Artigo originalmente publicado no início de 2014. Com as recentes e violentas intervenções do governo chinês, tudo isso pode se perder
Leia a primeira parte aqui.
Com milhões
de refugiados chineses, sofrendo com um embargo comercial e com sua
infraestrutura estrangulada, a Hong Kong do início da década de 1950 parecia confirmar
os prognósticos
pessimistas feitos no século XIX.
No entanto,
esta enxurrada de refugiados era composta por milhões de indivíduos que, embora
completamente pobres, fugiram para Hong Kong em busca de liberdade. E embora Hong Kong não possuísse a infraestrutura
adequada para recebê-los, ela fornecia ampla liberdade para qualquer indivíduo que
quisesse colocar seus talentos empreendedoriais em ação.
Não havia
na ilha as mesmas restrições cambiais vigentes no Reino Unido e em grande parte
da Europa — o que significava que o dólar de Hong Kong, que era ancorado à
libra esterlina, era livremente conversível em outras moedas –, e a quantidade
de regulamentações sobre a economia era desprezível.
A
combinação entre mão-de-obra à procura de trabalho e empreendedores com
conhecimento e algum capital oriundos de Xangai — até então a grande cidade
capitalista chinesa — forneceu a matéria-prima para o crescimento industrial
iniciado na década de 1950. A economia
começou a prosperar.
Os
empreendedores de Hong Kong criaram rapidamente um número impressionante de
pequenas e médias empresas durante este período, especialmente no setor
têxtil. Estes empreendimentos, os quais
acabaram se diversificando e se ramificando para setores como vestuário,
plásticos e eletrônicos, produziam principalmente para atender a crescente
demanda da Europa e dos EUA por bens manufaturados e baratos.
Essa rápida
industrialização da década de 1950 foi possível porque ocorreu em condições nas
quais 1) os direitos de propriedade eram respeitados, 2) o poder judiciário era
independente e os tribunais, imparciais, e 3) a interferência econômica das
autoridades coloniais era mínima.
Como o
último governador britânico de Hong Kong, Christopher Patten, escreveu
em seu livro de memórias, East and West, os
refugiados do comunismo que correram para Hong Kong chegaram à única cidade
livre da China; era de fato “a única sociedade chinesa que, por um breve
período de 100 anos, viveu um ideal jamais vivenciado em nenhum outro momento
da história da sociedade chinesa — um ideal em que nenhum homem tinha de viver
com medo de uma batida à porta da sua casa à meia-noite”.
Hong Kong
tinha um governo limitado e competente, que se restringia a manter a lei e a
ordem, e a permitir o funcionamento da economia de mercado. Era um governo que honrava completamente a
filosofia confuciana: “Deixe as pessoas locais serem felizes e atraia migrantes
longínquos.”
Mais
impressionante ainda foi o fato de que, enquanto o Reino Unido estava criando
um estado altamente intervencionista e assistencialista em casa, sua colônia
desfrutava uma política econômica fundamentalmente de livre mercado.
No entanto,
houve um responsável pela prolongada existência desta política de livre
mercado. Houve uma pessoa que
seguidamente contrariou ordens do governo britânico e, com isso, permitiu a
prosperidade de Hong Kong.
Sir John Cowperthwaite, o homem que
permitiu a prosperidade de Hong Kong
O nome de Sir John
James Cowperthwaite (1915–2006) deveria ocupar
para sempre o topo do panteão dos grandes libertários. Enquanto vários de nós apenas escrevemos
sobre ideias libertárias, este cidadão de fato as transformou em política
pública para milhões de cidadãos.
Cowperthwaite
foi nomeado secretário das finanças de Hong Kong para o período de 1961 a 1971. Escocês e discípulo fiel de Adam Smith, ele
era assumidamente um economista na tradição da Escola de Manchester, ardorosa
defensora do livre comércio.
Na época,
com a Grã-Bretanha indo a passos firmes rumo ao socialismo e ao assistencialismo,
Cowperthwaite permaneceu inflexível: Hong Kong deveria se manter fiel aos
princípios do laissez-faire. Tendo
praticamente controle completo sobre as finanças do governo de Hong Kong, ele
se recusou a impor qualquer tipo de tarifa de importação e sempre insistiu em
manter os impostos no nível mais baixo possível.
Ele era um
liberal-clássico, bem ao estilo dos liberais do século XIX. Era fiel adepto da ideia de que os países
deveriam se abrir unilateralmente para o comércio, sem esperar contrapartidas. Ele já estava em Hong Kong desde 1941,
fazendo parte do Serviço Administrativo Colonial. Com a invasão japonesa, ele foi enviado para
Serra Leoa. Ao voltar para Hong Kong, em
1946, os britânicos lhe pediram para elaborar planos e programas para que o
governo pudesse estimular o crescimento econômico. Cowperthwaite apenas respondeu dizendo que a
economia já estava se recuperando sem nenhuma ordem do governo.
Mais tarde,
ao ser efetivamente nomeado secretário das finanças, em 1961, ele se tornou um
defensor inflexível daquilo que passou a rotular de “não-intervencionismo
positivo” e passou a pessoalmente controlar a política econômica da colônia.
Cowperthwaite
transformou Hong Kong na economia mais livre do mundo. Durante o seu mandato, o livre comércio foi
instituído plenamente, pois Cowperthwaite se recusava a obrigar os cidadãos a
comprar bens caros produzidos localmente se eles podiam simplesmente importar
produtos mais baratos de outros países.
O imposto de renda sempre teve uma alíquota única, de 15%. A total escassez de recursos naturais em Hong Kong — havia
apenas a enseada onde está o porto — e o fato de que a ilha tinha de importar
até mesmo toda a sua comida tornam o sucesso de Hong Kong ainda mais
fascinante.
“Para toda
a nossa economia, é preferível confiarmos na ‘mão invisível’ do século XIX a
aceitarmos que as canhestras mãos de burocratas manipulem os delicados
mecanismos do mercado”, declarou Cowperthwaite em 1962. “Em específico, não podemos deixar que
burocratas danifiquem os principais mecanismos da economia, que são a livre
iniciativa e a livre concorrência”.
Ele não
aceitava protecionismo nem para as chamadas “indústrias
infantes“: “Uma indústria infante,
quando protegida e mimada, tende a permanecer infante, e jamais irá crescer e
se tornar eficiente”. Também acreditava
firmemente que, “no longo prazo, o agregado das decisões individuais dos
empreendedores, exercitando seu juízo individual em uma economia livre, mesmo
cometendo erros, tende a ser bem menos danoso do que as decisões centralizadas
de um governo; e certamente o eventual dano tende a ser contrabalançado mais
rapidamente.”
Desde os
dias de John Maynard Keynes, a ciência econômica vem sendo atormentada pela
ideia de que a ação humana deve ser destilada em números, os quais se transformam
em uma “pretensão ao conhecimento” para aspirantes a planejadores
centrais. Nas várias faculdades de
economia atuais é difícil saber quando acaba a matemática e quando começa o
real conhecimento econômico. Para
Cowperthwaite, no entanto, a compilação de estatísticas para planejamento
econômico era um anátema. Ele simplesmente
se recusou a coletá-las. Quando Milton
Friedman lhe questionou, em 1963, a respeito da
“escassez de estatísticas”, Cowperthwaite respondeu: “Se eu deixá-los coletar
estatísticas, irão querer utilizá-las para planejar a economia”.
Perguntado
qual era a coisa mais premente que os países pobres deveriam fazer,
Cowperthwaite respondeu: “Eles deveriam abolir seus institutos de estatísticas
econômicas”. Ele acreditava que, se estatísticas
fossem coletadas em Hong Kong, elas estimulariam o governo britânico
a implantar políticas supostamente corretivas, o que inevitavelmente afetaria a
capacidade da economia de mercado funcionar corretamente. Isso gerou consternação no governo
britânico. Uma delegação de burocratas
foi enviada a Hong Kong para descobrir por que as estatísticas não estavam
sendo coletadas. Cowperthwaite
literalmente mandou-os de volta a Londres no primeiro avião.
O desprezo
de Cowperthwaite pela teoria econômica em voga (keynesianismo) e sua abordagem
não-intervencionista eram garantia de conflitos diários tanto com o governo
britânico quanto com empresários. Os
britânicos haviam elevado a alíquota do imposto de renda em Cingapura; quando
ordenaram a Hong Kong que fizesse o mesmo, Cowperthwaite recusou. Ele era contrário a dar subsídios e a
conceder benefícios especiais para empresas.
Quando um grupo de empresários pediu a ele que providenciasse fundos
para a construção de um túnel através da enseada de Hong Kong, ele respondeu
dizendo que, se o túnel fosse economicamente sensato, o setor privado iria
construí-lo. O túnel foi construído
privadamente.
O legado de Cowperthwaite
Não
obstante sua postura contrária, há estatísticas sobre a Hong Kong daquela
época. Durante sua década como
secretário das finanças, os salários reais subiram 50%, e a fatia da população
vivenda na pobreza extrema caiu de 50 para 15%.
O mais impressionante é que Hong Kong fez tudo isso sem contar com
nenhum outro recurso que não fosse sua população. A colônia não possuía nenhuma terra agrícola e
nenhum recurso natural. E até mesmo o
único recurso que ela possuía — as pessoas — não era exatamente muito
culto. Com efeito, a maior parte da
massa de refugiados que chegou a Hong Kong na década de 1950 seria vista apenas
como um fardo para o estado.
Também
digno de menção é todo o contexto mundial vigente à época. A transformação de Hong Kong ocorreu
exatamente quando os social-democratas controlavam a Europa e quando o
democrata Lyndon Johnson e seu programa da Grande Sociedade dominava a
política americana, o que refletia o consenso entre as elites políticas da
Europa e dos EUA de que assistencialismo e políticas econômicas
intervencionistas eram a única direção sensata para as sociedades
avançadas. Mesmo nos países em
desenvolvimento, políticas econômicas intervencionistas, como a
industrialização por meio da substituição de importações — que se baseava na
imposição de altas tarifas de importação para proteger as indústrias domésticas
— eram a norma.
A pequena
Hong Kong, portanto, conseguiu adotar e manter políticas de livre mercado e de
livre comércio que iam totalmente contra as políticas dos governos britânico,
europeus e americanos, e contra o consenso de economistas desenvolvimentistas
em todo o mundo. E fez tudo isso
enquanto ainda era pobre e estava perigosamente ao lado de uma poderosa e
imperialista ditadura comunista.
É difícil
argumentar contra o sucesso. Após a
aposentadoria de Cowperthwaite, em 1971, sucessores menos adeptos aos seus
princípios se mostraram mais propensos a aumentar os gastos assistencialistas,
mas todos os aumentos foram financiados por meio da venda de terras, e não de
aumento de impostos. As alíquotas
tributárias estão hoje exatamente no mesmo valor em que Sir John James Cowperthwaite
as deixou.
O avanço
As
políticas de livre comércio, de não-intervenção do estado na economia, de
orçamentos governamentais rigidamente equilibrados, de imposto de renda de
pessoa física com alíquota única (15%), de mercado de trabalho bastante
flexível, de livre fluxo de capitais, de não-restrição a investimentos
estrangeiros (estrangeiros podem investir livremente em empresas locais e
também deterem 100% do capital) se mantiveram inalteradas após a saída de
Cowperthwaite.
Esta
política econômica, a qual promoveu a concorrência e o espírito empreendedorial,
criou as condições para o acelerado crescimento econômico vivenciado por Hong
Kong nas décadas seguintes. Entre 1961 e
2012, o PIB real per capita de Hong Kong foi multiplicado por um fator 9. Hoje, o PIB per capita de Hong Kong, em
termos de paridade do poder de compra, é o 7º maior do
mundo.
Ou seja, em
apenas algumas décadas, Hong Kong, sem recursos naturais, sofrendo dos mesmos
problemas enfrentados por todos os outros países em desenvolvimento, e cuja
renda média per capita era de apenas 28% da dos
residentes do Reino Unido, deixou de ser uma favela a céu aberto e se tornou uma
das economias mais ricas do mundo, superando em muito a renda média per capita
de sua metrópole.
De economia industrial a uma economia de
serviços
O primeiro
estágio do desenvolvimento de Hong Kong baseou-se na indústria
manufatureira. No entanto, as reformas
econômicas feitas na China e a política de abertura ao investimento estrangeiro
adotada por Deng Xiaoping a partir de 1978 alteraram profundamente a natureza
da economia de Hong Kong nas décadas seguintes.
O setor
manufatureiro começou a declinar e a perder peso na economia no final de década
de 1970 em decorrência de aumentos nos preços da terra — uma inevitabilidade
para um local tão pequeno e povoado — e nos salários. No entanto, a crescente integração econômica
entre Hong Kong e China permitiu à ilha realocar sua produção para as zonas
econômicas especiais na província adjacente de Guangdong, na China.
Estas
zonas, que foram criadas no início de 1980, ofereceram aos investidores de Hong
Kong a oportunidade de aumentar sua competitividade ao recorrerem a uma
mão-de-obra barata e abundante (chinesa) ao mesmo tempo em que ainda usufruíam
as mesmas condições não-intervencionistas do governo chinês quanto recebiam em Hong Kong. De 1978 a 1997, o comércio
entre Hong Kong e China cresceu a uma taxa média anual de 28%. Ao final de 1997, o investimento direto feito
por Hong Kong representava 80% de todo o investimento
estrangeiro direto em Guangdong.
Estes novos
desenvolvimentos alteraram
significativamente a economia de Hong Kong. A participação da indústria na economia
declinou de 31% em 1980 para 14% em 1997 e 8% em 2008; o setor de serviços, por
outro lado, aumentou sua participação consideravelmente, de 68% em 1980 para
86% em 1997 e 92% em 2008.
Desde 1997,
a economia de Hong Kong se tornou um pólo para serviços de alto valor agregado
(finanças, administração, logística, consultoria empresarial, comércio etc.). Atualmente ela atrai tanto empresas chinesas
que querem entrar no mercado internacional quanto empresas de todo o mundo que
querem ter acesso aos mercados da China e do resto da Ásia.
A manutenção das instituições de livre
mercado
Já no
início da década de 1980, a perspectiva de uma iminente devolução de Hong Kong
à soberania chinesa produziu grande incerteza com relação à manutenção das
instituições que tornaram o território uma região rica e próspera. Esta
preocupação, no entanto, foi rapidamente abrandada.
Na
Declaração Conjunta Sino-Britânica, assinada no dia 9 de dezembro de 1984, foi
estabelecido que Hong Kong deixaria de ser um território sob controle britânico
no dia 1º de julho de 1997. O princípio
do “um país, dois sistemas” também foi acordado nesta data. Com a exceção das relações exteriores e da
defesa nacional, o acordo concedeu ampla autonomia ao território e permitiu a
Hong Kong manter seu sistema capitalista e seu estilo de vida por um período de
50 anos, até 2047.
Hong Kong
hoje é uma Região Administrativa Especial da República Popular da China. Ela preservou o grosso do seu sistema
político, judicial, econômico e financeiro que caracterizou a colônia quando
estava sob controle britânico. O poder
judiciário é independente do poder político e continua a operar sob o sistema
do direito consuetudinário herdado dos britânicos. Os direitos de propriedade são garantidos na
Constituição da Região Administrativa Especial de Hong Kong. Seus cidadãos desfrutam amplas e fundamentais
liberdades individuais.
Conclusão
Em 1960, a
renda média per capita de Hong Kong era de apenas 28% da renda
média per capita da Grã-Bretanha.
Atualmente, é de 140%. Ou seja, de 1960 a 2012, a renda per capita
de Hong Kong deixou de ser de aproximadamente um quarto da da Grã-Bretanha e
passou a ser mais de um terço maior. É
fácil falar destes números. Muito mais
difícil é se dar conta de sua significância.
Compare a
Grã-Bretanha — o berço da Revolução Industrial, a potência econômica do século
XIX em cujo império o sol jamais se punha — a Hong Kong, uma mera restinga de
terra, superpovoada, sem nenhum recurso natural, exceto uma enseada. No entanto, em menos de quatro décadas, os
residentes desta restinga de terra alcançaram um nível de renda um terço maior
do que aquele desfrutado pelos residentes de sua metrópole.
O retorno
de Hong Kong à China era inevitável, assim como era inevitável a determinação
do governo chinês em preservar o capitalismo de Hong Kong. O interesse da China em preservar sua galinha
dos ovos de ouro era claro: a China sempre utilizou Hong Kong — a qual ela
podia atacar e tomar à força a qualquer momento — como um meio de acesso aos
mercados estrangeiros e também como fonte de capital. Houve épocas em que 80% das receitas externas
da China entrava através de Hong Kong. A
China também queria demonstrar a Taiwan que uma reunificação pacífica era
possível.
O perigo
sempre foi o de a liderança chinesa não entender a relação entre o hardware de
Hong Kong (a economia capitalista) e o seu software (uma sociedade
pluralista). É o seu software que
permite que seu hardware funcione tão bem.
Até o momento, os novos governantes de Hong Kong vêm se comprovando notavelmente
aptos a dar continuidade ao funcionamento harmônico entre o hardware e o
software. A grande questão é se isso
permanecerá assim no futuro.
Não foram
apenas os britânicos que fizeram de Hong Kong um sucesso. Foi principalmente a população de Hong Kong,
de operários de fábricas a empreendedores, quem transformou uma ilha estéril em
potência econômica. Essas pessoas foram
capazes de fazer isso porque o governo de Hong Kong, na maior parte do tempo,
as deixou em paz.
Hong Kong está longe de ser
perfeita, e longe de ser um paraíso libertário.
Mas permanece sendo um dramático exemplo de como a genialidade humana e
o talento empreendedorial podem trazer prosperidade a uma sociedade
originalmente pobre.
Por que
Hong Kong sempre foi tão livre? Em
parte, Hong Kong teve a sorte de ser governada por homens que entendiam que sua
função era bastante limitada. Não era
exatamente o ideal liberal-clássico, mesmo sob Cowperthwaite, mas ainda assim foi
a sociedade que mais significativamente se aproximou deste ideal no século
XX. E a combinação entre a incapacidade
do governo britânico em fornecer instituições democráticas e sua falta de
interesse em Hong Kong
permitiu àqueles homens manter suas políticas econômicas, mesmo enquanto sua
própria Grã-Bretanha natal experimentava o desastre econômico do socialismo
light dos anos 1950-70. Hong Kong também
se beneficiou do exemplo das desastrosas políticas econômicas da China na década de 1960. Com tantos residentes chineses fugindo do
comunismo e se refugiando em
Hong Kong, a demanda por liberdade era alta.
Hong Kong é
um dos mais formidáveis e conclusivos exemplos de uma sociedade que teve grande
êxito em fugir do subdesenvolvimento e enriquecer recorrendo à liberdade
econômica. Hong Kong teve sorte em ter
tido essa liberdade. E a sua população
provou que a liberdade funciona.


Sobre o mito de que Hong Kong se desenvolveu graças ao neoliberalismo:
http://www.thinkir.co.uk/odd-tiger-out-hong-kong/
Acho que você próprio não leu o texto linkado. Se o tivesse feito, veria que ele inadvertidamente comprova tudo o que foi dito neste artigo. O texto linkado credita o sucesso de Hong Kong a apenas quatro elementos (sim, só 4 elementos, e desconsidera todo o resto):
1) geopolítica (citado amplamente neste texto do IMB);
2) responsabilidade militar delegada à Grã-Bretanha (gozado que, nesta caso, o imperialismo estrangeiro se torna bom);
3) Mão-de-obra de refugiados chineses (praticamente todos parágrafos deste artigo e do anterior falam disso).
4) O não-ataque da China a Hong Kong! (O que também é citado neste artigo).
Conclusão: o cidadão ficou incomodado e teve de inventar outras causas — só não pode ser a liberdade econômica! — para explicar o enriquecimento de Hong Kong. Só não percebeu o quão insensatas elas eram. Ótimo exemplo de como ideologia e fanatismo cegam as pessoas.
Obrigado a todos aqueles que fizerem possível esta história chegar até nossos olhos.Ótimo trabalho.
Isso tudo a custa do que? Da exploração de inúmeros trabalhadores! Vejam por exemplo essa situação:
Fotos retratam vida em espaços minúsculos de Hong Kong
Além disso o aumento no valor dos imóveis em quase 100% desde 2008 comprova o fato de que o livre mercado também gera bolhas imensas!
Por isso entre o capitalismo com defeitos e o socialismo destruidor, fiquemos com o último a fim de que o ser humano chegue a um nível melhor de humanidade e preocupação com o próximo!
Um brinde a John Cowperthwaite!!!
Saudações, essa segunda parte foi ouro, [b]FANTÁSTICO[/b.
Que maravilha!
Ah, que maravilha! Sir. Adam Smith entregou seu livro para Sir John James Cowperthwaite e este disse: “Deixa comigo!”. Tá aí o resultado!
Se Cuba adotasse esses princípios, não demoraria nem 20 anos pra virar uma potência, devido a sua localização estratégica para o comércio e solo férteis. Ao invés de viverem pobres, sem nem papel higiênico suficiente, teriam empregos tão difíceis quanto alugar jet-skys para turistas e ganhariam o suficiente para uma vida confortável.
É impressionante existir exemplos assim, tão claros, óbvios, como Hong Kong, e ainda levarmos a sério idéias como o socialismo. Liberdade econômica e somente imposto de renda de 15% para manter o estado mínimo. Perfeito paraíso liberal!
Vocês do Mises estão perdoados por aquele artigo infâme criticando o Grande Mestre, maior de todos, Sir. Adam Smith! Aplausos para o Rei!
Fantástico artigo (em duas partes)!!!!!!!
Lembrei-me agora de um diálogo que travei com Leandro Roque anos atrás na seção de comentários de um artigo. Tentei encontrar a conversa, mas não consegui. Talvez alguém logre obtê-la!
Nesse diálogo, o Leandro me falou de John James Cowperthwaite e da sua esplêndida frase referente à proibição da coleta de estatísticas (sobre o tema “estatísticas”, ver este artigo: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1615).
Esse homem, de fato, é “o cara”! Trata-se de um legítimo “Sir” inglês (assim como o meu ídolo do futebol, Steven Gerrard)!
O exemplo de Hong Kong — de favelas a céu aberto (pobreza e baixo padrão de vida) a arranha-céus suntuosos e sublimes (riqueza e alto padrão de vida) — basta para refutar todo tipo de argumento pró-estado!
Saudações!
Ótima artigo. Leitura prazerosa, mas que ao seu final deixa uma inquietação, ao lembrarmos da realidade de que, neste momento, pessoas vão às ruas fazer reivindicações totalmente na contramão do que este artigo mostra como solução.
Peraí! Mas lá na wikipedia eu li que o túnel foi construído pela iniciativa privada mas foi devolvido pro governo há alguns anos.
Além disso, para construir o túnel provavelmente o governo – seja lá como é isso em HK – teve que autorizar, certo?
Me dá muito medo que idéias como essa se espalhem. Já pensaram que em HK não há espaço para aspones??
Realmente, uma história de superação. Hong Kong é a prova de que a liberdade individual e o afastamento do Estado na economia só vem a beneficiar toda a sociedade.
Maravilhoso artigo!
Esse artigo me dá vontade de emigrar!
Comunofóbico
O infeliz do Anarcofobico se esqueceu das casas que os favelados do Brasil que é socialista vive,bem pior que as casas da foto. Pelas fotos que eu vi,ao menos eles tem teto,banheiro (apesar de eu achar estranho a privada dentro do quarto,mais td bem,nada que um pouco de capricho não resolva.)
Outra coisa que a reportagem faz questão de esconder é a localização das casas,o que conta muito para uma pessoa que não tem moto e carro. Tem um monte de gente aqui no Brasil que mora em condições iguais ou piores que o pessoal da foto e alem disso,td longe que ou vc tem que andar muito ou pegar onibus para ir a um simples mercado.
Se o Brasil seguisse a cartilha liberal, seria uma verdadeira potência, vide o tamanho do mercado interno e a abundância de recursos naturais, além de boa disponibilidade de terras. Pena que tudo isso seja destruido por meia dúzia de nacional-desenvolvimentistas.
Fantástico! Onde estão os nossos Sirs John Cowperthwaite brasileiros?
A comparação com Cuba ou com a Coreia do Norte são devastadoras!
Alguém pode explicar por que Honk Kong está longe de ser um paraíso libertário?
* * *
A semana não poderia terminar melhor: que artigo! Fantástico. Deu até vontade de me mudar pra HK =]
A questão do túnel marítimo construído pela iniciativa privada merece um brinde!
Sir John Cowperthwaite: respeitei.
A única inquietação que me trouxe este artigo é em relação a entrada ou não de libertários na política.
Dia desses li algum artigo aqui no IMB onde dizia claramente que entrar para a política não era uma boa alternativa pois um libertário, inevitavelmente, seria convertido a burocrata com o passar do tempo. Porém, Cowperthwaite mostra o contrário, não?
Talvez a grande diferença seja que enquanto em HK a sociedade “partiu do zero” (existe isso?) enquanto que aqui no Brasil teríamos que lutar contra um sistema estatal gordo plenamente estabelecido…
Obrigado e um abraço!
E só para lembrar: o Brasil também tem a sua Zona Franca que, teoricamente, teria isenção ou redução de impostos para desenvolver a Amazônia.
Bem, que é uma Zona, sempre foi… Mas Franca, nunca.
Se cobra muito imposto das empresas, mas, mas que isso, a miríade de burocracia para ter acesso a essa redução, mais as dificuldades do mercado de trabalho altamente regulamentado, mais a dificuldade inerente de atrair investimentos externos e repatriar lucros, mais as regulações ambientais, mais a corrupção e a parca infraestrutura só fizeram desmatar a Amazônia, mas desenvolvimento mesmo, quase nada. O nosso porto continua ser um “porto de lenha”.
Agora só falta nos sermos agraciados com um artigo sobre a liberdade economica de Singapura.
É uma linda historia,se hoje eu vislumbro minimamente ainda a possibilidade dessa aula ser dada em uma sala de aula, é e será de fato graças ao Mises-br.
Muito obrigado!
Há algum livro sobre a história de HK? De preferência imparcial.
Quando vejo a história de Hong Kong entendo bem melhor o atual e constante,mas pouco divulgado fracasso da economia brasileira. Vejam já se fala que o Brasil está em Recessão.”””IBC-Br decepciona, mas economistas têm cautela ao falar em recessão estadao.br.msn.com/economia/ibc-br-decepciona-mas-economistas-t%C3%AAm-cautela-ao-falar-em-recess%C3%A3o “””
È fácil encontrar a resposta para o atual fracasso na economia. Vou usar um principio religioso muito conhecido de todo mundo a chamada : LEI DA SEMEADURA E COLHEITA, que advoga;"Toda pessoa colhe o que plantou" (Gálatas 6:7 semeata.wordpress.com/
“”
A LEI DA SEMEADURA E COLHEITA é tão verdadeira e real como a Lei da Gravidade. Vamos usar como exemplo á própria Hong Kong. Cowperthwaite foi um homem sábio,cheio de Conhecimento,sensato e prudente. Ele plantou um modelo econômico bom,correto e justo que até nos dias de hoje ainda se colhe bons frutos.
Mas ! O Brasil contraponto Hong Kong tem um personagem completamente diferente de Cowperthwaite. Lula inculto,arrogante,corrupto,mal,inconsequente. O que se começa a colher hoje em virtude deste homem que governou num período tão favorável ao Brasil,ter desperdiçado as oportunidades,agido burramente e sem visão. Vai ser uma colheita muito desagradável. Não se pode esquecer Dilma de carácter semelhante. E o Esquerdismo burro,arrogante,mentiroso,enganador que domina o Brasil e outros pontos do mundo.
Hong Kong apenas colhe o que se plantou e o Brasil também.
Suicídios da Foxconn revelam as duras condições de trabalho na China
Por dentro da Foxconn em Shenzhen
Condições de trabalho na Foxconn continuam duras
Que tal um Podcat com Denise Abreu?
Candidata à Presidência em 2014.
“Eles trazem à tona o debate do aborto, o debate do casamento entre homosexuais, hora nós estamos num país com tantos problemas de saúde, educação, falta de infraestrutura e absoluta falta de segurança pública e insegurança legal no país, porque mesmo essas causas se tornam as grandes bandeiras a serem discutidas? É porque é através disso é que se passa ideologia de esquerda, do marxismo e é através disso que você aniquila a estrutura da célula marter da sociedade que é a família e a partir da perda da estrutura da família o que sobra? Sobram as causas, as grandes causas esquerdistas de domínio da América Latina”.
"Nós temos que diminuir o tamanho do estado e valorizar ao máximo o que ficar dentro desse Estado".
http://www.youtube.com/watch?v=q9_y-W35wvM&feature=youtu.be
Muito bom artigo. O empreendedorismo da população de Hong Kong é algo incrível. É muita coragem e determinação.
Tinha conhecimento de que HK tinha passado por uma revolução na educação e que este seria um dos fatores de sua atual riqueza.
Não teve esta tal revolução ou esta complementou o escrito?
Muito bom o texto.
Mas é curioso notar que o texto atribui o sucesso de Hong Kong a um burocrata e suas políticas públicas. Considero curioso porque, na maioria das vezes, estes são apontados como o problema – e não a solução – nos textos desse site.
Após tomar interesse pela filosofia libertária, a minha primeira grande inquietação foi: “muito legal isso tudo ai, mas como é que a gente chega lá? Como iremos reduzir (ou acabar com o estado)?”
E me parece que muitos libertários não acreditam que esse caminho possa ser traçado de dentro do governo. Hong Kong etá ai para provar que é possível.
Caros leitores,
o ministro da saúde vai ser candidato em SP. Ele acaba de atacar no Facebook o Alckmin dizendo que o metrô de SP começou junto com o de Seus, em 1974.
No entanto, segundo ele, lá a malha aumentou e o treco funciona, ao contrário de SP.
Aí eu disse que se olhássemos nos índices – da heritage, por exemplo – Coréia estava muito melhor posicionada que o Brasil e que, talvez, essa fosse a explicação.
Alguém aí sabe como funciona o transporte coletivo na Coréia do Sul?
Obrigado!
Enviado por Fernando Moreira –
08.02.2013
|
15h42m
Pobres moram em gaiolas para coelhos em Hong Kong
Hong Kong (China) é uma das cidades mais ricas da Ásia, com mansões hollywoodianas, arranha-céus imponentes e shoppings com as grifes mais chiques do planeta. Mas também tem as suas mazelas.
Os mais pobres – quase miseráveis – moram em gaiolas geralmente usadas para abrigar coelhos.
O aposentado Leung Cho-yin (na foto abaixo), de 67 anos, paga cerca de 330 reais pelo aluguel mensal de uma gaiola de 1,83m de comprimento por 0,76m de largura.
Dezenas de milhares de moradores de Hong Kong habitam gaiolas nas áreas menos favorecidas da cidade. As gaiolas ficam empilhadas como se fossem beliches.
oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2013/02/08/pobres-moram-em-gaiolas-para-coelhos-em-hong-kong-485659.asp
Enquanto alguns se limitam a reclamar da falta de espaço, há aqueles que se viram e fazem.
Neste incrível vídeo (de apenas 4 minutos), um arquiteto transformou um minúsculo apartamento de exíguos de 30 m2 em uma mansão com 24 aposentos.
Para quem quiser o mesmo vídeo, só que bem mais completo:
http://www.youtube.com/watch?v=WB2-2j9e4co
Sou um leigo em assuntos econômicos, e ao ler esse artigo fiquei impressionado como os fundamentos do liberalismo econômico foram determinantes para o desenvolvimento econômico de Hong Kong. Mas muitos economistas de esquerda ressaltam a importância do dirigismo estatal “estratégico” associado à iniciativa privada e ao capital estrangeiro no caso dos tigres Coréia do Sul e Taiwan. Gostaria de saber qual foi o papel do estado nesses países na perspectiva dos austríacos liberais, se foi danoso ou necessário para o desenvolvimento industrial exportador daqueles países?
Pois é, não falta economista dinossauro-desenvolvimentista querendo que o Brasil implante (novamente) um modelo industrial baseado nessa relação estreita entre empresários e governo, como ocorreu nos anos 70 na Coréia. Leia-se Beluzzo, Ciro Gomes, Delfim Neto e companhia, e ainda culpam a ‘desregulamentação’ financeira dos anos 80 e 90 pelo desmantelamento desse sistema no leste asiático. Alguém do IMB poderia me indicar artigos bons sobre a crise de 97 do Sudeste Asiático, se não for incômodo, porque aqui na faculdade só se lê essa gente^^
O crescimento econômico não é suficiente para erradicar a pobreza. A afirmação é do diretor da Oxfam, instituição não-governamental de promoção da inclusão social, em Hong Kong, Chong Chan-Yau, ao citar os números da sua própria cidade. Ele fez palestra hoje (17) na 32ª Conferência Internacional de Bem-Estar Social, que acontece até a próxima quinta-feira, em Brasília.
Segundo ele, Hong Kong tem um dos maiores Produtos Interno Bruto (PIB) per capita do mundo (R$ 25 mil), mas 28% da sua população vivem na pobreza, igual ao índice do México. E a situação piorou nos últimos anos. Em 1994, eram 27,2% dos moradores dessa ilha no sudeste da China.
"Os indicadores demonstra que o crescimento econômico não vai erradicar a pobreza. Temos que ter políticas sociais corretas", disse Chong Chan-Yau. " Caso contrário, a pobreza perpetuará de geração à geração."
O diretor enfatizou em seu discurso a situação dos milhares de migrantes no interior da China. "Esses trabalhadores, em sua grande maioria, são analfabetos, têm salários baixos, fazem mais horas de trabalho e não são cidadãos com acesso a direitos, como escola para os filhos", relata.
Para a professora da PUC São Paulo, Aldaiza Sposati, a sociedade "tem exigido que os miseráveis, que vivem sob o estigma do que não se esforçam e que são culpados pela sua própria situação, exerçam milagres sem o mínimo investimento financeiro para alcançar ."
A exclusão também norteou a fala do professor da Universidade Católica de Brasília, Vicente Faleiros, que utilizou dados oficiais para mostrar a desigualdades sociais no Brasil em relação ao acesso a mercado de trabalho e serviços públicos . Ele citou ainda o agravamento da pobreza nas regiões metropolitanas. Segundo o professor, apenas 13% da população participa de associações comunitárias
O Brasil precisa evoluir; e descobrir um meio de escapar da "TRILOGIA MACABRA": PT / PSDB / PMDB. De outra forma, este país vai continuar sendo uma imensa Banana Republic; com ou sem PT no poder!
O PT, PSDB e PMDB representam os interesses da "MASSA de PARASITAS", composta por funcionários públicos, ONGs, oligarcas parasitas (Eike “X” Batista, Odebrecht, JBS/Friboi, Banco Itaú, etc.), sindicatos e “Bocas Família” de todo tipo…
Por outro lado, os brasileiros tem mania de confundir DITADURA MILITAR com governo de direita. No entanto, ufanismo, protecionismo e dirigismo (típicos de regimes militares) não tem NADA a ver com políticas de direita.
O Brasil precisa de um verdadeiro partido político de direita, que seja o inspirado nos princípios de livre mercado, defendidos por Ronald Reagan, Margaret Thatcher e The Heritage Foundation.
Os políticos brasileiros precisam entender (de uma vez por todas) que os eleitores brasileiros não suportam mais o socialismo; seja “VERMELHO GERIÁTRICO CUBANO” ou “ROSA BOMBOM ESPANHOL”!
A revolta do povo brasileiro contra o regime Lulo-Petista não é comandada por nenhum partido político; e por isto tem muita semelhança com o movimento do TEA PARTY americano.
Ambos movimentos são reflexo de um profundo sentimento de revolta contra os abusos da classe política dirigente. Agora, o Brasil precisa de políticos como o Senador Ted Cruz (R-Texas), que tenham a coragem necessária para representar os verdadeiros anseios dos cidadãos.
De fato, as aspirações dos brasileiros do “15 DE MARÇO” e dos americanos do TEA PARTY são as mesmas:
(i) Eliminar a corrupção, dentro e fora do governo;
(ii) Combate à criminalidade (ZERO TOLERANCE) e absoluta proteção ao direito de legítima defesa dos cidadãos;
(iii) Redução drástica dos impostos, controle do déficit público e máxima transparência no uso do dinheiro público;
(iv) Menos interferência do governo na economia e adoção do regime de livre comércio internacional;
(v) Interferência mínima do governo na vida dos cidadãos; com absoluto respeito às liberdades individuais e à propriedade privada;
(vi) Política externa corajosa, capaz de frear o neo-imperialismo russo e neutralizar as ameaças representadas por “rogue states” (VENEZUELA, CUBA, CORÉIA DO NORTE, IRÃ e ISIS).
video.foxnews.com/v/3949443663001/ted-cruz-calls-obamas-cuba-decision-a-tragic-mistake/?playlist_id=930909813001#sp=show-clips
Leandro ou algum colaborador do site,
Destaco esse trecho do artigo: “O retorno de Hong Kong à China era inevitável, assim como era inevitável a determinação do governo chinês em preservar o capitalismo de Hong Kong. O interesse da China em preservar sua galinha dos ovos de ouro era claro: a China sempre utilizou Hong Kong — a qual ela podia atacar e tomar à força a qualquer momento — como um meio de acesso aos mercados estrangeiros e também como fonte de capital. Houve épocas em que 80% das receitas externas da China entrava através de Hong Kong. A China também queria demonstrar a Taiwan que uma reunificação pacífica era possível.”
A China vem crescendo acima de dois dígitos nos últimos anos e puxando a economia de vários países dependentes. De acordo com esse trecho destacado acima, bem como o contexto geral dos dois artigos, podemos crer que, nesse tal “crescimento meteórico” alardeado sobre a China teria um “dedo” da economia de Hong Kong? Se sim, qual o motivo de isso nao ter sido justamente creditado?
Um detalhe: quem compra no Ebay (aberto a vários países) pode observar que há diversos vendedores de Hong Kong. Aliás, são muito honestos e cumprem o prometido. Já o Aliexpress, exclusivo dos chineses, não é bem assim…
E sobre esses relatórios? Qual a opinião dos senhores?
https://www.hongkongfp.com/2015/10/18/poor-results-in-government-poverty-report/
http://www.povertyrelief.gov.hk/pdf/poverty_report_2015_e.pdf
Recordar é viver! Olha a linda conclusão deste comentário iluminado!!!!! Kkkkkkkk
Anarcofóbico 18/02/2014 20:27
O que vocês parecem não querer entender é toda essa mácula ao humanismo gerado pelo capitalismo! Muitos se tornaram celerados diante das imposições maléficas do capitalismo, que pretende destruir a bondade e a preocupação com o social e coletivo. O socialismo é muito importante porque não permite que um cresça e deixe outro para trás! Às vezes é preciso deixar a razão e a lógica de lado e pensar com o “coração”! Veja como o capitalismo tem tentado destruir a Venezuela e Cuba, os maiores paraísos onde o homem deseja viver. Sei que muitos foram manipulados por agentes da CIA e estão tentando levantar uma leve oposição, mas percebam o quanto a ausência de estado quase destruiu civilizações inteiras! É por isso que o Brasil tem experimentado um crescimento sem comparação, mercado aquecido, muitos empregos, ou seja, o socialismo está melhorando nossas vidas! E vai ficar cada vez melhor qdo chegarmos ao nível de Venezuela e Cuba em breve! Se Hong Kong é tão bom, pq vcs não se mudam pra lá?
Como hong kong resolveu a realocação das favelas? Demoliram? Novas moradias foram lentamente substituiindo?
Excelente artigo!
O país A vai invadir o país B. Eu sou o general do país A. Como eu posso utilizar o método da praxeologia para vencer a guerra? E como o método da “economia mainstream” pensaria?
Vou colocar em uma forma de menor escala
Eu sou um tenente do país A. O objetivo é invadir uma mansão protegida para capturar um general inimigo e os documentos secretos.
O que eu posso utilizar como axiomas? E por que? A ação do tenente, no mainstream, seria de acordo com estatísticas?
Olhem que legal, achei alguns vídeos:
– Hong Kong em 1960;
– Tóquio em 1966;
– Seoul em 1970;
Nessa época, Venezuela era um dos lugares mais ricos do mundo. Dá para acreditar? Brotando petróleo e liberdade econômica sempre funciona. Mas sem petróleo também, como Hong Kong mostra.
Cingapura tem sorte de não ter sido da China, mas eu não duvido de que os bandidos do Partido Comunista Chinês nunca tenham pensado em invadir a cidade-estado, ou que não estejam pensando agora mesmo sobre isso.
[OFF]
Meus queridos, nesses últimos tempos as redes sociais atingiram um novo patamar de “cancerosidade”, está difícil lidar com toda essa lambição de saco da China, as partes intimas do ursinho Pooh devem estar na carne viva à essa altura.
Mas aí eu pergunto:
1. A China realmente vai conseguir tomar o lugar dos EUA num futuro visível? Pergunto isso pois embora não seja tão difícil imaginar a China ultrapassando a terra do homem laranja mau em PIB bruto, o PIB per Capita ainda está muito distante, e isso implicando que os dados divulgados pelo PCC estejam corretos, o que pode muito bem não ser a realidade visto que é um país bastante fechado e com histórico de manipulação de dados econômicos.
2. Alguns dizem que a China vai acabar estagnando como o Japão, visto que as taxas de crescimento caem ano após ano, a política de filho único foi um tiro no pé, já que agora as taxas de natalidade caíram a níveis risíveis, o que pode causar um grande envelhecimento da população do país daqui à algumas décadas, e geopoliticamente a China se encontra cada vez mais isolada, visto que a Índia me parece bastante disposta e e tornar uma autêntica pedra no sapato do PCC, e recentemente vem se aproximando militarmente da Austrália e dos EUA, o Japão está se armando, assim como as Filipinas, e a Austrália vem investido pesado em sua marinha e força aérea, nos EUA e além o sentimento anti-China está batendo recordes. Aí eu pergunto, isso faz sentido? Usinhopoohlândia de fato caminha para isso?
3. Quanto à Índia, muitos dizem que ela será a nova China em termos de crescimento nas próximas décadas, e ouve-se com certa frequência de grandes empresas deixando a terra do ursinho rumo à terra das vacas sagradas. Vocês diriam que isso realmente vai ocorrer?
Obrigado!
Seguidores do Instituto Mises, me tirem uma dúvida: recentemente estou vendo os trabalhos de católicos austri-libertários, como Thomas Woods, Jefrey Turcker, Tony Floyd, etc, que mostram a compatibilidade entre o catolicismo e o ancap. Mas eu não sei se eles falam de um tipo de libertarianismo específico ou se todos se encaixam(não li os livros), e minha dúvida é se o utilitarismo ancap pode se encaixar nisso(não sou utilitarista ancap). Alguém que tenha um conhecimento sobre assunto poderia me esclarecer isso?
Hong Kong é cheio de gado.
Vamos criar o milagre econômico paulista. Precisamos tirar São Paulo dessa bomba que é o “Brasil”, e manter nosso verdadeiro país com livre mercado e liberdade individual.
Imposto é roubo. Sonegação, desobediência civil, empreendedorismo e divulgação das ideias da liberdade é o caminho.
Queria aproveitar esse artigo pra pedir um auxílio para explicar a seguinte matéria:
reporterbrasil.org.br/2020/06/remdesivir-por-que-o-unico-remedio-aprovado-para-coronavirus-deve-chegar-com-preco-exorbitante-ao-brasil/
Como o capitalismo resolve isso? Não venham com agressividades, por gentileza, é um questionamento autêntico, eu realmente quero saber como é visto esse tipo de comportamento perante o mercado. Para a visão liberal, o que a empresa está fazendo, é aceitável e a empresa deve ser ‘deixada em paz’? Cobrar preços gigantescos dos remédios pelo mero fato de ser patenteado?
Obrigado!
Para Cowperthwaite, no entanto, a compilação de estatísticas para planejamento econômico era um anátema. Ele simplesmente se recusou a coletá-las. Quando Milton Friedman lhe questionou, em 1963, a respeito da “escassez de estatísticas”, Cowperthwaite respondeu: “Se eu deixá-los coletar estatísticas, irão querer utilizá-las para planejar a economia”.
Com a notícia do cancelamento do Censo 2021, “especialistas” já começaram a chiar, dizendo que o adiamento do censo iria prejudicar o “planejamento de políticas públicas”.
Lembrei-me imediatamente deste artigo do IMB, especialmente o trecho destacado acima.