Voltar

Os últimos dias da esquerda

Os resultados da última eleição no Reino Unido explicitaram ainda mais aquela tendência que já vinha se acumulando ano após ano (com efeito, ao longo de várias décadas em muitos países): a esquerda socialista tradicional não tem nenhum futuro viável na política dos países mais desenvolvidos do mundo. 

Sua visão econômica é antiquada e inviável; seu apoio inflexível a generosas políticas assistencialistas em conjunto com a irrestrita abertura de fronteiras (garantindo que imigrantes ilegais sejam bancados com o dinheiro de impostos dos trabalhadores) é extremamente impopular; e ela simplesmente ainda não entendeu a mais premente realidade política da nossa era: poucas pessoas no mundo desenvolvido confiam nos governos.

Se toda a sua ideologia se resume a dizer às pessoas que elas devem confiar no governo e devem acreditar que ele fará coisas gloriosas, você está encrencado.

Como já era esperado, com a estrondosa vitória do Partido Conservador — a maior desde 1987, com Margaret Thatcher — e a estrepitosa derrota do Partido Trabalhista — a pior desde 1935 —, a mídia mundial entrou naquele estado de negação da realidade.

Igual ao acontecido nos EUA

Lembra-se de como a grande mídia — e todos os seus intelectuais e analistas favoritos — passou semanas, até meses, em completa negação da espantosa realidade de que Donald Trump havia vencido a eleição de 2016? 

Jornalistas, intelectuais e analistas fizeram esforços hercúleos para tentar se consolar e acreditar que tudo aquilo realmente não tinha acontecido, e que tudo era apenas um temporário atraso na inevitável marcha progressista da história. Talvez alguém manipulou alguma coisa. Alguém ou alguma coisa trapaceou e conseguiu alterar a inalterável narrativa segunda a qual apenas a esquerda pode vencer eleições.

Houve várias desculpas para tentar explicar por que todo mundo errou as previsões e Trump venceu: racismo, machismo, ressentimento, os deploráveis, a Rússia, o Facebook, fake news, a presença constante de Trump na mídia, e por aí vai. Três anos depois, e ainda é a mesma coisa.

Ainda hoje não há aceitação, mesmo com todas as probabilidades apontando maciçamente para outro mandato de Trump (seus apoiadores ficaram ainda mais energizados com a tentativa de impeachment feita pelo Partido Democrata, e até mesmo os eleitores independentes passaram a apoiá-lo).

Eis a única narrativa que raramente é ouvida: a esquerda se tornou inócua, e até mesmo uma presa fácil, pois não tem mais pensamento próprio; está morta do pescoço para cima. O único programa que ela tem a apresentar é a defesa daquela velha ordem que se resume a comandar, mandar e controlar. Consequentemente, qualquer figura pública minimamente convincente que seja um não-esquerdista é capaz de derrotar estes arautos do atraso e do totalitarismo — ou seja, a esquerda progressista de fato merece continuar perdendo eleições.

De volta ao Reino Unido

Algo similar aconteceu na acachapante vitória dos Conservadores no Reino Unido. A incrível e abrangente vitória de Boris Johnson — cuja imagem a imprensa assegurava estar irremediavelmente abalada por causa de sua inflexível defesa do Brexit — deixou a mídia convencional em estado de choque e espanto.

A devastação é palpável, desencadeando a maior transformação da política britânica desde a Segunda Guerra Mundial. Os Conservadores ganharam 365 assentos no Parlamento, ao passo que os Trabalhistas ficaram com 203. Considerando todos os outros partidos, os Conservadores passaram a deter uma maioria de 75 assentos, a maior em mais de três décadas. Distritos no norte da Inglaterra, que até então eram uma fortaleza do Partido Trabalhista (chamados de Red Wall — Muralha Vermelha), mudaram impressionantemente de rumo, e votaram nos Conservadores

Além de o mandato dado pelos eleitores a Johnson ser comparável apenas à vitória de Margaret Thatcher em 1987, é impossível negar que houve uma ampla ratificação pública ao desejo de sair da União Européia. Mais do que isso, foi um profundo golpe ao Partido Trabalhista e a tudo o que ele representa e defende. Seu líder Jeremy Corbyn — um auto-proclamado “socialista democrático” cuja maior contribuição à vida pública foi dar ao progressismo da década de 1970 uma nova visibilidade — irá renunciar à liderança e o Partido terá de se reagrupar e repensar totalmente sua ideologia caso queira voltar a ser relevante. Sua acachapante derrota ressoou nos partidos de esquerda ao redor do mundo.

“A explícita rejeição ao socialismo e ao gigantismo estatal defendido pelo Partido Trabalhista”, escreveu Roger Cohen, do The New York Times, “traz um prospecto sombrio para aqueles que acreditam que o Partido Democrata pode manter sua atual guinada à extrema-esquerda (com Bernie Sanders e Elizabeth Warren) e vencer eleições. A classe trabalhadora britânica não se entusiasmou com as propostas do Partido Trabalhista de estatizar as ferrovias, a distribuição de eletricidade e os sistemas de água e saneamento”. 

Ao redor do mundo

Tenha em mente, também, que este efeito não está limitado aos EUA e ao Reino Unido. A ascensão do nacionalismo na Europa — que vem causando algumas preocupações justas, mas também um pânico injustificável — não se trata de um apelo para que uma mão forte reacionária reverta a modernidade; trata-se, isso sim, do completo fracasso da esquerda e de seu projeto estatizante em convencer o cidadão comum de que este é o modelo que realmente irá consertar o que há de errado no mundo.

Os eleitores ao redor do mundo desenvolvido estão ficando cada vez mais espertos com o passar das décadas. Quando políticos progressistas atacam os ricos, defendem mais dinheiro para programas governamentais, exigem mais regulações e controles sobre o setor privado, atacam os mercados financeiros, e dizem querer mais coisas gratuitas para todos, o povo imediatamente percebe a armadilha: implantar tudo isso significa colocar mais poder nas mãos do estado (políticos e burocratas).

Eis a escolha fundamental que nenhuma retórica poderosa ou linguajar elegante podem mudar: ou nós confiamos na sociedade, na livre iniciativa e nos mercados (consumidores, investidores e produtores) para nos gerenciarmos a nós mesmos, ou entregamos ainda mais poderes ao estado (políticos e burocratas) para que ele utilize de força e coerção contra nós.

Esta é, em última instância, a realidade que desmascara todos os defensores do socialismo. O coletivismo de esquerda não é, no final, um meio de melhorar a sociedade; ele é, isso sim, um meio de se transferir poder das pessoas que estão fora do governo para as pessoas que estão dentro do governo.

Há também a questão da direção da história. Por um século e meio, as forças propulsoras da esquerda socialista (em todas as suas variedades) foram sustentadas por uma estranha e insensata crença de que a história se movia inexoravelmente em sua direção. Qualquer coisa que empurre em direção ao socialismo é progresso; qualquer coisa que rejeite o socialismo é reacionária. Ao termo ‘reacionário’ você pode acrescentar outra longa lista de epítetos: racista, machista, sexista, fascista, xenófobo, patriarcal, homofóbico, transfóbico, fanático, qualquer coisa.  

Este é o modelo simplório que eles carregam na mente para justificar (e para evitar ter de lidar com) seus contínuos fracassos.

O maior fracasso atual é a ausência de uma visão viável que ofereça esperança para um futuro mais pujante. Ao contrário: tudo o que a esquerda tem a oferecer é o mesmo e velho ressentimento de classe, mais confisco e redistribuição de renda, mais estatizações de indústrias, mais poderes aos sindicatos (principalmente dos funcionários públicos), e a inflexível defesa de mais e mais impostos. Acima de tudo, a ideologia esquerdista de hoje insiste que devemos confiar no governo (mas só no governo comandado por eles, é claro). 

Após várias décadas de fracasso abissal de todas estas abordagens, a esquerda está tendo enormes dificuldades em manter sua credibilidade.

Adicionalmente, a oposição à esquerda está ficando mais esperta. Por exemplo, houve uma sutil mudança na maneira como Boris Johnson começou a defender a ideia do Brexit. Ele passou a rejeitar o isolacionismo e o protecionismo de vários dos apoiadores do Brexit. Ele falou abertamente de livre comércio com os EUA, com a União Europeia e com o resto do mundo. Ele falou de abertura, de oportunidade e de esperança. Ele passou a caracterizar o problema com a Comunidade Europeia como sendo o de uma burocracia descontrolada, algo que estava impedindo o Reino Unido de almejar aspirações mais altas.

Tudo isso significa que sua retórica passou a se assemelhar muito mais à visão liberal-clássica do que àquela da esquerda e da direita atuais. Este parece ser um programa vencedor.

Por ora, tudo indica que a esquerda progressista simplesmente ainda não se deu conta de que vem continuamente perdendo eleitores, e que tal fenômeno vem ocorrendo há décadas: mais especificamente, desde a ascensão de Reagan e Thatcher, a qual de fato representou uma mudança efetiva na maré da política, e não apenas um recuo temporário.

sociald.png

Evolução da porcentagem de eleitores de partidos social-democratas em 18 países da Europa 

É o fim ou não?

Por tudo isso, não é desarrazoado prever que realmente estamos testemunhando os últimos dias da esquerda. No entanto, tão logo dizemos isso, as evidências contrárias se apresentam. O que dizer, por exemplo, do controle quase hegemônico da grande mídia, da academia e de todos os outros “respeitáveis veículos de opinião”? Estes estão cada vez mais parecidos com observatórios isolados, nos quais um semi-marxismo ainda sobrevive apesar de todas as tendências em contrário na vida pública moderna. 

Na prática, porém, a visão esquerdista da maioria dos acadêmicos nada mais é do que um incômodo. Peguemos, por exemplo, um recente exemplo de um acadêmico progressista que tentou resenhar a Escola Austríaca de Economia. Como todo progressista, ele está invariavelmente preso aos clichês de sempre: para ele, qualquer defesa da economia de mercado significa defender os interesses do capital à custa do bem-estar dos trabalhadores (sendo que a realidade é oposta). A partir daí, como previsto, tudo desanda e a análise se degenera e acaba recaindo em todos aqueles lugares-comuns favoritos da esquerda moderna: fascismo e patriarcado do homem branco, o que por sua vez está ligado ao racismo e ao autoritarismo.

E, no final, ele conclui que os economistas austríacos não eram liberais, mas sim homens brancos privilegiados que estavam apenas tentando racionalizar os interesses de sua classe.

E é exatamente assim que a esquerda progressista vem respondendo aos seus crítico há um século e meio: caluniando e difamando. É claro que chega um momento em que todo o truque cansa e perde o encanto.

Para piorar, parodiando Talleyrand, a esquerda não aprendeu nada e não esqueceu nada. As categorias de capital e mão-de-obra já são tão corriqueiras, que a noção de que ainda existe algum tipo de conflito intratável entre ambas (pensamento em voga no século XIX) é refutada por praticamente toda as experiências atuais. Mas os partidos de esquerda continuam agindo como se houvesse algum ressentimento profundo das classes trabalhadores contra os proprietários das empresas. 

Ao agirem assim, eles erram totalmente o diagnóstico do real ressentimento das pessoas: não é contra empreendedores, mas sim contra impostos, burocracias, regulações, proibições, planos arrogantes feitos por burocratas para serem implantados de cima para baixo, promessas de belos programas estatais que, no final, serão manipulados por grupos de interesses, e por aí vai.

As panaceias capitaneadas pela esquerda atual — mais socialismo, mais controle estatal, maiores impostos, mais assistencialismo, mais programas governamentais, mais promessas de “tudo grátis” —já estão mofadas e desacreditadas. No entanto, por algum motivo, a ideologia socialista parece causar algum tipo de congelamento cerebral que faz com que até mesmo o mais culto dos intelectuais passe a ignorar toda a realidade empírica, mesmo aquela que mostra seu próprio partido político sendo trucidado eleição após eleição, país atrás de país.

Sendo assim, estou confortável em prever mais “surpresas” eleitorais que irão empurrar a esquerda progressistas cada vez mais para as margens da vida política. A academia é o seu último porto seguro, e é onde ela irá se apegar com cada vez mais resiliência. Se e em que grau isso terá algum impacto no desenrolar da história no mundo real ainda é uma questão em aberto.

Para concluir

É verdade que toda esta tendência não representa um bem absoluto. Em vários países, há aqueles conservadores não se sentem bem em adotar o liberalismo econômico clássico (como a família Le Pen, na França), de modo que a ascensão de um coletivismo de direita contra um redistributivismo de esquerda também tem seus próprios problemas.

Mas não deixemos passar este momento sem celebrar a gradual demolição de uma perspectiva ideológica que causou vastos estragos por um século.

Estamos vivendo em uma era pós-paradigmática/pré-paradigmática. As ideologias que defendem o controle estatal, além de serem insustentáveis, estão caindo em descrédito. Cabe agora aos genuínos defensores da liberdade humana aproveitarem a oportunidade e apresentarem seus argumentos. 

Últimos Artigos

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

123 comentários em “Os últimos dias da esquerda”

  1. Como eu imaginava, parece que em países desenvolvidos, o discurso socialista (forte na América Latina) é tido como completamente inaceitável e de certa forma até vergonhoso.

    Só em países subdesenvolvidos como o Brasil existem tantos pobres e inocentes para a esquerda se aproveitar e continuar enganando para continuar no poder, e assim, perpetuar a pobreza — porque é ela que ainda dá tanta força para a extrema-esquerda na América Latina. Consequentemente e infelizmente, quanto mais pobre é um país, maiores são as chances dele continuar pobre.

  2. O Tony Blair, com anos de atraso, já começou a perceber o óbvio:

    O ex-premiê britânico Tony Blair disse nesta quarta-feira que o Partido Trabalhista precisa deixar de lado os "radicais" de "extrema-esquerda" e retomar um discurso moderado se quiser voltar ao poder no Reino Unido.

    "A tomada do Partido Trabalhista por parte da extrema-esquerda o transformou em um movimento de protesto inteiramente incapaz de ser um governo crível", afirmou Blair, que foi primeiro-ministro entre 1997 e 2007.

    "O resultado nos causou vergonha", admitiu Blair, referindo-se ao pior desempenho do Partido Trabalhista nas eleições britânicas desde 1935.

    http://www.oantagonista.com/mundo/tony-blair-com-radicais-trabalhistas-nao-formariam-governo-crivel/

  3. Esse artigo simplesmente confirma aquilo que falei na seção de comentários de outro artigo: essa atual esquerda é o sonho de qualquer direita. Ela não tem intelecto, não sabe absolutamente nada sobre nada, é incapaz de fazer qualquer debate sem recair no coitadismo e no vitimismo, e, acima de tudo, tem pavor de armas.

    Como fazer uma revolta armada se você não sabe operar nem sequer um estilingue?

    Essa esquerda atual você aniquila com um espirro.

    A esquerda de antigamente, a chamada esquerda-raiz, realmente metia medo: os caras eram fisicamente robustos (barbudões), manuseavam armas, defendiam a tomada dos meios de produção com o subsequente assassinato dos burgueses, e eram abertamente racistas e machistas (gays e lésbicas não tinha vez).

    Já hoje, qual é a esquerda de hoje? Um bando de afeminados e de lésbicas que desmaiam se você acender um cigarro, e cuja arma mais letal que conhecem é alguma frase progressista e lacradora. Nunca nem sequer seguraram uma faca (Adélio Bispo é claramente um membro da esquerda mais antiga).

    Relaxem. Com essa esquerda aí, que é um fenômeno mundial, o maior risco que você corre é ouvir um verso de Chico Buarque ou receber um texto de Gregório Duvivier.

  4. Com as arruaças no Chile a esquerda tupiniquim ganhou um fôlego,mas as medidas econômicas de Fernandez na Argentina vai jogar a esquerda de novo no lixo da história,aguardemos e festejemos de camarote mais um fracasso vermelho na America Latina e sendo que estes iludidos insistem com as ideias de que mais intervenção é a solução.

  5. Antonio Marques Emerim

    O resultado está sendo este, mas a verdadeira causa é a difusão da mídia popular, via internet (tecnologia). Todo mundo já sabe que tem as “fake” e está aprendendo a discernir (pensar), separar o joio do trigo.

    O Congresso, com a insistência na politica antiga (toma lá…) está ajudando a desacreditar a casta política. Mais uma vez, todo mundo está assistindo o “circo” e não é pela mídia tradicional.

  6. Acho que isso também pode estar ligado ao estado que chegamos no capitalismo. Viver hoje é muito mais fácil do que há décadas, principalmente nos países desenvolvidos. Os serviços “gratuitos” da esquerda não são mais tão atrativos, já que o capitalismo os tornou excessivamente baratos.

    É bem verdade, também, que a direita mais populista como Bóris Johnson e Trump, adotaram um discurso que “roubou” algumas pautas da esquerda, vejam esse trecho da coluna do João Pereira Coutinho na Gazeta :

    “Existe uma parte de verdade nisso. Mas não é toda a verdade. Olhando para Boris e para o seu programa eleitoral, ele quase encarna as qualidades fundamentais do imaginário Scott Miller. Sim, os valores conservadores estão lá. Mas Boris também abandonou, pelo menos na retórica, os últimos resquícios neoliberais do Partido Conservador, prometendo um ponto final nas políticas de austeridade, maior atenção às classes trabalhadoras e um investimento generoso nos serviços públicos.”

    Johnson abordou muito na campanha o péssimo NHS, o SUS britânico, mas jamais prometendo reformas e, sim, mais dinheiro.

    Mas enfim, eu também percebo o quanto a esquerda tem sofrido, o que tenho receio e se a “Nova Direita” vai ser menos estatista ou não.

  7. Sei não… Vai falar com servidores e empregados públicos pra ver se a esquerda ainda não é forte.

    Aqui em Brasília chega a ser cômico, tem gente andando com camiseta “Lula livre” na rua.

    Apesar de o Bolsonaro ter tido a maioria dos votos no DF, praticamente todo o resto foi no PT, e aqui é só parte dos servidores públicos.

    Vai somar todos os servidores municipais e estaduais pelo brasil afora, é gente demais. E esses nem são a maioria dos eleitores do PT, afinal todos os politicamente corretos por aí defende essa corja, e eles – como todos aqui sabem – falam muito alto.

    Soma tudo isso com uma população semianalfabeta assistindo uma mídia que apoia a esquerda, e logo você verá um novo governo de esquerda nesse paiseco.

  8. Essa esquerda identitária é, como já disseram acima, o sonho de qualquer direita.

    Essa história de viver jogando um grupo contra outros, ficar chamando todo mundo de machista, racista e policiando comentários e piadas só tem apelo nos centros de esquerda. A população em geral acha isso ridículo. Vá perguntar para um pedreiro o que ele acha de deixar que homens usem o mesmo banheiro que a mulher dele ou o que o povo do interior de Pernambuco acha sobre deixar que homens participem de esportes femininos.

    Torço para que a esquerda foque cada vez mais nessa estratégia tosca que importaram dos EUA.

    Meu medo é ainda o apelo que tem a ideia de coisas gratuitas. É um apelo muito forte e ainda irresistível para uma grande maioria.

  9. Atento ao que realmente interessa

    Duas perguntas polêmicas que nunca vi serem tratadas em nenhum artigo do Mises BR sobre o Brexit:

    – Logo após o referendo de 2016 ocorreu uma desvalorização acentuada da Libra Esterlina, e essa desvalorização nunca foi recuperada. Isso é o mercado dizendo que o Brexit é ruim para a economia britânica?

    – Esse instituto já cansou de repetir que acordos comerciais não são nada além de acordos mercantilistas. Isso quer dizer que o ideal é um No Deal Brexit(saída sem acordo nos termos da WTO)?

  10. Esse Boris Johnson tem jeito de Trump e Bolsonaro: aquele jeito de “tiozão do churrasco” (e sempre usando o polegar para cima nas fotos) e muito simpático, carismático e simples, mais “cara do povo”.

    Para ver o tamanho do desespero, o Congresso brasileiro inventou aquele lixo do “pacote anti-crime”, onde eles na prática triplicam as penas dos “crimes contra a honra”, como se o fato de isso existir na CF/88 não fosse absurdo o bastante. É claro que isso é para perseguir os críticos dos políticos e do sistema como um todo.

    Sigo o Boris no Facebook, ele tem falado de expandir gastos no falido sistema de saúde britânico, o NHS. Nesse ponto, não é nada diferente de qualquer político tradicional brasileiro.

  11. Jeffrey Tucker, como sempre, muito otimista.

    Basta uma crise mundial e todos os progressistas do mundo vão apontar para o grande culpado, Donald Trump, que obviamente terá sua parcela de culpa mas não nessa narrativa. Brexit e o neoliberalismo também serão culpados.

    Eu vejo essa variação de esquerda e direita como um pêndulo, muitas vezes variando o tipo de esquerda e de direita, mas sempre como um pêndulo perpétuo. Os EUA que têm essa briga política eterna entre republicanos e democratas são o caso mais explícito. Em poucas vezes a liberdade ganha alguma coisinha, nada comparado com o forte crescimento do estado, inclusive com a direita, vide governo Reagan.

  12. Jairdeladomelhorqptras

    Não sei não! A esquerda sempre se reinventa! Este clima nosso da direita liberal de que a “esquerda já era” não me convence.

    Haddad ganhou algo como 40% dos votos, nem lembro direito. Mas dado às circunstâncias é uma enormidade de votos. Basta um soluço no cenário internacional para o governo Bolsonaro ser substituido por um governo esquerdista.

    Contudo, acredito que Bolsonaro será reeleito. O que não vejo com simpatia é o clima de que “Ja ganhamos”.

    Alguém aí é do tempo do “Efeito Orloff” (ou algo semelhante)? Em que a Argentina era nós (Brasil) amanhã. Ou era contrário? Sei lá! O fato é que o acontecido na Argentina pode, perfetiamente, repetir-se aqui.

    Portanto, cautela e vigilância!

    Abraços

  13. Milton Friedman Cover's

    Excelente artigo, como sempre leio aqui.

    A esquerda apanha em muitos lugares ( EUA, Hungria, Croácia, Polônia, Reino Unido, Brasil, Chile, etc.), mas segue forte no Canadá, França e mais alguns países importantes. Na Hungria, Polônia e Croácia, com governos de direita, a invasão muçulmana é inexistente, o que é ótimo, pois a esquerda, com s incoerência de sempre, alegando “defender” as mulheres, mas apoiando os imigrantes muçulmanos que tratam as mulheres como propriedade, além de impor o infeliz politicamente correto e suas inúmeras vertentes ( vide Greta e sua “luta” contra a “mudança climática”).

    O perigo, e ele sempre existe, são pessoas que querem se desvincular ao esquerdismo, como o citado por um leitor acima, Ciro Gomes. Este cidadão teve a audácia de afirmar em um programa de TV que ele é uma alternativa ao esquerdista PT. Só que na mesma entrevista, o subconsciente o entregou ao menos duas vezes: uma, quando ele diz que o PT apoia o PDT no Ceará e outra, quando ele cita Lênin ao criticar o PT, dizendo que o maior problema do comunismo é o esquerdismo que o partido do Lula pratica, ou seja, ele se identificou com Lênin e o comunismo. A esperança é que os eleitores percebam o quanto esquerdista, comunista, Ciro Gomes é.

    Ainda bem que o Capitalismo possibilita hoje em dia que praticamente todas as pessoas tenham acesso à Internet, pois foi essa possibilidade de acesso a informações reais, desvinculadas com o esquerdismo defendido pela grande mídia, que permitiu às pessoas perceberem o quanto nefasto, maléfico, ditador e destruidor da sociedade, são os ideiais de esquerda.

    Se não fosse a Internet, talvez o presidente hoje fosse o Poste, já que toda a grande mídia dizia que Jair Bolsonaro era fascista, nazista ( velhos chavões usados pela esquerda), que iria “matar” os pobres, destruir a “riqueza” criada por Lula e Dilma.

    Todos nós vimos como Bolsonaro foi atacado de forma extremamente agressiva pelos apresentadores do jornal televisivo da maior rede de televisão do País, que felizmente, vem perdendo audiência a cada dia, devido as mentiras sobre política, economia e a defesa da ideologia do gênero.

    Estou com os leitores que afirmaram seguir em vigilância, sempre mostrando a malignidade do esquerdismo às pessoas menos “antenadas” com a vida política não só do Brasil, mas também do mundo.

    Jesus disse: Orai e Vigiai, essa frase é muito mais ampla do que a maioria das pessoas pensam. Não é só para “orar e vigiar” a si mesmo, visando não cair em pecados, mas também para evitar que o mal domine a sociedade, nos levando a pensar que o errado é certo e vice-versa.

    A esquerda tem que ser excluída totalmente do mundo. Ela já fez muito mal à sociedade e está há muito tempo infiltrada nos poderes públicos de muitos países. A esquerda conseguiu tanto poder que gerou um grande absurdo, na minha opinião: a legalidade dos partidos comunistas e socialistas e a proibição do partido nazista, como se apenas o nazismo fosse maligno ( lembrando que nazismo é também de esquerda), mas a turma da foice e martelo fosse do bem.

    Este é o grande momento para acabar com a esquerda de vez. Que ela seja um dia lembrada como algo nefasto que foi totalmente eliminado da vida humana.

    Abraços.

  14. Analisar os movimentos políticos econômicos e sociais mundiais não deveria ser um jogo de futebol onde se torce pela desgraça do outro, mesmo por que parece que os liberais se esquecem das grandes crises financeiras causadas quando se deixa livre a prática de mercado (1985 – Japão; 2000 – Nasda; 2008 – Subprime; etc) engraçado é ver como o abusivo Estado teve que socorrer as benevolentes empresas, em muitos casos, evitando que quebrassem justamente por conta de práticas altamente duvidosas. Acho esse pensamento liberal extremo, tão infantil quanto o da extrema esquerda (que perdeu o prumo faz tempo) só que ao invés de acreditar que o Estado deve ser o condutor econômico social acredita que magicamente o “mercado” irá se auto regular chegando aos grotões mais pobres do planeta e assistindo a pessoas que por séculos viveram a margem da sociedade…Outra questão é que, em muitos países existe livre mercado, existe liberalismo econômico mais existe um conjunto de contra pesos visando equilibrar o jogo, e da muito certo (vide que por décadas os melhores países pra se viver continuam os mesmos).

  15. Sou direito - sou direita

    Excelente radiografia do momento atual da esquerda.

    Atualmente é difícil acreditar que alguém possa defender a ideologia socialista, tendo em vista estar escancarado por todos os meios disponíveis os imensos e abrangentes maléficios sociais, econômicos e políticos causados em todos os lugares em que essa ideologia chegou ao poder. Apenas uma enorme dificuldade cognitiva dessas pessoas, ou uma cegueira deliberada, poderia explicar essa defesa.

    Entretanto, há que ser admitido que essa ideologia funcionou muito bem para colocar e manter no poder ditadores tirânicos, bem como abastar os seus colaboradores mais próximos. Ou seja, ela foi ótima para os porcos e os cachorros dessas revoluções orwellianas. Essa é a motivação de outra parte dos socialistas, que sonham em se tornarem um Lenin, um Stalin, um Mao, um Fidel, ou até um Pol Pot.

    Enfim, vejo apenas duas razões para a defesa do socialismo: ESTUPIDEZ ou MAU-CARATISMO.

  16. Eu sei que o artigo fala sobre países desenvolvidos, mas vejo muita gente nos comentários aqui muito otimistas em relação ao Brasil.

    Não consigo concordar com vocês, a maior parte da classe média brasileira de fato abandonou a esquerda, porém a mídia mainstream ainda tem um impacto enorme sobre a grande massa o que faz com que os acontecimentos de impacto negativo (ou supostamente negativos) cheguem mais rápido aos ouvidos das pessoas.

    Coisas como:

    – Preço da carne altíssimo

    – Dólar em patamares históricos (o valor nominal e não o valor real, mas quem lá sabe fazer essa distinção?)

    – Reforma da Previdencia, “mais anos de trabalho pro pobre se aposentar”

    – Gasolina em algumas cidades quase R$ 5

    – Desemprego ainda altíssimo (apesar das pequenas melhoras)

    – Filho do presidente possivelmente corrupto (o que destrói completamente a imagem de “pelo menos esse é honesto”)

    entre outros…

    São acontecimentos absolutamente palpáveis e perceptíveis na vida do cidadão comum e óbviamente a mídia e a militancia esquerdista não perdem uma oportunidade de baterem nessas teclas (algumas vezes com razão, devido a teimosias do chicaguismo da equipe econômica o qual esse instituto cansou de expor)

    Infelizmente, eu dou como certo a volta da esquerda (ainda mais radicalizada pra piorar tudo) em 2022.

    Salve-se quem puder.

  17. Só uma observação e um palpite, a esquerda está perdendo terreno não é para o liberalismo, e sim para o nacionalismo conservador. A camada que mudou de voto nos EUA e na Inglaterra está querendo um maior protecionismo sobre o seus empregos e seu bem-estar, e de uma maneira que a esquerda não fez, impondo barreiras ao comércio internacional e a imigração, aquilo que a esquerda não forneceu, o nacionalismo fornecerá. No final, o estatismo continua bem vivo e dominante.

  18. O que vocês acham dessa mais nova fusão?

    Plataformas da PSA chegarão a produtos Fiat Chrysler

    Anos atrás a Opel havia sido vendida pela GM e comprada pelo PSA Groupe.

    Em teoria, isso é bom, pois a redução de custos vai ocorrer também para o consumidor, já que um mesmo motor e demais componentes servirão para vários modelos distintos, barateando e facilitando manutenções e reparos. Há quem diga que isso é maléfico pois reduzirá a concorrência. De fato sob o corporativismo é normal haver concentração de mercado mas e… no mundo? A nova marca vai atuar globalmente, não apenas em uma região.

    Lembrei desse antigo artigo do Leandro.

  19. As tentativas de difamação que esquerdistas fazem não estão mais sendo efetivas. As pessoas comuns já perceberam que tudo não passa de um teatro.

    O caso do Trump foi notório. Trump já era uma “pessoa pública” e virou demônio do dia pra noite tão logo se tornou o candidato republicano.

    Saiu uma pesquisa americana de que a maioria dos gays votam em partidos de direita. Aos poucos as outras “minorias” perceberão que somente estão sendo usadas, esquerdistas não dão a mínima pra elas.

    Não deixa de ser irônico o que estamos presenciando. A esquerda, que sempre foi uma exímia auto-crítica, hoje se recusa em adaptar. Ao invés disso, se torna cada vez mais radical e afasta dia após dia as pessoas comuns.

    E se for parar pra pensar bem, não tem mais pra onde irem mesmo. Quando partem pro tudo ou nada, significa que já deram todas as cartas.

    O desafio derradeiro é impedir que globalistas regulem a internet. Eles sabem que só perderam porque a internet os deixaram pelados.

  20. Quanta ingenuidade!

    A esquerda nunca esteve tão forte.

    O eixo China/Rússia/Irã demonstra um casamento entre a faceta política do socialismo (capitalismo de Estado) e a faceta religiosa do Islam.

    Na América Latina, por sua vez, o Foro de São Paulo continua em plena atividade.

    Assim como a principal estratégia de Satanás é dizer que ele não existe, a esquerda se camufla para agir nas sombras, sob o manto do ENGANO.

  21. Sou direito - sou direita

    Parece que não é tão simples assim.

    O discurso da esquerda da política Robin Hood é muito atraente para os parasitas e incompetentes que, se felizmente não são a maioria da população, infelizmente é uma parcela considerável, suficiente para dar sustentação a muitos partidos e políticos. Além disso, o politicamente correto consegue arrebanhar as chamadas minorias, e também uma boa parte do eleitorado feminino.

  22. Certa vez, um militante do PT viajou a Cuba, no tempo em que o Fidel Castro estava no poder. O tirano barbudo levou seu militante para a Fazenda Comunitária, para mostrar como funcionava o “verdadeiro socialismo”. E perguntou a um agricultor:

    -Ramirez, companheiro fiel, se você tivesse dois carros, daria um ao Partido?

    – Si, comandante.

    -Bueno, e se fossem dois tratores?

    -Também o faria.

    O mesmo para dois bois, dois cavalos. Então Fidel perguntou:

    -E se fossem duas galinhas?

    – Ah, ai não daria meu comandante.

    -E por que não?

    -O senhor sabe, duas galinhas EU TENHO.

    Moral da história? É muito fácil socialismo quando se trata dos bens dos outros. Quando se trata das coisas que a gente tem…na prática, a teoria é outra. Acho que isso ficou bem claro para os eleitores que disseram NÃO à esquerda

  23. Pessoal, muito se fala e uma grande crise financeira global se aproximando, e é dito que a mesma terá origem nos EUA.

    1 – Vocês acham que será realmente tão catastrófico ou a mídia só está fazendo alarmismo barato?

    2 – A economia americana está tão frágil como dizem? Essa aparente solidez é temporária?

    3 – A Europa com seus bancos falidos e “welfare states” com o pé na cova não estaria mais propensa a causar tal crise do que os EUA?

    4 – Vocês acham que uma nova crise colocará a esquerda novamente no poder?

    Obrigado!!

  24. Não compartilho do entusiasmo de J. Tucker.

    Concordo com vários dos seus pontos, mas esse otimismo dele é delirante.

    Muita gente “da direita” possui mentalidade estatizante, contrária à liberdade econômica.

    Muitos “anti-comunistas” nutrem ideias socialistas.

    A doutrinação esquerdista nas escolas e nas universidades é enorme.

    Paulo Guedes, por exemplo, está sujando o nome do liberalismo com a sua insistência em criar e aumentar tributos e com a sua defesa de um real fraco.

  25. Tenho que saber o que o autor do artigo andou fumando. A esquerda esta pujante no mundo. A luta pela desigualdade segue firme e forte, ou ele não sabe do que acontece no Chile e Colômbia? Talvez desconheça Ocasio-Cortez, Bernie Sanders.

  26. Sou direito - sou direita

    @Supply-sider, eu não sou economista. Interesso-me muito pelo assunto, mas só recentemente comecei a me informar mais, principalmente por meio dos artigos deste portal.

    Se não for pedir muito, poderia explicar quais são as principais diferenças entre a escola austríaca e a de Chicago, principalmente aqueles pontos que são absolutamente irreconciliáveis?

  27. Leandro, o que foi exatamente essa fusão entre o BB e a Nossa Caixa? Eu não podia imaginar que uma estatal fosse capaz de se fundir à outra. Qual foi a intenção disso? Tem algo a ver com Lula?

  28. Leandro, você disse tempos atrás de que os países enriqueceram ou sob padrão-ouro ou sob câmbio atrelado mas, no caso do Chile, foi exceção? Até onde sei, do Pinochet até os dias atuais, foi câmbio flutuante. Segundo um mapa da Wikipedia, o Equador consta como país que adota o Currency Board. Dado que a moeda corrente é o Dólar Americano, então não seria como no Peru?

  29. Todos os institutos de pesquisa economica traçam um panorama sombrio para o Brexit,Boa sorte ao povo britânico e ao sr. Boris,oxalá todos estejam errados e ele,certo.

  30. Estamos vivendo uma realidade semelhante ao que viveram os poloneses, romenos, ucranianos durante os anos 70 e 80. O establishment socialista pode dominar tudo, mas não domina mais os corações e mentes do povo.

    É por isso que esquerdistas ainda não aceitaram suas derrotas, eles continuam pensando que basta dominar tudo que suas ideias funcionarão.

  31. Supply Sider, tenho algumas discordâncias com o que escreveu, como quanto aos déficits, a expansão creditícia e alguns outros pontos. No entanto, vamos deixar para uma outra hora. De qualquer forma me interessei pelo livro que citou, o “The seven fat years”, mas não existe realmente nenhum ebook ou PDF dele? Comprar usado na Amazon para importar não é muito a minha praia.

    Pelo que vi o autor era um jornalista e não um economista (ou não?), conhece algum outro material sobre os anos Reagan? de preferencia de um economista supply-side? imagino que deva conhecer mais livros sobre, tanto dos anos Reagan quanto dos anos Clinton. Se puder indicar agradeço! Um no qual eu consiga ebook ou pdf.

    Pode ser artigos também, se tiver completo.

  32. A esquerda moderna cometeu um erro fatal. Depois de “ficar no armário” durante os anos 90 e 2000 por causa do colapso do socialismo, quando ficou diante da sua primeira derrota após a queda do muro de Berlim, tirou a máscara e se radicalizou totalmente.

    Os social-democratas europeus tiveram todo o cuidado do mundo pra não se misturaram aos comunistas durante a Guerra Fria, justamente pra não perderem a popularidade e as eleições.

    Um eleitor médio irá pensar pelo menos duas vezes em votar num grupo que possui essas alianças que esquerdistas modernos possuem.

  33. Guilherme Silveira A. Santos

    A propriedade particular é um direito básico. Ela não é um roubo. Imposto é roubo. A oferta cria a demanda, e assim vem a receita orçamentária.

  34. Meu palpite é que esse governo Biden (ou da Kamala) será uma auto-sabotagem dos Democratas. É um desastre atrás do outro: saída do Afeganistão, inflação de preços alta, falta de produtos, entre outras coisas. A derrota dos Democratas na Virgínia é uma amostra disso.

    Não que os Republicanos sejam muito melhores (alguns realmente se destacam, como o Ron DeSantis da Flórida). Mas com o Trump reeleito, na pior das hipóteses, haveria um aumento no endividamento do governo. Na melhor, provavelmente mais medidas supply-side e sem cancelamento de leilões de petróleo.

    Não escolheram o caminho do Bill Clinton e está essa maravilha.

    “Let’s go Brandon!”

  35. Ninguém falou da Coreia do Sul, então eu falo: nos últimos dias, foi eleito um ex-promotor conservador (eu acho né, não conheço direito) que critica o feminismo e quer até fechar o chamado Ministério da Igualdade de Gênero e da Família (imagina o Bolsonaro fechando o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos?). Lá existem atualmente 18 ministérios.

    Ele pelo jeito é simpático às ideias do livre mercado, já que mencionou a famosa obra Free to Choose: A Personal Statement (Milton Friedman, 1980).

Rolar para cima