O grande psicólogo e linguista canadense Steven Pinker publicou
um livro intitulado Enlightenment Now: The Case for Reason, Science, Humanism, and
Progress (Iluminismo já: em defesa da razão, da ciência, do humanismo e
do progresso). A esquerda não gostou. Dentre as críticas mais leves, Pinker foi
criticado por seu “otimismo excessivo”.
O site Open Democracy —
financiado por George Soros, pelo ministério de relações exteriores da Noruega,
pela Fundação Rockefeller e pela Fundação Ford — afirmou
que Pinker não está devidamente preocupado com o esgotamento dos recursos
naturais do planeta, incluindo as reservas de água doce. O site ainda culpa o
psicólogo de Harvard por “abraçar a crença neoliberal e tecnocrática de que uma
combinação entre soluções de mercado e arranjos tecnológicos irá magicamente
resolver todos os problemas ecológicos”.
Mas, adivinhe só? Arranjos tecnológicos em conjunto
com soluções de mercado realmente são, sim, uma crucial parte dos esforços da
humanidade para tentar superar os desafios ambientais. E, se você não estiver
convencido, apenas veja os esforços de dessalinização empreendidos em Israel
(ver mais abaixo).
O
progresso não é mágico, mas é quase
O site progressista aponta algumas tendências ambientais
preocupantes, dentre elas “o aumento nas emissões de CO2; o declínio no volume de
água doce disponível; o aumento no número de zonas mortas nos oceanos; o
escoamento de fertilizantes artificiais”.
Pinker, vale enfatizar, não nega a existência destes
desafios. “O progresso”, escreve ele,
não
é o mesmo que mágica. Sempre há abalos, atrasos e retrocessos. … Claramente
temos de estar preocupados com o pior dos retrocessos possíveis, como uma
guerra nuclear, bem como com o risco de reveses permanentes, como o pior dos cenários
previstos para as mudanças climáticas.
Peguemos, por exemplo, a oferta de água doce. Entre 1962
e 2014, o volume de recursos hídricos renováveis por pessoa caiu de 13,4 metros cúbicos para 5,9 metros cúbicos (graças
também ao crescimento populacional). No entanto, vale lembrar que 71% da
superfície da Terra é coberta por água.
Logo, o que é necessário nas áreas mais afetadas por
secas, como o norte da África e Oriente Médio, é um processo financeiramente
viável de dessalinização que separe as partículas de sal das moléculas de água.
Israel é pioneiro em um método de dessalinização que faz com que a água doce
consumida pelos lares israelenses seja 48% mais barata que a água doce
consumida pela população de Los Angeles.
A dessalinização, escreve Rowan Jacobsen na Scientific
American,
ocorre
ao se pressionar água salgada através de membranas contendo poros microscópicos.
A água atravessa a membrana, ao passo que as moléculas de sal, que são maiores,
ficam retidas.No
entanto, os microorganismos contidos na água do mar rapidamente colonizam as
membranas e bloqueiam os poros, de modo que controlar esses microorganismos
requer uma limpeza periódica, quimicamente intensiva e, por isso, cara.Porém,
o cientista israelense Bar-Zeev e seus colegas desenvolveram um sistema livre
de produtos químicos utilizando pedras lávicas
porosas para capturar os microorganismos antes de eles chegaram às membranas…
Israel hoje obtém 55% de sua água doméstica por meio da dessalinização [dados de 2016; em 2018 o valor já subiu para quase 80%], e isso
ajudou a fazer com que um dos países mais secos do mundo se transformasse no
mais improvável pioneiro das águas.
A
livre iniciativa não é um problema; é a solução
O artigo da Open Democracy também criticou Pinker
por “não levar em conta os agentes estruturais do esgarçamento ambiental: um
economia global baseada no crescimento e dependente de uma cada vez maior monetização
dos recursos naturais e da atividade humana”.
Mas a realidade é que a livre iniciativa não é o
problema. É a solução. Como mostra a questão da água em Israel, a escassez relativa
gera preços altos. Preços altos criam incentivos para se pensar em inovações. E inovações geram abundância.
A escassez se converte em abundância por meio do sistema
de preços, que é o componente
mais fantástico e surpreendente de uma economia de mercado, e o qual irá
funcionar sempre que uma economia respeitar a propriedade privada e a liberdade
de transacionar.
Nas economias mais livres, os recursos não são “exauridos”,
como temem os progressistas (e isso é comprovado pelo fato de que a Terra ainda
não viu um único recurso não-renovável ser extinto). E não há esse exaurimento
porque a totalidade dos nossos recursos, o que inclui a água doce, não é fixa. Sim,
o número total de átomos na Terra é finito, mas as maneiras nas quais esses átomos
podem ser combinados e recombinados são infinitos.
De novo: não apenas a oferta de recursos naturais economicamente utilizáveis não só não é algo
fixo e determinado, como, ao contrário, pode ser substantivamente aumentada por
um considerável período de tempo.
Por exemplo, a oferta de ferro como um recurso
natural economicamente utilizável era
de zero para o povo da Idade da Pedra. O ferro passou a ser um recurso
natural economicamente utilizável somente após terem descoberto alguma
utilidade para ele e após terem percebido que o ferro poderia contribuir para a
vida e bem-estar do homem ao ser forjado em vários objetos.
A oferta de ferro economicamente utilizável era
ínfima quando ele podia ser extraído somente por meio de escavação com
pás. Ela se tornou substantivamente maior quando escavadoras mecânicas e
de motor a vapor substituíram as pás manuais. E se tornou ainda maior
quando se descobriram métodos para separar o ferro de compostos contendo
enxofre.
E quando este ferro foi separado de elementos como
oxigênio e enxofre e recombinado com outros elementos como cromo e níquel para
formar os automóveis, os eletrodomésticos e as vigas de aço que sustentam
prédios e pontes, ele se tornou muito mais útil e valioso para a vida e
bem-estar humano do que o mesmo ferro soterrado, intocado e inutilizado no
subsolo.
O mesmo é válido para o petróleo e o carvão trazidos
para a terra e utilizados para gerar calor, iluminar casas e fornecer energia
para as máquinas e ferramentas do homem. O mesmo também é válido
para todos os elementos químicos que se transformaram em
componentes essenciais de produtos importantes quando comparados ao que eram
esses mesmos elementos quando jaziam inertes no subsolo.
E assim tem sido, e continuará sendo, para todo e
qualquer recurso natural economicamente utilizável; sua oferta aumentou e poderá
continuar aumentando por um período de tempo indefinido. A oferta de recursos
naturais economicamente utilizáveis irá se expandir à medida que o homem for aumentando seu conhecimento em relação à
natureza e aumentando seu poder físico
sobre ela.
Por tudo isso, o que importa não são os limites físicos
do nosso planeta, mas sim a liberdade humana para experimentar e reimaginar o
uso dos recursos naturais que temos à disposição. Como escreveu o professor da
Universidade de Nova York Paul Romer:
Para
se ter uma ideia do tamanho do escopo que ainda há para novas descobertas,
podemos fazer o seguinte cálculo.A
tabela periódica contém aproximadamente cem tipos diferentes de átomos. Se pegarmos
uma receita simples, do tipo que combina apenas dois elementos — como para
formar o aço (ferro e carbono) ou o bronze (cobre e estanho) –, então há 100 x
99 receitas possíveis para apenas dois elementos.Para
receitas que envolvem quatro elementos, há 100 x 99 x 98 x 97 receitas possíveis,
o que equivale a mais de 94 milhões de combinações. …Matemáticos
chamam este aumento no número de combinações de “explosão combinatória”. Uma vez
que você chega a 10 elementos, há mais receitas possíveis do que segundos
vividos desde que o Big Bang criou o universo. E, se você for prosseguindo,
tornar-se-á óbvio que ainda há muito poucas pessoas na terra e muito pouco
tempo desde que surgimos, pois até hoje só tentamos uma ínfima fração de todas
as possibilidades.
O
progresso é possibilitado pela liberdade
A totalidade dos elementos químicos constitui o
ambiente externo material do homem, e é precisamente para aprimorar essa
relação que servem a produção e a atividade econômica.
Mas isso pode ocorrer apenas nas economias livres.
Em contraste às economias livres, as sociedades
estatizantes, que não respeitam a propriedade privada e as livres transações (e
que, por isso, não possuem um sistema de preços minimamente funcional), tendem a
tratar os recursos do planeta de maneira muito mais maléfica. A União Soviética
e a China maoísta, por exemplo, foram implacáveis agressoras da natureza
e de seus recursos, inclusive o mais precioso recurso de todos: os seres
humanos.
A maior distinção entre as sociedades livres e as
estatizantes está no valor que elas atribuem à vida humana. Sociedades livres tratam
os seres humanos como um recurso valioso, pois apenas os humanos são capazes de
terem idéias e utilizar sua energia criativa para converter essas idéias em inovações.
Por outro lado, sociedades estatizantes tendem a considerar os membros da raça humana
como um passivo. Consequentemente, a estrada das utopias estatizantes sempre foi
pavimentada por cadáveres.
Dentro do contexto de uma economia de mercado, os
seres humanos não apenas utilizam recursos, como também os repõem e os
amplificam. As fábricas de dessalinização de Israel fornecem água potável não só
para os israelenses, como também para os habitantes da Cisjordânia. Mais ainda:
esforços diplomáticos já estão sendo feitos para que a água potável de Israel abasteça
também os países árabes vizinhos.
Isso é progresso.
Governos que tolhem a livre iniciativa de seu povo estão tolhendo suas ideias e sua criatividade. E como consequência, o próprio progresso.
A diferença entre Israel e as demais regiões de clima semelhante (como o Nordeste brasileiro) está na liberdade de empreender concedida pelo governo. O nordestino é inteligente e, se tivesse liberdade (e se o investimento estrangeiro fosse liberado), a região já não mais sofreria com a seca. Uma pena.
Isso me lembra a questão do petróleo. Faz quase um século que dizem que “o petróleo não durará mais dez anos”. Aí, quando as previsões não se concretizam, os gênios voltam às suas planilhas, refazem os cálculos e garantem que “dos próximos 10 anos não passa”.
Tem petróleo sobrando no mundo (como o próprio preço comprova) e haverá atividade econômica que fará jorrar mais petróleo do que o existente. Basta ler sobre todo o petróleo contido em reservas naturais (como ANWR, no Alasca) que não pode ser extraído simplesmente por proibição dos grupos ambientalistas. Só o estado do Colorado tem reservas de petróleo jamais exploradas que equivalem a vinte vezes o total das reservas da Arábia Saudita.
E isso ocorre, em maior ou menor grau, com todos os recursos naturais.
”e isso é comprovado pelo fato de que a Terra ainda não viu um único recurso não-renovável ser extinto”
Sinto muito, mas, já ocorreu extinções e estão ocorrendo ainda.. Se a intenção era mostrar como a propriedade privada e os preços evitam o fim dos recursos, usar o oceano para isso não é a melhor escolha.
Não possui donos e podem sofrer superexploração, dejetos de lixos(poluição), extinção de peixes.. Além, é claro, de jogar o resto do sal retirado da água no oceano. O que não gera efeitos graves ainda devido a sua extensão e escala reduzida. Embora já tenha evidências que localmente a salinidade da água aumenta e isso afeta o ecosistema local..
Não consigo diferenciar o oceano do exemplo da tragédia dos comuns do pasto sem dono onde todos colocam seu boi para pastar
Educação e Autoritarismo no Brasil
A escolha de Ricardo Vélez Rodríguez para assumir o MEC (Ministério da Educação) revela um país dominado intelectualmente pela mentalidade conservadora. No artigo de hoje, iremos conhecer o pensamento turvo de nosso novo Ministro e como haverá um retorno à censura em nosso país.
Ricardo Vélez é o típico conservador que não sabe lidar com a diversidade, ele mesmo afirmou em sua primeira carta como futuro ministro que iria “preservar valores morais e da família”{1} em sua gestão – obviamente, família, para ele, é o homem e mulher que faz posição Papai e Mamãe às quintas e vai à missa aos domingos. Dessa antipatia social nasce o pensamento conservador e uma tentativa de moldar o país inteiro à sua visão estreita de mundo.
Não é permitida qualquer ideologia em sala de aula, a não ser a dele.
Recentemente, Vélez fez um breve comentário sobre Educação de gênero nas escolas: “Contra o globalismo politicamente correto que adotou a maluca proposta de ‘educação de gênero’ devemos nos erguer com persistência. Essa maluquice, esse crime contra as nossas famílias, não pode prosperar no Brasil”{1}. O velhote ficou gagá. Ele ainda pensa que vive na Monarquia e que ainda existe à “Família Tradicional Brasileira”. Isso acabou meu filho.Vivemos em um mundo que de fato evoluiu culturalmente e a própria internet faz parte dessa realidade. Ora, eu gostaria de ensinar gêneros para os meus filhos. Qual o problema? Eu gostaria que o meu filho pudesse assistir a série Super Drags na Netflix e ter Pabllo Vittar como super heroína. Qual o problema? Gostaria que meu filho pudesse escolher pelo menos 2 entre os 20 gêneros disponíveis. Qual o problema? Se ele quiser ser a Barbie ou o carro da Barbie, que assim o seja. O filho é seu por acaso? Falam tanto de liberdade, mas quando a liberdade aponta para o lado que vai contra nossa convenções sociais, ficamos putinhos da vida.
O Revisionismo Histórico de Vélez
A Educação Brasileira será afetada de tal modo pelo pensamento conservador, que até mesmo a história sofrerá um revisionismo – engraçado, os mesmos conservadores que falam tanto do revisionismo marxista, agora, assumem essa posição, incômoda, de donos da história. Veja o que o novo Ministro da Educação falou sobre a Ditadura Militar no Brasil: “As nossas Forças Armadas sabiam o que se passava ao redor do Brasil e lutaram para impedir uma ditadura comunista no nosso país. Algo de errado nisso? Não adianta a esquerda alucinada pretender que se tratou de um ataque aos direitos humanos”. Ora, Se não era ataque aos direitos humanos. O que era, então? Vladimir Herzog morreu com a cabeça entalada no parquinho do Mcdonalds, por acaso? A polícia estava nos jornais e teatros para brincar pique-esconde? É óbvio que houve um regime violento e ditatorial durante o período em que os militares estiveram no poder; mas o filho bastardo de Olavo de Carvalho quer impor à Educação Brasileira uma visão distorcida dos fatos. E ninguém poderá contestá-lo pois haverá o Escola Sem Partido.
Deveríamos esperar dos liberais, no mínimo, uma visão crítica com relação ao novo Ministro da Educação. E não me venha com aquele papinho, hipócrita, que defende a educação como algo neutro. Isso não existe meu amigo! Educação é como jornalismo, é impossível haver um jornalismo neuro, que não possua ideologias e visões de mundo. Isso seria o mesmo que transformar o ser humano em uma máquina sem alma. E, sim, aquela porcaria de Escola Sem Partido é de um autoritarismo imenso, que transforma o professor em uma espécie de escravo de alunos leite com pera – o Mão Peluda nem saiu da casa dos país e já quer ditar qual ideologia deve predominar em sala de aula. São crianças que aprendem desde cedo a não lidar com o diferente. Ora, o professor defendeu o comunismo e você não gostou? Foda-se! A escola não é como o seu computador fedorento onde você pode deixar o Xvideos aberto ao lado do Mises Brasil. É preciso haver, sim, uma preferência para determinada ideologia. Isso se chama foco cultural. Vocês não podem mudar a preferência (sempre subjetiva) de um professor na hora de apresentar a matéria. Convenientemente, os liberais ficam em silêncio porque, dessa vez, o autoritarismo é de direita.
Conclusão
Precisamos ter um senso de realidade e assumir que, de fato, a direita assumiu o poder no Brasil. Eles assumiram o poder da máquina pública e estão utilizando essa mesma máquina para perseguir pessoas que pensam diferente – alguns, inclusive, querem criminalizar o comunismo no Brasil. Isso sem contar todo o revisionismo histórico e o processo de imposição de uma ideologia conservadora no Brasil através do MEC. O que está acontecendo é de uma gravidade imensa, mas todo o mundo está quietinho porque é um governo de direita. Vocês estão criando um monstro e, cedo ou tarde, ele irá nos devorar.
{1} www1.folha.uol.com.br/educacao/2018/11/ministro-de-bolsonaro-diz-que-educacao-vai-preservar-familia-e-moral-humanista.shtml
{2} www1.folha.uol.com.br/educacao/2018/11/indicado-para-a-educacao-e-simpatico-a-monarquia-e-ao-golpe-anti-pt-e-ex-marxista.shtml
Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
– O homem tem que ser um escravo assalariado para ser livre; em que lhe tem que ser negado o acesso ao fundamento de sua liberdade (isto é, a propriedade) para que ele participe em mercados “livres”.
– A “liberdade e prosperidade do capitalismo” são possíveis apenas “ao se negar às pessoas o acesso direto a comida e abrigo”. De modo a ter essa “liberdade” capitalista, devemos ser alienados de nossa própria natureza. Portanto “qualquer indivíduo que vive na ordem capitalista é um ser fundamentalmente precário, de uma fragilidade radical.
– Os salários reais são resultado de uma RELAÇÃO DE PODER entre mestres e trabalhadores e não como resultado de forças puramente “econômicas”; é poder, não produtividade, que é arbitrada em um contrato salarial. Um CEO americano recebe 500 vezes o que o trabalhador de linha recebe não porque ele é 500 vezes mais produtivo, mas porque ele é 500 vezes mais poderoso. A costureira em uma fábrica recebe uma ninharia não porque sua produtividade é baixa, mas porque seu poder é medíocre. O poder de negociar um salário vem apenas com o poder de dizer “não” aos termos oferecidos, e esse poder vem apenas da posse de uma alternativa ao salário. E apenas a propriedade confere esse poder.
– No livro “O Universo Neoliberal em Desencanto” mostra que ser egoísta não traz o melhor resultado para a sociedade como um todo como disse Adam Smith.
O melhor resultado acontece quando fazemos o que é melhor para si mesmo e para o grupo.
– A praxeologia é uma espécie de “pseudociência”, a escola austríaca trabalha com a praxeologia que por sua vez trabalha com axiomas, estes que são originalmente reconhecidos como verdadeiros. E destes axiomas, podem deduzir passo a passo várias leis que também são reconhecidas como incontestavelmente verdadeiras. No entanto, a imprevisibilidade humana não é reconhecida nos axiomas. Isso soa contraditório pois num momento a escola austríaca apresenta um relativismo e uma descrença perante o uso da técnica na economia maistream, mas ao mesmo tempo para defender suas ideias se baseiam em axiomas "incontestáveis", verdades absolutas e imutáveis.
– O IMB fala tanto em livre mercado mas faz vista grossa ao fato do DÓLAR ser a moeda MONOPOLISTA reserva de valor internacional.
Enfim…eu duvido que tenham a coragem de aceitar meu post, mas fica a mensagem para abrir o olho dos leitores.
Pessoal, mudando de assunto (mas está dentro do tema de austro-libertarianismo) gostaria de discutir e pedir a opinião de vocês quanto à Mc Melody. Afinal, qual é o limite ético de uma criança? Há uma idade “certa” para cantar músicas sensualizadas ou erotizadas? Teria ela discernimento? Obviamente que uma pessoa de 11 anos (ou 8 anos) não tem capacidade suficiente para lidar com questões de por exemplo o ato sexual, por isso que pedofilia é crime.
Anos atrás o Dâniel Fraga fez um vídeo sobre, na época quando ela ainda tinha 8 anos, e gerou polêmica.
Queria saber a opinião de vocês sobre.
vejam essa tecnologia israelense: http://www.israel21c.org/california-fire-rescuers-drink-water-pulled-from-air/
Sobre a privatização da água, o que o IMB pode dizer a respeito do que acontece no Chile?
http://www.ecodebate.com.br/2009/03/20/modelo-de-livre-mercado-de-comercializacao-de-direitos-a-agua-destroi-cidade-chilena/
Mises! façam um artigo sobre esta tentativa de censura da internet pela União Europeia alegando “proteção de direitos de imagem” http://www.change.org/p/european-parliament-stop-the-censorship-machinery-save-the-internet
E sobre a expansão do homem na Terra. Temos alguma idéia.
Mais ou menos 70% é oceano.
Não para de nascer gente.
A medicina e a tecnologia prolongam cada vez mais a vida.
O Universo é enorme, mas o homem é fisicamente limitado para ir muito longe.
E ai????
Por que a propriedade privada deveria ser respeitada, nesse exato momento, se ela foi obtida mediante violência no período colonial e, como um fator agravante, distribuída por um Estado ?
E sobre a expansão do homem na Terra. Temos alguma idéia.
Mais ou menos 70% é oceano.
Não para de nascer gente.
O mito do superpovoamento e a obsessão com o controle populacional
A medicina e a tecnologia prolongam cada vez mais a vida.
O Universo é enorme, mas o homem é fisicamente limitado para ir muito longe.
E ai????
E aí a social democracia vai acabar . Regimes piramidais de previdência como o brasileiro já estão insustentáveis. Em breve, todo sistema social democrático estará insustentável, a população em idade produtiva não dará conta de trabalhar para seu sustento, sofrendo ainda mais esbulho estatal para sustentar a parcela improdutiva (que será enorme).
Li em algum lugar que exportação de commodities, como minérios, é mais lucrativa do que a de produtos industrializados, tendo margem maior. Alguém tem algum palpite a respeito?
Leandro, aquele viaduto que cedeu na Marginal Pinheiros seria um caso similar ao Rodoanel, um projeto de uma incestuosa PPP? Pretende fazer um artigo sobre?
Alguém pode explicar o sistema de comentários nesse site, como letras em itálico e outras. Poderiam também falar sobre os comentários em artigos antigos, que eram lotados de /r no espaçamento entre linhas?
Se há um grupo de A elementos e queremos escolher B para fazer uma mistura (B
Esse é o poder do livre mercado em transpor barreiras e desavenças políticas e religiosas.
Que bom que o Brasil vai se aproximar de países decentes e afastar-se dos indecentes! Afinal, o ser humano tende a ficar mais parecido com suas companhias.
Havendo mais água no Nordeste, além de mais liberdade econômica, a população nordestina deixará de ser refém de políticos populistas que dão pequenos alívios da pobreza que eles próprios causam ou mantém na região.
* * *
Dpois de muito dinheiro estatal empreendido em uma tecnologia que serviria para o Exército, tivemos o desenvolvimento da tecnologia citada.
ESTADO pagou, não absolutamente nada a ver com o mecanismo dos preços.
Vão estudar história.
Não é o progresso que transforma a escassez em abundância. A transformação da escassez em abundância resulta em progresso. O que transforma a escassez em abundância e então em progresso é a inovação, por isso a propriedade intelectual é tão importante porque ela advém da criatividade e da produtividade do indivíduo na transformação da escassez em abundância através da criação de valor .
Essas são minhas próprias conclusões:
Vantagens
– Permitem que a água do mar perca seu alto teor de sais, para que se torne potável, evitando assim, a escassez de água;
– oferta de água;
– o acesso em regiões com clima mais quente, como a África Saariana e o Oriente Médio, onde a oferta de água doce é menor.
Desvantagens
– É um processo muito caro, que requer muitas máquinas e por isso é, e continuará sendo um processo pouco utilizado, mesmo para os países mais ricos.
– A problemática sobre o destino a dar ao excesso de sal.
– Equipamentos para dessanilizaçao em larga escala são muito caros.
– o consumo de energia pra fazê-lo.
Espero ter ajudado!
Abraços!!
“isso é comprovado pelo fato de que a Terra ainda não viu um único recurso não-renovável ser extinto”
Existem algumas dezenas de espécies documentadas que foram extintas pela atividade humana e centenas em que recai a mesma suspeita, mas podemos nos ater a primeira.
Eu acredito na liberdade e certamente órgãos reguladores não são os mais eficientes, mas como evitar essas extinções?
Não se pode levar a sério os comentários de uma organização que, financiada por um especulador e 2 fundações ligadas à grandes conglomerados internacionais, diz que o “neoliberalismo acabará com os recursos do planeta!”
É de uma hipocrisia ímpar.
O que estes grandes bilionários, homens e suas fundações, têm contra a humanidade? Por que querem nos destruir?
Israel tem água porque tomou dos palestinos árabes, isso é fato. Colinas de Golã tem nascentes, além de vários outros lugares terem sido tomados à força pelos colonos judeus.
Um nome que sempre me vem à mente quando o assunto é a escassez é Julian Simon. Interessante que os livros dele não foram publicados em portugês, até onde eu sei. Não interessa ao pensamento dominante, que prega a histeria ecológica, que vozes discordantes ecoem. No livro The Ultimate Resource (não li a atualização) publicado em 1989, Simon já demonstrava que os recursos naturais e a energia estavam menos escassos; que a poluição nos EUA decrescia; o crescimento populacional era benéfico e que os alimentos estavam mais abundantes, tudo isso contrariando as previsões apocalípticas de antanho.
É,o comunismo é mesmo a ideologia do diabo. Por onde passa só estraga e destroi tudo. E o gado nao cansa de cair na labia dessa gente.
Que os progressistas morram de sede, brigando por um copo de agua.
Só um adendo para o autor do texto: Pinker é um iluminista que se aproxima mais da esquerda progressista do que da direita. Seu iluminismo faz Pinker defender que as estatísticas podem determinar um dever moral. Por exemplo: aborto, divórcio, …
O mundo é um lugar lindo na planilha de power point do Pinker. Mas no mundo real, é a família e os valores cristãos o último organismo de defesa contra a tirania estatal.
O Chile deu certo? Porque os chilenos querem uma reforma constitucional? Porque estão insatisfeitos e revoltados se o liberalismo deu certo lá?
Qual a visão de vocês sobre o que esta ocorrendo la?
sugestão de matéria: en.wikipedia.org/wiki/Couto_Misto
Acredito que no futuro a água vai se tornar um ativo cada vez mais raro, por isso já está sendo negociado nas bolsas dos EUA:
mapadocapital.com/agua-negociada-bolsa-de-valores-nova-iorque
É um ativo valioso e merece ser bem cuidado.
Excelente case de Israel, a necessidade gera oportunidades, inclusive com sustentabilidade. Viva a inovação cosciente.
A agua é H2O e não se transforma em outra coisa, então ela permance àgua, tendo este pensamento a agua se torna infinito. O tratamento dela que ser torna muito caro.
O grande problema é que poluiram rios e lagos e fontes praticamente potável, o que tornava um recurso barato, tornando se caro com a poluíção