulgação da NEP
em 1921, que eles poderiam produzir e vender livremente.
Foi apenas uma questão de tempo
para que o regime decidisse embarcar em um amplo programa de coletivização
forçada das propriedades agrícolas, uma vez que a abolição da propriedade
privada da terra era um importante aspecto do programa marxista.
Os camponeses despejados foram enviados
bovinamente para enormes fazendas estatais. Essas fazendas iriam não apenas satisfazer as demandas da ideologia
marxista, como também iriam resolver o grande problema prático do regime:
garantir que uma quantidade adequada de cereais fosse ofertada às cidades, onde
o proletariado soviético trabalhava duramente para expandir a indústria
pesada. Fazendas coletivas estatais
significavam cereais estatizados.
Alguns especialistas tentaram
alertar Stalin de que seus objetivos, tanto industriais quanto agrícolas, eram
excessivamente ambiciosos e estavam em total desacordo com a realidade. Mas Stalin nem queria ouvir. Um de seus economistas, diga-se de passagem,
chegou a afirmar que “Nossa tarefa não é estudar a ciência econômica, mas sim
mudá-la. Não estamos restringidos por
nenhuma lei. Não reconhecemos leis. Não há uma só fortaleza que os bolcheviques
não possam atacar e destruir.”
Paralelamente à política de
coletivização forçada implantada por Stalin, ocorreu também uma brutal campanha
contra os grandes proprietários de terras, fazendeiros ricos conhecidos como “kulaks“, os quais o governo temia
liderarem movimentos de resistência contra a coletivização. Mas era uma fantasia de Stalin imaginar que
apenas os kulaks se opunham à coletivização; toda a zona rural estava unida
contra o governo. (Até mesmo o Pravda
noticiou um incidente no qual uma mulher ucraniana tentou bloquear a passagem
de tratores que estavam chegando para começar a trabalhar nas fazendas
coletivizadas; a mulher gritara “O governo soviético está recriando a escravidão!”).
Stalin falava abertamente de sua
política de “liquidar toda a classe dos kulaks”; eles eram a classe inimiga da
zona rural. Com o passar do tempo, como
era de se esperar, a definição padrão de o que constituía um kulak foi se
tornando bastante ampla, até finalmente chegar ao ponto em que o termo — e as
terríveis penalidades que eram aplicadas a todos aqueles infelizes a quem o
termo era aplicado — podia ser aplicado a praticamente qualquer camponês.
Uma historiografia sobre o
Partido Comunista, autorizada pelo próprio, relatou que “os camponeses caçaram
impiedosamente os kulaks por toda a terra, tomaram todos os seus animais e todo
o seu maquinário, e então pediram ao regime soviético para aprisionar e
deportar os kulaks.”
Como descrição do
reino de terror imposto aos kulaks, esse relato não pode nem sequer ser
classificado como uma piada sem graça. O
regime, e não os camponeses, é quem perseguiu os kulaks. No final, de acordo com uma testemunha
ocular, para que um homem fosse condenado a um destino cruel, bastava que “ele
tivesse pagado algumas pessoas para trabalhar para ele como empregados, ou que
ele tivesse sido o proprietário de três vacas.”
As quase 20 milhões de
propriedades agrícolas familiares que existiam na Rússia em 1929 estariam, cinco
anos depois, concentradas em apenas 240.000 fazendas coletivas. Ao longo de grande parte de toda a história
soviética, não era incomum algumas pessoas obterem a permissão para ser donas,
em locais distintos, de alguns poucos acres de terra para uso privado.
Quando Mikhail Gorbachev assumiu o poder em
1985, os 2% de terra agrícola que eram propriedade privada produziam nada menos
que 30% de todos os cereais do país — uma resposta humilhante para todos
aqueles que ignorantemente afirmavam que a agricultura socializada seria mais
eficiente que a agricultura capitalista, ou que eles poderiam alterar a
natureza humana ou reescrever as leis da economia.
Dizimando a cultura
Na mesma época em que Stalin começou a
coletivização forçada, em 1929, ele também recriou a campanha contra a cultura
nacional ucraniana, campanha essa que estava dormente desde o início da década
de 1920. Foi na Ucrânia que a política
de coletivização stalinista deparou-se com a mais ardorosa e violenta
resistência — o que não impediu, entretanto, que o processo já estivesse
praticamente completo por volta de 1932.
Stalin ainda considerava a contínua e inabalável presença do
sentimento nacionalista ucraniano uma permanente ameaça ao regime, e decidiu
lidar de uma vez por todas com aquilo que ele via como o problema da ‘lealdade
dividida’ na Ucrânia.
A primeira etapa de sua política
foi direcionada aos intelectuais e personalidades culturais da Ucrânia,
milhares dos quais foram presos e submetidos a julgamentos ridículos e
escarnecedores. Após isso, tendo
retirado de circulação aquelas pessoas que poderiam se transformar em líderes
naturais de qualquer movimento de resistência, Stalin passou então a atacar o
próprio campesinato, que era onde estava o real núcleo das tradições
ucranianas.
O horror puro
Mesmo com o processo de
coletivização já praticamente completo na Ucrânia, Stalin anunciou que a
batalha contra os perversos kulaks ainda não estava ganha — os kulaks haviam
sido “derrotados, mas ainda não exterminados.” Stalin começaria agora uma guerra — supostamente contra os kulaks —
direcionada aos poucos fazendeiros que ainda restavam e dentro das próprias
fazendas coletivas.
Dado que, a essa
altura, qualquer pessoa que por qualquer definição cabível pudesse ser
classificada como um kulak já havia sido expulsa, morta ou enviada para campos
de trabalho forçado, essa nova etapa da campanha soviética na Ucrânia teria o
objetivo de aterrorizar os camponeses comuns. Estes deveriam ser física e espiritualmente quebrados, e sua identidade
de seres humanos seria drenada deles à força.
Stalin começou estipulando metas
de produção e entrega de cereais, as quais os ucranianos só conseguiriam
cumprir caso parassem de se alimentar, o que os faria morrer de fome. O não cumprimento das exigências era considerado
um ato de deliberada sabotagem. Após
algum tempo, e com a produção e entrega inevitavelmente abaixo da meta, Stalin
determinou que seus ativistas confiscassem dos camponeses todo o volume de
cereais necessário para o governo ficar dentro da meta estipulada. Como a produção era baixa, os camponeses
frequentemente ficavam sem nada. O
desespero se instalou.
Um historiador
conta que uma mulher, por simplesmente ter tentado cortar para si um pouco do
seu próprio centeio, foi levada presa junto a um de seus filhos. Após conseguir fugir da prisão, ela coletou,
com a ajuda do seu filho, alguns poucos itens comestíveis e foram viver na
floresta. Morreram após um mês e
meio. As pessoas eram sentenciadas a dez
anos de prisão e a trabalhos forçados pelo simples fato de colherem batatas, ou
até mesmo por colher espigas de milho nos pedaços de terra privada que elas
podiam gerir. Tudo tinha de ser do
governo.
Os ativistas comunistas
afirmavam que os sabotadores estavam por todos os lados, sistematicamente
retendo e escondendo comida, impedindo o abastecimento das cidades, e
desafiando as ordens de Stalin. Esses
ativistas invadiam de surpresa as casas dos camponeses e faziam uma varredura
no local em busca de alguma comida escondida. Aqueles ativistas mais bondosos ainda deixavam algum resquício de comida
para as famílias, porém os mais cruéis saíam levando absolutamente tudo o que
encontravam.
O resultado foi totalmente
previsível: as pessoas começaram a passar fome, em números cada vez
maiores. Um camponês que não tivesse a aparência
de alguém que estava esfomeado era imediatamente considerado suspeito pelas
autoridades soviéticas de estar estocando comida. Como relata um historiador, “Um ativista
comunista, após fazer uma busca minuciosa pela casa de um camponês que não aparentava a mesma
fome dos demais, finalmente encontrou um pequeno saco de farinha misturada com
casca de árvore e folhas. O material foi
confiscado e despejado em um lago do vilarejo.”
Robert Conquest cita o
testemunho de outro ativista:
Eu
ouvi as crianças… engasgando sufocadas, tossindo e gritando de dor e de
fome. Era doloroso ver e ouvir tudo
aquilo. E ainda pior era participar de
tudo aquilo…. Mas eu consegui me persuadir, me convencer e explicar a mim
mesmo que aquilo era necessário. Eu não
poderia ceder; não poderia me entregar a uma compaixão debilitante ….
Estávamos efetuando nosso dever revolucionário.
Estávamos obtendo cereais para a nossa pátria socialista….Nosso
objetivo maior era o triunfo universal do comunismo, e, em prol desse objetivo,
tudo era permissível — mentir, enganar, roubar, destruir centenas de milhares
e até mesmo milhões de pessoas…Era
assim que eu e meus companheiros raciocinávamos, mesmo quando… eu vi o real
significado da “coletivização total” — como eles aniquilaram os kulaks, como
eles impiedosamente arrancaram as roupas dos camponeses no inverno de
1932-33. Eu mesmo participei disso,
percorrendo a zona rural, procurando por cereais escondidos…. Junto com meus
companheiros, esvaziei as caixas e os baús onde as pessoas guardavam seus
alimentos, tampando meus ouvidos para não ouvir o choro das crianças e a
lamúria suplicante das mulheres. Eu
estava convencido de que estava realizando a grande e necessária transformação
da zona rural; e que nos dias vindouros as pessoas que viveriam ali estariam em
melhor situação por minha causa.Na
terrível primavera de 1933, vi pessoas literalmente morrendo
de fome. Vi mulheres
e crianças
com barrigas inchadas,
ficando azuis, ainda respirando mas com um olhar
vago e sem
vida…. Eu não perdi a minha fé.
Assim como antes, eu acreditava porque eu queria acreditar.
Em 1933, Stalin estipulou uma
nova meta de produção e coleta, a qual deveria ser executada por uma Ucrânia
que estava agora à beira da mortandade em massa por causa da fome, que havia
começado em março daquele ano. Vou
poupar o leitor das descrições mais gráficas do que aconteceu a partir
daqui. Mas os cadáveres estavam por todos
os lados, e o forte odor da morte pairava pesadamente sobre o ar. Casos de insanidade, e até mesmo de
canibalismo, estão bem documentados. As
diferentes famílias camponesas reagiam de maneiras distintas à medida que
lentamente iam morrendo de fome:
Em uma
choupana, era comum haver algum tipo de guerra entre a família. Todos vigiavam estritamente todos os
outros. As pessoas brigavam por
migalhas, tomando restos de comida umas das outras. A esposa se voltava contra o marido e o
marido, contra ela. A mãe odiava os
filhos. Já em outra choupana, o amor
permaneceria inviolável até o último suspiro da família. Eu conheci uma mulher que tinha quatro
filhos. Ela costumava lhes contar lendas
e contos de fadas com a intenção de fazê-los esquecer a fome. Sua própria língua mal podia se mover, mas
mesmo assim ela se esforçava para colocá-los em seus braços, ainda que ela mal
tivesse forças para levantar seus braços quando eles estavam vazios. O amor vivia dentro dela. E as pessoas notaram que, onde havia ódio, as
pessoas morriam mais rapidamente. Entretanto, o amor não salvou ninguém. Todo o vilarejo sucumbiu; todos juntos, sem exceção. Não restou uma só vida.
E tudo ainda segue maciçamente ignorado
Normalmente é dito que o número
de ucranianos mortos na fome de 1932-33 foi de cinco milhões. De acordo com Robert Conquest, se
acrescentarmos outras catástrofes ocorridas com camponeses entre 1930 e 1937,
incluindo-se aí um enorme número de deportações de supostos “kulaks”, o grande
total é elevado para entorpecentes 14,5 milhões de mortes. E, mesmo assim, se apenas 1% dos alunos do
ensino médio já tiver ouvido falar sobre esses eventos, isso já seria um
pequeno milagre.
Durante o artigo, referi-me
várias vezes a Robert Conquest, um excelente historiador da União
Soviética. Conclamo, insisto e exorto
qualquer pessoa com interesse nesses eventos a ler seu extraordinário livro
The
Harvest of Sorrow. A leitura flui como se fosse
um romance — mas a história relatada é excessivamente real.
Leia também:
A China comunista
e os seus campos de morte
Por que o comunismo não é tão odiado quanto o nazismo, embora tenha matado muito mais?
O atordoante custo da Revolução Russa em termos de vidas humanas
É incrível que possa existir em pleno seculo 21 gente que acredita no ideal socialista, gente que é comunista. Ainda estou no ensino médio, nunca ouvi falar nada sobre as mortes que o socialismo causou, aliás minhas professoras e alguns professores são socialistas e até me criticam por não seguir o ideal. Eu não sei o que pensar, lendo um artigo desses e vendo o qual atrasado é a mentalidade das pessoas, o quão fácil elas esquecem, é como é fácil esconder a verdade dos jovens.Vou passar este texto é o da china para frente.Obrigado pela aula!
há 1 ano atrás assisti a um documentario chamado “A Soviet Story” que detalha esse acontecimento, eu fiquei espantado por nunca ter ouvido falar desse genocidio na escola, um ato tão monstruoso quanto o holocausto que ningúem menciona e ninguém pagou por esse crime…
Não existe informações reais nas escolas meu caro josiberto, e jamais espero isso das universidades brasileiras, pois o que interessa para o idiotas úteis é preparar militantes de esquerda para prosseguir com o plano latino-socialista que prospera sem obstáculos em nosso Brasil. É uma vergonha!
A Soviet Story tem algumas mentiras, leia sobre o autor que o Tom Woods indicou, Robert Conquest.
Um excelente livro sobre esta época chama-se ESCOLHI A LIBERDADE de Victor Kravchenko, traduzido para o português nos anos 49-50. Kravchenko foi um engenheiro ucraniano que comandava uma indústria e presenciou toda a agonia do stalinismo até se exilar nos EUA durante a guerra. Existem depoimentos contundentes recolhidos por ele, de pessoas famintas vagando pelas estações de trem. Igualmente importante é o depoimento de Arthur Koestler em O IOGUE E O COMISSÁRIO, traduzido nos anos 50. Koestler também foi testemunha ocular da fome e um teórico a respeito da “ilusão do comunismo”. Ele esteve na Ucrania como militante da Internacional e suas observações percucientes sobre a realidade do coletivismo forçado foram importantes no debate que se travou na Europa Ocidental a respeito do regime russo.
O que ninguém fala, o que ficou oculto nessa tragédia não foi a morte dos 5 milhões de ucranianos. O que todo mundo evita falar foi o fato de que a salvação da política suicida de Stalin veio dos Estados Unidos. Com a produção arrasada, com o país incapaz de alimentar até mesmo sua burocracia, a diplomacia soviética se pôs em ação, utilizando-se do famoso VITIMISMO tão conhecido entre nós, conseguindo o apoio e a comoção de centenas de intelectuais americanos para salvar o povo do que eles chamavam de catástrofe ambiental, um eufemismo para ocultar a tragédia. Lentamente o trigo americano começou a fluir para a Rússia, salvando Stalin a ponto de lhe deixar livre para continuar os expurgos e aumentar os campos de trabalhos forçados. Com o advento da guerra e da insensata e anti-estratégica invasão alemã, tudo mudou, os EUA exigiram que a Rússia liquidasse com a III Internacional, como condição para a Aliança, o que Stalin teve que aceitar para continuar recebendo o trigo americano. A partir daí, passou a receber também armas americanas, pois o arsenal soviético estava completamente devastado. Como demonstra Kravchenko, a interferência da NKVD na atividade industrial estatizada era de tal monta que nada se conseguia produzir com eficiência naquela época. Foi por isso que Hitler, em poucas horas, conseguiu chegar com suas divisões blindadas nas portas de Moscou em 1941, mas isso é outra história.
o que me revolta é que os esquerdistas tentam a todo custo esconder o holodomor e criam as mais absurdas mentiras para esse fim.
ta circulando no youtube um video em que tenta colocar o holodomor como uma mentirinha dos capitalistas, eis o video:
http://www.youtube.com/watch?v=M-E3iqPCios
eu até acredito que as fotos não são de fato dos ucranianos mortos no holodomor tendo em vista que o governo soviético não permitiria a entrada de um fotografo para presenciar aquele horror, contudo eu acredito no depoimento das pessoas que sobreviveram como o dessa senhora aos 4:35 desse video abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=4DH9Qntlq2U
O Socialismo/Comunismo já provou que não funciona, simples assim. A China só começou a ter progresso depois que adotou o capitalismo na economia… Me admira muito que ainda existam pessoas que não enxergam isso. Só pode ser porque não tiveram acesso a estas informações históricas ou estão de má-fé, mesmo. A partir do momento que você estuda, trabalha, se empenha e ganha o mesmo que um outro que nada disso faz, você desanima de sua luta e começa a pensar: “De que me adianta lutar tanto se não sou reconhecido?” É aí que este sistema começa a afundar. Isto faz parte da natureza humana.
Sem contar que não existe um só país que tenha adotado o Comunismo que não tenha virado uma ditadura, nenhum, repito.
Prepotência minha comentar com um pseudônimo de “John Galt” sem compreender algumas coisas básicas. São alguns argumentos, que colocarei em forma de perguntas, que “sinto” serem errados ou falaciosos, mas não agir através da razão e da lógica é mais próprio dos animais que dos homens. São dúvidas sobre o libertarianismo em geral, fora do assunto específico do artigo, mas gostaria que algumas das mentes brilhantes que escrevem/frequentam o IMB me respondessem.
1 – Como seria possível impedir em uma minarquia que a população clamasse por mais Estado em uma situação de crise, como uma guerra ou uma epidemia?
2 – Não temos um exemplo de ausência de Estado após a queda do império romano, o que resultou na formação de feudos e posteriormente de Estados? Se sim, não é exatamente essa a previsão dos fervorosos críticos do anarco-capitalismo? Se não, por que não?
3 – Se sou dono da minha mente, consequentemente dos produtos do esforço desta, por que não posso ter direitos autorais sobre o que criar? O que me motivaria a criar algo se eu não seria dono disto?
4 – Não é perigoso setores “estratégicos”(sei que comunistas e social-democratas adoram essa palavra quase tanto quanto “social” e “democrático”, mas devo usá-la justamente para saber qual a refutação para esse argumento) da economia ficarem em mãos de multinacionais ou companhias estrangeiras? Por exemplo, se hipoteticamente o setor de energia brasileiro pertencer a uma empresa argentina, e o Brasil entrar em guerra com esta, não seria terrivelmente preocupante termos um sistema importante sob controle do inimigo?
5 – O que libertários em geral pensam sobre o nacionalismo?
Encontrei um texto pré-revolução bolchevique com um questionamento interessante, pronto para os libertários de plantão atacarem:
A “moderna servidão capitalista” não é semelhante à servidão feudal? Quer dizer, nos tempos feudais o servo não era um escravo obrigado a permanecer no feudo trabalhando para o dono da terra, mas o fazia para não ter de enfrentar os perigos que estavam fora do feudo. E é esse mesmo conceito de “liberdade” que os liberais dizem terem os trabalhadores hoje, eles trabalham não porque querem, voluntariamente, mas porque são “obrigados” pelo sistema.
A idéia do texto é mais ou menos o parágrafo acima.
Outras duas dúvidas que tenho é:
-Como pretendem os libertários mudarem (ou acabarem com) a política sem entrarem para a política? Quer dizer, não basta ter razão e não agir.
-Como se respondem as críticas de alguns conservadores de que libertários e liberais são “idiotas úteis” dos marxistas, de que o excesso de liberdade causaria uma revolução cultural que atuaria a favor de uma revolução comunista?
“Não temos um exemplo de ausência de Estado após a queda do império romano, o que resultou na formação de feudos e posteriormente de Estados? Se sim, não é exatamente essa a previsão dos fervorosos críticos do anarco-capitalismo? Se não, por que não?”
Não sou perito em história, mas disso eu me lembro de ter estudado um pouco: Não houve ausência de estado após o fim do Império Romano. Houve inversão nos poderes. O governo apenas deixou de estar com cidadãos romanos e, de tempos em tempos, em cada parte do antigo império, ele passou a ser tomado por um invasor bárbaro diferente. Depois de terminado o grosso das invasões, quando do surgimento dos feudos, ainda havia estados, ainda havia reis, com a única diferença de que o poder de criar e fazer cumprir leis pertencia a uma classe de “apadrinhados” do soberano. Eu diria que a justiça continuou estatal, mas agora “terceirizada”, dada a incapacidade de um estado central manter as coisas sob controle, tipo numa PPP. 😀
Enfim, o surgimento do feudalismo é resultado de medidas exclusivamente estatais.
o foda é que se for falar sobre o holodomor para um socialista a primeira coisa que ele vai falar é “e o capitalismo faz a mesma coisa na áfrica”. aí pra falar que aquilo na verdade não é “culpa do capitalismo” lá se vão duas horas…
Brenão, então estamos de acordo.\r
\r
Existem dois tipos de lei: a que podemos escolher se vamos cumprir ou não e a que somos infelizmente obrigados a obedecer.\r
\r
Esta última nada mais é que o estado. Há vários autores que definem assim o estado.\r
\r
Sobre o exemplo que vc citou, do cara que foi roubado na ilha deserta, veja que ele não precisa impor nada. É tudo natural.\r
\r
A partir do momento que ele impuser algo ao seu vizinho – seja essa imposição algo com o qual concordamos ou discordamos, pouco importa -, essa imposição será, nada mais, nada menos que… o estado! Ei-lo aí!\r
\r
Mas essa discussão é legal mesmo…\r
\r
De qualquer forma, o que interssa, é classificarmos a lei em privada ou estatal, para podermos distinguir uma da outra. A primeira será boa. A segunda, escravidão.\r
\r
Afinal, classificações não são nunca certas ou erradas. Mas apenas úteis ou inúteis.\r
\r
\r
\r
\r
Alexandre Melchior,\r
\r
Você está fazendo uma confusão com a definição de liberdade. Não existe liberdade para roubar ou para matar. Existe o poder para matar ou roubar. \r
\r
Liberdade não é poder.\r
\r
Liberdade é ausência de escravidão.\r
\r
Se eu roubo fulano, eu estou reduzindo o mesmo a condição de meu escravo e por isso violando o princípio da liberdade. \r
\r
É muito estranho que você pense que ao usar de violência para impedir que ocorra um roubo, eu estaria coagido uma pessoa a obedecer algo que ela não quer. (Como se realmente existisse tal coisa como liberdade para roubar.) \r
\r
A definição mais comum de estado seria o monopolio da violência que é do Max Webber. O estado seria o único a usar violência de forma legitima, mesmo o individuo agindo em legitima defesa ou uma empresa de segurança usaria violência somente porque o estado permitiu.\r
\r
Logo se existirem duas milicias violentas dividindo o mesmo território não existiria estado no território. Seria anarquia! Que é caso atual da Somália, território onde várias milicias tem legitimidade da população para usar violência.(Outro exemplo seria o planeta Terra onde diferentes grupos armados tem legitimidade para usar violência dentro do mesmo Planeta)\r
\r
Logo é possível que uma pessoa seja punida por violar a lei em uma anarquia. Ou seja existe lei sem estado. \r
\r
Olá, Leandro.
Como refutar um professor socialista que fica dizendo que os alimentos devem ser cuidados pelo Estado, que a produção de comida mundialmente já é suficiente e que o problema é apenas a “distribuição” feita pelo mercado? Poderia me indicar alguns textos para isso?
Pensei em citar os exemplos da China e da Ucrânia comunistas para refutar o Estado controlando os alimentos. Provavelmente ele vai responder argumentando que “o Estado tem que fazer a supervisão, ao menos”, para que “todos possam ter o que comer”.
Sobre a produção ser suficiente e o Estado só distribuir o excedente para que “as crianças não morram de fome”, alguma sugestão?
Quais textos você indica? Também não posso falar nada muito radical inicialmente, para não dar o efeito contrário nos ouvintes.
Abraços!
Presente? Futuro? O Obama parece ter o sonho socialista:
ONU pede suspensão da produção de etanol nos EUA para evitar crise alimentar
economia.estadao.com.br/noticias/economia,onu-pede-suspensao-da-producao-de-etanol-nos-eua-para-evitar-crise-alimentar,122756,0.htm
Parabéns ao autor Thomas pelo texto, muito importante estes relatos históricos e se alguem achar que há algum exagero descritivo, nós temos aqui no Brasil, no sul e oeste do estado do Paraná uma vasta comunidade ucraniana ao qual eu faço parte, que são testemunhas vivas para contarem as lembranças dos pais e avós trouxeram quando fugiram da Ucrânia.
Os dados históricos do artigo estão distante de nós 80 anos e dá se uma sensação que não nos incomodam mais. Ledo engano, pelo ano de 2012 já ocorreram vários conflitos na Ucrânia devido à divisões parlamentares causados pela tentativa de invasão cultural russificando o idioma ucraniano. Grande maioria dos sites da Ucrânia que voce acessar hoje, a ferramenta do google informa que está em russo!
Não há beleza alguma se deparar com estes fatos históricos quando isto fere diretamente a identidade cultural. Mas eu agradeço a equipe do Mises pelo artigo e vou distribuir o texto entre meus familiares e demais ucranianos com quem convivo!
Deem uma olhada nisso aqui: englishrussia.com/wp-content/uploads/2009/07/post-3-12485649568310-686×1024.jpg
28.media.tumblr.com/tumblr_luqc9zjYU31r3sn0vo1_500.png
É isso ae amigos, canibalismo. Existem relatos de adultos comendo crianças, de crianças matando adultos.
Isso ae é socialismo. Uma desgraça, malditos intelectuais retardados.
Mais de 70% do Brasil são terras do estado, como as terras indígenas, quilombolas, áreas de preservação ambiental, etc. Em Roraima mais de 96% das terras são estatais. Na Amazônia legal, que representa cerca da metade do Brasil, numa terra particular no mínimo 80% são de cultivo ou uso econômico de qualquer tipo, algo fora da lei ambiental. É socialismo devidamente rebatizado de ecologismo, direitos dos índios,etc.
A solução? O site http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/13719-band-aid-para-cancer.html tem escrito estas palavras:
“Desestatize-se a economia, não a palhaçada tucana da privataria, iniciando pela Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica, e a extinção do BNDES. Reduzam o funcionalismo público a 10%, retirem o Estado da educação, deixem os indivíduos decidirem suas vidas, e os sintomas desaparecerão. Mas como, se (parafraseando Armando Ribas que diz que en Argentina los antiperonistas son más peronistas que Perón) no Brasil os 'liberais' são mais socialistas do que Marx?”
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Eu sou engenheiro agrônomo, solteiro, 42 anos. Eu procuro trabalho, na área do agronegócio. Não faço questão de carteira assinada para ir trabalhar, no agronegócio seja em trabalho de campo ou em empresa agrícola. Caso tenha conhecimento de alguma oportunidade de trabalho para mim, sua ou de outrem, na área do agronegócio, comércio internacional, vendas de insumos agrícolas ou áreas similares de trabalho, eu lhe peço para me mandar resposta, para meu e-mail que é este mesmo que eu estou usando ( [email protected] ) .
Para mim, tanto faz se o trabalho seja em campo ou não. O que fato me importa é trabalhar, na área do agronegócio.
off topic
Tem algum artigo por aqui que fale daquela conversa que os professores de história vivem falando, de que a america latina se ferrou e a america do norte ficou rica, porque uma era colônia de exploração e a outra de povoamento?
Mas a criatura não aprende mesmo, não é?
www1.folha.uol.com.br/mercado/1207248-em-reuniao-com-banqueiros-mantega-pede-mais-emprestimos-em-2013.shtml
O socialismo acabou. Mas tem gente que ainda não entendeu isso e vive como se estivessemos em plena guerra fria, caso das olavetes. Essa gente é paranóica e cheia de teorias da conspiração. Acham que estão combatendo a iminente ameça vermelha simbolizada, no caso das olavetes, pelo Foro de São Paulo, quando, na verdade, estão guerreando contra um espantalho, um cachorro morto. Entendam crianças: socialismo não existe mais, findou, morreu, sofreu cheque mate. Mas no fundo essa gente gosta de acreditar que ainda existe o perigo vermelho, pois combater o socialismo é a razão da vida delas e se sentem como heróis.
Mais um artigo brilhante do Thomas Woods. Pra esfregar na cara dos comunistas/socialistas.
A terra possui um papel social. A tomada dos territórios da burguesia ucraniana foi uma medida mais que necessária.
Imagine a seguinte situação: Um governo socialista no Brasil decide realizar uma grande reforma agrária para eliminar o sofrimento daqueles saídos do campo. Entretanto, a burguesia fica no caminho pois deseja seguir com seu projeto de exploração e ganância. Para resolver tal problema, infelizmente eles terão de ser forçados a ceder o território em prol do bem comum.
Mandados aos campos coletivos(Feitos para alimentaram de forma científica o operariado urbano e manter a sociedade funcionando), esses burgueses, ainda autoritários devido à alienação que impuseram aos ex-funcionários(Enganados pela propaganda da propriedade), dificultam seu funcionamento: Eles roubam os alimentos que deveriam ser do povo e os levam para casa, em um ato egoísta e monstruoso.
Em prol do bem comum, é preciso intervir. Infelizmente, o debate não foi o bastante e centenas de ucranianos morreram por isso. Eles não entenderam que a terra possui um valor social, logo, não deve pertencer a quem trabalha e produz nela, mas sim ao bem comum. O mercado é aleatório e os indivíduos que trabalham para satisfazer demandas, na verdade, não fazem a menor ideia de como produzirem.
É como Marx diria: O capitalismo nos enlouqueceu a tal ponto que para termos algo, precisamos ter posse dele. Ou Rousseau: O primeiro homem perverso foi aquele que utilizou a palavra “Meu”. Mais perverso ainda quem aceitou.
Uma vez conversando com um comunista, eu dei a seguinte ideia para ele:
Por que vocês comunistas não aproveitam a economia de livre mercado para criar as suas próprias “empresas igualitárias”?
Por exemplo:
Vamos supor que vocês comunistas resolvam juntos abrir uma empresa automobilística. Com o lucro que a empresa adquirisse durante o mês, seria repartido de forma igual para todos dentro dessa empresa; desde os projetistas, até os faxineiros.
Disse também que já que os comunistas se preocupam muito com os pobres, poderiam dar empregos para as pessoas de baixa renda,…das favelas. Como muitas dessas pessoas não tem instrução, vocês “comunistas humanitários”, podem pagar cursos (já que o lucro seria repartido de forma igual) para que essas pobres pessoas possam ser instruídas nas várias funções dessa “empresa igualitária” automobilística.
Isso valeria para todas as “empresa igualitárias” da área industrial.
Falei que essa ideia também serviria para a agricultura. Os “comunistas bonzinhos” criariam fazendas coletivas de trabalhadores rurais usando o próprio livre mercado. Para as pessoas pobres sem instrução da zona rural, poderia usar o mesmo método das “empresas igualitárias” industriais: pagar cursos de instrução para cada área da fazenda coletiva. O lucro também seria repartido de forma igualitária para todos.
Disse para esse comunista que eles criariam “empresas igualitárias” em uma economia de livre mercado.
No fim disse para ele que o livre mercado é tão bom que até criar empresas baseadas nas ideias marxistas-leninistas é possível (ou não).
O mais engraçado é que ele não me respondeu nada.
Esse episódio sozinho já é motivo para colocar o comunismo ao lado do nazismo. É uma verdadeira aberração que hoje se fale de comunismo abertamente, enquanto se reprime qualquer apologia ao nazismo. E o pior: não se ensina sobre o homolodor nas escolas. Lembro bem da minha época da escola. O meu professor de história, um vagabundo mentiroso, era capaz de perder várias aulas falando dos males da igreja e do capitalismo. Mas não se dignou a perder um mísero minuto falando sobre o que aconteceu na Ucrânia.
Alguns desses comunistas assumem uma posição de negação que poucos que requer um estômago que poucos conseguem ter.
Negam teimosamente a realidade.
Terminei o Ensino Médio em 1996, e NENHUM professor de História mencionou tal evento histórico.Triste isso.Inclusive, no Ensino Fundamental, uma professora se orgulhava de exibir uma estrelinha do PT na lapela.
Vejam o que está disponível no Blog da Dilma:
http://www.blogdadilma.com/features/337-contra-a-imbecilidade-do-atual-anticomunismo
“(Até mesmo o Pravda noticiou um incidente no qual uma mulher ucraniana tentou bloquear a passagem de tratores que estavam chegando para começar a trabalhar nas fazendas coletivizadas; a mulher gritara “O governo soviético está recriando a escravidão!”).”
O que me impressiona é a fé dos liberais em acreditar que, da mesma árvore, possam nascer frutos tão diferentes.
Marxismo é escravidão. É fácil entender isso, não necessita grandes explicações. No livro de Blaine Harden “Fuga do campo 14”, está bem retratado o cotidiano de um prisioneiro norte coreano em campos de trabalho forçado. Não consigo entender qual o tipo de fé que move certas pessoas em imaginar que hoje em dia, mesmo estando em vigência um regime exatamente igual ao de Stalin, não se estejam praticando o mesmo tipo de escravidão, tão comum em diversos lugares do mundo desde o início do século passado até hoje!
A diferença reside apenas no fato de que, naquela época, havia ainda algum veículo de imprensa que noticiava o fato.
Façam uma experiência. Levantem a hipótese de que ainda exista trabalho escravo na China ou Coreia do Norte. Imediatamente acenderá uma luz amarela pavloviana na mente dos liberais (mercantilista, mercantilista). Preparem-se para um sermão teórico já na ponta da língua, iniciado pela diferença de produtividade entre um escravo e um homem livre (ignorando que MUITA gente produzindo pouco tem como resultado MUITA coisa produzida) e finalizando ao explicar, por A+B, que protecionismo mercantilista não resolve o problema e ainda gera outros piores (apenas depois disso a luz amarela se apaga).
Levantem a sugestão, por exemplo, de que as empresas brasileiras possam passar a importar profissionais de Cuba, pagando salários diretamente aos Castro, a exemplo dos médicos. Em nome do livre mercado, por que não se derruba logo o protecionismo nacional da oferta de mão de obra? Se vale para produtos, por que não valeria também para mão de obra? Que tal uns norte-coreanos bem baratinhos? Todos virão voluntariamente. Pergunte a eles se não querem receber, por exemplo, 40 dólares por mês! Vai ter fila!
Isto não é justo! Diriam alguns. Então que tal impedir que busquem algo melhor para suas vidas, e continuem vivendo na ditadura abjeta na qual nasceram. Proibi-los de vir é o meio mais fácil de condená-los a morrer nela.
Convido-os a refletir nisso, principalmente apontando as falhas de raciocínio. Grato
O texto se esquece de lembrar, que boa parte dos grãos roubados dos cristãos ucranianos foi vendido à Alemanha, sendo tal negociata apoiada, mediante suborno, pelo corrupto chanceler e general alemão Kurt von Schleicher(1882 – 1934). E não foi pouca grana. Hitler tinha sob seu comando as SS e as SA, que tinham mais 700 mil homens, enquanto o exército alemão, sob o Tratado de Versalhes tinha efetivo limitado a 100 mil homens. Estes 700 mil homens do exército particular de Hitler, era maior que todo o efetivo das forças armadas dos Estados Unidos, naquela época.
E o que não falta são os idotas úteis do Lenin, aqueles que ainda vão tirar voce da sua casa para um campo de concentração:
Preparem os estomagos!
Esse aqui é sobre a lealdade dos Ucranianos para com a URSS!!!!
E para finalizar o link do canal dele no Youtube:
http://www.youtube.com/user/Swordman85?feature=watch
Façam mal proveito!
quem é mais capitalista?
A página vermelha:
Que pede 200,00 reais na causa revolucionaria e redentora da humanidade,
apaginavermelha.blogspot.com.br/
Ou o Mises.org.br?
http://www.mises.org.br/donate.aspx
Que pede a metade…
Muitos esquerdistas não conhecem fatos históricos como estes. Dos que conhecem, alguns negam ou mudam de assunto, enquanto outros dizem que aquilo não era o verdadeiro socialismo.
* * *
Pros curiosos, o tio do pequeno Napoleão da Coréia do Norte foi assassinado a… cachorros.
According to the report, unlike previous executions of political prisoners which were carried out by firing squads with machine guns, Jang was stripped naked and thrown into a cage, along with his five closest aides. Then 120 hounds, starved for three days, were allowed to prey on them until they were completely eaten up. This is called “quan jue”, or execution by dogs.
fonte
E vocês achando que a realidade não é mais interessante que a ficção.
Game of thrones não chega nem perto disso ai.
Isso da todo um novo significado a expressão “carne vermelha”. Será
que carne vermelha traidora pode fazer mal aos pobres animais? Penso
que tais animais (os de 4 patas) deveriam ser examinados por membros
do WWF e do Greenpeace pra saber se o estado de saúde deles está de
acordo com as necessidades de tais processos revolucionários.
Por sinal, não pode ter sido só eu que notei a ironia de cães comendo
coreanos.
Esse é um dos artigos mais tristes que li no IMB até hoje. A vontade que tenho é de sair matando todo mundo que se proclame socialista/comunista por aí. A começar pelos professores de ensino fundamental e médio que fazem a lavagem cerebral doutrinadora das gerações futuras.
Boa tarde!
Gostaria de expressar meus cumprimentos ao autor deste texto incrível, apesar da tristeza que senti ao imaginar os fatos relatados.
Sinceramente, a ganância humana é deprimente.
Não esqueçam o blog onde estou publicando traduções minhas de textos liberais. Quando a coisa começar a apertar (começarem a faltar textos e vocês terem que reprisar outros antigos), não hesitem em passar lá e copiar o conteúdo. Abraços.
Imagino que esse assunto tenha voltado à tona por causa desta notícia…
Uai, cade a continuação do artigo sobre o comunismo na Polonia dos anos 80 ?? No final do artigo, no ultimo paragrafo mais precisamente, os autores prometem falar sobre a vida e o cotidiano do povo Polones dentro da cortina de ferro. Se o site não for traduzir, pelo menos disponibilize o links do original.
De pensar que eu acreditava nessa m&r*a de socialismo. Este site está de parabéns pois o trabalho de vc abrirá muitos olhos de pessoas que acreditam ainda nessa ideologia assassina.
O estado é necessário em alguns casos de plantio, e na economia de mercado. Como exemplo prático disso, temos a descrição dos agricultores de Palanpur que semeiam mais tarde do que deveriam se quisessem obter um rendimento mais alto, e por que isso ocorre? Porque todos temem serem os primeiros a semearem, terem suas sementes comidas por pássaros e dessa forma incorrer em um pesado prejuízo. O problema disso, naturalmente, é que todos estariam melhor se se coordenassem a cultivar mais cedo, e o prejuízo dividido por todos mais do que seria compensado pelos ganhos. Mas o grande problema de semear a terra tardiamente é que tal ação se refere a uma situação de equilíbrio, e mesmo após considerarmos a hipótese de um surgimento da ordem espontânea, não conseguiríamos explicar tal hipótese pelas convenções ou normas dessa própria teoria, qual seja, a de que uma estratégia cooperativa pudesse surgir espontaneamente. Tal visão é corroborado até pelo autor Douglas North, notório defensor da ideia de que os custos de transação são muito importantes para explicar o desenvolvimento, ao entender que nesse mundo moderno de grandes populações e inúmeras trocas os incentivos à cooperação se reduzem. Por isso o Estado se torna, além de uma estrutura que economiza custos na realização e garantia dos inúmeros contratos em uma economia moderna, a estrutura mais adequada para lidar com as trocas impessoais que caracterizam a nossa sociedade.
Como a Escola Austríaca se posiciona sobre as seguintes práticas em um livre mercado: oligopólio, monopólio, dumping, preço predatório, venda casada e truste?
Essas práticas causariam um desconforto aos consumidores no curto prazo, mas no longo prazo o preço se ajustaria e o “preço real” ressurgiria?
No livre mercado o que impede todos os donos de postos de gasolina de uma cidade de venderem o litro dela por R$15,00? Se nada os impedir, e eles determinarem que o preço do litro dela é esse, o que os levaria posteriormente a vendê-la pelo preço que ela teria caso houvesse uma verdadeira concorrência entre os postos?
É mister entender que há um papel social e dialético nos assassinatos em massa, diferentemente daquilo pregado pela crença cega e relativista dos reacionários.
Tanto que o maior historiador do século XX, Eric Hobsbawmn e o maior arquiteto brasileiro, Oscar Niemeyer, encaixam-se como defensores das obras de Stalin.
Trata-se simplesmente de um raciocínio dialético: não é possível que ocorra um triunfo do proletariado onde não há proletários, logo, populações que ainda se perdem na lógica feudal de produção podem e devem ser eliminados no holocausto revolucionário se para fortalecer o proletariado e tornar mais breve sua marcha inevitável para a revolução.
Pasmo fico, data venia, com a capacidade de distorção dos fatos detida pelos fascistas anarco-neoliberais.
Aviso às viúvas de Stalin (sim, elas existem e são histéricas): não adianta invadir o site esperneando dizendo que o Holodomor é uma "farsa".
Há provas documentais de que o governo soviético confiscou cereais dos famintos, cercou e bloqueou seus vilarejos, impediu a chegada de ajuda estrangeira, e deliberadamente aprisionou as vítimas.
Os documentos acima foram traduzidos para o inglês, mas a fonte original — o próprio governo soviético — está indicada ao fim de cada documento.
Aliás, o próprio Holodomor foi relatado por jornais ao redor do mundo na época em que estava ocorrendo.
Vão despejar seu ódio à humanidade e sua paixão pelo totalitarismo em outros sites — que estão implorando por leitores e comentários.
Amigos, existe algum outro artigo que descreva outras experiências em que tentou-se implantar o comunismo, escrito no estilo (queria um texto relativamente pequeno) desses dois abaixo? Tem algum de Pol Pot, por exemplo?
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1046 (Ucrânia)
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=94 (China)
Tenho 60 anos, e é a primeira vez que leio sobre esse período negro da história da Ucrânia. Mas intuitivamente sempre fui contra o comunismo, socialismo, petismo
Olá.
Hoje de manhã li um artigo de economia da Deutsche Welle que diz que a Ucrânia está à beira de um colapso financeiro e que, portanto, necessita de empréstimos no valor 35 bilhões de dólares. Analisando o que se passa na Ucrânia, imagino que essa “ajuda” por parte dos Estados Unidos, União Européia, FMI etc pode de fato ocorrer, ainda assim me pergunto: o que aconteceria se o “socorro” financeiro não viesse? E mais, se ali não tivesse surgido um novo governo, as pessoas sofreriam demasiadamente pela falta de referida ajuda? Como uma dívida de 35 bilhões poderia influir na vida da população de um suposto estado de livre mercado, quero dizer, um estado sem estado?
Obrigado.
Márlon
Parabéns pelo artigo. É de suma importância que conteúdos ricos como esse estajam disponíveis para todos através da internet. Parabéns pela iniciativa.
Sou descendente de ucranianos, nascido no Brasil, Sempre procurei saber da historia e origem dos meus avos. Como nasci em 1943, imagino que meus pais deveriam ter cerca de 20 anos, nessa epoca. Então eles nasceram por volta dos 1923, então os meus avos devem ter vindo para o Brasil em torno de 1900. Quando tomo conhecimento de artigo tão valioso que representa a historia dos meus antepassados vejo como eram corajosos,resistentes, e quando sentiram que iriam ser dizimados abandonaram a terra natal e vieram em busca de novos horizontes, onde em terra desabitada, teriam paz para trabalhar, o que aconteceu até 2002, pois 2003 já começamos a sofrer pressões politicas tentando mudanças, até então democraticas, com proteção da propriedade, com constituição assegurando os direitos individuais. Parece que o homem para justificar sua existencia continua a lutar pelo poder. Enquanto viviamos uma democracia, com liberdade ampla, não se atribuia valor a isso. Hoje com as liberdades ameaçadas, e conhecendo um pouco dos nossos antepassados, damos muito valor a democracia. Hoje com cerca de 200 milhões de habitantes, o Brasil deve lutar para preservar sua historia, pois chegou a ser a oitava economia mundial e apresentou indices de desenvolvimento que chamaram atenção do mundo. Parece que a liberdade é ainda a base do melhor regime politico.
O governo rouba os pobres até hoje. Alguém acha que pobre está preocupado com aposentadoria e fundo de garantia ? O pobre só pensa na próxima refeição.
O dólar subindo desse jeito, só aumenta os preços da carne, trigo, etc. A esquerda continua deixando o pobre com fome.
Eu nunca visocialista do congresso pagando um almoço para os pobres com o próprio salário.
Lugar de socialista e comunista é no cemitério.
O socialismo quando no poder impõe coisas inacreditáveis, ainda piores que as barbaries do ISIS, como matar por articular palavras em sua lingua e preparar os seus proprios filhos e cozinha-los para matar a propria fome. Por isso é um sistema (socialismo-comunismo) assassino inviável, impraticavel, incompatível com os costumes ocidentais e que deve ser combatido e até proibido. Vejam os dois relatos abaixo dá até mau estar em pensar de um dia chegar a existir nosso pais. O socialismo após implantado destroi as riquezas existentes do pais e depois pedem a população para para produzir novas riquezas num sistema que não da incentivos para a produção de riquezas, ou seja o socialismo só sabe consumir riqueza, e após disseminar a miseria. Depois disso é só dor e sofrimento.
“Esse governo soviético imposto à Ucrânia tentou de imediato suprimir as instituições educacionais e sociais ucranianas; há até relatos sobre a Cheka, uma precursora da KGB, matando pessoas pelo crime de falar ucraniano nas ruas”. E na China, vejam abaixo:
“Mas isso ainda era pouco. Em 1968, um membro da Guarda Vermelha, de 18 anos, chamado Wei Jingsheng, encontrou refúgio em uma família de um vilarejo em Anhui, e ali ele viveu para escrever o que ele viu:
Caminhávamos juntos ao longo do vilarejo. . . Diante de meus olhos, entre as ervas daninhas, surgiu uma das cenas que já haviam me contado: um dos banquetes no qual as famílias trocam suas crianças para poder comê-las. Eu podia vislumbrar claramente a angústia nos rostos das famílias enquanto elas mastigavam a carne dos filhos dos amigos. As crianças que estavam caçando borboletas em um campo próximo pareciam ser a reencarnação das crianças devoradas por seus pais. O que fez com que aquelas pessoas tivessem de engolir aquela carne humana, entre lágrimas e aflições — carne essa que elas jamais se imaginaram provando, mesmo em seus piores pesadelos?” Será que os brasileiros merecem uma governo desses? Será que a população terá o dicernimento de rechaçar tal sistema, sendo este o pior que o mundo inventou e nunca deu certo, resultando em barbarismo. Que Deus nos ajude porque até igreja está do lado deles.Quando o papa condena o capitalismo ele esta dizendo que apoia o socialismo. Assim mesmo em Cuba nem insistiu em conversao com os dissidentes.
Fiquei preocupado com o Nobel de economia.
”NOBEL DE ECONOMIA, STIGLITZ DEFENDE ESTADO FORTE.”
Segundo o economista Joseph Stiglitz, o desenvolvimento dos países e a redução da desigualdade requerem um forte papel do Estado, tanto nos países avançados como em desenvolvimento. Ele defendeu o aumento de impostos como medida para financiar bens e serviços públicos; "Embora em muitos países aumentar impostos seja expressão proibida, creio que se deveria aumentar impostos nos Estados Unidos. Ninguém gosta de pagá-los, mas se a população quer investimentos em infraestrutura, tecnologia e demais bens comuns, eles devem ser aumentados", disse ele
Com licença, mas eu vou ser politicamente incorreto, “à la Donald Trump”: Os brasileiros precisam aprender a encarar a realidade e parar de agir como crianças medrosas; que tem medo de escuro!! Este povo tem mania de criar “MITOS”; e esperar a chegada de um “SALVADOR DA PÁTRIA”, para resolver todos os problemas da nação!…
Muito do que esta acontecendo hoje no Brasil, é consequencia direta da legendária INDOLÊNCIA MACUNAÍMICA do povo brasileiro!
Quando é que os brasileiros irão aprender que “SALVADORES DA PÁTRIA não existem? Será que vocês acreditam que PAPAI NOEL existe?…
Evidentemente, os cidadãos brasileiros foram transformados em VASSALOS do sórdido regime Lulo-Petista; e este país ruma velozmente em direção ao abismo do bolivarianismo cleptocrático. O Brasil precisa se libertar da ideologia marxista, dos abusos de poder e da corrupção colossal promovida por esta matilha de hienas.
Os brasileiros só conseguirão livrar a nação das garras do PT, se tiverem a mesma coragem que tiveram os cidadãos ucranianos, em fevereiro de 2014!… Foram os cidadãos de KIEV (com as próprias mãos), que expulsaram o fantoche de Vladimir Putin do poder.
Durante mais de 70 anos, o povo ucraniano sofreu os horrores da repressão do comunismo soviético. Hoje, os ucranianos estão dispostos a morrer, para preservar a liberdade conquistada após o fim da União Soviética.
O povo brasileiro nunca viveu os horrores de um regime comunista genocida. Se os brasileiros tivessem tido essa experiência, compreenderiam que é impossível derrotar o regime Lulo-Petista apenas com “PIXULECOS”, “PANELAÇOS” e “TRIOS-ELÉTRICOS”!!…
Se uma avó ucraniana (de 68 anos) tem a coragem de se alistar como voluntária, para lutar contra os invasores russos; os brasileiros (homens e mulheres) não tem desculpa para se acovardarem perante ameaças do Lula, Evo Morales, Nicolas Maduro, CUT e MST.
Esta senhora, de 68 anos (link abaixo), esta disposta a morrer lutando; para preservar a preciosa liberdade que ela só pode conhecer no final da vida! Enquanto isto, graças a sua legendária INDOLÊNCIA MACUNAÍMICA, o povo brasileiro prefere aguardar (batendo penelas e brincando com “PIXULECOS”) a chegada de um “SALVADOR DA PÁTRIA”…
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2918503/Granbo-Ukrainian-grandmother-68-signs-train-alongside-army-cadets-nickname-Punisher-passes-military-tests.html
genocídio de holomodor … mais uma desgraça patrocinada pelo comunismo sobre ordem e supervisão direta do demoníaco Josef Stalin …. meus votos para q este psicopata assassino esteja ardendo nos quintos dos infernos!!!!!!!!!!
Eu tenho nojo de comunistas, são indivíduos que tem apenas uma pedra no lugar do coração.
O holodomor não foi apenas consequência da política econômica adotada, foi uma política deliberada de genodicio.
O objetivo de stalin era exterminar a população de etnia ucraniana.
Meu comentário não vai para ninguém em especial, pq prefiro pensar que o Típico Filósofo estava sendo cínico.
Só pra constar meus bisavós foram 2 dentre esses milhões q morreram de fome na Ucrânia. Minha avó sobreviveu pq eles falavam para ela correr ao lado dos trens q carregavam trigo e ela juntava o q caia no chão…Eles eram russos, acreditaram nas promessas de Stalin. Venderam tdo e foram pra Ucrânia. Minha vó contava q eles levaram um saco cheio de dinheiro (todo o dinheiro q eles tinham, venda de casa inclusive), mas esse dinheiro pouco tempo depois só dava para comprar 1 pão e pequeno…simplesmente por nao tinha o q comer, então, literalmente, não adiantava ter todo o dinheiro do mundo. E o pior foi qdo o inverno chegou e não tinha NADA, não adiantaria nesta altura do campeonato querer colher alguma coisa. Meus bisavós morreram no meio da rua. Minha vó era tão pequena q ela me disse q achava q eles estavam com preguiça, não sabia q estavam morrendo. Qdo eles morreram incharam, um policial chegou pra ela e perguntou: onde estão os teus pais? E ela: estão ali, minha mãe é aquela bem gordona deitada na rua. Aí veio um caminhão do governo e jogou os corpos dos dois na caçamba…
Estou contando pra vcs de forma atropelada, mas é q eu fiquei sinceramente abismada ao perceber q o conhecimento sobre esse assunto é tão falho. Não sei se vcs me entendem, mas como eu cresci conhecendo essa história, não tinha percebido essa falta de informação… e olhe q minha vó falava pouco sobre isso, pq machucava mais do que lembrar do tempo q ela passou na Alemanha (descascando batatas em um campo de trabalho forçado).
Agora estou pensando em escrever um livro sobre a historia dela e tava dando uma olhadinha…bá, fiquei bege..kk
Outra coisa, eu me formei em filosofia, não dou aulas nem nada, mas, assim, faculdade de filosofia não é lavagem cerebral, a não ser, é claro, pra quem não tem cerebro, mas esses são casos perdidos em qualquer area e, cá entre nós, melhor q eles se tornem filosofos d q médicos, p ex..kkk
O q eu quero dizer com isso q as crianças e jovens têm defesa sim contra professores mal intencionados, é só ter uma conversa boa em casa. Agora se os pais estão sempre cansados e põem seus pinpolhos em frente a tv para não ter trabalho, fica dificil…
Sei lá, só uma opinião…
Tati, qdo vc diz que o remedio para imbecilidade passada aos jovens nas escolas brasileiras eh uma conversa dos pais, puxa, vc tem de situar que, ao contrario de sua heranca cultural, os brasileiros vivem a mesma fome (intelectual/cultural) que seus familiares viveram, em termos de alimentacao. Aqui, a vaca foi pro brejo. Alias, foi o rebanho inteiro. No mais, muito boa sua exposicao, a qual, jah li varios artigos. Triste. A Historia eh ciclica. A ‘coisa”, mais dia, menos dia vai desabar, de novo, desta vez, sobre TODA a Humanidade.
Antonio.
Antonio, entendo o q vc diz e concordo em parte.
Veja se vc concorda comigo: Eu não sou exceção. Qtos brasileiro vc conhece q ouviam histórias de seus avós imigrantes em casa? Qtos vc conhece q passam essas histórias adiante?
Na maioria das vezes o q acontece é q qdo alguém, numa roda de conversa fala sobre um fato histórico, já vem logo uns 3 falando: Meu avô contava que blá blá blá!
Mas essas mesmas pessoas, muitas vezes, têm em casa um adolecente fazendo cursinho e estudando uma história capenga ou msm mentirosa (se o prof for sem carater) e q não faz a menor idéia de q um parente vivenciou essa parte da historia. Entende? E eu digo isso pq conheço gente assim.
E é nesse sentido q eu acho q não faz diferença o grau de escolaridade dos pais, pq eles cresceram ouvindo relatos tanto qto eu. Então eu acho q é falta de interesse ou é preguiça msm.
É complicado lidar com um adolecente q endeusa seu prof, mas é trabalho dos pais falar: calma lá, a história não é bem assim…
Pelo q eu entendi, o q vc quis dizer é q a bola de neve já se formou e q de agora em diante tem q zerar e começar td outra vez, ensinar da forma correta.
O problema é q o ser humano sempre vai divergir em suas opiniões, então acredito q sempre haverá educadores defendendo uma ou outra posição politica e se valendo da ‘história mal contada’ pra isso.
Se a criança ou o adolecente tem conhecimento de fatos históricos fica mais fácil pra ele formar sua propria opinião.
Talvez eu seja sonhadora…sei lá…kkk
Esquecida não. Cuidadosamente manipulada, inclusive pela grande mídia fabiana britânica, que já cortejava Stálin desde o começo dos anos 30.
Existe alguma prova documental desse episódio?
Onde encontro uma fonte da seguinte afirmação:
“Quando Mikhail Gorbachev assumiu o poder em 1985, os 2% de terra agrícola que eram propriedade privada produziam nada menos que 30% de todos os cereais do país — uma resposta humilhante para todos aqueles que ignorantemente afirmavam que a agricultura socializada seria mais eficiente que a agricultura capitalista, ou que eles poderiam alterar a natureza humana ou reescrever as leis da economia.”
Foi mencionado no artigo que todos os Kulaks e os camponeses se opuseram ao governo. Mas os esquerdistas falam que os kolkoses e sovkoses não. Estes camponeses trabalhavam a favor no governo. É verdade isso?
Os indios que vivem na natureza e não tem nenhum contanto com os homens são comunistas. Dai é facil sabermos que quando o homem primitivo trazia muitos quilos de carne para a aldeia, a tribo inteira comia tudo antes que estraasse. Foi o homem descobrir os meios de conservar os alimentos, começou á comercializa-los. Dai começou a acumular bens e isto é o capitalismo.
De extremo valor o artigo, visto que não se fala no assunto, é como se nao tivesse acontecido. Nao vejo em livro, apostila, jornal, nada que lembre esse vergonhoso episódio da historia. Nao vejo UM comentarista politico, ou historiador comentando ou relembrando o fato. NUNCA
Parabéns mais uma vez ao Mises Brasil e o autor do artigo, por relembrarem episodios como esse e nos fazer refletir sobre as verdades deste mundo.
Além do The Harvest of Sorrow, um outro livro igualmente imprescindível sobre o tema, lançado recentemente, é o Red Famine de Anne Applebaum. A razão primordial por trás dos eventos ocorridos era aniquilar qualquer vestígio de nacionalismo na Ucrânia, que despertava a ira de Moscou desde os tempos dos czares, passando assim para um estado de completa submissão ao Kremlin.
Alguns dos relatos são simplesmente de embrulhar o estômago: desde cadáveres espalhados pelas calçadas das ruas, milícias de confisco que destruíam casas e deixavam pessoas literalmente despidas em pleno inverno, e até mesmo casos de canibalismo entre pais e filhos.
E ainda tem esquerdista que enche a boca para falar na “farsa” do Holodomor…
É impressionante como o liberalismo e o libertarianismo estão sendo associados ao fascismo e ao conservadorismo no Brasil…..
A população está caindo em peso nessa armadilha!!!!!
Acho que é culpa da propagação do espectro bidirecional da política que tem sido divulgado exaustivamente.
Você defende livre-mercado e te chamam de……………. fascista!?!?!?!?!?!!?
Você defende porte de armas e te chamam de…………… misógino, sexista, racista?!?!!?!
Algo tem que ser feito para desatar esse nó na mente do eleitor brasileiro…
Talvez devesse ser feita uma carta ao povo brasileiro sobre a posição libertária a respeito de vários pontos para se divulgar em massa, pesadamente.
Muitos ficariam pasmos ao ver a mesma escola defender o porte de armas (direita) e a liberação de drogas (esquerda), por exemplo……….. talvez despertasse interesse……….
Eu sempre bato na mesma tecla: há de se socializar o conhecimento da escola austríaca. O nível do debate do fórum eletrônico do instituto mises é demais para a cognição de quem sai da nossa escola. Simplifique e alcance!!!!!!!!!!!!!!!
Não que se deva diminuir o nível aqui, mas que se façam iniciativas mais populares…
ATT
Realmente lamentável. A aceitação do sofrimento dos outros em detrimento de um suposto futuro melhor, criado por um ideal, sem dúvidas foi o responsável pelas grandes crises humanitárias já existente no mundo. Por isso devemos sempre esta nos vigiando, não porque iremos nos tornar o próximo Hitler ou Stalin, mas para evitar conjecturas que possa infligir a liberdade alheia
É um erro usar a mortandade, que se segue após um regime socialista chegar ao poder, como um sinal de fracasso da ideologia comunista. Essas mortes fazem parte da equação do comunismo, para dar “certo” o comunismo tem que diminuir a população.
A BBC news fez a algum tempo um vídeo sobre Stalin e sua aprovação na Rússia com isso nos comentários chegou-se a revolta de alguns sobre a alta aprovação de Stalin (51% gostam de Stalin e 70% dizem que seu papel foi positivo) como sempre apareceram os comunistinhas de plantão passando pano para o mesmo dizendo que a fome ucraniana não foi causada por Stalin e sim por uma incrível seca e também por um homem chamado William Hearst que encorajou Mussolini pagando a ele uma quantia em troca de artigos falaciosos juntamente com os nazistas que comprariam noticias da International News Service (????????).
encontrei um texto da internet até bem famoso entre os comunistas que só usam os argumentos desse texto : A Farsa do “Holodomor” (1932-1933)
quem quiser ler este belo emaranhado de fezes segue o link rende até que umas boas risadas.
O holodomor foi uma das piores medidas que o comunismo aplicou. Causou a morte por inanição. Isso sem falar nos gulags, na repressão provocada pela KGB. Tudo política ou deliberadamente provocado. Como consulta suplementar, sugiro a obra de David Marples.
Prezados
Boa tarde
O livro “The Harvest of Sorrow: Soviet Collectivization and the Terror-Famine” tem em língua portuguesa? Seria interessante que tivesse pois aí junto com o livro “A fome vermelha: A guerra de Stalin na Ucrânia” de Anne Applebaum, teríamos mais informações essenciais sobre o que realmente aconteceu.
Entendi, mas até onde eu sei o livro é de 1986 ou seja são ( 52 anos) e até hoje não tem em português. Desculpem a minha ignorância sobre o assunto mas acho, que já poderia ter. Eu vejo que o entendimento da grande maioria da população é de direita, então eu imaginei que alguma editora conseguisse fazer uma edição em português.
Prezados desculpa.
Digitei errado em relação ao tempo do livro The Harvest of Sorrow: Soviet Collectivization and the Terror-Famine eu digitei 52 anos, quando na verdade são 35 anos.
É a descrição do cavalo preto do apocalipse.
Pior que não sinto pena.
Os próprios camponeses, expulsaram, tomaram os maquinários, animais etc de gente que sabia gerir uma fazenda com lucro.
É lógico que as massas nunca iriam conseguir atingir as metas dos tempos de ouro sem o conhecimento, maquinário, animais adequados.
Por incrível que pareça ao que tudo indica, colocarão o partido bolchevique PT novamente no comando do país. Deveremos olhar para cima para pedirmos a salvação!
a russia esta mostrando as garras pra ucrania, a qual os russos nunca aceitaram perder como territorio, principalmente porque na presidencia do seu maior rival existe um velho babao de fralda geriatrica , quebrou o balanço que havia entre ocidente e oriente , putin sabe que a maior expressao do ocidente ta de 4
sobrou pros bretoes comprarem briga assim como foi na ww2
acompanho a ucrania e toda a regiao que forma o corredor dos urais , vale do danubio , ate a portinha com o oriente medio
chechenia, bosnia, yugoslavia … parece ser uma maldiçao desse miolo da eurasia
ali na beirada com a india tambem os russos estao aprontando , o desenvolvimento dos conflitos cazaques sao iguaizinhos da euromaidan de 2013
Se tiver guerra, o Dolar cai? Melhor para nós?
E o que vai dar esse bafafa? parece sem saída agora, os Ucránia e demais ex-URSS querem se integrar ao ocidente, hoje é a Ucránia, amanha Polonia, depois Hungria e assim vai. O Putin quer cortar esse mau pela raiz.
Holodomor, o Holocausto comunista, foi abafado por intelectuais ocidentais
26.nov.2021 às 18h00
Amanhã será o quarto sábado de novembro. O que significa que será altura de relembrar o Holodomor. Escrevo essa palavra –Holodomor– e pressinto que muitos leitores não sabem do que estou a falar.
Esse desconhecimento é revelador da forma ambígua como o mundo olha para os crimes do comunismo, sobretudo quando comparados com os crimes do nazismo.
Se eu tivesse escrito “Holocausto”, não haveria dúvidas. Mas Holodomor, ou seja, a grande fome soviética promovida por Stálin em 1932-1933 e que provocou 4 milhões de mortes só na Ucrânia (estimativa conservadora), é conceito obscuro.
Para preencher essa lacuna, recomendo um livro: “Red Famine”, de Anne Applebaum. Depois do clássico de Robert Conquest, “The Harvest of Sorrow”, publicado em 1986, a obra magistral de Applebaum é um monumento historiográfico contra o esquecimento.
Não é uma experiência agradável, aviso já, porque a martirizada Ucrânia sempre foi aquele elemento estranho na mundividência bolchevique —um problema político, pela sua forte identidade nacional; uma oportunidade econômica, por ser o celeiro da Europa.
E a revolução precisava desse celeiro para alimentar as tropas do Exército Vermelho, os membros do partido, os simpatizantes da causa.
Além disso, a exportação de grão para uma Europa faminta depois da Primeira Guerra Mundial também servia como arma preciosa para Lênin forçar os restantes países a reconhecerem o novo Estado soviético.
Quem pagava a fatura dessa espoliação era o campesinato ucraniano. As primeiras grandes fomes na Ucrânia acontecem entre 1921 e 1923 e o saldo oscila entre os 250 mil e os 500 mil mortos.
Se esses números nos parecem dantescos, eles empalidecem dez anos depois quando Stálin promove a coletivização forçada da agricultura soviética.
“Coletivização” é palavra demasiado branda para descrever um processo que implicava o confisco da propriedade privada; a reinstituição da servidão “de fato” para os trabalhadores do Estado; a eliminação quase completa de uma classe artificialmente criada —os “kulaks”, inicialmente camponeses mais abastados, mas depois qualquer opositor do regime; e, finalmente, a punição pela fome.
Tal como na década de 1920, era necessário cumprir cotas de produção cada vez mais excessivas e irrealistas. E, quando a produção não correspondia ao plano de Moscou, a “requisição” dos bens era o passo seguinte, executada por hordas tão famintas como os próprios camponeses.
Para agravar o problema, Stálin impediu o deslocamento regional dos trabalhadores em busca de comida. Aprisionados à suas terras estéreis e condenados à fome, tudo servia como alimento —ervas, raízes, cascas de árvores. O canibalismo não foi uma raridade.
Ler as páginas de Anne Applebaum com testemunhos de sobreviventes é das experiências intelectuais mais duras que conheço. Mas ler a forma como a “intelligentsia” ocidental ocultou esses crimes é igualmente insuportável.
Um desses “idiotas úteis” foi Walter Duranty, o correspondente do New York Times em Moscou, que garantia em artigos de puro servilismo que a fome era um mito. As suas reportagens, sem surpresa, ganharam o prêmio Pulitzer.
Nem todos colaboraram com a mentira. A mais importante exceção foi Gareth Jones, o jornalista galês que viajou para a Ucrânia em inícios da década de 1930 para testemunhar o horror.
Também sem surpresa, não houve prémio Pulitzer para Jones. Mas existe um filme recente que relembra a sua vida e coragem: “A Sombra de Stálin”, de Agnieszka Holland. Recomendo.
Era William Faulkner quem afirmava: “O passado nunca está morto. Na verdade, nem sequer passou”. É uma frase que serve como uma luva para o tempo presente.
Primeiro, porque os “idiotas úteis” continuam tão úteis (e tão idiotas) como sempre.
Mas também porque as autoridades ucranianas acreditam que a Rússia, em 2022, vai invadir o país em operação de larga escala. Verdade? Mentira?
Ninguém sabe. Mas depois da anexação da Crimeia e com milhares de tropas russas na fronteira ucraniana, é pelo menos verossímil. E a história só reforça essa verossimilhança.
Como disse Vladimir Putin, o fim da URSS foi “a maior catástrofe geopolítica” do século 20. Razão pela qual o ano de 2022 tem um simbolismo especial: passarão cem anos sobre a constituição da União Soviética.
Em política, nada é mais letal do que a força da nostalgia.
João Pereira Coutinho
Escritor, doutor em ciência política pela Universidade Católica Portuguesa.
www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2021/11/holodomor-o-holocausto-comunista-foi-abafado-por-intelectuais-ocidentais.shtml