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O que o Japão deve fazer para se recuperar rapidamente

N. do T.: O artigo a seguir foi adaptado de um discurso feito por Peter Schiff, daí o tom ligeiramente mais coloquial do texto.

 

Imediatamente após a destruição provocada pela combinação terremoto/tsunami ter ficado evidente, o Banco Central do Japão veio a público para assegurar que ele forneceria a liquidez necessária para resgatar a economia japonesa.  E todos aparentemente ficaram mais tranquilos.

A questão é: por que consideramos que os bancos centrais possuem esse poder salvador, essa capacidade de resgatar economias da tragédia?  Tudo que um banco central possui é a sua impressora e, consequentemente, sua capacidade de criar quantias ilimitadas de dinheiro.  Ou seja, tudo que um banco central pode fazer é criar inflação.  Mas criar inflação não resolve problemas.  Criar inflação não faz com que haja mais recursos físicos disponíveis na economia.  Criar inflação apenas cria mais problemas e piora os já existentes.

Ironicamente, o que o Banco Central japonês deveria fazer agora é exatamente o oposto do que está fazendo: ele deveria estar elevando a taxa básica de juros e contraindo a oferta monetária.  Por quê?  Porque o terremoto/tsunami foi um desastre natural que inevitavelmente provocará a contração de recursos disponíveis na economia.  Como várias fábricas, instalações industriais, rodovias e infraestruturas ficaram inutilizadas, haverá menos produção.  Consequentemente, a quantidade de produtos disponíveis no mercado ficará reduzida.

Para solucionar esse problema, recursos terão que ser retirados do consumo e redirecionados para o processo de reconstrução dessas instalações.  Se a economia se contrai, se a quantidade de produtos disponíveis se reduz, então a oferta monetária tem de se contrair também — caso contrário, haverá uma inflação de preços justamente em um momento em que os preços deveriam se reduzir, justamente para eliminar o fardo sobre uma economia destruída.

Quando o Federal Reserve (o Banco Central americano) foi criado em 1913, o principal intuito de sua criação era o de fornecer uma oferta monetária “elástica” para a economia.  O que seu estatuto queria dizer com ‘oferta monetária elástica’?  Que a oferta monetária deveria se expandir quando a economia se expandisse, e deveria se contrair quando a economia se contraísse.  Quem ler o decreto original da criação do Fed poderá encontrar esse dispositivo; eu não estou inventando.  Eu sei que isso é o exato oposto do que o Fed — bem como todos os outros bancos centrais do mundo — faz hoje; mas tudo que o Fed faz hoje é errado.  E o Banco Central japonês está cometendo o mesmo erro.

O motivo de o Japão necessitar de maiores taxas de juros durante essa contração econômica é que, como menos bens estarão sendo produzidos, se você não contrair a oferta monetária, os preços irão subir — pois haverá uma maior quantidade de dinheiro para uma menor quantidade de bens.  Ademais, juros maiores são necessários também para conter o consumo.  E o raciocínio é simples: como dito, o Japão deve agora redirecionar bens e recursos para a reconstrução de sua infraestrutura.  E de onde virão esses recursos?  Terão de vir de uma redução no consumo atual.  É a redução no consumo que irá liberar bens e recursos que serão utilizados na reconstrução da infraestrutura.  Se os consumidores se apossarem de recursos escassos que poderiam estar sendo utilizado na reconstrução, este processo será muito mais custoso e demorado.

Logo, é preciso agora, mais do que nunca, que os japoneses poupem mais e gastem menos.  E taxas de juros mais altas produziriam esse resultado, pois elas criariam o incentivo para os japoneses pouparem ainda mais, liberando recursos que seriam desperdiçados no consumo e redirecionando-os para ser utilizados na reconstrução da infraestrutura destruída.

Porém, há ainda outros efeitos: se o Banco Central japonês (BOJ) fizesse isso, o iene ficaria ainda mais valorizado.  (Nos últimos meses, o BOJ vinha intervindo no mercado de câmbio justamente para impedir a contínua apreciação do iene).  Agora, mais do que nunca, o Japão precisa de um iene forte.  Um iene forte reduziria os custos da reconstrução da infraestrutura. 

Se o iene se apreciasse, o preço do petróleo para o Japão cairia sensivelmente — afinal, vale lembrar que, não apenas o Japão não produz uma só gota de petróleo, como também, agora que suas usinas nucleares estão desativadas, o país terá de importar muito mais petróleo.

Da mesma forma, os preços do cobre cairiam, os preços do aço cairiam, o preço do concreto cairia.  Seria muito mais barato para o Japão reparar sua infraestrutura com um iene mais forte.  Porém, ao invés disso, o BOJ vai criar mais ienes, vai depreciar a moeda e, por conseguinte, vai elevar os custos de todas as coisas que o país vai precisar comprar para se reerguer.

Mercantilismo

O fato é que o governo japonês quer preservar a depreciada taxa de câmbio do iene em relação ao dólar, de modo a continuar incentivando suas exportações para os EUA.  E qual a inteligência disso?  Não é de exportações que o Japão vai precisar agora.  É de importações.  Os japoneses precisam agora se concentrar em sua economia doméstica, e consertar estragos físicos é muito mais fácil quando se tem uma moeda em constante valorização, e não em constante depreciação.

Mas a coisa piora ainda mais quando vemos na mídia vários economistas dizendo que o BOJ precisa criar estímulos para evitar que os japoneses parem de consumir!  Ora, é exatamente agora que os consumidores devem cortar seus gastos, liberando bens e serviços para a reconstrução do país.  Afinal, de onde mais o país vai arrumar esses recursos?

Com efeito, há sim uma alternativa.  O governo japonês poderia vender grande parte dos títulos do Tesouro americano que possui.  Nesse momento, o governo japonês está sentado sobre aproximadamente US$ 900 bilhões em reservas internacionais (dinheiro esse todo aplicado em títulos da dívida americana).  Todos os governos dizem que a função de se acumular reservas internacionais é ter alguma proteção em situações de emergência.  Para os japoneses, portanto, a emergência chegou.  Por que não utilizar esses fundos agora?

Porém, até o momento, o governo japonês não apenas não deu indicações de que irá utilizar essas reservas, como, ao contrário, disse que irá comprar ainda mais títulos americanos!  A explicação é que, como grande parte das estruturas danificadas possuía seguro, as seguradoras japonesas terão, obviamente, de restituir essas empresas.  E as restituições são pagas em ienes.  Mas como as seguradoras investem em ativos não denominados em ienes — porque investem no mercado internacional –, esse seu portfólio internacional tem de ser liquidado para que elas possam remeter o dinheiro de volta para o Japão, onde as moedas estrangeiras são trocadas por ienes.  Tal processo naturalmente eleva a cotação do iene — que é exatamente o que tem acontecido recentemente, para espanto da mídia.  E para impedir tal apreciação, o BOJ já anunciou que vai comprar mais dólares.  Para fazer isso, ele vai imprimir ienes.

Ou seja, enquanto o Japão está tentando reconstruir a própria economia, seu governo continuará financiando o déficit americano!

Se o governo japonês vai elevar seus gastos como consequência desse desastre natural, a melhor solução seria recorrer às suas reservas internacionais, vender os títulos do Tesouro americano e utilizar esses dólares para importar bens.  Porém, ao invés de vender esses títulos americanos, que não rendem praticamente nada de juros, tudo indica que o governo japonês, além de imprimir dinheiro, vai emitir títulos próprios para se financiar, aumentando ainda mais a sua dívida pública, que já está em 200% do PIB.

É claro que o principal motivo por trás dessa escolha é o medo de derreter o dólar, fragilizar a economia americana e, com isso, perder um mercado consumidor para suas exportações.  O que leva à pergunta final: se o governo japonês não pode utilizar suas reservas internacionais nem durante a maior de suas emergências, então para que elas servem?  Quando o povo japonês, que é quem paga por eles, poderá utilizá-las?  Qual o propósito de se ter quase US$ 1 trilhão em reservas internacionais se, quando há um desastre natural de proporções bíblicas, o país não pode gastá-las por medo de fragilizar a economia americana?

Conclusão

No entanto, ainda creio que um dia os japoneses vão finalmente entender a situação.  Eles vêm seguindo esse modelo keynesiano e mercantilista há 20 anos.  Em algum momento eles vão acordar e concluir: “Não dá mais.  É mais importante consertar a nossa própria economia do que ficar sustentando a economia americana”.  Um dia eles vão perceber que não é racional sacrificar toda uma economia apenas para proteger setores que exportam para americanos, os quais sequer podem pagar por esses produtos.

A economia japonesa necessita agora, mais do que nunca, de recursos baratos, de poupança e de investimento.  Não faz sentido querer ficar sustentando governo americano em meio a tudo isso.

Logo, eis as sugestões para os japoneses:

1) Contração monetária — uma menor oferta de bens exige uma menor oferta de dinheiro, para impedir um aumento de preços que seria desastroso para a atual situação do país.

2) Aumento de juros — o consumo deve ser restringido para que possa haver uma liberação de recursos que serão utilizados na reconstrução do país.  Aço, cobre, concreto e petróleo devem ser utilizados na reconstrução, e não desperdiçados em consumos supérfluos.

3) Utilizar as reservas internacionais: isso ajudaria nas importações de recursos necessários para a reconstrução.  O iene ficaria mais apreciado em relação ao dólar.  Essa medida, em conjunto com o item 1,  ajudaria enormemente a economia interna, barateando os recursos.  Não faz sentido sustentar o déficit do governo americano, bem como o setor exportador japonês, quando tudo que a economia japonesa mais precisa agora é de importações baratas de matéria-prima para reconstruir a própria economia.

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31 comentários em “O que o Japão deve fazer para se recuperar rapidamente”

  1. A mensagem, à luz das teorias da escola austríaca, está correta. Mas acredito que as pessoas pensem simplesmente: o terremoto destruiu muitas coisas. Vamos ter que reconstruir. para reconstruir, vamos precisar comprar material. Por causa do terremoto, todo mundo perdeu dinheiro. Logo, o melhor que o governo pode fazer é imprimir mais dinheiro para podermos comprar o material necessário para a reconstrução.\r
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    É dificil competir com esse pensamento, que não qualquer compreensão de entidades exotéricas como “banco central”, “oferta monetária”, “títulos”, “juros”…

  2. Róbson da Silveira Kunrath

    Logo, é preciso agora, mais do que nunca, que os japoneses poupem mais e gastem menos. E taxas de juros mais altas produziriam esse resultado, pois elas criariam o incentivo para os japoneses pouparem ainda mais, liberando recursos que seriam desperdiçados no consumo e redirecionando-os para ser utilizados na reconstrução da infraestrutura destruída.

    Porém, há ainda outros efeitos: se o Banco Central japonês (BOJ) fizesse isso, o iene ficaria ainda mais valorizado.

    O Peter Schiff está sugerindo que o BC japonês deveria intervir elevando a taxa de juros? Fiquei confuso quanto a isso.

    Abraços

  3. Leandro, não entendi essa do Schiff e sua… Porque o BOJ deveria retirar dinheiro do mercado? Se o BOJ forçar a contração ele terá que vender títulos e a taxa de juros subiria a um patamar acima do que deveria subir… Aliás, a taxa de juros subiria naturalmente com o aumento dos preços dos bens finais frente o preço dos inputs… Além disso, com o aumento da incerteza seria possível que houvesse uma queda natural nos depósitos à vista e queda no multiplicador monetário… Não entendi essa de Austríacos defenderem oferta de moeda elástica (nesse caso pra menos)…

  4. Acho que ele considerou a ação para atingir os objetivos soo cenário de metas de inflação, etc…. \r
    Incrivel a logica e intensidade do BOJ na intervenção no cambio.

  5. Eu acho que a melhor forma de interpretar o que o Schiff quis dizer eh lendo o artigo pensando em termos pragmaticos. Eu nao acredito que o Schiff realmente defenda que o Banco Central Japones ou de qualquer outro pais manipule a oferta monetaria.\r
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    Por outro lado, os bancos centrais estao ai, e nao vao desaparecer tao cedo. E qualquer orgao publico precisa mostrar que “esta fazendo alguma coisa” – na logica politica, qualque acao eh melhor que a inacao.\r
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    Assim, o que eu acho que o Schiff quer dizer eh o seguinte: visto que o Banco Central do Japao precisa e vai fazer alguma coisa de qualquer modo, o melhor que pode fazer eh reduzir a oferta de moeda e aumentar os juros.\r
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    So isso. Obviamente, o Schiff esta perfeitamente ciente de que isso vai gerar outras distorcoes. Mas, no momento e nas condicoes atuais, nao da pra sugerir outra coisa.\r
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    Um artigo desses gera discussao. Um artigo dizendo, “essa eh a hora para acabar com o BC do Japao”, nao seria lido, se lido nao discutido, se discutido, nao levado a serio. (infelizmente)

  6. Não acredito que os adeptos da Escola Austríaca estejam a defender o BOJ. Na verdade, o autor quis dizer algo assim “dos males o menor”. O BOJ por si só é uma instituição anômola por controlar o mercado. Como o maré levará a economia japonesa para uma contração econômica, o BOJ deveria seguir o fluxo natural das coisas. Só isso. Aí, quando a economia reaquecer, voltaria a baixar as taxas. Nada mais é do que manter o mecanismo de aparente controle da economia (“estabilidade e segurança”). Dentro da atual conjuntura, acho que foi isso que o autor quis dizer.

  7. Poxa gente, Qual é… esse texto está errado! Precisamos dizer isso, não é porque o cara é popstar que temos que acreditar no que ele diz uai!

    Veja o que ele diz:
    “Se a economia se contrai, se a quantidade de produtos disponíveis se reduz, então a oferta monetária tem de se contrair também – caso contrário, haverá uma inflação de preços justamente em um momento em que os preços deveriam se reduzir, justamente para eliminar o fardo sobre uma economia destruída.”

    TA NA CARA, que isso é monetarismo, só consigo lembrar do famoso MV = PY quando leio isso, e não podemos concordar com essa colocação.

    Haverá uma inflação, CLARO que haverá poxa, mas aconteceu um desastre e os preços tem que aumentar mesmo ué, porque não aumentariam? Se vc fabrica bolos junto com sua vó e ela fica doente, os seus preços vão ter que aumentar ué!!!NORMAL, qual o problema disso!?!??!!? Os preços novos vão sendo ajustados pelos produtores.. mas se vc quiser contrair a moeda vão ter Danos enormes, mas que danos?

    1-Sistema da fila da dívida
    Uma vez que cada nota de iene (ou outra unidade monetária) tem um juro associado, as dívidas não poderiam ser pagas de uma vez, então devem ser pagas dentro do tempo de forma separada, o dinheiro da dívida que um paga logo vida emprestimo para outro que poderá cair na mão de outro endividado. Se vc quer contrair a oferta de moeda a primeira coisa a ser feita pelos bancos é não renovar empréstimos podendo causar um colapso na fila.

    2-Manipulações além das expectativas dos produtores (muito importante)
    O preço do bolo da vó vai aumentar uma vez que a produtividade caiu, mas isso é de conhecimento da vó! Uma contração monetária NÃO está na expectativa da vovó!!! Veja bem isso é importante demais. A vó pode correr o risco de colocar um preço auto e não vender nada, pq o sistema foi manipulado. A insatisfação certamente se instalaria pq imagina ter produtividade sem trocas indiretas?!?!?!? Se o sistema de preços fica confuso é capaz de todo mundo produzir e ficar parado sem vender!!!!!!

    Se o problema aconteceu, já era amigo, agora é trabalho e trabalho, não tem outra alternativa e os Bancos Centrais são empresas que deveriam zelar pelo seu produto(moeda) e não fazer caridade. Fazer caridade sendo o Monopólio por LEI é mole…

  8. Eu só gostaria de saber se este texto (ou declaração) de Schiff realmente existe, pois a nota do tradutor diz: “O artigo a seguir foi adaptado de um discurso feito por Peter Schiff, daí o tom ligeiramente mais coloquial do texto.” Foi adaptado, ou realmente existe? E pediram autorização ao Schiff para fazer isso? Se não for o caso, espero que ele nunca descubra….

    Como já foi dito, o Japão já apresenta altas taxas poupança (se não for a maior, é uma das maiores do mundo), e atualmente possui o sistema monetário mais sólido do mundo, segundo o próprio artigo do Leandro, um sistema monetário que mais se aproxima ao sistema preconizado pela Escola Austríaca. Então, eu acho que a atual poupança dos japoneses pode sustentar uma reconstrução. E é claro: tem 1 trilhão em reservas internacionais. Então, eu não acho que o BoJ deve contrair os depósitos dos japoneses. Deveria manter a base como está, ou seja, parar a impressão de dinheiro.

    Se o Japão fizer o que está sendo sugerido, não será os EUA que vai quebrar, mas as empresas japonesas que não poderão concorrer no mercado internacional, pois o iene se apreciará a tal nível que será impossível competir com os estrangeiros, ou seja, vai piorar a situação dos japoneses.

    Se seguirmos o raciocínio de que, em decorrência de uma queda na produção industrial provocada por um desastre natural, teria-se de contrair a circulação de mercadorias, equivaleria a imaginar que uma tribo na Polinésia, antes dos britànicos chegarem, que vivem da caça de cangurus e da coleta (principalmente da coleta de fruta-pão) e que vivem num regime divisão de trabalho e num sistema de troca de escambo: um aborígene caçador trocava seu canguru por cinco frutas-pão. Mas um dia ocorresse uma tragédia, um furacão, que levantasse as ondas do Oceano para uns 7 metros de altura e que devastasse 1/10 das árvores-do-pão ali existentes, e matasse 5% dos cangurus existentes, e claro, muitos aborígenes morressem. Segundo o raciocínio, então os caçadores sobreviventes, para tornar o seu escambo mais “forte”, reduziriam de forma premeditada a sua caça de cangurus e não só isso, matariam muitos cangurus para tornar a troca mais “forte”? E claro, o aborígene que confecciona lanças, também destruiria as lanças, pois vamos supor que antes ele trocava a sua lança por 10 frutos-pão, e agora pássa a trocar por 20, e para voltar a ser 10, destrói as lanças) para torná-la mais cara? Como você avaliaria comportamento de uma tribo que age assim?

  9. André Luiz de F. Paranhos

    Peter Schiff parece uma monetarista da Escola de Chicago de tanto que torna o BOJ protagonista para a recuperação do Japão.

    Esse artigo parece mais uma crítica monetarista vinda de Chicago contra as medidas keynesianas adotadas no Japão. Em suma, duas grandes escolas do intervencionismo e do planejamento central brigando… rs

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