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O marxismo cultural e o politicamente correto contra o povo – quem vence?

Embora o marxismo original tenha, ao redor do mundo, praticamente desaparecido dos movimentos trabalhistas, a teoria marxista segue prosperando nas instituições culturais, no mundo acadêmico e na mídia convencional.

Mas não se trata da teoria marxista econômica convencional. Trata-se de um novo marxismo, adulterado e sob uma nova roupagem.

Os socialistas de hoje praticamente abandonaram a velha retórica da “luta de classes”, a qual envolvia uma batalha entre as classes capitalistas e proletárias. Há agora uma nova batalha, a qual opõe “opressores” a “oprimidos”. As classes oprimidas incluem os grupos LGBT, os negros, as feministas, os imigrantes, os “não-assimilados culturalmente” e várias outras categorias consideradas mascotes. Já a classe opressora é formada majoritariamente por homens e mulheres cristãos, brancos e heterossexuais, de qualquer profissão (empregado ou empregador), que não sejam ideologicamente simpáticos ao socialismo.

A criação desta nova luta de classes é o cerne do “marxismo cultural”. O marxismo cultural nada tem a ver com a liberdade, com o progresso social ou com um suposto esclarecimento cultural. Ao contrário, tem a ver com a criminalização de idéias: qualquer pensamento tido como “ofensivo” ou “excludente” — ou seja, qualquer pensamento que não preste reverência aos “grupos oprimidos” — deve ser criminalizado.

Para os adeptos deste evangelho, a força-motriz que irá impulsionar a revolução socialista não mais é o proletariado, mas sim os intelectuais — exatamente por isso o marxismo cultural prospera basicamente na academia, na mídia e na cultura.

A raiz

A raiz deste movimento está nos escritos de Antônio Gramsci (1891-1937) e da Escola de Frankfurt.

Já à época, esses teóricos do marxismo haviam reconhecido que o proletariado não exerceria o papel — que sempre lhe foi imaginado — de ser o “agente da revolução”. Por conseguinte, para que a revolução acontecesse, o movimento passou a depender de líderes culturais, os quais estariam incumbidos de destruir a cultura e a moralidade dominantes — majoritariamente cristãs — para então empurrar as massas desorientadas para o socialismo, que passaria a ser a nova crença dominante.

Para Gramsci, a “hegemonia cultural” não apenas é o grande objetivo da batalha, como também é o seu principal instrumento. Os escritos de Gramsci contemplam um totalitarismo que elimina a própria possibilidade de uma resistência cultural às idéias progressistas.

O objetivo supremo (e autodeclarado) deste movimento é estabelecer um governo mundial no qual os intelectuais marxistas teriam a palavra final. Neste sentido, os marxistas culturais são a continuação daquilo que começou com a Revolução Russa.

Lênin e os soviéticos

Liderados por Lênin, os criminosos da revolução consideraram sua vitória na Rússia como sendo apenas o primeiro passo rumo à revolução mundial. A Revolução Russa não era nem russa e nem proletária. Em 1917, os trabalhadores industriais da Rússia representavam apenas uma pequena fatia da força de trabalho, a qual era majoritariamente formada por camponeses. A Revolução Russa não foi o resultado de um movimento trabalhista, mas sim de um grupo de revolucionários profissionais.

Uma análise mais minuciosa da composição do partido bolchevista e dos primeiros governos soviéticos e seu aparato repressivo revela a verdadeira característica da revolução soviética: um projeto que não visava a libertar o povo russo do jugo czarista, mas sim servir como plataforma para a revolução mundial.

A experiência da Primeira Guerra Mundial e suas consequências mostrou que o conceito marxista do “proletariado” como uma força revolucionária era uma ilusão. Igualmente, o exemplo da União Soviética demonstrou que é impossível haver socialismo sem uma ditadura.

Essas considerações levaram os principais intelectuais marxistas à conclusão de que uma estratégia diferente seria necessária para implantar o socialismo. Autores comunistas difundiram a ideia de que a ditadura socialista deve ocorrer disfarçadamente. Para que o socialismo tenha êxito, a cultura dominante deve mudar. O controle da cultura deve preceder o controle político.

A corrupção moral

O caminho para o poder preconizado pelos marxistas culturais é por meio da corrupção moral das pessoas. Segundo Gramsci, para alcançar isso, a grande mídia convencional, o sistema educacional e as instituições culturais devem ser infiltrados por agentes ideológicos e continuamente transformados e moldados de acordo com essa ideologia. A função destas três instituições não é esclarecer e iluminar, mas sim confundir e enganar.

A mídia, o sistema educacional e todo o aparato cultural devem ser utilizados para jogar uma parte da sociedade contra a outra. Enquanto as identidades de cada grupo (opressor e oprimido) vão se tornando mais específicas, a variedade dos grupos vitimológicos, bem como todo o histórico de “opressão” sobre estes grupos, vai se tornando mais detalhada.

A demanda por “justiça social”, por sua vez, cria uma infindável corrente de gastos públicos tidos como essenciais — para saúde, educação e aposentadoria, e também para todos aqueles que “estão necessitados”, ou que “são perseguidos”, ou que “são oprimidos”, sejam eles reais ou imaginários. O fluxo interminável de gastos nestas áreas corrompe as finanças do governo e produz crises fiscais. Isso ajuda os neo-marxistas a acusarem o “capitalismo” de todos os males, sendo que, na realidade, é exatamente o estado inchado e regulatório quem provoca os colapsos econômicos e é o excesso de endividamento público quem causa as fragilidades financeiras.

A política, a mídia, as instituições educacionais e culturais, e mesmo o judiciário não param de criar novas guerras: indo desde a guerra contra o colesterol e a pressão alta até campanhas contra gordura saturada e obesidade. A lista de “inimigos declarados” cresce diariamente, e todos aqueles que não se curvam são prontamente rotulados de “fascistas”, “racistas”, “machistas”, “homofóbicos”, “xenófobos”, “islamófobos”, “transófobos” etc.

O ápice deste movimento é a imposição do “politicamente correto”: a guerra contra as opiniões individuais. Ao passo que a população deve tolerar repugnantes demonstrações comportamentais — devidamente rotuladas de “arte” –, a lista de palavras e opiniões proibidas só faz crescer. Tudo aquilo que pode ser subjetivamente interpretado como ‘excludente’ ou ‘ofensivo’ tem de ser proibido. Ao defender a censura de idéias e comportamentos considerados “ofensivos”, o politicamente correto nada mais é do que uma ferramenta criada para intimidar e restringir a liberdade de expressão. A opinião pública jamais deve ir além do espectro de posições aceitáveis.

Porém, enquanto o debate público empobrece, a diversidade de opiniões radicais prospera às ocultas.

Os marxistas culturais, desta maneira, empurram a sociedade moralmente para uma crise de identidade por meio dos falsos padrões criados por uma ética hipócrita. O objetivo não mais é a “ditadura do proletariado” — pois este projeto fracassou –, mas sim a “ditadura do politicamente correto”, cuja autoridade suprema está nas mãos dos marxistas culturais.

Como uma nova classe de sacerdotes, os guardiões desta nova ortodoxia comandam as instituições cujos poderes eles querem estender sobre toda a sociedade. A destruição moral do indivíduo é um passo necessário para alcançar a vitória final.

O ópio dos intelectuais

Os crentes deste neo-marxismo são majoritariamente intelectuais. Os trabalhadores, afinal, fazem parte da realidade econômica dos processos de produção e sabem que as promessas socialistas são completamente insanas e insensatas. Em nenhum lugar do mundo o socialismo foi implantado em decorrência de algum movimento trabalhista. Os trabalhadores nunca foram a vanguarda do socialismo, mas sim suas principais vítimas. 

Os líderes das revoluções sempre foram intelectuais, membros da classe política, e militares. Cabia aos artistas e escritores ocultarem a brutalidade dos regimes socialistas por meio de artigos, livros, filmes e pinturas, e dar ao socialismo uma aparência estética moral, científica e intelectual. Na propaganda socialista, o novo sistema sempre parece ser justo e produtivo.

Os marxistas culturais acreditam que, futuramente, eles serão os únicos detentores do poder, capazes de ditar às massas como viver, como pensar, como se comportar e até o que comer. No entanto, uma grande surpresa os espera: se o socialismo de fato vier, a “ditadura dos intelectuais” será tudo, menos benigna — e nada muito diferente do que ocorreu após os soviéticos tomarem o poder. Os intelectuais estarão entre as primeiras vítimas. Foi isso, afinal, o que ocorreu na Revolução Francesa, a qual foi a primeira tentativa de revolução pelos intelectuais. Várias das vítimas da guilhotina eram proeminentes intelectuais que haviam inicialmente apoiado a revolução — Robespierre entre eles. As revoluções sempre matam seus idealizadores.

Em sua peça “A Morte de Danton“, o dramaturgo Georg Büchner famosamente colocou uma personagem para dizer: “Como Saturno, a revolução devora seus filhos”. No entanto, seria mais apropriado dizer que a revolução devora seus pais espirituais. Os intelectuais que hoje promovem o marxismo cultural serão os primeiros da fila do cadafalso caso seu projeto de poder tenha êxito.

Conclusão

Contrariamente ao que Marx acreditava, a história não está pré-determinada. A longa marcha gramsciana da conquista das instituições culturais e sociais ocorreu, mas ainda não se consumou por completo. Ainda há tempo de oferecer resistência. E ela já está ocorrendo.

Para contra-atacar, é necessário apontar a inerente fraqueza do marxismo cultural. Na medida em que os neo-marxistas alteraram o marxismo clássico e eliminaram seus pilares básicos (o aprofundamento da proletarianização, o determinismo histórico, e o colapso total do capitalismo), o movimento se tornou ainda mais utópico do que o próprio socialismo original.

Como sucessores da Nova Esquerda, os “socialistas democráticos” atuais propagam uma miscelânea de posições contraditórias. Dado que o caráter deste movimento é o de promover conflitos de grupos, o neo-marxismo é ineficaz para servir como instrumento de obtenção de um poder político coerente necessário para uma ditadura.

No entanto, isso não significa que o movimento neo-marxista não terá impactos. Ao contrário: por causa de suas inerentes contradições, a ideologia do marxismo cultural é a principal fonte de confusão que atingiu praticamente todos os segmentos das atuais sociedades ocidentais, e a qual ainda pode crescer e atingir proporções perigosas.

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Este artigo foi originalmente publicado em 15 de outubro de 2018

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119 comentários em “O marxismo cultural e o politicamente correto contra o povo – quem vence?”

  1. Aqui no Brasil essa turma está à beira de rodar e se tornar irrelevante. Daí o completo desespero deles. Mas no resto do Ocidente eles estão cada vez mais fortes. Preocupante.

  2. "Os trabalhadores nunca foram a vanguarda do socialismo, mas sim suas principais vítimas."

    Óbvio porque, universalmente, trabalhadores estão sempre se esforçando para ter mais propriedade e recursos, e não menos. Tampouco eles se esforçam para ver suas propriedades duramente conquistadas sendo confiscadas e repartidas. A esquerda nunca entendeu isso. Ela nunca entendeu que ter mais coisas próprias é um impulso natural do ser humano.

    Desejar ter propriedade é algo natural, pois ter a própria comida, o próprio teto e a própria roupa é uma extensão natural do fato de ser dono de si próprio.

  3. Uma refutação formal a Mises

    Tenho observado, que muita gente ainda pensa que Capital Imoral não refutou Mises. Isso é um engano, pois há muito tempo as teorias de Mises foram refutadas pelo filósofo Capital Imoral através da teoria da curva da moral do pensamento. Este artigo visa reiterar de forma mais didática minha refutação a Mises.

    Entendendo a teoria de Mises

    O pensamento mais notável de Mises está na metodologia que tenta explicar a estrutura lógica da ação humana (Praxeologia). Para Mises, praxeologia é o estudo dos fatores que levam as pessoas a atingirem seus propósitos.

    Mises afirma: "A ação é a vontade posta em funcionamento, transformada em força motriz; é procurar alcançar fins e objetivos; é a significativa resposta do ego aos estímulos e às condições do seu meio ambiente; é o ajustamento consciente ao estado do universo que lhe determina a vida."

    Segundo Mises, o comportamento propositado é consciente, o oposto de comportamento inconsciente, isto é, do comportamento realizado por atos reflexos, respostas involuntárias das células e nervos do corpo aos estímulos. Mises conclui que, a ação é a manifestação da vontade humana, e que, portanto, devemos ser livres para tomar decisões, independentemente do que julgamos como certo ou errado, como bem ou mal. Partindo daí para conceitos mais complexos como a "responsabilidade individual" e "valor subjetivo".

    O valor subjetivo ignora a influência externa

    Existe uma verdade que está no ser das coisas, não somente naturais, mas no ser do próprio ser humano. (Murray Rothbard defende a mesma teoria em seu livro, A ética da liberdade). E esta verdade revela escolhas que podem afetar o homem no sentido que julgamos mal (que vai contra à vida) e bem (que engrandece a vida). Em uma sociedade livre, no qual o homem assume suas escolhas, ele pode tanto praticar atos que elevam a espécie humana quanto atos que o denigrem. Mas o que percebi, através de meus estudos sociais, é que a tendência de virtudes boas que elevam o homem é muito menor do que a tendência de escolhas que o destrói. De certa forma existe uma força social, que utiliza a liberdade do próprio homem para corrompê-lo e posteriormente destruí-lo. Hoje essa força social se chama capitalismo e está corrompendo continentes inteiros e nos afastando da vida natural. Portanto, não podemos falar em valor subjetivo quando este valor é corrompido por influências externas. Você deveria andar pelado, morar no mato e comer verduras {2}; entretanto, está envolvido em um conjunto de signos tecnológicos que te corrompe e te afasta da sua natureza socialista.

    A praxeologia pode ser verdadeira quando a premissa é a liberdade do homem pela liberdade do homem, mas não é verdadeira quando se trata de levar o homem a sua natureza primeira por uma força externa. Tanto é que Mises usa a praxeologia como ferramenta de indicação do que é "adequado", mas nunca como uma ferramenta que leva a um fim objetivo{1}. Embora seja dito que o erro leva a um acerto posterior, e, portanto, a uma mudança de conduta, isso não è válido quando em termos de relação direta entre o indivíduo e o coletivo no paraíso socialista. Afinal, o paraíso é um coletivo com uma liturgia comum, se algum anjo resolve cantar diferente é porque é o demônio.

    Teoria da curva da moral do pensamento

    Toda engenharia social que está presente no comunismo e socialismo comete o erro de trabalhar em um ambiente de pura liberdade intelectual, no qual socialistas competem com igual liberdade pelos signos. A teoria da curva da moral do pensamento visa acabar com essa liberdade restrita aos signos e se tornar uma influência direta na consciência das pessoas. Nem que seja por uma intervenção cirúrgica; coisinha pequena, é só instalar um pequeno chip no cérebro. O Estado irá fazer a interpretação de seus propósitos e levá-lo a fazer sempre escolhas que estejam de acordo com sua natureza perfeita. Vamos pegar um exemplo de como irá funcionar a teoria da curva do pensamento: Um jovem está diante de uma decisão moral, que pode afetar a vida de outras pessoas na sociedade socialista. Se ele fosse livre, ele poderia tomar a decisão ruim, individualista, que iria contra a sociedade e seu próprio ser. Mas caso ele tenha feito a pequena cirurgia que, agora, teria influência e assessoramento do estado em sua consciência, ele nunca tomaria uma decisão que fosse contra o bem-comum e contra sua própria pessoa. A teoria da curva da moral de pensamento visa ser esta influência benéfica do estado para decisões que afetam a natureza da pessoa e a sociedade. Ambas estão ligadas pela natureza e convergem para o socialismo. Essa é a ferramenta que faltava para o socialismo dar certo.

    Conclusão

    Embora a praxeologia seja um metodologia correta quanto se trata de homens livres fazendo escolhas boas ou más, ainda sim, ela ignora que se deve levar o homem e o mundo inteiro para sua natureza inscrita, ou seja, o socialismo. Todos somos progressistas e não sabemos. Acredito que no futuro, caso minha teoria seja aplicada ao mundo inteiro, teríamos um paraíso na terra superior ao próprio Gênesis. Não precisamos mais lidar com decepções e erros que a praxeologia permite.

    {1} É interessante notar que o próprio Murray Rothbard refutou o argumento de Mises quanto a praxeologia, ele também observou que uma "metodologia livre de julgamento de valor" poderia apoiar tanto o marxismo quanto o liberalismo sem que o próprio Mises pudesse se colocar contra.

    {2} Ainda preciso escrever um artigo sobre a natureza inscrita do homem que, obviamente, é socialista e gosta de andar pelado de bicicleta.

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.

  4. Existem muito poucas divisões culturais legítimas no mundo. A maioria deles é arbitrariamente criada, não só pelas elites políticas e financeiras, mas também pelos idiotas úteis e acólitos estúpidos que assolam os corredores sujos do mundo universitário.

    Não basta mais simplesmente continuar enfatizando a loucura do politicamente correto. Devemos também tomar medidas úteis para reverter a destruição em curso.

    Como por exemplo (Escola em casa para seus filhos): é simples, se você não quer que seus filhos aprendam sua propaganda, se você realmente quer que eles sejam livres de qualquer condicionamento coletivista, então você fará o sacrifício de extraí-los da educação pública. Não há outro recurso além da educação em casa para evitar a lavagem cerebral do marxismo cultural. Se você não fizer isso, você tem a única esperança de que seus filhos serão capazes de escapar com suas habilidades de pensamento crítico intactos. Alguns fazem isso, outros não.

    Outros se transformam em zumbis sem cérebro da justiça social. Você pode dar-lhes uma vantagem, removendo-os deste ambiente tóxico, e é isso que importa.

  5. Os progressistas de hoje são dissidentes do comunismo. Já a classe média é conservadora e não quer saber desses "modernismos".

    Mas há um paradoxo: ninguém em situação confortável quer nem revolução e nem choque de capitalismo. As pessoas querem continuar mamando nas tetas estatais, mas com uma cultura tradicional. Além disso, quem pagou impostos ou aposentadoria para o governo a vida inteira não quer o fim do governo e nem políticas mais liberais.

    Eu acho que o nosso grande problema é ter um abandono geral na educação básica. As pessoas não conseguem pesquisar e estudar um assunto. As escolas não falam sobre o presente. A educação básica virou uma coisa chata, porque é uma doutrinação socialista, sem o mínimo de interesse no capitalismo e na liberdade.

    Em relação aos atuais progressistas, todos eles encastelados nos grandes partidos políticos, eles são tão perigosos quanto os socialistas tradicionais. Essas pessoas possuem poderes para controlar os mercados e para destruir qualquer iniciativa legítima.

  6. No grupo dos “oprimidos”, pode acrescentar também os pedófilos. Ou já se esqueceram do projeto do deputado Jean Wyllys querendo regulamentar cirurgia de mudança de sexo pra crianças ‘transgênero’?

  7. Perfeito. Esta parte é surpreendentemente atual:

    “Porém, enquanto o debate público empobrece, a diversidade de opiniões radicais prospera às ocultas.”

    O louvor de parte da “direita” ao comunista Bolsonaro e sua prole de burocratas é o exemplo máximo de como o obscurantismo da esquerda cria antíteses dentro de si mesma e, com um discurso pretensamente conservador, consegue arrebanhar até os liberais.

    Lamentável.

  8. Um leigo qualquer

    OFF

    Eu creio que alguma boa alma poderia coletar os melhores cometários do IMB e publicar um livro. Garanto que haveria leitores. Às vezes há discussões tão boas que superam os próprios artigos. Inclusive aquelas que o Leandro participa.

  9. Os marxistas culturais e adeptos do politicamente corretos usam uma dialética bizarra: fraqueza, indolência e debilidade são coisas boas e verdadeiras; força, trabalho e produtividade são coisas maléficas e até mesmo enganosas.

    O gênero, a cor da pele e as preferências sexuais definem o grupo ao qual uma pessoa pertence. Heterossexuais, brancos ou machos são malignos, sexualmente pervertidos. Mulheres, gays e não-brancos são do bem. Rico é a encarnação do mau (a menos que o rico seja de esquerda e financie movimentos progressistas, o que o torna do bem; pense em George Soros, Guilherme Boulos ou Paulo Henrique Amorim).

    Aqueles que são fracos (ou que criam a aparência de fracos) devem ter direitos especiais e dever exercer poder sobre aqueles que se tornaram superiores por meio do trabalho, da produção e da maior capacidade.

    O auge do marxismo cultural foram os campos de extermínio em massa de Pol Pot, onde aqueles tidos como "mais capacitados" (por serem mais instruídos ou até mesmo por usarem óculos) eram sistematicamente trucidados.

    O interessante é que a maioria das pessoas razoavelmente sensatas consegue entender que matar os mais produtivos de um país é o caminho mais rápido para a penúria e o horror. Mas a inteligência não é a marca forte da esquerda. Em lugar nenhum.

  10. Sobre o “tudo e ofensivo”, o cerceamento da liberdade de expressão talvez seja hoje o maior risco ao nosso progresso. Pense em como estaria o mundo se as idéias controversas do passado tivessem sido caladas pelo “politicamente correto”, pela defesa do status quo vigente. Darwin, Einstein, Galileu, Newton e vários outros não teriam tido a oportunidade de levantar suas teorias, as quais ajudaram a mudar o mundo, mas contrariavam o consenso da época.

    É imperativo que os inimigos da liberdade de expressão sejam vistos exatamente como são: oponentes do progresso da civilização.

  11. Perfeito. “Inimigos da liberdade” é uma definição muito boa do Politicamente Correto. Precisamos combatê-lo antes que seja tarde demais.

  12. Jairdeladomelhorqptras

    O problema para a mídia, os intelectuais e os acadêmicos marxistas é que agora não são mais os senhores da comunicação. A comunicação expandiu-se e o trânsito de idéias subiu exponencialmente. Ficou difícil para eles. Eles tiveram que mudar o “burgesiaXproletariado”ainda na primeira metade do século XX, como o artigo acima informa. E ainda sob atuação dos oligopólios da grande mídia.

    Nas novas condições da comunicação será impossível prosseguir com este embuste de marxismo cultural, deste politicamente correto e outras tentativas de “atualizar” o marxismo. Fico impressionado com a criatividade que estava represada nos setores anti -marxistas. Apesar dos parcos conhecimentos teóricos do nosso povo, dá para sentir a forte rejeição aos esquerdistas em geral. Rejeição esta feita com argumentos lógicos, grande sinceridade e muito bom humor. Esta esquerda brasileira não será enterrada facilmente. Mas a lápide para o seu túmulo já foi extraida da pedreira.

    Abraços

  13. Eu sou a favor da legalização do aborto, drogas, direitos das minoriais etc. Sou um verdadeiro liberal. E me irrita esses reaças que ficam condenando o socialismo, mas querem que o Estado controle o corpo e e decida pelas pessoas. Vamos parar de hipocrisia!

  14. também tenho medo de um eventual fracasso de um governo BOLSONARO acredito pouco na viabilidade das reformas até porque o MITO tem um viés estatista aí o PT volta com força em 2022.a Situação fiscal do país não é muito boa.

  15. Passei o dia assistindo à esquerda politicamente correta. Eles estão longe de ser ameaça. Sem o dinheiro para subornar o país inteiro, a esquerda não tem nada além de argumentos jurássicos, apelo à emoção / opressão, obsessão por tudo que é estatal, espantalhos sobre tudo que não é de esquerda e o ideal de que tudo que é privado precisa ser estatal. Os argumentos da esquerda são pobres e sua retórica, mais ainda. É difícil convencer a população a sentir misericórdia pelo cara no outro lado do fuzil, ou que professores devem falar de sexo para crianças.

    Não me surpreende que eles foram derrotados por candidatos pequenos, tiozões do Whatsapp e por preteridos da academia.

  16. É inacreditável o quanto as pessoas aderem a esse movimento sem perceber que estão, na verdade, pulando dentro de um abismo. Pelo fim do politicamente correto!!!

  17. De vez em quando aparece uns filmes bons que foge um pouco do politicamente correto.

    Eu acho que o único filme que vi um rico não ser taxado de egoísta, malvado, trapaceiro e ainda gostar de estudar sobre várias coisas diferentes sem precisar como aquele Edge (No limite,1997) tinha Anthony Hopkins no papel principal.

    Tem outros( alguns são bons mas faz refletir)

    pensararealidade.blogspot.com/2016/03/os-melhores-filmes-politicamente.html?m=1

  18. BRUNO GUIMARAES CARNEIRO

    OFF-TOPIC

    Alguém sabe explicar porque o preço do combustível na bomba subiu enquanto dólar, pretróleo e combustível na refinaria caiu nas últimas semanas?

    “A alta foi registrada apesar da Petrobras ter reduzido o preço da gasolina vendida às distribuidoras em 3,02% no período, de R$ 2,2159 em 5 de outubro para R$ 2,1490 no dia 12 do mesmo mês.”

    g1.globo.com/economia/noticia/2018/10/15/precos-da-gasolina-e-do-etanol-tem-nova-alta-mostra-anp.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1&utm_content=post

  19. Todo mundo em sã consciência sabe que o socialismo não funciona. Ninguém é socialista de fato. Quem usa essa ideologia para conquistar coisas na vida é mal caráter e dissimulado. As pessoas ajudam as outras, quando querem, para se sentirem bem e serem bem vistas pela sociedade. Isso se chama generosidade, sendo um ato espontâneo e individual. Pregar o socialismo para solucionar os problemas de um Estado nunca dará certo, porque ele se limita ao grupo que detém as idéias e a infliencia e não tem alcance suficiente para atingir todas as pessoas. Ou vocês acham que politicos e funcionários públicos, abrem mão do salário para fazer suas funções de graça só porque existem milhões desempregados e pessoas passando necessidade? Eles pensam primeiro neles, na família, nos mais próximos e outros pouco importa! Pelo contrário!!! Estão sempre criando novos impostos, leis, exigindo maiores salários e direitos, daí o Estado cresce cada vez mais até colapsar! Por isso sou a favor de privatizar tudo, mas tudo mesmo, que se pode fazer pela iniciativa privada.

  20. Um pouco caricata essa divisão.

    Tem muita gente que não tem grandes simpatias pelo liberalismo, interesse por esses temas ou até mesmo era esquerdista há pouco tempo, percebendo a enorme incoerência do discurso politicamente correto. Em compensação, o discurso cristão-conservador também é cheio de falhas, principalmente quando conservadores colocam o estado como guia moral e cultural da sociedade.

    Até hoje, não me ficou claro o real poder do gramscismo. Como dizia Janer Cristaldo, o maioria divulgador de Gramsci no Brasil é (era?) o Olavo de Carvalho, a quem ele carinhosamente chamava de Aiatolavo. Da mesma forma que sempre exageraram muito sobre o Foro de SP.

    Segundo muito olavetes e o próprio Olavo, libertários também são marxistas culturais, pois defendem a liberação das drogas.

  21. O Brasil é um pais d hipocrisias, podemos perceber que vários padres, pastores, cleros e etc. Eles cometeram pecados hediondos que faz ter uma imagem ruim da religião. Dês do dia que a população escolheu Barabas ao invés de Miguel (jesus), ainda eles te coragem de pregar a imagem manipulada pelas as pessoas de poder. Já começamos por ai! Ainda as pessoas usam métodos da idade de bronze, que é ter relações conjugais em grupos ou com mesmo sexo. Isso só era usado em festas de alto calão (referencia as pessoas ricas daquela época), as atividades homossexuais eram usadas também para os militares daquela época para os guerreiros ficarem mais confiantes um ao outro e dar respostas sentimentais agressivas em batalha, mas costumava ser entre familiares, raramente com outro homem. Obs: Incesto!

    Depois de algum tempos a sociedade veio aumentando, criando novas formas de ver as coisas, as coisas que eram feitas antigamente começou a ser atos de prazer. Os comunistas tiram aproveito disso, referencia: pessoas pobres, homossexuais, pessoas sem conhecimento algum e etc. Depois que os comunistas chegam ao auge do poder eles eliminarão os homossexuais, os idiotas uteis (pobres e pessoas sem conhecimentos). O comunismo implanta a ditadura política e militar, tirando os bens das pessoas e reduzindo as coisas para os pobres, antes disso tudo, eles retiram as armas das pessoas! Assim, os cidadãos de bem, não iram reagir contra a ditadura comunista….

    Isso que vocês estão vendo no Brasil, eles querem tomar o poder a força, o PT é um partido comunista que quer destruir o pais. Só olhar o plano de governo de Haddad, ele que implantar um nova Cuba ou Venezuela no Brasil.

    A diferença de um Capitalista para um comunista, é que, os capitalistas não aceitam erros, capitalista não tem pena de ladões e pessoas corruptas, capitalismo prendi e repreendi pessoas criminosas. Já os comunistas passam a mão na cabeça de vagabundo, eles são injustos com pessoas de bem, só comete erros que custa vidas e afeta o pais todo, jogando o país para vala.

  22. Esse capitalismo do Brasil é uma piada.

    Essas privatizações do Paulo Guedes serão mais do mesmo.

    Essas privatização para o governo fazer caixa não irão funcionar.

    Ao invés da privatização ser vencida por alguém que for investir mais no negócio e tem o melhor projeto, essa venda só vai servir para tapar buraco no caixa do governo.

    Por exemplo, os leilões de frequência de celular fizeram as operadoras gastarem bilhões, sem instalar uma antena. zteve um custo gigante sem o negócio ter começado.

    Um leilão de uma usina de energia poderia gerar muito mais energia e baixar os preços, ao invés de colocar bilhões numa usina que só vai transferir os custos da energia de forma disfarçada. Ao invés de pagar imposto, o cidadão vai pagar conta de energia.

  23. Leandro ou alguém do time IMB, bom dia!

    O assunto é off-topic, mas gostaria de uma ajuda de vocês.

    Eu consigo em algum lugar uma série histórica que me mostra a evolução dos investimentos aberta em investimentos financeiros (renda fixa, tesouro) e investimento produtivos?

    Gostaria de analisar estas 2 informações frente a evolução da taxa de juros e inflação.

    Muito obrigado!

    André

  24. Melhor lugar para apreciar o governo Bolsonaro é Miami, tal qual apoiadores como o ex liberal Rodrigo Constantino e Leandro Rushel já o fazem, capitalismo para eles e estatismo de direita para quem fica em Pindorama.

  25. Me chamou a atenção a corrupção moral. Trabalho em repartição pública dominada por esquerdistas estatistas progressistas gramscianos etc e sinto que há no ar um “gosto pelo erro alheio” ou pela “corrupção alheia”. É muito louco, difícil explicar. Mas parece haver mais motivação em que se erre e se corrompa do que em realizar o ‘objetivo institucional’ propriamente dito. O texto me pareceu muito acertado ao dizer: “A função destas três instituições não é esclarecer e iluminar, mas sim confundir e enganar. ” Fico pensando até que ponto há consciência dessa estratégia para se ter “poder” ou consciência dessa “depravação” do ser humano.

  26. Lembro-me de que, antigamente, eu ridicularizava muito o pessoal do PSTU, porque suas teorias de planos de dominação mundial de capitalistas eram bastante estapafúrdias. Eu me divertia à beça com a ideia de que um grupo de empresários fazia reuniões semanais para decidir como oprimir a humanidade. Ainda é uma ideia bastante engraçada para mim.

    Hoje em dia, porém, depois de muito tempo acreditando piamente nesse plano de dominação mundial por parte dos marxistas, percebi que eu estava, no final das contas, fazendo exatamente aquilo que eu ridicularizava nos membros do PSTU, somente trocando “capitalistas” por “marxistas”. Era como se eu tivesse descoberto alguma grande realidade oculta aos menos esclarecidos – exatamente aquilo que um membro do PSTU fazia quando dizia “vá estudar História”.

    Eu percebi isso piorando cada vez mais quando vi o guru e pioneiro dessas teorias no Brasil – Olavo de Carvalho – execrar, ridicularizar, xingar qualquer um que ousasse expor alguma inconsistência em suas ideias. A coisa foi ficando bastante cansativa, porque eu cada vez mais enxergava malucos do PSTU nos discípulos do Olavo. Era difícil aturar um monte de gente que leu uma ou duas coisas e já achava que tinha descoberto um grande plano de dominação mundial encoberto por agentes escondidos nos quatro cantos da terra.

    Mais recentemente, o Olavo inventou uma maluquice sobre um candidato defender o incesto e a pedofilia, além de inventar uma citação do famoso “decálogo de Lênin” em uma das obras dele. Claro, quando confrontado com a verdade, ele diz “peraí, eu não disse que ele defendeu abertamente, só disse que ele segue a Escola de Frankfurt”, ou “Lênin não escreveu o decálogo, mas o seguiu rigorosamente”. Ou seja, sempre dá um jeito de dizer que não está mentindo nem inventando nada.

    Enfim, esse é um relato de um ex-Olavista, não de alguém que nunca leu nada do Olavo e segue por aí falando alguma coisa sobre ele. Acho, até, que é legal ler o Olavo quando ele fala sobre filosofia e não entra nessas viagens de quem parece que fumou orégano estragado. Quem quiser me xingar e exigir que eu leia 850 livros para poder refutar, pode esquecer, eu já perdi tempo demais e já sei exatamente como Olavista reage. Eu sou só mais um comunista idiota útil do comunismo globalista. Pronto, já falei por vocês, ok?

  27. Cristiane de Lira Silva

    Miseszinho, vulgo Leandro, se vc aprovar meus comentários eu juro que farei as seguintes coisas:

    1) Me declaro libertária/conservadora/direitista

    2) Deixo de ser agnóstica/mística/cristã e viro uma daquelas evangélicas beatas anti-sexo e antifelicidade que passam o dia fofocando sobre a vida e a sexualidade dos outros.

    3) Viro uma cruzadista antiaborto.

    4) Me declaro branca, apesar de ser parda/negra

    5) Deixo de ser feminista. E abandono esses movimentos de minorias que só servem pra implantar o comunismo e provocar briga entre as pessoas.

    6) Nunca mais faço piada com religião/religiosos.

    7) Nunca mais vou morrer de rir do marxismo cultural, da URSAL, do cabo Daciolo ou do Pobre Paulista sem identificação.

    8) Paro de ouvir Madonna e Roger Waters, especialmente a música Like a Prayer nas alturas.

    9) Convenço meu noivo Fernando a deixar de ser ateu e se tornar um evangélico dedicado que só escuta música gospel e não ouve Queen ou Pink Floyd porque são coisas do demônio.

    10) Fico contra a legalização das drogas e farei uma cruzada contra o uso das mesmas.

    Pronto agora eu sou uma “mulher modesta”. Só não dá pra mudar meu nome pra Raquel porque esse nome é muito feio e eu prefiro ser Cris mesmo.

    Perdoem os meus pecados, por favor. Eu estou muito arrependida.

  28. Não é exatamente sobre o tema, mas está relacionado (guerra de narrativas).

    Leiam essa matéria: http://www.bbc.com/portuguese/amp/internacional-45909515

    A BBC culpou até a censura da imprensa, mas não soltou uma única palavra sobre o socialismo (as nacionalizações e o tabelamento de preços).

    Após a queda da URSS, eu tive a real esperança que depois da catástrofe na Venezuela os jornalistas ocidentais fariam seu trabalho em alertar as pessoas sobre os perigos das políticas socialistas (a impossibilidade do cálculo econômico), mas não, parece que eles estão passando o pano de forma ainda mais intensa no estatismo.

    Meu conselho é que o IMB deveria começar a infiltrar jornalistas e formadores de opinião nos principais jornais do país. Porque da forma que estamos indo, não vai demorar muito pro Brasil ir pro mesmo buraco, independente de quem esteja na presidência.

  29. Às vezes acho que o que devemos fazer com relação a essa “ditadura politicamente correta” a qual estamos passando nos últimos tempos, é tocar o “foda-se”(de forma mais explícita, e não meramente “teórico” e projetista). Não só eu, mas vocês, e todos os outros que estão descontentes com ela(e é claro, obviamente influenciarmos não só os nossos próximos – leia-se amigos e parentes – mas principalmente nossos descendentes – leia-se filhos, sobrinhos, etc – a fazerem também). Este sem dúvidas é o caminho mais longo e “amargo” para o combate de tudo isso, porém ao meu ver é o mais efetivo. Pode parecer que estou falando algo óbvio e/ou até mesmo manjado, mas sinto que os que seguem esse caminho não o fazem de forma séria e expressiva(é como se no fundo estivessem apenas “empurrando com a barriga” e ignorando tudo isso), por isso que lhe vos digo: Devemos parar de apenas reclamar disso e botarmos a mão na massa, ao começar por nossas vidas …

    Ps: Estou aberto a críticas e refutamentos.

  30. É impressionante como a maioria dos membros das “minorias” não percebem que seus supostos defensores os consideram seres inferiores de sua propriedade (basta ver como reagem à “ingratidão”) e que apenas os usam como objetos descartáveis para promoverem-se socialmente e para obter mais poder e privilégios.

    Outro ponto a observar é que TODO MUNDO faz parte de diversos grupos ao mesmo tempo, então os vários discursos de “vítima da sociedade” fatalmente conduzem a:

    1- colisões de narrativas (por exemplo, atletas homens que se declaram mulheres e começam a massacrar as atletas mulheres “originais de fábrica”);

    2- disputas a respeito de quem é “mais vítima do que o outro” e;

    3- invenções de subcategorias de minorias dentro das minorias (ex: “colorismo”).

    Além disso, o pensamento esquerdista é incompatível com o bem-estar subjetivo (“felicidade”); membros de “minorias” que de fato acreditam nessas narrativas têm enorme probabilidade de se sentirem extremamente infelizes.

    * * *

  31. Sério mesmo que existe no mundo toda essa conspiração anti-cristã e valores tradicionais? Quem seria o malvadão cabeça (VIVO) disso tudo? Sério mesmo que ainda acreditam que querem derrubar o capitalismo e o livre mercado? (a Venezuela já não é um BOM exemplo pra todo mundo?) “Críticas” aos efeitos do capitalismo são planos de acabar com tudo? “Minorias” (que são a maioria) almejarem respeito e melhores posições na sociedade é motivo pra chilique dos “cristãos, brancos e heterossexuais”???? PARANOIA TOTAL!!!!!!!!

  32. Reduzir a Nova Ordem Mundial em todos os paises a “Direita vs Esquerda” é desinformação. O que vemos hoje é algo profissional e sistemático que gasta bilhões de dólares (dinheiro privado) para reformatar a sociedade. Isso não é “Esquerda”, muito pelo contrário: a ideologia é ensinada nas escolas infantis para crianças pequenas como se fosse ciência verdadeira, e essa massa crescida bitolada ainda é apoiada pela mídia e pelo chamado “establishment” (governo, instituições, bancos, etc).

  33. Realmente estamos em uma era de disseminação das teorias da conspiração. “Marxismo cultural” é uma coisa que só se fala nesses blogs conspiracionistas mesmo, ninguém mais leva isso a sério. Quando será que vamos superar o macartismo, e a “demonização” das ideologias de esquerda ou de direita? Isso só serve pra impedir discussões com profundidade real.

  34. Excelente!! Em poucas palavras, muito bem resumido, explica o que estamos atravessando neste momento. Temos que reproduzir este artigo (citando a fonte aqui no site claro) e espalhá-lo ao máximo possível.

  35. martha hirsch aulete

    O barango no Brasil certametne, em política, é o PT. O PT é brega.

    E os nossos intelectuais são amantes de partidinhos decadentes como a religião cujo nome é PeTismo.

    Esse tais ditos artistas.

    O PT faz é dividir. E nivelar tudo por baixo.

    TODO petista, sem exceção, rumina DIRETO, uma vez que são GADO da medíocre dilma e do aPedeuTa e ignorante lula, — o picareta.

    Em vez de se colocar o dinheiro para hospitais, durante a "Copa das Copas" do PT, construiu se prédios inúteis.

    Digno de espanto, se bem que vulgaríssimo, e tão doloroso quanto

    impressionante, é ver milhões de homens a servir, miseravelmente

    curvados ao peso do jugo, esmagados não por uma força muito grande, hercúlea,

    mas aparentemente dominados e encantados apenas pelo nome de um só

    homem — o Mula — cujo poder não deveria assustá-los, visto que é um só (lula –, o super hiper picareta apedeuta).

    O Partido dos Trabalhadores é barango.

    O Partido dos Trabalhadores é POLTRÂO.

    O PT é poltrão. Compreende?

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