Como todos já sabem — e, principalmente, vivenciam —, em decorrência do surto de Covid-19, vários prefeitos e governadores ao redor do país ordenaram o fechamento de todos os empreendimentos tidos como “não-essenciais”.
Os exemplos mais famosos de negócios tidos como não-essenciais são restaurantes, bares, cafés, cinemas, boates, lojas, academias, shoppings e outros negócios.
Na prática, são todos os empreendimentos que não são tidos como “cruciais à nossa sobrevivência”.
Quem desobedecer e abrir seu comércio está sujeito a multas, perda de alvará e, em última instância, cadeia.
Mas aí começa a encrenca.
Como já era de se esperar, políticos e burocratas, aparentemente, não fazem a mais mínima ideia de como funcionam as cadeias de produção e suprimento de uma economia de mercado: mesmo no curto prazo, fechar todas as atividades supostamente não-essenciais significa um enorme risco para a continuidade das próprias atividades essenciais.
Vários dos empreendimentos listados como não-cruciais para a vida humana são, com efeito, integrantes da cadeia de suprimentos daqueles outros empreendimentos tidos como cruciais para a vida humana.
Hospitais, por exemplo, não podem permanecer funcionais sem toda uma cadeia de suprimentos minimamente funcional. E os trabalhadores dos hospitais podem precisar de recorrer a serviços não-essenciais para se manterem sãos.
Se, por exemplo, a peça de um aparelho de ar-condicionado do hospital quebra, ou, igualmente ruim, se qualquer peça de qualquer equipamento hospitalar (e todos eles são cruciais) tem de ser reposta, de onde elas virão? O comércio de manutenção e reparação de ar condicionado, de motores, de refrigeradores e de demais equipamentos e máquinas está fechado por ordens de prefeitos e governadores. Ordenar uma peça nova para as poucas fábricas que ainda estão operando não é viável (por causa do fator tempo). E as distribuidoras não necessariamente estão estocadas. Dependendo da peça, ela pode estar em falta. E aí o hospital tem de parar suas atividades. E em meio a um surto.
Se ocorre uma pane em algum computador ou equipamento eletrônicos dos hospitais, nada pode ser feito, pois as oficiais de consertos também estão fechadas.
O comércio de locação de caçambas para a remoção de detritos também está fechado.
E todo o setor de serviços voltados para o necessário relaxamento e distração das equipes médicas, que são seres humanos como nós e que estão intensamente sob pressão, também está abolido. A rotina dessas pessoas é hospital-casa-hospital, sem nada mais com o que se distrair.
E piora: se o celular de algum deles estragar (o que é perfeitamente factível), não há o que fazer, pois as lojas de consertos de celulares (assim com as de conserto de televisores, computadores e similares) também estão fechadas. Ou seja, o médico nem sequer conseguirá se comunicar.
Se o carro estragar, as oficinas estão fechadas. Ele terá de ir táxi ou Uber. Mas se o motorista estiver contaminado, há risco de transmissão, pois um médico não entrará no veículo com trajes de hospital (luvas e máscaras).
E há também as coisas que aparentemente são mais triviais, mas são igualmente importantes. Por exemplo: lojas que vendem importantes equipamentos elétricos e eletrônicos estão fechadas (assim como quase todas as fábricas). Se hospitais, médicos ou meros mortais precisarem de algo movido a eletricidade (quase que tudo, hoje em dia), eles até podem conseguir por delivery, mas nem todas possuem esse sistema. Um hospital até consegue com alguma facilidade, mas médicos e demais pessoas físicas em suas casas, não.
Mas isso ainda não é nada. O próprio transporte de cargas nas estradas está comprometido.
Desta vez, caminhoneiros estão com toda a razão
A ordem de se fechar restaurantes foi estendida para os restaurantes de beira de estrada, que são exatamente aqueles onde os caminhoneiros almoçam, jantam e tomam banho. Para piorar oficinas, lojas de peças e borracharias também foram fechadas.
Eis alguns trechos de uma reportagem do jornal Valor Econômico:
Sem serviços e restaurantes nas estradas, caminhoneiros pedem apoio
Diversos relatos de caminhoneiros nas redes sociais e em grupos de WhatsApp apontam que não há em diversas regiões do interior do país condições mínimas para manter o transporte de mercadorias, sobretudo por causa de ações restritivas ao tráfego de pessoas e veículos.
Borracharias, lojas de peças e serviços de mecânicos, por exemplo, não foram enquadrados como essenciais e, portanto, não podem abrir diante do Decreto 10.282 publicado em 20 de março. O fechamento de restaurantes é outro entrave apontado pelos motoristas.
“Não temos onde comer. A caixa de cozinha dos caminhões quebra um galho, mas não dá para estocar comida. Não temos onde tomar banho. Não dá para continuar viagem”, diz o caminhoneiro Ilizeu Kosooski , de Garibaldi (RS), que chora em vídeo que circula em vários grupos.
No depoimento, ele afirma que um restaurante conhecido de beira de estrada em Casimiro de Abreu, no Rio de Janeiro, estava aberto e ontem ele conseguiu almoçar. Mas após às 16 horas a Vigilância Sanitária do Estado mandou fechar o estabelecimento. “Eu estava me programando para jantar lá e seguir viagem. Mas disseram que eles têm que ficar de portas fechadas.”
O mesmo relato é feito por diversos motoristas, em estradas diferentes. “Não tem onde tomar banho”, diz um áudio que circula em redes sociais. “Não sou bicho para ficar sem banho”. […]
Wanderlei Alves, conhecido como Dedeco, afirmou ao Valor que está sendo cobrado para entregar materiais hospitalares com urgência para a Secretaria da Saúde do Maranhão, mas está com medo de seguir viagem. “Estou carregado de máscaras, luvas e outros materiais essenciais para este momento. Mas não posso ir até o Maranhão e passar fome. Se é para morrer de fome, fico com minha família e morro abraçado”, diz ele, que é de Curitiba (PR). Dedeco saiu de Araquari, em Santa Catarina, no sábado e, se tudo der certo, pretende chegar em São Luis amanhã.
“Estamos vendo justas homenagens para médicos, enfermeiros e até profissionais de limpeza. Mas se nós pararmos, nenhum deles come. E também não há combustível para o transporte de doentes”, completa.
Ou seja, estranhamente, prefeitos e governadores não veem borracharias, oficinas e pontos de alimentação como serviços essenciais.
Os relatos de restaurantes fechados nas estradas vão se avolumando. Nos poucos que ainda estão abertos, há apenas o serviço de entrega de marmitas, o que significa que os caminhoneiros têm de se aglomerar em filas (exatamente o oposto do que recomendas as medidas sanitárias) e esperar um bom tempo até conseguirem a sua comida.
Como corretamente disse um deles:
“Querem que os motoristas não parem, para não faltar as coisas, mas estão com restaurantes fechados, borracharias e mecânicas fechadas. Quero ver quando os caminhoneiros pararem, quem irá levar comida para as cidades? […] Transportamos comida mas temos comida para comer.”
E o problema não se limita apenas à alimentação. Se o caminhão estraga (motor ou suspensão, por exemplo) ou tem o pneu furado, seja na estrada ou mesmo na cidade, não há como o caminhoneiro chamar um borracheiro ou um mecânico, pois, como dito, tais serviços estão proibidos, pois foram tipificados por políticos como “não-essenciais”.
E então, como consequência, o caminhão fica parado e, caso não seja saqueado, a carga (alimentos, remédios e equipamentos higiene hospitalar) simplesmente não é entregue. E tudo porque um serviço “não-essencial” foi proibido.
O fim da liberdade e a ascensão das autocracias
Recentemente, o governador paulista João Dória (PSDB), que sempre foi um dos mais radicais entusiastas do confinamento total e que decretou o fechamento total do setor de serviços do estado, disse que as fábricas não podem parar.
A fala é correta, mas a atitude é contraditória. Não faz sentido nenhum dizer que as fábricas devem continuar operando, mas proibir o comércio não-essencial de funcionar. Na prática, ele liberou a ponta inicial da cadeia produtora, mas fechou a ponta final. Produzir carros está liberado, mas vendê-los é proibido.
E isso está ocorrendo em todo o Brasil. João Dória é apenas o caso mais visível por ele ser o governador do mais rico estado do país. Em todos os outros estados observa-se o mesmo fenômeno totalitário.
Há até a inacreditável proibição de se locomover por estradas, um atentado à mais básica liberdade do indivíduo.
E o mais interessante é que tais atos são explicitamente inconstitucionais, mas não se vê nenhuma manifestação contrária dos supostos amantes da Constituição. OAB e MP estão em silêncio. E a própria imprensa, que deveria denunciar, foi a primeira a bater palmas e se transformou na maior defensora deste descalabro, inclusive sites que se autointitulam antagonistas do establishment.
Na prática, o país foi subdividido em várias autocracias regionais e municipais, com cada uma delas fechada para as outras cidades e para os outros estados. E o mercado foi abolido. A propriedade privada não foi confiscada, mas agora opera inteiramente sob ordens de políticos, que determinam até quando ela pode abrir ou não. É a própria manifestação do fascismo clássico: propriedade privada sob total controle do estado.
Conclusão
Além do totalitarismo, há também aquele inevitável festival de incoerências. Por exemplo, há alguns municípios que ainda permitem a abertura de algumas lojas, mas reduziram o horário de funcionamento deles. Além de não fazer nenhum sentido, tal medida apenas piora a questão sanitária. Por ficarem abertas por menos tempo, a aglomeração de consumidores é maior. Normalmente, eles acabam se avolumando em filas em frente a estes estabelecimentos para conseguirem comprar algo. Isso é o exato oposto das medidas de distanciamento social preconizadas pelos governos.
Ou seja, quando as lojas não estão fechadas, elas estão aglomeradas e racionadas. Parece economia socialista.
A realidade é que, do nada, absolutamente do nada, as liberdades mais básicas dos cidadãos foram atacadas e toda a liberdade de mercado, que já era baixa no Brasil, foi abolida. Não se pode produzir, não se pode vender, não se pode consumir e não se pode trabalhar.
Apenas alguns setores estão autorizados pelo estado a funcionar. Os outros que desobedecerem e resolverem produzir serão punidos.
E o pior: políticos e burocratas seguem na firme crença de que é realmente possível fazer essa compartimentalização da economia: definir setores como essenciais e não-essenciais, separá-los e manter a economia funcionando sem qualquer ruído, havendo no máximo alguma perda de comodidade, e não uma completa disrupção de longas cadeias integradas de produção.
Para eles, a economia de mercado é como se fosse um chuveiro com duas torneiras de água quente e fria, e que, se você fechar a água quente, o banho pode até ficar mais desagradável, mas você sai limpo do mesmo jeito. Eles juram que a economia funciona de igual maneira: você pode fechar setores inteiros e, o máximo que isso trará, é um pequeno incômodo. E só.
E eventuais argumentos de que “os outros países também estão fazendo esse isolamento horizantal” não se sustentam. Não são todos os cientistas que pregam isolamento total (800 epidemiologistas e médicos já se manifestaram contra esse arranjo). E menos ainda os que pregam isolamento total sem nenhuma consideração de custos sociais. Ademais, unanimidade não equivale a razão.
Por fim, eis o mais curioso: contrariamente até mesmo ao que nós libertários sempre imaginamos, o totalitarismo está vindo dos governos municipais e estaduais, e não do governo federal. Chegamos ao inacreditável ponto em que a tradicionalmente centralizadora Brasília se tornou menos nefasta do que um prefeito e um governador de estado.
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Para que haja máscaras e álcool em gel para todos, só há uma solução: deixar os preços subirem
O dia de Melinda
Melinda desperta, ainda é madrugada, ela precisa levantar silenciosamente para não acordar as crianças e seu marido, Wellingson. O barraco é gelado, mas seu cuidado e amor mantém todos aquecidos. O café precisa estar na mesa antes das 5 horas, quando ela sai de casa e vai para o ponto de ônibus.
Enquanto a maioria se mantém em isolamento em bairros de classe média do Rio, Melinda precisa pegar 2 ônibus e 1 metro, para, finalmente, chegar na casa da patroa e trabalhar como diarista. Até para ir ao trabalho é preciso matar um Leão.
O leão metropolitano
O sol ainda não brilhou nos céus da Favela do Vidigal, mas Melinda já se encontra no ponto de ônibus. A viagem é longa e ela precisa estar cedo no trabalho. O primeiro ônibus chega e está, estranhamente, pouco ocupado. Mas, ao observar o segundo, ainda na periferia do centro, de longe já se nota a longa fila para entrar no ônibus. O Leão metropolitano rugia no início da manhã, desta vez, ele está muito mais letal. Alguém dizia em meio a multidão: É preciso ter poucas aglomerações, estamos com pandemia de coronavírus. E recebia como resposta: Pobre não pega isso não, meu irmão! O ônibus partiu lotado, no fundo, todos sabiam do risco, mas, acostumados com a luta diaria, o ter que superar mais um obstáculo legal ou físico, tornou-se tão corriqueiro assumir riscos, que sabiam que dariam um jeito, com sempre fizeram. O leão metropolitano precisava ser superado.
Em frente à estação de metrô, um grande Mupi digital mostra o seguinte aviso: "Cuidado, evite aglomerações, use álcool em gel e máscara de proteção!". Melinda olhava em volta e apenas encontrava o aspecto frio e indiferente de uma estação de metro. Aspecto esse, que parecia se estender para as pessoas ao seu redor. São quase 7 horas. Melinda perguntou ao funcionário da estação: Moço, onde consigo uma dessas máscaras? Ele logo respondeu: "Compra naquela loja, custa só 10 reais". "Mas esse é o preço da minha passagem de volta!" respondeu Melinda. A máscara, pelo jeito, ficará para depois, quando receber da diária. A estação lotou. O leão metropolitano rugia e ela precisava estar em movimento para sobreviver. Correu para o primeiro vagão e conseguiu um lugar. Olhava em volta e via pessoas, muitas delas, com suas máscaras no rosto e smartphones na mão. Melinda pegou seu celular, olhou fotos dos filhos e marido, e pensou: Queria estar em casa agora com eles, mas preciso trabalhar, se parar, a dívida só aumenta. O vagão se movimentava e ela pensava em sua vida: Por que não consegui fazer uma faculdade? Por que tive tantos filhos? Como fui parar nesta situação? Por que não consegui me encaixar? Quando, no canto do vagão, um homem espirra, a tensão aumenta, mas todos ficam em silêncio. O som metálico e obscuro do movimento do vagão cria uma sensação de que a morte está por perto, como um monstro invisível. Não há mais tempo para pensar, apenas aguardar. Melinda chegou a seu destino, agora é ir para o segundo trabalho.
Trabalhamos porque não temos escolha
Melinda comprimentou seu Jailson, porteiro do condominio de luxo, e, logo entrou para mais um dia de trabalho.
O leão metropolitano apresentou-se com um agradável comprimento: "Ah, que benção tua presença, Melinda! Eu não sei o que seria dessa casa sem você! Os meninos, Richard e Hebert, então loucos com essa coisa de coronavírus. Não param de correr pela casa com nossa poodle, Luccy. Por gentileza, comece limpando os quartos, sala de estar, depois cozinha, banheiros, e, por fim, piscina e varanda – ainda hoje quero bater panelas". E assim Melinda deu início à labuta. Enquanto trabalhava, pensava nos meninos e no marido. Pensava na faculdade e nos sonhos que não pode realizar. Pensava, sim, em seus erros, porém, sempre soube que houve um culpado muito maior do que suas ações. Uma mão invisível que conduz o contexto. Havia um virús que sempre atormentou e prejudicou o potencial de Melinda, ela pensava, pensava, pensava, mas nunca encontrou respostas.
Dona Dulce, proprietária do apartamento, observava o trabalho de Melinda. O trabalho, normalmente, era executado com rapidez e eficiência, mas, desta vez, havia algo de errado: Ela estava um pouco pálida, lenta e fazia longas pausas. "Se sente bem?" Perguntou dona Dulce. "Sim, estou melhor do que nunca!" respondeu Melinda – que logo voltou a trabalhar. Melinda, de fato, mentiu, ela não se sentia bem, mas não poderia se dar ao luxo de perder o trabalho, suas preocupações, como sustento dos filhos, eram mais urgentes. Era preciso matar este leão antes de receber o salário.
Finalmente, depois de 8 horas e muita luta para se manter em pé, o trabalho estava feito. O apartamento estava limpo. O teatro fora feito. O leão estava morto. Vitória.
Agora é voltar para casa com o fruto da caça: mistura, álcool em gel, máscaras, uma caixa de bombom para as crianças.
Uma grande luz azul se destaca em meio a escuridão do barracão, é a televisão, no qual o marido e os filhos de Melinda se entretêm. Estão atentos, o programa preferido deles está passando. O som magnético é interrompido pelo atrito da porta de madeira a se abrir. É Melinda com suas sacolas mágicas a entrar. Todos se esbaldam de alegria numa mistura de paz e esperança: Paz, pela mãe estar de volta ao ninho; esperança, pelas sacolas mágicas, mágicas, que trazem o imprevisível. Tudo é muito rápido: Seu Wellingson iniciando conversa – Que horas se vai fazer comida?; o Zequinha abrindo a caixa de bombom – só depois da janta!; a carlinha mostrando, orgulhosa, seu 10 em artes; O Wesley aumentando o som da TV – abaixa esse som, Moleque!. Tanta alegria num simples barraco do Vidigal.
A alegria é interrompida por um baque.
Melinda cai, desmaia, fica inconsciente.
Entre a consciência e a inconsciência, imagens circulam: O desespero da família; a movimentação dos vizinhos; o ser atendida pelo SAMU; a espera no hospital; os exames; a enfermeira que diz:
Melinda, Melinda, você tem coronavírus.
Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
Os países mais ricos conseguirão, talvez não todos, sair desta história com algum arranjo democrático. Já países como o Brasil, o cenário é negro. Provavelmente caminharemos para algum regime autoritário, mais provável, tipo Venezuela. Aliás a América Latina toda deve ir por aí. Daí por diante trevas e mais trevas. Para nós brasileiros o apocalipse chegou mesmo.
Excelente texto!
Pessoal, alguém mais recebeu o email da Avaaz pedindo pros países ricos perdoarem a dívida dos países mais pobres porque “milhões de pessoas podem morrer da peste chinesa nesses países”? Estão usando um alarmismo extremo pra justificar sua cruzada contra o pagamento das dívidas públicas, dívidas essas que foram vieram da gastança estatal excessiva, sendo que a esquerda ama gastança estatal, ou seja, uma complete incoerência. Segue o link da dita cuja petição:
secure.avaaz.org/campaign/po/coronavirus_debt_relief_loc/
A melhor parte é a Avaaz ainda se apresentando como uma instituição politicamente neutra. E não é de jeito nenhum a primeira vez que fazem isso, já perdi a conta de quantos emails do tipo “O mundo contra Trump” ou “Bolsonaro está destruindo o meio ambiente”, etc, que eu recebi, mas até hoje espero um email do tipo “O mundo contra Xi-Jinping”.
“Políticos ainda irão descobrir: é impossível fechar negócios não-essenciais sem afetar os essenciais”
Rapaz… eu tava dizendo exatamente isso, ontem, pra uma conhecida: ” não dá pra fechar os negócios não-essenciais sem afetar os essenciais”.
QUal a saída entao Tiago? Abrir tudo? Morrer todo mundo? Ir na contramão do mundo inteiro e dos médicos?
Vc é um gênio, só nao te descobriram ainda cara
Solução: Basta calibrar o decreto.
Fábricas seguem abertas e funcionando
Caminhoneiros rodando
serviços de manutenção dos caminhões tb
Comércio somente posto de gasolina, mercado, farmacia e loja de conveniencia
Serviços – apenas médicos, in loco (tipo conserto de eletrodomestico) ou virtual
As restrições devem ser nas principais metropoles. Cidade pequena tem menos chances de infecção pois ha menos aglomeração
Liberdade, sim, mas liberadde pra que?? Pra que milhões de néscios fiquem palpitando e exercendo pressão nos governantes??? O Brasil vai falir, isso é fato. Se falir e todas as empresas quebrarem, será culpa do governo que não liberou a verba na crise e obrigou o confinamento. Mas se o governo libera a verba (que não tem), o país pula no buraco do mesmo jeito. Nos dois casos, milhões de idiotas insatisfeitos gritando nas redes sociais, exercendo a LIBERDADE.
Reli essa semana o que um niilista acéfalo escreveu defendendo a china (lucianoduarte.com/chineses-e-a-vaidade/). Discordo em tudo o que ele diz, mas ele tem razão em uma coisa: liberdade boa e que traz prosperidade é a da China, onde os cidadãos tem liberdade para ficarem calados e não se intrometerem nos assuntos do governo, levam uma vida tranquila e são protegidos por governantes capazes.
Pessoal,
Só uma pergunta. Quem é que pode dizer o que é essencial para mim? E o que não é?
Quem sabe das minhas necessidades físicas e espirituais? O Dória? O Witzel?
Mais deprimente é ver o gado aplaudindo estas medidas.
Fazer o que? Mises faz muito bem o seu trabalho. Nós também tentamos. Mesmo sabendo da possível inutilidade.
Abraços
Sei de algumas cidades onde está tendo gente revoltada e fazendo buzinaço para acabar com as quarentenas. Políticos e burocratas, por mais bem-intencionados que possam ser, quando tomam decisões, acabam causando problemas. Com as oficinas e lojas de auto-peças sendo fechadas, e se os veículos da prefeitura precisarem de reparos e revisões? Vão ver vídeos de DIY no YouTube, coisa que quase inexiste aqui no Brasil?
Leandro, você pretende escrever um artigo (ou alguma outra pessoa) para falar sobre essas medidas do lado da demanda (“demand-side”) que estão sendo feitas à rodo aqui no Brasil? Vou listar algumas que lembro:
“- Juros do cheque especial caem em fevereiro e chegam a 130% ao ano”;
“- Governo anuncia crédito de R$ 40 bi a PMEs que não demitirem por 2 meses”;
E que pena… enquanto nos EUA a gasolina está sendo vendida por aproximados US$ 1 o galão, aqui, apesar dos preços reduzidos na Petrobras, ainda não vi essa redução. É culpa das toneladas de regulações, impostos, moeda fraca, assim como insegurança jurídica e institucional. Se eu encontrar material sobre, faço um artigo comparando esse mercado com o brasileiro. Em tempos mais difíceis, algo primordial como o combustível, cair de preço, é importantíssimo.
Haha, vários políticos já perceberam a merda e começaram a recuar.
Novo decreto do governo de MT libera funcionamento do comércio desde que sigam as normas de prevenção ao coronavírus
Com uma morte por covid-19, Santa Catarina desiste da quarentena
Flávio Dino recua e já estuda abertura imediata do comércio no Maranhão
Witzel recua e já fala em "reduzir medidas restritivas"
Governadora do RN agora concorda com Bolsonaro e sinaliza reabertura das atividades econômicas
Governador Wellington Dias irá avaliar abrir parte do comércio
Governador volta atrás e libera o funcionamento de mais empresas no Ceará no período de isolamento
Coronavírus: Governador de Rondônia apoia Bolsonaro e abre parte do comércio
Rui Costa sugere que municípios sem casos de Covid-19 não adotem ‘medidas drásticas’ e mantenham algumas atividades
A valentia durou pouco.
Ué, achei que era óbvio para todos aqui que o objetivo de impor essas medidas restritivas estúpidas é chantagear o governo federal, para que abra as portas do cofre e perdoe as dividas dos governos estaduais e municipais.
Nenhum deles se dispôs a pagar os salários dos que ficarem desempregados com recursos estaduais ou municipais. Assim podem continuar a farra da gastança e jogar a conta no governo federal
Para o pagador de impostos, vai ser ruim de qualquer forma, independente de qual nível de governo pague, mas explica a aparente estranheza dos comportamentos das diferentes esferas.
Vocês são a favor de manter serviços de boates, estádios de futebol, shows e outros eventos com grande aglomeração de pessoas? Acham que tais serviços são importantes para a manutenção de serviços considerados essenciais pelo governo?
Tudo bem, e qual a solução?
Deixar tudo aberto, sem controle?
Eu mesmo estou achando que tudo isso é exagerado.
Mas virar as costas e deixar o “vírus” fazer o papel evolucionário, podendo fazer alguma coisa, está fora do meu limite moral.
Excelente artigo, como sempre leio aqui.
Ah, sr, João Doria! Nada como aproveitar um momento sinistro, para dizer o mínimo, e atacar o presidente Bolsonaro, por este criticar a paralisação da Economia no Brasil!
Excelente o ponto do artigo: o que é essencial ou não para os “ilustres” políticos, principalmente, prefeitos e governadores? Os caminhoneiros estão errados?! Se eles não podem se alimentar, consertar os veículos, tomar banho ( ah, sim, higiene não mata vírus, bactérias…esqueci desse “pormenor”..), como entregarão alimentos, remédios aos hospitais, farmácias que atendem, por exemplo, transplantados, diabéticos, que se não tomarem os imunossupressores, remédios para controlar o diabetes, etc., morrerão, além de TODAS AS OUTRAS MERCADORIAS IMPORTANTES PARA O BOM FUNCIONAMENTO DA SOCIEDADE?!
Se não houver funcionamento normal de todo o processo produtivo, do comércio, como as empresas pagarão os impostos, tributos que mantêm postos de saúde, hospitais, farmácias públicas que atendem pessoas com doenças crônicas, além de tudo que envolve o Estado, sem poder vender uma lanterna de carro, por exemplo?
Como foi dito, tudo funciona em cadeia, nada é menos importante na cadeia produtiva e comercial, ou matam-se pessoas por outras doenças, fome e quebra o país totalmente.
Sr. João Doria: acalme o seu ego, reze, beba o seu uísque 12 anos e esqueça por ora a sua pretensão de ser presidente em 2022 ( sim, o sr. interrompeu o mandado de prefeito para ser governador e pretende fazer o mesmo para se candidatar à presidência da República em 2022, nós sabemos disso!….), libera já tudo, eu escrevi, TUDO! Apenas mantenha as orientações sobre manter distância, uso de máscaras nos idosos e pessoas com doenças crônicas, além de quarentena para os doentes de gripe, seja ela qual for ( lembrando que idosos saudáveis podem e devem sair, com máscaras, para compras, pois muitos vivem só e manter pessoas presas em casa sem sintomas, saudáveis, provocará depressão e ansiedade, que podem ser fatais em muitos casos…), seja coerente com o seu discurso liberal de campanha e deixe o estado mais rico da Federação ( se continuar fechado, será a futura Etiópia, Somália….), trabalhar, criar, investir, progredir, crescer, vender. Essa sugestão serve também para os demais estados preocupados em fazer oposição ao presidente Bolsonaro, que embora não entenda de economia ( não tem essa obrigação…), segue as orientações do ministro Paulo Guedes, que tem seus defeitos, claro, mas afirma que se continuar assim por mais uma semana, quebrará todo o país. Por isso Bolsonaro tem se exposto às críticas da imprensa de esquerda, defendendo o fim total dessa quarentena geral totalmente idiota, comunista! Perdão, fui redundante. Idiota e comunista é pleonasmo!
O povo consciente, os empresários, trabalhadores das mais diversas áreas já começaram a gritar, buzinar, pressionar para que tudo, eu disse TUDO, volte ao normal, aliás, ao normal, não, a mais liberdade econômica, pois chega de viver em um país que ama tributos e governos impedindo as pessoas de buscar a liberdade real, a felicidade em criar, produzir, vender livremente.
Nas Sagradas Escrituras, tanto antes como depois de Cristo, a liberdade é defendida à exaustão, inclusive, a liberdade de amar ou não a Deus.
Todo político não se diz cristão? Pois bem, sejam cristãos!
Sr. governador João Doria: leia com atenção esse site, o artigo acima, as opiniões dos leitores, incluindo a minha e lembre-se: conserte a sua biografia agora, enquanto ainda há tempo e libere a sociedade dessa prisão, da falência total. Ou o sr. não conseguirá se eleger nem síndico do prédio, condomínio em que o sr. mora. Isso se ainda houver pessoas para habitar residências, caso o fechamento produtivo total continue por mais um, dois, três dias apenas.
Precisamos de pessoas com visão liberal econômica no comando do País. Governantes que imitam Lula, Dilma, Haddad, Ciro, etc., com discursos intervencionistas na economia, na sociedade, tendem a ficar no rodapé da História. Apenas como uma nota curta das suas péssimas gestões públicas.
Abraços a todos desse site.
Tem muita gente dizendo que com toda essa treta com a peste a China vai ser a grande beneficiada, pois o resto do mundo vai tirar dívida pra segurar a economia e o credor será a China, que além de lucrar vai ganhar controle político sobre vários países. Aí eu vos pergunto: Isso faz sentido? O mundo vai realmente sair pegando crédito da China? A China não foi a mais fortemente atingida em meio a tudo isso e não teria ela mesma que se endividar pra manter a economia?
Obrigado.
Trump signs $2 trillion coronavirus relief bill as the US tries to prevent economic devastation
http://www.cnbc.com/2020/03/27/house-passes-2-trillion-coronavirus-stimulus-bill-sends-it-to-trump.html
De onde vão sair esses 2 trilhões? Do endividamento público e das reservas bancárias em excesso?
Talvez seja hora de alguma análise sobre este assunto.
Parafraseando Ryan McMaken: Estudar um vírus de RNA com fita simples e sentido positivo não faz de você um especialista em Economia e Ciência Política.
O governador do Pará, filho do lendário Jader Barbalho, proibiu hoje toda e qualquer circulação de CARROS que possa ser caracterizada como carreata – exorbitando assim qualquer diretriz de saúde.
Prezados talibãs, vocês estão entregando a liberdade de bandeja a tiranetes. Estão gestando o ovo da serpente.
Tem vários lugares que estão confiscando produtos das farmácias. E outra, estão inflando os números de mortes
O Governo Federal está liberando milhões atrás de milhões. De onde vem esse dinheiro, do orçamento mesmo ou Guedes ligou a impressora.
Rapaz, vejam isso:
“Sob pressão, fábrica de ventiladores pulmonares é invadida na Grande SP.
Vice-prefeito de Cotia levou 35 equipamentos da Magnamed, segundo a empresa. Sócios tentam captar 100 milhões de reais”
exame.abril.com.br/negocios/sob-pressao-fabrica-de-ventiladores-pulmonares-e-invadida-em-sao-paulo/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification&utm_campaign=push_exame&utm_term=push_exame
"Nunca desperdice uma crise grave. E o que quero dizer com isso, é uma oportunidade de fazer coisas que você acha que não podia fazer antes." – Rahm Emanuel, chefe de gabinete de Barack Obama de 2009 a 2010.
Alguém ainda sabe se ainda é possível calcular o PPR desses últimos anos no Brasil? É que o site do Banco Central continua extremamente confuso.
Já ouviu falar em crime de responsabilidade e processo criminal por crime contra a vida? Pois é. Bossanauro que aguarde
Pessoal do Mises, pessoal que acompanha o site me respondam. Sejam sinceros, essa é uma tentativa de quebrar economicamente os países ocidentais e implantar um sistema de controle político-social aos moldes do Partido Comunista Chinês? Por que a Itália, que é a ponta da chamada “Nova Rota da Sede” da China, está sofrendo tanto com essa “pandemia”? O que povo brasileito pode fazer agora para frear esse sistema aqui, ou já é tarde demais? Existe alguma forma de implodirmos esse sistema a nível mundial ou só com uma guerra, que parece que está mais próxima a cadda dia?
Instituto mises, gostaria que me tirassem uma dúvida: a algum tempo descobri uma doutrina econômica chamada distributismo, baseada nos trabalhos de Belloc e Chesterton, você devem conhecer . Eu estou com dificuldade de refutar essa doutrina pois os caras consideram os trabalhos de economistas como Hayek. Gostaria que o Instituo pudesse formular uma critica construtiva contra o distributismo.
Eu já to com minha glock carregada e estocando munição para quando o Armagedom chegar. A única forma de se proteger
Meus cumprimentos a todos. A tuberculose e outras doenças infecciosas de fato matam mais, então olhando por este prisma deveríamos dar mais atenção a elas do que a atual causadora da pandemia. Ocorre que essas mesmas doenças atualmente não tem a mesma eficiência em levar sistemas de saúde de primeiro mundo ao colapso, não nesta proporção que estamos vendo em que as famílias não conseguem nem enterrar seus entes queridos, em que locais de divertimento público estão sendo utilizados como necrotério por países estruturados economicamente. Se por um lado a maioria das vítimas fatais são idosos e/ou pessoas com co-morbidades nessas economias de primeiro mundo por outro temos que nosso país também possui esse público alvo. Poderíamos voltar a normalidade das atividades econômicas e esperar os casos aparecerem e serem tratados, mas estaríamos certo que isso levaria a um total caos ao nosso já decadente sistema de saúde (público e particular). Consultas e tratamentos médicos essenciais, como o de câncer, seriam inevitavelmente interrompidos, como já está ocorrendo, o que levará a um terrível cenário de mortes. De outro lado o caos na economia com essa paralização já pode ser notado e perdurará por vários anos, provocando uma verdadeira depressão econômica. Por tudo isso, minha opinião, é que nesse primeiro momento se trate com muito vigor essa doença que se alastra, sendo que a comunidade médica, através de visão majoritária e oficial, informa que o confinamento se mostra como mais eficiente medida. O problema da economia DEVERÁ deve ser cobrado por nós de nossas autoridades, através de reajuste de cargas tributárias, correção de anomalias no funcionalismo público, etc. e essa é a oportunidade perfeita que teremos para colocar o Estado (União, estados e municípios), Executivo, Legislativo e Judiciário na parede por mudanças profundas para melhorar a economia nacional.
Até o presente momento, o Brasil tem sido pouquíssimo vitimado realmente, pelo coronavirus. Ver site: diariodopoder.com.br/brasil-tem-menor-indice-de-letalidade-dos-25-paises-com-mais-casos/
Muito mais eficaz que fechar milhões de negócios honestos, em todo o Brasil, teria sido:
1- Obrigar todas as pessoas que saíssem de suas casas, que só saíssem com máscaras cirúrgicas de pano. Alguns reais, por pessoa.
2- Colocar em todos os negócios abertos, um gerador de luz UV, que é um germicida que custaria menos de R$40 e duraria meses.
Só que:
1- Como disse Jânio Quadros: A massa não gosta de pensar. A massa gosta de odiar.
2- Já que a estratégia de derrubar Bolsonaro com o Queiroz e/ou as milícias não funcionou, o coronavirus está aí, para gerar uma brutal recessão no Brasil. Recessões passadas, já derrubaram Collor e Dilma.
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Num rápido resumo, o coronavirus não é um assunto médico. O coronavirus é um assunto político e ideológico.
Há um grande mal em muitas “profissões”: falta de visão sistêmica!
Claro que o assunto está em alguns cursos, inclusive de administração (até mesmo pública), mas, quem presta atenção??
Ao Liberal Inteligente e Educado,
Você não tem nenhuma das três qualidades!
Só da forma que se dirige ao presidente do País, já demonstra ser você um marxista militante.
“crime de responsabilidade e processo criminal”, onde e por quê??
Por querer que o País continue funcionando normal, gerando receitas, pessoas empregadas, empreendedores crescendo e atendendo os desejos dos consumidores??? Sério, que você defende tudo fechado, o País falindo, pessoas morrendo de fome?
Parabéns! Você acaba de ganhar o prêmio Pol Pot de exterminador do ano! ganhou também o prêmio Mao por ser “inovador”.
Passe na China para receber os seus prêmios, isso se não morrer de fome antes, caso tudo continue fechado, ou será que você pensa que o papai Estado vai importar recursos financeiros de Marte?
Cada “ator” que aparece por aqui. Lembre-se: aqui não é o FB nem o Twitter, Mister Magoo!
Pessoal, por favor.
Como se proteger nessa crise? Dicas de investimento pra este momento delicado. Dólar? Euro? Ouro?
Vcs ainda tão comprando títulos públicos no tesouro direto mesmo com essa gastança toda?
As pessoas devem ser convencidas do que devem fazer pelo embate de argumentos e fundamentos científicos.
Não se pode privar liberdades fundamentais com base em uma folha de papel de um governador ou de um prefeito.
Direitos de ir e vir, de exercer atividade de subsistência, de reunião, manifestação, protesto, entre outros, todos suprimidos. Estamos num totalitarismo de fato.
A constituição tem procedimento rígido para restrição de liberdades. O congresso, que representa o povo, não aprovou Estado de Defesa ou de Sítio.
Esses decretos de prefeitos e vereadores constituem abuso de autoridade.
O vírus ilustra como todo radicalismo ideológico humano (marxista, liberal ou conservador) não pode ser levado a sério, revelando- se imaturo, porque a vida sempre ilustra número de variáveis superiores às privilegiadas pelos sectarismo partidário (intervencionismo, não-intervencionismo, “?”, segundo Roger Scruton). Agir como se não existisse o problema colapsaria o sistema de saúde e multiplicaria as situações éticas indesejáveis nos hospitais. Trancafiar todo mundo vai progressivamente estrangulando a economia, desde os menores prestadores de serviço até os grandes e o próprio Estado. Daí discordar do artigo, pois a definição de serviço essencial é um primeiro (e até óbvio) estágio de transição para avaliações científicas sobre a curva de contaminação, isolamento de focos de contaminação e liberação progressiva das camadas de serviços. A questão dos caminhoneiros se resolve com a inclusão das borracharias e restaurantes de estrada. Simples assim. Crescer é preciso…
Caro Fã do Nego Ney,
Vc pergunta se a China foi a mais atingida? Não, a China não foi a mais atingida. Segundo dados oficiais a China tem 1.38 bilhão de habitantes. Sabe quantos morreram oficialmente até agora? 3.299 pessoas, isto é 0, 00000239 por cento da população. Ou seja, na prática, nada.
Um dado que gostaria de saber é quantas pessoas morreram nas regiões afetadas antes do corona. Por exemplo, em março do ano passado quantas pessoas morreram na Lombardia e quantas morreram neste mes de 2020. Assim poderíamos estabelecer uma comparção deviadamente real. Se alguém tem este dado agradeceria.
Abraços
Observo que uma legião de pessoas chega aqui no site para pedir soluções imediatas para a pandemia do vírus chinês. Essas pessoas falham em entender que os problemas atuais são resultados do acúmulo dos erros cometidos no passado. Não há solução mágica. A Escola Austríaca vêm criticando as medidas estatais desde longa data e, se isso não mudar agora, crises como essa se repetirão pelos próximos anos, sem dúvida. A Escola Austríaca é a única que realmente se preocupa com o futuro das pessoas.
Muito bom o texto! Mas faltou uma solução para esse problema.
Alguém já parou para tentar estimar quantas das mortes supostamente causadas pelo coronavirus na Itália ocorreriam de qualquer forma? É um exercício difícil, claro, mas importante para o bem do debate.
No Brasil, segundo pesquisei, morrem por volta de 1 milhão de pessoas por ano de causas naturais. Ou seja, boa parte das mortes (talvez uma maioria) ocorridas, e que ocorrerão, no Brasil ocorreriam de qualquer forma, por causas naturais.
Excelente material, ainda nao tinha essa perspetiva. So acreditava que pandemia não o que estamos vivenciando, mas epidemia viral, merecedora de cuidados e com aspectos regionais e culturais a serem tratados isoladamente, especialmente em razão do clima frio, que favorece o vírus. O que serve pra europa e pra nova york nao serve necessariamente para o Brasil. O resto é discurso midiático de espalhar a discórdia. Mas vejo por esse texto a privação da liberdade como algo interessante para a cultura socialista. Parabéns ! Argumentação muito lúcida, fiquemos atentos. Ricardo
O resultado da estatização é sempre óbvio: a burocracia estatal se preocupa apenas com ela mesma, nunca com a questão que supostamente seria a sua função.
Tanto os políticos quanto seus admiradores admitem abertamente que a política de confinamento visa “proteger o sistema de saúde”. É isso que importa.
Quando a epidemia passar, a opinião pública estará preparada para o próximo passo: quem pretender contrair uma doença, deverá antes pedir uma autorização do governo. Quem ficar doente sem autorização será processado por prejudicar o planejamento do sistema público de saúde.
Populismo meu caros, populismo! A esquerda foi aos lugares que os liberais não vão, portanto a massa populacional foi educada (doutrina) por eles desde a tenra infância. O resultado está aí, décadas se passam e o cenário apenas piora.
Se ao final dessa crise não terminarmos em uma ditadura de extrema esquerda, já estaremos no lucro!
Primeiro, parabéns IMB por mais um excelente texto que me fez refletir e até perceber o autoritarismo disfarçado de altruísmo.
Segundo, eu tenho uma dúvida: ( me perdoem, mas sou nova na Escola Austríaca e to tentando aprender) vi em vários canais no youtube – dito liberais- que defendiam a quarentena, pois alegaram que o fato de sair ás ruas coloca a vida dos outros em risco também devido à pandemia e isso é uma violação dos direito básicos defendidos pelos liberais. Esse é um argumento válido?
E se tivermos alguém infectado que se recusa a seguir as ordens de ficar isolado, manda-lo para á prisão seria a atitude correta?
Obg!
Mais uma evidência anedótica de que confinamento está longe de ser o que estão propagando. Ao contrário: pode piorar tudo.
Nos países nórdicos, Dinamarca e Noruega fecharam tudo. Já a Suécia manteve tudo aberto (exceto universidades). Adivinhe onde há menos casos e menos mortes, proporcionalmente? Exato, Suécia. Até o The New York Times teve de se render.
In the Coronavirus Fight in Scandinavia, Sweden Stands Apart
Pelo visto, a tese de Osmar Terra (confinamento não só não resolve, como ainda piora), já citada aqui, vai se revelando correta.
Pessoal, seguindo o comentário do caro Imperion ai em cima. A quantidade de dinheiro que o FED está empurrando pra economia é similar aos valores que foram gastos na guerra do Iraque e Afeganistão, e que segundo esse Instituto, foi responsável pela forte desvalorização do dólar na época (e pelo nosso crescimento maior do PIB).
Vocês acreditam que veremos uma desvalorização do dólar similar agora, ou como a maioria dos países estão indo para as mesmas “soluções”, todas as moedas vão desvalorizar, gerando inflação generalizada?
Será que passada a crise existe alguma change do real se valorizar?
Engraçado é que a primeira vez na historia da humanidade que temos um Lockdown nessa proporção, estamos simplesmente jogando no escuro, ninguém é capaz de dimensionar as consequências na economia e ninguém é capaz de dimensionar sua efetividade, mesmo sendo incapazes de avaliar o custo-beneficio de maneira racional estão chamando isso de ciência.
Obs.: A Italia iniciou o Lockdown em 16/03, desde então o número de infectados já triplicou
Bom artigo, parabéns ao IMB.
O bovino gadoso médio acredita que o autoritarismo pode se instalar instantaneamente, personalizado num bigodudo em roupas camufladas, ou que políticos e partidos “malvados” (ou seja, seu antagonista) conspiram diariamente para que se instale.
Infelizmente não é assim que funciona… Como na historinha do sapo na água fervente, a cada lei idiota (sal na mesa, farol aceso de dia, etc) e a cada regulamentação esdrúxula (camelôs, uber, etc) que aceitamos cumprir, despedimo-nos de mais um naco de liberdade.
Conclusão: é a evolução natural que qualquer atividade política (atenção minarquistas) se aproveite da dependência do gado para que se instaure um Estado opressor.
Gostaria de uma explicação de como o livre mercado, políticas liberais, agiriam numa situação de pandemia até mais grave que essa atual, ou outro qualquer evento catastrófico, quando por exemplo, um vendedor ambulante não consegue sobreviver por falta de gente circulando.
Como numa crise dessa não depender do estado?
"A nossa curva é diferente da América do Norte. Eu ouvi o outro comentarista falar e discordo dos números que está dando porque são teóricos, números clássicos. O Brasil teve até agora 4.256 infectados e 136 óbitos. A Itália, a Espanha e os Estados Unidos estão no hemisfério norte, o frio faz com a contagiosidade e letalidade sejam maiores. O Brasil teve ao total de 4 semanas, metade do que a Itália teve ontem, que teve 9 mil casos. Já há cinco trabalhos acadêmicos dizendo que o clima e a humidade, a temperatura e o clima, fazem a maior diferença. Nova York, ontem, estava 7 graus, Londres estava 7 também, Paris estava 8. Aqui estava 26 e estava chovendo. Nós ainda estamos aproveitando esse clima.”
brasilsemmedo.com/coronavirus-clima-pode-diminuir-contagio-diz-pesquisador/
Observações de um Keynesiano:
1 )Como a escola austríaca enxerga crises financeiras aconteceram mesmo antes da criação dos bancos centrais, como exemplo as crises das Tulipas? Assim, não seria correto admitir que governos e bancos centrais que geram as crises. Austríacos não explicam as bolha que ocorreram na ausência de bancos centrais.
2) Em momentos de estabilidade e tranquilidade há uma propensão das pessoas a assumirem mais risco (se alavancando excessivamente) visando maiores ganhos que em determinado momento resultará em investimentos errados e assim numa crise financeira ("a estabilidade gera a instabilidade"). Alavancagem possibilita maiores lucros, assim a própria natureza humana nos momentos de tranquilidade assume uma tomada de risco/alavancagem maior em busca de maior lucro, o irá gerar "overinvestments" (que depois irá culminar na crise financeira)
Quem cria as bolhas então seria as decisões erradas das pessoas que tem oscilações de momento de euforia e medo. O setor privado em certos momentos de euforia vai adquirindo um nível de alavancagem excessiva que em algum momento resulta no crash.
De vez em quando, a grande mídia dá um cochilo e acaba deixando passar a publicação de artigos lúcidos sobre o tema. Este a seguir é muito bom.
opiniao.estadao.com.br/noticias/espaco-aberto,estrategias-regulatorias-de-combate-a-covid-19,70003251324
Trechos:
Autoridades e médicos precisam, urgentemente, reconhecer as condições de vida da maioria dos brasileiros, que dependem do trabalho diário para sobreviver. O IBGE contabiliza 40 milhões de trabalhadores informais no País. Em estimativa conservadora, se cada um for responsável pelo sustento de mais um membro da família, tem-se 80 milhões de brasileiros sem perspectiva de renda. Entre eles, doceiras, pipoqueiros, vendedores ambulantes, manicures, etc.
O governo federal propõe o pagamento de pouco mais de meio salário mínimo para famílias inteiras viverem isoladas, o que significa, na realidade, que passarão fome no ostracismo, acumulando contas para pagar. Sem falar dos atuais 12 milhões de desempregados e dos novos milhões que a eles já se somam, ainda não contabilizados. Com alto risco de o dinheiro não chegar a tempo.
É urgente admitir a incapacidade financeira – e histórica – do Estado brasileiro de alimentar os necessitados se a paralisação forçada persistir por meses a fio, afetando porcentagem que certamente ultrapassará com folga mais da metade da população.
Infectologistas renomados já se manifestaram contra políticas de isolamento na ausência de sintomas do vírus, como o professor titular Esper Kallás, do Departamento de Moléstias Infecciosas da Faculdade de Medicina da USP, em entrevista ao Estado (17/3). Kallás criticou políticas de fechamento de estabelecimentos de maneira descoordenada, que resultam em "apagão econômico", pois "não dá para parar tudo por muito tempo". Isso é, de fato, impossível, sem provocar fome generalizada e colapso social, com perspectiva de saques e aumento exponencial da criminalidade.
A política de isolamento horizontal ignora o fator tempo e os impactos sociais e econômicos decorrentes. Além disso, Kallás alertou que há sério risco de que, quando os governos permitirem a reabertura, o vírus volte a se alastrar e a contaminação cresça novamente.
[…]
No Brasil, com renda per capita tremendamente inferior à americana, o confinamento da população por meses mostra-se inviável, pois haverá crescimento real do número de mortes decorrentes da rápida subnutrição e perda de imunidade, resultando em probabilidade maior de contaminação por coronavírus. Por essas e outras razões, é provável que a estratégia de isolamento horizontal, no longo prazo, leve à morte mais pessoas do que haveria com a adoção da estratégia de isolamento vertical.
Estamos em pleno exercício de loucura política traduzida na engenharia política. Devia-se proteger os grupos de risco até que os sãos tivessem adquirido anticorpos. Optou-se pelo impossível em cidades grandes: o isolamento. É desalentador, é devastador, é suicida.
Numa guerra o Estado manda sua gente para a morte certa para salvar a Nação. Aqui vemos que condena-se os muitos à morte certa por inanição por puro capricho e engenharia política. O tal isolamento horizontal é suicídio coletivo. É preciso acabar com isso imediatamente.
Não se pode minimizar a pandemia do coronavírus. Ela, todavia, vai gerar consequências menos graves do do que a terapêutica de confinamento, que destrói a economia e o meio de vida dos mais pobres. Estão dando ao Estado poder econômico só visto em tempos de guerra.
Ontem ou domingo saiu uma reportagem em que, em uma cidade do interior, a prefeitura roubou os aparelhos respiratórios de um hospital particular recém inaugurado. Muito triste isso, ainda mais vendo a dona do hospital chorando por causa disso.
Vão me perdoando por sequestrar o tópico, mas venho encarecidamente pedir ao Leandro ou alguém pra traduzir esse artigo do Rothbard:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=72
– Mas já ta em português, animal !
Não pra mim…
O artigo é completíssimo, mas subentende que o leitor já seja mestre em causa-efeito, o que define juro, o que define câmbio, como um mexe no outro, o que acontece com isso se o governo fizer aquilo…
Não achei artigo no mises explicando com detalhe cada uma dessas variáveis e o que conecta uma com a outra…
A OMS, que de boba não tem nada, já percebeu que essa imbecilidade de confinamento total (isolamento horizontal) vai dar uma merda grande. Consequentemente, já tirou o dela da reta e falou pra os países reconsiderarem essa insanidade. Agora, só irão continuar seguindo essa cretinice apenas os muito ricos (que podem se dar a esse luxo) e os deslumbrados bananistas que acham o máximo seguir ordens organizações supranacionais.
“O Brasil tem sido criticado pela mídia e políticos, todos "especialistas" em infectologia, sobre sua estratégia de combate ao coronavírus, mas os números não lhes dão razão. Países como Holanda, Turquia, Áustria, Portugal, Noruega e Suíça, sede da OMS, confirmaram o primeiro caso na mesma época do Brasil, mas têm mais ocorrências, apesar de bem menores, juntos ou isoladamente. Somados, são 58.970 casos em 134,4 milhões de pessoas. Aqui, são 4.579 em 212,2 milhões de brasileiros.” > diariodopoder.com.br/numeros-confirmam-que-brasil-enfrenta-o-coronavirus-melhor-que-europeus/
Enquanto isso…
“A indústria de farinha de trigo, produto básico da cadeia alimentar, alerta para dificuldade de abastecimento. […]
Segundo comunicado da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), "diante da descoordenação entre ações federais, estaduais e municipais, o fornecimento normal das farinhas está sendo prejudicado em alguns Estados pela dificuldade de liberação do fluxo das mercadorias, ameaçando o desabastecimento em algumas regiões".
De acordo com a entidade, em alguns Estados, de 30% a 35% do volume de farinha não estão sendo entregues por causa do fechamento de fronteiras estaduais e da falta de serviços básicos de apoio nas estradas aos caminhoneiros, como alimentação e borracharia, por exemplo.”
economia.estadao.com.br/noticias/geral,queda-de-braco-entre-supermercados-e-industrias-suspende-compra-de-leite-em-caixinha,70003254490.amp
O país que melhor controlou o Coronavirus no mundo todo é Taiwan, um país do lado da China e repleto de turistas Chineses, simplesmente só tinha 2 mortes e 256 contaminados até a quinta-feira passada.
E o mais incrivel, Taiwan não precisou de nenhum lockdown, sua economia e ruas estão funcionando normalmente.
Prefeitura rouba respiradores de hospital particular e entrega para hospital público que não tem ninguém qualificado para manusear os equipamentos:
g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2020/03/30/provedor-diz-que-santa-casa-nao-tem-equipes-para-operar-respiradores-retirados-de-hospital-particular-impensado.ghtml
As maravilhas do planejamento centralizado socialista defendido por gente que não possui capacidade de administrar nem carrinho de pipoca.
Esse episódio serviu para mostrar como não existe nenhum relevante que seja contrário ao establishment, todos abaixam a cabeça para o que os “especialistas” ligados à ONU ditam. E isso já estava acontecendo com uma série de leis socialistas que são aprovadas todos os anos na maioria dos países.
Está na hora de organizarmos exércitos privados para tomar algum país e implantar o ancapistão. Esse evento foi um aviso importante, não terá outro. A ONU mostrou que é perfeitamente capaz de implementar o comunismo mundial sem o menor esforço.
Parece que o governador do RJ está querendo fazer até tabelamento de preços ,olha o nivel em que chegamos,então Parafraseando o ancap.su “se eu quisesse votar em comunista tinha votado no freixo”
Bom dia.
Cuidado com o diretor geral da OMS, Tedros Adhanom! Ele é etíope, país pobre sem tradição em combate a endemias, foi Ministro da Saúde da Etiópia, com sérias acusações de desvio de verbas, tem Phd em “saúde comunitária”, e é membro ativo do TPLF, Tigray People’s Liberation Front, partido marxista-leninista da Etiópia! E pertence a uma ala radical do partido.
Tedros sucedeu a então diretora geral, chinesa! Ele recebeu apoio dos chineses para ser eleito. Disputou com um paquistanês, um britânico e ganhou o cargo mais importante da OMS.
Tem muitas fotos com ele e políticos chineses na net. Em janeiro de 2020, Tedros disse que a epidemia do Covid-19 estava controlada na China. Em março, dois meses depois, Tedros avisou que era uma pandemia e que seria necessário confinamento horizontal da sociedade.
Tedros comunista, China comunista, de onde veio o Covid-19. Tudo muito estranho.
Abraços.
Leandro, você acha que o Brasil pode voltar a ter aquela taxa de desemprego relativamente baixa, de aproximados 6%, ou aquilo foi um fenômeno inédito, quando a economia estava no pico da expansão por um ciclo econômico, ainda com demografia favorável e os salários do setor privado ficaram estagnados? Parece uma pergunta estúpida, mas no mínimo nos dá alguma imaginação (pelo menos em mim dá). Acho meio difícil pois agora, além de não estarmos em nenhum ponto de expansão econômica
Esses pacotes que estão sendo feitos nos EUA me lembraram muito o que foi feito no país perto da crise de 2008. A economia americana só se recuperou depois da entrada do Jack Lew, que passou a discursar em prol de uma moeda forte, e com o travamento do Congresso, que não passou as leis malucas do Obama? Será que isso irá ocorrer de novo após a reeleição do Trump?
Parece que o governador do RJ está querendo fazer até tabelamento de preços ,olha o nivel em que chegamos,então Parafraseando o ancap.su “se eu quisesse votar em comunista tinha votado no freixo”
Voces choram muito!
Trader que é trader ganha na alta e ganha baixa. Volatilidade é vida!
comprado em Ouro e mini dolar e vendido em bova! Só na alavancagem.
Os burocratas e parasitas perderam completamente a vergonha e escancararam o autoritarismo. Agora, distribuir alimentos dá cadeia.
Empresário que distribuía cestas básicas é preso em Paraty
Um empresário que distribuía cestas básicas em Paraty (RJ) foi preso nesta terça por infringir medida sanitária, informou o jornal Extra.
Um decreto da prefeitura do município proibiu aglomerações para evitar o contágio pelo novo coronavírus. A doação juntou cerca de 200 pessoas no centro da cidade.
http://www.oantagonista.com/brasil/empresario-que-distribuia-cestas-basicas-e-preso-em-paraty
Leandro,
E quanto as perspectivas de inflação: vc acredita que haverá uma disparada na inflação brasileira nos próximos meses?
Previsão:
“Somados o déficit fiscal e a linha de crédito subsidiada (cuja contrapartida, não esqueçamos, é aumento da dívida do governo), a dívida bruta saltaria de R$ 5,5 trilhões (75,8% do PIB) no final do ano passado para R$ 6,2 trilhões (86,7% do PIB) em 2020.”
Esse deficit público seria financiado pelo setor bancário, correto? Deficits financiados pelo setor bancário são inflacionários, correto?
Se ocorrer, essa alta seria mais pelo choque de oferta ou pelo aumento do deficit público?
Nesse cenário o que seria melhor: ouro, fundos cambiais ou Tesouro IPCA ?
http://www.google.com/amp/s/noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/04/01/italia-numero-de-mortes-coronavirus.amp.htm
A notícia afirma que morreram por volta de 800 pessoas por dia por corona nesses últimos dias, e que esse valor seria o pico da doença.
Alguém sabe qual foi o número total (por qualquer razão) de mortes médio na Itália durante esse período? Se continuou na faixa dos 1800, que foi a média diária durante o ano passado, isso significa que não houve praticamente nenhuma morte incremental na Itália por causa do corona. Ou seja, essas pessoas já morreriam de qualquer forma por causas naturais
Agora, a censura se tornou oficial. Passou a ser simplesmente proibido sequer questionar a eficácia das quarentenas.
Notícia de hoje:
O Twitter apagou sete postagens do pastor evangélico Silas Malafaia nesta quinta-feira (2), registra o Painel da Folha.
Nos tuítes, Malafaia colocava em questão a eficácia das quarentenas no combate ao novo coronavírus no Brasil e apoiava as críticas de Jair Bolsonaro às medidas restritivas impostas pelos governadores.
A rede social, que já havia apagado postagens de Jair e Eduardo Bolsonaro, divulgou a seguinte nota sobre o caso:
"O Twitter anunciou recentemente em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir Covid-19".
http://www.oantagonista.com/brasil/twitter-apaga-mensagens-de-silas-malafaia/
Entenderam? Agora é proibido até mesmo questionar as sumidades e os tecnocratas que estão acabando com as economias mundiais ao proibirem todo mundo produzir (o governador do Rio, Adolf Witzel, já avisou que vai mandar prender todo mundo que estiver andando na rua). Todo mundo agora tem de abaixar a cabeça e dizer amém para "as fontes oficiais".
Uma dúvida:
O ministro Mandeta relatou que poderá ocorrer desabastecimento e escassez de medicamentos devido a quarentena da Índia.
Nesse cenário, estão revivendo os discurso da importância do desenvolvimento da indústria nacional de medicamentos, para reduzir essa dependência e evitar problemas como esse.
O que pensam sobre isso?
Sobre Bolsonaro e a sua entrevista:
Fez muita palhaçada? Fez. Perdeu grandes oportunidades? Perdeu. É um boçal? Digamos que sim. Mas o cara está sendo sensato. Na posição dele, e com as circunstâncias de hoje, não precisaria ficar se preocupando com desemprego e um aumento brutal da dívida pública. Era só aderir ao establishment, ao politicamente correto e deixar rolar… Só lavar as mãos e tirar o dele da reta.
O cara tem culhão. Nem Trump bancou essa. Acho que é a última grande liderança mundial a não concordar totalmente com as medidas que estão sendo tomadas. Estou com ele nessa. Não vou deixar o cara sozinho.
E a turma da retroescavadeira, hein?
Mortes violentas crescem 98% durante período de quarentena no Ceará
LA CASA DE PAPEL
EPISÓDIO 4 – 4 TEMPORADA
O assaltante se disfarça de economista e marca uma reunião com o presidente do banco da Espanha
No diálogo o assaltante diz:
– Os relatórios da situação atual não são nada bons. Aumento da dívida pública da Espanha
Recomendamos medidas anti inflacionárias. E o mais importante: aumente suas posições em ouro. Esse é o único ativo que irá se valorizar.
– A crise de 2008 será risível perto da atual.
– Aposte no lado vencedor: o ouro
Leandro,
Pelo que entendo, se o dólar se enfraquecesse a nível mundial (como na época do governo Bush) seria excelente para o Brasil, ok? (Importações mais baratas e todas bençãos disso).
Mas, pelo que você explicou em outro comentário: nosso IPCA está baixo porque o IGP-M está baixo. E o IGP-M está baixo porque preço das matérias primas (commodities) estão mundialmente baixos.
Sendo assim: ao mesmo tem que dólar mais fraco seria positivo, ele geraria um aumento no preço das commodities (matérias-primas) que iria gerar um aumento na nossa inflação?
Enquanto isso, em Sobral, Ivo Gomes, irmão do Cirão da Massa, simplesmente acabou de instalar o comunismo na cidade.
Uma fábrica da lingeries foi confiscada, um interventor foi nomeado pelo prefeito (Ivo Gomes), e, a partir de hoje (segunda-feira 6), a administração da fábrica será de competência da prefeitura de Sobral: a fábrica terá de deixar de fabricar lingerie para produzir máscaras e outros equipamentos de proteção individual (EPIs).
cn7.com.br/prefeito-de-sobral-decreta-intervencao-em-empresa-para-produzir-mascaras/
Se, depois dessa, algum empresário ainda for levar suas empresas para o Ceará, então merece mesmo ser enrabado.
Tem muita gente que nao aprende mesmo e continua elegendo esquerdista hard. Aposto que pelo menos metade da populaçao local aplaudiu a atitude do prefeito. Depois nao sabem porque o estado é um dos mais pobres do Brasil.
Pessoal, para aqueles que se interessam em discutir sobre investimentos, pensei em criar um canal aberto no Telegram pra discutirmos sobre o tema.
Não sei se o pessoal anima, mas pra quem se interessar segue o link:
t.me/misesinvest
Ou busque no Telegram: Mises Invest
Sob o pretexto de proteger o povo contra um vírus de letalidade baixíssima, o Brasil já vive sob lei marcial instaurada contra a Constituição por governos estaduais.
Muitos no Brasil diziam que estávamos diante do fascismo, do retorno da ditadura em 2018.
Tinham razão.
Só erraram a origem do autoritarismo.
Quem diria? Aquele presidente fascista eleito, que ia acabar com as nossas liberdades, segundo os lacrojornalismo brasileiro, está lutando para que a população tenha PELO MENOS o direito de ir e vir
E adivinha quem a mídia agora está aplaudindo? Governadores e prefeitos, que são os tiranetes de ocasião que solapam os direitos e as liberdades mais fundamentais dos cidadãos.
Há especial tesão com dois ditadorzinhos de merda.
Efeitos não intencionados do lockdown, do distanciamento social compulsório e das demais medidas intempestivas:
– hospitais sem demanda a ponto de quebrar e demitindo funcionários.
– pessoas morrendo em casa ou chegando ao hospital com pouca chance de vida porque o medo tomou conta e preferiram não ir a hospitais para diagnóstico e tratamento cedo de sintomas
– exames de rotina sendo postergados impedindo o diagnóstico precoce de doenças graves
tratamento de doenças graves sendo postergados para dar lugar ao combate do covid-19.
Todas as vidas importam.
gauchazh.clicrbs.com.br/coronavirus-servico/noticia/2020/04/hospital-de-novo-hamburgo-demite-132-trabalhadores-ck99988kl00yt017nid4s80cn.html
Se Bolsonaro fosse no discurso oficial e reproduzisse esse texto, não conseguiriam nem debater com ele, pois explica tudo e mais um pouco. PERFEITO!
Depois dos “serviços não-essenciais”, vêm aí os “produtos não-essenciais”: gauchazh.clicrbs.com.br/coronavirus-servico/noticia/2021/03/governo-do-rs-confirma-bandeira-preta-ate-dia-21-e-proibe-venda-de-produtos-nao-essenciais-em-supermercados-cklwn2pgx007g01989agasj2c.html
"A marca característica desta era de ditadores, guerras e revoluções é seu viés anticapitalista. A maioria dos governos e dos partidos políticos estava ansiosa para restringir a esfera da iniciativa privada e da livre empresa."
Mises
* * *