A
reciclagem adquiriu um status moral quase que inquestionável, em grande parte
porque crianças e adolescentes, doutrinados pela propaganda ambientalista
continuamente regurgitada pelas escolas e universidades, chegam às suas casas
munidos de informações falaciosas e as utilizam para intimidar seus pais. Não seria exagero algum dizer que mais de 70%
da juventude quer que seus pais reciclem.
Porém,
aqui vai meu humilde conselho aos pais: não se envergonhem e não se deixem
intimidar! Joguem fora todo e qualquer lixo.
Não há nenhuma virtude em reciclar algo que o mercado não está disposto
a lhe pagar. Se reciclagem fosse realmente
uma necessidade premente, tal ato teria um enorme preço de mercado, e as pessoas
seriam pagas para incorrer em tal atividade.
O que nossas crianças e adolescentes estão aprendendo nada mais é do que
ideologia esquerdista, sem nenhum respaldo em fatos ou na ciência.
Um
dos argumentos utilizados em prol da reciclagem é que o mundo está ficando sem
aterros sanitários, pois o espaço para eles estaria acabando. Os meios de comunicação se esmeram em
propagandear, principalmente em canais voltados para o público infantil,
imagens sombrias de cidades soterradas sob seu próprio lixo. É exatamente isto o que se passa por educação
ambientalista no mundo atual.
Porém,
a realidade é que não há e nem nunca houve qualquer escassez de espaço para a
construção de aterros. Se houvesse de
fato tal escassez, o preço de mercado para tal espaço seria tão astronômico,
que as pessoas estariam demolindo suas próprias casas para construir aterros em
seus lugares. Ato contínuo, elas iriam
embolsar o lucro e comprariam mansões.
No entanto, a verdade é que se todo o lixo sólido a ser produzido nos próximos mil anos fosse concentrado em
um único lugar, ele ocuparia apenas 114 quilômetros quadrados — o equivalente
a 0,001% de toda a área dos EUA.
E
o que dizer sobre a tão propalada alegação de que a reciclagem, principalmente
a de papel, irá “salvar a vida” de várias árvores? Toda criança tem este mantra na ponta da
língua. O papel, afinal, é feito da
madeira das árvores. Por que não produzir
papel novo utilizando papel antigo e, assim, evitar que mais árvores sejam
derrubadas? Simplesmente porque não é assim
que funciona a lógica econômica. A
oferta sempre será comandada pela demanda.
Se amanhã repentinamente pararmos de utilizar trigo para fazer pão,
haveria menos trigo no mundo daqui a um ano.
A oferta de trigo cairia drasticamente.
Não mais haveria incentivos de mercado para se cultivar trigos, seus
preços despencariam e o cultivo de trigo seria uma atividade totalmente
deficitária. Da mesma forma, se todo o
mundo parasse de comer frango, a população de frango diminuiria, e não
aumentaria, como supõem quase todos os ambientalistas.
A
mesma lógica se aplica à relação entre papel e árvores. Se pararmos de utilizar papel, menos árvores
seriam plantadas. Não haveria incentivos
de mercado para a conservação de florestas.
Na indústria papeleira, 87% das árvores utilizadas são plantadas para a
produção de papel. Isto significa que,
de cada 13 árvores que seriam “salvas” pela reciclagem, 87 jamais seriam
plantadas. É exatamente por causa da
demanda por papel que o número de árvores plantadas no mundo aumentou nos
últimos 60 anos. Eis, portanto, uma
lição incômoda para os ambientalistas: se o seu objetivo é maximizar o número
de árvores, não recicle papel. Outra
lição: se você quer aumentar o número de árvores, defenda o capitalismo e a
propriedade privada. Quando se é dono da
sua própria terra, há vários incentivos econômicos para se cuidar muito bem desta
sua terra. Sua preocupação é com a produtividade de longo prazo.
Assim, o proprietário de uma floresta, por exemplo, irá permitir que uma
madeireira ceife apenas um número limitado de árvores, pois ele não apenas terá
de replantar todas as que foram ceifadas, como também terá de deixar um número
suficiente para a colheita do próximo ano.
Outras
declarações feitas por defensores da reciclagem são igualmente
problemáticas. Reciclar não poupa
recursos. Pelo contrário, desperdiça
recursos valiosos. Em geral, reciclar é
mais caro do que construir aterros, com a única exceção para esta regra sendo o
alumínio. As crianças também são
doutrinadas a acreditar que reciclar irá reduzir a poluição. Mas a elas não é dito que o processo de
reciclagem é, em si, extremamente poluente.
A reciclagem de jornais, por exemplo, requer que a tinta velha utilizada
nos jornais seja retirada das páginas.
Este é um processo quimicamente intensivo que gera enormes quantidades
de lixo tóxico. Muito mais
“ambientalmente saudável” seria simplesmente jogar os jornais fora.
Adicionalmente,
um programa de coleta de recicláveis exige o uso de caminhões diferentes dos
caminhões utilizados para a coleta de lixo comum. Isto, por sua vez, significa mais caminhões
circulando diariamente (ou semanalmente) nas cidades. E isto, por sua vez, significa mais poluição
do ar. Em Nova York, por exemplo,
após instituir a reciclagem compulsória, a prefeitura teve de acrescentar duas
coletas adicionais por semana. Já em Los Angeles, a
prefeitura teve de duplicar sua frota de caminhões de lixo.
Mas
o fato é que os recicladores têm uma agenda muito mais ambiciosa do que aquela
com que doutrinam as crianças e os adolescentes. No livro Waste
Management: Towards a Sustainable Society, seus autores, O.P. Kharband and E.A.
Stallworthy, chegam a reclamar que as construtoras descartam
pregos envergados e que os hospitais utilizam seringas descartáveis. “O chamado ‘padrão de vida'”, concluem os
autores, “terá de ser reduzido”.
Eis
aí o real objetivo da elite defensora de programas compulsórios de reciclagem. E, tragicamente, esta redução no padrão de
vida já foi alcançada em várias cidades que construíram monstruosas e caras
fábricas de reciclagem, o que levou a desperdícios inacreditáveis, impostos
mais altos, e prefeituras financeiramente estropiadas.
A realidade econômica do debate
ambientalista
Debates
sobre questões ambientais nada mais são do que debates sobre como estamos
precificando o futuro. Em economês,
diz-se que estamos atribuindo ao futuro um valor presente muito descontado. Questões sobre “o mundo que estamos deixando
para nossos filhos” e reclamações sobre a suposta miopia das gerações atuais
são, em última instância, alegações de que estamos precificando o futuro de
maneira incorreta e inapropriada — ou, mais especificamente, que estamos descontando
acentuadamente o valor presente do futuro.
Em
seu livro The Armchair Economist,
Steven Landsburg apresentou um excelente ponto sobre a alegação de que temos de
conservar a terra para as gerações futuras.
Ele pergunta como podemos saber com total certeza se nossos filhos e
netos irão preferir uma floresta a toda a renda e riqueza que seriam geradas
por, digamos, um estacionamento ou um shopping.
E a resposta é que nós simplesmente não sabemos, pois, novamente
recorrendo ao economês, é impossível fazer comparações interpessoais de
utilidade. Mas podemos utilizar o
princípio da preferência temporal para nortear nossas decisões.
Alguns
dizem que não podemos precificar o futuro de maneira tão baixa — ou que, se o
fizermos, deveríamos descontar seu valor presente de uma maneira extremamente
ínfima. Tais pessoas argumentam que, ao
fazermos nossos cálculos ambientais de hoje, as gerações futuras deveriam ser
incluídas nele e consideradas como tendo o mesmo peso da geração atual. Certo, mas qual a consequência real e lógica
de tal postura? Ora, se realmente
fizermos isso para todos os assuntos envolvendo o ambiente, então qualquer
questão sobre a proteção do planeta irá se tornar irrelevante por causa de um
fato incômodo e perturbador já apontado pelo economista Walter Block: em algum
momento futuro, o sol irá desaparecer, e o planeta com o qual estamos tão
preocupados hoje irá simplesmente desaparecer.
E isso é um fato para o qual não há alternativas.
Logo,
se estamos tão preocupados com a preservação das espécies, e se já sambemos de
antemão que, um dia, o planeta Terra irá inevitavelmente desaparecer, então
temos de buscar um conjunto de ideias radicalmente distintas e uma abordagem
radicalmente diferente da atual maneira de se pensar o ambiente. Temos de levar em conta que haverá um momento
em que o principal problema ambiental a ser enfrentado pela humanidade não será
como reduzir a poluição da terra, do ar e do mar, mas sim como sair deste
planeta ou como alterar sua posição no sistema solar, duas tarefas que estão
muito além das fronteiras da nossa atual capacidade tecnológica, mas que podem
ser alcançadas, pelo menos em princípio.
Uma
solução para este inevitável problema seria o acúmulo de recursos e capital,
algo que requer um nível muito maior de criatividade e engenho humano, e uma
divisão do trabalho muito mais acentuada que a atual, de modo que as pessoas possam se
concentrar nos problemas e desafios gerados por uma viagem interplanetária. Isto significa que seriam necessárias mais
pessoas habitando o planeta, e elas teriam de ser muito mais ricas do que são
hoje, e teriam de enriquecer de maneira bem mais acelerada, pois isso liberaria
o recursos necessários para solucionar todos estes problemas.
Embora
isto — aumento populacional e enriquecimento acelerado — seja algo que vá
exatamente contra as ideias ambientalistas convencionais, trata-se exatamente
da consequência lógica de se dizer que as gerações futuras devem ser
consideradas como tendo o mesmo valor da nossa geração atual. A tese de que não devemos dar ao futuro — e às gerações futuras — um
valor presente descontado implica que todos os outros problemas atuais devem ser
relegados a segundo plano, dando-se prioridade ao urgente problema de como
impedir a inevitável extinção humana que irá ocorrer quando o sol morrer.
Conclusão
À
primeira vista, o objetivo de se reciclar mais e de se conservar mais pode
parecer muito apropriado, até mesmo desejável.
No entanto, os defensores de tais práticas não possuem as informações
econômicas necessárias para se tomar as decisões corretas nestas questões, pois
não há direitos de propriedade claramente definidos sobre os recursos naturais
escassos. Não há propriedade privada
sobre aterros sanitários e não há livre mercado para a reciclagem de lixo. Adicionalmente, como mostra o exemplo de
Block, se realmente nos importamos com as gerações futuras, se dermos a ela
exatamente a mesma importância que damos a nós mesmos e, consequentemente, se
estamos dispostos a nos sacrificar por ela — pois, afinal, damos a ela o mesmo
valor que damos a nós mesmos –, então o inevitável fato de que o sol irá
morrer um dia significa que, em vez de estarmos hoje preocupados com a
reciclagem de lixo, deveríamos, isto sim, estar preocupados em construir
colônias planetárias, exatamente como no seriado Battlestar Galáctica. Quem for contra isso, ou achar que se trata
de um exagero, então tal pessoa realmente não está preocupada com as gerações
futuras que presumivelmente irão habitar a terra daqui a vários bilhões de
anos.
Recicladores
e ambientalistas não são cidadãos melhores ou mais bem intencionados. São apenas mal informados. Quer salvar árvores e diminuir a poluição? Enfie seus papeis em uma grande sacola
plástica e jogue-a fora.
Colaborou para este artigo Art
Carden.
Concordo em partes com o artigo.
Em muitos casos há sim redução de custos quando você recicla. Principalmente para as famílias mais pobres, a reciclagem pode ser uma boa fonte de produtos,com custo muito baixo. Você pode ver a quantidade de produtos que são feitos com alumínio, garrafas Pets e etc.
Alem disso coisas como economia de energia através de X métodos diferentes, reutilização da aguá tudo isso geram custos menores que no longo prazo pode ser bem vantajoso para uma família.
Mas vale lembrar que defendo isso não no intuito de “salvar o planeta”, mas sim no intuito de reduzir seus gastos. Apenas se for viável economicamente reciclar algo deve ser reciclado, se não coloque suas coisas em uma sacola plastico e jogue no lixo mesmo.
Eu sempre estranhei o porque não existe um mercado de reciclagem. Desde pequeno, eu, filho de um papai pão duro, sempre pensei: porque raios vou dar o meu “lixo valioso” que vai gera mais recursos a uma empresa, se eu poeria vende-lo e ganhar dinheiro?
É o com acontece com os ferros velhos.´
Acho que a privatização dos aterros e coleta de lixo é o caminho mais viável. Mas me parece possível é um país com um livre mercado, e não esse monopolismo de estado que acontece.
Prezado Roy:
O debate sadio sobre a reciclagem, ou, mais do que isso, sobre o uso inteligente dos recursos naturais, é muito válido. Afinal, o que é eco-nomia?
Te chamo a atenção para o trabalho sério feito por institutos como o Rocky Mountain, no Colorado, que analisa, reflete e propõe soluções para o uso de recursos naturais, sem apartar a razão humana, ou o conforto proporcionado pela vida moderna, do debate.
Uma informação de lá: apenas + – 5% do combustível, de origem majoritariamente fóssil (atualmente) é utilizado para mover passageiros em um carro. O resto é para mover o próprio carro, ou gerar calor não utilizado. Pergunta: por que os carros são tão pesados, quando já se conhece materiais mais leves? A resposta é longa, mas algumas das razões chamam-se ignorância e acomodação na zona de conforto, por quem paga (consumidor de carro) e quem recebe (indústria automobilística).
Não podemos jogar todo o conhecimento humano sobre usos de recursos em um saco plástico e atirar no lixo comum. As sociedades comunistas foram as maiores devastadoras da natureza, por, também nesse campo, sacar a ciência do debate.
O Fantástico e a indefectível Sonia Bridi ressuscitaram Thomas Malthus. Ridículo.
fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1680596-15605,00-LOTACAO+ESGOTADA+MILHOES+DE+PESSOAS+NO+MUNDO+PASSAM+FOME.html
Ataque ao capitalismo, apoio aos programas estatais e compulsórios de controle de natalidade, discurso esquerdistóide contra a desigualdade, conta o consumo de carne, contra o aumento do padrão de vida, antiamericanismo explícito, “economistas” e “especialistas” dando suas soluções mágicas e totalitárias.
Ela ainda fala de aquecimento global, mesmo quando o principal “cientista do aquecimento” já admitiu a picaretagem. E no final exalta a “deusa da floresta”.
Faltou perguntar algumas coisas aos especialistas. Se os indianos precisam de proteína, por que não comem aquele monte de vacas? Quem matou os 30 milhões de chineses de fome? Se a agricultura familiar é tão eficiente, por que os caras vivem reclamando e não vivem sem as ajudinhas governamentais? Foi coincidência falar em redução de área agricultável na mesma semana em que o tal Código Florestal está em pauta?
Umas das leis mais idiotas dos últimos tempos foi aquela que impediu a venda de sacolas plásticas, como se isso fosse fazer diferença, já que hoje quase tudo é feito de plástico.
Caros,
Não sou ambientalista, mas penso que para buscar formas menos poluentes de produção teremos que planejar em viagens interplanetárias é no minimo uma falacia (para nao dizer idiota) se temos que viajar para outro planeta é pq é inevitável ter uma economia que preserve a vida aqui? Sempre é colocado que as empresas poluem é porque é maneira mais eficiente? mas sera mesmo? Concordo que essa debate é tomado de forma muito politica e pouco racional, não podemos nós economistas nos deixar levar por essa falta de bom senso também.
Caros colegas da equipe do Mises,
Aproveitando o artigo, gostaria de tirar uma velha dúvida: até que ponto os EUA seriam os “vilões” da poluição e da pobreza mundiais? É claro que os “imperialistas” espalham inflação (via expansão de crédito artificial) e promovem guerras.
Mas o que há de mito e fato nisso tudo? Os EUA são mais “mocinhos” ou “bandidos” na história?
Boa tarde!
Outro ponto importante sobre o reflorestamento é que uma arvore (ou qualquer outro elemento vegetal) quando está em crescimento necessita uma quantidade maior de CO2, deixando um saldo positivo de O2 na atmosfera. Já adulta ela não produz saldo de O2. Pelo menos foi isto que aprendi no colégio nos anos 70. abs
Prezado
Rodrigo Mak
Concordo plenamente com você, o Fantástico perdeu de vez a razão esta série eu nunca tinha visto, ontem(27/05), quando ouvi a chamada já desliguei a televisão.
Mas o pior é que tem gente que fique pensando em tudo isso. E toma campanha para legalizar o aborto, fim das sacolinhas, reduzir áreas da agricultura, ajuda do governo para fazer mais dependentes e tudo mais. É uma marcha para a servidão do mundo, do cidadão.
Impostos na casa de 40% da renda do brasileiro, nenhum programa da globo, do SBT, da Band, da Record(esta nunca vai falar nada). Nunca para abaixar os impostos.
A marcha para a servidão voluntária.
Sendo assim, de acordo. Por outro lado tomando exemplo os recursos hidricos que atuam sob concessão o preço cobrado pela garrafinha de agua é muito superior ao de custo. Elam de serem geridos por empresa o mercado de recursos naturais deve ser de concorrência perfeita como consequência sem nenhuma barreira a entrada.
Pessoal do IMB, falando em ambientalismo, esquerdismos e afins, li há pouco tempo no Wikipedia sobre o tal “left libertarianism”. Vocês não poderiam fazer um artigo explicando como exatamente funciona e o refutando? Também já vi algumas vezes em inglês a expressão “right libertarianism”, embora eu praticamente só presencie libertários negando espectros políticos…
Como diria Hayek, o difícil é acreditar que as proximas gerações farão uma boa seleção de valores.
É muito fácil fazer o discurso de que há uma necessidade da nossa geração melhorar a vida da geração futura, como querem os ambientalistas.
Ambientalistas e Ecologistas, sofrem de Síndrome do catastrofismo!
É tudo baseado em catástrofe, podem ver que os argumentos são fracos, pelo motivo de sempre se basearem em tragédias que só existem nas cabeças deles.
Existe um ciclo natural no planeta, que a cada 30 anos as temperaturas mudam, pois desde 2006 estamos sentindo que a terra está se esfriando e vai voltar a esquentar em 2.036.
O que é CATASTROFISMO?
O Catastrofismo foi uma forte corrente de pensamento geológico até meados do século XIX, sendo um de seus principais defensores, o naturalista Georges Cuvier (1769-1832), o instaurador da paleontologia como ciência.[1] O catastrofismo defende que em seu passado, a Terra sofreu a ação de fênomenos catastróficos, principalmente inundações, que resultaram nas configurações geológicas e biológicas atuais, o que explicava, por exemplo, a ocorrência de fósseis marinhos em regiões distantes da costa. Cuvier defendia que estas catástrofes – ou como ele denominava, revoluções – atingiram determinadas regiões do Globo, extinguindo a fauna e flora local, que somente podiam ser estudadas por intermédio de seus fósseis. Posteriormente, a região atingida pela catástrofe, era repovoada por organismos, que migravam das regiões não atingidas por ela. Este ciclo de extinção e repovoamento se repetiu ao longo da história da Terra.
A idéia inicial de Georges Cuvier, sofreu alterações ao longo do tempo, sendo expandida para catástrofes de ação global, as quais resultavam na extinção de toda a fauna e flora da Terra. Segundo os defensores desta vertente do catastrofismo, após a extinção de toda a fauna e flora global, novos organismos seriam criados pela ação divina. Era a incorporação da teoria catastrofista pelo criacionismo defendido por alguns naturalistas do século XIX, que também defendiam que a última destas catástrofes havia sido o Dilúvio Bíblico.
Assista a versão do especialista brasileiro sobre os fatos da RIO+20: http://www.band.com.br/canallivre/videos.asp?v=01db85db929e407695daf2d29245a4e9&pg=1
Gostei da abordagem puxando para fatos e dados, mas o dado de 114 km2 para o lixo do mundo por mil anos não me parece correto. Se considerar 114 km2 X 10m X 0,7 ton/m3 temos uma capacidade total de apenas 798 kton, o que não comporta nem um dia de lixo da humanidade considerando geração por pessoa de 0,5 Kg/dia. Ocorreu algum erro na tradução?
Olá a todos,
Gostei bastante do artigo do Roy Cordato pois coloca os pontos principais dessa falácea das gerações futuras.
Só não gostei do exemplo do Sol. Colocar a destruição da Terra pelo Sol como o fim da epopeia humana no planeta é uma falácea igual. Essa destruição somente ocorrerá em 5 bilhões de anos. A Terra atualmente tem 4,5bilhões aproximadamente. Logo, estamos falando aqui de uma escala de tempo geológica. Se em 4,5bilhões de anos a Terra saiu de bactérias até seres humanos, os próximos 5bilhões sairá de seres humanos para alguma coisa que será tudo, menos um humano. Ele poderia ter utilizado uma escala de tempo mais apropriada, talvez a queda de um asteroide ou cometa com capacidade para um cataclismo global, ou a explosão do supervulcão Yellowstone (que já tá atrasada em mais de 10 mil anos) etc. etc. etc., com toda a mesma lógica e consequências.
Abraços
Sou fiscal da coleta seletiva da cidade onde moro e concordo mais ou menos com este artigo; mas com certeza é mais pra mais do que pra menos. Convivo com a miopia do poder publico em suas reinteradas e atrapalhadas intervenções nesse sistema politizado no dia-a-dia, cujo benefício para a população é o mesmo que o da maior invenção, ou seja, a da descarga de banheiro. O lixo é recolhido e ninguem quer saber para onde vai.
Vai ser reciclado? Ótimo, pode levar. Mas pra onde? É aí que começa o drama do Plano Diretor, Código de Posturas e Lei Orgânica do Município, Acessores de Gabinete, Vereadores … e por aí vai.
Muitos recicladores com quem converso admitem o sufoco que é esse drama e que sonham ser empreendedores da reciclagem em um livre mercado. É verdade! Eles são muito mais criativos e conscientes da escassez de cada centavo obtido com o tempo de coleta, o tempo de triagem e o tempo de venda. Pra esses semeio as idéias austríacas de economia.
Há os malandros tambem. Esses são verdugos de curral eleitoral que negociam favores políticos travestidos de justiça social.
A propósito da poluição e do paradigma de aquecimento global este pode não ser fruto daquela. Há estudos que indicam ser a maior atividade solar uma causa mais razoável, pouco contribuindo a emissão de carbono. Sobre o aumento populacional, bem, não sei se todos concordam, mas como pai ouso afirmar que criar filhos só aumenta as despezas em nada ajudando a criar empregos com o aumento do consumo. Faz sentido?
Abraços.
Este artigo é simplesmente colírio para os meus olhos.
Para qm se interessar, escrevi um artigo que fala sobre sustentabilidade, o encontro Rio+20 e o que está por trás de toda essa agenda ambientalista.
Fascismo sustentável: direitasja.wordpress.com/2012/05/05/fascismo-sustentavel/
Segundo a Associação Brasileira de Celulose e Papel, aqui no Brasil, 100% da produção de celulose e papel tem por origem florestas plantadas:
http://www.bracelpa.org.br/bra2/?q=node/134
Este artigo é simplesmente fodástico!!! Muito bom e completo. Parabéns ao Roy Cordato, ao Art Carden e ao Leandro Roque.
Fico puto com essa historia de que setor privado é racional e sabe conduzir bem as coisas. Por que os bancos americanos e europeus precisaram de dinheiro do governo, caso contrario quebrariam?? Por que a GM ficou com o pies na mao? Por que o setor agricola na Europa e EUA precisam de subscidio?? Ora o mais racional sera abandonar entao as atividades automotoras, financeiras e de agropecuaria…
Leandro, concordo. Nada de socialização de perdas. Agora a culpa e tanto de governo quanto das empresas. Lembrando que governo e empresas e mercado é feita por pessoas e muitas vezes em todos esses segmentos temos membros de uma mesma familia. So olhar que os fazendeiros possuem representantes, a familia Bush e etc. A verdade que o mercado sustenta essas formas de governo de modo a ter beneficios com o dinheiro das massas.
Nossa!Muito radical esse pensamento.\r
Precisa acompanhar as mudanças que ocorrem no mundo.
“No entanto, a verdade é que se todo o lixo sólido a ser produzido nos próximos mil anos fosse concentrado em um único lugar, ele ocuparia apenas 114 quilômetros quadrados — o equivalente a 0,001% de toda a área dos EUA.”
Quais as fontes por favor?
Fábricas poluindo cidades inteiras, soltando fuligens e provocando problemas respiratórios – solução da esquerda é fechar a fábrica, solução da direita é deixar a fábrica produzir a fuligen e foda-se a população, solução libertária, é se a fábrica produz poluentes que detonam minha saúde, ela tem que me indenizar. Mas o fato é que a solução mais sustentável é usar um filtro com jatos de água que elimine as toxinas e assente as fuligens aspersoras.
Problema do desmatamento da Amazonia pode aumentar a temperatura do globo – solução da esquerda, a Amazonia é nossa, ngm tasca, eu vi primeiro. Solução da direita, a Amazonia não é nossa, é do Governo Brasileiro, e com isso, o governo tem autonomia de fazer o que quiser. A solução libertaria, quem se apropria primeiro e faz uso da terra, caso ngm tenha requerido antes a propriedade das mesmas, pode fazer dela o que bem entender. Solução sustentável, fez uso de uma árvore, para exploração, plante duas ou 3 do mesmo naipe em outro lugar, isso garantirá a logo prazo, que a terra tenha sempre árvores para serem exploradas.