O indivíduo comum, que tem ensino médio completo, possui
instintivamente algumas noções básicas de economia.
Ele sabe, por exemplo, que se a quantidade de dinheiro
na economia aumentar, isso tende a pressionar os preços para cima. Ele também sabe que o governo, assim como uma
família, não deve gastar mais do que arrecada.
E sabe também que, se o governo se endividar, o certo seria conter suas despesas.
Esses conhecimentos corretos e sensatos são,
tragicamente, exclusividades de quem não
possui capacitação formal de Ciências Econômicas — diga-se, diploma de
economista. A partir do momento em que você
adentra o mágico universo das faculdades de economia, toda a realidade se torna
ficção e tudo o que é ficção passa a ser tratado como se fosse a mais indiscutível
realidade.
Para os catedráticos das Ciências Econômicas, toda a
sabedoria popular a respeito das noções básicas de economia se equipara à física
de Newton, que foi sobrepujada pela de Einstein. A sabedoria popular não se compara aos
lampejos profundos que apenas esses catedráticos possuem.
A
realidade acadêmica
E lá vamos nós. O aluno entra para o curso de
economia tendo em mente que o governo criar dinheiro gera inflação e tendo a noção
de que o governo se
endividar não pode ser algo bom para a economia. Eis que ele começa a
cadeira de Introdução à Economia com um professor formado pela Unicamp.
Em dado momento, o mestre “demonstra” que o
aumento de gastos estimula a renda e o emprego. Ele conta a estória de um
menino que é muito arruaceiro e joga uma bola de futebol na janela de uma
padaria. Um mero leigo em economia diria que aquilo é ruim, pois o dono terá de
gastar com o conserto, e, tendo de gastar com o conserto, terá menos capacidade
para contratar mais pessoas e fazer novos investimentos. Mas o keynesiano,
iluminado que é, vê uma grande beleza naquela destruição. Graças àquele guri
hiperativo, o padeiro terá de contratar um vidraceiro, o qual terá agora uma
fonte de receita a mais. E este, por sua vez, terá pagar seus fornecedores, que
agora terão uma renda a mais, e assim por diante. O dinheiro vai circular,
gerando uma multiplicação de renda inversamente proporcional à propensão a
poupar daquela sociedade.[1]
Além dessa história, o professor também começa a
plantar sementes na mente de seus pupilos recém-chegados do vestibular. Como
quem não quer nada demais, diz que “a inflação tem muitas causas”. A própria
hiperinflação brasileira, por exemplo, teve como principal causa a indexação (e
não o aumento explosivo
da oferta monetária feita pelo governo), culpa desses agentes econômicos que
insistem em adaptar suas expectativas. Assim, já no primeiro semestre, a cabeça
do aluno começa a ser derretida para, mais à frente, ser remodelada por outras
cadeiras.
A professora de História do Pensamento Econômico não
insinua; diz, com todas as letras, que déficit público é bom.
O déficit faz a roda da economia girar. O governo não é como uma família que tem
de conter despesas e se virar com seu orçamento, pois, veja bem, ele pode
emitir títulos e também se financiar via inflação. Não há razão para essa
austeridade malvada. E completa dizendo que “Hayek e esses neoliberais em
geral” são tudo contra juros baixos porque não entendem a importância do
crédito na economia.
O principal, no entanto, é a Teoria Macroeconômica.
Ela é o cerne dessa fábrica de diplomados em Economia que acreditam piamente
que o governo aumentar os gastos e o Banco Central manipular os juros são medidas
que criam um genuíno crescimento econômico. E que medidas como contenção de
gastos e redução da inflação só servem para agradar ao mercado financeiro, sendo
meras maldades que não têm como afetar variáveis reais de maneira positiva.
Essa crença advém do ensino da curva IS-LM, mostrada
abaixo.

A linha vermelha IS (de Investment–Savings, ou Investimento–Poupança) é uma reta
decrescente que, de maneira resumida, mostra o agregado do consumo das
famílias, investimento das empresas e gastos do governo. Se o governo financiasse
um aumento de despesa simplesmente subindo os impostos sobre o setor privado, a
curva ficaria inalterada, pois o aumento dos gastos do governo contrabalança
devido à maior arrecadação será contrabalançada pela redução dos gastos do
setor privado em decorrência dos maiores impostos. Para evitar esse resultado
indesejado, o governo deveria incorrer em um déficit (aumentar os gastos por
meio do endividamento) para sustentar seus dispêndios extras. Assim, a curva se move para a direita,
aumentando o produto agregado, que se convenciona simbolizar por Y (no eixo X).
Como muito crédito foi tomado, sobra menos fundos para
empréstimo. Os juros (simbolizados por “i”, no eixo Y) sobem. Mas tal resultado
indesejado não é nada que os oráculos do politburo monetário Banco Central
não possam resolver. Para evitar esse aumento dos juros, basta injetar mais
moeda na economia que, como mágica, aparecerão mais unidades monetárias nos
bancos para se emprestar e, assim, eles cobrarão menos juros.
Isso é ensinado quando se mostra que a linha azul
crescente LM (de Liquidity preference–Money
supply, ou Preferência por Liquidez–Oferta Monetária) não só é movida para
a direita, engrossando o produto, mas também diminui de altura na ordenada, representando
a queda dos juros. Ou seja: os expansionismos fiscal e monetário estimulam a
economia porque o primeiro aumenta a demanda agregada e o último reduz os
juros, possibilitando novos investimentos.
E assim, aquela pessoa que entra no curso de Ciências
Econômicas sabendo que um Banco Central com política frouxa só consegue criar
inflação, pois não altera variável alguma da economia real, sai da faculdade
dizendo amém para compras maciças de títulos públicos no open market,
em nome da liquidez. E é assim que alguém entra na Economia com o entendimento
de que o estado se endividar até o pescoço vai causar uma crise termina o curso
e se torna “defensor de políticas indutoras do crescimento”. Por exemplo, se os
países da União Europeia aceitarem realizar as medidas de corte impostas proposta
pela Alemanha, eles estarão se enforcando numa espiral recessiva!
Afinal, os alunos de Economia, no seu intento de
apenas conseguir o diploma, não costumam tomar a iniciativa de procurar outros
meios de conhecimento. Por que ser autodidata se ele pode receber tudo
mastigadinho do professor? Porque, logicamente, daria trabalho conhecer teorias
que dizem o contrário do que lhe é ensinado. Ele teria de, ó céus, usar seu raciocínio crítico para confrontar essas visões
entre si e julgar qual faz mais sentido.
Imagine se ele ousasse estudar a Escola Austríaca de
Economia e descobrisse que o expansionismo monetário estimula investimentos que,
se no início parecem sensatos, no final acabam se revelando insustentáveis. O aluno
veria que a poupança
é o que possibilita um real crescimento duradouro, e não a simples criação de
dinheiro para ser emprestado.
Por exemplo, a abstenção de consumo de carros (poupança)
faz diminuir a produção destes bens de consumo, o que libera recursos escassos
e insumos para a produção de bens de capital, que são investimentos que
aumentarão a produção no futuro. Porém, no momento em que o Banco Central e o
sistema bancário criam novas unidades monetárias, há uma ilusão de que há mais
poupança (mais dinheiro disponível para ser investido) do que de fato há. É o
começo de uma bolha de crédito.
O consumo de carros se mantém inalterado, assim como
a demanda por seus insumos, que agora está ocorrendo em todos os setores da
economia. Consequentemente, a expansão do crédito faz aumentar a demanda por
recursos e por mão-de-obra em todos os setores da economia, desde indústria e
construção civil até os setores de serviço, varejista e comércio em
geral. Todos passam a requerer mais mão-de-obra e mais recursos por causa
do aumento generalizado da demanda gerada pela expansão do crédito.
Essa disputa por mão-de-obra e por recursos leva ao
encarecimento de ambos.
Quem investiu pensando que o momento era propício
por causa dos juros baixos manipulados pelo Banco Central, ao longo do tempo
verá que os fatores de produção estão encarecendo continuamente (pois a demanda
por eles foi estimulada pela criação artificial de crédito). Se o investimento
for de maturação muito longa, os custos aumentarão demais e o projeto se
tornará inviável, devendo ser liquidado. Esse é o momento considerado como
estouro da bolha.
Perceba que é exatamente a política de estímulo
monetário ao crescimento a responsável por criar uma crise. Essa é a Teoria
Austríaca dos Ciclos Econômicos.
E, se o governo tentar “retomar o crescimento com
políticas anticíclicas”, isto é, aumentar os gastos, ele só sufocará ainda mais
o setor produtivo. Pelo lado financeiro, ele pressiona os juros para cima. Pelo
lado real, ele está consumindo capital e mão-de-obra que poderiam estar na
iniciativa privada, encarecendo estes fatores de produção.
Imagine, por exemplo, a redução que haveria no custo
dos aluguéis para as empresas se o governo cortasse gastos e, para isso,
fechasse um ministério e pusesse para vender o prédio. Um ótimo estímulo para a
economia do país possibilitada justamente pela austeridade fiscal.
Só
por conta própria
Mas, é claro, se você quiser aprender sobre isso
tudo que foi explicado por alto, dependerá da própria curiosidade para fuçar na
internet e outros meios. Porque, se você perguntar sobre os austríacos,
dificilmente o professor saberá lhe responder. Se questionar algum mantra
keynesiano, kaleckiano ou cepalino, certamente levará como resposta “isso é o
que os ortodoxos dizem”, com um sorrisinho de desdém.
Não é que tudo que se ensine na faculdade seja
inútil, ou que nada no ferramental teórico da IS-LM seja aproveitável. Ele é um
modelo de curto prazo que tem lá as suas aplicações. Principalmente quando você
é um governante que tem, num horizonte próximo, uma reeleição. Durante alguns
anos, a economia, de fato, parece reluzir.
Quando o longo
prazo chegar, a culpa será do sucessor.
É difícil acreditar em coincidência quando um
conjunto de teorias econômicas tão convenientes para quem está comando do estado
seja propagado mais fortemente nas faculdades federais. As particulares também
ensinam esse conteúdo, mas sem aquela ênfase de quem esteja pensando “o que nós
deveríamos fazer se fôssemos o governo?”. O curso é mais voltado para o mercado
de trabalho do que para a formulação de engenharia social políticas
públicas.
Assim, você pode escolher.
Ou você toma a pílula que o manterá no conforto de acreditar
que todo o conhecimento a ser adquirido está num corpo docente que idolatra
Marx e Kalecki, falando numa terminologia que inclui, em pleno séc. XXI,
“burguesia e proletariado” e “exército industrial de reserva” (isso quando não
estão tendo orgasmos mentais por repetir “o trabalhador gasta o que ganha e o
capitalista ganha o que gasta”).
Ou você escolhe a pílula que vai deixá-lo sem chão
durante meses, pois você não saberá no que acreditar.
Seus professores vivem mostrando que o gasto, por si
só, é benéfico (“Não, meu querido, para se investir em uma obra — como um
estádio de futebol para a Copa — não precisa haver utilidade para aquela
construção faraônica.”); que o governo tem de tributar os ricos para que eles
não poupem demais da sua renda disponível e causem uma eventual crise por falta
de demanda agregada (“Sim, meu querido, tente gastar como se não houvesse
amanhã, você vai enriquecer pelo multiplicador! Não tem como dar errado.”); e que
o governo também deve estimular o consumo via crédito pra aquecer a economia. (“Não,
meu querido, isso não vai gerar uma crise de inadimplência no futuro!”).
Só que, ao pensar um pouco, ao somente usar a
lógica, você vê que faz sentido que as pessoas poupem. Que, se elas consumirem
toda a sua renda para tentar levar a economia a uma espiral infinita de
crescimento, elas irão, na verdade, ficar pobres. E que, se um empreendimento
não tem uma demanda que dê retorno, ele é prejudicial, já que haveria outros
projetos que valeriam mais a pena.
Mas, quando tantos professores ensinam o contrário,
leva um tempo para se decidir.
Nossos
guias seguem essa cartilha – não seja como eles
Por que será que Dilma Rousseff e Guido Mantega
pensavam que aumentar os
gastos a cada ano não levaria o país a uma crise de dívida? Por que eles martelaram os juros dos
bancos para baixo, pressionando o Banco Central a reduzir a SELIC e o Banco
do Brasil e a Caixa Econômica Federal a comprimir seu spread? Por que liberaram crédito a rodo por parte do BNDES?
Não descarto que essas tenham sido ótimas
oportunidades para que políticos pudessem abocanhar seu quinhão com desvios de
dinheiro público. Mas a ex-presidente e seu antigo ministro se formaram em
faculdades que ensinavam exatamente essa teoria econômica pró-estatismo. Por
pura ignorância, eles acreditavam, de coração, que seus modelos pudessem levar
a algum crescimento sustentado.
Não queira ser assim. Você pode pesquisar sobre
Escola Austríaca, Teoria Austriaca dos Ciclos Econômicos, Mises, Hayek ou
qualquer outro termo que lhe interesse na internet. Não tem de concordar com
tudo o que os austríacos dizem. Pode preferir outra escola de pensamento.
Apenas não seja um idiota útil que ajuda a alimentar
essa falida e desastrosa
Matrix intelectual.
[1] N.
do E.: se um moleque quebra uma vidraça de uma padaria, obrigando seu
proprietário a incorrer em gastos para trocar a vidraça, um economista
keynesiano diria que tal ato de vandalismo foi bom para a economia, pois, ao
ser obrigado a gastar dinheiro com uma vidraça nova, o padeiro não apenas irá
estimular o mercado de vidros, como também irá estimular toda a economia.
O vidraceiro terá mais dinheiro para gastar com seus fornecedores, e os
fornecedores terão agora mais dinheiro para gastar com outros setores da
economia. Toda a economia sairá ganhando. A vidraça quebrada
proporcionou dinheiro e emprego em várias áreas.
Porém, há as consequências que não são vistas. O
padeiro ficará com menos dinheiro, fazendo com que ele deixe de comprar um
terno. Se antes ele teria a vidraça e o terno (ou o equivalente em
dinheiro), agora ele terá apenas a vidraça. O alfaiate deixou de ganhar
dinheiro. Os fornecedores do alfaiate deixaram de ganhar dinheiro.
Igualmente, os fornecedores de insumos para a padaria — plantadores de trigo,
criadores de fermento, cultivadores de leite etc. — também deixarão de
ganhar dinheiro, pois a padaria teve de economizar para trocar a vidraça.
O que o vidraceiro ganhou, o alfaiate, todo o setor de
tecidos e todo o setor de fornecedores perderam. Estes não poderão gastar
este dinheiro com outros setores da economia. Sendo assim, não houve
nenhuma criação líquida de emprego. Em suma, se a vidraça não houvesse
sido quebrada, o proprietário da padaria poderia ter gasto seu dinheiro para
melhorar sua situação em vez de meramente restaurá-la. Isto é o que não é visto
Perfeito !
Estudei em uma universidade federal, é isso mesmo o que acontece, praticamente todos os períodos você só ver o tal do Keynes e o louco do Kalecki.
Escola austríaca nem e mencionada em nenhum período. É um curso para convencer você a justificar e sair para todos os cantos dizendo que o governo é primordial e essencial.
Gostaria de aproveitar e agradecer pelos ensinamentos que estou tendo nesse site, através que artigos diários e videos.
A foto é da sala do ciclo básico da Unicamp. Frequentei durante anos. Um dos maiores centros de burrice e anti-didática que tive o desprazer de frequentar. E veja que fiz engenharia mecânica, e não economia.
Parabéns pela matéria! Infelizmente é bem verdade sobre o ensino nas faculdades. Sou aluno da PUC-Rio e chega a doer os ouvidos quando me ensinaram que o gasto do governo era proveitosa per si. Quando indagado sobre a Escola Austríaca meu professor de Macro, falou exatamente como no texto “os ortodoxos”, como mestres em economia deveriam ser Lula/Dilma/Guido. Bela economia estes deixaram ao país.
Eu já não acredito mais em ignorância econômica dos intervencionistas Keynesianos.
As altas cúpulas dos governos, de qualquer país, sabem o que estão fazendo e fazem por má fé mesmo.
Os idiotas úteis é que aplaudem tudo isso.
Sou economista neoliberal, mas o modelo é ótimo…não o descarto…a questão toda é o time (hoje ao Brasil não se aplica, no futuro talvez, depende de cada ocasião ou situação). Sim a econometria pode auxiliar e muito a capacidade preditiva, mas tudo depende do momento certo, como o fibonacci….respeito a opinião de vocês, mas não concordo. Sobre as falcudades, vi de tudo desde de marxismo, keynesianismo, um pouco de escola austríaca, sueca, Cambridge, mas sou mais um mix de cada uma, pela minha humilde opinião. Economia é uma ciência, mas não é exata, porém com ferramentas sérias você pode torna-lá menos incerta (sempre vai haver). abs
Eles(Políticos) não fazem de maldade e sadismo,apesar de existir políticos psicopatas,mas é por pura incompetência e ganância(Corrupção)deles e dos grupos de interesse que os financiam(campanhas eleitorais),agora quanto aos cursos de economia,estão ultrapassados e o keynesianismo impera e o marxismo gransciano paralelamente,enfim uma obra de inutilidades e desperdício de dinheiro público nas universidades públicas(Federais,estaduais,Prouni) e do próprio bolso nas particulares(E se endividando no Fies)e tempo desperdiçado,oh!arrependimento de ter feito tal bobagem,se pudesse voltar no tempo teria feito ciências contábeis.
Discordo do texto onde diz que o senso comum diz que imprimir dinheiro leva a inflação e que governos devem gastar menos do que arrecadam.
Não me cansam de perguntar, e isso até pessoas com formação superior (fora da economia), por que o governo não imprime dinheiro e não resolve tudo? Afirmam que é falta de vontade politica de acabar com a miséria, bastava imprimir dinheiro. Também exigem mais estado, mais gastos, mais impostos sobre os ricos… O que funciona para as famílias e empresas, na mente comum (além de 99% do economistas), aparentemente não funciona com o estado. O senso comum é tão distorcido quando a faculdade de economia.
Fiz economia na UFSC, e meu curso foi assim como falado no texto, Keynes e Marx (este até mais) goela abaixo dos alunos. Austríacos? Nunca ouvi falar no meio acadêmico, nem optativas sobre Escola Austríaca tinha. A batalha era sempre entre marxistas e keynesianos, cada grupo se achando superior ao ao outro. Detalhe que marxista possuíam mais adeptos, tanto entre professores quanto entre alunos. Alias, na UFSC inteira Marx era rei entre professores e alunos de todos os cursos.
Como previu Roberto Campos em 1989.
“OU O BRASIL ACABA COM A UNICAMP OU A UNICAMP ACABA COM O BRASIL”
https://www.youtube.com/watch?v=slrnSWtT1lo
Corrijam-me se estiver errado, mas o crescimento do setor vidraceiro provocado pela quebra de janelas pelo menino é falso, e quando ele não mais quebrar janelas o setor volta a sua demanda normal por vidros, o que na vida real e em grande escala, provoca fechamento de empresas e desemprego.
Ribeiro, nem sempre Equidade econômica estará ligado a eficiência econômica o próprio Pindyck em seu livro trabalha essa questão. Eu acho a economia parecida com a física sim, e negar a matemática não dá…é linguagem universal e assim que nos comunicamos com o mundo. Eu uso um mix de teorias e tento aplicar cada uma a toda situação e ver qual melhor se encaixa. Adoro teoria marginalista, mas existem defeitos…lidamos com o ser humano…debate de ideias é ótimo, entre um mal maior e a não intervenção, as vezes mesmo a alocação ineficiente é melhor do que o abismo. Mas, sabe o que é bacana nisso tudo? o debate…sem ódio, apenas exposição de ideias…não sou anarquistas e nem intervencionistas, mas tudo em seu equilíbrio. Abs
Estou em dúvidas entre cursar ciências contábeis ou economia.
Embora já não é a primeira vez que leio sobre as faculdades de economia do país, eu me interesso pelo estudo da ciência econômica. Mas em relação ao mercado de trabalho o curso de ciências contábeis parece ser mais atrativo.
Alguma sugestão ?
Guerra é paz
Ignorância é força
Liberdade é escravidão
Vandalismo estimula a economia
Há dois anos que penso em me inscrever no vestibular e desisto quando reflito um pouco e chego a conclusão de que teria que passar quatro anos da minha vida ouvindo alguém falar dessas teorias que já foram mais do que refutadas.
A pergunta é: existe algum curso de economia que ao menos dê para aguentar no Brasil? (De preferencia no Distrito Federal)
excelente o teu artigo, super explicativo, elucidativo, ao falta desenhar, para os politicos.
Também é importante destacar que as faculdades de Direito (especialmente, claro, as públicas) também são centros de formação de estatólatras e de adoradores da burocracia, de protecionismos estatais e do welfare state:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1995
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2317
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2335
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2011
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2307
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1055
E preciso acabar com as falsas teorias.
Saudações a todos.
Sou um simples cidadão que deseja apenas se proteger do governo durante os próximos meses.
Nestes tempos incertos do atual momento político, eu gostaria de saber uma opinião do site ou dos leitores daqui. Qual melhor forma de salvar o nosso dinheirinho (não falo em investir) da inflação e dos descalabros deste atual governo? Devo comprar dólar (papel impresso), ouro ou algum outro meio?
Agradeço antecipado possíveis respostas
Em alguns aspectos o texto tem seus méritos. Mas achei bastante generalista. Sou economista formando em uma universidade pública, e há sim universidades em que os professores propiciam ao aluno uma visão geral da ciência econômica, abordado as várias escolas. Cada escola econômica proporcionou avanços para a ciência como um todo. Não podemos simplesmente dizer que “isso” ta errado ou “aquilo” está certo e jogar no lixo grandes pensadores, como Keynes e Marx. Ambos contribuíram sim para a ciência econômica!
Sou um economista com grande simpatia a escola austríaca. Acho que eles possuem a visão mais completa (talvez correta) da economia. Mesmo assim, jamais desprezarei as contribuições que os diversos pensadores econômicos (tenha visões diferentes do que eu creio ser o “correto” ou não) deram para a nossa ciência.
Interessante que tinha acabado de assistir a um vídeo no YT com o título: A Falácia da janela quebrada. E que coincidência ler este artigo logo a seguir que toca neste assunto!
Nunca me arrependi tanto de ter feito um curso como Economia na UFPE, devia ter feito engenharia. Por outro lado foi graças ao curso que cheguei à Escola Austríaca. Infelizmente o que ganhei de conhecimento não paga minhas contas, essa é a triste ironia da vida.
Sério isso? Sou formado em Economia desde 1995 pela UnB e digo que, se isso é verdade,o nível dos professores caiu drasticamente. Ou então a ideologia tomou o lugar da teoria econômica.
Estudei “multiplicador dos gastos do Governo”. Mas estudei também as repercussões dos tipos de política fiscal e monetária. TODAS ELAS!! Não sabia que os professores passaram a privilegiar um tipo de política e desconsiderar as outras. Mesmo porque, cada política tem o momento certo para ser aplicada. Nenhuma delas é imune a vieses ao longo do tempo.
Como foi dito algumas vezes no curso:tem hora pra tudo, inclusive para o Governo injetar dinheiro na Economia. Um exemplo disso foi a crise de 2008 nos EUA. Assistam ao filme “Grandes demais para cair” e vocês entenderão melhor.
Agora, achar que um tipo de política econômica é única e insubstituível não passa de doença ideológica. E fico triste em saber que as coisas chegaram a esse ponto.
Alguns dos meus professores daquele época são bastante conhecidos atualmente. Um deles é o Senador Cristóvam Buarque; outro é o Presidente do Banco Central, Tombini.
Muitos dos meus professores, que devem estar aposentados hoje, ficarão horrorizados quando lerem este texto.
Hoje a questão ecológica também vem acrescentar fatores nestas teorias do desperdício!
Os recursos naturais destruídos nos processos não entram nas contas, o ar sujo, a água poluída e todo o lixo produzidos integram o passivo que as gerações futuras terão que saldar.
O garoto que quebra o vidro, jogou fora a energia para produzí-lo, isso na hipótese do dono da padaria reciclar o vidro, pois caso contrário ainda pode ferir o lixeiro e acumular resíduos sólidos em algum lixão do país.
Vamos usar este novo mercado verde para criar valor para o individuo, empresas e para a sociedade!
Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.
Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.
Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.
Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:
Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.
Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.
Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.
Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política…e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.
Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.
Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.
Trabalharíamos como se fossemos “fantasmas”. O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.
É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.
Para os interessados meu email NOVO é [email protected]
aproveitando o artigo, gostaria de perguntar se a faculdade que o autor fez(UFRGS) está livre desse mantra keynesiano/marxista. E se não estiver, alguem conheçe uma faculdade de economia, que de fato ENSINE economia?
Cristóvam Buarque e Tombini! Você foi vítima de bullying, Vagner Macedo…
Eu estudo na Estácio de são Luís- MA
No curso de administração, e é exatamente esse roteiro que os professores seguem nas disciplinas de economia, pelo menos eu estava bem munido para peitar os professores e abrir a mente de outros alunos
Eu me formei este ano no curso de Ciências Econômicas de uma universidade estadual, a UNIOESTE – Francisco Beltrão – PR. Posso dizer que o viés estatista e esquerdista lá é significativo.
Para se ter uma ideia do absurdo ideológico, eis a seguinte verídica situação: tínhamos duas disciplinas de história da teoria econômica, uma delas é HPE (História do Pensamento Econômico) e a outra é Economia Política. Em HPE, que tinha 136 horas, víamos desde o pensamento econômico dos mercantilistas até o Keynes (algo assim como uns dez autores), mas não víamos nada de Marx. Em Economia Política, que tinha 68 horas, víamos SOMENTE Marx e toda a baboseira inútil dele.
Tivemos que estudar o próprio O Capital ao invés de um manual que o resumisse. Lembro que enquanto lia O Capital, eu pensava comigo mesmo: “Nossa, como esse cara é burro”. Sim, realmente, o que Marx escrevia ou era óbvio ou estava errado, além do fato de serem ideias completamente desconexas entre si. Olha… aquele ano foi um saco pra mim.
É uma grande irresponsabilidade que ao invés de se formar o indíviduo com as mais amplas concepções do conhecimento, os professores vendam apenas a sua versão.
Acredito que não seja apenas as faculdades de economia que a partir do momento em que você adentra, toda a realidade se torna ficção e tudo o que é ficção passa a ser tratado como se fosse a mais indiscutível realidade. Vários outros setores da educação são bombardeados com um grande viés ideológico.
meio off-topic: Aos que quiserem uma boa biografia de Marx (sem tradução para o Português): The Red Prussian, de Leopold Schwarzchild. Muito bem escrito. Talvez encontrem na amazon, mas o livro é raro.
Acredito que para Keynes, Marx e todas essas escolas de economia só existe uma solução: Darwin.
Por que misturar economia com biologia Henrique? Você está louco? Bem, vocês decidem, mas explicarei rapidamente minha ótica.
A natureza e a economia são equivalentes em um ponto: só o mais forte sobrevive. Ao passo que economistas intervencionistas podem balbuciar em massa sobre suas teorias, na prática criam países com economias ineficientes, fracas e sub desenvolvidas.
Porém aquelas que silenciosamente seguem a ortodoxia do equilíbrio fiscal e liberdade econômica crescem exponencialmente, e os resultados aparecem com o tempo, como se por mágica aquela nação tenha saído da pobreza para a riqueza.
Com o passar dos anos, essas nações livres se tornam líderes de mercado, conquistam as maiores fatias do comércio internacional e ficam com a maior parte da riqueza, deixando os distribuidores de benesses para trás.
A empiria comprova a teoria: mesmo em nações militarizadas como a China, a relativa liberdade aliada a uma baixa carga tributária para empresas fez esse país sair da miséria para a segunda maior economia do mundo, e se continuar assim em pouco tempo será a primeira.
A partir da década de 1980, os economistas que defendem o livre mercado conseguiram convencer o mundo que o liberalismo econômico promove o crescimento econômico, no entanto, as taxas de crescimento econômico dos países desenvolvidos (Estados Unidos, Europa, Japão) não demonstram isso: Década de 1970 – 6% EUA; 4% Europa; 8% Japão – Década de 1980 – 7% EUA; 5% Europa; 5% Japão – Década de 1990 – 4% EUA; 3% Europa; 2. Fonte: Banco Mundial .
Sensacional. Estudei em uma universidade federal e é exatamente isso que ocorre. Tudo o que eu sei sobre escola Austríaca, liberalismo, propriedade e liberdade aprendi aqui no site. Agora busco novas fontes, já li livros do Mises e Hayek (na faculdade só pediram livros de Marx, Keynes e Krugman) e busco todos os dias aprender ainda mais sobre isso.
Graças a Deus aprendi economia no Ibmec, atual Insper. Uma das únicas instituições que ensina a verdadeira economia liberal e anti-estatismo. Muito satisfeito pelo investimento em educação feito nessa instituição.
Então pelo que eu vejo, parece que o único curso de economia que presta é no Insper, correto ?
O pensamento retrógrado parece ter contaminado todos os setores e, principalmente, a educação. O papel do professor é formar, antes de tudo, o aluno para a vida. Para isso, deve ampliar o horizonte, apresentando ao aluno todas as faces da moeda e não fechar a porteira em apenas um ângulo da visão.
Galera do instituto Misses eu acho a escola Austríaca de Economia bem legal.Mas tenho algumas questões.
Vamos tomar a pesquisa cientifica como exemplo.Sem o Estado,como ficaria o financiamento de pesquisas,que embora tenham grande importância do ponto de vista da ciência,não são lucrativas.Por exemplo O LHC construído pelos governos da UE é hoje o principal instrumento para pesquisa em ciência de partículas,o que tem contribuído bastante para aumentar nosso conhecimento da mecânica quântica e da física de partículas,esse experimento demandou um investimento de 6 bilhões de euros,por parte dos governos europeus.Em um sociedade anarco capitalista,onde não existira mais o estado quem teria os recursos e disposição para investir em algo deste tipo?Qual seria a demanda de mercado que poderia levar a construção de algo assim?
“Afinal, os alunos de Economia, no seu intento de apenas conseguir o diploma, não costumam tomar a iniciativa de procurar outros meios de conhecimento. Por que ser autodidata se ele pode receber tudo mastigadinho do professor? Porque, logicamente, daria trabalho conhecer teorias que dizem o contrário do que lhe é ensinado. Ele teria de, ó céus, usar seu raciocínio crítico para confrontar essas visões entre si e julgar qual faz mais sentido. “
Isso equivale para os cursos de humanas também, sou formado em história (não atuo na área) e o que aprendi de livre mercado foi aqui no Mises todos esses anos. Lá ( na faculdade em que cursei história) não se questionava o “ensinamento” marxista e freireano, era pura lavagem cerebral.
Muito obrigado ao pessoal do Mises e aos comentaristas deste site!
Tudo de bom!
Estudo economia na UFSCar de Sorocaba, e graças a Deus tenho alguns professores bem sensatos, meu professor de micro 2 é (pelo menos, pela aula que ele dá, parece ser) liberal. Minha professora de macro 2 é excelente, usamos o sistema ISLM. É que em macro 1 parece bem simplista, mas em macro 2 é mais aprofundado e chegasse na conclusão de que política monetária, no médio e longo prazo são nulas (isto é, só gera aumento de preços), os alunos ficaram perplexos no dia que concluímos isso em aula, eu fiquei feliz por saber que mesmo na minha faculdade, ela sendo pública, alguns professores se empenham em dizer a verdade e ensinar economia. Mas eu tenho um professor… História Econômica Geral e Formação Econômica Brasileira, que pelo amor de Deus… Keynesiano ferrenho, formado na Unicamp (só podia ser), desenvolvimentista, idolatra Getúlio Vargas… E pior, nos faz ler textos do Belluzzo… E adivinhem, quem os alunos mais gostam? Dele. Consideram o cara um gênio, e sempre que há uma pergunta indagando a aula ele fala “é isso que os ortodoxos dizem”…
Conclamo a divulgarem o blog que criamos: Carta Aberta a Michel Temer, estamos explicando as principais mudanças que ele precisa realizar para o país se reerguer e se tornar um lugar com qualidade para se viver. Cada dia estamos ampliando com mais temas. Lógico que não queremos tirar a audiência do site (nem temos condições intelectuais para isso!), até porque o nosso espaço é apenas para compilar ideias de reformas, sem qualquer competição! Abs!
Acessem e divulguem a Temer! Vamos discutir o BRASIL! cartaabertaamicheltemer.blogspot.com.br/
Divulguem e vamos debater!
“Nosso desastre começa nas faculdades e universidades de economia”. Sem dúvida existe a prevalência de uma visão apenas. O professor tem um papel vital de informar as diversas facetas de um mesmo tema, deixando para o aluno tirar suas próprias conclusões.
Daqui há 30 anos como será contada a história do impeachment da Presidente Dilma? O que irá prevalecer? Golpe realizado pela elite ou impeachment devido crime de responsabilidade praticado pela presidente? O que relatarão sobre a economia? Que o governo petista quebrou o Brasil ou que a oposição não deixou o governo implantar as medidas econômicas que levariam o Brasil a crescer? Normalmente os vencedores é que escrevem a versão oficial da história. Na guerra atual, não sabemos quem serão os vencedores. Com certeza, sabemos quem perdeu e terá que pagar a fatura.
1- A Física de Newton não foi sobrepujada por Einstein, mas complementada;
2- Dilma pode até acreditar no esoterismo keynesiano, mas ela sabia muito bem que suas “pedaladas” (ou melhor, fraudes fiscais) em 2013-2014 gerariam forte recessão a partir de 2015, porém a sociocopata só se importou com a eleição.
3- É necessário muito estudo e uma boa situação financeira para “compreender” os conceitos de Marx, Keynes e demais ideologias progressistas. Pessoas comuns não conseguem assimilar porque têm que viver no mundo real.
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Uma pena que isto ocorra. Nosso ideal é que o professor apresente todas as correntes de uma determinada questão aos alunos. O papel do professor é de ampliar a visão do aluno. No entanto, parece que estamos na contra mão. O professor acaba estreitando a visão repassando somente aquilo que acredita.
Concordo que o papel do professor é ampliar a visão do aluno apresentando todas as facetas de um mesmo tema. O professor tem um papel nobre que é ensinar o aluno a pensar melhor.
Diante de toda essa situação, por que o IMB não pensa em criar um curso de graduação? Pessoas interessadas nessa formação existe.
Eu sei da imensa burocracia e impedimentos para quem queira empreender nessa área, mas para superar isso dá para tentar uma parceria com alguma faculdade privada que ainda não tenha um curso de economia, seria bom para ambos.
Att.
portal.mackenzie.br/imprensa/noticias/arquivo/artigo/mackenzie-inaugura-centro-de-estudos-em-liberdade-economica-no-brasil/
Eu acabei as matérias do meu curso de economia em julho numa estadual do PR, e as coisas que ouvia nas aulas me davam um enorme ranço e desespero pela ignorância. Professores que demonizam importações mas têm o carro importado mais caro e chique, professor que quer o câmbio disparando mas reclama quando a inflação dispara, que quer imposto sobre os 1% mais ricos pra arrecadar 200 bilhões de reais por ano (esquecem de dizer que a fortuna somada do 1% mais rico não chega nem perto disso), querem regulação até pra preço agrícola, acham que não precisamos de poupança pq o crédito bancário supre a poupança…
Eu estou prestes a começar na faculdade de economia mês que vem. UFRRJ. Alguém aí sabe algo desse curso nessa unidade em específico ? Eu não pretendo desistir de economia,consigo me manter lá dentro sem me “infectar”. Disso tenho certeza. Gostaria apenas que vocês me dessem uma luz do que ler enquanto estou lá dentro para desmentir o que, normalmente, se lê obrigatoriamente lá dentro.
É EXATAMENTE ASSIM, ESTUDEI ECONOMIA POR UM BREVE PERÍODO NA UFF. NAQUELES IDOS DE 2007 E 2008 EU ERA PRÓ PSDB E VIVIA AS TURRAS COM AQUELES ESTUDANTES PETISTAS E PROFESSORES AINDA PIORES. MAS VEJAM SÓ…EU ESTAVA REDONDAMENTE ENGANADO ACREDITANDO QUE PSDB E PT ERAM ANTAGONICOS. ATE VC TIRAR TODO ESSE VENENO INTELECTUAL IMPLANTADO NÃO SÓ PELAS UNIVERSIDADES MAS TAMBÉM PELA MÍDIA, VC PRECISA DE MUITO, MAS DE MUUUUITO ESFORÇO E ESTUDO. FELIZMENTE TEMOS ESTE INSTITUTO PARA NOS AJUDAR…SALVE!