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Três comentários sobre o desarmamento no Brasil

Ouvi
com muita atenção os comentários
proferidos pelo historiador Marco Antônio Villa na rádio Jovem Pan, no último
dia 22, sobre o fato de mulheres estarem comprando armas de eletrochoque para
sua defesa.

O
historiador se mostrou indignado — com razão! — por vivermos em um país com
tamanha e crescente criminalidade, e afirmou que é inimaginável ver uma cena
dessas na França ou na Itália, onde o estado cuida da segurança pública.  Acrescentou que é um verdadeiro absurdo
transferir ao cidadão a responsabilidade pela segurança pública, e complementou
dizendo que a busca de meios de defesa pelo cidadão é um retrocesso, uma ameaça
ao estado democrático de direito.

Opa!
Sinal vermelho aceso!

Não
sei qual a posição dele sobre a posse e o porte de armas, mas desconfio.  No entanto, o que importa neste momento é que
o historiador erra feio ao correlacionar legítima defesa com a falência do estado
de direito. Todos os países sérios do mundo preveem o direito à legítima defesa
e garantem a possibilidade de meios para exercê-la, entre elas a França e a
Itália, exemplos citados por ele.  

Na
França, é permitido o uso de sprays de defesa e
armas de choque para qualquer
cidadão com mais de 18 anos. Na Itália, anos atrás, o porte
de armas de fogo foi bastante facilitado
e não é nada raro.

Agora,
se um francês precisa andar com objetos para se defender são outros quinhentos,
e tal necessidade não se pode ser confundida com a liberdade de fazê-lo.

A
lógica de que a necessidade deve pautar a liberdade é perigosíssima e tem seu
nascedouro e acalanto nos braços do marxismo.
Uma lógica perversa que não raramente é usada para projetos liberticidas.

Utilizando-se
essa lógica, se eu não tenho a necessidade de ter dois carros, então o estado
pode me tolher desta liberdade.  Se um
relógio de poucos reais faz o mesmo que outro de muitos milhares de reais,
então eu não preciso da liberdade de comprar o mais caro. Entenderam o perigo
dessa relação?

Vejamos
um exemplo genuinamente brasileiro: o Estatuto do Desarmamento. Seu objetivo é
desarmar o cidadão e garantir o monopólio das armas nas mãos do estado. Nasceu da “necessidade” de impedir milhares de assassinatos todos os anos.

No
que resultou?  Como mostrarei na parte
final deste artigo, recordes de homicídios e a supressão da liberdade de
possuir e portar armas.

Mas
não parou por aí o uso da tal “necessidade”.  Entre muitos subterfúgios
para perseguir seus objetivos reais ou proclamados, o estatuto criou a tal
exigência de declaração ou comprovação
de efetiva necessidade
. Alguém acredita que vivendo em um país com 60 mil
assassinatos por ano, 150 mil estupros, milhões de roubos, sequestros e
agressões perpetradas por criminosos, essa necessidade não exista?

Existe,
claro que existe!  Então por que diariamente
a compra e porte de armas são negados aos cidadãos exatamente com base nesta
necessidade?  Porque o estado recorre a
outra necessidade como fiel da balança. Explico.

Com
o discurso de que é necessário ter um estado que garanta a segurança ao
cidadão, nega-se a necessidade do cidadão de se autodefender.  É a necessidade como pautadora da liberdade.

A
verdade é que não interessa para mim se o estado é ou não competente em me
defender e em defender a minha família; eu tenho a liberdade de exercer o meu direito
de defesa e ponto final.

Vejamos
um último caso em que uma suposta ausência de necessidade foi usada para tentar
suprimir uma liberdade: o
referendo na Suíça em 2011
.

Grupos
desarmamentistas, alegando que a Suíça, por ser um dos países mais pacíficos do
mundo, com quase inexistentes taxas de homicídios e crimes violentos, tentou por
meio de um plebiscito proibir a posse de armas e munições nas residências
suíças. O resultado foi a derrota da proposta. Os suíços entenderam que a única
necessidade real é a liberdade, e foram respeitados.

Enquanto
isso, no Brasil, as supostas necessidades continuam pautando nossas liberdades.

Os desarmamentistas e seu exercício de
futurologia

Captura-de-Tela-2015-02-20-às-03.34.26-e1424413101223.pngAo
final do ano passado, voltou ao noticiário a triste notícia de que o Brasil é líder
mundial
em números absolutos de homicídios e ocupa o 11º lugar do ranking
considerando o índice de assassinatos a cada 100 mil habitantes.

Com
56.337 homicídios ocorridos em 2012, o país registrou 29 mortes violentas a
cada 100 mil habitantes, número quase cinco vezes maior do que o índice mundial
(6,2).

As
estatísticas foram contabilizadas pelo Observatório de Homicídios pertencente
ao Instituto Igarapé, do Rio de
Janeiro. Não se trata de nenhuma novidade, uma vez que, ano após ano, o Brasil
quebra consecutivos recordes de criminalidade violenta, entre elas os
homicídios.

Concomitantemente, continua circulando a informação
de que 120 mil vidas teriam sido “salvas” pelo advento do chamado Estatuto do
Desarmamento, o qual foi aprovado em dezembro de 2003 em uma conturbada votação
que ocorreu em plena vigência do “mensalão”, recurso por meio do qual o poder
executivo pagava propina ao Congresso em troca da aprovação de projetos de lei de
seu interesse.

De
acordo com essa tese, graças ao Estatuto do Desarmamento a crescente “epidemia”
de homicídios teria sido reduzida, o que na prática resultaria em vidas
poupadas.

Seria
mesmo esse o caso? Como “prever” taxas de homicídios? Essa metodologia de
projeção de crimes é utilizada em mais algum lugar do mundo para se medir
eficiência em
Segurança Pública? Seria possível comprovar a causalidade
entre a restrição de armas legais e a queda dos homicídios?

Com essas e outras perguntas iniciamos um estudo sobre a tal eficácia do
desarmamento no Brasil e, pegando o gancho do termo “epidemia” tão usado por
aqueles que advogam pelo desarmamento, recebi de muito bom grado a ajuda do Dr.
Luís Fernando Waib
, epidemiologista, que possui grande conhecimento na
análise de dados e estatísticas.

Em
suas palavras:

Após ter me deparado com dados de
mortalidade por arma de fogo, divulgados na mídia e em redes sociais
recentemente, me incomodei com a análise dos dados divulgados e desconfiei da
consistência dos números. Particularmente, me causou estranhamento a inclinação
da curva de homicídios, a falta de clareza na apresentação dos dados e as
conclusões depreendidas deste conjunto.

Em
resumo: algo não estava certo.

O
gráfico abaixo mostra três indicadores. 
A linha azul mostra o total de homicídios para cada 100 mil habitantes
(eixo da esquerda).  A linha vermelha
mostra o total de homicídios para cada 100 mil habitantes cometidos com armas
de fogo (eixo da esquerda).  E a linha
verde mostra a porcentagem total dos homicídios cometidos por armas de fogo
(eixo da direita; os números devem ser multiplicados por 100 para se obter o
valor inteiro).

120_grafico.jpg

Foram
utilizados os dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Sistema Único
de Saúde (SIM/SUS) para prospecção dos dados de mortalidade por causas externas
(a mesma fonte utilizada para confecção do Mapa da Violência) e os dados do
IBGE para a prospecção dos dados populacionais. Os dados utilizados nesta
análise são de 1996 a 2012 — último ano com dados disponíveis no SIM/SUS.

A partir dos dados obtidos nas fontes oficiais — que, repito, são as mesmas
utilizadas para a confecção do Mapa da Violência — , não chegamos à mesma
conclusão veiculada pela imprensa pelos motivos abaixo elencados:

1. De 1996 a 1999 há uma tendência
de elevação na violência geral (traduzida pela crescente taxa de homicídios por
100.000 habitantes, linha azul), em paralelo à tendência de elevação da taxa de
homicídios por armas de fogo (linha vermelha).

2. Entre 1999 e 2004 há um desvio
desta curva, que sugere uma incidência anormal de homicídios por arma de fogo
(linha vermelha). É necessário examinar com mais profundidade o que houve
(“quebrar” os dados e contextualizar com os demais fatores que
interferem nos índices) para poder determinar causas prováveis.

3. No entanto, como todo “surto”,
este também mostrou sua tendência do retorno à média. Neste caso, não
exatamente à média, mas à tendência histórica. 
Isso ocorreu em 2005, linha vermelha.

4. A partir de 2005, no entanto, a
curva vermelha retoma o crescimento anterior, até 2011, quando vemos nova
inflexão para cima (2012). Não há dados disponíveis nos sistemas consultados
para avaliar este novo fenômeno, mas o foco prioritário desta análise é o
primeiro.

5. Em nenhuma hipótese observa-se
queda da taxa de homicídios por arma de fogo (linha verde) após o advento do
desarmamento.  Caso existisse, teria de
haver uma queda progressiva da violência a partir de 2004, mantendo-se assim até
hoje.  O estatuto do desarmamento se
encontra em plena vigência e, como dito, a partir de 2005 os homicídios (linhas
azul e vermelha) voltaram a crescer.

6. É falsa, portanto, a afirmação de
que mortes foram prevenidas pelo advento do desarmamento.  Em primeiro lugar porque a curva de
incidência iniciou seu retorno à média antes dos efeitos do desarmamento, mas
principalmente porque a projeção da curva não pode ser feita a partir de um
período de “surto”, mas sim do período endêmico da série histórica.

7. Outro dado relevante para a
análise é que a curva da taxa de homicídios (linha azul) é, durante toda a
série histórica, paralela à curva de homicídios por arma de fogo (linha
vermelha).

Se
tivesse havido uma inflexão para baixo da curva da taxa de homicídios a partir
de 2004 (quando efetivamente se iniciou o recolhimento de armas de fogo),
poderíamos depreender que o desarmamento provocou uma redução gradual e
constante da violência. Tivesse havido manutenção da curva de homicídios, mas
redução da curva de homicídios por arma de fogo, poderíamos depreender que a
violência se manteve, mas mudou de método.

A
conclusão aqui é que o desarmamento foi ineficaz, seja para reduzir a
violência, seja para mudar a participação das armas de fogo nestes eventos.

8. Por fim, o crescimento constante
da participação das armas de fogo nos homicídios (de 59% em 1996 para 71% em
2012, linha verde) mostra que não só o
poder público impediu o uso legítimo de armas de fogo pelo cidadão, mas falhou
na redução da disponibilidade destas armas para os criminosos
.

Nenhum estudo sério no mundo projeta “taxas de homicídios que não ocorreram” como
ferramenta de medição de eficácia de políticas de segurança pública.  Esse tipo de futurologia é mais uma jabuticaba
brasileira.

A
queda pontual dos homicídios com utilização de armas de fogo foi acompanhada na
mesma proporção pela queda dos homicídios com a utilização de outros
instrumentos, ficando assim comprovado que não existe relação com as restrições
trazidas pelo estatuto do desarmamento.

Por mais que tentem, forcem, espremam e torturem os dados, não há o menor
indício que aponte para uma possível eficácia do desarmamento na redução da
criminalidade violenta simplesmente porque isso não aconteceu. Quem assim o
faz, mente desesperadamente na tentativa de não ver aprovado o PL
3722/2012
, de autoria do deputado federal Rogério Peninha Mendonça, que
devolve ao cidadão o direito de se defender autonomamente, uma vez que já está
constatada a total ineficácia do estado de fazê-lo minimamente.

O desarmamento fracassou, continuará fracassando, e o Brasil, de mentiras em
mentiras, vai se consolidando como o país do faz-de-conta.

Mais armas = menos crimes e mais educação

Quase
5 anos atrás, os shoppings começaram
adotar seguranças armados depois de um surto de roubos à lojas, em especial
joalherias
. Como não poderia deixar de ser, os desarmamentistas, profetas
do caos, começaram a gritaria de que isso geraria tiroteios e mortes.

Um
desses profetas de araque foi o “especialista” em segurança pública
José Vicente, que inclusive participa das audiências públicas sobre o PL 3722.  Disse ele
ao jornal Folha de São Paulo de 16 de agosto de 2010:

Para o consultor em segurança pública José Vicente da Silva,
coronel da reserva da PM paulista, esse tipo de medida só aumenta o risco aos
usuários dos lugares. “Os shoppings estão optando para aumentar os riscos
aos seus frequentadores”, disse. Isso porque, para ele, os bandidos não
vão deixar de roubar os shoppings porque há homens armados e os vigilantes não
têm treinamento suficiente para isso.

Passados 5 anos, o que aconteceu? Alguém se lembra da última vez que houve um
roubo em shopping? Houve alguma morte? Tiroteio? Algum segurança armado matou
algum cliente em uma discussão? Zero! Nada! Nem roubos, nem mortes. Mais armas
e menos crimes.

Neste ano, fui
entrevistado
pela mesma Folha de São Paulo e entre outras coisas afirmei:
“Cidadão armado faz criminoso evitar contato com a vítima”. Isso não
é teoria, não. É empiria.

Dias atrás conversei com um segurança em um Shopping perto da minha casa, um dos que ficam
armados. Disse ele que nunca mais houve qualquer tentativa de roubo e nem mesmo
de furto de veículos, coisas corriqueiras ali antes do armamento da segurança.

Adicionalmente,
ele também disse que os seguranças nunca mais foram ameaçados ou enfrentados
por bandos de moleques que gostavam de fazer arruaça nas dependências.  E sentenciou: “É engraçado, doutor, o pessoal
ficou mais educado com nóis (sic)”!

De forma empírica, ele chegou à mesma conclusão que o cidadão que escreveu o excelente artigo “A arma de fogo é a civilização“,
do qual cito o trecho final:

Quando estou portando uma arma, eu não o
faço porque estou procurando confusão, mas sim porque quero ser deixado em
paz.  A arma em minha cintura significa que não posso ser coagido e nem
violentado; posso apenas ser persuadido por meio de argumentos racionais. 
Eu não porto uma arma porque tenho medo, mas sim porque ela me permite não ter
medo.  A arma não limita em nada as ações daqueles que querem interagir
comigo por meio de argumentos; ela limita apenas as ações daqueles que querem
interagir comigo por meio da força.

A arma remove a força da equação.  E é
por isso que portar uma arma é um ato civilizado. 

Neste
caso, muito especificamente, o nexo causal da variante arma é claro e
inequívoco. Os seguranças, desarmados, sempre estiveram lá; bastou armá-los
para que imediatamente acabassem as ocorrências de roubo.

A conclusão é mais do que óbvia: armas nas mãos certas e minimamente treinadas
não significam mais mortes e crimes. Significam menos crimes e até mesmo mais
educação.

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79 comentários em “Três comentários sobre o desarmamento no Brasil”

  1. Tem que liberar é tudo mesmo, desde pistolas, fuzis automáticos até armamento anti-aéreo, anti-blindados, tanques, caças, navios de guerra, e o que o cidadão tiver dinheiro e esteja disposto a comprar.

    Isso ajudaria inclusive a soberania nacional e diminuiria a possibilidade de governos totalitários se estabelecerem.

  2. Maravilha de Artigo.

    Bem vindo Bene.

    Só estava faltando você aqui para falar sobre armamento e defesa armada.
    Agradeço a você e ao IMB pelo artigo.

  3. Giovanni Antonio

    Belíssimo artigo Bene. Assim como seu livro “Metiram para mim sobre o desarmamento” o artigo é carregado de números e estátisticas que não podem ser contestados ou refutados nem pelos “especialistas” que administram a segurança pública atualmente.

    Que a direita consquiste num futuro próximo a revogação desse estatuto assassino!

    Abraços.

  4. Pra piorar a situação, uma coisa que não faz nenhum sentido (juntamente com a proibição às armas de fogo) é a proibição de outros métodos de defesa não-letais, como sprays de pimenta e armas de choque.
    Esses dias mesmo uma estudante foi estuprada dentro da USP.
    Tivesse ela um spray na bolsa, provavelmente o resultado seria outro. Além do índice de mortes, existem diversos outros tipos de crimes violentos que raramente entram na discussão, mas que também poderiam ser evitados.

  5. Alexandre Gonçalves

    Argumentos consistentes, bem diferentes da “propaganda ideológica” que quer nos empurrar goela abaixo que o cidadão de bem se tornaria um assassino em série se lhe fosse dado o direito de se defender.

  6. Todos temos o direito à vida e consequentemente à defesa dela, não podemos nos conformar com esse absurdo que é não ter porte de arma simplesmente porque o Estado não quer que tenhamos, mesmo porque isso não impede nenhum bandido de ter.

    Legitimar o uso das armas é deixar bastante claro pro meliante que ele pode se deparar com um cidadão armado e preparado, isso muda tudo, intimida, coíbe de certa forma!

  7. Bandido age racionalmente*; eu diria que é impossível impedir-lhe a ação; no entanto, o cidadão armado, treinado e ATENTO eleva e muito o custo de uma empreitada criminosa; o roubo torna-se mais arriscado; a vida do ladrão é dificultada, já que a vítima pode enfrentá-lo, e isso desagrada muito à nossa esquerda. Por que os vagabundos fazem a festa hoje? Praticamente não há resistência; nem uma garrucha .22 é mais necessária: basta simular estar armado ou usar a própria força física e pronto.
    Um cidadão treinado que porte um revólver .38 já é um oponente e tanto.

    *poderia citar os que estão transtornados pelo efeito de drogas como menos racionais, contudo a vítima não é culpada por tal desgraça; além do mais, dependência química não é excludente de ilicitude.

  8. Ótimo artigo, gostei bastante!
    Sou policial e sou a favor da posse da arma, para todo cidadão de bem, em sua residência ou trabalho. Uma posse mais facilitada para os cidadãos sem antecedentes criminais e que façam um curso básico para operar sua arma com total responsabilidade. Sem os custos absurdos que a lei implica hoje. Já o porte sou a favor de todas as pessoas que trabalham com segurança possam portar, tendo pra isso cursos nos seus respectivos locais de trabalho.
    O porte para o cidadão comum no Brasil, ainda acho que não existe essa possibilidade. Imaginem uma pessoa que reside numa comunidade, chegando à noite em casa, passando pelos bandidos do tráfico, eles armados, em número maior, com armar melhores e essa pessoa no meio de tudo isso armada. Como eles reagiriam? E o cidadão vendo aquilo todo dia andando armado?
    Não sou dono da verdade, mas acho que o porte ainda tem que ser melhor avaliado, discutido, para não se cometerem mais injustiças. Não adianta dar porte para rico e classe média, enquanto o pobre na “favela” fica a Deus dará. Apenas estou passando a minha opinião, pois sou a favor das armas nas mãos de cidadãos de bem!

  9. “Passados 5 anos, o que aconteceu? Alguém se lembra da última vez que houve um roubo em shopping? Houve alguma morte? Tiroteio? Algum segurança armado matou algum cliente em uma discussão? Zero! Nada! Nem roubos, nem mortes. Mais armas e menos crimes.”

    Embora concorde totalmente com o artigo, não é uma verdade completa dizer que não houve incidentes com seguranças armados em shoppings:

    g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/05/seguranca-mata-cliente-por-causa-de-estacionamento-em-embu-das-artes.html

    Esta é uma das exceções das exceções… Certamente um segurança de cabeça quente mal preparado para lidar com público, que infelizmente é sim composto de alguns imbecis… Mas para a civilização das pessoas armadas funcionar o uso da arma deve ser o último recurso, não um dos primeiros.

  10. Bandido tem medo de tiro, e por isso de pessoas armadas. As armas são o equalizador de forças que nos ajudam a ter menos medo dos criminosos. E dai a diminuição dos crimes por disuação.

  11. Não existe estatística de homicídio para períodos anteriores, como década de 80 e início da década de 90? Desconfio que houve um aumento exponencial nessa época.

    Também gostaria de uma estatística de roubo a mão armada.

  12. A mim me parece claro que há um movimento deliberado que trabalha conscientemente para promover o aumento da criminalidade. Fica muito claro quando você começa a ver as leis, as penas, etc. Tudo é pra favorecer os bandidos e o aumento da criminalidade.
    .
    Coitada da polícia: estão enxugando gelo.

  13. Armas apenas em propriedade privada, totalmente contra civis andando armados. Uma vida não tem preço, não a dia tá falar Brasil ia virar um bang bang…

    Defender sua propriedade tô dentro. Mas até o limite do portão grade etc… As pessoas, já se matam sem armas no trânsito, trabalho cinema Shopping imaginem armadas.

    Podem falar a é a excessao, acredito que a polícia é quem deve andar armada pois é preparada tanto equipamentos quanto treinamento, a muito o que melhorar. Caminho não é criar mais milícias…

    Todos temos direito de nos defendermos, nesse tempos difíceis melhor saída e andar prevenidos ao sair pelas ruas, não começar uma guerra.

  14. Opinião e igual a c$%&# todo mundo tem, querer q o Brasil seja igual a França ou Itália e um direito seu, o nosso, ou seja a maioria da população, quer q o Brasil seja igual aos USA, onde se respeita a vontade do povo e acata a sua vontade, queremos nos defender, quer não quer, que não o faça, mas respeite a maioria e retrocesso, são essas idéias populistas de esquerda que muitos jornalistas querem nos impor. #euapoioPL3722

  15. O bandido está sempre armado, não importa Leis de desarmamento para ele. Estas leis só servem para os cidadãos de bem.

    Arma é um direito a sua legítima defesa e de sua propriedade e ponto final. Tolhendo este direito você e sua propriedade ficarão a mercê dos bandidos.

    E isto sem falar que estaremos a mercê de bandidos estatais também quando eles quiserem impor seu Socialismo goela a baixo de nós.

  16. SABE O QUE É O “DESARMAMENTO” SOB UM GOVERNO COMUNISTA, CASO PT?
    Não? Ei-lo: 10º mandamento do “DECÁLOGO DE LÊNIN”, os 10 mandamentos subversivos dos comunistas
    “PROCURE CATALOGAR TODOS OS POSSUIDORES DE ARMAS PARA SEREM CONFISCADAS NO MOMENTO OPORTUNO, TORNANDO IMPOSSÍVEL QUALQUER REAÇÃO À CAUSA COMUNISTA”
    Em outras palavras: havendo um golpe – os comunistas são max golpistas e traiçoeiros ao extremo – deixem os cidadãos seus reféns!
    Nada +, Nada -!

  17. Repito aqui um comentário que fiz à primeira resposta publicada, no DC, pelo Prof. Olavo em resposta aos ataques cometidos pelo Prof. Villa.
    Dessa vez, Villa não atacou ninguém diretamente, mas o artigo, recheado de lógica límpida e argumentos dos mais fortes, é digno do mesmo apreço:

    “Depois dessa Marco Antonio Villa vai dormi com o bumbum doendo.”

  18. Gente, alguem pode me responder isso:

    “Se alguém defende a liberdade de se proteger dos riscos trazidos pelo uso de drogas recreativas por terceiros, mas considera justo não proteger nem regulamentar a liberdade destes terceiros de usar drogas sem prejudicar ninguém, então esse alguém não é um libertário, é um fascista travestido de libertário.”

    Tem algo errado nesse argumento mas eu não estou conseguindo estruturar logicamente o que é.

  19. Acabo de ter uma conversa sobre o tema suscitado pelo artigo aqui em casa e fui taxada de “louca fechada no próprio mundinho” por defender que todos tenhamos porte de armas, além do fim do monopólio estatal sobre o policiamento ostensivo.

    Segundo meus familiares, uma arma na mão de cada um seria a repetição da Lei de Talião, pois “quem tem arma, sendo treinado ou não, se sente poderoso e certamente irá usá-la”. E ainda disseram que isso nunca dará certo no Brasil, pois aqui todos são individualistas. Não vi muito nexo causal nos argumentos, pois todos necessariamente mantinham o arranjo atual (de monopólio policial), daí não quis estender o assunto. Para eles, o importante é “cobrar bastante das autoridades e tirar policial da blitz para colocar nas esquinas”.

    Faço das últimas palavras do autor as minhas: “A conclusão é mais do que óbvia: armas nas mãos certas e minimamente treinadas não significam mais mortes e crimes. Significam menos crimes e até mesmo mais educação.”

  20. Bandidos tentam invadir uma loja nos EUA arrombando a porta com um carro (como muitas vezes acontece no Brasil), mas lá o dono da loja tinha um fuzil… Assistam!

    Pastor no Texas atira em um assaltante que invadiu sua igreja.O bandido ficou ferido e enquanto aguardava a polícia e os paramédico, ele ainda orou ao lado do baleado.

    gunsnfreedom.com/armed-pastor-shoots-church-intruder/5522

    Homem portando uma arma evitou uma chacina em Ohio. Várias vítimas foram salvas, incluindo uma criança de um ano. Ninguém morreu e o maluco foi preso.

    http://www.infowars.com/one-that-wont-make-headlines-man-with-concealed-carry-permit-prevents-mass-shooting/

    Nenhuma dessas notícias interessam aos desarmamentistas. São varridas para debaixo do tapete. Esquecidas pelos abutres que aguardam o desarmamento de sangue inocente para gritarem: Armas! A culpa é das armas!

    São as não-manchetes.

  21. A farsa do desarmamento. Para toda civilização que se preza, arma sempre foi sinônimo de liberdade e segurança. Eu moro numa cidade de quatrocentos mil habitantes onde tínhamos vinte e um pontos de auto-atendimentos (caixas eletrônicos). Hoje, fora das agências, só temos dois. O resto já foi explodido pela ação criminosa dos bandidos.

    Todos os pontos comerciais da cidade já foram vítima da bandidagem, com exceção de um, porque esse o dono está armado.

    E ainda falam que arma não traz segurança.

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