Esqueça a fanfarronice ocorrida em Doha no início de dezembro. As discussões teológicas no Qatar sobre os segredos dos tratados climáticos são irrelevantes. De longe, o mais importante debate sobre mudanças climáticas está ocorrendo entre os cientistas, e versa sobre a questão da sensibilidade climática: qual será o aquecimento realmente gerado caso a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera seja duplicada?
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC — Intergovernamental Panel on Climate Change) irá pronunciar sua resposta a esta questão em seu Quinto Relatório de Estimativas no ano que vem.
O público geral não está a par deste debate dentro do IPCC, mas eu tenho conversado bastante com alguém que entende do assunto: Nic Lewis. Um semi-aposentado financista bem-sucedido de Bath, Inglaterra, com uma robusta formação em matemática e física, o senhor Lewis fez contribuições significativas para o debate das mudanças climáticas.
Primeiro, ele colaborou com outros para expor enormes e essenciais erros estatísticos em um estudo de 2009 sobre as temperaturas na Antártica. Em 2011, ele descobriu que o IPCC havia, por meio de uma injustificada manipulação estatística, alterado os resultados de um extremamente importante artigo de 2006 escrito por Piers Forster, da Reading University, e Jonathan Gregory, do Met Office (o serviço nacional de meteorologia do Reino Unido). O artigo havia demonstrado que o risco de a sensibilidade climática ser alta era muito baixo. O IPCC alterou as estatísticas com o intuito de elevar sobremaneira esse risco. O senhor Lewis também descobriu que o IPCC havia relatado de maneira imprópria os resultados de outro estudo, o que levou o próprio IPCC a emitir uma errata em 2011.
Nic Lewis me disse que as mais recentes observações empíricas para o efeito dos aerossóis (tais como partículas sulfurosas da fumaça do carvão) mostram que eles possuem um efeito refrigerante muito menor do que o imaginado quando o último relatório do IPCC foi escrito. Outra: a taxa a qual o oceano está absorvendo o aquecimento induzido por gases do efeito estufa também é hoje reconhecida como sendo bastante modesta. Em outras palavras, as duas desculpas utilizadas para explicar o lento e suave aquecimento que o mundo vivenciou no século XX — o qual já terminou, dado que as temperaturas globais hoje são as mesmas de 16 anos atrás — não mais são válidas.
Em suma: agora já é possível estimar, por meio de observações empíricas, o quão sensível a temperatura é ao dióxido de carbono. Não é mais necessário ter de confiar excessivamente em modelos não comprovados. Comparar a tendência da temperatura global ao longo dos últimos 100-150 anos com a mudança no “forçamento radiativo” (o poder aquecedor ou refrigerador) do dióxido de carbono, dos aerossóis e de outras fontes, e disso descontar a absorção de calor feita pelos oceanos, permite uma boa estimativa da sensibilidade climática.
A conclusão — pegando-se as melhores observações empíricas das mudanças ocorridas na temperatura global média entre 1871-80 e 2002-11, e das correspondentes mudanças no forçamento radiativo e na absorção de calor dos oceanos — é esta: se a quantidade de CO2 for duplicada, isso levará a um aquecimento de 1,6º-1,7ºC.
Este valor é bem menor do que a melhor estimativa atual do IPCC, de 3ºC.
O senhor Lewis foi um revisor do recentemente vazado rascunho do Relatório Científico WG1 do IPCC. O IPCC o proibiu de fazer citações do relatório, mas ele está a par de todas as melhores estimativas e de todos os graus de incerteza contidos no rascunho do relatório. E o que ele me relatou é pura dinamite.
Dado tudo o que hoje já sabemos, simplesmente não há nenhuma chance de que o tão temido aumento nas temperaturas médias irá ocorrer. Segundo o senhor Lewis: “Levando-se em conta o cenário hipotético em que o IPCC supõe uma duplicação do CO2, mais um aumento de 30% nos outros gases do efeito estufa até 2100, o mais provável é que vivenciemos um aumento das temperaturas médias de não mais do que 1ºC”.
Uma mudança cumulativa de menos de 2ºC até o final deste século não fará nenhum mal ao ecossistema. Ao contrário: o resultado líquido será positivo — e isso os próprios cientistas do IPCC já disseram abertamente no último relatório da instituição. As chuvas irão aumentar ligeiramente, os períodos propícios ao cultivo agrícola serão alongados, as calotas glaciais da Groelândia irão derreter apenas muito lentamente, e por aí vai.
Algumas das melhores pesquisas empíricas recentes também mostram que a sensibilidade climática é de 1,6ºC para uma duplicação do CO2. Um impressionante estudo publicado este ano (2012) por Magne Aldrin e colegas do Centro Computacional da Noruega afirma que a estimativa mais provável é de 1,6ºC. Michael Ring e Michael Schlesinger da Universidade de Illinois, utilizando o mais confiável histórico de temperaturas, também estimam 1,6ºC.
A grande pergunta é: será que os principais autores do relevante capítulo do vindouro relatório científico do IPCC reconhecerão que as melhores evidências empíricas não mais dão suporte à atual afirmação do IPCC de que o intervalo “mais provável” para a sensibilidade climática é de 2º–4,5ºC? Infelizmente, isso parece improvável — especialmente quando se leva em conta o histórico desta organização de substituir políticas baseadas em evidências por criação de evidências baseadas em politicagem, bem como a relutância de cientistas acadêmicos em aceitar que tudo aquilo que eles vinham dizendo há anos está errado.
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Outra pergunta bastante comum: Como pode haver tanta discordância em relação à questão da sensibilidade climática se as propriedades de efeito estufa do CO2 já estão bem estabelecidas? O problema é que a maioria das pessoas supõe que a teoria do aquecimento global é construída inteiramente sobre o dióxido de carbono. Mas não é.
Há pouca controvérsia entre os cientistas a respeito da quantidade de aquecimento que o CO2 sozinho pode produzir, tudo o mais constante: de aproximadamente 1,1º–1,2ºC para uma duplicação da quantidade de CO2 vigente antes da industrialização. O aquecimento gerado pelo CO2 se torna realmente perigoso dependendo da maneira como o fenômeno ocorre: mais especificamente, por meio da amplificação de retroalimentações positivas — principalmente vapor d’água e das nuvens que este vapor produz.
Funciona assim: um pequeno aquecimento (qualquer que seja a causa) esquenta os oceanos, o que aumenta a evaporação e torna o ar mais úmido — e o vapor d’água é em si um gás gerador do efeito estufa. As alterações nas nuvens (geradas pela simulação destes modelos) geralmente aumentam ainda mais o aquecimento, de modo que ele pode ser duplicado, triplicado ou até mais.
É exatamente esta suposição que está no cerne de todos os modelos utilizados pelo IPCC. Mas o problema é que nem mesmo o mais ardoroso cientista climático afirmaria que esta triplicação é um fato estabelecido. Para começar, o vapor d’água pode nem estar aumentando. Um recente estudo da Colorado State University concluiu que “não podemos nem provar nem negar que haja uma robusta tendência nos dados sobre o vapor d’água em todo o globo”. Depois, como um físico ganhador do Prêmio Nobel (e com um papel destacado no combate às mudanças climáticas) recentemente admitiu para mim: “Nem sequer sabemos o sinal” do efeito do vapor d’água — em outras palavras, os cientistas não sabem se o vapor d’água acelera ou retarda o aquecimento da atmosfera.
Modelos climáticos são conhecidos por fazer uma simulação bastante falha das nuvens, e dado que as nuvens possuem efeitos muito fortes sobre o sistema climático — alguns tipos de nuvem resfriam a Terra, seja porque a protegem do sol ou porque transportam o calor para cima e o frio para baixo em tempestades; e outros tipos aquecem a Terra ao bloquearem a saída da radiação –, continua sendo algo altamente plausível que não haja nenhum efeito líquido de retroalimentação positiva do vapor d’água.
Se este de fato for o caso, então até hoje vivenciamos um aquecimento de 0,6ºC; e nossos dados empíricos estariam apontando para um aquecimento de 1,2ºC até o fim do século.
Ano que vem, os cientistas do IPCC terão de decidir se irão admitir — contrariamente do que indicam seus modelos computacionais complexos e inverificáveis — que a evidência empírica agora aponta para uma insignificante alteração climática sem nenhum dano líquido efetivo.
Em nome de todas as pessoas pobres cujas vidas estão sendo arruinadas pelos altos preços dos alimentos e dos combustíveis — provocados pelo fato de o milho estar sendo maciçamente usado na produção de biocombustível, pelo fato de a agropecuária estar sendo tolhida em várias partes do mundo (o que reduz a oferta de alimentos), e também pelos amplos subsídios à energia renovável concedidos por burocratas a seus empresários e empresas favoritos –, podemos apenas torcer para que os cientistas tenham esta honestidade intelectual.
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Nota: as visões expressas no artigo não são necessariamente aquelas do Instituto Mises Brasil.
Aqui temos um bom apanhado de argumentos para não se deixar cair na balela aquecimentista: http://www.fakeclimate.com/OManualdosCeticos.pdf
No mais, nosso planeta já esteve muito mais quente que agora e esse efeito multiuplicador dos oceanos teria elevado nossa temperatura a níveis venusianos, se assim ocorresse.
Amplexos!
Ecologia é eugenia pintada de verde. Não existem questões ambientais. Existem questões raciais.
Para quem ainda acredita racionalmente nesse mito, eis um documentário britânico sobre o assunto, dirigido por Martin Durkin. Está dividido em 9 vídeos.
http://www.youtube.com/watch?v=L18k0Y5MMok
http://www.youtube.com/watch?v=r68nSt2fMPY
http://www.youtube.com/watch?v=KNtvuA-D_O8
http://www.youtube.com/watch?v=7QojxAG_rd8
http://www.youtube.com/watch?v=0mZSKRDDBFE
http://www.youtube.com/watch?v=atYTQ3soxZo
http://www.youtube.com/watch?v=KI6_1ndsTFg
http://www.youtube.com/watch?v=OBd8_cgLYek
Compartilhei no facebook com o seguinte texto (embora a massa esteja tão doutrinada e, por consequência, ignorante, que qualquer outro post com “vamos reciclar o papel” terá o quíntuplo de “curtidas”): “Geralmente cabe a quem acusa provar as coisas (quem diz que há aquecimento global deve provar isso, não o contrário)… Mesmo assim, talvez em face de tanta bobagem terrorista vinda dos melancias (verdes/ecologistas por fora, vermelhos/comunistas por dentro) para atacar o capitalismo (através da crítica à produção de energia), houve uma inversão. Teve que o “acusado” provar ser inocente, não o contrário. Há anos já percebemos a falácia dos pseudo-cientistas, quando a expressão “aquecimento global” deu lugar a “mudanças climáticas”, uma vez que o planeta “em aquecimento” estava, na verdade, resfriando (e no balaio das “mudanças” cabe qualquer coisa). Como para essa gente o que vale é propagar a ideologia esquerdista/marxista (“um dia vai dar certo, nem que tenham que morrer outros 100 milhões de pessoas”), o terrorismo, provavelmente, vai continuar sem escrúpulos, mesmo que a verdade provada seja outra. Resta-nos ver qual vai ser o papel da mídia e da escola no novo cenário óbvio: se vão continuar alienando a todos e entulhando a cabeça das crianças com besteiras falsas e não científicas, ou se vão, realmente, assumir o papel social a que se propõem. A conferir, embora sem muita esperança.”
Na minha visão, o maior problema que o livre mercado poderia passar eram nas questões ambientais. Se comprovado que nossos hábitos iriam afetar o planeta, imagino que algumas ações preventivas teriam que ser tomadas, limitando o desenvolvimento natural.
Hoje, felizmente essa realidade esta mudando. Esse ano fiz um curso pre-vestibular e todos professores já afirmavam que esses dados eram no mínimo exagerados. As próprias universidades, nos seus vestibulares, estão deixando de fora perguntas sobre esse assunto por conta desse outro lado.
Acredito que com o tempo essas falácias irão desaparecer.
Camarada Vinícius a questão ambiental não é um problema para as questões ambientais
como pode ser visto nestes seguintes artigos.
http://www.mises.org.br/Search.aspx?text=aquecimento%20global
Noto que mesmo a revisão feita agora é tímida. Na verdade, está comprovado que os métodos de correção dos dados brutos elevam, mais do que diminuem, e de forma significativa, as medidas de temperatura. Isso é uma prova de que estes métodos estão inadequados, pois teriam de ser neutros. Ao se pegar os dados brutos (ou corrigidos por métodos que não gerem distorção) observa-se que o aumento de temperatura foi bem menor que o que tem sido apresentado. Existem artigos sobre isso na rede, pesquisem e verão que estou dizendo a verdade.
Bom, se a temperatura subiu menos do que o que tem sido considerado, então a sensibilidade climática é menor ainda do que a apresentada neste artigo, provavelmente negativa.
Um outro aspecto para o qual devo chamar a atenção é que houveram grandes variações de temperatura nos dois últimos milênios (e antes possivelmente foi a mesma coisa, embora menos documentado). Houveram vários “ótimos climáticos” (como os historiadores chamam os períodos quentes, reconhecidos como épocas de maior riqueza e bem estar) e várias mini-glaciações (reconhecidamente periodos de maior pobreza, conculsões sociais e guerras). Certamente estas variações tiveram causas naturais, as quais deveriam serem pesquisadas, para que possamos nos preparar para futuras variações. Entretanto, a falsa teoria do AGA tem prejudicado a verdadeira pesquisa científica sobre o assunto.
Muitos pesquisadores mais jovens tem medo de seguir os fatos, e terem suas carreiras prejudicadas. Vários pesquisadores no auge ou fim da carreira, ou aposentados, se sentem livres para falar e escrever o que realmente pensam, pois sabem que já não podem ser tão prejudicados assim. E uns poucos jovens, apadrinhados por céticos com reputação científica já bem estabelicida, sentem-se livres para dizer a verdade. Mas aqueles jovens que tem como seus orientadores os vendilhões da ciência, de forma alguma poderão ser sinceros ao perceberem os erros do AGA, porque seria o fim de suas carreiras. Talvez algumas mentes brilhantes se desiludirão com tanta hipocrisia, e preferião mudar de carreira. Outros, sentindo-se obrigados a viver na mentira, definharão moral e cientificamente. AGA é lisenkismo, a subordinação da ciência à ideologia e ao achaque por parte das ONGs e engenheiros sociais.
Ih, voltaram a postar textos pseudocientíficos aqui? Isso só queima o filme do Libertarianismo e da EA.
Outro fator que me surpreende por nunca mencionarem é a idéia do “tudo mais constante”. Mesmo se o aquecimento global se desse no ritmo apocaliptico que pregam tantas pessoas, nada ficaria constante – já não está.
Várias empresas já trabalham com a redução/eliminação do carbon footprint (temos uma tradução pro termo em português?), pessoas também evitam poluir cada vez mais – e não é um fenômeno recente, mas que evolui desde as décadas de cinqüenta/sessenta de forma constante.
Sem mencionar o fato de que é tudo muito nebuloso nos estudos climáticos – não se tem certeza de absolutamente nenhum fato. Talvez seja essa a razão do alarmismo, na verdade: na falta de uma certeza, avalia-se a pior possibilidade e se trabalha sobre como revertê-la – quando um trabalho verdadeiramente sério buscaria dados mais concretos que as pesquisas preliminares divulgadas dia-a-dia.
Infelizmente, não concordo com matérias que ainda teimam em tentar usar termos como “gases de efeito estufa”. Primeiramente isso já está mais do que provado que não existe. Enquanto tentarem discutir esse assunto nos termos do IPCC, este sempre encontrará um meio para que o catastrofismo constinue em pauta. o CO2 é irrisório na atmosfera, assim como o metano. Os CFCs nunca fizeram nada contra a camada de Ozônio que na realidade possui caráter transitório. Penso que tal matéria atrapalha mais do que ajuda. Neste tipo de asunto não se pode incorrer no erro da subverção. Sou intransigente neste aspecto. Como conselho peço que também o sejam. Esta gente ecofascista não merece espaço algum.
PDF : http://www.skepticalscience.com/docs/Guide_Skepticism_Portuguese.pdf
Leandro, já vou ler seu link, depois respondo.
De fato o “aquecimento global” é um mito!
Para verificar isto, basta estar atento a algumas coisinhas básicas como:
1. A esmagadora maior parte das estações que mensuram a temperatura estão localizadas em cidades. É fato que as cidades são mais quentes que seu entorno, o que comprova a teoria das ilhas de calor, porém, este “bolsão” de calor tem extensão limitada (favor ler estudos de clima urbano).
2. grande parte das estações em ambientes como a Sibéria foram extintas.
3. o clima global é muito mais sensível à emissão de energia pelo Sol e à temperatura do mar.
Em minha simples opinião, trata-se de politicagem, pra variar!
Ah, e mais uma coisinha, falar em média em climatologia é brincadeira né?!
Não sei de onde tiraram que não há evidências do AG…
climate.nasa.gov/evidence/
http://www.skepticalscience.com/evidence-for-global-warming.htm
Os aquecimentistas tem a Camila Pitanga deles: Chama-se Al Gore, que inclusive ganhou um Oscar pelo seu horroroso documentário “Uma Verdade Inconveniente”. Esse documentário contém erros científicos inacreditáveis como por exemplo distorcer a relação emissão de CO2 X temperatura. A relação dá-se simplesmente na forma inversa que Gore apresenta. Mas as pessoas, na sua ignorância científica, acreditam. Não a toa esse docuemntário hoje é proibido em escolas públicas na Inglaterra devido ao seu teor cheio de erros.
Al Gore também ganhou um Nobel pela sua atividade de “ativista”. Hoje trâmita um processo administrativo em Oslo querendo cassar o Nobel dele.
Mais uma do Gore: com a recente crise imobiliária nos EUA, Gore comprou a preço de banana uma mansão enorme em Malibu, vejam só, na beira da praia! Como pode alguém que advoga que os oceanos estão subindo e continuarão a subir nos próximos anos, comprar uma mansão na beira do mar?
Ahh, mas tem a NASA, e sabe como é: se a NASA diz, é verdade ! James Hanssen, chefe do depto. de metereologia da NASA, que depende de verbas públicas (quanto mais pânico, mais verbas, claro) declarou, em 1988 que em 2008 Manhattan estaria debaixo da água.
Em 2000, um cientista aquecimentista inglês (não tenho o nome dele em mãos) declarou que em 2010 as crianças inglesas nascidas no ano 2000 apenas conheceriam neve através de filmes antigos e livros.
E por ai vai…o negócio é criar pânico e garantir as verbas publicas para “pesquisas” no próximo orçamento; é vender livros, filmes etc etc.
Podem até desmentir o aquecimento global antropogênico, a falácia foi mesmo descoberta e os esquerdistas estão fulos da vida com isso. mas na hora de desmentir (na verdade um cientista cético comprometido seriamente com o tema) quem apareceu no mainstream para cumprir a missão?
O sr. Augusto Felicio, se vcs só assistiram ao programa do Jô não deixem de pesquisar suas palestras em outras instituições que ele deu no Youtube, realmente tecnicamente muito mais rico em detalhes (aquele gordo não vai deixar ninguém falar).
O problema é que se trata de um MARXISTA notoriamente, em vários trechos das palestras ele deixa isso transparecer completamente.
Mas ele diz ser um HUMANISTA (olha que contradição, Marx também se dizia um)
É claro, é essa a principal razão por que ele pode aparecer em um programa da Globo em cadeia nacional.
O curioso é que em uma das palestras ele mesmo se pergunta como foi possível terem deixado ele aparecer na Globo(?)
Nessa mesma palestra um idota de um estudante (tava mais com cara de bolsista profissional) um desses bicho-grilo hi-techs de hoje em dia fazendo uma pergunta-crítica ao professor perguntando como era possivel em uma sociedade de hoje no brasil em que todo mundo passa fome(?!?) e mesmo assim as pessoas andam com seus Ipod no bolso..
E ele respondeu: É mesmo tens razão, eu mesmo só compro uma camisa quando preciso!?!
Entende tudo de clima, mas nada de economia ou politica e filosofia.
Quer dizer… de idiotas úteis os comunistas estão bem servidos.
Essa farsa do aquecimento entra pro hall da fama das maiores mentiras já propagadas. O interessante é que muitos “cientistas” da NASA e da ONU deveriam estar na cadeia por algo desse tipo. As pessoas fazem teorias absurdas, mentem descaradamente, causam um prejuízo enorme e não são responsabilizadas. Vergonhoso.
Viram essa? Hilaridade total.
Cientistas estavam tentando documentar as "mudanças climáticas" no Ártico, na expectativa de mostrar o derretimento das geleiras.
Chegando lá, o navio deles ficou preso nas geleiras do polo, com espessura bem maior do que a esperada. Tiveram de pedir resgate após ficarem submersos no gelo. Ou seja: foram para lá em busca de evidências do derretimento de geleiras e acabaram ficando presos em enormes geleiras, algo incomum nessa época do ano.
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2531159/Antarctic-crew-build-ice-helipad-help-rescuers.html
O que você escutar de autoridades governamentais pode ter certeza que é exatamente o contrário. Não se enganem com os supostos “cordeiros”.
Pois é pessoal, no artigo do link abaixo segue mais um exemplo da máxima: “Contra fatos não há argumentos.”
sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,a-antartida-esta-esfriando,10000065781
O que vocês tem a dizer sobre o quecimento global causado por gás metano CH4 ?
Não consegui nenhum dado para rebater mais essa falácia.
Postem links e videos por favor.
Há alguma atualização relevante para esse artigo? BBC e outros meios disseram que 2018 foi o ano mais quente da história e blablabla… Há algo que se possa atualizar ou adicionar nesse artigo? Alguém pode indicar um texto mais completo e atualizado?