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Dez conclusões falaciosas da ideologia dominante

Em
toda e qualquer situação, em qualquer época e em qualquer lugar do mundo, o que
dominará o pensamento das pessoas, bem como a ação que elas exigirão de suas
autoridades, é a ideologia dominante.  A
ideologia dominante possui o indelével poder de moldar a maneira como as
pessoas interpretam o que está ocorrendo no campo social, por que isso está
ocorrendo, e o que deve ser feito a respeito. 
A ideologia exerce seu poder em grande parte por meio daquilo que
podemos chamar de poder da predisposição,
isto é, o poder que ela possui de gerar conclusões padrões e predeterminadas,
as quais, quando examinadas mais detidamente, nada mais são do que meros saltos
de fé.

No
presente, por uma conjunção sem precedentes de fatores, a ideologia dominante
ao redor do mundo é a social democracia. 
Embora haja pequenas nuanças aqui e ali, pequenas diferenças emocionais
e intelectuais, o fato central é que a social democracia, em todos os lugares,
mantém coeso um elemento central: sua inabalável fé no estado, em seu poder de
correção e em sua capacidade de agir vigorosamente nas mais variadas frentes
possíveis, sempre com o intuito de aprimorar a sociedade e melhorar o
comportamento dos cidadãos.

Um
economista observa em particular que a ideologia social-democrata hoje abraça de
maneira inflexível as seguintes conclusões predeterminadas:

1. Se um problema econômico ou social parece existir, o
estado deve impor regulações para corrigi-lo ou, no mínimo, remediá-lo;

2. Se as regulações já foram impostas e não funcionaram,
elas devem se tornar mais severas e mais abrangentes;

3. Se houver uma recessão econômica ou uma simples
desaceleração da economia, o estado deve adotar medidas de “estímulo”,
utilizando ativamente seus arsenais monetários e fiscais;

4. Se, não obstante todas as medidas estatais de
“estímulo”, a recessão ou estagnação persistir, o estado deve aumentar o
tamanho, a duração e a abrangência destes programas;

5. Se o crescimento econômico parecer muito lento e não
estiver satisfazendo o padrão de desempenho exigido por pessoas poderosas (como
a mídia), o estado deve intervir para acelerar a taxa de crescimento fazendo
“investimentos” em infraestrutura, em educação, em saúde e em tecnologia;

6. Se o estado já estiver fazendo tais “investimentos”,
então ele deve fazer ainda mais destes investimentos;

7. Durante uma recessão, para combater o aumento no déficit
do orçamento do governo, os impostos sobre “os ricos” devem ser elevados;

8. Se a economia estiver crescendo, os impostos sobre “os
ricos” também devem ser elevados, só para garantir que eles contribuam com uma
“fatia justa” para a sociedade e ajudem o governo a equilibrar suas contas;

9. Se os social-democratas perceberem qualquer tipo de “falha
de mercado”, o estado deve intervir de maneira tal que prometa a criação de um
Nirvana;

10. Se as intervenções passadas e presentes não gerarem o
prometido Nirvana, então o estado deve aumentar sua intervenção até o Nirvana
ser finalmente alcançado.

As
predisposições social-democratas supracitadas, e várias outras numerosas demais
para serem citadas aqui, fornecem as bases sobre as quais o estado justifica
suas medidas correntes e suas propostas para agir ainda mais
expansivamente.  Social-democratas e progressistas não
conseguem ver nenhuma situação em que a melhor medida a ser tomada seja a
redução do tamanho do estado ou a diminuição de sua intervenção.  Tampouco são eles capazes de admitir que o
governo não pode fazer nada de construtivo em qualquer situação.  Eles veem o estado como uma instituição
benevolente, bem intencionada, suficientemente capacitada e corretamente
motivada para corrigir absolutamente qualquer problema econômico e social.  Para eles, todo o necessário para o estado
funcionar bem é que os cidadãos concedam ao governo plena liberdade de ação, e
aceitem de bom grado financiar seus custos, sem questionar.

Donde
se conclui que os social-democratas desejam que o tamanho, o escopo e o poder do
estado mudem sempre em apenas uma direção, independentemente de quais sejam as
condições passadas e presentes, e independentemente do sucesso com que tais
panacéias progressistas foram implantadas no passado — com efeito, se
honestamente avaliadas, virtualmente todas elas se revelam um completo
fracasso.  A fé social-democrata no estado,
no entanto, segue eterna e inabalável.

É
um grande infortúnio para os países do Ocidente que não haja desafios sérios a
esta ideologia atualmente dominante.  Os
partidos políticos de hoje competem entre si apenas por cargos, cada um deles
se esforçando para pilhar o estado ao máximo e direcionar os espólios para seus
correligionários e apoiadores.  Não há
diferenças ideológicas substanciais entre eles. 
Todos os partidos políticos acreditam em um estado poderoso, dominante,
difuso e engajado.  Compreensível.  Quanto maior o estado, maior o espaço para a corrupção,
mais poderosos são os políticos e maior é o enriquecimento ilícito desta gente.  O que é inconcebível é ver pessoas
comuns defendendo sua própria espoliação. 
Hoje, toda a discussão política se limita apenas a debater qual grupo de
escroques deve ficar com o comando do Leviatã.

 

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52 comentários em “Dez conclusões falaciosas da ideologia dominante”

  1. Uma das coisas que faz com que as pessoas apoiem o estado grande é o medo, a insegurança da vida. Elas acham que o estado pode lhes trazer mais segurança, mais estabilidade, até econômica. Essa ilusão é profundamente arraigada na mente das pessoas. A vida é dura, instável, e as pessoas procuram segurança no estado. Aceitam até alienar grande parte de sua liberdade e de sua renda ao estado na ilusão de que este pode lhes dar segurança.

  2. Três dúvidas:
    1) O uso do vocábulo “estado” e não “Estado” é uma forma intencional de menosprezar as funções deste ?

    2) Sem um agente regulador, capaz de equilibrar o peso da mão invisível do mercado, resta-nos acreditar na benevolência e no espírito competitivo dos capitalistas. O que impediria a formação de toda sorte de acordos prejudiciais ao consumidor, como monopólios, cartéis, controle da oferta, etc. ?

    3) E quanto as atividades desinteressantes para o capital ? Quem seria responsável por oferecê-las à sociedade ? Lembrando que até mesmo o capital se vale da infraestrutura e dos demais recursos sociais e coletivos para promover a sua reprodução. Por exemplo: as empresas usam as mesmas rodovias públicas para escoar sua produção, usam os mesmos equipamentos urbanos, captam mão-de-obra formada em instituições de ensino públicas, etc.

    Ou seja, por pior que seja o Estado, não há uma alternativa que pragmaticamente seja capaz de oferecer e cumprir todas as funções que os Estados cumprem.

  3. “Os partidos políticos de hoje competem entre si apenas por cargos, cada um deles se esforçando para pilhar o estado ao máximo e direcionar os espólios para seus correligionários e apoiadores. Não há diferenças ideológicas substanciais entre eles. Todos os partidos políticos acreditam em um estado poderoso, dominante, difuso e engajado.”

    Quando li esta parte, lembrei na hora de nosso triste país.

  4. No velho testamento, mais precisamente no livro de Samuel – I, no capitulo 8 está registrada a tragica passagem em que os israelitas insistem que precisam de um rei para lutar por eles frente ás nações inimigas.Deus, onisciente e onipresente descreveu ao profeta Samuel o que representaria a figura de um rei.E disse:

    Este será o direito do rei que houver de reinar sobre vós:ele tomará os vossos filhos e os empregará no serviço dos seus carros e como cavaleiros, para que corram adiante deles;
    e os porá uns por capitães de mil e capitães de cinquenta;outros para lavrarem os seus campos e ceifafem as suas messes; e outros para fabricarem suas armas de guerra e o aparelhamento de seus carros;
    Tomará as vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras.
    Tomará o melhor das vossas lavouras, e das vossas vinhas, e dos vossos olivais e o dará aos seus servidores.
    As vossas sementeiras e as vossas vinhas dizimará, para dar aos seus oficiais e aos seus servidores.
    Também tomará os vossos servos e as vossas servas, e os vossos melhores jovens, e os vossos jumentos e os empregará no seu trabalho.
    Dizimará o vosso rebanho, e vós lhes sereis por servos.
    Então, naquele dia, clamareis por causa do vosso rei que houverdes escolhido; mas o SENHOR não vos ouvirá naquele dia.
    Que grande e horrivel semelhança entre aquele dia com os dias de hoje.
    As mesmas escrituras diz: passarão os céus e a terra mas a minha palavra jamais passará.Ficam estas palavras como reflexão para todos os que amam a liberdade.

  5. “Social-democratas e progressistas não conseguem ver nenhuma situação em que a melhor medida a ser tomada seja a redução do tamanho do estado ou a diminuição de sua intervenção.”

    Tenho dúvidas em relação a esta afirmação. Algumas pautas dos esquerdistas são:

    Descriminalização/despenalização do consumo de drogas.
    Desmilitarização das polícias.
    Desoneração do consumo.
    Orçamento participativo.
    Descriminalização do aborto.

    Alguém sabe me explicar por que elas implicam aumento do papel do estado?

  6. Vejo que o texto ” dez conclusões falaciosas da ideologia dominante” é o segundo, em pouquíssimo tempo, que trata ou desenvolve o tema de “ideologia” no presente site.O outro texto buscava responder a um eventual ataque dos adversários acadêmicos e políticos do liberalismo econômico, que era retratado por eles como uma “ideologia” da classe burguesa.Nesse texto ,assim como no presente texto,as dez conclusões falaciosas da ideologia dominante, há o desenvolvimento da categoria de ideologia, que ,todo mundo sabe, foi desenvolvida por Karl Marx e Engels.Na verdade, em ambos os textos são utilizados no sentido ,ainda que parcial , dado a tal categoria por tais pensadores.Entretanto, em ambos os textos, tal categoria é retratada de duas maneiras e, aparentemente, contraditórias entre si.

    No texto ” Seria o liberalismo, uma ideologia a serviço do empresariado”,ideologia é empregada como uma espécie de discurso mistificador da realidade.Algo, talvez, mais próximo com o que efetivamente Marx e Engels desenvolveram no livro A ideologia Alemã.No segundo texto, contudo, ideologia é empregada como se fosse uma forma de controle social psicológico que é exercido nos indivíduos,algo como um controle que os impedissem de pensar de maneira contrária ao conjunto de valores e forma de pensamento vigente.Dai, a ideologia apresenta-se como um fator de alienação e de submissão do individuo à forma de pensar dominante.

    Dentro desses conceitos, pode-se afirmar, de inicio, que exista, de fato, uma contradição.Enquanto em um texto ideologia é empregada no sentido de uma ideia enganosa que atinge um certo grupo de indivíduos, no outro é desenvolvida como uma forma de dominação consciente realizada pela classe dominante, que busca impor a sua vontade e suas ideias à classe dominada.Tal aparente antinomia faz muitas vezes alguns estudantes, e até intelectuais, se confundirem quanto à verdadeira “essência” do conceito de ideologia.Para termos em vista o que é ideologia de fato, temos que ter em mente o seguinte: a tese de ideologia desenvolvida por Karl Marx e Engels não é a mesma desenvolvida por parte da tradição exegética marxista.Tal fato vai levar ao desenvolvimento de dois conceitos diferentes e distintos de ideologia, o que causará uma eventual confusão dentro do campo conceitual marxista.

    Para Marx e Engels, ideologia não se trata de um conceito universal, nao-histórico e analítico de um fato. Na verdade, para tais autores, a ideologia se ampara em questões aparentemente racionais e universais e desprovidos de historicidade para ocultar exatamente a historicidade daquilo que ela pretende explicar.Trata-se ,portanto, a ideologia de uma falsa consciência da realidade.

    Se a teoria pretende explicar, idealmente, o movimento real e histórico da realidade, ao tornar um fato real como um produto racional e universal, acaba, ao invés de reproduzir a história, criando uma realidade distinta daquilo que busca explicar. Nesse sentido, a ideia, produto do desenvolvimento histórico e social, acaba, na ideologia, se apresentando como a força motriz e criadora da própria realidade. Ocorre,então, a inversão da realidade no plano da representação teórica : Na ideologia, o pensamento apresenta-se como o criador da realidade, e não como um produto( resultado) desta.Por meio da ideologia, portanto, a realidade aparece como sendo uma criação artificial do pensamento.Por isso, para transforma-la, basta aos homens pensa-la, e não ,mediante a ação transformadora e revolucionária do trabalho, modifica-la.Nesses termos, a ideologia trata-se de um autoengano que faz o individuo pensar em uma realidade ideal que não seja, propriamente, a realidade concreta da história.

    Para Marx e Engels, a ideologia, ao inverter o movimento real e histórico da realidade, pois busca reproduzi-la como se fosse um movimento puramente racional e, por isso, desprovido de historicidade e da ação subjetiva dos homens, acaba enganando os indivíduos.O movimento da ideologia, conforme assim desenvolvem Marx e Engels, não se trata de um mero acidente histórico, e tampouco num movimento desprovido de tal historicidade.É um movimento concreto e teve os seus condicionalismos históricos dentro da sociedade burguesa.

    A ideologia opera dentro da sociedade burguesa. Os indivíduos burgueses, ao tentarem explicar o movimento real e histórico de sua própria sociedade, acabam sendo induzidos ao erro. Isto não se dá conscientemente, mas, sem saberem, ao colocarem a sua sociedade como sendo um produto racional e desprovido de seu elemento histórico( logo, capaz de ser superado e transformado pela práxis), como se fosse a realização de princípios “universais” e “inerentes” à humanidade, acabam criando,além do autoengano, uma proposição teórica que acaba, ainda que apareça com elementos abstratos, escondendo interesses concretos de uma classe específica : a classe burguesa, que busca legitimar a sua sociedade às classes oprimidas, colocando a si mesmo, enquanto classe, como uma necessidade do espírito, e não como um elemento de desenvolvimento do modo de produção capitalista e , então, passível de ser destruída e superada, assim como ocorreu com as classes dos suseranos e senhores feudais, ou como a classe dos Paters Familiae e do modo de produção escravagista clássico romano.

    Nesses termos, dentro desse movimento, a ideologia acaba escondendo, ainda que de maneira inconsciente e abstrata, os interesses concretos da burguesia, ao tornar os seus interesses de classes como frutos do desenvolvimento racional e ideal, e não produto de condicionalismos históricos, capazes de ,inclusive, se tornarem desnecessários e a insustentáveis concreta e historicamente, o que vai,segundo Marx e Engels, inevitavelmente ocorrer dentro do movimento histórico do próprio capitalismo.

    Como é evidente, a categoria de ideologia, para Marx e Engels, não se trata de um mero conceito analítico,mas,sim, de um movimento complexo, real e histórico do desenvolvimento do pensamento e de sua justificação dentro da sociedade burguesa.Muitos dos estudantes e acadêmicos acabam não entendendo completamente tal categoria.Por isso, acabam tomando-a como um mero conceito analítico, assim como uma formula matemática, sendo assim uma expressão ideal universal e passível de ser utilizada para explicar todos os períodos históricos.Eventualmente, tais indivíduos ,ao tomarem a categoria marxiana Ideologia de tal forma, acabam sendo vítimas do autoengano e,portanto, acabam criando, ironicamente, uma ideologia.

    O erro em descrever e compreender a categoria de Marx e Engels de Ideologia não atinge apenas os meros estudantes e intelectuais” da direita”, ou seja, liberais ou conservadores, que acabam tomando apenas parte do movimento que tal categoria busca explicar e a transformam num conceito analítico,mas também atinge pesquisadores “de esquerda” e inclusive da tradição marxista, o que acaba criando várias incongruências e confusões com relação a tal categoria.

    Parte da tradição marxista entende e desenvolve a ideia que ideologia seja um conjunto de valores fadados ao condicionalismo de classe.Por isso, segundo parte de tal tradição, a burguesia teria valores e formas de ver o mundo diversas da classe operaria.Por isso, haveria, de fato, um “polilogismo” na forma de apreensão da realidade, a qual ficaria sempre submissa aos interesses concretos e de classe.Nesses termos, cairíamos, de acordo com tal tese, num mundo de relativismo e classista, em que o objetivo e o real se tornariam impossíveis de serem apreendidos em suas “substancias”.

    Ora, conforme já foi exposto acima, Jamais foi isso que Marx e Engels queriam desenvolver ou desenvolveram com a categoria de ideologia.Por isso, devemos ter clareza, ao estudarmos a categoria histórica e real de ideologia, a diferença conceitual que parte da tradição marxista exprime e o desenvolvimento teórico realizado de tal categoria pelo próprio Marx.Portanto, para não utilizarmos a categoria de ideologia de maneira vulgar, que acaba tornando-a desprovida de sentido, é necessário ter em mente tal observação.

  7. Caro Mauro,

    Foi o Sr quem nao me entendeu.Talvez,o Sr se quer tenha lido o texto.Ademais, é facil dizer que certo individuo expôs de maneira confusa, sem se quer aponta-la.Na verdade, é facil falar qualquer coisa sem fundamentar ou desenvolver a sua afirmação.Trata-se de um ato desonesto e censurável.

    Nao preciso que o Sr concorde comigo.Na verdade, eu quero vozes dissonantes.Caso contrario, estaria publicando o presente texto no site vermelho.org, onde certamente eu seria aplaudido.
    Entretanto, eu quero vozes dissonantes com FUNDAMENTOS, e nao ataques pessoais.Obrigado.

  8. Leandro,

    Perdão desviar do assunto do post, mas gostaria da sua opinião, se você tiver tempo: Você compartilha da opinião de economistas como Peter Schiff, por exemplo, que dizem que se as taxas de juros dos EUA saírem de zero para números (ainda baixos) como 3 ou 5%, o calote dos EUA será inevitável?

    Levando em consideração que a proporção dos títulos atualizados pela taxa de juros, no montante total dos títulos emitidos pelo governo americano, é bem grande, o programa de recompra dos títulos americano poderia ficar muito pesado para o orçamento deles, levando ao calote?

    Você tem opinião sobre o assunto?

    Obrigado, desde já, e parabéns pelo trabalho de vocês, mais uma vez.

    Um abraço,

  9. (Fora do tópico)

    O Brasil está a receber o videogame mais caro do mundo tendo a Sony responsabilizado as tarifas de importação daqui, seria uma boa oportunidade para o site explicar o que é que está acontecendo e ensinar como ninguém como os preços podem ser diminuídos através da competição e da redução de impostos. Já há ótimos artigos sobre o assunto, inclusive.

    Basta ver o Chile, por exemplo, que está recebendo o mesmo produto mais de 2000 reais mais barato.

  10. Pragmatismo:
    Segundo essa doutrina metafísica, o sentido de uma ideia corresponde ao conjunto dos seus desdobramentos práticos.

    Ooops,então o estado é P-R-A-G-M-A-T-I-C-O !

  11. “O que é inconcebível é ver pessoas comuns defendendo sua própria espoliação.”
    E os caras ainda vem aqui defender o estado e encher o nosso saco com esses argumentos decorados. Ou são burocratas ou militantes marxistas de 15 anos de idade.

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