Ganhe quem ganhar hoje, não há boas notícias para os
americanos. Tanto Hillary quanto Trump — caso coloquem em prática suas
respectivas plataformas — serão um desastre para a principal economia mundial,
ainda que por razões distintas: Hillary sufocará os poupadores, investidores e
trabalhadores qualificados com mais impostos; já Trump condenará todos os
pagadores de impostos a um Himalaia de dívida pública.
Hillary
Clinton: mais gastos e mais impostos
Comecemos pela candidata democrata. Hillary é uma
das aspirantes à presidência dos EUA que mais abertamente defende o estatismo e
o intervencionismo governamental em toda a história do país: embora seja
natural candidatos democratas defenderem mais estado, o fato é que a
incompetência de seu rival lhe permitiu assumir o risco eleitoral de manter um
discurso muito mais liberticida do que o habitual em eleições. (Perante
qualquer outro rival minimamente mais libertário, Clinton não teria a mais
mínima chance de vencer com semelhante radicalismo).
Consequentemente, a
democrata almeja incrementar (ainda mais) o tamanho do ineficiente, caro,
esbanjador e distorcido estado de bem-estar americano:
Na educação, promete gastar durante a próxima década
US$ 700 bilhões a mais em bolsas universitárias e pré-universitárias (avançando
progressivamente até a estatização de fato da educação nos EUA).
Para a saúde, desembolsará US$ 250 bilhões
adicionais para aprofundar o já falido
Obamacare (por meio da expansão da cobertura dos extremamente caros Medicaid
e Medicare, o que, de novo, levará a um progressivo avanço da estatização
da saúde dos EUA).
Para a infraestrutura, seu plano é destinar US$ 300
bilhões adicionais para a reforma de estradas, portos, aeroportos e ferrovias.
Finalmente, mais US$ 500 bilhões serão destinados às
mais diversas rubricas, como licença-maternidade, subsídios às indústrias
nacionais, programas de estímulo econômico etc.
Um esbanjamento de dinheiro dos americanos estimado
em US$ 1,750 trilhão pelos próximos dez anos.
Gráfico
1: plano de aumento de gastos de Hillary Clinton
E como Hillary pretende pagar tamanha fatura?
Evidentemente, com mais impostos. Mais de um trilhão de dólares virá do aumento
do IRPF dos trabalhadores mais qualificados do país (aqueles que ganham mais de
US$ 190 mil dólares por ano). Outros US$ 400 bilhões virão da abolição de
deduções fiscais (o que, na prática, significa aumento de impostos). Um aumento
dos impostos sobre os ganhos de capital dará mais US$ 350 bilhões de dólares
para o governo. E um imposto especialmente punitivo para as grandes fortunas
gerará mais US$ 300 bilhões para o governo.
Ou, ao menos, é isso o que a equipe de Hillary imagina.
Mas tem mais: a candidata democrata também pretende
aumentar a arrecadação do IRPJ aumentando a base de contribuição, o que tende a
afetar as pequenas empresas. Quer também punir com severas multas as empresas
que não repatriarem lucros do exterior (gerando ao governo US$ 150 bilhões).
Elevará as alíquotas do imposto sobre herança (mais US$ 250 bilhões) e, por
fim, criará um novo tributo sobre as instituições financeiras (US$ 150
bilhões).
No total, US$ 1,60 trilhão nos próximos 10 anos.
Gráfico
2: plano de aumento de receitas de Hillary Clinton
Em suma: embora o plano fiscal de Hillary não irá
necessariamente explodir o endividamento do governo (US$ 150 bilhões em 10
anos, muito embora é importante ressaltar que a dívida total aumentará mais US$
10 trilhões durante este período pelo efeito dos juros), ele resultará em um
aumento acentuado do parasitismo estatal sobre a sociedade americana.
Rapinar a poupança e a criação de riqueza para
incrementar a dependência dos subsídios estatais de uma parcela crescente da
sociedade (seus atuais e futuros eleitores), e sufocar a economia privada em
prol do aumento do estado não é um plano condizente com a liberdade.
É verdade que Hillary, sendo comprovadamente uma
mentirosa compulsiva — como são todos os políticos –, poderia muito bem estar
enganando os eleitores sobre suas
reais intenções. Porém, analisando sua trajetória e as intenções do
establishment democrata, tudo indica que seu programa fiscal avançará pelo
caminho da servidão.
Donald
Trump: populismo fiscal com mais endividamento
Muito já foi dito sobre as propensões protecionistas
e neo-mercantilistas de Trump. Ele já prometeu uma tarifa
de importação de 45% sobre todos os produtos chineses, e ameaçou retaliar
economicamente a Ford caso
esta abra mais fábricas no México. Essa torrente de idéias políticas
impressionou até mesmo o site esquerdista Vox, que publicou um artigo
sobre “as ideias econômicas de esquerda que Trump está
adotando”.
Sendo assim, aqui iremos nos concentrar em sua
política fiscal, como feito acima com Hillary.
Trump vem baseando sua proposta fiscal em uma
acentuada redução de impostos para famílias e empresas. Por esta razão, alguns
liberais e libertários passaram nutrir simpatias pelo candidato no âmbito
estritamente econômico: frente à voracidade tributária de Hillary, o magnata
nova-iorquino parece ao menos trazer um sopro de alívio sobre os pagadores de
impostos americanos.
No entanto, e aí jaz o principal problema de suas
promessas eleitorais, todo o seu prometido corte de impostos não passa de um
mero populismo fiscal, pois não haverá nenhum corte de gastos. Ao contrário:
Trump promete redução de impostos e aumento de gastos, o que significa que
uma eventual redução de impostos será inteiramente financiada por mais
endividamento do estado, o que, por sua vez, significa que quem realmente
arcará com a fatura serão as gerações futuras. “Baixo seus impostos hoje e
cobro a fatura amanhã, com juros”. Eis aí a clássica definição do populista.
Keynes estaria orgulhoso.
Comecemos pela sua redução
de impostos. Trump promete uma autêntica revolução nos impostos sobre a
poupança e o investimento: a alíquota máxima do IRPJ será diminuída dos atuais
35% para 15%. Lucros repatriados do exterior serão tributados em 10%. As
indústrias poderão colocar em seus balancetes uma depreciação mais acelerada de
seus ativos (o que reduz a mordida do imposto de renda). Tudo isso gerará uma
redução de US$ 2,85 trilhões em 10 anos.
Adicionalmente, o republicano também promete
eliminar o imposto sobre heranças (US$ 200 bilhões).
Mais: Trump também promete aliviar o IRPF reduzindo
o número de alíquotas: as atuais 10%, 15%, 25%, 28%, 33%, 35% e 39,6% seriam
reduzidas para apenas três: 12%, 25% e 33%.
Ao mesmo tempo em que pretende eliminar várias
deduções fiscais, ele promete criar outras vinculadas à dependência e ao
cuidado de crianças (a redução total seria de US$ 1,45 trilhão).
No total, portanto, estamos falando de uma redução
de receitas da ordem de US$ 4,5 trilhões em dez anos.
Gráfico
3: redução das receitas do governo segundo o plano de Donald Trump
Pessoalmente, sempre sou a favor de toda e qualquer
redução de receitas do governo. Qualquer política que venha a implantar tamanha
redução de impostos sobre famílias e empresas tem minha simpatia. No entanto,
para que tal medida gere efeitos positivos e duradouros (e não meros vôos de
galinha que cobram um preço alto no futuro), tal corte de impostos tem necessariamente de ser acompanhado de um
igual corte de gastos.
É imprescindível que uma redução de impostos seja feita
concomitantemente a um corte de gastos. Caso contrário, a diferença será obtida
por meio do endividamento do estado, o que significa que um dinheiro que
poderia estar indo para o financiamento de atividades produtivas será
integralmente direcionado para os títulos púbicos do Tesouro, financiando os
déficits do governo. E com o agravante de que essa conta terá de ser paga, com
juros, no futuro.
O que realmente mensura o tamanho do parasitismo
estatal não é a carga tributária, mas sim o quanto o estado efetivamente gasta.
Cada centavo gasto pelo estado foi retirado da economia privada, seja via
impostos seja via empréstimos tomados pelo governo junto ao setor privado. Se os gastos do governo não são atacados, o
parasitismo estatal continua intacto.
E que Trump apresentou nessa área? Nada de positivo.
Embora ele de fato tenha apresentado uma ideia
chamada de Penny Plan (na
qual os gastos discricionários do governo seriam reduzidos em 1% ao ano), essa
proposta, mesmo que fosse integralmente implantada, seria completamente inócua
para equilibrar o orçamento após a forte redução de receitas.
Mas tudo piora: se somarmos todas as promessas de
aumentos de gastos feitas por Trump, o gasto público não apenas não cai como,
ao contrário, aumenta (menos que sob
Hillary, mas aumenta).
Mais especificamente, se Trump de um lado propõe cortes
de 1% ao ano durante os próximos 10 anos (o que daria US$ 750 bilhões ao ano)
em conjunto com um maior rigor sobre os subsídios estatais (um corte adicional
de US$ 175 bilhões), ele também defende aumentos notáveis em outras rubricas:
aumento dos gastos militares com mais tropas e mais equipamentos; modernização
das forças armadas em questões de ciber-segurança e na guerra contra o Estado
Islâmico (mais US$ 450 bilhões); e maiores transferências sociais para os
veteranos de guerra (entre US$ 500 bilhões e 1 trilhão).
Mas agora vem o melhor: Trump simplesmente promete duplicar
os gastos de Hillary em infraestrutura (US$ 600 bilhões, podendo chegar a US$
1 trilhão).
No total, tirando por baixo, estamos falando de um
aumento do gasto público de US$ 650 bilhões em 10 anos.
Gráfico
4: aumento dos gastos do governo segundo o plano de Donald Trump
Dito de outra forma, Trump pretende reduzir a
arrecadação do governo em US$ 4,5 trilhões e aumentar os gastos em US$ 600
bilhões: um buraco fiscal de mais de US$ 5 trilhões de dólares.
Isso não é reduzir impostos e nem muito menos
reduzir o estado. Isso é simplesmente custear uma campanha eleitoral
endividando furiosamente os pagadores de impostos americanos para que eles
próprios arquem com a fatura no futuro.
Na melhor das hipóteses, levando em conta eventuais
aumentos marginais na arrecadação gerados pela redução de impostos — como
pressupõe a Curva de Laffer –, estamos trabalhando com um déficit de pelo
menos US$ 3,2 trilhões.
Considerando que dívida total aumentará mais US$ 10
trilhões durante este período pelo efeito dos juros, o orçamento do governo
federal sob Trump levaria a um déficit acumulado de pelo menos US$
13 trilhões em 10 anos, o que dá mais de US$ 1 trilhão por ano.
Vale repetir: incluindo estimativas muito otimistas
a respeito das promessas de Trump, seu programa fiscal implica aumentar
acentuadamente o endividamento do governo (ou seja, dos pagadores de impostos
americanos) em pelo menos US$ 13 trilhões na próxima década. O “extravagante e
pródigo” Obama aumentou em “apenas” US$ 8,7 trilhões em seus dois mandatos —
sendo que boa parte havia
sido contratada ainda sob o governo de George W. Bush.
Conclusão
Tanto Hillary Clinton quanto Donald Trump
apresentaram propostas fiscais incrivelmente irresponsáveis. Hillary pretende financiar suas promessas de
mais gastos com novos e maiores impostos. Já Trump planeja o mesmo por meio de muito
mais endividamento.
O plano de Clinton é lamentavelmente factível: a
candidata democrata continuará percorrendo o caminho já iniciado por Obama de
ir expandindo pouco a pouco o tamanho do estado para evitar que o sapo (os
pagadores de impostos) perceba que está sendo cozinhado na água quente
(estima-se que a dívida pública aumentará 11 pontos percentuais em relação ao
PIB sob Hillary).
As propostas de Trump são, por sua vez, puro
populismo fiscal. E irrealizáveis: o próprio candidato republicano já teve de
retificar várias vezes suas
propostas fiscais (segundo as quais o IRPF teria apenas três alíquotas de
10%, 15% e 25%) porque a queda na arrecadação era demasiada grande e não-financiável
até mesmo para seus padrões. (Originalmente,
estimava-se que sua administração aumentaria a dívida em mais de 50 pontos
percentuais em relação ao PIB; agora, “apenas” 30 pontos).
Hillary possui um programa pavoroso, porém, e infelizmente, realizável;
Trump possui um programa igualmente pavoroso, porém não-realizável. (Se bem que
a alternativa que ele venha a apresentar caso vença pode ser ainda pior).
Hoje, milhões de americanos irão às urnas. Melhor fariam
se se rebelassem contra elas por terem de escolher entre dois desastres
igualmente deploráveis.




Precisamos falar sobre os filhos dos burgueses – Vote na Hillary, Fora temer.
Eataly
https://www.youtube.com/watch?v=9zc1YGdgZiM
Nova york
https://www.youtube.com/watch?v=fseeGPLrOUE
Veja o vídeo acima por completo. Logo depois irei tecer meus comentários.
As crianças do vídeo acima, tiveram a oportunidade de dar a volta ao mundo, em quanto algumas crianças Brasileiras, não tem o que vestir.
O meu coração chora quando vejo uma criança negra, da mesma idade que as crianças do vídeo, a consumir música de baixo padrão, como o funk por exemplo. Meu coração chora, quando essas crianças não tem o que comer ou o que vestir. O mundo precisa urgentemente de um estado mundial, onde todas crianças seriam saudáveis como as crianças do vídeo.
Antes que você peça pela minha ação individual nesta questão, afirmo: Eu sou um ato revolucionário, sou o homem que anda entre os pobres, sou o homem da misericórdia, visito a favela, converso com pobres, eu sei a dor deles, eu carrego comigo a dor deles.
Eu conheço o paraíso e o inferno, e cabe a mim expressar o mundo real, pois eu sou o iluminado. Faço parte do Psol, tenho ação politica, portanto estou agindo pelos pobres.
Por que faço está introdução? Porque sei o nojo que é a burguesia e seu estilo de vida podre. Veja o vídeo das crianças acima, em que elas humilham o pobre trabalhador. Está é um oportunidade única, veja, você tem a oportunidade de conhecer a alma dos homens. Será que o uéliton teve a oportunidade de estudar em uma boa escola? Será que uéliton se alimentava bem? Será que Uéliton deu a volta ao mundo? São coisas que penso.
Tudo começa na infância, tudo se trata de uma apresentação estética. O papai gordo do capital(assim como leandro Rocket) , irá esconder da filha, a eterna verdade entre os homens, qual é está verdade? As relações do capital, as relações de explorador e explorado. Afinal tudo se trata disso no fim do dia.
A criança do vídeo acima irá passar em frente uma oficina, e sabe o que ela irá ver? Ela verá homens trabalhando, graxa, sujeira, carros, e nada mais. O pobre que está dentro da oficina, sabe o que ele vê? Ele vê a condição humana, do trabalho, da economia antiga e recente, e sobretudo ele tem total noção das relações das classes sociais. Ele sabe o porque é pobre, mas a burguesa não sabe o porque é rica.
A alienação do capital não pode acabar, pois a roda da escravidão precisa continuar a girar. Obviamente está criança cresce, e se torna uma mulher, uma linda mulher, assim como uma obra de arte:
Muito fácil acordar as 8 da manhã, quando não se leva caixas o dia inteiro nas costas, não é mesmo neoliberal? Pois a garota que acorda cedo, faz caminhadas nas esteeira, come alimentos saudáveis, pensa que todas consequências boas em sua vida, se deve a uma mera escolha individual. Novamente o capitalismo mentiu. Que nojo dessa gente!
Gostaria de viver em um mundo onde 7 bilhões de pessoas iriam visitar a Disney, Gostaria de viver em um mundo onde todos teriam Iphone e livre acesso a informação. Ainda mais, Gostaria de viver em mundo onde pobres, negros, minorias iriam comer no Eataly, Gostaria de viver em mundo onde crianças da favela, fossem visitar Nova york. E principalmente, não menos importante, Gostaria de viver em um mundo onde o capitalismo não existisse.
Tudo é uma grande mentira, uma grande alienação do capital. Sinto falta de uma frase que utilizava nos meus primeiros artigos: O homem traiu o homem.
Capital imoral é filosofo, escritor, escreveu mais de 30 livros e concorre ao premio nobel de literatura.
obrigado pelo belo resumo. Uma pergunta por favor: voces acham que a divida maior causaria inflacao nos EUA? Ou qual seria o cenario se Trump aumentasse tanto a divida?
OFF novamente
Aos que tiverem interesse em ler este meu comentário, sugiro que antes leiam o meu comentário anterior e as duas respostas (todos reproduzidos logo abaixo).
Anteriormente, eu fiz um pequeno comentário irônico sobre a terceira guerra mundial, os globalistas, o Olavo de Carvalho e o Bolsonaro.
Entretanto, não ironizei os tópicos em si que listei, mas sim as pessoas que não conseguem absorver crítica alguma sobre isso. Coloquei entre parênteses as ironias, naquela ocasião.
Admiro, por exemplo, o Olavo. Uma pessoa com gabarito intelectual impressionante. Ler ou escutar ele é certeza de bibliografia pra mais de anos. Além disso, ele é um cara bem irônico e já ri muito de alguma sacadas dele. Porém, o que ironizo é a cegueira em torno dele pelos seus seguidores. Só sabem dizer “Olavo tem razão”!
E os globalistas? Sim, existem grupos querendo dominar o mundo. E quando não existiu isso? A história da humanidade é uma história de tentativas de dominação e servidão. Só que pros seguidores da conspiração globalista não há mais escapatória. Estamos fadados ao domínio globalista.
Enfim, a ironia era essa.
Neofetiche 25/10/2016 18:37
OFF
Alguma explicação pros seguintes fetiches atuais da direita?
– Terceira guerra mundial (inevitável);
– Globalistas (donos do mundo);
– Olavo de Carvalho (guru incontestável);
– Bolsonaro (salvador da pátria).
Grato.
—————————————————————————
Pensador 26/10/2016 11:38
OFF
Bem, vamos lá Neofetiche:
– Terceira guerra mundial (inevitável);
– Globalistas (donos do mundo);
– Olavo de Carvalho (guru incontestável);
– Bolsonaro (salvador da pátria).
Tudo está parecendo conspiração da direita mais babona, geralmente olavetes e bolsonetes. Terceira guerra mundial com Hillary mandando nos EUA eu não creio, embora deva concordar que se ela for eleita e abrir tudo para os muçulmanos entrarem lá, alguns atentados vão acontecer, aplaudidos de pé pela CNN e demais vozes da esquerda americana. Os brasileiros tem anos luz de experiência a mais que os americanos quando o assunto é conviver com tiro e bomba.
Essa dos globalistas me lembra vídeo do irmão rubens sobre os illuminati, um petista muito famoso no youtube. Meia dúzia de soças querendo “um mundo melhor”( para os burocratas). Só haverá governo global único via imposição de um megaestado global, o que eu também creio ser pouco provável, num cenário onde pedidos de secessão serão inevitáveis.
———————————————————————–
Rene 26/10/2016 12:28
Opiniões minhas sobre estes assuntos. Admito que não tenho conhecimento grande o suficiente para afirmar que o que escrevi abaixo é totalmente verdadeiro. Quem quiser discordar de maneira educada, esteja à vontade.
– Terceira guerra mundial (inevitável);
Não sei o que os EUA ou a Rússia esperariam ganhar com uma terceira guerra mundial. Só acredito que os EUA estão bem mais vulneráveis do que parece. Uma bomba de pulso eletromagnético que exploda em uma grande altitude em território americano já faria um estrago gigantesco. Ok, isso seria terrível do ponto de vista econômico, milhões iriam morrer de fome. Só que racionalidade não é algo que se espera de governos. Os comunistas já mataram 100 milhões de pessoas no século XX. Não vejo razões para crer que eles ficaram bonzinhos de repente. E se o Putin acreditar que vale a pena demolir o mundo para que, das cinzas, renasça uma nova sociedade na qual a Rússia é a governante? Tudo são possibilidades. Eu não diria que é inevitável, mas não descarto a possibilidade de jeito nenhum. E estou torcendo para que não aconteça.
– Globalistas (donos do mundo);
Quando se fala de globalistas, primeiro você tem que dizer de quem está falando. Sabe, dar nome aos bois. Sim, existem pessoas muito poderosas no mundo. Estas pessoas estão constantemente brigando por poder. Não há um grupo superpoderoso chamado de Iluminatis que controla todo o mundo. O que existe são vários grupos que lutam por poder, sempre tentando estender seu domínio para fora de suas fronteiras. Nenhum deles é o dono do mundo. Mas eles possuem os meios de ação para lutar pelo poder, e este poder implica necessariamente na diminuição das liberdades individuais.
– Olavo de Carvalho (guru incontestável);
Não, o Olavo de Carvalho não é um guru incontestável. Ele é um ser humano, e como todo ser humano, comete erros e acertos. Entretanto, procure ler o que ele escrevia 15 ou 20 anos atrás, e comparar com o que acontece hoje. Acredito que ele acerta com uma frequência grande o suficiente para prestarmos atenção no que ele diz. Minha sugestão é ter em relação ao Olavo de Carvalho a mesma atitude que se espera em relação a qualquer analista: Ler o que ele escreve, pensar no assunto, analisar o que outras pessoas com um bom grau de confiabilidade estão falando sobre o mesmo assunto, e se for para concordar ou discordar, seja do todo ou de partes, fazer com o maior embasamento possível.
– Bolsonaro (salvador da pátria).
A questão não é exatamente que ele é o salvador da pátria. Só vou te fazer uma pergunta: Qual outro nome você teria para colocar no lugar dele? O Brasil vive uma crise séria de representatividade. Apesar da maior parte da população ser conservadora, todos os partidos que estão no poder hoje são de esquerda. Sei que atualmente novas ideias estão surgindo nas discussões políticas, tanto conservadoras como libertárias, além de novas propostas de partidos. Mas é fato que essas ideias ainda estão em estágio de gestação. São os esquerdistas que estão agora no congresso votando leis. Vejo o Bolsonaro da mesma forma que a PEC 241: Não é perfeito, mas é o que temos para hoje.
“E um imposto especialmente punitivo para as grandes fortunas gerará mais US$ 300 bilhões para o governo” ….Gostei dela.
O outro quer redução de impostos com aumento de gastos…..pobre Trump.
Eu sou um keynesiano que gosta de limites orçamentários…não gastar mais do que arrecada…..se o orçamento só da para atender 20.000 pessoas no Bolsa Família, que fique só com isso…..não interessa se há mais pessoas precisando….se só da para 20.000, atenda-se só 20.000.
Os EUA estão se latinizando.
O pior é saber que, como a bomba já está armada na economia americana, se o trump ganhar, vai levar a culpa por todas as irresponsabilidades de governos passados.
O pior de tudo é ver a tal direita apoiando esse cara, porque o apoiam?! O que ele tem de direita?!
Pode se perceber claramente que tanto a esquerda quanto a direita são estupidas, de um lado gente que nunca leu Marx ou Keynes, jurando de pés juntos que o estatismo funciona, de outro os papagaios de direita que só sabem repetir que “bandido bom é bandido morto”.
Falta intelectualidade e honestidade nos dois lados, falta autocrítica e por ai vai.
Torcer por qualquer um desses dois, é uma completa perda de tempo, mas é interessante notar que as massas que os apoiam sequer tem senso crítico, sequer foram pesquisar a praticidade de suas ideias e saem por aí a dizer “Build a wall” ou “I’m with her”.
Posso fazer um paralelo com o Brasil, onde as pessoas torcem por Bolsonaro (estado grande) ou Jandira Feghalli (estado maior ainda) , parece que as pessoas nunca aprendem que extremos são ruins, e parece que a massa continuará sendo estúpida, até os fim dos tempos.
Supondo que o TRUMP ganhe e imponha barreiras comerciais contra a China. Em tese isso não é bom pra nós?
Digo, se a China tem produto “sobrando”, vão precisar vender pra outras pessoas..
Se bem que…
Não temos dinheiro pra nada…
Deixa pra lá….! hehehe
O declínio político concomitante ao intervensionismo de Estado, em diversas áreas nos EUA, coincide com a predominância do politicamente correto e do multiculturalismo, que foram enfiados sorrateiramente nas mentes dos jovens nascidos nos anos 1990 pra cá, a fim de prepará-los culturalmente a se engajarem e defenderem o coletivismo tosco e utópico tão propagado pela elite que passou a dominar aquele país, outrora ” land of freedom “.
É a derrota do indivíduo e da liberdade ante ao coletivismo e a servidão.
Acho interessante a plataforma ”Make America Great Again” do Trump, principalmente no que diz a indústria americana(destruída por baboseiras ortodoxas como financiar o déficit de conta-corrente com poupança externa). Me parece venturoso e ao mesmo tempo interessante a ideia de elevar as tarifas de importação para proteger a indústria da desleal concorrência chinesa, recuperando assim a política desenvolvimentista que construiu os bastiões da economia americana(por mais que ortodoxos neguem).
No entanto, para o Brasil seria muito ruim que o mundo decida se fechar agora em um momento de crise. Sem falar em uma possível apreciação cambial devido as incertezas causadas pelo governo de Trump– o que seria terrível para as nossas indústrias.
Para mim os EUA deveriam focar no fiscal e abandonar essa meta de inflação de 2% a.a, que é uma grande bobagem e é o que segura a retomada do crescimento. Uma meta de 4,5% a.a seria mais do que suficiente. Sugiro a demissão da maior parte dos membros do FOMC atual.
Sendo Trump ou Hilary o que mudaria para o Brasil?
Trump é preferível pelo próprio motivo apontado no artigo: o programa de governo dele é mentiroso ao passo que o da Hillary é verdadeiro. Na dúvida, melhor apostar no que o Trump fará de diferente do que promete, já que do outro lado as promessas serão seguidas a risca.
Não tem nada a ver com o assunto. Mas alguém tem o PDF do “Man, economy and state” traduzido para o português?
A gemedeira lá na página do Facebook está vergonhosa, um bando de marmanjo se contorcendo e xingando feito adolescentes.
OFF TOPIC
Administradores da página do IMB, o arquivo do livro do Rodrigo Marinho está, de algum modo, corrompido.
Corrijam o quanto antes!
Abraços cordiais, Lucas.
Hillary é muito melhor que Trump… não dá para igualar os dois.
O autor se esqueceu de listar as propostas em relação às minorias. Esse tipo de análise
não pode ser feita só no plano econômico.
Abraços.
Eu prefiro a Trump que vai acabar com os massacres retirando as armas desses malucos. Armas tem que ficar nas mãos de quem é preparado e treinado que é a policia e o exercito a população não esta bem treinada pra tal
Eu só não entendi a crítica ao Trump por ele querer gastar 1 trilhão em infraestrutura.Há várias décadas os EUA não investem pra valer em infraestrutura.70% dos túneis e pontes são do século xix e início do século xx.Os aeroportos em comparação com os dos xeques árabes parecem rodoviárias de terceiro mundo.Os dutos que transportam óleo,gás e combustíveis são da metade do século xx.A contribuição das fontes de energia eólica e solar são irrelevantes para a matriz energética.A China gastou mais cimento na última década do que os EUA nos últimos 100 anos.Os EUA devem parar de gastar com guerras e melhorar a infraestrutura do país que está entregue às traças.
Infelizmente, apenas mais um artigo para “deleite dos bonzos e manigrepos de alta scientia”. Conforme já foi escrito em outro comentário de outro artigo, liberais e libertários são tão ineptos na guerra política, que até um partideco extremista radical como o PCO tem mais expressão. Em guerra política, luta-se com a as armas pertinentes ao jogo e enquanto os candidatos a combatente não aceitarem este fato, estarão fadados à derrota desde o primeiro momento. Algumas pérolas do artigo, do qual vou inverter a ordem para a análise lógica:
“Hoje, milhões de americanos irão às urnas. Melhor fariam se se rebelassem contra elas por terem de escolher entre dois desastres igualmente deploráveis.”
Ou seja, a solução ideal proposta pelo articulista é a rejeição aos dois. Até aí. tudo bem.
“Hillary possui um programa pavoroso, porém, e infelizmente, realizável; Trump possui um programa igualmente pavoroso, porém não-realizável. (Se bem que a alternativa que ele venha a apresentar caso vença pode ser ainda PIOR).”
Em termos de guerra política, diante da não realizabilidade da alternativa ideal, o autor crava a sua sugestão na frase entre parênteses (grifo meu para PIOR). Neste blog, achar que hillary é a solução menos pior, diante de todos os compromissos ideológicos, fatos criminosos e intenções piores ainda da candidata, que a imprensa insiste em escamotear, chega a ser um escárnio.
Lembra bem aquela história do liberal/libertário carioca, que entre dois marcelos (freixo e crivella), acha que o menos pior é freixo, porque ele ao menos é a favor de liberar a maconha, pois o outro é muito careta e conservador. Típica solução de quem só olha os benefícios para os próprios vícios e é incapaz de transceder a mediocridade. Lamentável.
Só o fato de HIllary querer uma “no-fly zone” na Síria, já faz de Trump um candidato claramente menos pior. Isso pode até resultar em uma guerra com a Rússia, de acordo com militares americanos. E isso poderia provocar uma guerra nuclear.
https://www.theguardian.com/world/2016/oct/25/hillary-clinton-syria-no-fly-zones-russia-us-war
Segundo o próprio texto:
Hillary:
“Um esbanjamento de dinheiro dos americanos estimado em US$ 1,750 trilhão pelos próximos dez anos.”
Trump:
“No total, tirando por baixo, estamos falando de um aumento do gasto público de US$ 650 bilhões em 10 anos.”
Ou seja, o Trump vai aumentar os gastos em US$ 650 bilhões (no máximo US$ 1 trilhão), enquanto a Hillary vai aumentar em US$ 1,750 trilhão…
Quem vai gastar menos?
Fico imaginando, se os EUA não conseguem “criar” candidatos minimamente aceitáveis, o que resta a nós brasileiros?
No fim das contas Dilma e Aécio estavam bem próximos da curva americana….
Parabéns, povo americano. Foram às urnas hoje escolher entre a cruz e a espada, entre o lixo e o esgoto. De todos os candidatos existentes, restaram os dois piores possíveis. Qualquer que seja o resultado dessa eleição, será uma ode à estupidez e à imbecilidade. Como pode a outrora terra da liberdade ter se tornado nisso? Estou perplexo.
Ainda bem que eu não voto.
Mas estou torcendo pelo Trump, pelo único e exclusivo motivo de querer ver a cara de merda dos apresentadores da Globonews.
Parabéns, povo americano. Foram às urnas hoje escolher entre a cruz e a espada, entre o lixo e o esgoto. De todos os candidatos existentes, restaram os dois piores possíveis. Qualquer que seja o resultado dessa eleição, será uma ode à estupidez e à imbecilidade. Como pode a outrora terra da liberdade ter se tornado nisso? Estou perplexo.
Não há esperança nos EUA. O país viverá um período de inflação, como o Brasil passou na década de 1980, com Trump ou Hillary como presidentes.
Cada estado tem alguem ‘electoral votes.’ Por exemplo, há 57 votas no estado da Califórnia. Ganhar, eles precisam ter 270 votar. Se nunca teriam 270, os representastes (house of representatives) votarão pelos ganhares. Os representantes selecionarão do top 3.
Então, eu espero que Gary Johnson vença em suficiente estados, então a Hillary e o Trump terao 270 votas. Se não, espero que o impeachment aconteça em breve.
Votei pelo Gary Johnson!
Espere, deixe-me ver se entendi: isso significa que entre os dois bostas a Hillary é a bosta menos pior?
Se a “ausência” do protecionismo não necessariamente levaria à um grande desemprego, como diz alguns artigos nesse site, já que a maior poupança decorrente disso geraria demanda em setores que a economia nacional é mais efetiva, então por que então que o Trump está com todo esse discurso protecionista? Não é porque os EUA estão perdendo empregos para o exterior?
PS:Não é uma crítica, só quero entender mesmo.
O Trump é um guerreiro do povo americano.
Alguém precisava fazer isso tudo.
O povo não aguenta mais o governo, a mídia, os movimentos sociais, o politicamente correto, etc.
O povo não aguenta mais as mentiras do governo. O Trump usou a mesmas armas do establishment.
Alguém precisava dar um chute nisso tudo.
Seja quem for o vencedor, terá a obrigação de transformar os EUA na maior potência econômica, etc que o mundo já viu.
Esquerdistas odeiam o Trump.
Isso já é um boa razão pela qual ele é menos pior do que a Hillary.
Não acho que ele vá aumentar impostos de importação da China em 45%.
Hahahaha, até parece…
E Trump é o novo presidente dos EUA!
Apesar dos pesares — de ele ser um mercantilista, narcisista, de ter um programa fiscal suicida, etc — não há como negar que Trump ama a América e quer trazer de volta o “sonho americano”, diferentemente de Obama, que sempre disse que a América precisa mudar profundamente (no sentido do socialismo, claro).
Se Trump realmente cumprir suas promessas, lutará contra o capitalismo de compadres e será uma barreira para o socialismo/globalismo atual.
Conservadores sempre criticam os liberais por estes “se preocuparem apenas com a economia”. Pois bem, os EUA têm um presidente do partido conservador, que aparentemente adotará um programa fiscal insano.
Vamos aguardar para ver se isto será benéfico ou não para a liberdade no longo prazo.
E agora? Quem serão os novos presidente do FED e secretário do tesouro?
Eu sou a favor do livre comércio, mas alguém precisa sabotar a China.
Os comunistas chineses desvalorizam a moeda, criam milhares de subsídios, poluem tudo, também cobram impostos sobre importação, possuem barreiras protecionistas, etc.
Esse livre comércio de fachada chinês é criminoso.
Vou opinar apenas sobre o que foi falado das propostas de Trump, haja vista que ele deve ser o próximo presidente, conforme resultado do voto popular.
Em primeiro lugar, o que foi falado sobre Trump reduzir impostos é fato, e foi reconhecido pelo Juan. O que foi omitido, porém, é que a regulação TAMBÉM SERÁ REDUZIDA, e isso foi amplamente explorado pelo republicano. Isso é outro alento importantíssimo e que deve ser considerado pelos liberais e pelos ancaps.
Segundo, Essa conta de impacto fiscal apresentada relativa às propostas de Trump, está furada. Ela superestima a queda de arrecadação (esquece que menos regulação e menos impostos dinamizam a economia, e, consequentemente, amenizam a queda de arrecadação no curto prazo). Além disso, a conta também ignora totalmente as manobras orçamentárias que Trump pode fazer, direcionando recursos de áreas que ele considera inúteis para a infraestrutura, Defesa e veteranos. Essas manobras certamente diminuem a necessidade de aumento de gastos.
Terceiro, a questão do comércio internacional, principalmente no caso da China, é delicada. Por um lado, é ruim privar os americanos dos produtos chineses mais baratos. Por outro lado, os produtos chineses são mais baratos porque a ditadura chinesa promove artimanhas como desvalorização artificial da moeda deles, abusa de subsídios estatais no caso dos produtos que querem exportar, e sobretaxam os produtos americanos que importam. Aceitar essa assimetria de condições comerciais já é atestado de “cuckisse”. Por isso Trump fala tanto em renegociar com a China, e usa o termo “fair trade” (troca justa). A mesma lógica se aplica aos outros países que também trapaceiam.
Por fim, colocar Trump no mesmo patamar da Hilary, chamando ambos de desastre, é exagero e desinformattivo. A Hilary seria uma desgraça mesmo. Já o Trump, podemos considerar como ruim. Ele nunca foi meu favorito, mas está muito à frente se comparar à candidata dos Democratas.
Agradeço a atenção e aos responsáveis por este site pelo ótimo conteúdo que é publicado, de forma geral, e por sempre abrirem o canal para quem gosta de comentar.
Abraços.
Entre uma candidata que promete aumentar impostos e a carga tributária e outro que promete reduzir impostos e gastos, ainda que timidamente, eu fico com o 2°.
Com Hillary já sabemos o que esperar, com Trump só saberemos depois. Com todas as criticas que podemos fazer, o Partido Republicano ainda é melhor que os Democratas, pelo menos no discurso.
Melhor que a eleição do Trump, foi os republicanos fazerem maioria nas duas casas do congresso.
Uma coisa é certa, se Trump fracassar, em 2020 há um sério risco de socialista ao estilo Sanders se eleger no EUA, aí sim seria o fim do sonho americano.
“Trump ou Clinton, os EUA vão eleger um mau presidente“, por Rui Ramos.
O texto é bom porque nos traz dados e informações específicas sobre as propostas, mas considero a análise insuficiente e a conclusão infantil.
Sabemos que há ainda mais elementos a serem avaliados pelos eleitores do que apenas esses que foram apresentados. E um elemento fundamental a ser julgado são as PESSOAS que pleiteiam o cargo. Sabemos quem é Hillary, quem foi seu antecessor Barack Obama, sabemos do desastre que este causou nos EUA, sabemos que estes são de fato e ideologicamente SOCIALISTAS e que tem um projeto de poder específico, que nada tem a ver com reforçar a liberdade.
Sabemos também que ALGUÉM SERIA ELEITO.
Trump fez promessas irrealizáveis, portanto não vai realizá-las. Imagino que como empresário de sucesso (mas que também teve seus revezes), ele saiba que endividamento frequentemente não é bom. Imagino que ele saiba que as contas têm que fechar. Imagino que ele saiba que dívidas que não se podem quitar geram falência (ele já passou por isso e se recuperou).
O fato mesmo de ele ter revisto várias vezes suas propostas sugere que ele não acredita em seus próprios exageros. Mas Trump é um cara brilhante no quesito marketing e fez o que precisou fazer para ganhar a eleição apesar de toda a oposição do establishment político (inclusive de seu partido) e do establishment midiático. É difícil crer que este homem seja o imbecil que alguns querem pintar.
Entre Hillary e seu projeto comunizante de longo prazo. Suas promessas muito críveis de enfraquecimento da economia americana. Além do histórico de seu partido em enfraquecer os EUA perante inimigos estrangeiros reais e agressivos. E um cara bom de marketing, que não cede com facilidade -sobretudo a inimigos -; que tem todo o interesse de que a economia melhore, porque ele próprio é um empreendedor e que é um sujeito brilhante, eu não teria dúvidas em quem votar.
Não temos bola de cristal para adivinhar o futuro mas, diante dessas perspectivas, “rebelar-se” infantilmente e perder a oportunidade de mudar algo na política americana para autoenganar-se e colocar-se numa posição de falsa superioridade moral enquanto permite ao seu país continuar percorrendo, taciturno, o caminho da desgraça é um ato imoral de extrema covardia.
É só o Trump aprovar uma “PEC 241 americana” por lá que tá resolvido.
Partido Republicano tem maioria na Câmara, no Senado, e tem a presidência. Podem corrigir todos os rumos da economia por lá.
Pelo fato das propostas de governo do Trump serem irrealizáveis, agora é pagar pra ver o que ele irá fazer realmente. Foi melhor do que se a Hillary tivesse ganhado, já era merda na certa.
Sob o ponto de vista puramente fiscal, a análise pode até estar correta.
Porém existem outros fatores a se avaliar num candidato. Por exemplo: a ficha criminal da Hillary já bastaria para varrê-la da eleição.
Apoio ao aborto até o 9º mês de gestação; Benghazi; Estimulo à ideologia de gênero nas escolas e universidades
etc etc…
Em relação a política fiscal: O problema não é a diminuição dos impostos, como o artigo deixa claro, e sim o endividamento que isso causará nas finanças públicas.
Então, pergunto, quais gastos Trump poderia cortar de modo a equilibrar o gasto do governo com essa diminuição da receita?
Saiu hoje esta notícia:
“A Organização Mundial do Comércio (OMC) condena a política industrial brasileira e exige que políticas de incentivos fiscais e redução de IPI adotados ainda pelo governo de Dilma Rousseff sejam abandonadas, pelo menos da forma que são aplicadas. O governo brasileiro poderá recorrer da decisão, um dos maiores golpes já sofridos pelo Brasil no organismo internacional.” (Fonte: Veja).
Penso que a avaliação desta situação (que parte do Japão e da UE contra o Brasil) é um prato cheio para um artigo aqui no Mises. Se for o Leandro Roque a nos explicar esta situação, certamente será um show!
Cumprimentos a todos os amigos leitores deste excelente site!
Leandro, você não pretende fazer um artigo sobre o que esperar de Trump na economia do país nos próximos 4 anos? O que se sabe até agora é que a bomba da próxima crise financeira vai explodir na mão dele.
A desgraça é inevitável!O Trump já declarou depois de eleito que irá fazer a reforma fiscal e tributária,o que significa cortes de $ 4,5 trilhões da arrecadação nos próximos anos.Além disso certamente gastará montanhas de dólares com defesa e veteranos ,além da infraestrutura.Só não percebe quem é cego!É lógico que ele irá fazer isso emitindo títulos da dívida pública.Aliás ele já declarou que não vê problemas com dívidas,inclusive se declarando o rei da dívida.Chegou até ao cumulo de dizer que iria renegociar a dívida americana.Só nos resta rezar.Imagina se a crise americana acontecer ao mesmo tempo que o estouro da bolha imobiliária chinesa!?Nesse caso é terceira guerra mesmo!
“É verdade que Hillary, sendo comprovadamente uma mentirosa compulsiva — como são todos os políticos”
“Melhor fariam se se rebelassem contra elas por terem de escolher entre dois desastres igualmente deploráveis.”
Antes a esquerda tinha a máscara de honesta. Essa máscara caiu, então colocaram a de ‘igual aos outros”.
Parabéns por acreditar nesta máscara e ajudar a esquerda a mantê-la.
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Esses cortes de impostos prometidos pelo Trump não poderiam ser compensados pelo consequente aquecimento da economia, que garantiria um maior volume total de tributos arrecadados?
Já viram isso? Será que Trump está começando a agir corretamente?
observador.pt/2017/05/23/proposta-de-orcamento-de-trump-corta-36-trilioes-de-dolares-de-despesa-em-10-anos/