De
acordo com um artigo no site American Dream, intitulado “Al Gore, Agenda 21 and Population Control
[Al Gore, Agenda 21 e o Controle
Populacional], há gente demais habitando o planeta Terra, e isso está
gerando impactos negativos sobre todos nós.
A solução? Reduzir a população. É o que eles próprios defendem abertamente,
como será mostrado mais abaixo.
Em
primeiro lugar, o que é Agenda 21? A própria
ONU define Agenda 21 da
seguinte maneira:
Agenda 21 é um abrangente plano de ação a
ser empreendido globalmente, nacionalmente e localmente por organizações
pertencentes ao Sistema das Nações Unidas, pelos Governos e pelos Grandes
Grupos em toda e qualquer área em que o ser humano impacta o ambiente.
Se
tal objetivo globalista ainda parece muito abstrato, veja o que disse o Fundo de População das Nações Unidas
em seu “Relatório sobre a Situação da População Mundial 2009” intitulado Enfrentando um Mundo em
Transição: Mulheres, População e Clima:
Cada nascimento resulta não só nas emissões
atribuíveis àquela pessoa ao longo de sua vida, mas também nas emissões de
todos os seus descendentes. Assim, a economia de emissões decorrente de
nascimentos pretendidos ou planejados se multiplica com o tempo. […] Nenhum
ser humano é genuinamente “neutro em carbono”, principalmente quando todos os
gases de efeito estufa são levados em conta na equação. Portanto, todas as
pessoas são parte do problema, logo todos precisam participar da solução de um
modo ou de outro. […] Programas de planejamento familiar de qualidade são do
interesse de todos os países no que se refere às preocupações sobre gases de
efeito estufa, bem como às preocupações de bem-estar mais amplas.
O
The New York Times concorda. Em um artigo intitulado “The Earth is
Full” [A Terra Está Lotada], de 2008, o
colunista Thomas Friedman diz que “O crescimento populacional e o aquecimento
global pressionam os preços dos alimentos, o que gera instabilidade política, o
que leva ao encarecimento do petróleo, o que leva a novos aumentos dos preços
dos alimentos, e assim reiniciando o círculo vicioso.”
Já
um professor de biologia da Universidade de Austin, Texas, chamado Eric R.
Pianka, em um artigo intitulado “What
Nobody Wants to Hear, but Everyone Needs to Know” [O que Ninguém Quer Ouvir, Mas Todos Precisam Saber], escreveu que
“Não desejo nenhum mal ao ser humano. No
entanto, estou convencido de que o mundo, incluindo toda a humanidade, estaria muito melhor sem vários de nós.”
O
principal problema, só para começar, é que não há absolutamente nenhuma relação
entre um grande número populacional, desastres ambientais e pobreza. Os entusiastas das políticas de controle
populacional devem considerar a República Democrática do Congo e suas míseras
29 pessoas por quilômetro quadrado como sendo o ideal ao passo que Hong Kong e suas 2.510
pessoas por quilômetro quadrado devem ser um pesadelo.
No
entanto, os cidadãos de Hong Kong usufruem uma renda per capita de US$ 52.000, ao passo
que os cidadãos da República Democrática do Congo, um dos países mais pobres do
mundo, sofrem com uma renda per capita de US$ 648. E isso não é uma anomalia. Alguns dos países mais pobres do mundo são
aqueles que têm as menores densidades populacionais.
O
fato é que o Planeta Terra está repleto de espaço livre, e a esmagadora maioria
está desabitada. Se colocássemos toda a
população da terra nos Estados Unidos, teríamos uma densidade de 662 pessoas
por quilômetros quadrado. Tal densidade
é bem menor do que a vigente nas principais cidades americanas. Se toda a população americana vivesse no
estado do Texas, cada família formada por quatro pessoas usufruiria mais de 2,1
acres de terra (8.500 metros quadrados).
Igualmente, se toda a população da terra se movesse para os estados do
Texas, Califórnia, Colorado e Pensilvânia
, cada família de quatro pessoas usufruiria um pouco mais de 2 acres.
[No
Brasil, apenas 0,2%
do território está ocupado por cidades e infraestrutura. E se toda a população mundial fosse para o
estado do Amazonas, a densidade populacional seria equivalente à da cidade de
Curitiba].
É
óbvio que ninguém está sugerindo que toda a população do planeta seja colocada
nos EUA, e nem que toda a população dos EUA seja colocada no Texas. Cito essas figuras apenas para colocar as
coisas em perspectiva.
Vejamos
outras evidências sobre densidade populacional.
Antes do colapso a União Soviética, a Alemanha Ocidental tinha uma
densidade populacional maior do que a da Alemanha Oriental. O mesmo vale para a Coréia do Sul em relação
à Coréia do Norte; para Taiwan, Hong Kong e Cingapura em relação à China; para
os Estados Unidos em relação à União Soviética; e para o Japão em relação à
Índia. No entanto, embora fossem mais
povoados, Alemanha Ocidental, Coréia do Sul, Taiwan, Hong Kong, Cingapura,
Estados Unidos e Japão vivenciaram um crescimento econômico muito mais alto, um
padrão de vida muito superior, e um acesso a recursos naturais de qualidade de
forma muito mais plena e acessível do que a população daqueles países de menor
densidade populacional.
Aliás,
Hong Kong praticamente não tem um setor agrícola, mas sua população come muito
bem.
É
de se imaginar por que ainda há pessoas que dão ouvidos a catastrofistas que
sempre se mostraram consistentemente errados em suas previsões — e não erraram
por pouco, mas fragorosamente.
O
professor Paul Ehrlich, biólogo da Universidade de Stanford, em seu best-seller
de 1968, The
Population Bomb [A Bomba Populacional] previu que haveria uma enorme
escassez de comida nos EUA e que “já na década de 1970 … centenas de
milhões de pessoas irão morrer de fome neste país”. Ehrlich previu
que, entre 1980 e 1989, 65 milhões de americanos literalmente morreriam de
fome, e que, até 1999, a população americana encolheria 22,6 milhões de habitantes.
Sua
previsão para a Inglaterra era ainda mais desesperadora: “Se eu fosse um
apostador, apostaria uma quantia substancial de dinheiro que a Inglaterra
deixará de existir até o ano 2000”.
No
primeiro Dia da Terra, celebrado em 1970, Ehrlich alertou: “Dentro de dez
anos, todas as mais importantes vidas animais nos oceanos estarão
extintas. Grandes áreas costeiras terão de ser evacuadas por causa do
fedor de peixe morto”. Apesar de todo este notável currículo,
Ehrlich continua até hoje sendo um dos favoritos da mídia e do mundo acadêmico.
Em
grande medida, a pobreza nos países subdesenvolvidos pode ser diretamente
atribuída ao fato de que seus líderes seguiram os conselhos de “especialistas”
ocidentais. O economista sueco e Prêmio
Nobel Gunnar Myrdal disse, em 1956,
que “Os conselheiros para assuntos especiais dos países subdesenvolvidos, que
se dedicaram a estudar e entender os problemas desses países … todos
recomendam o planejamento centralizado como a condição precípua para o
progresso”.
Em
1957, o economista Paul A. Baran, da Universidade de Stanford, aconselhou que “A implantação de uma
economia socialista planejada é uma condição essencial — na verdade,
indispensável — para se alcançar o progresso econômico e social nos países
subdesenvolvidos.”
Para
coroar essa série de maus conselhos, os países subdesenvolvidos enviaram seus
melhores alunos para estudar economia em Berkely, Harvard, Yale e na London
School of Economics, onde aprenderam tolices socialistas sobre crescimento
econômico. Na melhor das hipóteses, as
teorias ensinadas não passavam de um emaranhado de lugares comuns.
Por
exemplo, o economista e Prêmio Nobel Paul Samuelson os ensinou que os países
subdesenvolvidos “não conseguem emergir sua cabeça de debaixo d’água porque sua
produção é tão baixa que eles não conseguem poupar nada para formar capital”. Um raciocínio totalmente circular. Já o economista Ranger Nurkse é ainda mais
profundo: segundo ele, a causa básica do subdesenvolvimento dos países pobres é
“o círculo vicioso da pobreza”. Ou seja,
um país é pobre porque ele é pobre.
Desnecessário
dizer que tais constatações profundas são, por si mesmas, absurdas. Se elas tivessem a mais mínima validade, toda
a humanidade ainda estaria até hoje morando nas cavernas — afinal, dado que
toda a humanidade já foi miserável em uma época, dado que a pobreza é algo da
qual não se escapa, é impossível ter havido enriquecimento. Por essa lógica, podemos concluir que estamos
vivendo uma mera fantasia de riqueza.
Continuamos, na realidade, tão pobres quanto na época em que vivíamos
nas cavernas.
Os
entusiastas do controle populacional têm uma visão malthusiana do mundo, a qual
vê o ritmo do crescimento populacional superando o ritmo da criação de meios
para que as pessoas se sustentem. No
entanto, a própria genialidade da humanidade já mostrou que os malthusianos
estavam completamente equivocados. O
homem consegue hoje cultivar volumes cada vez maiores de alimentos em espaços
de terra cada vez menores. Igualmente, a
energia utilizada para produzir comida, em termos de dólares por PIB, está em
contínuo declínio. Estamos conseguindo
mais com menos, e isso se aplica à maioria dos outros insumos utilizados na
produção de bens e serviços.
Pense
na seguinte questão: por que a humanidade de hoje usufrui telefones celulares,
computadores e aviões, mas não usufruía na época de Luis XIV? Todos os recursos físicos necessários para a
fabricação de celulares, computadores e aviões já existiam àquela época. Aliás, já existiam quando o homem das
cavernas habitava a terra.
Há
apenas uma explicação do motivo de usufruirmos essas benesses hoje mas não em
épocas passadas: o aumento do conhecimento e da criatividade humana, bem como a
especialização, a divisão do trabalho e o comércio — tudo isso em conjunto com
a liberdade individual e a propriedade privada.
Foi isso o que levou à industrialização e à melhoria do nosso padrão de
vida.
Em
outras palavras, os seres humanos são recursos imensamente valiosos.
Aqueles
que se preocupam com um fictício superpovoamento do planeta tendem a ver os
seres humanos como nada mais do que meros consumidores de recursos. A
lógica é simples: os recursos são finitos; os seres humanos consomem
recursos. Logo, menos seres humanos significa mais recursos
disponíveis. Esse é o cerne de todas as ideias contrárias à expansão
populacional.
Porém,
embora as premissas desse silogismo sejam verdadeiras, elas são calamitosamente
incompletas, fazendo com que a conclusão seja igualmente (e perigosamente)
incorreta.
Em
primeiro lugar, os seres humanos não são apenas consumidores. Cada
consumidor é também um produtor. Por exemplo, eu só consigo almoçar
(consumir) porque produzi (trabalhei) e alguém me remunerou por isso. E
foi justamente essa nossa contínua produção o que aprimorou sobremaneira o
nosso padrão de vida desde o nosso surgimento até a época atual. Todos os
luxos que usufruímos, todas as grandes invenções que melhoraram nossas vidas,
todas as modernas conveniências que nos atendem, e todos os tipos de lazer que
nos fazem relaxar foram produzidas por uma mente humana.
Logo,
a conclusão óbvia é que, quanto mais mentes existirem, mais inovações surgirão
para melhorar nossas vidas. Uma simples reductio ad absudum revela
a óbvia verdade de que a cura para o câncer tem mais chances de ser descoberta
em uma sociedade com um bilhão de pessoas do que em uma com apenas um punhado
de indivíduos.
Ainda
mais importante é o fato de que essas inovações resultam em uma multiplicação
de recursos, de modo que o silogismo sofre uma importante alteração: os
recursos são finitos; os seres humanos consomem recursos; os seres humanos
produzem recursos; logo, se os seres humanos produzirem mais recursos do que
consomem, um aumento populacional será benéfico para a nossa espécie.
Que
nós produzimos mais do que consumimos é um fato autoevidente: basta olharmos
para o padrão de vida que usufruímos hoje e compará-lo àquele que tínhamos há
50, 100 ou 1.000 anos. À medida que a população aumentou, aumentou também
a nossa prosperidade, e a redução no sofrimento humano foi impressionante.
Aquilo
que hoje é rotulado como “consequência do excesso de gente no planeta” é o mero
resultado de políticas governamentais socialistas que reduziram a capacidade
das pessoas de se educaram, se alimentarem, se vestirem, e se abrigarem das
intempéries. Pode observar: todos os
países subdesenvolvidos sofrem com tarifas protecionistas que restringem as
importações, moeda fraca (que gera inflação de preços e impede a obtenção de produtos importados de maior qualidade), regulamentações sobre as práticas agrícolas, políticas
de controles de preços para alimentos, burocracias que atrapalham o livre
empreendedorismo e, principalmente, falta de segurança e brutais violações dos
direitos humanos, o que faz com que os mais capazes e mais produtivos emigrem e
deixem para trás justamente os menos produtivos.
A
verdadeira lição anti-pobreza para os países pobres é que o caminho mais
promissor e seguro para se sair da pobreza e gerar mais riqueza é a liberdade
individual, o livre comércio, uma moeda forte, o respeito à propriedade privada
e, acima de tudo, um governo limitado.
Não confio em ninguem que seja contra o aumento populacional e ainda não cometeu suicídio.
Incrível a índole genocida dessa gente. Assustador.
O argumento malthusiano é exaustor de tão recorrente. O fato de ainda existir é pura miopia (ou desonestidade) intelectual daqueles que o perpetuam. É a completa ignorância dos mecanismos de preço, da história tecnológica dos últimos dois séculos, da escassez de recursos e das milhares de formas já desenvolvidas para suspendê-la através do empreendedorismo.
Quanto aos países pobres, repito algo que disse há vários dias:
Quando disser a alguém que ele não pode fazer alguma coisa, que trate de laborar a certeza do que disse; caso não, a única coisa enjaulando esta pessoa ao seu status quo será o peso de umas poucas palavras.
Ecologismo e malthusianismo são apenas outros nomes, para eugenismo e racismo.
A ecologia é uma religião pagã baseada em dois mandamentos:
1- Todo ecologista é um racista, um preconceituoso e um charlatão.
2- Todo ecologista deve evitar que percebam ser ele um racista, um preconceituoso e um charlatão.
É tudo uma mudança, apenas do nome das coisas. A troca de seis, para meia dúzia. Onde os eugenistas/racistas viam uma raça inferior, os maltusianistas passaram a ver “super população” os ecologistas passaram a ver “desmatamento”. A consciência racial virou “consciência ambiental”. As ameaças raciais passaram a se chamar “ameaças populacionais” e em seguida “ameaças ambientais”.
A raça passou a se chamar natureza, planeta, meio-ambiente e como a tal raça, agora a natureza, planeta, meio-ambiente, etc. querem sacrifícios dos outros.
É tudo religião pagã, 100% falsa e tendo por sumos sacerdotes picaretas como Al Gore, João Pedro Stédile, etc.
Qualquer previsão futura de escassez é dada numa condição ceteris paribus.Ou seja, pura especulação. As tecnologias se desenvolvem de forma exponencial. Portanto, é impossível prever quando um recurso se tornará de fato, escasso. Malthus não previu a utilização de métodos contraceptivos nem a agricultura em larga escala, conforme afirma o texto.
O que me preocupa de verdade são as disparidades entre as taxas de natalidade x nível social/educacional. As pessoas improdutivas se reproduzem de forma irresponsável e desordenada, gerando um exército de dependentes do estado.
Do outro lado, pessoas com um nível de produtividade maior – com uma alta probabilidade de gerar herdeiros igualmente produtivos – estão cada vez menos tendo filhos. Sabemos-se muito bem a quem interessa o status quo.
Uma hora a fatura vai chegar. Advinha quem vai pagar?
Parabéns pelo artigo. Simples, verdadeiro.
Discordo. Ter um extensa faixa territorial e uma população elevada faz com que um país seja sobrecarregado, contribuindo para eternos gastos e para que se tenha um estado cada vez maior, paternalista e corrupto. Nem os EUA escapam disso, principalmente agora com aquele socialista do Obama. Em compensação o que dizer sobre Suíça, a Escandinávia, Coreia, Singapura, Nova Zelândia… é muito mais prático governar lugares assim. A China cresceu em parte pq forçou um pesado controle populacional. Claro que sempre vão existir exceções de ambos os lados mas acho que há uma relação clara entre países com população/território pequenos, medianos e riqueza vs países com extensão e população elevados. Imagina o que seria o Brasil sem o Norte e Nordeste, apenas com isso boa parte dos problemas do país seriam resolvidos. Ou alguém acha que não?
Engraçado pensar que em todos os artigos que lemos aqui no Mises nos iluminam sobre uma variedade quase infinita de assuntos sobre o mundo contemporâneo, e só quando paramos pra pensar que as soluções pra esses problemas giram em torno SEMPRE dos mesmos princípios que valorizamos,e mais engraçado ainda que são princípios tão simples e lógicos que eu não sei se me sinto esperançoso que de a população inevitavelmente entenderá cedo ou tarde, ou se por ser simples demais eles nunca vão entender. Por mais paradoxal que isso possa parecer.
isso vale lá pra suécia, dinarmarca e islândia onde precisa nascer gente, não aqui para o Rio de Janeiro, onde aquelas vadias de favela tem 6, 7, 8 filhos (pelo menos uns 2 ou 3 sempre viram bandidos, q só serve pra aumentar ainda mais os números de criminalidade, mas ok), além de entupirem ainda mais os ônibus (e não adianta falar q a soluação é aumentar a quantidade de ônibus, pois isso só vai gerar um engarrafamento….de ônibus), sujar mais ainda as ruas, mais criança na fila do sus pra gente pagar a conta e etc…
“Discordo. Ter um extensa faixa territorial e uma população elevada faz com que um país seja sobrecarregado, contribuindo para eternos gastos e para que se tenha um estado cada vez maior, paternalista e corrupto. Nem os EUA escapam disso, principalmente agora com aquele socialista do Obama. Em compensação o que dizer sobre Suíça, a Escandinávia, Coreia, Singapura, Nova Zelândia… é muito mais prático governar lugares assim.”
Isso porque essas extensas faixas territoriais tem estados fortes (leia-se gigante e corruptos). Sem a presença do estado, as cidades e pequenas aglomerações, ou mesmo grandes cidades, teriam que se reestruturar de outra forma e não haveria essa sobrecarga que citas.
Daí porque uma das soluções possíveis para se alcançar um ideal libertário é a criação de cidades-estados, independentes do poder central. Veja que neste esquema, até cidades comunistas seriam possíveis (claro que elas acabariam com o tempo porque não conseguiriam produzir nada que os outros quisessem, mas em termos puramente teóricos, vale a ideia)
“A China cresceu em parte pq forçou um pesado controle populacional.”
Ops! A China cresceu porque ela se abriu, ao menos parcialmente, para o capital estrangeiro, isto é, se abriu parcialmente para o mundo, o que permitiu que empresas investissem lá e começassem o processo de acumulação de capital e novas produções. A China cresceu, mesmo com o controle forte populacional do governo porque, ao se abrir, tinha uma população numerosa que podia ser utilizadas para a produção dos produtos. Se o governo chinês tivesse tido sucesso no seu controle populacional, de fato, a abertura sozinha não teria dado tão certo.
O que eu vou comentar não tem nada a ver com o assunto,so queria saber o Leandro acha que vai acontecer com essa mundança.
http://www.swissinfo.ch/por/o-segundo-maior-banco-do-pa%C3%ADs_mudan%C3%A7a-na-chefia-do-credit-suisse/41314814
A questão da demografia tem sérias implicações geo-políticas. O maior crescimento populacional está ocorrendo em países mais pobres, enquanto os países mais ricos da Europa Ocidental (talvez com a exceção da França) vêm apresentando crescimento populacional quase nulo. Isto já está implicando em uma violenta pressão migratória, com milhões de jovens na África e América Latina tentando desesperadamente ingressar na Europa e Estados Unidos, um drama que a Europa está tendo imensas dificuldades de enfrentar. Outro detalhe: o maior crescimento populacional vem ocorrendo em populações muçulmanas, mesmo dentro da Europa, onde a mulher geralmente não trabalha fora de casa e aceita a condição exclusiva de mãe de uma extensa família.
No Brasil, há um dado ainda mais preocupante: o número de filhos por mulher reduz-se à medida que se sobe na pirâmide de renda. Assim, as famílias mais ricas têm menos filhos e podem investir maciçamente em sua educação, o que deverá inevitavelmente se refletir em desigualdades futuras no mercado de trabalho e na posição social.
Mas há fortes evidências de cenários em que a população humana vai se estabilizar em torno de 9-10 bilhões de pessoas em torno de 2030-2040. A partir daí a Humanidade vai envelhecer rapidamente, com profundos impactos nos sistemas de saúde e previdência social. Este provavelmente seja um risco muito maior do que a superpopulação do planeta.
Sem falar que a taxa de natalidade média mundial já está encostada na taxa média de manutenção populacional de 2,3 filhos por mulher e continua caindo. Em outras palavras, se a tendência na redução da taxa fertilidade continuar (e tudo indica que ela não só vai continuar como vai acelerar mais ainda) a população mundial vai atingir um pico em meados desse século e então começará a cair. Alguns países já chegaram a esse ponto faz tempo. Todo esse alarmismo referente a superpopulação não passa de uma fraude que é desmentida com um simples dado demográfico.
O estado, além de sua costumeira ineficiência em tudo o que se propõe a fazer, incentiva uma culpa sobre a humanidade, culpa essa que é unicamente do estado e suas decisões desastrosas. Até mesmo em jogos de administração de estados, como Age of Empires, quanto mais população melhor para o reino ou país que escolhemos para jogar. Ao contrário do que a Rede Globo quer nos fazer acreditar, MENOS NÃO É MAIS!
Replicando aqui um comentário deste artigo, feito por Andre Cavalcante 16/05/2014 19:57:45
É interessante como as pessoas se adonam de “verdades” alheias e saem por aí propagando-as sem ao menos se darem o trabalho de verificar tais “verdades”.
Sobre o fato de os recursos da Terra serem escassos, tudo bem, mas vamos ver como é essa escassez:
ESPAÇO:
População mundial: 7 bilhões de habitantes.
Área do Brasil: 8 milhões de quilômetros quadrados
Se colocássemos toda a população da Terra no Brasil teríamos uma densidade de: 7 bi / 8,5mikm2 ~= 824 habitantes por km2. Só lembrando, 1km2 = 1km x 1km = 1000m x 1000m = 1mi m2 = 100ha, onde 1 ha = 100m x 100m = um campo de futebol. Em outras palavras, teríamos uma densidade da ordem de 824 habitantes em 100 campos de futebol, o que dá, arredondando bem pra cima, 9 habitantes por campo de futebol, que não dá nem um time de futebol.
Comentário: se toda a população da Terra vivesse no Brasil, uma família (ou duas), totalizando 9 pessoas poderia morar em um área do tamanho de um campo de futebol. Isto é uma área que dá pra construir uma casa de 200m2, ter uma boa horta, árvores frutíferas e até umas vaquinhas tudo junto.
Conclusão: área para se viver e produzir é um bem escasso, mas o limite do planeta é muito, mas muito superior ao que conseguimos usar atualmente.
ENERGIA:
Radiação média solar na Terra: 1KW/m2
Área de Pernambuco: 98.311 km2 = 98.311 mi m2 = 98,3 bi m2
Energia solar só em Pernambuco = 98,3,8 bi x 1KW = 98,3 TW (isso mesmo, Tera-Watt).
Capacidade instalada de geração de energia elétrica (mundo) [segundo anuário estatístico de E.E. 2013] = 5.066,00 GW = 5TW. Ou seja, só o que o Sol manda de energia sobre Pernambuco dava pra alimentar quase 20x o consumo diário de energia elétrica do planeta inteiro.
Conclusão: energia é um bem escasso, mas o limite do planeta é muito, mas muito acima da necessidade atual dos 7 bilhões de habitantes. De fato, para sustentar toda a civilização atual, bastaria coletores solares (desses que já existem no mercado e que tem eficiência não maior que 25%), cobrindo uma área do tamanho de Pernambuco para suprir toda a nossa necessidade e, de quebra, a sombra formada ainda ajudaria a reduzir o tal do aquecimento global.
ÁGUA:
Consumo de 1 norte-americano por dia: 600 litros [Guia do Estudante – Vestibular]
1 m3 = 1000 litros, logo, o consumo de um norte-americano é de 0,6m3 por dia. Como o dia tem 86400s, temos uma vazão de 0,000006944 m3/s.
População da Terra: 7 bi * consumo acima = 48.611 m3/s
Vazão do Rio Amazonas sozinho: 209.000 m3/s
Comentário: o rio Amazonas sozinho é capaz de suprir uma demanda 4x maior que o mais louco consumo de água que se pode pensar (todos os 7bi consumindo água como um norte-americano). Isso sem falar nos outros grandes rios do planeta e sem levar em conta nenhum dos aquíferos subterrâneos e água em forma de gelo. Ah! e ainda temos 3/4 do planeta na forma de água salgada que, na pior das hipóteses pode ser dessalinizada e, então, usada normalmente.
Conclusão: água é um bem escasso, mas o limite do planeta é muito, mas muito superior a qualquer uma das nossas necessidades
MINÉRIOS:
A crosta da Terra é uma fina película dura flutuando sobre o manto, de 5km a 70km de espessura [Wikipedia]. Ora, não temos tecnologia para chegar nem aos 5km. Então vamos fazer algo mais realista e considerar a extração mineral somente até 2km.
Área da África do Sul: 1.221 mil km2
Volume total de terra: 1.221 mil km2 * 2km = 2.442 km3 = 2,4×10^12 m3
Densidade média da Terra 5,1 g/cm3 = 5100 Kg/m3
Massa total de terra a minerar: 12,2 trilhões de toneladas
Para se ter uma ideia: produção de minério de ferro em 2008: 2,1 bilhões de toneladas
Conclusão: o limite da Terra para a exploração de minérios ainda é muito maior que o consumo atual.
Comentário: A necessidade de tecnologia, a possibilidade de reciclagem, os custos com a extração, os custos ambientais (custos de oportunidade, pois uma floresta em pé pode ser, em alguns casos, mais vantajoso que o minério sob as raízes das árvores) e vários outros fatores fazem com que alternativas a extração comecem a ser interessantes. A minha preferida, no entanto, não está na Terra, mas na possibilidade de minerarmos asteroides no espaço – já temos tecnologia para isso e empresas privadas que em alguns anos a poucas décadas devem começar o serviço (Este caso é emblemático – uma parte do custo de extração é artificialmente criada pelos governos, através regulações na atividade e por causa das questões ambientais; a medida que tais custos aumentam torna-se muito mais vantajoso reciclar ou pegar minério no espaço que retirá-lo da terra).
RESUMO DA PROSA: os recursos físicos da Terra são limitados, portanto, escassos. No entanto, as quantidades que a Terra dispõe são tão grandes que ainda estamos muito aquém do que ela pode nos fornecer. Se usarmos de inteligência e técnicas corretas, nunca chegaremos nem perto desses limites. De fato, o maior limite hoje está justamente no recurso mais necessário para poder explorar os demais recursos naturais: falta gente, principalmente os inteligentes e criativos.
Abraços
Apenas uma pequena correção.
Se a população do mundo inteiro se movesse para os EUA, a densidade demográfica seria de 747 hab/Km².
Considerei 7 bilhões de habitantes no mundo e 9.371.175 Km² de área.
Isto não altera a conclusão do artigo, muito menos invalida o argumento. Os ambientalistas não passam de um grupo terrorista que usa armas ideológicas no lugar de armas de fogo em sua guerra.
Com todo o respeito aos colegas, negar os malefícios da “pegada” humana sobre o planeta Terra é obscurantismo. A humanidade já vem causando o esgotamento de vários recursos naturais a níveis críticos, como a própria água doce, o solo arável, as florestas naturais, e alguns recursos minerais. Negar o risco de que o ritmo atual de desenvolvimento humano possa causar uma catástrofe ecológica é negar a própria evolução do conhecimento humano.
Este tipo de cálculo, de quantas pessoas cabem por quilômetro quadrado, é quase pueril. Se milhões de pessoas vivem em aglomerados urbanos, é porque grandes áreas de terra são destinadas à produção agrícola, com intenso uso de água e fertilizantes, e grandes recursos minerais são retirados todo ano. Além disto, o planeta não existe apenas para usufruto do ser humano: os tigres, elefantes e baleias têm no mínimo o mesmo direito de usufruir da vida na Terra do que o Homo sapiens.
Isto não é papo de ecochato: é apenas reconhecer que o planeta tem sérias limitações físicas para o desenvolvimento contínuo da humanidade, nos moldes atuais. Mudança climática não é só conversa de hippies. Uma reflexão sobre os modelos de desenvolvimento também é tarefa dos libertários.
Concordo com o Adelson Paulo.
Simplesmente fenomenal esse artigo.
Desde 2009 estava procurando pela internet um artigo que explicasse de forma bem detalhada sobre esse assunto que esquerdistas adoram repetir ad nauseam, mas nunca encontrava. Ironicamente encontrei em um dos meus sites favoritos kkkkk.
Hipocrisia pura dessa gente “Para salvar vidas, vamos matar vidas”, se eles realmente estão certos de uma catástrofe populacional, então deixe acontecer que as coisas naturalmente vão se ajustar.
Por que será que as pessoas não percebem que por trás de toda conversa ideológica há uma verdade apenas, um instrumento para se conseguir poder. Lógico que sou a favor da conservação dos ecossistemas, da biodiversidade, etc, mas esta paranóia em relação à emissão de carbono é absurda e impossível de ser provada. Segundo o último relatório do IPCC se nada for feito o mundo vai acabar daqui a 2 anos, por favor!!!
Neste texto tem um porem, quando se diz que Hong Kong, consegue viver bem com uma densidade demográfica alta, faltou dizer que os alimentos que ela consome vem de países com densidade demográfica menor, ou seja, países como o Brasil e os Estados Unidos que possuem uma densidade populacional relativamente baixa, propiciam os alimentos que hoje os chineses de Hong Kong consomem, assim caso o mundo inteiro viesse a tiver uma densidade parecida, onde se produziria os alimentos?, se hoje já todo o alimento produzido tem consumo?, nos telhados?.
O que mais contribui para fazer aumentar o mito do superpovoamento da Terra é um número. O número de habitantes do planeta,os seus 7 bilhões de habitantes. As pessoas deparam com este número assombroso,7 bilhões,podendo aumentar para 9,10.11,12… bilhões e ficam apavoradas. Como vai caber essa gente toda no mundo ? Se perguntam !
Já disse num post anterior com este mesmo assunto,na época afirmei que o século XXI, será um século de números astronômicos e não é só a população mundial é que tem um número assombroso. São muitos os números astronômicos, o leitor Pobre Paulista replicando André Cavalcanti deu uma série de números colossais,o único número pequeno que Pobre Paulista enumerou foi o de pessoas inteligentes e criativas.
Se formos pesquisar o que não falta é número astronômico neste mundo, neste século XXI. Vamos a pesquisa.
1_ Produção mundial de grãos 2014/2015 : quase 2 bilhões de toneladas.
2- Número de automóveis no mundo : Pesquisa de 2010 estima em um bilhão de veículos.
3- Número de desempregados no mundo 2015: 208 milhões oglobo.globo.com/economia/oit-alerta-que-mundo-tera-208-milhoes-de-desempregados-em-2015-8572224
4- Número de mulheres solteiras no mundo :br.blastingnews.com/mundo/2015/01/alto-numero-de-mulheres-solteiras-no-pais-preocupa-os-sauditas-00241857.html rsrsrsrs
5- Quando de água tem no aquífero Alter do Chão (na Amazônia) g1.globo.com/brasil/noticia/2010/04/aquifero-na-amazonia-pode-ser-o-maior-do-mundo-dizem-geologos.html
6- Número de Planetas no Universo: cerca de 100 bilhões de planetas. noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2013/07/02/qual-e-o-numero-estimado-de-planetas-estrelas-e-galaxias-no-universo.htm
Eu poderia dar um número exorbitante de números aqui,devido ao cansaço vou parar por aqui. Continue vocês !!!!!
Tá certo. Não precisamos de controle de natalidade, mas eu me sentiria melhor se as pessoas parassem de pôr a culpa de todos os problemas do mundo na agricultura ! Só se produz o q se consome. E como o texto afirma, se a população continuar aumentando, a produção de alimentos vai continuar crescendo.
Décio ! Falando em agricultura. Aposto que jamais algum fazendeiro pensou nisto. Fazenda indoor
http://www.tecmundo.com.br/tecnologia/77590-plantacao-high-tech-dentro-maior-fazenda-indoor-mundo.htm
Outra novidade fazenda vertical :pt.wikipedia.org/wiki/Fazenda_vertical
https://www.google.com.br/#q=fazenda+vertical
Incrível como ideias horríveis parecem aceitáveis e até elogiáveis quando apresentadas com um discurso cativante (emocionalista e pseudocientífico). Quem nos salvará de nossos “salvadores”?
Quando há liberdade econômica (e sua contraparte, a responsabilidade individual), as pessoas adquirem maior qualidade de vida e nível de instrução (formal e/ou informal) e espontaneamente controlam sua quantidade de filhos, administram melhor suas vidas. Assim, a melhor forma de solucionar a ameaça de superpopulação é promover o liberalismo.
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“O homem consegue hoje cultivar volumes cada vez maiores de alimentos em espaços de terra cada vez menores. Igualmente, a energia utilizada para produzir comida, em termos de dólares por PIB, está em contínuo declínio. Estamos conseguindo mais com menos, e isso se aplica à maioria dos outros insumos utilizados na produção de bens e serviços.” Veja bem nesse caso, atualmente os alimentos não são mais tão naturais e saudáveis como eram antes, já temos que usar transgênicos e colocar agrotóxicos nos alimentos porque a demanda é alta, injetar hormônios em animais porque é necessário que cresça logo e seja mais resistente. Alimentos modificados entram no nosso corpo e causam doenças como o câncer a longo prazo. Empresas estão trocando funcionários por automação, stress em grandes cidades, poluição, violência. União de empresas terceirizando mão de obra pra pagar menos. Doenças como depressão estão surgindo mais, espécies em extinção pela uso excessivo de recursos sem sustentabilidade. O problema não é o espaço, a terra é enorme. O ponto é viver em um equilíbrio natural. Em relação ao número de pessoas, claro que a possibilidade de inovação é maior… mas nem tanto. A maioria da população não inova e cria, ela só usa. Olhe paras os apartamentos apertados, trânsito. O crescimento está afetando a vida natural sim, é fato. Não discordei de muitos pontos escritos aí, inclusive vou tentar falar sobre isso no meu tcc. Imagine que o mundo inteiro é uma empresa, e todos nós somos seus colaboradores, a empresa precisa de recursos pensando no agora e no depois. Se existem crises, pessoas são cortadas para que não sobrecarregue a empresa, muitas empresas conseguem manter todo mundo na empresa, mas não é lucroso e vai causar piores prejuízos a longo prazo. Acho que um apocalipse causado por superpopulação é pouco provável, mas que a sociedade está piorando isso é um fato. Olhe as estatísticas de desemprego, violência, saúde que fica bem nítido.
Eu já percebi que nos maiores sites de divulgação científica a grande maioria dos leitores e dos próprios pesquisadores possuem uma visão neomalthusiana de mundo, mais ou menos igual os pesquisadores criticados no artigo.
Se ler apenas os maiores sites de divulgação científica, terá uma noção de mundo em que precisamos urgentemente entregar todas as soberanias nacionais e as propriedades para as mãos de intelectuais da ONU administrarem o Planeta.
Militantes do Superpovoamento e do Aquecimento Global adoram praticar a falácia do “consenso científico” para continuarem a impor suas políticas totalitárias de controle.
Vocês acham certo colocar uma criança no mundo para passar fome e miséria?
Quer dizer que é certo, um cara que não tem condições nenhuma de sustentar criança, ter filhos, e deixar crianças sofrer miséria?
Teria alguma ligação entre o assunto do artigo com o que chamam de “fome oculta”?
Muito bom, basta ver o exponencial aumento de riquezas no último século, proporcional ao aumento da população. Ainda bem que o Bolsomito parou de falar a asneira esquerdista de planejamento familiar!
Ótimo artigo.
Um dos melhores artigos que eu já li.
Muito bom.
Tenho vergonha de um dia ter admirado pessoas como o Al Gore…
Vendo agora as implicações sinistras do que esses “intelectuais ” pregam.
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O delírio é feio e dogma e tosco
A lógica é elegante.
A matemática é elegante.
Vejamos como o velho Malthus exprimiu esse dilema.
população/recursos < 1 E tudo bem. Qualquer elevação nessa razão e a desgraça está feita. O resto é delírio de quem não sabe nem sequer aritmética básica.
Fantástico artigo. Muito esclarecedor. Eu tomei a liberdade de o citar num vídeo em que uso o filme “What a Happened to Monday” para uma crítica ao controle estatal e às teorias de superpopulação. Quem se interessar, está no canal Parábola por Luciana Merley no youtube. Grande abraço.
Recentemente o Partido Comunista Chinês anunciou que irá permitir que os casais possam ter até três filhos (antes era até dois, desde 2015).
Até eles sabem do problema econômico, contábil e demográfico.