Dentre aqueles que observaram os trágicos, desnecessários e ineficazes lockdowns feitos ao redor do mundo ao longo dos últimos 11 meses, surgiu uma pergunta interessante: como seria se o coronavírus houvesse se espalhado, mas sem jamais ser diagnosticado ou detectado?
Teria a vida sido diferente em um cenário em que essa coisa que causou um enorme pânico global entre os políticos não tivesse sido detectada?
Não se trata de uma pergunta desarrazoada.
Dado que é difícil imaginar tal cenário em um mundo dominado por redes sociais, por uma mídia histérica (que assassina reputações de pessoas que não façam genuflexão para seus mandamentos) e por políticos que gostam de ser vistos como “atuantes”, esse experimento mental se torna mais fácil se recuarmos no tempo.
Doença de mundo rico
Sendo assim, pergunte-se a si próprio o que políticos e uma mídia histérica teriam feito 100 anos atrás caso houvesse um surto desse mesmo vírus.
Em primeiro lugar, dado que o mundo era bem menos rico há 100 anos, ninguém poderia se dar ao luxo de ficar em casa. Dado que trabalhar era o único meio de vida de praticamente todos, não haveria a menor possibilidade de políticos imporem lockdowns. O povo simplesmente teria se revoltado.
Quanto às mortes, vale lembrar que a expectativa de vida era relativamente baixa em 1920. Isso é relevante quando lembramos que o coronavírus, em termos de letalidade, se concentra esmagadoramente em idosos. Nos EUA e na Europa, as mortes ocorreram majoritariamente em asilos e casas de repouso.
Tais localidades não eram comuns há 100 anos, e por um motivo simples: pneumonia, tuberculose, meningite, difteria e várias outras doenças letais sempre pegavam as pessoas antes de elas chegarem à terceira idade.
Ou seja, falando mais diretamente, não havia um número suficientemente alto de idosos em 1920 para que o vírus pudesse ter qualquer tipo de impacto letal notável. Consequentemente, devido a esta escassez de idosos, o vírus talvez nem sequer teria sido descoberto.
Pense nisso.
Não é exagero nenhum dizer que o coronavírus é um vírus “para o mundo rico”. Fechar o comércio, proibir as pessoas de trabalhar e colocá-las para vivendo de assistencialismo do governo é um arranjo que apenas sociedades muito ricas podem se dar ao luxo de implantar. Pessoas produtivas (e por isso financeiramente bem-sucedidas) possuem empregos “portáteis” (podem trabalhar de casa) e passaram incólume pelos lockdowns (há um estudo que mostra como a disparidade de renda aumentou durante os lockdowns, para surpresa de ninguém). Acima de tudo, apenas em um mundo em que os idosos são realmente velhos é que o vírus consegue ter qualquer correlação notável com a morte.
Atualmente, a expectativa de vida é a maior da história do mundo, e é assim por causa dos enormes avanços na medicina possibilitados pela criação de riqueza e pela acumulação de capital ocorrida ao longo do tempo, as quais possibilitaram às pessoas viverem mais tempo.
A humanidade nem sequer teria notado esse vírus 100 anos atrás. Nós simplesmente não éramos ricos o bastante para isso.
O vírus já estava aqui; e sem histeria
Tudo isso nos leva a um recente estudo do National Institutes of Health (Institutos Nacionais da Saúde), o qual demonstrou que, apenas no último verão americano, praticamente 17 milhões de casos de coronavírus não entraram nas estatísticas. Segundo o estudo, essa descoberta sugere que pandemia estava muito mais difundida no país do que se imaginava.
Ora, mas é óbvio. E isso ocorreu em todos os países do mundo.
A menos que as pessoas já tenham se esquecido, este vírus começou a circular pelo mundo em algum momento do segundo semestre de 2019, se não ainda antes. Questão de lógica.
O Partido Comunista Chinês, conhecido por praticar abertamente a censura de informações e por não ser transparente, reconheceu ao mundo a existência do vírus em 31 de dezembro de 2019, o que significa que o vírus certamente já existia e circulava bem antes disso. O epicentro do vírus, a rica cidade chinesa de Wuhan, é facilmente conectável ao resto do mundo via Xangai e Pequim. Milhares de voos diários ligando a China ao resto do mundo eram a rotina até o início de 2020.
A lógica impõe que o vírus já estava infectado as pessoas globalmente muito antes de os políticos entrarem em pânico.
[N. Do E.: no Brasil, partículas do novo coronavírus já haviam sido descobertas em amostras do esgoto de Florianópolis colhidas em novembro de 2019; e já se sabe que o vírus já circulava no Espírito Santo em dezembro de 2019].
Sendo assim, não é nada surpreendente que as estimativas feitas sobre o número de infectados nos EUA estejam bem abaixo da realidade. Isso certamente também está ocorrendo no resto do mundo.
Se, como afirmado pelos especialistas, este vírus se espalha facilmente, e com mais intensidade que o vírus da gripe, e dado que ele começou a se disseminar pelo mundo em algum momento de 2019, então é óbvio que o real número de infectados pelo mundo é muito maior do que o apontado nas estatísticas oficiais.
Mas o que é realmente interessante nesta rápida disseminação é que a vida continuou seguindo normalmente enquanto o vírus se espalhava pelo mundo. Nos últimos meses de 2019 e nos dois primeiros meses de 2020, as pessoas já conviviam com o vírus. E a vida seguia normal. Aquilo que é majoritariamente letal para os mais idosos não é muito notado por aqueles que não são velhos. Um vírus que rapidamente se espalhava não era um fator importante até os políticos decidirem torná-lo importante.
Com efeito, um vírus que é majoritariamente letal apenas para os mais velhos possui características mansas para os jovens. Se eles são infectados, a esmagadora maioria nem sequer considera os sintomas preocupantes o bastante para irem fazer exames.
É isso o que o estudo dos Institutos Nacionais da Saúde parece indicar. O estudo analisou testes sanguíneos de 11.000 americanos que até então não tinham sido diagnosticados com Covid-19. Dos participantes, 4,6% tinham os anticorpos da Covid-19, mas sua real fase de infecção nunca ficou aparente para eles.
E é exatamente isso o que as pessoas mais sensatas sempre falaram: o real número de infectados sempre foi muito maior do que as estimativas exatamente porque, para a esmagadora maioria dos infectados, os sintomas da infecção ou não eram sentidos ou não eram incômodos o bastante para justificar uma ida ao médico.
Voltando novamente 100 anos no tempo, pergunte-se a si mesmo quantas pessoas, naquela época, procurariam um médico caso algo semelhante ao coronavírus estivesse se disseminando. Ou, melhor ainda, quantos fariam exame em um mundo que era muito mais pobre do que hoje.
Essas perguntas são meramente retóricas. O vírus teria se disseminado rapidamente entre a população mais nova em 1920, e as pessoas infectadas teriam desenvolvido imunidade.
A vida seguiria
Pelo estudo dos Institutos Nacionais da Saúde, não é desarrazoado especular que muito mais indivíduos ao redor do mundo estão imunes ao vírus do que mostram as estatísticas, e que a melhor abordagem, desde o início, teria sido a liberdade.
Deixem as pessoas viverem suas vidas. Mais importante: deixe que os mais jovens sejam infectados. Foi exatamente assim que a humanidade avançou durante séculos: sendo infectada e desenvolvendo imunidade. Com efeito, é exatamente assim que se cria imunidade e resistência: sendo infectado.
Portanto, o que teria ocorrido se o coronavírus houvesse se espalhado sem ser detectado? Jamais saberemos, mas é sim possível ter uma ideia.
O vírus não começou a se espalhar repentinamente apenas em março de 2020. Não é porque os políticos decidiram que deveriam fechar tudo em março de 2020 que o vírus começou apenas ali. Ele certamente já rodava o mundo em 2019. No início de 2020 já era uma realidade. A vida seguia normal enquanto o vírus já circulava pelo mundo.
E assim deveria continuar. Se há algo que a história do mundo comprova é que indivíduos livres estão constantemente respondendo a desafios, e organizando maneiras de atacar esses desafios. Acreditar que, se não houvesse políticos e burocratas dando ordens e apresentando diretrizes, as pessoas simplesmente ficariam sentadas inertes e apáticas em resposta ao novo coronavírus não é nada realista. Elas teriam se mobilizado. Elas sempre fizeram isso. Na melhor das hipóteses, a brutal intervenção política — por mais bem intencionada que fosse — simplesmente revogou essa possibilidade.
O Sars-Cov-2 não será o último vírus deste tipo a se disseminar pelo mundo. Pode ter a certeza de que, tão logo a próxima cepa surgir, cientistas alarmistas, médicos e auto-declarados especialistas irão, sem nenhum esforço, convencer políticos assustados e ávidos por “fazerem alguma coisa” a nos protegerem da doença, e até mesmo da morte. Políticos adoram isso.
Mas será que realmente precisamos de políticos para evitarmos ficar doente? Precisamos de burocratas para nos protegerem da morte? É realmente possível alguém afirmar isso sem nenhuma vergonha?
O real problema dos lockdowns não é que eles destroem empregos, empresas e o espírito humano. O real problema é que tudo aquilo que retira a liberdade é, por definição, contra a própria vida humana. Aquilo que esmaga a liberdade também aniquila o conhecimento necessário para prolongar a vida e o bem-estar.
Foram os políticos que tornaram tudo anormal. Jamais nos esqueçamos da odiosa carnificina que eles conseguem criar quando encontram razões para “fazer alguma coisa“.
Excelente. Aliás, já notaram a evolução da narrativa?
1) Fique em casa por 15 dias.
2) Fique em casa até achatar a curva.
3) Fique em casa até os hospitais esvaziarem.
4) Fique em casa até acharmos uma vacina.
5) Fique até que todos sejam vacinados.
6) Fique em casa mesmo após a vacina, pois ainda há riscos.
Quando é que vamos admitir que tudo isso é uma palhaçada criada por políticos com motivações puramente eleitoreiras?
“E se o Coronavírus houvesse se espalhado sem ser detectado?”
Basicamente o que está acontecendo na Bielorrússia. Alexander Lukashenko no máximo recomendou tomar vodca e um banho de sauna.
O mundo está tão louco que quem não está impondo lockdowns é justamente um ditador socialista que está lá desde 1994.
Se tivessem feito lockdowns na Europa durante a Peste Bubônica, o continente voltaria à Idade da Pedra.
Não fosse a politicagem e o desespero midiático, essa vírus nem sequer seria comentado. Seria um surto de gripe como qualquer outro, da mesma forma que influenza, h1n1 e por aí vai.
A única coisa que este vírus serviu foi para deixar claro quão distante estamos da liberdade, quão doutrinado e obediente é a população e que *já vivemos* em uma distopia totalitária ao estilo do manual de instrução 1984 (porque claramente não dá mais dizer que se trata de um livro de ficção.)
Para onde iremos a partir de agora? Difícil saber, mas abrir os olhos para a real situação de escravidão que vivemos talvez seja o primeiro passo para sequer pensarmos na possibilidade de liberdade.
Podem reparar que tudo está ligado à cultura da população. Quem mora em cidade grande gosta de posar de progressista e antenado, a acaba acreditando absolutamente em tudo da grande mídia. Quando assusta, vira escravo e acha lindo.
Já a população do interior, tradicionalmente mais conservadora, não tem faniquitos.
A população das grandes cidades em quase nada se distingue de ovelhinhas. Todo mundo obedece sem questionar o que políticos e mídia mandam.
Já o povo do interior tem mais hombridade e menos medo.
Ao se comparar uma cidade de mais de um milhão de habitantes com outra de 60 mil a diferença no comportamento é gritante. A de 60 mil nem sequer fechou comércio.
Essa notícia aqui é espetacular.
Ninguém morreu por dengue na cidade de SP em 2020
E o pior é que falam isso seriamente!
Se pandemia de corona vírus majoritariamente escolhesse vítimas preferenciais “idosos”, não teríamos milhares de pessoas jovens adoecendo, sequeladas ou morrendo, muitas sem comorbidades (coexistência de doenças) aparente.
Ledo engano imaginar “delirios psicodélicos” que a covid 19 é uma gripe inofensiva e só acomete idosos descuidados, relapsos ou frágeis c/ própria saúde.
Até então o lockdown é o remédio mais eficaz p/ arrefecer, mitigar contágio da doença na sociedade.
Entre a ciência e o achismo escolho ficar ao lado dos inúmeros estudos acadêmicos, médicos e científicos e NEGAR peremptoriamente incertezas, dúvidas e falsidades alheias ao verdadeiro sentido da preservação da vida…
Economia se mede em números, logo, podemos defender que sem vidas funcionais não há economia que resista.
“O fato é que não há e nem nunca houve ciência nenhuma em lockdown. Ninguém nunca provou que essa merda funciona.”
Caro, contra fatos n há argumentos.
Sem lockdown sistema de saúde entraria em colapso total, falência generalizada, congestionamento interminável de pessoas doentes, sistema de saúde devastado por falta de atendimento, carência inesgotável de insumos hospitalares e material humano, vide exemplo em Manaus.
A priori, é o melhor remédio na prevenção da chaga terrível que leva terror ao mundo.
Distrofia intelectual e cognitiva compromete as relações interpessoais em sociedade. No mínimo, esperava argumentos plausíveis de acalorar uma profunda discussão, respeitando diferenças, opiniões, ideias e pensamentos distintos ao nosso “genus vivendi”.
De fato, arrogância é uma FALSA CONFIANÇA que no geral mascara grandes inseguranças – esse “status quo” muitas vezes nos impede de dar passos maiores na vida.
Desculpa ter te deixado descontente, foi só uma humilde opinião objetiva e racional, perdoe-me.
dentro da linha apresentada no artigo , ainda no primeiro semestre de 2020 se levantava a questao de que o virus identificado na europa era diferente do assim chamado epicentro – wuhan
http://www.biorxiv.org/content/10.1101/2020.04.29.069054v1
http://www.latimes.com/california/story/2020-05-05/mutant-coronavirus-has-emerged-more-contagious-than-original
The new strain appeared in February in Europe, migrated quickly to the East Coast of the United States and has been the dominant strain across the world since mid-March, the scientists wrote.
um virus nao sofre variaçao em uma janela tao curta de tempo, voce precisa ter uma primeira infecçao e varias subsquentes, em diversos biotipos e ambientes, pra começar a aparecer variantes, e so entao essas ganharem “chão” pra serem identificadas – corretissima a percepçao do autor
e a midia tem explorado a peso nos ultimos tempos as “novas cepas”, o que é apenas requentado fracasso … criar histeria porque um virus “sofre mutaçao” é chover no molhado, mas é impressionante que o povao esta tao letargico e dominado que voce só ouve ecos de ideias prontas , a capacidade critica esta negativa
no fim o principal objetivo foi muito bem conquistado , influenciar e controlar a populaçao , a midia estava em decadencia, de repente se viu no topo de novo, é só olhar as estatisticas, de acessos unicos diarios a valores de propaganda – pra esses a epidemia nunca mais acaba, imagina o quanto vao perder se o povao largar a m* da internet e forem trabalhar
da mesma forma a politica, que vinha desacreditada, puderam ser de novo ser os salvadores das situaçoes que eles mesmos criaram … como disse explicitamente o molusco mitomaniaco : ainda bem que existe o coronga
esse é um estrago que o povao ainda esta muito distante de se tocar , por mais que se explique, desenhe, estamos pregando no deserto em plena era da informaçao
as medidas idiotas tomadas contra o covid é o que vemos na superficie… os efeitos psicológicos e sociais, nossa subserviência ao estado-deus são os objetivos dessa desgraça que nos foi imposta e cujos resulltados serão sentidos em futuro próximo… nunca em tempos de paz medidas tão draconianas sobrevieram ao cidadão comum, e isso tudo em uma escala global! foi o primeiro grande passo para o que está por vir.. e não vai ser bonito…
E porque não se vacinar? que negacionismo é esse? vacina nunca matou ninguem é mais facil vc morrer pelo virus
O link com as dicas de formatação não está funcionando mais aqui no site
Esse usuário do Twitter levanta um ponto interessante: a idade média dos que morreram por COVID no Reino Unido é maior do que a expectativa de vida geral da população. Um cínico diria que estar infectado pelo COVID aumenta a expectativa de vida
mobile.twitter.com/ZubyMusic/status/1331198583731785728
*Off Topic*
O dólar está mundialmente fraco e, com isso, importar petróleo se torna mais difícil pois são necessários mais dólares para importar a mesma quantidade de barris.
Agora vem a pergunta:
E as exportações? Elas ficam mais atraentes por causa da maior quantidade de dólares que será necessária para comprar soja, por exemplo? Ou elas serão frustradas, já que os estrangeiros diminuirão as exportações que ficaram caras?
Na década de 00′, com o dólar fraco, foi a primeira opção.
Como que está a conjuntura?
O aumento do número de mortos de 2019 para 2020 é o 3º menor da última década. Fraudemia total.
Estou certo de que depois do arrefecimento do covid (e de suas cepas) teremos outras surpresas bem desagradáveis.
Suponho que seja outra pandemia supostamente mais letal ainda (observem que já há cientistas, infectologistas e magnatas falando num novo vírus suíno), algum ataque cibernético que desligue a internet mundialmente ou então, talvez, um possível conflito armado que coloque o planeta todo em risco. Alguma coisa assim já está sendo tramada pra substituir a pandemia do covid quando esta perder força e argumentos.
O objetivo será o mesmo: cercear a liberdade das pessoas o mundo todo, destruir economias e enriquecer ainda mais aquela parcela de 1% que detém todo dinheiro do mundo.
Mas o mais cruel é ver que há gente (notadamente o público LGBT e os artistas) que apoia este sistema de controle global e que até mesmo luta contra quem resiste.
Tudo isso é, de certa forma, bíblico.
Estamos no Apocalipse e 90% da população mundial continua achando que é tudo apenas uma “Teoria da Conspiração” que partiu de lunáticos, fascistas e ditadores.
Eneas Carneiro já havia previsto coisas assim nos anos 90; há um livro de 1984 que antecipou todo esse pesadelo que estamos vivendo.
501 mortes + 10.748 outras lesões relatadas após a vacina COVID, mostra de dados mais recentes do CDC
Esses números refletem os dados mais recentes disponíveis em 29 de janeiro no site do CDC do Sistema de Notificação de Eventos Adversos de Vacinas. Das 501 mortes relatadas, 453 eram dos Estados Unidos. A idade média das pessoas que morreram era 77, a mais jovem tinha 23 anos.
Tem que ser muito idiota para tomar essa vacina………..e usar um trapo na cara o dia todo………….
Mas é importante lembrar que a 100 anos atrás as pessoas tinham menos acesso a saúde, viviam rodeado de doenças com o sistema auto imune baixo.
Do texto:
“Com efeito, um vírus que é majoritariamente letal apenas para os mais velhos possui características mansas para os jovens. Se eles são infectados, a esmagadora maioria nem sequer considera os sintomas preocupantes o bastante para irem fazer exames.
(…)
Deixem as pessoas viverem suas vidas. Mais importante: deixe que os mais jovens sejam infectados”.
É fato que os jovens são menos vulneráveis ao vírus, porém o texto ignora que os jovens são disseminadores do vírus. Apesar deles serem menos vulneráveis, eles têm o potencial de transmitir o vírus para os mais vulneráveis (pais, avós e outras pessoas mais velhas de seu convívio). Portanto, não dá para “deixar os jovens serem infectados”, como sugere o texto. Medidas restritivas como ‘toque de recolher’, proibição da venda de bebidas alcoólicas à noite e aos finais de semana, fechamento de academias e outras medidas similares costumam ser ridicularizadas, mas são necessárias para prevenir que os jovens se infectem, visto que a maioria dessas atividades costuma atrair jovens.
Enquanto não houver vacinação em larga escala, é necessário evitar ao máximo que os jovens se infectem para que eles não saiam por aí espalhando o vírus. Se eles se infectarem, as chances de se curarem e não terem complicações são altas, porém também são altas as chances deles infectarem pessoas mais vulneráveis, que têm maior risco e menor chance de sobrevivência. E uma das formas de evitar a infecção dos jovens é justamente restringir atividades que os estimulem a saírem de casa e se reunirem.
Alguém viu esse vídeo do Spotniks sobre a atuação do Bolsonaro durante o surto de SARS-CoV-2? O que acharam?
Mas qual o objetivo do lockdown? Quem ganha com isso e como?
Alguns dizem que vai levar anos para entendermos o que se passou nessa pandemia.
Acho que não, não vamos entender o que se passou!
Simplesmente por que as informações sobre a pandemia são controladas, vigiadas e censuradas. Na grande mídia, simplesmente não há espaço para dúvidas ou contraditório. Nas redes sociais o nível de censura é o mesmo.
Basta criar um vídeo criticando a vacina, o lockdown, as medidas dos governantes.. plim. Vai ser bloqueado ou excluído.
Isso não está acontecendo em exceções, está acontecendo em uma escala grande.
Há tantas contradições acontecendo, como o texto apresenta, tantos erros, tanta mentira que é difícil dizer sabermos o que é real ou não.
Segundo alguns, o “fique em casa” ou o lockdown se justifica para “preservar o sistema público de saúde”.
O cidadão comum nunca teve nenhum poder de decisão sobre o funcionamento do sistema público de saúde. Este poder sempre foi unicamente do governo.
Vamos imaginar que em um país qualquer o governo, por burrice ou por corrupção, gerenciou mal o sistema público de saúde e este está em péssimas condições para atender os atingidos pelo covid.
Pela lógica da “preservação”, seria necessário um lockdown mais severo, já que a capacidade de atendimento é menor e o “colapso” do sistema público pode acontecer com mais facilidade.
Conclusão lógica inescapável: Quanto mais incompetente for o governo, mais poder ele deve ter para retirar direitos da população.
hmmm quem seriam as elites globalistas?
Senhores, o que vocês acham sobre isso ?
http://www.saopaulo.sp.gov.br/noticias-coronavirus/sp-vai-testar-reducao-de-contagio-por-coronavirus-com-vacinacao-em-massa-em-serrana/
g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2021/02/07/serrana-sp-vai-ter-vacinacao-em-massa-contra-covid-19-em-projeto-do-butantan-diz-dimas-covas.ghtml
Apenas três procedimentos mantém as pessoas afastadas dessa terrível doença: distanciamento social, máscara e álcool gel.
Idiotas úteis também são o inimigo. Essa para mim foi a grande revelação do Coronga. Eu admiro e agradeço pessoas como o autor do artigo, que ainda têm a pachorra de explicar, ponto a ponto, o porquê de a reação coletiva ao Terrível Vírus ser um caso de insanidade clínica. A mim só sobrou a raiva e a vontade de minimizar o contato com o rebanho na medida do possível.
Acho que é normal para todos, ocasionalmente, se dar um tapa na testa e pensar “estou cercado de imbecis!” Desde que adquiri um pouco mais de bom senso no final da adolescência eu tento controlar esse instinto, porque afinal sou um ser limitado e também tenho minha cota de idéias de jerico. Além disso, a esmagadora maioria das pessoas só quer ser deixada em paz e viver a vida delas, certo? Me achar mais sábio que os outros seria pura arrogância.
Isso era o que eu pensava, como bom libertário. Mas à medida que a condição mental Coronga progredia, passei a notar que os idiotas úteis não eram apenas vítimas da campanha de terror. Eles estavam viabilizando e AMPLIFICANDO a campanha. E como todos os partidários ignorantes de autoritarismo, a cena não podia estar completa sem uma boa dose de hipocrisia: continuavam visitando os amigos e a família, viajando, saindo de casa quando os lockdowns começaram a ser afrouxados – mas sempre se ajoelhando e beijando o chão perante o altar do Isolamento Çocial.
Comecei a perceber paralelos com as supostas “vítimas da sociedade” que passam a vitimizar a sociedade. Onde está a linha divisória entre a história trágica de um jovem que trilhou o caminho errado, e um criminoso que precisa ser reprimido violentamente pelo bem da paz alheia? Quando que uma vovozinha que assiste Rede Grobo religiosamente vira uma ameaça por estar adicionando sua voz e seu voto à causa da ditadura médica?
Era uma vibe meio “colaboradores do nazismo”, dezenas de milhões de pessoas, inclusive mais cultas e disciplinadas do que a média, passivamente se tornando parte de um sistema abominável. É como se, mesmo tendo aprendido na escola que:
-ditadores sempre usam “circunstâncias excepcionais” como desculpa para ampliar os limites do poder;
-o poder do Estado deveria ser exercido com moderação e respeitando processos legais, e não por decretos que fazem a tal “ditadura militar” parecer coisa de amador;
-já ocorreram epidemias e outros desastres muito, MUITO piores do que o Covídio, e nem por isso o mundo parou;
-idosos são mais suscetíveis a sucumbirem a qualquer doença e nem por isso deixamos de visitar os avós…
Mesmo com toda essa famigerada educação, pela qual pagamos somas incalculáveis e que supostamente torna nossa sociedade mais liberal e iluminada, é como se faltasse a milhões e milhões de pessoas uma pecinha mental para juntar toda essa informação, comparar com o que estava acontecendo, e chegar à conclusão de que algo estava muito errado.
Disso tudo, estão se consolidando na minha cabeça as seguintes conclusões:
1) educação formal pode ajudar a pessoa a ter uma visão de mundo mais ampla e tomar decisões mais bem informadas, mas nenhuma quantidade de educação pode superar uma deficiência de capacidade de análise e desconfiômetro básico;
2) a esmagadora maioria dos seres humanos tem uma deficiência analítica e desconfiométrica crônica;
3) o ponto 2) não é arrogância, mas sim uma realidade aterrorizante: as massas seguem o que os outros ao redor estão fazendo, por estupidez ou por conveniência, e só param quando a imbecilidade acaba em desgraça, ou a manada perde o momento por outro motivo (por exemplo, porque os incitadores da debandada atingiram seu objetivo e perderam o interesse);
Juntando tudo, sou empurrado na direção de Nietzsche: a liberdade é algo inerentemente ARISTOCRÁTICO. Só alguém forte, desconfiado, brioso e com domínio dos seus complexos de culpa é capaz de manter um nível razoável de liberdade para si e para os seus.
E baixando o espírito Hoppe: só uma sociedade disposta a enfrentar agressivamente idéias estúpidas e destrutivas – até o ponto do ostracismo, no sentido grego da coisa – tem alguma chance de preservar a liberdade por um tempo razoável antes de o ciclo do coletivismo continuar.
O argumento “sou um pobre coitado, tenho medo, todo mundo tá com medo…”, por mais que seja verdadeiro, não caracteriza inocência quando existe a continuação implícita “…e estou perfeitamente OK com aqueles capangas uniformizados sentarem a porrada em quem discorda, me sinto mais seguro assim!”.
Se vários países tivessem agido como propõe o artigo, já temos noção de como teria sido: como no Inglaterra, no início (tentando imunidade de rebanho); como na Suécia (que pregou medidas de isolamento social, sem lockdowns).
Mas percebam, o vírus tem uma letalidade alta em idosos, e mais alta que influenza entre adultos de meia-idade e jovens.
O autor prega liberdade em relação a medidas do estado; o que pressupõe tambem liberdade, para quem tem fatores de risco, de se isolar verticalmente, e evitar adoecer num momento em que os hospitais estão lotados; ou mesmo de evitar o risco de morrer. Liberdade de se mover para o interior, zona rural, para diminuir o risco de adquirir a doença.
Me impressionou como as pessoas recorreram pouco a amigos, família, vizinhos, para se organizar, mantendo pessoas jovens sem fatores de risco trabalhando, sustentando as casas, e afastando idosos e doentes; tudo ficou na dependencia dos ditames do governo.
Viram o laboratório ao vivo de Israel acontecendo diante de nossos olhos e a mídia ignorando completamente?
A vacinação em massa em Israel começou antes do Natal (quase 2 meses atrás). E a taxa de vacinação de Israel está entre 35 e 45% (o que já é o suficiente pra ter uma boa imunidade de rebanho), não obstante, o lockdown também está cada vez mais rigoroso.
E qual o resultado? O número de mortos bate recorde atrás de recorde diariamente.
http://www.worldometers.info/coronavirus/country/israel/
A justificativa que a mídia encontrou foi que “novas cepas” estão aparecendo.
O que acontece em Israel vai ser exatamente o que irá acontecer em todos lugares do mundo que não se levantarem contra seus ditadores sanitários.
aqui na regiao foi noticiado um idoso que faleceu e foram descobrir que ele tinha morrido porque os vizinhos passaram a notar um “fedor insuportavel”
era o idoso que tinha virado uma sopa de decomposiçao , eu diria que tinha quase 2 meses que o idoso tinha batido as botas e ninguem deu falta , deve levar 1 semana pra começar a virar uma bolha, e 1 mes pra começar a liquefazer
é importante ressaltar que quando se ISOLA um doente ou pessoa vulneravel
estamos falando de evitar compartilhar o mesmo ambiente que a pessoa, o contato direto, voce nao vai comer no mesmo prato que ele ou dormir no mesmo quarto
o que NAO estamos falando é em abandonar a pessoa à propria sorte
fazer isso é crueldade , e pior , sob a premissa de preservar a vida do pobre coitado
esse tipo de situaçao mostra na pratica a regua moral que guia os que se vendem como defensores da vida : voce pode matar um bebe no ventre materno, voce pode matar um idoso abandonado, mas sair de casa pra trabalhar ai é genocidio …
Nunca imaginei, que no auge de meus 28 anos o mundo se transformaria numa grande Matrix, ao estilo Jogos Mortais.
Está cada dia mais nítido que há um plano global totalitário por trás de tudo. E a maioria da população dorme, apoia e já começa a “cancelar” aqueles que resistem.
Está tudo tão decadente (futebol, novelas, filmes, séries, produtos, lazer) e fiel ao Globalismo como nunca se viu. A humanidade é TÓXICA, as pessoas se atacam umas às outras gratuitamente, nunca houve tanto egoísmo, tanta soberba, tanto materialismo, tanto depravação sexual e moral, como existe hoje. Nunca antes se deu tanto valor à aparência (tanto que todo mundo é igual em tudo – roupas, sapatos, cabelo, barba, gostos pessoais, carreiras profissionais, até viagens, etc).
É SURREAL o que está acontecendo. As pessoas estão sendo hipnotizadas e já estão perdendo até a própria identidade.
O jeito é ir viver no meio do mato e longe da civilização.
O problema Covid-19 tem sua dimensão e é um problema sim para os homens, mas é claro como a luz do Sol que o mesmo foi superdimensionado.
O efeito evidente é o medo generalizado, que suprimiu a capacidade de tomar decisões e pensar autonomamente.
Quem ganha com isso? Quem perde? É necessário sair da caixa, permitir-se fazer questionamentos, analisar pontos de vista diferentes, olhar para o chão debaixo de nossos pés e permitir-se certa dose de ceticismo.
A verdade é que a atual sociedade transformou-se em um palco onde há luta de forças que querem exercer poder e influenciar indivíduos a fazerem algumas coisas e deixarem de fazer outras.
Para reorientar a vontade individual e ser obedecido é necessário exercer alguma forma de poder sobre indivíduos. Eis o cerne do conceito de poder: ser obedecido. Governos, empresas e famílias numa interação muito complexa, até então, não haviam experimentado uma crise que supostamente afetasse tudo e todos ao mesmo tempo, em escala global. O ponto que separa os homens dos meninos é exatamente saber onde o problema real termina e o superdimensionamento da crise começa. Difícil.
O medo, efeito de uma propaganda que se alastrou mais rapidamente que incêndio em floresta seca, com os meios tecnológico que dispomos, retirou-nos a capacidade de pensar e agir autonomamente.
Os desafios do século da informação é justamente ter a capacidade de processar e interpretar dados. Eu não faço ideia de como isso terminará. Acredito na capacidade e ousadia do ser humano em resolver problemas e contrapor-se. Ouse pensar.
A tal “pandemia” se mostrando um belo golpe.
Abaixo uma “amostra” do que um bando de vagabundo está fazendo com a população mundial.
Aqui no “braziu” não é diferente, com essa mídia televisiva todo dia desinformando e falando mentira.
Sem contar que estão rotulando de vacina, uma terapia genética, que expõe mais uma fraude e
ninguém questiona.
O amplamente elogiado modelo alemão do regime de Angela Merkel para lidar com a pandemia COVID-19 está agora envolvido em uma série de escândalos potencialmente devastadores que vão até o cerne dos testes e
conselhos médicos usados para declarar paralisações econômicas draconianas e, em seguida, vacinações obrigatórias de facto. Os escândalos envolvem um professor que está no centro do grupo consultivo corona de Merkel. As implicações vão muito além das fronteiras alemãs para a própria OMS e suas recomendações globais.
Todo o caso do bloqueio de emergência exigido pela OMS de empresas, escolas, igrejas e outras arenas sociais em todo o mundo é baseado em um teste introduzido, surpreendentemente no início, na saga do coronavírus de Wuhan, China.
Em 23 de janeiro de 2020, na revista científica Eurosurveillance , do Centro de Prevenção e Controle de Doenças da UE, Dr. Christian Drosten , junto com vários colegas do Instituto de Virologia de Berlim do Hospital Charite, junto com o chefe de uma pequena empresa de biotecnologia de Berlim , TIB Molbiol Syntheselabor GmbH, publicou um estudo afirmando ter desenvolvido o primeiro teste eficaz para detectar se alguém está infectado com o novo coronavírus identificado pela primeira vez apenas alguns dias antes, em Wuhan. O artigo Drosten foi intitulado, "Detecção do novo
coronavírus 2019 (2019-nCoV) por RT-PCR em tempo real" (Eurosurveillance 25 (8) 2020).
A notícia foi recebida com endosso imediato pelo corrupto DiretorGeral da OMS, Tedros Adhanom , o primeiro médico não médico a chefiar a OMS. Desde então, o teste de Drosten para o vírus, chamado de teste em tempo real ou RT-PCR, se espalhou pela OMS em todo o mundo, como o protocolo de teste mais usado para determinar se uma pessoa pode ter COVID19, a doença.
Em 27 de novembro, um grupo altamente respeitado de 23 virologistas internacionais, microbiologistas e cientistas relacionados publicou uma convocação para que o Eurosurveillance retirasse o artigo Drosten de 23 de janeiro de 2020. Sua análise cuidadosa da peça original é condenatória . Deles é uma verdadeira "revisão por
pares".
Eles acusam os Drosten e seus companheiros de incompetência científica "fatal" e falhas na promoção de seu teste.
Para começar, como revelam os cientistas críticos, o artigo que estabeleceu o teste Drosten PCR para a cepa Wuhan do coronavírus, que foi posteriormente adotado com pressa indecente pelo governo de Merkel junto com a OMS para uso mundial resultando em severos bloqueios globais e um catástrofe econômica e social – nunca foi revisado por pares antes de sua publicação pelo jornal Eurosurveillance . Os críticos apontam que, Incrivelmente, o protocolo do teste Drosten, que ele já havia enviado à OMS em Genebra em 17 de janeiro, foi oficialmente recomendado pela OMS como o teste mundial para determinar a presença do coronavírus de Wuhan, antes mesmo do artigo ser publicado .
Como apontam os autores críticos, para um assunto tão complexo e importante para a saúde e a segurança mundiais, uma "revisão por pares" séria de 24 horas de pelo menos dois especialistas na área não é possível. Os críticos apontam que Drosten e sua co-autora, Dra. Chantal Reusken , não revelaram um conflito de interesses flagrante. Ambos
também foram membros do conselho editorial do Eurosurveillance.
Mais distante, conforme relatado pela BBC e pelo Google Statistics, em 21 de janeiro houve um total mundial de 6 mortes atribuídas ao vírus Wuhan. Eles perguntam: "Por que os autores assumiram um desafio para os laboratórios de saúde pública, enquanto não havia evidências substanciais na época para indicar que o surto foi mais generalizado do
que inicialmente pensado? Outro co-autor do artigo Drosten que deu uma capa de aparente credibilidade científica ao procedimento Drosten PCR foi o chefe da empresa que desenvolveu o teste que está sendo comercializado hoje, com a bênção da OMS, na casa das centenas de milhões, Olfert Landt, de Tib-Molbiol em Berlim, mas Landt não
divulgou esse fato pertinente no papel Drosten quer .
Certamente nada de suspeito ou impróprio aqui, ou? Seria relevante saber se Drosten, o consultor científico chefe da Merkel para COVID-19, o “Tony Fauci” da Alemanha, obtém uma porcentagem para cada teste vendido pela Tib-Molbiol em seu acordo de marketing global com a Roche.
Falso-positivo?
Desde o final de janeiro de 2020, a grande mídia mundial nos inundou com assustadoras atualizações de hora em hora sobre “o número total de infectados por coronavírus”. Normalmente, eles simplesmente adicionam cada aumento diário a um total global de "casos confirmados", atualmente mais de 66 milhões. Alarmante, mas pelo fato de que,
como Pieter Borger e seus colegas colaboradores científicos apontam, "casos confirmados" é um número absurdo. Por quê?
O teste PCR não identifica o vírus: "Falsos positivos" da Covid usados para justificar o bloqueio e o fechamento da economia nacional. O relatório Borger identifica o que eles chamam de "dez problemas fatais" no jornal
Drosten de janeiro passado. Aqui pegamos o que há de mais evidente que pode ser facilmente compreendido pela maioria dos leigos.
Drosten & co. deu sequências de iniciador e sonda não especificadas confusas. Os críticos observam: "Este alto número de variantes não só é incomum, mas também é altamente confuso para os laboratórios. Essas seis posições não especificadas podem facilmente resultar no projeto de várias sequências de primer alternativas diferentes que não se relacionam com SARS-CoV-2 … a descrição inespecífica confusa no artigo Corman-Drosten não é adequada como um protocolo operacional padrão. Essas posições não especificadas deveriam ter sido concebidas de forma inequívoca. " Eles adicionam isso "O RT-PCR não é recomendado para o diagnóstico primário de infecção. É por isso que o Teste RT-PCR usado na rotina clínica para detecção de COVID-19 não é indicado para o diagnóstico de COVID-19 em uma base regulatória ".
Ciclos de Amplificação
Mas ainda mais prejudicial para Drosten é o fato de que ele não mencionou em nenhum lugar sobre um teste ser positivo ou negativo, ou mesmo o que define um resultado positivo ou negativo! O relatório Borger observa, "Esses tipos de testes de diagnóstico virológico devem ser baseados em um SOP (Protocolo Operacional Padrão), incluindo um
número fixo e validado de ciclos de PCR (valor Ct) após o qual uma amostra é considerada positiva ou negativa. O valor Ct máximo razoavelmente confiável é de 30 ciclos. Acima de um Ct de 35 ciclos, um número crescente de falsos positivos deve ser esperado … estudos científicos mostram que apenas vírus não infecciosos (mortos)
são detectados com valores de Ct de 35 ". ( ênfase adicionada ).
A OMS e a Drosten recomendam um Ct de 45 ciclos e, segundo consta, atualmente as autoridades de saúde alemãs também recomendam. Não é de admirar que, à medida que o número de testes aumenta no início da temporada de gripe de inverno, os "positivos" do PCR na Alemanha e em outros lugares explodam. Como os autores críticos
apontam, se as autoridades de saúde especificassem no máximo 35 ciclos , o número de corona positiva seria apenas menos de 3% do número atual! Eles observam que "um resultado analítico com um valor Ct de 45 é científica e diagnosticamente absolutamente sem sentido (um valor Ct razoável não deve exceder 30). Tudo
isso deve ser comunicado com muita clareza.
É um erro significativo que o artigo de Corman-Drosten não mencione o valor Ct máximo no qual uma amostra pode ser considerada inequivocamente como um resultado de teste positivo ou negativo. Este importante limite de ciclo também não é especificado em nenhuma submissão de acompanhamento até o momento. " Os autores acrescentam,
"O fato de esses produtos de PCR não terem sido validados em nível molecular é outro erro marcante do protocolo, tornando qualquer teste baseado nele inútil como ferramenta diagnóstica específica para identificar o vírus SARS-CoV-2. (Ênfase adicionada ).
Em um inglês simples, todo o edifício da fundação Gates, o governo Merkel, a OMS e o WEF, bem como o caso das vacinas forçadas não testadas de fato, se baseia nos resultados de um teste de PCR para coronavírus que não
vale um monte de feijão. O teste de Drosten e OMS é mais ou menos uma porcaria científica.
Falta a prova do médico também?
Esta crítica devastadora de vinte e três cientistas líderes mundiais, incluindo cientistas com patentes relacionadas a PCR, isolamento e sequenciamento de DNA e um excientista-chefe da Pfizer, é contundente, mas não o único problema que o professor Dr.Christian Drosten enfrenta hoje. Ele e os funcionários da Universidade Goethe de
Frankfurt, onde afirma ter recebido seu doutorado em 2003, estão sendo acusados de fraude.
Segundo o Dr. Markus Kühbacher, especialista em investigação de fraudes científicas como plágio de dissertação, a tese de doutorado do Dr. Drosten, por lei deve ser depositada em uma determinada data junto às autoridades acadêmicas de sua Universidade, que então assinam um formulário legal, Revisionsschein , verificado com
assinatura, carimbo da Universidade e data, com título da tese e autoria, a enviar para o
arquivo da Universidade.
Com ele, são arquivados três exemplares originais da tese. Kühbacher acusa a Universidade Goethe de acobertamento ao alegar, falsamente, que o Revisionsschein de Drosten estava em arquivo. O porta-voz da Universidade mais tarde
foi forçado a admitir que não foi arquivado, pelo menos não localizável por eles. Além disso, das três cópias de arquivo obrigatórias de sua tese de doutorado, altamente relevante dada a importância global do papel do coronavírus de Drosten, duas cópias "desapareceram" e a única cópia restante está danificada pela água. Kühbacher diz que
Drosten agora provavelmente enfrentará acusações judiciais por possuir um título de
doutorado fraudulento .
Se isso vai passar, é um fato que um processo legal separado foi movido em Berlim contra duas pessoas responsáveis por um site de mídia alemão, Volksverpetzer.de, por calúnia e difamação, trazidas por um conhecido médico alemão crítico , Dr. Wolfgang Wodarg. O processo exige dos réus € 250.000 em danos por difamação de caráter e danos materiais a Wodarg pelo acusado em seu site online, bem como em outros meios de comunicação alemães, alegando que eles cruelmente e sem provas, difamaram Wodarg, chamando-o de " negador de cobiça ", falsamente chamando-o de extremista de direita (ele é um ex-membro do parlamento do Partido Social-Democrata ao longo da
vida) e várias outras acusações falsas e prejudiciais .
O advogado do Dr. Wodarg é um conhecido advogado germano-americano, Dr. Reiner Fuellmich. Em suas acusações contra os réus, Fuellmich cita na íntegra as acusações contra o teste de Drosten para coronavírus do Dr. Pieter Borger e outros anotadas acima.
Na verdade, isso está forçando os réus a refutar o artigo de Borger. É um grande passo no caminho para refutar toda a fraude do teste PCR do WHO COVID-19. Já um tribunal de apelação em Lisboa, Portugal, decidiu em 11 de novembro que o teste PCR de Drosten e OMS não era válido para detectar a infecção por coronavírus e que não havia
base para ordenar bloqueios parciais ou nacionais.
Se as apostas não fossem tão mortais para a humanidade, tudo seria material para uma comédia do absurdo. O czar mundial da saúde, chefe da OMS, Tedros, não é um médico cuja OMS seja maciçamente financiada por um gerente de informática bilionário que abandonou a faculdade, Gates, que também assessora o governo de Merkel nas medidas
do COVID-19.
O governo de Merkel usa o teste de PCR Drosten e Drosten como um especialista "onisciente" para impor as consequências econômicas mais draconianas fora do tempo de guerra. Seu ministro da Saúde, Jens Spahn, é um ex-banqueiro que não tem graduação em medicina, apenas uma passagem como lobista para a Big Pharma. O
chefe do CDC alemão, chamado Instituto Robert Koch, Lothar Wieler, não é um virologista, mas um médico animal, Tierarzt. Com esta tripulação, os alemães estão vendo suas vidas destruídas por bloqueios e medidas sociais nunca antes imaginadas.
Existe ciência e depois ciência. Nem toda "ciência" é válida, entretanto.
Reproduzido com permissão da Global Research
O que me impressionou mesmo nessa loucura que estamos vivendo foi ver que pessoas altamente escolarizadas tem uma capacidade de analise de realidade e desconfiômetro baixíssimo, beirando a gadisse.
Mapa do excesso de mortalidade em países da Europa em 2020 em relação ao período 2016-2019.
Fica claro por que a mídia simplesmente parou de falar na Suécia.
twitter.com/steve_hanke/status/1363216860905316353/photo/1
Eu falei sobre isso ontem no Facebook numa publicação em que um monte de gente tava apoiando essa aberração de lockdown e eu fui massacrado, inclusive um cara na minha lista de amigos viu meu comentário e me mandou calar a boca, aí respondi pra ele de volta usando argumentos bons e ele desfez amizade comigo, o que mostra que essa gente hipnotizada pela histeria da mídia e do estado não aceitam ser contrariadas de jeito nenhum. Terrível demais. Não sei onde a gente vai parar se continuar assim.