A instituição da família possui implicações econômicas.
Ao longo da história, em todas as sociedades até o advento do Ocidente moderno,
os filhos sempre sustentaram seus pais quando os pais se tornavam enfermos.
Isso sempre fez parte do processo da herança. Os
pais criam os filhos, mas sabem que poderão se tornar dependentes deles quando
envelhecerem. Os pais sempre tiveram um incentivo econômico para fornecer aos
filhos um preparo e uma capacidade suficientes o bastante para permitir que
eles lhes sustentem na velhice.
Este cálculo sempre foi básico para a civilização,
desde os seus primórdios. Filhos supostamente devem ajudar seus pais na
velhice. Entre a fase produtiva e a morte, há ameaças. As pessoas envelhecem e
ficam menos produtivas. Ocasionalmente, também ficam enfermas. Elas podem se
tornar um ônus financeiro para os filhos. E os filhos devem se sacrificar
pelos pais quando estiverem nos anos mais produtivos de suas vidas. Eles têm de
arcar com o fardo de ter pais que não mais são produtivos. Ao mesmo tempo, eles
também têm de treinar os próprios filhos a serem produtivos. Trata-se de uma
dupla responsabilidade.
O mundo moderno, começando por volta de 1800, foi
continuamente reduzindo este fardo econômico. Primeiro, entre 1780 e 1820, a
riqueza per capita começou
a crescer. Foi a primeira vez na história que isso ocorreu. E não mais
parou de crescer. Segundo, a expectativa de vida também começou a crescer. Consequentemente,
à medida que os pais envelheciam, eles não se tornavam enfermos quando seus
filhos estavam tendo filhos. Eles poderiam se tornar enfermos aos 70 ou 80 anos
de idade; porém, a esta altura, seus filhos já estavam bem avançados no
processo de criar a própria família.
Ao redor do mundo, os pais normalmente morriam muito
cedo. E eles se tornavam um fardo ainda muito cedo. À medida que a expectativa de
vida foi aumentando, ao redor do mundo, homens e mulheres foram se mantendo
produtivos por mais tempo. Consequentemente, eles tiveram mais anos para
acumular capital com o qual se sustentar na velhice. Deixar uma herança para
seus filhos passou a ser algo cada vez mais comum. Já nos anos 1880, as
famílias no Ocidente já haviam reduzido, a níveis inauditos, o fardo de ter de
sustentar os pais na velhice.
Surge
Bismarck
Na década de 1880, Otto von Bismarck era o ministro-presidente
da Prússia e chanceler da Império Alemão. Ele era a liderança do movimento
político conservador. Os socialistas já começavam a ganhar espaço
politicamente. Eles clamavam por pensões bancadas pelo estado (ou seja, pelos
pagadores de impostos). Para solapar os socialistas e reduzir seu apelo,
Bismarck também passou a defender o mesmo.
Em 1889, ele estabeleceu o primeiro sistema
previdenciário estatal do mundo. Os pagamentos começavam aos 70 anos de idade,
o qual representava o famoso limite estabelecido por Moisés (Salmos 90:10). Bismarck
rotulou esse seu programa previdenciário de “cristianismo prático”. E é fato
que esse programa estatal de bem-estar social minou as chances políticas dos
socialistas.
O princípio era claro: o estado, e não mais a
família, passava a ser o responsável legal por cuidar dos idosos, caso estes houvessem exercido trabalho assalariado. Mesmo se os filhos não honrassem suas obrigações
para com seus pais, o estado seria fiel. Todo e qualquer trabalhador aposentado
poderia, dali em diante, confiar no estado para sustentá-lo.
Esta transferência de responsabilidade para o estado
substituiu o personalismo da família pelo impersonalismo do estado. Não mais
seriam os laços familiares que garantiriam os cuidados aos pais idosos. Dali em
diante, burocratas do estado seriam os responsáveis por gerir e aplicar a lei
previdenciária — desde que a papelada e os documentos estivessem em ordem.
O sistema previdenciário surgiu, assim, baseado inteiramente
nas leis civis, e não no amor familiar, nos sentimentos, nos costumes ou na
culpa. Havia agora um acordo jurídico, e este acordo era público. O estado
cuidaria dos idosos. E tal acordo era totalmente passível de ser exigido nos
tribunais.
Este programa foi copiado em todo o Ocidente. Ele se
tornou praticamente universal.
Impraticável
no longo prazo
Trabalhadores pagam impostos ao longo da vida. Ao se
aposentarem, recebem uma pensão do governo.
Mas há um grande problema nesta contabilidade: os
impostos pagos são legalmente distintos das pensões coletadas. O dinheiro não é
o mesmo. Não há um ‘contrato de anuidade’ que seja legalmente executável. O
dinheiro que o trabalhador paga para o sistema previdenciário é imediatamente
gasto pelo governo.
O dinheiro não é investido pelo governo
em um fundo no qual ele fica rendendo juros. Esse dinheiro é diretamente
repassado a uma pessoa que já está aposentada. É também utilizado para bancar
vários outras despesas correntes do governo.
Trata-se de um sistema de repartição direta: o
trabalhador de hoje paga a aposentadoria de um aposentado para que, no futuro,
quando esse trabalhador se aposentar, outro trabalhador que estiver entrando no
mercado de trabalho pague sua aposentadoria. Não há investimento nenhum. Há
apenas repasses de uma fatia da população para outra.
Vale a pena repetir: todo o dinheiro que o
trabalhador hoje direciona para o sistema previdenciário — a título de
garantir sua aposentadoria futura — é imediatamente
gasto pelo governo. Não há nenhuma poupança.
Consequentemente, todos os governos nacionais
prometeram enormes benesses futuras aos aposentados. Mas o dinheiro para isso
não existe hoje. Ele terá de ser totalmente coletado no futuro.
Mas isso só será possível se: 1) o número de
trabalhadores pagando impostos for muito maior que o número de aposentados; 2)
as pessoas que estiverem trabalhando se aposentarem cada vez mais tarde, de
modo que elas paguem impostos por mais tempo; e 3) os aposentados não terem uma
expectativa de vida muito alta.
Ou seja, na prática, todo o esquema será
inteiramente dependente da demografia. Por isso, diz-se que a previdência
social é programa cujos passivos não têm como ser financiados. São passivos sem
fundo. São passivos a descoberto. Simplesmente não há como o governo cumprir
todas essas obrigações no futuro. (Para detalhes específicos sobre o Brasil, veja este artigo).
Por isso, a previdência social será o programa que
levará os governos à falência. Isso ocorrerá para todos antes do fim do século
XXI. A maioria já estará falida antes de 2050.
O estado é um falso herdeiro. Ele assumiu a
responsabilidade legal associada ao legado familiar. Ao longo da história, os
filhos e seus cônjuges sempre estiveram prontos para arcar com a
responsabilidade de bancar seus pais idosos. Os pais sabiam que seu sustento
era retirado do orçamento de seus filhos. Eles também sabiam que seus filhos
herdariam os imóveis e as terras da família. Ou seja, era uma relação que
envolvia uma troca de favores, um compensação, um retorno.
Porém, à medida que o estado foi continuamente
assumindo a função econômica dos herdeiros biológicos, os pais passaram a
utilizar a política como forma de conseguir um maior suporte financeiro em sua
aposentadoria. E este suporte financeiro passou a ser extraído do bolso comum
de toda a nação.
Consequentemente, virtudes como a poupança, a
frugalidade e a visão de longo prazo perderam a importância. Não mais fazia
sentido levar uma vida financeiramente comedida visando à aposentadoria futura.
Dado que a sua aposentadoria já estava garantida pelo estado, e seria bancada
por terceiros desconhecidos, não mais fazia sentido acumular capital para, no
futuro, viver à base deste capital acumulado. A sua aposentadoria passou a ser
um passivo para terceiros desconhecidos, os pagadores de impostos. Não é mais
responsabilidade sua nem de seus familiares.
E por que os pagadores de impostos — os terceiros
desconhecidos — aceitam este arranjo? Simples: porque eles, no futuro, também
esperam estar no lado recebedor do esquema. A maioria imagina que aos 62 anos
de idade já poderá começar a receber suas pensões mensais. A maioria espera
poder viver duas décadas com esta fonte de renda. Tais pessoas esperam não ter
de ir morar com seus filhos, genros e noras. Os filhos e os genros e noras
também esperam que isso não ocorra.
No Ocidente, a obrigação moral de honrar pai e mãe
foi rompida pelos programas de previdência compulsória. O laço pessoal da
aliança familiar foi rompido. Os mais velhos trocaram a segurança dos laços
familiares pelas promessas dos políticos. Só que nenhum destes políticos estará
na vida pública quando a crise fiscal se abater.
Os filhos dos aposentados ainda imaginam que, ao se
aposentarem, terão a mesma vida financeira de seus pais, que recebem subsídios
do governo. Só que os impostos necessários para sustentar os pais aposentados
estão consumindo o capital do país. Isso irá reduzir o crescimento econômico
futuro. Consequentemente, irá reduzir o fluxo de renda no futuro, inclusive os
impostos necessários para bancar a própria previdência. O capital da nação está
sendo consumido. Este será o maior legado de todos.
Politicamente, as pessoas que estão recebendo as
pensões irão resistir a toda e qualquer redução nas pensões. “Nós pagamos a
previdência social! Temos o direito de receber o dinheiro de volta! Por lei!”.
Tal pressão política garante a continuidade — e a expansão — do programa.
Essas pessoas votam. Políticos temem sua fúria na próxima eleição.
Simultaneamente, os trabalhadores que hojem pagam impostos também resistem a qualquer
mudança. Eles querem passar a ser recebedores de dinheiro no futuro.
Igualmente, eles não querem se tornar responsáveis por bancar seus pais caso o
governo saia de cena.
Ninguém olha para a realidade fiscal e suas
consequências inevitáveis: a falência futura. Os passivos sem fundo não serão
honrados.
E por que todos ignoram isso? Porque as pessoas são
inerentemente imediatistas. Elas não olham para o futuro distante. Pensam
apenas no curto prazo. Há uma tendência a ignorar notícias ruins sobre o futuro
mais distante. Elas também são otimistas em relação ao estado. Elas gostam de ouvir
notícias boas sobre o futuro próximo, como a de que a previdência é sustentável.
Elas querem que o programa
previdenciário estatal continue.
Conclusão
Em vários países, o programa se chama Seguridade
Social. Mas o programa não é social; é político. E o programa não é seguro; ele
depende da política.
A criação da previdência social estatal solapou a
estrutura familiar do Ocidente. Os pais esperam menos de seus filhos. Os filhos
esperam gastar menos com a velhice de seus pais. A ampla aceitação da
moralidade das pensões distribuídas pelo governo com o dinheiro dos outros
aboliu todo o sentimento de obrigação e culpa dos filhos para com os pais.
Mais: os filhos alegremente defendem — e votam por
— mais programas assistenciais para os mais velhos. Eles também querem receber
o seu no futuro. Mas eles não contabilizam o custo destas operações futuras para
seus respectivos governos. Eles não entendem que os passivos a descoberto do
programa levarão a um calote geral em todas as promessas assistenciais.
O programa estatal de previdência compulsória criado
por Bismarck em 1889 criou um precedente para o Ocidente. Outros países copiaram.
Isso levou a uma séria fiscalmente insustentável de programas previdenciários estatais
no Ocidente. As promessas dos políticos, em algum momento, irão se revelar
desconectadas da realidade fiscal. Haverá calotes universais em vários
programas assistenciais. Isso irá solapar a confiança nos governos. Irá também acabar
com a legitimidade deles perante os eleitores.
“Mas vocês prometeram!”, dirão os desesperados sem
aposentadoria. “Desculpe, calculamos mal”, dirão os políticos em resposta.
No final, os filhos voltarão a ter de sustentar os
pais. Só que eles não estão preparando seu orçamento para isso.
___________________
Nota
do Editor
Se você tem menos de 35 anos, não conte com o INSS
para a sua aposentadoria. E isso nada tem a ver com a “competência da gestão”
do programa. Mesmo que a Previdência fosse gerida por anjos probos, sagazes e
imaculados, e não houvesse um único centavo desviado ou malversado, ainda assim
ela seria insustentável no longo prazo.
E por causa da demografia.
No Brasil, em 2013, havia 5,5 pessoas com idade
entra 20 e 59 anos para cada pessoa com mais de 60 anos. Em 2060, a se manter o
ritmo projetado de crescimento demográfico, teremos 1,43 pessoa com idade entre
20 a 59 anos para cada pessoa com mais de 60 anos. (Veja o gráfico aqui).
Ou seja, a menos que a idade mínima de aposentadoria
seja continuamente elevada, não haverá nem sequer duas pessoas trabalhando e
pagando INSS para sustentar um aposentado.
Para a previdência continuar solvente, a mão-de-obra
jovem do futuro terá de ser ou muito numerosa (uma impossibilidade biológica,
por causa das atuais taxas de fecundidade) ou excessivamente tributada (algo
que não é duradouro).
Conclusão: comece
imediatamente a poupar e a investir. Não conte com nenhuma solução mágica
criada por políticos.
Eis um artigo inteiramente sobre isso:
Uma proposta para uma
reforma definitiva da Previdência
E outro:
A Previdência Social
brasileira – um esquema fraudulento de pirâmide
Não aguento mais esse tal de Estado.
“Joguem o Estado do trem”
Sobre a Previdência, nenhuma reforma, de qualquer tipo que seja, e por mais bem pensada que seja, irá funcionar a contento.
Sabem por quê?
Porque não existem soluções coletivas. Há apenas soluções individuais.
Eu, por exemplo, tenho a solução para a minha previdência. (Não contribuo para INSS e faço exatamente o que sugere o artigo; e estou feliz). Mas eu não tenho a solução para a Previdência de todos. Por mais que eu queira genuinamente ajudar, sei que tem gente que não quer.
E o pior problema é que a esmagadora maioria dos brasileiros desconhece até mesmo coisas básicas, como juros compostos (ensinado no primeiro grau da escola). Eles perdem a oportunidade de se aposentar cedo tirando proveito dos maiores juros reais do mundo, e ainda imploram para políticos cuidarem deles.
Não serei eu quem irá esquentar cabeça para ajudar essa gente.
O que é meu tá resolvido. Tenho a solução para mim e para meus filhos. (E talvez netos). Mas não tenho a solução para meus vizinhos e nem para meus parentes. Nada posso fazer por eles.
Perfeita a abordagem da rebentação dos laços familiares. É isso mesmo. Hoje, ninguém quer mais saber de prover para si próprio para o futuro. O imediatismo e o consumismo são a base de tudo.
Poupar para o futuro e viver abaixo de suas posses passou a ser vista como comportamento de otário (os keynesianos e sua defesa dos gastos e sua crítica à poupança são um dos grandes culpados).
Aliás, os próprios pais, que deveriam dar o exemplo, são os primeiros a incentivar os filhos a incorrer em gastos (comprar carro e apartamento), a "contribuir" para o INSS, a viajar, e a começar a trabalhar tarde.
Os pais que hoje conseguiram se aposentar — e bem — juram que seus filhos terão o mesmo destino. E os filhos juram que se aposentarão daqui a 30 anos e viverão como seus pais hoje.
Todos estão in for a big surprise.
Tenho 32 anos, contribuo há 10 anos para previdência, pago previdência privada há 6 anos, faço alguns investimentos e mesmo assim não me sinto seguro quanto a minha aposentadoria futura. O Brasil é um país muito incerto. Já houve calote, confisco de poupança, hiperinflação, congelamento de preços, quebra de contratos, há leniência com grupos terroristas que invadem propriedades, etc.
O brasileiro tem uma mentalidade estatista e vota em quem promete gastar mais. Falar em reduzir os gastos públicos é como se estivesse xingando a mãe. Se a economia não voltar a crescer até 2018 não duvido cairmos novamente nas mãos de outro populista, que vai aumentar os gastos, intervir ainda mais e ser leniente com a inflação/destruição da moeda.
O ideal é, quem pode, fazer uma poupança no exterior, investir num país estável, com longo histórico de respeito pelas instituições e estabilidade da moeda: EUA, Inglaterra, Suíça, etc. Ainda não confio no bitcoin como um investimento seguro a longo prazo e nem acho que o ouro seja investimento para formar patrimônio, é bom para proteção, mas não rende juros.
Confiar no real e na mentalidade de repartição do brasileiro não é viável a longo prazo.
Fora que tem trabalhador rural que nunca viu uma foice, pois mora na cidade. Ele consegue um contrato de comodato de um lote rural qualquer, algumas testemunhas e temos um segurado que nunca vai contribuir com um puto para a previdência. Tudo isso respaldado por sindicatos rurais picaretas. Vai trabalhar na informalidade eternamente. Se esse salafrário se acidentar, geralmente de motocicleta, vai receber auxílio-doença. Quando velho vai poder se aposentar e acumular com a pensão da esposa. Isso é insustentável.
O pior é que não existe a opção do cidadão trabalhador formal não contribuir, ou optar por gerir sua própria poupança para aposentadoria, pois é obrigatório o recolhimento. Quando falam em reforma, aparecem sindicalistas gordos, com abdomes protusos de batráquio, um Paulo Paim da vida. O tipo de gente que não gosta de trabalhar, mas tem lobby forte para impedir qualquer reforma que acabe com sua boa vida.
A melhor reforma da previdência foi a “não reforma” da italia. O sistema quebrou de fato, não foi reformado, todo mundo sabe que ninguém receberá a aposentadoria e aí todos já sabem que devem poupar.
Foi privatizada de fato!
São necessários mais artigos mostrando justamente que a Previdência é uma das maiores imoralidades já criadas pelo governo.
Hoje, eu sou obrigado a sustentar um aposentado que eu nunca vi na vida (ao mesmo tempo em que a família dele esta desincumbida disso) apenas para que, no futuro, eu tenha o mesmo direito de igualmente escravizar outra pessoa para que ela me sustente.
E o fato de todo mundo achar isso lindo, moral e inegociável é o que é realmente pavoroso.
Já saiu até “relatório” da CPI da previdência.
portal.andes.org.br/imprensa/noticias/imp-ult-733587212.pdf
Sobre a necessidade de abolir o sexo físico entre Heterossexuais
Uma questão muito importante para o futuro do Socialismo e para o futuro da humanidade, se encontra na necessidade, obrigatória, de abolir o sexo heterossexual no futuro. Este pequeno texto pretende fazer uma introdução sobre está questão.
O mundo atual encontra-se à beira da extinção, temos pesquisas que indicam que se o homem continuar a produzir esta quantidade altíssima de CO2, em menos de uma geração, já não haverá possibilidades de viver na terra. Cientistas renomados como Pirula, já confirmaram que o Aquecimento Global realmente existe e que ele é causado pelo ser Humano. Torna-se necessário fazer algo.
Muito se tem discutido sobre ações políticas para evitar um futuro catastrófico; Houve diversas tentativas de trazer conscientização social para sociedade, na tentativa de levar o ser humano a ter ações minimalistas, dou exemplos: Não comer Carne, Não fazer churrasco, não usar o carro ou meios de transportes poluentes, como caminhões por exemplo. Mas esta sociedade hipócrita não quer colaborar.
Até que Caiu do céu uma reportagem que traz a solução para este problema gravíssimo. A reportagem traz o seguinte título: “Ter menos filhos é ação mais eficaz contra aquecimento global, diz estudo”, Eles ainda afirmam: “Wynes e Nicholas concluem, por exemplo, que ter um filho a menos contribuiria para uma redução média de 58,6 toneladas de CO2 na atmosfera por ano, uma quantidade muito maior que as outras três principais alternativas recomendadas: viver sem carro (2,4 toneladas), evitar viagens de avião (1,6) e adotar uma dieta vegetariana (0,8).”
Com base nesta reportagem, Eu gostaria de sugerir ações políticas que visam proibir o sexo entre Heterosexuais. Primeiro que sexo entre homem e mulher é algo que me incomoda, pois remonta a um tempo passado onde os homens eram banais e grosseiros – Como Adão e Eva; Segundo que os tempos atuais, exigem, obrigatoriamente, um novo estilo de vida focado no minimalismo e no sexo intelectual; Terceiro que é para o bem da humanidade, logo torna-se necessária criar um Banco Mundial de bebes, pois a reprodução do futuro será via inseminação artificial. Existirá um Grande Banco Mundial que vai decidir a taxa de bebês que devem nascer no mundo. O Socialismo triunfará e o Mundo será belo e organizado.
Você sabia?
O que é sexo intelectual?
Sexo intelectual será o futuro do sexo entre seres humanos. Neste futuro o homem irá ler um trecho de poema ou livro para mulher, ao qual será o bastante para se satisfazer sexualmente. È importante lembrar que não deve haver toque, no máximo olhares. Nenhum dos dois devem tirar as roupas; a satisfação do libido sexual deve ser feita exclusivamente por palavras.
Fonte: BBC http://www.bbc.com/portuguese/geral-40595729
Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
Conheci o IMB há alguns anos lendo este artigo sobre o esquema de pirâmide na previdência brasileira do Bernardo Santoro. Posso tranquilamente dizer que foi uma das melhores coisas que me aconteceu. Aquilo literalmente abriu meus olhos para diversas coisas que eu simplesmente não entendia, por pura falta de interesse de ir atrás e por nunca ter achado um conteúdo tão claro. A partir dali, começar a ler outros artigos sobre diversos temas foi um processo natutal (e sem retorno).
Esse artigo do Leandro Roque (sempre ele) com uma proposta para a previdência é absurdo. Já mostrei para várias pessoas – para aqueles que eu sei que jamais leriam o artigo todo, eu simplesmente simulo a conta com o salário de R$1.000, inclusive instalei uma calculadora financeira simples no celular para fazer o cálculo do FV. É absolutamente impagável ver a reação das pessoas (imagino que essa foi a minha cara quando li tudo pela primeira vez).
Proibimos então a previdência privada no Brasil, visto que bancos privados tb vão a falência, aposto como o raciocínio muda…
Esse Capital Imoral é sensacional…kkkkkkkkkkkkkk….
Talvez eles imprimam a diferença inicialmente, pra postergar o calote.
No Brasil, a Previdência Social deve ser a prioridade.
Vcs não acham um absurdo a o codigo civil sobre união estavel?
Sem contrato, tu morou 5 anos com uma pessoa, ai uma pessoa prova que era uniao estavel, ai pronto ela tem direito a metade dos bens construidos durante esses 5 anos.
Por isso tem um monte de vagabunda dando golpe da barriga, isso ai virou um grande negocio.
Se tem um contrato, tudo bem não há o que se falar.
Agora vem ca, sem contrato nenhum, prova-se através de testemunhas que havia união estável, ai a pessoa já tem direito..
Vocês nunca fizeram um artigos sobre esse absurdo? Isso é um desrespeito aos contratos e os direitos de propriedade.
Esse artigo me provocou uma profunda reflexão.
Eu estou cuidando do meu pai que está beirando os 70 anos, o levo para o hospital fazer os exames etc. E o que sempre noto é que a maioria dos idosos estão desacompanhados dos filhos. Conversando com uma médica que atendeu meu pai, ela falou que tinham filhos que largavam os pais no hospital e até esqueciam de buscar. Já aconteceu de eu ver uma senhora chorando de dor em uma fila e sem ninguém acompanhando-a.
É aquila história: Centraliza-se o poder nas mãos do Estado e se separam as pessoas, pois o “Deus Estado” resolverá tudo, desde previdência até até o “tamanho ideal” do pastel de feira (como ocorre na cidade de São Paulo).
Tenho uma dúvida: Na ausência da previdência social, quem irá prover sustento para aquelas pessoas que possuem deficiências físicas que impeçam a atividade laboral, uma vez que os pais irão falecer um dia, e a quantidade de filhos está diminuindo consideravelmente, o que resulta em menos irmãos para prover sustento para às pessoas deficientes?
A Previdência Social é um direito e não terá fim.
OFF:
exame.abril.com.br/mundo/o-comeco-turbulento-de-macron/
É assustador.
Sendo realista a previdência só acabará quando a mesma falir.
Já que os segurados são pagos com o dinheiro de quem paga.
O melhor a fazer é sempre pagar primeiro a si mesmo.
Retirar uns 10% a 20% do salário e ir guardando. Quando tiver o suficiente investir em tesouro direto, negócio, ações etc.
Quanto menor o valor melhor, pois a medida que se quebra a cara mais inteligente ficamos para investirmos corretamente.
Previdência Social = Pirâmide oficial
O artigo não foi uma supresa para mim. Eu já tinha pensado nisso.
E vou além…Os socialistas querem que o estado seja Deus. A fé no estado é a melhor explicação sobre a crença no estado, mesmo com os políticos fazendo todas essas sacanagens.
O nosso problema é muito mais profundo. Enquanto igrejas americanas levantam obras gigantescas de hospitais e escolas, os pastores brasileiros ficam pedindo dinheiro apenas para criar mais igrejas, para comprar mansões, carros, etc.
A fé dos brasileiros não movimentou montanhas. Os brasileiros creem mais no estado do que em Deus.
A igreja possui um legado libertário. O problema é que os padres e pastores não entenderam, que o estado não é o caminho para manter o poder da igreja. O poder da igreja depende fundamentalmente ações e ajuda motivadas pela fé, e não pela força do estado. A força do estado vai totalmente contra o legado da igreja.
Eu sou ateu, mas não me vejo vivendo em uma sociedade que não seja judaíco-cristã. É bom viver em uma sociedade que possui a fé Cristã.
Um País como o Brasil por Ser Trilionário em Riquezas Naturais e mais essa complexa riqueza de geração de recursos comerciais e industriais, deveria seguir um estilo e forma de governo tipo, Gerenciadores Púbicos mas, sem serem votados principalmente por essa população medíocre e indiferente ao que se diz; Patriotismo ou coisas similares.
Um povo que se habituou a votar em troca de algo pessoal não pode mesmo definir ou mesmo escolher e ainda por cima exigir acompanhando a responsabilidade que é manter uma qualidade de política onde o que nunca se viu nesse País aquilo que se chama de plano de meta. Seja qual for o partido no poder, venha a ter respeito pela continuação nos seguimentos organizadores do futuro.
Essa enganação de se utilizar da palavras Democracia nos últimos tempos, apesar de que nunca houve, virou caminho para essa de socialistas montarem a desgraça que já estar montada e só dando uma pausa nessa colheita de votos para manterem-se vivos e afundando com o País como vemos e presenciamos.
Não há nenhum seguimento sendo democrático, hoje, no Brasil.
Sobre Estado, Igreja e a própria nação, o desfacelamento e o desencontro nutrido de mentiras é o resultado do descaso generalizado.
Eu tenho curiosidade em saber como seria nos países ditos comunistas, onde não há propriedade privada nem sistema financeiro. Alguém teria algo a dizer?
Mi mi mi a previdência vai quebrar.
Mi mi mi o Brasil vai quebrar.
Blá blá blá você precisa ser competente em sua área, ganhar um salario vultuoso, e ai aplicar em CDBs, RDBs, PQPs. Ou seja alem de ser um ótimo profissional em sua área, ser bem remunerado, você ainda tem que ser um economista e torcer para esses papeis em que esta “apostando” o seu dinheiro não venham virar merda no futuro.
A verdade é que se a previdência social falhar você que investiu em imoveis vai estar fodido, quem tiver dinheiro na poupança também vai sofrer e quem tiver investimentos em ações e outros papeis também vai se ferrar, porque a economia vai entrar em colapso.
Não é possível perdermos o estado de bem estar social que já conquistamos.
NÃO SOU SOCIALISTA. Só acho que é necessário uma segurança social minima para que as pessoas não fiquem dependentes de seus familiares ou de instituições financeiras passiveis de fracasso.
Somente um aspecto terminologico: “imposto” é uma espécie do gênero “tributo”. Assim como o são “taxas” e “contribuições”.
Quando nos referimos aos pagamentos patronais e do empregado ao INSS, ou ao seu correspondente no caso dos servidores públicos, devemos utilizar os termos “contribuição” ou “tributo”.
Vejo que algumas pessoas optam por renda fixa, tesouro etc… Mas com uma quebra como relatada no artigos, estes títulos serão os primeiros a não ser honrados, basta saber que como o é a esquerda brasileira o argumento será “tirar dos que tem muito para dar aos menos favorecidos dependentes da previdência”. É bom ficar esperto…
É uma pena que muito terão uma péssima surpresa no futuro ao aprenderem isso da pior maneira o possível, mas (creio que sou um tolo por isso), ainda há um raio de esperança, meu colegas e conhecidos quase que imediatamente começam a poupar, ou defender a previdência privada, mesmo que pouco, quando digo a seguinte frase:
“Se a pessoa não guardou dinheiro a vida toda, por que raios você tem de bancar ela? Cada um com sua grana!”
Pessoal do IMB, já estou na época que meus pais estão me falando para abrir uma conta em um banco. Qual a melhor opção de poupança e de rendimento? Não confio em bancos estatais e corporativistas (temo que a poupança seja confiscada novamente).
Investir o seu dinheiro em diversos tipos de aplicação é uma jogada inteligente de se fazer mas nem todos estão educados para o fazer e só é lucrativa mesmo por esse motivo, porque se todos fizessem o mesmo, o retorno acabava por diminuir com em tudo.
É para essas pessoas que não são tão informadas e que não querem também ter esse peso e responsabilidade que a providência social ou INSS acaba sendo importante, nem que seja a contribuir o mínimo.
O Estado usurpou os papéis da família, da religião e da sociedade em geral.
* * *
Eu gostei do texto, mas vamos levar em conta a mecanização e automação dos processos produtivos, é bem capaz que em 2060 uma boa parte da população não tenha emprego, além dos aposentados, o que veremos é o estado implantando idéias como “renda mínima”, “renda cidadã”, enquanto Robôs farão o que a Demografia não permitir.
Veremos um futuro onde 10% das pessoas trabalharão, as outras 90% viverão sustentadas por robôs e um estado gigante, totalmente alinhado às grandes corporações.
Fazer o quê. É o futuro que está sendo traçado.
…o cara fala assim: “Que fome, não recebi a minha aposentadoria!”
O Estadista fala: Isso é injusto, você tem o DIREITO, o governo tem que pagar!
…a cara responde: “que bom, passou a fome.
Não se preocupem caros cidadãos, eu voltarei em breve para consertar do meu jeito as contas públicas e salvar a previdência sua e de sua família.
Não contem com a previdência, invistam em títulos públicos. Faz sentido? Liberais…
Da para piorar.
Algo que vai afetar fortemente com o envelhecimento populacional é os seguros de saúde e hospitais públicos. Principalmente se esses seguros funcionarem de uma forma semelhante a previdência pública.
O SUS já sofre de sobrecarga hoje. Leitos de hospitais com filas.
Lembrando, idosos são a maior parte do custo de saúde, hoje, em internações.
Se não estão se preparando nem para a previdência, temo uma tragédia também nos sistemas de saúde
“Para a previdência continuar solvente, a mão-de-obra jovem do futuro terá de ser ou muito numerosa (uma impossibilidade biológica, por causa das atuais taxas de fecundidade) ou excessivamente tributada (algo que não é duradouro). ”
esqueceu uma 3° possibilidade: o avanço da tecnologia poderá tornar o trabalhador do futuro muito mais produtivo do que é hoje, um futuro aonde um numero menor de trabalhadores será suficiente para produzir riqueza para se sustentar e sustentar mais idosos.
A melhor forma de se livrar do regime de previdência é conseguir um trabalho que lhe pague em Bitcoin.
Eu fiz isso há quase um ano. Trabalho cerca de 4hs por dia, recebo com base em dólar, mas o pagamento é feito através da minha carteira de bitcoins. Totalmente impossível do governo saber de que ou quanto recebi. Do que eu recebo, converto para reais apenas o suficiente para pagar o meu custo de vida e investir em outros ativos (atualmente tenho investimentos em renda fixa e variável, além de Bitcoin). Com um detalhe: sempre procuro converter um valor mensal que me deixe abaixo do limite da tabela de IR. Assim não pago imposto de renda no ano seguinte.
A desvantagem é que ainda faço pouco dinheiro. Preciso me manter na casa de familiares enquanto não aumento minha renda. No entanto, o que recebo é totalmente livre de INSS (paguei apenas quando tinha MEI, mas dei baixa). Hoje não conto com um centavo sequer vindo do estado.
Meu objetivo é fazer mais dinheiro para poder auxiliar os meus pais, especialmente minha madrasta, que arca praticamente sozinha com as contas da casa e sobrevive com uma pensão miserável do INSS (ela nunca conseguiu investir dinheiro quando trabalhava). Mesmo assim, consigo fazer dinheiro suficiente para me manter bem e ainda investir em 3 frentes diferentes.
Posso estar indo contra a lei? Sim. Mas, sinceramente, não me importo. Me mantenho com limites baixos e sempre declaro meu imposto, mas nunca fui pego em malha fina ou coisa do tipo.
Sei que nem todos podem optar pela mesma estratégia que eu. Mas quem puder optar, faça isso. Receba mais dinheiro e cuide mais da sua família. Tenha um ativo (Bitcoin) através do qual você possa fugir e levar sua riqueza para qualquer lugar do mundo, caso esse país dê errado. E deixe que os imprudentes continuem louvando o INSS antes de chorarem quando o calote finalmente chegar.
Complicado é explicar o que significa facismo para os nacionalistas.
Esse lema “Brasil acima de tudo” é facista.
Os caras não sabem o que significa nação. O povo forte é que faz um país forte. Não é o governo que faz o país ficar forte.
Falta muito conservadorismo clássico nos Bolsonaristas.
Li que existe um projeto de privatização do SUS. Obviamente não é a melhor opção (que seria acabar com SUS e desregulamentar os planos de saúde). Porém, se isso não acontecer, ocorrerá uma tragédia humanitária nos hospitais públicos, a previdência continuará tirando dinheiro do setor e dificilmente ocorrerá uma reforma eficaz.
Ah, quem tem plano de saúde é bom se preparar também, as agências regulatórias provavelmente farão ataques modernização de hospitais e medicamentos, evitando assim maior gasto do SUS…
Brasil não é para amadores.
O bônus demográfico acabou, Brasil condenado a ficar pobre e velho:
http://www.valor.com.br/brasil/5688415/bonus-demografico-termina-com-menor-alta-da-populacao-ativa
Já começaram os cortes.
Pente-fino corta R$ 10 bi em gastos irregulares com Bolsa Família, aposentadoria e auxílio-doença
Esse caso dos idosos é um exemplo perfeito das consequências inesperadas de uma ação. A longevidade no Brasil (e no mundo) aumentou devido ao acesso à água potável e saneamento, comida saudável, vacinação e uso de antibióticos. Um grande número de indivíduos conseguiu chegar à maturidade e à senescência porque não morriam na infância por doenças infecciosas. Contudo, isso significou que as doenças degenerativas próprias dos idosos (circulatórias, respiratórias, neurológicas etc) agora predominam, com seus custos muito mais elevados. Além disso, muitos indivíduos de constituição física deficiente, predisposta a tais moléstias, integram a população pois não foram eliminados mais cedo. Pior ainda, eles estão procriando e aumentando o número de futuros doentes (diabete, por exemplo). A malévola “natureza” não os queria aqui mas nós interferimos em seus profundos desígnios. Darwinismo social? Fascismo? Qui sciebant?
vcs poderiam fazer um artigo sobre o lixo do detran ?
Boa tarde;
extinguindo-se a Previdência Social, como resolver o problema da aposentadoria por invalidez?
Afinal, serão pessoas: sem filhos, sem pais e sem Estado.
Att.
É preciso ter conta corrente em algum banco para poder investir no tesouro direto?
Na verdade a coisa é mais embaixo (nível). O Estado cria o assistencialismo para justificar a cobrança de impostos e taxas. Promove a miséria para ter a dependência do povo, que quanto mais dependente mais assistência ruins são oferecidas, justificando uma carga tributária (em cadeia), sobre os custos salariais, que chegou ao absurdo de 65%.
Sobre:
“Vale a pena repetir: todo o dinheiro que o trabalhador hoje direciona para o sistema previdenciário — a título de garantir sua aposentadoria futura — é imediatamente gasto pelo governo. Não há nenhuma poupança.”
O que acontece com o dinheiro quando logo o sistema previdenciário é instituído? Pois não é verdade que não há aposentados no princípio (havendo uns 30 ou 40 anos sem aposentados — se se excluir aposentadorias por invalidez, por exemplo)
Como acabou a preocupação com o futuro é comum ver famílias inteiras embarcarem em viagens sem fim pelo mundo afora.
Os filhos estão torrando a pequena herança que receberam.
Se tem aposentadoria garantida então não precisa poupar.
O raciocínio está correto, mas a rentabilidade real de 6% a.a. utilizada nos cálculos não é sustentável no longo prazo, visto que o trabalhador teria de fazer aportes mensais , captando taxas diferentes ao longo do tempo. Sobre esperar os aposentados morrerem , isso não faz cessar imediatamente os gastos com previdência , pois acarreta pagamentos de pensões. No mais, concordo com o sistema de capitalização defendido pelo min. Paulo Guedes. A grande questão é o custo da transição , como destacou o autor.
Certa vez li aqui que os bancos menores ofecerem condições mais vantajosas para os planos de previdência privada.
Tenho um plano de previdência junto ao Banco do Brasil.
Gostaria de saber se é possível migrar esse plano para algum outro banco ou corretora?
Se for possível, que riscos vou assumir ao sair de um banco grande para um menor?
A proteção oferecida pelo banco grande é melhor do que a de um banco menor? Ou todos os bancos que operam esses planos estão sujeitos a uma mesma regulação, sendo irrelevante, para efeitos de proteção, eu possuir um plano de previdência privada junto a um banco grande ou pequeno?
Há algum sistema de proteção – uma espécie de FGC – para os planos de previdência?
Obrigado.
Amigos, queria pedir uma sugestão de bibliografia acerca de como medidas intervencionistas (como a deste artigo) vêm promovendo a desgregação familiar.