Obs: o artigo a seguir foi baseado neste artigo
de Bryan Caplan
Sempre
que publicamos um artigo que faz a defesa de uma sociedade livre de
intervenções e coerções estatais, os defensores do sistema vigente
estrilam. Em vez de contra-atacar com
argumentos racionais, eles se limitam apenas a apelar para efusões de
sentimentalismo, como se afetações de “preocupação para com os desvalidos”
fossem argumentos imbatíveis.
Em
vez de atacarem os argumentos éticos, morais e econômicos em prol de uma
sociedade livre, tudo o que eles fazem é inventar algumas hipóteses “desumanas”
que, segundo eles, seriam frequentes em um ambiente de liberdade.
Eis
os exemplos mais comuns desta afetação de coitadismo a que recorrem:
“Sem saúde pública, o que ocorrerá a um sujeito pobre que
ficar doente, não tiver plano de saúde, e não conseguir convencer amigos,
familiares ou instituições de caridade a pagarem por seu tratamento?”“Sem educação pública, como os pobres irão se educar?”
“E se um idoso for fraudado por uma empresa de previdência
privada e os criminosos desta empresa desaparecerem com todo o seu dinheiro?”“E se uma criança pobre estiver morrendo de fome nas ruas,
e ninguém se oferecer para alimentá-la?”“E se um sujeito sem instrução e sem nenhuma habilidade
prática não conseguir arrumar um emprego, quem irá ajudá-lo?”
Se
você é um libertário, certamente já teve de lidar com estas e várias outras
perguntas. O real objetivo do inquisidor
é fazer você dizer “Ah, isso não é problema meu!” e parecer um desalmado
indigno de ser levado a sério.
Entretanto,
o que sempre nos intrigou, o que jamais conseguimos entender, é por que os
libertários quase nunca fazem perguntas análogas aos defensores do estado. Afinal, o arranjo que eles defendem não
apenas já existe, como vivemos nele e testemunhamos diariamente os inúmeros e
explícitos atentados aos mais básicos direitos humanos e às mais básicas
liberdades individuais cometidas por ele.
Mais
ainda: o pior cenário que os defensores do estado imaginam que irá ocorrer em
um cenário de liberdade já ocorre
rotineiramente no cenário estatista que eles defendem.
Sendo
assim, eis algumas perguntas às quais os defensores do estado devem responder:
“E se o Congresso aprovar uma lei injusta, o presidente
sancioná-la e o Supremo Tribunal impingi-la?”“E se o governo decretar que é proibido trabalhar em troca
de um determinado valor salarial?”“E se o governo proibir a concorrência em determinados
setores da economia?”“E se o governo quiser desarmar a população?”
“E se o governo for leniente com sequestradores, assassinos
e grupos terroristas ideologizados?”“E se o governo estipular que as empresas devem contratar
de acordo com critérios de cor e preferência sexual, e não de competência?”“E se o governo decretar que determinadas opiniões são
proibidas, sendo passivas de encarceramento?”“E se o governo estipular que apenas seus empresários
favoritos podem receber subsídios e atuar em determinados mercados?”“E se o governo resolver desapropriar moradores pobres para
construir ruas, estradas ou complexos esportivos nesses locais, favorecendo
suas empreiteiras favoritas?”“E se o governo decidir encarecer a importação de produtos
de qualidade?”“E se o governo estipular regras e burocracias que
dificultem sobremaneira o empreendedorismo?”“E se o governo decretar que apenas os seus serviços de
segurança e justiça podem ser utilizados? E se estes forem ruins?”“E se os integrantes do governo praticarem corrupção? Quem irá puni-los, uma vez que os serviços de
justiça foram decretados monopólio estatal?”“E se o governo assumir o controle da educação, determinando os currículos das escolas e das universidades, tornando a população mais imbecilizada?”
“E se o governo assumir o monopólio da moeda e decidir
inflacioná-la continuamente, destruindo a poupança e o poder de compra dos trabalhadores?”“E se o governo aumentar continuamente o confisco da renda dos
cidadãos para repassar o butim à sua própria burocracia e a grupos de interesse
politicamente bem organizados?”“E se o governo me recrutar compulsoriamente e me enviar para
uma guerra injusta, e eu sofrer uma morte horrenda e dolorosa?”“E se aquele pobre para quem o governo dá esmolas resolver
gastar todo o dinheiro com cachaça, cigarro e jogatina?”“E se uma pessoa se entregar a um estilo de vida nada
saudável e onerar a saúde pública?”“E se o governo decidir encarcerar pessoas pelo simples
fato de elas injetarem determinadas substâncias em seus próprios corpos?”“E se uma pessoa, levada pela certeza de que a Previdência
Social cuidará dela até sua morte e que o governo lhe dará todos os remédios
necessários, se entregar a um estilo de vida pouco saudável e ter uma velhice
inválida e sofrida?”“E se o governo decidir que eu sou obrigado a financiar
programas dos quais discordo moral e eticamente?”“E se o governo decidir mandar para a cadeia todos aqueles
que não lhe pagarem tributos?”
Note
que, uma vez que você começa o jogo do “e se”, é difícil parar de
imaginar hipóteses. Pense em qualquer
sistema político: garantimos ser capazes de gerar infinitas hipóteses desconcertantes
para irritar seus defensores.
Eis
a lição a ser aprendida: absolutamente toda e qualquer perspectiva política terá
em algum momento de dizer “Ah, isso não é problema meu!” quando confrontada com
um “e se” bem construído. Ao
passo que não há nada de especialmente insensível ou cruel no libertarianismo,
já houve inúmeras crueldades realmente praticadas por todos os outros tipos de
governo. Defensores da democracia, do nacionalismo,
do socialismo, do progressismo, do politicamente correto e da social-democracia
— todos, em algum momento, após serem pressionados a se posicionar a respeito
de algo trágico ocorrido sob o tipo de governo que defendem, simplesmente dirão
em um tom lamentoso que “a vida é dura”. Outros, mais irritados, dirão “o que
você quer que eu faça quanto a isso?”.
É
essencial ressaltarmos que, enquanto os críticos da liberdade se reduzem a
apenas inventar hipóteses ruins que poderiam ocorrer em um sistema sem coerção
estatal, todos os nossos “e se” acima apresentados já são realidade em um sistema de coerção estatal.
Todos eles já estão ocorrendo neste exato momento sob o sistema de
governo que eles defendem. Por que somos
nós que temos de ficar na defensiva ao advogar um sistema que se oponha a tudo
isso? Eles é que têm de apresentar
justificativas para o sistema atual.
Nunca testemunhamos a ocorrência de uma sociedade libertária; vivemos em
uma sociedade estatista. Quem defende o
atual modelo, com a existência de um estado, é que tem a obrigação de responder
de pronto a todas as perguntas acima. E
então, só então, ele estará em posição de fazer perguntas.
No
que mais, utilizando os conhecimentos da ciência econômica, podemos saber
antecipadamente que a riqueza e a caridade privada em uma sociedade sem coerção
estatal seriam mais pronunciadas do que na atual, sendo suficientes para acabar
com a pobreza absoluta. Se ainda há pobreza absoluta no atual sistema,
após séculos de gerência estatal, então seus defensores devem respostas.
Por
que, enfim, essa duplicidade de comportamento?
Como pode o defensor da espoliação exigir respostas do defensor da
não-agressão? Que inversão moral é essa? Por que o defensor da liberdade é que tem de
explicar a superioridade ética e moral deste arranjo? Por que o defensor da coerção ganha um passe
livre? Por que os estatistas nunca devem
dar explicações de nada?
A
raiz deste comportamento esquisito está na propensão das pessoas a apoiar o status quo. A maioria das pessoas tolera as consequências
desagradáveis do status quo porque já
se acostumaram a ele. Assim como um
escravo acaba desenvolvendo uma afeição por seu senhor, ou um sequestrado
começa a se sentir atraído por seu raptor, as pessoas igualmente passam a ser
incapazes de imaginar como seria viver sem ser espoliadas e tolhidas. Pior ainda: passam a crer que os tipos de
agressão e descaso a que são rotineiramente submetidas pelo estado são normais
e fazem parte da vida.
Você
foi recrutado contra a sua vontade pelo exército e perdeu anos de sua vida
neste regime de semi-escravidão? Fazer o
quê, é a vida. Foi encarcerado por ter injetado
em seu corpo uma determinada substância não aprovada por burocratas? Que pena. Teve vários ativos confiscados porque não deu
a “quantia correta” de dinheiro para sustentar o estado? Bem feito por não obedecer! Foi assaltado e a polícia não lhe
ajudou? Melhor sorte da próxima.
A
maioria das pessoas não toleraria algumas ramificações do libertarianismo —
como a total responsabilidade individual e a necessidade moral de ajudar ao
próximo — porque elas estão acostumadas a um mundo em que o governo diz “Não
se preocupe, estamos no controle de tudo.
Estamos cuidando de você.”
Sinceramente,
o que há de tão reconfortante nessa garantia estatal? Mais ainda: o que há de tão reconfortante nessa
garantia quando ela vem acompanhada de uma lista de inúmeras mazelas diariamente
cometidas pelo governo?


Esse artigo é meu atestado de burro cum laude. Conheço o IMB há 4 anos e jamais havia pensado nisto…
Bom dia!
E quais as melhores respostas para dar aos simpatizantes do estado forte?
abs
E aí IMB! Penso que todos ou que pelo menos o maior número de pessoas deveria ler os elucidativos artigos do Mises Brasil. Confesso que, cotidianamente, os leio sempre. Gostaria, com a sua devida aprovação, de poder divulgar este artigo em especial no meu blog O subversivo do século XXI. Anon, O nato-anarquista.
Fantástico!!!!!
ISSO É O QUE TEM QUE SER FEITO!!!
Esse magnífico texto devia ser reproduzido em todos os blogs que defendem a liberdade, deveria ser “viral” …até se criar videos.
SUPREMO!!!
“Em vez de contra-atacar com argumentos racionais, eles se limitam apenas a apelar para efusões de sentimentalismo, como se afetações de “preocupação para com os desvalidos” fossem argumentos imbatíveis.”
Sem palavras para elogiar:
“Se você é um libertário, certamente já teve de lidar com estas e várias outras perguntas. O real objetivo do inquisidor é fazer você dizer “Ah, isso não é problema meu!” e parecer um desalmado indigno de ser levado a sério”
Exatamente isso, enquanto os defensores da liberdade igual para todos, DEFENDENDO os DIREITOS individuais inerentes, se contentam em defender a superioridade do resultado economico da liberdade (muito dificil de ser apreendido pela massa, além de exigir TRABALHOSO exercicio intelectual), os inimigos da liberdade alheia, e alguns que invergonham a espécio, até da própria, apelam para artificios emocionais emulando um clamor moral para sustentar suas baboseiras safadas, engrupindo assim os estúpidos ansiosos por se exibirem moralmente (não éticamente) superiores, até com pretensões de uma “ética social” ou “justissa çosssial”.
É lógico que sem qualquer crítica moral ou ética eles prosperam com sua canalhice como se as mais belas intenções. Afinal, muitos ditos liberais ou libertários pouco se importam com uma estrutura ética, focando pontualmente algumas questões sem se imporem principios invioláveis (direito pode ser espontaneamente cedido ou negligenciado, é justo, não pode ser é violado sem o consentimento de seu detentor – essa é uma precaução, pois que muitos fingem entender que direitos não podem ser cedidos, justamente para dizer que caridade é proibida por quem defende a JUSTA liberdade).
O texto que ha anos sonhava ver alguém postar.
Parabéns, com extremo louvor!!!
…E SE:
Se os membros do Estado, organizados em partidos de lealdade mútua em nome da hegemonia do Estado sobre a população, sendo eles os determinadores de de concursos públicos e responsáveis pela montagem das provas, rfizessem concursos de modo a colocarem nos cargos de Poder SOMENTE OS MILITANTES DA CAUSA, ALGO ASSIM COMO NO COMANDO DA IGREJA SÓ ENTRAM DEFENSORES DA EXISTENCIA DE DEUS; ou NUMA QUADRILHA DE BANDIDOS SÓ ALÇAM A CHEFIA AQUELES QUE DEFENDEM A BANDIDAGEM. Ora, isso é fácil de perceber como inevitável. Se o Estado é um me3io de se ter uma vida confortável escravizando a população, é certo que os beneficiários do estado defenderão sua existencia e Poder absoluto sobre a população. Fora isso, MONTADORES DE PROVAS PARA CONCURSOS QUE SEJAM COMPROMETIDOS COM PARTIDOS TEM O INTERESSE E MESMO AS ORDEM PARA COLOCAR EM POSTOS DE PODER OS MILITANTES DESTES PARTIDOS. Estes militantes terão grande dívida de gratidão não só com o partido que lhes garantiu a boa vida, mas também defenderão o Poder do Estado por dele usufruirem. Claro que os POLITICOS AMIGOS E MESMO OS CORTESÃO DO PARTIDO TERÂO TRATAMENTO PRIVILEGIADO no judiciário, na receita federal, na policia de elite e etc.. Assim, não veremos jamais a alta ghierarquia do partido e mesmo a alta militancia (os iniciados) pagando por seus crimes.
É do interesse da organização a fidelidade dos integrantes e esta é conseguida dando a estes grandes privilégios sobre os súditos do Estado. Ou seja, aqueles que obtêm sua boa vida ou apenas sua boa renda em desproporção, ou não, ao trabalho realizado, tendem a se tornarem defensores da organização que os sustenta, PRINCIPALMENTE SE ESTA É UM MONOPÓLIO, O MONOPÓLIO DA FORÇA, DA VIOLÊNCIA, O MONOPÓLIO DA USURPAÇÃO DO TRABALHO ALHEIO, O MONOPÓLIO DA ESCRAVIZAÇÃO.
Cá entre nós, as gravuras que ilustram os artigos do Instituto são um espetáculo à parte. Encaixe perfeito junto aos textos. Parabéns pela criatividade!
Equipe IMB,
conheci o site há alguns meses e já li muito e comprei alguns livros, PARABÉNS.
Estou convencido a respeito da superioridade moral, ética do Anarcocapitalismo.
Li em outro post, comentários contra o termo “anarco” q teria conotação ruim. Mas estou percebendo o oposto. O termo tem uma ótima aceitação, principalmente entre os esquerdistas e direitistas (são assim porque aprenderam chavões nos bares e escolas, ninguém nunca leu algo a respeito). Os esquerdistas topam na hora e eu tenho q pedir para eu explicar um pouco melhor. Os direitistas rejeitam na hora e daí preciso explicar um pouco.
É preciso divulgar o termo ANARCOCAPITALISMO para despertar a curiosidade:
1) Existe um símbolo? O símbolo anarquista com um “C” parece perfeito. Variar as cores seria coerente.
2) Um outro site com o nome ANARCOCAPITALISMO seria bom.
a- Os artigos vocês já tem na seção “anarcocapitalismo”. Vídeos.
b- Seção de perguntas e respostas rápidas e respostas defensivas com indicação dos artigos “para saber mais”.
c- vídeo-clipe para passar a ideia da opressão do Estado (tipo V de Vingança), da ignorância, controle, manipulação (tipo matrix), e sobre como seria um país anarcocapitalista… poderiam fazer sucesso no toutube.
3) Vender adesivos (só com o símbolo e o site) para serem colados nos carros, camisetas, agasalhos, etc seria bom para arreacadar $ e para divulgar o site.
4) No site poderia haver um link para uma petição para a criação do partido (infelizmente) Anarcocapitalista.
Abs,
Nigro
Excelente artigo!
@Equipe IMB: “…Entretanto, o que sempre nos intrigou, o que jamais conseguimos entender, é por que os libertários quase nunca fazem perguntas análogas aos defensores do estado…”
Putz, agora quem ficou intrigado fui eu. Como foi que eu nunca fiz essas perguntas para os estatistas???
Ia fechar com chave de ouro, mas…
“Foi encarcerado por ter injetado em seu corpo uma determinada substância não aprovada por burocratas? Que pena.”
Querer acabar com uma droga que é o estado usando outro tipo droga, não me parece coerente.
Posso fazer uma lista aqui de coisas absurdas que vc poderia fazer com vc mesmo e o estado não ia mover um cabelo para proíbir ou punir. O que está errado aí é a punição pelo estado, não a prática de consumo/tráfico ou ambos?
Sinceramente esse tipo de argumento não soma nada, ficou áté parecendo que o próprio autor de vez em quando dá uns picos hehe, bom brincadeiras a parte. Infelizmente o partido libertário também vai pelo mesmo caminho, como pode ser visto em uma entrevista do Ricardo Salles que agora é acessor do Alckimin.
Fico muito puto quando passso em frente a central e vejo aquela faixa da Secretaria da diversidade Sexual, eu que ainda vivo de aluguel.. E dando de alguma forma dinheiro pra essas caras.
Porém, existe uma possibilidade nessa configuração de que o estado não puna mais o viciado/traficante mas que seja possível a associação de pessoas contrárias a prática que visando educar/corrigir/coibir etc, que seja sustentada por dinheiro próprio e não público, isso eu concordo. Querer impor o libertarianismo é pura ideologia o que tem que ser corrigido são os desvios, não os acertos.
continuando com as perguntas “originis” feitas pelos estatistas:
1) Sem o estado, como nos defenderíamos de uma invasão alienígena?
2) Porque vcs defendem o anarcocapitalismo se as sociais democracias escandinavas estão tão bem?
3) Sem o estado, o que impede que uma gangue ou uma corporação domine uma população?
4) Se vcs não gostam do estado, porque não vão embora para a Somália?
5) Porque não defender o socialismo se ele foi tao bem implantado em Cuba.
A resposta do Sr.Fernando Chiocca é extremamente interessante. Perguntaram outro como seria se houvessem ruas particulares uma pessoa me disse assim: Mas como eu teria que pagar para passar com o meu carro nas ruas; e se um pobre ficasse doente, e eu argumentei que você atualmente já paga tudo, Iptu,ipva,imcs,cartão zona azul,inss,imposto sobre todos os bens de consumo e de renda. hoje voce ja paga tudo.
O pior é que os estatista menospreza seus semelhantes e dizem voce não é capaz de decidir, nós vamos decidir por voce. Mas o estado que eles temem no futuro já existe hoje, crianças abandonadas na rua, pessoas doentes que esperam vagas para cirurgia que morrem antes das vaga sair, cidadão que tem seus bens roubados além do roubo do estado, e com a hipocrisia eles alertam: não reajam e mesmo sem reação varias pessoas já morreram. Adam Smith provou que a superioridade do interesse proprio sobre o coletivo. Racionamento na saude, educação segurança. O estado gastador e desperdiçador. O interesse proprio promove o bem geral mesmo para desconhecidos, inimigos. Um afgão que tem um ipad, foi beneficiado por Steve Jobs, sem que nenhum conhecesse o outro. Existe um contraste entre a religião e o capitalismo: e um autor chamado Dotti conclui que o interesse proprio é uma força mais eficiente e motivadora que o autruismo, palavra que estatistas americanos adoram assim como compaixão. Deveriamos um arquivo de perguntas a fazer aos estatistas e perguntas mais frequentes que os estatistas fazem. E devemos propagar que os capitalistas são pessoas comuns, pacificas, tipicamente comerciantes, no mercado tentando vender seus produtos, satisfazendo os gostos de seus amigos, inimigos e indiferentes. No mercado o capitalista é o servo tentando imaginar como oferecer o que o mercado pede. Tento propagar o Mises Brasil o maximo que posso. Algum problema a resolver: mercado neles.
Estatistas são um bando de alienados sem argumentos sólidos,um bando de passivos,ovelhas sem pastor caminhando para o precipício.São uns verdadeiros coitados.
Offtopic: Lembro de um dia ter visto aqui alguém postando um link para um artigo (ou livro. Não lembro bem) sobre revisão libertária da história. Não lembro se era história mundial ou mais focada no Brasil. Tanto faz. Alguém sabe me dizer onde encontro? Obrigado
E se o governo utilizar o seu dinheiro para financiar o mensalão?
E se o governo te espoliar para criar estádios de futebol no meio do nada?
E se o governo extorquir o fruto do seu labor diário para fazer a transposição do rio São Francisco com fartos indícios de superfaturamento, ingerência e desperdício?
E se o governo, às expensas dos cidadãos, criar cargos com salários lotéricos em conselhos deliberativos de estatais inoperantes?
E se o governo, no Dia Internacional da Mulher, isso aqui para gerar desemprego feminino?
Em parte, os apologistas do Estado tem “razão” em seu discurso, e deveríamos dar um desconto ao discurso deles, pois o que eles estão atacando é um espantalho.
O que eles chamam de “capitalismo selvagem” na verdade é capitalismo de Estado, mercantilismo, patrimonialismo, keynesianismo e todos os “ismos” anti-livre mercado.
A menos que o sujeito seja um político/empresário/banqueiro e tenha total consciência das regras do jogo, creio que chamar um sincero defensor do Estado de idiota não adianta nada.
A “melhor” resposta que se recebe ao fazer estas perguntas sugeridas no site é: “devemos educar a população para que, nas próximas eleições, votem de forma consciente e escolham os candidatos corretos. Quando as pessoas ‘corretas’ estiverem no poder, aí sim nada disso acontecerá e todos seremos felizes. Mas somente com uma educação pública, gratuita e de qualidade, é que as pessoas terão capacidade de escolher os líderes corretos”.
É triste…
Anarquistas defendem o fim do Estado. O problema não é o Estado em si, o problema são os políticos esquerdistas que estão no Legislativo e no Executivo (vide todos os partidos serem de esquerda).
A esquerda está moldando o Brasil a décadas, atribuindo várias bizarrices aqui mesmo. Não aconteceu a ‘lei da palmada’, ‘lei da homofobia’?
Esse é o gramcismo, moldando a sociedade através de décadas.
O que o Brasil precisa é de um governo como o São Luís que governou a França no século XIII. Naquela época, a França tava uma bagunça, uma anarquia (exatamente o que o pessoal aqui defende). Pois ele, Luís IX subiu no trono e colocou ordem. Pena que o FDP do Filipe IV (o “Belo”) estragou tudo o que seus ancestrais fizeram.
Deu até vontade de copiar e fazer um viral!
Ótimo artigo do IMB como sempre! Me sinto muito burro por não ter pensado nisto antes.
“E AS RUAS? COMO FICARÃO AS RUAS?!” – É o que mais escuto.
Descobri este site recentemente e tenho gostado das ideias lançadas aqui, mas (ainda) não consigo visualizar a viabilidade delas ‘na prática’, apesar de na teoria serem bem formuladas e lógicas.
Gostaria mesmo era de poder observar um ‘laboratório’ em que essas ideias fossem praticadas integralmente para que pudéssemos aferir os reais benefícios do programa ‘governo zero’. Mas, como diria Lulu Santos: “A Humanidade caminha com passos de formiga e sem vontade”. Vejo que ainda teremos muitos anos (talvez para meus bisnetos verem e usufruírem) até que o Ser Humano tenha maturidade suficiente para viver em uma sociedade sem a necessidade de um paizão estatal pra tomar conta da gente.
Pai só tenho dois: Deus e meu pai biológico.
O estado principalmente o nosso brasiliuiu está mais pra padastro daqueles bem fuleco.
Permita-me refutar os questionamentos do texto:
(Pode-se solucionar TODOS os desafios com uma educação pública de qualidade)
“”E se o Congresso aprovar uma lei injusta, o presidente sancioná-la e o Supremo Tribunal impingi-la?”
Injusta para quem? Minha experiência com o debate econômico no IMB me levou a compreender o quão rígida é a deontologia libertária. Na democracia, a vontade do povo é o único fator que determina a justiça de um ato(Apesar de ela ser facilmente manipulável pela mídia golpista que impõe o conservadorismo). Na tirania, é a vontade da classe dominante(Que geralmente é a burguesia).
Platão explica que apenas o filósofo possui a alma magnânima capaz de identificar ideais e, em função desses, moderar o mundo em prol do bem comum. A justiça para com a fortuna do mercador ambicioso de nada vale próxima à batalha do pensador pela justiça de todos. Se até hoje foram escritas leis injustas, é porque homens irascíveis e concupiscentes estiverem comandando a lei. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo decretar que é proibido trabalhar em troca de um determinado valor salarial?”
Analise o contexto. Se houver super-exploração de uma grande oferta de mão-de-obra, é mais que justo que o governo imponha um rígido salário mínimo para impedir que a lei de oferta e procura acabe com os salários. Tal medida é benéfica principalmente aqueles com pouca experiência e qualificação, pois os impedirá de serem explorados e alienados. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo proibir a concorrência em determinados setores da economia?”
Se for em prol do bem comum, nada a comentar. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo quiser desarmar a população?”
É mais que necessário. O homem é incapaz de controlar seus próprios instintos. Estando armado, ele é um risco a todos ao seu redor. Cabe ao estado a proteção da população, caso essa for privatizada, surgirá apenas matança sem sentido. Entretanto, pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo estipular que as empresas devem contratar de acordo com critérios de cor e preferência sexual, e não de competência?”
Pode-se solucionar tais problemas também com uma educação pública de qualidade. Tais cotas são medidas para a promoção social de minorias excluídas pelo capitalismo predatório. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo decretar que determinadas opiniões são proibidas, sendo passivas de encarceramento?”
Não há a necessidade. A indústria cultural burguesa já alienará o povo e o impedirá de exercer uma opinião contrária à exploração. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo estipular que apenas seus empresários favoritos podem receber subsídios e atuar em determinados mercados?”
Se for para a proteção da indústria nacional e dos direitos do povo, será pelo bem comum. Resistir ao capitalismo predatório é essencial. A competição global gera a mais-valia intensa, sofrimento e desemprego. Vide Milton Santos. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo resolver desapropriar moradores pobres para construir ruas, estradas ou complexos esportivos nesses locais, favorecendo suas empreiteiras favoritas?”
Quem deve explicações é o autor do artigo. O estado é inocente por possuir poderes ilimitados sobre a vida, a liberdade e a propriedade de todos em seu território. Quem utiliza tal poder para seu próprio proveito é a burguesia. Se os pobres conseguissem se livrar da alienação e lutassem por seus direitos contra a elite, tudo mudaria. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo decidir encarecer a importação de produtos de qualidade?”
Defesa da indústria nacional. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se os integrantes do governo praticarem corrupção? Quem irá puni-los, uma vez que os serviços de justiça foram decretados monopólio estatal?”
O STF. Uma instituição dedicada a proteger o cidadão de qualquer tipo de agressão, incluindo aquela feita por ele mesmo a si próprio. Está documentado muito bem neste site em um artigo passado o brilhante papel de tais nobres pela defesa do povo brasileiro contra o tabagismo, por exemplo. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo assumir o controle da educação, determinando os currículos das escolas e das universidades, tornando a população mais imbecilizada?”
Felizmente, tal coisa não ocorreu. Atualmente, o material educacional brasileiro é completamente voltado à conscientização do cidadão e à luta que deve ao povo por seus próprios direitos. A militância pela justiça social entre jovens, por exemplo, é um triunfo inimaginável.
O povo está tudo, menos imbecilizado. Entretanto, durante as ditaduras da burguesia fascista e nazista na Alemanha e na Itália, criava-se um exército de radicais bárbaros e violentos capazes de calar toda opinião contrária aos simples gritos e anarquia. Militantes que tomavam universidades, ruas e greves para atingir seus objetivos perversos de mais controle para seus mestres universitários, políticos e empresariais.
Tal cenário supracitado é exatamente o que NÃO acontece na realidade brasileira, felizmente. Graças à uma educação pública de qualidade na rede superior.
“E se o governo assumir o monopólio da moeda e decidir inflacioná-la continuamente, destruindo a poupança dos trabalhadores?”
Como disse um austríaco, não há ação mecânica, todo ato racional é propositado. Se o estado inflacionar a moeda para a criação de um projeto nacional de desenvolvimento com investimentos em educação, por exemplo, é mais que justo. Um futuro controle de preços e estatização total dos meios de produção também são aceitáveis.
“E se o governo aumentar continuamente o confisco da renda dos cidadãos para repassar o butim à sua própria burocracia e a grupos de interesse politicamente bem organizados?”
Quer dizer, a burguesia? O estado é inocente por apenas possuir autoridade inquestionável sobre a vida, a liberdade e propriedade de todos aqueles sob seu alcance. Quem utiliza de tal poder de forma maléfica é a burguesia. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se aquele pobre para quem o governo dá esmolas resolver gastar todo o dinheiro com cachaça, cigarro e jogatina?”
De acordo. É preciso que exista completo planejamento no modo de vida do cidadão para protegê-lo de si mesmo e posicionar paz na sociedade. Em prol do bem comum. Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo decidir encarcerar pessoas pelo simples fato de elas injetarem determinadas substâncias em seus próprios corpos?”
Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
“E se o governo decidir que eu sou obrigado a financiar programas dos quais discordo moral e eticamente?”
Impostos são bons para o pobre e ruins para o rico, é por isso que o segundo reclama.
Vejam o absurdo que um dito “libertário” utilizou para refutar meu clamo:
“Será que ele não sabe que uma redução de impostos acarreta até mesmo em um aumento da contribuição ao longo prazo devido ao barateamento do capital, o aumento da poupança devido aos menores custos de vida e o aumento do volume de investimentos(Principalmente de pequenas empreendedores)?
Será que ele levou em questão que as mais afetadas por impostos são as pequenas e médias empresas, pois possuem menos condições(Tempo e fundos) para contribuir com as demandas estatais – e que por isso serão gerados menos empregos? Será que ele levou em questão que nenhum pobre escolheu se queria trabalhar 5 meses do ano pelos maravilhosos serviços estatais? Será que ele realmente crê que é capaz de medir o preço de um serviço público quando não há um sistema de preços baseado no mercado?
Será que ele levou em questão que os pobres são os que pagam uma porcentagem maior de impostos sobre sua renda total? Será que ele realmente acha que é o rico que é mais afetado pela ausência de competição, pela ausência de postos de trabalho, pelo alto preço do padrão de vida(E pelo maior sacrifício necessário para a poupança preciso para seu acúmulo)?”
Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade, a única solução para o Brasil.
“E se o governo decidir mandar para a cadeia todos aqueles que não lhe pagarem tributos?”
Pode-se solucionar tais problemas com uma educação pública de qualidade.
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Conclusão:
Tais questões invocam um mundo hipotético distante da realidade, mundo real onde o individualismo mercadológico impede a existência de serviços públicos de qualidade.
Deve-se incentivar a impressão monetária, a estatização e o aumento dos tributos aos ricos. Muito mais importante: Retomar o estado para que esse volte a servir ao bem comum e não mais à burguesia egoísta.
Volto a insistir: Educação é a única solução para o Brasil. Como também professor de filosofia das redes pública e privada, garanto: O ensino de filosofia atual nas escolas e universidades deve ser expandido para invocar a militância do povo brasileiro por seus direitos. Desde a mais tenra idade, ensino aos meus alunos o valor do bem comum e do quão importante é a existência de serviços públicos de qualidade, além do quão imoral é não contribuir com a causa da justiça social. Meus alunos são a mais sincera prova do poder detido por uma educação de qualidade.
(Um Filósofo/Típico Filósofo é um personagem humorístico criado com o intuito de satirizar os típicos jargões esquerdistas ouvidos nas escolas, universidades, visitas de supostas espiãs da CIA, reuniões da UJS e no governo. Qualquer semelhança com geógrafos/historiadores/economistas/filósofos/cientistas-sociais reais não é, infelizmente, mera coincidência.)
Alguém aqui é masoquista?
Anarcocapitalismo, Uma Fantasia.
http://www.youtube.com/watch?v=CtFP4w0kaog
Anarco-Capitalismo. Que Merda é esta?
http://www.youtube.com/watch?v=sZX_SCtMR6o
Dissecando o Anarcocapitalismo.
http://www.youtube.com/watch?v=XSpe-ghFkoc
Este último é um caos!!!! Aí se vê a diferença entre wannabes intelectuais e pessoas que realmente entendem do que estão falando. Só se salvam o tal do Conde, o psicólogo, o Fraga e o Roberto Chiocca, que acredito que seja parente do Fernando Chiocca. Aliás, tiro o meu chapéu pra ele! Uma paciência comparável à do Leandro. Só faltou lhe perguntarem sobre os ataques alienígenas…
“Impostos são bons para o pobre e ruins para o rico, é por isso que o segundo reclama.”
Filósofo conseguiu se superar nessa!! Vá estudar um pouco de economia antes de vir passar vergonha aqui….
Interessante a critica. Sou de Esquerda, mas tenho a mente aberta para analisar conteúdos divergentes de minhas idéias, como alguns artigos muito bons no Mises. No entanto, isso não significa que devo concordar com tudo. Mas, enfim.
Analisando a estrutura da critica, a meu ver, o principal conceito entre “o se” e “não se”, se remete, basicamente, em: “Por que o defensor da liberdade é que tem de explicar a superioridade ética e moral deste arranjo?”
Essa é a inadequação crassa: por acaso, existe superioridades entre uma verdade e outra? Entre os vários recortes históricos que modelam os sistemas econômicos nos últimos séculos – e não me venha dizer que “foi assim, assado e ou aquilo”, afinal, a história existe? O que existe são discursos de poder. Sem mais. – nota-se que grande parte de seus componentes foi aderir ao “monopólio da verdade”. Daí um dos fatores preponderantes que levaram a guerras; entre outras pretensões, onde vários Estados passaram a lutar pelos seus ideais sem analisar a sua própria fundamentação do discurso. Em um linguajar popular: “você está errado, eu estou certo; isso é ditadura e nós que somos livres; você que são ditaduras e mentem com sua liberdade.” É notório que decorre inúmeros conceitos entre um e outro lado, mas é só um adendo para continuar a linha de raciocínio.
Com isso, ao proliferarem tais indagações, constatamos que o extremismo continua da mesma forma. Até aí, tudo bem. Mas e quando essa persuasão insere em outros indivíduos? É evidente que cada pessoa pode agir em prol do seu interesse; no entanto, isso não significa que possa ser individual; que por sinal, alegam ser “possuidor de todo o cidadão” (ignoram a psicologia do pânico? Nesse ponto, é normal um ser irracional agir de modo irracional). Mas a conotação sobre esse preceito é o "individualismo"; que acabam discorrendo enormes prepotências, das quais: “egocentrismo”. Daí a importância de um Estado intervencionista: regular ás DIFERENÇAS!
Evidentemente, que cada lado vai defender seu interesse; seja coletivo ou individual. Além do mais, é de muita importância manter o extremismo de ambas as direções para fortalecer a Democracia. Mas e quando parte do pressuposto de: “Por que o defensor da liberdade é que tem de explicar a superioridade ética e moral deste arranjo?”. Percebe-se que só pelo fato de induzir a uma “verdade superior” se remete em oprimir a oposição; ou seja, não deixa de ser uma coação moral, uma violência direcionada, uma limitação da liberdade do outro. Nesse pensamento: "ou concorda comigo ou é excluído?" Em outras palavras, o fato de dispor uma verdade para legitimar o discurso torna-se ditatorial tanto quanto qualquer outra coerção física. Daí o conceito de: “contratualismo”. Vide Locke inicialmente e, posteriormente, Montesquieu: “perder liberdade para ter liberdade.” E porque isso? Pois qualquer legitimidade extrema é DITADURA! A única forma de tratar todos iguais moralmente é sobre imposição. Daí o papel do Estado: regular diferença por NÃO EXISTIR UMA VERDADE! Não só por ser um fator que vários críticos vão propiciar em qualquer campo cientifico, mas, principalmente, por demonstrar que entre “ás diferenças” existe “ás verdades”, e dentre “ás variações” existem “os conflitos”, e dentre “esses conflitos”, alguém tem que resolver. E nos perguntemos: a quem cabe esse papel? A Liberdade plena de cada individuo? Ou a coletividade mútua de vários indivíduos? Quem obtém a legitimidade para isso? O que detém mais força? E se essa força pertencer a quem tiver maiores condições? A imposição será inevitável? De parcial x parcial, se não for ao consenso é na força? Equilíbrio (ou imparcialidade para os constitucionalistas) se propõe o Estado e não escolher um lado, mas, sim, em adequar PROPORÇÕES: se vocês têm o direito de defender uma bandeira, porque outros não têm o direito de defender ás suas? Cada um defende seu interesse e deixa que o Estado regule no contrato que todos estão submetidos. É contra liberdade? Em partes, sim. Mas e qual a solução? Liberdade plena e o resto de regula "normalmente". E os questionamentos anteriores? Resolvem-se como? Entre o poder de oprimir (empresa) e o oprimido (funcionário) quem detém maior capacidade? Só o fato de suprir uma “superioridade” e alegar que “existe uma verdade” é tão ditatorial quanto qualquer outro governo que existe ou possa existir.
Não defendo uma bandeira existente do Socialismo, mas reconheço méritos e demérito. Da mesma forma, não defendo uma bandeira do Capitalismo Econômico ou Político devido o detrimento ao “monopólio da verdade”, mas, também, reconheço seu mérito e demérito. Mas, analisando ás transformações sobre o ás Economias ancestrais até os dias de hoje, aposto, ainda, em um sistema que possam expor uma autonomia individual e coletiva em países como o Brasil (não venha com país A ou B, quando se trata de proporção, percebe que nenhuma economia deu conta!), de uma forma que não se possa ter excluídos.
Enfim, espero que não venham com a falta de respeito e até peço desculpas pela gramática (sou péssimo). Mas deixo explícito que só pelo fato de ler um artigo sem ouvir a própria critica sobre o tema faz ás pessoas serem providas de senso-comum, dogmáticas, ideológicas e, logo, sem opinião critica ou própria. Daí o conformismo de qualquer leigo dispor sobre a semelhança do Conservadorismo com ás correntes (entre várias) das vertentes liberais.
Estou no aguardo das criticas sobre o meu embasamento, por ser a critica necessário para qualquer possível evolução. Mas, notem: desqualificar é diferente em desconstruir o argumento. Que, por sinal, é problemático em ambos os lados. Espero que para o debate, o respeito possa ser mútuo. Afinal, é um dos componentes da Democracia. A não ser que sejam contra a Democracia, sendo assim, torna-se compreensível.
Obrigado pelo espaço.
Há momentos que o IMB publica artigos muito bons.
Há momentos que publica artigos excelentes.
Porém, há momentos que o IMB se supera e publica artigos surpeendentemente prá lá de excelentes. Da forma como eu vejo, esse é um deles.
Parabéns equipe IMB.
eu vou tentar responder algumas perguntas
“E se o Congresso aprovar uma lei injusta, o presidente sancioná-la e o Supremo Tribunal impingi-la?”
ai depende do que for,o conceito de justiça vária de pessoa a pessoa,mas se essa lei fosse injusta para grande parte da população,cabeia ao povo ir contra o governo
“E se o governo decretar que é proibido trabalhar em troca de um determinado valor salarial?”
ai dependeria do que for,mas se essa lei fosse injusta para grande parte da população,cabeia ao povo ir contra o governo
“E se o governo proibir a concorrência em determinados setores da economia?”
se for para proteger a indústria nacional fosse enfraquecida tudo bem,mas deveria haver um prazo para que a indústria nacional pudesse se tornar competitiva e o governo acabar com a proibição
“E se o governo quiser desarmar a população?”
a população deveria ir contra o governo
“E se o governo for leniente com sequestradores, assassinos e grupos terroristas ideologizados?”
a população deveria ir contra o governo
“E se o governo estipular que as empresas devem contratar de acordo com critérios de cor e preferência sexual, e não de competência?”
caberia ao povo e as empresas ir contra o governo
“E se o governo decretar que determinadas opiniões são proibidas, sendo passivas de encarceramento?”
caberia ao povo e as empresas ir contra o governo
“E se o governo estipular que apenas seus empresários favoritos podem receber subsídios e atuar em determinados mercados?”
não tenho conhecimento o suficiente para responder essa pergunta
“E se o governo resolver desapropriar moradores pobres para construir ruas, estradas ou complexos esportivos nesses locais, favorecendo suas empreiteiras favoritas?”
mas uma vez o povo deveria ir contra o governo
“E se o governo decidir encarecer a importação de produtos de qualidade?”
se a indústria nacional fornecer produtos da mesma qualidade do que os importados,eu sou a favor,as empresas nacionais que devem ter privilégios do governo e não as estrangeiras
“E se o governo estipular regras e burocracias que dificultem sobremaneira o empreendedorismo?”
ai dependeria o motivo pelo qual o governo fez isso
“E se o governo decretar que apenas os seus serviços de segurança e justiça podem ser utilizados? E se estes forem ruins?”
caberia o govo ir contra o governo
“E se os integrantes do governo praticarem corrupção? Quem irá puni-los, uma vez que os serviços de justiça foram decretados monopólio estatal?”
o próprio governo deverá ter uma comissão para investigar corrupção e o povo também deverá ficar atento a corrupções no governo e exigir a punição dos culpados
“E se o governo assumir o controle da educação, determinando os currículos das escolas e das universidades, tornando a população mais imbecilizada?”
o governo tem que assumir o controle da educação,mas não desse jeito,mesmo assim caberia ao povo ir contra o governo
“E se o governo assumir o monopólio da moeda e decidir inflacioná-la continuamente, destruindo a poupança dos trabalhadores?”
caberia ao povo ir contra o governo
“E se o governo aumentar continuamente o confisco da renda dos cidadãos para repassar o butim à sua própria burocracia e a grupos de interesse politicamente bem organizados?”
não tenho informações o suficiente para responder essa pergunta
“E se o governo me recrutar compulsoriamente e me enviar para uma guerra injusta, e eu sofrer uma morte horrenda e dolorosa?”
o conceito de justiça vária de pessoa para pessoa,o povo deveria ir contra o governo nesse caso
“E se aquele pobre para quem o governo dá esmolas resolver gastar todo o dinheiro com cachaça, cigarro e jogatina?”
o governo deverá tentar ajudar a esse pobre a se livrar desse vício
“E se uma pessoa se entregar a um estilo de vida nada saudável e onerar a saúde pública?”
mesmo com um estilo de vida nada saudável,a pessoa ainda continua pagando impostos e ainda merece uma saúde pública de qualidade
“E se o governo decidir encarcerar pessoas pelo simples fato de elas injetarem determinadas substâncias em seus próprios corpos?”
ai dependende,se a pessoa resolver causar dano a outra pessoa com essa substâncias no corpo,o governo deve prender essa pessoa
“E se uma pessoa, levada pela certeza de que a Previdência Social cuidará dela até sua morte e que o governo lhe dará todos os remédios necessários, se entregar a um estilo de vida pouco saudável e ter uma velhice inválida e sofrida?”
mesmo a pessoa fazendo isso,ela pagou impostos durante toda a sua vida e merece uma aposentadoria decente
“E se o governo decidir que eu sou obrigado a financiar programas dos quais discordo moral e eticamente?”
se for para ajudar a maioria da população,eu acho que você deve ser obrigado pelo governo a fazer isso,você deve entender que você não vive na sociedade sozinho
“E se o governo decidir mandar para a cadeia todos aqueles que não lhe pagarem tributos?”
dependendo de que tributos sejam esses,você deverá ser preso mesmo
Você foi recrutado contra a sua vontade pelo exército e perdeu anos de sua vida neste regime de semi-escravidão?
hoje em dia,ninguém serve mais porque quer,quando eu fui me apresentar no exército eu sobrei só porque eu não queria servir
existe muitas pessoas que querem servir ao exército e ele é maior de quem não quer servir
Quando eu sou questionado sobre o que aconteceria a um pobre coitado caso não houvesse o estado e este pobre coitado ficasse doente, eu respondo da seguinte maneira:
– Se esse pobre coitado recebesse pelo seu trabalho o valor correspondente a um salario minimo atual pelo seu trabalho, num Brasil sem estado ele não teria que pagar tributos e dos R$678,00 ele teria R$270,00 para pagar pagar um plano de saúde privado, hoje já temos bons planos de saúde por menos de R$270,00 mensais, contudo, sem a proteção do estado, as empresas dos planos de saúde estariam num ambiente de livre mercado realmente verdadeiro e com isso o preço dos planos de saúde seriam muito menores que os preço praticados hoje.
Até hoje só um professor meu que é marxista que não aceitou essa resposta.
Muitos artigos publicados neste site são imensamente interessantes.
Contudo, essa concepção de erradicação do Estado talvez não seja muito estratégica.
Por exemplo, digamos que o Estado tivesse sido abolido nos EUA antes da Segunda Guerra Mundial. Atualmente, todos sabem que foi exatamente por conta do poderio norte-americano que a guerra foi revertida a favor dos aliados. Sem um Estado Norte-Americano com um Presidente (Roosevelt) decidido a vencer a Guerra, certamente o Estado Nazista a teria vencido.
Logo, um Estado muito mais autoritário teria dominado o mundo ocidental.
Bem, o Estado liderado por um líder é uma enorme força mobilizadora. Sem essa mobilização, num estado de Guerra, uma sociedade pode ser sobrepujada por outra. E essa outra pode ser mais autoritária.
Sei que o arranjo atual, no Brasil, não é dos melhores. Mas, o arranjo norte-americano foi e é bem superior ao restante. No momento em que o Estado assegura direitos individuais e ao mesmo tempo serve como uma força de escudo para que a própria sociedade dentro dele prospere é em tudo superior a um arranjo que traria bastante insegurança num Mundo que ainda não se decidiu por ser pacifista.
Imagino que o arranjo defendido por anarcocapitalistas só funcionaria se implantado em escala planetária. É isto?
Fantásticos esse artigo.
Equipe IMB, parabéns!!
Coincidentemente eu estava pensando sobre isso esta semana. Sempre os defensores do coletivismo invertem o jogo questionando “ses”, colocando-nos na condição de “malvados” sem coração. Mas esse alerta veio em boa hora, pois nós não precisamos de “ses”, o caos no Brasil já está instalado – insegurança, deseducação e descaso na saúde. Isso tudo com um estado gigante, com sua população pagando uma carga tributária altíssima.
Quem tem que se explicar são os defensores da esquerda, do bolivarianismo, da dinastia norte-coreana. Eles quem devem explicar o porquê de suas teorias não estarem dando o prometido, “igualdade”, “justiça” e toda aquela baboseira do paraíso na terra.
Nesse sentido, que tal um livro sobre essa “inversão” para dar mais suporte aos argumentos liberais, ein?
Resposta de um defensor da monarquia absoluta, sendo o reino ou império entendido como uma propriedade do Rei ou Imperador.
“E se o Congresso aprovar uma lei injusta, o presidente sancioná-la e o Supremo Tribunal impingi-la?”
R: No caso de uma democracia ou ditadura se vc entender que essa lei te prejudica muito vc pode deixar o país e ir para outro mais justo, mas tbm é muito comum que repúblicas sejam elas democráticas, fascistas ou comunistas impeçam seus cidadãos de deixarem seu país obrigando eles a pagarem altos impostos por exemplo, para isso usam a velha história de que o estado pertence ao povo e que faz tudo pelo bem deles. Numa monarquia isso já não acontece, porque o reino é visto como uma propriedade do monarca, e se ele tomar uma atitude dessa como proibir a livre passagem dos seus súditos, sofrerá com a ira do povo, e se não for deposto verá seus súditos que pagam impostos irem embora para outro país já que o monarca não dispõe da história das repúblicas, que dizem que fazem tudo pelo bem do povo.
“E se o governo decretar que é proibido trabalhar em troca de um determinado valor salarial?”
R: Olhe quase todas democracias e ditaduras do mundo e elas são todas assim, com casos milagrosos de exceções. Já numa monarquia aonde o Rei ou Imperador é o proprietário, ele obviamente foi preparado para entender de economia ou na pior das hipóteses é bem assessorado e obviamente não irá tomar atitudes que prejudiquem a economia da sua propriedade e a desvalorize. Sendo assim ele irá preferir incentivar o livre mercado com menos regulamentos, menos impostos e etc.
“E se o governo proibir a concorrência em determinados setores da economia?”
R: Numa democracia ou ditadura, se costuma ir além de determinados setores, e obviamente não tendo eles vínculo nenhum com a propriedade do país já que este não pertencem a ninguém e tbm porque eles não irão governar depois de seu mandato, o que eles vão fazer é sugar o que puderem, encher a estrutura dessas empresas de burocratas, enfim corromper. já em uma monarquia a teoria liberal sobre o estado cai apenas um pouco em partes. Isso porque o monarca diferente dos democratas tem todo o interesse em fazer essa empresa crescer e obviamente não permitir desvios e roubos já que é sua propriedade. Porém se ele estabelecer monopólio será ótimo para os lucros da empresa, mas ruim para economia do seu reino desvalorizando-o, além de incentivar súditos a irem embora. Enfim ele não irá fazer isso. Vide Dubai por exemplo aonde há monopólio do petróleo, porém, o combustível é barato no emirado, ou a Arabia Saudita cujo o governo tem 700 bilhões em reservas, IDH elevado, combustível barato e a Saudi Aramco é uma das maiores do mundo. Em contra ponto a Petrobras gerida por democratas dispensa comentários.
“E se o governo quiser desarmar a população?”
R: Numa democracia, ditadura ou socialistas, isso é o sonho de todos eles e buscam sempre isso. Isso claro para impedir o cidadão de se revoltar conta o estado. Em troca ainda cobram impostos para servir a população com um serviço policial ruim, que não protege e que parece mais servir para conter a população. Numa monarquia o Rei teria ainda mais interesse em desarmar a população, porém tbm teria interesse em servir o população com um sistema de segurança eficiente, já que caso contraio seus súditos fonte de seus impostos e portanto lucro deixariam seu reino. Vide a segurança em Dubai aonde os policias usam até carros esportivos e aonde os indices de criminalidade são baixíssimos. Isso numa cidade de 2 milhões de habitantes.
“E se o governo for leniente com sequestradores, assassinos e grupos terroristas ideologizados?”
R: Olhe as revoltas dos afro descentes nos EUA e sua vitimização. Ou então a questão da menoridade no brasil, ou os revoltas de paris, enfim. Quem apenas as critica é taxado de racista ou fascista. Já numa monarquia como a Arabia Saudita (não considero uma monarquia verdadeira, já que nesse país o monarca é na verdade um líder espiritual, se um dia abandonar o islamismo sunita ele cai) se cometer um crime hediondo, leva pena de morte e tem sua cabeça cortada com espada em um local aonde o publico pode ir ver.
“E se o governo estipular que as empresas devem contratar de acordo com critérios de cor e preferência sexual, e não de competência?”
R: Isso é o que ocorre em varias democracias como o brasil, EUA, e diversos países da Europa, mesmo esses países não serem da nacionalidade dessas pessoas. Em uma monarquia isso não ocorre, já que colocar privilégios para determinados grupos gera irritação em outros, o que pode levar a grande instabilidades para o reino e o monarca e ele não ira querer isso. E como a história mostra são as republicas e democracias as grandes incentivadoras das diferenças entre a população, vide o brasil hoje entre note e sul.
“E se o governo decretar que determinadas opiniões são proibidas, sendo passivas de encarceramento?”
R: Isso é basicamente o que mais acontece em democracias, ditaduras e regimes socialistas. No caso do monarca ele tbm pode fazer isso em relação ao que ameaça sua monarquia. Mas ai é propriedade dele e todos devem respeitar para ter suas propriedades respeitadas tbm. Se por exemplo vc vai a um shopping, ou até abri uma loja nele, há regras lá se vc desrespeitas o proprietário pode te expulsar. Mas se um dono de shopping dificulta muito as coisas, vai acabar tendo poucos lojistas ou clientes. A mesma coisa com um monarca, se for tirânico acabará perdendo seus súditos ou será deposto por algum outro membro da família aliado aos revoltosos.
“E se o governo estipular que apenas seus empresários favoritos podem receber subsídios e atuar em determinados mercados?”
R: Foi basicamente para isso que a burguesia depôs o rei, financiando a elite intelectual anti-monarquia que incentivou a revolução francesa entre outras. Dessa maneira passaram a controlar o estado e a roubar a população através de impostos oferecendo serviços monopolizados e ruins. A ironia que a elite intelectual ambiciosa se virou contra a burguesia depois almejando mais poder, criando assim o socialismo, fabianismo, social democracia, movimentos de tudo quanto é coisa para se apoiarem e chegarem ao poder. Numa monarquia isso não acontece já que isso prejudicaria a economia e desvalorizaria o reino do monarca. Vide como Dubai é liberal ou as varias privatizações da Arabia Saudita e as criações de zonas econômicas para industrias de tecnologia (incentivos na economia através de um monarca pode funcionar).
“E se o governo resolver desapropriar moradores pobres para construir ruas, estradas ou complexos esportivos nesses locais, favorecendo suas empreiteiras favoritas?”
R: Se estiver numa democracia e a maioria decidir que ele tem que perder todas suas propriedades para o bem de todos, eles se ferraram já que numa democracia a maioria está acima do individual e a liberdade e pior isto é visto como bom. Já numa monarquia se o rei desapropria alguém sem um motivo aceitável, a população pode contestar a propriedade do monarca ou no mínimo incentivar algum familiar a depor o rei.
“E se o governo decidir encarecer a importação de produtos de qualidade?”
R: Algo comum em democracias, para satisfazer os desejos de determinados grupos. Numa monarquia um rei não teria interesse em fazer uma coisa que desagradasse a população e prejudicasse o desempenho da economia desvalorizando sua propriedade. Basta fazer uma comparação com um shopping em uma propaganda demonstrando as diferentes lojas neles e sua variedade, agora imagine uma mostrando um shopping com pouco variedade. O cliente irá preferir o com mais claro. A mesma coisa com os súditos do rei. A um rei interessa a maior quantidade de serviços no seu reino para atrair súditos.
“E se o governo estipular regras e burocracias que dificultem sobremaneira o empreendedorismo?”
R: Algo comum em democracias para criar monopólios em favor de determinados grupos que pagam propinas para isso. Já numa monarquia o rei não teria interesse nenhum em tomar atitudes que prejudiquem a economia de sei reino.
“E se o governo decretar que apenas os seus serviços de segurança e justiça podem ser utilizados? E se estes forem ruins?”
R: Em republicas democráticas é basicamente o que acontece, e é sempre ruim. Numa monarquia a o interesse em manter boa segurança aos súditos(clientes pagadores de impostos). A justiça tbm tem de ser eficiente, porém o monarca está acima da lei, então não entre em confronto com o monarca. Vc entra em confronto com seu patrão? Não, porque? Porque será demitido se fizer isso. Mas se a empresa é estatal vc provavelmente fará. Mas estatais não prestam, logo democracias e republicas tbm não. Então não entre em confronto com o Rei. Não está bom vai para um lugar melhor.
“E se os integrantes do governo praticarem corrupção? Quem irá puni-los, uma vez que os serviços de justiça foram decretados monopólio estatal?”
R: Numa democracia, o nome já diz tudo DEMOcracia de DEMO. Então só tem corrupção e nunca será resolvido claro, já que quem está roubando é quem tá no governo. Numa monarquia o Rei não vai roubar a si mesmo simples.
“E se o governo assumir o controle da educação, determinando os currículos das escolas e das universidades, tornando a população mais imbecilizada?”
R: É o que acontece numa democracia. Em uma monarquia tbm pode acontecer, porém os pais não são enganados como em uma democracia achando que seu filho está tendo uma educação neutra e eficiente. Pelo contrario justamente por desconfiar vão ser mais atentos e é bem provável que o monarca acabe deixando a educação para o setor privado para não entrar em conflito com a população. Alias as monarquias nunca foram conhecidas por oferecer edução pública, já as democracias a incentiva por interesse própria obviamente.
“E se o governo assumir o monopólio da moeda e decidir inflacioná-la continuamente, destruindo a poupança dos trabalhadores?”
R: É o que se vê em muitas democracias mondo afora. Porque o monarca iria destruir a economia de sua propriedade e desvaloriza-la e empobrecer seus súditos pagadores de impostos.
“E se o governo aumentar continuamente o confisco da renda dos cidadãos para repassar o butim à sua própria burocracia e a grupos de interesse politicamente bem organizados?”
R: Essa frase pode ser resumidas em três palavrões DEMOcracia, Ditadura e Socialismo. Em comparação a monarquia brasileira tinha um imposto de cerca de 12 % e a divida do governo era de 5 %. Já nesta DEMOcracia os impostos são 40 % e o governo deve 55%. Outras democracias tbm nos superam Alemanha imposto 40 % deve 75%, EUA imposto 37% deve 107%, Japão deve 240%, França democrática decadente imposto chegou a 50%.
“E se o governo me recrutar compulsoriamente e me enviar para uma guerra injusta, e eu sofrer uma morte horrenda e dolorosa?”
R: Veja enorme e monstruosa desproporção em relação ao número de mortes nas guerras entre democracias do século 20 e atuais em comparação com as guerras entre monarquiais. Isso ocorre porque em uma monarquia as guerras são entre monarcas e soldados pagos que vão voluntariamente e que não tem intenção de destruir a propriedade que querem conquistar. Já as guerra em democracias são guerras civilizacionais entre populações literalmente guerras civis, com a intenção de aniquilar e destruir o adversário. Exemplo: Nazismo, Vietina, Guerras do Golfo.
“E se aquele pobre para quem o governo dá esmolas resolver gastar todo o dinheiro com cachaça, cigarro e jogatina?”
R: Volta pra rua enche o saco na paulista dando uma de loco. Numa monarquia não terá essa folga.
“E se uma pessoa se entregar a um estilo de vida nada saudável e onerar a saúde pública?”
R: Aumentarão seu imposto ou vc terá um serviço ruim. Monarquias não são conhecidas por servir serviço gratuito de hospitais. Isso provavelmente seria privado, e se fosse estatal seria bem gerido, porque o monarca não iria jogar seu dinheiro fora.
“E se o governo decidir encarcerar pessoas pelo simples fato de elas injetarem determinadas substâncias em seus próprios corpos?”
Tem que ir pra cadeia mesmo. Porque noia enchendo o saco na rua é foda, e se isso te incomodo libertário pego os noias e leve pra sua casa até o efeito passa. Numa monarquia prenderiam o traficante, já que o serviço de fronteiras e policias são eficientes.
“E se uma pessoa, levada pela certeza de que a Previdência Social cuidará dela até sua morte e que o governo lhe dará todos os remédios necessários, se entregar a um estilo de vida pouco saudável e ter uma velhice inválida e sofrida?”
R: Numa democracia seus impostos vão bancar isso. Numa monarquia, bem monarcas não são conhecidos por caridade. E aumentar imposto é uma coisa muito impopular para um monarca ele dificilmente faria isso para ajudar qualquer um.
“E se o governo decidir que eu sou obrigado a financiar programas dos quais discordo moral e eticamente?”
R: A respostas de cima serve para isso. Um monarca não iria querer aumentar impostos para coisas futeis.
“E se o governo decidir mandar para a cadeia todos aqueles que não lhe pagarem tributos?”
R: Isso é um absurdo em uma democracia, já que sou “contribuinte” quer dizer pago quando eu quero, e não obrigado. Se é obrigado então não sou contribuinte. Pior ainda pagam meu dinheiro e recebo serviços ruins. Ou seja fui roubado pelo estado. Numa monarquia como mostrei os impostos são muito menores e os serviços são bons. Vide que Dubai e Arabia Saudita estão entre os melhores IDHs do mundo, e Dubai tem varios e não apenas alguns policiais com carros esportivos. Tem isso aí na democracia de vcs? Aí tem o caveirão né kkkk. Bem porque petroleo como eles vcs tm tbm e bastante além de muitos outros recursos naturais.
Vcs roubaram a propriedade da Monarquia só porque ela deu a liberdade para os escravos e agora querem proteger as suas propriedades das pseudo elites intelectuais que estão governando quase a totalidade do mundo. Se vcs roubaram a do Rei e disseram para as pessoas que isso é pelo bem do povo logo tbm disseram ao povo que se ele tomas a dos outros em beneficio próprio é certo.
Como derrotar o ISIS sem o suporte aéreo dos governos dos EUA, Irã, Jordânia?
Alguém acredita que as milícias curdas, cristãs e muçulmanas xiitas conseguiriam derrotar o ISIS combatendo por terra, sem bombardeios áereos?
O uso dos “se” é perfeitamnte válido, desde não caia em uma falácia. Para isso, é necessário que a situação esteja dentro dos princípios defendidos pela outra parte.
Na verdade, uma batalha de “se” pode ser um ótimo meio de se encontrar a melhor alternativa. Basta ver qual das opções lida melhor com seus problemas.
O que é mais fácil, uma sociedade com o governo limitado conseguir lidar com saúde e educação por meios alternativos ou um estado paquidérmico e populista conseguir não se degenerar para uma ditadura dos grupos mais poderosos.
Atuamos na área da Educação e nosso lema é “liberdade para imaginar, criar e aprender”. Infelizmente, o sistema educacional nunca priorizou adequadamente a curiosidade(fazer perguntas) e a criatividade(buscar possibilidades de solução), geralmente radicalizando posições em criticismo (a melhor defesa é o ataque ou incompetentemente contra) e a adaptação (subserviência inconsciente ou seguir a boiada). Ao início da leitura o texto pode até parecer meio longo, mas para quem realmente começa a imaginar e fazer perguntas tudo se configura apenas como um começo que aponta para o infinito… Quem se questiona sobre tudo, incluindo o que faz, construindo consciência própria antes de adotar alguma “consciência coletiva”, de fato vive e não apenas existe! É esse processo de perguntar sistematicamente, compartilhando perguntas que abre perspectivas verdadeiras de encaminhamentos produtivos e representativos para os problemas reais, em vez de ficarmos pulando do “incompetentemente a favor” para o “incompetentemente contra” e vice-versa. Texto de fato inspirador!
Esse comentário foi feito em defesa da democracia, em contestação a um artigo do IMB que a condenava, mas aponta também para a necessidade de algum Estado, objeto desta discussão:
“Se a democracia não é um bom regime político, qual outro é melhor do que ela? Como Churchill disse ” Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos.”
Qual o regime político que seria implantado nesse território que viesse a se separar do Estado original? Uma monarquia, uma ditadura, uma oligarquia? Acho que é evidente que nenhuma dessas formas de organização política é melhor que a democracia.
Nesse território independente haveria um governo – completando junto com o povo e o território o trio necessário para a fundação de um Estado? Bom, não parece coerente querer trocar um Estado por outro. Mesmo que a opção fosse por um Estado reduzido, proposta que tem a seu favor todos os argumentos racionas, seria muito mais simples defender a causa publicamente de modo a esclarecer a população até torna-la a reivindicação da maioria do eleitorado do que separar um região do país para obtê-lo. Então alguém poderia dizer: Nenhuma dessas. O ideal é uma anarquia capitalista. Geralmente quem defende esse tipo de modelo socio-econômico tem profunda repulsa pelo comunismo. E a repulsa é recíproca. A ironia é que esses dois grupos radicais são mais parecidos do que pensam. Ambos são extremistas, e absolutamente convictos de que suas ideologias são as melhores para a humanidade, as únicas verdadeiras, e quem discorda é estúpido ou egoísta.
Como descobrir onde está a razão, onde está a “verdade”? Como saber qual o melhor caminho a seguir? Pela própria experiência; Os fatos históricos na trajetória da humanidade e aqueles que estão à nossa volta, disponíveis para serem analisados sob nossa razão. Acontece que essas ideologias radicais não se baseiam exclusivamente nos fatos, mas em ideais, em utopias. Projetam suas expectativas em mundo perfeito, que nunca foi experimentado ou observado e cujos meios para alcança-lo são necessariamente radicais e revolucionários. Essas pessoas não admitem ou resistem muito a fazer concessões. Sua ideologia está de tal modo petrificada em suas mentes e estão de tal modo entorpecidos ideologicamente que nem mesmo argumentos factuais, empíricos e históricos são capazes de demovê-los. Creem que sua visão de mundo está ancorada nos mais nobres princípios morais e simplesmente se recusam a mudar de ideia, sob o preço de estarem renunciando a valores humanos inalienáveis – ainda que tais ideias sinalizem para um destino diferente do pretendido, afinal, o caminho para obter tais fins é quase sempre mais pragmático e sistemático – tendo por base a ciência econômica – do que revolucionário.
Diz o autor: “As frases acima, vociferadas por pessoas até bem intencionadas, mostram bem o caráter divisor (o famoso “nós e eles”) que predomina em uma democracia”. Ora, que regime político tem um “caráter unificador”? Grupos sociais divergentes ou com posicionamentos divergentes, como os exemplificados no texto, não existiriam em outros regimes? E será que uma estrutura política com um “caráter unificador” seria boa para a sociedade? De certa forma não era isso que propunha – estúpida e cinicamente, como sabemos – o comunismo clássico? Um regime que tenha um caráter hegemonizador, dominador ou absolutista, me parece que seria bastante nocivo e problemático. Divisões econômicas nas sociedades, em maior ou menor grau, sempre existirão devido às diferentes capacidades e habilidades dos indivíduos. Do mesmo modo, divisões políticas e de pensamento também sempre ocorrerão em função da própria racionalidade humana – ou, em alguns, o comprometimento dela. Em certo nível, sempre haverá divisões que colocarão pessoas em lados opostos e ensejarão um “nós e eles”, não necessariamente num contexto beligerante, mas meramente distinguidor. Portanto não é a democracia que tem um “caráter divisor”, mas o próprio ser humano tem um caráter paradoxalmente divisor e agregador, – com prevalência, diga-se, deste último, por consequência do qual se formam as sociedades. Uma democracia consolidada aliada à uma boa gestão capitalista propicia que essas divisões co-existam da maneira mais harmônica e justa possível. A democracia permite que essas divisões se expressem, ao contrário de outros modelos unificadores. A democracia é o regime político que melhor conseguiu unir os homens em torno dos valores mais civilizados conquistados até hoje.
Segue o autor: ” Um regime que vê na “vontade da maioria” um exemplo de modernidade, prosperidade e respeito aos direitos individuais é, na melhor das hipóteses, incoerente; na pior, representa um atentado aos direitos de propriedade, inclusive dos mais pobres.”. Ora, se não é pela vontade da maioria de um povo, autonomamente expressa, que se alcança a modernidade, a prosperidade e respeito aos direitos individuais, será então por imposição da vontade de uma minoria? Em países como Suíça, Noruega, Dinamarca, EUA e Canadá co-existe a democracia, expressa entre outros, pela vigência do governo escolhido pela maioria do povo, com os valores acima almejados. Onde está a incoerência? ” Na democracia, sempre haverá aqueles que quererão que seus estudos, sua saúde, sua segurança, seu transporte, seus subsídios, seu assistencialismo sejam pagos “pelo estado”, o que, na prática, significa “por outros que não eu”. As pessoas que usufruem de tais benefícios também pagam impostos, certamente menores em números absolutos que os “outros”, porém provavelmente maiores, percentualmente, em relação às suas rendas. Em certa medida, elas também pagaram pelos serviços que o Estado posteriormente as ofereceu – em geral de forma precária.
Outro argumento utilizado, sobretudo na citação feita, para justificar a oposição do autor contra o sistema democrático é que nessa sistema haveria uma espoliação de parte da sociedade, notadamente através do pagamento de impostos, para sustentar os benefícios de uma outra. Primeiro que essa afirmação somente seria verdadeira se a parte beneficiada estivesse completamente isenta do pagamento de tributos, o que não é verdade. Todos pagamos impostos. Segundo que quem paga mais – porque também ganha mais nesse “arranjo” – também é beneficiária dos serviços públicos. Entre os mais evidentes, por exemplo, receber atendimento médico num hospital público, quem sabe depois de um acidente de trânsito, após ser socorrido por uma ambulância pública. Ou diante de um possível declínio financeiro que impossibilite o custeio de uma educação privada a seus filhos, poder matriculá-los numa escola pública. Cabe lembrar também que, o possuidor de uma propriedade ou de uma renda sobre as quais incidirão os tributos se valeu, bem ou mal, da estrutura estatal que as compreende. Ou seja, há um território delimitado, protegido por Forças Armadas, onde as trocas comerciais ocorrem por uma moeda comum, amparados por um sistema jurídico único, com leis pré definidas, com um sistema bancário funcional conectado globalmente e com a existência de força policial 24 hs para a segurança da propriedade e dos indivíduos. É claro que nós, no Brasil, podemos contestar a eficiência desses serviços prestados pelo nosso Estado, porém eles estão disponíveis, e sobretudo estes últimos, querendo ou não, contribuíram para que fosse possível a construção desse patrimônio. Baseado nisso, pode-se concluir que a bem da verdade, o pagamento de tributo não é mera espoliação ou vil expropriação. Trata-se sim de uma parcela de responsabilidade financeira para a sustentação dessa estrutura, que em tese, deve existir para beneficiar a contento toda a sociedade. E assim o é em diversos países desenvolvidos e civilizados que produzem riqueza e sofisticação num ambiente harmônico entre Estado e mercado, cada um atuando no seu devido lugar. O problema não é o Estado em si e os impostos que o sustentam, mas como eles são geridos. É claro que é pertinente e correta a discussão sobre o percentual de carga tributária que sustenta um Estado. Sabemos que no Brasil ela é altíssima e complexa, e deve ser reduzida e simplificada para estimular o crescimento do país. Porém os impostos não são mera expropriação, porque existem também em benefício do contribuinte. É razoável questionar seu volume, mas não sua existência, porquanto também garantem a existência do Estado, que a história da humanidade já mostrou ser necessária em alguma medida. A fundação dos Estados Nacionais eliminou diversos empecilhos econômicos que emperravam o comércio e permitiu o desenvolvimento do mercantilismo e posteriormente do Capitalismo e da Revolução Industrial juntamente com progresso tecnológico e a globalização, o que não era possível no contexto pré Estados Nacionais do feudalismo ou em eras mais remotas.
“Essa mentalidade explica por que partidos de esquerda obtêm sucesso nas eleições. “
Partidos de esquerda se elegem em muitos casos por falta de esclarecimento – político, histórico e econômico – da população, o que resulta em uma massa facilmente manipulada por indivíduos pretensamente preocupados com justiça social.
“Só que sempre pode chegar o momento em que aqueles que são obrigados a sustentar esse arranjo se cansam da espoliação e, impelidos por uma eventual deterioração das condições econômicas, decidem protestar mais veementemente contra o governo”. Não acredito que a população que sustenta o arranjo dos países desenvolvidos citados acima sintam-se espoliados, porque percebem que os impostos que pagam são revertidos em serviços públicos de excelência. Quanto a protestar contra o governo diante de uma crise econômica, não conheço outro sistema que permita a expressão dessa insatisfação de forma mais livre.
“O grande e real problema da democracia — abordado em vários artigos deste site — é que tal regime representa uma forma de controle quase que total sobre os indivíduos e sobre suas respectivas propriedades.” A democracia não ocorre por intermédio de ordens autoritárias, mas é sustentada por uma legislação determinada pelos representantes do povo eleitos para esse fim. Se a legislação vigente implica num super-regulamento da vida individual e da propriedade privada, ela se impôs com a conivência da população atingida, na medida em que elegeu representantes com tal visão de mundo – por equívoco de análise ou por ignorância – e pelo distanciamento da vida pública, o que não configura mazelas inerentes da democracia, mas dos eleitores que a exercem.
“Já no nosso sistema democrático, tanto os que não votam quanto aqueles que votam e perdem sofrem as consequências da eleição de alguém que não queriam. Não apenas sua propriedade é afetada, como também elas se tornam obrigadas a viver sob políticas das quais discordam — e muitas vezes abominam.” O bom é que essa condição não é permanente, como o castigo do condenado, ou de populações sob uma ditadura. A cada quatro anos isso pode mudar. E até mesmo antes disso, a democracia oferece instrumentos para um povo depor um mandatário criminoso, pelas leis vigentes, exatamente como reivindicará milhares de pessoas neste domingo. Além do mais, acredito que seja mais justo a minoria se submeter à vontade da maioria – desde que não em condições anti-humanitárias – do que a maioria ser subjugada por uma minoria. A democracia também é um exercício social de tolerância ao outro. E como bem me informou um liberal: “se, apesar de toda a razão estar ao nosso lado, não conseguirmos convencer a maioria das pessoas sobre nossas ideias, a culpa será toda nossa”.
O que o país precisa não é de ideias mirabolantes, fim do Estado, separação do território, intervenção militar. Precisamos neste momento principalmente de uma boa gestão pública, boa gestão dos recursos públicos, com um Estado eficiente, menor, com estímulo à iniciativa privada, ao empreendedorismo individual, de uma revolução de qualidade na educação e de medidas de inteligência para garantir mais segurança, o que nos trará paz e civilidade. Basicamente, precisamos de um país mais favorável ao mercado, mais liberal, – como o são as nações desenvolvidas – pois são condições incontornáveis para a execução de uma boa gestão pública e para a produção de riqueza num ambiente capitalista. E nesse aspecto do esclarecimento, o IMB colabora significativamente.”
Muito bom.
“Que inversão moral é essa? Por que o defensor da liberdade é que tem de explicar a superioridade ética e moral deste arranjo?”
As pessoas nasceram e cresceram aprendendo apenas a doutrinação socialista. Não conseguem conceber que a vida não depende do Estado e ficam perplexas com a ideia de liberdade e responsabilidade.
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Mises…
sempre aprendo mais aqui. Valeu…
Os anarcocapitalistas estão dizendo que o anarcocapitalismo não só seria possível http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1795, como que também de alguma forma não emergiria nenhuma hierarquia (como as que conhecemos) http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=299, e que seria melhor do que qualquer forma de governo possível http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2181. Isso não é de forma alguma uma afirmação pouco onerosa. Além disso, alegações extraordinárias exigem evidências extraordinárias.
Boa tarde equipe IMB, eu gostaria que vocês me ajudassem com argumentos contra um estatista que afirma que esses da sociedade são solucionados com uma maior presença do estado, o tal “estado forte”.
Abrçs
Perguntas adicionais:
Por que mesmo com educação pública os pobres continuam praticamente sem educação?
Por que ainda existe criança passando fome mesmo o Estado tendo uma estrutura colossal pra evitar isso?
Como sempre, artigos excelentes!
São questões que devem estar prontas para um esquerdinha papagaio responder.
O estado é um exemplo de falha no PNA, onde o agredido não consegue sobrepujar o agressor?
Brilhante artigo !
Estou escrevendo com a força do pensamento, pois com as mãos e com os pés estou aplaudindo !