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A controvérsia parece nunca ter fim: afinal, qual era a ideologia econômica dos nazistas?
Recentemente, deparei-me com uma postagem no Twitter até bem espirituosa. A pessoa, de esquerda, afirmou o seguinte, parafraseando: “Pessoas que dizem ‘Os nazistas eram socialistas; o próprio nome do partido assume isso!’ devem se sentir atordoadas ao lerem ‘buffalo wings’[1].”
Hoje, parece ter virado senso comum dizer que os nazistas eram capitalistas, e não socialistas, apesar do capcioso nome do seu partido: Nationalsozialistische Deutsche Arbeiters Partei ou Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Traga o assunto à baila e a reação sempre será a mesma: os intelectuais arregalarão os olhos e dirão que qualquer pessoa com formação universitária tem a obrigação de saber que os nazistas eram capitalistas; se não no nome, ao menos em princípio.
Obviamente, tal alegação não faz nenhum sentido, pois não sobrevive ao mais básico teste de lógica, como será mostrado mais abaixo. No entanto, o primeiro mistério a ser desvendado é: de onde surgiu este mito de que os nazistas eram capitalistas?
Ludwig von Mises, com efeito, já havia respondido a esta pergunta em 1951 em seu ensaio “Planned Chaos“.
Durante o século XIX, quando o socialismo estava começando a ficar em voga na Europa, não havia nenhuma distinção entre “socialismo” e “comunismo”. Sim, havia formas distintas de socialismo, mas estas não eram diferenciadas pelos termos “socialismo” e “comunismo”. Cada intelectual possuía a sua preferência, mas os termos “socialismo” e “comunismo” eram utilizados de maneira intercambiável.
Sobre isso, Mises escreveu: “Em 1875, em seu Crítica ao Programa de Gotha, do Partido Social-Democrata Alemão, Marx fez uma distinção entre a fase precoce e a fase posterior da sociedade comunista. Mas ele não reservou o nome “comunismo” à fase posterior, e não rotulou de “socialismo” a fase precoce, para diferenciá-la do comunismo”.
Segundo Marx e sua teoria sobre a história, o socialismo era inevitável. De acordo com sua análise determinista, todos os países do mundo estavam destinados a seguir o mesmo caminho: do feudalismo para o capitalismo, e do capitalismo para o socialismo, quando a história acabaria. Para Marx, essa progressão era inevitável.
Na Alemanha, os primeiros propagadores do “socialismo de estado” surgiram um pouco antes de Marx. Johann Karl Rodbertus, assim como Marx, rejeitava várias das teorias socialistas então em voga, dizendo que eram insustentáveis. Rodbertus foi o primeiro pensador socialista a defender o controle tanto da produção quanto da distribuição. Segundo ele, para alcançar isso, os socialistas teriam de usar o estado. Já o maior propagador dessas idéias foi Ferdinand Lassalle, cujo proselitismo levou a um rápido crescimento da popularidade daquilo que Mises viria a rotular de “socialismo de padrão alemão”.
O socialismo alemão, como Mises o definiu, diferia do “socialismo de padrão russo”. O socialismo de padrão alemão, disse Mises, “mantinha, ao menos aparentemente, a propriedade privada dos meios de produção e permitia, ao menos nominalmente, o empreendedorismo e as transações de mercado”.
No entanto, tal arranjo era apenas superficial. Por meio de um abrangente e complexo sistema de regulações e intervenções econômicas, a função empreendedorial dos proprietários dos meios de produção era totalmente controlada pelo estado. Industriais e comerciantes, por exemplo, não mais tinham a função empreendedorial de tentar antecipar quais seriam as demandas futuras dos consumidores para então fazer as devidas alocações de recursos visando à satisfação desta demanda e, consequentemente, ao lucro. Assim como na União Soviética, essa função de especulação empreendedorial e alocação de recursos era feita exclusivamente pelo estado.
Consequentemente, dado que era o estado quem estava no controle efetivo da alocação de recursos, o cálculo econômico de preços e custos se tornava impossível.
“Na Alemanha nazista”, disse Mises,
Os proprietários dos meios de produção eram chamados de dirigentes comerciais, ou ‘Betriebsführer’. O governo dizia a estes supostos empreendedores o que produzir, como produzir, em quais quantidades e a que preços. O governo também determinava de quem eles deveriam comprar, a quais preços e a quem poderiam vender. O governo decretava os salários que deveriam ser pagos para cada trabalhador. E determinava também para quem e sob quais condições o capitalista deveria investir seus fundos.
As transações de mercado não eram genuínas; eram apenas um fingimento, uma simulação.
E, dado que todos os preços, salários e taxas de juros eram estipulados pelas autoridades, eram preços, salários e juros apenas na aparência. Com efeito, eram termos meramente quantitativos em meio a um ordenamento autoritário que determinava a renda, o consumo e o padrão de vida de cada indivíduo. Era a autoridade, e não os consumidores, quem comandava a produção.
O comitê central de gerenciamento da produção era supremo. Todos os cidadãos se transformaram em meros funcionários públicos. Isso nada mais é do que um arranjo socialista camuflado sob uma aparência externa de capitalismo. Alguns termos que remetiam a uma economia capitalista foram mantidos, mas seu significado era totalmente diferente daquele de uma genuína economia de mercado.
Em suma: os nazistas praticaram controle de preços, controle de salários e arregimentaram toda a produção. A propriedade dos meios de produção continuou em mãos privadas, mas era o governo quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem tais produtos seriam distribuídos, bem como quais preços seriam cobrados, quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seria permitido ao proprietário privado nominal receber.
Desnecessário ressaltar que determinar preços e salários, e estipular o que deve ser produzido, como e para quem, representam um claro ataque à propriedade privada, pois retiram dos produtores as opções que eles teriam no livre mercado para aplicar seus recursos. Trata-se de uma intervenção estatal que, na prática, proíbe os proprietários de investirem seus recursos onde e como bem quiserem.
A propaganda soviética
Mas os próprios soviéticos também tiveram um papel crucial em criar o mito de que os nazistas eram capitalistas. Os nazistas nunca tentaram esconder suas propensões socialistas (afinal, não obstante os twitteiros sarcásticos, o socialismo estava no nome deles); eles simplesmente estavam implantando o socialismo seguindo uma estratégia diferente daquela dos socialistas marxistas.
Os soviéticos rotularam os nazistas de capitalistas simplesmente porque eles já haviam começado a redefinir os termos “socialismo” e “comunismo”. Os membros de seu partido, os bolcheviques, agora eram diferentes dos outros grupos socialistas rivais. Os termos “comunismo” e “socialismo” ainda eram usados de maneira intercambiável, e a própria União Soviética era apenas uma abreviação de “União das Repúblicas Socialistas Soviéticas”. Só que, ao rotularem seu grupo de “Partido Comunista”, o título “Comunista” — que agora significava um membro do partido de Lênin — se tornou uma maneira de dizer que aquilo era “o socialismo verdadeiro”, por assim dizer.
“Foi somente em 1928”, explicou Mises, “que o programa da Internacional Comunista … começou a diferenciar o comunismo do socialismo (e não somente comunistas de socialistas).” Essa nova doutrina afirmava que, no arcabouço marxista, havia outro estágio de desenvolvimento entre capitalismo e comunismo. Esse estágio, obviamente, era o socialismo, e era neste estágio que se encontrava a União Soviética.
Em sua teoria original, Marx fez uma distinção entre o comunismo em sua fase inicial e o comunismo em sua fase final: a verdadeira igualdade só seria alcançada no estágio final do comunismo, após o estado ter sido bem-sucedido em seguir todas as políticas recomendadas por Marx e os seres humanos já terem evoluído para alem de sua “consciência de classe”. Na nova doutrina, “socialismo” simplesmente se referia ao estágio inicial do comunismo marxista, ao passo que o verdadeiro comunismo — a fase final do comunismo marxista — só seria alcançada quando todo o mundo fosse comunista.
Assim, a União Soviética era meramente socialista, mas os membros do partido eram comunistas, pois representavam os poucos iluminados que já estavam trabalhando em prol do objetivo supremo do comunismo.
Por outro lado, os nazistas ainda alegavam ser socialistas e, com efeito, agiam de maneira muito semelhante à teoria socialista, com suas abrangentes e autoritárias intervenções econômicas. Só que, como ainda havia desigualdade econômica entre os cidadãos da Alemanha nazista (assim como havia na União Soviética, mas isso não interessava à narrativa), e como os nazistas mantiveram alguns dos termos técnicos de uma sociedade capitalista — especificamente, ainda havia a existência superficial de propriedade privada, ainda que em termos meramente nominais –, isso já bastava para serem vistos como o exato oposto de seus congêneres comunistas.
E então, quando os nazistas invadiram a União Soviética, Josef Stálin e seus lacaios recorreram à nova narrativa comunista para redefinir o socialismo nazista — o qual, embora não fosse marxista, se baseava nas teorias dos socialistas alemães originais que influenciaram diretamente as idéias de Marx — como “capitalista”.
De acordo com essa nova narrativa, os nazistas estavam na etapa suprema do capitalismo, a qual seria a pior de todas.
Em uma época em que vários membros da intelligentsia européia estavam encantados com a União Soviética, essa narrativa de que os nazistas eram capitalistas passou a ser uma falácia extremamente conveniente. Mas trata-se de uma ideia sem o mais mínimo fundamento em princípios econômicos. É apenas uma deturpação soviética com base no arcabouço marxista. Os nazistas, que apregoavam orgulhosamente seu socialismo e que implantaram políticas socialistas com grande consistência, passaram a ser chamados de capitalistas pelo simples motivo de que eles não se encaixavam pristinamente na visão de mundo soviético-marxista.
Esta narrativa segue viva até hoje.
[1] Buffalo wings, ou asas de Búfalo, nada mais são do que asas de frango apimentadas. O nome se deve ao fato de tal prato ter sido inventado na cidade americana de Buffalo, Nova York.
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Leia também:
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Por que o comunismo não é tão odiado quanto o nazismo, embora tenha matado muito mais?
Socialistas, comunistas e nazistas – por que a diferença de tratamento?
O que os nazistas copiaram de Marx
Ou seja; os nazistas eram socialistas, assim como os fascistas.
O professor Leandro Karnal discorda desse artigo…
Pelo que me parece o termo não tem a ver com economia, mas com pessoas ULTRA conservadoras(por isso Direita), que chegam ao ponto de ser racistas(como é o caso do Nazismo).
Então esses grupos ficaram conhecidos como EXTREMA-DIREITA.
Tenho uma dúvida…
Em todos os documentários sobre Hitler e o Nazismo que vi, eles diziam que a economia estava em frangalhos, e assim que Hitler entrou no poder tudo começou a melhorar de maneira muito rápida. Afinal, a Alemanha melhorou sua economia com esse sistema socialista (o que não faz sentido) ou o que?
Se o meu professor de história econômica geral ler esse artigo é capaz de ter um surto psicótico. Não sei como historiadores ainda insistem em falar esse tipo de bobagem. Daqui uns 10 anos vão existir explicações “comprovando” que a Venezuela era capitalista e que as causas da crise foram questões macroeconômicas (em relação que do preço do petróleo desconsiderando fatores internos, como um youtuber saiu falando por aí).
Pior vão dizer que Milei era de esquerda porque era descrito como libertario, termo originalmente usado por anarquistas, e apropriado indevidamente por anarcocapitalista.
Estatistas tiveram séculos e centenas de milhões de mortos para refutá-los e nunca mudaram de ideia.
O artigo acima infelizmente só realmente interessará aos que já são anti-estatistas e aos leigos ainda não orientados.
Fatos são de nenhuma valia justamente aos fidalgos quem têm mais a ganhar com a agenda estatista (políticos, intelectuais e os Betriebsführer da vida). Se argumentos fossem de qualquer valia, Mises já teria matado no peito a bola do socialismo ainda em 1920. Os estatistas travestirão qualquer evidente fracasso do seu plano como obra do capitalismo e ao contrário dos anti-estatistas, eles são inescrupulosos e utilizarão o aparato educacional (e inevitavelmente, a censura e a prisão) do estado para calar qualquer oposição atrevida.
Se nem mesmo os democídios do século XX impedem os estatistas de comemorar o centenário do seu maior fracasso, não será teoria econômica que o fará.
Não discordo do texto, mas acredito que tentar mudar a opinião dominante sobre o tema é uma batalha praticamente perdida.
Mesmo entre os que abominam simultaneamente fascismo, nazismo e comunismo, existem muitos que os vêem como regimes totalmente distintos.
Defender o contrário é pedir para ser tratado como louco ou ignorante e ter sua opinião totalmente desprezada, independentemente dos argumentos que a embasem.
Parece-me muito mais produtivo defender que, independentemente de ser de direita ou esquerda, capitalista ou socialista os regimes nazista e comunista têm em comum o totalitarismo, o dirigismo estatal, o intervencionismo e a supressão das liberdades individuais, devendo ser repudiados pela humanidade.
É uma forma muito mais simples e eficaz de aproximar nazismo e comunismo e difundir o ideal de que ambos devem ser combatidos.
Perfeito.
Reconheço que se alguém criar um partido chamado "Partido dos Anjinhos Brasileiros", isto não significará necessariamente que os seus componentes sejam anjinhos. Mas o que eu sempre digo é: Por que diabos justamente os Nazistas — que são tidos como o arquétipo perfeito e acabado do ultradireitista colérico e malvado — colocariam o adjetivo "socialista" no nome do próprio partido que eles criaram?!! Se eles são tão visceralmente direitistas como dizem, eles não deveriam ter urticária só em escutar a palavra "socialismo"?!!!
Ou seja: Reconheço que o nome de um partido não seja necessariamente a expressão da realidade — podendo ser apenas uma intenção não materializada — e que, portanto, possa ter havido apenas uma intenção do Partido Nazista de parecer socialista. Mas este é o ponto: Por que haveria esta intenção?! Em princípio uma pessoa com a camisa do flamengo pode ser vascaína, mas a questão é: Por que diabos o vascaíno faria isto?!!!
Alguém poderia responder-me: "Por razões eleitorais! Prevendo (acertadamente ou não) que com uma imagem socialista teriam mais chance de alcançar o poder, teriam adotado o velho truque do lobo em pele de cordeiro."
Só que isto não teria sentido — já que, sendo assim, uma vez no poder, os capitalistas deveriam ter feito adotado o capitalismo como sua ação substantiva ("lobo") e mantido uma propaganda socialista ("pele"). Mas o que aconteceu foi o oposto: A ação substantiva foi o socialismo, disfarçado de capitalismo ("pele").
Há um erro no texto em “Sobre isso, Mises escreveu: “Em 1875,”. Mises nasceu em 1881.
Efim Marx esteve sempre certo. Do feudalismo entramos no capitalismo e inevitávelmente no socialismo já que a maioria das pessoas é até hoje seduzida por essa idiotice. Como o socialismo inevitávelmente fracassa, então será o “fim da história” e, vejam só, exatamente como o “profeta” Marx disse.
O capitalismo é inerente à humanidade, é uma simbiose natural e inseparável da condição humana e de seu modo de vida.
O capitalismo não é uma ideologia, não é, portanto, uma utopia ou uma seita ocultista. O capitalismo é real, é palatável, é a única via.
Nazismo, fascismo, anarquismo, comunismo e socialismo são ideologias políticas, são ferramentas utópicas de controle e tirania, são esquemas de dominação das massas, que idiotizam, que subjulgam, que escravizam e matam.
É obvio, e batido, que canalhas acusam os outros do que ele é.
Também é meio obvio de por que a onda nacional de classificar a direita ( ??? ) assim, e mais: de fascistas, de extremistas etc.. sempre que um boçal aparece na mídia dizendo à fulana que não merece ser estuprada, não interessa o passado da Esquerda, pois alegam agir e pensar diferente hoje. Portanto qualquer termo é distorcido e a pecha cai para a “direita”.. A Esquerda tá doida para que o tal “mito” concorra em 2018, pois só assim sabem que terão uma chance!
Continuando, sobre a nossa realidade, não vejo futuro algum aqui, já que em países civilizados embora se pratique abertamente políticas de livre comércio, respeito à propriedade privada e incentivo ao empreendedorismo, os mesmos não propagandeiam ao resto do mundo isso, não criticam euforicamente os países socialistas de fato. Teria que ser por pressão externa para ajudar a mudar o pensamento de coitadismo estatal enraizado por aqui, pois infelizmente sozinhos os portais de ideais liberais não conseguirão essa proeza. Quem é que vai no Youtube e Facebook procurar vídeos e textos sobre as tragédias e falácias do comunismo/socialismo, e quem dá entrevista ou opina sobre Libertarianismo no Jornal Nacional???
Eu fico um pouco deprimido, só se comenta sobre “perdas de direitos”, “enfraquecimento sindical”, e o jogo atual de provocações nos museus e nas mídias; ninguém lamenta a falência de um empreendimento burguês que não é amigo do rei, e os idiotas-úteis ainda exigem carro “limpinho e cheirozinho” com balinhas e água dentro senão vão reclamar à Uber.. Todos queremos direitos ao custo de não querer se saber de quem, e ninguém pode combinar a qualidade de um serviço sem a autoridade, chancela e o custo do Estado-babá ou simplesmente sem a pressão popular..
Adianta votar em supostos defensores da família e moral cristã??? Os mesmos irão extinguir ou radicalizar no corte dos impostos de importação? No imposto sobre herança ? E o Laudêmio? Vão resolver minha aposentadoria compulsória de 50 anos trabalhados que no final recebo uma merreca não rentável, e também não corrigida devidamente, e aí morro? Aliás o povão é adestrado a achar que tamanho problema previdenciário vai continuar se empurrando com o aumento da contribuição, ou que só é assim porque roubam, e a conta maior é sempre para a próxima geração, finalizam assim satisfeitos com esses argumentos..
Não vão. Irão sempre reduzir alguma coisa pontualmente aqui, continuar dificultando o processo ali.. Muito dessas coisas são feitas no mundo desenvolvido mesmo que em menor grau. Isto já é objeto para comparações falaciosas.
Tudo está encampado pelo governo: de escolas, sindicatos, órgãos de classe, artistas, bolsistas, funcionalismo público, a guerra midiática do bem x mal que faz muito bem ao status quo.. então tudo é manipulado para se evitar a possibilidade de uma representativa soma de votos nulos, que seria o povo começando a demonstrar interesse genuíno num confronto contra o Estado, um sinal que se rebelaria em breve contra taxas, impostos e multas covardes, e não só contra a justificativa padrão de corrupção; sinal vermelho claro ao governo; sinal verde claro à futuros secessionistas.
É desanimador, embora eu sempre envie textos do Mises e de outros portais à minha família e amigos, e tente conversar, é desanimador..
Ah se eu pudesse, se eu pudesse..
O que é descrito no texto deixa bem claro pelo aspecto econômico o quão semelhantes são as ideologias nazistas e socialistas, comunistas… Isso é inegável. Agora essa retórica ensaboada que o pessoal de esquerda gosta de usar, para empurrar o irmão rejeitado (nazismo e fascismo) para a direita é algo complicado de debater, por causa de toda a flexibilidade que grupos de esquerda tem de se auto renomear. Um exemplo que posso dar dessa estratégia desonesta é lembrarmos da eleição para presidente de 1989, onde no segundo turno o PSDB apoiou o PT. Quatro anos mais tarde a esquerda hegemônica se renomeia e passa a rotular o PSDB como um partido de “direita”e recentemente já ouvimos o pessoal do PSOL dizer que o PT se “corrompeu” virou de “direita” e que o PSOL é a “verdadeira” “esquerda”. ou seja discutir isso com eles é perda de tempo, são mais escorregadios que um bagre. Então prefiro por essas ideologias assassinas e desumanas, todas como movimentos revolucionários. Percebemos essa mentalidade revolucionária ao longo da história e suas ramificações, em seus espectros, culturais, religiosos, econômicos, políticos etc…
Off-topic. Hoje a revolução russa está fazendo 100 anos e eu vi algumas matérias de grande alcance escritas por jornalistas comunistas totalmente tendenciosas.
Já teve muitos bons artigos sobre o assunto aqui, mas seria legal ter um de aniversário de 100 anos pra rebater esses sofistas.
Qual a diferença entre Marxismo, Comunismo e Socialismo?
É a mesma diferença entre merda, coco e bosta.
“O Professor Karnal discorda” Hahahahahhahahahahaha
Rapaz, o que tem tido de paraquedista ultimamente aqui no Mises não tá no gibi. Esse é o lado ruim do sucesso…
Mas estatizar a economia é algo exclusivo do socialismo? A ditadura militar Brasileira era de esquerda, socialista, então? A extrema direita propõe a criminalização de toda a esquerda, a imposição da uniformidade moral e religiosa sob a bandeira de valores tradicionais, a transmutação de toda a sociedade numa militância patriótica obediente e disciplinada. Não é o apelo à violência que define, ostensivamente e em primeira instância, os dois extremismos: tanto um quanto o outro admitem alternar os meios violentos e pacíficos de luta conforme as exigências do momento, submetendo a frias considerações de mera oportunidade, com notável amoralismo e não sem uma ponta de orgulho maquiavélico, a escolha entre o morticínio e a sedução. Isso permite que forjem alianças, alternadamente ou ao mesmo tempo, com gangues de delinqüentes e com os partidos legítimos, às vezes desfrutando gostosamente de uma espécie de direito ao crime.
Não é uma coincidencia que, quando sobem ao poder ou se apropriam de uma parte dele, os dois favoreçam igualmente uma economia de intervenção estatista. Isto não se deve ao slogan de que "os extremos se tocam", mas à simples razão de que nenhuma política de transformação forçada da sociedade se pode realizar sem o controle estatal da atividade econômica, pouco importando que seja imposto em nome do igualitarismo ou do nacionalismo, do futurismo utópico ou do tradicionalismo mais obstinado;
O final da primeira guerra mundial levou ao tratado de Versalhes. Esse tratado ofereceu condições humilhantes ao povo alemão. A ascensão do nazismo encontrou solo fértil na população alemã, ressentida pela derrota e humilhação, e acossada pela crise econômica. O nazismo é a materialização do ressentimento coletivo. O regime não é de direita, mas de esquerda, coletivista.
“Assim, a União Soviética era meramente socialista, mas os membros do partido eram comunistas, pois representavam os poucos iluminados que já estavam trabalhando em prol do objetivo supremo do comunismo.”
Então, por que quando os nazistas chegaram ao poder, quando Hitler se tornou Chanceler do Reich em 1933, praticamente a primeira coisa que eles fizeram foi prender comunistas? Antes mesmo de começarem a perseguir os judeus. Os comunistas não pareciam ser uma classe de iluminados então.
O nazismo foi incentivado pelo Stalin. Houve até um tratado de não agressão com o Hitler.
O Stalin abasteceu o Hitler durante um bom tempo.
O grande problema dos nazistas começou, quando o Hitler precisou invadir a URSS para conseguir mais suprimentos.
Depois que a URSS foi atacada, o Moscow desenvolveu o lançador de mísseis katyusha, que dizimou os ataques terrestres nazistas.
Em primeiro lugar, no livro Minha Luta, entre tantas outras vezes, hitler escreveu sobre o movimento sindical no último parágrafo do item 352: “Ele oferece ajuda e proteção ao trabalhador em sua luta severa pela existência, que ele tem que gerenciar graças à ganância e à miopia de muitos empresários e, portanto, a possibilidade de combater por melhores condições de vida. O trabalhador quer a representação de seus direitos humanos em um momento em que a comunidade organizada, o estado, não se preocupa com isso, e não a arbitrariedade cega de pessoas algumas vezes pouco responsáveis, muitas vezes até sem coração”
Em segundo lugar, em Dortmund, atualmente no Estado da Renânia do Norte-Westfalia, fotografou-se em 1935 um monumento, encimado por uma suástica, do Front Alemão do Trabalho (DAF) com a seguinte citação atribuida a hitler: “Eu sou socialista porque me parece incompreensível cuidar e manejar uma máquina com esmero, mas ao principal representante do trabalho, a própria pessoa, deixá-la arruinar-se.”
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Adolf_Hitler_Ich_bin_Sozialist_Monument_for_the_German_Labour_Front,_Deutsche_Arbeitsfront_(DAF),_1935.jpg
Em terceiro, hitler discursou em 30 de janeiro de 1937, data em que sua gangue completava quatro anos no poder, no Reichstag, o pseudoparlamento da ditadura nacional-socialista. A segunda parte versou sobre economia, contendo, entre outras, a seguinte pérola: “O nacional-socialismo é, como sabemos, o opositor mais feroz da visão liberalista de que a economia está lá para o capital e as pessoas, para a economia. Portanto, estávamos determinados desde o primeiro dia a romper com a falácia de que, por exemplo, a economia poderia levar uma vida independente, incontrolável e não supervisionada pelo estado.”
http://www.worldfuturefund.org/wffmaster/Reading/Hitler%20Speeches/hitler%20rede%201937.01.30.htm
Quem conhecer inglês, há um vídeo com legendas em inglês desse discurso: https://www.youtube.com/watch?v=G6MMN1DNQ6g
Uma das maiores contradições da esquerda americana é considerar os países nórdicos como socialistas pelo fato de terem diversos programas sociais, mas não considerar o nazismo como socialista mesmo tendo diversos programas sociais.
Não que isso seja realmente socialismo, mas mostra que quando um sistema é “bom” eles tentam trazer para o lado deles e quando é demonizado fingem que não possuem nada com ele.
https://en.wikipedia.org/wiki/National_Socialist_People%27s_Welfare
E não precisa nem falar que quando o assunto é Coreia do Norte, tentam jogar seus lixos para o outro lado da mesma forma:
meuprofessordehistoriamentiupramim.blogspot.com.br/2013/10/coreia-do-norte-agora-e-de-extrema.html
Outro exemplo é Roosevelt. Intervencionista até a medula e é considerado um dos ícones máximos da esquerda americana.
Se fosse um republicano que tivesse feito as mesmas políticas de Roosevelt seria pintado como o Mussolini ou Hitler americano. No entanto como foi um democrata, o intervencionismo não é de “extrema-direita” e sim de esquerda (e bom como é de se imaginar).
– Todo o intervencionismo pode ser considerado um tipo de socialismo/comunismo ?
Quando ao texto e depois nos comentários, o texto fala sobre capitalismo x socialismo, mas hoje no Brasil, o debate é sobre o Nazismo ser de esquerda ou direita. Internacionalmente esquerda e direita são diferentes como no Brasil (ao meu ver). Considero o Nazismo com pontos de vista tanto esquerda quanto direita (isso em relação a essas “vias” aqui no Brasil.
“Alemanha para os alemães”, controle migratório, Propaganda de valorização da família Alemã: Direita Brasileira
Controle de produção, controle de preços, controle de investimentos, controle de mercado: esquerda Brasileira.
Já vi mais de um alemão falar que o Nazismo é e foi de Direita. Agora que vem a minha ignorância total, existe ou existiu uma direita socialista ?
E no Brasil um Liberal Clássico pode ser considerado não direita mais esquerda, porém alguém de Centro então ?
Abraço a todos…
Ótimo artigo!
Hayek também escreveu sobre as origens socialistas do nazismo no livro O Caminho da Servidão. Hayek vai buscar nas teorias de Werner Sombart e Johann Plenge as origens do Nacional Socialismo.
Citar o esquerdinha caviar do Karnal como contraponto a um artigo no Mises, um parasita burocrata semi-analfabeto da Comuniscamp, que vive do dinheiro de quem paga impostos e envenena seus alunos com marxismo de quinta categoria, é o mesmo que tentar dizer que a Miriam Leitão é tão inteligente quanto a Ayn Rand e tão bela quanto a Charlize Theron.
Tudo isso não passa de construção social.
Por que mises nunca foi refutado???
Desculpem minha ignorância, sou um mero iniciante no assunto.
Sei que não tem nada a ver com o assunto em questão no artigo, mas recentemente em minha faculdade, uma professora disse algo um tanto curioso.
Pelas palavras dela, o FMI é um banco americano que obriga os países a se endividarem com seus empréstimos para lucrar sempre mais com os juros altos. Logo em seguida ela disse que gostou que tenha ocorrido o impeachment, pois se não fosse por isso, a Dilma poderia ser assassinada por não ter feito empréstimos com o FMI. Em sua visão, vários presidentes de diversos países foram assassinados justamente por não ter tomado tais empréstimos com o banco.
A meu ver tudo isso é um grande absurdo, mas gostaria de saber a opinião de vocês sobre o assunto.
Parabéns pelo nível do texto e dos debates.
Vejo como extrema importância a bola levantada da questão ligada a “info wars” que vivemos. A própria questão de colocar o nazismo como direita é efeito disso.
Com o fim da URSS, sobrou para os comunistas a mais sórdida e medonha estratégia de luta para dobrar o ocidente : a guerra de narrativas. Para isso, como fartamente citado aqui, Gramsci foi o estrategista que desenhou o plano de desestruturação do ocidente.
Ao perceber que as nações são construídas pelas tradições e costumes, transmitidas para o indivíduo pela célula mater da sociedade que é a família, Gramsci propôs a tomada dos núcleos de formação intelectual da sociedade, como as universidades, e a doutrinação intelectual desses núcleos para formarem multiplicadores de corrente marxista (jornalistas, sociólogos, juristas, economistas, etc), interferindo diretamente na estruturação desses costumes e tradições. É o chamado Marxismo Cultural.
Após décadas de doutrinação nesses núcleos, sem serem importunados, países mundo afora estão vendo seu tecido social, cultural e moral em frangalhos. Nações estão sendo conduzidas pelo viés marxista, criando forte divisão social, alimentando gritante e falsa luta entre negros e brancos, héteros e homossexuais, pais e filhos, empresário e trabalhadores, desconstruindo e como objetivo final, a própria estrutura psicossocial humana e familiar.
Sem ser dada a devida importância e combate sistemático ao que estamos enfrentando, sem um levante de todos os liberais, libertários, conservadores, cristãos e ateus, para enfrentar decisivamente essa guerra, não vamos conseguir sobreviver como a sociedade que conhecemos e quiçá, como indivíduo.
Mais um ótimo artigo.
Bom seria levar essa informação cada vez mais adiante para os incautos não engajados no socialismo pq para essa massa ignara não adianta mais pois foram “lobotomizados”.
Os Nazistas também fazem parte da Terceira Via Politica, pois os Alemães eram ultra-nacionalistas, o nacionalismo vem mais da Direita, mas como o governo Nazista era totalitário e socialista entre seu povo, ele também se encaixa na Esquerda. Até o próprio nome do partido Nazista pode se ver isso, Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, onde Nacional se refere ao Nacionalismo, Amor á Pátria e etc… (o que seria a parte da Direita Extrema) e onde Socialismo se refere ao Socialismo que praticavam, como descrito no Artigo que por sinal é ótimo. O simples fato de o governo ser Totalitário já não pode se encaixar com o Capitalismo.
Veja um esclarecimento importante sobre socialismo aqui carlosliliane64.wixsite.com/magiaeseriados
Esquerdistas simplesmente não vivem sem manipulação semântica!
A Revolução Russa está viva 100 anos depois
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O papel atual da intelligentsia europeia é, juntamente ao discurso da direita negando que o nazismo seja de direita, existiria um discurso de que a direita não reconhece o holocausto. Atacam ao espantalho da negação ao holocausto e afirmam que tudo dito pela direita é falso.
Nazistas eram de extrema direita.
Creio que seja um equívoco histórico alemão não discutir as origens ideológicas do Nazismo, uma vez que, as suas sementes ainda estão latentes na sociedade moderna. Quando definem o NAZISMO como direitista, apesar dos regimes fascistas serem modelos “Socialistas” e “heterodoxos”, se apoiam no DARWINISMO SOCIAL (DS). Mas qual é a relação entre o DS e os movimentos Positivistas ou Ortodoxos (que sustentam a direita)? Não existe relação ideológica entre estes movimentos e o DS, além de se tratar de uma analogia anacrônica, visto que, os movimentos Direitistas surgem no iluminismo, enquanto que o DS é bem mais tardio (por volta de 1880). Então porque insistem em tecer argumentos de que o Nazismo é direita, tendo como ancoragem o DS? Houve um autor, contemporâneo do DS que era simpatizante e estudioso do Positivismo e das Escolas Ortodoxas de Economia (Adam Smith, Ricardo, Burke, Mill), e seu nome era Hebert Spencer. Hebert Spencer, além de amante dos conceitos direitistas, também era estudioso do Darwinismo (1870). Spencer tentou estabelecer algumas relações entre o comportamento humano social e o Darwinismo, produzindo literaturas de seus ensaios sociais. Por exemplo, Spencer observava o fenômeno da Adaptabilidade dos Indivíduos às situações de dificuldade, e sob a ótica do liberalismo (laissez faire, direitismo clássico, positivismo, etc.) , estas situações de dificuldade, na maioria das vezes, eram produzidas pelo Estado, pelo intervencionismo do Estado e a centralização do poder. Assim, Spencer propunha que os indivíduos mais “adaptados” tendiam a contornar melhor os problemas sociais, oriundos do Estado. Spencer se inspirava na noção de ADAPTABILIDADE DOS INDIVÍDUOS SOBREVIVENTES de Charles Darwin. Mas é aqui que começa a confusão, e equivocadamente o Nazismo é ligado à direita, por alguns autores. Paralelamente aos estudos de Spencer, alguns pensadores (a grande maioria desconhecida e não notável) distorceram as ideias de Darwin, substituindo o sentido da noção de adaptabilidade, por SUPREMACIA OU FORÇA INDIVIDUAL, de forma que geraram a crença de que “OS MAIS FORTES SOBREVIVIAM MELHOR” – uma clara distorção das propostas de Darwin. Essa distorção foi aceita e divulgada como o movimento do Darwinismo Social. Spencer foi um dos grandes críticos do DS, principalmente pela noção da Supremacia que nada se relacionava à Adaptabilidade sugerida por Darwin. Contudo, por ser o primeiro filósofo a experimentar o Darwinismo no comportamento humano, Spencer recebeu a alcunha de pai do Darwinismo Social. E por Spencer seguir preceitos da Direita, o Darwinismo Social foi imputado como um movimento de Direita. O Darwinismo Social é a base filosófica tomada pelos idealizadores dos movimentos fascistas, italiano e alemão (nazismo), e por ser equivocadamente ligado à Direita, por meio de Spencer, foram classificados como Movimentos de Extrema-direita. Particularmente, essa abordagem ou classificação não é nada congruente e consistente, e por isso, gera tantas discussões e antíteses. Spencer era um direitista contrário ao DS, mas foi erroneamente identificado como seu autor. Spencer é o elo de conexão, forjado, entre os Movimentos Fascistas e as Escolas Direitistas de Pensamento. Mesmo que Spencer fosse realmente o “pai” do Movimento Darwinista Social, não seria justo conectá-lo como Autor do Pensamento Direitista. Spencer não fez nenhuma contribuição pro pensamento direitista (apenas era um simpatizante), assim como, não se conecta temporalmente com os pensadores iluministas que produziram as noções Direitistas. Portanto, se tomarmos para análise os pensamentos de Adam Smith, David Ricardo, Stuart Mill, Targot, Burke, Voltaire e Comte e compará-los com o Darwinismo Social não encontramos nenhuma afinidade ideológica. Portanto, ligar os Movimentos Fascistas à Direita (positivismo) tendo como conexão Hebert Spencer e o Darwinismo Social é muito questionável.?
Bom dia, IMB. Houve um erro no qual o texto diz em que Mises escreveu o ensaio “Crítica ao programa de Gotha”. Esse livro é de autoria de Karl Marx e Mises nasceu em 1881, o livro de 1875.
A Alemanha discorda deste artigo. O consulado alemão no Brasil acabou de fazer um vídeo explicando porque o Nazismo era de extrema-direita.
Bem, eu prefiro acreditar nos “donos do boi”, o resto é conjectura de quem não viveu a história.
Quem pode contar melhor sempre será aqueles que viveram e ainda sofre as consequências.
Um adendo:
O “Socialismo de Estado” (Staatssozialismus) não necessariamente configura uma doutrina econômica e política de esquerda.
Na Alemanha, ele foi adotado pelo Otto Von Bismarck, quando este instaurou uma série de políticas sociais como a ampliação de um sistema educacional estatal e a criação de um sistema de previdência.
A respeito disso, tem um livro que é fonte primária (ou seja, escrito muito próximo de quando essas políticas foram implementadas na Alemanha) de 1891 entitulado “Bismarck and state socialism”, do jornalista William H. Dawson.
archive.org/details/cu31924002674350
O que me permite sustentar que Hitler, ao adotar o termo “Socialismo” esteja se referindo ao modelo bismarckiano, é que este é o Estadista que ele MAIS ELOGIA no Mein Kampf, coisa que não ocorre quando este menciona Marx (pelo contrário, atribui ao socialismo marxista um papel importante para o plano de “dominação judaica mundial”).
Isso significa que esse pensamento era uniforme dentro do NSDAP?
Não. Havia sim um setor socialista, no sentido mais tradicional do termo, nas fileiras do partido. Estes, representados especialmente por Gregor Strasser, que é o autor daquele discurso “Nós somos socialistas. Nós somos inimigos da propriedade privada…”
O sistema econômico nazista não visava o bem-estar para todos, mas tão somente àqueles que se enquadravam no padrão racial e cultural imposto pelo Reich. Além de ser favorável à manutenção de privilégios para uma elite. Se o sistema é excludente, por definição não pode ser socialismo. O sistema nazista era capitalista sim, mas protecionista. Depois de ter quebrado com a Crise de 29, devido ao fato de que a maioria dos títulos da dívida alemã estavam nas mãos de norte-americanos, era natural que Hitler tenha dado preferência a uma indústria nacionalista e visse a necessidade de proteger o país de eventuais interferências econômicas estrangeiras.
Além da Venezuela, outro país recente que adotou um sistema parecido com a Alemanha Nazista é o Zimbábue.
O ditador comunista Mugabe não saiu estatizando tudo como Stalin, ele optou pelo tabelamento de preços.
Quando começou a faltar produtos, ele teve a brilhante ideia de imprimir dinheiro. E esse foi o ponto de diferença do desfecho entre os dois regimes.
Stalin, Mao, Chávez, TODO ditador comunista criou sua própria versão de socialismo e seus governos continuaram sendo chamados de “esquerda” pelos intelectuais.
Por que Stalin, Mao, Chávez e outros puderam e só Hitler não podia criar sua própria versão de socialismo? Não é justo! Direitos iguais!
É que os fatos não se encaixam na narrativa, não é?
* * *
Desculpem minha ignorância , mas os Regimes implantados , nos lados ocidental e oriental da Alemanha , depois da guerra , com a imensa maioria ou totalidade das pessoas querendo ficar em Berlim ( lado ocidental ) , não responde todas essas perguntas ? Considerando-se que o lado Ocidental ficou com o Capitalismo ?
Encontre um grupo nazista e diga a eles que são socialistas ou comunistas. Espere a reação e terás a resposta.
Um minuto: Se vamos no basear no espectro meramente economico entáo o regime militar também foi um regime socialista? Nosso modelo de desenvolvimento nessa época está longe do liberalismo norte-americano, entao porque ficou convencionado que é de direita?
Se Nazismo é de esquerda então Pinochet também é de esquerda.
Aí antes que o “Pobre Retardado” aparece na sua ânsia de refutar dizendo : “Ah mas Pinochet chamou os Chicago Boys”
A Dilma também… (Lembra do Chicago Boy Levy ? Pois é…)
Se Nazismo é de esquerda então o TRUMP também é de esquerda… ele usa aquela fala : America First…
Ele usa uma gravata VERMELHA
Ele taxa os outros países
Aquele topetudo claramente é um comunista safado.
É um Comunista esse Trump kkkkkkk
Todo partido, políticos ou pessoas que apoiam mais intervenção do Estado, em todas as áreas, e quer proteção e privilégios para quem “trabalha” para o Estado, é socialista sim, mesmo que inconsciente. Comunismo, nazismo e fascismo é o ápice desse modelo, onde o Estado controla quase a tudo e a todos. E existem reinados ou regimes ditatorias que utilizam a mesma forma de governo, só que com outra roupagem, vide alguns países do Oriente Médio e da África. Em um regime democrático de fato, o país tem liberdade econômica, os direitos à propriedade privada e a legítima defesa são apoiados pela maioria da população e a cultura e o pensamento da populaçãol não são controlados e alterados pelo Estado e pela mídia. Acho que dá para contar nos dedos os países que são assim atualmente. Além de não ter que se preocupar em sustentar políticos e funcionários, que causam um enorme rombo nas contas públicas – só olhar o problema da Previdência – e não são nem um pouco eficientes, generalizando. Por que se fossem eficientes, a educação, a saúde, e a segurança, não estariam num nível tão baixo.
Que tanto o Nazismo quanto o Socialismo são intervencionistas e restringem liberdades todo mundo sabe. Mas essa história de que o Nazismo, que defendia superioridade racial, estratificação social e propriedade privada alemã (vide IG Farben, Hugo Boss, Volkswagen e BMW) era um movimento socialista no sentido dado pelos comunistas ou pessoas de esquerda é uma tremenda forçação de barra. Os sistemas econômicos socialistas e esquerdistas podem até não funcionar na prática, porém o cerne das ideologias de esquerda é a defesa da igualdade material e a prevalência do valor social do trabalho sobre o da propriedade e do capital, portanto as ideologias estão claramente bem distantes uma da outra. Parece que algumas pessoas de direita tentam associar Nazismo e Socialismo por vingança, já que alguns esquerdistas também desenvolvem um discurso muito maniqueísta.
Muito bacanas as imagens deste blógui aqui:
eaefl.blogspot.com/2015/08/socialismo.html
Nazismo é o filho feio que ninguém quer assumir.
Já os judeus as maiores vítimas o classificam como extrema direita.
http://www.cartacapital.com.br/politica/judeus-pela-democracia-repudiam-fala-de-bolsonaro-sobre-nazismo/
Consistente e muito esclarecedor.
Então o nazifascismo seria uma espécie de “socialismo de direita”, por mais estranho que isso soe
O fato e a verdade é que para a esquerda é sempre Negativo, até no sistema cartesiano.
ótimo artigo.
de fato eram socialistas, mas faziam oposição marxismo ( que se apropriaram da esquerda).
então respondendo ao título o nacional-socialismo se encaixava mais na definição de terceira-via ou direita, já que a esquerda foi apropriada pelos marxistas.
Se política fosse bom e satisfatória, não existiria mais de uma forma de “governar”.
Artigo muito bem elaborado e somente aqueles de mente aberta sem “puxar sardinha para sua brasa política” que defendem, são capazes de opinar sem fugir do foco ou somar para contribuir com um bom e sadio bate papo.
O homem tem criado uma cultura de ofender antes de entender os dois lados ou a quem está na posição de locução.
Sejamos mais compreensivos e menos “judas” de idéias por mais que possa se opor à sua, pois não haverá compreensão se no lugar de edução for usado o emprego de ofensas e meias verdades.
Abraço…
Gente, outro post do blog cita o mesmo assunto, pra mim está mais do que claro: http://www.mises.org.br/BlogPost.aspx?id=2554
Com o blog organizado é fácil estudar tudo por aqui, mesmo eu não entendendo muito sobre tudo isso…
Thomas
http://www.fotografocaraguatatuba.com/
Nazismo é uma variante do socialismo, isso não é demagogia, mas um fato histórico. Socialismo ou planejamento central era a ideia da moda na década de 20, a anarquia de mercado estava em decadência no mundo intelectual, era intepretado como algo arcaico, egoista e acientifico, porém o planejamento econômico era tratado como algo racional e melhor.
Dentro desse contexto, Hitler se autointitulava socialista (já afirmou isso em discursos), porém se via como uma forma diferente do socialismo marxismo. Ele mantinha a ideia de economia dirigida, porém de maneira mais suave, sem a estatização forçada que assustava boa parte da população. O nazismo também manteve a ideia social de enxergar apenas coletivos, porém o que importava para Hitler eram as Raças, uma ideia que não soava absurda a época e tinha respaldo cientifico, e também uma evolução da ideia nação do facismo.
Agora por que nazismo foi enquadrado em um lado político oposto ao socialismo de marx e próximo do liberal capitalismo, quando na prática estava em total oposto ao liberalismo? A resposta é aqueles que escrevem a história são pessoas com ideologias e conceitos e essas pessoas convenientemente colocaram o nazismo no oposto do socialismo, apoiado pela falsa lógica de que se ambos foram inimigos políticos, ambos são opostos ideológicos.
Economic Calculation and the “Impossibility” of Socialism
Mises considered the “socialist calculation argument” to be a decisive objection to the economic feasibility of socialism. There are other valid arguments against socialism; indeed, “No judicious man can fail to conclude from the evidence of these considerations that in the market economy the productivity of labor is incomparable higher than under socialism.”[25] However, Mises insists, this does not decide the issue:
If no other objections could be raised to the socialist plans than that socialism will lower the standard of living of all or at least of the immense majority, it would be impossible for praxeology to pronounce a final judgment. Men would have to decide the issue between capitalism and socialism on the ground of judgments of value and of judgments of relevance. They would have to choose between the two systems as they choose between many others things… However, the true state of affairs is entirely different… Socialism is not a realizable system of society’s economic organization because it lacks any method of economic calculation… Socialism cannot be realized because it is beyond human power to establish it as a social system.[26]
This conclusion is amazing, for Mises repeatedly insists that economic theory gives only qualitative, not quantitative laws? For example, in Human Action, Mises tells us that:
The impracticality of measurement is not due to the lack of technical methods for the establishment of measure. It is due to the absence of constant relations. If it were only caused by technical insufficiency, at least an approximate estimation would be possible in some cases. But the main fact is that there are no constant relations. Economics is not, as ignorant positivists repeat again and again, backward because it is not “quantitative.” It is not quantitative because there are no constants. Statistical figures referring to economic events are historical data. They tell us what happened in a nonrepeatable historical case.[27]
If so, then how could he possibly know by economic theory alone that the negative effect of the lack of economic calculation would be severe enough to make socialism infeasible? Granted, the socialist economy would suffer due to the impossibility of economic calculation; but how, on his own theory, could Mises know that this difficulty to so severe that society would collapse?
The strength of this objection becomes even clearer when we consider the economic decision-making of Robinson Crusoe, alone on his island. As Mises explains, “Isolated man can easily decide whether to extend his hunting or cultivation. The processes of production he has to take into account are relatively short. The expenditure they demand and the product they afford can easily be perceived as a whole.”[28] Crusoe’s runs his one-man economy simply by using “calculation in kind” – mentally weighing his preferences and opportunities to make decisions. Mises concedes that this situation is conceivable, adding only that this method is unworkable for a larger economy. “To suppose that a socialist community could substitute calculations in kind for calculations in terms of money is an illusion. In an economy that does not practice exchange, calculations in kind can never cover more than consumption goods. They break down completely where goods of higher order are concerned.”[29]
This suggests some obvious questions. Does Crusoe’s one-man socialism become “impossible” when Friday shows up? Hardly. What if 100 people show up? 1000? Mises’ distinction between a modern economy and Crusoe’s, and why the economic calculation argument applies only to the former, again shows that Mises has underlying quantitative assumptions in spite of his strictures against them. He is making a quantitative judgment that the lack of calculation would not greatly worsen Crusoe’s economy, but would devastate a modern economy. Perhaps Mises was right, but pure economic theory did not give him the answer.
Ever since Mises, Austrians have overused the economic calculation argument. In the absence of detailed empirical evidence showing that this particular problem is the most important one, it is just another argument out of hundreds on the list of arguments against socialism. How do we know that the problem of work effort, or innovation, or the underground economy, or any number of other problems were not more important than the calculation problem?
The collapse of Communism has led Austrians to loudly proclaim that “Mises was right.” Yes, he was right that socialism was a terrible economic system – and only the collapse of Communism has shown us how bad it really was. However, current events do nothing to show that economic calculation was the insuperable difficulty of socialist economies. There is no natural experiment of a socialist economy that suffered solely from its lack of economic calculation. Thus, economic history as well as pure economic theory fails to establish that the economic calculation problem was a severe challenge for socialism.[30]
Nas ultimas décadas, a esquerda trocou Marx, por Maomé.
Existiu sim, um tempo em que marxistas davam tiros; enquanto hoje marxistas dão o c*.
Para quem ver uma música no tempo em que os marxistas davam tiros, que vá este site: http://www.youtube.com/watch?v=jsiRvUWBbTw&t=10s
Gostava muito de um Professor de História, que tive e que dizia . “Na historia humana nós só conhecemos quatro modos de produção, o escravagista, o feudal, o capitalista e o socialista e ou comunista. Esses modos de produção nem sempre se encontram isolados ou separados no decorrer da nossa história. ” Na minha opinião o Nazismo é tudo menos capitalista.
Já tem historiador empurrando o petismo para a extrema-direita. Joseval Peixoto neste vídeo a partir de 7:49
http://www.youtube.com/watch?v=QU_Wla0ewKM
Gente………. o diagrama de Nolan não responde essa questão?
Acredito que se ele fosse amplamente divulgado, seria mais fácil as pessoas entenderem as divisões ideológicas e mais, muitas perceberiam que se encaixam no liberalismo sem nunca terem percebido!!!!!!!!!!!!
Isso porque muitas pessoas acabam se auto-rotulando de esquerda por serem liberais em questões morais, sem dar grande importância para a parte econômica, por falta de conhecimento.
Uma vez que elas se deparassem com dois caminhos liberais: um totalmente liberal e outro liberal até a segunda página, possivelmente se interessariam em saber quem são esses tais liberais de verdade.
também, provavelmente, perceberiam que há várias formas de ser extremista e, talvez, procurassem evitar os ângulos do losângo.
Todos precisam de capital, dinheiro para atingir seus objetivos!
Só faz algum sentido classificar o Nazismo como extrema-direita dentro de uma visão marxista de mundo, mas ao adotar tal perspectiva a maioria das ideologias políticas também mudam radicalmente de lado.
A argumentação é basicamente essa: Comunismo = sem classes, Nazismo = com classes. Mas isso é um reducionismo absurdo e incorreto.
O Socialismo (transição do Capitalismo pro Comunismo), é um dos sistemas mais “elitistas” que existem, dentro da própria teoria marxista. A ditadura do proletariado é necessariamente violenta e autoritária, onde o proletariado organizado (o Partido) deve ter todo o poder político nas mãos para fazer a construção da sociedade comunista. Mas nenhum marxista classifica o Socialismo como extrema-direita (mesmo sendo um sistema TEORICAMENTE temporário).
A Social-Democracia rejeita a luta de classes e a sociedade sem classes do Marxismo, e abraça o Intervencionismo que o Nazismo também abraça. No entanto, é classificada como centro-esquerda ou centro (e raramente como centro-direita), mas nunca como “extrema-direita”. Pela mesma lógica marxista aplicada ao Nazismo, a Social-Democracia deveria ser classificada como “mais à direita” do que o próprio Liberalismo. Pois o Liberalismo não assume que ricos e pobres devem ser tratados de maneira diferente pelo Estado, ao contrário do Socialismo, da Social-Democracia e o Nazismo.
Dentro dessa visão, o Liberalismo sairia da direita política e iria para o centro do espectro político. Enquanto o Socialismo e a Social-Democracia iriam para a direita. O único que ficaria no lado esquerdo do espectro político seriam o Comunismo e o Anarquismo.
Em suma, é necessário fazer um gigantesco malabarismo mental para classificar o Nazismo e Fascismo como extrema-direita de forma coerente.
Que prazer voltar aqui onde encontramos, além de um ótimo texto, uma das melhores seções de comentários do Mises!
Esse texto veio a calhar. Bem no meio da polêmica envolvendo Kim e Monark…
Fato é que o monark vem vacilando demais. Ele defende tanto a liberdade de expressão pra no fim das contas ficar defendendo partido nazista
Vi uma postagem no Instagram que mostrou um cartaz que dizia em fazer a Alemanha ficar longe do marxismo. Queria saber qual a fonte dessa imagem e o contexto, já que os nazistas copiaram muitas coisas do marxismo. Então como que eles próprios se dizem anti-marxistas?
Li um comunista afirmando que a proposta de Marx era iniciar o movimento de tomada dos meios de produção para usufruto dos trabalhadores por meio de cooperativas e não pelo fortalecimento do estado totalitário que cerceia liberdades. Para ele, Marx era a favor de cooperativas. Ele as via como caminhos práticos para que a classe trabalhadora assumisse o controle da economia.
Realmente Marx propunha esse caminho pacífico por meio de cooperativas (sem envolver o estado nesse processo)?
Decidi dar uma pesquisada sobre a economia no nazismo, e achei dois artigos.
Neste primeiro artigo, é mencionado que o Partido Nazista fez algumas privatizações de variados setores da economia (eles mencionam também que, apesar disso, o governo impôs vários controles). Há também este texto.
Sabendo-se disso, isso poderia explicar o motivo de a economia alemã no período não ter colapsado de uma vez?
epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2022/08/computacao-quantica-sera-que-um-grupo-de-gananciosos-enganou-o-mundo.html?fbclid=IwAR2EQvKOHWFYT3pBtZT_u6Yg3m3kg4_ATdwElM_evFDzr_WV88v7LplqF4U
Existem mais inumeras diferenças entre os dois, as mais importantes foram ignoradas, e posso citar algumas de grande valia como: O nazismo nunca buscou igualdade em sua plenitude (raça, gênero…); No nazismo sempre haverá a distinção patrão e empregado entre cidadãos; O Comunismo prega o fim do Estado(O poder deve estar na mão dos trabalhadores), para o Nazismo sempre deve haver Estado!
Bom dia, mano no livro do Hitler ele msm diz que colocou esse nome pra confundir os movimentos trabalhistas e trazer pro grupo pessoas que lutam por seus direitos, fora que Hitler era autoritário como qualquer presidente ultraliberal igual o milei na Argentina ou qualquer ditador Sul-americano do século passado,eles dizem ser autoritário mas faz uma pesquisa sobre direitos trabalhistas e sobre salário dos trabalhadores na época de Hitler que vc verá que não teve nada haver nem com socialismo nem com comunismo.
básicamente qualquer coisa que não seja liberalismo é socialismo.
o fato de hitler ter defendido a propriedade privada e enriquecido os ricaços alemães não importa, as ondas de privatizações nazistas também não, o direito de autonomia dito no main kampf não importa, hitler não era liberal então é socialista, ponto.
assim como eneas, trump e olavo de carvalho, todos socialistas na visão brilhante desse cidadão.
quem conhece um pouco de história nazista sabe que dentre outras coisas o nazismo surgiu ainda que não seja de fato, do conservadorismo extremista na alemanha, de grupos cristãos alias que defendiam o capitalismo intervencionista extremo assim como mussolini. não é dificil de encontrar na web citações de hitler a respeito do conservadorismo e do liberalismo.
o livro de hitler deixa a posição dele bem clara quanto a propriedade privada e tudo mais.
essa visão mediocre sugere que até regan seja socialista, tudo isso é facilmente refutado.
o nazi-fascismo é de fato a defesa absoluta da propriedade privada, assim como o bozo faz.
e digo mais, essas alegações retardadas colocam os sociais democratas como simpatizantes de nazistas também, tudo não passa de uma narrativa retardada que só engana trouxa filho de rico que acha que seu liberalismo vai salvar o mundo quando na verdade é a ideologia que está o destruindo, é a ideologia da classe burguesa dominante que sendo idealista e não compreendendo a realidade nem eles mesmo a seguem e ficam ai achando que não foi implementada dieito.
oque vivemos no brasil é o liberalismo real.