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Uma breve lição sobre preferência temporal

Você já ouviu falar em “preferência temporal”? Se a sua resposta foi não, então este artigo foi feito especialmente para você.

Se você já sentiu vontade de comprar algo, mas teve de esperar acumular a quantia necessária para comprá-lo, pois, no exato momento em que decidiu que queria aquela coisa, não possuía o suficiente para obtê-la, saiba que durante aquele período de acumular o capital necessário, a sua “preferência temporal” estava baixa.

Por outro lado, se você é uma pessoa que não gosta de esperar o futuro, e deseja realizá-lo o mais rápido e próximo possível do presente, então a sua “preferência temporal” é alta.

A preferência temporal na economia e na vida

Você já deve ter percebido que a “preferência temporal” está relacionada à aquisição de bens, ao dinheiro, à economia; mas e se eu te disser que esses são apenas alguns dos vários fatores em que ela está presente?

A chamada “preferência temporal” está presente em praticamente todos os aspectos de nossas vidas, e ela pode ser mais facilmente entendida como sendo o medidor de quanto do nosso presente estamos dispostos a descontar em prol do nosso futuro.

Um exemplo social: previdência e governo

Se não ficou muito claro, aqui vai um exemplo:

Imagine um país em que o governo atua como um pai para a nação, que são os seus filhos. Esse governo se preocupa tanto com o filho, que deseja cuidar dele até a velhice, e começa por fazer isso descontando quantias de seu salário durante os anos de contribuição, até o momento em que esse seu filho não possa contribuir mais. Então, toda aquela quantia acumulada fica disponível para que o contribuinte possa usufruir em sua velhice. Na teoria, essa é uma prática muito nobre do governo para com seus filhos. Porém, se analisarmos este caso de acordo com o que aprendemos sobre “preferência temporal”, essa prática governamental não é tão agradável assim.

Para justificar minha crítica, devo fazê-lo pensar em todos os descontos que sofremos do governo, descontos esses que chamamos de “impostos”. Quando procuramos um serviço público, seja ele de saúde, bancário ou até mesmo previdenciário, acreditamos estar no nosso direito de usar aquele benefício, pois contribuímos para com ele através do pagamento dos “impostos”. Não raras vezes nos sentimos insatisfeitos com esses serviços, mas sem ter a quem recorrer, já que, certas vezes, apenas o governo poderia realizar aquele determinado serviço.

Este é o ponto em que queria chegar: a única maneira de adquirir serviços de qualidade ao longo de nossas vidas é através da livre escolha, pois se temos uma vasta opção de prestadores de determinados serviços, podemos escolher aquele que mais nos agrada. E se em algum momento ficarmos insatisfeitos com o serviço prestado, podemos simplesmente escolher outro prestador.

Porém, essa prática só será possível se não dependermos do governo ao longo de nossas vidas. É determinante o fato de que, quanto mais cedo descobrirmos que não necessitamos de um estado paternalista para cuidar de nosso futuro, mais nos dedicaremos a trabalhar por esse futuro por conta própria, fazendo assim a nossa própria previdência para poder desfrutar de serviços de qualidade não apenas na nossa velhice, mas também ao longo de toda a nossa vida.

Consequências da dependência do estado

Se esperarmos por um serviço de saúde, uma aposentadoria ou qualquer serviço assegurado pelo governo, viveremos nossas vidas o mais presente possível, sem nos preocuparmos com o futuro. Assim surgem as más ideias e os maus costumes, sempre voltados para o prazer momentâneo — isso é o que chamamos de uma “alta preferência temporal”.

Diferente disso, se tivermos a ciência de que as coisas que realizamos em nosso presente determinam o nosso futuro, passaremos a descontar mais desse presente em prol de um melhor bem-estar futuro, e isso é o que chamamos de uma “baixa preferência temporal”.

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2 comentários em “Uma breve lição sobre preferência temporal”

  1. fonte : https://t.me/s/canaldanielsimoesinfo

    CR de Enfermagem PI exige que filhos menores de 14 anos de idade de convocados sejam injetados com substâncias geneticamente recombinadas contendo mercúrio, alumínio, dióxido de titânio, Triton-X, etc.

    Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais
    CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO PIAUÍ
    Edital de Convocação nº 4/2025
    https://www.in.gov.br/web/dou/-/edital-de-convocacao-n-4/2025-674669844

    Documentação Exigida (…) Cartão de Vacina dos filhos menores de 14 anos;

    (Ps : Por isso que falo que o povo brasileiro, latino americano e caribenho em geral, só nasceu pra ser hipocondríaco e comer merda. Vão aceitar essa merda? Se vão mesmo, então se confirma o que falei. E vou continuar falando até Nepalizarem de vez.)

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