Nota do Editor:
Recentemente, a deputada federal Gleisi Hoffmann, do Partio dos Trabalhadores, criou um projeto de lei que proíbe clubes de tiro e cancela todos os registros de colecionadores, atiradores que não sejam de nível olímpico e caçadores (CACs). O desejo do PT de desarmar a população não é novidade no Brasil. Já em 2003, o governo Lula sancionou o Estatuto do Desarmamento.
Um dos argumentos de Gleisi é de que o armamento da população resulta em mais mortes. No entanto, no governo passado, houve um enorme aumento do armamento civil concomitante a uma considerável queda nas mortes violentas, dados amplamente ignorados pela esquerda brasileira.
Por que tamanho desejo de desarmamar o povo? O caso da Venezuela pode jogar uma luz sobre essa dúvida – e os resultados não são nada bons. Confira no artigo.
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Estaria a Venezuela pagando o preço do desarmamento?
A natureza horrenda do colapso econômico da Venezuela já foi coberta ad nauseam por todos os veículos de comunicação. Entretanto, um aspecto da crise venezuelana que não recebe muita cobertura da mídia é o desarmamento da população imposto pelo governo.
A rede Fox News recentemente publicou um excelente artigo ressaltando o arrependimento dos venezuelanos em relação às políticas de desarmamento que o governo da Venezuela implantou em 2012. Eis alguns trechos.
Venezuelanos se arrependem de terem entregado suas armas ao governo
Cúcuta, fronteira da Colômbia com a Venezuela — À medida que a Venezuela sucumbe à ditadura socialista de Nicolás Maduro, cidadãos expressam seu lamento pelo dia em que foram forçados a entregar suas armas em razão da dura legislação implantada no país.
“Armas teriam servido como um pilar vital para manter o povo livre, ou pelo menos capaz de lutar”, disse Javier Vanegas, professor de inglês venezuelano exilado no Equador. “As forças de segurança do governo, no início deste desastre, sabiam que não teriam uma real resistência à sua força. Quando as coisas ficaram realmente ruins, tornou-se evidente que a medida foi uma clara declaração de guerra contra uma população desarmada.”
Sob o comando do então presidente Hugo Chávez, o Congresso venezuelano aprovou, em 2012, a “Lei do Controle de Armas, Munições e Desarmamento“, cujo objetivo explícito era “desarmar todos os cidadãos”. A posse de armas no país foi totalmente proibida. A lei entrou em vigor em 2013, proibindo por completo as vendas de armas e munição — exceto para entidades do governo.
Inicialmente, Chávez promoveu um programa de anistia, com meses de duração, estimulando os venezuelanos a trocarem suas armas por eletrodomésticos. Naquele ano, houve apenas 37 registros de entregas voluntárias de armas, sendo que a maioria das armas obtidas pelo governo — mais de 12.500 — foi na base da força.
Em 2014, já com Nicolás Maduro no poder, o governo investiu mais de US$ 47 milhões para impingir o desarmamento — o que inclui espetáculos públicos grandiosos de tratores destruindo armas em praças públicas.
Apenas podem ser proprietários de armas na Venezuela membros do governo. A restrição é tão abrangente que até mesmo estilingues e armas de pressão (airsoft) só podem transitar nas mãos dos agentes estatais, segundo informou um ex-vendedor de armas venezuelano, que hoje vende apenas produtos de pesca após a política desarmamentista do governo ganhar corpo.
A pena por vender ou possuir armas é de 20 anos de cadeia. […]
Desde abril de 2017, quase 200 manifestantes pró-democracia na Venezuela — armados principalmente com pedras — foram mortos a tiros pelas forças do governo. […]
“A Venezuela mostra como pode ser fatal os cidadãos serem privados dos meios de resistir às depredações de um governo criminoso”, disse David Kopel, analista político e diretor de pesquisa do Independence Institute e professor adjunto de Direito Constitucional Avançado da Universidade de Denver. “Os governantes venezuelanos — assim como seus semelhantes cubanos — aparentemente veem a posse de armas pelos cidadãos como um grande risco para a perpetuação do monopólio comunista do poder”.
Obviamente, o pretexto da legislação do desarmamento foi a “segurança da população”, “a redução da criminalidade” etc. A realidade, no entanto, é que cidadãos desarmados são presas fáceis e oferecem uma resistência menor àquele que detém o monopólio das armas: o estado.
O governo venezuelano é hoje um dos mais tirânicos do mundo, com um comprovado histórico de violação das mais básicas liberdades civis, o que inclui proibir a liberdade de expressão e a imprensa livre, destruir a moeda nacional, confiscar a propriedade privada, e criar todos os tipos de controles econômicos que destroem a produtividade do país.
As eleições se mostraram totalmente inúteis, pois sempre foram repletas de denúncias de fraude, corrupção e manipulações do governo. Para muitos, pegar em armas era a única opção que restava para que o país se livrasse de seu governo tirânico. Entretanto, o governo venezuelano foi muito bem-sucedido em impedir essa insurreição popular ao aprovar e impingir o draconiano desarmamento da população, o qual será detalhado abaixo.
Nunca houve uma tradição pró-armas na Venezuela
Historicamente falando, a Venezuela nunca teve um robusto histórico de posse de armas, ao contrário da população americana. A ausência dessa tradição, e até mesmo a ausência de uma vigilância do povo sobre o monopólio governamental das armas, é um vestígio de seu legado colonial.
Seus conquistadores espanhóis não possuíam a cultura política da propriedade civil de armas de fogo. Durante a era colonial, eram majoritariamente os militares e a nobreza proprietária de terras que possuíam armas de fogo. Essa tradição se manteve mesmo após os países latino-americanos se tornarem independentes da Espanha nos anos 1820.
No século XX, a situação piorou, e a Venezuela iniciou suas primeiras tentativas de “modernizar” sua política desarmamentista. Em 1939, o governo venezuelano implantou a Ley de Armas y Explosivos, a qual estabelecia o monopólio estatal sobre o uso de armas de fogo. O estado passava a ser a única entidade que poderia possuir “armas de guerra”, as quais incluíam desde canhões, rifles, morteiros, metralhadoras e sub-metralhadoras até carabinas, pistolas e revólveres. Os civis podiam possuir rifles calibre .22 e espingardas. Em certas circunstâncias específicas, eles podiam ter revólveres, desde que obtivessem uma licença para isso.
O papel das idéias progressistas na consolidação do estatismo venezuelano
Ideias importam. Ideias têm poder.
Não é surpresa nenhuma que a Venezuela tenha embarcado nesta aventura desarmamentista no final da década de 1930. [N. do E.: “coincidentemente”, foi quando Getúlio Vargas também iniciou o desarmamento no Brasil]. Este foi um período em que o estatismo estava em voga em todo mundo, como pode ser comprovado pela ascensão do fascismo e do comunismo na Europa, e do New Deal nos EUA.
Com efeito, foi exatamente durante o New Deal que o governo americano fez sua primeira investida na seara do controle de armas com a aprovação do National Firearms Act (que aumentava impostos sobre a manufatura e transferência de determinadas armas, e exigia seu registro junto ao governo), em 1934.
Não obstante suas políticas desarmamentistas, a Venezuela ao menos ainda mantinha uma certa restrição ao envolvimento do governo na economia. Isso durou até o início da década de 1970.
A estatização de toda a indústria petrolífera na década de 1970 e as subsequentes recessões das décadas de 1980 e 1990 abalaram as bases institucionais da Venezuela. Consequentemente, o país se tornou propício para ser tomado por demagogos.
A agenda anti-armas de Hugo Chávez
Quando o socialista Hugo Chávez assumiu o poder, em 1999, as anteriores leis desarmamentistas da Venezuela não apenas foram mantidas intactas, como ainda foram expandidas. O artigo 234 da atual Constituição venezuelana (a 26ª da sua história) manteve o monopólio das armas de fogo com o estado e colocou as Forças Armadas como a entidade responsável por regular todas as armas de fogo no país.
Em 2002, o governo venezuelano aprovou a primeira versão da Lei do Controle de Armas, Munições e Desarmamento, reforçando o férreo controle estatal sobre as armas no país. Uma década depois, a lei foi modificada para aprofundar e expandir o escopo do desarmamento, entregando às Forças Armadas o poder exclusivo de controlar, registrar e confiscar as armas.
Sob a justificativa de estar combatendo a criminalidade, o governo venezuelano finalmente implantou a proibição total de toda a venda de armas e munições em 2012 [N. do E.: com o entusiasmado apoio da Viva Rio, vale ressaltar].
Como outros episódios de desarmamento, tal medida se comprovou completamente fútil na redução da criminalidade. De acordo com as estatísticas do Observatório da Violência venezuelano, a taxa de homicídios do país disparou de 73 assassinatos por 100.000 pessoas em 2012 para 91,8 assassinatos por 100.000 pessoas em 2016.
Desarmamento: transformando os cidadãos em reféns desarmados
Os venezuelanos estão hoje completamente indefesos contra um governo que diariamente destroça suas liberdades civis e econômicas. Um governo que impede sua liberdade de expressão, que confisca sua propriedade privada, que expropria sua riqueza, que destrói sua moeda e seu poder de compra, que empurra suas mulheres para a prostituição e que literalmente mata a população de fome.
Como se não bastasse, os venezuelanos também têm de lidar com a criminalidade desenfreada e com a constante ameaça dos colectivos, que são as infames unidades paramilitares pró-governo que assassinam pessoas consideradas inimigas do regime.
Embora uma política desarmamentista, por si só, não leve automaticamente para tirania, eventos históricos nos lembram que mesmo intervenções bem-intencionadas feitas por governos anteriores podem ser utilizadas por governos subsequentes para propósitos nefastos. A proibição, o confisco e mesmo a exigência de registro de armas dão ao estado o monopólio prático da violência, desta maneira transformando os cidadãos em meros reféns passivos e indefesos.
Quando a realidade se impõe, uma população desarmada simplesmente não tem nenhuma chance de oferecer resistência a um Leviatã muito bem armado e detentor do monopólio das armas.
Por fim, vale a lição: turbulências políticas e tentações autoritárias podem surgir a qualquer momento e em qualquer país, e os cidadãos têm de ter um meio final de se protegerem caso todas as opções institucionais estejam exauridas. Cidadãos armados impõem um limite natural à tirania do estado.
*Este artigo foi originalmente publicado em 3 de novembro de 2022.
Eis o que todos os desarmamentistas da esquerda-caviar deveriam compreender a respeito, de playboys elitistas a hipsters votantes no PSOL.
Defender a restrição à uma arma ao cidadão comum é fácil quando se vive em lugares seguros com cercas elétricas, videomonitoramento e portaria treinada e armada.
Pensariam de modo bem diferente se não tivessem as mesmas regalias…
De que adianta, você com seu riflezinho, eles vem com um tanque e derrubam tua casa. Ou te matam usando um drone sem você nem ver a cor dele
Conclusão: ser civil, não estar ligado ao estado e não ter arma é uma merda.
É bom para os políticos terem carneirinhos ingênuos e dóceis. Carneirinhos armados não é uma boa ideia. Não é a toa que o PT e o PSOL já se mobilizaram para revogar completamente o decreto de armas de Bolsonaro. Já estão visualizando maior possibilidade de resistência caso voltem ao governo.
Sou completamente a favor do direito ao cidadão de ter/portar armas de fogo, mas só é útil para se defender contra bandidinhos de meia-tigela. Em se tratando de se defender contra governos tirânicos, acho que não faz diferença alguma estar armado ou não. Uma pessoa comum com uma pistolinha mixuruca não vai conseguir se defender de fuzis e metralhadoras.
Esse artigo foi publicado amanhã?
Lista de governantes que impuseram leis de desarmamento aos seus povos apenas nos últimos cem anos: Lenin, Stalin, Hitler, Mussolini, Mao Zedong, Pol Pot, Fidel Castro, Idi Amin, Ceausescu, Mobutu, etc.
No Brasil, o desarmamento foi imposto aos índios e aos escravos negros antes mesmo da República ser proclamada, em 1889. E sob a República, três governantes fizeram leis de desarmamento do povo brasileiro: Getúlio Vargas, FHC e Lula.
1. Agora sou capaz de me defender por conta própria.
2. Não posso confiar no estado para me proteger.
Esses dois pensamentos são o que os progressistas realmente odeiam.
====Gato Gordo, todos os esquerdistas que conheço têm esta atitude. Não conheci até agora uma bendita exceção! A impressão que dão é que querem ser eternamente crianças politicamente falando, carentes do papai estado sugar-daddy até para tomar uma mera decisão pessoal. E como escrevi acima hoje, em geral os mais progressistas são os que vivem bem longe do que o socialismo produz de fato.
Essa diferença cultural é algo que me fascina. Por exemplo, uma colega minha que morou no exterior (na Espanha) e conhece quem morou no Canadá, disse que culturalmente os pais preparam os filhos para serem independentes muito mais cedo, de forma que no Canadá após os 18 anos, o filho que ainda for morar com os pais tem de pagar um aluguel. É algo realmente intrigante, mesmo porque só uma população muito produtiva poderia se dar ao luxo de mimar tanto os seus descendentes, algo que por exemplo não ocorre no Brasil, onde a renda média já é menor do que na China. O que vocês pensam sobre? Seria isso algo característico de países latino-americanos? Por que isso ocorre? Alguma espécie de cultura de paternalismo estatal? Um getulismo?
E essa do desarmamento é clássico. E depois eu tenho que ver pseudo-historiador falando que não foi o armamento civil na Suíça que impediu a invasão nazista na Segunda Guerra Mundial (e que acusam os que discordam das suas ideologias de “revisionistas”). Se os venezuelanos estivessem armados, já teriam fuzilado o Maduro. Agora só se os militares começarem a se rebelar em massa, aí não sobra mais nada para o Nicolás.
Lugar de esquerdistas e DESARMAMENTISTA é na Venezuela.
Sou homem e estou armado, melhor receita contra a tirania .
Estou a fazer este comentário apenas para esclarecer uma duvida que tenho que não tem nada a ver com o artigo. Tenho 16 anos já agora e noção de que tenho muito a aprender, tenham paciência.
Eu diria que sou, antes de tudo, egoísta (e de certa forma um hedonista) e que só sigo “regras morais” se elas me “derem prazer”. Por exemplo: eu nunca violei ninguém, mas simplesmente porque me sentiria mal depois do ato e não porque a violação é de alguma forma errada.
Ando também numa escola pública, vou a serviços de saúde públicos e tudo mais e nunca me senti mal por isso e ao pensar em no futuro eventualmente me tornar um funcionário público não sinto qualquer tipo de repulsa que me faça pensar que me oporia a trabalhar para o Estado.
Entendo que possam defender o anarco-capitalismo (ou minarquismo ou o vosso tipo favorito de utopia) de um “ponto de vista utilitarista”, mas não entendo defendê-lo falando de direito natural ou com outro juízo de valor. Alguém me pode explicar se houve algo que eu não entendi ou porque acham que o hedonismo não faz sentido ou outra coisa qualquer que achem relevante?
Os EUA já tem projeto para proibir assault weapons de novo.
Afinal, o que são assault weapons?
Esse esquerdista é um gozador,perguntem se ele confia na polícia para protege-lo de um governante tirano e como diz o ditado”Pimenta nos olhos dos outros é refresco”,o povo armado prevalece contra tiranos e povo desarmado vira massa de manobra de tirano,Maduro irá cair por causa da debandada de parte dos militares que estão se rebelando contra ele,ou seja sem armas é quase impossível derrubar tiranos.
Coisa que Bolsonete não entende de jeito nenhum, o motivo No 1 para o povo ter armas é para se defender do governo, pior org criminosa que pode existir.
Na realidade estariam entre a frigideira e o fogo.
Quase todo governo que é derrubado pelo povo vira esquerda, grupos narco traficantes ou ditaduras. Não raras vezes tudo misturado.
Melhor sair do país e esperar implodir de dentro para fora. Deixa a população sofrer o diabo, do contrário depois ainda aparece outro líder e voltam o esquerdistas dizendo que não deu certo porque os tiraram do poder.
Infelizmente o Bolsonaro tomou uma medida modesta demais, armas nem deveriam ser registradas, quanto mais ter validade um registro.
O porte faz da pessoa um potencial agente em combater o crime e proteger quem precisa.
Sem falar nas propriedades rurais, onde a telefone não pega e a policia não vai, além de possível ataque por bandidos, temos animais de toda sorte, como a praga do javali que ataca e te mata sem dó.
Armas deveriam ser obrigatórias.
Não existe almoço gratis.
Milton F.
Não existe almoço.
Maduro.
Na verdade todo desarmamento implica na tirania dos que tem sobre os que não tem armas.
O que vocês tem a dizer sobre isso?
http://www.espn.com.br/esports/artigo/_/id/5222248/apos-polemica-mundial-fifa-points-deixam-de-ser-vendidos-na-belgica
Se os venezuelanos se arrependeram, provavelmente sim.
A questão é se eles aprenderam a lição.
* * *
Quem apoia o desarmamento é genocida, por quê o desarmamento é uma das ferramentas de redução e controle populacional.
OFF-TOPIC
Parece que refutaram a TACE: medium.com/@economiamainstream/6fd5f4a2b4ba
O Leandro vai responder?
Com a Câmara Democrata, os EUA estão indo pro mesmo caminho.
Só falta a maioria republicana do Senado trair os armamentistas.
Só que lá eles não chamam de desarmamento, eles chamam de universal background checks.
Dizem que a NRA está em crise interna, pois tem uma disputa interna de poder entre o presidente da NRA, Wayne LaPierre, e um tal de Oliver North que tá tumultuando…. E que por causa destas disputas internas, eles não resistem às medidas de gun control aprovadas pelos democratas na House. Pra piorar, a procuradora-geral de Nova York, a tal da Letitia James, uma democrata que considera a NRA uma organização terrorista, está investigando a NRA. Pra piorar, aprovaram uma lei que vai soltar os bandidos nos EUA.
Os EUA tá a caminho do Brasil.
Mas os estudos mostram que menos armas diminui a violência e o oposto a aumenta. Então sou a favor do desarmamento. Seria totalmente a favor se fosse o contrário. O que me importa é o bem comum, que no caso é menos violência. Sou pragmático. Não me interessam ideologias, mas sim resultados. Mostre me os estudos e eu os apoio. Vcs podem alegar o direito do indivíduo de portar armas. Mas antes do direito deste vem o da sociedade de viver em paz.
O mais engraçado é o racha na esquerda. Os esquerdistas mais sensatos e subversivos já abandonaram o barco em meados de 2016 para não mancharem o movimento. Os mais radicais e sinceros não conseguiram esconder o amor pelos ditadores que apoiaram e defenderam desde o começo.
Esse é o resultado de uma democracia em que a esquerda ganha por 2 décadas de forma consecutiva e consegue implementar todas as políticas que defende. O mundo está precisando urgentemente de algum país com uma regime liberal com um sistema político parecido da Rússia e China, ou todos países tenderão a ser uma Venezuela.
Não tentem convencer a esquerda a parar com o desarmamento. Eles sabem muito bem o que estão fazendo. Na verdade o povo que não percebeu ainda o real motivo dos governos sempre buscarem desarmar a população.
Eu sou contra o desarmamento, mas por uma questão de respeito a liberdade individual. Mesmo um população armada com pistolas e fuzis dificilmente conseguirá fazer frente às forças armadas.
Seria uma guerra assimétrica, de um lado as forças armadas treinadas para a guerra com caças, blindados, tanques, helicópteros e dinheiro dos impostos para comprar munição e mais armas. Do outro lado uma resistência armada a ser esmagada. Só há guerra civil quando há divisão nas forças armadas ou quando grupos insurgentes são armados por outros países. Se não houver apoio de outros países com armas de guerra o que há é um massacre.
Hoje fui travado de entrar em um banco pela porta giratória porque estava com umas moedinhas no bolso. Eu quase perdí a paciência mas conseguí entrar.
A questão é a seguinte: portas giratórias que impedem o porte de metais (o objetivo destas portas giratórios é evitar o porte de armas de fogo e de armas brancas como facas, canivetes, navalhas) fazem dos banco uma gun free zone? E se todos os lugares tivesem portas giratórias? Sendo assim, o que impede que o desarmamento seja imposto pelo livre mercado?
Saiu hoje (08/05/2019) uma notícia no Portal G1 detalhando fatos interessantes sobre a violência doméstica contra mulheres no Brasil. Cerca de 53% delas foram vítimas de ex companheiros por ciúmes, 29% por atuais companheiros por ciúmes. Mas o mais interessante é o tipo de arma utilizada. Cerca de 62% dos homens utilizaram armas brancas, 16% agressão física, 6% outro método, como por exemplo, incendiar a companheira ainda viva. Apenas 16% usaram armas de fogo. Ou seja, 84% das vítimas foram assassinadas por um meio que não é uma arma de fogo, e a maioria delas por um sujeito que invadiu a casa. Se estas mulheres tivessem uma arma de fogo em casa poderiam se proteger dos ataques. Não podemos ter certeza que sairiam vivas, mas com certeza boa parte conseguiria sair viva da situação. Se um cara entra em sua casa com uma faca querendo te matar e sabe que você tem uma arma dentro de casa, ele tem duas alternativas, desiste da empreitada ou assume o risco de levar um tiro. Não sou eu inventando estes números, está na matéria divulgada pela própria Rede Globo.
“Re Independência” ou a morte.
Não adianta lamentar. O correto é planejar, engajar e agir. Em 7 de Setembro de 2022 o Brasil comemorará os 200 anos de Independência de Portugal. São exatos três anos de ouro para planejarmos, mobilizar e agir de forma contundente. Agora temos a Direita no Executivo, e temos a grande ou esmagadora maioria dos cidadãos de bem ao lado do Governo que até prova em contrario está à favor da Nação. Os resquícios da esquerda, não servem nem para eleger 6 duzia de deputados (espero). Então, hora de planejar e agir. Vamos promover ações que deixem claro o que tem que ser mudado, quais os políticos que são desafetos óbvios aos anseios do nosso povo, e quais as Instituições não estão correspondendo.
O STJ e o judiciário como a um todo, necessita se concatenar com a austeridade contra o crime e a corrupção. Temos o Time certo para este Projeto, só necessita de coordenação mutua, e engajamento.
Deixar de lado as vaidades entre os movimentos de Rua e das Redes Sociais.
Temos duas ferramentas poderosíssimas a nosso favor. O Artigo 1º da Constituição Federal que determina que o Poder possa ser exercido pelo Povo na sua Forma Absolutamente direta TAMBÉM, não necessitando que o seja unica e exclusivamente por “representantes eleitos”, e o outro Mecanismo Constitucional que são os Projetos de Lei.
Vamos listar em praça pública, nas manifestações, quem, o que e quais Instituições funcionam como Desafetos de Nossa Nação. Vamos colocar o dedo sobre cada político, cada ferida, e cada um que não sintonizar com o desenvolvimento desta Nação.
Um pouco de foco, concentração de esforços e inteligência, seremos vitoriosos para os próximos 100 anos como Republica.
A Nação é generosa, agora é hora de povo corresponder com a Nação.
Ricardo Bartolome.
#ReindependênciaBrasil200 #Reindependência200anos.
A posse de uma arma de fogo não deve ser vista como uma concessão do Estado mas, como um direito do cidadão. A restrição desse direito constitui violação do Direito do Consumidor, a arma é apenas um objeto, ela por si só não mata ninguem, e violação do direito de proteção à vida e propriedade, garantidos na Constituição.
Será que os liberais defendem o armamento de TODA população ou apenas dos que podem comprá-la aos preços exorbitantes praticados aqui?
Gostaria de ver um desses liberais fazendo o exercício mental de imaginar a população pobre, favelada, aquela que efetivamente produz, armada.
Será que a PM conseguiria conter essa população quando ela fosse defender seus direitos?
Seria interessante os liberais de condomínio tentando dormir com medo da favela armada.
É um bom debate. Mas é bom fazê-lo com base na realidade, não na idealização de uma sociedade que não existe.
Mas… mas… mas… a Vera Magalhães disse que Hugo Chávez aromou a população inteira! E eu acredito na Vera!
Eu vi um pedaço dessa reunião ministerial, gostei do que o Bolsonaro disse. Falou o óbvio sobre o armamento civil. Claro, quem parece não querer enxergar é a elite esquerdista que tem carro blindado com chauffeur, seguranças armados e vive de uísque, champanhe e queijo Roquefort e, na pior das hipóteses, pode sair do país quando bem entender.
Esses sim querem ver você desarmado. É a nova nobreza.
(Off-topic) Queria pedir a ajuda de vocês sobre a questão do aborto. É um dilema genuíno que eu estou enfrentando e sei que todo mundo aqui já deve ter se debatido sobre essa questão em algum momento da vida. Não é tão diferente do assunto atual (violência contra gente incapaz de se defender).
Eis o meu entendimento sobre o aborto:
a) Retirar a vida de um outro ser humano contra a vontade dele é assassinato
b) Aborto é retirar a vida de um ser humano contra a vontade dele
c) -> Logo aborto é assassinato
Assassinato pode ser justificado? *Em caso de auto-defesa. O que configura auto-defesa?
-> Auto-defesa é quando o indivíduo executa um ato de violência (inclusive assassinato) contra um terceiro como prevenção ou resposta a um ato de violência sendo cometido contra ele mesmo pelo mesmo terceiro.
Continuando o silogismo,
c) -> Aborto é assassinato
d) Assassinato é justificado somente em situação de auto-defesa
e) Logo aborto somente é justificado em situação de auto-defesa
Ou seja, senão em caso de estupro (em que a pessoa dentro de você poderia ser considerada uma invasora), aborto é completamente e moralmente injustificável, configura assassinato e quem oferta esse serviço está no mesmo patamar de um assassinato de aluguel, e quem o contrata na mesma categoria de um assassino.
“E sobre a irresponsabilidade? – Não é um argumento. Todos sabem como bebês são feitos e opções de prevenção são abundantes. Se eu entro no ônibus com uma pistola carregada, dedo no gatilho e disparo contra alguém “contra a minha vontade”, matei porque eu queria sim porque ciente do perigo, não tomei todas as medidas de segurança para garantir o bem-estar do terceiro. Da mesma forma que quem faz sexo sem nenhum tipo de prevenção queria o filho sim porque ciente do perigo, não tomou todas as medidas de segurança para garantir que a gravidez não aconteceria.
—
Lado Pragmático (meu grande problema)
Por mais que eu enxergue que o aborto em 99% dos casos seja assassinato e absolutamente inaceitável, eu caio na tentação de brincar de Deus e fazer uma observação evidente de que a vida nem sempre é um presente para o presenteado, nem para os terceiros, e que essa ‘vida que não vale a pena’ é sociologicamente previsível. Quando você olha para diferentes grupos demográficos (ou famílias, mais especificamente), você vê a repetição de comportamentos sociais / antissociais através das gerações, o que é evidência de que existe algum componente cultural e / ou biológico que predispõe uma pessoa nascendo a ser feliz ou ao menos não tornar a sociedade mais miserável por sua existência. As pessoas que através da história têm mais optado por aborto ‘por irresponsabilidade’ são justamente aquelas que pertencem a famílias / comunidades onde comportamento antissocial (violência, ausência de uma comunidade que se importe, famílias desestraturadas) e suas consequências imediatas (crime, miséria) são onipresentes. Então ao dar a essas pessoas a oportunidade de efetuar o aborto por irresponsabilidade, você dá a elas pelo menos uma chance de não provavelmente perpetuar o comportamento antissocial ao disseminá-lo para mais uma geração. Sim, é monstruoso o que estou descrevendo e não é muito diferente de um argumento genocida, mas qualquer estatística do planned parenthood mostra isso.
Você pode argumentar que esses comportamentos antissociais endêmicos de certas famílias são consequência de alguma política estatal que os subsidia (tipo o welfare state), mas se você não vai abolir o welfare state amanhã de manhã, criar mais uma geração que muito provavelmente será dependente dele não vai facilitar nada sua missão de aboli-lo no longo prazo. É triste, mas você realmente percebe que existem proletários de verdade quando você olha para os números. Esses proletários não são exatamente aqueles que Marx descreveu, mas simplesmente pessoas meio que ciganas que são só paridas, levam vidas miseráveis, tornam o mundo um lugar pior e parem mais alguém para perpetuar o ciclo de infelicidade e miséria.
Eu queria pedir ajuda de vocês. Normalmente o argumento moral (imposto é roubo) e o argumento pragmático (menos impostos geram mais prosperidade) caminham lado-a-lado, mas aqui eu ando há anos com uma pedra no sapato. Assassinato é algo terrível, mas parece ser uma escolha assustadoramente intuitiva.
E o que me dizem disso?
gauchazh.clicrbs.com.br/mundo/noticia/2020/05/em-2006-hugo-chavez-defendeu-armar-1-milhao-de-venezuelanos-ckal7vowq001d01mvz5qyrmj4.html
Fake News?
Bolsonaro é bem conservador nos costumes e liberal na economia, como eu prego.
Mas ele ultimamente tem flertado muito com o fascismo, eu mesmo tenho ficado assutado. Tem adotado posturas parecidas com o de Mussolini
cartacampinas.com.br/2020/05/discurso-de-bolsonaro-e-semelhante-ao-do-ditador-mussolini-as-vesperas-da-segunda-guerra/
Armas de fogo são uma das ferramentas mais importantes que existem para a construção de liberdade e riqueza.
Quem estiver pensando em empreender e em algo que ajude a melhorar a nossa situação, abrir uma escola de tiro é uma excelente opção.
Estamos precisando de gente para tomar esse tipo de iniciativa. Fica aqui a sugestão.
Após o desarmamento dos coronéis do nordeste é que surgiu o bando de lampião.
Bandido é muito macho em cima de cidadão desarmado.
Ótimo texto.
Excelente artigo.
Hoje o STF se tornou o mais instrumento de insegurança do pais, e a competição é forte.
Tenho muitas suspeitas que um certo partido esta usando alguns ministros de marionete para perseguir opositores e boicotar políticas que ele não deseja. Quem é que vai provar que existe alianças escusas? Hoje o STF é um puxadinho do PT.. É aquilo que o Olavo disse, iriam conquistar o poder pelo judiciário
É necessário escrever isso no anonimato também, porque nunca se sabe né
Alguém pode rebater o Ciro no Panico? Ele tem argumento forte contra o saneamento viu, se alguém com paciencia puder rebater, agradeço.. Vou deixar os carotes aqui.
youtu.be/Qk_8of69Hq0
youtu.be/XbPmTnVkT88
youtu.be/WISIb9eRU08 (aqui ele diz que o Brasil vai entrar em recessão ano que vem, veja do meio pro fim)
youtu.be/uNgzJzd86dQ
Ciro disse que o Brasil vai entrar em depressão ou recessão ano que vem ou no futuro próximo, que o crescimento e os numeros do momento são artificiais, não é real.
O que acham disso? Tem uma chance mesmo?
O que aconteceria se uma população armada saísse de casa com suas armas para protestar contra tudo que está aí, exigindo ainda mais do que está aí ?. O que eles obteriam ?.
O que aconteceria com uma população armada que não tem coragem para passar fogo em um bandido fardado, ou um bandido que tem um distintivo ou coisa do tipo, como seria ?.
Apesar de eu ser radicalmente pró armas; do tipo que defende até o direito de um civil ter armamentos militares de última geração, não vejo as coisas como tão simples assim, diferentemente do que muitos jovens aqui vêem.
Não adianta nada você ter um fuzil de assalto automático em casa, se você afina contra uma “otoridade” com um distintivo agindo de forma antiética contra você.
Se ter armas é um direito natural, logo nenhum policial pode exigir que você entregue a sua arma à ele.
E aí ?, vai meter bala no policial que te pegar armado e está exigindo que você entregue sua arma para ele ou vai amarelar ?. Se vai amarelar, então sua arma é só enfeite, não serve para nada, era só blefe e o bandido fardado pagou para ver e te pegou de mãos vazias.
Já vi vários vídeos no YouTube de CAC’s que tiveram suas pistolinhas G2C apreendidas por guardinhas e foram ficar de mimimi no YouTube depois. Cadê aquela testosterona toda quando falava que povo armado nunca será escravizado ?.
Como podem ver, nada é tão simples assim. (Repito que sou a favor do armamento civil)
Caros, uma dúvida:
Aproveitando esse tema que o “Pobre Mineiro” citou acima, qual a opinião de vocês, caso fosse ameaçado por um policial (nesse caso a paisana, ou seja, não sei de quem se trata no momento).
Caso o individuo que foi ameaçado, tivesse o porte de arma legalizado e por ventura reagisse e matasse o policial, seria classificado como legítima defesa ? O que os “especialistas da imprensa” comentariam ?
Segue duas matérias recentes:
g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2022/08/28/pm-armado-com-pistola-ameaca-matar-motorista-em-nova-lima-na-grande-bh.ghtml
g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/06/01/video-delegado-aponta-arma-e-ameaca-motorista-durante-briga-em-rua-de-manaus.ghtml
Olha que maravilhoso o governo bolsonaro: twitter.com/qr_asset/status/1566885926353133570?s=21&t=ItXsNVFH_kzYpC3dYX1_vQ
Viram o Meirelles? Disse que o Brasil não ta crescendo
economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/09/05/meirelles-economia-nao-esta-bombando-e-crescimento-nao-e-sustentavel.htm
O que o Leandro acha dos dados economicos atuais?
Aluguel de ação é estelionato?
Foi o que o Luiz Barsi disse:
youtu.be/GsyuikFVs9c
Mercado projeta novo deflacao para setembro
broadcast.com.br/cadernos/financeiro/?id=VnQvREpJaXMwb2JjMkRRRWtUZGdsUT09&fbclid=IwAR0KIyMJKFw6pw460iCheCuA2j8nhu_CnevD821aQBpaE7E2prHyXogXFk8
Agora faltam poucos dias para “elus” desarmamentistas voltarem à cena do crime