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O que esperar do futuro governo Dilma?

Sem
que ela tenha nomeado sua equipe de governo, já é possível saber de antemão
como será o governo Dilma, sem correr qualquer risco de errar.

Daqui
a quatro anos:

1)
Suas liberdades civis estarão menores.

2)
A quantidade de impostos que você pagará será maior.

3)
A economia estará ainda mais regulada.

4)
O estado estará ainda mais envolvido em empreendimentos.

5)
Quem estiver no setor público estará rindo à toa.

6)
Quem for empreendedor e tiver contratos com o governo ou tiver funcionários
públicos como o grosso de sua clientela também estará ótimo.

7)
Quem for empreendedor autônomo, do tipo que não recebe favores do governo, mas
que já está em um mercado maduro, seguirá escorchado e tendo de sustentar todo
o trem da alegria acima.

8)
E, finalmente, quem for empregado do setor privado (exceto bancos) ficará
exclusivamente com o ônus de tudo.  Não
estará morrendo de fome, mas dificilmente sairá do lugar.  Por quê?

Salários reais estagnados por 8 anos

Essa
tabela de Excel
fornecida pelo IBGE mostra que o rendimento médio real
dos trabalhadores do setor privado com carteira assinada está atualmente em um
nível menor que o de agosto de 2002! 

Você
realmente deve clicar
na tabela 
e ver (na coluna da esquerda, desde lá de cima da planilha)
que o rendimento real dos trabalhadores do setor privado com carteira assinada
caiu continuamente de 2002 até 2010, e apenas em setembro agora é que o valor
se igualou ao que era em julho de 2002, porém ainda estando menor que o valor
de agosto de 2002.

Isso
explica o aumento do número de postos de trabalho com carteira assinada.
 Os salários reais estão estagnados há oito anos, o que de fato estimula a
demanda por mão de obra e, consequentemente, o emprego.

Quando
se ouve falar que o salário real subiu, está-se levando em conta os salários de
toda a população, inclusive funcionários públicos.  Porém, se olharmos
exclusivamente os assalariados do setor privado com carteira assinada, a
situação fica desesperadora: existe emprego (e é disso que o governo se gaba),
mas não existe remuneração — essa está, na melhor das hipóteses, estagnada
desde 2002.

Esse
fenômeno de oferta de emprego relativamente alta e salários constantemente
baixos foi explicado aqui,
e mais do que nunca permanece válido.  Enquanto o governo mantiver seus
gastos elevados, seus déficits nominais, sua alta carga tributária e seus
inúmeros encargos sociais e trabalhistas, ele estará impedindo a acumulação de
capital no setor privado. 
Consequentemente, ao impedir que haja uma maior quantidade de bens de
capital à disposição de trabalhadores, o governo estará tolhendo o aumento da
produtividade do setor privado, o que por sua vez impossibilitará substanciais aumentos
salariais.

Ao
contrário do que ativistas políticos pensam, a prosperidade não pode ser obtida
por meio de discursos demagógicos e de ataques à imprensa.  Um alto padrão de vida só pode ser obtido por
meio de um aumento da produção.  Apenas
quando há uma abundância de bens e serviços — cuja grande oferta faz com que
seus preços sejam baixos –, é que o padrão de vida será maior.  

E
ao contrário do que economistas acadêmicos pensam, um país não enriquece
imprimindo dinheiro e derrubando sua taxa básica de juros, mas sim acumulando
capital e utilizando-o para criar a abundância de bens e serviços acima citada.

A
política fiscal do governo — de gastos crescentes, déficits constantes, alta
carga tributária e inúmeros encargos sociais e trabalhistas — simplesmente
impediu qualquer progresso no valor real dos trabalhadores do setor
privado.  E isso de acordo com os dados
do próprio IBGE.

Se
Dilma não estiver disposta a desatar esse nó, apenas um surto milagroso de
produtividade poderá fazer com que os salários do setor privado cresçam
sustentavelmente em termos reais.  (Curiosamente,
nesse campo, nenhum progressista se dispõe a imitar a Escandinávia, com sua
economia privada altamente desregulamentada.)

Fazenda e Banco Central

Ademais,
dada a alta improbabilidade de haver desestatizações — pode até haver mais
algumas concessões de
estradas
, pois este é um ramo que só dá dor de cabeça para o governo caso
seja mantido totalmente estatal –, a tendência é que o estado siga seu atual e
incontido ritmo de expansão.  Por isso
mesmo, estamos reduzidos à condição de meros torcedores para nomes sensatos na
Fazenda e no Banco Central. 

A
boa equipe montada por Antônio Palocci no primeiro mandato de Lula, com Joaquim
Levy, Marcos Lisboa e Murilo Portugal na Fazenda, além de Henrique Meirelles,
Ilan Goldfajn e Alexandre Schwartsman no Banco Central, dificilmente será
repetida em um governo Dilma — se for, ela estará adotando uma postura
ideologicamente contrária a tudo aquilo em que ela sempre professou acreditar
(quem não se lembra do arranca-rabo público que ela protagonizou com Palocci no
final de 2005, quando ela queria que o governo abrisse os cofres
irrefletidamente, sem qualquer preocupação com a disciplina fiscal?).

Ver
como a futura equipe da Fazenda vai lidar com a debilitada situação fiscal do
governo, com gastos crescentes e déficits contínuos, além de reajustes já
comprometidos para o funcionalismo até 2012 — para os quais a única receita
adicional esperada é o fictício pré-sal –, vai ser bastante interessante.  Ou trágico.

Por
fim, a única coisa que resta a nós trabalhadores do setor privado é torcer para
que o Banco Central tenha aprendido uma lição com as atuais agruras impostas
pelo Federal Reserve à economia americana: keynesianismo não apenas não
funciona, como só traz desgraça.  Juros
só podem ser baixados se houver aumento na poupança e na acumulação de
capital.  Qualquer tentativa de
manipulação de juros via impressão monetária resulta em bolhas e subsequentes
recessões. 

A
atual diretoria do Banco Central, que vinha se comportando bem até o último
trimestre de 2009, resolveu inovar e emular o comportamento do Fed.  A base monetária disparou, como mostra o
gráfico abaixo.

BM.png

 

Tal
crescimento vem elevando enormemente o volume de depósitos em conta corrente,
como mostra esse outro gráfico:

DV.png 

No
gráfico acima, vale ressaltar que, em todas as vezes que o ritmo de crescimento
dos depósitos em conta-corrente se reduziu, houve recessão, mesmo
trimestral.  Isso ocorreu em 2003, no
último trimestre de 2008 e em todo ano de 2009. 
E, em todas as vezes, essa redução se deu após um período de forte
expansão (veja que a redução ocorrida em no final de 2008 veio após dois anos
de forte crescimento).

Os
atuais (e bons) números do PIB brasileiro, que vêm garantindo a alta
popularidade do governo, são um mero reflexo desse aumento da oferta
monetária.  Após ter ficado um período estável em 2009, os depósitos em conta-corrente começaram a aumentar vertiginosamente — e isso aditivou o PIB. 

Como o PIB mede apenas gastos
monetários, quanto maior o aumento da oferta de dinheiro, maior será o volume
de gastos e, consequentemente, maior será o valor do PIB.  O problema é que gastos por si só não geram
riqueza — ao contrário, eles destroem capital, pois o consumo é maior que a
produção.

Um
aparente “crescimento” econômico trazido por uma expansão monetária —
como esse que estamos vivendo agora — não chega sequer a ser um crescimento
econômico.  Tampouco há um genuíno
aumento da produção econômica.  Inflação
e crédito fácil jamais podem aumentar a disponibilidade de bens em uma
economia; jamais podem aumentar a produção total.  Todo e qualquer aumento na produção que
porventura esteja ocorrendo atualmente é um aumento que ocorreria de qualquer
forma, independente da criação desse dinheiro adicional.

A
única coisa que a inflação e o crédito fazem é provocar uma realocação de
recursos, favorecendo aqueles que recebem esse dinheiro antes de todo o resto
da população, e prejudicando aqueles que recebem esse dinheiro por último.

Durante
esse período de realocação dos fatores de produção dentro da economia — período
esse que estamos vivendo agora e que é confundido com crescimento econômico
genuíno –, as pessoas erroneamente creem que estão vivendo um período de
bonança, quando na verdade estão vivendo um período de desperdício de
recursos.  Bens de capital estão sendo
empregados em projetos que serão insustentáveis no longo prazo.

Esse
processo é camuflado pelo fato de que alguns membros da sociedade realmente
estão enriquecendo.  Porém tal
enriquecimento foi trazido apenas e exclusivamente pela criação de
dinheiro.  E sempre em detrimento
daqueles que serão os últimos a receber esse dinheiro recém-criado.

Como
atualmente estamos na fase do boom econômico, somos levados a crer que tudo
está bem.  Mas quando os juros começarem
a subir e os bancos começarem a contrair seus empréstimos, levando a uma
redução do crescimento das contas-correntes, a atual expansão econômica dará
lugar à contração — que é quando as pessoas descobrem que eram menos ricas do
que imaginavam, pois estavam na verdade apenas consumindo capital. 

A
arte é saber exatamente quando isso irá acontecer.  Mas que vai acontecer, vai.

E
é nesse momento que iremos ver como irá se comportar o novo Banco Central
dilmesco.  Esteja preparado.

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99 comentários em “O que esperar do futuro governo Dilma?”

  1. Boa análise econômica!

    A análise política é: senado e câmara tem governistas suficientes para aprovar qualquer emenda constitucional.

    Vou torcer para que o governo Dilma faça o menor estrago possível ao país, tanto política quanto economicamente.

    Abraços!

  2. Depois da abertura dos portos, privatização de algumas estatais, moeda “comportada”, tudo que garantiu que essa massa de pessoas pudessem comprar seus carros, equipamentos eletrônicos, e tudo o mais, estamos correndo o risco de perder isso tudo. E isso é sério demais.

  3. Temos que ficar de olho agora, após as eleições… A inflação aumentou muito nos últimos meses e ficou muito claro que o Banco Central só não aumentou a taxa básica na última reunião do Copom, porque o governo queria garantir a eleição da Dilma. provavelmente veremos os juros subirem já na próxima reunião do Copom.

    Meu medo é que o futuro estouro dessa crise, fruto da irreponsabilidade do atual governo, seja encoberto pela volta da crise americana.

  4. Um aparente “crescimento” econômico trazido por uma expansão monetária – como esse que estamos vivendo agora – não chega sequer a ser um crescimento econômico

    Eu tenho minhas dúvida quanto ao mérito desse crescimento. Acredito que o fator externo tenha sido mais importante do que essa expansão monetária, tanto é que mesmo com toda essa expansão da oferta de crédito durante o atual governo, o Brasil ainda cresceu bem menos do que a média mundial. Só pra constar, a maioria de nossos vizinhos latinos creceram mais do que nós.

  5. A análise do crescimento “verdadeiro” versus crescimento “artificial” é bem complexa.

    Me parece bastante óbvio que nos últimos 10-15 anos tivemos notável crescimento “verdadeiro”, mas também houve uma distorção econômica razoável devido à inflação monetária (60% de aumento da base em 4 anos, segundo o gráfico). Tal inflação monetária teve um efeito de penalização da população em geral em benefício dos setores que primeiramente tiveram acesso a tal dinheiro criado pelos computadores e impressoras do BC.

    No Brasil o crédito criado foi majoritariamente destinado ao crédito ao consumidor (nos últimos dois a três anos essa dinâmica têm se alterado), e portanto não há um efeito de criação de ciclos econômicos tão pronunciado como nos países centrais, onde o crédito foi direcionado à produção de longo prazo, inclusive imóveis. Afinal, o que geram os ciclos são os malinvestments, ou os investimentos nos bens de capital e ativos de longo prazo. Sofremos continuamente, no entanto, o confisco inflacionário, e a distribuição de renda da população para os amigos do governo.

    O aumento estúpido da base advindo da compra de dólares tem sido “esterilizado” pelo BC (que vende títulos públicos do seu balanço para retirar os reais que ele criou para comprar os dólares entrantes). Mas a esterilização é uma mera tática de “empurrar com a barriga”. O dono do dinheiro criado vai em algum momento querer utilizar o novo dinheiro recebido. Adicionalmente, a esterilização patrocina a “engorda” do triângulo invertido que representa os agregados monetários (com a base monetária representada pela ponta da pirâmide, embaixo, e o M3/M4 sendo a base da pirâmide, acima).

    Nos países centrais a pirâmide invertida é “magra”, ou seja, a relação entre M3 e base monetária é bastante menor que no Brasil. Isso significa que no Brasil há enorme pressão ou potencial de que os poupadores (M3) queiram transformar sua poupança em “dinheiro” (M1), para gastar. Quem segura e impede a conversão é a taxa de juros de curto prazo (Selic, que é muito próxima ao CDI). Porém, com a engorda da pirâmide invertida, a pressão de conversão aumenta – o M3/M4 brasileiros começam a “pingar” ainda mais no M1. Essa é minha teoria para explicar a taxa de juros alta no Brasil. Se a taxa Selic fosse mais baixa, o pinga-pinga viraria uma cachoeira inflacionária. O BC não pode deixar isso acontecer pois trabalha com metas de inflação. E como a taxa de juros é alta o suficiente para não propiciar bolhas como no mundo desenvolvido, qualquer conversão de M4 em M1 tende a criar inflação de preços ao consumidor imediatamente.

  6. O problema, Hélio, é que o crédito voltado para bens de consumo duráveis exigem a expansão da estrutura de produção deste setor. O que significa que este crescimento é também insustentável.

  7. Caríssimo,\r
    \r
    foi você que escreveu um artigo sobre as transferências financeiras governamentais, indicando os Estados “recebedores” e “doadores”?\r
    \r
    Abraços.\r
    \r
    José.

  8. Helio, créditos para consumo não teriam um efeito similar, só que num prazo ainda menor?

    Os investimentos previamente realizados com orientação para o longo prazo (incluso os do PAC e o crédito governamental para imóveis) tenderiam a sistematicamente perder valor conforme o aumento da demanda final faz com que os investimentos mais de curto prazo ganhem valor…

    Enquanto os juros não subirem (isto é, até que os imbecis não desvalorizem o câmbio ou até que a injeção monetária não diminua o ritmo) há gás para manter os dois tipos de investimentos… Mas eventualmente a casa tem que cair no futuro…

  9. Vale lembrar também que, como Mises explicou em The Cause of the Economic Crisis, nem todos os empréstimos gerados pela expansão do crédito provocam uma expansão da cadeia produtiva. Vários provocam, é claro, mas Mises reconheceu que a redução artificial dos juros atrai todos os tipos de empreendedores que podem se aproveitar desses fundos agora disponíveis para empréstimos.

    Consequentemente, todos os investimentos errôneos resultantes desse processo não necessariamente geram alongamentos da estrutura de produção. Os efeitos vão depender de quem são os tomadores de empréstimos e de como eles irão gastar no mercado esse crédito recém-criado.

    Da mesma forma que crédito barato pode estimular empreendimentos imobiliários vultosos, ele também pode estimular a abertura de filiais da Starbucks, restaurantes, sorveterias, choperias, churrascarias, lojas de roupas e afins.

    Nos EUA atual, por exemplo, várias filais do Starbucks foram fechadas na atual crise, simplesmente porque muitas foram abertas em decorrência do crédito fácil.

    Em resumo: a expansão do crédito gera vários investimentos errôneos que não necessariamente irão alongar a estrutura de produção da economia. Mas a teoria dos ciclos econômicos se mantém válida ainda assim — afinal, ela estuda movimentos cíclicos na economia, e não apenas em setores localizados.

  10. Oi para todos, meu primeiro comentário! Estou me graduando nesse semestre em economia na USP e moro atualmente no EUA. \r
    \r
    Muito bom o texto Leandro, assim como vários outros, mas eu simplismente APAGARIA esse comentarios sobre economistas acadêmicos:\r
    \r
    “E ao contrário do que economistas acadêmicos pensam, um país não enriquece imprimindo dinheiro e derrubando sua taxa básica de juros, mas sim acumulando capital e utilizando-o para criar a abundância de bens e serviços acima citada. “\r
    \r
    \r
    Os economistas acadêmicos não tem essa visão de forma nenhuma, e se você quiser saber o que realmente os acadêmicos usam debaixo do braço eu sugiro para você a leitura do livro do David Romer, Advanced Macroeconomics.\r
    \r
    E acho que devemos tomar cuidador quando criticamos uma corrente como o keynesianismo e simplismente colocar a culpa nos neoclassicos pela atual crise mundial. \r
    Estou lendo agora Freefall, Joseph Stiglitz. Ele é keynesiano e considerado pela ortodoxia classica como um dos maiores economista vivo, e aponta falhas no mercado bancario (falta de regulamentação)como um dos fatores da crise americana . Ele simplismente pensava que as pessoas que defenciam o livro mercado e a ausencia de regulamentação sumiria depois da crise.\r
    \r
    Ele sabe o papel da manipulação dos juros na crise. E eu também sei.\r
    Mas minha pergunta seria, vocês acham que uma maior regulamentação seria benéfico no sistema bancario americano devido as externalidades ( existe bancos que sÃo simplesmente grandes demais para falirem, acabando com o sistema )\r
    Como deixar, por exemplo, sem nenhuma regulamentação bancos gigantescos que sabem que nao podem falir e tomam maiores risco?\r
    \r
    \r
    Sou novo na escola austriaca, mas gosto muito das ideias, mas existe algumas coisas que ainda nao conseguir “engolir”, provalvemente porque “bebi” demais da teoria neoclassica na universidade. E uma delas é o lance do livre mercado que existe exerternalidades.

  11. Boa noite a todos voces.

    Desde já deixa me que vos diga que este vosso site de informação está extremamente bem estruturado. Os meus parabéns a quem fomenta este tipo de instrumento de divulgação dos mais variados temas importantes para todos o que se interessam por temas sociais!

    Sou de Portugal, e infelizmente por cá nao temos um site como este, cuja falta é tanta como água num deserto!No entanto vou divulgar este site ao máximo que puder.. pois merecem!

    Não é só a crise de moeda, não é so crise de mentalidades, crise de idade… Por estes lados vive-se mesmo o inferno..

    E por isso vem mesmo a calhar este tema.

    Uma coisa vos posso dizer daquilo que se ouve por cá, Dilma é aposta do Lula, este que pra todos voces é talvez o melhor de sempre assumir o cargo de presidente, (meteu o brasil no mapa dos paises poderosos), sentimos isso na Europa de uma forma que voces nem imaginam.

    Com isto vos quero dizer que o Lula nao iria estragar a imagem que tem e que ficou ao apostar as cegas numa mulher que seguramente iria ganhar as eleicoes!
    Foi uma aposta ganha, e as politicas vao ser as mesmas disso podem estar seguros.

    bem, estao melhores que nos, pois ca por portugal a guerra partidaria so agora comecou, e pior que tudo ninguem sabe como vai acabar! e so ainda estamos a 3 anos de eleicoes… No entanto nao temos nenhum LULA ou apostas dele. Se nos quiserem emprestar seja ele ou a Dilma nos agradecemos!

    Abraco de POrtugal

  12. Seja bem vindo, estimado patrício! Não apenas tu podes levar Lula e Dilma, como também te daremos de brinde todo o nosso Congresso. Tu vais gostar!

    Abraços e volte sempre acá!

  13. Renê Marcel Oechsler

    Nossa, que ingenuidade desse português, hehehe, deu até dó. É o que dá acreditar em propaganda, sem uma análise mais profunda.
    Lula é o pior presidente de todos os tempos.
    Seria prazeroso enviar nosso presidente para qualquer lugar, mas isso seria presentear ruína e atraso. Não, não devemos desejar essa maldição para ninguém. Deixemos Lula por aqui, cedo ou tarde ele colherá os frutos do que plantou. O diabo é que a gente vai pagar junto.

  14. Mudando um pouco o foco central:
    Depois da recente promoção do site: quem apresentasse o melhor comentário ganharia o livro da Ayn Rand. Eu pelo menos percebi um boom nos comentários aqui. Acho que esta na hora de criar um fórum para o site, para discussões focadas entre as pessoas. Isso é possível?

  15. O que esperar do governo Dilma? A maior oportunidade já vista de alavancar o movimento liberal no Brasil. Se formos capazes de superar nossa divergência básica (liberais X anarcos), poderemos construir nos próximos anos, na esteira das desastrosas políticas socialistas que virão e apoiados no fato de que a presidenta eleita não foi legitimada pela maioria dos brasileiros, acredito que até 2014 teremos criado uma nova e punjente Direita. Sugiro para isso alguns focos temáticos:\r
    \r
    1. O fato de que o governo que será empossado no dia 1º de Janeiro é ilegítimo segundo a própria concepção da ditadura da maioria, embora o seja judidicamente.\r
    \r
    2. O preço em liberdades individuais que está a se pagar pela política redistributiva.\r
    \r
    3. O problema da dívida pública e a insustentabilidade da atual política de engrandecimento do Estado.\r
    \r
    Sei bem que esses três temas estão consideravelmente longe da raíz dos problemas presentes e futuros do País, mas se uma Nova Direita deve ocupar o lugar que foi aberto pelo desinteresse manifesto nessas eleições, não se pode esperar que todo um movimento político seja constituído por economistas autríacos.\r
    \r
    Nesse sentido, volto a parabenizar o site pelo trabalho inestimável que está a fazer nesse sentido e espero que permanecamos unidos na divulgação dessas idéias. Cada novo individuo,ao qual se pode mostrar um dos gravíssimos problemas que hoje nos ameaçam e ao qual se pode mostrar a raíz desses problemas na mentalidade socialista, será mais um que não se deixará enganar pela falsa desemelhança entre trabalhistas e social-democratas ou quaisquer outras falsas oposições.\r
    \r
    Temos a nosso favora uma base teórica consistente, desde a economia austríaca até toda a tradição liberal. Trabalhemos hoje e seremos recompensados amanhã com uma oportunidade real de ao menos mudar o direçao da corrente!\r
    \r
    Parabens a todos os que se abstiveram de subir ao picadeiro e a todos os que, forçados a subir, não usaram de suas mãos para fazer rir os que nos exploram.\r
    \r
    Abraços,\r
    \r
    Temos a verdade, teremos a vitória!

  16. “Quem for empreendedor autônomo, do tipo que não recebe favores do governo, mas que já está em um mercado maduro, seguirá escorchado e tendo de sustentar todo o trem da alegria acima.”
    – Qualquer grande empreendedor, rico e bem-sucedido, possui inserção política, pois RIQUEZA GERA PODER. Empreendedor que não possui inserção política é porque é pequeno ou autônomo…

  17. Erik Frederico Alves Cenaqui

    A resposta a pergunta feita pelo texto é fácil de ser respondida: estatismo em doses cavalares.\r
    \r
    O PT não sabe e não quer fazer reformas institucionais que melhorem as vidas dos brasileiros comuns, só quer saber de dar ajuda a tiranos pelo mundo com nossos tributos, apoiar o MST que é um movimento terrorista vez que usa violência para fins políticos, depredar a sempre fraca cultura política nacional e destruir o que restou da nossa frágil liberdade.\r
    \r
    O Foro de São Paulo continuara a infernizar a vidas de milhares de latino-americanos.\r
    \r
    As FARC continuaram sequestrando, torturando e matando colombianos sob o apoio criminoso e covarde da Dilma que nunca renegou suas práticas terroristas.\r
    \r
    A imprensa continuara como uma escrava do petismo cantando as glórias inexistentes do socialista Lula e blindando a Dilma, dizendo que as críticas a ela serão preconceito de machista.\r
    \r
    Os tucanos não são confiáveis pois não fizeram a oposição que se espera. É incrível que tenha ganho governos estaduais importantes.\r
    \r
    A inexistência de uma elite intelectual que pense o país nos coloca em posição difícil de reagir ao esquerdismo boco latino-americano\r
    \r
    Agora é manter uma resistência mental forte ao que vem por ai.\r
    \r
    Abraços\r
    \r
    \r
    \r
    \r

  18. Desculpem a ignorancia mas\r
    \r
    sempre pensei que a expansao do credito fosse algo otimo. Assim como o que esta acontecendo com os brasileiros, que podem planejar suas vidas para daqui varios anos (hipotecas e outros). Nunca tivemos credito no Brasil. Nunca. Agora que de uns anos pra ca temos,voces escrevem todo esse filme de terror. \r
    \r
    nao entendi.\r
    \r
    Na primeira entrevista da Dilma, ela ja falou da importancia da disciplina fiscal e da reforma tributaria. \r
    \r
    Voces nao sao os especialistas? eu sei menos do que voces (imagino) mas, considerando a entrevista dela, tem muita, mas muita gente aqui (incluindo o autor do artigo) falando bobagem sem tamanho.\r
    \r
    Desculpem a franqueza. Abraco

  19. O crédito é bom quando é lastreado na poupança genuína das pessoas — isto é, quando as pessoas se abstêm do consumo para liberar recursos para o investimento.

    Porém, se o crédito é criado artificialmente por meio da simples expansão monetária feita pelo banco central e pelo sistema bancário, os resultados de longo prazo são desastrosos. A atual situação americana é um ótimo exemplo do que o crédito farto pode fazer com uma economia: primeiro cria uma expansão econômica artificial, na qual todos têm a (falsa) impressão de que estão enriquecendo. Porém, assim que essa bolha estoura, as pessoas finalmente descobrem que, ao invés de ricas, elas estavam apenas consumindo capital. E aí vem a recessão.

    Esse artigo explica em maiores detalhes o que foi escrito acima:
    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=552

    Sobre discursos de políticos — nos quais você parece acreditar incondicionalmente, pois nunca são uma “bobagem sem tamanho” –, boa sorte.

    Abraços.

  20. O mais interessante foi saber da estagnação dos salários reais. Principalmente do fato de que no pior ano do governo FHC os salários estavam mais altos do que no melhor ano de Lula.

    Curiosamente o PIG (Partido da Imprensa Governista) não dá uma palavra sobre isso.

  21. Volto a insistir. Muitos dos comentarios aqui sao no minimo injustos. O governo da todos os sinais que vai optar por\r
    1- disciplina fiscal\r
    2- corte nos gastos\r
    3- cambio flutuante\r
    4- reducao de impostos para o setor produtivo\r
    \r
    e os comentarios continuam. Bobagens sem tamanho. Desculpe, mas nao da pra ficar aqui puxando o saco de voces. A impressao que eu tenho aqui e de que parece um concurso de pavao. Quem e o mais “sabido”, o que torna os comentarios repetitivos e chatos.\r
    \r
    Ora, eu quero aprender mais sobre libertarians. Mas dado o nivel dos comentarios a coisa fica dificil. \r
    \r
    Agradeco ao autor do artigo pelo link, mas eu enviei outro com algumas perguntas. Respondendo ou nao valeu.\r
    \r
    So acho que ser um ateu politico e covardia de enfrentar a vida. Acho que ser libertario na verdade e uma utopia que ignora a natureza humana, a historia e a evolucao das sociedades.\r
    \r
    Durma-se com um barulho desses….:)\r
    \r
    \r

  22. Leandro, os “sinais claros” sao claros para quem tem faro politico (coisa que talvez libertarians precisam desenvolver – suas narinas politicas – ja que toda politica “nao vale nada” ne?).\r
    A Sra. Rousseff no primeiro pronunciamento e nas duas entrevistas ja se comprometeu politicamente. Mas para o lado positivo. Nao abrigar amigos e quem manda e ela. Ora, isso no mundo politico, ou ela mata ou morre. Nao acredito que ela esta la para ser manipulada. E minha analise tb passa pela personalidade dela. Alem de mulher, tem temperamento forte, o que eu acho muito bom dado o partido que ela esta. \r
    \r
    Agora, meu caro luis almeida, o Serra tb prometeu algumas coisas. Nao se vota somente na pessoa, mas na circunstancia. Principalmente qdo o sistema e de coalizao. Agora, o brasileirinho nao pode fazer essa analise palperrima em cima de palavras sem entender o jogo politico. E de dar desanimo estar em um site bom desses e ver alguem tao ingenuo politicamente. Nao ha palavras vazias meu caro. Nada e de graca.\r
    \r
    E finalmente, meu caro Helio, esperemos para ver como as coisas se encaminham. Mas com o Serra seria ainda pior sem uma base de apoio. Interessante tb a Dilma entender a importancia do mercado interno e praticamente desistir da europa e dos EUA. Como vcs sabem, as economias no mundo desenvolvido estao a pique.\r
    \r
    Finalizando, eu gostaria de perguntar uma coisa. Seria possivel o Brasil “sobreviver” do dollar crash com o nosso mercado interno?\r
    \r
    Na minha santa ignorancia, eu penso que, com um possivel armagedom do dollar, o Brasil poderia manter os servicos essenciais, manter a ordem e ate, em medio prazo, poder ir retomando o crescimento e investimento. Tudo isso com duas coisas:\r
    1- vendendo comida e 2- se voltando ao mercado interno.\r
    \r
    Eu so nao entendo o que aconteceria com as reservas brasileiras em dolares. Se o dolar tiver um crash, nao sera em uma hora. Devera ser entre 24 e 48 horas segundo analistas, ate o completo meltdown dos mercados.\r
    O Brasil perderia seus dolares de reserva? como isso funciona? pergunto pq China e India diversificam suas reservas com metais e outros papeis. \r
    \r
    Obrigado a todos\r
    \r
    \r
    \r
    \r
    \r

  23. Bom dia Leandro!\r
    Pela tabela do IBGE, no estado de SP em 2002 o salario medio era proximo de 6 salarios minimos e hoje perto de 3 SM. Houve um achatamento do salario medio para baixo. Isto provocou um lucro maior, especilamente para as grandes empresas. Com o salario medio caindo, está aumento o numero de empresas. Caindo o valor medio do salario a poupança tambem cai, caindo a poupança nvestimentos, principalmente em tecnologias, caem tambem, ficando o Brasil dependente de tecnologias cada vez mais. Mas, o salario medio caiu apenas na iniciativa privada, seria bom vermos a tabela do funcionalismo publico, que com ceteza houve um aumento do salrio medio. \r
    Sobre o PIB, este site já mostrou que os gastos do governo entram na equação. Se o governo aumenta o gasto que não é no setor produtivo, provoca distorção no PIB?\r
    Se está provocando, o quadro ofifial está bem diferente do quadro real?\r
    grato

  24. mcmoraes,\r
    \r
    a primeira coisa para desenvolver faro politico e nao ficar viajando na maionese com teorias economicas alucinantes, muitas fora da realidade.

  25. Complementando o Guilherme, a teoria econômica peca, na maioria das vezes, por desconsiderar fatores sociais, políticos, culturais, geográficos, tecnológicos, climáticos, dentre tantos outros, nas suas formulações. Em geral, o argumento é assim: ceteris paribus, acho que isso vai dar certo. E, por razões óbvias, nunca dá.

    Por exemplo, eu leio aqui uma proposta de extinção dos bancos centrais e dos seguros que garantem depósitos nos bancos. Na teoria, nos cálculos e nos gráficos (esses em particular são muito bons para distorcer estatísticas e provar coisas que não funcionam) dá certo, mas, quando a massa enfurecida – a vítima usual dessas medidas e que sempre paga o pato – vai às ruas, só resta aos gênios implementadores das medidas correr para preservar o próprio pescoço.

    Em resumo, não é uma questão de economia. Nenhum país do mundo ascendeu economicamente porque adotou uma “teoria econômica correta”. Ele ascendeu porque tinha condições. Porque, ao fim e ao cabo, é tudo uma questão de PODER.

  26. Leandro,

    “havia bancos centrais plenamente operantes, bem como seguros federais para os bancos, nos EUA e na Europa em 2008”

    Caro Leandro,qual era a política de regulação bancária nesses países?

    “E eles fizeram tudo de acordo com os “fatores sociais, políticos, culturais, geográficos, tecnológicos, climáticos, dentre tantos outros, nas suas formulações”

    Como diria o imortal Sílvio Santos, você está certo disso?

    “A economia é uma ciência que deve ser estudada sem juízo de valor.”

    Bom, primeiro nem vou discutir aqui o mito de que a ciência é neutra, pois não é o tema em debate. Segundo, você parte do pressuposto de que o liberalismo radical pregado por Von Mises e Hayek é livre de juízo de valor, e não é. Terceiro, de nada adianta estudar só a economia, sem levar em conta outros campos de conhecimento, pois a única coisa que você vai conseguir é formular teorias que só funcionam na cabeça de quem formulou.

    “Querer alterar leis inexoráveis apenas na base do desejo e da fantasia nunca fez com que nenhum país do mundo ascendesse.”

    Pois é. Lembre disso quando quiser moldar o mundo à sua teoria. Seria muito recomendável que vocês estudassem mais o mundo para entender melhor porque as teorias econômicas não conseguem ser aplicadas em sua forma pura. Estudem história, geografia, relações internacionais, ciência política, antropologia, sociologia, administração e percebam que a teoria econômica não consegue abarcar todos os fatores – e eu, sinceramente, nem espero que consiga.

    Recomendo, para começar, o livro Armas, Germes e Aço, de Jared Diamond.

  27. Quer parecer-me que as previsões menos otimistas estão a se concretizar quanto ao futuro governo. Imaginem a substituição de um presidente totalmente ignorante em economia, mas que confiou a área economica à “especialistas”, por uma presidente totalmente tresloucada que, com quatro anos de antecedência, já é capaz de prever a taxa de juros. Parece claro que a quebra de braço vargista entre Banco Central e Ministério da Fazenda está chegando ao fim e, com ela, qualquer esperança de ajuste fiscal e diminuição da dívida pública. No embalo das obras faraônicas, das Olimpiadas e da Copa do Mundo, teremos quatro danos de distorção exarcerbada dos investimentos e, ao fim, uma “ressaca” de dimensões ainda imprevistas. Sem contar o aumento da carga tributária (volta da CPMF) e regulações de todos os tipos, a começar pelo “controle de capitais”, e mais concentração de riqueza nas mãos dos apadrinhados do BNDES. Com certeza o governo Dilma não será uma cópia do governo Lula. Suas primeiras declarações e de seus assessores mostra que será bem pior. É hora do Boom!

  28. Matéria da revista IstoÉ Dinheiro orgulhosamente apresenta os livros que fizeram (será que fazem ainda?) a cabeça da presidente eleita.

    1. O CAPITAL (Karl Marx)

    2. PARA LER O CAPITAL (Louis Althusser e Étienne Balibar)

    3. O ESTADO, O PODER, O SOCIALISMO (Nicos Poulantzas)

    4. TEORIA E POLÍTICA DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (Celso Furtado)

    5. DA SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES AO CAPITALISMO FINANCEIRO (Maria da Conceição Tavares)

    http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/39397_OS+LIVROS+QUE+FIZERAM+SUA+CABECA

    Minha sugestão: façam um pacotão com a obra de L.v. Mises (et alii) e doem à presidência da república, devidamente encaminhada com uma carta aberta expondo os principais pontos da escola austríaca de economia.

    abçs

  29. Caros amigos apaixonados pela verdade. Acredito realmente que tudo isso acontecerá um dia no Brasil, ocorre que o brasileiro está acomodado com a situação e uma reforma para colocar o Brasil nos trilhos corretos somente acontecerá depois que uma crise com a da Europa acontecer e este monte de funcionários públicos, o qual faço parte, forem demitidos e o Estado gerenciar somente o que lhe é devido.
    Lamento por nossos raciocínios e nossas aspirações mas somente comeremos carne de primeira quando 80% da população comer merda de verdade.

    Me orgulho tê-los como companhia da melhor literatura da atualidade.

    Parabéns pelo artigo.

  30. Fabiano - fsm1982

    Nossos direitos Civis estarão menores.

    Acertou bem na bucha, é isso aí. Estamos perdendo direitos para um Estado totalitarista. Desde o começo do Governo Lula – por que aceitar isso?

    Precisamos nos voltar contra, todos, será ruin para todos e para as futuras gerações.

  31. Leandro,

    Pode-se dizer, então, que a maior vantagem do governo Lula foi ter contido a base monetária no período de 2008 até 2009, fazendo o real se valorizar, o poder de compra do povo aumentar e a inflação ficar baixa?

    Abraços

  32. “Cadê o “interesse das multinacionais”? Cadê o “alvoroço”? Será que essas megacorporações odeiam dinheiro?”

    O que é divulgado pela mídia é que tais multinacionais não se interessaram por causa da falta de transparência do governo em relação aos contratos. Não se questiona a viabilidade econômica dos campos, nem a existência ou não do petróleo.
    Segundo o que é divulgado pela imprensa, o que afugentou as multinacionais foi a falta de regras claras em relação ao regime de partilha e ao fato da petrobras ser a operadora.

  33. Emerson Luis, um Psicologo

    O prognóstico se cumpriu.

    Dilma quis baixar os juros por decreto e quatro anos depois temos estagflação.

    Espero não ter que ler sobre o que esperar de ainda mais quatro anos de Dilma!

    * * *

  34. Lendo esse artigo novamente te, agora depois do impeachment de Dilma e da descoberta do rombo de 170,5 bilhões nas contas públicas.

    Só há uma coisa a dizer: brilhante (e profético)

  35. Esse artigo de 2010 praticamente previu de que o Brasil entraria em uma década perdida.

    Oficialmente a década de 2010 acabará nesse ano. Teremos uma outra década perdida?

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