“Direito” à saúde
A área da saúde pode ser — e é! — negativamente influenciada pela interferência das ideologias socialistas e, consequentemente, da intervenção estatal. Este artigo foi escrito por quem está do lado de cá: clinicando, operando e passando por todo o tipo de dificuldades em tentar ser médico em um país onde a pérfida influência comunista, na disfarçada figura da social democracia, já lançou de forma quase que definitiva seus tentáculos.
Talvez devamos iniciar com uma das frases mais ditas nos últimos 30 anos, minuciosamente pensada e formulada pela inteligentsia: “Saúde, um direito de todos”. Tal afirmação positiva é uma grande falácia.
Aqui, vale fazer uma recordação sobre as transformações ideológicas e também sobre as palavras que perderam o sentido, e relembrarmos que “direito” se transformou em uma palavra universal nesse nosso mundo dominado por um estado forte que quer cuidar de tudo e a todos prover — ou pelo menos promete isso.
É fundamental conceituar a definição de “bem”, que juridicamente significa ‘tudo aquilo que pode ser propriedade de alguém’. Ou ainda, tudo o que é ‘útil para poder satisfazer a necessidade de alguém’. Economicamente falando, um bem também se caracteriza pela utilidade e escassez, podendo ser assim um bem de consumo (duradouro e não-duradouro).
E é nesse sentido que gostaríamos de classificar agora a saúde ou o acesso à saúde: não como um direito, mas como um bem de consumo como outro qualquer, sobre o qual atuam as regras da oferta e da procura e da livre concorrência. Sobretudo, vale também a regra da livre escolha do consumidor, a qual, em todos os modelos em que foi aplicada, só produziu preços competitivos, desenvolvimento e fartura.
A saúde, ao ser tratada como um direito a ser suprido pelo estado, tem como único resultado um serviço pífio, quando não a escassez completa. Devemos relembrar que, na antiga União Soviética, até mesmo o setor de alimentação foi envolvido nas regulamentações do estado, e o resultado foi a fome, quando não genocídio por inanição.
Mas de onde se originou todo o problema com a saúde brasileira? O que acontece é que temos uma Constituição até certo ponto recente (26 anos), que foi escrita após um longo período de ditadura militar e com uma demanda reprimida muito grande por serviços e melhorias ditas “sociais”. O resultado foi uma carta magna que muito promete e pouco realmente pode cumprir. E não só na área da saúde, mas em todas as áreas básicas, como educação e segurança, e até mesmo na infraestrutura.
Vivemos, pois, somente em um ambiente profético, no qual o estado promete mundos e fundos. Para a população, só resta esperar e acreditar que seu novo deus a sustente eternamente, transformando assim o estado em uma abstração com um fim superior.
O serviço público não funciona simplesmente porque recai no mesmo problema da impossibilidade de haver um cálculo econômico sob um sistema socialista, conforme descrito por Mises. A regra se aplica integralmente ao SUS, nosso sistema único ou universal de saúde — na verdade um simulacro de sistema de saúde.
Como em todos os serviços públicos, o estado, essa figura amorfa, detém um comando centralizado sobre o sistema, atuando como um líder supremo cujas ordens são sempre ditadas de forma vertical (sempre de cima para baixo), desconsiderando o tamanho do país envolvido e ignorando as variáveis econômicas e culturais de cada região. Esse sistema funciona com burocracia extrema — que é aquilo que faz o estado ser o estado –, e cujos burocratas têm como figura suprema o político.
A mentalidade de ter o SUS como algo acima de todos os sistemas de saúde é percebida no profissional de saúde: a maioria destes ainda prefere a estabilidade pública. Já não é tão incomum colegas não se arriscarem mais na vida privada. Alguns, inclusive, já estão investindo cada vez mais em concursos públicos. Ainda não temos um grupo de “concurseiros profissionais” no meio médico simplesmente porque, em nosso país, nem mesmo os concursos públicos para a área de saúde são frequentes (em comparação com a área jurídica).
Culpa da nossa criação
E por que os médicos e outros profissionais da saúde têm essa visão tão estatizada de suas profissões e até de suas vidas? Primeiramente, a própria criação em nosso país já gera automaticamente uma atitude de crença em um estado provedor e ao qual todos devem recorrer em momentos de crise. No entanto, ao entrarem em uma faculdade de medicina, essa visão é amplificada, pois lhes é inculcada a ideia de que o SUS — e somente ele — tem de ser, a partir daquele momento, o seu guia, sendo todas as outras possibilidades de atuação fora do SUS vistas apenas como formas alternativas.
Tudo se inicia com uma visão de total abnegação da medicina, sendo o médico um ser altruísta por natureza e com necessidades extremamente limitadas. É fato que a profissão médica, em última instância, é uma atividade que requer cuidados triplicados quando comparada a outras atividades profissionais, pois lida com vidas. A atenção e o desprendimento pessoal são imprescindíveis. Os médicos sabem disso e os pacientes também sabem disso. Mas o estado não quer saber disso.
Para o burocrata, o médico realmente é uma figura franciscana e que concorda plenamente em realizar um altruísmo forçado (mesmo em ambientes profissionais sucateados). E, como a maioria dos profissionais tem essa ideia martelada desde o primeiro ano de faculdade, o SUS vai se mantendo “aos trancos e barrancos”. Como diria um famoso político brasileiro há alguns anos: “Médico é igual sal: branco, barato e encontra-se em qualquer lugar”, o que quer dizer que somos mercadoria pouco escassa e que, como seres altruístas naturais, iremos aceitar qualquer remuneração e trabalhar de qualquer maneira, pois nossa crença de que o SUS deva continuar existindo — intocável — é nossa premissa universal e verdadeira.
Vale alertar que a educação médica encontra-se cada vez mais centrada em uma visão “social” deturpada por anos de doutrinação ideológica (Gramsci agradece). Umas das várias provas disso é a disseminação da medicina de família ou PSF (Programa de Saúde da Família), que, entre outras coisas, prega uma visão totalmente generalista da formação médica, visão essa que é tida como superior à formação de especialidades.
O PSF originou-se de uma visão de medicina socializada aos moldes cubanos, e nos foi vendida como sendo o modelo-padrão de medicina do tipo preventiva (a verdade é que é apenas um subtipo desse tipo de medicina), a qual deveria ser estimulada, praticada e principalmente implementada em todos os municípios de nosso país.
Com o PSF, a atenção primária seria a mais importante e resolutiva, pois, a partir do pleno funcionamento do modelo, o número de doentes no sistema secundário e terciário de saúde diminuiria drasticamente. É óbvio que esse tipo de modelo (um tanto quanto romântico) jamais funcionou como deveria.
Além do incontornável problema da escassez de recursos, o PSF não funciona pelo simples motivo de que o setor terciário foi e sempre será aquele que realmente resolve o problema. Afinal, em uma cultura como a nossa, na qual prevenção ainda é algo distante, o paciente sempre irá procurar pelo melhor e ir atrás daquilo que realmente produz resultados definitivos.
Foi Adam Smith quem declarou que a divisão do trabalho representa o divisor de águas entre um sistema de baixa produtividade e um de alta produtividade e excelência. A divisão do trabalho constitui o cerne da produtividade econômica e visa ao aumento da abundância de bens e serviços. E foi David Ricardo quem formulou a lei da associação para demonstrar quais são as consequências da divisão do trabalho quando um grupo de indivíduos coopera com outro grupo de indivíduos, mesmo que um deles seja menos eficiente em todos os aspectos. A colaboração dos mais talentosos e capazes com aqueles que são menos talentosos e capazes resulta em benefício para ambos e os ganhos assim obtidos são recíprocos.
A especialização médica deve, portanto, seguir a mesma lógica de qualquer outra produção de bens, em que as diferentes especialidades médicas constituem novas etapas intermediárias na cadeia de produção do bem ‘saúde’.
No entanto, a medicina socializada, ao acabar com as especializações, visa justamente à abolição desta divisão do trabalho. Abolir a divisão do trabalho no meio médico — ou seja, as especializações — sempre foi algo bem óbvio na visão marxista. A imagem do médico generalista, abnegado, agindo como um beato de casa em casa, e se tornando o grande “Pai da comunidade” e um grande benfeitor completa a agenda socialista em questão.
Outra importante forma de desanimar o estudante de medicina a seguir uma subespecialização é o método de ensino empregado por algumas faculdades. Esse novo método retira a obrigatoriedade das cadeiras básicas do curso de medicina (anatomia, histologia, clínica médica, cirurgia geral etc.), estando essas agora diluídas. Consequentemente, acaba também com a presença dos professores titulares de cada uma dessas cadeiras. As aulas agora são ministradas por tutores (que não precisam ser obrigatoriamente médicos). O que temos não são mais aulas e sim grupos de estudo nos quais o aluno agora aprende a “pensar por si mesmo”, interpretando textos. O professor (oops, o tutor) não pode nada, e pouco fala ou explica.
Esse modelo é completamente inspirado nas chamadas escolas experimentais dos anos 1970, que eram influenciadas pelas teorias pedagógicas construtivistas, as quais tinham suas bases calcadas no construtivismo estético russo. Ou seja, sua origem e ideologia são comunistas.
Por não haver agora um mestre como baluarte, alguém a ser seguido como exemplo de eficiência e sucesso profissional (quantos médicos resolveram fazer determinadas subespecialidades espelhando-se em seus professores titulares?), temos um crescente estímulo para o médico generalista.
Por fim, vale lembrar que, para tal método novo ser implementado em determinadas faculdades, houve uma voluptuosa contribuição financeira do governo para a instituição interessada; um tipo de incentivo dado pelo Ministério da Educação à instituição que quisesse experimentar esse novo método. Seria isso um tipo de capitalismo de estado (ou mercantilismo) no meio da educação? Deixemos a pergunta no ar.
Código de Ética
O código de ética profissional do profissional médico é um capítulo à parte. Além de dar suporte a um sistema calcado na gratuidade e em supostos direitos a uma saúde universalizada, ele também age como um bloqueio às ações de mercado (ou seja, ações em que, por meio de trocas voluntárias, consumidores e prestadores de serviço encontram a melhor maneira de resolver seus problemas). Principalmente, ele rechaça a ideia de saúde como um bem ou serviço.
O código já se inicia em seu primeiro termo dizendo: “A medicina é uma profissão a serviço do ser humano e da coletividade…”. O termo aqui usado, “coletividade”, poderia muito bem ser substituído por “de todos”, mas isso não enfatizaria o real significado embutido na palavra. Ao insistir nessa expressão, deixa-se claro que os médicos não são indivíduos dotados de livre escolha, mas sim membros de uma comunidade gregária com algum tipo de consciência social. Em vez da livre escolha, há somente o determinismo e a obrigatoriedade de se submeter somente a um tipo de serviço.
Essa visão do coletivo também é corroborada no item que diz: “O médico será solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional..”. Ou seja, de forma coerciva, praticamente obriga o médico a participar de todo e qualquer tipo de “movimento”, mesmo que esse não seja do agrado ou da concordância do profissional em questão.
Nesse ponto, lembremos dos movimentos arquitetados por líderes sindicais, que também existem no meio médico. Teríamos nós que dar apoio a esse tipo de movimento? Vale lembrar que, embora a contribuição sindical via CRM não seja obrigatória (só faltava!), há uma multa pelo não comparecimento à eleição do CRM. Isso é imoral e, acima de tudo, autoritário. Nesse quesito, o CRM se iguala ao governo, que obriga o cidadão a comparecer à “Festa da Democracia”, mesmo que seja à base de força. Trata-se de um claro desrespeito à noção de liberdade individual.
Um dos textos mais cruéis e autoritários do Código de Ética encontra-se no capítulo XII, recentemente criado e que diz respeito à publicidade médica. Para resumir, ele proíbe a participação ou divulgação de qualquer tipo de assunto médico em meios de comunicação de massa. Mais ainda: ainda veda ao profissional a participação em propagandas de qualquer tipo.
Proibir a autopromoção e a divulgação séria e correta de seus serviços é algo absurdo que tem por objetivo transformar o médico em uma figura economicamente estéril. O mais irônico é que propagandas do SUS que exaltam como ele está “mudando a cara da saúde em nosso país” não param de ser marteladas diariamente nos mesmos meios de comunicação de massa vedados aos médicos. E tudo isso financiado com o seu e com o meu dinheiro.
Por outro lado, outros conselhos, como o de odontologia, não coagem seus profissionais e estes estão liberados para realizar propagandas — ou será que ninguém nunca viu em uma propaganda de determinada pasta ou escova de dente a corroboração de um profissional dentista incluindo seu nome e CRO? Isso é válido, salutar e respeitoso para com o profissional. Se o medo do CRM é propaganda enganosa ou exagerada, deixe que a justiça comum cuide do caso. Só não tirem nossa liberdade.
Planos de saúde
Qual seria a saída para a arapuca armada pelo estado (denominada SUS)? Como tentar uma forma de livre mercado na área de saúde?
A resposta mais fácil seria recorrer à medicina privada na forma de planos e seguros de saúde, chamados em nosso país de “saúde suplementar”. No entanto, esse ou qualquer outro sistema complementar de saúde em que se tentam aplicar as simples leis de mercado encontram sérias barreiras burocráticas, principalmente na forma de interferência estatal.
O motivo para isto é simples: também no sistema privado de saúde encontramos o chamado capitalismo de estado, em que as grandes operadoras de plano e de seguros de saúde foram cartelizadas pelo governo. Há poucos planos de saúde, e os que existem estão associados ao governo em um esquema de ajuda mútua na qual o consumidor e o prestador de serviço final sempre sairão perdendo.
De um lado, o estado cria entraves e barreiras burocráticas na forma de rígidas leis, obrigando as operadoras a realizarem aquilo que o governo quer. Em contrapartida, o estado também cria barreiras protecionistas contra a entrada de novos planos de saúde, garantindo uma reserva de mercado para essas operadoras. Como consequência deste arranjo, as operadoras têm uma lucrativa reserva de mercado, o governo tem um amplo controle sobre o mercado, e a relação médico-paciente passa a inexistir.
Se ao menos a entrada de planos de saúde no mercado fosse liberada, isso aumentaria sobremaneira a concorrência, consequentemente fazendo o preço das mensalidades e dos serviços baixarem.
Mas há um complicador adicional. Da mesma forma que governo opera em conluio com os planos de saúde — o que a princípio ajuda as operadoras –, ele também finge estar atendendo aos anseios dos consumidores: é cada vez maior o número de decretos e processos jurídicos obrigando os planos a incluir exames, procedimentos e a liberarem consultas, aumentando coercivamente o leque de cobertura dos planos. Essa regulação extrema aumenta os custos dos planos e faz com que menos recursos (profissionais e equipamentos) sejam alocados para os locais necessários. Consequentemente, os planos começam também a cortar gastos, gerando uma escassez desnecessária e fazendo deles o novo SUS.
Ou seja, uma regulação (proibição da concorrência) gera problemas (aumento dos preços dos planos) que são “solucionados” por meio de novas intervenções (obrigatoriedade de novas coberturas), o que gera aumento de custos e escassez.
A impressão que dá é que o governo faz um jogo duplo: de um lado, incentiva os planos de saúde cartelizados com o intuito de “aliviar” o já abarrotado SUS; de outro, não deixa os planos crescerem muito, sempre aumentando os custos destes, talvez com medo da migração dos profissionais de saúde do setor público para o privado.
Nem mesmo as cooperativas médicas conseguem escapar das amarras do estado. O que em princípio seria um meio de os médicos trabalharem de forma livre e dentro dos preceitos de qualquer cooperativa (adesão voluntária, gestão democrática e participação econômica dos membros), e de alguma maneira conseguirem se autoadministrar, não se concretiza. Aqui também o governo — com sua burocracia extrema, protecionismo, mandatos judiciais e autoritarismo da ANS (que perde em força talvez somente para a ANVISA) — entra com sua mão pesada, retirando o já rarefeito ar e sufocando de vez também as cooperativas.
Conclusão
Nossos médicos são inculcados desde a faculdade a serem agentes do estado e “instrumentos da coletividade”, a saúde pública não tem como funcionar, e a saúde privada não pode ser considerada como tal, pois não é regida pelas leis de mercado. Tampouco ela é tratada realmente como um bem de consumo a ser suprido por instrumentos econômicos legítimos, como livre concorrência e leis da oferta e procura, medida essa que, no longo prazo, faria com que os serviços melhorassem sobremaneira para ambos os lados.
O futuro da medicina no nosso país é aziago, a não ser que comecemos a reescrevê-lo a partir de já. Nesse sentido, é fundamental que enxerguemos o que não se vê, e passemos, médicos e não médicos, a compreender o que significa saúde pública: um estado de mal-estar social.
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Leia também:
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Como o SUS está destruindo a saúde dos brasileiros
Verdades inconvenientes sobre o sistema de saúde sueco
A medicina cubana – um modelo?
Quatro medidas para melhorar o sistema de saúde
Análise primorosa do Status Quo. Parabéns.
Gostaria de um dia poder ler neste site a história da constituição do SUS, e de como ele está fadado à estagnação.
Minha esposa é profissional da saúde (enfermeira).
Certa vez ela me contou que uma amiga de profissão largou um cargo altamente lucrativo em transporte aéreo de pessoas doentes. Essa profissional se assustou com um incidente durante um pouso de uma terceira profissional que fazia o mesmo tipo de transporte. Ninguém se feriu gravemente, mas o susto fez com que a amiga de minha esposa largasse a carreira.
Quando conversando com minha esposa, eu critiquei a postura da amiga em deixar um emprego lucrativo por conta de um incidente relativamente raro. Minha esposa explodiu. Disse que a carreira dela lida com vidas e não com dinheiro e que as coisas não são só lucro lucro lucro lucro e dinheiro dinheiro dinheiro dinheiro como no banco onde eu trabalho. Diante disso me calei pois percebi que iria jogar lenha na fogueira.
Ao ler o texto acima mencionando a lavagem cerebral do SUS, pensei imediatamente nessa explosão. Lastimável que minha esposa não veja a carreira dela como uma forma de ganhar dinheiro.
É o que eu sempre digo: como a qualidade do ensino de medicina no Brasil está em queda livre, evite ao máximo recorrer aos serviços de médicos jovens. Esses não sabem de nada. Se o médico não tiver cabelos grisalhos e algumas rugas na face, saia correndo. Três pessoas da minha família já foram vítimas de diagnósticos incrivelmente errados feitos por médicos jovens.
Nenhum país tem um sistema de saúde bom simplesmente porque isso é impossível.
A partir do momento em que você permite que um completo estranho ministre produtos químicos em seu organismo, você já está sem saúde. O fato de que esse completo estranho muito provavelmente estará a soldo de alguma grande empresa farmacêutica — que tem interesse em viciar você nos produtos dela — agrava ainda mais a situação. Não se torne refém disso.
O que fazer então? A resposta é demasiado óbvia, embora nada simples: não fique doente! Cuide da sua alimentação e do seu corpo. Não coma porcarias. Você pode prevenir todos os tipos de doença apenas com a alimentação correta. Há inúmeros sites em inglês sobre isso. Para os monoglotas, sugiro o site e os vídeos do doutor Lair Ribeiro.
Agora, se você por algum infortúnio padecer de algum evento catastrófico — como câncer ou ter de fazer alguma intervenção cirúrgica absolutamente necessária, como apendicite –, um abraço. Você terá de gastar dinheiro e procurar algum hospital privado e de ponta.
No Reino Unido, as cirurgias nos hospitais estatais são gratuitas. Mas os resultados são desesperadores (a foto é forte):
http://www.dailymail.co.uk/news/article-1218927/Plumber-shattered-arm-left-horrifically-bent-shape-operation-cancelled-times.html
Ótimo texto que retrata completamente o quadro de saúde nacional, desde a ideologia falaciosa do “Saúde, um direito de todos” até a explicação econômica da intervenção estatal destruindo o mercado. Num dos ramos da saúde que trabalhei observei, inclusive, a mentalidade dos profissionais em clamar por mais regulamentação, pisos salariais irreais, reservas de mercado e corporativismo, resultando obviamente em mais escassez.
O ideal de liberdade e as lições econômicas austríacas se mostram como sempre as soluções corretas para os problemas que enfrentamos também nesta área.
Parabéns aos autores.
Foi Adam Smith quem declarou que a divisão do trabalho representa o divisor de águas entre um sistema de baixa produtividade e um de alta produtividade e excelência. A divisão do trabalho constitui o cerne da produtividade econômica e visa ao aumento da abundância de bens e serviços. E foi David Ricardo quem formulou a lei da associação para demonstrar quais são as consequências da divisão do trabalho quando um grupo de indivíduos coopera com outro grupo de indivíduos, mesmo que um deles seja menos eficiente em todos os aspectos. A colaboração dos mais talentosos e capazes com aqueles que são menos talentosos e capazes resulta em benefício para ambos e os ganhos assim obtidos são recíprocos.
Brilhante!
Rola Rothbard, rola! kkkkk
Viva os grandes mestres Sir. Adam Smith, David Ricardo, John Stuart Mill, Alfred Marshall e Milton Friedman! O resto chora!
Como se não bastasse, o governo escolheu os profissionais de saúde como bodes expiatórios dos problemas do SUS. Importa escravos de Cuba para trabalharem onde os médicos brasileiros egoístas não vão por causa das condições dos locais.
* * *
Os médicos tem o apoio da população, sabemos que o descaso não parte dos profissionais e sim do comunismo instalado no poder público. Profissionais e cidadãos pagadores de impostos nos unamos para enxotar essa súcia instalada no poder agora, ou será tarde demais.
Poxa, achei que fosse ler alguém defendendo o livre-exercício da profissão médica, com o fim do conluio CFM/CRMs-estado!
No fim das contas, foi quase um mimimi médico por estar ganhando menos do que imaginava ganhar…
ps.: vejam que eu mudei de site, tchurma!!
Boa noite. Não sei se é correto deixar esta mensagem por aqui, mas gostaria de pedir informações sobre o que está ocorrendo na Austrália. Parece, pelo choro dos esquerdistas, que o governo Australiano tem feito reformas no orçamento, desregulando e cortando agressivamente. Gostaria de ver uma matéria no Mises sobre o que Tony Abott está fazendo. E, vejam só, o pessoal no reddit está horrorizadíssimo com os cortes no orçamento, reclamando inclusive que um pensionista teve que ir trabalhar. Estamos perdidos mesmo, tanta esquerdice só pode ser o fim do mundo, exatamente como diz o cristianismo. O mundo tá tão de esquerda que na cabeça desses caras é absolutamente normal o governo ficar sustentando os outros.
Mais um texto que descordo totalmente. Por acaso nunca viram o padrão de vida de um médico qualquer? É todo todo ano trocando de carrão, mansão e até avião. Médicos já ganham muito, principalmente em comparação com outras profissões, como o professor, o trocador de ônibus, o gari, o pedreiro. Mais médicos e menos ganância pelo lucro!
Faltou abordar a desregulamentação da profissão médica, que elevaria a oferta de profissionais. Outros problemas são o protecionismo na importação de equipamentos, as proibições da Anvisa do uso de equipamentos/medicamentos comprovadamente eficazes já em uso em países avançados. Essas medidas (ou contra-medidas, já que implica abolição de proibições estatais) melhorariam mto a saúde. De resto, o artigo está mto bom!
Bom. Faltou citar o quanto os médicos ficam “amarrados” pelas tabelas de honorários dos planos de saúde, sem poder atribuir preço ao seu serviço livremente, o que, junto às reservas de mercado causadas pelos entraves aos credenciamentos aos planos de saúde, geram mais e mais filas também na saúde suplementar – o que para as operadoras de planos de saúde representa economia, claro que não interessa acabar com as filas. Já tem plano impedindo médico de entrar em outros planos, o que eles chamam de “unimilitância”, e dando férias remuneradas aos médicos só porque médico parado dá menos despesa.
“Médico cubano acumula 4 acusações de assédio sexual.”
http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/mais-uma-mulher-denuncia-medico-cubano-por-abuso-sexual/?cHash=c2ae9c968950a3d60fa1fec2b913bc6f
É absurdo que em pleno século XXI, há cidadãos tão retrógrados e fascistas a ponto de não compreender o interesse público existente na democratização do direito ao ato sexual contra o racialismo estrutural imposto pelo conservadorismo feminino…
Muito bom!
Parabéns de um médico ortopedista aos dois colegas que escreveram o artigo. Não é fácil defender o liberalismo na medicina diante da imagem “sagrada” e “sacerdótica” que ela tem. Vide alguns dos comentários que já aparecem por aqui.
Um cara generaliza falando mal dos médicos jovens. Meu amigo, entre estes temos alguns com ideiais liberais e que já perceberam que só vão ter o retorno que merecem se forem os melhores e superarem a concorrência. Além disto, a medicina evoluiu muito. Vejo muitos colegas mais velhos que são excelentes clínicos (sem dúvida alguma) mas que pecam na adaptação às novas técnicas e tecnologias. Entre novos e velho tem gente boa e gente ruim.
Um outro louco da cabeça diz que se pode prevenir todas as doenças em definitivo. Seja isso com alimentação, seja com exercícios, seja indo morar na lua, é impossível, meu amigo. A doença e a morte são intrínsecas e inseparáveis da natureza viva. Para o seu bem, não deixe de se cuidar. Mas também não se iluda.
O “Paciente ciente de seus direitos” se queixa de médicos ricos, mas não se queixa da suspensão seu direito de procurar o médico que quiser sem as interferências e as taxas de um governo abusado. Obviamente, você DESCORDOU (vamos considerar que foi erro de datilografia) do texto, porque você não o entendeu. Não só acho que podem haver mais médicos, como deve haver a total desregulamentação da profissão. Deixe que o mercado regule. Quem quiser ser operado por um veterinário, receber receita do farmacêutico, tratar com o Dr Fritz em Sabará, que vá. Mas, neste caso não pode haver qualquer interferência governamental, mas sim o simples cumprimento do contrato entre duas partes. Nada de contratar para o SUS e de cobrar impostos relativos a tal. Assim, os melhores médicos serão sim capazes de trocar de mansão, carro e avião. Seus pacientes os pagarão satisfeitos pelos serviços prestados. Mas os piores terão que ralar para se qualificarem e prestarem um melhor serviço em nome de seu bem estar.
Um certo Aspone, que reclama do mimimi médico por ganhar menos do que imaginava, é o rei do mimimi. O texto é sobre a influência do estado na saúde pública. Você não leu o que queria e agora está dando chilique.
É de salutar que tenhamos textos como este emergindo neste mar socialista em que vivemos. Fora do Mises, é raríssimo encontrar algo ou alguém com clareza de pensamento e sem vieses vermelhos.
Os dentistas no Brasil são mais livres no mercado do que os médicos. Mesmo assim, com fartura de profissionais da odontologia, liberdade de marketing, livre concorrência, clinica em cada esquina, abundancia de faculdades particulares; com tudo isso, o preço dos tratamentos e a qualidade dos profissionais são bastante questionáveis. Como explicar?
Estive no México recentemente e lá via um dentista em cada esquina. Chegava a ter em uma mesma rua uma clínica em frente a outra. Cartazes com promoções e preços baixos. Imagino que o mercado de dentistas lá seja altamente desregulamentado. Alguém me dizer como é esse mercado por lá?
Existe algum artigo no site que discute sobre o “marxismo libertário”? Nem que seja nas discussões dos comentários. Caso não haja gostaria de recomendar como tema de artigo, algum embate ou análise sobre essa teoria.
Obrigado
Discordo do rapaz que disse que serviços odontologicos não ficaram mais baratos
Se compararmos nos ultimos 10 ou 15 anos o preço caiu bastante. Logico que depende da qualidade de profissional e dos materiais.
Discordo da Maria sobre os médicos terem apoio da população.
Os médicos não tem apoio da população, pq para a massa eles são considerados classe alta e agora com médico cubanos (que dizem olhar na cara dos pacientes) é aí que passaram a detestar os médicos brasileiros.
Uma consulta num médico top particular dura mais de 30min ou 1h, nesse tempo o médico avalia tranquilamente o paciente por completo e pede exames. Agora no SUS a coisa muda: Muitos pacientes do SUS costumar ser carentes de atenção pois sempre reclamam do médico que “não olha na cara” ou que não conversa como um amigo, mas tb não tiro razão do paciente quanto a atenção do médico. Um médico atende 200 pessoas ou mais numa UBS e ainda precisa fazer amizade numa consulta de 8 min (cronometrado).
O paciente SUS é um mero número e devo mencionar que os Convênios tb não ficam atrás pois não valoriza os profissionais e ainda se intrometem em decisões médicas afetando diretamente os pacientes conveniados. A Saúde publica brasileira é desesperadora e não adianta injetar bilhões ou trilhões que continuará a mesma porcaria.
Me pergunto, como atender a um numero alto de pessoas com consultas rápidas exigidas pela Prefeitura? Como fazer um bom atendimento com o pessoal da fila chiando e reclamando alto?
Os usuários SUS tb não são educados quanto ao uso do Sistema:
Tem paciente que vai no médico para pedir atestado, muitos não tem nada, outros vão pra trocar receita e os que precisam de atendimento de urgência acabam morrendo nas filas.
Para piorar há poucos leitos e diminuem a cada ano.
E os esquerdistas rasgam de elogios ao SUS mesmo com inúmeros problemas.
Eu saí da área da saúde por causa disso, eu não gosto do setor público, no entanto precisaria trabalhar nesse setor. Desisti da faculdade quando tive uma aula com uma professora Chilena que defendia muito o SUS e o atual Governo. Dizia que o SUS era ótimo e que os serviços públicos no BR são maravilhosos. Trocou o cargo de Enfermeira no Albert Einstein para trabalhar como Concursada.
Bem vou começar dizendo que estou no Brasil. Não sou americana, e até onde sei , Obama foi eleito principalmente porque prometeu mudar a saúde na América; ou alguem acha que ele, negro, num país racista seria eleito sem uma plataforma forte.
Bem de novo, sou brasileira e não quero a pior saúde do mundo – AMERICANA-, pior porque se não puder pagar sou colocada na porta do hospital 10 dias após um enfarte ( acontece todo dia) ou tenho que escolher amputar os dedos porque o seguro não cobre reimplante em acidente cortante nas mãos.
Bem continuo sendo brasileira e sei , porque estudei, que existem vários sistemas de saúde eficientes e PÚBLICOS !!!!!!
Bem com razão o que fica é que os autores querem ganhar muito dinheiro, nada demais , um direito, desde que não usem e abusem de táticas ilícitas e anti éticas ,comuns em um sistema de saúde sem regulação- o nosso.
Bem também aconselho os autores em coerência com o discurso, a importarem comida, água, não irem a restaurantes e similares já que a saúde pública também atua na segurança alimentar e hídrica; se PRECISAREM de qualquer medicação por favor comprem no exterior porque também é público o controle de medicamentos; ha e em caso de ACIDENTE busquem o setor privado, não usem as emergências públicas nem os serviços de resgate; por favor também não peçam ao governo medicamentos caros, públicos, paguem com seus altos rendimentos; já falei da água mas repito , paguem a análise desta água, cuidado…ela é de controle público; o ar , esqueci do ar, cuidado, façam análise periódica das partículas, da umidade relativa, não vale “colar” das informações públicas.
Bem acho que não esqueci nada, nossa saúde pública está longe de ser boa porque o pensamento aqui colocado destruiu tudo para poder lucrar exorbitantemente com a doença, para os leigos CUIDADO, sem um sistema regulador e normatizador eficiente- o Estado- o privado vai fazer “gato e sapato” dos seus usuários, visando apenas uma coisa- LUCRO, LUCRO, LUCRO
Cristina, vc se esqueceu q todos esses serviços de certificação e controle de qualidade podem ser melhor executados pelo setor privado. Isso já acontece com eletrônicos, q caem de preço e melhoram a qualdade nonstop. Qdo o gov toma conta da certificação de medicamentos, acontece o que houve nos Eua, um medicamento q teria salvo 10 mil pessoas (mais do q morreram na guerra da Coreia e Vietnã) foi retardado pela FDA por caprichos burocráticos (a burocracia tem seus próprios interesses, q na maioria das vezes nao coincidem com o interesse público).
Nos Eua, se vc nao tem plano de saúde, o hospital é obrigado por lei a te atender. O gov repõe depois se o paciente nao pagar. Atualmente metade dos gastos com saúde sao estatais nos Eua. A regulamentaçao lá tb encarece a saúde. Entao saúde nos Eua já era estatizada antes do Obamacare.
“sistema de saúde sem regulação- o nosso.”
O sistema brasileiro não é regulado? Planos de saúde, hospitais, faculdades, etc, td isso é altamente regulado.
Caros administradores da página, envio esta mensagem no intuito de manifestar uma opinião divergente, ainda dentro do universo libertário, sobre as metodologias ativas presentes na faculdade. Sou um estudante de medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde do DF e vivencio a vertente PBL da metodologia em questão, obtendo boas experiências ao longo do curso.
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Primeiramente, o comentário: “(…) que não precisa ser, necessariamente, médico (…)”, está completamente errado. Tanto os instrutores do eixo HA quanto os tutores do eixo tutorial e, ainda, os orientadores do IESC (volto a falar deste eixo mais a frente) são profissionais renomados em suas áreas, sendo que os menos qualificados tem mestrado (assim como nas instituições tradicionais) em medicina. Apesar disto, a confusão dos senhores é compreensível, visto que praticas mais simples (lavagem das mãos, colocação correta das luvas, etc) são ministradas por enfermeiros, ou profissionais de outras áreas.
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Em Seguida, ao afirmar que, nesta variedade de ensino, o estudante aprende por meio da interpretação de textos, os senhores cometeram um erro técnico. A leitura do texto, ou problema, como chamamos, dura, em média 1 ou 2 minutos. Posteriormente, criamos questões sobre cada detalhe correlacionado à medicina, seguidas de hipóteses e, por fim, objetivos de estudo (que rendem dezenas ou centenas de paginas nos livros para serem estudados em 3 ou 4 dias, dependendo do dia, para o fechamento na próxima tutoria).
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Só para deixar claro: este tipo de instituição forma médicos generalistas, assim como na metodologia tradicional ou qualquer metodologia existente para o curso de medicina. A especialização jamais é desestimulada, uma vez que todos os nossos tutores são especialistas e acabam por explanar sobre suas especialidades, estimulando alunos interessados. Além disso, a instituição incentiva o desenvolvimento de ligas acadêmicas, nas quais os estudantes se reúnem com um, ou mais, especialistas no intuito de aprender mais sobre a sua especialidade.
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A metodologia ativa não foi criada pelo MEC e não é apenas um método ” inspirado nas chamadas escolas experimentais dos anos 1970″. É utilizada até hoje nas Universidades: McMaster, Johns Hopkins e Maastrich, onde se iniciou. O UniCEUB, melhor universidade particular do DF também aderiu ao método. Harvard, para decidir de adotaria a metodologia ou não, separou duas turmas de alunos: uma utilizando a metodologia tradicional e outro a ativa. Esperar-se-ia o curso acabar para medir as vantagens mas, vistas as diferenças por volta da metade do curso, decidiram que todos passariam a estudar pela Harvard Metodology (uma vertente de metodologia ativa, semelhante ao PBL).
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Sobre o IESC: este é um eixo no qual alunos visitam postos de saúde, clínicas de saúde da família e hospitais públicos todas as semanas e escrevem portfólios sobre a atividade. Não creio que isto seja manipulação, uma vez que estudantes de graduação em medicina precisam conhecer, na prática, as doenças mais básicas e, sendo a ESCS uma instituição pública, é muito mais fácil e menos burocrático pra ela realizar este tipo de atividade dentro do SUS.
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Adendo: Sou libertário e a favor da desestatização das universidades. Mas, uma vez que minha família já é obrigada por lei a pagar impostos suficientes para me manter em 4 faculdades de medicina ao mesmo tempo, é preferível, para mim, estudar das instituições que ja sou obrigado a manter do que pagar um valor a mais (também carregado de impostos) para estudar em outra instituição. Por mim, todas as faculdades poderiam ser privatizadas, dês de que sua verba fosse, finalmente, descontada dos impostos.
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Atenciosamente: Seu futuro cirurgião
Então, muitas pessoas hoje em dia estão viajando de Estados Unidos e Canadá com o objetivo de implantes dentários baratos maneira plácida é uma empresa líder que oferece a melhor facilidade de turismo médico. Se você está ansioso para implantes dentários no México com preços baratos, você pode ir no site da PlacidWay http://www.placidway.com/package-search-country/Mexico,Dental_Implants,Dentistry/search.html e pode verificar a sua variação de implantes dentários no México e pode escolher o mais adequado para você.
Leandro,
qual a relação existente entre o CEI-INSS e os planos de saúde?
Onde existir burocracia haverão mortes desnecessárias. Infelizmente, esse país chamado “brasil” não aprende com os erros. Por que facilitar as coisas quando um burocrata, armado com o “arsenal da lei”, pode complicar? Por que ser bom se pode-se ser mau, sem receber o castigo merecido? Esse lixo chamado “brasil” merece tudo o que está passando e MUITO MAIS. Infelizmente, as boas pessoas(e me incluo sem nenhuma falsa modéstia) sofrem com as ações de bandidos estatais(vereadores, prefeitos, governadores, juízes, detran, auditores da receita federal, policiais, presidente, etc). Esse tipo de gente com o pensamento limitado e de vida triste e bandida, que contaminam e atrapalham as pessoas produtivas com suas leis, regulamentos, regras, estatutos, portarias, determinações, resoluções, constituições, etc. Enfim, todo o lixo que o pensamento deles consegue alcançar. Terrível! Ora, um mundo normal, sem essas leis, já é complicado. Imaginem, então, nossa situação. Malditos estatais! Morram de uma vez!
O Brasil foi o único país do mundo com mais de 100 milhões habitantes que criou um sistema de saúde público universal.
E só é possível vislumbrar um único cenário para este sistema de saúde público: o colapso. Por um motivo simples: demografia. O Brasil vive no momento um bônus demográfico, com a maior proporção de jovens em condições de trabalho de toda nossa história. Teríamos que estar vivenciando um crescimento econômico de 5-6% ao ano, com grandes investimentos em infra-estrutura, criação de empregos qualificados, geração de poupança interna para o futuro. Mas nossa realidade está muito distante disto.
Os procedimentos médicos estão cada vez mais sofisticados (e caros), e a população vai sempre exigir seus "direitos" de acesso a estes novos procedimentos, se necessário com recurso ao Poder Judiciário. O aumento da expectativa de vida cria ainda um aumento da demanda por estes serviços.
Mas a partir de 2025 a população brasileira vai começar a envelhecer rapidamente, com uma rápida transição demográfica que demorou décadas para ocorrer na Europa mas que aqui está ocorrendo um apenas duas gerações. Com a crônica incapacidade gerencial dos nossos gestores públicos, o sistema de saúde público vai entrar inevitavelmente em colapso.
O mesmo vai ocorrer como a Previdência pública, que já está totalmente deficitária e só se mantêm a partir de uma carga tributária escorchante sobre os trabalhadores ativos e as empresas.
Sobre este tema, não vejo o que discutir: apenas assistir ao Apocalipse.
Só não gostei dessa parte:
‘Por não haver agora um mestre como baluarte, alguém a ser seguido como exemplo de eficiência e sucesso profissional (quantos médicos resolveram fazer determinadas subespecialidades espelhando-se em seus professores titulares?), temos um crescente estímulo para o médico generalista.’
1 Se vc não tem convicção do que quer a culpa é sua.
2 F-se os ‘mestres’.Faço engenharia e aprendi muito mais na internet, khan academy, etc, do que com os ‘mestres’.
Médicos tem vários privilégios garantidos pelo governo, pra comprar um remédio eu tenho que pagar uma consulta e ter a assinatura de um médico…isso o artigo não falou.
Sem querer desmentir o artigo, eu tenho de perguntar estas coisas:
1- Quem mandou o Conselho Federal de Medicina, o CFM ser subordinado à CUT, CNBB, etc. por décadas à fio? Por exemplo, quem mandou o CFM cassar o registro de um médico, por supostamente ter colaborado em torturas, durante o Regime Militar, quando este mesmo CFM nunca cassou o registro do Dr. Padilha, que mandou para aqui milhares de agentes cubanos, disfarçados de médico cubanos?
2- Será que agora que “notaram” que não só na saúde, como na educação, etc. o modelo que a esquerda do Brasil quer para nós é no figurino de Cuba? Sabendo que desde 1959, que os clepto-irmãos Castro treinam e comandam marxistas brasileiros, por que só agora, esta preocupação toda? Em Cuba, um médico ganha menos de R$700 por mês.
Será que é pelo fato das remunerações de médicos, em Cuba, serem absolutamente miseráveis, que só agora, vem a preocupação com a cubanização do Brasil?
3- Por que o artigo não condena a formação de centenas de “faculdades de medicina ” vagabundas, por Lula e Cia? Os poucos defeitos apontados nelas são, bem menos que o real.
Infelizmente o texto só fala dos médicos. Sou da psicologia, e o SUS é visto como uma “conquista social” e exaltado por vários professores universitários até mesmo com pós-doutorado. Quando falam do SUS só falta sair água dos olhos. Além do mais, os psicólogos são incentivados a ser funcionários públicos, principalmente das secretarias de saúde. É uma visão totalmente estatista e ideologizada. Se você falar que o sistema é uma porcaria, alguns tentam justificar dizendo que existe alguns serviços que funcionam, mas esses serviços não correspondem nem a 10% do que o SUS oferece (o que mostra que o SUS nada mais é do um ralo de dinheiro público). Além do mais, se vê textos das disciplinas criticando a “mercantilização” da saúde (como se saúde pública não custasse dinheiro), exaltando a CF de 88 que nada mais é do que uma bíblia do socialismo, elaborada por megalomaníacos que acham que o Estado é um tipo de Deus. Essa visão também é similar na educação, onde criticam a “mercantilização” da educação (como se para manter educação pública não se necessitasse de dinheiro). Infelizmente para o psicólogo restam poucas opções se ele quiser ganhar muito dinheiro, sendo a mais óbvia a de virar um burocrata do Estado.
Acho médicos bem anti liberais, não só aqui mas em boa parte do mundo. Especialistas em lobby com estatais (vide a quantidade de médicos no poder).
Mas o que eh quero mesmo argumentar nesse tópico e que eles mesmos desincentivam o atendimento em seus consultórios por clientes sem plano de saúde. Ao passo que cobram R$ 30,00 do plano e R$ 200,00 do cliente sem plano. É uma bela disparidade.
“É fato que a profissão médica, em última instância, é uma atividade que requer cuidados triplicados quando comparada a outras atividades profissionais, pois lida com vidas.”
Pilotos de avião, motoristas, bombeiros, policiais, etc… Também lidam com vidas…
Essa senhora Cristina Maia não entende nada de Estados Unidos. Aqui moro e estudo todos os problemas americanos, assim como os problemas brasileiros. Aqui, a medicina não e socializada. Se uma pessoa pobre vai a um hospital, sera devidamente atendido, recebendo a conta em casa, que não sera pequena. Se pode pagar, paga. Não podendo pagar, a divida e liquidada por um fundo publico, estadual, municipal, ou federal. Normalmente os pobres tem um fundo publico chamado Medicaid. Fora isso, todo cidadão americano tem direito ao Medicare, a partir dos 65 anos de idade. Esse fundo também atende a quem no e americano mas e residente permanente há mais de 5 anos e, logico, já tem idade mínima de 65 anos. Esse plano e federal. As pessoas pagam mensalmente um certo valor. Após os 65 começam a desfrutar desse plano e continuam pagando algo um pouco acima de 100 dólares. Mais de 85% dos americanos tem plano de saúde. Obama, secundado por Lula, achava um absurdo, cerca de 40 milhões de pessoas não disporem de uma plano de saúde. Nesse numera deve seguramente serem incluídos os residentes ilegais (eram cerca de 16 milhões), os que não querem ter e os realmente pobres. As pessoas aqui são majoritariamente contrarias ao chamado Obamacare, pois não acham justos pagarem por ilegais, por drogados, por alcoolatras, e, em muitos casos, por imprevidentes. Medicina aqui e algo caro.
Primeiramente os meus parabéns pela excelência do artigo.
Agora, sobre a enorme estatização do nosso país, acho que isso tem implicado em problemas na economia, educação, segurança e na saúde.
Em países com alto IDH como a Dinamarca, apenas 20% dos recursos públicos são centralizados e 80% administrados localmente. No Brasil é o oposto, afirmou a socióloga Tânia Zapata em palestra ministrada para o SEBRAE.
Ou seja, ainda vivemos no Brasil colônia!
Já assistiu ao documentário americano chamado SICKO? Ele aborda muito bem isso que está ocorrendo no Brasil, e serve de gostinho do que seria o sistema de saúde no Brasil sem o SUS, na verdade acho que no Brasil seria muito pior do que a realidade americana.
Outros países como Canadá, Reino Unido, França entre outros, possuem um sistema de saúde similar ao SUS, incluse muito melhor que o SUS e que é TOTALMENTE GRATUITO. Então se o sistema no Brasil não funciona é porque tem incompetente no comando.
Corporativismo à solta, por Hélio Schwartsman.