Com apenas uma semana no cargo de presidente, Donald
Trump já está seguindo sua promessa de atacar a imigração ilegal. No dia 25 de
janeiro, ele assinou a ordem
executiva para iniciar a construção de um muro ao longo de toda a fronteira
entre EUA e México.
Infelizmente, há várias razões por que essa solução proposta
não irá nem sequer nos aproximar da solução do problema.
Para começar, o muro não irá funcionar. Dez anos atrás,
o Texas começou a construir uma cerca na fronteira. Mas a cerca serviu apenas para
criar confusão: ela separou algumas pessoas de suas respectivas propriedades,
que ficaram do outro lado da fronteira; ela gerou uma série de despejos e desapropriações
(por meio da lei do “domínio
eminente“); e, no final, o problema do tráfico de drogas e de pessoas não foi
resolvido.
Em segundo lugar, o muro será caro. Uma estimativa
conservadora coloca os custos em algo entre 12 e 15 bilhões de dólares. Sendo uma
obra gerida pelo governo, pode apostar que será bem mais do que isso.
Trump afirmou que, se o governo do México não pagar
pelo muro, ele irá impor uma tarifa de importação de 20% nos produtos mexicanos
comprados pelos americanos. Quem irá pagar esse imposto? Em última instância, os consumidores americanos.
Tarifas de importação nada mais são do que uma sobretaxa aplicada pelo governo
nacional a um produto estrangeiro quando este entra no país. Isso, obviamente,
irá afetar com mais intensidade os americanos mais pobres.
Em terceiro lugar, e mais importante, construir um
muro ignora as verdadeiras causas de por que as pessoas cruzam ilegalmente as
fronteiras dos EUA. Embora Trump esteja correto em priorizar a questão da segurança
interna, ele erra o alvo: a questão pode ser resolvida de uma maneira mais
efetiva e, principalmente, com um real benefício financeiro para o país — e não
com um enorme custo econômico, como é o caso do muro.
A solução para realmente atacar o problema da imigração
ilegal, do tráfico de drogas, e da ameaça da entrada de terroristas pela
fronteira é clara: remova o incentivo gerado pelos programas assistencialistas,
que nada mais são do que um ímã que atrai várias pessoas a cruzarem as
fronteiras ilegalmente; interrompa as várias intervenções bélicas americanas no
Oriente Médio, que já duram 25 anos; e acabe com a guerra as drogas, cuja proibição
serve apenas para gerar
um mercado negro perigoso e altamente lucrativo, o que incentiva os mais
violentos traficantes a cruzarem as fronteiras.
Os vários programas assistencialistas financiados
pelos pagadores de impostos americanos e que beneficiam os imigrantes ilegais
que entram nos EUA — como as transferências financeiras diretas, os benefícios
médicos, a distribuição de alimentos, e a educação pública — custam estimados
US$ 100 bilhões por ano. Isso é um fardo significativo sobre os cidadãos e
residentes legais.
A promessa de dinheiro gratuito, comida gratuita, educação
gratuita, e serviços médicos gratuitos para quem cruzar a fronteira ilegalmente
é um poderoso incentivo para as pessoas o fazerem. Acima de tudo, não faz absolutamente
nenhum sentido o governo americano fornecer esses serviços para aqueles que não
estão no país legalmente. (Ver aqui, aqui e aqui)
Esta, aliás, é uma contradição que não tem como ser
ignorada. De um lado, o governo cria dificuldades e tormentos burocráticos para
aqueles que desejam seguir as leis e entrar legalmente para trabalhar. De
outro, o mesmo governo, involuntária e artificialmente, estimula imigrações ilegais
em massa de estrangeiros em decorrência dos programas sociais e
assistencialistas financiados pelos impostos dos nativos e implantados por meio de
políticas redistributivistas.
Ou seja: aqueles que querem seguir escrupulosamente
as leis percebem que seus processos de emigração são impossíveis, mesmo que
eles tenham sido voluntariamente aceitos e desejados por seus empregadores
americanos. Ao mesmo tempo, a existência de bens públicos e a livre
disponibilidade dos benefícios ofertados pelo estado assistencialista atraem,
como um ímã, um contínuo fluxo imigratório ilegal, o qual gera conflitos e
custos externos significativos. Nativos pagam impostos para financiar
programas assistencialistas, e estes são utilizados por imigrantes ilegais.
Igualmente, a guerra às drogas, que já dura 40 anos,
não apenas não produziu nenhum benefício líquido para os americanos, como ainda
custa extremamente caro. Estima-se que, desde que o então presidente Nixon
declarou guerra às drogas, os EUA já gastaram mais de um trilhão de dólares nessa
batalha impossível de ser vencida. Isso porque, assim como o assistencialismo
funciona como um ímã, a guerra às drogas cria um extremamente lucrativo mercado
negro, no qual apenas os mais violentos e mais bem armados prevalecem. A alta
lucratividade estimula a remessa de drogas para os EUA; a periculosidade
estimula a entrada de indivíduos violentos. (Veja toda a explicação econômica para
o mercado das drogas neste
artigo).
Neste quesito, há uma vantagem: já sabemos o efeito
que o fim da guerra às drogas gera no comércio ilegal. Desde que alguns estados
americanos descriminalizaram a maconha para usos medicinais e recreativos, o
contrabando de maconha do México para os EUA caiu
50% desde 2010, o que vem afetando a
rentabilidade dos cartéis mexicanos.
Finalmente, a ameaça de terroristas entrarem nos EUA
através da fronteira com o México deve ser levada muito a sério; entretanto,
mais uma vez, temos de considerar, de maneira sóbria e ponderada, por que eles
querem nos atacar.
O governo americano está jogando bombas no Oriente
Médio desde 1990. Só no ano passado, o então presidente Obama despejou mais de
26 mil bombas na região. Milhares de civis já foram mortos em ataques de
drones americanos. O grande plano americano de “recriar” o Oriente Médio gerou
apenas miséria, sofrimento, banho de sangue e mais terrorismo. Acabar com esta
insensata intervenção externa fará bastante para remover os incentivos para se atacar
os EUA. (Vale lembrar que a França é dos maiores agressores do
Oriente Médio; já a Suíça nunca atacou ninguém e nunca sofreu ataque
terrorista).
Creio ser importante para os EUA terem fronteiras
seguras para impedir a entrada de criminosos, de terroristas e de
aproveitadores. Porém, e infelizmente, o plano do presidente Trump de construir
um muro acabará custando uma fortuna e continuará ignorando os reais problemas
de por que as pessoas cruzam as fronteiras ilegalmente. Elas continuarão cruzando
enquanto aqueles incentivos permanecerem.
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Leia também:
Uma teoria libertária sobre a livre imigração
Olha, até concordo com todas as medidas, mas os EUA são diferente. Ng sonha em ir pra lá por causa de política assistencialista. Eu mesmo mal sei quais são e qtas são, e sonho em ir pra lá. As pessoas vão pros EUA por trabalho e progresso financeiro. Só! E qual o problema? O problema é que os EUA é o destino certo da IMENSA maioria dos migrantes. Se caso o fim das barreiras fosse aprovado, em pouco tempo a população do País chegaria a 1 bilhão de pessoas. Crescimento desordenado gera apenas prejuízos.
Não sei se isso seria o suficiente, ir para os EUA e ganhar ao menos 2 mil dólares por mês continua melhor do q viver no México, a oportunidade de se tornar dá classe média Americana também pesa muito.
É isso aí: o lance não é construir muro; o lance é DESTRUIR O WELFARE STATE. ESSA É A SOLUÇÃO.
O Ron Paul não erra uma, impressionante
Perfeito. Essa é a verdadeira pauta da direita: O Livre Mercado.
Concordo com o artigo. Acho que as soluções propostas são melhores. Mas se o Trump (ou qualquer outro) entrasse na eleição falando que iria liberar as drogas e acabar com o assistencialismo ele nunca teria sido eleito. Talvez por isso o Ron Paul não tenho conseguido ganhar em nenhuma das vezes em que tentou e o Trump faturou de primeira. Mas democracia (incluindo as monarquias parlamentaristas) é isso, uma droga, mas ainda não vi nada melhor do que isso funcionando por aí.
Os EUA fornecem Welfare para imigrante ILEGAIS?
Não que eu saiba…
Acabar com o assistencialismo é importante sim.
Mas isso não resolverá completamente o problema da imigração ilegal.
Também é preciso erguer o muro para dificultar a entrada de imigrantes ilegais.
A América tem o direito e o dever de construir um muro para dificultar a imigração ilegal.
Sobre a maconha, no link indicado, não há a informação sobre os 50% de redução no tráfico desde 2010, além disso fica claro que não há dados suficientes para chegar na conclusão que o Sr. Ron Paul chegou.
“But the USSC’s numbers do show that at the federal level, marijuana trafficking is becoming less of a problem. It’s not clear why this is happening. Legalization could be reducing demand for black market sales, state prosecutors could have changed how they charge defendants, or there could be another explanation altogether. USSC says their data doesn’t provide enough information to draw a conclusion.”
“Kilmer says there are three major variables that affect the number of trafficking arrests: ‘1) efforts made by law enforcement, 2) efforts made by the smugglers to conceal the contraband, and 3) the amount of contraband being shipped. Thus, there could be multiple explanations for the decrease at the federal level.’ But he agrees that the USSC data doesn’t point to which of these are behind the decline in marijuana trafficking offenses.”
O melhor muro é o México colocar em prática os ensinamentos de economia aqui do IMB.Caso o fizesse ,em poucas décadas o México ficaria rico,e os mexicanos não precisariam mais fugir para os EUA em busca de melhores condições de vida.É o socialismo que torna o México um país de segunda categoria e pouco desenvolvido.Por que ao invés de fugir para os EUA,os mexicanos não lutam por reformas liberais que enriquecerão o país,fazendo desaparecer o complexo de superioridade norte-americana?Onde está escrito que os EUA podem ser ricos e os mexicanos não!?
Partindo do princípio de que os americanos são proprietários de seu território e de que estabeleceram formas de organização e governos dos seus 300 milhões de habitantes, eu pergunto: O Instituto Mises é defensor das minorias cujas opiniões não são levadas em consideração pela imposição do sistema de maioria, inclusive comunistas e estatistas, ou são a favor das grandes massas anônimas, independentemente de posição política. Defender qualquer coisa seria defender a todos e defender coisa nenhuma seria não proteger ninguém? A mim, me parece, que a aplicação da indefectível teoria econômica da escola austríaca a toda e qualquer ciência é algo estranho e anárquico. O anarquismo já foi refutado e jogado na lata do lixo, por que insistem nisso?
Sério que Ron Paul e o Instituto Mises acreditam mesmo que as pessoas se arriscam a entrar ilegalmente nos EUA e lá viverem ilegalmente por conta do welfare state? Não lhes ocorre o real motivo (tirando o casos dos traficantes e criminosos em geral) é que nos EUA uma balconista pode ter uma renda e qualidade de vida melhores do que um rpfessor no Brasil? E o argumento de Ron Paulo contra o Muro na prática corresponde à defesa da open borders, uma das teses mais caras aos globalistas.
Concordo plenamente!!
Mas vocês esqueceram de uma coisa muito mais importante!!!
A DENUNCIA!!
O uso hipócrita dos países que se auto denominam “emergentes” ou “pobres”, são na verdade países que utilizam seus cidadãos como meros escravos do estado, a serviço de um grupo, como acontece no Brasil e outros vários países que todos conhecem, na America Latina, Ditaduras e etc.
Quem alimenta esses países corruptos foram os próprios países denominados 1o. Mundo, que por sua vez são também hipócritas. E se esses países do 1o. mundo não denunciarem ao próprio povo e aos povos do mundo, de maneira maciça, o poder das Ditaduras continuará cada vez mais radical.
Então primeiro a DENUNCIA, para explicar o motivo de parar o assistencialismo.
Alguém pode dizer que no assistencialismo está embutido as “desmoralização” dos países corruptos e ditatoriais. Falar isso é inocência dos preguiçosos, pelo simples fato que eles não foram descobertos!!
Quero ver os povos DO MUNDO saberem EM VIVA VOZ, OS MOTIVOS, que seus governantes deixaram seus povos em desgraça.
NEM O CAPETA AGUENTARIA O DESMASCARAMENTO.
Lembrem-se, libertário, não é libertário para si mesmo, mas para todos, por isso o libertário tem que ser mais que a ideologia libertária, ele tem que ser libertário em si mesmo.
Ultimamente o IMB reuniu uma massa de ignorantes que caem aqui de paraquedas comentando coisas sem embasamento, como se fossem donos da razão. Ser ignorante em certos assuntos é normal mas tenha a decência de serem humildes na hora de comentar.
Agora vamos deixar as coisas claras:
1 – Objetivo do texto: Mostrar que erguer muros não é combater a raiz do problema.
2 – Ron Paul e nenhum outro intelectual que compreende a filosofia libertária defende um sistema “Open Borders” porque isso viola o direto à propriedade privada.
3 – Não, Ron Paul não disse no texto que a unica coisa que faz imigrantes ilegais aparecerem por lá seja o Welfare State. Leia o texto novamente e entenda seu objetivo.
Muito se dá também pela ilusão de uma melhora de vida repentina, o sonho americano. Essa época de ouro ja passou, e muitos após chegarem la se dão conta da realidade, não tem emprego para todo mundo.
Alem de acabar com Welfare State, demonstrar a realidade que uma mão de obra desqualificada enfrenta seria fundamental.
Em tempo: já viram esse vídeo do Bill Clinton de 1995 falando sobre imigrantes ilegais? O discurso dele é idêntico — idêntico! — ao do Trump hoje.
Confiram (é curtinho, só 1 minuto e 20 segundos):
http://www.c-span.org/video/?c4351026/clinton-1995-immigration-sotu
Tenho acompanhado o Ron Paul por aqui. Ele apresenta três não soluções como proposta. Acabar com o assistencialismo está além das forças de qualquer presidente, mesmo porque o assistencialismo não foi feito para imigrantes ilegais. Cerca de 80% dos negros americanos recebem alguma ajuda do Estado. Liberar drogas é uma das propostas mais polêmicas do mundo, longe estar de ser uma solução. Quanto ao Oriente Médio, foi justamente o vácuo deixado pela desastrosa política externa do Obama que causou a desestabilização daquela região. Além do mais, todo mundo sabe que cerca de oitenta e anoventa por cento dos refugiados não de gente querenta aproveitar a oportunidade para ir para a Europa gozar das delícias de estados provedores.
Quanto aos muros, acabei de ler dois artigos sobre os diversos muros que existem no mundo. Embora eu também não goste da idéia, os dados relatados nesses dois artigos dizem exatamente o contrário do que diz o Ron Paul. Não adianta você pregar, como faz o Ron Paul, soluções irrealizáveis num horizonte visível. Isso se chama não-solução.
Trump será o melhor presidente dos USA, transformando-o no maior país do mundo.
Seria mais barato a pena de morte para imigrantes ilegais.
Se eles estão invadindo a propriedade dos americanos, a melhor opção é a guilhotina ou botar todos num barco com destino ao polo norte.
Se não pode entrar ilegalmente no país, por que as pessoas desrespeitam ?
Quem não respeita a lei de imigração, não é bem vindo.
Eu gostaria muito de morar lá. Não vou ilegalmente porque não sou delinquente.
Esse texto é só mais uma prova de que o socialismo perdeu a guerra econômica mas venceu a guerra cultural. Bombas americanas em solo estrangeiro até podem estimular um pouco, mas absolutamente não são o motivo principal de os EUA serem o alvo predileto do terror. Fosse assim, a Rússia teria um ataque terrorista por dia, pelo histórico negro com os países satélites e no mesmo oriente médio. O Japão e China viveriam com terroristas trocados. Isso é assim porque células terroristas foram especificamente treinadas pela KGB para odiar o ocidente (principalmente EUA). E através da grande imprensa, influenciada da mesma forma, o ocidente aprendeu a odiar o próprio ocidente (hoje em dia, chamam isso de “polarização” e “politicamente correto”). Pois é, meus caros, achar que a culpa do terrorismo é exclusiva de quem sofre os atentados só demonstra que vc tb foi desinformado. E não é de hoje. Lembrem-se que a primeira guerra mundial teve como estopim um… Ato terrorista!
Vocês se esqueceram de uma coisa;
Fronteiras abertas são um assalto à propriedade privada
Gostaria de dar ums pequenos pitacos sobre nossos vizinhos Yankes que não tenho visto sair por aí…
Ao meu ver, Trump foi eleito de fato por um simples motivo, a crise de 2008. Existe porém todavia entretanto, um adendo…esse adendo que não tenho visto por aí…e que a crise de 2008 “varreu” bonito os EUA. Hoje eles são um ex-país Rico, por isso que Trump foi eleito, os americanos estão “batendo” cabeça pra voltarem a ser Ricos…
Por mais que o pessoal da FakeNews odeie o Trump, por mais que os brasileiros com complexo de lata amem os EUA, a realidade dura e crua é essa, eles estão falidos.
Quanto a questão da imigração, existe outro adendo que também ninguém fala, pelo princípio da soberania, Trump pode “vetar” o “país” que ele quiser…não precisa dar explicações,..ele foi legitimamente eleito pelos americanos e como presidente atual tem poderes para isso…
Bom, bom… analisando o trecho “O governo americano está jogando bombas no Oriente Médio desde 1990. Só no ano passado, o então presidente Obama despejou mais de 26 mil bombas na região. Milhares de civis já foram mortos em ataques de drones americanos. O grande plano americano de “recriar” o Oriente Médio gerou apenas miséria, sofrimento, banho de sangue e mais terrorismo. Acabar com esta insensata intervenção externa fará bastante para remover os incentivos para se atacar os EUA.”
Acho que fará muito pouco, talvez a diferença seja imperceptível. Estão deixando de considerar o fator principal para os atentados terroristas, qual seja o Islamismo. O que os USA tem combatido é o cartel de grupos radicais islâmicos, e estes não irão cessar os ataques por motivo algum nesse mundo ! Ou se destrói tais grupos ou se espera ataques deles… simples assim.
E uma vez que a motivação central é religiosa, pouca ou nenhuma diferença fará se os USA cessarem seus ataques contra eles, podendo até haver uma reação contrária, com intensificação dos ataques por sentirem que Alah os está ajudando, ao infundir covardia no coração da população do “Grande Satã”. A Jirad não será interrompida com atitudes pacíficas dos “infiéis”, e possivelmente será ampliada e encorajada em caso de arrefecimento nas hostilidades.
Sendo assim, o problema do terrorismo só me parece ter uma solução: Extermínio dos terroristas e proibição do culto islâmico em toda a Federação Norte-Americana, com penas variando da deportação sumária à prisão. Sim, pode ser feito algo assim… Angola já iniciou uma estratégia nesse sentido, e considero-a salutar e eficiente. Nenhum atentado terrorista partirá de islâmicos se eles não conseguirem pisar na América. E para existirem islâmicos, o corriqueiro é que alguns islâmicos sirvam como agentes para conversão de diversos outros. Proíba-se a ideologia político-religiosa em questão (como no Brasil foi proibido o Nazismo e estranhamente não foi o Socialismo) e em algumas décadas não existirá uma só mesquista em funcionamento no território americano.
Isso sim, erradicaria mais de 90% dos ataques terroristas da galera do “Alahu Akbar” !
Libertários…sempre tentando aplicar boas teorias econômicas em áreas fora de economia. Principalmente quando defendem o fim da guerra às drogas, os libertários usam uma falácia enorme e falta de lógica gigantesca.
Vamos lá. É errado dizer que a proibição às drogas GERA o tráfico. Vamos usar uma comparação bem simples. Tenho uma casa mas resolvo não construir um muro em volta dela (aproveitando que o tema “muro” está na moda). Algum criminoso quer cometer um roubo e vê a minha casa sem muro e resolve invadir para roubar.
Aí eu pergunto: a ausência de muro na minha casa CAUSOU o assalto? Ou foi só uma oportunidade? Se não houvesse ladrões no mundo, haveria assaltos a residências?
Logo, não é a proibição às drogas que gera o tráfico. Quem causa o tráfico é…atenção… o traficante!
Sugiro ler o artigo:
Trump está banindo muçulmanos?
Escrito por Filipe G. Martins | 30 Janeiro 2017
Internacional – Estados Unidos
Medidas similares foram adotadas por inúmeros presidentes americanos, incluindo o presidente Obama, que, em momentos diferentes, baniu o ingresso de iraquianos e de sírios aos Estados Unidos. […]
Mais esse artigo:
Trump, perseguição anticristã e a desonestidade da grande “mérdia”
Escrito por Olavo de Carvalho | 01 Fevereiro 2017
Artigos – Cultura
Quando recentemente o Obama fechou o acesso aos refugiados cubanos, ninguém na esquerda reclamou.
Os únicos refugiados que são COMPROVADAMENTE refugiados são os cristãos, que estão sendo abatidos como vacas e porcos num matadouro. E justamente por esses ninguém chora. Todas as lágrimas são para os assassinos, seus parentes, seus amigos e a massa dos seus cúmplices passivos.
Por onde quer que você passe os olhos na grande mérdia, lerá o mantra: “A maior parte das vítimas do terrorismo é de muçulmanos.” Sem dúvida. Em guerras entre países ou grupos muçulmanos, a maioria dos que morrem são muçulmanos. Mas nem um único deles morreu POR SER MUÇULMANO. Nenhum deles morreu vítima de perseguição religiosa. As únicas vítimas de perseguição religiosa no mundo islâmico — e especialmente na Síria — são os cristãos e os membros de outras religiões minoritárias. Por isso mesmo, no governo Obama, eles constituíram menos de um por cento do total de refugiados admitidos nos nos EUA.
Nunca a discriminação religiosa foi tão evidente e descarada. […]
Eu concordo plenamente que as medidas propostas teriam uma melhor eficacia no tocante do trafico de drogas e “soft immigration (pessoas simplesmente buscando oportunidades de vida).”
O que me preocupa é a abordagem quanto ao terrorismo. Ao contrario do que o autor sugere, a Suíça e o povo suíço já foi alvo de diversos ataques terroristas. Hoje por exemplo, vivem em alerta máximo com ameças direcionadas a Suíça.
A muito tempo o terrorismo deixou de ser simplesmente uma resposta a Politica Externa. Hoje a maioria dos grupos são Islamistas (buscam a teocracia). Dizer que botar o corpo pra fora da situação é o mesmo que a resolução do problema é de uma ingenuidade sem tamanho.
Existe um limite para o ideologismo fanático/Ingênuo. Em alguns momentos a praticidade é mais adequada. O muro em si é uma bobagem sem tamanho. Mas politica de “Ban” não me parece um exagero. Pode sim constituir uma afronta aos “princípios libertários”, mas a segurança do povo deve ser sempre a prioridade, independente de quem seja o responsável (estado ou instituição privada de segurança).
Contra o terrorismo existem apenas duas armas; Educação e Precaução.
“e acabe com a guerra as drogas, cuja proibição serve apenas para gerar um mercado negro perigoso e altamente lucrativo, o que incentiva os mais violentos traficantes a cruzarem as fronteiras.”
Como que o mesmo Ron Paul escreve isso e ao mesmo tempo faz um artigo defendendo a simples criminalização do aborto como “solução”. Alguém me explica???
Senti certo desgosto ao ler:
“Isso, obviamente, irá afetar com mais intensidade os americanos mais pobres.”
Creio que o argumento procedente para o contexto seria: “os americanos pagarão pelo muro, quando Trump disse que o México pagaria”; ou ainda “a economia mexicana será sobremaneira prejudicada com produtos mais caros no mercado americano, o que pode inclusive estimular o fluxo migratório”, entre outras possibilidades, menos a dos pobres, por favor!
Desculpe não achar artigo melhor.. Mas, Ron Paul sendo profeta mais uma vez. Acertou a política externa again . Há algumas horas Trump descumpriu sua promessa de campanha de não intervencionismo
Trump já está sendo melhor do que o esperado, se conhecesse a EA seria ainda melhor.
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Por isso todos os territórios devem ser privados (de preferência pequenos), aí essa confusão não existiria.