Atualização
em 28/01/2017
A economia do Reino Unido pós-Brexit, contrariando
todas as expectativas das elites políticas, continua robusta.
No quarto trimestre de 2016, a economia cresceu mais
rapidamente do que os economistas haviam previsto, continuando a desafiar as
expectativas de que o Brexit traria efeitos negativos.
Em
termos trimestrais, o crescimento foi de 0,6% — acima dos 0,5% previstos
— e representa o 16º trimestre consecutivo de crescimento. Comércio e serviços
continuaram os setores mais robustos. O setor de serviços cresceu 0,8% no
trimestre e o setor industrial, 0,7%.
Já em 2016, a economia britânica se expandiu
2%, o maior crescimento do mundo desenvolvido, superando
Alemanha e Estados Unidos. Nada mau para um país já rico e que, segundos os
“especialistas”, entraria em colapso após o Brexit.
O índice FTSE 100 (o Ibovespa britânico), que lista
as 100 maiores empresas com capital aberta na bolsa de valores de Londres, acelerou
ainda mais após o voto pela saída. Já o desemprego
caiu.
A mídia, no entanto, segue alertando
que “haverá uma desaceleração” até o fim de 2017. É plausível. Aliás, é esperado. Mas
isso não altera o fato de que mídia e todas as elites políticas estavam erradas
ao prever uma grande retração econômica em decorrência do Brexit (ver artigo
abaixo). Os eleitores britânicos já perceberam o quão mal fundamentado era todo
aquele alarde contra o Brexit.
O fato é que, por ora, a experiência britânica revelou
ao resto da Europa Ocidental que não há nenhum risco econômico mensurável em se
deixar a União Europeia. Mesmo que haja uma desaceleração econômica no fim do
ano, ou até mesmo uma recessão, o fenômeno provavelmente será mundial, atingindo
a Europa e os EUA, tornando difícil para a turma anti-Brexit criar uma hipótese
plausível de causa e efeito. Se os países que permanecerem na União Europeia também
sofrerem uma recessão, então a saída do Reino Unido não será considerada uma
causa significativa para uma eventual recessão britânica.
Tudo isso pode insuflar novos movimentos de saída da
UE. Isso é uma ótima notícia para a liberdade e uma péssima notícia para os
globalistas.
O artigo abaixo, publicado em setembro de 2016, já antecipava
toda esta tendência.
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Nos meses que antecederam o referendo do Brexit,
que ocorreu no dia 23 de junho, os cidadãos britânicos foram impiedosamente
bombardeados por uma série de alertas, crescentemente aterrorizantes, sobre as
consequências de um voto pela saída da União Europeia.
A campanha alarmista,
orquestrada pelas elites defensoras da União Europeia e cuidadosamente
construída para gerar temor na população britânica, variou do ridículo ao
cômico: disse que o Reino Unido poderia
ser excluído do concurso anual de músicas Eurovisão
e avisou que uma saída da UE poderia desencadear
a Terceira Guerra Mundial.
Muito mais comum, no
entanto, foi a aparentemente infindável procissão de alertas de que um voto
pela saída da União Europeia geraria uma profunda recessão na economia
britânica.
Durante o primeiro
semestre de 2016, raramente houve uma semana em que uma proeminente figura do
establishment — desde o ministro da fazenda (que, no Reino Unido, detém o
pomposo título de ‘Chanceler do Exchequer’) George
Osborne, passando pelo
FMI, e culminando em George
Soros — não viesse a público fazer tétricas previsões sobre a profunda
recessão que inevitavelmente se abateria sobre a Grã-Bretanha caso o povo
britânico optasse por sair da União Europeia.
Com efeito, o senhor
Osborne chegou até mesmo a publicar o
esboço de um “orçamento de emergência”, o qual ele disse que seria
necessário caso o Brexit fosse confirmado.
Segundo ele, o Brexit resultaria na perda de meio milhão de empregos
para os britânicos. Adicionalmente, ele
ameaçou que o governo sofreria uma brutal queda nas receitas da ordem de 30
bilhões de libras, sendo que esse “buraco negro” teria de ser contrabalançado
por meio de corte de gastos com o National
Health Service,
o serviço de saúde estatal britânico, famosamente descrito pelo chanceler de
Margaret Thatcher, Nigel Lawson, como “a coisa mais próxima que os ingleses têm
de uma religião”.
A imprensa britânica
prestou particular atenção nos alertas seguidamente emitidos pelo presidente do
Banco Central da Inglaterra, Mark Carney, que repetitivamente
dizia estar prevendo profundos impactos negativos sobre o emprego e a taxa
de crescimento resultantes de um eventual Brexit.
Quem não embarcou na onda terrorista
Este site, por sua vez,
disse que nada de especial ocorreria caso os britânicos optassem pela saída da
União Europeia. Vale a pena citar o que
foi dito neste artigo:
[…] assim como o comércio entre o Reino Unido e a
União Europeia continuará independentemente do resultado do referendo de
quinta-feira, também os fluxos de investimento continuarão inalterados.
Os EUA não fazem parte da UE, tampouco sua moeda é a libra ou o euro, mas os
fluxos de investimento do Reino Unido para os EUA são maiores do que os de
qualquer outro país. O investimento sempre migra para onde ele é bem
recebido e bem tratado, e isso não mudará caso os eleitores britânicos optem
por deixar a UE.Tanto o Reino Unido quanto a União Europeia
continuarão sendo destinos atrativos para investimentos, independentemente de
qual seja o resultado de 23 de junho. E, dado que eles continuarão sendo
atrativos, é seguro dizer que os investimentos entre os agora divorciados não
irão acabar.Falando mais amplamente, Londres continuará sendo um
dos principais centros financeiros do mundo, não importa o que aconteça
amanhã. Consequentemente, os bancos de investimento do Reino Unido
continuarão atendendo aos interesses dos atuais e futuros empreendimentos da
União Europeia. Os principais negócios sediados na União Europeia não
irão abrir mão da expertise financeira oferecida pela City londrina por causa
de uma votação.Alguns negócios serão negativamente afetados pela
saída? Sem dúvidas. Assim como alguns contadores perderiam seus
empregos caso os governos facilitassem os códigos tributários, certamente há
consultores no Reino Unido que perderão seus empregos caso as empresas
britânicas não mais tenham de cumprir com as intrincadas regulamentações
impostas pela União Europeia. E certamente há lobistas britânicos que
hoje ganham muito dinheiro por causa de sua habilidade em influenciar as
decisões dos burocratas de Bruxelas. Essas pessoas seriam, no curto
prazo, prejudicadas. Mas, obviamente, não é função dos cidadãos
britânicos manter esses empregos artificiais.Além do mais, uma saída do Reino Unido não significa
que as empresas do Reino Unido que queiram continuar servindo a clientes
europeus estarão isentas de cumprir com as regulamentações da UE.
Consequentemente, vários “facilitadores” manterão seus empregos.
Ainda mais importante, este outro artigo
deixava claro que uma saída da União Europeia poderia melhorar substantivamente
o ambiente de negócios do Reino Unido, pois este agora estaria livre das
onerosas regulamentações econômicas impostas por Bruxelas, as quais determinam
até mesmo a curvatura máxima que pode ter um pepino. Livrar-se de regulamentações e burocracias é
algo sempre salutar para a economia.
O que realmente aconteceu
Quase três meses após o
voto para deixar a União Europeia, os
recentes dados econômicos divulgados estão solapando a credibilidade das
previsões do establishment político e do senhor Carney, o presidente do Banco
Central da Inglaterra.
Sim, imediatamente após a
divulgação dos resultados, a economia britânica vivenciou uma turbulência,
gerada pelas inevitáveis incertezas trazidas por um inesperado resultado (todas
as pesquisas indicavam que o “permanecer” venceria) em um referendo sem
precedentes (nenhum país até então havia pedido para sair da UE). A imediata renúncia do então Primeiro
Ministro David Cameron, após seis anos no cargo, contribuiu para as
incertezas. Pesaram ainda mais as ameaças explícitas
feitas pela elite política da União Europeia.
Hoje, passadas as
turbulências iniciais, a situação é outra: não apenas o Reino Unido não entrou
em recessão, como, ao contrário, vários indicadores chaves mostram um notável
grau de robustez na economia britânica desde a decisão de deixar a União
Europeia.
O FTSE 100 — o principal
índice econômico britânico, que lista as 100 maiores empresas com capital
aberta na bolsa de valores de Londres — não apenas voltou
a níveis pré-Brexit já na segunda-feira após o referendo (que ocorreu numa
quinta-feira), como também está
nas máximas para este ano. Já o FTSE
250 fez o mesmo um mês depois.
O índice dos gerentes de
compra — outro indicador-chave, que mensura o desempenho de empresas de
serviços e manufatura –, que vinha em queda desde o início do ano, apresentou
uma reversão já agosto, subindo fortemente — e a uma taxa recorde — pela
primeira vez no ano. E isso ocorreu
tanto para o setor
industrial quanto para o setor
de comércio e serviços.
Também em agosto, o número
de carros novos registrados aumentou
3,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Uma pesquisa da Markit
mostrou que o setor de serviços, que é, de longe, o maior setor da economia
britânica, passou
a vivenciar a maior taxa de expansão dos últimos 20 anos desde o voto pela
saída da União Europeia. Já exportações,
moradias e construção — setores que os catastrofistas diziam que iriam desabar
— se mostram muito
mais robustos que o previsto.
O Lloyd’s, um dos maiores
bancos comerciais e de varejo da Grã-Bretanha, indicou
em seu relatório de julho que, em termos da capacidade de compra, “estava
mais confiante em suas finanças do que jamais esteve desde o início da coleta
desta estatística”.
Bancos recuam de suas previsões
catastróficas
Dois meses e meio após o
resultado do referendo, a lista de indivíduos e instituições que estão tendo de
fazer um mea-culpa e desdizer seus alertas alarmistas feitos antes do Brexit
cresce diariamente. Credit
Suisse, Morgan Stanley, Goldman Sachs e JP Morgan tiveram todos de renegar seus alertas anteriores de que o Brexit iria
causar uma profunda recessão. Igual
atitude teve de ser feita por outras figuras influentes, como o editor
de economia do Financial Times.
O então Chanceler do
Exchequer, George Osborne, ao menos teve a decência de renunciar após a votação
do Brexit, e o novo chanceler, Philip Hammond, tem sido explícito em suas
afirmações de que aquele “orçamento de emergência” elaborado por Osborne não
será necessário.
Até mesmo o esquerdista The Guardian, o mais estrepitoso
porta-voz da esquerda-chique pró-União Europeia, foi
obrigado a admitir que “economistas estão tendo de revisar suas previsões
pessimistas para o resto do ano e também para 2017 após uma sequência de
números positivos mostrando um contínuo crescimento da atividade econômica”.
Este surto de boas
notícias econômicas deveria ao menos incutir um pouco de humildade naqueles
catastrofistas a serviço das elites políticas.
Lamentavelmente, no entanto, o “Projeto Medo” criado antes do referendo,
e que foi rapidamente transformado em “Projeto Nós Avisamos” durante a
turbulência inicial do pós-Brexit, parece agora ter se transformado no “Projeto
Graças a Mim”, com o presidente do Banco Central da Inglaterra, Mark Carney,
desavergonhadamente se auto-promovendo como o salvador da economia.
Ganhando crédito pelas boas notícias
Para salvar a honra e
proteger o orgulho próprio, vários dos comentaristas que previram consequências
catastróficas para o Brexit estão agora dizendo que nada daquilo aconteceu
simplesmente porque o Banco Central da Inglaterra salvou a economia do colapso
ao reduzir a taxa básica de juros de
0,50% para 0,25%. Essa política
monetária, que teve efeito
quase nulo sobre a base monetária, tem sido repetida ad nauseam pela imprensa britânica pró-governo como sendo a medida que ajudou a incutir uma vaga
sensação de confiança nos mercados, estimulando os preços dos imóveis e
mantendo as exportações.
Embora seja verdade que as
exportações
aumentaram após o Brexit, está longe de ser um fato concreto que a
desvalorização da libra tenha sido um efeito positivo para a economia,
particularmente quando se sabe que as importações das quais a economia da
Grã-Bretanha é dependente encareceram
em consequência dessa desvalorização.
Dizer que um encarecimento de bens importados foi o que impulsionou a
economia britânica é algo economicamente sem sentido.
Nenhuma menção é feita
pelas elites políticas e midiáticas às consequências positivas
de se livrar de toda a burocracia imposta pela União Europeia e à maior liberdade
econômica e empreendedorial que isso irá permitir aos britânicos. Mercados trabalham com a antecipação de previsões. Os efeitos benéficos do Brexit já estão sendo
precificados hoje, e já estão sendo refletidos nos melhores índices econômicos
e na melhora das expectativas futuras. Isso
não é algo que possa ser ignorado.
No entanto, o senhor
Carney, antes um resoluto defensor da tese catastrofista, segue impávido,
dizendo estar seguro de que foram suas medidas que “transformaram o Brexit em um
sucesso“.
Quais as chances de
membros da elite política terem a humildade de admitir erros?
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Veja também:
2017 – A independência da Grã-Bretanha
As causas do Brexit, a história da União Europeia e suas duas ideologias conflitantes
Sinceramente eu nunca vi vantagem alguma pra Inglaterra integrar a UE. Pais como Portugal eu entendo contar com uma moeda forte e dar acesso facil aos seus imigrantes migrar pra paises ricos agora qual vantagem a Inglaterra?
Ter burocratas “belgas” se metendo no seu pais?
Se a Libra Esterlina vale mais por que o Franco Suiço é a menina dos olhos da moeda fiduciaria? Se fosse pra investir qual das duas seria melhor opção?
Assunto irrelevante para mim….só quero que a Saúde na Inglaterra seja gratuita ainda…tendo política de bem esta social, pouco importa se está dentro de um bloco ou não. Impostos revertidos ao povo, para o povo.
E a China? A falta de coordenação entre os exercitos europeus, juntamente com a diminuição do comando estatal poderia, a medio prazo, colocar a europa vulneravel ante o poderoso exercito chinês.
Eu me lembro dessa visões catastrofistas se o Reino Unido saísse da União Europeia, chegou a ser cômico a esquerda usando todos os tipos de falácias.
A renúncia do Sr. Osborne mãos de tesoura foi formidável para o Reino Unido. Vamos torcer agora para que o Hammond não seja tão hawk quanto seu antecessor.
No mais, a Libra deve continuar sendo desvalorizada para que o setor exportador não sinta o baque do Brexit e o BoE deve perseguir uma meta de inflação 4% ao ano para normalizar a economia.
Baseado nisso, posso inferir que o Reino Unido seria menos atingido por uma possivel crise bancaria do Deustche Bank prevista ontem?
Vejam o video, para relembrar.
https://www.youtube.com/watch?v=KZBu09ZOso8
Outro comentario: eu ficaria feliz se o Brasil saisse do Merdosul, digo, mercosul.
Hora de comprar Euros. Se a uniao europeia for extinta, vira coisa de colecionador para nossos netos. Eu tenho 2 reais olimpicos que valem 200.
Esse negócio de bloco é um atraso sem tamanho, vide o Mercosul que nem tem tanta burocracia como a UE e um é tão atrasado como o outro.
Libertem os mercados!!!
Vamos fazer uma aposta?
Qual serão os próximos países a sair da UE?
Quero ver agora que os resultados do BREXIT estão aparecendo,vai incentivar ainda mais o movimento de ”secessão” nos outros países.
Quem arrisca dizer qual será o próximo candidato?
Abraços
Cedo pra fazer previsões. A separação nem ocorreu ainda. Comprar produtos britânicos está mais barato, por causa da desvalorização da libra, e o ftse subiu porque está mais barato comprar ações na bolsa de Londres. Agora, bancos e empresas japonesas já estão pensando em tirar o time, os hate crimes aumentaram. Como manter as multinacionais sem as mesmas vantagens? Como as universidades ficarão em recursos, uma vez que o dinheiro vem da UE?
Pessoal,estou em duvida sobre uma polemica nos contratos.Assunto meio OFF,mas aproveitando o espaço,gostaria de levantar essa questão para saber a visão de cada um.
O proprietário de um barco ou navio,pode expulsar um individuo de sua propriedade no meio do oceano?
O proprietário de um avião,pode expulsar um individuo de sua propriedade no meio do céu?
O proprietário de um motor-home,pode expulsar um individuo de sua propriedade no meio de uma floresta?
O contrato aqui como fica?O proprietário deve responder penalmente caso expulse o indivíduo nos casos citados acima?
Se eu contrato um barco,para realizar um passeio e o barco pega fogo,eu acredito que o consumidor detêm responsabilidade própria de verificar se havia seguro ou clausulas contratuais como garantia contra acidentes,ou seja,ele assume o risco de contratar tal serviço.Porem ate onde vai a quebra de contrato e a legitimidade de um processo penal?(resposta judicial)
Acontece que,se o indivíduo quebra o contrato ou a regra da dessa embarcação em alto mar,é ou não é legitimo o proprietário expulsa-lo em pleno oceano?Entendo que neste caso,o contrato poderia ter uma clausula dispondo sobre as consequências de eventuais quebras de regras,fazendo assim o consumidor esta consciente e livre para decidir.
O problema é quando há contratos meio ”implícitos”,como um serviço de balsa ou até mesmo uma casa noturna.Ao usufruir de tais serviços,você não assina um contrato ao pé da letra,é implícito de que a balsa não vai afundar,assim como é implícito que a casa noturna não ira incendiar ou desmoronar.Entendem?
Como eu faço direito e tenho somente 20 anos,ainda estou na longa caminhada de estudos,principalmente por gostar dessa parte de defesa da propriedade privada(contratos),por isso acompanho o IMB e defendo a liberdade sempre.Mas como eu disse,poucos anos de vida me obrigam a correr atrás do que ainda não deu tempo de aprender ou refletir.
Outra questão parecida é sobre invasão de propriedade indireta e oculta.
Por exemplo:
Eu tenho uma empresa de fornecimento de energia,que operam com cataventos.
Certo dia,um empresario resolveu construir algo que consequentemente muda a direção e o ritmo dos ventos,afetando assim a minha produção de energia com cataventos.Imagine que o empresario vizinho construiu um Castelo,uma muralha,um prédio…Qualquer coisa física com magnitude suficiente para influenciar na corrente de ventos que passam pela minha propriedade.
Como fica essa situação?Ouve uma invasão ou agressão a minha propriedade?
De cara é fácil dizer que sim,mas imagina o empresario vizinho,ele também teve seu direito de propriedade violado,já que o mesmo ficou completamente limitado a construir em sua propriedade,devido ao vizinho.Ele comprou a propriedade mas não pode construir o que bem entender devido ao vizinho e seus cataventos.
O mesmo vale para diversos exemplos como,poluição.Já li o artigo que saiu essa semana sobre libertarianismo e poluição,estou de completo acordo e compreendo.
Se eu forneço o serviço de abastecimento de aguá,que depende quase exclusivamente das chuvas,e alguns indivíduos desmantaram as florestas próximas que eram responsáveis pela regulação dessas chuvas.Houve uma violação na minha propriedade indiretamente,mas ao mesmo tempo os vizinhos que comprarem essas propriedades florestais,terão que manter as arvores lá pro resto da vida!?!Houve uma limitação no direito de propriedade deles também,pois terão que manter a floresta em sua propriedade para não influenciar na minha propriedade.Entendem?
Por enquanto é isso,de vez em quando tenho essas questões martelando na minha cabeça pedindo por respostas.Hoje foi sobre isso,tive um tempo e comentei aqui.Já já apareço com outras polemicas rs rs…
Grande Abraço!
Bruno Feliciano.
Prezados, boa noite!
Na revolução industrial a moeda já era controlada pelo governo ou estava na mão do mercado ainda? Há algum marco cronológico do início da captação do controle do dinheiro pelo Estado?
Grande abraço!
Por que a libra esterlina é uma moeda tão forte? Ela vale mais que o Euro, o dólar americano e o franco suíço. Os britânicos aprenderam com os alemães, sobre a importância da moeda forte e baixa inflação? Os europeus não caíram na lorota do câmbio desvalorizado, ou a moeda é forte contra a vontade dos barões das indústrias de lá e os políticos? É interessante ver que os europeus têm moedas fortes, principalmente os países mais desenvolvidos. Só não sei se é porque sabem se isso é bom e ou por causa dos investidores estrangeiros.
Artigo impreciso, colocando em termos melhores, busca-se com retratos de uma realidade de números em periódicos sustentar uma tese pré-existente.
O “Brexit” na verdade foi votado e aprovado, mas não aconteceu em realidade. A única coisa com a qual se lida no momento são expectativas, e a meu ver, todas no momento tem muito mais a ver com o fato de que uma solução negociada para a saída de fato levará pelo menos 5 anos.
Ou seja, quem pensou em reagir imediatamente e tinha expectativas catastróficas, percebeu que o assunto ainda dará muito pano pra manga e reviu suas posições. Desta forma, é absolutamente falacioso afirmar que “a situação da Inglaterra melhorou após o Brexit”.
Em termos práticos, fora das expectativas e com reflexo na economia real, só poderá ser possível ver o resultado após a rodada de sanções (que ocorrerão) e novos acordos comerciais entre Inglaterra e União Européia, que certamente punirão o país e terão repercussões, desta feita não nas expectativas, mas sim reais na economia inglesa.
Costumo ler e concordar com muito do que vejo aqui, mas neste momento, no entanto, me deparo apenas com um artigo anti-UE panfletista. Favor rever.
Isso é óbvio que aconteceria, mas socialistas não conseguem aceitar.
Trump será o melhor presidente dos USA, transformando-o no maior país do mundo.
Esse artigo foi em 28/09/2016.
A afirmativa de que “os números da economia britânica melhoraram após o Brexit” continua inalterada para o dia de hoje?
É só curiosidade mesmo
Off:
Mises não teve filho?
Hayek não teve filho?
George Reisman não tem filho?
Hazlitt não teve filho?
Rothbard não teve filho?
Kirzner não tem filho?
Hoppe não tem filho?
Sennholz não teve filho?
Esses caras não procriam?
Qual o lance aí?
Vejam o óbvio… você continua trabalhando e produzindo além do seu consumo, logo seu celeiro tende a ficar cada vez mais cheio! A não ser que surjam ratos e pragas roedoras pra devorar sua produção, não existe lógica para diminuição do seu produto uer!
Por que motivos a Escócia quer continuar na UE? Se para o Reino Unido é melhor ficar de fora as regulamentações e imposições de Bruxelas, por que este independentismo e pensamento pro-UE escocês?
O Reino Unido possui imposto de renda sobre PJ de 20%, imposto de renda sobre pessoas física de até 45%, e imposto sobre vendas de 20%.
A economia da Inglaterra parece ser interessante para os empresários. Um empresário inglês paga metade do imposto de renda de um americano. Por mais que o imposto sobre consumo e renda de pessoa física sejam maiores no Reino Unido, o que realmente faz a diferença para o empresário é o imposto de renda. Uma diferença de 19% de imposto sobre PJ faz toda a diferença.
Estoquir empresários não enriqueceu país nenhum.
God Save The Queen
Vocês adoram falar sobre impostos e regulações, como se isso fosse de fato o fator fundamental para o desenvolvimento ou não de algum país…Oque não conseguem explicar é a razão do Haiti ser tão miserável, apesar de ter uma das menores, senão a menor carga tributária da América Latina. Please, não culpe as catástrofes naturais, pois, há países que lidam com situações mais adversas e são extremamente desenvolvidos.
The Great Brexit Swindle: Why the Mega-rich and Free Market Fanatics Conspired to Force Britain from the European Union
http://www.amazon.com/Great-Brexit-Swindle-Mega-rich-Conspired/dp/1905570813/ref=sr_1_36?s=books&ie=UTF8&qid=1485897606&sr=1-36&keywords=market+process+theory
E os empregos começam a fugir de Londres:
http://www.independent.co.uk/news/business/news/brexit-latest-news-uk-banks-eu-single-market-access-clever-schemes-bundesbank-andreas-dombret-a7598271.html
Para quem não lê em inglês, em resumo, UBS e HSBC vão mover possivelmente cerca de 1000 postos de trabalho de Londres para a EU. Não estou opinando a favor nem contra, só relatando os efeitos da escolha inglesa. E como a Inglaterra sempre dividiu com a Alemanha a liderança financeira servindo como ponte para a União Européia, e tal setor paga enorme quantidade de impostos, haverá um duro aperto nas finanças públicas. Se isso será compensado pela liberdade regulatória adquirida pela saída, veremos todos nos próximos anos (ou décadas). Certo é que produtos ingleses vão sofrer para serem exportados porque – sendo ou não da CE, para exportar para a CE tem que cumprir seus requisitos, qual seja, para o comércio exterior da Inglaterra vai ser um pesadelo.
Os boatos a respeito do fim do mundo após o Brexit
foram um pouquinho exagerados…
* * *
Segundo a Istoé “Desemprego na Grã-Bretanha desafia o Brexit e tem menor nível desde 1975”.
Esse artigo envelheceu como leite no sol infelizmente