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Progressistas querem derrubar estátuas de intolerantes violentos? Comecem com as de Che Guevara

Rosário é a segunda cidade mais antiga da Argentina.
Localizada às margens do rio Paraná, a cidade é o lar de pessoas trabalhadoras,
possui um porto bastante movimentado, tem o nacionalmente famoso memorial à
bandeira, e possui dois times de futebol cuja rivalidade é uma das mais
ferrenhas do país: o Rosario Central e o Newell’s Old Boys.

A cidade também é a terra natal de Ernesto “Che”
Guevara.

Ao longo dos últimos 15 anos, coincidindo com a ascensão
do populismo de esquerda na Argentina e no resto da América do Sul, várias homenagens à figura de Che foram feitas. Todas com
dinheiro de impostos. A mais proeminente é uma estátua de 4 metros de altura localizada
em uma praça pública de Rosário
.

A Fundación
Bases
[instituto liberal clássico ao
qual pertence o autor
] possui sua sede em Rosário. Em conjunto com a Naumann Foundation, decidimos lançar uma campanha
para abolir todas as homenagem a Che Guevara financiadas e mantidas com
dinheiro de impostos. A começar pela estátua em Rosário.

É claro que já sabíamos que isso iria gerar uma
grande controvérsia, mas, honestamente, não esperávamos o nível da reação que
ocorreu.

Sobre
o homem

Mas quem foi Che Guevara?

Ernesto Guevara de la Serna,
mundialmente conhecido como Che, veio de uma família aristocrática. Estudou
medicina e, quando estava prestes a se formar, decidiu abandonar tudo e fazer
uma viagem de moto pela América Latina.

Durante sua jornada, ele testemunhou uma realidade cruel
e hostil em alguns dos lugares que visitou, vendo até mesmo exploração. Essa
parte de sua vida virou filme hollywoodiano — Diários
de Motocicleta
–, estrelando a sensação latina Gael García Bernal.

Até então, no entanto, ele ainda não era um ideólogo
comunista. Como explicou
o sociólogo e historiador Juan José Sebreli,
ele era apenas um jovem aventureiro à procura de uma causa, qualquer que fosse
ela. Com efeito, ele até estava pensando em ir para a Europa atrás de novas
aventuras quando conheceu os irmãos Castro no México, em 1955. Ele conheceu os irmãos
Castro por meio de um exilado cubano que conhecera na Guatemala um ano antes, chamado
Nico Lopez.

A partir de então, Che se uniu aos irmãos Castro e
se tornou um revolucionário pela “libertação” de Cuba.

Foi sob o comando de Fidel Castro que Che alcançou sua
única vitória militar. Todas as suas outras aventuras revolucionárias foram
desastrosas, principalmente a derradeira, na Bolívia, onde morreu em 1967
(confira todas aqui).
No entanto, antes, durante e após a Revolução Cubana, ele rapidamente se tornou
conhecido por sua violência e impiedade.  

Segundo o jornalista cubano Luis Ortega, que
conheceu Che ainda em 1954 e que escreveu o livro “Yo
Soy El Che!
“, o número de pessoas que Guevara pessoalmente mandou
fuzilar foi de 1.892. Isso ocorreu tanto durante o conflito quando depois que
os revolucionários já estavam no poder.

No total, o regime castrista em Cuba assassinou
diretamente 10.723 pessoas. Outras 78.000 morreram tentando fugir da ilha. Mais
14 mil morreram durante as intervenções militares cubanas em países estrangeiros
(como os da África), e mais 5.300 morreram na rebelião de Escambray
(majoritariamente operários, campesinos e crianças, que formaram uma frente
anti-Castro). E gerou 1,5 milhão de exilados.

Che não apenas se regozijava ao descrever
em detalhes como ele estourava os miolos de algum “reacionário” capturado pelo
regime, como também reconheceu perante a Assembléia Geral das Nações Unidas que
fuzilamos, sim, e
continuaremos fuzilando enquanto for necessário
“.

Che também foi o responsável pela criação do
primeiro campo de concentração da América Latina — no qual homossexuais e cristãos
eram torturados e re-educados.  Guevara, pessoalmente — e com grande
regozijo — executou vários homossexuais, os quais ele assumidamente
detestava.  Toda uma rede
de campos de trabalho forçado ao longo de Cuba foi criada para torturar gays e
efeminados
 com o intuito de fazê-los renunciar às suas
“perversões malévolas”, as quais eram vista como o produto do
capitalismo moralmente corrosivo.

Em 1965, Fidel e Che criaram as Unidades
Militares de Ajuda à Produção
, que nada mais eram que acampamentos de
trabalho agrícola em regime militar, com cercas de 4 metros de arame farpado,
onde os homossexuais e outros “marginais” realizavam trabalho forçado
nos canaviais, com jornadas de até 16 horas, em condições desumanas muito
semelhantes aos campos de concentração nazistas. Inúmeros artistas e escritores
homossexuais foram perseguidos: Virgílio Piñera, Lezama Lima, Gallagas, Anton
Arrulat, Ana Maria Simo e Alien Ginsber foram os mais notórios.

Che sempre dizia que o ódio era a mais poderosa
força propulsora de qualquer movimento. Ele era um grande admirador de Josef Stalin.

Como servidor público, ele foi presidente do Banco
Central de Cuba e Ministro da Indústria. Em ambos
os cargos
, fracassou miseravelmente. Como presidente do Banco Central, ele
basicamente destruiu o peso cubano — que, durante as décadas anteriores, valia
o mesmo que o dólar americano. Como planejador industrial, sua administração foi
tão caótica que até mesmo compraram, sem saber, máquinas removedoras de neve
para um país caribenho.

O regime que Che ajudou a estabelecer em Cuba foi e
continua um dos mais autoritários e violentos do mundo. A polícia cubana,
supervisionada pelo KGB, capturou e enjaulou mais prisioneiros políticos em
proporção à população do que Stalin e executou mais pessoas (em uma população
de apenas 6,4 milhões) em seus primeiros 3 anos no poder do que Hitler (que
comandava uma população de 70 milhões) em seus primeiros 6 anos.

Esse mesmo regime confiscou a poupança e a
propriedade de 6,4 milhões de cidadãos e tornou refugiada 20% da população de
uma nação até então inundada de imigrantes e cujos cidadãos haviam atingido um
padrão de vida maior do que o padrão daqueles que residiam em metade da Europa.

A
remoção de todas as homenagens a Che

Com tudo isso em mente, a Fundación Bases lançou a campanha
para “Remover todos os tributos a Che Guevara”. Estamos pedindo às prefeituras
das cidades argentinas que eliminem todas as homenagens estatais a Che que
explodiram nos últimos quinze anos.

Sabemos que será difícil alcançar isso porque os
mesmos políticos que criaram essa indústria pró-Che ainda estão no poder. Mas também
sabemos que estamos começando um diálogo e um debate extremamente necessário.

Queremos que aqueles jovens e “adultos descolados”
que usam uma camisa com a foto de Che Guevara saibam que ele não é um ícone da
moda, mas sim uma fria e impiedosa máquina de matar. Vestir uma camisa com a
imagem de Che Guevara é o mesmo que usar uma com a imagem de Stalin, Mao, Pol-Pot
ou Hitler.

Ademais, queremos explicar às pessoas em nossa
cidade que esse culto a Che representa uma completa falsificação da história. As
autoridades locais que o elevaram ao status de um santo pagão não apenas se
recusam a mencionar todos os seus crimes extensivamente
documentados e comprovados
, como ainda ignoram o fato de que ele nada fez
pela Argentina. Com efeito, ele só viveu em Rosário até completar um ano de
idade.

A Fundación Bases defende o liberalismo clássico. E o
liberalismo clássico é exatamente o oposto de Che. Acreditamos na cooperação entre
indivíduos e nações, no livre comércio e na paz. Como nosso diretor-executivo
Franco López disse em uma entrevista
à mídia colombiana
, “defendemos os direitos humanos para todos,
independentemente de sua ideologia política”.

Muitos
amigos e vários inimigos

Imediatamente após ser lançada, a campanha chamou
grande atenção da mídia local. E, em julho, a revista The Economist dedicou uma matéria
inteira a ela
.

Após o artigo, a atenção dada pela mídia disparou. Dali
em diante, basicamente todos os jornais, canais de TV e programas de rádio da
Argentina passaram a repercutir nossa campanha. Por exemplo, no jornal La
Nación — o mais tradicional e mais lido da Argentina — nosso
artigo
foi o mais acessado do dia.

E não
é só. Também chamamos a atenção da mídia internacional, como “La Razón”(Espanha), “El Mercurio” (Chile), “El Comercio” (Peru), “Radio Marti” (Miami),
apenas para citar os principais.

Definitivamente, o ponto alto da campanha tem sido a inestimável ajuda
que recebemos de pessoas e instituições pró-liberdade. Pessoas como Bob Murphy,
Gustavo Lazzari, Javier Milei, Steve
Horwitz
Roberto
Cachanosky
, Marcelo Duclos. E também de institutos como Libertad y
Progreso, Atlas NetworkAustrian
Economics Center
, Independent Institute, Relial, Mises Hispano,
Instituto Juan de Mariana e outros.

Em geral, a reação do público à nossa campanha tem sido espetacular. Nossas
postagens nas mídias sociais têm sido enormemente “retuitadas” e
compartilhadas. Aproximadamente 65% dos comentários nas mídias sociais têm sido
favoráveis à ideia. Ainda mais importante, nossa petição
online
já recebeu mais de 14 mil assinaturas.

Obviamente, é impossível escapar das reações histéricas da esquerda. Fomos
chamados de todos os nomes que você puder imaginar, de “neoliberais” a “neonazistas”.

Já recebemos várias ameaças de morte e vários desejos extremamente
doentios. Por exemplo, um cidadão no Facebook diz estar clamando pela chegada
de uma ditadura comunista que nos fará desaparecer por completo.

Eis um fiel seguidor de Che Guevara.

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Leia também:

O verdadeiro Che Guevara

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55 comentários em “Progressistas querem derrubar estátuas de intolerantes violentos? Comecem com as de Che Guevara”

  1. Aqui no Brasil nós temos os nossos “heróis” fajutos também:

    Dom Pedro I, Deodoro da Fonseca, Tiradentes, Getúlio Vargas, 9 dedos, etc…

    Sei que me esqueci de muitos…

  2. Que mal fez Robert E. Lee, falando nisso?

    Mas a guerra civil foi por causa da escravidão…

    Acabar com a escravidão no Sul só veio como medida punitiva em Setembro de 1862 depois da Batalha de Antietam. A guerra (que não era para libertar escravos) começou em Abril de 1861. Basicamente, se a guerra tivesse acabado antes da Batalha de Antietam, não teria havido libertação dos escravos porque nunca foi o motivo pelo qual houve a guerra civil.

    O direito que estava verdadeiramente em jogo não era o direito dos 2% dos sulistas que tinham escravos, mas sim o direito de secessão dos estados; o direito que a Constituição Americana jamais negou, que Jefferson entendia que existia e o mesmíssimo direito pelo qual os americanos lutaram em 1776. E advinha: a guerra civil não só impediu o direito de secessão como introduziu o “””provisório””” imposto de renda que está aí até hoje e abriu o caminho para a expansão do governo americano ao gigante internacional que ele é hoje.

    E Robert E. Lee com isso?

    Ele recebeu a oferta de liderar as forças da União e se negou porque o estado dele, a Virgínia (o mesmíssimo estado onde ficava a estátua de Charlottesville), queria a secessão e a fidelidade dele era com a Virgínia muito mais do que o abstrato “Estados Unidos da América”.

    E hoje o estado da Virgínia quer destruir a estátua de quem lutou por ele em prol do governo federal. Ou seja, a identidade regional está morta e o antes próximo governo da Virgínia agora está escondido em Washington, onde a população local tem menos influência.

    E Abraham Lincoln ganhou um memorial por tudo isso. Prova de os vencedores escrevem a história. 40 mil negros morreram na Guerra Civil.

  3. A esquerda transforma os fatos em versões e com isso altera os registros históricos transformando-os em propaganda mentirosa e desinformação, para o delírio dos idiotas úteis e da grande mídia.

    Assassinos tiranos como Che, Fidel, Mandela, Lenin, Stalin, Mao Tse, Kim, entre outros, passam a ser tidos como santos “defensores da liberdade” contra os “opressores capitalistas fascistas nazistas” tais como Pinochet, Mussolini, Hitler e agora Trump.

    Comunismo = Fascismo = Nazismo = Socialismo = Governos totalitários.

  4. Data venia, eu discordo da eliminação das estátuas.

    Elas são uma parte da história do país e um lembrete de quais ideias já o dominaram. As estátuas de Lenin na Europa Oriental enchem o povo de repulsa pelo comunismo e pelo imperialismo soviético, por exemplo. O olhar delas enchem de vergonha todo polonês, ucraniano e afins quem ao ir votar, decide conceder poderes a comunistas ou a estrangeiros quem por tantas décadas já dominaram seu país.

    Se a Fundación Bases suceder em destruir se quer uma estátua do Guevara na Argentina, prevejo duas reações:

    a) Os crentes da igreja do Guevara não se converterão com um ataque direto. Na verdade, verão que sua hegemonia está sendo questionada, entrarão em um estado de bater ou correr e é aí mesmo que a fé deles no Himmler latino ficará mais forte.

    E o coração do culto é a mesma cidade onde fica a Fundación Bases. Se eles quiserem vingança, o alvo está bem na vizinhança. Imagine a Fundación Bases organizar uma palestra para educar pessoas sobre liberalismo e acabar cercada pelos crentes da Igreja do Guevara – que sendo a Argentina uma Argentina, são muitos. Não vejo como a Fundación terminará bem se ela lograr derrubar uma estátua.

    b) Um debate sobre o legado de Che Guevara (o melhor resultado possível) ocorrerá. Os crentes não se converterão (se sua fé fosse racional, eles fariam uma simples pesquisa no Google sobre o herói deles e já seria o suficiente para reconversão); mas e o Argentino médio, ele tem salvação? Será que ele virá para o lado do bom senso se houver um debate justo sobre Che Guevara?

    A Argentina é, perdão a terminologia, uma latrina intelectual. Os acadêmicos unanimemente ficariam ao lado do Guevara assim como no Brasil. Já a patética desculpa de uma oposição que são peronistas (os comunistas metidos a nacionalistas) já não odeiam o Guevara há décadas. Não vejo como haverá um debate justo com espaço garantido aos liberais para expressar seus argumentos. Perdão o deslize escorregadio, talvez seja só minha miopia, mas não consigo ver como o debate sobre o legado do Che não seria somente os poucos argentinos quem não são comunistas VS o resto da sociedade; ou seja, o status quo.

    Mas e a galera que compartilhou e curtiu o evento da Fundación Bases no Facebook?

    Não entendo de Facebook, mas as pessoas quem seguem uma determinada página não serão aquelas que lerão seu conteúdo primeiro? Ou seja, as pessoas que já seguem um instituto liberal não serão aquelas que comentarão, curtirão e compartilharão primeiro uma postagem do dito instituto liberal? E seus amigos e pessoas íntimas quem receberão o conteúdo compartilhado também não serão pessoas de viés liberal? Será mesmo esse grupo que aprovou o plano da Fundación Bases um grupo de amostra de fato representante da população argentina?

    Se fizéssemos uma votação de comunismo vs status quo na página do Vermelho.org, não acabaríamos concluindo também que a população brasileira é 92% a favor de derrubar igrejas e tomar os meios de produção amanhã de manhã?

  5. Felipe Nascimento

    Sou social democrata, reconheço todos os avanços da capitalismo e desprezo a figura e a história de Che Guevara. E acho deplorável sua glorificação póstuma em camisas descoladas (todas elas vestidas apenas por bacanas) e pôsteres.

    Até mesmo a tolinha da Gisele já desfilou com biquini com estampa de Che. Imagine alguém fazendo o mesmo com estampa de Hitler?

  6. Digitem no Google "escola" e "Che Guevara" e vocês descobrirão que há várias escolas no Brasil com o nome desse psicopata. Só na primeira página aparecem estas:

    Escola – CIEP Doutor Ernesto Che Guevara – Rio de Janeiro – RJ

    Escola Municipal Ernesto Che Guevara – Mesquita – RJ

    Colegio Estadual Agricola Brigadas Che Guevara – Tocantins

    ESCOLA CHE GUEVARA | Campo Grande, Rio de Janeiro, RJ

    Parei ali e não quis ir adiante.

  7. Ótima a iniciativa. Está na hora de contra-atacar. Aqui, a esquerda manda e desmanda em tudo. Mudam nome de escola, viaduto, ponte e estrada quando não gostam. Hora de fazer o mesmo com os ícones homicidas dela. Quem dera houvesse mais pessoas dispostas a lutar esta batalha, que certamente será longa e dolorosa.

  8. Quem já viveu sob o comunismo ou já era vivo quando Stalin, Mao, Castro, Pol-Pot e todos os outros "grandes líderes" estavam no poder não quer nem ouvir falar desta choldra. Na Polônia, na Geórgia, na Hungria, na Letônia, na Lituânia, na Moldávia e na Ucrânia já é proibido exibir o símbolo da foice e do martelo.

    Vá à Polônia, República Tcheca, Bulgária, Ucrânia, Romênia, Lituânia, Estônia, China, Vietnã, Moçambique ou qualquer outro país que fez parte do mundo vermelho e pergunte ao cidadão médio de meia-idade o que ele achava do socialismo.

    O problema é que é impossível passar adiante essa experiência para os mais jovens e esperar que eles ajam de acordo. Eles sempre parecem muito dispostos a tentar, "só mais uma vez", o socialismo para ver se "agora dá certo".

    O mais recente caso é a Venezuela.

  9. Sou contra derrubar qualquer estátua. Deveriam, sim, colocar uma placa em frente a esta do “Che” com a lista das atrocidades do “Porco Assassino”.

  10. Uma vez que as estátuas já estão lá, acredito que lá devem ficar; senão estaremos indo pelo mesmo caminhos dos muçulmanos que explodem templos de outras religiões por idolatria.

    O que deve ser feito, acho eu (e posso estar errando nisso), é ter alguma forma de mostrar quem está representado e o que ele fez. Bem ou mal estas pessoas fizeram a roda da história girar. Para o lado errado, é claro.

    O complicado vai ser algum professor falar aos seus alunos “estão vendo esta estáua? ela representa o ódio e o preconceito. Este homem matou centenas de pessoas e mantemos a peça ali para lembrar de não cometer o mesmo erro”

  11. Como sou um iconoclasta assumido, apoio com entusiasmo a destruição dos altares aos deuses populistas. Che seguiu a trilha de Moloque, haurindo o sangue de suas vítimas e se deleitando com o sofrimento alheio.

  12. Privatize the Public Monuments

    Ryan McMaken

    “When I was a student at the University of Colorado, I regularly walked by the Dalton Trumbo memorial fountain which was named after the communist Stalin-sympathizing novelist and screenwriter.

    Once upon a time, the fountain had been simply known as “the fountain,” but around 25 years ago, it was unnecessarily renamed after a controversial person.

    The reason for the renaming was the same as with any memorial or monument designed to honor a person or idea — to create an emotional connection and familiarity with the person or idea connected to the place; to communicate a certain view of history.

    The renaming of the fountain followed an earlier renaming controversy. One of the University’s dorms, Nichols Hall, was named after a participant in the infamous Sand Creek Massacre. Even in its own time, the massacre had been denounced, earning condemnation from Indian fighters like Kit Carson. Not surprisingly, the dorm that bore Nichols’s name was eventually renamed “Cheyenne Arapahoe” in honor of the Indian tribes whose members Nichols had helped attack.

    As with the Trumbo fountain, the dorm’s name was changed in order to send subtle messages — messages about what is valued, what is good, and what is bad.

    There’s nothing inherently wrong with this, of course. The problem only arises when we begin to use taxpayer funded facilities and institutions to carry out these attempts at education.

    Thus, in a sense, when approaching the problem of government monuments and memorials, we encounter the same problem we have with public schools. Whose values are going to be pushed, preserved, and exalted? And, who’s going to be forced to pay for it?

    Ideology Changes Over Time

    This problem is further complicated by the fact that these views change over time.

    Over time, the “good guys” can change as majority views shift, as new groups take over the machinery of government institutions, and as ideologies change.

    In 1961, when Nichols Hall was named, few people apparently cared much about the Sand Creek Massacre. 25 years later, however, views had changed considerably among both students and administrators.

    For a very obvious illustration of how these changes takes place, we need look no further than the schools.

    In the early days of public schooling — an institution founded by Christian nationalists to push their message — students were forced to read the King James Bible. Catholics were forced to pay taxes so schools could instruct students on how awful and dangerous Catholicism was. Immigrant families from Southern and Eastern Europe were forced to pay for schools that instructed their children on the inferiority of their non-Anglo ethnic groups.

    A century later, things have changed considerably. Today, Anglo-Saxons are taught to hate themselves, and while Catholics are still despised (but for different reasons), they now are joined in their pariah status by most other Christian groups as well. Italians and Eastern Europeans who were once treated in public schools as subhuman are now reviled as members of the white oppressor class.

    Similar changes have taken place in art and in public monuments and memorials.

    Public Memorials Serve the Same Function as Public Schools

    But the principle remains the same, whether we’re talking about public schools or public monuments: we’re using public funds and facilities to “educate” the public about what’s good and what’s not.

    This has long been known by both the people who first erected today’s aging monuments, and by the people who now want to tear them down. The leftist who support scrapping certain monuments actively seek to change public monuments and memorials to back up their own worldview because they recognize that it can make a difference in the public imagination. They’re fine with forcing the taxpayers to support their own worldview, of course, and actively seek to use public lands, public spaces, public roads, and public buildings to subsidize their efforts. They already succeeded in doing this with public schools decades ago.

    The Answer: Privatize the Monuments

    In a way, the combined effect of public memorials, monuments, streets, and buildings function to turn public spaces into a type of large open-air social studies class, reinforcing some views, while ignoring others.

    Libertarians have long noted the problem of public education: it’s impossible to teach history in a value-neutral way, and thus public schools are likely to teach values that support the state and its agendas. Even some conservatives have finally caught on.

    To combat this problem, those who object to these elements within public schooling support homeschooling, private schooling, and private-sector alternatives that diminish the role of public institutions.

    Governmental public spaces offer the same problem as public schools.

    In both cases the answer is the same: minimize the role of government institutions in shaping public ideology, public attitudes, and the public’s view of history.

    Rather than using publicly funded thoroughfares, parks, and buildings as a means of reinforcing public “education” and “shared history” as we do now, these government facilities should be stripped down to their most basic functions. Providing office space for administrative offices, providing streets for transport, and providing parks for recreation. (The last thing we need is a history lesson from the semi-illiterates on a typical city council.)

    Some might argue that all these properties and facilities should be privatized themselves. That’s fair enough, but as long as we’re forced to live with these facilities, we need not also use them to “honor” politicians or whatever persons the current ruling class happens to find worthy of praise.

    The nostalgia lobby will react with horror to this proposition. “Why, you can’t do that!” they’ll complain. “We’ll be robbed of our heritage and history.” Even assuming these people could precisely define exactly who “we” is they still need to explain why public property is necessary to preserve this alleged heritage.

    After all, by this way of thinking, the preservation of one’s culture and heritage relies on a subsidy from the taxpayers, and a nod of assent from government agencies.

    Preserving and Promoting Culture Through Private Action

    Once upon a time, however, people who actually valued their heritage did not sit around begging the government to protect it for them. Many were willing to actually take action and spend their own money on preserving the heritage that many now rather unconvincingly claim is so important to them.

    A good example of the key role of private property in cases such as this can be seen in the work of the Catholic Church in the US — which has never enjoyed majority support from the population or from government institutions. If Catholics were to get their symbols and memorials in front of the public, they were going to have to build them on private property, and that’s exactly what they did.

    In Denver, for example, the Catholics of the early 20th century knew (correctly) that no public park or government building was going to erect any Catholic-themed art or memorials on their property. So, the Catholics proceeded to erect an enormous cathedral on a hilltop one block from the state capitol. The new cathedral was highly visible and provided easy access to religious ceremonies for the few Catholic politicians and officials who worked at the capitol. It provided meeting space. It contained stained-glass art created by German masters. Moreover, the new building served as a huge symbolic middle finger to the anti-Catholic Ku Klux Klan which was growing in importance in Denver at the time.

    So, did Church officials sit around whining about how there was no crucifix on the front lawn of the State Capitol? Did they demand that the taxpayers pay to maintain a central town plaza featuring a statue of Saint Peter? Some probably did. Those who made a difference, though, took action and acquired real estate in prominent places throughout the city. They put universities on that land, and cemeteries, and convents, and friaries, and schools, and even some memorials and statues. Today, next to the cathedral, on a busy street corner, is a large statue of a Catholic pope: John Paul II. It’s on private property. It’s seen by thousands every day.

    And why should the self-appointed protectors of American “traditional” values think they deserve anything different? On the contrary, we’d all have been saved a lot of trouble if the organizations that demanded statues of Confederate generals everywhere had put them on private land instead of in public parks. We’d all be better off if the private owners of the Stone Mountain monument hadn’t sold it to the State of Georgia because they were too cheap and lazy to maintain it themselves.

    In the past, had the purveyors of publicly-funded culture instead taken a principled and successful stand against using public lands and funds to push a certain view of history, no one would have to now waste his time sitting through city council meetings where politicians decide who deserves a statue, and who is to be thrown in the dustbin of history. Were we to quit using public parks as showcases for public indoctrination, we wouldn’t have to worry about the Church of Satan erecting a monument in the “free speech area” of a public park — as they recently did near Minneapolis.

    The next time someone wants a statue of some politician, artist, or intellectual — whether they be communists, Confederates, or satanists — they ought to be told to buy a nice little plot of land somewhere — perhaps along a busy street or next to an important street corner in town — and put their statue there.”

  13. Nordestino Arretado

    Engraçado que ninguém fala dos militares. Podem até ter surrado uns comunistas, mas o que fizeram na área econômica foi quase uma sovietização.

  14. Eu penso em fazer uma sugestão de lei mudando o nome de todas as entidades públicas chamadas de “Che Guevara” ou “Getúlio Vargas” para “Ludwig Von Mises”…

    * * *

  15. Em Maricá, no Rio de Janeiro, há uma estátua do Sr. Guevara, numa praça que se minha memória não me falha, fica defronte a um hospital.

    Um excelente ponto de partida seria detonar com este monumento, dado que são notórias suas declarações depreciativas quanto a negros e homossexuais.

    Destruir a estátua de Borbagato no Rio Grande do Sul é “piece of cake”; queria ver algum dos “mais amor, tolerância e menos ódio” vandalizar o médico argentino que curtia passear de motocicleta, veículo demonizado pela média mainstream sabemos todos por quê.

  16. Independentemente do histórico do Borba Gato, o fato é que a esquerda quer tentar reescrever a História, mas não conseguirão, porque hoje qualquer indivíduo pode se aprofundar sobre vários assuntos.

    O pior é ver gente justificando a danificação da estátua envolveu violação de propriedade, já que os vândalos desocupados também bloquearam as vias.

    Ver gente falando em genocídio indígena no Brasil… estão só de brincadeira, aqui houve uma forte miscigenação (e com influência da Igreja Católica), e o próprio Borba Gato era mestiço. Houve sim abusos contra indígenas e muitos morreram por doenças trazidas por europeus, mas longe de genocídio. Genocídio indígena houve sim nos Estados Unidos, perpetrado pelo governo americano, porque antes as relações entre colonos e índios eram geralmente pacíficas.

  17. ”Quem controla o passado, controla o futuro. Quem controla o presente controla o passado.”

    – Orwell, George (frase do livro ”1984”).

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