Nota do editor: os dados do artigo abaixo, publicado originalmente em fevereiro de 2018, foram atualizados para maio de 2018
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A Venezuela já teve a quarta população país mais
rico do mundo. E então adotou o socialismo.
Consequentemente, hoje 87%
da população está na pobreza, sendo que 61% estão na pobreza extrema.
Sob uma onda de miséria e com uma crescente escassez
de alimentos, pais venezuelanos estão entregando suas crianças para que elas ao
menos tenham algo para comer.
Considere esta reportagem
do jornal The Washington Post:
Crise leva pais venezuelanos a deixar
filhos em orfanatos“Você quer ver os pequenos?” pergunta
a assistente social Magdelis Salazar, convidando-me a acompanhá-la a um
playground cheio de crianças.Estávamos no Fundana, o maior orfanato privado da
Venezuela, logo após o almoço. O pátio era praticamente uma pista de obstáculos:
repleot de crianças abandonadas. Um garotinho de 3 anos estava sentado num
triciclo. Ele é apelidado de “El Gordo”. Mas quando foi deixado no
orfanato, alguns meses atrás, era apenas pele e ossos.El Gordo passou rápido por uma garotinha de 3 anos
usando uma blusa florida cor-de-rosa. “Ela quase não fala”, disse uma
das funcionárias, fazendo cafuné nos cabelos cacheados da menina. Ou não fala
mais. Em setembro, sua mãe a deixou numa estação de metrô com uma sacola de
roupas e um bilhete suplicando para que alguém a alimentasse.A miséria e a fome crescem [clique
aqui, mas esteja alertado de que as imagens são fortes] sem parar na
Venezuela, onde a crise econômica deixou as prateleiras das lojas sem
alimentos, remédios, fraldas e fórmula infantil. Alguns pais estão se vendo sem
outra saída senão fazer o impensável.Estão entregando seus filhos.
“As pessoas não conseguem encontrar
comida”, disse Salazar. “Não têm como alimentar seus filhos. Estão
entregando seus filhos não porque não os amem, mas porque os amam.” […]Não há estatísticas oficiais sobre o número de
crianças abandonadas ou enviadas a orfanatos por seus pais por motivos
econômicos. Mas entrevistas com responsáveis pela Fundana e nove outras
organizações públicas e privadas que atendem crianças em situações de crise
sugerem que o número chegue às centenas ou mais em todo o país.No ano passado, a Fundana recebeu 144 pedidos de
acolhimento de crianças, sendo a grande maioria ligada às dificuldades
econômicas enfrentados pelos pais. Em 2016, haviam sido 24 casos.“Não sei o que mais fazer”, admitiu
Angélica Pérez, 33 anos e mãe de três filhos, quase chorando.Ela apareceu na sede da Fundana em uma tarde recente
com seu filho de 3 anos e duas filhas, de 5 e 14 anos. Pérez era costureira,
mas perdeu o emprego alguns meses atrás. Em dezembro, quando seu filho menor
adoeceu com um problema dermatológico grave e o hospital público não tinha
remédios, ela gastou suas últimas economias para comprar pomada numa farmácia.Seu plano era deixar as crianças no centro, onde
sabia que elas seriam alimentadas, e viajar para a vizinha Colômbia para
procurar trabalho, com a esperança de poder recuperar seus filhos mais tarde.
As crianças geralmente podem passar seis meses a um ano na Fundana, antes de
serem entregue a famílias acolhedoras ou para adoção.“Você não sabe o que é ver seus filhos
passarem fome”, disse Pérez. “Você não faz ideia. Eu me sinto
responsável, sinto que fracassei e não cuidei deles. Mas já tentei de tudo. Não
há trabalho. E eles não param de emagrecer.Diga-me! O
que eu devo fazer?”
A
dieta Maduro e a chacina de crianças
A atual economia da Venezuela se assemelha bastante à
da antiga União Soviética imediatamente antes de entrar em total colapso. Só
que, infelizmente, é pior: ao passo que o regime soviético já vinha dando
sinais de abertura e implantando, ainda que a contragosto, algumas reformas
econômicas, o venezuelano está indo para o caminho oposto, se fechando ainda
mais, estatizando muito mais e endurecendo completamente a repressão.
Hoje, a Venezuela se transformou em um sádico
laboratório que mostra em tempo real todas as inevitáveis consequências geradas
pela aplicação de políticas socialistas.
A dupla Hugo Chávez/Nicolás Maduro havia prometido
implantar todas aquelas promessas de sempre do socialismo: justiça, igualdade,
liberdade, e o fim da exploração. No entanto, analisando-se o que está
ocorrendo na Venezuela, o que se vê é a exata abolição de tudo aquilo que pode
ser chamado de ‘civilização’.
De acordo com a recente Pesquisa
sobre Condições de Vida (Encovi), realizada anualmente pelas principais
universidades da Venezuela e divulgada há dois dias (21/02/2018), os
venezuelanos perderam em média 11 quilos em 2017. Em 2016, essa média havia sido de 9 quilos.
Ou seja, a população venezuelana está se tornando
aceleradamente esquálida. Seis
em cada dez admitem irem dormir com fome por falta de comida.
E quase nove em cada dez venezuelanos (87%) estão
abaixo da linha da pobreza. Para se ter uma ideia da rapidez da deterioração,
essa cifra era de “apenas” 48%
em 2014. A pobreza praticamente dobrou em apenas três anos.
Com a fome se alastrando, a violência chega a níveis
impensáveis. Segundo
a Reuters, as estradas da Venezuela se transformaram em um território sem
lei semelhante ao cenário pós-apocalíptico do filme Mad Max:
todo e qualquer caminhão transportando algum tipo de alimento é bloqueado nas
estradas por troncos de árvores e “miguelitos”
(metais pontiagudos usados para furar os pneus), sendo em seguida atacado a
pedradas e coquetéis Molotov, com toda a sua carga sendo saqueada. Os caminhoneiros
passaram a apelidar as estradas de “guilhotinas“.
Outro recurso rotineiramente usado por venezuelanos
para aplacar a fome é matar vacas a pedradas. Este
vídeo publicado pelo
jornal britânico The Daily Mail mostra pessoas apedrejando uma
vaca aos gritos de “estamos com fome” e “estamos sofrendo”.
Não bastasse a fome, não há cuidados médicos. Como
água e eletricidade se tornaram escassas, os hospitais não mais conseguem
esterilizar os equipamentos e nem mesmo lavar as manchas de sangue das camas
cirúrgicas. A mortalidade infantil disparou, pois as crianças nascidas sob tais
condições insalubres e sem acesso a alimentos têm poucas chances de
sobrevivência. Segundo
dados divulgados pelo próprio governo, houve um aumento de 30% nos óbitos
de crianças e um salto de pelo menos 65% nos falecimentos de gestantes em
partos.
As
cenas de crianças esqueléticas e bebês se desmanchando em ossos, em
conjunto com famílias inteiras revirando latas de lixo nas ruas das cidades, completam
o cenário de horror.
Tudo isso gerou uma crise migratória. Estima-se que
mais de 500 mil venezuelanos tenham deixado o país apenas
nestes dois primeiros meses de 2018. Essa é uma estimativa conservadora. Oficialmente,
dois milhões de venezuelanos já deixaram o país. No entanto, uma
entidade venezuelana garante que 4 milhões de venezuelanos já o fizeram.
O governo da Colômbia garante
que já há mais de um milhão de venezuelanos vivendo no país. Cidades fronteiriças
da Colômbia e do Brasil se transformaram em “favelas” povoadas por venezuelanos
famintos e suas barracas. Venezuelanos que já foram ricos hoje vivem
como mendigos na Colômbia (mas mesmo assim não pensam em voltar ao país
natal).
O
dinheiro que não existe
Como tudo ocorreu?
Na raiz de tudo está a destruição da moeda. Com a
queda das receitas do petróleo, o governo venezuelano recorreu àquela solução
simples, fácil e totalmente equivocada para aumentar seus gastos e manter seus
programas assistencialistas: saiu literalmente imprimindo dinheiro.
Os gráficos abaixo mostram a evolução da quantidade
de cédulas de papel e de depósitos em conta-corrente na economia venezuelana
(agregado M1) de acordo com as estatísticas do próprio Banco Central
venezuelano. Dado que o aumento da oferta monetária é exponencial, é
necessário subdividir em dois gráficos.
Gráfico 1: evolução da quantidade de
cédulas de papel e de depósitos em conta-corrente na Venezuela, de janeiro de
2007 a dezembro de 2015
Gráfico 2: evolução da quantidade de
cédulas de papel e de depósitos em conta-corrente na Venezuela, de janeiro de
2016 a maio de 2018
No primeiro gráfico, a oferta monetária em dezembro
de 2015 é de quatro trilhões de bolívares. Já em maio de
2018, esse montante já está em quatrocentos trilhões de bolívares.
Isso significa que, em dois anos e meio, a
quantidade de dinheiro na economia foi multiplicada
por 100.
Como consequência, o valor do bolívar está desabando
feito uma pedra. O gráfico a seguir mostra a evolução da taxa de câmbio do
bolívar em relação ao dólar americano no mercado paralelo. (Última data
disponível: 18 de maio de 2018)
Gráfico 3: taxa de câmbio bolívar/dólar
no mercado paralelo
Para economias altamente estatizadas, a
desvalorização de uma moeda no mercado paralelo — que é o único verdadeiro
livre mercado operando nessas economias — é o mensurador que melhor estima o
real valor dessa moeda. O princípio da paridade do poder de compra (PPP),
o qual vincula alterações na taxa de câmbio a alterações nos preços, permite
estimativas mais confiáveis para a inflação de preços.
Assim, o gráfico a seguir mostra a evolução da
verdadeira inflação de preços que está ocorrendo na Venezuela (estimativa de 16 de maio de 2018):
Gráfico
4: a verdadeira inflação de preços na
Venezuela
Ou seja, a atual inflação de preços na Venezuela
ultrapassou o estonteante valor de 16.000% ao ano.
Em conjunto com esta hiperinflação da moeda, o
governo decretou controle de
preços e recorreu à estatização
de fábricas e de lojas. Como consequência, a escassez e o
desabastecimento se tornaram generalizados. Vai de papel
higiênico a comida,
passando por remédios,
eletricidade
e até mesmo água.
Sem uma moeda funcional e operando sob rígidos
controles estatais, toda a economia se desarranjou. Sendo
a moeda a metade de toda e qualquer transação econômica, se ela deixa de
funcionar, a economia retorna a um estado de escambo. Ninguém aceita abrir
mão de bens — principalmente alimentos e outros produtos essenciais — em
troca de uma moeda sem poder de compra nenhum.
Uma moeda fraca destrói o aspecto econômico mais
básico da economia de mercado, que é o sistema de preços. Consequentemente,
sem uma formação de preços minimamente racional, todo o cálculo econômico permitido
pelo sistema de preços — o cálculo de lucros e prejuízos, que é o que irá
estimular investimentos — se torna praticamente impossível.
Esta reportagem
do jornal The Miami Herald relata como
as pessoas do setor de serviços estão dispostas a receber alimentos em troca de
serviços. Antes de aceitarem um serviço, é normal perguntarem ao cliente o que há
na despensa deles. Farinha, macarrão, arroz, óleo vegetal, açúcar, maionese,
refrigerantes e itens de cuidado pessoal também são “moedas fortes”.
Empregadas domésticas, motoristas de táxi e de
ônibus, carpinteiros, sapateiros, enfermeiras, empregados de lava-jatos,
comerciantes e até mesmo profissionais estão cada vez mais dispostos a
participar do arranjo “trabalho por comida” para não morrer de fome.
A mão-de-obra mais qualificada que ainda ficou na
Venezuela é hoje remunerada
com ovos (uma caixa de 36 ovos vale US$ 2 no mercado paralelo).
Conclusão
A situação da Venezuela é apenas mais um exemplo
prático — em meio a uma longa lista — que comprova que, tão logo a economia
de um país é colocada sob total controle do estado, por meio do socialismo, há
um inevitável retrocesso civilizacional.
O que começou como uma crise econômica se
transformou em um pesadelo humanitário sem qualquer perspectiva de fim.
Não deixa de ser fascinante constatar que, mesmo com
a história nos fornecendo inúmeros exemplos, os governos parecem nunca
aprender. Eles continuam acreditando que podem, de alguma maneira,
sobrepujar as leis econômicas por decreto. Ainda mais apavorante é imaginar (e
temer) quantos outros desastres econômicos terão de ocorrer até que se torne
claro que o socialismo — de todos os tipos, tamanhos e graus de intensidade —
é impraticável, intolerável e indesculpável.




Os artigos sobre a Venezuela sempre figuram entre os meus favoritos. O país ilustra em tempo real toda a teoria virando prática.
Podem me chamar de sádico mas acho ótimo que isso esteja acontecendo. Apenas teorias não bastam para convencer as pessoas. Elas só se convencem pela prática. Elas tem que ver a coisa realmente acontecendo. E tá acontecendo aqui do lado.
E isso é ótimo: o fenômeno venezuelano é exatamente o que pode desanimar os mais ingênuos de votar no PT e no PSOL. Por mais incrível que pareça, a venezuela pode ter nos salvado de virar socialistas.
Eis o meu treat. Traduzi a reportagem citada do Miami Herald.
Venezuelanos famintos recorrem ao “trabalho em troca de comida”
MARACAIBO, VENEZUELA — Leonard Altamar, um encanador de 41 anos, carrega sua caixa de ferramentas — e um pacote com um quilograma de macarrão — ao entrar em um restaurante em Maracaibo.
Este pai de dois filhos não vai utilizar a comida empacotada para consertar o vazamento em um dos banheiros encharcados do estabelecimento, mas ele não deixaria o pacote de macarrão em sua bicicleta por nada neste mundo. Trata-se de um tesouro que ele acabou de ganhar.
“Acabei de consertar uma lava-louças e fui pago com esse spaghetti. Recebi também um pouco de carne e 200 mil bolívares (aproximadamente US$ 1,20). Comecei a aceitar esse tipo de pagamento em setembro. Assim, pelo menos minha família pode comer”, disse Altamar. […]
A fome é algo rotineiro na casa de Altamar. Em outubro, ele perdeu 8 quilos em apenas algumas semanas. Seus filhos já se acostumaram a ir dormir passando fome, admitiu ele.
Altamar faz parte de uma crescente massa de trabalhadores venezuelanos disposta a receber alimentos em troca de serviços. Seu pai e seus dois irmãos, que são eletricistas e carpinteiros, também trabalham em troca de comida.
“Tenho de me ajustar à situação. Pergunto aos meus clientes ‘O que você tem na sua despensa?’ quando estamos discutindo o preço dos serviços. Nos dias atuais, essa é a única solução”, diz ele.
Farinha, arroz, óleo vegetal, açúcar, maionese, refrigerantes e itens de cuidado pessoal são fortes moedas de troca para ele.
Empregadas domésticas, motoristas de táxi e de ônibus, carpinteiros, sapateiros, enfermeiras, empregados de lava-jatos, comerciantes e até mesmo profissionais estão dispostos a participar deste arranjo “trabalho por comida” para não morrer de fome.
Na última sexta-feira, Leonard recebeu de um cliente, em troca de seus serviços, aproximadamente dois quilos de farinho de milho, dois quilos de arroz e um litro de óleo vegetal.
O telefone toca e a entrevista é interrompida. Um cliente lhe pede para consertar sua lavadora que está vazando. O encanador marca o serviço para o dia seguinte. Seu preço?
“Você tem alguma manteiga? Isso vai servir”, diz ele ao cliente.
[…]
Fernando Aristiguieta, 34 anos e dono de uma empresa de contabilidade, tem dois tipos de clientes: os que pagam com dinheiro e os que pagam com comida.
Ele começou a aceitar pagamento em comida — quilos de carne, frango, manteiga, desodorantes ou outros produtos difíceis de conseguir — quando a crise passou a demolir o orçamento de sua família em 2017.
“Ao menos assim eu não tenho de passar longas horas na fila de um supermercado e tendo de pagar preços excessivos”, diz ele.
Até mesmo seu cabeleireiro aceita comida em troca de cortes de cabelo. Recentemente, diz ele, o estilista saiu no braço com um cliente que queria pagar por dois cortes de cabelo com apenas um quilo de farinha. O cabeleireiro queria dois quilos.
Os clientes acertam suas contas com Aristiguieta permitindo que ele pegue produtos de suas lojas.
“Nunca pensei que teria de fazer isso em minha carreira profissional. É uma necessidade e não um desejo. Temos de nos adaptar à crise”, diz ele.
Já falei antes aqui mesmo e vou repetir: daqui a 15 anos, se muito, os esquerdistas vão inverter a narrativa e dizer que tudo isso foi causado pelo capitalismo.
Os idiotas úteis e os canalhas de plantão acreditam nesta experiência macabra. Os idiotas por desinformação e os canalhas por puro parasitismo rentista. Enfim, Deus salve o Brasil desta desgraça apocalíptica.
Pegue aqueles venezuelanos todos que estão emporcalhando as ruas de Roraima e pergunte em quem eles votaram. Certeza absoluta de que foi em Chávez e Maduro. Até acredito que estejam genuinamente arrependidos, mas também tenho certeza de que se ganharem um título de eleitor brasileiro vão votar no PT.
Seus reaças, vão pra pqp! O socialismo funciona sim, o problema são esses frouxos que não aguentam passar fome…
Observação: 90% da população VIVEM e não vive na pobreza.
Ótimo texto.
Eu estive na Venezuela em 2004 e hoje lendo esse. Artigo me veio lágrimas nos olhos de saber que existe tanto sofrimento.
Confesso que ainda tenho medo de algo parecido se desenrolar por aqui.
É o que eu digo: Votem na extrema direita mais radical, para ter um político de direita.
Os políticos sempre vão para a esquerda.
O povo votou no PT achando que era centro-esquerda, mas o PT é extrema esquerda.
O próprio Hugo Chavez dizia que não concordava com Cuba, que defendia a propriedade privada, etc. Tudo conversa fiada.
A recomendação é votar nos anarco-capitalistas para ter um político de direita.
Essa fuga para a esquerda é populista. Por isso sempre é usada.
Quando abri o link das imagens fortes deu um travo na garganta…
Dá vontade de pegar um petista ou psolista pelo pescoço e esfregar na cara dele a foto do garotinho no caixão, principalmente aquela punguista de aposentados chamada Gleisi Hoffman e o mimadinho do Guilherme Boulos…
Mas não sou otimista, este país tem muito pasto pra jumento se criar…veja o número de pessoas que ainda querem votar no larápio barbudo, e nem estou falando de acreditar em pesquisa…15 minutos na rua conversando você acha mais de um.
É como eu comentei outro dia: se este país eleger um esquerdista depois de tudo isso, eu jogo a toalha e pego o caminho do aeroporto. E o pior é que eu acho que seria bom reservar a passagem…
“Venezuelanos que já foram ricos hoje vivem como mendigos na Colômbia (mas mesmo assim não pensam em voltar ao país natal).”
Ótimo. É assim que se reduz as desigualdades sociais. No Brasil faremos o mesmo a partir de 2019. Aguardem.
Para nunca se esquecer:
É o ‘Socialismo do Séc. XXI’, despido das vestimentas que os intelectuais bem-pensantes adoram adornar este tipo de regimes.
A demanda agregada foi estimulada!
FHC já disse recentemente, em entrevista a Jovem Pan, que Venezuela não é de esquerda. Daqui a alguns anos, dirão que é de direita. E assim ficará conhecida na história. Então, liberais, parem de faniquito. Vocês sempre vão perder porque são cheios de “não me toque”.
A solução para a America Latina depende da nomeação do General Paulo Kogos como interventor.
"O socialismo é a filosofia da falha, o credo da ignorância e o evangelho da inveja, sua virtude inerente é a divisão igualitária da miséria." Winston Churchill.
Olá amigos !
Gostaria de lembrar-lhes algumas frases de minha autoria:
” Um povo ignorante é um instrumento cego da sua própria destruição ”
” Maldito seja o soldado que volta suas armas contra o seu próprio povo ”
” É mais difícil manter o equilíbrio da liberdade do que suportar o peso de uma tirania ”
” Mais do que pela força, nos dominam pelo embuste ”
” Quando a tirania se faz lei, a rebelião é um direito ”
” Minha pátria tem sido o meu único amor, e minha única ambição a sua liberdade ”
OFF:
Gostaria de ler os comentários de vcs a respeito dessa conversa mole de que o verdadeiro déficit da previdência vem dos bancos, das empresas privadas, que devem ‘zilhões’, etc… Abraços.
Boa tarde!
Leandro, sane minhas dúvidas:
Como funciona uma moeda lastreada em um cesto de moedas?
Se a moeda se desvaloriza, como retirar dinheiro de circulação para valorizá-la?
Grato
Boa noite, sou novo aqui e tenho duas dúvidas, se puderem me ajudar muito obrigado.
Em um ambiente de extrema liberdade(mais capitalista) o que impediria quem defende idéias comunistas de estabelecer seus próprios meios de produção? Creio então que todos seriam livres, quem se sente explorado que monte sua empresa com seus camaradas e que dividam igualitariamente os frutos,por qual motivo reclamam tanto do capitalismo? (desculpe se parece óbvio)
Por fim, no escritório de contabilidade onde trabalho, falei que seria maravilhoso se todas as empresas pudessem migrar do simples nacional ou do lucro real etc para a MEI, desse modo seriam menos espoliadas na forma de impostos, porém o contador rebateu afirmando que isso seria ruim, pois MEI não emite nota de saída, o que reduziria o repasse da união para o município. Ele está certo no caso da MEI?
Obrigado pela compreensão. Boa semana a todos.
Não consigo olhar para a imagem do bebê no caixão sem pensar no meu filho pequeno. É de dar um nó na garganta, lacrimejar os olhos…
Concordo que aqueles que — mesmo sendo avisados — escolheram este sistema devam mais é que arcas com as consequências. Mas o que fazer com as crianças? Seria moral dexá-las pagar pelos erros de seus pais, estilo campos de concentração norte coreanos? Mas como ajudá-las sem perpetuar este sistema nefasto? Como ajudar os venezuelanos sem arriscar que estes contaminem o Brasil com ainda mais estatismo?
Escolha difícil…
“Não deixa de ser fascinante constatar que, mesmo com a história nos fornecendo inúmeros exemplos, os governos parecem nunca aprender. Eles continuam acreditando que…”
NÃO! Fascinante é constatar como liberais e conservadores bem instruídos ainda acreditam que esses psicopatas realmente acreditam no que pregam.
PS: Lembrando que nem todo esquerdista é esquerdopata, entendam que todo esquerdopata é sociopata.
* * *
Só faltou falar do extremamente revoltante zoológico venezuelano com animais subnutridos.
O socialismo é como aquelas histórias de pacto com o Diabo (p/ex. Fausto e Mefistofeles), em que uma pessoa vende sua vida/dignidade em troca de algo que deseja obsessivamente.
A diferença é que Mefistofeles pelo menos cumpria a sua parte do pacto, enquanto o socialismo compra a vida/dignidade das pessoas, mas para a maioria não entrega o que prometeu…
* * *
www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/05/para-ciro-gomes-oposicao-venezuelana-e-fascista-e-neonazista.shtml
Esse é o candidato que a esquerda brasileira defende com unhas e dentes. Um coroné nordestino que a família está no poder do Ceará desde 18xx e que diz que a culpa da situação na Venezuela é da “oposição neonazista”.
Venezuela hoje: cenário de Mad Max.
twitter.com/glovesnews/status/1555697110971981827
Se o moleque de recados do PCC vencer (não vai acontecer), ele já deixou claro que fará o mesmo aqui.
Tá em nossas mãos. Em outubro, é Bozo ou Barbárie.
Atualizando: já são 95%.
94,5% dos venezuelanos vivem na pobreza
E olha que a fonte é um veículo de esquerda, hein?
É este o regime que o PT e o Moleque de Recados do PCC querem implantar aqui. Cabe a v0cê impedir que sua família passe por isso.
Em outubro, a escolha é sua: é Jair ou Já Éramos Todos.
O pior é saber que o povo brasileiro vai pelo mesmo caminho, basta digitar 13 nas eleições de 2022…