
Existem dois tipos de tarifas de importação: uma tem o intuito protecionista; a outra tem o intuito arrecadatório. Uma é o exato oposto da outra.
Uma tarifa com intuito protecionista é imposta exatamente para impedir que as pessoas importem. Se ela realmente lograr tal objetivo, a receita do governo será zero. Óbvio. Se o intuito do governo é desestimular as pessoas a importarem — e se as pessoas realmente não importarem –, então a arrecadação do governo com essa tarifa será zero. E ele não ligará, pois era isso o que ele queria.
Já uma tarifa com intuito arrecadatório existe, ao contrário, para trazer o máximo possível de receita para o governo. Ela não está ali para impedir as pessoas de importarem; ao contrário, o governo está torcendo para que as pessoas importem o máximo possível, pois só assim ele terá muitas receitas. E se o governo exagerar na tarifa, então ela vira meramente protecionista, e a arrecadação do governo tenderá a zero — exatamente o contrário do que ele almejava.
Nos séculos XVIII e XIX, não havia imposto de renda. E praticamente não havia impostos indiretos. Logo, a maioria dos países recorria a tarifas de importação como sua principal fonte de receita. Tarifas de importação são fáceis de serem aplicadas: a mercadoria chega ao porto e lá está um fiscal da alfândega para taxá-la. É difícil escapar.
Sendo a maior fonte de receita em uma época em que não havia imposto de renda — ou cuja coleta era muito difícil e complicada –, tarifas de importação faziam sentido do ponto de vista puramente tributário.
Por uma questão de lógica simples, sabendo que os governos da época sobreviviam exclusivamente com as receitas dessas tarifas, a conclusão lógica é que, à época, tais tarifas não tinham caráter protecionista. Se tivessem, os governos simplesmente não teriam receitas.
Mas os tempos passaram e vivemos hoje em uma época totalmente diferente. Tarifas de importação não mais são vistas como um mero instrumento de arrecadação. Hoje, sua função é bastante diferente. Tarifas sobre bens importados são ferramentas eficazes para se subsidiar aliados políticos, proteger empresários favoritos e, com isso, se praticar o capitalismo de estado — ou o mercantilismo.
Tarifas de importação são impostos sobre a compra de bens importados. A mercadoria importada chega ao porto, desce do navio e lá está um burocrata da alfândega para impor uma taxa ao valor total que o importador pagou.
O protecionista — que é um mercantilista — sabe que impostos mais altos sobre a compra de bens importados representam um subsídio às empresas nacionais. Por quê? Porque eles impedem que os estrangeiros possam utilizar preços baixos para concorrer com a indústria nacional.
O protecionista, como todo mercantilista, quer reduzir a variedade de opções disponíveis para os consumidores nacionais. Ele quer subsidiar a indústria nacional permitindo que ela cobre preços mais altos do que aqueles praticados por produtores estrangeiros sem que isso acarrete consequências negativas para ela. A justificativa é que tal política irá “enriquecer a nação”.
Um protecionista é o filósofo supremo do capitalismo de estado. O protecionismo é o filho bastardo do estado intervencionista keynesiano.
O keynesianismo é uma filosofia que diz que gastos estatais magicamente criam riqueza e que o endividamento do governo é positivo para a economia. Já o protecionismo é uma filosofia que diz que a melhor maneira de enriquecermos é limitando nossas escolhas e garantindo reservas de mercado. Ambas estão no mesmo nível.
Enriquecer uma nação por meio do aumento da tributação de seus consumidores é uma ideia estranha: “Tribute mais e enriqueça”. Se você acha que isso soa a keynesianismo é porque é keynesianismo. Todo protecionista é, ainda que não saiba, um keynesiano.
Aprovar leis contra pessoas que querem apenas fazer uma transação voluntária de bens é um ato de restrição ao comércio. Por que uma nação enriqueceria restringindo o comércio? Qual é a lógica de dizer que enviar um burocrata com uma arma e um distintivo com a tarefa de impedir que as pessoas voluntariamente comercializem com quem elas quiserem — por crerem que isso irá melhorar suas vidas — é uma atitude que aumentará a riqueza da nação?
A ideia de maior riqueza não pressupõe a ideia de maiores oportunidades de comprar mais coisas do que antes? Sendo assim, como as pessoas estariam mais ricas com o governo deliberadamente restringindo o número de bens que elas podem comprar?
Protecionistas negam que a maior riqueza de um país esteja diretamente ligada à sua maior liberdade comercial. Eles argumentam o contrário: “Oportunidades reduzidas são as bases da riqueza. Quanto menos oportunidade você tiver para comercializar, mais rico você estará.”
Se isso soa insensato é porque é insensato. Mas trata-se de uma insensatez amplamente disseminada e defendida, especialmente por políticos, intelectuais e membros da academia.
Estes mesmos também argumentam que, quanto mais impostos o governo coletar, mais rico o país ficará. De novo, se você pensa que isso soa a keynesianismo é porque é keynesianismo.
Combatendo a tirania com mais tirania
O mais incrível sobre os protecionistas mercantilistas é que eles são completamente impermeáveis à lógica econômica. Eles amam burocratas com armas e distintivos proibindo a liberdade de escolha das pessoas. Eles estão convencidos de que armas e distintivos são a base do crescimento econômico e da riqueza para todos. Eles realmente creem que, se o governo enviar um número razoável de burocratas com armas e distintivos para confiscar a riqueza alheia via impostos sobre bens importados, a nação ficará mais forte, mais rica e mais livre. Eles acreditam que mais impostos e menos liberdade de escolha tornam um país mais próspero.
Recentemente, recebi um email de um leitor que, embora não conheça, posso afirmar ser um protecionista mercantilista inveterado. Seu argumento é o preferido — aliás, o único — de todos os protecionistas ao redor do mundo. Eis o que ele escreve:
Parece-me que o senhor, ao defender o livre comércio, ignora por completo o “conceito de nação” ou o nacionalismo. A questão não é que nossas indústrias sejam menos eficientes do que as indústrias estrangeiras; elas não são. O problema é que o governo impõe a elas uma carga tributária tão grande que faz com que elas passem a ser “ineficientes” contra a concorrência estrangeira. É o governo quem impõe “ineficiência” à indústria nacional. Portanto, para deixar as coisas com um maior nível de igualdade, o governo teria de remover estes fardos artificiais que ele criou. Mas enquanto isso não for possível, ele tem sim de impor tarifas iguais sobre os produtos estrangeiros para poder reequilibrar a situação.
Permita-me resumir o argumento do cavalheiro.
(1) A indústria nacional não é ineficiente.
(2) Ela é oprimida pelo governo, que a sobrecarrega de impostos.
(3) Portanto, precisamos de um governo ainda maior, ainda mais intrusivo e com ainda maiores poderes tributários para retirar o fardo do governo sobre as indústrias.
Faz sentido? Ele é um protecionista mercantilista. Como todos os protecionistas mercantilistas, ele não consegue pensar direito. Ele adotou a ideia de que, ao se dar ainda mais poderes para o governo federal, os cidadãos poderão, magicamente, sobrepujar os efeitos de um governo federal muito poderoso.
E ele defende tudo isso em nome do nacionalismo ou do “conceito de nação”.
A seguir, um teste. Veja se você é um protecionista mercantilista. Se você não for capaz de seguir o raciocínio abaixo, você é um protecionista mercantilista.
Este Lado e Aquele Lado
Você mora de um lado da rua. No outro lado da rua mora João. João quer vender para você um item que você quer comprar.
Silva, seu vizinho de porta — e que, portanto, mora no mesmo lado da rua que você –, também vende um item parecido com este que João vende. Mas este item de Silva custa 20% mais caro.
Silva se aproxima de você e lhe diz que, pelo bem do “lado de cá” ou em nome do “conceito Deste Lado”, temos de impor um imposto sobre vendas de pelo menos 25% sobre o item vendido por João. Afinal, não queremos perder a riqueza que há Deste Lado da Rua. Sem um imposto sobre a mercadoria de João, Aquele Lado irá ampliar sua presença Neste Lado.
Você rejeita a sugestão de Silva como sendo totalmente absurda e sem sentido. Você gosta do produto sendo vendido por João. É elegante. É barato. É um bom negócio. “Sai da minha frente, Silva.” (Sempre que você compra algum bem, você está na realidade falando para todos os outros vendedores saírem da sua frente).
Silva, ao constatar que você é teimoso, irá atrás de Bruno, seu outro vizinho de porta, e irá alertá-lo sobre a terrível ameaça representada por Aquele Lado sobre o estilo de vida aqui Deste Lado. Ele não irá mencionar você, é claro. Ele está apenas defendendo Este Lado em nome da verdade, da justiça e do modo de vida Deste Lado.
Após isso, Silva vai para outra casa mais ao lado e destila a mesma cantilena para Pedro. Ele sugere que Pedro e Bruno se juntem a ele para aprovar uma lei impondo um imposto de 25% sobre a venda do produto de João. Se esta lei for aprovada, promete Silva, Este Lado será mais rico. Este Lado será mais forte. Este Lado será mais livre.
E a lei, então, é democraticamente aprovada.
Ato contínuo, eles nomeiam um sujeito chamado Burocrata para impingir esta nova lei. Burocrata tem um distintivo. Burocrata tem uma arma. Burocrata se aproxima de você e alerta que, se você comprar o item de João sem pagar uma tarifa de 25% para Este Lado, ele irá multá-lo em bem mais do que 25%. Ele defende Este Lado com grande entusiasmo, dado que a alternativa a este emprego tranquilo e poderoso seria a iniciativa privada. E ele jamais se saiu bem no setor privado — característica esta que ele compartilha com Silva.
Bruno irá agora comprar de Silva. Pedro também irá comprar de Silva. E Burocrata, que não tinha um emprego em tempo integral há anos, também está muito contente em comprar de Silva.
Como é que Este Lado está mais rico?
Por que as palavras “Este Lado” tornam você mais rico? Como é que o “conceito Deste Lado” faz de você alguém mais rico?
Qual é a mágica que a linha invisível que divide Este Lado e Aquele Lado faz, em termos econômicos? Protecionistas mercantilistas acreditam que uma linha invisível passando no meio da rua é algo economicamente relevante. Igualmente, eles acreditam que a linha invisível que contorna as bordas do país é economicamente relevante.
Assim, se você é um protecionista mercantilista, linhas invisíveis têm total sentido econômico. Elas representam uma oportunidade de se subsidiar seus agentes econômicos favoritos. Elas são uma desculpa perfeita para se praticar o capitalismo de estado, algo muito eficaz em uma democracia.
Confusos
Além de serem impermeáveis à lógica, protecionistas mercantilistas também são impermeáveis aos fatos. Estes demonstram que quanto mais aberta é uma economia ao comércio exterior, maior a renda da população (quem compra mais barato tem mais dinheiro sobrando) e menor o desemprego (população com renda maior investe mais, demanda mais, e cria mais emprego).
Mas fatos também não interessam para pessoas de cabeça confusa. Para o protecionista mercantilista, a melhor maneira de enriquecermos é limitando nossas escolhas; é restringindo nossas opções como consumidores.
Um protecionista acredita que, se alguém na China descobrisse a cura para o câncer, a única maneira de proteger os cidadãos de seu país contra a concorrência desleal e a inevitável pobreza que tal importação geraria seria impondo uma tarifa de pelo menos 50% sobre a importação deste remédio. “Temos de dar ao nosso povo a chance de concorrer”, diz ele.
Se você acha que isso é um argumento ignaro, você não é um protecionista mercantilista. Você não crê que armas, distintivos e tarifas sobre importações tornam as pessoas de um dos Lados da linha invisível mais ricas.
Mas tais coisas de fato tornam algumas pessoas mais ricas: (1) produtores ineficientes que podem agora vender a preços mais altos e não ir à falência em decorrência da perda de consumidores, e (2) pessoas que usam distintivos e carregam armas como meio de vida.
Se você acha que estes dois grupos são mercantilistas devotos do “capitalismo de estado” e não passam de que “extorsores assalariados”, você acertou a classificação das categorias.
Um protecionista não está preocupado com o bem-estar do povo. Ele se preocupa apenas com o bem-estar de um punhado de industriais — mesmo que não saiba disso.
Este artigo foi originalmente publicado na dia 24 de março de 2023.
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Quem realmente ganha com a obstrução do livre comércio?
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Nota: as visões expressas no artigo não são necessariamente aquelas do Instituto Mises Brasil.
Certo, mas e os Chineses? Devemos deixar que eles acabem com nossas indústrias com seu regime de semi-escravidão?
Boa tarde.
Posso estar equivocado , para mim 0 tema “protecionismo” ficou mais focado depois de algumas medidas do Trump. Muito leio e ouço mas não sei quem são os países com mais viés protecionista. Voce tem algum artigo sobre isto? Grato
Povo brasileiro não demanda tarifas de importação mais baixas, só observar em breve durante as eleições quantos votos obterão os candidatos que prometerem tal medida. A lógica econômica aplicada no Brasil será a lógica que a maioria dos eleitores decidirem nas urnas.
O que eu tenho a dizer dos protecionistas mercantilistas é que nenhuma base de raciocínio, seja ela econômica, financeira, nutricional ou o que seja, não se sustenta com os princípios errados.
Pois, qual é a lógica de taxar produtos importados com o intuito de auxiliar a indústria nacional, se, ao fazer isso, prejudicamos quem realmente sustenta as indústrias nacionais, que são os consumidores?
Obrigar consumidores a pagar mais caro é algo que, por definição, reduz sua renda disponível. Como é possível beneficiar toda a indústria se os consumidores agora têm menos renda disponível?
Keynesianismo e suas variantes têm ideias ilógicas.
Jair Bolsonaro e a bolha ideológica da direita
Eu resolvi assistir a entrevista que Jair Bolsonaro deu no programa Roda Viva, e conclui, diferentemente do grande falatório da internet, que a direita vive em uma bolha ideológica que não permite ver a realidade dos jornalistas que fizeram a entrevista. Sim, eles são mais preparados que você, seu pé rapado; eles fizeram faculdade de jornalismo e trabalham nos maiores jornais deste país, o que na prática significa que eles, os jornalistas, são intelectuais; e você, pé rapado, é um palpiteiro de internet. Vamos analisar a entrevista de Jair Bolsonaro.
Os jornalistas atuaram muito bem
Mesmo havendo uma grande crítica por parte de alguns intelectuais da própria esquerda com relação ao nível das perguntas, eu acredito que os jornalistas da bancada atuaram muito bem, como verdadeiros jornalistas críticos. É muito importante diferenciar o jornalismo branco, sem graça, que não tem posição ideológica, do jornalismo verdadeiro, crítico, social, que tem militância do bem, sim! Ora, quer ficar em cima do muro virá ameba, caramba. Toda luta pelo bem, que é a mesma coisa que socialismo, é justificável e requer uma defesa firme, independente de sua profissão. – Até mesmo o padeiro deveria falar sobre socialismo enquanto vende pão no balcão.
Como ficar em silêncio quando uma maluco promete um "legado liberal" para um país que durante sua história sempre teve tradição socialista? Como ficar em silêncio quando um monstro defende abertamente a ditadura militar e a perseguição de negros e minorias através do fim das Cotas? – O que me deu mais nojo foi quando ele afirmou que não há dívida histórica; eu entrei em pânico e pedi para minha empregada branca desligar a TV. Mas tornei a ligar (por sadismo) e tive que aguentar esse show de horrores. Eu nem tinha nascido em 64, mas senti às mesmas dores que os pobres negros sentem quando ele começou a falar que tinha que fuzilar mesmo a rocinha e metralhar todos traficantes. Como se estivesse dando carta branca para matar pessoa inocentes, vítimas da sociedade e do capitalismo. Tudo muito Cruel. Tudo muito desumano.
Mas a crueldade não acabava, ele tinha que perseguir o maior socialista de todos. Jesus Cristo. Esse mesmo Jesus que foi refugiado enquanto fugia do rei burguês que queria implementar o Estado mínimo em Jerusalém. Jesus não foi apenas um Socialista, mas também um refugiado da direita política da época.
Diante de tantas verdades que apresentei, quem você acha que realmente vive em uma bolha ideológica? Os doutores, que depois de muito estudo, chegaram à conclusão que devemos caminhar para o Socialismo? Ou um militar, torturador, semi-analfabeto, tão ignorante como os pé rapados que o acompanham na internet? Nós progressistas vivemos na realidade; vocês, pé rapados, vivem em um mundo paralelo onde há apenas uma tela fria de computador e/ou smartphone e muita masturbação. Esta é a bolha da direita.
A bolha da direita é como a bolha da minha empregada branca Jovenilda. Ela tem uma vida de merda; é praticamente escrava do pastor; entra em transe com uma facilidade Imensa, basta falar "Shadaaai", que já começa a se retorcer toda; não gosta de ler, mas sempre fica na superficialidade das coisas que são apresentadas pelo pastor e pela "comunidade". Eu diria que é a revolta da ignorância, que depois de ficar decepcionada ao descobrir que o mundo deve ser racional e socialista, decidiu criar um próprio Deus "Mito", que vez ou outra assume uma personificação política. Quem realmente vive em uma bolha?
Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
“Éneas Carneiro, o maior presidente que não tivemos” (sic) – Nando Moura.
Ele era nacionalista, protecionista, militarista, a favor de um mercado ultra regulado pelo estado, etc…
Sorte do Brasil que ele nunca foi eleito.
Para mim ele não passava de um nazi facista versão tupiniquim, veja que até o jeito agressivo de falar ele tinha.
Aquela figura bizarra, fazendo gestos bruscos, esbravejando ao som da quinta sinfonia de Beethoven, nunca me enganou.
Sua oratória, retóricas pseudo conservadoras também não.
“Lógica protecionista” resumida em “simples” ponderações: Bens e serviços de péssima qualidade, poder de aquisição decadente, escassez de produtos, desemprego, inflação, etc = altíssima qualidade de vida. SIMPLES!
O mais sensacional deste pensamento protecionista, mercantilista e keynesiano é a sua inevitável implicação lógica (atenção: lógica e keynesianismo são palavras conflitantes quando estão na mesma frase): se todos os países resolvessem banir as importações e subsidiar as exportações — já que é isso o que faz a economia crescer, segundo essa gente –, haveria um colapso total no comércio global.
Se ninguém pode importar, então, por definição, ninguém pode exportar (impossível vender se não há comprador). A esmagadora maioria da população morreria esfaimada, todos os processos de produção seriam profundamente afetados (pois não se pode mais importar insumos) e, no final, o mundo estaria de volta às cavernas.
Que isso seja visto como pensamento sério é um perfeito exemplo da deterioração da nossa inteligência.
Se atrapalhar e taxar a importação de produtos baratos é bom pra indústria nacional, então bloquear totalmente as bordas do país contra todas as importações criaria uma economia fortíssima no país bloqueado.
E não pára por aí, se bloquear um país é bom pra economia interna, então bloquear os estados também. Imagine quantos empregos de paulistas os gaúchos estão tirando quando criam gado. Proibir a importação de gado e garantir empregos pra indústria interna de gado São Paulo seria uma boa idéia.
E isso continua pra cidades, pra ruas, até que se decida produzir tudo em sua casa e não trocar com ninguém.
Basta você parar de fazer compras no supermercado e estará bem ocupado o dia inteiro plantando, colhendo, costurando suas roupas, etc.
Todos terão pleno emprego, mas a produtividade será extremamente baixa dado o custo de oportunidade de produzir tudo por si mesmo, e será uma pobreza generalizada.
Um tomate que você compra com alguns segundos do seu trabalho demoraria meses pra nascer na sua terra.
Não existe um ponto de equilíbrio ou um “protecionismo racional”. Todo protecionismo beneficia produtores do setor protegido às custas de todo o resto.
É medonho em como o Brasil praticamente nunca passou por um período de baixas tarifas de importação, em toda a sua história.
Se um país com uma economia engessada como o Brasil abolir as tarifas de importação e abrir as fronteiras ao comércio global, e os brasileiros pudessem comprar produtos mais baratos de fora, como os empresários brasileiros conseguiriam vender seus produtos com 50% de imposto e consequentemente pagar os salários dos empregados brasileiros para consumir produtos estrangeiros?
Deve ser bom denunciar o baronato e ao mesmo tempo defender políticas protecionistas e de incentivo que vão beneficiar esse mesmo baronato.
No Brasil a maioria nem vai perceber a incoerência e ainda vão te considerar um sujeito sério e inteligente.
Ta agora eu nao entendi nada afinal o keynesianismo foi bom ou nao foi .Sendo que pelo que eu aprendi nas minhas aulas de historia o keynesianismo foi oque salvo os estados unidos da depressao de 29 e alem disso como se explica o crescimento na economia do governo de trump
Nao me venha falar mau de min so tenho uma duvida
Cada vez mais me convenço de que só há UM caminho para o Brasil. Menos é mais.
MENOS Estado e MENOS Impostos.
MENOS intervenção do governo na economia.
MENOS ideologia de esquerda na Universidade.
Senão, isso aqui vai virar uma Venezuela…
Deixa eu ver se intindi…..
São duas batalhas a serem travadas para acabar com esse monstro de duas cabeças:
1. Acabar com as tarifas de importação;
2. Acabar com os impostos e a burocracia que deixam a industria nacional menos competitiva.
Se o ítem 1 for feito sem o ítem dois, a coisa encrespa para a industria nacional, então,
a luta inicial teria de ser para diminuir os impostos da cadeia produtiva… em seguida a redução de tarifas… ou tem alguma lógica que me escapou?
Amigos, sou um “iniciado” em escola austríaca. Entendo a lógica por trás e acredito que é realmente o melhor caminho para qualquer nação. Porém, ao entrar em debate com um amigo, não pude fornecer exemplos práticos e reais de países que adotaram o liberalismo econômico e cresceram.
Dito isto, gostaria que me ajudassem e me indicassem artigos que atestassem tais fenômenos. Pretendo estuda-los para que na próxima vez que debater com alguém eu possa defender as ideias liberais de forma incisiva.
Agradeço a todos.
O problema não é econômico e de lógica e sim político. Quem dita as regras da economia brasileira é quem manda na política e nisso a lógica é inócua. Quem determina o valor das tarifas de importações e regulações são os políticos. Eles que mandam na economia do país. E quem manda nos políticos são os grupos de interesses e lobistas. O Brasil é um país fechado porque os barões da indústria nacional e os sindicatos financiaram os políticos para que seja assim. Somente no começo do plano Real que houve uma tímida abertura temporária por pura necessidade, e logo ela foi removida. O Brasil só vai se abrir as importações por imposição de forças internacionais que ameacem afetar seriamente a economia do país, ou se aparecer algum grupo de pressão que consiga quebrar as pernas dos protecionistas. Mas uma abertura econômica tem um custo político, pois ela vai quebrar muitas empresas e gerar desemprego inicialmente, e nenhum político vai querer enfrentar politicamente uma situação dessas.
Então a situação não vai mudar, e agora a receita federal está além de dando a taxação comum, aplicando uma multa. Se você comprar um celular da China, você será taxado em 60%, mais a multa que chega a 110% do valor. Então você paga uma taxa de 110% do valor. E mesmo assim, o valor ou se iguala ou fica mais em conta do que comprar no Brasil.
Para o governo seguir o item 2 ele tera que cortar gastos,e para ele fazer isso,ter que reduzir seu numero de funcionarios publico e privatizacoes,coisa que o povao que mama nao aceita,o que nao e pouco. Com isso feito,ai sim o governo pode seguir o item um. O resto e balela esquerdista.
RELATÓRIO DA OMC DESTRINCHA 13 ANOS DE DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA DO BRASIL
Fonte: http://www.imprensaviva.com/2017/07/relatorio-da-organizacao-mundial-do.html
O documento divulgado esta semana é parte do trabalho de amplo e detalhado relatório produzido pelo órgão internacional, desde último levantamento detalhado sobre a política brasileira, realizado em 2013. O destaque do estudo fica por conta da distribuição de crédito subsidiado, os favores fiscais a grupos e setores selecionados e a manutenção, durante anos, de uma injustificável política de conteúdo nacional.
Segundo o órgão, a farra com os recursos públicos na era petista levou ao desperdício de centenas de bilhões, talvez trilhões, em subsídios fiscais e financeiros, com pouco ou nenhum aumento da taxa de expansão econômica, da inovação e da competitividade.
O desastre da diplomacia brasileira a partir de 2003 contribui para o encolhimento das opções de negócios para o Brasil no exterior, mas favoreceram os cofres petistas e dos empresários corruptos que se alinharam aos governos petista ao longo de mais de uma década.
O alinhamento ideológico dos líderes petistas com países governados por corruptos comunistas e socialistas como Cuba, Venezuela e Angola fez com que o Brasil perdesse oportunidades de ouro na Europa e Ásia, segundo a OMC em seu relatório.
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Dever obrigatório, reler esse texto antes de enfrentar as urnas em Outubro.
Faz todo o sentido sim!
(1) O governo é a locomotiva da economia; os gastos governamentais são absolutamente fundamentais para que um país saia da crise e se desenvolva;
(2) Para o governo poder gastar, ele tem que arrecadar; quanto mais o governo arrecada, mais ele pode gastar para tirar o país da crise e desenvolvê-lo;
(3) Portanto, quanto maior a arrecadação, maior o desenvolvimento do país.
Por isso fico contente em saber que Ciro Gomes será o próximo presidente do pais.
Ou melhor ainda, se o deus Marcha da História quiser, o STF vai impugnar a candidatura do Bolsonaro, soltar Lula e autorizar sua candidatura e ele é que vai ser o próximo presidente!
Lula, nossso novo Getúlio Vargas, vai transformar o Brasil na maior potência econômica do planeta!
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A diferença do socialismo de Jesus para o socialismo politico é simples. No socialismo de Jesus vc pega o que é seu e reparte com o próximo. No socialismo politico vc pega o do próximo e reparte com os seus.
Acabar com o protecionismo e deixar a China acabar com o que restou de indústria nacional?
Países ricos usaram e abusaram de mecanismos protecionistas pra desenvolver suas indústrias. Uma vez q estas se tornaram compétitivas e deixaram de precisar daquele, começaram a defender espertamente o livre comércio. Só não defendem quando se trata de mercados agrícolas, pq esses quebram sem protecionismo. Ou seja, livre comércio só quando convém… Vamos parar de ser ingenuos.
Temos que defender nossa industrialização ou vamos sofrer muito com desemprego e subemprego. Não há como o Brasil se tornar rico sem industria forte. Alias, vcs sabiam que na Suiça a produção industrial é 10mil dólares/pessoa e no Brasil só 1mil/pessoa? Todo país rico tem alta produção industrial per capita e isso diz muito do porque serem altamente produtivos, já que indústria é o setor mais produtivo, em geral. É uma grande ilusão achar que o Brasil terá futuro se contar apenas com suas vantagens competitivas naturais. Vai sim virar um fazendão onde se produz soja, milho e cria-se gado e carreia se minérios pra fora, com industria dizimada, altissimo desemprego e ubers e ifoods da vida sendo a única opção de emprego de milhões.
Segue a fala de um burocrata do Bacen (Diretor de Organização do Sistema Financeiro – João Manoel Pinho de Mello) sobre os juros do cheque especial:
“Competição é sempre a primeira aposta para reduzir o spread. Tem algumas circunstâncias em que competição não entrega todos os benefícios. Quando ela não entrega, justifica intervenções”.
Pergunto:
Podem existir casos em que a concorrência livre e irrestrita (mercado livre de regulações e sem barreiras de entrada) não consegue gerar todos os benefícios possíveis em termos de redução de preços e aumento de qualidade nos produtos/serviços ofertados?
Bigmouth Strikes Again
Liberal não leva em conta questões de defesa quando fala de livre comércio. Este arranjo só é durável enquanto os EUA protegerem o comércio marítimo com sua marinha. País que não é auto suficiente em alimentos ou energia se sujeita a sofrer um bloqueio naval e ter que assinar os termos de rendição. Se voltarmos a como era antes da Segunda Guerra, como parece ser o que quer Donald Trump, países vão voltar a tentar ser auto suficientes ou fazer comércio apenas com seus aliados.
Curioso como os escritos de Frederic Bastiat se mantém valiosíssimos após mais de 2 séculos. O texto muito se parece como uma releitura do artigo de Bastiat “Abundância x Miséria”. Muito bacana!
Trump já empurrou as tarifas até no alumínio e aço brasileiros. E o acordo que teria entre Brasil e EUA?
É claro que o Trump também é um grande hipócrita, como se o Federal Reserve não manipulasse o Dólar Americano e influenciasse toda a economia mundial por causa disso.
Aproveito aqui para parabenizar o Paulo Guedes por ter falado essa frase infeliz “é bom se acostumar com o câmbio mais alto e juro mais baixo por um bom tempo” e ao Roberto Campos Neto no BC, que me faz sentir saudades do Henrique Meirelles no Banco Central.
Me pergunto agora se, durante o governo Obama, houve essa taxação, quando em 2015 as exportações brasileiras de carne subiram com o Real afundando no dilmismo.
Boa noite…O que o Bolsonaro deveria fazer com a carne de segunda a 30 reais?Taxar exportações? É uma questão de peso nesses dias de dezembro/2019.
Boa noite.
Gostaria de atentar para um fato terrivelmente marcante: o tabelamento das taxas de juros do cheque especial imposto pelo Bacen.
Esta é uma prática criminosa. Nem Lula, nem Dilma, com todas as suas podridões, fizeram algo do tipo. A esquerda não virá para perder depois dessa. Estão manchando miseravelmente o liberalismo. Inacreditável como há muitos pessoas silentes sobre o assunto. Este Instituto, na sua digna e honrada envergadura intelectual, deve chamar a atenção efusivamente para este episódio. É patético em um país de mais de 200 milhões de pessoas ter o seu sistema financeiro concentrado sob os ditames de 5 bancos. Mais bizarro ainda é um canalha do BC deturpando a livre iniciativa. ENTENDAM, esta concessão será como um efeito dominó para as reivindicações de mais propostas intervencionistas e estatizantes! Depois dessa, endosso as críticas da esquerda aos neoliberais: cambada de Barão de bucho cheio!
Dias atrás estava estudando um pouco da história econômica argentina e li que os argentino há umas décadas atras implementaram medidas liberais fortes fazendo com que a inflação caísse a quase zero e o dinheiro valorizasse, no entanto a população durante uns anos (2 se não me engano) elevou o padrão de vida importando muitos produtos mais baratos e melhores que os nacionais. No entanto nesse mesmo período o setor produtivo argentino degringolou devido a pouca demanda interna e a pouca produtividade ocasionando uma perda de empregos. Passou-se então de um período de bonança pra inicio de pobreza tendo em vista a diminuição de empregos local e consequentemente diminuição de renda da população, morte de setores com os industriais etc.
Alguém aqui tem dados que refutem essa narrativa ou tem outra narrativa que contradiz essa. Pois se isso for verdade a liberdade econômica extrema na Argentina foi um tiro no pé pros hermanos.
Quando leio um artigo assim, o mistério pra se ter uma vida mais cômoda fica tão simples de ser resolvido. Acho q to começando a acordar pra vida e a perceber quem é a verdadeira trupe q tem medo do povo ter uma vida mais digna e menos sufocante
“Por que uma nação enriqueceria restringindo o comércio? ”
Porque desenvolveria a indústria nacional e deixaríamos de ser um fazendão. Uma nação sem indústria forte é uma nação vulnerável.
Do ponto de vista jurídico, como seria possível zerarem as tarifas de importação de comida dos países vizinhos?
Esse episódio da carne me lembra o que a África sofreu durante boa parte dos anos 70 e 80, onde estava faltando comida mas os governos locais não permitiam importação e nem ajudas humanitárias.
Engraçado é pessoas defendendo ao dizer que protege as empresas nacionais e as faz crescer por não conseguirem líder com concorrência.
SIMPLÓRIOS E INOCENTES?
Um dos lados da rua, que Mané mora,faz seus preços ,põe custo e mais lucro , e vende seus produtos.
O lado da rua que Mané não mora , são espertos e sabem manhas e artimanhas finenceiras,então resolvem vender seus produtos por trinta por cento do valor dos produtos do lado da rua do Mané, que QUEBRA SUAS FABRIQUETAS.
O lado da rua dos espertos da “mecânica financeira” ficam de DONOS DA COCADA PRETA, não tem mais concorrentes do lado da rua de Mané e começam a elevar preços, agora iguais ou maiores que quando o lado do Mané fabricava também..
O lado dos espertos pregava dia e noite ,diziam que a liberdade do “VALE TUDO” é que deveria funcionar.
Mané então entendeu a jogada dos espertos, e você ?
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Um certo pais funcionava como o lado da rua do Mané,tinha suas industrias,seus empregos,seus jogos de f utebol,seus carnavais,BBB, eram SIMPLÓRIOS E INOCENTES, e então começaram as pregações do livre comercio, que desconsidera diversidade de custos de produção diferentes em função de poluição ambiental e social.
Outro país longínquo, parecido com o outro lado da rua do Mané , eram habeis financeiramente e espertos estrategistas de negócios,financiavam palestras e institutos de pregação sobre livre comercio internacional. Só diziam, mas começaram a vender seus produtos a valor abaixo do custo, vinte por cento apenas do que custavam.
E como no lado da rua do MANÉ, o pais dos alegres e faceiros quebrou suas industrias, findaram os empregos e os espertalhões do livre comercio ficaram de DONOS DA COCADA PRETA, agora vendendo por quanto querem seus produtos, já que seus concorrentes foram quebrados por estratégias não de SIMPLÓRIOS mas de ESPERTALHÕES.
O lado dos espertos pregava dia e noite ,diziam que a liberdade do “VALE TUDO” é que deveria funcionar.
Como MANÉ, uns entenderam o que se passou, e você?
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Alguns dizem que estes procedimentos são condenáveis, mas só da boca para fora, dizem que é parecido com o tal de DUMPING, mas na pratica é o que fazem, e se é parecido com o que a |China fez com o Brasil desde 1994, é apenas “mera coincidência”
Conclusão,:
Palavras são apenas palavras, no mundo real funcionam os INTERÉSSES, ações,PROPINAS, comissões a governantes e funcionarios públicos.
Mané entendeu , e você?
vixe, vcs dos comentarios tao bebendo muito ciprol,, esqueram da MOEDA???? so falam em burocracia e anarquia desorganizada
“…Quanto ao dumping, isto realmente é condenável, sem dúvidas. No entanto, o cara que está provocando isso está queimando o seu capital. E este possui um certo limite…..”
Anonimo das 22:02,sim o capital privado do manipulador é FINITO,mas comento CAPITALISMO DE ESTADO,que vi acontecer aqui no Brasil, travestidos de fabricantes privados, entronizaram seus produtos a 20 por cento do valor de fabricação(camisas e guarda chuvas cito pois todos viram).Fabricas de camisas fecharam até hoje, de guarda chuvas também, e os empregos estão na China.Os preços atuais destes produtos já dão retorno a operação.
Vi o mesmo em varios países e os que divulgam livre comercio nem estão aí, parece que não percebem o engodo.
Trump que sabe das coisas não passou recibo,esta agindo e se for coisa modulada não mexe em competitividade , apenas não deixa raposas soltas dentro do galinheiro sem regras ,e os empregos começaram a voltar,a economia vai melhor .
Ótimo texto, mas gostaria que fosse explorado diretamente o principal argumento falacioso dos nacionalistas, de que precisamos proteger as indústrias nacionais porque geram empregos para os brasileiros.
Prezado anonimo 19;19
É sim, o Agro negócio, nossa vocação natural em função do território,extensão,clima,mas como também estou neste meio, lhe aFirmo: vamos muito bem obrigado,já causando preocupações aos gigante e melhores do mundo.
Tenho presença direta no assunto e vejo há muito tempo capital disponível e a baixo custo para quem quiser investir,e a vontade! Só precisa ter bons projetos. Temos empresas de apoio e pesquisas atualizadas dos melhores do planeta.
Percebo que o que falta é a mentalidade de empresa para produtores, assessoria financeira para os pequenos produtores .
Falta visão de negócios aos que disponibilizam credito(a maioria nunca teve negócios no mundo real,sempre Foram Funcionarios e não empreendedores),pois não estudam quem ´poderia produzir mais, produtores com histórico de sucesso de sucesso, e que se lhes fosse oferecido capital e assessoria financeira.
Nesta época estou em regioes do RS que se tem por tecnologicamente moderno , a seca se faz presente, e:
– há mangueiras equipamentos e” tecnologia de gotejamento” disponiveis”
-há financiamentos viáveis a vontade
-o produtor sabe mais ou menos como é, tem noção mas não tem alguem mostrando, alcançando a informação
-a irrigação ´por gotejamento permite produção até em zonas desérticas
PODE O PAIS MELHORAR NO AGRO COM APLICAÇÃO DE TECNOLOGIAS JÁ COMPROVADAMENTE EICIENTES
MAS NÃO VEJO QUE O PAIS TENHA SE DESVIADO DO AGRO PARA FAZER OUTRAS COISAS EM DETRIMENTO DE DESINTERESSE NO AGRO.
CABERIA CAMPANHAS DE ESCLARECIMENTO DE INCREMENTO DE PRODUÇÃO AOS AGENTES PRODUTORES
EDUCAÇÃO FINANCEIRA (ALFABETIZAÇÃO INANCEIRA) PARA TODO O BRASIL,PREMIOS,OLIMPIADAS GINKANAS, MERITOCRACIA,GLAMOURIZAÇÃO DOS CAMPEÕES EM ATIVIDADES PRODUTIVAS DE GERAÇÃO DE RIQUEZAS.
POVO PODE SER VOCACIONADO PARA VARIAS ATIVIDADES,AGRO,INDUSTRIA,COMERCIO,CULTURAIS , ENTRETENIMENTO, TURISMO,POIS A DIVERSIDADE ÉTNICA DO PAIS PERMITE .
NÃO SÓ DE BBB,CARNAVAL E FUTEBOL, NÉ?
“LIVRE MERCADO,FESTA NO GALINHEIRO”
Pensadores, O LIVRE MERCADO existe mesmo?
Na teoria sim,na pratica os fatos são diferentes, a “lei do mais forte,do maior” prevalece.
Transcrevi abaixo trecho do artigo ,onde aborda uma FESTA NO GALINHEIRO LIBERAL, a raposa pintando e bordando e me deixa em duvida como o jogo poderá ou poderia ser diferente.O mundo aceitou uma economia de estado GIGANTE,como sendo um player livre e impondo suas regras como bem entende;aceitou e acho uma ingenuidade, mas claro tem os que acham que a cabeça dos outros é que é confusa, (pode até ser que assim seja);serão devorados pela raposa que não se importa nada do que pensam dela, importa ganhar o jogo.
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TRECHO DO ARTIGO DO ESTADO DE S PAULO 3-12-2019
“…….o poder de mercado chinês é, antes de mais nada, a projeção internacional de força do partido totalitário no poder. E tem tido enorme sucesso em dobrar e perverter o capitalismo democrático. Este tem de aprender com os socialistas a ser inflexível na sanção das manifestações em contrário. Em vez disso, citando Bolivar Lamounier domingo nesta página, vemos Hollywood aceitando a censura para não ser expulso do mercado chinês, a NBA fazendo rapapés a assassinos para desculpar-se pela declaração de apoio de um único atleta às manifestações de Hong Kong, as 40 maiores empresas aéreas do mundo concordando em apagar de seus sites qualquer referência a Taiwan como país e, acrescento eu, democracias maduras revogando legislações anti-truste para entrar na corrida de monopólios (e no consequente desembesto da corrupção) imposta por Pequim. Já são quase 40 anos de recordes sucessivos de fusões e aquisições…
Sempre a China totalitária impondo limites à liberdade de expressão e retrocessos às democracias e não o contrário, como deveria ser, mediante a criação de impostos sistemáticos contra a violação de direitos humanos e de propriedade que ela perpetra impunemente sem parar para roubar empregos, no primeiro momento, e liberdades, no fim da linha, às classes médias meritocráticas ao redor do mundo”
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TRUMP, O MAIS CORAJOSO ESTÁ SOZINHO, PERCEBE O ENGODO OU NÃO ACEITOU PROPINA PARA PASSAR RECIBO
POUCOS NO MUNDO TEM CONDIÇÕES DE ELEVAR A VOZ CONTRA O GIGANTE CHINES, TODOPODEROSO QUE VAI SE ADONANDO DE TUDO NO MUNDO ENQUANTO OS TEORICOS DO LIVRE MERCADO SE DISTRAEM.
SERIA BOM ACORDAR , PENSAR E AGIR.
Ainda dará tempo?
Em função do exposto vou ousar modificar o nome da fabula O LOBO E O CORDEIRO:
“O LOBO CHINES E O CORDEIRO LIBERAL”
É por causa do protecionismo que produtos como Notebooks, celulares, videogames e etc, são caros ?
Brasileiros quase sempre foram proibidos ou extremamente restringidos de comprar bens importados da Europa, Japão e América do Norte.
Aí surge a economia chinesa e sua pauta diversificada, exportando vários bens baratinhos e que se enquadram na faixa de isenção tarifária, para as pessoas com menor poder aquisitivo. É o respiro do que ainda existe de comércio.
Só que então os mercantilistas voltam (porque na verdade eles sempre estiveram entre nós) e agora falam que não pode, usando de vários eufemismos para justificar a própria reserva de mercado.
Sempre é um padrão: o Custo Brasil é ruim, mas dá para aguentar (há quanto tempo se discute uma reforma tributária no Brasil?), justamente porque é isso que garante a estadia de grandes corporações. Aí quando vem um concorrente estrangeiro, aí sim, temos que reclamar do Custo Brasil e com base nisso vamos proibir os súditos de comprarem bens mais baratos dos estrangeiros.
Um protecionista acredita que, se alguém na China descobrisse a cura para o câncer, a única maneira de proteger os cidadãos de seu país contra a concorrência desleal e a inevitável pobreza que tal importação geraria seria impondo uma tarifa de pelo menos 50% sobre a importação deste remédio. “Temos de dar ao nosso povo a chance de concorrer”, diz ele.
Maior plot twist já visto.
Um protecionista defenderia subsidiar tal remédio e quebrar a patente do remédio.
Mas se mesmo com a quebra da patente o produto ainda fosse caro pra alguns, um protecionista/social democrata defenderia o subsídio do remédio.
Um libertário já acharia justo que algumas pessoas morressem se não tivessem dinheiro. "Eles que trabalhassem mais pra poder comprar remédios", diria.
Talvez até defendesse a quebra de patente, como fazem alguns austríacos. Mas não se importariam se muitos morressem por falta de dinheiro em comprar remédio, que pode ser caro para parte da população mesmo num cenário de quebra de patente
É o cúmulo libertário apelar pra uma alegada defesa aos pobres, quando na verdade defendem os ricos
Ler esse artigo torna ainda mais assustador o ataque de parte da ‘elite’ industrial e comercial do Brasil ao empreendedorismo salvador de Jack Ma e Forrest Li.
Eu tenho uma dúvida . Como a industria e o comércio brasileiro pode compentir com importadoras se os seus encargos com empregados são altissimos. Não teria que diminuir os encargos com empregados? Como fazer isso numa sociedade que nao aceita diminuir beneficios ? Não estou sendo ironico , tenho essa duvida mesmo
Prezados Senhores
Antes de mais nada parabéns ao brilhante articulista e ao Instituto Mises em geral pela produção de altíssima qualidade. Este site tem sido para mim um farol na escuridão. Entretanto, preciso esclarecer alguns pontos sobre o assunto protecionismo, não apenas no intuito de dirimir minhas dúvidas, mas também para ter argumentos em debates que sempre surgem.
As objeções que vejo com mais frequência (e que gostaria de ver refutadas), no tocante a esse relevante assunto, são:
1- Se o País importa uma mercadoria, ao invés de comprar de um produtor local, gera emprego no País de onde saiu a tal mercadoria, em detrimento do emprego no mercado interno.
2- Com relação ao imposto de importação elevado com o objetivo de equalizar com a elevada tributação interna, devemos então deixar a empresa nacional quebrar por um motivo não justo? É bem verdade que o ideal seria reduzir a tributação e não aumentá-la ainda mais através de maior imposto de importação, mas isso esbarra na necessidade de reduzir despesas, antes de reduzir tributação, o que é uma tarefa complicada como mostra nossa história recente. Então, repito a pergunta: enquanto não se faz o necessário ajuste fiscal, que irá permitir, finalmente, aliviar a pesada carga tributária que pagamos, devemos permitir que empresas (não necessariamente não competitivas) quebrem?
3- Por fim, mas não menos importante: OK abrimos totalmente nossos mercados e deixamos importar livremente qualquer coisa. Ora, sabemos que o Brasil só é competitivo em commodities, então é provável que iremos produzir déficits na balança comercial, como iremos financiar isto? Não esquecer que transações internacionais são feitas exclusivamente em dólar e nós não temos poder para emitir dólares e só podemos obtê-los ou através de superávits comerciais ou através da tomada de empréstimos internacionais ou através de IED´s (Investimentos Estrangeiros Diretos). Tomada de empréstimos não é algo ilimitado, chega um momento que o banqueiro internacional corta o crédito e, quanto aos IED´s acredito que se começarmos a produzir elevados déficits, o investidor internacional não coloca dinheiro aqui (com receio de desvalorização cambial, claro). E, quanto a esse último ponto, talvez seja possível produzir um ajuste na balança via desvalorização, mas isso encareceria brutalmente as importações, produzindo inflação. Enfim, trata-se de um ponto complexo, com inúmeras variáveis envolvidas, mas acho necessário esclarecê-lo. E, dentro do mesmo assunto, qual a posição liberal a respeito da supremacia do dólar nas transações internacionais? Não seria o próprio fato de o dólar ser a moeda do Mundo um indutor do mercantilismo, dada a necessidade de se ter reservas em dólar para as importações?
Att
Alexandre
gosto muito quando o governo fala da desoneração das exportaçoes! claro que não pode exportar imposto, senao, como vamos competir com o exterior!?!?! Eu aqui, trouxa q sou, sou extorquido em mais de 1/3 da minha renda e tá tudo bem, mas o gringo… ahhh o gringo, ele gera empregos e divisas para o país… é uma hipocrisia sem tamanho… desonera tudo entao meus amigos, quero, como brasileiro usufruir tambem!
Um perfeito exemplo do que acontece quando se aplica protencionismo foi a chamada lei de reserva de mercado de informática, que entrou em vigor no Brasil em 1984 e acabou revogada no início dos anos 90.
Proibiu-se a importação de computadores e componentes neste período. O objetivo declarado era “fazer a indústria nacional de microeletrônica se desenvolver, sem ser sufocada pela concorrência internacional”.
O que se seguiu foi um festival de horrores. Na melhor das hipóteses, os fabricantes nacionais faziam engenharia reversa em componentes estrangeiros, ou simples clonagem descarada. Para piorar, esse “trabalho” era feito em cima de computadores que já estavam obsoletos há vários anos em seus países de origem. E essas cópias de produto custavam muito mais caro aqui do que os originais custavam lá fora.
Resultado: equipamentos com tecnologia obsoleta vendidos a preços altíssimos, sem a mesma qualidade e motivando processos judiciais de empresas estrangeiras. Um dos casos foi parar na OMC, com os EUA retaliando produtos de exportação brasileiros, por conta dessas práticas.
Ou seja, um tiro no pé. E bastou o mercado ser reaberto na década de 90, para chegarem aqui PCs atualizados, vendidos por uma miríade de fornecedores, a preços competitivos e acessíveis a uma maior parcela da população. Quem tivesse algum conhecimento, ainda podia comprar componentes e montar seu próprio PC em casa, também a custo baixo.
Só uma explicação para o Alexandre:
“o consumidor que compra produtos só os compra se tiver renda, esta gerada por um emprego. Se você favorece importações em detrimento do produto local, está tirando empregos das mesmas pessoas que irão consumir”
O povo da Nova Zelândia compra carros da Honda e Toyota, TVs da Samsung e LG, Computadores da Apple e da HP. Ao fazer isso, ele está gerando empregos no Japão, Coréia e EUA. Com estes empregos, os japoneses, coreanos e norte-americanos poderão comprar muitas coisas, entre elas carneiros da Nova Zelândia. Se o resto do mundo não comprar carneiros, a Nova Zelândia fica pobre. Se o resto do mundo não comprar Samsung e LG, a Coréia do Sul fica pobre.
Você pode enxergar a economia como uma grande roda que gira movimentando riqueza, ou como uma porção de pequenas rodinhas, cada uma movimentando uma riqueza pequeninha sozinha. A teoria e a prática mostram que quem adota a primeira opção fica rico e quem adota a segunda fica pobre.
Parece que o autor acha que os ditos nacionalistas, acreditam que apenas o ato de proteger a produção nacional, gera automaticamente, o desenvolvimento.
Proteger, por si só, não garante nada!
Seguindo. Se não houver como meta o desenvolvimento produtivo via políticas de educação, apoio à indústria, intenso investimento em ciência & tecnologia – para citar alguns – o resultado não vem.
Dá uma impressão de que ele despreza o risco das crises cambiais.
Dxy indo a 100 .00
Dolar 4.70
Trump é um mega protecionista,mas que qualquer outro governo americano e seu segundo governo será um deastre
Donald Trump’s second term would be a protectionist nightmare
Sequels are never as good as the original. And when the original was terrible, there is even more reason to dread the next episode. So it is with “Tariff Man Part Two”. In the White House, Donald Trump put more new tariffs on American imports than any president in nearly a century. His philosophy was simple: “I am a Tariff Man. When people or countries come in to raid the great wealth of our Nation, I want them to pay for the privilege of doing so.”